quarta-feira, 18 de julho de 2007

OS VIVOS abrem o CITEMOR


O CITEMOR continua VIVO e recomendasse

Com inauguração marcada para amanhã, a 29ª Edição do CITEMOR abre com a estreia "OS VIVOS". Esta co-produção com o Teatro O BANDO estará em cena nos dias 19, 20 e 21, às 22:30 na Praça da República.


"OS Vivos" surge na sequência do espectáculo "Luto Clandestino", de Jacinto Lucas Pires, que estreou nas ruas de Palmela em 2006, num cenário urbano e habitado. Uma co-produção com a FIAR, associação cultural e o patrocínio da Câmara Municipal de Palmela.
Em "OS Vivos", parte-se da ideia que o "Luto Clandestino" será o primeiro acto de um texto maior, onde se vão juntar mais personagens. As ideias são as da culpa e do desejo, da imaginação e da memória, de estar vivo e de não estar. Há um luto mal resolvido, há a vontade de o resolver. Há uma mulher de meia-idade, que é mãe, há um jovem, que é namorado, e agora haverá também um marido, uma empregada e uma morta.
Esta criação, a estrear no Festival CITEMOR, desponta de um trabalho de continuidade com o autor, mas possuindo agora uma nova dimensão, mais alargada.
"Chama-se "OS VIVOS" esta comédia sobre a morte. Quando a escrevi, a partir de uma peça-em-um-acto que tinha feito para o bando no ano passado, surpreendi-me com a aparência convencional da sua estrutura e com a dispersão de pontos de vista no seu contar. Talvez seja o resultado lógico de levar a morte para dentro de casa, pensei na altura. E, no entanto, ao ouvir depois as primeiras leituras dos actores, já não era isso que me chamava a atenção. Quase o contrário: os cortes, as dissonâncias, os desvios; o impossível feito real, como nos sonhos (e no teatro). E também a voz de conjunto que parecia ficar a ressoar no fim de tudo. "OS VIVOS": uma peça sobre não morrer com a morte."
Jacinto Lucas Pires
Após a estreia em Montemor-o-Velho, o espectáculo estará em cena no Teatro O Bando (Palmela) de 13 de Setembro a 21 de Outubro.

Texto: Jacinto Lucas Pires

Encenação: João Brites

Espaço Cénico: João Brites e Rui Francisco

Oralidade: Teresa LimaFigurinos e Adereços: Clara Bento

Interpretação: Ana Freitas, Dinis Machado, Inês Rosado, João Garcia Miguel e Paula Só

Co-produção: Teatro O Bando / Citemor

Bilhete: 10EUR

Bilhete com desconto: 7EUR(desconto aplicável a menores de 25 anos, estudantes e profissionais das artes do espectáculo)

LEITURA PÚBLICA de CONTOS de TORGA

A Câmara Municipal de Coimbra e o Teatrão apresentam, no âmbito do Centenário do Nascimento de Miguel Torga o Projecto TERRA TORGA no JARDIM DA SEREIA.
Dia 19 de Julho às 19h00
LEITURA PÚBLICA de CONTOS de TORGA

pel'O TEATRÃO - Teatro para a Infância de Coimbra

ACESSO GRATUITO

Próxima sessão:
26 Julho_Parque Dr. Manuel Braga

Pedro Abrunhosa no Centro Cultural Olga Cadaval


PEDRO ABRUNHOSA & BANDEMÓNIO
CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL



Menos de um mês depois do lançamento do seu 5º disco de originais, LUZ, Pedro Abrunhosa & Bandemónio levam ao Auditório Jorge Sampaio do Centro Cultural Olga Cadaval as canções com que pretendem iluminar o país na digressão que agora estreiam.

Aqui serão apresentados também alguns dos anteriores êxitos incontornáveis de Pedro Abrunhosa & Bandemónio.
Composto e escrito por Pedro Abrunhosa, o novo disco e, assim, o novo concerto LUZ representam uma viragem na carreira do cantautor.

LUZ revela um novo olhar sobre o mundo, com a lucidez e a crueza da maturidade. É o regresso à verdade da canção. Rompe com a superficialidade da pop contemporânea. Porque a canção não pode continuar a ser apenas entretenimento. Tem de questionar. Já não há lugar para romantismos. Para ilusões.

De LUZ fazem parte canções como “A Dor do Dinheiro”, “Ilumina-me”, “A Cada Não Que Dizes”, “Pontes” e a já muito comentada “Balada de Gisberta”, uma homenagem ao transsexual assassinado no Porto, em Fevereiro do ano passado.

No alinhamento não faltará “Quem Me Leva os Meus Fantasmas”, o 1º single do novo disco, que muito tem rodado nas rádios nacionais.
Com LUZ, Pedro Abrunhosa & Bandemónio assumem as preocupações ambientais na sua própria actividade, tornando-se a primeira banda a editar um disco "eco" em Portugal.

O CD terá o seu impacto ambiental compensado em termos de emissões de CO2.

Pedro Abrunhosa tornou-se, ele próprio, embaixador da EDP para a eficiência energética, conceito que o acompanhará nesta digressão 20072009.

Preços: 1ª Plateia – 30,00 Euros; 2ª Plateia – 25,00 Euros; Balcão - 20,00 Euros Sem Descontos

20 JULHO 22:00 SINTRA CENTRO CULTURAL OLGA CADAVAL

Homenagem a Eunice Munoz

Homenagem a Eunice Muñoz
Teatro da Trindade 20 JUL 07


O INATEL/ Teatro da Trindade tem o prazer de anunciar que irá homenagear a actriz Eunice Muñoz, no dia 20 de Julho, no salão nobre do Teatro da Trindade, pelo seu trabalho e reconhecimento artístico.
Após a representação da 100ª representação da peça “Miss Daisy”, onde Eunice Muñoz é protagonista, será descerrada uma placa que irá assinalar a homenagem, recordando igualmente que o Teatro da Trindade se encontra nas comemorações do seu 140 aniversário.


TMN Saca Tour foi um sucesso


Sines, Espinho e Ericeira, os destinos em que se realizaram os três surf camps do TMN Saca Tour, ganharam novo ânimo com a presença dos mais de 200 participantes, crianças e jovens, que se estrearam na “boa onda” do surf em algumas das melhores praias do país.

Terminou com distinção a 1ª edição do TMN Saca Tour, uma acção inédita, levada a cabo pela TMN, um operador atento aos desejos e preferências do seu público mais jovem.

O TMN Saca Tour é um evento composto por três surf camps, de dois dias cada, onde, sob a orientação de surfistas experientes e sob a direcção de Tiago “Saca” Pires, o nosso campeão, crianças e jovens, muitos deles pela primeira vez, têm a oportunidade de receber aulas intensivas da modalidade.

Confirmando todas as expectativas alimentadas logo no primeiro surf camp, realizado entre 26 e 27 de Maio, em Sines, a 1ª edição do TMN Saca Tour passou também com sucesso por Espinho, entre 22 e 24 de Junho e, em jeito de remate, levou ainda os entusiastas às melhores ondas da Ericeira, entre 29 de Junho e 1 de Julho.

Em colaboração com a Associação Nacional de Surfistas, preencheram a agenda dos três surf camps aulas teóricas e práticas de surf, diversas actividades na praia, palestras de sensibilização sobre questões ecológicas e o visionamento de diferentes filmes sobre o “desporto das ondas”.

A alimentação, a segurança no mar e, claro, a história do surf também fizeram parte do programa, que proporcionou momentos de reflexão aos adeptos presentes. Destacou-se também, no itinerário do TMN Saca Tour, uma acção de limpeza da praia, que juntou participantes e organizadores, no âmbito de uma parceria entre a TMN e a Surfriders Foundation.


Apostando de forma vigorosa no apoio ao surf, a TMN estará presente este ano no Ericeira Surf Shop B! Pro, Campeonato Nacional de Surf Pro Júnior 2007, cujas três etapas finais decorrerão na Praia Grande, entre 21 e 22 de Julho, em Peniche, de 15 a 16 de Setembro e, a fechar, em Carcavelos, entre 27 e 28 de Outubro.

A TMN marcará ainda presença no Buondi Billabong Pro – Ericeira, que se desenrolará entre 27 de Agosto e 2 de Setembro.

A identidade da TMN ganha com a associação ao surf a energia, a força, a vitalidade e o espírito inerentes a este desporto que se exprime na energia das ondas. É este o ritmo com que o líder das telecomunicações móveis pretende continuar a surpreender cada um dos seus clientes, com as melhores e mais competitivas soluções, os mais vantajosos serviços, os produtos mais desejados e as experiências mais emocionantes.

Amália Rodrigues no Vimeiro



Nas comemorações do aniversário de Amália Rodrigues, o Hotel Golf Mar do Vimeiro e a Fundação Amália Rodrigues, apresenta o seguinte espectáculo:

Dr. Fernando Machado Soares, Ana Sofia Varela e António Zambujo

Acompanhados pelos músicos

Mário Estrelinha e Paulo Parreira

Para mais informações contacte: 261 980 800

Palácio Nacional de Mafra acolhe "o Empresário"

"O EMPRESÁRIO" de W. AMADEUS MOZART
Dia 21 de Julho - 22.00h
Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra

Recriando o ambiente dos laranjais do Palácio de Schönbrunn/Viena, local onde em 1786 foi estreado este "singspiel"(obra falada e cantada), o Festival Rota dos Monumentos apresenta esta obra de Mozart, célebre pela sua Abertura. O cenário único da biblioteca do Palácio Nacional de Mafra, especialmente transformado para esta ocasião, é o local de eleição para a apresentação deste divertimento com algum carácter autobiográfico na vida do genial compositor. A obra conta as peripécias pelas quais um empresário passa para levar a cabo a montagem de um novo espectáculo. O tema, extremamente humorístico e sarcástico, é intemporal, focando-se nas infindáveis dificuldades financeiras, nos "humores" inaturáveis das divas e nos ameaçadores caprichos do público.

Este espectáculo apresenta a Camerata Academica Salzburg, unanimemente aclamada como a intérprete por excelência do repertório mozartiano.
A visita a Portugal deste agrupamento, cuja direcção estará a cargo do veterano Jean Bernard-Pommier, constitui só por si, um momento raro no nosso panorama musical.
O elenco conta ainda com a participaçãp dos cantores internacionalmente consagrados, Elena Ferrari, Juanita Lascarro, Richard Edgar-Wilson e José Fardilha, que contracenam com os actores Márcia Breia e Manuel Marques, entre outras participações.

No final do espectáculo, o público será convidado a provar a doçaria conventual, no Claustro do Palácio do Rei.

UM ELENCO DE LUXO, NUM AMBIENTE PALACIANO.

Canto Lirico no Theatro Circo de Braga

Canto lírico e piano conjugam-se
para homenagear compositores portugueses

ELSA SAQUE
(soprano)
e
NUNO VIEIRA DE ALMEIDA
(piano)

Theatro Circo, 21 Julho, 22h00



O Theatro Circo recebe a 21 de Julho (22h00) a cantora lírica Elsa Saque e o pianista Nuno Vieira de Almeida num concerto que tem como ponto de partida três edições discográficas originais baseadas nas obras dos portugueses Fernando Lopes-Graça, Joly Braga Santos e Luís de Freitas Branco.

Através do canto e do piano de Elsa Saque e Nuno Vieira de Almeida, o Theatro Circo propõe, assim, «um precioso testemunho das infinitas virtualidades e contradições da primeira metade do séc. XX português», por vezes mais visíveis na expressão artística que em qualquer outra.
A abrir o concerto na sala principal do Theatro Circo, Elsa Saque e Nuno Vieira de Almeida homenageiam Luís de Freitas Branco com a interpretação dos temas “A formosura desta fresca serra”, “Dernier voeu”, “La grigia nebbia” e “Canção portuguesa”.
Reconhecido como um dos mais notáveis compositores e musicólogos contemporâneos, Fernando Lopes-Graça apresentava na canção acompanhada ao piano uma parcela significativa da sua produção e uma extensão natural da sua vertente de pianista.
Deste compositor, o público bracarense tem a oportunidade de ouvir na voz da soprano Elsa Saque temas como “O menino da sua mãe”, “Mar de Setembro”, “Um nome”, “Poveirinhos”, “Óo menino ó”, “Faixinha verde” e “Amora madura”.
De Joly Braga Santos, um dos maiores compositores portugueses que surgiram na década de 40, o concerto inclui temas como “Acordando” e um conjunto de canções extraídas dos “Cantares Gallegos”, designadamente “Campanas de Bastabales”, “Alô pola mañancina”, “Cada estrela, o seu diamante” e “Corre o vento, o rio pasa”.

Do trabalho conjunto dos dois músicos resultou o lançamento dos três registos discográficos que serviram de ponto de partida para este espectáculo, designadamente “Fernando Lopes Graça e os Poetas”, edição que representa um marco na redescoberta e reavaliação pública deste notável compositor; “Integral para Canto e Piano”, de Joly Braga Santos, e “Integral das Canções de Luís Freitas Branco”, que inclui temas já gravados há duas décadas pela própria Elsa Saque e Nella Maissa.

Os ingressos, a 7 euros, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo.

terça-feira, 17 de julho de 2007

Sonho de Uma Noite de Verão no Alentejo



Footsbarn Theatre

em Vila Nova de Santo André



O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, em colaboração com a AJAGATO, “Sonho de uma Noite de Verão”, o clássico de William Shakespeare revisto pelo Footsbarn Travelling Theatre.
Em Vila Nova de Santo André, no litoral Alentejano, os Footsbarn vão montar a sua tenda, com capacidade para 400 pessoas, e apresentar “Sonho de uma Noite de Verão” nos dias 20,21 e 22 de Julho.

A companhia britânica é reconhecida nos circuitos internacionais por recorrer a formas teatrais populares (inclusivamente à linguagem circense e à mímica).

Há 25 anos, na altura em que se estrearam entre nós, a sua presença obteve grande impacto junto ao público e à crítica.

Com uma linguagem simultaneamente acessível e rica, os Footsbarn abordam o público de forma simples, sem perder a complexidade dos textos sobre os quais decidem trabalhar.

Neste caso, uma peça de William Shakespeare, que integra o repertório da companhia vários anos e que agora foi remontada, fazendo a sua estreia em França no passado dia 4 de Julho.

encenação Patrick Hayter
cenografia e máscaras Fredericka Hayter
figurinos Hannah Sjodin
música Steve Johnston
desenho de luz Bruno Hocquard
fotografia Sophie Lascelles

com
Joey Cunningham Vincent Gracieux Paddy Hayter Caroline Piette
Muriel Piquart Mas Soegeng Akemi Yamauchi

músicos
Chandran Veyattummal Pawel Paluch

Sinopse

Hérmia está apaixonada por Lisandro mas o pai quer fazê-la casar-se com Demétrio. Os dois amantes decidem fugir, mas Helena – que ama Demétrio – revela-lhe o plano, na expectativa de o conquistar. Os quatro jovens embrenham-se no bosque, onde os esperam aventuras tão inesperadas quanto inesquecíveis.

Entretanto, uma trupe de actores ensaia a peça “A Tragédia de Píramo e Tisbe” para o casamento de Teseu, Duque de Atenas, e Hipólita, a rainha das Amazonas. Dois convidados ilustres para a boda – Oberon, rei das fadas, e a sua rainha, Titania – chegam ao mesmo bosque, mas estão desavindos: a rainha recusa-se a entregar o seu pajem para servir o marido e este decide castigá-la, fazendo-a apaixonar-se por... um burro.
Depois de uma sequência de enganos cómicos, a acção de “Sonho de uma Noite de Verão” termina com três casamentos, para contentamento de todos.

O AUTOR: WILLIAM SHAKESPEARE

Pouco ficou documentado sobre a vida de Shakespeare, mas acredita-se que terá nascido em 1564, em Stratford-on-Avon, no seio de uma família de comerciantes. Apesar de não ter chegado a ir à Universidade, frequentou a escola. Em 1582, com apenas 18 anos, casou-se com Anne Hathaway, oito anos mais velha, e desse casamento nasceram três filhos: Susanna (1582) e os gémeos Judith e Hamnet (1586).

Entre 1586 e 1592, a vida de Shakespeare passou por um período menos claro. É possível que tenha deixado a terra natal e a família, para se juntar a uma trupe de actores em digressão, embora haja quem defenda que, durante esse tempo, tenha trabalhado como preceptor ou mestre-escola. Certo é que, em 1592, já era conhecido nos teatros londrinos, como autor.
Em 1594, tornava-se sócio da companhia de Lord Chamberlain’s Men e dividia-se entre os palcos e a pena.

Em 1598, perante a ameaça de fecho do teatro (por parte do senhorio), a companhia mudou-se para a zona sul do rio Tamisa e aí construiu um novo teatro, baptizando-o como The Globe e adquirindo o patrocínio real.
Em 1613, porém, o Globe foi destruído pelo fogo e Shakespeare – que perdera o ascendente no panorama teatral londrino – retirou-se, passando os seus últimos anos em Stratford.
Morreu em 1616.
Entre as suas peças mais conhecidas contam-se “A Midsummer Night’s Dream”, “The Merchant of Venice”, “Romeo and Juliet”, “Richard III”, “Much Ado About Nothing”, “Hamlet”, “Othello” ou “Coriolanus”.

O ENCENADOR: PATRICK HAYTER

Nasceu em 1952, em Londres, filho do actor e encenador Richard Hayter.

Estudou Zoologia, Botânica e Geologia, mas um atelier de teatro fê-lo abandonar o projecto de se tornar veterinário para abraçar a vida teatral. Em 1968, juntava-se ao Repertory Company de Londres, onde trabalhou como assistente de encenação, e, no ano seguinte, estava na companhia The Orchard Theatre, da qual se tornou director técnico ao mesmo tempo que interpretava pequenos papéis.

Em 1969, partiu para a Escola Jacques Lecoq, em Paris, onde, durante dois anos e graças a uma bolsa de estudos paga pelo governo inglês, pôde aprofundar a sua formação teatral, até então feita essencialmente da prática. Depois de França, partiu para Berlim, na Alemanha, onde trabalhou com o mítico Bread an Puppet Theatre.

Em 1973, de regresso a Inglaterra, integrou o Footsbarn Travelling Theatre, onde actualmente desempenha funções de actor, encenador e co-manager.

A COMPANHIA: FOOTSBARN TRAVELLING THEATRE

O Footsbarn Travelling Theatre foi fundado em 1971, na Cornualha, por Oliver Foot e Jean Paul Cook e deve o seu nome ao primeiro local de ensaios da companhia – o celeiro da família Foot.
Inicialmente, a trupe apresentava-se essencialmente em praças públicas, com o objectivo de levar o teatro até um público carenciado de oferta cultural. A sua estética era o mais simples possível: importava fazer espectáculos que contassem histórias e suscitassem emoções de forma divertida e acessível. Dez anos passados sobre a sua fundação, o grupo foi crescendo e, considerando que a sua missão estava cumprida no que diz respeito à Cornualha, fez-se à estrada. Rapidamente, tornou-se uma referência no circuito das artes performativas e começou a ser requisitado para grandes festivais internacionais na Holanda, Alemanha, Irlanda, País de Gales, Inglaterra ou França – onde se apresentou, inclusivamente, no prestigiado Festival de Avignon.
Actualmente sediado em França, o Footsbarn Theatre integra elementos de oito nacionalidades distintas e inclui, na sua equipa de trabalho, actores, técnicos, cozinheiros, uma costureira, administradores, um assessor de imprensa, um fotógrafo, mecânicos e dois professores encarregados de instrução das crianças.

O seu objectivo é o de sempre: fazer teatro como se fazia na Idade Média, conseguindo a maior proximidade possível com as mais diversas plateias.

Duração 2 horas sem intervalo
Língua Inglês (sem legendagem)
Nao sera a melhor opcao, certamente!

Centro Cultutal de Belém apresenta programação para 2007/2008















Centro Cultural de Belém

Programação 2007/2008






Hoje, pela manhã , e com a presença de Isabel Pires de Lima, Ministra da Cultura, Mega Ferreira e o seu staff cultural apresentaram ,em conferência de Imprensa ,a programação do Centro Cultural de Belém para 2007/2008 ( Setembro a Agosto).

E são várias as inovações constantes desta programação:

O artista associado, figura até agora inexistente, surgirá durante toda a época com participações a vários niveis. Será ele Pedro Carneiro, músico e compositor.


" Música Portuguesa Hoje" é a aposta na divulgação da música portuguesa actual erudita e não só.

A Escola de Verão de Jazz ( Jazz Summer School) será outra das novidades e que irá proporcionar um grande Encontro entre formadores nacionais e estrangeiros.

Em termos musicais este período será marcado pela presença de Beethoven, melhor da sua obra. Poderemos ainda ouvir duas Oratórias de Bach.

Jorge Palma com Quarteto de Cordas
terá carta branca para criar um espectáculo.
A 25 de Abril , Rafael Fraga, um jovem musico portugues, apresentará um trabalho sob a designação " Vinte Canções para Zeca Afonso" que testemunhará a importância daquele poeta e músico na Cultura Portuguesa. Cuja obra Rafael Fraga so conheceu depois da sua morte
Pina Bausch regressará com os bailados " Café Muller e Mazurca de Fogo e ainda Nefes.
Também será possivel assistir a exibições divertidas e deconstruidas do Royal Ballet de Flandres, sob orientação de Willian Forsythe. " Impressing the Czar" é uma dessas exibições.
No teatro surge uma novíssima encenadora italiana, melhor siciliana, de seu nome Emma Dante que apresentará três espectáculos sobre as relações inter famílias.
Enrique Diaz, conhecido encenador brasileiro, também estará presente com uma nova leitura sobre " Hamlet" de Shakespeare e sobre " A Gaivota " de Anton Tchekov.
O audio visual articulando com o teatro e outros programas para os mais novos estará igualmente presente.
Há contudo um aspecto que Mega Ferreira fez questão de salientar: ao completar quinze anos de existência o Centro Cultural de Belém recebe pela primeira vez Sequeira Costa.

Este virtuoso do piano dará dois concertos com obras dos seus compositores favoritos, Chopin, Liszt, Beethoven, orientará um Master Class e apresentará uma autobiografia.

Permitimo-nos dizer: uma estreia em grande!



E é esta a programação que o Centro Cultural de Belém nos oferece para a temporada 2007/2008.















Máscara Ibérica na Estação do Rossio

“Máscara Ibérica” em exposição

A exposição “Máscara Ibérica” é inaugurada dia 19 de Julho, às 19h00, na Estação do Rossio, numa cerimónia onde estará presente o secretário de Estado da Cultura, Mário Vieira de Carvalho.
Esta é uma iniciativa conjunta da EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural, da Progestur e da Agência Baixa Chiado.
A exposição mostra ambientes e imagens dos rituais da Máscara que, ainda hoje, acontecem em Portugal e nas regiões da Galiza e de Castela e León.
Cem imagens de média e grande dimensão, assim como dezenas de máscaras originais, fatos e adereços usados nos rituais, estarão patentes até 2 de Setembro.
Esta mostra abrange, ainda, a maior exibição alguma vez apresentada ao público de “Máscaras de Lazarim”, algumas delas com mais de 50 anos.
A iniciativa conta com o apoio do Turismo de Portugal, Ministério da Cultura, Junta da Galiza e Junta de Castilla e León.
Parte das receitas obtidas revertem a favor de duas instituições cuja actividade e objectivos projectem o apoio social, como a Associação ABRAÇO e a Associação Portuguesa de Deficientes.

Citemor 2007



E já lá vão…. 29 edições

O CITEMOR – FESTIVAL DE MONTEMOR-O-VELHO comemora este ano a sua 29ª edição.
De 19 de Julho a 11 de Agosto a arte e a cultura vão andar de mãos datas em Montemor-o-Velho.
Esta vila, cujos vestígios remontam ao período neolítico, há muito que sabe receber bem os artistas e quem a visita. Os meses de Julho e Agosto são sinónimo de Festival e animação.
As apresentações decorrerão em vários locais históricos entre os quais destacamos o castelo e o Teatro Esther de Carvalho.
As primeiras referências à povoação e ao castelo datam do ano de 848, quando Ramiro I das Astúrias e o seu tio, o Abade João do Convento de Lorvão o conquistaram. Já em 1994, o edifício sofreu obras de recuperação e consolidação das muralhas, arranjo dos jardins e instalação da iluminação permanente. Foi decretado Monumento Nacional em 1910 e das suas muralhas avistam-se os arrozais do rio Mondego.
O Teatro Esther de Carvalho, recuperado e reaberto ao público em 2003, é um edifício do final do Século XIX com uma estrutura arquitectónica simples mas com elementos interiores de decoração mais rica. Foi um dos últimos teatros projectados com inspiração nos modelos neoclássicos. Com a designação inicial de Teatro Infante D.Manuel, a sua riqueza interior em muito se deve à decoração em madeira totalmente pintada. No século XX, em homenagem à actriz montemorense, Esther de Carvalho passa a ter a actual designação.
PROGRAMA Citemor — 29º Festival de Montemor-o-Velho

OS VIVOS
Teatro O Bando
19, 20 e 21 de Julho 22:30
Praça da República
co-produção, residência de criação, estreia

OITO EXERCÍCIOS PARA MÃE E FILHA
Marta Pisco
26 e 27 de Julho 22:30
Teatro Esther de Carvalho
co-produção, residência de criação, antestreia

ÚLTIMA CHAMADA seguido de COLECÇÃO PRIVADA
Rafael Alvarez,
28 de Julho 22:30
sala b
co-produção, estreia


LESIONES INCOMPATIBLES CON LA VIDA seguida de BROKEN BLOSSOMS e YO NO SOY BONITA
Angélica Liddell
2 e 4 de Agosto 22:30
sala b
estreia nacional


SPACEBOYS + Rodrigo Amado + Flak
3 de Agosto 22:30
Teatro Esther de Carvalho

A MORTE DO ARTISTA
9 de Agosto 22:30
Teatro Esther de Carvalho
co-produção


EL TEMBLOR DE LA CARNE
Carlos MarquerieCompañía Lucas Cranach
10 e 11 de Agosto 22:30
Celeiro Agrícola
co-produção, residência de criação, estreia

COMUNIDADES
Ciclo de Cinema ao Ar Livre
22, 25 e 29 de Julho; 1, 5 e 8 de Agosto 22:30
Castelo


Informações e reservas

http://www.citemor.com
http://www.citemor.blogspot.com/
festival@citemor.com

CITEMOR – FESTIVAL de MONTEWMOR-o-VELHO
Apartado 7
3141-250 Montemor-o-velho
Telf.: +351 239 689 505

Apoios


Teatro Nacional D. Maria II
Teatro Nacional de S. João
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo
Companhia de Teatro de Almada
Centro Cultural de Belém
Máfia
Cooperativa Teatro dos Castelos
Junta de Freguesia de Montemor-o-VelhoGutenberg - Artes Gráficas
Atlético Clube MontemorenseAssociação Diogo de Azambuja
Atalanta Filmes
Câmaras Municipais de Aveiro, Coimbra e Figueira da Foz







Visitas ao Panteão Nacional em Coimbra

Câmara Municipal de Coimbra promove visitas à Igreja de Santa Cruz


Promover e valorizar o património local, com relevância no contexto histórico e sócio-cultural nacional e europeu, é um dos principais objectivos do Departamento de Cultura da Autarquia ao organizar, a partir da próxima Quarta-feira, 18, uma série de visitas ao Panteão Nacional, estatuto reconhecido à Igreja de Santa Cruz desde o dia 22 de Agosto de 2003.
As visitas, de periodicidade quinzenal, decorrem sempre às 16h00, sendo orientadas por uma Técnica Superior da Divisão de Acção Cultural do Departamento de Cultura da Autarquia.

A visita versará as seguintes temáticas:
_ Enquadramento legal do Panteão Nacional;
_ Importância que teve para Coimbra a Primeira Dinastia (de D. Afonso Henriques a D. Dinis);
_ Significado do Mosteiro de Santa Cruz enquanto centro cultural e religioso europeu;
_ Breve apontamento sobre Arte Tumular, com ênfase na exploração dos Túmulos de D. Afonso Henriques e D. Sancho I, bem como a respectiva descrição heráldica e artística do monumento;
_ Abordagem a alguns momentos marcantes para a arte e história do edifício, da cidade e da Nação.

A adesão à iniciativa é gratuita e está aberta à população em geral.
A concretização das visitas está condicionada a um número mínimo de 6 participantes e a um limite máximo de 25, por visita.
As inscrições são feitas com base no preenchimento de uma ficha de inscrição, que está disponível na Casa Municipal da Cultura e outros espaços municipais (Edifício Chiado e Postos Municipais de Turismo), devendo ser remetida através do fax nº239702496 ou via e-mail para
cristina.leal@cm-coimbra.pt.
Informações adicionais podem ser obtidas através do telefone nº239702630.

ALTERAÇÃO AO PROGRAMA DO CICLO DE CINEMA "OUTROS FILMES OUTROS LUGARES"

"OUTROS FILMES OUTROS LUGARES"
COM NOVA PROGRAMAÇÃO


Por motivos alheios ao Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV) o programa do ciclo de cinema "OUTROS FILMES OUTROS LUGARES" sofreu uma alteração na calendarização dos filmes.

Nova calendarização

Dia 16 de Julho
A vida dos outros
Alemanha, 2006, 137`
De Florian Henckel
Óscar para Melhor Filme Estrangeiro

Situando-se em 1984, cinco anos antes da queda do muro de Berlim, na parte oriental da cidade o socialismo continua a ser preservado através de uma força invisível, a Stasi (policia secreta), cujos métodos são escutas nas residências dos suspeitos e posteriores interrogatórios ininterruptos. Um desses interrogadores, professor universitário e inspector da polícia secreta, pessoa desconfiada por natureza, tem a missão de supervisionar a vigilância a um dramaturgo aparentemente fiel ao Partido. Sabendo que os motivos que geraram a missão são de natureza pessoal (um Ministro corrupto e prevaricador pretende afastar o dramaturgo por ciúmes, já que cobiça a namorada deste; e o chefe da Stasi quer ficar nas boas graças do Ministro), o inspector deixa-se influenciar pelas escutas sobre liberdade e direitos humanos.

Dia 17 de Julho
O Caimão
França/Itália, 2006, 112`
De Nanni Moretti

O último filme de Nanni Moretti, uma metáfora sobre a Itália contemporânea, relata a história de um produtor em falência profissional e sentimental, Bruno Bonomo, que tem um passado de produtor de filmes de série Z com títulos inspiradores como "Os Mocassins Assassinos" ou "Maciste vs. Freud". Mas agora não consegue arranjar financiamento para o seu próximo projecto, "O Regresso de Cristóvão Colombo". Estrangulado pelas dívidas e fraquezas, com o casamento em risco e os filhos perdidos, Bruno perde o norte. É aí que o seu caminho se cruza com o de uma jovem realizadora que lhe entrega um guião, "O Caimão".

Dia 18 de Julho
Inland Empire
EUA/França/Polónia, 2006, 172`, M/16
De David Lynch

David Lynch analisa a relação entre o actor e a representação através de uma mulher presa aos papéis que lhe são dados representar, quer na sua profissão quer na sua vida, e para quem a entrega à interpretação torna totalmente difusa a linha entre ambas. A textura maleável do vídeo digital (o filme foi todo filmado em digital de baixa resolução) alia-se a um tempo que se dobra sobre si mesmo, (con)fundindo o ontem, o amanhã, o depois de amanhã, no presente em que é pensado/visto. Pode-se estar em diversos locais ao mesmo tempo ou diversos tempos no mesmo local. Lynch sabe como funciona a mente do espectador, como insistimos sempre em colar os bocados todos da história. Mas ele prefere que cada um faça, na sua mente, o seu próprio filme. Em cada imagem, joga com as nossas expectativas. Usando as palavras que todos conhecemos, constrói uma linguagem com frases novas, surpreendentes e perturbantes.

Dia 19 de Julho
Climas
Turquia, 2006, 101`, M/12
De Nuri Bilge Ceylan
Prémio da Crítica Internacional em Cannes em 2006

Climas é um filme feito das subtilezas próprias da amargura. Não existe aqui propriamente uma felicidade, uma satisfação perante a vida, existem palavras que ficam por dizer, sentimentos que ficam por explicar. Há momentos que não voltam e há tempos que passam, de repente é tarde de mais. Mesmo que nos pareça que o tempo se prolonga até à eternidade nos grandes planos do filme, belíssimos, longos e extremamente significativos. [...] Climas vive destes desencontros na vida das pessoas, alimentado por uma bela fotografia e por momentos de suspensão temporal baseados em grandes planos, em tempos longos, como se não existisse tempo. E ficamos com essa sensação de angústia sem tempo, que pode durar toda um vida.

Dia 23 de Julho
Still Life – Natureza Morta
China/ Hong Kong, 2006, 108`, M/12
De Jia Zhang Ke

“Natureza Morta” pertence a uma família do cinema contemporâneo e moderno que tomou como prioridade fazer trabalho de memória: filmar o que está condenado, filmar o que vai desaparecer. No caso, uma cidade chinesa.
Há uma "poesia das ruínas" a trabalhar em "Natureza Morta", e é por ela, pelo seu efeito hipnótico, que a cidade se transforma num labirinto feito de uma estranha e quase acolhedora familiaridade. Aliás, as histórias "humanas" de "Natureza Morta" falam disso: gente que vem de fora à procura de outros, que vieram para Fengjie meses ou anos antes trabalhar nas demolições e nunca mais deram sinal de vida. As entranhas descarnadas de Fengjie também são "o mundo", uma bolsa que acolhe os desenraizados e os volta a enraizar em estado catatónico.
Dia 24 de Julho
A Maldição da Flor Dourada
China/Hong-Kong, 2006, Cores, 114`, M/16
De Zhang Yimou
Baseado na peça do chinês Yu Cao, que por seu turno tem várias alusões à obra de Shakespeare, nomeadamente a King Lear, Othello ou Hamlet, esta história de traição, crime e vingança passa-se na China do século X, no final da Dinastia Tang. Na véspera do Festival Chong Yang, flores douradas enchem o Palácio Imperial. O Imperador regressa inesperadamente com o seu segundo filho, o Príncipe Jai. O pretexto é celebrar as festividades com a família, apesar da relação fria que mantêm com a Imperatriz. Durante as grandiosas e belíssimas festividades, negros segredos serão revelados, rebeliões tomarão forma e o sangue manchará o dourado das flores.


Dia 25 de Julho
A Nuvem
Alemanha, 2006, 105`, M/12
De Gregor Schnitzler

Um acidente numa central nuclear perto de Frankfurt lança o pânico no país. Uma gigantesca nuvem radioactiva foi libertada e avança em direcção à cidade de Schlitz. Toda a população que vive nos arredores da central nuclear fica imediatamente contaminada e rapidamente morrem 38.000 pessoas. Todos os que vivem um pouco mais afastados tentam fugir. Entre eles está Hannah, de 16 anos, e o namorado Elmar. À medida que a lei e a ordem deixam de existir, eles tentam escapar da zona de perigo.
Baseado no bestseller de Gudrun Pausewang, o filma procura retratar a angústia, o desespero e a incapacidade de lidar com um acidente nuclear, mesmo num país como a Alemanha.

Dia 26 de Julho
20, 13 – Purgatório
Portugal, 2006, M/16
De Joaquim Leitão

Guerra do Ultramar, Norte de Moçambique, 24 de Dezembro de 1969. Uma patrulha percorre a picada, de regresso ao aquartelamento, trazendo um prisioneiro. Estão cansados, avançam sob um calor sufocante, estão desejosos por chegar e têm um dos seus ferido. Avizinham-se também as festividades, para matar por umas horas a saudade e iludir a tristeza de estar longe, da guerra. Contam que terão uma noite em paz, sem tiros, dado o costume da trégua tácita em noite e dia de Natal. Mas não será uma noite tranquila.


Preçário
Preço normal 4,50€
Preço estudante e sénior 3,50€
Para mais informações contactar:
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República
3000-343 Coimbra
Telefone: 239 855 630
Bilheteira: 17h00-22h00 de segunda a sábado
Telefone: 239 855 636

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Grupo de Fados COIMBRA DE SEMPRE

NOITES DA CANÇÃO DE COIMBRA 2007
Escadório de Santo António dos Olivais
Grupo de Fados COIMBRA DE SEMPRE
17 de Julho às 21h30

Até início do mês de Setembro, as Noites da Canção de Coimbra dão corpo a mais um projecto que é organizado pela Autarquia de Coimbra, através do Pelouro da Cultura e que tem como principal objectivo divulgar a Canção de Coimbra, por forma a cativar desde a população local aos turistas que acorrem a Coimbra nesta época.
As sonoridades de raiz coimbrã serão apresentadas por um grupo fundado em 1998, que surgiu no seio da Academia de Coimbra e que, desde Fevereiro de 1999, integra a Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra.
De serenata em serenata, passando por diversos espectáculos de rua e de câmara, saraus académicos e outras apresentações públicas, este grupo tem vindo a perseguir a verdadeira essência do Fado de Coimbra.
A formação actual conta com Dominique Ventura, Nuno Dias e António Paulino.

sábado, 14 de julho de 2007

Festival de Curtas de Vila do Conde


Prémios atribuidos

Festival de Curtas de Vila do Conde



Após uma semana intensa com a projecção de centenas de películas foram atribuídos os tão ambicionados prémios:


- Prémio Curta Metragem

" Europa 2007 "de Pedro Caldas- Portugal 2007


- Grande Prémio Cidade Vila do Conde

exaequo:

"Capitalism-Child Labour" de Ken Jacobs- Estados Unidos 2007

"Nymph "de Ken Jacobs - Estados Unidos 2007


- Prémio Experimental

" Annem Sinema Ogreniyor" de Mesimi Yetik - Turquia 2006


- Prémio Animação

" Blue Karma Tiger " de Mia Hulterstarm Ececilia Actis - Suécia 2006


- Prémio Documentário

" De Functió" de Jorge Tur - Espanha 2006


- Prémio Ficção

" Compilation-Douze Instants D'Amour Non Partagé" de Frank Beauvais - França 2007


- Prémio Take One

" Gentes do Mar" de Dânia Lucas - Portugal 2007


- Prémio Take One ( Video Run)

1º -" Auto Run"

2º-" Delicaten"

3º-"Inferno"


-Prémio Video Musical

" Birds -Vitalic" de Pleix - França 2006


- Prémio UIP

" Plot Point" de Nicolas Provost- Bélgica 2007


- Prémio Público

"Yaptik - Hasse" de Edgar Ebartenev - Rússia 2006


- Prémio Onda Curta/RTP 2

" Amin" de David Dusa

"Jeu" de Georges Schwizgebel

"Gravity " de Nicolas Provost

" Alguna Tristeza" de Juan Alejandro Ramirez

" The Days and the Hours" de Kristine Samuelson e John Haptas


- Menção Honrosa

" Faq"( Part I) de Sagi Groner


Luis Represas no Casino Estoril

Luís Represas

regressa em concerto
ao Du Arte Lounge do Casino Estoril


O álbum “A História Toda” constitui o ponto de partida para mais um “Grande Concerto” de Luís Represas no Casino Estoril.

Habituado a esgotar o Du Arte Lounge, o cantor não esquecerá, numa versão mais intimista, os seus melhores êxitos. O reencontro com o público está marcado para o próximo dia 19 de Julho, pelas 23 e 30.
O Casino Estoril acolhe, assim, outro concerto dedicado à genuína música portuguesa.

Luís Represas apresentará temas no Du Arte Lounge que reflectem uma, bem sucedida, experiência a solo, assim como outros clássicos dos “Trovante”.
Editado em DVD e duplo CD, “A História Toda” apresenta-se como uma obra completa, reunindo os principais momentos do percurso musical de Luís Represas.
Canções como “Balada das Sete Saias”, “Neva Sobre a Marginal”, “Feiticeira”, “125 Azul”, “Perdidamente”, “Timor”, “Da Próxima Vez”, “Hora do Lobo”, “Foi Como Foi”, “Fora de Tempo” ou “Não Ponhas o Vestido”, explicam o sucesso deste disco.
Bem recebido pelo público, o registo com “A História Toda” assinalou, da melhor forma, os 30 anos de carreira do cantor.

“Penso que atingi o meu objectivo, ou seja, pôr nas mãos das pessoas um documento áudio ou vídeo que não é mais do que o meu cartão de identidade. Foi muito bom sentir que as pessoas entenderam isso”, revela Luis Represas.
Figura de relevo nos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, Luís Represas diz que, “este ciclo reveste-se sempre de uma especial intimidade e partilha com o público, ao que não é alheio o conceito misto entre bar e sala de espectáculos”.
“Os Concertos no Du Arte Lounge são, talvez, das ideias mais simpáticas e conseguidas, porque trazem a música portuguesa para perto do público. E isto com um grande sentido de dignidade, profissionalismo e qualidade.

Num país onde os bons hábitos morrem cedo, aqui temos um grande exemplo de longevidade saudável”, conclui.
Com numerosas actuações agendadas pelo País, o artista está envolvido, ainda, noutros importantes projectos. “Estou em fase de composição para um disco novo de originais. Gostava de lançá-lo no fim do ano”, diz Luís Represas.

Festival Delta Tejo na próxima semana



DELTA TEJO


É FESTIVAL NEUTRO EM CARBONO


O Festival Delta Tejo, que decorre no Alto da Ajuda, de 20 a 22 de Julho, vai ser um evento Carbonfree.

As emissões de gases com efeito de estufa, responsáveis pelas alterações climáticas, associadas à realização do evento serão integralmente compensadas.

Desta forma, o Delta Tejo torna-se um festival que não contribui para o agravamento das alterações climáticas.
Esta é mais uma iniciativa do programa “Planeta Delta”, que integra várias acções de cariz social e ambiental e cuja missão estratégica é proteger o clima e a biodiversidade e contribuir para um planeta melhor.
As emissões de gases com efeito de estufa durante a realização do festival resultam, entre outras, das viagens em avião (por exemplo, dos artistas internacionais), das viagens dos espectadores (de carro, comboio, autocarro) desde os seus locais de residência até ao recinto e regresso, do tratamento dos resíduos sólidos gerados no festival e da produção de electricidade consumida.
Neste processo de compensação, a empresa de Campo Maior assume-se, mais uma vez, como fonte de exemplo de cidadania empresarial, “desbravando caminhos que esperamos possam vir a ser seguidos por outras empresas ou entidades que pretendem compensar as suas emissões”, salienta o comendador Rui Nabeiro, fundador do Grupo Nabeiro.
Consciente de que existem diversas opções para compensar as emissões, desde projectos voluntários através, por exemplo, da captura de carbono em solos agrícolas, até à compra de licenças de emissão de carbono no Comércio Europeu de Licenças de Emissão, a Delta pretende fazer uma consulta internacional aberta a todos os fornecedores de créditos de emissão.
No processo de cálculo e na consulta ao mercado para aquisição dos créditos de compensação, a Delta conta com a parceria e o apoio da Ecoprogresso – Consultores em Ambiente e Desenvolvimento Sustentado, empresa de consultoria especializada em gestão de carbono e que colabora já com o grupo nestas matérias.



FESTIVAL DELTA TEJO

NEUTRO EM CARBONO

Portugal Jazz continua hoje na Sertão e em Silves


Quinteto de JOSÉ MENEZES “In & Out”

José Menezes (saxofones)
Gonçalo Marques (tromp./flug)
Júlio Resende (piano)
Hugo Antunes (contrabaixo)
João Rijo (bateria)

Este grupo, liderado por um dos mais experientes saxofonistas portugueses e onde se incluem alguns dos melhores músicos da nova geração do Jazz nacional apresentará, na Sertã, um programa expressamente preparado para este concerto integrado no festival itinerante “PortugalJazz”.
Este concerto relembrará a música de Joe Henderson e Woody Shaw, dois dos nomes mais marcantes do Jazz “Blue Note”, nomes que fizeram História e cuja influência permanece até aos dias de hoje. Da surpresa dos temas de Henderson, ao poder tranquilo de uma balada de Woody Shaw, este repertório transporta o público numa viagem por um imaginário onde o inesperado pode acontecer “ao dobrar da esquina”.
Gonçalo Marques, um dos mais originais jovens trompetistas, Júlio Resende, talentoso pianista de quem ainda muito iremos ouvir falar, Hugo Antunes, com quem o contrabaixo ganhou uma nova energia e João Rijo, baterista cuja experiência contradiz a sua juventude, acompanham José Menezes nesta noite de Jazz que ficará, sem dúvida, na memória de quem a ela assistir.



TRIO DE AFONSO PAIS “Subsequências”


Albert Sanz (hammond)
Marco Franco (bateria)
Joana Machado (voz, convidada especial)

«“Subsequências” combina o idioma jazzístico com outras influências musicais e adapta a erudição da típica composição de jazz instrumental a um propósito mais abrangente.»
No seu mais recente projecto discográfico – Subsequências – o guitarrista Afonso Pais inspira-se na forte ligação musical entre Portugal e o Brasil, tendo como convidado Edu Lobo, um dos grandes mestres da Música Popular Brasileira (MPB) e criador do que muitos intitularam a “canção sofisticada”, na qual os sons da MPB se misturam com os universos do jazz e da música erudita. O álbum foi gravado nos MB Estúdios, no Porto, em Abril de 2006, e apresentado ao vivo com Edu Lobo no Festival de Jazz de Valado dos Frades e na Culturgest, em Lisboa. Um disco onde a inspiração do improviso encontra o seu lugar na subtileza de uma canção.

Sexta-feira 13 em Penela com Carlos Bica



Foi em noite de sexta-feira 13 que o Festival Itinerante de Jazz PORTUGAL JAZZ e Carlos Bica visitaram o castelo medieval de Penela.
Superstições à parte, a verdade é que o infortúnio bateu à porta do Jazz ao Centro Clube (JACC), entidade responsável pela organização do festival. Com hora marcada para as 21:30, o concerto começou com mais de uma hora de atraso. Este início tardio deveu-se a uma falha técnica na corrente eléctrica que alimentava o recinto do evento. Porém, nem a falta de iluminação, nem a demora e o frio da noite que se fazia sentir desmobilizou o público que ocorreu ao local para ver e ouvir dois músicos de referência no panorama do jazz, consagrados em Portugal e aplaudidos além fronteiras.
O contabaixista, radicado na Alemanha, Carlos Bica convidou Mário Delgado a acompanhá-lo à guitarra. A cumplicidade que une estes dois músicos rapidamente transpareceu na harmonia das melodias executadas e na cumplicidade em palco.
Neste concerto Carlos Bica tocou grande parte dos temas do seu projecto a solo “Single”, mas também deambulou pelo albúm “Belivever” (recentemente apresentado com o Trio Azul no Teatro Académico de Gil Vicente) e recordou algumas composições um pouco mais antigas, como foi o caso de “roses for you”. Para além dos temas já conhecidos, concedeu ao público o privilégio de escutar melodias ainda por gravar. Tal como confidenciou durante a actuação, o músico compõe sempre aos pares, “Canção nº2” é o título provisório de uma música a ser integrada num próximo albúm de originais.
Num local carregado de história, como é o caso deste castelo de montanha em pedra de granito, edificado em 1097 pelo conde D. Sisenando e classificado como monumento nacional desde 1910, é fácil viajar no tempo. Foi numa noite mágica que a música pairou no ar e os últimos acordes ecoaram já passava da meia-noite.

Texto e fotografias - Teresa Arsénio