quinta-feira, 8 de maio de 2008

Marionetas, Música e Dança na Festo do Oriente



Marionetas, música e dança
em destaque
na festa do Oriente

O Museu do Oriente apresenta, nos dias 9, 10 e 11 de Maio, com entrada gratuita, espectáculos de marionetas, música e dança, numa homenagem à cultura asiática que dá a conhecer, no Ocidente, o melhor da arte oriental.
Um espectáculo de marionetas, inserido no FIMFA Lx8, no qual as sombras chinesas se cruzam com o cinema mudo, o humor e a música, é uma das sugestões no programa do fim-de-semana inaugural do Museu do Oriente.



“Não toquem nas minhas mãos” é protagonizado por Valeria Guglietti, exímia marionetista de sombras com as mãos.

Apenas com um foco de luz e os dedos, Valeria Guglietti cria imagens fantásticas, que se movem em pequenas histórias, apelando à imaginação do espectador.

A festa prossegue com um espectáculo de música hindustani, num recital de sitar de Manuel Leão e Francisco Cabral nas tablas, e com demonstrações de música e danças tradicionais de Goa, pelo grupo Ekvât.

O Quarteto Capela apresenta, nos dias 9 e 11 de Maio, um concerto de música chinesa com instrumentos ocidentais, enquanto as danças do Rajastão, a cargo de Carolina Fonseca, animam o Museu do Oriente neste fim-de-semana de tributo à Ásia.


Espectáculos – Museu do Oriente – Avenida Brasília, Doca de Alcântara Norte
Dias 9, 10 e 11 de Maio

Fox e National Geographic Chanel disponiveis na plataforma móvel


FOX, FOX News e National Geographic Channel:
os novos canais Meo Mobile da TMN

A FOX International Channels (FIC), empresa multimédia dedicada à produção e distribuição de conteúdos para televisão e serviços digitais, reforça a sua parceria com o MEO e lança os seus primeiros canais mobile em Portugal – FOX, FOX News e National Geographic Channel – no Meo Mobile, o serviço de Mobile TV da TMN, estando os mesmos acessíveis através de um telemóvel TMN, 24 horas por dia.

O FOX News Mobile é um canal noticioso que transmite 24 horas de informação em inglês, à semelhança do que acontece na emissão em televisão.

No FOX Mobile serão transmitidos, nas versões originais, os melhores momentos de séries como ‘House’, ‘A Lei do Mais Forte’, ‘Simple Life’, ‘Ossos’, entre outros.


Por seu turno, o National Geographic Channel Mobile vai emitir clips de aventura, viagens, desportos radicais, vida selvagem, ciência e os mais divertidos e excitantes momentos do canal.

Os canais FOX Mobile e National Geographic Channel Mobile vêm reforçar a actual categoria de ‘Entretenimento’ e estão acessíveis em três pacotes: ‘Meo Séries e Kids’, ‘Meo Total’ e ‘Meo Total 24H’. Já o FOX News Mobile integra a categoria de ‘Notícias’ e está disponível nos pacotes ‘Meo Notícias e Desporto’, ‘Meo Total’ e ‘Meo Total 24H’.

O Meo Mobile, serviço de Mobile TV disponível para os clientes TMN, tem agora 31 canais, a maior oferta do mercado, organizados segundo 7 categorias (‘Generalistas’, ‘Notícias’, ‘Entretenimento’, ‘Desporto’, ‘Infantil’, ‘Música’ e ‘Adultos’) e com 4 diferentes pacotes de subscrição, segmentados de acordo com as preferências dos clientes.

Para aderir basta aceder ao portal i9 num telemóvel TMN, seleccionar a opção Meo Mobile e escolher o pacote que desejar.






Recordar Maio de 68 com Claudia Cardinale



Dia 8 de Maio às 00:30h



CLAUDIA CARDINALE


Ser Claudia Cardinale é o sonho de muita gente e ao mesmo tempo um grande compromisso para uma pessoa só: a própria Claudia Cardinale.


No princípio a mais bela rapariga italiana na Tunísia depois a "namoradinha" de Itália que seguia atentamente o início da sua carreira no cinema mais tarde a "CC" para os franceses Claudia seguiu em frente no cinema desde os anos sessenta até aos nossos dias e ainda está preparada para fazer um novo filme.


Monicelli, Bolognini, Fellini, Visconti, Leone, Lelouch são apenas alguns nomes de famosos cineastas que dirigiram Claudia Cardinale considerada uma das mais misteriosas mulheres do cinema italiano.


Este documentário inclui depoimentos de nomes famosos como Marco Bellochio, Liduio Bozzini, Liliana Cavani, Jacques Perrin e a própria Claudia Cardinale.


Realização: Stefano Mordini


Nascida Claude Josephine Rose Cardinale de pais sicilianos na capital tunisina iniciou-se no cinema após ganhar um concurso de beleza em 1957.


O seu primeiro filme foi Goha em (1958) e nesse mesmo ano ela fez um pequeno papel no sucesso internacional I soliti ignoti.


No início a sua carreira foi praticamente conduzida pelo produtor Franco Cristaldi.


Nos anos 60 ela apareceu em muitos filmes italianos incluíndo: Il Gattopardo (O leopardo1963) e Rocco e i suoi fratelli (Rocco e seus irmãos1963) de Luchino Visconti, 8½ de Federico Fellini e no épico de Sergio Leone Once Upon a Time in the West (Era uma vez no oeste1968).


A sua carreira no circuito estadunidense de cinema não progrediu devido à sua falta de interesse em deixar a Europa.


Os seus filmes em Hollywood incluem Circus World (1964), The Pink Panther (1964) e The Hell With Heroes (1968).


Pode-se dizer que ela actuou em mais filmes de qualidade que os seus contemporâneos.


Algumas das suas actuações consideradas memoráveis são: em Vaghe stelle dell'Orsa de Visconti onde interpreta uma sobrevivente do Holocausto que desenvolve uma relação incestuosa com o irmão.

Em La Storia de Luigi Comencinicom a sua interpretação de uma viúva durante a segunda guerra mundial.


Além desses filmes podemos citar também La ragazza con la valigia de Valerio Zurlini e Libera de Mauro Bolognini.

Ela permanece activa no cinema europeu e os seus últimos filmes incluem Qui comincia l'avventura (1975), Fitzcarraldo (1982), La Storia (1985) e Un homme amoureux (1987).


Claudia Cardinale é uma liberal com fortes convicções políticas.

Uma mulher de esquerda preocupada com os problemas das mulheres e dos homossexuais.

Tem orgulho na sua herança árabe e envolve-se em inúmeras causas humanitárias.

Semana Académica de Lisboa leva bandas ao Rock in Rio







O cartaz do Festival Académico de Lisboa, que decorre entre os dias 14 e 17 de Maio no Parque Tejo, está fechado.



No palco principal, a surpresa deste ano é o concerto de uma All Star Band composta por Sam The Kid, Tim, Santos e Pecadores, Cool Hipnoise, Sara Tavares, Expensive Soul e Prince Wadada especialmente para o Festival Académico de Lisboa.

Este projecto foi criado e produzido em colaboração com o Rock In Rio-Lisboa e promete tornar inesquecível a noite de sexta-feira, dia 16.

Além dos já confirmados Da Weasel, Marcelo D2, Quim Barreiros, Blasted Mechanism e Sizzla, entre outros, a edição deste ano contará ainda com actuações dos Soulbizness, Kalashnikov e Primitive Reason.

Este ano, o Festival Académico de Lisboa organiza, pela primeira vez, um concurso de bandas de garagem que dará acesso ao Rock In Rio-Lisboa.

A banda vencedora actuará no Sunset Rock in Rio a 6 de Junho.

A tenda electrónica Fly London contará com as presenças de Erb’n’Dub (dia 14), Rita Zukt (dia 15), Elektro Fighterz (dia 16) e Party Sheet (dia 17), entre muitos outros.

Os bilhetes para o festival já estão à venda na Associação Académica de Lisboa, Associações de Estudantes e nos locais habituais, com preços que variam entre os 10 euros para estudantes (bilhete para o 1º dia) dia e os 30 euros (passe para os 4 dias).

O Festival Académico de Lisboa insere-se na Semana Académica de Lisboa, que se realiza entre os dias 12 e 17 de Maio.

A Serenata a Lisboa, na Praça do Município, na noite de segunda-feira, dia 12, inaugura a 24ª edição da semana em que os estudantes do ensino superior da capital celebram o espírito académico.

A festa continua e só acaba na última noite do festival.

Antena 3 no Rali de Portugal




Antena 3 no Rali de Portugal


De quinta a sábado, das 10h00 às 21h00, a Antena 3 vai estar no Fun Park do Vodafone Rally de Portugal com jogos, prémios e muita animação.

No espaço Antena 3, o desafio está lançado… Pit Stop Antena 3: quem sintonizar rapidamente a Rádio pode ganhar prémios.

Há ainda a oportunidade de testar as habilidades dos participantes ao volante dos carros telecomandados na pista da Antena 3, disputando os melhores tempos de prova.

Para o nosso piloto mais veloz há ainda uma surpresa especial.

Pit Stop Antena 3. Encontro marcado no stand da Antena 3 no Fun Park do Estádio do Algarve com a promessa de momentos muito divertidos.

Lançamento do Livro " Karley Aida, O Circo , A Vida "

Lançamento do Livro

"Karley Aida, O Circo, A vida"

- 10 Maio, 18h30 Tenda -

Jardim da Luz - Carnide



Com o título – Karley Aida, o Circo, a Vida – surge a primeira biografia sobre um(a) artista de circo no mercado editorial português, iniciativa concretizada pela Junta de Freguesia de Carnide e assinada por Fátima Freitas.

Nesta obra conjuga-se a curiosidade - quem é esta artista de circo (?) - ao interesse por saber o que significa ser artista de circo(?).


Karley Aida é uma artista que desenvolveu diversificado currículo no estrangeiro tendo alcançado fama de ‘vedeta’ no âmbito das artes do espectáculo, em particular no circo e na música ligeira.

Quando regressa Portugal, o seu nome reaparece em funções destacadas em várias estruturas profissionais ligadas à actividade circense, da qual se tornou uma combativa representante.

Seguir o relato desta vida – escutar a interioridade da sua estória – é, também por isso, acrescer material de informação e de reflexão sobre a história e evolução da Arte do Circo (a ‘Arte do Instante’) e suscitar, ainda, renovadas questões prementes pela sua actualidade. Designadamente, as que permitem vislumbrar nos ‘entreluzes’ desta pista a urgência do diálogo entre duas linguagens e realidades circenses – ‘circo tradicional’ / ‘novo circo’, equacionando alguns dos pontos nodais que emergem do seu confronto.

Pois, afinal, o Circo – não o esqueçamos – é uma metáfora da Vida.
Este evento insere-se no âmbito da programação “Haja Circo”, que ocorrerá em diferentes locais da freguesia de Carnide de 9 a 11 de Maio, com o objectivo de promover e divulgar as actividades circenses.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Começa amanhã o OFFF-International Festival for the Post-digital Creation Culture



Arranca amanhã, dia 8 de Maio, o OFFF – International Festival for the Post-digital Creation Culture, o evento mais inovador do Mundo na área do design e da tecnologia digital. O OFFF está pela primeira vez em Portugal e conta com a TMN como patrocinador principal, assumindo este ano a designação “Offf’08 Lisbon by TMN”.

Esta iniciativa, que decorrerá até ao próximo dia 10 de Maio, na LX Factory, em Lisboa, sob o tema ‘wi-fi, wi-fi, my kingdom for a wi-fi’, traz a Portugal, como tem sido sua tradição noutros destinos do Mundo, demonstrações artísticas inéditas, conferências, workshops interactivos, concertos de música electrónica e outras apresentações nas mais variadas vertentes do ramo audiovisual (multimédia).

Embora com todos os bilhetes vendidos já desde há algum tempo, o “Offf’08 Lisbon by TMN” apresenta dois espaços especiais, de acesso livre, onde os apreciadores das artes digitais podem conhecer e sentir directamente o ambiente daquele que será um das mais originais festivais do Mundo:

- CHILLAX: lugar ideal para relaxar e conhecer outros visitantes.


Um espaço confortável com bar e restaurante, onde tudo o que acontece é feito pelo público do OFFF.

- MERCADILLO: espaço onde são vendidos os trabalhos e outros produtos, como livros, revistas, CDs, DVDs, de artistas e colectivos independentes.

Informações mais pormenorizadas sobre o “Offf’08 Lisbon by TMN” seguem no documento anexo.

Estamos ao dispor para esclarecimentos adicionais e envio de fotografias.

Space Ensemble no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre




O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta:

Sex. e Sab. 9 e 10 de Maio – Space Ensemble
Pequeno Auditório – Filme / Concerto
Inicio 22.00h

Os Space Ensemble já se apresentaram em diversos festivais com espectáculos de música improvisada, entre os quais o prestigiante Festival de Paredes de Coura, e durante os últimos anos têm apresentado o filme-concerto "As Aventuras do Príncipe Achmed", em algumas das mais conceituadas salas nacionais, como a Casa da Música no Porto, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e os Claustros da Biblioteca Municipal, em Portalegre.

O filme/concerto a apresentar no CAEP conta também com a projecção do filme “Kino Eye”, de Dziga Vertov.

09 de Maio – 22.00h
Space Ensemble: Filme/Concerto: As Aventuras do Príncipe Achmed

As Aventuras do Príncipe Achmed
Realizadora: Lotte Reiniger

As Aventuras do Príncipe Achmed, primeira longa-metragem de animação europeia, tal como o resto da obra cinematográfica de Reiniger, é um jogo simples de luzes e sombras, um conceito surgido e popularizado na China, de onde são oriundas as famosas caixas de sombras. As figuras do filme, repleto de batalhas, comédia, romance, magia e confrontos com pequenos demónios, foram recortadas e manipuladas à luz da câmara pela realizadora.


10 de Maio – 22.00h
Space Ensemble: Filme/Concerto: Kino Eye

Kino Eye
Realizador: Dziga Vertov

Neste novo projecto, o Space Ensemble musica o filme Kino-Eye, que foi apresentado pelo próprio Dziga Vertog como sendo o primeiro projecto cinematográfico não ficcional, sem guião nem actores, e realizado fora de estúdio e sem cenários.
Nos anos 20 do século passado, Dziga Vertov procurou criar uma linguagem de cinema absoluta e verdadeiramente internacional, baseada no seu total afastamento da linguagem do teatro e da literatura, através de filmes que eram uma experiência de comunicação cinematográfica dos acontecimentos reais.

Músicos participantes

José Miguel Pinto: guitarra, clarinete, theremin
Eleonor Picas: harpa
João Tiago: percussão/bateria
Nuno Ferros: electrónica
Henrique Fernandes: contrabaixo
Sérgio Bastos: piano
João Martins: sax, contra-tear
Ana Costa: flauta transversal

As Toleradas da Póvoa do Varzim


As Toleradas da Póvoa de Varzim resulta de um trabalho de investigação agora publicado pela Câmara Municipal .

Trata-se de um estudo científico realizado por Celeste da Rocha Coelho e Roberto Linhares de Castro Pires Martins para conclusão da licenciatura em História que pretende ser um retrato fiel da prostituição legalizada na Póvoa de Varzim, entre 1871 e 1950.

A escolha do tema surgiu da pesquisa efectuada pelos utilizadores do Arquivo Municipal, que convida os seus utentes a apresentarem os seus trabalhos publicamente quando estes produzem estudos com qualidade e relevância para a história do concelho.
Foi este o caso destes dois investigadores que, em 2005, proferiram, no Arquivo Municipal, uma conferência intitulada “As toleradas da Póvoa de Varzim: 1927-1950”.
A apresentação do livro esteve a cargo de Joaquim Mendes Moreira, Mestre em História Moderna e Luís Alberto Alves, Professor na Faculdade de Letras do Porto.

Festa Brasileira nas Docas


Feira de Artesanato de Coimbra

Feira de Artesanato
9 a 15 de Maio
Praça da República
Coimbra

Horário
Sexta17h00 – 24h00
Sábado e Domingo14h30 – 24h00
Segunda, Terça e Quarta
14h30– 23h30
Quinta14h30 – 22h00
PROGRAMA DE ANIMAÇÃO

Sexta, dia 9
17h00 – Abertura oficial
21h30 – Grupo de Fados Guitarras de Coimbra – Associação Cultural Coimbra Menina e Moça
Sábado, dia 10
18h00 – Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca – Eiras
21h30 – Grupo de Fados Fadvocal – Associação Artística do Distrito Judicial de Coimbra
Domingo, dia 11
18h00 – Grupo San’Tiago Sons da Alma – Eiras
21h30 – Grupo Etnográfico Cantares e Danças de Assafarge
Segunda, dia 12
21h30 – Grupo Folclórico da Cova do Ouro e Serra da Rocha
Terça, dia 13
21h30 – Grupo Folclórico da Casa do Pessoal da Universidade de Coimbra
Quarta, dia 14
21h30 – Grupo Regional de Danças e Cantares do Mondego
MOSTRA DE DOÇARIA TRADICIONAL
Grupos participantes
▪ Grupo Etnográfico de Cantares e Danças de Assafarge
▪ Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca – Eiras
▪ Grupo Folclórico e Etnográfico da Cova do Ouro e Serra da Rocha
▪ Grupo Folclórico da Casa do Pessoal da Universidade de Coimbra
▪ Grupo Folclórico de Torre de Bera – Almalaguês
▪ Grupo Regional de Danças e Cantares do Mondego – Fala
ÁREA ARTESANAL – REGIÃO
Arte Sacra – Coimbra
Artefactos de Madeira – Vila Nova de Poiares / Penacova
Artigos em Cortiça – Setúbal
Artigos em palha de milho – S. Miguel – Açores
Artigos em Pele – Monforte
Bijutaria e miniaturas em vidro – Marinha Grande
Bijuteria – Almada
Bonecos em Trapos – Canas de Senhorim / Coimbra
Bordados – Barcelos / Castelo Branco
Bordados de Crivo – Barcelos
Bordados de Tibaldinho – Tibaldinho
Bordados Regionais – Açores / Viana do Castelo / Lixa
Brinquedos Criativos com Movimento – Entroncamento
Calçado em Couro, Bordados – Sever do Vouga
Cerâmica Artística – Coimbra / Palmela
Cerâmica Criativa – S. João de Ver
Cerâmica em Grés - Coimbra
Cerâmica Figurativa – Porto
Cerâmica Figurativa/Sacro Satírica – Caldas da Rainha
Cerâmica Negra Vidrada – Molelos
Cestaria – Coimbra
Cestaria em Junco – Santarém
Colheres de Pau – Arganil
Escamas de Peixe, casca de alho e cebola - Coimbra
Escultura em Madeira – Coimbra / Lousã
Escultura em Pedra – Maceira/Liz
Esteiras – Coimbra
Faiança de Coimbra - Coimbra
Ferro Forjado – Coimbra
Figurado – Barcelos / Estremoz
Figurativo – Mealhada
Filigranas e Jóias em Prata – Gondomar
Franjedeira de Xailes – Carapinheira da Serra
Gravuras em Madeira - Martingança
Instrumentos Musicais de Corda – Felgueiras
Joalharia – Gondomar
Jogos e Brinquedos em Madeira – Miranda do Corvo
Loiça Regional – S. Pedro do Corval
Miniaturas de Alfaias Agrícolas – Barcelos
Mitierra – Cerâmica criativa – Maia
Mobiliário pintado – Arraiolos
Olaria – Vila Nova de Poiares
Olaria Pedrada – Nisa
Olaria utilitária pintada – Barcelos
Patchwork/trapologia – Óbidos
Peças de adorno pessoal e acessórios de moda – Lixa
Pintura em Tecido – Nelas
Quadros em ponto de Arraiolos – Viseu
Recuperação de Móveis Antigos – Abrantes
Registos – Coimbra
Rendas de Bilros – Vila do Conde
Rendas de Filê – Felgueiras
Sabonetes e Sabões Naturais – Sever do Vouga
Talha em Madeira – Gondomar
Tamancos e Chinelos – Cantanhede
Tanoaria – Ançã
Tapeçaria – Arraiolos / Serra da Estrela
Tecelagem – Almodôvar
Tecelagem de Almalaguês – Coimbra
Trabalhos em Esparto – Fundão
Trabalhos em Linho e Juta – Canas de Senhorim
Trabalhos em Seda Natural – Freixo de Espada-a-Cinta
Trabalhos em Xisto – Lousã
Trapologia – Coimbra
Vestuário e Tecelagem – Manteigas
Vestuário em Algodão e Lã – Vila do Conde
Vestuário em Linho e Burel – Castro Daire
Vidro de Sopro Reciclado – Marinha Grande
Vitrofusão – Cucujães
Entrada livre
Informações
Casa Municipal da Cultura
Rua Pedro Monteiro, 3000-329 Coimbra
Telef. 239 702 630 Fax 239 702 496
cultura@cm-coimbra.pt
www.cm-coimbra.pt

Mandrágora apresentam ESCARPA ao vivo

Mandrágora
"ESCARPA"
depois do lançamento do disco a 5 de Maio
chegam os concertos

“Escarpa” é o segundo disco do colectivo do Porto, que continua assente nas suas influências folk, agora com uma roupagem de jazz e rock.
O grupo convida os fãs a assistirem aos concertos de lançamento do novo álbum.
9 de Maio - Auditório da FEUP - Porto
10 de Maio - Auditório da Pasteleira - Porto
16 de Maio - Auditório de Aldoar
17 de Maio - Auditório de Campanhã
Aceite o convite e apareça!
Entrada livre
Informações
www.myspace.com/mandragorafolk
www.letstartafire.com
raquellains@letstartafire.com

Fadomorse em tournée

Fadomorse lançam FOLKLORE HARDCORE
12 de Maio nas discotecas

Os Fadomorse regressam com Folklore Hardcore, depois de Popétnico, de 2006
A tournée de promoção ao álbum Falklore Hardcore já passou por Portugal em Abril, com concertos em Santa Iria da Azoia e no Porto. Hoje os músicos apresentam-se na cidade do México e posteriormente seguem viagem para a Malásia. O regresso a terras lusas está previsto para 15 de Agosto com um concerto em Santa Comba Dão.
7, 8 e 9 de Maio - México
11 de Julho - Malásia
15 de Agosto - Santa Comba Dão
Informações
www.letstartafire.com
raquellains@letstartafire.com

U-Clic apresentam "Console Pupils" em Tomar

U-Clic regressam a casa
U-Clic
"Console Pupils"
10 de Maio às 21h30
Lagares d’El Rei
Tomar



Na sequência da digressão de promocão ao álbum “Console Pupils”, que teve mais de 50 datas e que culminou com uma fantástica actuação no Festival Paredes de Coura, os U-Clic apresentam agora a segunda parte da digressão de promoção do álbum, passando pelas salas que ainda não receberam este espectáculo e repetindo algumas que pela intensidadedos concertos deram vontade de voltar.
RESET FUTURE 2008 é um upgrade sonoro e visual à primeira digressão sendo que a base conceptual continua naturalmente ligada ao álbum “Console Pupils”.
Maiores de 16 anos
Bilhetes - €4
Informações
www.myspace.com/uclicu-clic.blogspot.com
cultura@cm-tomar.pt
Tel. 249329190

" O segredo de um cuzcuz " estreia a 15 de Maio no Monumental

O SEGREDO DE UM CUZCUZ

A história do quotidiano de uma família árabe, emigrada no sul de França.
Projectos, sonhos,conflitos, tudo passa nestas mais de duas horas de filme.
Slimane Beji ,um árabe de 61 anos, trabalha num estaleiro naval. Mas a fexibilização de horários e a sua própria idade acabam por fazer dele mais um desempregado.
Mas a sua vida não acaba aqui. Decide comprar um barco em sucata e tranformá-lo em reataurante.
Com a ajuda de Rym, a sua enteada, vai , passo a passo, construindo o seu sonho.
A solidariedade dos amigos é notória e todos se mobilizam para que Slimane consiga inaugurar o seu restaurante e mostrar aos cépticos que o sonho nem sempre é irrealizavel.
Este filme de Abdellatif Kechiche foi objecto de um prémio do Festival de Veneza.
A solidariedade familiar ,e não só, é notória; a humanidade dos personagens, nos seus erros e conflitos perpassa todo o filme.
O Amor a tal mola que move o Mundo também aqui é a mola que move todos os intervenientes para concretizarem o sonho de Slimane Beji.
Um filme a não perder.

Manuela Ferreira Leite entrevistada na RTP



MANUELA FERREIRA LEITE

4ª Feira, dia 7
21h00 - GRANDE ENTREVISTA COM MANUELA FERREIRA LEITE


Manuela Ferreira Leite entrou no combate.

Quer conquistar a liderança do PSD e ir a eleições com José Sócrates em 2009.

Na sua primeira entrevista televisiva, Manuela Ferreira Leite responde às perguntas de Judite Sousa quarta-feira, dia 7, logo após o telejornal.



Rock in Rio anda de Transportes Públicos


SURPREENDA-SE

NOS TRANPORTES PÚBLICOS


Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, Carolina Patrocínio e os animadores do Rock in Rio-Lisboa 2008 de uma forma divertida com muita música e animação surpreenderam os utilizadores dos transportes públicos que esta tarde se encontravam na estação de metro do Campo Grande.


Diferentes personalidades reconhecidas do grande público – Ricardo Carriço, Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, Carolina Patrocínio e Vanessa Oliveira - que estão envolvidas no projecto social do Rock in Rio vão continuar a premiar in loco e de surpresa as pessoas que estiveram a utilizar determinado transporte público nesse dia.

Para amanhã, dia 7 de Maio, às 17 horas, Carolina Patrocínio vai premiar os utilizadores da Carris, no dia seguinte, 8 de Maio, também às 17 horas, será Ricardo Carriço a surpreender os utilizadores da CP.

Na sexta-feira, 9 de Maio, será a vez dos utilizadores da Transtejo serem surpreendidos pela Vanessa Oliveira.

Até ao dia 20 de Maio os utilizadores de transportes públicos vão continuar a ser surpreendidos! Esta campanha de rua que vai decorrer até ao dia 20 de Maio e vai continuar a surpreender os utilizadores de transportes públicos!

Paralelamente esta a decorrer a campanha “Eu Vou… de Transportes Públicos” que visa incentivar o público do Rock in Rio-Lisboa 2008 a deslocar-se até à Cidade do Rock de transportes colectivos.

Coral Sinfónico na Póvoa do Varzim


Ciclo Coral-Sinfónico, no Diana Bar.



Este evento musical, organizado pela Câmara Municipal, pela Paróquia de Amorim e pela Orquestra do Norte decorre na Igreja de Amorim, durante o mês de Maio.


Organizado com o intuito de promover os Pequenos Cantores de Amorim, um grupo coral que conta já com seis anos de existência e cuja qualidade é reconhecida além fronteiras, o Ciclo Coral-Sinfónico conta com três concertos, nos dias 9, 17 e 18 de Maio, e ainda com outros três concertos didáctico-pedagógicos, a 14 de Maio.


Com o Ciclo Coral-Sinfónico os elementos dos Pequenos Cantores de Amorim vão ter a oportunidade de partilhar o palco com coros e músicos profissionais.

Guilherme Peixoto, pároco de Amorim, afirmou, por isso, que este ciclo não é só o coroar do trabalho desenvolvido desde a fundação do coro, mas também um motivo de orgulho para os Pequenos Cantores “pois o trabalho que eles fazem não é um trabalho normal, principalmente por estar ligado a uma Paróquia”.

Para Luís Diamantino, Vereador do Pelouro da Cultura, esta é mais uma aposta no concelho já de si rico em termos musicais: “Há 30 anos que temos o Festival Internacional de Música, agora temos também, em Rates, o Ciclo de Música Sacra, temos uma Banda Musical, onde grande parte dos músicos são poveiros, temos uma Orquestra Sinfónica e ainda uma Escola de Música”, referiu, afirmando ainda que “as autarquias têm feito muito mais pela cultura do que o Ministério da Cultura”.

Dirigindo uma palavra de apreço aos restantes membros da organização, o Vereador disse ainda que este Ciclo é também uma aposta na qualidade de vida “que passa pelo que nos enriquece culturalmente.

Assim, temos umas crianças mais felizes e também mais sábias”. Por isso, a promessa de apoio para uma segunda edição do Ciclo Coral-Sinfónico ficou já feita.
Os Maestros José Ferreira Lobo e José Manuel Pinheiro estiveram também presentes na apresentação.

O primeiro, da Orquestra do Norte, afirmou ser motivo de orgulho “o envolvimento num projecto desta natureza, que tem que obedecer a um padrão de qualidade”.

Qualidade essa que o Maestro revê no programa, do qual disse, “nos podemos orgulhar”.

José Manuel Pinheiro é outro maestro de mérito reconhecido, estando ligado profissionalmente ao Ensemble Vocal Pro Musica, entre outros.

A ele cabe a direcção do primeiro concerto, onde se irá interpretar Requiem, de Gabriel Fauré.

O primeiro ensaio já decorreu e, nas palavras do maestro, “fizemos coisas impensáveis.

A Orquestra do Norte é uma orquestra profissional que desce às suas origens, por isso foi fácil encontrarmos um espaço de afirmação”.

Sobre este primeiro concerto adiantou ainda ser uma proposta exigente, onde músicos profissionais actuam ao lado de elementos “que nunca leram música” para interpretar uma obra erudita “mas muito bonita, com melodias de grande genialidade”.


O Ciclo Coral-Sinfónico começa, então, a 9 de Maio, com a interpretação de Requiem, de Gabriel Fauré, às 22h00.

Actuam Os Pequenos Cantores de Amorim, que acompanham a soprano Liliana Coelho e o barítono Bruno Pereira e com Daniel Ribeiro no órgão.

Participam também o Coro Júnior Silva Monteiro, o Coro do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, o Coro Juvenil do Conservatório de Música do Porto, a Schola Cantorum «Os Pastorinhos de Fátima» e o Ensemble Vocal Pro Musica.


Na direcção musical está José Manuel Pinheiro, que dirige também os Concertos didáctico-pedagógicos que terão lugar no dia 14, às 10h00, 14h30 e às 16h00, com a participação de mais de duas centenas de alunos do Agrupamento de Escolas Campo Aberto, de Beiriz.
O programa dos concertos continua no dia 17, às 21h30, com a interpretação de Stabat Mater, de Rossini, pela soprano Ana Paulo Russo, a mezzo-soprano Ana Calheiros, o tenor José Manuel Araújo, o barítono José de Oliveira Lopes e pelo Orfeão de Vila Praia de Âncora, com direcção de Félix Carrasco, da Orquestra do Norte.


O Ciclo Coral-Sinfónico termina a 18 de Maio, às 16h30, com outra interpretação de Stabat Mater, desta feita de Antonin Dvorák, pelas vozes de Ana Paula Russo, soprano, Larissa Savchenko, mezzo-soprano, João Martins, tenor, Rui Silva, barítono e pelo Ensemble Vocal Pro Musica.

Este último concerto terá direcção de José Ferreira Lobo.

Na apresentação dos concertos estará João Almeida, director-adjunto da Antena 2.


A entrada é livre, mediante a apresentação de convite que pode ser levantado nas instalações da Rádio Mar/Póvoa Semanário, na Rua Comendador Francisco Alves Quintas, nº 835.


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Festival de Animação de Lisboa


Cinema de Animação

MONSTRA 2008

7ª Edição do Festival de Animação de Lisboa

8 a 18 de Maio

Se em 2007, a MONSTRA Festival de Animação de Lisboa quebrou todos os seus recordes em termos de filmes projectados e afluência de público, este ano promete ir ainda mais longe, com mais de 500 filmes em exibição e um leque de convidados de luxo.

Após o Brasil, a República Checa, a França, a Finlândia, a Polónia e a Rússia, o país convidado da MONSTRA é a Inglaterra, um dos mais ricos no que à animação diz respeito, com vários Óscares no currículo e estrelas de calibre mundial, como Nick Park, Joanna Quinn, Brothers Quay ou Mark Baker.
Um dos momentos altos do certame será a celebração dos 40 anos de uma das maiores obras-primas da animação: O Submarino Amarelo de George Dunning, assente na música dos Beatles.

A MONSTRA é um festival de cinema de animação bem implantado em Lisboa, cuja 7ª edição decorrerá entre os dias 8 e 18 de Maio, tendo como centro nevrálgico de exibições o Teatro Maria Matos, repartindo também a sua programação também pelos Cinemas King e São Jorge e pelos Museus Oriente e da Marioneta.

O objectivo do certame é celebrar a animação em todas as suas vertentes, com uma forte aposta na formação (mais uma vez, estão garantidos workshops e master-classes com alguns dos maiores mestres da animação mundial) mantendo uma programação assente na transversalidade e no diálogo entre artes apresentando projectos que unem a arte da animação às artes plásticas, performativas, musicais ou outras.

Este ano, a MONSTRA estreia a sua competição internacional de curtas-metragens, que será bienal, alternando com uma competição internacional de longas-metragens, estreada no ano de 2007.
Paralelamente a este evento central, a MONSTRA continua a sua programação ao longo do ano, de uma forma descentralizada, através da realização de extensões, ciclos de cinema, lançamento de livros, DVD e acções de formação. direcção artística Fernando Galrito


MONSTRINHA

A Monstrinha tem sido, anualmente, uma das grandes apostas da MONSTRA Festival de Animação de Lisboa.

Trata-se de um espaço de formação e programação de filmes com características estéticas, artísticas, narrativas e conceptuais muito próprias, especialmente dedicados a um público infantil e juvenil.
Neste seu espaço da programação, a Monstra tem preenchido uma falta no que diz respeito à pedagogia da arte da animação nos primeiros anos do ensino básico, através da realização de oficinas dirigidas a crianças, pais e filhos e professores e da edição, em 2008, dos cadernos da Monstrinha com os quais se pretende informar e formar pais, professores e alunos na arte da imagem animada.
Pretendemos, na Monstrinha, promover o contacto do público mais jovem com cinematografias distintas das que habitualmente são exibidas nos circuitos comerciais.
As temáticas são as mais diversas e vão da amizade à ecologia, passando pelas relações humanas e pela poesia.
Os filmes são realizados essencialmente por jovens realizadores, que exploram inúmeras técnicas da animação tradicional: do desenho, aos recortes ou à areia, até às mais inovadoras criações em digital.

A Monstrinha apresenta sessões de cinema de animação gratuitas para Escolas do 1º, 2º e 3º ciclo do Ensino básico e sessões especiais de fim-de-semana para a família.
À semelhança de anos anteriores, daremos nesta edição continuidade às Oficinas de Animação e Fascinação para Pais e Filhos e acrescentamos workshops para os jovens e estudantes de cinema e artes.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Museu Oriente inaugura a sua actividade



Mário Laginha inaugura
Auditório do Museu do Oriente


O Museu do Oriente apresenta, nos dias 9, 10, 11 e 12 de Maio, o espectáculo Trimurti, especialmente composto por Mário Laginha para assinalar a inauguração deste novo centro de cultura e lazer.

Para o acompanhar, o pianista português convidou alguns dos mais reconhecidos instrumentistas orientais da actualidade.

Nguyen Lê é um extraordinário guitarrista vietnamita, com influências do jazz, rock, funk e da música tradicional do seu país.

O indiano Prabou Edhouard, um jovem instrumentista de indiscutível talento, é considerado como um dos mais promissores executantes de tablas.

Proveniente do Japão, Joji Hirota é um respeitado mestre dos taiko e de outras percussões, e um flautista de créditos firmados.


Trimurti celebra uma tríade composta pelos principais deuses do Hinduísmo: Brahma (a força criadora), Vishnu (a força conservadora) e Shiva (a força destruidora).


Morada:Museu do OrienteAvenida BrasíliaDoca de Alcântara (Norte)1350-362 Lisboa

Reserva de Bilhetes:Telefone: 21 358 52 44

Mais um lançamento na Póvoa


TANTOS CONDENADOS

POR CRIMES... PRESCRITOS



Sexta-feira, 9 de Maio, o Diana Bar acolhe mais um evento cultural.


Pelas 21h30 terá início a sessão de apresentação do livro Tantos condenados por crimes… prescritos de Carlos Azevedo Teixeira.


O autor, advogado de profissão, aplica os seus conhecimentos jurídicos e reflecte sobre uma expressão concreta do Código Penal que considera ser deficientemente interpretada e aplicada pelos Tribunais portugueses levando a que muitos têm sido condenados por crimes que deveriam ter sido julgados prescritos.

O livro resulta da combinação desta apreciação jurídica com textos poéticos da autoria de grandes poetas portugueses como Luís de Camões, Cesário Verde, Antero de Quental e Almeida Garrett, entre outros, que conferem um pendor mais literário à obra.

Haverá ainda lugar para um momento musical com a actuação do GuitarCeloTrio, grupo que conta com as guitarras de Pedro Pinto e Carlos Costa e o violoncelo de Carina Vieira e declamação de poesia por Aurelino Costa.

A lembrança do Maio de 68 na RTP 2


Maio de 68, 40 anos depois:

os acontecimentos, os protagonistas,

a realidade e a ficção



Dia 6 de Maio às 00:30h

ANNA MAGNANI - A FORÇA DA VERDADE


Anna Magnani, foi uma das actrizes italianas mais famosas de sempre.

Trabalhou com os mais importantes realizadores do cinema italiano e era reconhecida internacionalmente pelo seu rosto expressivo, pelo grande talento dramático e pela personalidade.

Este documentário é um apaixonado retrato desta grande actriz e começa no princípio da sua carreira ainda no cinema mudo e quando pertencia às companhias de teatro contracenando com comediantes como os Rege Brothers e Totó.

Contudo, a consagração internacional viria com Roma, Cidade Aberta em 1945, dirigida por Roberto Rossellini por quem se apaixonaria e viveria um tumultuosa história de amor.

A fama de Anna Magnani confirma-se com as interpretações que viriam a seguir em filmes realizados por Visconti, Pasolini e Fellini entre outros e em 1955 tornou-se na primeira actriz estrangeira a ganhar o Óscar de melhor actriz pela sua interpretação no filme "Rosa Tatuada", baseado na obra de Tennessee Williams.

Humberto Delgado-um livro sobre o General sem Medo


Chamaram-lhe terramoto e furacão.
Uns apelidaram-no de general-dinamite, outros de cowboy e de general Coca-Cola.
Ele próprio se retratou como um “Tufão sobre Portugal”, mas foi outro o epíteto
que ficou para a posteridade e no coração do Povo:
Humberto Delgado, o General Sem Medo


Esta é a primeira biografia do homem que desafiou Salazar ao proferir a célebre frase: «Obviamente demito-o!».
Candidato à Presidência da República em 1958, Humberto Delgado galvanizou multidões de Norte a Sul, tendo sido vítima de uma das maiores fraudes eleitorais de sempre.
A sua morte às mãos da PIDE, em 13 de Fevereiro de 1965, foi o principal assassínio político da ditadura e marcou indelevelmente a memória colectiva.
Mito do Século XX, Humberto Delgado renasce neste livro, que narra passo a passo o romance de aventuras da sua vida, desde a infância no Ribatejo até à Cilada de Badajoz.
Fruto de uma investigação de sete anos, a presente biografia revela quão longe mergulham as raízes do descontentamento de Humberto Delgado face ao Estado Novo e disseca a sua relação com o ditador ao longo do tempo.
O leitor acompanha o jovem piloto aviador na sua adesão entusiástica à ditadura nascente e a Salazar, até ao momento em que gritou: «Eu mudei!»
No ano em que se celebra o Cinquentenário da campanha eleitoral do General Sem Medo, essa página ímpar da luta pela Liberdade em Portugal é reconstituída como nunca antes, numa sucessão de frescos históricos protagonizados também pelo povo, desde a apoteótica chegada ao Porto a 14 de Maio aos episódios de violência policial.

Escrito por Frederico Delgado Rosa, neto de Humberto Delgado, o livro desvenda factos totalmente desconhecidos até hoje, relata pormenores intimistas vedados aos historiadores e faz surpreendentes revelações sobre o assassinato.
Humberto Delgado foi morto a tiro por Casimiro Monteiro? O autor rejeita as conclusões do Tribunal de Santa Clara e acusa a Justiça Portuguesa do pós-“25 de Abril” de ter fabricado uma mentira conveniente, transformada em dogma histórico ao longo do último quarto de século.
A presente biografia abala os alicerces do «Caso Delgado» e reconstitui o clímax do crime de forma inédita, com implicações políticas profundas, nomeadamente acerca do envolvimento de Salazar no homicídio e respectivo encobrimento.
Esta obra de referência obrigatória é completada por uma colecção de mais de 200 fotografias, na maior parte inéditas.

Debate na Antena 1




GRANDE REPORTAGEM -

O MEU BAIRRO É UMA LINHA DE FOGO



Na véspera da votação da Lei de Segurança Interna na Assembleia da República a Antena 1 transmite uma grande reportagem sobre as armas ilegais.

É um negócio de muitos milhões, causa de inúmeras mortes e cada vez mais detenções.

As armas ligeiras ilegais andam à solta em muitos locais problemáticos no país... Sítios, de norte a sul do país, onde os tiros fazem parte do quotidiano.

«O meu bairro é uma linha de fogo», grande reportagem do jornalista Paulo Nuno Vicente.

Hoje, dia 6, às 15h30, na Antena 1.

Tudo "quase" preparado par o Rock in Rio


Contagem decrescente para o Rock in Rio-Lisboa 2008
Parque da Bela Vista com acesso condicionado
a partir de 5 de Maio


Desde ontem, 5 de Maio, que o acesso ao Parque da Bela Vista passou a estar condicionado ao público devido aos últimos preparativos antes de se transformar definitivamente na Cidade do Rock.

No entanto, para comodidade dos utilizadores habituais, mantém-se aberta a zona do chamado “parque de merendas”, à direita da entrada principal.
Os visitantes habituais do Parque da Bela Vista – uma zona arborizada da cidade de Lisboa desconhecida de muitos até à realização da primeira edição do Rock in Rio-Lisboa – conviveram durante algumas semanas com a montagem de importantes estruturas da Cidade do Rock, como o Palco Mundo, a Electrónica, o Espaço Kids, a Área VIP e o Espaço Fashion.

A um mês do evento, entra-se agora numa nova fase de construção que vai aumentar as movimentações no local e, por motivos de segurança, o acesso ao público terá que ser condicionado, voltando a reabrir a e de 1 de Julho.


A 30 de Maio inaugura-se a Cidade do Rock com a terceira edição do Rock in Rio-Lisboa, com muitas novidades e atracções que vão certamente surpreender as diferentes gerações de público que fazem questão participar no maior evento de música e entretenimento do mundo!


Em 2008, o Rock in Rio realiza-se em Lisboa – a 30, 31 de Maio e 1 de Junho, 5 e 6 de Junho; e em Madrid – a 27 e 28 de Junho e 4, 5 e 6 de Julho.


O cartaz do Rock in Rio-Lisboa 2008:


Palco Mundo
30 de Maio – Lenny Kravitz, Amy Winehouse, Ivete Sangalo e Paulo Gonzo
31 de Maio – Bon Jovi, Alejandro Sanz, Alanis Morissette e Skank
1 de Junho – Rod Stewart, Joss Stone, Tokio Hotel e Xutos & Pontapés Rock N’ Roll Big Band, Just Girls, 4Taste, Docemania
5 de Junho – Metallica, Machine Head, Apocalyptica e Moonspell
6 de Junho – Linkin Park, The Offspring, Muse, Kaiser Chiefs e Orishas


Sunset Rock in Rio
30 de Maio – Philharmonic Weed & Prince Wadada / Ricardo Azevedo & Lúcia Moniz / Sam the Kid & Cool Hipnoise
31 de Maio – NBC & Verónica Larrenne / João Gil & Tito Paris & Marisa Pinto / Homenagem a Rui Veloso: Expensive Soul & Sara Tavares
1 de Junho – Jazzinho & Melo D / Ala dos Namorados & Rão Kyao & Nancy Vieira / Boss AC & Vitorino
5 de Junho – André Indiana & SP & Wilson / Wraygunn & The Faith Gospel Choir Featuring The Legendary Tiger Man / Tim & Jorge Palma
6 de Junho – Caim & as duas bandas vencedoras dos concursos de bandas de Lisboa e Porto / Buraka Som Sistema & Deize Tigrona & Bruno M / Clã & Pato Fu


Electrónica
30 de Maio – Paul Van Dyk, Axwell, Diego Miranda e Mary Zander
31 de Maio – Carl Cox, Darren Emerson, Christian Smith e Carlo Dall’Anese
1 de Junho – David Morales, Dimitri From Paris, Tony Humphries, Kym Mazelle LIVE PA, Mário Roque e Leote
5 de Junho – 2 Many DJ’s, The Crystal Method – DJ SET, Miguel Quintão e Zé Pedro
6 de Junho – Sasha & Digweed, DJ Vibe, Tó Ricciardi e Stereo Addiction
maior evento de música e entretenimento do mundo elegeu as alterações climáticas como tema central do seu Projecto Social, Por Um Mundo Melhor, das próximas edições, marcadas para 30 e 31 de Maio e 1 de Junho + 5 e 6 de Junho de 2008, em Lisboa, e 27 e 28 de Junho, 4, 5 e 6 de Julho, em Madrid.

Os MAU em concerto


A apanha do sargaço em debate


A APANHA DO SARGAÇO

EM DEBATE


O Arquivo Municipal irá acolher, no dia 8, quinta-feira, às 21h30, uma conferência intitulada “A apanha do sargaço na Póvoa de Varzim no passado: do documento histórico à realidade biológica”.


O tema será abordado por João Paulo Cabral, Professor da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e investigador do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto.

A apanha do sargaço, actividade tradicional do concelho que actualmente ainda se realiza nas praias da Póvoa de Varzim, foi pesquisada pelo utilizador do Arquivo Municipal, que convida os seus utentes a apresentarem os seus trabalhos publicamente quando estes produzem estudos com qualidade e relevância para a história do concelho.

João Paulo Cabral já divulgou parte do seu trabalho de investigação sobre esta temática num estudo publicado no último volume do Boletim Cultural da Póvoa de Varzim.

Luiz Tatit na Culturgest


Rodopio

Luiz Tatit


Luiz Tatit estudou simultaneamente Música (Composição) e Letras na Universidade de São Paulo. Formou-se nas duas.


Como o seu amigo José Miguel Wisnik é professor na Universidade de São Paulo e compositor, letrista, cantor.

Em 1974 fundou com Paulo Tatit, Ná Ozzetti e outros o Grupo Rumo que se salientou na época da vanguarda paulista com um novo modo de cantar, o “canto falado”, em que as letras, geralmente longas, eram meio cantadas, meio faladas.

Gravaram seis álbuns com 46 canções de autoria de Luiz Tatit.

Com o fim do Grupo Rumo prosseguiu a sua carreira como autor e cantor.

Canções suas, ou de que é co-autor, foram interpretadas, entre outros, por Ná Ozzetti, José Miguel Wisnik, Joyce, Zélia Duncan, Leya Pinheiro, Ney Matogrosso.

Gravou os álbuns Felicidade (1998), O Meio (2000, com algumas canções em parceria com Ná Ozzetti e José Miguel Wisnik), Ouvidos Uni-vos (2005, melhor CD de música popular do Prémio Bravo! Prime de Cultura, edição de 2006, em que Tom Zé foi considerado artista do ano) e Rodopio (2007, gravado ao vivo, com edição em CD e DVD).

A Culturgest prossegue, com este concerto, o seu desígnio de dar a conhecer ao público português cantores/autores de música popular brasileira que são injustamente desconhecidos em Portugal.

Como Wisnik, Tatit não tem os seus discos à venda no nosso país e quase ninguém conhece. Quem assistiu ao maravilhoso espectáculo que José Miguel Wisnik deu aqui o ano passado, não pode perder ao concerto de Luiz Tatit com a participação da magnífica cantora Ceumar.


Canto e violão Luiz Tatit

Canto Ceumar Coelho

Guitarra e arranjos Jonas Tatit

Viola de arco Fábio Tagliaferri

Bateria Adriano Busko

Contrabaixo Paulo Tatit

Maio 68 no Instituto Franco-Português


“MAIO DE 68 NO CINEMA”

Instituto Franco-Português

5 a 9 de Maio 2008


De 5 a 9 de Maio de 2008, o Instituto Franco-Português propõe-lhe uma viagem em imagens ao coração de Maio de 68 e a descoberta de documentários e obras de ficção, na sua maioria, inéditos em Portugal.

Muitos dos filmes propostos são emblemáticos do “cinema militante” francês e do “cinema directo” europeu.

Para falar das suas experiências e/ou comentar os filmes temos a honra de contar com a presença de Jacques Loiseleux (dias 5 e 6) director de fotografia que participou activamente nos movimento e Integrou o Grupo Medvedkine e o colectivo SLON,; Rui Simões (dia 7), cineasta português que também participou nos acontecimentos; Romain Goupil, realizador, que teve também parte activa no movimento (dia 9); Luís Miguel Oliveira, crítico e programador da Cinemateca (dia 8) e Augusto M. Seabra, sociólogo e crítico (dia 9).


Costuma dizer-se que o cinema antecipou o Maio de 68 devido ao “caso Langlois”.

Meses antes de os estudantes terem ocupado o Quartier Latin e das primeiras greves nas fábricas, os realizadores multiplicaram-se em manifestações de apoio ao director da Cinemateca, que entrara em rota de colisão com o Estado.


Para muitos, seria um ensaio geral da mobilização da comunidade cinematográfica francesa.

Mais tarde, veio a interrupção do Festival de Cannes e a organização dos Estados Gerais do Cinema, onde se debateram novas formas de organização da indústria cinematográfica, novas formas de relação com o Estado e, acima de tudo, com o público.

Visto como instrumento de intervenção política, o cinema feito em, ou sobre, Maio de 1968, não deixou de reflectir e até mesmo incorporar as formas de militância política da época. Assim, foram comuns não só os filmes assinados por colectivos de realizadores, mas também as colaborações com os próprios protagonistas dos acontecimentos mais marcantes do período: os estudantes e os trabalhadores em greve.


Um dos primeiros colectivos e um dos mais activos durante este período foi o SLON (Société de Lancement des Oeuvres Nouvelles), de que mostraremos LOIN DO VIETNAM, paradigma do cinema militante dos anos sessenta.

Foi ainda a partir do trabalho deste colectivo que surgiu uma das experiências mais interessantes e mais marcantes do cinema feito em colaboração com operários – os grupos Medvedkine –, de que mostraremos igualmente uma obra fulcral: CLASSE DE LUTTE.

Jacques Loiseleux, um dos maiores directores de fotografia franceses (Pialat, Godard, Ivens, Garrel...), participou activamente naquele movimento e dá-nos a honra de estar connosco para falar da sua experiência.

Um dos cineastas mais activos durante o período foi, sem dúvida, Jean-Luc Godard, que se empenhou na realização de diversos Cine-tracts (pequenos filmes de três minutos feitos à imagem dos agitki soviéticos dos anos vinte de que mostraremos alguns exemplos na abertura de todas as sessões do ciclo) e ainda de várias obras de ficção mais conhecidas como LA CHOINOISE e TOUT VA BIEN.

Para este ciclo, escolhemos um filme de Godard inédito em Portugal e que é uma das reflexões cinematográficas mais radicais sobre o Maio de 68, questionando as efectivas “conquistas sociais” daquele movimento.

Em 1998, UN FILM COMME LES AUTRES foi escolhido por Jean-Marie Straub e Danièle Huillet como o melhor jamais feito sobre o Maio de 68.

Para lá dos documentários feitos durante os acontecimentos, muitos outros filmes continuariam a questionar as consequências do Maio de 68 e a trabalhar as memórias individuais e colectivas daquela experiência. L’AN 01, realizado em 1973, é uma obra colectiva que questiona retrospectivamente, e com uma grande dose de ironia, as expectativas geradas pelas transformações sociais experimentadas em Maio de 1968.

MOURIR À TRENTE ANS (Romain Goupil, 1982) e LES AMANTS RÉGULIERS (Philippe Garrel, 2005), por seu lado, exploram memórias pessoais do Maio de 68 através de tratamentos cinematográficos absolutamente distintos e que, embora sujeitos a contaminações várias, se podem aproximar, respectivamente, do território do documentário (no primeiro caso), e da ficção (no segundo).

No campo mais tradicional do documentário, tanto LIP, L’imagination au pouvoir (Christian Rouaud, 2007) como Reprise (Hervé Le Roux, 1997) abordam a herança do Maio de 68 junto dos seus principais protagonistas, dois grupos de operários envolvidos em algumas das greves mais emblemáticas dos anos sessenta e setenta.

Trabalhando aquilo que talvez se pudesse chamar a “memória colectiva do operariado francês”, cada um dos filmes é um gigantesco ensaio de balanço sobre o que representou a participação nos acontecimentos de 1968 para aqueles trabalhadores, sobre o lugar que esses acontecimentos ocupam no seu imaginário social e político, e sobre o modo como, ao longo do resto da sua vida, continuaram a relacionar-se com a memória daquela luta política.


PROGRAMA


Segunda-feira, dia 5, 21:30

Loin du Vietnam do colectivo SLON, 1967.


Feito sob o slogan “o Vietname está nas nossas fábricas”, esta primeira obra do colectivo SLON via nos conflitos laborais franceses uma expressão local do combate global contra o imperialismo. Na perspectiva dos realizadores (Joris Ivens, William Klein, Claude Lelouch, Chris Marker, Alain Resnais, Agnès Varda e Jean-Luc Godard), as greves nas fábricas francesas não diferiam muito, pelo menos nos objectivos, da guerrilha travada do outro lado do mundo, no Vietname, contra o agressor imperialista norte-americano. O filme foi mostrado pela primeira vez na fábrica Rodhiaceta, onde tinha sido rodado A bientôt, j’espère, realizado por dois membros do colectivo SLON. «Se alguma vez um filme francês mereceu o nome de filme colectivo, é este, ao ponto de, mesmo durante a sua elaboração, acontecer que nos interrogássemos sobre quem fazia o quê.» Chris Marker, Télérama.


Terça-feira, dia 6, 19:00

A BIENTOT, J’ESPERE de Chris Marker e Mario Marret, 1967. Duração: 43 min

CLASSE DE LUTTE do Grupo Medvekine de Besançon, 1969. Duração: 37 min.


Em 1967, a grande greve da Rhodiaceta, em Besançon, traduziu-se por uma longa ocupação da fábrica e teve a originalidade de dar um destaque especial às reivindicações culturais dos operários. Para lá das questões estritamente laborais e salariais, a defesa da importância da leitura, das exposições de pintura e das sessões de cinema colocava em causa todo o modo de vida dos trabalhadores, sujeitos a uma rotina fabril desumana e degradante. Realizado por Chris Marker e Mario Marret, o filme foi difundido em Fevereiro de 1968 na televisão francesa.

O título A bientôt, j'espère («Até breve, espero») foi tomado da promessa lançada por um grevista aos patrões no plano final do filme, olhando directamente a câmara, frase interpretada a posteriori como um desafio premonitório... A bientôt, j’espère seria, porém, objecto de críticas por parte dos operários que não se reconheceram na visão demasiado “romântica” de Chris Marker. O colectivo SLON colocou então os seus equipamentos à disposição dos operários e ensinou-lhes os rudimentos da técnica cinematográfica através de aulas práticas de imagem (Bruno Muel, Jacques Loiseleux), som (Antoine Bonfanti) e montagem (Jacqueline Meppiel) dadas nas próprias fábricas. Nascem assim os colectivos Medvedkine, primeiro em Besançon e depois em Sochaux.


Classe de Lutte foi o primeiro filme realizado pelos operários do Grupo Medvekine de Besançon. O documentário acompanha a criação de uma delegação sindical da CGT numa fábrica de relógios, primeiro acto de militância política de Suzanne, uma operária. O filme divide-se em duas partes: um dia de greve na fábrica Yema em Maio de 1968 e uma entrevista com Suzanne, um ano mais tarde. A operária conta como conseguiu mobilizar as outras mulheres da empresa, as suas dúvidas em relação à própria greve e aos resultados da mesma, bem como todas as resistências e desconfianças que teve que enfrentar. A luta política na primeira pessoa… Terça-feira, dia 6, 21:30Les LIP, l’imagination au pouvoirde Christian Rouaud, 2007. Duração: 118 min. A história começa a 17 de Abril de 1973, na fábrica de relógios Lip, emPalente, na periferia de Besançon. Outrora uma empresa próspera, a Lipencontrava-se então nas mãos de novos proprietários que preparavam um planode despedimentos catastrófico para os operários. A resistência organizadapelos trabalhadores deu origem a um movimento de luta incrível, que durouvários anos, mobilizou multidões em França e na Europa, multiplicou asacções ilegais sem ceder à tentação da violência, apoiando-se na democraciadirecta e numa imaginação incandescente! «Como é que um documentário se pode transformar num filme de acçãoemocionante, numa epopeia digna de John Ford, num filme de sábado à tarde?Este filme formidável responde em três palavras: história, personagens emontagem. Esta epopeia permaneceria desconhecida, pelo menos no cinema, sem a presença dos humildes reformados da Lip que, neste filme, voltam a ser osprotagonistas dos acontecimentos fabulosos de há trinta anos. O calor dasreuniões, a organização de redes clandestinas, o sentimento de improvisarquotidianamente a utopia, são momentos que fazem deste filme uma aventurahumana extraordinária.» Jacques Mandelbaum, Le Monde. Quarta-feira, dia 7, 19:00L’AN 01de Jacques Doillon, Alain Resnais e Jean Rouch, 1973. Duração: 87 min. Sátira da sociedade de consumo organizada como uma série de pequenas sequências independentes, L’An 01 pretendia “fazer pensar, mas também sorrir e mesmo rir” (Jacques Doillon). A partir das quinze horas do “ano 01”, o mundo inteiro declara o capitalismo obsoleto e tem início uma nova era da humanidade, livre de dinheiro, de propriedade privada, de exércitos e de governos. Os passeios das cidades dão lugar às hortas e aos jardins, em Wall Street verifica-se uma onda de suicídios sem precedentes e as lojas são transformadas em museus…


Quarta-feira, dia 7, 21:30

LA REPRISE DU TRAVAIL AUX USINES WONDERde Jacques Willemont e Pierre Bonneau, 1968. Duração: 10 min.

REPRISE de Hervé Le Roux, 1996. Duração: 190 min.


Em Junho de 1968, dois estudantes de cinema filmaram o desespero de uma operária que recusava retomar o trabalho após várias semanas de greve.

À porta da fábrica Wonder em Saint-Ouen, na periferia de Paris, um delegado sindical e alguns colegas tentam, em vão, convencê-la a entrar.

Reconhecido como uma das melhores e mais incisivas obras de todo o cinema militante e sobre o Maio de 68 em particular este pequeno filme foi o ponto de partida, décadas depois, para o documentário de Hervé Le Roux.

Sob o pretexto de tentar encontrar aquela operária, Le Roux procura e entrevista vários antigos colegas dela, os dois estudantes de cinema e outros participantes no filme de 1968, que mostra a todos eles.

As imagens desencadeiam recordações e delas nascerá um retrato formidável da condição operária e da vida numa fábrica dos arredores de Paris durante os anos sessenta. «No princípio, é uma foto, numa revista de cinema.

Um fotograma. A imagem de uma mulher que grita. Depois, um título, "O regresso ao trabalho nas fábricas Wonder". O filme foi rodado por estudantes do IDHEC a 10 de Junho de 1968, nas fábricas Saint-Ouen.

Vêem-se operárias que retomam o trabalho após três semanas de greve. E esta mulher. Que ali fica. E que grita. Grita que não retomará o trabalho, que já não quer mais a sujidade, as cadências, o "desprezo" daquela "prisão"... Os anos passaram.

A fábrica está fechada. Mas eu não consigo esquecer o rosto daquela mulher. Decidi procurá-la. Ela tinha tido, então, uma única tomada de imagem. Eu devia-lhe uma segunda...»Hervé Le Roux


Quinta-feira, dia 8, 19:00

UN FILM COMME LES AUTRES de Jean-Luc Godard, 1968. Duração: 100 min.


«Num terreno vazio, entre blocos de apartamentos suburbanos, um grupo de operários e de estudantes, sentados na relva e fumando como chaminés, tenta tirar, algumas semanas depois, as lições do que aconteceu durante Maio de 68 e, mais precisamente, do que não aconteceu na relação operários-estudantes durante aquela “revolução falhada”.

O assunto do filme de Godard é, em primeiro lugar, a palavra viva deles, com todas as suas hesitações, impasses, avanços, recuos e ingenuidades, mas uma palavra que ainda não foi esmagada, como viria a sê-lo, pouco depois, por um discurso dominante. (…)

Como contraponto, imagens de Maio de 68: batalhas de rua, a ocupação da Sorbonne, assembleias gerais, barricadas e cargas da polícia de choque. (…)

O mais surpreendente, na relação entre estas duas séries de imagens, é que as de Maio de 68 parecem vir de uma época distante, que envelheceu terrivelmente, enquanto que as de Godard não estão muito longe de nos parecerem actuais.» Alain Bergala, Cahiers du Cinéma.


Quinta-feira, dia 8, 21:30


Les amants réguliers de Philippe Garrel, 2005. Duração: 178 min.com Louis Garrel, Clotilde Hesme, Eric Rulliat, Julien Lucas, Nicolas Bridet, Mathieu Genet, Raïssa Mariotti, Caroline Deruas-Garrel, Rebecca Convenant


François tem 20 anos em Maio de 1968, tempo de revoltas estudantis em França. Os dias, as noites de Maio em Paris. Há cargas policiais sobre as barricadas construídas pelos jovens. É aí que pela primeira vez se cruza com a muito bela Lilie. Perseguição nos telhados, é encurralado, mas consegue escapar às malhas da polícia de choque. De manhã, sente que viveu uma guerra civil. François e os seus amigos estão no apartamento de Antoine, rapaz burguês muito rico, herdeiro de um pai que morreu muito novo. François escreve, é um poeta não publicado, com os seus amigos, artistas e estudantes. São uma dezena, têm entre 20 e 25 anos: fumar haxixe, a descoberta do ópio, mudar de vida, as festas, as miúdas... Lilie reaparece uma noite. O desejo de revolução é forte. Mais forte ainda o amor que vai nascer entre François e Lilie. Maio de 68 – o ano de 69 – Paris, a Europa, a juventude, tentações e perigos, tudo se mexe muito, ou demasiado rápido. A vida de um grupo – o seu fim – a revolução que se apaga... E o primeiro grande amor a morrer... Vencedor do Leão de Prata – Prémio Melhor Realizador no Festival de Veneza em 2005.


Sexta-feira, dia 9, 19:00


LE DROIT À LA PAROLE de Michel Andrieu, 1978. Duração: 52 min.


O documentário de Michel Andrieu mostra como o diálogo directo entre os estudantes e os operários durante Maio de 1968 remeteu para segundo plano o papel tradicional dos partidos e dos sindicatos na luta política. Filmado entre as universidades e as fábricas em greve, mas montado uma década após os acontecimentos, Le droit à la parole é um documento excepcional sobre as novas formas de luta que marcaram o Maio de 68 e toda uma geração de militantes políticos.


Sexta-feira, dia 9, 21:30


MOURIR A TRENTE ANS de Roumain Goupil, 1982. Duração: 95 min.com Roumain Goupil, Michel Recanati, Alain Bureau, Jacques Kébadian, Maurice Najman, Henri Weber


Em 1978, o suicídio do seu amigo Michel Recanati levou o realizador Romain Goupil a interrogar o passado comum de ambos como militantes de extrema-esquerda.

Dos tempos do liceu à rejeição do partido comunista e das barricadas de Maio de 68 ao exílio no estrangeiro, Mourir à trente ans é não só o retrato íntimo de um amigo próximo, mas também um retrato geracional e uma reflexão sobre uma certa forma de fazer e de viver a luta política. Montando imagens rodadas durante um longo período de tempo, o filme de Goupil permite compreender, a partir do seu interior, quinze anos cruciais da história da esquerda francesa, antes e depois de Maio de 1968.

Mourir à trente ans conquistou o prémio Caméra d’Or para a melhor primeira obra no Festival de Cannes em 1982.