Lendas do Jazz actuam no Museu do Oriente
No ano seguinte formou o seu quarteto com Keith Jarrett, no piano, Jack DeJohnette, na bateria, e Cecil McBee, no baixo.
Para saber o que vai acontecer, ou o que aconteceu, na área da cultura e do lazer, este blog é uma das melhores formas para se manter actualizado. Concertos, Festivais de Musica, Livros, Exposições, Teatro, Bailado,Televisão, Cinema, Causas Socias e muito mais serão publicados neste blog. Para envio de noticias: geral@hardmusica.pt
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Etiquetas: Concertos
Fernando Terra é músico, compositor e actor profissional. O segundo trabalho de originais apresenta uma sonoridade universal, acústica e melancólica, com influências da Europa, África e América Latina. A participação de artistas portugueses e brasileiros reforça os elos culturais que, ao longo da história, se misturaram e criaram novas tendências. Notícias fala da língua portuguesa que une povos distantes e antagónicos, mas que no fundo são semelhantes e próximos, tal como a própria música.
Informações
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03
Horário da Loja: 10h-24hE-mail: fnac.coimbra@fnac.pt
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Etiquetas: concerto, Santiago Alquimista
Oeuvre
José de Guimarães é um artista transcultural como sublinhou Pierre Restany. Apaixonado da cultura africana, criou um diálogo estético entre esta e a cultura europeia. A sua obra, de grande notoriedade, mergulha num imaginário rico e diverso como uma longa viagem entre o ocidente e o oriente. Desde os anos oitenta que interroga também a cultura chinesa antiga e se impregna da arte pré colombiano.
Numerosas exposições têm feito descobrir a sua obra não só na Europa como na Ásia e na América. Residindo entre Lisboa e Paris, José de Guimarães criou uma síntese pessoal das civilizações, que aprofunda com paixão.
Na Galeria de Exposições Temporárias do Edifício Chiado o artista expõe esculturas de aço e bronze iluminadas com as palavras de néon, do poeta Philippe Jones, que projectam as suas sombras contra as paredes brancas. “Vozes Nómadas” como as do poema que inspirou a exposição, criando assim um “nomadismo perpétuo”, como refere Jean-Pierre Van Tighem: “Guimarães está em nomadismo perpétuo. A sua bagagem está repleta de morfemas que se transformam num alfabeto tribal. Desde a África até à cultura urbana ocidental e oriental emergem sinais que são a simbiose entre a utopia e a realidade. Enriquece quando se inspira num poema como o de Camões, ou de Jones. Uma outra dimensão onírica é introduzida neste percurso tal como, outrora, a Gioconda, Vélasquez, ou Rubens. O universo mental do artista é também habitado por relíquias e artes primitivas. A imersão total na África, no México, no Brasil, no Japão, na China e noutros locais deixou, aliás, marcas indeléveis. Porém, em todos os casos, José de Guimarães atribuiu uma primazia significativa ao imaginário, perante a realidade cultural e quotidiana. Volta sempre às suas raízes nesta realidade do sonho.
Horário : Terça a Sexta - 11h00 às 19h00; Sábado - 11h00 às 13h00 e 14h00 às 19h00
Encerra: Domingo, Segunda e feriados.
Informações
Casa Municipal da Cultura; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail - cultura@cm-coimbra.pt;www.cm-coimbra.pt
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