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quarta-feira, 19 de novembro de 2008

4 Corners no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre


O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta:
Sab. 29 Novembro – 4 Corners Grande Auditório - Jazz Inicio 21.30h


Ken Vandermark – clarinete, clarinete baixo, saxofone barítono

Magnus Broo – trompete

Adam Lane – contrabaixo

Paal Nilssen-Love – bateria

Os 4 Corners são um projecto especial criado para a editora Clean Feed em 2006 e cujo album de estreia, o homónimo “4 Corners”, recebeu os mais rasgados elogios um pouco por todo o mundo. Ken Vandermark e Adam Lane têm pelo menos um ponto em comum: são ambos grandes ouvintes das músicas dos outros, inclusive aquelas que parecem não ter qualquer familiaridade com a música que tocam, mas que acabam por moldar principalmente a forma como compôem.
Stockhausen, Black Sabbath, Funkadelic, The Ex, Lee “Scratch” Perry e Morton Feldman são referências tão importantes para o que fazem quanto os “mestres” Duke Ellington, John Coltrane, Sun Ra ou Charles Mingus.
As linhas com que se cose a música deste quarteto mistura de forma equilibrada liberdade e estrutura, fogo e paixão.
Bebe no free jazz e no hard bop mas também busca inspiração na chamada “música improvisada europeia”, estabelecendo um binómio cerebro/nervo.
Não será de espantar se se ficar com uma melodia no ouvido entre outros momentos de contornos mais subtis.
O que iremos ouvir prova que a “fire music” é finalmente universal e pode vir dos 4 cantos do mundo.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre apresenta música de jovens para todos


Os Factor C nasceram da vontade que João Delicado (guitarra ritmo) e Hugo “Bazula” (voz e baixo) tiveram em formar uma banda, numa noite banal, no verão de 2007.
Depois dos primeiros ensaios, com o companheiro de lides Daniel André, baterista emérito, as primeiras composições nasceram: “É desta”, “Medo (Está dentro de mim)” e “Tédio”, sendo o punk-rock cantado em português a premissa que caracteriza a base da banda, sempre com largas influências que inspiram e emprestam à sonoridade pequenas particularidades que ajudam a criar um som muito próprio, tudo sempre subordinado ás fortes letras ora de cariz mais pessoal ora de apurada crítica social.
Continuando a faltar um elemento a escolha recaiu em Nuno Alegria (guitarra solo), e o muito esperado primeiro concerto deu-se no bar "Carpe Diem", onde a energia visceral do grupo mostrou bem as suas potencialidades.
Os Factor C apresentam-se no CAEP com muita vontade de mostrar a sua música por Portugal e por desbravar outros territórios, e ainda com um novo Factor de peso, o Factor B, de Bruno Azeitona, Baixista de raiz e já um veterano nas lides musicais, com inúmeros projectos atrás de si (An_Der_Skor_, S-Cape, Jelly Roll Blues Band, etc).

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Jay-Jay no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre



Jay-Jay Johanson

Grande Auditório


Jay-Jay Johanson - Voz

Johan Skugge - Baixo

Erik Jansson - Teclas

Magnus Frykberg - Bateria


Jay-Jay Johanson é um cantor e compositor de origem sueca, que professa como influências para o seu trabalho artistas tão diferentes como Elvis Presley, Modern Jazz Quartet, Rod Stewart, Chet Baker, Kraftwerk e David Bowie.

Tornou-se mundialmente conhecido com a música "So tell the Girls that i am back in Town", retirada do seu álbum inicial de 1996, “Whiskey”, canção que o fez aproximar-se sonoramente de um compositor do calibre do mítico Scott Walker, passando das sonoridades iniciais de jazz e bossanova para um estilo mais aproximado ao “crooner” pop, utilizando todas estas roupagens musicais para pôr em evidência a sua extraordinária voz, que convida à dança e ao arrebatamento.

Professando sempre um estilo muito pessoal, Johanson tem conseguindo manter uma carreira de razoável sucesso comercial, com várias digressões pela Europa e América, ao mesmo tempo que continua uma carreira paralela como DJ em clubes de Nova Iorque, Miami, Paris e Barcelona, além de trabalhar com artistas como os Daft Punk, actuar ao lado de Tina Turner e compôr bandas sonoras para filmes franceses.

Em 2007 editou o seu sexto álbum, "The Long Term Physical Effects are Not Yet Known", que mantém a sua paixão pelo jazz, continuando no entanto a aproximação aos universos da pop e da electrónica que têm vindo a cultivar nos últimos anos.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Os Beach House em Portalegre



Sab. 15 de Novembro – Beach House
«Quina das Beatas» -
Espaço Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 5 €
M/4 anos


Alex Scally e Victoria Legrand conheceram-se através de um amigo mútuo em 2004, tendo formado os Beach House na Primavera de 2005 (o ano chinês do Galo), depois de ambas as partes terem chegado à conclusão que tinham um incomum vínculo musical.
Enquanto passavam tempo juntos a gravar e a tocar, Alex (todo o tipo de cordas) e Victoria (formação em piano e em voz lírica) apreciaram o facto de não namorarem, não serem parentes e não terem crescido juntos.

Quando estas questões lhes são postas por jornalistas, o grupo têm um prazer especial em explicar que de facto não são namorados, não estão relacionados familiarmente, e não, não cresceram juntos…
Estranhamente, ambos eram entidades separadas antes de se conhecerem.

Alex cresceu em Baltimore, enquanto Victoria nasceu em França, de pais americanos, tendo ido viver aos 6 anos de idade para a pitoresca Baltimore, para onde regressou depois de muitos anos de adolescência saltimbanca a viver e viajar pelo mundo.
O par concorda que as suas inspirações musicais são demasiado numerosas para fazer uma lista, mas afortunadamente ambos gostam de ouvir música, e nos últimos tempos o que ouviram foram grupos como os The Zombies, Neil Young, Emitt Rhodes, Dusty Springfield, The Supremes, Nirvana, Earth, Ann Peebles, The Beach Boys, Hank Williams, Ravel, John Cale, Velvet Underground, Elliott Smith, Tony, Caro & John, The Beatles, e Daniel Johnston ,entre outros.
Os Beach House gravaram o seu primeiro álbum em 2006, com o título homónimo de “Beach House”, seguido em 2008 por “Devotion”, um registo igualmente surrealista e oniríco, mas mais maduro. Recentemente têm estado em digressão com artistas como os Grizzly Bear, Arbouretum e Clientele.
Quando não estão em extensas digressões, os Beach House passam o seu tempo com trabalhos em part-time, Alex como carpinteiro e Victoria como empregada de bar…
Em Outubro de 2008 os Beach House publicaram o single “Used to Be”, que mereceu honras de destaque e “streaming” no conceituado site pitchfork.com, e que continua da mesma forma discreta mas coerente, líquida e suave a sua aventura musical, que fazendo parte da linhagem de grupos como os Cocteau Twins, Galaxie 500 e Damon & Naomi, consegue ter no entanto uma identidade própria e uma expressividade temática que merece uma audição atenta e devotada.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Programa de Outubro no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre

O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta:


No inicio de Outubro o CAEP, na festa de reabertura da nova temporada, aposta nos artistas do Distrito de Portalegre e apresenta o Festival Made in Portalegre.

Assim teremos numa vertente mais próxima da musica ligeira, Francisco Ceia que apresentará o «Encanto do Pó».

E a visita de Luísa Amaro, que trará ao Grande Auditório o projecto «In-Canto», onde será apresentado e lançado o novo CD intitulado «Egipthânia», onde sobressai a guitarra portuguesa e o Guitolão do musico "portalegrense" António Eustáquio.

No espaço «Quina das Beatas», continua a aposta nos novos valores da música portuguesa, desta feita com dois projectos portalegrenses, dar-se-á o regresso dos míticos Avô Varejeira e a estreia dos Factor C.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Señor Coconut no próximo sábado em Portalegre


Sab.07 Junho

Señor Coconut and his Orchestra feat.



Todos já ouviram falar da rubrica “Discos que Levaria para uma Ilha Deserta“, aquelas colecções de álbuns que temos absolutamente de ter à mão no caso de acabarmos um dia numa ilha no sul do Pacifíco...

Imagine por um momento, uma variação desse tema, e encontrará a música do misterioso Señor Coconut, com as suas versões de clássicos da música pop e rock, tingidos com roupagens originais, com um pézinho de dança latino, em tons de mambo, merengue, bolero e cha-cha-cha.

Kraftwerk, Sade, Michael Jackson e Deep Purple são apenas algumas das bandas modificadas pelo “electrolatino“ Señor Coconut, de origem alemã e chilena, que virá ao CAEP apresentar o seu estilo inconfundível, com a ajuda do cúmplice de longa data, Argenis Brito, que é apenas mais um de um grande número de colaboradores numa carreira iniciada nos anos 90 em Frankfurt.

A sua carreira discográfica iniciou-se em 1997, com “El Gran Baile“, que contém uma enorme variedade de estilos musicais: Nova Raro, Jive Ecléctico, Samba Virtual, que têm a particularidade de existirem apenas na mente fértil de Coconut.

A este projecto original, seguiu-se em 2000 “El Baile Alemán“, adaptação merengue da electrónica cibernética dos Kraftwerk, exemplificada em versões inesquecíveis dos hinos glaciais “Showroom Dummies," "Trans Europe Express" e "Autobahn“, já com a colaboração do vocalista Argenis Brito, do grupo Mambotour.

Em 2003, “Fiesta Songs“ adaptou Sade e The Doors, respectivamente com "Smooth Operator" e "Riders on the Storm“, ao já peculiar estilo “electrolatino“, e o álbum de 2005, “Señor Coconut Presents Coconut FM: Legendary Latin Club Tunes“, é uma colectânea de envolventes versões de reggaeton, funk carioca e cumbia que obliterou as distinções entre música alternativa e comercial.

Em 2006, “Yellow Fever“ colectou os maiores êxitos dos japoneses Yellow Magic Orchestra, grupo dos anos 70 liderado por Ryuichi Sakamoto, autor da banda sonora do filme “O Ùltimo Imperador“.

No início de 2008 foi lançado o seu mais recente álbum, “Around the World with Señor Coconut”, que contém versões dos Daft Punk ("Around the World") e dos Eurythmics ("Sweet Dreams are Made of This").

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre apresenta Meredith Monk


O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta:
Qui.01 de Maio -

Meredith Monk & Vocal Ensemble in Concert


Meredith Monk (Perú, Lima, 1943) é compositora, cantora, coreógrafa, autora de Nova Ópera e de instalações, e ainda realizadora de cinema, uma pioneira naquilo a que se chama de “técnica vocal extendida” e “performance interdisciplinar”.
Durante uma carreira que se espraia por mais de 40 anos, os críticos e o público têm aclamado Monk como uma das forças criativas mais importantes das artes cénicas.
Entre os músicos influenciados pela sua obra estão Laurie Anderson e Björk.
Em 1999, Monk realizou a performance “Vocal Offering” para sua Santidade o Dalai Lama, como parte do “Sacred Music” Festival, em Los Angeles.

Meredith Monk colabora actualmente com alguns dos intérpretes mais brilhantes e aventureiros da cena musical actual, os Vocal Ensemble, que têm actuado nos principais teatros e auditórios mundiais como o Carnegie Hall, o Queen Elizabeth Hall e a Cologne Philarmonie, entre outros.
Os membros do Vocal Ensemble representam diferentes culturas, incluindo a Ásia, a África, a Europa e a América Latina, abordando diversas tradições artísticas, desde a ópera Chinesa e ocidental, até à Broadway e ao teatro musical, bem como todo o tipo de peformances multidisciplinares.
www.meredithmonk.org/

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre com Eric Sardinas




Eric Sardinas & Big Motor


Eric Sardinas: guitarra/voz
Levell Price: baixo
Patrick Caccia: bateria

Honesto, cheio de autenticidade e com uma paixão suja forjada a fogo, Eric Sardinas infunde a sua música com um espírito combativo, reconfigurando os blues do Sul profundo com a delicadeza de um mestre.

Os seus primeiros registos de estúdio são “Treat Me Right”, de 1999, “Devil's Train”, de 2001 e “Black Pearls”, de 2003.
Ao seu 4º álbum, “Eric Sardinas and Big Motor”, lançado no início de 2008, Sardinas dá-nos um forte depoimento musical, alimentado por um sentido de aventura e imaginação, para além de uma guitarra feroz, complementada com versões inovadoras de clássicos de Elvis Presley e Tony Joe White.

Sardinas começou a tocar guitarra aos seis anos, recolhendo inspiração de uma imensidão de influências, nomeadamente rhythm & blues, gospel, rock ‘n’ roll, mas principalmente o seu profundo amor pelo blues tradicional de Son House e Robert Johnson, entre outros.

Todas estas influências, destiladas, compõem o seu estilo de composição e de interpretação, embora Sardinas não seja um mímico, um imitador.

Ao revés, absorve todos estes estilos no seu DNA, reinterpretando-os como um blues/rock contemporâneo inteiramente seu.
Não é necessário um velho mapa de estradas ou um sistema GPS topo de gama para navegar através da música de Eric Sardinas.

Basta “ligar” o motor, deixá-lo acelerar, e a sua guitarra irá levá-lo a uma viagem musical estonteante, que nunca irá esquecer…


www.ericsardinas.com/


CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE

Praça da República, 397300-109 Portalegre

Tel.: +351 245 307 498

Fax.:+351 245 307 544


segunda-feira, 31 de março de 2008

Centro de Artes e Espectáculos apresenta Shangri La




Wraygunn - Shangri La
Grande Auditório

Rock / Blues / Soul
Inicio 22.00h
Preço único 8 euros
M/4 anos




Shangri-La, o novo paraíso dos Wraygunn (disco do ano pela revista Blitz e DN e pelo diário "Libération", em França) doseia com mestria soul, gospel, funk, rock e blues, apresentando um estupendo conjunto de 13 canções. Não admira que já tenham sido retirados 3 singles do disco: o contagiante Go-go Dancer, o dançável Everything’s Gonna Be Ok e o novo e poderoso Ain´t it nice?.

Mas se o reconhecimento através dos discos só agora foi unânime, há muito que a banda se notabilizou pelas suas poderosas actuações ao vivo não só em solo nacional mas também em palcos europeus. Um concerto dos Wraygunn é como assistir a Lost Highway/Estrada Perdida, de David Lynch, é um murro no estômago, é não conseguir reagir a tamanho turbilhão de adrenalina e energia.

A banda de Coimbra prepara-se agora para espalhar essa força numa digressão nacional de promoção a Shangri-La.

www.wraygunn.com/
www.myspace.com/wraygunn




quinta-feira, 27 de março de 2008

Pandelis Karayorgis abre ciclo de jazz em Portalegre

Sentimental, adocicado, meloso — estes são alguns dos adjectivos que não ouvirá em relação ao jazz avant-garde/post-bop do pianista Pandelis Karayorgis (primeiro nome a actuar num ciclo de Piano, dedicado a grandes compositores na área do jazz, que irá decorrer durante 2008 no CAEP), cujo estilo tem sido descrito como angular, cerebral e abstracto. As suas principais influências são os “enormes” Thelonious Monk e Cecil Taylor, mas Marilyn Crispell, Myra Melford e o discreto Herbie Nichols também são nomes de comparação válidos.

Nascido e criado na Grécia, Karayorgis mudou-se para Boston nos anos 80, onde estudou no prestigiado “New England Conservatory” (onde teve como professores o pianista Paul Bley e o baixista Dave Holland, que tocou e gravou com Miles Davis nos seminais “In a Silent Way” e “Bitches Brew”, conceituados “mesteres” na arte da improvisação”).

Pandelis Karayorgis tem actuado em festivais internacionais e auditórios na Europa e nos Estados Unidos.
Gravou para um grande número de editoras, entre as quais a portuguesa Clean Feed, destacando-se os álbuns “Heart And Sack”, “Foreground Music” e “Disambiguation”, a propósito do qual o critíco Kevin Whitehead mencionou que “Isto é o que o jazz deve ser no início do seu segundo século: artistíco e complexo, sem fazer um grande alarido sobres estas qualidades”.

Dia 29 de Março
PANDELIS KARAYORGIS
Ciclo de Piano Solo
Pequeno Auditório - JazzI
nicio 21.30h
Preço único 7,5 euros

www.karayorgis.com
www.myspace.com/pandeliskarayorgis

CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
Praça da República, 397 300-109 Portalegre
Tel.: +351 245 307 498
Fax.:+351 245 307 544
mail: geral.caep@cm-portalegre.pt
web: www.cm-portalegre.pt/caep
blog: www.caeportalegre.blogspot.com
MySpace: www.myspace.com/caeportalegre

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Vagabond Opera

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Waste Disposal Machine em Portalegre

«Quina das Beatas» - Electro / Industrial / Metal
Espaço Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 euros


São várias as referências descortináveis na sonoridade praticada pelos Waste Disposal Machine, sendo as mais óbvias e notórias as que passam pelo rock, pelo Electro mais escuro /obscuro, por algum Industrial e por algumas formas derivadas do Metal.


Actualmente reduzidos a um quarteto (João Gonçalves, Miguel Silva, Hugo Santos, e Victor Silva), os Waste Disposal Machine encontram-se em fase de conclusão do seu álbum de estreia – “Interference” – e têm em circulação mais ou menos restrita um Promo-CD que avança dois dos temas que surgirão nessa aguardada estreia.


Anteriormente, os Waste Disposal Machine lançaram dois CD-R (“First Offensive” e “i.D. Code”) que lhes valeram algum reconhecimento a nível de um certo underground nacional e internacional e que os afirmaram como uma das poucas bandas dentro do seu género a trabalhar a partir de Portugal.

Mais por contingências do mercado musical português do que por opção deliberada, os Waste Disposal Machine têm-se concentrado essencialmente no trabalho de composição e de estúdio, apostando, quando a oportunidade se propicia, em actuações cirurgicamente preparadas e cuidadosamente agendadas, como foi o caso da sua participação nos festivais HallowFest (Hard Club, Vila Nova de Gaia), I.M.A.N. (Vila Nova de Famalicão), Festival Arteficial (Ribadavia, Galiza), Elektrocution: Ignite – 1º Festival Português de Música Industrial (Azeitão) e nos eventos Androids & Electric Sheep (Braga) ou Orbit Fest (Coimbra).

www.myspace.com/wastedisposalmachine


CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE

Praça da República, 39

7300-109 Portalegre

Tel.: +351 245 307 498

Fax.:+351 245 307 544




sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Ana Moura no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre


O Regresso de Ana Moura



Ana Moura regressa aos palcos portugueses
16 de Fevereiro 21H30 Centro de Artes e Espectáculos Portalegre

Depois de uma longa tour pelo estrangeiro (Holanda, Bélgica, França, Alemanha e Espanha), onde cantou em diversas salas para os mais variados públicos, Ana Moura regressa a Portugal para mais uma série de concertos antes de partir para os Estados Unidos.

Assim, já no próximo dia 16 de Fevereiro será possível escutar a fadista de “Fado da Procura” ao vivo no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre, estando na semana seguinte, dia 23, no Teatro Augusto Cabrita no Barreiro.

Neste espectáculo serão apresentados temas do início da sua carreira como “Sou do Fado, Sou Fadista” ou “Guitarra” e também novas letras, músicas e parcerias, onde canta poemas de Fausto (E Viemos Nascidos do mar) ou Amélia Muge (O Fado da Procura), temas do seu último trabalho “Para Além da Saudade”.Um dos pontos altos da noite será, com certeza, a descoberta ao vivo de “Os Búzios” (Jorge Fernando), tema single de lançamento deste novo disco.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Double Bind Quartet

O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta dia 23 de Janeiro, às 21.30h no Pequeno Auditório, o espectáculo Double Bind Quartet.

“Double Bind” ou Duplo Vínculo é uma situação em que um indivíduo recebe mensagens contraditórias ou diferentes. Este termo foi criado por Gregory Bateson e foi uma tentativa de explicação da causa da esquizofrenia através de uma perspectiva não- biológica.

Watzlawick costuma dar como exemplo de Duplo Vínculo o caso de uma mãe que oferece no Natal duas camisas ao seu filho. No dia seguinte o filho usa (va) uma das camisas oferecidas pela mãe, ao que a mãe lhe pergunta: "Então filho? Não gostaste da outra camisa?"

O Double Bind Quartet, com Direcção Artística de Vítor Rua, formados por Carlos Zíngaro, Nuno Rebelo, Luís San Payo e Vera Mantero, criam na sua música uma espécie de Duplo Vínculo entre duas tipologias musicais distintas: a Improvisação e o Rock Art.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

JP Simões - 1970

O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta dia 25 de Janeiro, as 21.30h no Grande Auditório, o espectáculo JP Simões - 1970.

Depois de ter deixado a sua marca na melhor música feita em Portugal nos últimos 10 anos, como um dos mentores dos projectos Belle Chase Hotel e Quinteto Tati, JP Simões inicia, com “1970” uma carreira a solo que se prevê brilhante, quer pela qualidade extrema da sua escrita, quer pela inquestionável personalidade da sua voz. Neste trabalho a solo, JP Simões assume pela primeira vez a totalidade do processo criativo, escrevendo músicas, letras e assumindo os arranjos e a produção musical do disco. "1970” é uma obra que coloca JP Simões na trilha dos melhores “cantautores” da música portuguesa.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

David Dondero em Portalegre

Dia 19 de Janeiro –
David Dondero «Simple Love»


Pequeno Auditório ás 21.30h
Preço único 10 euros



“Um dos melhores cantores/compositores contemporâneos que já ouvi.”- Bob Boilen, “National Public Radio” (E.U.A.)
“Vejo este álbum como uma continuação. É como uma série de fotos recentes misturadas com algumas antigas encontradas debaixo do assento de um carro.” – David Dondero



“Simple Love”, o segundo álbum do aclamado compositor David Dondero, é uma continuação temática do seu disco de estreia, “South of the South”, unanimemente aclamado pela crítica.
Poucos cantores actuais conseguem descrever como Dondero, por experiência própria, de uma forma artística o optimismo positivo da humanidade, assim como os seus abismos mais profundos. A sua capacidade de descrever e iluminar a condição humana (incluindo a sua própria) é inspiradora.



Tendo passado maior parte da sua vida “on the road”, Dave utiliza o seu impressionante talento vocal para “pintar” narrativas da vida nos Estados Unidos, através de um inteligente jogo de palavras e humor sarcástico (tal como o título do disco, “Amor Simples”, indica) sobre alguns dos temas mais sensíveis da vida contemporânea.
“Simple Love” é uma tocante colecção de canções, tecidas com sentimentalismo, desprezo, humor e luxúria.



“My religion is in nature, art and literacy/my religion is in science, music and poetry/my religion's in the mountains, my church is in the seas/my religion is to love you yet my church is entropy/my religion's in your eyes yet my church ain't organized/my faith is in the sweetness that you might realize but my faith it could be fiction”.
(letra de “Rothko Chapel”, de “Simple Love”)


quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Califone vão ao Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre



Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre


08 de Dezembro – Califone
Pequeno Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10 euros


Os Califone, originários de Chicago, e constituídos por Joe Adamik, Jim Becker, Ben Massarella e Tim Rutili, chegaram em força em 2004 á cena musical americana com "Heron King Blues”, herdeiro das tradições do Delta, mas num estilo reimaginado, improvisacional e electrónico, o que culminou no aclamado álbum “Roots and Crowns”, de 2006, uma excitante homenagem a começos e fins, a computadores e campos de milho, a pés cansados de trabalhar e cabeças latentes…

“Roots and Crowns” é um álbum sofisticado, uma extensão natural do seu antecessor, mas mais ambicioso, confundindo as convencionais ideias entre a música orgânica e electrónica, tanto um produto do desejo incontrolável e instintivo como da inteligência calculada, com alvos emocionais e intelectuais, em acenos ao jazz e ao folk.

As letras de Tim Rutili, vocalista e mentor da banda, são pequenas e imagistícas vinhetas de histórias que se vão desenrolando ao longo do álbum, o que as torna mais poemas que canções (“ao longo da tua pele/ perdi o dom da fala…”, de "Pink and Sour").

Os Califone sempre foram estranhamente sub-apreciados, e quanto mais avançamos para o Século XXI, mais esta música parece ao mesmo tempo familiar e necessária, herdeira dos blues e do soul sem pieguices revivalistas, experimental sem cair na cega improvisação autista…
É um som ao mesmo tempo velho e novo, sujo e imaculado, doce e amargo, que assusta mas é acessível, orgânico e industrial…
Em resumo, os Califone são antes de tudo uma banda de raízes eminentemente americanas, mas com um apelo que é (e merece tornar-se ainda mais) abrangente.


Site oficial: http://www.pastrysharp.com/
My Space: www.myspace.com/califonemusic

CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGREPraça da República, 397300-109 PortalegreTel.: +351 245 307 498

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Young Gods no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre






O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta:
Dia 17 de Novembro

The Young Gods Acústico
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 20 euros


Desde 1985 que os Young Gods nos oferecem música estonteante e surpreendente, composta por um trio formado à volta de samplers, substituindo corajosamente as tradicionais guitarras. Mas os Young Gods nunca recearam nada, criando desde o início uma nova gramática musical que deve um pouco ao rock, mas também à música industrial, clássica, barroca, ambiente e electrónica.

Formados pelo suíço Franz Treichler, a sua música ainda é pertinente e consistente, 20 anos depois do início da banda ,um ciclo que vai dos viscerais e experimentalistas “The Young Gods”, de 1987, “L’ Eau Rouge”, de 1989 (ainda cantados em francês), até aos álbuns mais “ocidentais”, poderosos e conhecidos do trio, “T.V. Sky”, de 1991, “Only Heaven”, de 1995, e culminando num “regresso” à forma com “Super Ready / Fragmente”, de 2007. Pelo meio ficou o belíssimo álbum de versões de Kurt Weill, “Play Kurt Weill”, de 1991, e experiências mais electrónicas e ambientais, “Second Nature” e “Music for Artificial Clouds”, de 1999 e 2004, respectivamente

Aventureiros, pioneiros e cientistas loucos? Os Young Gods continuam a ser uma referência intransponível da música actual, com bandas e artistas do calibre de Mike Patton (Faith no More, Fantómas), The Chemical Brothers, Maynard James Keenan (Tool e A Perfect Circle) ou ainda The Edge (dos U2), a reclamar a herança dos “jovens deuses” helvéticos.
Mas não mencionem isto a Franz Treichler (voz, guitarra), Al Comet (samplers, órgão) ou Bernard Trontin (bateria). Os Young Gods sempre consideraram que a humildade e a capacidade inventiva caminhavam de mãos dadas…


Evitar a rotina.

Regressar.

Começar com novos desafios, projectos.

Alimentar a Alma e continuar a exploração de novos territórios, são estes os objectivos dos Young Gods do século XXI..

Além da carreira discográfica, os Young Gods têm ainda realizado vários projectos paralelos que mostram o ecletismo do grupo, tais como tocar com uma orquestra sinfónica para comemorar os seus 20 anos de carreira, reescrever a banda sonora do filme/documentário “Woodstock” (e tocá-la ao vivo), colaborar com o antropologista Jeremy Narby (numa conferência sónica sobre a Amazónia), trabalhar com o “Museu das Ciências”, de Genebra, para o projecto “Aquanaute”, até finalmente à realização de concertos acústicos, em cujo formato se apresentam nos palcos portugueses.
Podemos portanto dizer, em jeito de resumo, que desde a 1ª aparição meteórica dos Young Gods em Portugal, nos idos dos anos 90, que nunca a sua extensa legião de apreciadores os viu verdadeiramente num concerto com guitarras…


quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Elliott Sharp no CAEPortalegre

No dia 10 de Novembro, as 21.30h o Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre recebe o musico, Elliott Sharp, com a apresentação do seu último trabalho o álbum, “Sharp ? Monk ? Sharp ! Monk !”.

Multi-instrumentista (guitarras, saxofones tenor e soprano, clarinete baixo, instrumentos de cordas inventados pelo próprio como o pantar e o slab, baixo eléctrico, computador, electrónica) e compositor, Elliott Sharp é um dos principais protagonistas da cena experimental de Nova Iorque desde há cerca de 30 anos. Lançou mais de 200 discos num espectro musical que vai dos Blues e do Jazz, ao Rock “no wave” e ao Techno, passando pela música para orquestra e pelo Noise.

As suas composições foram interpretadas, entre outros, pelo brilhante quarteto de cordas Kronos Quartet, e os seus colaboradores incluíem o cantor Nusrat Fateh Ali Khan, a lenda dos blues Hubert Sumlin, os gigantes do jazz Sonny Sharrock, Jack DeJohnette e Oliver Lake e o líder dos Master Musicians of Jajoukah, Bachir Attar. Em 1978, Sharp fundou a editora zOaR Records, onde tem lançado algumas das suas produções. Destacam-se nos seus projectos mais recentes, composições e óperas de câmara para a Bienal de Veneza, partituras para os filmes “What Sebastian Dreamt”, “Commune” e “Spectropia”, diversas instalações sonoras para espaços e eventos de prestígio como a “Gallery of the School of Fine Art”, de Boston, o “Whitney Museum (Bitstreams)” ou a “Bienal NTT ICC”, de Tóquio.

O mais recente álbun do músico, “Sharp? Monk? Sharp! Monk!”, consiste na interpretação em guitarra acústica solo de peças do “gigante” do jazz, Thelonious Monk. Na actual digressão, Elliott Sharp interpreta muitos destes clássicos de Monk, tais como Bemsha Swing, Epistrophy, Round Midnight, Misterioso, Well You Needn't, Nutty e Brilliant Corners.


10 de Novembro - 21.30h - Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre - Pequeno Auditório
Preço único 10 euros


quarta-feira, 7 de novembro de 2007

«Seu Jorge» no CAEPortalegre

Seu Jorge, brasileiro de 36 anos, é um homem elegante e com esti­lo. O género de homem que se destaca no meio de uma multidão. Uma longa silhueta escura que parece vestir um smoking dentro da t-shirt, ou trazer uma t-shirt dentro do smoking!

Seu Jorge, de Jorge Mário da Silva, já participou até agora em mais de dez filmes, entre eles, “Cidade de Deus”, onde ficou famoso com a personagem Mané Galinha, e «The Life Aquatic With Steve Zissou» (“Um peixe fora de água”) de Wes Anderson, produzido pelos estudios Disney e com a participação de Bill Murray, Angelica Houston e William Daffoe.

Ao longo deste tempo, Seu Jorge também compôs para as bandas sonoras das longas metragens «Amores Possíveis» de Sandra Wernack e «A Partilha» de Daniel Filho.

Antes de ter participado no filme “Cidade de Deus”, como Mané Galinha, Seu Jorge já conhecia muito bem todo o universo descrito neste filme: toda a sua infância foi vivida nas favelas do Rio, o que lhe deu uma formidável determinação e comprometimento polí­tico.

Entre 1990 e 1997, ele esteve praticamente fora de combate. Vivia nas ruas do Rio de Janeiro, como um sem-abrigo. Diz que tinha que passar por isto. Em 1997 foi parar ao grupo de teatro “Tá na Rua”, de Amir Haddad. Foi então "recolhido", por assim dizer, por um grupo de admiradores e convidado a integrar um grupo que fez furor durante algum tempo nos bares da Lapa ca­rioca: o Farofa Carioca.

De novo sozinho, após o fim da banda, o cantor lançou o seu primeiro disco a solo - “Samba Esporte Fino” – editado em Portugal com o título “Carolina”, produzido por Mario Caldato Jr., o mesmo dos Beastie Boys. A procura do CD foi grande, mesmo depois de esgotado. Ao mesmo tempo estreava o filme - Cidade de Deus. E, de repente, Seu Jorge era o Mané Galinha. O sucesso foi inevitável!

Hoje, define-se como um compositor po­pular, que gosta de inúmeros géneros musicais, mas o seu grande trunfo é o samba. «O samba é a nossa vida, a nossa particularidade, nossa medalha de ouro, nosso baluarte, nosso estandarte brasileiro», diz Seu Jorge.

O seu álbum, “Cru” que já vendeu dezenas de milhar de cópias em França. O vídeo-clip da música “Tive razão” foi rodado em Roma, com a participação dos actores William Dafoe e Bill Murray e sob a direcção da cineasta Mariana Jorge.

No centro de Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, dia 9, no Grande Auditório as 21.30h. Preço único 25 euros.