sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Paulo Ribeiro coreografa Fernando Pessoa no Maria Matos

"Masculine" sobe ao palco
do Teatro Maria Matos


"Masculine", nos dias 27 e 28 de Outubro no Teatro Maria Matos.
Um espectáculo de dança da autoria de Paulo Ribeiro, centrado na figura de Fernando Pessoa e nos seus hábitos.

"O Livro do Desassossego" é o ponto de partida para "Masculine", espectáculo coreográfico, situado entre a dança, o teatro e a performance.
Em palco encontram-se quatro protagonistas masculinos que se desdobram em várias personagens.

Em "Masculine", Paulo Ribeiro demonstra as questões que revelam o inconformismo e a inconstância de Pessoa: em que ponto se situa a fricção que desencadeia o sublime? Que pressuposto encarna o movimento essencial? De que forma, escravos do tempo, podemos perpetuá-lo? Como poderá a clausura originar o seu oposto e a rotina clarividência?

Questões que, segundo o coreógrafo, nos acompanham sempre e para as quais não são necessárias respostas, mas sim encantamento e praticar a simplicidade para atingir o fascínio da multiplicidade.


coreografia Paulo Ribeiro
assistente do coreografo Leonor Keil
música Frank Zappa Shostakovich
desenho de luz Nuno Meira
vídeo Paulo Américo
interpretação Miguel Borges, Peter Michael Dietz, Romeu Runa e Romulus Neagu
produção executiva Companhia Paulo Ribeiro
co-produção Companhia Paulo Ribeiro, Teatro Viriato, Biarritz Culture, Festival Le Temps d'Aimer, Teatro Nacional S. João, Centro Cultural Vila Flor e Teatro Maria Matos



"Masculine" de Paulo Ribeiro
Teatro Maria Matos Sala Principal
27 e 28 de Outubro
Sábado às 21h30 Domingo às 17h00
Bilhetes: 15€

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Uma história de Gémeos pelos Artista Unidos

Amanhã, pelas 21:30, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul em Lisboa, estreia a peça «Disco Pigs».

«Disco Pigs» conta a história de Pig e Runt, que nascem no mesmo dia, no mesmo hospital, com uma diferença de segundos.
Gémeos em tudo menos no sangue.

Inseparáveis desde a nascença, são quase telepáticos.

Unha e carne, não precisam de mais ninguém.
Habitam um mundo delicado, insular e perigoso em que são eles quem estabelece as regras e onde falam uma língua própria.

São também parceiros no crime, com uma sede de ousadia, exploração e destruição.

Mas a alguns dias de fazerem dezassete anos, o equilíbrio perfeito do seu mundo começa a desfazer-se.

O despertar da sexualidade de Pig e os seus crescentes ciúmes começam a ameaçar o universo particular de ambos.

Incapaz de enfrentar a perda de Runt, a natureza imprevisível de Pig condu-lo numa espiral descontrolada de violência e destruição.

Os inseparáveis estão a ponto de se separarem.

Só sobreviverá aquele que conseguir libertar-se.


Ficha Técnica

Tradução: Joana Frazão

Actores: Cecília Henriques e Pedro Carraca e voz de Américo Silva

Cenografia e Figurinos: Rita Lopes Alves

Luz: Pedro Domingos

Som: André Pires e Dinis

Direcção de Produção: Andreia Bento e Pedro Carraca

Encenação: Franzisca Aarflot assistida por: Paulo Pinto


De 26 de Outubro a 2 de Dezembro de 2007 (no dia 17 de Novembro não se realiza espectáculo) 4ª a Sábado às 21h30, Domingo às 17h


Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul

Av. D. Carlos I, nº61, 1º andar (Santos)

Últimas Palavras do Gorila Albino

No Convento das Mónicas, a peça «Últimas Palavras do Gorila Albino» sobem pela primeira vez ao palco pelas 21.30h de amanhã.

A peça conta a história de um gorila albino que foi o símbolo do Zoo de Barcelona.
Uma comédia sobre a morte.
O gorila está a morrer e quer falar connosco na sua agonia.
Fala-nos da sua vida, do seu guarda, do seu companheiro, um gorila negro que está ao seu lado desde que entrou para o Jardim Zoológico.

E fala-nos da sua morte, da agonia, do medo que tem da morte e de como o vencer.
São palavras de um gorila-filósofo, palavras que nos fazem meditar, a nós, primatas-humanos. Vamos ouvir as suas reflexões sobre a vida e a morte, baseadas no que leu em Montaigne e Montesquieu.
As Ultimas palavras do Gorila são dirigidas ao mundo, estão cheias de sentido, palavras de sofrimento, de solidão, onde vemos como ele foi utilizado hipocritamente até na sua doença, onde vemos a crueldade da sua existência.


Ficha Técnica

Tradução: António Gonçalves

Actores: Américo Silva, António Filipe e João Miguel Rodrigues

Cenário e figurinos: Rita Lopes Alves

Luz: Pedro Domingos

Direcção de Produção: João Meireles


De 26 de Outubro a 24 de Novembro de 2007

4ª a Sábado às 21h30, Domingo às 17h


Convento das Mónicas

Travessa das Mónicas nº 2 a 4 – Lisboa




Novo Circo Ribatejano actua no Teatro Académico de Gil Vicente


Novo Circo Ribatejano

Ferloscardo

27 de Outubro às 21h30

Teatro Académico de Gil Vicente


Ferloscardo pretende ser o que o nome indica: qualquer coisa, mas não uma coisa qualquer. Senão vejamos, o espaço é habitado, mas nunca é o mesmo, logo nunca habitado de forma igual. A resposta a esta possibilidade está na luz, de onde ela surge e onde se esgota. É a luz que habita o espaço, mas o espaço não se esgota na luz: o que o habita são corpos iluminados. Os corpos movem-se, e o espaço responde com luz que fica e luz que vai, mostrando o que se vê e ocultando o que se não vê, num jogo de presenças e ausências que não é senão a procura de uma qualquer coisa.
Perante esta irredutibilidade, duas figuras – Vasco e Fernando – estabelecem entre si uma relação no espaço, através da luz que ilumina os corpos. Em movimentos de malabarismo surgem objectos, familiares a uma linguagem circense, que se enrolam e desenrolam, e se confundem com outros que, apesar de não menos familiares, ganham brilhos que antes não tinham, ficando visível o que era escondido e ignorado.

Ficha Artística
Conceito e criação Carlos Oliveira e Fernando Romão
Execução Fernando Romão e Vasco Gomes
Acompanhamento artístico Giacomo Scalisi
Composição e direcção musical Bruno Pernadas
Músicos Bruno Pernadas, João Correia, Ricardo Ribeiro, David Leitão e Fernando Romão
Luz Cristóvão Cunha
Figurinos Maria Felizardo
Produção COTÃO, Associação Cultural
Co-produção Centro Cultural de Belém
Público alvo M/ 8 anos
Duração 1h00

Preçário
Preço normal 10,00 €
Preço estudante e sénior 8,00 €
Preço família 15,00 € (1 ou 2 adultos + 1 ou 2 crianças)
Preço Amigo/a TAGV e Protocolo TAGV 5,00 €
Informações
Teatro Académico de Gil Vicente
teatro@tagv.uc.pt
Bilheteira
Horário - 17h00-22h00
Telefone - 239 855 636

Punk, Rock e HardRock em Corroios

A Xuxa Jurássica Produções apresenta o regresso a Portugal de, uma das grandes sensações do punk/hardcore, os canadianos Comeback Kid.

Integrado na tournée europeia de promoção do seu recém lançado e já aclamado pela critica novo trabalho, "Broadcasting...", os Comeback Kid vão marcar presença em Portugal a 28 de Outubro no Cine-Teatro Ginásio Clube de Corroios ( MAPA).

Depois do sucesso de "Wake The Dead", álbum que permitiu aos Comeback Kid dar o salto, a banda regressa em força com "Broadcasting...", o primeiro trabalho com o guitarrista Andrew Neufeld na voz, e que combina hardcore com punk-rock na veia de bandas como Minor Threat, Bad Brains ou 7 Seconds, com letras directas e melodias na onda de Rise Against, Rancid ou Bad Religion.

A acompanhar os Comeback Kid neste seu regresso aos palcos nacionais estarão os portugueses: Devil In Me, a mais recente revelação do hardcore nacional; os recém regressados All Against The World, que estão de volta ao activo de cara lavada e com uma sonoridade que promete surpreender toda a gente; e os These Hands Are Fists, um projecto formado por veteranos do circuito hardcore nacional onde se incluem membros de bandas como New Winds, Worth The Figth ou Time X.

O inicio está agendado para as 18 horas e as entradas são de 20€.

Plumas, Perucas e Purpurina em Setúbal


Jorge Palma nos Coliseus

Jorge Palma sobe ao palco dos Coliseus de Lisboa, dia 20 de Novembro, e Porto, dia 22 de Novembro, para dois grandes concertos.

Irreverente, desalinhado e imprevisível na sua maneira de estar Jorge Palma, é um dos maiores autores e compositores de Portugal, um génio na arte de criar canções. “Encosta-te a Mim”, o single extraído do seu último trabalho Voo Nocturno, é um dos mais extraordinários e belos temas compostos em Portugal nos últimos anos. Rapidamente se tornou o êxito deste Verão. Unanimemente e sem hesitações, as rádios colocaram-no de imediato nas suas programações…. Outra coisa não seria de esperar.

Respeitado e acarinhado pelos companheiros de estrada, é habitualmente convidado para participar em projectos e concertos, como recentemente aconteceu com Mafalda Veiga e João Pedro Pais, onde a sua participação foi um dos momentos altos no espectáculo “Lado A Lado” no Coliseu de Lisboa.

De Jorge Palma tudo se espera. Ele tem o dom de surpreender, como aconteceu na Estação do Metro do Cais do Sodré, numa tarde memorável onde deu um concerto gratuito, extraordinário e inesquecível para mais de 500 pessoas que não arredaram pé para ouvir um dos nossos artistas de eleição.

Agora chegam os Coliseus, onde em nome próprio Jorge Palma acompanhado pela sua banda “Os Demitidos” sobe ao palco dos Coliseus de Lisboa e Porto, trazendo na bagagem um sem número de êxitos e o incontornável “Encosta-te A Mim”.

“Sei que não sei, às vezes entender o teu olhar, mas quero-te bem.”

Bilheteira do Coliseu do Porto e Lisboa, Lojas Fnac; Lojas Viagens ABREU e http://www.ticketline.sapo.pt/ RESERVAS/INFORMAÇÕES: 707 234 234


Preço dos Bilhetes:

Lisboa: CAD. ORQUESTRA, 35,00 € 1ª PLATEIA, 32,50 € 2ª PLATEIA, 30,00 € CAM 1ª CENTRAL 27,50 € CAM 1ª LATERAL 22,50 CAM 2ª CENTRAL, 22,50 € CAM 2ª LAT , 20,00 € BALCÃO S/ MARCAÇÃO 25,00 GALERIA EM PÉ, 17,50

Porto
: CAD. ORQUESTRA, 30,00 € 1ª PLATEIA, 27,50 € 2ª PLATEIA, 25,00 € TRIBUNAS, 25,00 € CAM 1ª, 22,50 € FRISAS, 20,00€ BALCÃO POPULAR, 20,00 € GALERIA, 17,50 GERAL, 15,00 € CAM 2ª 15,00 €

Sean Riley & The Slowriders em Tour


Todos os clássicos tem uma história que justifica o mito, e a de Farewell, o disco de estreia de Sean Riley & The Slowriders, começou no dia 3 de Março de 2006. Era o concerto do vigésimo aniversário da Rádio Universidade de Coimbra (RUC), o Teatro Académico de Gil Vicente estava quase cheio para assistir ao concerto do sueco Ernesto.

Na primeira parte anunciava-se o debutante Sean Riley acompanhado por dois membros da RUC, Filipe Costa (recém dissidente dos conimbricenses Bunnyranch) nos teclados/harmónica e Bruno Simões na melódica/laptop. Aos primeiros acordes de “Let Them Good Times Roll” a surpresa instalou-se e quando a voz envolvente de Sean Riley surgiu, a plateia rendeu-se.

Farewell é dotado duma energia espontânea, pungente, constituindo uma arma eficaz contra a monotonia. À medida que avançamos nas sonoridades etéreas do álbum descobrimos uma fabulosa colecção de 11 canções, todas elas candidatas a hinos intemporais. Sean Riley, um songwriter com uma maturidade invulgar para um estreante, coloca a força da sua composição na simplicidade das letras, nas guitarras acústicas e na intensidade dos elaborados arranjos criados pelos Slowriders. São 40 minutos que nos revelam um disco coeso, inspirador onde todos os instrumentos parecem estar no lugar certo.

Há associações imediatas a Bob Dylan, Nick Drake, Tim Buckley e Leonard Cohen.

A força que este conjunto de magníficas canções transporta faz de Farewell um álbum notável, ao nível de clássicos fundamentais como “The Velvet Undergound & Nico” e “The Queen Is Dead” dos Smiths.

Nos próximos tempos será difícil descolar dos ouvidos canções como “Moving On”, “Harry Rivers”, “Lights Out” ou “Marble Arch”.

E já pode ver o videoclip do single “Moving On” em http://www.youtube.com/watch?v=mIG6OEbThHQ

Sean Riley & The Slowriders
Tour


Sean Riley tem já uma série de concertos agendados para a apresentação de Farewell!

Já esta semana, Sean Riley dá continuação a esta tour:

25 Outubro - Mercado Negro - Aveiro
26 Outubro - 16h00m - Showcase Fnac Sta. Catarina – Porto (acústico)
26 Outubro - 23h00m – Teatro Passos Manuel – Porto (6 euros)
27 Outubro - 21h00m - Santiago Alquimista – Lisboa (com Mark Kozelek) (15 euros)
28 Outubro - 16h00m - Showcase Fnac Colombo – Lisboa (acústico)

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Espectáculo de reabertura do Theatro Circo

Tendo por nobre missão a evocação do primeiro ano de actividade após a sua reabertura em 2006, o Theatro Circo propõe para 27 de Outubro pelas 21h30 a solene actuação da Companhia Nacional de Bailado, que, na circunstância, apresenta o seu “Programa de Primavera".

Assim, no ano em que também se assinalam os trinta anos de actividade da entidade que tão excelentemente tem contribuído para a qualidade do panorama artístico nacional, a Companhia Nacional de Bailado traz a Braga as performances “Passo Contíguo”, de Mauro Bigonzetti, “The Vertiginous Thrill of Exactitude”, de William Forsythe, “Treze Gestos de Um Corpo”, de Olga Roriz, e “Dualidade”, de Gagik Ismailian.

Definido pelo próprio coreógrafo como «um bailado muito corporal», “Passo Contínuo” surge da inspiração nas vivências profissionais, artísticas e da vida em geral, expressas através das experiências e emoções do corpo que, sem a pretensão de relatar algo, constitui apenas uma expressão de encontro e colisão, fusão e separação.


No âmbito musical, Mauro Bigonzetti escolheu uma obra original de Antongiulio Galeandro constituída por improvisações sobre composições de Johann Sebastian Bach.

Revestida de todos os elementos tradicionais da dança clássica – tutus, sapatilhas de ponta, virtuosismo, lirismo e uma agradável formalidade na relação entre os sexos – “The Vertiginous Thrill of Exactitude”, de William Forsythe, proporciona um perfeito enquadramento na actualidade, que se traduz, segundo Roslyn Sulcas, «na manifesta celebração da capacidade dos bailarinos em converterem a dificuldade técnica num triunfo de mestria física, e na sua patente personificação de toda uma tradição na dança».

Inspirada no último andamento da Sinfonia n.º 9 de Franz Schubert, a performance concebida pelo coreógrafo nova-iorquino distingue-se ainda pela capacidade única de ilustrar o modo como Forsythe concebe o vocabulário balético, parte de um leque de possibilidades coreográficas, aqui destiladas até à sua forma mais pura e brilhante.

Com música de António Emiliano, “Treze Gestos de um Corpo”, de Olga Roriz desenvolve-se a partir do reflexo de uma pessoa em frente de dois espelhos paralelos que formam uma multiplicação de imagens até ao infinito. Contudo, cada um desses espelhos reflecte imagens diferentes, como se em cada um houvesse uma evolução, uma transformação do movimento ou a continuação do gesto anterior.

Numa tentativa de traduzir para palavras a essência da sua coreografia, Olga Roriz recorre a um excerto de “L’Oeuvre au Noir” de Marguerite Yourcenar que fala das qualidades de uma substância vista em sonhos. «A ligeireza, a impalpabilidade, a incoerência, a liberdade total em relação ao tempo, a mobilidade das formas da pessoa que faz com que cada uma sejam várias e que todas sejam reduzidas a uma, o sentimento quase platónico da reminiscência, o sentido quase insuportável de uma necessidade» são as sensações que a novelista francesa descreve e que encontram paralelo nos movimentos idealizados por Olga Roriz.


Concebida por Gagik Ismailian, “Dualidade” desenvolve-se nos sons de Henry Torque, Serge Houppin e Wim Mertens e em extractos de canções da diva Amália Rodrigues, que acompanham uma coreografia materializada numa confrontação e emancipação entre os dois sexos, um duelo em torno da ideia de confrontar e deliciosamente esperar pela reacção do adversário.

Única companhia de dança nacional vocacionada para reportórios clássicos, românticos e contemporâneos, a Companhia Nacional Bailado, que se encontra em plena digressão nacional, regressa também este ano aos palcos internacionais com passagens por Espanha, Macedónia, Alemanha, Tailândia e Singapura.

Criada em 1977 para cumprir o serviço público de apresentar, regularmente e em todo o território nacional, o conjunto das obras do património coreográfico clássico e romântico, a Companhia Nacional de Bailado começou por estrear nesse mesmo ano os bailados “Lago dos Cisnes”, “Canto de Amor e Morte”, “O Quebra-Nozes”, “Suite Medieval” e “D. Quixote”.

Actualmente empenhada em imprimir uma nova dinâmica de apresentação dos bailados em território nacional, renovar o elenco e proceder a um alargamento do âmbito do reportório e da impressão no tecido artístico internacional, a Companhia Nacional de Bailado destaca-se ainda pelas colaborações regulares com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, ou o Quarteto de Piano de Amesterdão.

MAYUMANA actuam no CCB



Depois de duas digressões realizadas em Portugal, em 2001 e 2003, os Mayumana regressam finalmente a Lisboa com a sua criatividade única, novos números e momentos surpreendentes.
O grupo foi fundado em 1996 por dois percussionistas, Eylon Nuphar e Boaz Berman, com o objectivo de criar um espectáculo rítmico no qual pudessem combinar elementos provenientes das mais variadas artes. Sendo constituído actualmente por membros de diferentes culturas e geografias, o grupo Mayumana procura transformar cada pessoa numa performance e cada indivíduo num grupo, preservando, ao mesmo tempo, a contribuição criativa de cada elemento na concretização do espectáculo.
O resultado é um evento único, uma combinação perfeita entre a música feita com elementos do quotidiano, vibrações empolgantes, diversão e a dança. Em definitivo, um espectáculo total, para todos os públicos que gostam verdadeiramente de humor e ritmo.

25 A 28 OUTUBRO NO GRANDE AUDITÓRIO DO CCB

25 E 26 OUT. ÀS 21:00


27 OUT. ÀS 16:30 E 21:00


28 OUT. ÀS 16:30

CARLOS DO CARMO EM SESIMBRA


Após uma curta ausência da cena musical, por motivos de saúde já ultrapassados, Carlos do Carmo volta aos palcos. A pequena intervenção cirúrgica a que foi submetido não veio comprometer o espectáculo agendado para o próximo Sábado, dia 27 de Outubro. Neste momento encontra-se perfeitamente restabelecido.

Carlos do Carmo irá estar presente no renovado Cine-Teatro João Mota, em Sesimbra, para celebração da nova programação. O auditório, fechado desde 1995 por "falta de condições", abriu as portas no passado dia 14 de Abril oferecendo à população da localidade uma programação diversificada, havendo grande ênfase na produção de espectáculos musicais.

O espectáculo está previsto para as 21:30.

Mundo Cão ao vivo em Portalegre


Pedro Laginha, actor, colaborara já com os Mão Morta de Miguel Pedro e Vasco Vaz, no clip de "Cão da Morte" e posteriormente em alguns temas do último álbum dos mesmos ("Gumes" com Adolfo Luxúria Canibal, e coros em "Estilo" e "Vertigem"). Dessas, muito positivas colaborações, sobressaía a disposição de se fazer "algo mais"...

O esboço dos Mundo Cão nascia por esta altura.

O projecto, a banda, o grupo, soa muito simplesmente a … rock (dito de forma abrangente e descomplexada sem a procura de rótulos tão em voga hoje em dia).

Eles são caras conhecidas e reconhecidas por quem gosta de boa música (e não só): na voz, Pedro Laginha, na bateria, Miguel Pedro, nas guitarras, Vasco Vaz e Gonçalo (aka Budda), no baixo, Nuno Canoche.

Contando com a preciosa ajuda do "Joker" Adolfo Luxúria Canibal, como autor de todas as letras, os Mundo Cão lançaram em 2007 o primeiro álbum, com o título de "Mundo Cão", do qual se destacam os dois singles, o recente "Caixa da Razão", e o anterior "Morfina".


Os Mundo Cão, vão estar no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, no dia 26 de Outubro pelas 23 horas no Espaço Café - Concerto.

Ala dos Namorados no Casino Lisboa


Ala dos Namorados apresenta novo álbum
em concerto no Casino Lisboa


Com a tecnologia Bluetooth interactiva no Arena Lounge, a Ala dos Namorados protagoniza o segundo “Concerto Arena Live 2007”, na próxima Segunda-Feira, pelas 22 e 30.
A voz inconfundível de Nuno Guerreiro apresenta os melhores temas do novo álbum “Mentiroso Normal”, não esquecendo outros “clássicos” do repertório do grupo.
Numa original iniciativa, o Casino Lisboa convida os seus visitantes a experimentar um novo teste de comunicação via Bluetooth, oferecendo, por telemóvel, um conjunto de biografias e de fotos da Ala dos Namorados, assim como do próprio programa de concertos, que se prolonga até ao final do ano.
Em estreia absoluta no Casino Lisboa, a Ala dos Namorados propõe uma noite dedicada à música portuguesa, interpretando as melhores canções de originais de “Mentiroso Normal”. Concluído no final de 2006, este aguardado processo criativo contou com a colaboração de João Martins e Rui Guerreiro.
Com produção de Manuel Paulo, “Mentiroso Normal” é o primeiro CD concebido pela Ala dos Namorados, após a saída de João Gil, uma das principais referências do percurso musical da banda. Este álbum assinala, ainda, a estreia como compositor de Nuno Guerreiro, que escreve a letra da canção “Voltas (do meu destino)”.
Registo, bem conhecido, da novela “Ilha dos Amores”, emitida pela TVI, “Caçador de Sois” foi o single escolhido paro o lançamento de “Mentiroso Normal”.
Aliás, o tema “Caçador de Sois” constitui um dos mais recentes êxitos da Ala dos Namorados, sendo presença assídua nas principais rádios nacionais.
As letras deste CD continuam a cargo de, João Monge, que conta com a parceria de Carlos Tê num dos temas do álbum. “Mentiroso Normal” reune doze faixas, entre as quais se destacam, também, “Sem Vintém”, “Espaço Reservado”, “Voltar a Ser”, “Matas-me”, “Samba do Crime”, “Treze Anos, Nove Meses” ou “Passagem”.
Desde 1994, a Ala dos Namorados editou sete álbuns, revelando uma inesgotável criatividade, através de canções como “Razão de Ser”, “Ao Sul”, “Solta-se o Beijo”, “Zé Passarinho” ou “Loucos de Lisboa”, “Como Seria” ou “Café Paraíso”.

Noite Wenceslau no Teatro Municipal de S.Luis



NOITE WENCESLAU
29 OUT
SEGUNDA ÀS 22H00
JARDIM DE INVERNO
ENTRADA LIVRE


António Jorge Gonçalves e Rui Zink apresentam o seu trabalho de pesquisa criativa efectuado na viagem no Japão em 2005 (na qual foram bolseiros da Fundação Oriente), por ocasião da publicação do romance gráfico REI.
Tendo como guia Wenceslau de Moraes, o conhecido orientalista português, a noite será de palavras, imagens e música sobre a cultura japonesa e suas várias declinações, em particular a forma ocidental de nos debruçarmos sobre ela.

Defesa do Ambiente pela Estoril Sol


Estoril Sol transforma materiais não recicláveis
em acessórios de moda exclusivos


Numa inovadora iniciativa de protecção do ambiente, a Estoril Sol adoptou um programa que visa transformar os materiais não recicláveis das suas campanhas publicitárias em acessórios de moda.
São peças únicas concebidas, nomeadamente, através do riquíssimo espólio de espectáculos do Casino Estoril e Casino Lisboa.
A partir das telas publicitárias utilizadas nos espaços dos seus casinos, a Estoril Sol solicitou os serviços de uma empresa especializada para conciliar a reciclagem com o design de acessórios, criando modelos exclusivos de malas, sacos e carteiras.
De facto, com uma significativa aposta na publicidade exterior e de grandes formatos, a Estoril Sol atribui um final adequado a materiais altamente poluentes, como são os plásticos de alta resistência (PVC).
Com este original programa de alcance social, a Estoril Sol resolve, assim, um problema ético em termos ambientais difícil de equacionar, concebendo, paralelamente, um diversificado conjunto de ofertas institucionais.

Celeste Rodrigues homenageada no Museu do Fado

A fadista Celeste Rodrigues é homenageada sexta-feira no Museu do Fado, em Lisboa, pelos Amigos do Fado que lhe reconhecem "a voz bonita, capacidade interpretativa e a regularidade de uma carreira".

"A Celeste Rodrigues, com uma carreira de mais de 50 anos, está a cantar melhor do que alguma vez cantou, com uma voz muito bonita e uma capacidade interpretativa extraordinária", afirmou à Lusa Julieta Estrela de Castro, presidente da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado (APAF).
A homenagem decorrerá no auditório do Museu ao final da tarde e nela participarão os fadistas Vítor Duarte Marceneiro e Argentina Santos, que serão acompanhados por Luís Ribeiro (guitarra portuguesa) e Jaime Martins (viola).

A fadista Celeste Rodrigues, 84 anos, em declarações à Lusa, afirmou: "não sei se mereço, mas é uma simpática homenagem".

À associação liga-lhe "a amizade de mais de 40 anos de um dos seus fundadores, Luís de Castro. "Gostam e amam o fado e isso é suficiente, porque é muito importante" - salientou.

A fadista reconhece que a sua timidez e humildade naturais a levam "a ficar sem jeito nestas coisas", até porque gosta pouco de falar de si própria.

"O meu sonho não era ser artista, gostava imenso de cantar no meio dos fadistas, não em público, mas aconteceu", disse.

Aconteceu em 1945 quando o empresário de espectáculos José Miguel a ouviu cantar "numa roda de amigos" e a contratou imediatamente para o Café Casablanca, em Lisboa (actual Teatro ABC).

Desde então não tem parado, tendo pisado os mais variados palcos nacionais e internacionais, além de uma presença constante nas casas de fado, designadamente A Viela, Parreirinha de Alfama, O Embuçado, Bacalhau de Molho e Casa de Linhares.

"O público tem sido muito bom para mim, não me posso queixar", afirmou.

Com um novo álbum, editado ainda só na Holanda, Celeste Rodrigues afirmou que viveu "momentos muitos felizes" recentemente no espectáculo "Cabelo branco é saudade" de Ricardo Pais com o qual percorreu vários palcos nacionais e europeus.
"Tivemos muito êxito, não o digo por mim, mas por todos", sublinhou.

Quanto ao novo CD, escolheu vários poetas contemporâneos como Hélder Moutinho de quem gravou três poemas e afirma "gostar muito da forma como escreve", ou Tiago Torres da Silva, para músicas tradicionais de fado, e algumas originais.

"Gravei também um fado do Jorge Fernando, música e letra, de que gosto muito, 'Ouvi dizer que me esqueceste', e um do José Luís Gordo, que canto há muito tempo e é lindíssimo, 'O meu nome baila no vento'", afirmou.

"Para mim é muito importante o poema, e depois oiço o trinar das guitarras e acontece, mais não sei dizer, até porque não percebo nada de fado, o fado é para se sentir", sentenciou.
Daí “a grande característica de Celeste, a sua entrega em cada fado que canta”, rematou Julieta Estrela de Castro.

Para a criadora de "A lenda das algas" (Laierte Neves/Jaime Mendes), entre outros êxitos como "Saudade vai-te embora" (Júlio de Sousa), "o fado não pode acabar e ao lado da guitarra e da palavra saudade é uma característica portuguesa".

Na sexta-feira a APAF celebra treze anos e após a cerimónia no Museu do Fado realiza-se uma tertúlia fadista no restaurante Fado Maior.
"Será o continuar do convívio, falando sobre fado e debatendo ideias", disse Julieta Estrela de Castro, que reivindica para a APAF "o pioneirismo nos debates e palestras sobre fado, muito antes de existir o Museu ou do fado estar tão em voga como actualmente".

Criada com o sentido de "divulgar e incentivar a investigação do fado como elemento característico da cultura portuguesa" a APAF tem uma colaboração "assídua e constante" com o Museu do Fado, de que é consultora.
Todavia, ressalvou Julieta Estrela de Castro, "o estatuto de consultora é relativizado muitas vezes".
A presidente da APAF gostava que "os portugueses conhecessem melhor o fado e não perdessem a memória dos grandes valores que o constituem".

Relativamente ao recém estreado filme "Fados", de Carlos Saura, Julieta Estrela considera que "Amália devia ter sido melhor tratada e não aparecer apenas a ensaiar um fado que ninguém reconhece".
Para a presidente da APAF "como filme, é agradável e proporciona bons momentos de espectáculo, mas defrauda o espectador do ponto de vista histórico e conceptual do fado".

A APAF prevê ainda "realizar outras iniciativas, não só no Museu do Fado como noutros espaços de Lisboa, como já aconteceu, designadamente no Teatro Taborda, Fonoteca e Videoteca".

Texto: Lusa

Latada de Engenheiria do Porto


terça-feira, 23 de outubro de 2007

Exposição do Corpo Humano termina amanhã


Amanhã, quarta-feira, dia 24 de Outubro, é a última oportunidade para visitar a exposição “O Corpo Humano como nunca o viu…”, que excepcionalmente, nestes últimos dias, encerra às 22 horas.

A previsão do total de visitantes fixa-se, agora, em mais de 160 mil, número que ultrapassa as expectativas mais optimistas.

A exposição “O Corpo Humano como nunca o viu…” – edição portuguesa de “Bodies – The Exhibition” - está organizada por 9 galerias temáticas - Esqueleto, Sistema Muscular, Sistema Nervoso, Sistema Respiratório, Sistema Digestivo, Sistema Urinário, Sistema Circulatório, Sistema Reprodutor e O Corpo Tratado.

Para obter mais informações sobre a exposição “O Corpo Humano como nunca o viu…” consulte o site http://www.ocorpohumano.net/.

O estudo da anatomia humana funcionou sempre sobre um princípio básico: Ver é Saber.

Este mesmo princípio levou as culturas egípcia, grega, romana e islâmica a uma compreensão cada vez mais científica da forma humana..

As dissecções públicas durante o Renascimento aumentaram este conhecimento, estabelecendo as bases para as nossas instituições médicas modernas e para esta exposição.Seguindo este princípio, a exposição O Corpo Humano como nunca o viu utiliza espécimes humanos reais para lhe oferecer um manual visual do seu próprio corpo.

Os espécimes nesta exposição foram tratados com a dignidade e respeito que merecem.

Os nossos corpos são de facto mais complexos e maravilhosos que todos os computadores que nos rodeiam hoje em dia.

Mas muitos de nós não sabem o que temos debaixo da pele – como o corpo funciona, do que necessita para sobreviver, o que o destrói, o que o reanima.

O Corpo Humano como nunca o viu, é uma tentativa de remediar este infeliz conjunto de circunstâncias. Aproveite o conhecimento obtido na Exposição, alargue-o e utilize-o para ser um participante informado nos seus cuidados de saúde.

Isto envolve mais que melhorar a dieta ou iniciar um programa de exercício há muito prometido. Envolve ser um parceiro do médico de forma a compreender aquilo de que necessita, juntamente com o seu corpo exclusivo, para sustentar uma vida preenchida e com recompensas.

Apresentação do primeiro album de Sandy Kilpatrik


"The Ballad of the Stark Miner" é o título do primeiro álbum a solo que Sandy Kilpatrick, uma das maiores promessas do género “alternative folk”, e o projecto “Pilgrims of Light” apresentam oficialmente a 26 de Outubro (22h30) no Theatro Circo, em Braga.

Às composições, guitarra e voz enigmática de Sandy Kilpatrick juntam-se, em palco, as performances de Zinha Barros (piano e voz), Eva Parmenter (concertina, flauta transversal e voz) e André Tentúgal (guitarras e voz), para interpretar temas que propõem ao ouvinte uma viagem para ambientes de um misticismo envolvente.

Reflexo da simplicidade poética e profunda do trabalho de Sandy, “The Ballad of the Stark Miner” resultou de um convite do realizador André Tentúgal para a execução de uma banda sonora para a curta-metragem “Finally I Am No-One”.

«Uma obra que, após concluída, não depende de ninguém para se afirmar, pela sua delapidada beleza e transparência», é a leitura que o escritor Valter Hugo Mãe faz de “The Ballad of the Stark Miner”, álbum que surge sete anos após a chegada do músico escocês a Portugal.

Natural de East Kilbride (Escócia), Sandy Kilpatrick iniciou o seu percurso artístico quando, ao longo dos seus estudos de Literatura Inglesa e Americana, na Universidade de Lancaster, formou, juntamente com um grupo de amigos, a banda “Sleepwalker”. Com um percurso que lhes veio a garantir o estatuto de banda de culto, o colectivo lançou em 2000 o single “Sleepwalking”, que conquistou o reconhecimento do público e da crítica.

Um ano mais tarde, Sandy muda-se para Portugal e, em 2003, sobe, pela primeira vez, aos palcos nacionais, concretamente em Braga, em colaboração com a banda “Wave Simulator” e membros do Coro da Universidade do Minho. À experiência, de que se destacam dois concertos no “Espaço Alternativo PT”, com lotação esgotada, sucede o lançamento e promoção, através de vários concertos, do EP “Am I Welcome Here”.

Em 2005, é a vez de “Incandescent Night Stories” ser apresentado ao público no Festival Tímpano, na Casa das Artes (Famalicão), evento em que Sandy dividiu o cartaz com nomes como “Anthony and the Johnsons”, Perry Blake e Micah P. Hinson, entre outros.

Castelo de São Jorge assinala data da tomada de Lisboa aos Mouros

A Egeac e o Castelo de São Jorge, apresentam, no dia 25 de Outubro, data em que se comemora a Tomada da Cidade de Lisboa, a animação histórica deste acontecimento. Às 10h00 e às 18h00, D. Afonso Henriques e o Alcaide Mouro contam o que “Aconteceu há 860 anos”. Às 19h00 Eduardo Ramos Ensemble Moçárabe conduz-nos, através da música de origem cristã, árabe e serfardita, até ao longínquo século XII.

Programa - "Aconteceu há 860 anos"

Castelo de São Jorge, 25 de Outubro

10h00 – Visita animada para o público escolar

18h00 – Visita animada para o público em geral

19h00 – Concerto de Eduardo Ramos Ensemble Moçárabe