Dia Internacional dos Museus


Para saber o que vai acontecer, ou o que aconteceu, na área da cultura e do lazer, este blog é uma das melhores formas para se manter actualizado. Concertos, Festivais de Musica, Livros, Exposições, Teatro, Bailado,Televisão, Cinema, Causas Socias e muito mais serão publicados neste blog. Para envio de noticias: geral@hardmusica.pt
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Música
No próximo dia 12 de Maio, passam 276 anos sobre o Alvará Régio do Aqueduto das Águas Livres.
Mais do que uma data é uma ocasião para, uma vez mais saudarmos a audácia do empreendorismo português.
Sábado dia 12 a entrada é livre no Aqueduto da Águas Livres, por isso aceite o nosso convite e passe por lá.
O Rei D. João V e a Rainha Mariana d’Áustria, vão lá estar para lhe fazer uma visita guiada pela história e pelas memórias de um dos mais significativos monumentos nacionais.
ALVARÁ RÉGIO de D. João V ordenando que se dê inicio à obra do Aqueduto das Águas Livres e que esta se faça através das terras, fazendas, moinhos, etc., sem qualquer impedimento e independentememte da condição dos seus proprietários. Faz mercê a Lisboa do Regimento da Água da Prata da cidade de Évora
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Etiquetas: Exposições
MESA REDONDA
14 de Maio às 18h30 I Instituto Cervantes de Lisboa
A criação literária na Galiza conta com uma grande vitalidade. Para falar da mesma, foi escolhido um grupo de três escritores que se encontram no auge das suas carreiras literárias.
O Instituto Cervantes conta com a presença da Ignacio Chao (Jornalista, Editor), Xosé Miranda (Escritor) e Xulio Valcárcel (Crítico Literário) para apresentar e debater o tema Escrever e Ler na Galiza hoje. A sessão terá lugar no Auditório do Instituto no dia 14 de Maio às 18h30.
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Etiquetas: Livros
A Emigração Portuguesa em França
Antropologia e História
Projecções e debates
Segundas-feiras 14, 21 e 28 de Maio 2007
INSTITUT FRANCO-PORTUGAIS
Av. Luís Bívar, 91 - Lisboa
Com projecção de documentários, fotografias e debates, o Instituto Franco-Português dedica 3 dias da sua programação à Emigração Portuguesa em França.
Presença de vários convidados que participaram nos trabalhos apresentados ou que se têm dedicado ao estudo do tema: Pierre Primetens, realizador e coordenador do projecto de realização Immigration portugaise enFrance,mémoire des lieux, bem como alguns jovens que participaram neste projecto, Irene Santos, etnóloga, Claudie Lebissonnais, coordenadora de produção, Fernando Paulouro Neves, jornalista e director do Jornal do Fundão, Marie-Christine Volovitch-Tavarès,historiadora, Carlos Casteleira, fotógrafo e José Vieira, realizador.
Segunda-feira, 14 de Maio de 2007, 19.00h
Immigration portugaise en France,
mémoire des lieux
Em 2005, Arcadi, estabelecimento público parisiense de cooperação cultural, pediu ao cineasta Pierre Primetens e à etnóloga Irène dos Santos para dirigir um atelier de cinema sobre a memória da imigração portuguesa.
Em três etapas e com três grupos de participantes com 16 a 25 anos de idade, residentes lá e aqui, este atelier visa abranger a realidade da imigração portuguesa em França, a sua história e a sua herança, colectivas e íntimas.
A primeira parte, “Aujourd’hui”, foi filmada em Paris e procura, através de uma montagem de seis auto-retratos, responder à seguinte pergunta: o que é ser um jovem oriundo da imigração portuguesa hoje em França?
A segunda parte, “Hier”, realizada em Champigny-sur-Marne, local emblemático da imigração portuguesa nos subúrbios parisienses, explora a questão do passado, da marca e da transmissão intergeracional através de outros seis auto-retratos, todos baseados num inquérito individual realizado no seio das famílias.
A terceira parte, “Là-bas”, filmada em Viana do Castelo, pretende, através das realizações de jovens franceses de Portugal, responder às seguintes perguntas: Qual é hoje a relação dos imigrantes com o seus país de origem? Como são vistos em Portugal? Será possível regressarem à sua terra?
Co-produção Arcadi, Centro de cultura urbana Confluences, produtora La Parole errante, Câmara de Champigny-sur–Marne, com o apoio da associação Ao Norte, da Fundação Gulbenkian, do FASILD, do Serviço de cooperação e acção cultural da Embaixada de França em Portugal, do Consulado Geral de França no Porto e do Institut Franco-portugais.
19h: Aujourd’hui (Ser descendente de imigrantes portugueses, 6 auto-retratos) 27’
20h15: Hier (Viver com o seu passado, 6 auto-retratos) 36’
22h: Là-bas (Regressar, 6 auto-retratos e um epílogo) 49’As projecções serão acompanhadas por presentações e debates com
Pierre Primetens (realizador), Irène dos Santos (etnóloga), Claudie Lebissonnais (coordenadora de produção), e alguns jovens realizadores que participaram no atelier.
Pierre Primetens tem 33 anos. Estuda artes plásticas e cinema e realiza o seu primeiro ensaio documentário Un voyage au Portugal, em 2001. Segue-se depois uma média-metragem Des vacances à l’Ile Maurice. Em paralelo, anima ateliers de realização com crianças e adolescentes. Está actualmente a acabar um novo filme Contre moi, em que junta ficção e documentário.
Irène dos Santos é etnóloga. Está actualmente a finalizar uma tese de antropologia social na École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris). A sua pesquisa incide sobre a transmissão intergeracional em contexto migratório, e na dupla pertença dos jovens franco-portugueses. É autora de vários artigos publicados em revistas científicas francesas e estrangeiras (Diaspora, Revue de Synthèse, Recherches en Anthropologie au Portugal, etc.). É ela própria filha de um casal de migrantes radicados em França: a mãe é holandesa e o pai português.
Segunda-feira, 21 de Maio de 2007
O tema da emigração é fonte de inspiração para filmes de todos os géneros. Sejam eles sociais, históricos ou políticos, são quase sempre emblemáticos de uma cultura, uma comunidade ou uma época. Inspirados nas migrações que atravessam o tempo e que constituem as grandes diásporas, ou em fenómenos mais pontuais como as descolonizações, as revoluções, a pobreza, as catástrofes naturais, muitos cineastas já abordaram este tema: Charlie Chaplin (O Emigrante, EUA, 1917), Elia Kazan (América, América, EUA,1963), Robert M. Young (Alambrista!, EUA, 1977), Christophe Ruggia (Le gone du Chaâba, França, 1998), Laïla Marrakchi (L’Horizon perdu, Marrocos, 2000), Michael Winterbottom (In this world, Grã-Bretanha, 2002), Robert Enrico (Au nom de tous les miens, França, 1983), para citar apenas alguns. Nesta sessão, irão ser exibidos dois grandes filmes de ficção, realizados com intervalo de 30 anos:
19h: Ganhar a vida, LM, ficção, de João Canijo, drama, 2001, 115 min.
Com Rita Blanco, Adriano Luz, Teresa Madruga, Alda Gomes, Olivier Leite, Luís Rego
Competição oficial “Un certain regard”, Festival de Cannes, 2001
Com a presença de Fernando Paulouro Neves, jornalista, Director do Jornal do Fundão, convidado de honra e animador da noite.
Christian Chalonge mostrou-se um realizador audacioso desde o seu primeiro filme « O Salto » (1967), no qual aborda o tema da imigração portuguesa (Prémio Jean Vigo 1968).
“L’Alliance” (1970), seleccionado para o Festival de Veneza, nas fronteiras da ficção científica, é também um sucesso, assim como o é, num registo de crítica virulenta, “L’Argent des autres” (1979) com Catherine Deneuve, Jean-Louis Trintignant, Michel Serrault, tendo obtido o Prémio Louis Delluc e os Césars para melhor filme e melhor realizador. Christian de Chalonge rodou depois “Malevil” (1980), “Les Quarantièmes rugissants” (1982), “Docteur Petiot” (1989), “Le Voleur d’enfants” (1991) e “Le Bel été 1914 » (1996). No Outono de 1997, estreia « Le Comédien » a sua nona longa-metragem, segundo uma peça de Sacha Guitry, com o seu actor fétiche Michel Serrault, Charles Aznavour e Maria de Medeiros.
Segunda feira 28 mai 2007 – 19h00
Sessão animada por
Marie-Christine Volovitch-Tavarès
Ex-aluna da Ecole normale supérieure de Fontenay, com agregação e doutoramento em História.
Especialista em história da emigração portuguesa em França, tem publicado vários artigos e participado em colóquios sobre o tem,a quer em França quer em Portugal.
Membro do Comité de História do Museu da CNHI ( Cité Nationale de l'Histoire de l'Immigration, Paris, abertura em Julho de 2007). Autora de « Portugais à Champigny, le temps des baraques », éd. Autrement, Paris,1995.19h. : Ser e Estar
Imagens da comunidade portuguesa em França. Projecção de fotografias de Carlos Casteleira, comentadas pelo artista.
Carlos Casteleira
Após uma infância e adolescência no Jura, Carlos Casteleira vive em Toulouse e Paris. As experiências no mundo do trabalho conduzem-no em 1986 a Aix-en-Provence onde se dedica à fotografia. Interrogando as histórias da imigração bem como a sua. Explora com a fotografia os meios portugueses e cabo-verdianos da Provença. Observa as memórias individuais e colectivas, empreendendo viagens a Cabo Verde, Brasil e Moçambique. Ensina fotografia na Escola Superior de Arte de Aix-en-Provence. A promoção de trocas culturais entre a França e os países lusófonos constitue outro pólo da sua actividade.
21h: A Fotografia rasgada Documentário de José Vieira, 2001, 52'.
No início dos anos 60, milhares de portugueses chegam clandestinamente a França. É o “Salto”, o salto para o desconhecido, a emigração clandestina para fugir ao Portugal de Salazar. Actos de resistência e desobediência, onde alguns deixaram a vida. Por vezes, a polícia disparava sobre eles como sobre prisioneiros em fuga. Odisseias esfumadas nas memórias e recolhidas neste documento único.
22h.30 : O Pais aonde nunca se regressa, Documentário de José Vieira, 2006, 52’.
Partir, devenir, revenir, voilà le rêve de tout immigrant. Mais avec le temps, ce rêve se dilue dans le nouveau cadre de vie. Lorsque le jour du retour arrive, si il arrive un jour, une seconde rupture se crée, celle de la réadaptation au pays d’origine, différent, transformé, et qui n’est plus le même que celui qu’on a quitté.
José Vieira
José Vieira nasceu em Portugal. Ainda criança chegou a França nos anos 60. Nunca mais voltou a viver em Portugal e sabe que jamais o fará. O seu pai regressou há quase 25 anos. Desde 1985, José Vieira realizou uma trintena de documentários, nomeadamente para France 2, France 3 e Arte. Dedicou-se muito ao estudo da história dos emigrantes portugueses e em particular à história da sua família. Editou “Gens du Salto” uma caixa de DVDs reunindo 7 filmes que traçam a história do « Salto », a história de aldeias que se esvaziaram no segredo e no medo.
Projecções seguidas de debates, com Marie-Christine Volovitch-Tavarès, Carlos Casteleira e José Vieira.
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Etiquetas: Cinema
O Júri da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing distinguiu ontem, numa Gala realizada no Casino Estoril, o director geral do Casino Lisboa, Carlos Costa, na categoria de “Cultura e Espectáculo”.
Ao justificar o Prémio, a APPM refere o Casino Lisboa como sendo “um conceito que pretende atrair camadas mais jovens, caracterizado por uma arquitectura original, moderna e atractiva em que a transparência e a comunicação inter-espaços são o factor dominante”. No mesmo texto salienta-se, ainda, que se trata de “um novo pólo de atracção de espectáculos, entretenimento, cultura e restauração, onde se fundem áreas abertas ou mais privadas”.
Nesta categoria estavam também nomeados Filipe La Féria e José Cardoso.
Ao agradecer a distinção, Carlos Costa quis partilhar o Prémio com todos os colaboradores do Casino Lisboa e, em particular, com o presidente da Estoril Sol, Mário Assis Ferreira, também presente na sala, a quem atribuiu o mérito pelo modelo conceptual e pela forma como se concretizou este projecto.
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Etiquetas: Casino Lisboa
Mais de 25 mil pessoas já viram dot.com, quase 500 assinaram a fictícia petição em www.salvemonossosite.pt, deixando comentários como:
[O “Dot.Com” passou a ser sem dúvida o meu filme de eleição!]
[Fui ver o Dot.Com e gostei muito. É mesmo um doce.]
[É uma maravilha de filme. Parabéns a todos os intervenientes.]
[Adorei o filme. Muito humor num filme brilhante. Águas Altas para o centro do Plano Tecnológico Nacional!!!!!!]
e os restantes portugueses do que estão à espera? |
NOS CINEMAS |
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