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terça-feira, 22 de julho de 2008

CITEMOR em cena já a 25 de Julho

CITEMOR
30º FESTIVAL DE MONTEMOR-O-VELHO 2008
25 DE JULHO A 16 DE AGOSTO


“O festival de teatro mais antigo do país está prestes a entrar na 30ª edição. Montemor-o-Velho é, mais uma vez, palco para diversas criações artísticas contemporâneas. Do teatro, à música, dando um pezinho de dança na dança, no cinema e até na internet. É o CITEMOR e dispensa apresentações.
(…)
O CITEMOR lança-se também para o espaço global que é a internet, “onde não há centro nem periferia, não há proximidade nem distância”. O blog http://www.citemor.blogspot.com/ é uma janela para o festival onde, “através do vídeo, da fotografia, do texto escrito e da conversa”, se promete tocar “o íntimo e as narrativas pessoais de um lugar que se chama Montemor-o-Velho por ocasião de um festival que se chama Citemor”.
O programa do festival já aqui foi publicado no HARDMUSICA.COM
http://hardmusicapontocom.blogspot.com/2008/07/festival-em-montemor-o-velho.html
Mais informações:
http://www.citemor.com/ http://www.citemor.blogspot.com/

terça-feira, 7 de agosto de 2007

CITEMOR em despedida

A 29ª edição do CITEMOR – FESTIVAL DE MONTEMOR-O-VELHO aproxima-se a passos largos do seu final, já no próximo sábado.
8 de Agosto - 22:30 - Castelo
UM FILME INDECENTE
, de John Waters
COMUNIDADES - Ciclo de Cinema ao Ar Livre
O ciclo programado pelo coreógrafo Francisco Camacho sob o tema "comunidades" encerra com a projecção da comédia de John Waters "Um Filme Indecente".
9 de Agosto - 22:30 - Teatro Esther de Carvalho
A MORTE DO ARTISTA
co-produção
Há cerca de um ano, um artista decidiu realizar aquele que sabia ser o seu último projecto artístico. Em colaboração com o festival Citemor, organizou uma residência artística com outros artistas de diversas áreas para criar uma obra. Esta residência foi envolta em alguma polémica, tanto pelo estado delicado do artista que dirigiu este projecto como pelo facto de o mesmo ter decidido manter o anonimato, assinando apenas como A. A última obra de A não chegou a ser criada. No entanto, a residência artística aconteceu durante várias semanas. O filme que agora será mostrado pela primeira vez é uma selecção de dezenas de horas de registos em vídeo, feitos pelo próprio A, durante essas semanas.
10 e 11 de Agosto - 22:30 - Celeiro Agrícola
EL TEMBLOR DE LA CARNE
, de Carlos Marquerie
Compañía Lucas Cranach
co-produção, residência de criação, estreia
"El temblor de la carne" é a segunda prestação cénica de "El cuerpo de los amantes", projecto iniciado em finais de 2004 e que até à data inclui a obra "Que me abreve de besos tu boca" (estreia no Citemor em Julho de 2005, em co-produção com a Sala Nasa de Santiago de Compostela), uma série de desenhos e a instalação "El lecho de los amantes".
"El cuerpo de los amantes" é um lugar para a reflexão sobre o amor e a morte, sobre o que neste binómio é indecifrável para a razão e fica nas mãos da poesia. "El temblor de la carne", uma espécie de continuação ou prolongamento de "Que me abreve de besos tu boca", é ao mesmo tempo o seu antónimo: da palavra que surgia do silêncio ao silêncio que nasce quando a palavra morre. Do arroz que convertia o espaço num leito de fertilidade à natureza morta, repleta dos vestígios de uma vida. Como vanitas composto a partir do efémero da existência, onde a palavra brota, outorgando vida à decomposição e acolhendo a busca obsessiva do instante.
"No hay experiencia espiritual sin la complicidad de lo corpóreo" ("Teresa de Ávila ou A aventura corpórea do espírito", em La piedra y el centro, de José Ángel Valente). Objecto de reflexão e verbo da obra, continua a meditação em voz alta sobre o corpo, o oculto por detrás da pele, o dilema entre a sua dimensão espiritual e a dimensão puramente física, e tudo aquilo que dificilmente podemos entender dele, e que se prolonga, progressiva e inevitavelmente, até à morte, sendo ao mesmo tempo albergue do prazer. "El temblor de la carne" com o passar do tempo, a Natureza e a transformação que a paisagem sofre no renascer da Primavera, o seu paralelismo com o Homem e o amor como motor de esperança.
11 de Agosto - 24:00 - Castelo
SPACEBOYS + Kalaf + Flak + Rodrigo Amado
Com vontade de explorar mais a fundo e de uma forma mais livre e abstracta o groove e as suas múltiplas facetas, em 1998, os três elementos nucleares dos Cool Hipnoise - Francisco Rebelo, João Gomes e Tiago Santos fundaram os Spaceboys.
Do seu laboratório espacial em Lisboa, concebem a poderosa liga funk com a qual constroem as suas fantásticas diversões voadoras. A sua missão é transmitir uma mensagem de pura vibração cósmica e celebração intergaláctica que possa facilmente ser compreendida por todas as mentes e musicheads do universo. A partir dos ensinamentos de Sun Ra, Lonnie Liston Smith, Fela, Van McCoy, Ed Wood ou Lee Perry, os Spaceboys recorrem aos ritmos mais irresistíveis do planeta e à universal sabedoria do groove em busca dos limites exteriores da super consciência cósmica - o Funk!
Para esta missão Citemor 29 os Spaceboys convidaram a integrar a sua tripulação Kalaf, Flak e Rodrigo Amado.
INSTALAÇÃO DE ANGÉLICA LIDDELL
A instalação video "Temor y Temblor" de Angélica Liddell , inspirada no texto com o mesmo nome de Kierkeegard e utilizando a técnica de narração com a "imagem fixa" de Cris Marker, ficará disponível até ao dia 11 de Agosto, entre as 16:00 e as 20:00, no edifício que acolhe o secretariado do festival na Rua Dr. José Galvão em Montemor-o-Velho.


informações e reservas www.citemor.com

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

SPACEBOYS no CITEMOR

om




SPACEBOYS encerram o CITEMOR
e convidam

RODRIGO AMADO

FLAK

11 de Agosto às 24:00
CASTELO

Com vontade de explorar mais a fundo e de uma forma mais livre e abstracta o groove e as suas múltiplas facetas, em 1998, os três elementos nucleares dos Cool Hipnoise - Francisco Rebelo, João Gomes e Tiago Santos fundaram os Spaceboys.
Do seu laboratório espacial em Lisboa, concebem a poderosa liga funk com a qual constroem as suas fantásticas diversões voadoras. A sua missão é transmitir uma mensagem de pura vibração cósmica e celebração intergaláctica que possa facilmente ser compreendida por todas as mentes e musicheads do universo. A partir dos ensinamentos de Sun Ra, Lonnie Liston Smith, Fela, Van McCoy, Ed Wood ou Lee Perry, os Spaceboys recorrem aos ritmos mais irresistíveis do planeta e à universal sabedoria do groove em busca dos limites exteriores da super consciência cósmica - o Funk!
Para esta missão Citemor 29 os Spaceboys convidaram a integrar a sua tripulação Rodrigo Amado e Flak.

Francisco Rebelo baixo
João Gomes teclados
Tiago Santos guitarra
Rodrigo Amado saxofones
Flak: guitarra

Bilhete: €10
Bilhete com desconto: €7(desconto aplicável a menores de 25 anos, estudantes e profissionais das artes do espectáculo)

LESIONES INCOMPATIBLES CON LA VIDA, BROKEN BLOSSOMS e YO NO SOY BONITA no CITEMOR




Dias 2 e 4 de Agosto em cena no CITEMOR
LESIONES INCOMPATIBLES CON LA VIDA
BROKEN BLOSSOMS
YO NO SOY BONITA


22:30 Sala B

LESIONES INCOMPATIBLES CON LA VIDA
L.I.C.L.V tem como origem uma decisão: NÃO QUERO TER FILHOS.
L.I.C.L.V responde à pergunta: PORQUE NÃO QUERO TER FILHOS?
Passo da decência da ficção à indecência do real.O MEU CORPO CONVERTE-SE NUM MANIFESTO CRUEL CONTRA A SOCIEDADE. O MEU CORPO CONVERTE-SE EM PROTESTO. Durante um ano reflecti sobre a família confrontando uma fotografia familiar da minha infância com a publicidade das cidades, os pedintes, os supermercados, a minha vida quotidiana. TENTEI QUE CADA IMAGEM FOTOGRAFADA FOSSE UMA BATALHA. E AO MESMO TEMPO UMA DERROTA DA FAMÍLIA, UMA DERROTA DA SOCIEDADE.L.I.C.L.V é uma RAIVA, uma FÚRIA, UM PASSO MAIS NO MEU PROCESSO DE EXTINÇÃO.
Co-produção: Festival Escena Contemporánea - Madrid e Iaquinandi SL

BROKEN BLOSSOMS


Uma entrevista com uma estudante de jornalismo, que está a confeccionar uma tese sobre dramaturgos espanhóis, desencadeia uma reflexão sobre o conceito "inteligência", e principalmente sobre as consequências da escrita e da arte. O trabalho com um grupo de atrasados mentais procura ser uma via para relativizar as ditas consequências.


Co-produção: Casa de América e Iaquinandi SL




YO NO SOY BONITA
A partir de uma experiência pessoal (um abuso aparentemente insignificante, menor) aborda-se o problema do abuso de crianças, quer dizer, mergulhamos na origem quotidiana, rotineira e tabu, que muitas vezes desemboca em violação e morte. O sexo determina infelizmente mais um medo, como consequência de uma forma de violência que diz respeito quase exclusivamente ao sexo feminino e que em numerosos casos termina em morte. É um medo de nascença, poderíamos dizer que é uma espécie de marca, um privilégio invertido, como se nós, as raparigas, nascêssemos com uma letra escarlate dependurada do ventre, um estigma que nos introduz na roleta russa das alimárias bárbaras.
Co-produção: Museo Nacional de Arte Reina Sofía e Iaquinandi SL
Bilhete €10
Bilhete com desconto €7(desconto aplicável a menores de 25 anos, estudantes e profissionais das artes do espectáculo)

sexta-feira, 27 de julho de 2007

ÚLTIMA CHAMADA e COLECÇÃO PRIVADA


Citemor apresenta
ÚLTIMA CHAMADA
COLECÇÃO PRIVADA
Dia 28 de Julho às 22:30 [sala b]



ÚLTIMA CHAMADA constitui-se como uma colecção de objectos pessoais, inscritos no espaço através de uma acumulação de percursos, em que se cruzam relações amorosas e viagens.
O que será que nos fez partir sem prever o necessário?Estar longe, fazer novos conhecimentos, sentir saudades, fazer contas à vida, coleccionar objectos, perder o sentido de orientação, registar locais de passagem, marcar encontros, perder a noção do tempo, articular novas palavras, transportar bens pessoais em segurança, ponderar pequenos excessos, descobrir as diferenças, projectar à distância, invadir o espaço, olhar por entre as coisas, habitar com data marcada, perder de vista, voltar a casa, estar sozinho no meio do trânsito, agarrar no mapa e partir, trancar a porta, fechar os olhos, andar em círculos, contar até um, lançar o isco, calcular os riscos, não esperar nada, domesticar quem está ao nosso lado, não dizer nada, esperar por amanhã, não abandonar a bagagem, fazer amor às escuras, inflacionar as coisas, não ter resposta para tudo, ter tudo no bolso.
Concepção e interpretação: Rafael Alvarez
Produção Executiva: EIRA/Paula Caruço
Apoio em residência: Galeria Zé dos Bois
COLECÇÃO PRIVADA constitui-se como uma colecção de objectos pessoais, inscritos no espaço através de uma acumulação de ocupações, em que se cruzam relações amorosas e espaços domésticos.
O que será que nos fez ficar sem prever o necessário?Estar perto, sentir saudades, oferecer a outra face, negociar fronteiras, fazer contas à vida, coleccionar objectos, perder o sentido de tempo, registar as falhas, conceder desejos, marcar as diferenças, limitar o espaço, articular antigas palavras, memorizar a primeira vez, ganhar terreno, partir a louça, olhar para o lado, olhar para trás, fazer a cama, arrumar bens pessoais em privacidade, lavar a roupa suja, ponderar pequenos excessos, descobrir as diferenças, projectar à distancia, invadir o espaço, olhar por entre as coisas, separar os bens, dormir até de manhã, fazer as pazes, tirar medidas, falar no plural, tirar os cantos à casa, fazer milagres, não pregar olho, habitar com data marcada, esquecer rápido, voltar a casa, estar sozinho no meio do quarto, trancar a porta, fechar os olhos, andar em círculos, contar até um, somar dois mais dois, olhar para o lado, calcular os riscos, esperar tudo, domesticar quem está ao nosso lado, partir o verniz, capitalizar o compromisso, não dizer nada, esperar por amanhã, não abandonar o lume, varrer para baixo do tapete, ouvir a voz da razão, inflacionar as coisas, não ter resposta para tudo, ter tudo dentro de casa, separar as águas, vestir a camisola, esperar sentado.
Colecção Privada (2007) constitui a segunda parte de uma trilogia iniciada com Última Chamada (2005) e que será concluída em 2008.
Através deste projecto, pretende-se desenvolver e aprofundar uma dimensão objectual no discurso coreográfico. Procurando investigar de que forma, as relações amorosas constroem, regulam e reorganizam a nossa história pessoal, quer seja pela sua busca incessante, pela sua repetição e rotina, pela sua ausência ou fuga, ou pela sua quebra ou morte.
Cada objecto co-habita com uma história, que se inicia com a sua concepção e só termina com a sua destruição ou reciclagem, um ciclo de vida cuja narrativa se constitui como biografia, sujeita na maioria dos casos a convenções pragmáticas de funcionalidade, estética e valor económico. Um objecto aparece-nos inicialmente como uma imagem, imagem que existe na dependência da acção do nosso corpo.
O espaço doméstico a casa, é por natureza um lugar do privado, da intimidade e do social, marca as fronteiras entre exterior e interior, onde o corpo é sempre o referente. É um dos principais espaços e territórios, onde se constrói e se domestica a identidade.
Vivemos sozinhos ou partilhamos a nossa casa com alguém de quem gostamos (idealmente). Viver a dois (casal) tem implicações físicas, espaciais, comportamentais, sociais e económicas determinantes, decerto diferentes de uma vida celibatária ou nómada.
Contudo este trabalho não pretende avançar com uma visão crítica, face a uma ou outra forma de experienciar as relações amorosas. Antes, procura coleccionar acções, objectos e histórias pessoais e incógnitas, desencadeando no espaço, percursos e narrativas cruzadas em torno do movimento, do tempo e do espaço, de uma casa e de um corpo.Rafael Alvarez
Concepção e interpretação: Rafael Alvarez
Desenho de Luz: Nuno Patinho
Produção executiva: EIRA/Paula Caruço
Co-Produção: Citemor
Projecto financiado pelo Ministério da Cultura/ Instituto das Artes

sexta-feira, 20 de julho de 2007

Cinema ao ar livre no CITEMOR


"ÚLTIMA SESSÃO" dia 22 no Castelo de Montemor-o-Velho




O CITEMOR, inicia no próximo domingo, o ciclo de cinema ao ar livre com o filme "A ÚLTIMA SESSÃO", um filme de P.Bogdanovich de 1971).

A sessão será apresentada no Castelo e o inicio está marcado para as 22:30.
.


Ciclo de Cinema ao Ar Livre

"O Citemor propõe, em 2007, um conjunto de filmes em que se optou por localizar as histórias no seio de comunidades mais pequenas. Estas situam-se nos subúrbios de grandes cidades americanas, em localidades menos amplas, numa ilha perdida no sul da Sicília ou numa América imaginada num estúdio europeu. As personagens dividem-se entre o sentido de pertença e o desejo de evasão, a submissão às normas estabelecidas e a subversão. Podemos rever-nos nas relações que estabelecem e nos acontecimentos que protagonizam, assim como ser surpreendidos e escaparem à nossa compreensão.
Desfrutando de obras marcantes cinematográficas das últimas décadas, a população de Montemor-o-Velho e a comunidade de público do Citemor podem dialogar com outras vidas que não se encerram na lógica das grandes metrópoles."Francisco Camacho
Os próximos filmes serão apresentados nos dias 25 e 29 deste mês e nos dias 1, 5 e 8 de Agosto. A estrada é livre

quarta-feira, 18 de julho de 2007

OS VIVOS abrem o CITEMOR


O CITEMOR continua VIVO e recomendasse

Com inauguração marcada para amanhã, a 29ª Edição do CITEMOR abre com a estreia "OS VIVOS". Esta co-produção com o Teatro O BANDO estará em cena nos dias 19, 20 e 21, às 22:30 na Praça da República.


"OS Vivos" surge na sequência do espectáculo "Luto Clandestino", de Jacinto Lucas Pires, que estreou nas ruas de Palmela em 2006, num cenário urbano e habitado. Uma co-produção com a FIAR, associação cultural e o patrocínio da Câmara Municipal de Palmela.
Em "OS Vivos", parte-se da ideia que o "Luto Clandestino" será o primeiro acto de um texto maior, onde se vão juntar mais personagens. As ideias são as da culpa e do desejo, da imaginação e da memória, de estar vivo e de não estar. Há um luto mal resolvido, há a vontade de o resolver. Há uma mulher de meia-idade, que é mãe, há um jovem, que é namorado, e agora haverá também um marido, uma empregada e uma morta.
Esta criação, a estrear no Festival CITEMOR, desponta de um trabalho de continuidade com o autor, mas possuindo agora uma nova dimensão, mais alargada.
"Chama-se "OS VIVOS" esta comédia sobre a morte. Quando a escrevi, a partir de uma peça-em-um-acto que tinha feito para o bando no ano passado, surpreendi-me com a aparência convencional da sua estrutura e com a dispersão de pontos de vista no seu contar. Talvez seja o resultado lógico de levar a morte para dentro de casa, pensei na altura. E, no entanto, ao ouvir depois as primeiras leituras dos actores, já não era isso que me chamava a atenção. Quase o contrário: os cortes, as dissonâncias, os desvios; o impossível feito real, como nos sonhos (e no teatro). E também a voz de conjunto que parecia ficar a ressoar no fim de tudo. "OS VIVOS": uma peça sobre não morrer com a morte."
Jacinto Lucas Pires
Após a estreia em Montemor-o-Velho, o espectáculo estará em cena no Teatro O Bando (Palmela) de 13 de Setembro a 21 de Outubro.

Texto: Jacinto Lucas Pires

Encenação: João Brites

Espaço Cénico: João Brites e Rui Francisco

Oralidade: Teresa LimaFigurinos e Adereços: Clara Bento

Interpretação: Ana Freitas, Dinis Machado, Inês Rosado, João Garcia Miguel e Paula Só

Co-produção: Teatro O Bando / Citemor

Bilhete: 10EUR

Bilhete com desconto: 7EUR(desconto aplicável a menores de 25 anos, estudantes e profissionais das artes do espectáculo)

terça-feira, 17 de julho de 2007

Citemor 2007



E já lá vão…. 29 edições

O CITEMOR – FESTIVAL DE MONTEMOR-O-VELHO comemora este ano a sua 29ª edição.
De 19 de Julho a 11 de Agosto a arte e a cultura vão andar de mãos datas em Montemor-o-Velho.
Esta vila, cujos vestígios remontam ao período neolítico, há muito que sabe receber bem os artistas e quem a visita. Os meses de Julho e Agosto são sinónimo de Festival e animação.
As apresentações decorrerão em vários locais históricos entre os quais destacamos o castelo e o Teatro Esther de Carvalho.
As primeiras referências à povoação e ao castelo datam do ano de 848, quando Ramiro I das Astúrias e o seu tio, o Abade João do Convento de Lorvão o conquistaram. Já em 1994, o edifício sofreu obras de recuperação e consolidação das muralhas, arranjo dos jardins e instalação da iluminação permanente. Foi decretado Monumento Nacional em 1910 e das suas muralhas avistam-se os arrozais do rio Mondego.
O Teatro Esther de Carvalho, recuperado e reaberto ao público em 2003, é um edifício do final do Século XIX com uma estrutura arquitectónica simples mas com elementos interiores de decoração mais rica. Foi um dos últimos teatros projectados com inspiração nos modelos neoclássicos. Com a designação inicial de Teatro Infante D.Manuel, a sua riqueza interior em muito se deve à decoração em madeira totalmente pintada. No século XX, em homenagem à actriz montemorense, Esther de Carvalho passa a ter a actual designação.
PROGRAMA Citemor — 29º Festival de Montemor-o-Velho

OS VIVOS
Teatro O Bando
19, 20 e 21 de Julho 22:30
Praça da República
co-produção, residência de criação, estreia

OITO EXERCÍCIOS PARA MÃE E FILHA
Marta Pisco
26 e 27 de Julho 22:30
Teatro Esther de Carvalho
co-produção, residência de criação, antestreia

ÚLTIMA CHAMADA seguido de COLECÇÃO PRIVADA
Rafael Alvarez,
28 de Julho 22:30
sala b
co-produção, estreia


LESIONES INCOMPATIBLES CON LA VIDA seguida de BROKEN BLOSSOMS e YO NO SOY BONITA
Angélica Liddell
2 e 4 de Agosto 22:30
sala b
estreia nacional


SPACEBOYS + Rodrigo Amado + Flak
3 de Agosto 22:30
Teatro Esther de Carvalho

A MORTE DO ARTISTA
9 de Agosto 22:30
Teatro Esther de Carvalho
co-produção


EL TEMBLOR DE LA CARNE
Carlos MarquerieCompañía Lucas Cranach
10 e 11 de Agosto 22:30
Celeiro Agrícola
co-produção, residência de criação, estreia

COMUNIDADES
Ciclo de Cinema ao Ar Livre
22, 25 e 29 de Julho; 1, 5 e 8 de Agosto 22:30
Castelo


Informações e reservas

http://www.citemor.com
http://www.citemor.blogspot.com/
festival@citemor.com

CITEMOR – FESTIVAL de MONTEWMOR-o-VELHO
Apartado 7
3141-250 Montemor-o-velho
Telf.: +351 239 689 505

Apoios


Teatro Nacional D. Maria II
Teatro Nacional de S. João
Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo
Companhia de Teatro de Almada
Centro Cultural de Belém
Máfia
Cooperativa Teatro dos Castelos
Junta de Freguesia de Montemor-o-VelhoGutenberg - Artes Gráficas
Atlético Clube MontemorenseAssociação Diogo de Azambuja
Atalanta Filmes
Câmaras Municipais de Aveiro, Coimbra e Figueira da Foz