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sábado, 6 de dezembro de 2008

O Exílio de D.Amélia em exposição


Os anos de Exílio da Rainha D. Amélia.
Colecção Rémi Fénérol


A história da que é hoje a Colecção Rémi Fénérol começou como um acto único de preservação da memória da Rainha D. Amélia por parte daqueles que a serviram ao longo de anos, por vezes mais do que uma geração, quer em Portugal quer nos anos de exílio no Reino Unido e em França.



O espólio não reclamado por nenhum dos familiares mais próximos de D. Amélia, após a sua morte, em 1951, em grande parte porque não contemplado em testamento, assim como os muitos objectos que a rainha generosamente ofereceu aos seus empregados durante anos, foi guardado nos sótãos dos Girard-Souza-Moreau, dos Jouve e de outros para quem as peças provenientes da Rainha eram relíquias a guardar.
O actual Coleccionador, Rémi Fénérol, começou por reunir tudo aquilo que dissesse respeito a D. Amélia, que para além de ser bisneta do rei Luís Filipe de Orléans era rainha.
Começava assim a actual Colecção.
Ao longo dos anos foram sendo acrescentadas peças provenientes de espólios de outros antigos servidores, comprados directamente a estes ou aos seus familiares, bem como objectos oriundos de leilões de familiares da rainha que haviam recebido peças em herança.
Os objectos que agora se apresentam são uma pequena selecção de uma colecção maior que reúne os mais variados tipos de obras: vestuário, pequenos objectos de colecção, pintura, fotografia, livros, documentos e parte dos diários da Rainha.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Exposição e Concerto na Fábrica Braço de Prata



NA FÁBRICA BRAÇO DE PRATA, UM NOVO ESPAÇODE CULTURA

UMA EXPOSIÇÃO E UM CONCERTO HOJE PELAS 21 HORAS

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

A Cultura em V.F. de Xira no mês de Novembro



“Cultura em Novembro”


A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira tem agendadas, para o mês de Novembro, três iniciativas de elevado interesse e relevância cultural.

“Cultura em Novembro” apresenta seguinte a seguinte programação:

X Bienal de Fotografia
De 8 de Novembro a 7 de Dezembro, no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, a X
Bienal de Fotografia
irá apresentar um conjunto de 282 trabalhos de fotógrafos amadores e
profissionais provenientes de todo o país.
As obras, da autoria de artistas que participaram em nome individual e de escolas e entidades de renome na área da fotografia, são dedicadas às mais variadas temáticas, incluindo as de carácter permanente, propostas pelo Comissariado: “Concelho de Vila Franca de Xira” e “Tauromaquia”.

Concerto por Bernardo Sassetti e Mário Laginha
Dia 14 de Novembro, pelas 21.30 Horas, no Auditório do Museu do Neo-Realismo, em Vila
Franca de Xira, terá lugar um Concerto pelos pianistas Bernardo Sassetti e Mário Laginha.
O espectáculo está integrado na Cerimónia de Entrega do “Prémio Carlos Paredes 2008”,
pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, a Pedro Jóia (vencedor, com o trabalho
discográfico “À Espera de Armandinho”).

Bailado Contemporâneo
Dia 28 de Novembro, pelas 21.30 Horas, no Auditório do Ateneu Artístico Vilafranquense,
terá lugar a realização do Espectáculo “RANDOM” pela Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo.

Exposição Lisboa 1758 continua até finais de Dezembro



Lisboa 1758, o Plano da Baixa hoje
Continua até 28 de Dezembro
Mais de 7500 visitantes


Estudantes, professores, especialistas e grande público são os principais visitantes desta mostra de grandes dimensões que, nos últimos meses, registou um aumento significativo de visitas.

Os seus visitantes são unânimes ao confirmarem que se trata de uma exposição de grande escala, onde se pode observar todos os elementos constituintes de um dos planos urbanísticos mais relevantes: O Plano da Baixa de 1758.
Por isso, a exposição continuará patente – agora com reproduções dos originais – até ao próximo dia 28 de Dezembro, no Páteo da Galé (junto aos CTT) - Praça do Comércio.
A exposição organiza-se em três secções principais: 1) contextos e antecedentes; 2) o plano de 1758 em todas as suas perspectivas e características, com especial relevância para as questões metodológicas; 3) a evolução da área-plano da Baixa entre a 2ª metade do sec.XVIII e a actualidade, na qual se expõe a estratégia delineada pelo actual executivo para a revitalização da Baixa, baseada na implementação de medidas urbanísticas de fundo e pelo desenvolvimento de projectos âncora.
Brevemente será lançado o catálogo que é constituído pelas edições, em português e em inglês, de um volume de textos escritos sob encomenda, acompanhado por um disco no qual estão disponíveis, através de meios dinâmicos de consulta, os textos e elementos gráficos e audiovisuais da exposição, bem como o registo da sua montagem.
Mais do que um volume agradável, o catálogo é, assim, uma ferramenta imprescindível para todos quantos se interessem pelo tema.
Se ainda não visitou a exposição, não perca esta oportunidade!
Horário: todos os dias das 11h00 às 19h00
Marcação de visitas guiadas (quintas-feiras: 11h00/14h00):
Contactos: 21 798 89 96 / 21 798 85 26; e-mail: conceicao.pinto@cm-lisboa.pt
Preços dos Bilhetes:
Normal – 3,00€ + 65 anos - 1,50€
Estudantes - 1,50€
Grupo de 10 pessoas: 25€
ENTRADA GRATUITA aos Domingos

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Exposição sobre Mário Braga em Vila Franca de Xira


“Mário Braga– Um Escritor no Reino Circular”


A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira e o Museu do Neo-Realismo inauguram a Exposição Bibliográfica “Mário Braga – Um Escritor no Reino Circular”, que terá lugar no próximo Sábado, dia 15 de Novembro, pelas 16.00 Horas.

Por várias razões, o escritor Mário Braga (Coimbra, 1921) é um caso singular no universo literário neo-realista.

Autor de uma obra expressa em diversos géneros, é ainda hoje sobretudo reconhecido como contista de mérito inquestionável.

Na verdade, o romance, o teatro e o ensaio são esporádicos na sua obra, tendo o conto assumido maior e decisivo protagonismo no seu exercício ficcional.

Ao longo do seu percurso literário foi apurando uma forma de escrever simples,directa e incisiva, que introduziu alguma novidade na tradição do conto rústico português.

O ruralismo da Beira Interior converte-se rapidamente no ambiente privilegiado da 1.ª fase da sua carreira, dando aos seus textos, no entanto, uma expressão de universalidade comum a outros escritores neo-realistas.

Já na fase de maturidade, não só a cidade surge mais amiúde, como dedica mais atenção à designada “análise dialéctica do eu”, sem abandonar, porém, as preocupações de carácter social.

A crónica e o texto político preenchem a sua última fase de produção literária, menos dedicada, por isso, à prática da ficção.

A Exposição, com curadoria de David Santos e António Mota Redol, estará patente até 26 de Abril de 2009.


Horários:

3.ª a 6.ª feira das 10.00 às 19.00 Horas

Sábados das 15.00 às 22.00 Horas

Domingos das 11.00 às18.00 Horas

Encerra às 2.ªs feiras e feriados.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Hugo Rodrugies Cunha vence prémio FNAC

A edição de 2008 do Prémio Novo Talento Fnac Fotografia recebeu 176 candidaturas.
Foi considerado vencedor o portfólio UM PONTO EXACTO PARA VER, de Hugo Rodrigues Cunha.

O júri constituído por:

Fátima Marques Pereira (professora do ensino universitário de teoria e história da fotografia)
António Pedro Ferreira (fotojornalista do semanário Expresso)
António Júlio Duarte (fotógrafo)
Miguel von Hafe Pérez (crítico de arte e comissário de exposições)
Sérgio B. Gomes (editor do Público Online e autor do Blog Arte Photographica)
Distinguiu também com menções especiais os portfólios A & J de José Carlos Duarte e 10 RETRATOS, 10 ESCULTURAS de Alexandre Delmar.


UM PONTO EXACTO PARA VER
Hugo Rodrigues Cunha
FNAC ALMADA 20 NOVEMBRO, às 21H30
INAUGURAÇÃO COM A PRESENÇA DO AUTOR E MEMBROS DO JÚRI

Exposição patente de 20 de Novembro de 2008 a 18 de Fevereiro de 2009

“Olha-se o Tejo, de frente, sempre de frente, e descobre-se o que existe entre ele e o local onde está a câmara fotográfica. Cada fotografia realizada tem associada uma imagem de domínio publico, feita através do Google Earth, onde está assinalado o local exacto onde a fotografia foi captada. Este trabalho é constituído por vinte e uma impressões, cada uma delas com duas imagens, e gira em torno de dois conceitos: o estático e a mudança; o estático da fotografia e as mudanças no rio pela sua água, mas também o quase estático de uma frente ribeirinha contrariado pela comparação entre as duas imagens.”

Hugo Rodrigues Cunha

Um ponto exacto para ver

Um Ponto Exacto Para Ver mostra-nos como a seriação cartográfica através da fotografia pode abandonar a sua condição primeira de documento utilitário e vago de carga simbólica para um objecto estético carregado de referentes que questiona e pensa a maneira como hoje nos relacionamos com uma ideia de espaço em sucessivas aproximações, em novas perspectivas, cada vez mais visível e disponível em todo o tipo de suportes digitais.
A linguagem de registo geotopográfico encontrou na fotografia um dos seus mais poderosos aliados. Ao servir-se dela como suporte não satisfez apenas uma necessidade de representação realística e descritiva - criou, por si, obras de relevância conceptual e poética únicas e forneceu massa criativa a uma grande diversidade de autores ao longo da história da imagem fotográfica. Hoje, representa um dos mais intensos programas de produção artística ligados à fotografia contemporânea. O trabalho de Hugo Rodrigues Cunha é herdeiro dessa corrente que usa diferentes abordagens da espacialidade à procura de significados travestidos, ocultos, que tentam aproximar-se de uma organização do real, de uma certa ordem do olhar. Partindo de um visão bidimensional de imagens satélite disponibilizadas pelo programa informático Google Earth, a partir da qual é possível ver boa parte da superfície terrestre, Um Ponto Exacto Para Ver convoca-nos para uma experiência ao mesmo tempo documental e contemplativa, onde, para além do exercício de encontrar as diferenças e as semelhanças num e noutro registo, ganham importância, numa ordem estética, as cargas histórica, social, política, económica e ecológica transportadas pela imagem fotográfica tridimensional.
Este último modo de ver dá-nos o "conforto" da verticalidade em relação ao chão e, em muitos casos, a largueza em perspectiva. Mas é só uma liberdade aparente porque, ao mesmo tempo, está lá a visão cega em profundidade, minuciosa em localização e contexto, onde vemos o aguilhão do pionés que nos manieta e orienta o olhar, que nos sublinha a imobilidade fotográfica através de uma longitude e uma latitude.
É uma dualidade visualmente atraente que nos leva a seguir a configuração, recorte e organização do rio Tejo na margem lisboeta, muito perto da desembocadura no mar. À medida que o olhar segue do ponto exacto de onde se vê pela linha do horizonte para onde somos impelidos a ver revela-se uma margem ribeirinha que continua inacessível e em desalinho.
Para lá da emoção que nos provoca a diferença das escalas fornecida pela bidimensionalidade da
imagem pública do Google Earth, Um Ponto Exacto Para Ver incentiva-nos a rever as referências que guardamos de um espaço e a pôr em causa de forma crítica as imagens que temos dele.

Júri Novo Talento Fnac Fotografia 2008


Biografia de Hugo Rodrigues Cunha

Hugo Rodrigues Cunha nasceu a 5 de Abril 1974 e desde cedo manifestou algumas tendências
fotográficas, sendo perseguido, como todo o iniciado, por um bom pôr do Sol e os seus próprios pés.
No ano de 1993 ingressa no curso de Ensino de Física e Química- variante de Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que conclui em 2000. Em 1997 inicia a sua actividade como monitor de Natação, actividade que ainda exerce juntamente com a de professor de físico-química desde 1999.
Em 2002 entra no Mestrado em História e Filosofia da Ciência na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa do qual conclui a parte curricular em 2003.
Em Fevereiro de 2007 inicia finalmente os seus estudos em fotografia no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, onde frequenta actualmente o nível 3. Estudou ainda no “Atelier de Lisboa” onde frequentou os Cursos de Laboratório Digital e o Curso Teórico de Linguagem Fotográfica. Vence o Prémio “Novo Talento FNAC Fotografia” em 2008.


Menção Especial
A&J
José Carlos Duarte
FNAC ALFRAGIDE 27 NOV 2008 – 28 JAN 2009

O António e a Joana (A&J) apaixonaram-se na noite de S. João, no Porto. Dois anos mais tarde, no mesmo dia, casaram-se. Não queriam fotógrafos de casamento profissionais, contavam com os amigos para fazer a cobertura deste acontecimento. Joana, a noiva, pediu ao José, o amigo, que usasse “aquela máquina que faz fotografias quadradas”.
Esta experiência resultou num trabalho de 21 fotografias que se afastam intencionalmente do registo tradicional das reportagens de casamento, esboçando só ligeiramente o acto cerimonial. Os símbolos populares das festas de S. João, que decoravam o local, são evidenciados de modo a remeter para o passado dos noivos – as circunstâncias em que ambos se conheceram.

José Carlos Duarte

Menção Especial
10 RETRATOS, 10 ESCULTURAS
Alexandre Delmar
FNAC VISEU 18 DEZ 2008 – 28 JAN 2009
Sempre me interroguei sobre limites e fronteiras do retrato e da escultura. Será a visibilidade do rosto um factor preponderante na identificação do tema “retrato”? Ou a “escultura” será sempre uma qualificação dada após a mão-de-obra do escultor?
A viagem iniciou-se em Delhi.
Estando num país estranho, nunca me incentivou em demasia a imagem descritiva dos locais mais relevantes. Nuca me fascinou a procura obstinada pelo exótico. A imagem que procurava, encontrei-a em todas as cidades: uma imagem específica, talvez desterritorializada, estática e reflectida, por vezes plástica.
Foi uma viagem de descoberta. Tudo foi estranho e revelador. Quando cheguei, confundi retratos com esculturas.


Alexandre Delmar

Desde 2003, a FNAC organiza o Prémio Novo Talento Fnac Fotografia procurando consagrar jovens fotógrafos que apresentem trabalhos inéditos, originais e com uma escrita fotográfica coerente. Em 5 edições, foram vencedores deste Prémio Pedro Guimarães, Francisco Kessler, António Lucas Soares, Virgílio Ferreira, João Margalha, Nelson d'Aires e Inês d'Orey.

Manuel Taraio em exposição no Casino Estoril


Notável exposição de Pintura
de Manuel Taraio no Estoril

Encontra-se patente ao público na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição de Pintura de Manuel Taraio, justamente considerado um dos mais qualificados coloristas do nosso tempo. Na presente exposição mostra-nos o que é a Pintura em todo o seu esplendor e em todas as suas potencialidades.
A sua formação de arquitecto paisagista e técnica apurada na utilização da sua riquíssima paleta são razões fundamentais do seu êxito.
Manuel Taraio adquiriu a sua formação artística em França, onde estudou na Escola Superior de Belas Artes de Bordéus e, mais tarde, na Escola de Artes Decorativas de Nice.

Regressado a Portugal, iniciou uma carreira artística na área da Pintura, adoptando uma escrita muito forte e pessoal, dentro de uma linha neofigurativa e um visível expressionismo lírico.
Manuel Taraio impôs em pouco tempo a sua obra, usando o fascínio da cor, o perfeccionismo da composição, o sábio tratamento da luz e uma temática sempre bem acolhida, utilizando exclusivamente o óleo sobre tela.
Esta exposição ficará patente ao público até 16 de Novembro, todos os dias, das 15 ás 24 horas.

Artistas Plásticos na Junta de Carcavelos


“ ARTISTAS DA ATEAR “


Exposição de pintura da Associação dos Artistas Plástico de Carcavelos

De 1 à 16 de Novembro de 2008 na Junta de Freguesia de Carcavelos.

De 1 a 30 de Novembro de 2008 nas Montras Comercias de Carcavelos


OS ARTISTAS

ALICE ALEIXO * ANA LEAL * ANABELA SEGURADO * ANA MARIA PINGO * BEATRIZ SOARES * CLARA SOARES * CHRIS * CATARINA SOARES * EDNA DE ARARAQUARA * EMAÚZ * HORÁCIO COSTA * F.GABRIEL * JAYR PENY * JOÃO M. * LUIS FARROLAS * JULIA BEST * LILIA ROQUE * LUCINDA MATOS * M.E.AFONSO * MARTA * NÁNÁ * OFÉLIA * PAULA PESTANA * SUSANA SAMPAIO * VIFER * VIVIAN VILELA * TIXA * ZÉ CORDEIRO

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Gabriela Machado expõe na Galeria 3+1

Gabriela Machado, artista brasileira, apresenta, hoje , na Galeria 3+1, a sua primeira exposição individual em Portugal.
A artista descreve o seu fazer artístico como um voo cego, uma aflição poética de fazer a pintura sair através de descargas de cor na tela sem fundo, sem espaço, sem narrativa.
As obras de Gabriela Machado falam de um processo total de energia ,envolvimento e devoção à Pintura.

Remade in Portugal no Museu da Electricidade a partir de amanhã



REMADE IN PORTUGAL 2008
Museu da Electricidade - 1 a 16 de Novembro

Depois do grande sucesso da edição de 2007, o Remade in Portugal regressa em 2008 com mais criadores, novos produtos e outras novidades.
Este ano a exposição internacional de eco-design, que se realizou em 2007 na Estufa Fria, passa para o Museu da Electricidade onde ficará de 1 a 16 de Novembro.
Além da área expositiva, onde estarão representados os países que fazem parte da rede REMADE IN, (Brasil, Chile, Itália, Argentina, França e Espanha) vão realizar-se eventos paralelos como um ciclo de conferências, concertos, workshops e actividades para os mais novos.
Este ano, a organização do Remade in Portugal, convidou novos criadores que se vão juntar aos Designers e Arquitectos que já colaboraram no ano passado com o projecto.
Ana Salazar e Maria Gambina juntaram-se a Nuno Gama e Luís Buchinho na área da Moda, Dasein, SimpleFormsDesign, Carlos Aguiar, Rita Garizo, OM-JP e Henrique Ralheta na área do Design e António Portugal, Manuel M. Reis, Mg Design, Mafalda Nunes e João Mendes Ribeiro na área da Arquitectura, são os novos nomes que este ano apresentam trabalhos na exposição do Museu da Electricidade.

Adalberto Dias, arquitecto, Alda Tomás, designer, Álvaro Siza, arquitecto, Francisco Providência, designer, José Manuel Carvalho Araújo, arquitecto, Nuno Sottomayor, arquitecto, Pedro Silva Dias, designer, Pedro Sottomayor, designer, criadores que já apresentaram trabalhos em 2007 regressam com novas criações.

O “Remade in Portugal” é a transposição para o panorama nacional de um projecto italiano denominado “Remade in Italy” que pretende incentivar as empresas a desenvolver produtos utilizando materiais reciclados, que apresentem um desenho original e qualidade de produção.
Este projecto foi criado pela entidade italiana “Regione Lombardia” em 2004 e rapidamente se estabeleceu como uma referência, contando com a participação, entre outros, do Ministério do Ambiente italiano e de vários consórcios ligados à reciclagem.

Com a finalidade de difundir a cultura do eco-design e do desenvolvimento sustentável a um nível internacional, o “Remade in Italy” criou uma rede da qual já fazem parte, Portugal, Chile, Brasil e Argentina.
Espanha e França são os próximos países a aderir a esta iniciativa.
Em Portugal o projecto conta com o apoio institucional da Agência Portuguesa do Ambiente.
Durante o ano de 2008 foi criada a área comercial do Remade in Portugal com o objectivo de dinamizar a comercialização destes produtos, brevemente teremos novidades para anunciar sobre o desenrolar desta vertente do projecto.
O Remade in Portugal consolida este ano o objectivo inicial de juntar empresas, criadores e vontade política para desenvolver o design ecológico, em Portugal, ao mesmo tempo que divulga o trabalho dos criadores portugueses nos circuitos expositivos internacionais.
O carácter inovador e transversal deste projecto continua a merecer as atenções do público, empresas e instituições o que justifica o seu regresso em 2008, com mais dias de exposição, mais eventos paralelos e mais vontade de surpreender!

Designers

Adalberto Dias, arquitecto
Alda Tomás, designer
Ana Salazar, estilista
António Portugal e Manuel M. Reis, arquitectos
Álvaro Siza, arquitecto
Carlos Aguiar, designer
Carvalho Araújo, arquitecto
Dasein, designers
Francisco Providência, designer
Henrique Ralheta, designer
João Mendes Ribeiro, arquitecto
Luís Buchinho, estilista
Mafalda Nunes, arquitecta
Maria Gambina, estilista
Mg Design, arquitecto
Nuno Gama, estilista
Nuno Sottomayor, arquitecto
OM-JP, designers
Pedro Silva Dias, designer
Pedro Sottomayor, designer
Rita Garizo, designer
SimpleFormsDesigns, designers
Soraia Abreu, estudante de design, vencedora do Concurso de Mobiliário em Materiais Reciclados da CGD

domingo, 14 de setembro de 2008

Semana de Cultura em Santarém



SEMANA CULTURAL EM SANTARÉM


17 de Set._Quarta-Feira 21h45
Às 4as. No Bar do Sá
Música e Canções da Venezuela
Interpretação de músicas e canções da Venezuela por Eduardo Ramírez Castro (instrumentista de Quatro) e Norka Baíz (cantora).
Diálogo com o público sobre os instrumentos característicos da Venezuela e sobre a história da música da Venezuela – Orquestra Típica Nacional da Venezuela.

19 de Set._Sexta-Feira 21h30
A Guitarra Portuguesa encontra o Jazz
Org. Conservatório Música Santarém
Do gosto partilhado pelo Jazz deu-se encontro, do improviso a composição.
Em A Guitarra Portuguesa Encontra o Jazz, Fernando Alvim e Ricardo Marques estreiam um conjunto de peças originais com influências de Jazz e Bossa Nova, aqui interpretadas à Guitarra e à Viola.
Intérpretes: Fernando Alvim viola dedilhada Ricardo Marques guitarra portuguesa
21 de Set._Domingo 16h00
Mobile – espectáculo de pranchas
Companhia Chabatz D’Entrar
"Fazer tudo com nada"
, este poderia ser o fio conductor de MOBILE.
MOBILE explora a manipulação e a colocação no espaço através de combinações improvisadas e equilíbrio incerto…
Criação e Interpretação: Damien Caufepé Olivier Léger Cyrille Tillé

01 a 26 de Set.
Exposição bibliográfica
Ruy Belo
Casa do Brasil

19 de Set._Sexta-Feira 10h30
Workshop no âmbito do Dia Mundial da Pessoa com Alzheimer
A Câmara Municipal de Santarém e a Associação Alzheimer Portugal assinalam o Dia Mundial da Pessoa com Alzheimer com um workshop sobre "Os direitos das pessoas com Incapacidade – O seu exercício e formas de suprimento no Direito Português e soluções previstas noutros ordenamentos jurídicos".

20 de Set. a 19 de Out.
Bar/Galeria
Exposição de pintura a óleo de Maria Helena Serrão

Além de pintura, Maria Helena Serrão trabalha em artes cerâmicas porcelana, azulejo, gesso, faianças e olaria.
A Exposição inaugura às 15h30.

Jornadas Europeias do Património
No Património... Acontece
18 a 28 de Set.
Em Santarém

domingo, 7 de setembro de 2008

Festa do Avante 2008






FESTA DO AVANTE 2008

Depois de uma abertura muito chuvosa que obrigou ao cancelamento de alguns espectáculos nomeadamente a noite de ópera que contava com a participação da Orquestra Sinfónica Ginásio Ópera e de artistas do canto lírico nacionais e estrangeiros, a Festa do Avante já com o sol a brilhar, continuou para satisfação dos milhares de visitantes presentes na Atalaia.

A Festa do Avante é um acontecimento eminentemente político que marca, anualmente o início da actividade política do Partido Comunista Português.


No entanto e paralelamente nesta Festa concentram-se inúmeros eventos de carácter predominantemente cultural que vão desde a Feira do Livro e do Disco, aos Debates no Forum sobre diversos assuntos da actualidade nacional e internacional, às peças no Avanteatro, aos concertso no palco 1º de Maio e aos mega concertos no palco 25 de Abril.


Para outros existe o Espaço Ciência onde podem tomar contacto com as mais diversas tecnologias da Informação e da Comunicação.


E para os que gostam do contacto com outras culturas há o Espaço Internacional com stands de Partidos congéneres mostrando a sua gastronomia, a sua música ,enfim a sua cultura.


Mas a atracção principal da Festa do Avante são os concertos que decorrem nos palcos 1º de Maio e 25 de Abril.


E ontem pelo 1º de Maio passaram entre outros os Navegante,Krissy Mathews, Pedro Jóia e a fechar Camané, que ouviu uma ovação grande e sentida.


No palco 25 de Abril vimos actuar Coal Porters, Vieux Farka Touré, Júlio Pereira, e a finalizar Da Weasel.

Bons concertos que agradaram sucessivamente ás várias faixas etárias presentes.


De salientar no Avanteatro a exibição de " O Tinteiro ", pelo Intervalo Grupo de Teatro .

A história de Crock, um empregado de escritório que gosta de celebrar a Primavera, trazendo flores para o local de trabalho, e que choca constantemente com o poder absoluto de chefes repressivos, parece ter acertado em cheio na alma de um povo que vivia sob o regime salazarista, no Portugal dos anos 60.
Ainda hoje Armando Caldas não sabe como o texto passou na censura. «Sempre nos fizemos essa pergunta. Penso que nunca acreditaram que a peça e o grupo se aguentassem. Estavam confiantes que O Tinteiro não estaria mais do que um mês em cena». O engano não podia ter sido maior. Estiveram uma temporada – de Setembro de 1961 a Julho de 1962. É um problema de exploração do homem pelo homem.
É toda a estrutura que se monta ali naquele escritório, desde a bufaria até à subserviência, onde existem uns testas de ferro que denunciam os que amam a liberdade, os que gostam que a justiça seja mais ampla. O Tinteiro, como o Portugal das lutas liberais e da revolta da Maria da Fonte, na narrativa de Cardoso Pires, são imagens de uma mesma realidade que nos é dada a ver através de óculos diferentes.
Uma peça que foi apresentada em primeiro representação pelo Teatro Moderno de Lisboa que funcionava no então Cinema Império e que foi de curta duração. No entanto esta peça representada em 1961 deu brado e confusão mas os muitos jovens que a ela assistiram não mais esqueceram esse evento.

Fez bem a Direcção da Festa em levá-la à cena 47 anos depois. Nunca é demais relembrar certos factos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Vozes Nómadas

Vozes Nómadas
Esculturas/Objectos de José de Guimarães
Até 13 de Setembro
Edifício Chiado - Coimbra

Oeuvre

José de Guimarães é um artista transcultural como sublinhou Pierre Restany. Apaixonado da cultura africana, criou um diálogo estético entre esta e a cultura europeia. A sua obra, de grande notoriedade, mergulha num imaginário rico e diverso como uma longa viagem entre o ocidente e o oriente. Desde os anos oitenta que interroga também a cultura chinesa antiga e se impregna da arte pré colombiano.
Numerosas exposições têm feito descobrir a sua obra não só na Europa como na Ásia e na América. Residindo entre Lisboa e Paris, José de Guimarães criou uma síntese pessoal das civilizações, que aprofunda com paixão.
Na Galeria de Exposições Temporárias do Edifício Chiado o artista expõe esculturas de aço e bronze iluminadas com as palavras de néon, do poeta Philippe Jones, que projectam as suas sombras contra as paredes brancas. “Vozes Nómadas” como as do poema que inspirou a exposição, criando assim um “nomadismo perpétuo”, como refere Jean-Pierre Van Tighem: “Guimarães está em nomadismo perpétuo. A sua bagagem está repleta de morfemas que se transformam num alfabeto tribal. Desde a África até à cultura urbana ocidental e oriental emergem sinais que são a simbiose entre a utopia e a realidade. Enriquece quando se inspira num poema como o de Camões, ou de Jones. Uma outra dimensão onírica é introduzida neste percurso tal como, outrora, a Gioconda, Vélasquez, ou Rubens. O universo mental do artista é também habitado por relíquias e artes primitivas. A imersão total na África, no México, no Brasil, no Japão, na China e noutros locais deixou, aliás, marcas indeléveis. Porém, em todos os casos, José de Guimarães atribuiu uma primazia significativa ao imaginário, perante a realidade cultural e quotidiana. Volta sempre às suas raízes nesta realidade do sonho.
Horário : Terça a Sexta - 11h00 às 19h00; Sábado - 11h00 às 13h00 e 14h00 às 19h00
Encerra: Domingo, Segunda e feriados.
Informações
Casa Municipal da Cultura;
Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail -
cultura@cm-coimbra.pt;www.cm-coimbra.pt

domingo, 17 de agosto de 2008

Dia Mundial da Fotografia

Centro Português de Fotografia/Direcção-Geral de Arquivos
actividades especialmente programadas no âmbito da
Comemoração do Dia Mundial da Fotografia (19 de Agosto).


Workshop “O Aprendiz de Fotógrafo”

Esta actividade lúdica e pedagógica, especialmente direccionada para crianças entre os 7 e os 10 anos, permitirá aos mais novos aprender alguns princípios da fotografia brincando.
Estão programadas duas sessões (das 10.00h às 12.30h e das 15.00h às 17.30h) com a duração de 2.30h cada uma, para um número máximo de 12 participantes por sessão.
As inscrições são gratuitas.
Os interessados poderão inscrever individual ou colectivamente as crianças até às 12.30h do dia 18 de Agosto.
Contacto para inscrições:Tel. 222 076 310 (Ângela Carvalho ou Dinora Rodrigues)E-mail: secretariado@cpf.pt


Inauguração das Exposições “De um Chão Nosso” e “Viagens”


Bases fotográficas para um Inquérito à paisagem construída das aldeias do Douro Vinhateiro, trabalho de Mário João Mesquita (com a participação de Sónia Pinto Basto) e “Viagens, fotografias de Manuel Araújo, que terá lugar no edifício da ex-Cadeia da Relação do Porto, no próximo dia 19 de Agosto (terça-feira), pelas 19.00h.
Os autores estarão presentes.

Breve resumo das mostras

“De um Chão Nosso”, Bases fotográficas para um Inquérito à paisagem construída das aldeias do Douro Vinhateiro
Trabalho de Mário João Mesquita (com a participação de Sónia Pinto Basto)
O documento apresentado, produzido a partir de uma reportagem fotográfica realizada durante o ano de 2007, toma a forma de umas bases fotográficas para um Inquérito, um inquérito regional, através das quais se possibilita o entendimento da realidade construída de um conjunto abrangente de aldeias que, dispersas no território duriense, formam entre si uma rede com significado, sentido e conteúdo identitário.

Exposição patente até ao dia 2 de Novembro na Sala Aurélio da Paz dos Reis do Centro Português de Fotografia

“Viagens”, fotografias de Manuel Araújo
Com a sua câmara de 35mm, Manuel Araújo foi captando, a preto e branco, imagens que visualmente nos transportam para além fronteiras.
Deixam-nos as cores, os cheiros, as vestes, os monumentos e tudo o mais que nos deslumbra ao ter a visão ampliada de cada fotograma.

Exposição patente até ao dia 14 de Setembro na Sala de Reuniões do Centro Português de Fotografia

Alargamento do horário de abertura do CPF No âmbito da Comemoração do Dia Mundial da Fotografia, o Centro Português de Fotografia estará excepcionalmente aberto ao público até às 21.30h.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Festival Internacional de Escultura em Areia



FIESA 2008 em Pêra até dia 22 de Outubro



HOLLYWOOD é o tema da 6ª edição do Festival Internacional de Escultura em Areia - FIESA 2008, a decorrer em Pêra, no Algarve, todos os dias, de 22 de Maio e 22 de Outubro, entre as 10h00 e as 24h00.




Este ano o FIESA propõe ao visitante uma viagem fabulosa através dos mais belos cenários dos filmes de Hollywood, neste que é o maior evento mundial de escultura em areia, único na Peninsula Ibérica - trinta mil toneladas de areia, numa área de quinze mil metros quadrados, esculpida por cinquenta escultores de várias nacionalidades, internacionalmente reconhecidos e especialistas na construção em areia.




Ficção, humor e fantasia são alguns dos ingredientes que podemos encontrar representados em areia, assim como personagens bem conhecidas em todo o mundo - Charlie Chaplin, Marlyn Monroe, King Kong, os Marretas e os famosos Dinossauros, que farão as delicias de pequenos e graúdos numa visita sem dúvida inesquecivel, ao reino da fantasia. O festival integra ainda uma dimensão lúdica e criativa com um espaço para realização de actividades de escultura em areia, onde diariamente, adultos, jovens e crianças podem ensaiar e mostrar as suas capacidades criativas nesta forma de expressão artística.




De dia admire as esculturas em todo o seu pormenor e à noite deixe-se seduzir por um ambiente fantástico, com uma programação variada de música ao vivo, teatro, dança e artes performativas.
















quarta-feira, 2 de julho de 2008

Exposições a visitar!


Galerias 1 e 2
Morada: Rua Professor Francisco Gentil, Nº8 Loja D/E1600-624
Lisboa
Telefone: 21 756 84 70
Telemóvel: 91 998 98 21
Fax: 21 756 84 71
Galerias 3
Morada: Rua Rodrigo da Fonseca, Nº107 b, 1600-239
Lisboa(frente ao Hotel Ritz)
Telefone: 21 756 84 70
Telemóvel: 91 998 98 21
Fax: 21 756 84 71

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Santo António em foco na Sé de Lisboa

A figura de Santo António inspirou 70 artistas que criaram mais de 600 obras para uma exposição patente durante o mês de Junho, em Lisboa, na galeria "A Arte da Terra", dedicada à cultura tradicional portuguesa.

Uma peça com Santo António de olhos esbugalhados, sentado e com um livro ao colo apresenta-o como um mensageiro e é o símbolo da exposição «A transformação da palavra em arte» que decorre de 01 de Junho a 06 de Julho, no âmbito da programação das Festas de Lisboa.

Este é o quarto ano que a galeria faz uma exposição deste género, mas todos os anos é diferente, porque as peças que representam o santo são sempre diferentes, disse à Lusa Filomena Frade, que dirige este espaço junto à Sé de Lisboa.

As exposições anteriores tinham uma dimensão menor, explicou, por sua vez, António Ramos, proprietário da faleria, adiantando que esta "não é uma exposição de santinhos".

Trata-se de apresentar diferentes visões artísticas do culto de Sto. António.

Há peças em pedra, madeira, barro, folhelho de milho, pasta de papel, arame, azulejo e missanga e, a par destas figuras concebidas por escultores e artesãos de todo o país e destinadas a venda, há seis outras obras de arte sacra do século XVIII que pertencem ao espólio da Casa Museu José Régio, de Portalegre, e foram emprestadas para esta exposição.

"Há uma adoração muito grande à imagem de Sto. António, há muitos coleccionadores e há muita procura", sublinhou a gerente da galeria.

Entre os 70 artistas que contribuiram para a abordagem ao culto de um santo que é festejado a 13 de Junho em Lisboa, há peças de Júlia Ramalho, pertencente a uma família com tradição no artesanato. O seu filho António Ramalho também assina obras nesta mostra, onde ainda está representado o escultor Jorge Mealha.

"São todas peças diferentes porque são feitas uma a uma, não há moldes", indicou Filomena Frade, apontando a originalidade de algumas obras que mostram Santo António a andar de trotinette ou num veículo com 'side-car'.

O objecto mais caro custa cerca de 2500 euros e é uma peça esculpida em madeira, da autoria de Augusto Ferreira, um jovem escultor de arte sacra.

Mas também há figurinhas a partir de 10 euros. Todas inspiradas num franciscano pregador que se tornou um santo popular tido como casamenteiro e protector dos pobres.

terça-feira, 20 de maio de 2008

Allgarve 08 - Arte Contemporânea




ALLGARVE 08


ARTE CONTEMPORÂNEA



Criado pelo Turismo de Portugal, em estreita colaboração com vários municípios algarvios, com o objectivo de completar a oferta turística desta região, o ALLGARVE apresenta este ano um calendário de eventos mais alargado e ambicioso.

De Maio a Novembro, as praias únicas, os excelentes campos de golfe e os edifícios históricos voltam a servir de pano de fundo a exposições de arte contemporânea, concertos, eventos desportivos de nível internacional e festas de verão cheias de glamour.

Depois do enorme sucesso da sua primeira edição, o programa ALLGARVE 08 Arte Contemporânea volta a dar especial destaque às artes plásticas e à arquitectura.

Desenvolvido pelo Museu de Arte Contemporânea de Serralves, este programa é composto por exposições de artistas nacionais e estrangeiros que nos apresentam projectos especialmente concebidos para locais surpreendentes, como praias, antigos conventos, uma mina de sal gema ou outros espaços escolhidos em função da sua natureza.

De 14 de Junho a 7 de Setembro, os municípios de Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Portimão e Albufeira, acolhem 7 exposições em 15 cenários magníficos, nos quais estão representados 59 artistas nacionais e estrangeiros, que nos apresentam, na sua maioria, obras especialmente concebidas para os espaços que as recebem.
Deste excepcional grupo de artistas destacam-se nomes como William Kentridge, Fernanda Fragateiro, Bill Viola, Tobias Rehberger, João Tabarra, James Turrell, Miguel Palma, Ricardo Jacinto, João Maria Gusmão e Pedro Paiva e Thomas Hirschhorm.

Entre os destaques desta edição, encontra-se a parceria entre o ALLGARVE e a PHOTOESPAÑA que em 2008 apresenta no novo Museu de Portimão a exposição Sem Actividade do artista catalão Ignasí Aballí.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Museu Nacional de Arte Antiga inaugura exposição


O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) inaugura sábado três exposições, uma criada pelo artista plástico Rui Sanches em ligação com obras da colecção, outra sobre a história do museu, e a terceira sobre pintura estrangeira em miniatura.

As exposições foram hoje apresentadas à comunicação social numa visita guiada pelo director do MNAA, Paulo Henriques, um dia antes da inauguração, no âmbito da Noite dos Museus e do Dia Internacional dos Museus, que se celebra domingo, dia 18 de Maio.

"Museum" é a exposição criada por Rui Sanches - com base em 12 peças seleccionadas da colecção do MNAA - para questionar a natureza da obra de arte, o seu poder e os seus limites, num espaço do museu totalmente trabalhado pelo artista.
Concebeu oito esculturas (em contraplacado, ferro e bronze), três trabalhos em aço inox, e quatro desenhos - que resultam de "uma mistura de critérios afectivos e racionais", disse Rui Sanches, que esteve presente na visita guiada aos jornalistas - criando relações de vários tipos com as peças do MNAA.
O visitante entra na exposição e é esperado por um espelho no qual vê a própria imagem reflectida e tem de o contornar para ir ao encontro das várias peças, pinturas de vários géneros e épocas, objectos decorativos e mobiliário de diversas origens geográficas.
O artista escolheu, entre outras peças, um sacrário do século XVI, um espelho macaense do século XVIII, uma arca em madeira do século XVII e várias pinturas antigas de mestres portugueses e estrangeiros, nomeadamente "Porto de Mar", de Claude-Joseph Vernet, e a "Anunciação" de Frei Carlos.
Outra exposição que o MNAA inaugura também sábado é "Museografias", em contraponto a "Museum" de Rui Sanches, evocando, a partir de registos e documentos, algumas soluções expositivas em diferentes momentos da história do chamado "Museu das Janelas Verdes", desde o seu primeiro director, José de Figueiredo.
Numa das salas do museu, os visitantes poderão ver como eram expostas as colecções ao longo do tempo, desde o início, quando o palácio que recebe actualmente o MNAA, ainda sem o anexo depois construído, tinha as paredes das salas cobertas de quadros, numa "desnorteante promiscuidade", como deixou descrito na época o segundo director do museu, João Couto.
Esta exposição mostra alguns expositores antigos, nomeadamente com vitrais e no seu interior porcelanas, pinturas, mobiliário e alguns objectos de pequena dimensão.
A terceira exposição que o MNAA inaugura sábado é "Miniaturas Estrangeiras", um conjunto de 90 peças de retratos em miniatura pintados por artistas ingleses, franceses, espanhóis e italianos.
Nas pinturas, executadas entre os séculos XVI e XX, predominam as emoções e sentimentos das pessoas representadas, isoladamente, ou em família.
Estas pinturas em miniatura tinham o mesmo papel que viria a ter a fotografia, quando se começou a generalizar, e viriam a desaparecer gradualmente, tal como o trabalho destes

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Câmara de Sintra comemora 120º aniversário da linha ferroviária

A Câmara Municipal de Sintra, em parceria com Clube de Entusiastas do Caminho-de-Ferro (CEC), irá inaugurar no próximo dia 9 de Novembro, às 17 h e 30 m, a Exposição “120 anos da Linha de Caminho de Ferro de Sintra e dos 50 anos da electrificação da Linha de Sintra”. Esta iniciativa pretende comemorar o aniversário de uma das linhas mais importantes do sistema ferroviário nacional, inaugurada no longínquo ano de 1887. Para além da exposição, que estará patente na Biblioteca Municipal de Sintra, irá decorrer até 15 de Dezembro um ciclo de conferências sobre a Linha de Sintra.
  • Dia 9 de Novembro, “A Linha de Sintra – 120 anos de um Passado com Futuro ”, por Jorge Trigo;
  • Dia 21 de Novembro, “Da Linha de Sintra à Alta Velocidade – um Panorama da Ferrovia em Portugal”, por Paulino Pereira;
  • Dia 5 de Dezembro, “A Linha de Sintra 1887-2007”, por Gilberto Gomes;
  • Dia 15 de Dezembro, “Material Circulante e Futuro”, por Manuel Tão.
Entrada Livre