terça-feira, 18 de novembro de 2008

Instituto Profitecla abre mais uma delegação em Lisboa


INSTITUTO PROFITECLA
Abre Nova Delegação Em Lisboa

O Instituto Profitecla, uma escola profissional que tem como objectivo fundamental o ensino e a formação profissional para a satisfação das necessidades do tecido empresarial, dá mais um passo no seu crescimento, inaugurou novas instalações em Lisboa no passado dia 6 de Novembro.
Marcar a diferença pela positiva, com valores como Inovação, Credibilidade, Dinamização e Empenho foram os quatro pilares para o crescimento do Instituto Profitecla.
A oferta disponível em Lisboa engloba certificações de qualificação inicial, de qualificação avançada e de especialização em diferentes temáticas tais como Gestão e Cultura nas Organizações, Mediação de Seguros, Turismo, Secretariado, Gestão e Marketing.
A nova delegação irá proporcionar às empresas, e ao público em geral, formações de acordo com as necessidades e perfil de cada um dos intervenientes, sempre com a finalidade de tornar os seus clientes e profissionais mais competitivos, originando por sua vez, empresas mais eficazes e competitivas.
De acordo com António Ruão, director deste instituto, “o Instituto Profitecla inicia desta forma um processo de expansão que vai de encontro às necessidades dos nossos clientes do Sul do pais.
Pretendemos acima de tudo ser uma empresa de referência na área formativa, oferecendo serviços de qualidade e adequados às necessidades do mercado.”
A nova delegação está situada no 5º Piso do nº 56 do Campo Grande, numa zona com estacionamento e de fácil acesso à rede de transportes públicos, possibilitando um melhor serviço a todos os clientes.

SOBRE O INSTITUTO PROFITECLA:
O Instituto Profitecla nasce herdando o know-how e a experiência de 19 anos de ensino profissional da Escola Profissional Profitecla.
Vocacionado para ministrar cursos pós-secundário, as metodologias de formação a desenvolver pelo Instituto Profitecla centram-se no formando e no futuro ambiente de trabalho que o irá acolher, tornando-o capaz de:
aprender e saber mais para fazer melhor
aprender e saber mais para competir e cooperar
aprender e saber mais para pensar melhor e mais reflexivamente
O Instituto Profitecla não pretende apenas dotar os formandos de conhecimentos técnicos, mas acima de tudo treinar a sua aplicabilidade no mundo do trabalho.
Esta filosofia de base acredita que a mudança qualitativa dos recursos humanos do futuro do país reside na capacidade que os actores do processo formativo tiverem para trabalhar em conjunto a ideia de Escola de Sucesso e Qualificante para todos.

Blood Red Shoes com os Murdering Tripping Blues no Santiago Alquimista


MURDERING TRIPPING BLUES NA PRIMEIRA PARTE

DE BLOOD RED SHOES


A primeira parte da estreia dos Blood Red Shoes em Portugal, dia 20 de Novembro no Santiago Alquimista, vai acontecer ao som do rock demoníaco dos portugueses Murdering Tripping Blues.

De mãos sujas, o trio Lisboeta lançou o álbum de estreia. Com o rock na algibeira e a música a entrar pelas traseiras. Já diziam as velhas esposas e mães negras que o blues era música do diabo, quando empregavam a expressão “Backdoor Music”.

Se Ele existe, está a ouvir este disco em repeat. Ao vivo, a abordagem musical é mais rude e directa, com o intercalar de médios estridentes e tons graves a sair da guitarra de Henry Leone Johnson, que dispensa o uso de baixo.

Excepção feita a um único tema: “Feed, Nurse, Flatter, Use”. O ritmo é forte, vincado com a personalidade de alguém que resolveu assumir o apelido de Dynamite com intenção de lhe fazer juz.
A mais recente coqueluche da imprensa britânica, os Blood Red Shoes, estreia-se em Portugal, dia 20 de Novembro, no Santiago Alquimista, com primeira parte dos Murdering Tripping Blues.

20 DE NOVEMBRO (SANTIAGO ALQUIMISTA)21H00

Um menino e uma menina, depois de vários projectos, decidem juntar-se e no primeiro dia de ensaios compõem uma canção.
Passadas duas semanas dão o primeiro concerto e precisam de um nome para colocar no cartaz. Nascem os Blood Red Shoes.Steven Ansell e Laura-Mary Carter, são uma das bandas mais faladas em Inglaterra desde que editaram o primeiro EP, “Victory for the Magpie” em 2005, mas deixaram a crítica à espera, de água na boca, pelo primeiro álbum que só surgiu em Abril de 2008.

“Box of Secrets” mostra uma banda em perfeito estado de maturação que, de uma mistura de vários géneros, cria uma sonoridade única e praticamente inqualificável.

Fidel e Che no Discovery Civilization, hoje


HISTÓRIA, MISTÉRIOS E AVENTURAS
NO DISCOVERY CIVILIZATION

“O Fidel que eu conheço”

O Fidel que eu conheço: Este documentário examina passagens desconhecidas da vida pessoal de Fidel Castro.
Através de relatos pessoais, anedotas, testemunhos, imagens de arquivo, cartas de familiares e fotografias exclusivas, mostra-nos o ser humano oculto por baixo do uniforme.

O programa abarca quatro períodos na vida de Fidel: infância e etapa pré-revolucionária; romance e revolução; Fidel, Cuba e América Latina; homem de família e sucessão.


Estreia: Terça 18 de Novembro às 21h00

“Che Guevara”, 18 de Novembro às 21h48
Che Guevara
: Narra a história de Che Guevara, o jovem revolucionário da Argentina que se uniu à guerrilha de Fidel Castro no México para forjar a revolução cubana.
Estreia: Terça 18 de Novembro às 21h48

Brandi Carlile com mais uma data em Coimbra

Brandi Carlile
20 e 21 de Novembro às 22h00
Teatro Académico de Gil Vicente
A cantora norte-americana autora de "The Story" vai dar mais um concerto extra em Coimbra.
Depois da primeira data, 20 de Novembro, ter esgotado a produtora Musica no Coração agendou mais uma data para o dia seguinte.
O preço dos bilhetes é de €30 para a plateia e €25 para o balcão.
Informações
Teatro Académico de Gil Vicente
Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado _ telefone: 239 855 636

Novembro e Dezembro meses solidários para a ACREDITAR

Concertos de solidariedade
A favor da ACREDITAR
Pavilhão Centro de Portugal


19 e 21 de Novembro e 05 e 19 de Dezembro às 21h30

Bilhetes à venda no Pavilhão Centro de Portugal, diariamente, das 14h00 às 20h00.
Co-organização: Orquestra Clássica do Centro Câmara Municipal de Coimbra
Informações: 916994160

Azulejos do Convento do Pópulo recuperados pela CMB



MUNICÍPIO MOSTRA O QUE SALVOU
DOS AZULEJOS DO PÓPULO


A Câmara Municipal de Braga apresenta amanhã (quarta-feira, 19 de Novembro) o trabalho desenvolvido na recuperação do revestimento azulejar da escadaria nobre do Convento do Pópulo.
O acto, público, acontece às 12h00, na escadaria deste imóvel municipal e, além do Presidente da Câmara, Mesquita Machado, tem entre os convidados a Directora Regional de Cultura do Norte, a Directora do Instituto de Gestão do Património/Serviços de Bens Culturais, os directores das várias unidades museológicas de Braga e técnicos afectos ao Programa Operacional da Cultura e às empresas intervenientes neste processo.

A recuperação do revestimento azulejar do Convento do Pópulo resulta de uma candidatura formalizada pelo Município de Braga ao Programa Operacional da Cultura, no âmbito da “recuperação e animação de sítios históricos e culturais”, tendo os trabalhos de restauro sido adjudicados em Junho de 2007 e feita a sua recepção provisória em Janeiro de 2008, altura em que se contratualizou a execução e colocação de réplicas de azulejos em falta, que se prolongou até Setembro último.
Neste contexto, foi igualmente produzido um documentário videográfico sobre o processo de restauro, literatura bilingue alusiva à azulejaria em causa, produção de um trabalho em vídeo para distribuição aos visitantes (comunidade escolar) e um quiosque digital.
Embora o espaço e o trabalho ali desenvolvido possa ser apreciado desde já, as visitas-guiadas, particularmente dirigidas a grupos escolares, iniciam-se a 24 de Novembro, mediante prévia marcação junto da Divisão de Renovação Urbana.



CONVENTO DO PÓPULO
A construção da igreja e convento do Pópulo iniciou-se em finais do século XVI, pela ordem do arcebispo D. Frei Agostinho de Jesus, com o intuito de albergar o seu jazigo.

Ao longo do século XVIII foram introduzidas diversas alterações de carácter barroco, ainda hoje visíveis em múltiplos elementos decorativos do interior da igreja e nos azulejos do interior.
Em finais do século XVIII, sob a autoria do engenheiro e arquitecto Carlos Amarante, procedeu-se a obras de reconstrução, conciliando as matrizes barrocas com o neoclássico, recebendo o conjunto edificado a imagem que chegou até nós.
Após 1834, altura em que a ordem que ocupava o convento foi extinta, o imóvel foi transformado em quartel militar, perdurando essa função até à última década do século XX, altura em que foi adquirido pela Câmara Municipal de Braga, que iniciou os trabalhos de restauro e reabilitação necessários à salvaguarda do imóvel e à instalação dos serviços municipais.
Em 2006, com a colaboração do IPPAR, iniciaram-se os estudos e trabalhos técnicos que conduziram ao restauro do revestimento azulejar da escadaria nobre do convento, que se encontrava em elevado estado de degradação.
A intervenção teve por base o levantamento do estado de conservação dos mesmos, procedendo-se ao seu restauro, privilegiando o seu valor artístico, através do recurso ao uso de réplicas, colmatando lacunas existentes de modo a proporcionar a leitura e percepção estética do silhar de azulejo.Subjacente a esta intervenção esteve também o intuito de disponibilizar ao público este património, numa dimensão turistico-cultural, para que possa ser plenamente fruído.


AZULEJARIA DA ESCADARIA NOBRE

As dependências conventuais do conjunto edificado são compostas por diversos espaços, de que se destaca o claustro e a escadaria nobre.
Esta é composta por dois pares de lanços de escadas laterais, simétricas que conduzem a um patamar intermédio, amplo e rectangular, de onde irrompem dois lanços centrais opostos e que terminam nos corredores de acesso às alas laterais, respectivamente da frontaria e das traseiras.
A escadaria nobre apresenta revestimento em silhar de azulejo, composto por uma série de painéis de azulejo de contorno recortado.
Datado do século XVIII, este silhar enquadra-se no período denominado como “Ciclo dos Mestres”, que se destacou pela monocromia azul e pela contratação de pintores de cavalete para a execução de painéis de azulejos, conferindo, assim, o efeito de tridimensionalidade ao espaço onde estavam inseridos.
Iconograficamente, o revestimento da escadaria nobre do convento do Pópulo apresenta temática religiosa, relacionada com a meditação contemplativa, pela figuração de monges agostinhos em cenários bucólicos, estando directamente relacionados com a ordem religiosa que ocupava o convento, a Ordem dos Ermitãs de Santo Agostinho
Em Portugal, o azulejo assumiu especial importância pelo modo de aplicação, associado à arquitectura através de revestimento, assim como pela sua longevidade e resistência física.
No entanto, o azulejo acabou por ultrapassar a sua função utilitária, alcançando estatuto de arte que reflecte a história e cultura portuguesas.

Camané no Coliseu do Porto depois do êxito em Lisboa




CAMANÉ


Coliseu do Porto a 27 de Novembro
Apresentação de “Sempre de Mim”
Camané está, este ano, de regresso… aos originais gravados em disco, aos originais interpretados em palco!
Depois do lançamento de “Sempre de mim”, muitas foram já as localidades e as salas por onde a tour iniciada em Abril já passou, entre elas, o Coliseu de Lisboa com lotação esgotada!
E esta será a primeira vez que actua em nome próprio, no Coliseu do Porto, o que promete ser, para já, a grande apresentação ao vivo, na cidade invicta, do tão badalado novo disco.
Camané escolheu há muito o seu caminho no Fado mas todas as experiências artísticas contribuíram para o que tem alcançado em termos interpretativos; e o que é hoje visível e indiscutível é a sua postura de sobriedade, respeito e rigor perante a sua arte maior. Insistindo na divulgação de um repertório centrado no seu lado Tradicional, sem deixar de arriscar ao utilizar novas linguagens poéticas e musicais, os novos fados reflectem duas vertentes: uma de novidade – temas inéditos de Alain Oulman, como “ Sei de um rio”, poemas de Luiz Macedo nunca antes musicados, como “Bicho de conta”, um “fado” de Sérgio Godinho “Sonhar durante o fado” ou uma letra de Jacinto Lucas Pires num fado tradicional – outra pelas escolhas que já deram bons frutos – poemas de Fernando Pessoa e Pedro Homem de Mello, a irresistível métrica de Manuela de Freitas em “Ciúmes da saudade” e as inconfundíveis melodias de José Mário Branco com “Lembra-te sempre de mim”…
Os fados antigos mais conhecidos não deixarão de ser ouvidos como é o caso de “Mais um fado o fado”, “Ela tinha uma amiga” ou “Senhora do Livramento”…
Em resumo, esta noite será interpretativa e musicalmente fluída em maturidade, expressão, sentimento e paixão pois estamos perante a verdade do Fado, a verdade da Emoção!!!

Músicos:José Manuel Neto – guitarra portuguesaCarlos Manuel Proença – violaPaulo Paz – contrabaixo

Bazar de Natal Diplomático no Museu doOriente


Bazar Internacional do Corpo Diplomático

no Museu do Oriente


O Museu do Oriente foi o local escolhido para a realização do 24.º Bazar Internacional do Corpo Diplomático, nos dias 21 e 22 de Novembro, entre as 11h00 e as 20h00, na sala de exposições temporárias.

A iniciativa, da Associação dos Cônjuges dos Diplomatas Portugueses, conta com o alto patrocínio de Maria Cavaco Silva e com a participação das embaixadas acreditadas em Portugal.

A receita obtida através da venda dos mais variados produtos, provenientes de todo o Mundo, reverte para instituições de apoio a vítimas de violência doméstica.

As edições anteriores do Bazar angariaram mais de 3.500 milhões de euros e beneficiaram 500 instituições de solidariedade social.

Paul Auster no Estoril FilmFestival 08


AMANHÃ, DIA 18 DE NOVEMBRO, NO ESTORIL FILM FESTIVAL’08 MARK PEPLOE EM ENCONTRO COM O PÚBLICO


Às 15h, na Sala De Conferências de Imprensa do Centro de Congressos do Estoril.


Argumentista do aclamado The Passenger, a obra-prima de Michelangelo Antonioni; Mark Peploe é, também, argumentista de Bertolucci.

Vem ao Estoril, para uma AULA ABERTA SOBRE ESCRITA DE GUIÃO. O escritor é responsável por alguns dos mais emblemáticos argumentos de Bernardo Bertolucci, tais como The Last Emperor, Little Bhuda e The Sheltering Sky.
Escreveu também para Jacques Demy e René Clémant. Entrada livre e aberta a todos os que quiserem participar.


SESSÃO DE LEITURA COM PAUL AUSTER

Às 21h30 no Grande Auditório do Centro de Congressos do Estoril
O escritor norte-americano, membro do Júri da competição oficial do EFF’08, dá amanhã uma sessão de leitura de uma obra inédita, seguida de uma conversa com o público. Entrada livre e aberta a quem quiser participar.


ANTESTREIA NACIONAL DE REDBELT DE DAVID MAMET

Às 21h45 no Casino do Estoril

REDBELT, o mais recente filme de David Mamet, realizador de obras como Wag the Dog (1997) e The Veredict (1982), passa, fora de competição, em antestreia nacional no EFF’08.

Triunfo de Tony Carreira no Coliseu



Tony Carreira fechou mais um ciclo
na sua vida profissional!


A mítica sala do Coliseu dos Recreios, assistiu, neste fim de semana a 3 concertos inesquecíveis, onde o cantor encerrou a tournée de 2008 que serviu para assinalar os 20 anos de canções.
O ponto máximo deste megaconcerto atingiu o seu auge quando Tony Carreira apresentou o single Porque é que vens do seu próximo álbum com o titulo genérico O HOMEM QUE SOU que será lançado no mercado discográfico na última semana de Novembro.
O HOMEM QUE SOU, é um testemunho, na verdade, de uma evolução do seu estilo, abordando novas sonoridades, novos ritmos e novas palavras.

No primeiro dos concertos, Toto Cutugno e Tony Carreira interpretam em dueto, a versão de Cantando; (tema incluido no novo álbum)e L'italiano.

L'été indien foi interpretado apenas por Cutugno a solo ao piano…

TOTO CUTUGNO, Famoso cantor italiano em 1975 obtém o primeiro grande sucesso mundial com a composição de l'été indien interpretado por Joe Dassin.
Em 76, ainda como autor, assina grandes temas para Joe Dassin como et si tu n'existes pas, com o qual ganha imenso prestigio em França e torna-se o compositor preferido dos mais famosos cantores franceses como: Mireille Mathieu, Dalida, Johnny Halliday, Michel Sardou, Claude François, Hervé Vilard, Sheila.

Em Itália, compõe para Domenico Modugno, Gigliola Cinquetti, Ornella Vanoni.. Mas é apenas em 79 que grava o seu primeiro álbum! Doravante em todos os seus lançamentos discográficos , obtém sempre temas na Hit Parade.
Entre infinitos galardões no ano de 1986 com L'italino, recebe o prémio do disco italiano mais vendido em todo o mundo.

Em 90 defende Itália no Festival da canção em Zagreb e sai vencedor com "Insieme 1992".
Durante estes anos, entre gravações de álbuns e apresentações de programas, alguns dirigidos pelo próprio, Toto Cutugno, regressou este ano a Barcelona para apresentar a tournée Un Falco chiuso in gabbia no emblemático Palau de la Música de Barcelona.

O seu maior orgulho: Ray Charles interpretou o seu tema Gli amori

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Estoril Film Festival 08



Desde o dia 14 que, tanto no Casino Estoril, como no Centro de Congressos e no Teatro Mirita Casimiro se homenageiam grandes nomes do cinema como Bernardo Bertolucci, Paul Newman,Tim Burton num Festival que traz à nossa memória filmes que fizeram a história do cinema.
Por outro lado este Festival permitiu-nos assistir à ante estreia mundial do filme de Jean-François Richet " Mesrine: L'enemie public nº1, bem como rever obras primas do cinema europeu como por exemplo Novecento de Bertolucci e The Youg One de Buñuel.

Também grandes estrelas têm passado pelo Festival. Catherine Deneuve, que também integra o juri, esteve na Gala de Ineuguração do Festival e " cortou a fita " a duas exposições de fortografia alusivas ao certame.
Para além da exibição dos filmes os espectadores têm tido a oportunidade de conversar com realizadores e actores intervenientes, promovendo-se assim uma maior ligação entre a obra e o público a quem se destina.

Mas este Festival traz também ao contacto com o público jovens actores e jovens realizadores que iniciam agora a sua carreira. Veja-se o caso de Louis Garrel, que protagoniza dois dos filmes já exibidos ( " Dreamers" e " La Frontiére de l'aube" ) e que apresentou o seu primeiro trabalho como realizador -" Mes Copains".

Por último tivemos o prazer de assistir à estreia do filme de Manuel Mozos, ( 4 Copas ) o único filme português em competição.

Para o Presidente da Câmara de Cascais este Festival é mais uma iniciativa que tem como objectivo trazer a cultura à população de Cascais e não só.

Paulo Branco, Director do Festival, pretende que nele se celebre o cinema enquanto criação artística destacando a sua transversalidade e fascínio que exerce sobre as outras artes.

Terminará no sábado este Estoril Film Festival 08 que exibirá nos próximos dias filmes de realizadores desconhecidos a par de outros de renome internacional.

Brandi Carlile em Coimbra dia 20 de Novembro

Brandi Carlile
20 de Novembro às 22h00
Teatro Académico de Gil Vicente


Qual a primeira palavra que nos vem à cabeça quando pensamos em Brandi Carlile? Sem sombra de dúvida, autenticidade. A poderosa voz e as composições plenas de emoção desta jovem songwritter norte-americana mostram que, com apenas 23 anos, é um caso sério de talento. O seu segundo álbum The Story, o mesmo que inclui o single homónimo que a catapultou para a fama em Portugal – muito devido à sua utilização nos estilizados anúncios da Super Bock – liderou o top de downloads do Itunes e é um dos álbuns com maior atenção no airplay nacional. Por isso mesmo, e por ter conquistado o público na sua estreia em Portugal, na última edição do Festival SW TMN, é tempo para três concertos intimistas em Portugal, respectivamente, em Lisboa, Porto e Coimbra.
Organização Música no Coração
Preçário - Plateia 30,00€ - Balcão 25,00€

Informações
Teatro Académico de Gil Vicente

Praça da República _ 3000-343 Coimbra
Tel.: +351 239 855630 _ Fax: +351 239 855637
E-mail:
teatro@tagv.uc.pt; Url: www.uc.pt/tagv; Blog: http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado _ telefone: 239 855 636

António Rosado e Pedro Carneiro no Festival de Música de Coimbra

XVI Festival de Música de Coimbra
António Rosado [Piano]
e
Pedro Carneiro [marimba/vibrafone]
19 de Novembroa às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Programa
J. S. Bach [1685-1750]
Sonata para Viola da Gamba e Cravo No. 1, em Sol Maior BWV 1027
(transcrição para marimba/vibrafone e piano)
Joe Duddell [1972-]
Parallel Lines
Henri Dutilleux [1916-]
Sonata (para piano solo)
3º Andamento: Choral et Variations
Yasuo Sueyoshi [1937-]
Mirage (para marimba solo)
John Psathas [1966-]
Fragment
Fernando Lopes Graça [1906-1994]
Danças Breves Nr. 3 e Nr. 9
Alejandro Viñao [1951-]
Riff
Produção Associação Adarte Organização Câmara Municipal de Coimbra, Universidade de Coimbra – Teatro Académico de Gil Vicente, Região de Turismo do Centro e Inatel – Delegação de Coimbra
Preçário - Preço normal 10,00€ - Preço estudante 8,00€ - Preço Amigo TAGV, estudantes dos conservatórios, estudantes da licenciatura em música da ESEC e estudantes da licenciatura em Estudos Artísticos da FLUC (1º e 2º ciclos) 5,00€ Duração 90`c/intervalo
Informações
Teatro Académico de Gil Vicente

Praça da República _ 3000-343 Coimbra
Tel.: +351 239 855630 _ Fax: +351 239 855637
E-mail:
teatro@tagv.uc.pt; Url: www.uc.pt/tagv; Blog: http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado _ telefone: 239 855 636

"HYSTERIA" no IPJ de Coimbra

"HYSTERIA"
20, 21, 22, 27, 28 e 29 de Novembro
4, 5 e 6 de Dezembro às 21h30,
Instituto Português da Juventude - Coimbra


"Hysteria" é uma comédia cuja acção dramática se passa em Londres em Setembro de 1939, ano em que principia a II Guerra Mundial, coloca em cena Sigmund Freud doente com um cancro no palato (após ter escapado de Viena para fugir às perseguições nazis aos judeus — Freud tinha ascendência judia) e três outras personagens: Jessica, filha de uma antiga paciente de Freud, que o vem confrontar com o seu passado; Yahuda, o amigo e médico pessoal de Freud, judeu conservador que tenta impedir o velho professor de publicar a sua derradeira obra, "Moisés e o Monoteísmo", devido à heresia nela expressa; e Salvador Dali, o pintor catalão, que visita o seu ídolo e mestre (a visita de Dali a Freud é histórica).
Estas personagens, cada uma a seu modo, são fantasmas que assombram os últimos momentos da vida de Freud. {Na última cena entre Freud e Dali, o catalão diz: "Dali? Verdadeiro. Fez visita a usted. Há dois meses. E mirou a morte no rosto de Freud […]".}
Porque FREUD ESTÁ A MORRER. {Mesmo no final da peça, quando Yahuda se prepara para se afastar do amigo, uma didascália diz: "E o rosto de Freud descomprime-se à medida que vai mergulhando num sono que será o último."}
Autor Terry Johnson Tradução João Paulo Moreira Encenação José Geraldo Elenco Fernando Taborda, Helena Faria, Ricardo Correia, Rui Damasceno Cenografia, Adereços de Cena e Design Gráfico Miguel Dominguez Figurinos Carolina Santos Desenho de Luz Bruno Santos Música Original e Sonoplastia Luís Pedro Madeira Vídeo Original, Operação de Luz e Som Alexandre Mestre Fotografia Pedro Malacas Execução de Elementos Cénicos Laurindo Fonseca Execução de Figurinos Isabel Pereira Assistência de Encenação e de Produção Claudia do Vale Produção Margarida Mendes Silva

Projecto apoiado no âmbito do Programa de Apoio a Projectos Pontuais 2008 (Teatro) promovido pelo Ministério da Cultura e Direcção-Geral das Artes
Co-Produção Teatro Académico de Gil Vicente
Parceria Camaleão Associação Cultural
Espectáculo para maiores de 16 anos
Informações: Margarida Mendes Silva – tel. 239 781 462 - temóvel 91 604 32 48

Um livro de polícias por polícias

Polícia à Portuguesa, de Fernando e Mário Contumélias, é apresentado HOJE, 17 de Novembro, às 18h30, no Palácio Foz em Lisboa.
Ângelo Correia fará a apresentação da obra numa sessão que contará com a presença do ministro da Administração Interna, Rui Pereira.
Neste livro, um retrato da polícia feito pelos próprios polícias, traça-se um cenário “assustador, confrangedor mesmo” do quotidiano das nossas forças de segurança.
“Está na altura de alguém dizer claramente que, em Portugal, parece que andam a brincar aos polícias ou com a Polícia. E que isso é inadmissível. Está na altura de acabar com a brincadeira e agir com bom-senso. E este é um imperativo para o futuro”, concluem os autores que defendem a ideia de que melhor polícia não é mais polícia. Significa: mais e melhor formação, acompanhada por meios modernos eficazes e suficientes.

Novo Disco de Sam Alone


Quando o líder de uma banda opta por uma carreira a solo, alguns fãs assumem automaticamente que esta será uma cópia carbónica do material da banda ou que pelo menos tenha algumas semelhanças.
Felizmente, nem sempre tal preconceito se verifica. Mais conhecido como o carismático líder dos Devil In Me, uma das mais importantes bandas hardcore nacionais, Apolinário Correia lança-se em 2008 sob um novo desafio.
Apesar da sua jovialidade, Poli, pela mão do seu pai está ligado à música há mais de dez anos, durante os quais integrou vários projectos como os For The Glory, Rat Attack ou City Scum, entre muitos outros.
Oriundo de Quarteira, terra de marinheiros e pescadores, e apesar do curioso titulo "Dead Sailor", uma forma de se afastar da ideia de ter de se tornar também ele um homem do mar, Poli consegue navegar para fora da costa segura dos Devil In Me sem nunca se afundar. Aqueles que associam Poli aos Devil In Me têm tendência a vê-lo como alguém barulhento, impetuoso, agressivo, in-your-face punk-rocker mas, em "Dead Sailor", o vocalista faz um desvio totalmente inesperado.
Sob o nome de Sam Alone e determinado a engolir o mundo e fazê-lo ter sentido, "Dead Sailor" vem desafiar todas as expectativas.
Imaginem tirar o carisma juvenil dos Devil In Me e despi-lo de distorção e batidas pesadas.
O resultado, é "Dead Sailor", uma revelação, um grito que vem da alma e que mostra o grande potencial, maturidade e artista que Poli é.
Munido de uma guitarra acústica e de uma harmónica, Poli transporta-nos para uma era onde o folk-rock e o country eram reis.
Fortemente influenciado por bandeiras do género como Johnny Cash ou Bob Dylan e num registo claramente intimista, Poli partilha experiências de vida e histórias de amor, ódio, vingança, esperança e realização pessoal sem nunca esquecer a família, amigos e a sua terra natal, de uma forma emocional e musicalmente cativante e comovente.
Pouco usual em terras lusas, pioneiro talvez, "Dead Sailor" é uma colecção de 11 extraordinários e bonitos temas interpretados de uma forma que só Poli consegue, nos quais a rudeza se alia à doce amargura de uma história ainda por acabar e que não são menos acessíveis ou cativantes que aqueles a que nos habituou com os Devil In Me.
Gravado e produzido por Makoto Yagyu (If Lucy Fell, Riding Pânico, Linda Martini) num ambiente descomprometido e relaxado, Sam Alone faz-nos sentir amigos próximos em quem pode confiar e abrir a sua alma.
Ao vivo, Sam Alone faz-se acompanhar por alguns convidados que, com vários arranjos, dão aos temas outra vida e intensidade fazendo da actuação também ela um momento único e sempre uma surpresa.

Catalina de Habsburgo escreve sobre a sua tia-bisavó,a Imperatriz SiSSi


Catalina de Habsburgo, arquiduquesa da Áustria, vem a Lisboa, nos dias
24 e 25 de Novembro, apresentar o seu último livro intitulado
SISSI – A atormentada vida da imperatriz Isabel.

Ninguém melhor que Catalina de Habsburgo para nos relatar os últimos anos da atormentada existência da sua tia-bisavó, a imperatriz Isabel de Áustria-Hungria.
Através da correspondência que a dama de companhia da imperatriz manteve com a sua irmã, é-nos revelada a intimidade da soberana, a sua perpétua inquietude, a relação especial com o marido e o mistério que rodeia a morte de muitos dos seus entes mais queridos, principalmente do seu filho e herdeiro da coroa imperial, o arquiduque Rodolfo.
A ideia que a autora nos transmite neste romance, enriquecido por um conjunto variado de fotografias, está muito longe das imagens românticas exibidas nos filmes.
Através desta obra descobrimos uma Isabel mais real e humana do que aquela que conhecemos no cinema, idealista e apaixonada, mas também egocêntrica e caprichosa, com o rosto sempre escondido atrás do seu eterno leque.
Uma alma torturada que chama a morte e a encontra de forma inesperada no estilete afiado que lhe atravessou o coração.
Catalina de Habsburgo-Lorena, arquiduquesa da Áustria, é neta do imperador Carlos I da Áustria e da princesa Zita de Borbón-Parma.
Licenciada em Ciências Políticas, com especialização em Direito, pela Universidade de Lovaina (Bélgica), publicou uma obra sobre a realpolitik de Napoleão, Bismarck e Margaret Thatcher em comparação com Franco.
Autora dos livros Las Austrias – Matrimónio y razón de Estado en la monarquia española e Maria Antonieta, publicado em Portugal por A Esfera dos Livros, com grande êxito.
Foi directora de Relações Internacionais da Universidade SEK de Segóvia e jornalista da Rádio España.
Actualmente vive em Genebra com o seu marido, o conde Maximiliano Secco d’ Aragona e os seus dois filhos.

Museu do Oriente visitado por 80.000 pessoas



80 mil visitas ao Museu Oriente

O Museu do Oriente já foi visitado por 80 mil pessoas desde que foi inaugurado, há seis meses, atraindo às suas instalações os mais diversos públicos, nacionais e estrangeiros.
Além das exposições permanentes – “Deuses da Ásia” e “Presença Portuguesa na Ásia”- e temporária - “Máscaras da Ásia” -, também os espectáculos e ciclos de cinema que decorreram no Auditório, cursos e workshops, bem como os ateliês organizados pelo Serviço Educativo, captaram o interesse de milhares de visitantes.
Desde Maio, mais de dez mil pessoas assistiram aos espectáculos de música, cinema, teatro e marionetas, que tiveram lugar neste centro cultural dedicado ao Oriente.
Destaque para os concertos da fadista indiana Sónia Shirsat, que esgotou o Auditório, e da lenda do jazz Charles Lloyd, acompanhado por Zakir Hussain e Eric Harland, que impressionou a plateia com um espectáculo inesquecível.
Pelo palco do Museu passaram ainda a Beijing Dance Academy, uma das mais conceituadas companhias de dança do mundo, a bailarina indiana Padmini Chettur, o agrupamento Qawwali Flamenco e as fadistas Ana Moura e Lula Pena.
As oficinas coordenadas pelo Serviço Educativo já fizeram as delícias de cerca de oito mil crianças e adultos, que aprenderam a arte chinesa de recorte do papel, a fazer origamis, a conceber ikebanas, a construir máscaras, entre muitas outras actividades.
O Museu do Oriente disponibiliza, ainda, um Centro de Reuniões com salas de diversas capacidades adequadas aos mais variados eventos, um Centro de Documentação especializado na temática da Ásia, um Restaurante, uma Cafetaria e uma Loja.
O Museu está aberto de Quarta a Segunda-feira, das 10h00 às 18h00, e à Sexta-feira encerra às 22h00, com entrada gratuita a partir das 18h00.
O Museu encerra à Terça-feira.

Nouvelle Vague estreiam hoje no Casino Lisboa


Nouvelle Vague estreiam projecto musical
em Concerto Arena Live no Casino Lisboa

Bem conhecidos do público português, os Nouvelle Vague regressam ao espaço central do Arena Lounge do Casino Lisboa, hoje, Segunda-feira, pelas 22 e 30.



O produtor Marc Collin estreia, desta vez, o projecto musical Hollywood, Mon Amour. Trata-se de mais uma etapa do ciclo de Concertos Arena Live, que prossegue, ainda, pela noite dentro com o DJ Set de Africa Bambaataa.
Identificado com o expressivo êxito dos Nouvelle Vague, Marc Collin idealizou uma nova proposta musical, convidando o público a fazer uma viagem pelos anos oitenta.

De facto, os Hollywood, Mon Amour interpretam um elenco de temas de bandas sonoras, que se distinguiram em vários clássicos do cinema dessa época.
Num concerto revivalista, os Hollywood, Mon Amour estreiam diferentes versões de temas famosos como, por exemplo, ”A View to a Kill”, ”Eye of the Tiger”, “Flashdance”, “Together in Electric Dreams”, “Call Me”, “This is not America” ou “Don’t You (Forget About Me)”.
Marc Collin revestiu com arranjos inovadores as composições, revelando um surpreendente resultado global.
O conhecido produtor concedeu uma vida nova aos temas, mantendo, no entanto, a estrutura básica das músicas, nomeadamente, a melodia e letra originais.
Aplaudidas nas actuações dos Nouvelle Vague, as vocalistas Nadeah Miranda e Jody Ann Sternberg reencontram-se para esta nova experiência, sendo uma vez mais acompanhadas por Marc Collin, que exibe as suas qualidades como teclista. Em palco, estarão, ainda, os músicos Sebastien Brun, Mathieu Jérome, Thibaut Barbillon e Nicolas David.
Recorde-se que, ainda no ano passado, Marc Collin actuou com os Nouvelle Vague no Arena Lounge, protagonizando um memorável concerto. Na próxima Segunda-feira, o produtor promete reeditar, uma vez mais, o genuíno ambiente de festa que caracterizou a sua estreia ao vivo no Casino Lisboa.
Em busca do ritmo perfeito, o DJ Set de Africa Bambaataa assegura a animação até de madrugada no Arena Lounge.
Norte-americano, Bam é considerado o fundador oficial do Hip-Hop e um dos principais responsáveis por espalhar esta cultura pelo mundo.
Com o alter-ego Afrika Bambaataa, foi um dos principais propulsores do deejaying break-beat e do electro-Funk, que nasceu, precisamente, com o tema “Planet Rock”, considerado, também, um clássico.

Afrika Bambaataa esteve igualmente na origem de outros importantes movimentos como o Freestyle, Miami Bass, House e Techno.
Até ao final do ano, o ciclo de “Concertos Arena Live”, decorre às Segundas-Feiras, pelas 22 e 30, excepto no Dia de Natal e no Reveillon.
No Arena Lounge actuarão diferentes intérpretes, a solo, e grupos musicais, sendo a entrada gratuita.

Prémios Rádio Clube Cofaco Açores 2008




Prémios Rádio Clube Cofaco Açores 2008




Depois de conhecido o vencedor de “Visionário do Ano - Automotriz” tem início a votação nos nomeados para a 2ª categoria: “Jovem – Cartão Jovem, Pousada da Juventude”
Na passada sexta-feira foi conhecido o vencedor da categoria “Visionário do Ano - Automotriz”: Rui Barros (Parque das Ondas) e foram ainda apresentados os nomeados da 2ª categoria dos Prémios Rádio Clube Cofaco Açores 2008!
A categoria designa-se “Jovem – Cartão Jovem, Pousada da Juventude” e os candidatos são:

Ana Free (cantora Youtube),


José Miguel Queimado (Acredita Portugal),


Michelle Larcher de Brito (tenista) e


Pedro Carrilho (DJ).

Esta categoria é patrocinada pelo Cartão Jovem - Pousada da Juventude, empresa responsável pelo troféu “Jovem – Cartão Jovem, Pousada da Juventude”.
Amanhã, dia 18 de Novembro, pelas 17h30, no «Janela Aberta» tem lugar um “Especial Prémios Rádio Clube Cofaco Açores 2008” no qual vão estar presentes Francisco Gil (programador musical Best Rock), Laurinda Alves (jornalista, autora e escritora), José Corrêa Sampaio (Presidente da Federação Portuguesa de Ténis), e DJ XL Garcia (um dos grandes nomes da dance music portuguesa), os defensores dos quatro nomeados, que vão apresentar um a um os motivos pelos quais o seu candidato deve ser o vencedor desta categoria.
Os ouvintes podem votar até às 15H, do dia 21 de Novembro, no seu candidato preferido em http://radioclube.clix.pt/ ou através de telefone para cada um dos candidatos.


Os números de telefone são: 760 300 741 para Ana Free, 760 300 742 para José Miguel Queimado, 760 300 743 para Michelle Larcher de Brito e 760 300 744 para Pedro Carvalho.

Os nomeados:

Ana Free (Cantora YouTube), nasceu em Cascais há 21 anos e vive actualmente em Londres. É um dos novos sucessos no mundo musical e também na internet e tornou-se conhecida através dos vídeos amadores colocados no YouTube, o único meio onde divulga as suas canções. Para além de compor as músicas, escreve as letras e toca guitarra. Actualmente está a gravar o primeiro álbum.

José Miguel Queimado (Acredita Portugal), tem 25 anos e é licenciado em economia e relações internacionais. Com um colega de faculdade cria uma marca de roupa de design europeu com o slogan “You can” e inicia a produção e comercialização na China (a Q&X). Este ano, numas férias com a família, José Miguel avançou com o projecto Acredita Portugal, uma associação que quer lutar contra o pessimismo e ajudar a concretizar os sonhos nas mais variadas áreas.

Michelle Larcher de Brito (tenista), nasceu em Lisboa há 15 anos mas actualmente vive na Flórida, nos EUA. Começou a jogar ténis com apenas 3 anos e com 9 anos ganhou uma bolsa para estudar na Nick Bollettieri Tennis Academy. Em Fevereiro do ano passado, com apenas 14 anos, tornou-se tenista profissional. Michelle tornou-se a segunda jogadora mais jovem a ganhar um jogo no Torneio de Miami e a primeira jogadora portuguesa a derrotar uma jogadora de ranking superior a 50 na classificação WTA.

Pedro Carrilho (DJ), tem 25 anos e é um dos mais conhecidos e requisitados produtores da nova geração de artistas da música de dança em Portugal. No seu currículo conta com remisturas para grandes nomes da música electrónica mundial. Os seus trabalhos são frequentemente tocados por DJs tão conceituados como Carl Cox, Roger Sanchez ou Deep Dish. É DJ desde 2001 e os seus DJ sets são requisitados por estações de rádio um pouco por todo o mundo.

No dia 21 de Novembro, no «Janela Aberta» será apresentado o vencedor da categoria “Jovem – Cartão Jovem, Pousada da Juventude” e será desvendada a 3ª categoria dos Prémios Rádio Clube Cofaco Açores 2008 e os seus quatro nomeados.

sábado, 15 de novembro de 2008

"Médico à Força" uma farsa dentro de outras farsas

A doença cura-se à paulada


Depois da temporada na Casa Municipal da Cultura, a Cooperativa Bonifrates apresentou esta quinta e sexta-feira, no Teatro Académico de Gil Vicente a peça “Médico à Força”.
Representado ao estilo da Commedia dell’Arte, este texto escrito no século XVII pelo dramaturgo francês Molière, trás para debate temas bem actuais como o jogo da sedução, a violência doméstica, o charlatanismo ou a ganância.
São noventa minutos de boa disposição em que a acção se desenrola a partir de um acto de vingança de Martinha (uma mulher maltratada), que faz com que o seu marido (Esganarelo) seja idolatrado com um médico famoso. Contudo, segundo ela, é muito tímido e as suas virtudes de médico só se revelam depois de levar algumas pauladas.
Esganarelo, mesmo sem perceber porque estava a ser agredido, mas mais interessado no dinheiro que poderá vir a ganhar, aceita a farsa.
Porém esta é apenas uma das muitas mentiras numa trama em que todos enganam todos. Desde o falso médico, à falsa paciente passando pelo falso boticário muitas histórias se cruzam em palco em que as personagens têm alguma coisa a esconder.
Com esta encenação bem-humorada os actores da Cooperativa Bonifrates alertam consciências para as verdades escondidas na sociedade ao mesmo tempo que o público solta sonoras gargalhadas.
Teresa Arsénio
Fotografia- Teresa Arsénio

Segunda e terça-feira noites de cinema no TAGV

Eu servi o rei de Inglaterra
17 de Novembro às 21h30

Eu servi o rei de Inglaterra
De Jíri Menzel [República Checa/Eslováquia, 2006,120` M/12]
Festival de Berlim 2007 – Selecção Oficial, Prémio FIPRESCI

Praga. Jan Dite, criado da província baixo em altura mas com ambições elevadas, foi enviado para a prisão pelo regime comunista depois de, em plena Segunda Guerra Mundial, ter enriquecido à custa da venda de uns selos raros. Cumprida uma pena de quase 15 anos, regressa à liberdade indo parar a uma cidade fronteiriça quase abandonada. Aí, recorda o percurso sinuoso que trilhou durante a juventude, ao longo da qual se deu a sua ascensão e queda.

O meu irmão é filho único
18 de Novembro às 21h30

O meu irmão é filho único
De Daniele Luchetti [FRA/ITA, 2008, 108’, M/12]

No dia-a-dia de uma pequena cidade italiana nos anos 60 e 70, dois irmãos lançam--se em crenças políticas opostas. Accio é um fascista conflituoso e Manrico um comunista carismático. Apaixonados pela mesma mulher e, em permanente confronto, vivem um período das suas vidas pleno de fugas, retornos, conflitos e grandes paixões, numa época da história da Itália marcada por grande agitação social e cultural.
Produção TAGV
Preçário Preço normal 4,50€ Preço estudante e sénior 3,50€ Preço normal especial (sessões de dias 17 + 18) 7,00€ Preço estudante e sénior especial (sessões de dias 17 + 18) 5,00€
Informações: Teatro Académico de Gil Vicente - E-mail: teatro@tagv.uc.pt; Url: www.uc.pt/tagv; Blog: http://blogtagv.blogspot.com/ - Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado _ telefone: 239 855 636

Radar de Negócios na RTPN


Sábado, 11h00, na RTPN


Radar de Negócios




O vinho alentejano está em grande expansão internacional.

O Radar foi conhecer duas casas bem diversas — a Fundação Eugénio de Almeida e a Adega Cooperativa de Borba — e traz-lhe boas notícias.

Afinal, ainda há negócios em Portugal a crescer acima dos 10 por cento.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Tudo no que Acontece de Pedro Vaz já à venda



Depois de ter feito parte da Tour Energia com mais de 40 concertos que celebram os 10 anos de carreira dos Anjos, Pedro Vaz apresenta o seu primeiro trabalho a solo: Tudo o Que Acontece
O álbum que inclui 11 grandes canções, entre elas Preso em Mim e É Melhor Assim que, depois de fazerem parte das novelas Fascínios e Deixa-me Amar, preenchem nobres posições no top de airplay de rádio.

Covilhã organiza Natal dos Hospitais



1º Natal dos Hospitais -Covilhã 2008


A Banda da Covilhã e a Associação Cultural – Desertuna (Tuna Académica da UBI) com o apoio da Direcção do Hospital Pêro da Covilhã e a Liga dos Amigos do Centro Hospital Cova da Beira, acaba de lançar o Projecto – “1º Natal dos Hospitais – Covilhã 2008” a realizar no auditório do Hospital Pêro da Covilhã na segunda-feira – dia 8 de Dezembro de 2008 entre as 14:00 e as 18:00.

Uma iniciativa de solidariedade e ao mesmo tempo de conforto e animação para os que estão doentes.

Um programa Cultural onde a participação de todos pode ser uma mensagem de esperança.


EM MOÇAMBIQUE

14 e 15 NOVEMBRO

Luís Represas irá deslocar-se a Maputo para duas acções de grande relevância nos próximos dias 14 e 15 de Novembro: na sexta-feira o artista irá actuar sob convite especial no espectáculo de Stewart Sukuma, um jovem cantautor de renome que se tem revelado uma promessa na música africana, cuja projecção internacional é apenas uma mera questão de tempo.
Luís Represas irá interpretar, em dueto, “Foi Como Foi” (do seu segundo trabalho a solo “Cumplicidades”, 1996) e “Cerâmica Negra” (de Sukuma), para além de um outro tema seu, a solo, ainda surpresa.
O espectáculo irá ocorrer no espaço “Café Com Letras”. No dia seguinte Luís Represas apresenta o seu mais recente álbum – “Olhos nos Olhos” – pela primeira vez naquele país, na discoteca Coconuts.
Acompanhado pelos seus músicos – Luís Fernando (guitarra), Nani (baixo), Nanuto (sax), João Nuno Represas (percussão), Pedro Abrantes (bateria), Carlos Garcia (teclados) e Helder Godinho (piano) – promete um espectáculo que dará muito que falar em Moçambique.

Músicas de Natal para ouvir na...Páscoa!



AS MÚSICAS QUE NEM NO NATAL SE QUEREM OUVIR!!!

No Museu do Oriente aprende-se a dobrar papel


FANTASIAS DE PAPEL


Papel dá forma ao espólio do Museu


Os objectos alusivos à presença portuguesa na Ásia, os deuses e as máscaras, típicos deste continente, são transformados em papel na oficina “Fantasias de Papel”, no dia 16 de Novembro, entre as 11h00 e as 12h30.

As ideias ganham forma neste ateliê, dedicado a crianças dos quatro aos oito anos, acompanhadas por um adulto, que ensina a modelar as mais diversas peças do espólio do Museu, em coloridos origamis.

De uma pintura chinesa até à flor de lótus sobre a qual está o deus indiano Ganesh, a visita ao Museu faz surgir ideias e figuras que ganham corpo através da arte japonesa de dobrar papel.

Stephen Frears no Estoril Film Festival 08


STEPHEN FREARS NO ESTORIL EM ENCONTROS

COM O PÚBLICO E ACTORES PORTUGUESES


Stephen Frears vem ao Estoril Film Festival 2008 (EFF’08) no primeiro fim-de-semana do festival – 14-16 Novembro - para encontros com o público e actores portugueses bem como para a apresentação de Saigon: The year of the Cat e Bloody Kids.

Um dos mais emblemáticos realizadores britânicos da chamada “Nova geração”, marca presença no EFF’08, onde irá apresentar dois dos muitos filmes que fez para a televisão no início da sua carreira.
Sábado, dia 15 de Novembro, pelas 17 horas no Centro de Congressos do Estoril passa Saigon: The Year Of The Cat, um drama sobre a queda de Saigon que o realizador fez para a BBC em 1983 e que conta com a participação de Judi Dench e Fredéric Forrest.
No dia seguinte, Domingo, 16, pelas 17:30 ainda no Centro de Congressos, passa Bloody Kids, pouco conhecido pelo público, foi, também, realizado para a BBC em 1979.
É considerado um dos melhores exemplos do chamado realismo britânico e retrata a juventude urbana do final dos anos 70, numa história sobre a alienação de dois adolescentes ingleses.
O realizador de The Queen vai dar, ainda, Sábado, dia 15, pelas 15:00, no Teatro Mirita Casimiro, um encontro com actores portugueses – uma iniciativa em colaboração com Patrícia Vasconcelos.

No mesmo dia, pelas 18:30, no Centro de Congressos do Estoril irá coordenar uma conversa com o público, aberta a quem quiser intervir, onde irá falar da sua obra, da sua vida e dos seus filmes num ambiente informal onde se espera a interacção com a plateia.


Stephen Frears é um dos mais emblemáticos realizadores contemporâneos, afirmou-se internacionalmente em 1989 com Dangerous Liaisons, vencedor de 3 Óscares, incluindo o de melhor filme do ano.
No ano seguinte, com The Griftres, leva para casa o Óscar de melhor realizador. De entre as suas obras mais recentes destacam-se: Hight Fidelity (2000), produzido e protagonizado por John Cusack.
Liam (2000) e Dirty Pretty Things (2003), candidatos ao Leão de Ouro em Veneza.
Com The Queen, a sua mais recente obra para o cinema, voltou aos Óscares, tendo recebido nomeações nas categorias de melhor realizador e melhor filme do ano.
Em pós-produção, Frears acaba de rodar ‘Cheri’ com Michelle Pfeiffer, um drama romântico passado em Paris, em 1920.

O melhor da Soul em disco


BACK TO SOUL


Num momento em que a Soul Music está nos lugares cimeiros das preferências do público (veja-se o recente sucesso de Amy Winehouse ou Duffy no nosso país), pretendemos com este disco fazer uma viagem pela história dessa música que nasceu nos Estados Unidos mas que cedo se transportou além fronteiras da América negra.
Apresentamos canções que cruzam várias gerações: Duffy, Amy ou Corinne no presente, Carmel e Simply Red no revivalismo dos anos 80, Marvin Gaye ou Isaac Hayes representando os anos 70, os incontornáveis James Brown ou Ray Charles que, cada um à sua maneira, inventaram o género e para terminar alguns nomes que conotamos com o Jazz mas que de alguma forma influenciaram o género (Billie Holiday e Ella Fitzgerald).
Como vem sendo hábito, não nos esquecemos da presença nacional, aqui representada com o excelente “Paixão” dos Black Out.
Foi para nós um prazer fazer este disco, queremos acreditar que será um prazer para muitos ouvi-lo.

" Essências do Mundo" - duas solistas a actuar na Aula Magna da UL


Machina Mundi em “Essências do Oriente”


O São Carlos estende mais uma vez a sua programação musical a outros palcos, com entrada gratuita.

O Auditório da Reitoria da Universidade Nova de Lisboa recebe, assim, o duo Machina Mundi para o concerto “Essências do Oriente” a 18 de Novembro, às 19h00, onde se poderá ouvir a nova obra de Luís Tinoco e o instrumento de percussão oriental “Bonang Barung”.
O duo Machina Mundi, constituído pela flautista Katharine Rawdon e pela percussionista Elizabeth Davis, apresenta um programa com obras influenciadas por sonoridades do oriente, entre as quais, em estreia absoluta, uma composição encomendada a Luís Tinoco intitulada “King George I, as Seen in Schiaparelli's Telescope, Sailing his Barge upon Martian Canals”.
“King George I, as Seen in Schiaparelli's Telescope...”
resulta de uma encomenda da Antena 2 para integrar um projecto promovido pela RAI 3 em articulação com a EuroRádio, assinalando os 250 anos da morte de Händel, em Abril de 2009.

O compositor trabalhou a partir de um trecho da "Música Aquática" de Händel e pela primeira vez incorpora na música ocidental um instrumento integrante do gamelão, o “Bonang Barung”.
Instrumento de percussão em bronze, originário da Ilha de Java, Indonésia, o “Bonang Barung” irá ser tocado pela primeira vez em Portugal, neste recital, por Elizabeth Davis .



Katharine Rawdon
Flautas
É Flauta Co-Principal da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 1993, tendo tocado sob a direcção dos maestros Rafael Frühbeck de Burgos, Michel Plasson, Alain Lombard, Jeffrey Tate, e Zoltan Pesko.

Tem-se apresentado em concertos a solo com a Orquestra Gulbenkian, a Orquestra Nova Filarmonia, a Orquestra Nacional de Porto, e a Orquestra Sinfónica Portuguesa. Apresentou os Concertos Brandenburguêses completos e o Suite em Si Menor de J. S. Bach, concertos para flauta e flautim de Vivaldi, e o Concerto em Sol Maior de Mozart, assim como o “Explosante-Fixe” de Boulez e o Concerto para Flauta de Alexandre Delgado.

Apresentou este último em estreia nacional com a Orquestra Clássica do Porto, em Lisboa no Festival de Músicas Contemporâneas no Culturgest, e no Festival de Música Contemporânea de Alicante, Espanha.
Actuando no flautim, flauta em Sol e flauta baixo, faz parte da OrquestrUtópica desde 2003. Com este agrupamento tem apresentado obras novas de virtualmente todos os compositores portugueses vivos, incluindo o António Pinho Vargas, Luís Tinoco, Nuno Corte-Real, Luís Madureira, Carlos Marecos e Christopher Bochmann, bem como obras recentes de importantes compositores estrangeiros: Kaija Saariaho, Unsuk Chin, György Ligeti, e Pierre Boulez, entre muitos.

Na temporada de 2004-5, a OrquestrUtópica comecou a apresentar-se no estrangeiro, com concertos em Dresden, Alemanha, e no South Bank Centre de Londres.
Foi premiada no concurso Artists International de Nova Iorque e tocou sob a direcção de
Leonard Bernstein e Kurt Masur na Orquestra do Festival Tanglewood.

Como solista tem-se apresentado por todo o Portugal, em Paris, Viena, Nova Iorque, Califórnia, e duas vezes por convite nas convenções anuais da National Flute Association, E.U.A.


Elizabeth Davis
Percussão
Timpaneira da Orquestra Sinfónica Portuguesa desde 1993, ocupou anteriormente a mesma posição na Orquestra Régie Sinfonia do Porto entre 1989 e 1993.

Ponto de referência no panorama nacional, é colaboradora frequente nos projectos de João Paulo Santos e António Pinho Vargas, entre outros.
Tem-se apresentado como solista na obra Acting Out, de Pinho Vargas, tanto com a Orquestra Nacional do Porto, no âmbito de Porto 2001, como com a O.S.P., no Festival Internacional de Músicas Contemporaâneas, no ano 2000.

Além de ser Directora Musical do grupo de percussão Rhythm Method, organizou e dirigiu o concerto de encerrramento deste Festival de Músicas Contemporâneas, no mesmo ano.
Apresentou-se, novamente em 2000, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa como solista na obra Veni,Veni Emanuel, para Percussão Solo e Orquestra, de James Mac Millan.

Fronteira do Amanhecer estará nas salas de cinema a partir do dia 20


FRONTEIRA DO AMANHECER DE PHILIPPE GARREL

Carole é uma estrela de cinema.
Vive sozinha porque o seu marido a abandonou e foi para Hollywood.
Um fotógrafo vai a casa dela fazer uma reportagem para um jornal. Tornam-se
amantes.
Conseguirá François esquecer este amor louco e enfrentar uma existência
normal?

Com A FRONTEIRA DO AMANHECER, Philippe Garrel expõe-nos à sombria luz da pura paixão.
Laura Smet é fascinante, entre femme fatale e fantasma carnal .
Os cabelos apanhados, para não apanharem a água do banho, uma jovem mulher que recusa que o seu amante tire uma fotografia. «Assim não.». Sorrateiramente não. A nuca não. Que ela seja actriz e ele fotógrafo não muda nada. Que eles se encontrem sobre uma imagem que tem de ser feita e que tenham sido encandeados por um flash amoroso não autoriza a sobrexposiçao.
O amor vem do íntimo, o que está por fora não tem direito: a vergonha pertence-lhe.

François e Carole amam-se num apartamento com as persianas fechadas, que é do marido de Carole (que está fora, por muito tempo), em quartos de hotel impessoais, nos parques ao abrigo dos olhares.
O círculo do cenário de Garrel não mudou muito em quarenta anos. A fronteira está ali: os lugares que são o seu domínio privado, onde não há lugar para três.
Não há nada além do espectador, escondido na sombra, para os espiar e ouvir – e a casa de banho é de um branco brilhante esta noite quando subitamente Carole confessa a François que «por vezes faz disparates».
Disparates que a colocam em profundos comas. Carole, ansiosa e suicida. Até colocar uma questão terrível: «amar-me-ias se eu fosse louca?». François fica, talvez, com medo e Carole é internada. O amor, brutalmente, torna-se letra morta. O corpo de Carole atira-se por terra
– álcool, mal de amores e medicação – até nunca mais.
François reaprende a viver. Uma outra jovem mulher, Eve, de outros medos misturados com outros desejos ( «vais amar-me quando eu ficar gorda?», diz ela grávida dele), mas no momento em que o conforto adulto se instala, Carole volta para o assombrar. As suas visitas podem ter uma explicação totalmente freudiana, quando o filme continua a pô-las em cena de forma romântica e negra.
Um filme de pendência mórbida onde ter esperança é "quase" proibido. Tudo é nebuloso e enevoado até os próprios sentimentos. Quando se afirmam tornam-se destruidores e destroem quem os sente.
FRANÇOIS- LOUIS GARREL
CAROLE- LAURA SMET
EVE -CLÉMENTINE POIDATZ
Realização PHILIPPE GARREL
Argumento PHILIPPE GARREL, MARC CHOLODENKO, ARLETTE LANGMANN
Fotografia WILLIAM LUBTCHANSKY

Nuno da Câmara Pereira dança com a filha no " Olha Quem Dança"



EM OLHA QUEM DANÇA!

NUNO DA CÂMARA PEREIRA DANÇA COM A FILHA MADALENA

Esta semana o convidado especial é um grande nome do fado - Nuno da Câmara Pereira. Aceitou o convite e vai dançar com a sua filha Madalena, mostrando que a união familiar é importante e a dança é mais uma forma de dizer que se ama.

Quanto aos concorrentes, uma vez mais os telespectadores da RTP1 terão a oportunidade de votar para salvar um dos pares nomeados.

Os dois pares nomeados aguardam a decisão do público que durante toda a semana votou por SMS para salvar um deles.

Quem sairá? O Miguel Ângelo e a Dina ou a Filipa e o António? Iremos saber logo na primeira parte do programa desta semana, após mais uma prestação de dança de cada par nomeado.
E quem herdará o título de favorito conquistado pela 3ª vez pela Mónica e pelo José Brás? Será que eles repetem a proeza ou teremos um novo par?