sábado, 14 de junho de 2008

Às terças no MMCAFÈ

às terças no mm
TERCEIRAS PALAVRAS

17 Junho 22h00



Uma história de vida que remonta ao tempo da guerra colonial em Angola, em que a realidade parece ultrapassar a ficção.
VITÓRIA PEDRO nasce em Angola e é trazida para Portugal por uma companhia de militares, sendo adoptada pela família de um deles.
Faz um percurso de múltiplas procuras, identitário e profissional, estando hoje ligada à música, onde se exerce humana e profissionalmente, trabalhando com crianças e cantando em duas bandas no Algarve.
BIO Vitória Pedro nasce em Angola em 1960 e em 1967 vem viver para Portugal/Beja, onde faz todo o seu percurso escolar.
É ainda nesta cidade, que integra o grupo de música, Trigo Limpo. Em 1983, vai para Faro e ingressa na Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, onde conclui um curso técnicoprofissional de turismo e trabalha no Aeroporto de Faro, durante 10 anos.
Cria neste período um duo musical para animar bares e festas. Em 1990 inicia o Estudo de Música no Conservatório Regional do Algarve.
No ano de 1993, participa na 1ª série do Chuva de Estrelas em que chega à final. Actualmente, divide a sua actividade leccionando em escolas primárias e infantários e actuando com as Big Band e Hexavox.
A coordenação artística deste projecto é da responsabilidade de Natália Luíza

Fernado Pessoa com estátua na sua terra

Almada Negreiros: Retrato do Poeta Fernando Pessoa, 1954

Escultura presta homenagem em frente à casa onde nasceu o poeta

Desde de ontem, em Lisboa, uma nova estátua de homenagem ao poeta da cidade, Fernando António Nogueira Pessoa, inaugurada no âmbito das comemorações dos 120 anos do seu nascimento, que não têm extensão nacional.

A estátua impõe-se no meio do Largo de S. Carlos, mesmo em frente à casa onde nasceu, em 1888, e é uma das muitas homenagens que a cidade de Lisboa presta ao escritor.

Na opinião do presidente da Câmara de Lisboa, a cidade tem sabido prestar a Fernado Pessoa a homenagem que o poeta merece e tem sabido fazê-lo das mais variadas maneiras.
«Como é sabido, o município tem mantido desde há vários anos a Casa Fernando Pessoa que hoje tem uma actividade muito estimulante, quer na preservação do espólio, quer na digitalização de toda a sua documentação, como na investigação. (...) Mas na verdade, a melhor demonstração de que Pessoa se vai entranhando nas pessoas e as pessoas se vão apropriando dos seus poetas é ouvir as Marchas na cidade de Lisboa e na quantidade de marchas que se referiam a Pessoa como sendo um dos grandes poetas da cidade» , defendeu António Costa no final da inauguração da escultura, da autoria do belga Jean-Michel Folon.

Para a directora da Casa Fernando Pessoa, é, no entanto, de lamentar que as comemorações do aniversário do poeta não tenham dimensão nacional.
«Bem sei que o ministro da Cultura entrou há pouco tempo, eu também só entrei em Fevereiro na Casa Fernando Pessoa, mas já se sabia do aniversário e não vejo, a não ser que apareça depois do aniversário dele, nada pensado» , criticou.
Para Inês Pedrosa, os 120 anos do nascimento de Fernando Pessoa são uma comemoração que exigia uma programação articulada entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação.
«Há coisas que se poderiam fazer a nível de edição e ao nível de promoção da leitura, etc., e que dependem de uma vontade política superior e infelizmente eu não a tenho visto» , lamentou Inês Pedrosa, recordando que a Casa Fernando Pessoa subsiste «com muitas dificuldades financeiras» e mercê da «boa vontade» dos funcionários «que trabalham horas extraordinárias sem fim e sem pedir nada».

A inauguração da escultura ‘Hommage à Pessoa’ foi marcada pela actuação do conjunto Ensemble Galhardia que recitou poemas de Pessoa e apresentou um programa de canções e instrumentais alusivos à obra do poeta.
A escultura do belga Jean-Michel Folon foi adquirida pela Câmara Municipal de Lisboa na sequência de uma exposição que teve lugar no Castelo de S. Jorge em 2001.


Para melhor se exprimir, Pessoa criou heterónimos, versões do que seriam outros "Fernandos Pessoas", mas bastante diferentes, com personalidades completas e vincadas, evoluíndo e amadurecendo ao longo do tempo.
Álvaro de Campos, o engenheiro naval desiludido com a vida, Ricardo Reis, o médico monárquico que recusou a República, Alberto Caeiro, o camponês sem estudos, simplista e que recusava a metafísica e Bernardo Soares, o semi-heterónimo, na medida em que não diferia muito do escritor real, foram os heterónimos que Pessoa criou (e posteriormente, viria a "matar").


Fernando Pessoa Viria a morrer em 30 de Novembro de 1935, na "companhia" dos seus heterónimos e sem ver reconhecida a grandeza que o tempo lhe viria a conceder.

Agenda da Byblos a maior Livraria de Lisboa



A Primavera traz uma nova vida a todas as coisas.
É precisamente isto que o pequeno Alberto sente durante a viagem à aldeia da avó, durante a qual será conduzido a uma nova aventura. Descobre algumas marcas do nosso passado medieval, como antas, castros e castelos; conhece o jogral Abelardo que toca e canta para a sua amada Clarícia, donzela nobre, que vive num castelo.
Afinal só precisamos de estar atentos aos pequenos pedaços do nosso passado para conhecer melhor o nosso presente!
Para os pequenos leitores, lançamento do livro Alberto na Idade Média de Cidália Fernandes.
Domingo, 15 de Junho às 11h00 na Byblos Amoreiras.
Espaço também para homenagear o poeta para quem todos os dias eram imprescindíveis e todas as viagens possíveis, mesmo à volta de um quarto em Lisboa, no 120º aniversário do seu nascimento, de 13 a 27 de Junho na exposição Pessoa, as palavras do Poeta.
E ainda, depois da edição do programa Letras do Mundo dedicado a Israel, 18 de Junho às 21h00 uma nova abordagem sobre este país, que em 2008 comemora seis décadas de existência, numa conferência de José Manuel Fernandes, director do jornal Público, a convite da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Segunda noite do V Festival Internacional de Dixieland de Cantanhede está a começar




Segunda noite do V Festival Internacional de Dixieland de Cantanhede está a começar


Teve ontem início o V Festival Internacional Dixieland de Cantanhede.
Este Festival organizado pela Câmara Municipal e a INOVA-Empresa Municipal, já colocou Cantanhede na rota internacional do jazz de raiz popular com origem em New Orleans (EUA).
Os primeiros a estrearam a tenda dixie foram os portugueses Castiço Jazz Band. Esta banda que integra elementos de outras formações tem a particularidade de tocar temas genuinamente portugueses com as sonoridades de New Orleans. Outra particularidade da banda é o uso da guitarra portuguesa juntamente com outros instrumentos de sopro e cordas normalmente associados ao jazz.

Os senhores que se seguiram foram os italianos Tiger Dixie Band a conseguirem uma boa interacção de diálogo com o público. Entre o inglês e o italiano todos se entenderam e responderam ao repto com o acompanhamento constante de palmas ritmadas ao som da musica dos Tiger Dixie Band. Os temas tradicionais já bem conhecidos dos aficionados desta corrente jazzistica apresentaram-se com novos arranjos da autoria do grupo.

Já a noite ia avançada quando a terceira banda começou a sua actuação. Os Astédixie já são repetentes neste e noutros festivais congéneres. Esta banda da Lousã, que conta já com uma década de existência, é presença obrigatória no Dixieland e eles sentem-se a tocar em casa tal é a legião de fã que arrastam consigo. Celso Gregório e Sandra Correia (no trompetix), Luís Henriques (no clarinetix), Nuno Antão (no banjix), Renato Correia (no tubalix) e Rafael Ventura (na washboardix) são os responsáveis por este sucesso e pela onda de boa energia que encheu a tenda.

Os holandeses The Juggets Jazz Band, tiveram as honras de encerramento da noite de estreia do Dixieland. Entraram pela porta principal da tenda e apanharam de surpresa quem aguardava pela sua actuação em palco, mas foi por entre o público e as mesas de convidados que os onze músicos tocaram. Já lá vão vinte e nove anos desde a primeira actuação em Tilburg mas o entusiasmo é o mesmo que no primeiro dia que actuaram juntos.

Os concertos de hoje na tenda dixie estão prestes a começar mas a música é uma constante desde a abertura do recinto do festival, que inclui a X Feira de Gastronomia e Artesanato Tapas & Papas.
Daqui a pouco será a banda de Leiria Desbundixie a primeira a actuar, logo se seguida os alemães Dixieman Four que trazem no seu reportório bandas sonoras de filmes do século XX. Para o final da noite ficou guardada a actuação da convidada especial do Festival: Maria João. A cantora já com créditos bem firmados na cena nacional e internacional irá cantar com os Always Drinking Marching Band. Esta formação de Barcelona bastante diferente de todas as outras do programa também já é uma repetente. E é dela que guardamos a memória mais viva da edição do ano passado com o todo público a dançar as suas coreografias.
A avaliar pela noite de ontem e pela animação que se vive no recinto este Festival continua na senda do sucesso alcançado pelas anteriores edições.
O ponto alto deste evento é a “Street Parade”, no domingo à tarde, com as várias bandas participantes a percorrerem as ruas do centro de Cantanhede.
Teresa Arsénio
Fotos Teresa Arsénio

mmcafé com música amanhã


QUARTETO DE VASCO AGOSTINHO
IN TEMPUS
15 Junho 22H00
A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência do próprio músico que a interpreta, quer a solo, quer em grupo.
E para isso contribuem factores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma.
O novo trabalho de Vasco Agostinho reúne, sob a sua direcção, músicos que partilham com ele a convicção de que, mais do que as linguagens, as estéticas, as tradições ou as modas, a música vive na tradução do íntimo de cada interveniente, seja ele músico ou ouvinte.
Por isso que este projecto assenta muito especialmente na espontaneidade como método de criação artística, com a finalidade de enriquecer cada som com um novo elemento para a teia de sensações experimentadas pelos intervenientes, tornando o concerto numa experiência única e completa.
Vasco Agostinho é hoje uma referência do jazz Português, aclamado por colegas e público, tendo o seu disco de lançamento sido eleito um dos favoritos da crítica em 2006.
Vasco Agostinho guitarra
Jeff Davis vibrafone
Demian Cabaud contrabaixo
Bruno Pedroso bateria

Décima edição de Correntes d'Escritas- inscrições já abertas!


Estão já disponíveis para consulta os regulamentos dos prémios literários relativos à X edição do Correntes d’Escritas, que decorre entre 11 e 14 de Fevereiro do próximo ano.
No âmbito do Encontro de Escritores de Expressão Ibérica Correntes d’Escritas são atribuídos anualmente dois prémios literários, um para obras já publicadas - Prémio Literário Casino da Póvoa - o outro - Prémio Literário Correntes d’Escritas/Papelaria Locus - , dirigido a jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos, para trabalhos inéditos.
Em 2009 ambos os prémios vão distinguir obras em poesia. A 30 de Agosto termina o prazo para as obras concorrentes ao Prémio Literário Casino da Póvoa, cujo valor é de 20 mil euros. Podem concorrer autores de língua portuguesa, castelhana ou hispânica, com obras em 1ª. edição, em português e editadas em Portugal entre Julho de 2006 e Junho de 2008, excluindo-se as obras póstumas e ainda aquelas da autoria de galardoados com o Prémio Literário Casino da Póvoa nos últimos seis anos.
Já o Prémio Literário Correntes d’Escritas/Papelaria Locus é destinado a jovens naturais de países de expressão portuguesa, castelhana ou hispânica.
Os concorrentes podem entregar, no máximo, dois trabalhos até 30 de Novembro de 2008. Para 2009, o valor do prémio subiu de 750 para 1000 euros, sendo que a obra premiada será ainda publicada na próxima edição da Revista Correntes d’Escritas.
Os interessados em concorrer a este prémio juvenil têm ainda que ter em atenção que deverão apresentar os seus trabalhos por escrito e sob pseudónimo.
Os regulamentos dos dois prémios literários estão disponíveis no portal municipal.
Os vencedores de ambos os prémios serão anunciados na sessão de abertura da X Edição do Correntes d’Escritas, sendo que a entrega do prémio ocorrerá na sessão de encerramento.

Projecto FUGA.01 online

Laçamento do site
16 de Junho
O projecto FUGA faz em estreia absoluta o lançamento da edição online de 01 em simultâneo com o lançamento do site do grupo no dia 16 de Junho.
Tournée
18 de Julho - FNAC Forum Coimbra
19 de Julho - FNAC Santa Catarina, Porto
20 de Julho - FNAC Braga
23 de Julho - FNAC Cascais Shoping
24 de Julho - Onda Jazz, Lisboa
25 de Julho - FNAC Alfragide, Lisboa
26 de Julho - FNAC Colombo, Lisboa
26 de Julho - FNAC Almada
Mais informações
http://www.letstartafire.com/
raquellains@letstartafire.com

Pé Na Terra

Pé na Terra
"Pé Na Terra"
15 de Junho Às 17h00
FNAC Forum Coimbra


Os Pé na Terra surgiram do resultado de um entrelaçado de ideias e desejos musicais que os vários membros do grupo transportam em si. Através de temas originais e da recolha e interpretação de temas tradicionais portugueses, onde a poesia e a dança se complementam, geram a energia que os uniu no projecto. As várias ideias deste grupo do Porto vão ao encontro do actual movimento de revolução da música tradicional como comprova o álbum de estreia.

Informações
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03Horário da Loja: 10h-24hE-mail:
fnac.coimbra@fnac.pt

Overule na àbox


@c [crónica electrónica] no TAGV

18 de Junho às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra


Pedro Tudela e Miguel Carvalhais colaboram como @c desde 2000, desenvolvendo performances sonoras (como a que apresentarão no TAGV) ou audiovisuais (com a artista austríaca Lia) e múltiplas colaborações, recentemente com o grupo de percussão Drumming, ou com músicos como Vítor Joaquim, Aki Onda, Gert-Jan Prins, Raymond MacDonald, Stephan Mathieu, Pure, entre outros.

O seu trabalho desenvolve-se no cruzamento de três abordagens complementares à música electrónica e à arte sonora: composição procedimental, música concreta e improvisação. Ao longo dos anos, têm desenvolvido composições complexas, com um pé no trabalho em estúdio e o outro no(s) palco(s). Se por um lado as suas peças são normalmente construídas sobre bases bem estruturadas, é comum que múltiplas peças sonoras se libertem destas estruturas e que, uma vez integradas, contribuam para o desenvolvimento de elaboradas estratégias de desconstrução. Os @c passaram recentemente por festivais como o Ars Electronica (at), Offf (pt), EMAF (de), Atlantic Waves (uk), NAME (fr) ou Pixelache (fi) e actuaram em salas como a Casa da Música (pt), Netwerk (be), ICA (uk) ou La Casa Encendida (es). Têm trabalhos editados em múltiplos formatos, em editoras como a Crónica, Feld, Grain of Sound, Filmarchiv Austria, Room40, ZKM, Sirr, entre outras. Têm trabalhos editados em múltiplos formatos, em editoras como a Crónica, Feld, Grain of Sound, Filmarchiv Austria, Room40, ZKM, Sirr, entre outras.Pedro Tudela é artista plástico e músico e lecciona no Departamento de Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).Miguel Carvalhais é designer e músico e lecciona no Departamento de Design da FBAUP.

Mais info em:ww.myspace.com/atcdotorgwww.at-c.orgwww.cronicaelectronica.org
Organização TAGV, no âmbito da programação «TAGV Digital» Programação Afonso Macedo
Preçário Preço normal 8,00€ Preço estudante e sénior 6,00€ Preço Amigo/a TAGV 4,00€

Informações e reservas: Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Ciclo Segundas TAGV dia 16 de Junho

California Dreamin`
16 de Junho às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra


California Dreamin`
de Cristian Nemescu [ROM, 2006, 155’, M/12]
Vencedor da categoria “Un Certain Regard” do Festival de Cannes 2007
O Capitão Jones, do corpo de fuzileiros navais dos EUA, é destacado para escoltar um comboio que transporta equipamento da NATO e se dirige para a Jugoslávia, durante a guerra no Kosovo. A sua missão é detida por Doiaru, aparentemente um chefe de estação muito meticuloso numa vila abandonada, que retém o comboio devido a um detalhe técnico na documentação. A comunidade local desenvolve então esforços ridículos por dar as boas vindas aos americanos, tencionando aproveitar-se da sua inesperada presença. Após cinco intensos dias, Jones descobre os verdadeiros – e muito pessoais – motivos por detrás do comportamento de Doiaru. Ultrapassado o “problema”, o comboio retoma a sua viagem e deixa para trás corações partidos, sonhos desfeitos e uma guerra civil.
Produção TAGV
Preçário Preço normal 4,50€ Preço estudante 3,50€
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Livro de Mia Couto apresentado na Póvoa do Varzim


Venenos de Deus, Remédios do Diabo
é o título do romance de Mia Couto
apresentado no Diana Bar.


Por considerar que um livro não se explica, não se apresenta e o pior para fazer isso é o próprio escritor, Mia Couto limitou-se a falar do lugar onde decorre a história do livro, Vila Cacimba, um território que é difícil que Deus o veja.
“A única maneira da Vila se fazer ver é mentir porque está encoberta. Temos que mentirmos para sermos” afirmou.

O escritor moçambicano, que afirmou que “quando estou a escrever não vivo em lugar nenhum”, reconheceu que “é mais difícil publicar e mais fácil escrever com o decorrer dos anos” chegando mesmo a revelar que encontrou um estilo para si.

“Identifiquei mas depois quis questionar a classificação que adoptei para mim porque quero surpreender-me a mim mesmo” continuou o escritor confessando que “tive tanto medo de escrever este livro como o primeiro” e em tom de brincadeira corrigiu “não tive tanto medo quando escrevi o primeiro”.

Mia Couto afirmou que agora inventa palavras de uma maneira mais contida, mais natural, assumindo que “fui percorrido por uma adolescência na escrita, onde queremos fazer bonito”.

O papel do escritor é escrever, é contar histórias e dizer que as soluções estão no facto das pessoas se encontrarem a si próprias, na capacidade de cada um se inventar.

Mia Couto continuou alertando para a incapacidade e inabilidade em que caímos, “há utopias que devem morrer”, sugeriu.“Escrevo sobre o meu mundo pensando ingenuamente que as pessoas se identificam com o que escrevo. Escrevo sobre gente que existe dentro de mim”, concluiu Mia Couto.

À semelhança do que acontece com todas as suas publicações, Venenos de Deus, Remédios do Diabo é um livro muito rico, apesar da simplicidade característica da sua escrita, considerou Luís Diamantino, Vereador do Pelouro da Cultura que definiu Mia Couto como “um artífice da língua portuguesa queimada pelo sol africano”.

Escritor muito estimado pelo público poveiro com presença assídua no evento literário de maior impacto na nossa cidade – Correntes d’Escritas –, Mia Couto é considerado um dos nomes mais importantes da nova geração de escritores africanos que escrevem em português e, como sempre acontece, atraiu mais de uma centena de leitores apaixonados ao emblemático Diana Bar.

Case-se no Maxime! Hoje!


sexta, 13 junho
CASE-SE NO MAXIME!


No dia de Sto António – o casamenteiro – todos os que falharam a célebre cerimónia diurna do casório na Sé, ainda podem dar o nó!

Basta para isso dirigirem-se à Pr. Da Alegria e contrair matrimónio ali mesmo, em pleno Maxime!

Toda a gente se pode inscrever para este casamento nocturno sem igual.

Tragam os amigos e a família, e brilhem no evento mais mediático do século, ao som dos flashs e disparos das cameras fotográficas!

Não pensem que é só de brincadeira! Uns são a sério com registo e tudo aquilo a que se tem direito, outros faz de conta! Tudo bem animado, pois no que toca à brinacadeira, será o Padre Vieira (não o António, mas sim o Manuel João), que celebrará as sagradas uniões!

A festa é abrilhantada pelo conjunto musical “Os Irmãos Catita” e ainda por Mitsuhirato, o DJ mais casamenteiro desde Frei Tuck!
xInscrições para todo o tipo de casamentos. E casar à noite tem outro charme!
Para além do mais, esta “igreja” tem bar, palco, sala de convívio, instalação sonora, toiletes e muito mais!
Se quer um Sto. António sublime, case-se-no Maxime.
Oferta de bolo de noivos, certificados de casamento Maxime e fotografias para mais tarde recordar!!!
Noivos que ainda pretendem inscrever-se e que tragam pelo menos 10 convidados, não pagam os bilhetes de entrada.
Compareça e enubeça!

Concerto na Sociedade Filarmónica Humanitária


CONCERTO NA SOCIEDADE FILARMÓNICA HUMANITÁRIA
HOJE PELAS 21 HORAS

Marvila impede Alfama de conquistar o Penta


Após quatro anos consequtivos, Marvila derrota Alfama no Concurso das Marchas de Lisboa.


Nos 4 anos passados, Alfama conquistou o troféu.

Este ano, quando todos esperavam o penta, Marvila é a eleita, ficando Alfama em 2º lugar.

No outro lugar do pódio ficou Madragoa.


O prémio de Melhor Figurino coube à Marcha do Castelo.

A Melhor Letra foi atribuida à Marcha da Bica.

Na Musicalidade a Marcha de Alfama foi a eleita do juri.

A Marcha do Beato arrecadou o troféu de Melhor Cenografia.

Em igualdade ficou a Marcha de Alfama e de Marvila na Categoria de Coreografia.

A melhor Composição Original foi para a Marcha de Alfama com o tema "Lá vai ela".

O troféu da Avenida coube à Marcha de Marvila.

A classificação final do Concurso Marchas de Lisboa 2008 foi:


  1. Marvila

  2. Alfama

  3. Madragoa

  4. Beato

  5. Castelo

  6. Alcântara

  7. Carnide

  8. Bairro Alto e S. Vicente


  9. Lumiar

  10. Sta Engrácia

  11. Mouraria

  12. Bica e Graça


  13. Campolide

  14. Alto do Pina

  15. Bela Flôr

  16. Olivais

  17. Ajuda

  18. Benfica

quinta-feira, 12 de junho de 2008

segunda semana da VI edição do Jazz ao Centro


Segunda semana VI edição do Jazz ao Centro

"Os aguardados concertos ao ar livre, novidade absoluta no Jazz ao Centro, iniciarão na quinta-feira, pelas 22h00 nas escadas do Quebra Costas. Para esse dia está agendada a actuação da JWO – JACC Workshop Orchestra, um colectivo formado por músicos nacionais ou que trabalham em Portugal, dirigidos pelo saxofonista e compositor norte-americano Michaël Attias. No dia seguinte, sobe ao palco o baterista de origem indiana Ravish Momin, em trio. A contrabaixista francesa Hélène Labarrière encerra, no sábado, o programa de concertos do festival.
Os concertos serão, como habitualmente, seguidos de "after-hours", agora conduzidas pelo veneziano Alberto Pinton, brilhantemente secundado pelos seus companheiros de Estocolmo (onde reside actualmente). Esta formação trará ao Salão Brazil o seu jazz aberto e flexível, proporcionando actuações memoráveis, que poderão ser recordadas através do disco resultante da gravação dos três dias de concertos (a editar com o selo da JACC Series)." JACC
Mais informações: www.jazzaocentro.pt

Começa hoje o V Festival Internacional Dixieland em Cantanhede

V Festival Internacional Dixieland
12 a 15 de Junho
Cantanhede

De 12 a 15 de Junho, Cantanhede vai ser a capital do jazz popular com a realização do V Festival Internacional Dixieland de Cantanhede.
Para hoje à noite estão programadas as actuações das bandas: Castiço Jazz Band, Tiger Dixie Band, Astédixie e The Juggets.
Mais informações: http://www.cantanhedeonline.pt/dixieland/

Feira Medieval de Coimbra

Feira Medieval de Coimbra
14 de Junho
Largo da Sé Velha

Mais informações: www.cm-coimbra.pt

Rui Vargas no Magnõlia com Warm Up de Mush


OPART na noite de Santo António


Boka Shade com Miguel Rendeiro


“Timbila Muzimba”, património mundial da humanidade em Coimbra

14 de Junho às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra


Orquestra musical formada por dez elementos, que surgiu em 1997, é composta por um grupo de jovens músicos e bailarinos Moçambicanos que cresceram no bairro “Unidade 7”, nos arredores da cidade de Maputo, conhecido pelas suas orquestras de Timbila. Timbila, (singular m'bila) são os xilofones do povo Vachopi, que habita o sudeste de Moçambique, nas províncias de Gaza e Inhambane.
Ao grupo do Bairro “Unidade 7” juntaram-se outros jovens músicos da capital com raízes culturais de várias províncias do norte e do centro do país. Sendo um grupo de música e dança, o nome “Timbila Muzimba” reflecte os dois elementos do espectáculo: o som da “Timbila” e o movimento do “Muzimba”, palavra chopi que significa corpo.
A Orquestra tem como base do seu trabalho a música, as danças e a construção de instrumentos musicais moçambicanos, investigando fontes orais, trocando experiências com outros músicos e participando em cerimónias tradicionais. O repertório da orquestra inclui também alguns temas tradicionais de outros países, resultado de workshops que ai tiveram lugar. A Timbila Muzimba é considerada património mundial da humanidade pela UNESCO, desde 2004
.
Ficha Artística
Clementina Zimba voz, tambores, coros, dança Lucas Macuácua voz, percussão, coros, dança Cândido Salomão Zango timbila, tambor m'txinga, voz, coros, dança Geraldo António Mahuaie timbila, voz, coros, dança, tambores Celso Mahuaie timbila, coros, dança, tambores Osório Mahuaie tambores xindzomana, conga, coros António Chabuca viola baixo, percussão fina, coros Julião Ibrahimo Mussa bateria, coros Mais info em www.myspace.com/timbilamuzimba
Organização Gesto – Cooperativa Cultural, no âmbito do movimento Identidades – intercâmbio artístico
Preçário Preço geral 10,00€ Preço Amigo TAGV 5,00€

Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Grupo de Fados no Pátio da Inquisição

Grupo de Fados
14 de Juho às 21h30
Pátio da Inquisição
Coimbra


PRÓXIMOS ESPECTÁCULOS
Dia 17 Escadas de S. Tiago - ARS NOVA
Dia 21 Praça 8 de Maio - QUARTETO DE GUITARRAS AEMINIUM e GRUPO FOLCLÓRICO E ETNOGRÁFICO DO BRINCA
Dia 28 Pátio d’Almedina - QUARTO CRESCENTE
Informações
Casa Municipal da Cultura

Rua Pedro Monteiro3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630Fax 239 702 496
www.cm-coimbra.pt

Anabela Duarte na FNAC Forum Coimbra

Anabela Duarte
La Luna
13 de Junho às 22h00
FNAC Fórum Coimbra


Depois de Machine Lyrique, a partir do universo de Boris Vian e Kurt Weill, Anabela Duarte regressa com La Luna. O novo trabalho reúne canções d'arte de Bellini, Donizetti e Rossini que reflectem em especial a influência do tema lunar na canção oitocentista. O interesse incidiu de forma mais ou menos impressionista sobre poemas, ritmos e melodias que, através da sua carga emocional e lúdica, transmitem uma estranha sensação de elevação. A cantora é acompanhada ao piano por Ian Mikirtoumov.

Informações
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03
Horário da Loja: 10h-24hE-mail:
fnac.coimbra@fnac.pt

Grande Entrevista amanhã com Salvador Vaz da Silva




DIA 12 RTP1 21h00
GRANDE ENTREVISTA



Salvador Vaz da Silva, o homem que matou a morte, é o convidado de Judite de Sousa.

Deram-lhe entre um a seis meses de vida.
Diagnosticaram-lhe mais de uma dezena de tumores na cabeça e sete tumores nos pulmões mas Salvador Vaz da Silva acreditou que iria vencer o cancro.

Mariza dedicou-lhe a canção “Cavaleiro Monge”.

Na imprensa, dele se diz que é o HOMEM que MATOU a MORTE.

Vamos conhecer Salvador Vaz da Silva na Grande Entrevista...quinta-feira à noite, logo após o Telejornal.

Equador a filmar em Alcochete



Miguel Sousa Tavares interpreta Conde de Mafra na caçada real para série televisiva
As filmagens da série televisiva Equador, baseada no, seu, romance homónimo, estão hoje a decorrer numa herdade em Alcochete com a participação especial do escritor como Conde de Mafra na recriação de uma caçada real

A série, produzida pela TVI, começou a ser rodada em Maio na Índia, prossegue agora filmagens em Portugal - Mafra, Vila Viçosa e Lisboa - e continuará em Julho no Brasil, nos estados do Rio de Janeiro e Salvador da Baía, onde serão gravadas cenas que no livro decorrem em São Tomé e Príncipe.
Nas gravações que decorreram hoje na Herdade Barroca D´Alva, na zona de Alcochete, além do elenco da série previsto para a caçada real - o actor João Ricardo (Rei D. Carlos), Vítor de Sousa (Charters de Azevedo) e Almeno Gonçalves (Conde de Sabugosa), entre outros - contou com a participação do autor do romance e de outros convidados da TVI.
Manhã cedo, a produção, elenco e figurantes instalaram-se na herdade, junto a uma lago, onde, os adereços nos fazem recuar a 1905. Também podem ver-se os animais mortos na caçada, algumas dezenas de réplicas perfeitas de lebres e perdizes apanhadas pelo Rei D. Carlos e amigos, que na cena se preparam para almoçar à sombra das oliveiras.
Monteiro Coelho, director do gabinete de comunicação da TVI, que hoje também tem uma participação especial na cena da caçada real, como Marquês-Barão de Alvito, disse aos jornalistas que Miguel Sousa Tavares tem acompanhado as gravações da série desde o início «para que decorram o mais possível dentro do espírito do romance», publicado em 2003, que já vendeu mais de 250 mil exemplares.
O elenco total da série televisiva Equador conta com cerca de 110 actores, entre eles Nicolau Breyner, Alexandra Lencastre, Rui de Carvalho, e Pedro Granger, e uma equipa técnica que ronda as 80 pessoas.
No livro, o protagonista vai para São Tomé e Príncipe em missão patriótica a pedido do Rei, e a partir daí troca a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma vida de aventuras como governador que toma a defesa dos trabalhadores das roças entrando em conflitos de interesses com a metrópole.
Para as gravações de hoje deslocaram-se 12 actores à Herdade Barroca D ´Alva, onde foram reproduzidos o vestuário, cortes de cabelo, mobiliário e outros objectos da época.
«Silêncio! Acção!» são as palavras que captam a atenção de todos para o início da gravação das imagens que o público verá completas após Setembro, dando vida ao romance de Miguel Sousa Tavares e com a participação do próprio escritor, vestido a rigor para montar, com pêra e farto bigode, quase irreconhecível.
No final da primeira cena, a Agência Lusa tentou ouvir o autor sobre o decorrer das filmagens da caçada real, mas Miguel Sousa Tavares escusou-se a fazer comentários sobre a série.
A cena mostra o Rei D. Carlos rodeado pelo grupo de amigos caçadores, quando é interrompido por José da Matta (Manuel Moreira) e abandona o grupo devido a «assuntos urgentes de governação».
Actores, figurantes, técnicos e assistentes procuram seguir as indicações do responsável pelo projecto, André Cerqueira, mas os imprevistos acontecem: há aviões ruidosos a passar de vez em quando, e o Rei D. Carlos cai subitamente do seu belo cavalo branco, mas sem consequências dramáticas, e as gravações continuam.
De acordo com Sérgio Baptista, chefe de produção, as filmagens em Portugal vão prosseguir ainda em Lisboa, nomeadamente no Teatro Nacional de São Carlos e na Rua Garrett, que será fechada ao público propositadamente para fazer a série.

450º Aniversário do Convento dos Capuchos: Encontros de Jazz


O Convento dos Capuchos, na Caparica, a comemorar 50 anos, é o cenário dos Encontros de Jazz que se iniciam quinta-feira com o pianista Júlio Resende e o contrabaixista John Hebert.

Trata-se de uma iniciativa da Câmara de Almada que quer "voltar a colocar o Convento nas rotas do espectáculo", disse à Lusa Luís Pargana, chefe da divisão dos equipamentos culturais da autarquia.

Quinta-feira, o pianista Júlio Resende actua com o contrabaixista John Hebert, sem a sua formação habitual, apenas acompanhado dos seus dois companheiros do projecto "Da Alma", Zé Pedro Coelho e João Lobo, seguindo-se sexta-feira o Ravish's Trio Tarana.

"São três dias com uma programação especial, pensada como uma primeira aproximação do jazz àquele espaço, e feita em parceria com o Jazz ao Centro Clube", disse à Lusa Luís Pargana.

O responsável salientou que esta parceria "torna viável economicamente a realização dos encontros através de uma maior rentabilização dos músicos estrangeiros convidados que actuarão na Caparica e no Festival Internacional de Coimbra.

"Este trio composto por um alaúde, um violino e uma bateria faz a fusão do jazz com música do Médio Oriente e de África", explicou Pargana.

Os franceses do Hélène Labarrière Quartet encerram os Encontros com a apresentação do seu mais recente CD, "Les temps changent".

"Um grupo que surge no esteio da melhor tradição jazzística europeia", qualificou o mesmo responsável.

Paralelamente, realiza-se, também no Convento, uma Feira do Disco Jazz, organizada pela Clean Feed e uma exposição de fotografia de Hélio Rodrigues.

A exposição de fotografia é uma retrospectiva do Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz, de 2007.

Segundo Pargana, "estes encontros são para continuar, aliás, como a animação cultural do evento".

"As comemorações do 450º aniversário servirão como ensaio de uma actividade mais regular que afirme o Convento como equipamento cultural de referência, não só no concelho como em termos nacionais, disse Luís Pargana.

Depois do jazz será a vez da música erudita, em Julho, com a soprano Ana Paula Russo e o guitarrista Carlos Frederico Gutkin.

Este conjunto de recitais sob a direcção artística do maestro Kodo Yamagishi realiza-se paralelamente a um ciclo de colóquios.

O Convento dos Capuchos, pertencente à Ordem dos Franciscanos, foi mandado erigir por Lourenço Pires de Távora em 1558.

Com a perseguição da família Távora pelo Marquês de Pombal, em 1759 o Convento perde a sua protecção, até que em 1834 passa para mãos particulares e em 1950 é adquirido pela Câmara de Almada.

Canção de Lisboa de La Féria no pequeno écran




A CANÇÃO DE LISBOA, O MUSICAL

21.50 NA RTP 1


La Féria recria a Lisboa dos anos 30
num musical de grande sucesso…


A RTP transmite “A Canção de Lisboa”, que Filipe La Féria transformou num musical de sucesso, a partir da história de José Galhardo com música de Raul Ferrão e Raul Portela que serviu de argumento ao célebre filme de Cottineli Telmo e que conta as divertidas aventuras de Vasco Leitão, estudante cábula de medicina, que prefere as raparigas e os arraias aos estudos e que é visitado um dia pelas suas tias de Trás-os-Montes que o julgam já doutor.

Um grande espectáculo com os lindíssimos figurinos de Vitor Pavão dos Santos vestidos por um grande elenco de mais de cinquenta actores, bailarinos e músicos, entre eles Anabela, Miguel Dias, Nuno Guerreiro e Sofia Duarte Silva ao lado de Manuela Maria, Joel Branco, Helena Rocha, Tiago Diogo, Rosa Areia, David Ventura, António Leal, Tatiana Baló e ainda Inês Santos.


Um magnifico espectáculo que reuniu consenso entre público e crítica naquele que é considerado um dos maiores musicais portugueses.

Tomás Kubinek no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre


Sex. 13 de Junho – Tomás Kubínek

Lunático Certificado e Mestre do Impossível…



"Um Poeta do Físico e um Acrobata Verbal! Corredor de Riscos Desnecessários! Professor de Invenções Fantasticamente Inúteis! Advogado Arduoso dos Milagres Comuns! Lunático Certificado e Mestre do Impossível…”


Tomás Kubínek nasceu em Praga (ex-Checoslováquia), e com a idade de 3 anos fugiu do país com os seus pais, conseguindo escapar à invasão soviética de 1968.

Depois de um período num campo de refugiados na Áustria, a família conseguiu asilo no Canadá, e foi aí, em Ontário, que Thomas viu o seu primeiro circo, com 5 anos de idade.

A partir dessa experiência, tornou-se um apaixonado por palhaços, circos, teatro e magia, e os seus perplexos mas ainda assim compreensivos pais levaram-no a ver um grande número de espectáculos circenses.

Aos 9 anos, Kubinek apresentou a sua primeira performance, com um exigente público de mágicos veteranos.

Aos 13 anos, já tinha um agente, actuando em cafés entre os números musicais, e na sua adolescência fez a estreia no circo, com um duo de palhaços brasileiros.

A partir desse momento o seu destino estava traçado… Trabalhando em todo e qualquer ocupação relacionada com o “show-bussiness”, o empreendedor Senhor Kubinek conseguiu poupar o suficiente para viajar pela Europa, onde estudou com grandes mestres teatrais, como Monika Pagneaux, Pierre Byland, Jaques Lecoq e Boleslav Polivka.

Estes estudos, combinados com as suas incansáveis experiências na arte da performance ao vivo, levaram-no à criação do seu premiado espectáculo, que depois de visitar festivais internacionais de teatro pelo mundo inteiro, trará o seu burlesco anárquico aos palcos do CAEP.

Lisboa festeja Santo António com as suas noivas



ESPECIAL SANTO ANTÓNIO



A RTP inicia a emissão do “Especial de Santo António” às 10h00, em directo do Páteo Alfacinha, com Jorge Gabriel e Tânia Ribas de Oliveira.

Ao longo desta emissão especial iremos acompanhar os Casamentos de Santo António 2008.

No Museu da Cidade (casamento civil) iremos conhecer todos os pormenores sobre este dia tão especial para os 16 casais.
Para isso, contamos com Serenella Andrade e João Baião.

Às 14h15 iremos em directo para a Sé de Lisboa, onde Isabel Angelino e João Baião irão acompanhar a cerimónia religiosa.

No Copo de Água, a decorrer na Estufa-Fria, Helena Coelho e João Baião são os anfitriões da Festa.

À noite, a partir das 21h45, em directo do Páteo Alfacinha e com ligações aos bairros populares, vamos a acompanhar as Festas do Santo da cidade de Lisboa com os repórteres Sérgio Mateus, Dália Madruga, Joana Teles e Catarina Miranda.

Debate sobre Literatura no Museu do Neorealismo



“Literatura e Política: Perspectivas Contemporâneas”

No âmbito da sua programação cultural, o Museu do Neo-Realismo apresenta para o próximo Sábado, dia 14 de Junho, a seguinte sugestão:
Sábado – 14 de Junho - 16.00 Horas

“Literatura e Política: Perspectivas Contemporâneas”
Convidados
: António Pedro Pita, Rui Tavares e António Guerreiro
Moderação: David Santos

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Casino Lisboa prolonga ciclo de cinema até Domingo



Casino Lisboa prolonga até Domingo
ciclo de cinema “Sedução/Erótico”


No âmbito da programação do Festroia, o Auditório dos Oceanos estreou o ciclo de cinema “Sedução/Erótico” com a projecção do filme “Medium Rare”, de Stefan Stuckert.

Até ao próximo Domingo, o Casino Lisboa exibe uma série de curtas e longas-metragens, assinadas por conhecidos realizadores.
Trata-se de um conjunto de filmes europeus, representativo de diferentes épocas.

De facto, este ciclo de películas demonstra a evolução da abordagem cinematográfica sobre os temas de sedução e sexo.


O Auditório dos Oceanos apresenta, assim, os seguintes filmes até Domingo:


Dia 12
- “Erotic Tales II” - É um conjunto de histórias eróticas produzidas pela alemã Regina Ziegler e passadas para o ecrã por diversos realizadores:


“The Red Garter” - Realização: Markus Fischer; Origem: Alemanha
“On Top Down Under” - Realização: Fridrik Thor Fridriksson; Origem: Islândia
“Why Don’t We Do It on the Road” - Realização: Eoin Moore; Origem: Alemanha

“The Gallery” - Realização: Joe Stelling; Origem: Holanda


Dia 13
- “A Day in the Life of Richard” - Trata-se de uma sátira que acompanha a vida de Richard, que procura adaptar-se à vida moderna do dia-a-dia.
Realização: Declan de Barra; Origem: Irlanda


- “Contos Imorais” - Inclui quatro contos eróticos referentes a diferentes épocas históricas.
Realização: Walerian Borowczyk; Origem: Polónia


Dia 14
- “Delicious Sake” – Num bar de sake, os homens vêem as suas fantasias materializarem-se através da imagem de uma mulher no fundo dos seus copos.
Realização: Jean Bocheux; Origem: França


- “Amour Fou” - Com um espírito livre, Nadja conhece Darius numa discoteca e uma relação que era para ser só mais um caso transforma-se numa paixão obsessiva.
Realização: Felicitas Korn; Origem: Alemanha


Dia 15
- “A Religiosa I e II” - As aventuras eróticas de uma freira.
Realização: Clídio Nóbio; Origem: Portugal


- “Death Is a Caress” - De diferentes classes sociais, Erik e Sonja juntam-se.

Ela é uma rica, mimada e casada mulher da classe alta, enquanto ele é mecânico na garagem que ela frequenta.
Realização: Edith Carlmar; Origem: Noruega


Recorde-se, ainda, que se mantém patente no Arena Lounge uma exposição de fotografia alusiva às anteriores edições do Festroia.

São vinte painéis, que incluem mais de meia centena de imagens de várias “estrelas” que já passaram pelo Festroia, como Kirk Douglas, Lauren Bacall, Michael York, Debbie Harry, Dennis Hopper, Pedro Almodóvar, Christopher Lee, Ettore Scola, Francesco Rosi, ou os portugueses Joaquim de Almeida, Raul Solnado e Ruy de Carvalho.

Orquestra Metropolitana de Lisboa actua em Vila Franca de Xira



Espectáculo de Encerramento
do Ciclo de Música Erudita
pela Orquestra Metropolitana de Lisboa

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira promove no próximo Sábado, dia 14 de Junho, pelas 16.00 Horas, no Auditório do Ateneu Artístico Vilafranquense (Vila Franca de Xira), o Espectáculo de Encerramento do Ciclo de Música Erudita, pela Orquestra Metropolitana de Lisboa.
A Entrada para este Espectáculo é gratuita, limitada aos 570 lugares do Auditório

Palco Domus em festa




É já esta Sexta-Feira dia 13 de Junho que o palco Domus irá receber um dos mais aclamados produtores do século, Stephan Bodzin, considerado por muitos como o grande génio criador das novas tendências do techno da nossa actualidade.

Stephan Bodzin irá apresentar em Lisboa o seu novo Live Act no qual o produtor alemão fará uso de uma interface multi-touch Jazz Mutant para modelar o som ao vivo com as suas próprias mãos!

Uma vez que a performance de Stephan Bodzin faz parte integrante do espectáculo, todos os seus movimentos irão ser gravados e projectados para que o público possa estar a par de tudo o que se vai passando em palco.

O espaço Domus conta também com algumas renovações incluindo uma nova área "open air" de "chill out" para que todos possam desfrutar das noites quentes que se avizinham.

Todo o piso interior foi também renovado para melhor conforto dos seus visitantes e o espaço apresenta agora uma nova decoração.

Aconselhamos a verem o seguinte vídeo que demonstra parte do que se irá passar este Sexta-Feira dia 13 de Junho no Domus em Lisboa.

Tipografia Camões comemora 100 anos de existência



Tipografia Camões comemora 100 anos de existência
em prol da cultura


Na véspera do Dia de Camões, a Tipografia Camões acolheu a sessão de lançamento da obra Póvoa de Varzim: Monografia e Materiais para a sua História no âmbito das comemorações do centenário da sua fundação.
O livro resulta do desejo de António Baptista de Lima homenagear o seu avô, fundador da tipografia, e compilar edições da sua autoria numa reedição que integra a Colecção Na Linha do Horizonte - Biblioteca Poveira.

O volume, reúne, em edição fac-similada, duas obras há muito esgotadas – a Monografia da Póvoa de Varzim, de 1939, e os nove números da revista “Póvoa de Varzim – Materiais para a sua monografia histórica”, de 1953-54 de João Baptista de Lima e ainda um estudo da autoria de João Francisco Marques "Evocação da vida e obra de João Baptista de Lima".

Responsável pela apresentação do livro, este último prestou uma homenagem a João Baptista de Lima dando a conhecer parte da vida e obra do homem que legou à Póvoa a Tipografia Camões.

Recordando a sua passagem por diversas profissões, nomeadamente barbeiro, funcionário municipal, publicista, jornalista, tipógrafo e escritor, João Marques defendeu que a fundação, em 1908, da Tipografia Camões proporcionou a João Baptista de Lima “a liberdade e o suporte logístico para se lançar em mais largos voos”.

O professor lembrou ainda o carácter polémico do tipógrafo “possuidor de um estilo correntio, que redigia com facilidade, sabendo ajustar-se às circunstâncias que deparava” e recordou, a título de exemplo, as escaramuças linguísticas que trocou com o professor Fernando Barbosa.

“Testemunho de um bairrismo generoso e combativo, o tipógrafo-publicista João Baptista de Lima vestia-lhe a pele nas variadas circunstâncias do quotidiano local, defendendo valores e causas culturais e humanitárias numa solidariedade emocional de que a imprensa era palco privilegiado”, adiantou João Marques na sapiente exposição de apresentação da obra e do autor.

Do avô, António Baptista de Lima ainda questiona a pluralidade de ofícios, “homem de letras, de tertúlias, livros e jornais, acima de tudo, um homem do fazer”, preocupado com o que se passava à sua volta.
Relembrou as estratégias usadas pelo avô para fugir à censura, na época da ditadura, dado o controlo que o poder político instituído exercia sobre as obras impressas na Tipografia. Reconhecendo que a Tipografia Camões é a obra de um homem mantida por várias gerações, António Baptista de Lima assumiu a responsabilidade de a manter viva e garantir a sua continuidade nos tempos, com trabalho e dedicação.


Coral Vértice actua na Igreja da Madalena


O Coral Vértice apresenta-se no Domingo,
15 de Junho, às 16.00,
na Igreja da Madalena, em Lisboa.


Sob a direcção do maestro Sérgio Fontão, serão interpretadas obras de canto gregoriano e do compositor francês Francis Poulenc (1899-1963) alusivas a São Francisco de Assis e a Santo António.
Este concerto está integrado nos Concertos de Música Sacra nas Igrejas da Baixa-Chiado e é organizado em colaboração com o Centro Cultural Franciscano - Lux Mundi.
O Coral Vértice é um grupo vocal masculino fundado em Outubro de 1974 por membros do Coro Gulbenkian.

O grupo interpreta música da Idade Média até aos nossos dias, incluindo música erudita e tradicional, com especial relevo para a música portuguesa.

Como membro ou director de diversas formações vocais e instrumentais, Sérgio Fontão realizou concertos em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Áustria, Itália, Malta, Brasil, Argentina, Uruguai, México, EUA, Canadá, Índia, Japão e China.

Participou, também, em espectáculos de ópera e teatro e efectou gravações para cinema, rádio, televisão e em disco, para as etiquetas Aria Music, Dinemec Classics, EMI Classics, Fnac Music, Milan, Movieplay Classics, Numérica, Philips, Sole mio, PortugalSom, Virgin Classics e Virgin Veritas.

Santo António em foco na Sé de Lisboa

A figura de Santo António inspirou 70 artistas que criaram mais de 600 obras para uma exposição patente durante o mês de Junho, em Lisboa, na galeria "A Arte da Terra", dedicada à cultura tradicional portuguesa.

Uma peça com Santo António de olhos esbugalhados, sentado e com um livro ao colo apresenta-o como um mensageiro e é o símbolo da exposição «A transformação da palavra em arte» que decorre de 01 de Junho a 06 de Julho, no âmbito da programação das Festas de Lisboa.

Este é o quarto ano que a galeria faz uma exposição deste género, mas todos os anos é diferente, porque as peças que representam o santo são sempre diferentes, disse à Lusa Filomena Frade, que dirige este espaço junto à Sé de Lisboa.

As exposições anteriores tinham uma dimensão menor, explicou, por sua vez, António Ramos, proprietário da faleria, adiantando que esta "não é uma exposição de santinhos".

Trata-se de apresentar diferentes visões artísticas do culto de Sto. António.

Há peças em pedra, madeira, barro, folhelho de milho, pasta de papel, arame, azulejo e missanga e, a par destas figuras concebidas por escultores e artesãos de todo o país e destinadas a venda, há seis outras obras de arte sacra do século XVIII que pertencem ao espólio da Casa Museu José Régio, de Portalegre, e foram emprestadas para esta exposição.

"Há uma adoração muito grande à imagem de Sto. António, há muitos coleccionadores e há muita procura", sublinhou a gerente da galeria.

Entre os 70 artistas que contribuiram para a abordagem ao culto de um santo que é festejado a 13 de Junho em Lisboa, há peças de Júlia Ramalho, pertencente a uma família com tradição no artesanato. O seu filho António Ramalho também assina obras nesta mostra, onde ainda está representado o escultor Jorge Mealha.

"São todas peças diferentes porque são feitas uma a uma, não há moldes", indicou Filomena Frade, apontando a originalidade de algumas obras que mostram Santo António a andar de trotinette ou num veículo com 'side-car'.

O objecto mais caro custa cerca de 2500 euros e é uma peça esculpida em madeira, da autoria de Augusto Ferreira, um jovem escultor de arte sacra.

Mas também há figurinhas a partir de 10 euros. Todas inspiradas num franciscano pregador que se tornou um santo popular tido como casamenteiro e protector dos pobres.

" Alexandra " estreia amanhã

ALEKSANDRA


Chechénia, nos dias de hoje. Uma frente russa. Aleksandra Nikolaevna é a avó
que visita o neto, um dos melhores oficiais da sua unidade.
Passam-se os dias e ela descobre um novo mundo. Um mundo de homens onde não há mulheres, sensibilidade ou conforto. O dia-a-dia é pobre, num local onde as pessoas são parcas nos seus sentimentos.
Simplesmente, porque talvez não haja tempo nem energia para isso. A cada dia, cada hora, decidem-se questões de vida ou de morte.
No entanto, é um mundo ainda habitado por pessoas.


Breve história da Guerra da Chechénia

A primeira guerra no Cáucaso começou há muito tempo, em 1817 e continuou até 1864,tornando-se numa das mais longas e sangrentas guerras da história do império russo. Em 1859, a Chechénia foi incorporada no território da Rússia.

Desde 1920, foi parte da República autónoma das montanhas e desde 1936 foi parte da República da Chechénia. Em 1944 meio milhão de chechenos foram deportados para o Kazaquistão e a Ásia Central, por decisão de Estaline, “por ajudar e encorajar o inimigo” durante a II Guerra Mundial.
Depois do colapso da Rússia, Dzhokhar Dudayev foi eleito presidente da Chechénia em Outubro de 1991 e declarou a independência face à Rússia.
A guerra começou a 1 de Dezembro de 1994, com a entrada das tropas federais na Chechénia.
Terminou em 1996 com a morte de Dudayev e um tratado de paz foi assinado em Khasavyurt.
Em Agosto de 1999, a ofensiva militar foi retomada depois de um bando de guerrilheiros sob o comando de Basayev e Khattab entrar em território do Daguestão (Rússia).
Só de acordo com as estatísticas oficiais, a primeira guerra da Chechénia matou 50000 civis e fez centenas de milhares de refugiados.




Alexander Sokurov

Metafísico, poeta lírico, inovador, devoto ao cinema, apaixonado defensor dos valores humanitários, Alexander Sokurov nasceu a 14 de Junho em 1951 na aldeia de Podorvikha, na região de Irkutsk.
Em 1974 licenciou-se na Faculdade de História da Universidade de Gorky e em 1979 terminou o curso na Faculdade de Realização do VGIK, o Instituto Nacional de Cinema.
Em 1978 fez a sua primeira longa-metragem The Lonely Voice of Man . De 1980 em diante foi produtor na Lenfilm. Fez mais de 40 filmes e documentários.
Participou e foi vencedor de prémios nos festivais de Cannes, Veneza, Berlim, Locarno, Roterdão Montreal e Moscovo. Vive e trabalha em S. Petersburgo.