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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Vá ao Maria Matos ver a Festa! Vale a pena!



A FESTA

Até 27 JULHO
4.ª a sáb. às 21H30
dom. às 17H00

Sete amigos juntam-se na casa de um deles para celebrar uma passagem de ano.
Todos estão ali porque não têm outro sítio para estar.


Mas se tivessem, provavelmente continuariam a estar ali.
Durante uma noite de festa, a teia de relações e cumplicidades entre estes sete amigos vai ser posta em causa.

Caem as máscaras que cada um usa para esconder ou comunicar a sua personalidade e todos percebem que a face visível daquele círculo de amigos é a ponta de uma iceberg cuja parte submersa é mais negra, dolorosa e autêntica.

criação colectiva

texto Filipe Homem Fonseca, Nelson Guerreiro e Tiago Rodrigues
interpretação Cátia Pinheiro, Cláudia Gaiolas, Joaquim Horta, Marcello Urgeghe, Rita Blanco, Tiago Rodrigues e Tónan Quito

cenário e desenho de luz Thomas Walgrave

produção, adereços e fotografia Magda Bizarro

assistente de produção e adereços Moirika Reker

segunda-feira, 30 de junho de 2008

No Maria Matos vai poder ver FESTA!



Teatro
A FESTA
3 a 27 de Julho
4.ª a sáb. às 21H30
dom. às 17H00


A FESTA é a primeira criação resultante do projecto Estúdios.

Este espectáculo tem origem em três workshops dirigidos pelo realizador português João Canijo, pelos directores artísticos da companhia norte-americana Nature Theatre of Oklahoma, Pavol Liska e Kelly Copper, e pelo coreógrafo congolês Faustin Linyekula. Ao longo destes workshops, a equipa artística deste espectáculo explorou diversos processos de trabalho e desenvolveu vários fragmentos de uma obra teatral dedicada ao tema da “festa”.

De seguida, autores e actores fundiram as suas experiências anteriores, encontrando a sua própria forma de criarem um espectáculo sobre este tema, que é um convite não só à invenção, mas também à celebração.
Baptizados, casamentos, aniversários e até funerais.

Festas de Natal, de Ano Novo e feriados populares.

Festas de empresa, festas de escola, celebrações de vitórias desportivas, bélicas, eleitorais, etc. As festas são também momentos performativos, onde se repetem gestos, rituais, assumindo-se personagens.


Nas festas, podemos observar a natureza humana na sua faceta mais teatral.

A FESTA é também uma noção essencial na História do Teatro.

Foi em festas, tanto nos palácios das cortes como nas celebrações populares, que nasceram muitas das obras mais marcantes da dramaturgia universal.

A pergunta que queremos lançar é: que festa podemos hoje fazer num teatro? Que pode o teatro celebrar? Pode o teatro, ele próprio, ser ainda uma festa?

Espectáculo integrado no Festival de Almada 2008.
ESTÚDIOS é um projecto de formação e criação de teatro, culminando sempre na criação e exibição de um novo espectáculo.
Todos os anos, realizar-se-ão workshops e master classes dirigidos por alguns dos mais inovadores criadores e teóricos nacionais e internacionais, dedicados sobretudo à escrita para teatro e ao trabalho de actor, mas estendendo-se também aos vários sectores da criação teatral.

A FESTA. criação colectiva

texto Filipe Homem Fonseca, Nelson Guerreiro e Tiago Rodrigues
interpretação Cátia Pinheiro, Cláudia Gaiolas, Joaquim Horta, Marcello Urgeghe, Rita Blanco, Tiago Rodrigues e Tónan Quito

cenário e desenho de luz Thomas Walgrave
produção, adereços e fotografia Magda Bizarro

assistente de produção e adereços Moirika Reker

produção Mundo Perfeito e Teatro Maria Matos

em co-produção com Festival de Almada 2008, Alkantara Festival, CAPa e Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão 2008

sábado, 14 de junho de 2008

Às terças no MMCAFÈ

às terças no mm
TERCEIRAS PALAVRAS

17 Junho 22h00



Uma história de vida que remonta ao tempo da guerra colonial em Angola, em que a realidade parece ultrapassar a ficção.
VITÓRIA PEDRO nasce em Angola e é trazida para Portugal por uma companhia de militares, sendo adoptada pela família de um deles.
Faz um percurso de múltiplas procuras, identitário e profissional, estando hoje ligada à música, onde se exerce humana e profissionalmente, trabalhando com crianças e cantando em duas bandas no Algarve.
BIO Vitória Pedro nasce em Angola em 1960 e em 1967 vem viver para Portugal/Beja, onde faz todo o seu percurso escolar.
É ainda nesta cidade, que integra o grupo de música, Trigo Limpo. Em 1983, vai para Faro e ingressa na Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, onde conclui um curso técnicoprofissional de turismo e trabalha no Aeroporto de Faro, durante 10 anos.
Cria neste período um duo musical para animar bares e festas. Em 1990 inicia o Estudo de Música no Conservatório Regional do Algarve.
No ano de 1993, participa na 1ª série do Chuva de Estrelas em que chega à final. Actualmente, divide a sua actividade leccionando em escolas primárias e infantários e actuando com as Big Band e Hexavox.
A coordenação artística deste projecto é da responsabilidade de Natália Luíza

sexta-feira, 13 de junho de 2008

mmcafé com música amanhã


QUARTETO DE VASCO AGOSTINHO
IN TEMPUS
15 Junho 22H00
A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência do próprio músico que a interpreta, quer a solo, quer em grupo.
E para isso contribuem factores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma.
O novo trabalho de Vasco Agostinho reúne, sob a sua direcção, músicos que partilham com ele a convicção de que, mais do que as linguagens, as estéticas, as tradições ou as modas, a música vive na tradução do íntimo de cada interveniente, seja ele músico ou ouvinte.
Por isso que este projecto assenta muito especialmente na espontaneidade como método de criação artística, com a finalidade de enriquecer cada som com um novo elemento para a teia de sensações experimentadas pelos intervenientes, tornando o concerto numa experiência única e completa.
Vasco Agostinho é hoje uma referência do jazz Português, aclamado por colegas e público, tendo o seu disco de lançamento sido eleito um dos favoritos da crítica em 2006.
Vasco Agostinho guitarra
Jeff Davis vibrafone
Demian Cabaud contrabaixo
Bruno Pedroso bateria

sexta-feira, 21 de março de 2008

Maria Matos café com...


quinta-feira, 13 de março de 2008

Uma peça de Lars Norén no Teatro Maria Matos

A Ronda Nocturna no
Teatro Maria Matos


Em A Ronda Nocturna, de Lars Norén, dois irmãos e respectivas mulheres, atacam-se contínua e ferozmente, desvendando sem pudor as suas frustrações, desejos e medos, perante a urna que contém as cinzas da matriarca da família.

Evocando com uma nitidez desconcertante o universo de Quem tem medo de Virgínia Wolf? e o mote proposto por Edward Albee – “o Inferno pode ser uma sala confortável e um casal insatisfeito” – em A Ronda Nocturna, o público é remetido para a sala de estar de John e Charlotte, onde assiste, com uma perturbante proximidade, a um intenso ritual de mortificação mútua.

Considerado o herdeiro artístico de Ingmar Bergman, o autor sueco Lars Norén é normalmente comparado a Strindberg ou a O´Neill.
O seu teatro, alimentado de obsessões, é violento, visceral e denso.

A estreia da peça A Ronda Nocturna foi adiada para o dia 19 de Março.
Este espectáculo estará em cena até 13 de Abril, de 4.ª a sábado, às 21h30 e domingo às 17h00, na Sala Principal do Teatro Maria Matos.

encenação João Paulo Costa
tradução Cristina Canavarro
revisão e adaptação cénica Regina Guimarães
cenografia José Barbieri
figurinos Cristina Costa
iluminação José Nuno Lima
sonoplastia Luís Aly
interpretação António Capelo, Custódia Gallego, Luísa Cruz e Orlando Costa
produção executiva Pedro Aparício e Glória Cheio
co-produção ACE/Teatro do Bolhão e Teatro Maria Matos


A Ronda Nocturna
19 de Março a 13 de Abril
4.ª a sábado às 21h30
domingo às 17h00

terça-feira, 11 de março de 2008

Às terças no Café TEATRO MARIA MATOS

Hoje, dia 11 as 22.00h no Café TEATRO MARIA MATOS, o músico brasileiro Felipe Fontenelle radicado em Portugal ha quase 20 anos, apresenta o seu primeiro disco no qual canta composições suas e regrava de grandes nomes da musica popular brasileira como Carlota, Tom Jobim, Chico Buarque e Caetano Veloso.

Uma voz e um violão. Não é preciso mais para construir magia, como quem acompanha essa “arca do tesouro” chamada Música Popular Brasileira bem sabe. Basta uma voz que cante como quem fala e um violão que desenhe a melodia como se fosse a coisa mais natural do mundo.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

" Dúvida " volta ao Maria Matos até 13 de Janeiro



“Dúvida” em reposição

no Teatro Maria Matos





A “Dúvida” regressa à Sala Principal do Teatro Maria Matos, de 14 de Dezembro a 13 de Janeiro, depois do sucesso alcançado no início do ano, com mais de 12 mil espectadores.


Diogo Infante e Eunice Muñoz estão de volta com a reposição da peça.


A parábola de John Patrick Shanley, com encenação de Ana Luísa Guimarães, conta com as interpretações de Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo.


A acção decorre em 1964, numa igreja e numa escola católicas, no bairro de Bronx, em Nova Iorque. Um Padre é suspeito de assédio sexual a uma criança de 12 anos. A Madre Superiora acusa-o. O Padre reclama a sua inocência e a dúvida instala-se; será culpado ou inocente?


“Dúvida” está em cena de 4ª feira a sábado às 21h30 e domingos às 17h00.


Tradução Felipa Mourato e Ana Luísa Guimarães


encenação Ana Luísa Guimarães


cenário João Mendes Ribeiro


figurinos Carolina Espírito Santo


música original e piano Bernardo Sassetti


sonoplastia Hugo Alves


desenho de luz Nuno Meira


interpretação Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo


assistente de encenação Catarina Requeijo


assistente de cenografia Catarina Fortuna



“Dúvida”

14 de Dezembro a 13 de Janeiro

4.ª a sábado 21h30

domingo 17h00

Bilhetes: 15€ 10€ e 7,50€ com descontos




terça-feira, 30 de outubro de 2007

Artes do palco e da imagem cruzam-se no Teatro Maria Matos


No âmbito do Festival Temps D'Images, a EGEAC E.M. e o Teatro Maria Matos apresentam três espectáculos onde as artes do palco e da imagem se cruzam, de 31 de Outubro a 4 de Novembro.

"I Was There"
é um espectáculo de dança e sobe ao palco nos dias 31 de Outubro (4.ªfeira) e 1 de Novembro (5.ªfeira), às 21h30. Criado por Abraham Hurtado, este projecto parte das memórias e experiência de vida das seis intérpretes. Seis mulheres que vêm de diferentes culturas, de diferentes idades, línguas e experiências. Seis mundos que estarão entrelaçados neste projecto, mas também em conflito.

Também no dia 31 de Outubro e nos dias 1, 3 e 4 de Novembro, às 23h30 chega ao Teatro Maria Matos o estaleiro "A Sós". Trata-se de um projecto a cargo da realizadora Cláudia Varejão e da actriz e encenadora Sandra Faleiro. O objecto que resulta deste encontro tem por base um registo documental: os planos que captam resistem à découpage ficcional; os corpos que filmam não são encenados. São corpos olhados a sós, em momentos de suspensão, onde o tempo se estanca, sem deixar de avançar. Por força deste encontro, os outros acabam por ser um só corpo, sujeito à acção do tempo.

No fim-de-semana de 3 e 4 de Novembro, às 21h30, é a vez de "Window". O projecto multimédia resulta da co-criação que quatro artistas de três áreas diferentes que aqui serão complementares. Mônica Coteriano (Dança/Voz/Textos), Tó Trips e Pedro Gonçalves (Música), André Gonçalves (Multimédia) propõem-se a criar um espectáculo transdisciplinar que parte do objecto janela e que o desenvolve conceptualmente como um objecto de inspiração, fronteira, abertura, barreira, reclusão e partilha. Um espectáculo que utiliza os dispositivos multimédia para criar videoclips ao vivo, reforçar e complementar pequenas histórias que valem por si e no seu conjunto criam uma outra história.

Festival Temps D'Images
Teatro Maria Matos
31 de Outubro a 4 de Novembro


I WAS THERE
31 Outubro e 1 Novembro 4ª e 5ª
21H30 Sala Principal
Bilhetes: 10€

Ficha Técnica de I Was There
Conceito e Direcção Artística: Abraham Hurtado
Co-criadores e Performers: Anabel Labrador, Maureen Lopez, Anee Maud Mayer, Kotomi Nishiwaki, Vania Rovisco e Sofia Verastegui
Vídeo: Pedro Ballesteros
Música: Hahn Rowe e Ivan Roca
Cenografia: Lídia Mombiela
Produção: La Mecánica (Barcelona)
Co-produção: Mercat des Flors (Barcelona), Centro Parraga (Murcia), Festival Temps d'Images / Dupla Cena (Lisboa), Kunstlerhaus Mousonturm (Frankfurt), Ministerio de Cultura (Espanha) e Generalitat de Catalunya (Barcelona)

A SÓS
31 de Outubro / 01, 03 e 04 de Novembro
23H30 MM Café Entrada livre

Projecto a cargo da realizadora Cláudia Varejão e da actriz / encenadora Sandra Faleiro

WINDOW
3 e 4 Novembro sáb . e dom.
21H30 Sala Principal
Bilhetes: 10€

Ficha Técnica de Window
Co-criação: Mônica Coteriano, Tó Trips, Pedro Gonçalves e André Gonçalves
Coreografia, Voz e Textos; Mônica Coteriano
Banda Sonora Original: Pedro Gonçalves , Tó Trips e Mónica Guerreiro
Vídeo: André Gonçalves
Produção: Bomba Suicida
Co-produção: Festival Temps d'Images / Dupla Cena e Theatro Circo de Braga

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Artes do Palco e da Imagem no Maria Matos

Artes do palco e da imagem
cruzam-se no Teatro Maria Matos


De 31 de Outubro a 4 de Novembro e no âmbito do Festival Temps D’Images, o Teatro Maria Matos apresenta três espectáculos onde as artes do palco e da imagem se cruzam.

“I Was There” é um espectáculo de dança e sobe ao palco nos dias 31 de Outubro (4.ªfeira) e 1 de Novembro (5.ªfeira), às 21h30.
Criado por Abraham Hurtado, este projecto parte das memórias e experiência de vida das seis intérpretes.
Seis mulheres que vêm de diferentes culturas, de diferentes idades, línguas e experiências.
Seis mundos que estarão entrelaçados neste projecto, mas também em conflito.

Também no dia 31 de Outubro e nos dias 1, 3 e 4 de Novembro, às 23h30 chega ao Teatro Maria Matos o estaleiro “A Sós”.
Trata-se de um projecto a cargo da realizadora Cláudia Varejão e da actriz e encenadora Sandra Faleiro.
O objecto que resulta deste encontro tem por base um registo documental: os planos que captam resistem à découpage ficcional; os corpos que filmam não são encenados.
São corpos olhados a sós, em momentos de suspensão, onde o tempo se estanca, sem deixar de avançar.
Por força deste encontro, os outros acabam por ser um só corpo, sujeito à acção do tempo.

No fim-de-semana de 3 e 4 de Novembro, às 21h30, é a vez de “Window”.
O projecto multimédia resulta da co-criação que quatro artistas de três áreas diferentes que aqui serão complementares.
Mônica Coteriano (Dança/Voz/Textos), Tó Trips e Pedro Gonçalves (Música), André Gonçalves (Multimédia) propõem-se a criar um espectáculo transdisciplinar que parte do objecto janela e que o desenvolve conceptualmente como um objecto de inspiração, fronteira, abertura, barreira, reclusão e partilha.
Um espectáculo que utiliza os dispositivos multimédia para criar videoclips ao vivo, reforçar e complementar pequenas histórias que valem por si e no seu conjunto criam uma outra história.




sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Paulo Ribeiro coreografa Fernando Pessoa no Maria Matos

"Masculine" sobe ao palco
do Teatro Maria Matos


"Masculine", nos dias 27 e 28 de Outubro no Teatro Maria Matos.
Um espectáculo de dança da autoria de Paulo Ribeiro, centrado na figura de Fernando Pessoa e nos seus hábitos.

"O Livro do Desassossego" é o ponto de partida para "Masculine", espectáculo coreográfico, situado entre a dança, o teatro e a performance.
Em palco encontram-se quatro protagonistas masculinos que se desdobram em várias personagens.

Em "Masculine", Paulo Ribeiro demonstra as questões que revelam o inconformismo e a inconstância de Pessoa: em que ponto se situa a fricção que desencadeia o sublime? Que pressuposto encarna o movimento essencial? De que forma, escravos do tempo, podemos perpetuá-lo? Como poderá a clausura originar o seu oposto e a rotina clarividência?

Questões que, segundo o coreógrafo, nos acompanham sempre e para as quais não são necessárias respostas, mas sim encantamento e praticar a simplicidade para atingir o fascínio da multiplicidade.


coreografia Paulo Ribeiro
assistente do coreografo Leonor Keil
música Frank Zappa Shostakovich
desenho de luz Nuno Meira
vídeo Paulo Américo
interpretação Miguel Borges, Peter Michael Dietz, Romeu Runa e Romulus Neagu
produção executiva Companhia Paulo Ribeiro
co-produção Companhia Paulo Ribeiro, Teatro Viriato, Biarritz Culture, Festival Le Temps d'Aimer, Teatro Nacional S. João, Centro Cultural Vila Flor e Teatro Maria Matos



"Masculine" de Paulo Ribeiro
Teatro Maria Matos Sala Principal
27 e 28 de Outubro
Sábado às 21h30 Domingo às 17h00
Bilhetes: 15€

terça-feira, 11 de setembro de 2007

WHO'S THERE? HAMLET...


WHO'S THERE? HAMLET...


A EGEAC e o Teatro Maria Matos apresentam “Hamlet”, de 13 de Setembro a 21 de Outubro.
A tragédia de Shakespeare mais representada de todos os tempos conta com a interpretação de Diogo Infante, no principal papel, e tem encenação de João Mota.


A trama narrativa que se tece e entretece em Hamlet é por demais conhecida: um príncipe decide vingar a morte de seu pai, assassinado pelo tio que, entretanto, toma a viúva como esposa e o trono como herança.
Nos meandros sinuosos deste processo sucedem-se as mortes umas atrás das outras: a de Polónio, primeiro-ministro do reino, a de Ofélia, filha de Polónio, a de Rosenkrantz e Guildenstern, antigos companheiros do Príncipe, a de Laertes, irmão de Ofélia, para além da de Gertrudes, Rainha e mãe de Hamlet, de Cláudio, Rei e seu tio e do próprio Hamlet, Príncipe da Dinamarca.
O que faz com que um texto como este tenha sido tomado, durante séculos, como uma espécie de essência do teatro em estado puro!

Tradução Sophia de Mello Breyner Anderson
Adaptação e dramaturgia João Maria André
Encenação João Mota
Cenografia José Manuel Castanheira
Figurinos Carlos Paulo
Música José Pedro Caiado
Interpretação Albano Jerónimo, Alexandre Lopes, Ana Lúcia Palminha, Carlos Paulo, Diogo Infante, Frédéric Pires, Gonçalo Ruivo, Hugo Franco, João Ricardo, João Tempera, Jorge Andrade, José Pedro Caiado, Miguel Sermão, Natália Luíza e Raúl Oliveira
Execução musical Hugo Franco e José Pedro Caiado
Desenho de luz João Mota e Zé Rui
Co-produção Comuna Teatro de Pesquisa e Teatro Maria Matos
M/12
“Hamlet” de William Shakespeare
Teatro Maria Matos Sala Principal
13 de Setembro a 21 de Outubro
4ªf a sábado às 21h30
Domingo às 17h00
Bilhetes: 15€ 10€ e 7,50€ com descontos