terça-feira, 30 de outubro de 2007

Técnicas Psicofísicas Indianas para Artes Performativas

O workshop de Teatro: Técnicas Psicofísicas Indianas para Artes Performativas, que decorre de 6 a 10 de Novembro, no Convento da Arrábida, fecha o ciclo de Encontros da Arrábida, deste ano, com coordenação de Veenapani Chawla.

Este workshop é dirigido a actores, cantores, bailarinos e performers que desejem conhecer ou aprofundar as técnicas milenares praticadas pelos artistas orientais como base do seu treino e filosofia.

Veenapani Chawla é uma prestigiada encenadora indiana, que dirige o seu próprio laboratório de pesquisa teatral, musical e de movimento em Pondicherry, há mais de 20 anos. O seu trabalho alia uma visão estética muito própria e contemporânea a um grande domínio técnico.

Esta formação centra-se fundamentalmente na descoberta do potencial criativo das técnicas de respiração, na sua ligação ao corpo, à voz, ao texto e, sobretudo, à expressão psicológica e emocional. Vão, também, ser abordadas técnicas corporais como os asanas do ioga e técnicas de concentração associadas à meditação, bem como a fascinante "coreografia dos olhos", que constitui uma das bases do teatro indiano.

Os Encontros da Arrábida 2007 são um ciclo anual de conferências de alto nível académico e científico, sob o patrocínio da Fundação Oriente.


Programa: 6 a 10 Novembro

8:00- 9:00 - Asanas e respiração/Prática de Pranayama. (É importante que esta prática seja realizada em jejum, ao acordar)
9:00 – 10:00 - Pequeno-almoço
10:00 -11:00 - Coreografia dos olhos
11:00 – 12:00 - Respiração e expressão emocional
12:00 – 13:00 - Respiração e expressão física
13:00 – 17:00 - Intervalo para almoço e descanso
17:00 – 19:00 - Texto e voz

Musica Portuguesa gátis até final do ano


O Casino Lisboa volta a brindar-nos com mais uma iniciativa de sucesso. Regressam, assim, os "CONCERTOS ARENA LIVE 2007", um ciclo de espectáculos de entrada livre a decorrer entre os meses de Outubro e Dezembro, todas as segundas-feiras (22h30) no Arena Lounge do Casino Lisboa.

05- NOV - Santos & Pecadores

12- NOV - Delfins

19- NOV - Tiago Bettencourt

26- NOV - Nicole Willis & the Soul Investigators e DJ Set Keb Darge (UK)

03- DEZ - Fingertips

10- DEZ - Paulo Gonzo

17- DEZ - Roy Ayers Ubiquity e DJ Set Gilles Peterson

25- DEZ (3ª f) - André Sardet (Dia de Natal)

31- DEZ - The Gift (Passagem de Ano), DJ Set Buraka Som Sistema e DJ Set Rui Murka & Kamala

Paulo Furtado ianugura Temps D'Images no Lux


Artes do palco e da imagem cruzam-se no Teatro Maria Matos


No âmbito do Festival Temps D'Images, a EGEAC E.M. e o Teatro Maria Matos apresentam três espectáculos onde as artes do palco e da imagem se cruzam, de 31 de Outubro a 4 de Novembro.

"I Was There"
é um espectáculo de dança e sobe ao palco nos dias 31 de Outubro (4.ªfeira) e 1 de Novembro (5.ªfeira), às 21h30. Criado por Abraham Hurtado, este projecto parte das memórias e experiência de vida das seis intérpretes. Seis mulheres que vêm de diferentes culturas, de diferentes idades, línguas e experiências. Seis mundos que estarão entrelaçados neste projecto, mas também em conflito.

Também no dia 31 de Outubro e nos dias 1, 3 e 4 de Novembro, às 23h30 chega ao Teatro Maria Matos o estaleiro "A Sós". Trata-se de um projecto a cargo da realizadora Cláudia Varejão e da actriz e encenadora Sandra Faleiro. O objecto que resulta deste encontro tem por base um registo documental: os planos que captam resistem à découpage ficcional; os corpos que filmam não são encenados. São corpos olhados a sós, em momentos de suspensão, onde o tempo se estanca, sem deixar de avançar. Por força deste encontro, os outros acabam por ser um só corpo, sujeito à acção do tempo.

No fim-de-semana de 3 e 4 de Novembro, às 21h30, é a vez de "Window". O projecto multimédia resulta da co-criação que quatro artistas de três áreas diferentes que aqui serão complementares. Mônica Coteriano (Dança/Voz/Textos), Tó Trips e Pedro Gonçalves (Música), André Gonçalves (Multimédia) propõem-se a criar um espectáculo transdisciplinar que parte do objecto janela e que o desenvolve conceptualmente como um objecto de inspiração, fronteira, abertura, barreira, reclusão e partilha. Um espectáculo que utiliza os dispositivos multimédia para criar videoclips ao vivo, reforçar e complementar pequenas histórias que valem por si e no seu conjunto criam uma outra história.

Festival Temps D'Images
Teatro Maria Matos
31 de Outubro a 4 de Novembro


I WAS THERE
31 Outubro e 1 Novembro 4ª e 5ª
21H30 Sala Principal
Bilhetes: 10€

Ficha Técnica de I Was There
Conceito e Direcção Artística: Abraham Hurtado
Co-criadores e Performers: Anabel Labrador, Maureen Lopez, Anee Maud Mayer, Kotomi Nishiwaki, Vania Rovisco e Sofia Verastegui
Vídeo: Pedro Ballesteros
Música: Hahn Rowe e Ivan Roca
Cenografia: Lídia Mombiela
Produção: La Mecánica (Barcelona)
Co-produção: Mercat des Flors (Barcelona), Centro Parraga (Murcia), Festival Temps d'Images / Dupla Cena (Lisboa), Kunstlerhaus Mousonturm (Frankfurt), Ministerio de Cultura (Espanha) e Generalitat de Catalunya (Barcelona)

A SÓS
31 de Outubro / 01, 03 e 04 de Novembro
23H30 MM Café Entrada livre

Projecto a cargo da realizadora Cláudia Varejão e da actriz / encenadora Sandra Faleiro

WINDOW
3 e 4 Novembro sáb . e dom.
21H30 Sala Principal
Bilhetes: 10€

Ficha Técnica de Window
Co-criação: Mônica Coteriano, Tó Trips, Pedro Gonçalves e André Gonçalves
Coreografia, Voz e Textos; Mônica Coteriano
Banda Sonora Original: Pedro Gonçalves , Tó Trips e Mónica Guerreiro
Vídeo: André Gonçalves
Produção: Bomba Suicida
Co-produção: Festival Temps d'Images / Dupla Cena e Theatro Circo de Braga

Santiago Alquimista recebe Ena Pa 2000 em Festa de Halloween


Prezado concidadão: Se é o feliz possuidor de um rato ou de uma rata, enfim: se possui ratinhos, diga-lhes que se cuidem na próxima noite das bruxas!


O Mickey e a Minnie, o Super-rato e a namorada, ou apenas simpáticos casais de ratazanas de Lisboa terão que estar alerta e ter muito cuidado nos seus festejos de Ratoween! I


sto porque um bando de gatos pretos e sangrentos vai andar à solta ali para as bandas do castelo de S. Jorge, e não estamos a falar da lendária banda de Yé-yé. São os felinos Ena Pá 2000 que organizam no Santiago Alquimista um tremenda noitada musical com o mote Festa dos Gatos (pretos e sangrentos)!


Gatos e gatinhas pelados a rigor serão brindados com poções revigorantes à base de sangue de ratinha menstruada, unhas de cabra, vodka da Transilvânia e outros ingredientes secretos...
Por isso, gatinhos e especialmente, gatinhas da capital, afiem as garras, afinem os miados e cofiem os bigodes, que vai haver farra, fumo, bebida – e muito sexo! Miau, miau! Apareçam! Venham assanhadas e pardos – fedorentos ou não! Que as ratas não se mascarem de bruxas, pois serão implacávelmente comidas!! Miaaau-renhaaau!


Santiago Alquimista . Rua de Santiago, 19 (ao castelo) em lisboa
Abertura de portas 22h30 .

bilhetes €10 com oferta da 2ª bebida
Dress-Code: gatos e gatinhas pretas
Oferta de shots sangrentos para miaus a rigor

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Ricardo II de Shakespeare Teatro Carlos Alberto do Porto


RICARDO II
de WILLIAM SHAKESPEARE
encenação NUNO CARDOSO




TEATRO NACIONAL NO PORTO



O Teatro Nacional D. Maria II apresenta no TECA – Teatro Carlos Alberto, do Porto, a partir do próximo dia 31 de Outubro, "Ricardo II", peça de William Shakespeare que o encenador Nuno Cardoso estreou na Sala Garrett na temporada passada e que deixou perplexos alguns críticos de Lisboa.
Trata-se de um projecto muito original, que desloca a acção da peça para um campo de futebol e coloca as personagens de Shakespeare a correrem atrás da coroa como se estivessem correr atrás de uma bola.
Metáfora de uma vida feita a perseguir o Poder, que é, por natureza, efémero, o espectáculo de Nuno Cardoso é protagonizado por João Ricardo, na pele de um rei que não o sabe ser (Ricardo II), e por Gonçalo Amorim, o substituto que vem a revelar-se tão mau quanto o antecessor (Henrique IV).
"Ricardo II", agora apresentado no Porto em colaboração com o Teatro Nacional S ão Jo ão, estará em cena no TeCA até 4 de Novembro.


TEATRO CARLOS ALBERTO
31 OUT> 4 NOV 2007
4ª a Sáb. 21h30 Dom. 16h00


RICARDO II
de WILLIAM SHAKESPEARE


tradução FERNANDO VILLAS-BOAS
encenação NUNO CARDOSO
cenografia F. RIBEIRO
figurinos STORYTAILORS
música SÉRGIO DELGADO
desenho de luz JOSÉ ÁLVARO CORREIA
movimento MARTA SILVA
voz e elocução RUI BAETA
análise de discurso JO O GROSSO
assist ncia de encenação VICTOR HUGO PONTES
assist ncia de encenação (estágio) PAULA GARCIA

com ANTÓNIO JÚLIO CARLOS PIMENTA CÁTIA PINHEIRO DANIEL PINTO FLÁVIA GUSM O GONÇALO AMORIM
JO O PEDRO VAZ JO O RICARDO JOSÉ NEVES
LUÍS ARAÚJO MARTA GORGULHO
NUNO CARDOSO* PEDRO GIL
PEDRO PERNAS WAGNER BORGES


SINOPSE

O Rei Ricardo envia Bullingbrook, duque de Hereford e seu primo, para o exílio e confisca-lhe os bens para usar na guerra contra a Irlanda. Mas este usa isso como pretexto para se revoltar e consegue o apoio de um número crescente de nobres.
Ricardo, pelo contrário, vai perdendo apoiantes e quando regressa da Irlanda é obrigado a submeter-se ao primo.

Abdica do trono a favor de Bullingbrook, que passará a assumir o título de Henrique IV, e acaba por ser preso e depois assassinado, a instâncias do novo rei, que encerra a peça queixando-se dos imperativos do poder.


William Shakespeare
Uma Vida de Teatro

Pouco ficou documentado sobre a vida de Shakespeare, mas a julgar pelo seu registo de baptismo, acredita-se que terá nascido em 1564, no seio de uma família de comerciantes. Apesar de não ter chegado a ir para a universidade, frequentou a escola.

Em 1582, com apenas 18 anos, casou-se com Anne Hathaway, oito anos mais velha, e desse casamento nasceram três filhos: Susanna (1582) e os gémeos Judith e Hamnet (1586). Hamnet morreu em 1587, sem que hoje se conheçam as causas.

Entre 1586 e 1592, a vida de Shakespeare passou por um período menos claro. É muito possível que tenha deixado a terra natal, Stratford-Upon-Avon, e a família, para se juntar a uma trupe de actores em digressão, embora haja quem defenda que, durante esse tempo, tenha trabalhado como preceptor ou mestre-escola.

Certo é que, em 1592, já era conhecido nos teatros londrinos, como autor. A profissão teatral era, de resto, emergente na altura e havia procura de autores que escrevessem para a cena. Shakespeare vendia os seus escritos e era tão bem sucedido que, em 1594, tornou-se sócio da companhia de Lord Chamberlain’s Men, que tinha por mecenas Henry Wriothesley.

Em 1594, já Shakespeare tinha escrito as comédias "The Comedy of Errors", "The Two Gentlemen from Verona" e "The Taming of the Shrew"; e as tragédias "Titus Andronicus" e "Richard III".
Dividindo-se entre os palcos e a pena – para além de escrever, Shakespeare gostava também de representar – o autor assinará, a partir de 1594, uma média de duas peças por ano. Entre esse ano e 1598 escreveu "King John", "Love’s Labour’s Lost", "A Midsummer Night’s Dream", "The Merchant of Venice", "Romeo and Juliet", "Richard II", "Henry IV" e "Henry V".

Entretanto, o dinheiro ganho com a sua actividade era rapidamente investido: Shakespeare comprou uma casa imponente em Stratford, e investiu no negócio do malte. Em 1598, perante a ameaça de fecho do teatro (por parte do senhorio), a companhia mudou-se para a zona sul do rio Tamisa e aí construiu um novo teatro, baptizando-o como The Globe.
E é aí que começa o período mais florescente da escrita de Shakespeare.

Entre 1599 e 1608, escreveu "Much Ado About Nothing", "As You Like It", "Twelfth Night", "All’s Well That Ends Well", "Troilus and Cressida", "The Merry Wives of Windsor".

Escreveu, também, as grandes tragédias "Julius Caeser", "Hamlet", "Othello", "Antony and Cleópatra", "Coriolanus" e "Timon of Athens". Neste período, a companhia adquiriu um novo estatuto: passaram a ser The King’s Men (os homens do rei).
Shakespeare continuava a adquirir bens em Stratford, sobretudo terras, e a partir de 1608, já perseguido pela fama dos seus rivais mais jovens (os dramaturgos emergentes Beaumont e Fletcher), escreveu as suas últimas peças: "Péricles, Prince of Tyre", "Cymbeline", "The Winter’s Tale", "The Tempest", "Henry VIII", "The Two Noble Kinsmen" e "Cardenio" (hoje perdida).
Em 1613, o Globe foi destruído pelo fogo e Shakespeare perdera o ascendente no panorama teatral londrino.

É razoável supor que se terá retirado, passando os seus últimos anos em Stratford.

Morreu em 1616.
Fontes:
Cambridge Guide to the Theatre, Cambridge University Press, 1995;
Dictionnaire Encyclopedique du Théâtre, Bordas, 1995.



RICARDO II
A história


Nasceu em 1367. Subiu ao trono em 1377.
Reinou 22 anos (deposto). Filho do "príncipe negro", e neto de Eduardo II.

Casou primeiro com Ana da Boémia e depois com Isabel de França. Sem descendência.
Morreu em 1400 (assassinado) aos 33 anos. Sepultado em King’s Langley mais tarde transladado para Westminster.
Ricardo sucedeu ao avô em 1377 com apenas 10 anos, durante uma época de agitação social.

Após a peste negra tinha-se sucedido uma vaga de rápidos aumentos de salários e preços.

O parlamento criara legislação regulamentadora da subida dos salários mas não fizera o mesmo para os preços.

A Revolta dos camponeses que se seguiu, em 1381, chefiada por Wat Tyler, foi esmagada com grande severidade.

Ricardo foi o único responsável por ser "o último dos Anjou". Mostrou-se extravagante, injusto e inconstante. O seu único acto positivo foi terminar com a luta com França em 1396.

O erro final foi deixar bem claro que queria acabar com o governo parlamentar, já então uma realidade bem estabelecida na vida política inglesa.
O reinado de Ricardo assistiu ao início da longa disputa pela coroa, travada entre os descendentes de Eduardo ll, tendo frente, em primeiro lugar, João de Gande, o terceiro filho de Eduardo e tio de Ricardo, e depois o filho de Gande, Henrique de Bullingbrook.
Após a morte de seu pai em 1399, Bullingbrook – Henrique de Lancastre – regressou do exílio, depôs Ricardo e fez-se eleger rei pelo parlamento como Henrique IV. Em 1400 Ricardo foi assassinado na prisão – e a Guerra das Rosas fazia a sua primeira vítima.

Kings and Queens of England and Great Britain
E. R. Delderfield

DISTRIBUIÇÃO


RICARDO, Ricardo II – JOÃO RICARDO
JOÃO DE GANDE, Duque de Lencastre, tio do Rei – JOÃO PEDRO VAZ
YORK, Duque de, Edmundo de Langley, tio do Rei – WAGNER BORGES
BULLINGBROOK, Duque de Hereford, filho de João de Gande – GONÇALO AMORIM
AUMERLE, Duque de, filho do Duque de York – LUÍS ARAÚJO
TOMÁS MOWBRAY, Duque de Norfolk – CARLOS PIMENTA
SURREY, duque – ANTÓNIO JÚLIO
SALISBURY, conde – PEDRO PERNAS DANIEL PINTO
BERKELEY, nobre – CARLOS PIMENTA
BUSHY DANIEL PINTO
BAGOT PEDRO PERNAS favoritos do rei
GREEN ANTÓNIO JÚLIO
NORTHUMBERLAND, conde, pai de Harry Percy – PEDRO GIL
HARRY PERCY, nobre – NUNO CARDOSO
ROSS, nobre – JOSÉ NEVES
WILLOUGHBY, nobre – MARTA GORGULHO
FITZWATER, nobre – DANIEL PINTO
CARLISLE, bispo – CARLOS PIMENTA
ABADE, abade de Westminster – JOÃO PEDRO VAZ
LORDE MARECHAL – NUNO CARDOSO
SCROOP, nobre – ANTÓNIO JÚLIO
EXTON, Sir Pierce de, nobre – JOSÉ NEVES
CAPITÃO de um Bando de Galeses – LUÍS ARAÚJO
RAINHA, mulher de Ricardo – CÁTIA PINHEIRO
DUQUESA DE YORK, mulher de York e m e de Aumerle – MARTA GORGULHO
DUQUESA DE GLOUCESTER, viúva de Thomas Glouscester – FLÁVIA GUSMÃO
DAMA 1 – MARTA GORGULHO
DAMA 2 – FLÁVIA GUSMÃO
JARDINEIRO – JOÃO PEDRO VAZ
MOÇO DE ESTREBARIA – PEDRO PERNAS
HOMEM 1 – JOÃO RICARDO
HOMEM 2 – GONÇALO AMORIM
SERVIÇAL, criado de York – NUNO CARDOSO
OUTRO SENHOR – JOSÉ NEVES
CRIADO 1, de Exton – NUNO CARDOSO
CRIADO 2, de Exton – DANIEL PINTO
CARCEREIRO – FLÁVIA GUSMÃO


CURRICULUM


NUNO CARDOSO nasceu em 1970, em Canas de Senhorim. É actor e encenador. Foi director artístico do Teatro Carlos Alberto até 2007. Inicia o seu percurso no teatro no início da década de 1990, no contexto do teatro universitário, integrando o CITAC – Círculo de Iniciação Teatral da Academia de Coimbra. Em 1994, foi um dos fundadores da companhia Vis es Úteis, onde desenvolveu trabalho de actor e encenador. Em 1997, inicia uma colaboração regular com o TNSJ, no âmbito do Dramat – Centro de Dramaturgias Contemporâneas do TNSJ. Encenou entretanto "Paysage Choisi" (1999), a partir de textos de Federico García Lorca, "De Miragem em Miragem Se Fez a Viagem" (2000), de Carlos J. Pessoa, e "Antígona" (2001), a partir de Sófocles. Desenvolveu ao longo de um ano, um trabalho com reclusos da prisão de Paços de Ferreira, que resultou no espectáculo "Prj.x Oresteia", revisitação de Regina Guimar es da "Oresteia" de Ésquilo. Como actor, destacam-se as participações em "O Subterrâneo", de F. Dostoievski (enc. Paulo Castro, Vis es Úteis), "ProjectoX.2 – A Mordaça", a partir de Eric-Emmanuel Schmitt (dir. Francisco Alves, Teatro Plástico), "Gato e Rato", de Gregory Motton (enc. Jo o Paulo Seara Cardoso, Vis es Úteis), e "Na Solidão dos Campos de Algodão", de Bernard-Marie Kolt s (enc. Nuno M. Cardoso, Teatro Só).

Nos seus últimos trabalhos contam-se, como actor, a participação em "Gretchen" (2003), a partir de "Urfaust", de Goethe, encenaç o Nuno M. Cardoso, e as encenações de "Purificados" (2002), de Sarah Kane, "Valparaíso" (2002), de Don Delillo, e "Parasitas" (2003), de Marius von Mayenburg, que marcam o início da sua colaboração com o Ao Cabo Teatro.

Em 2004, encenou "O Despertar da Primavera", de Frank Wedekind, primeiro espectáculo de teatro concebido de raiz para o palco do TeCA, e "The Golden Vanity", ópera de Benjamin Britten (casa da Música).

Nos anos de 2005 a 2006, desenvolveu uma actividade regular como encenador no TNSJ, criando os espectáculos "Woyzeck" de Georg Büchner e "Plasticina" de Vassili Sigarev. O seu último projecto foi a participação como actor no espectáculo "Otelo", de William Shakespeare, encenado por Nuno M. Cardoso, fruto de uma co-produção TNSJ/C o Danado.

SAL actuam em Coimbra

SAL

31 de Outubro às 21:30

Teatro Académico de Gil Vicente

Coimbra




SAL é o nome do projecto musical e ao mesmo tempo do disco de originais que estes músicos acabaram de gravar e que foi editado a 19 de Março. A música de SAL cruza a raiz ibérica com a dimensão atlântica do percurso lusófono e surge como herdeira de um legado fadista. A sua identidade vincadamente portuguesa não se esgota na margem oriental do Atlântico Norte, mas antes alimenta-se e revigora-se nos outros lugares onde o mar português encontrou terra. A partilha da língua falada por povos tão diferentes cria um espaço onde o convívio da diferença se alia despreocupadamente à mestiçagem da forma. É esse o espaço de SAL.
José Peixoto e Fernando Júdice trabalham juntos há mais de uma década, não só como membros do grupo ”Madredeus” com quem percorreram os quatro cantos do mundo, mas também no disco “Carinhoso” onde, em dueto, o seu talento envolveu a arte do compositor brasileiro Pixinguinha. E foi aqui que José e Fernando desenvolveram o estilo original da sua colaboração, uma maneira única de juntar o baixo acústico e a guitarra clássica, numa complementaridade que ultrapassa os cânones do acompanhante e do solista, e ao qual dão continuidade e desenvolvimento neste trabalho original.
Ana Sofia Varela é há mais de uma década uma das vozes mais aclamadas do chamado novo fado, que a tem levado a cantar com crescente sucesso em todo o mundo. Natural da vila alentejana de Serpa, a originalidade do seu canto reside no convívio da sua larga experiência fadista com a influência do canto alentejano e do canto da Andaluzia espanhola.
Vicky é um dos mais talentosos percussionistas da nova geração, sendo requisitado para emprestar a mestria aos projectos de muitos artistas da música portuguesa.
As letras são na sua maioria da autoria de Tiago Torres da Silva e contam também com a participação de João Monge e da poetisa Eugénia de Vasconcellos em dois temas.

Ana Sofia Varela voz
Fernando Júdice baixo
José Peixoto guitarra clássica
Vicky percussão
Produção Uguru
Preçário
Preço 1ª Plateia 20,00€
Preço 2ª Plateia 15,00€
Preço Balcão 10,00€
Preço Amigo/a TAGV 1ª Plateia 10,00€
Preço Amigo/a TAGV 2ª Plateia 7,50€
Preço Amigo/a TAGV Balcão 5,00€

Informações
Teatro Académico de Gil Vicente
teatro@tagv.uc.pt

Bilheteira
Horário - 17h00-22h00
Telefone - 239 855 636

Artes do Palco e da Imagem no Maria Matos

Artes do palco e da imagem
cruzam-se no Teatro Maria Matos


De 31 de Outubro a 4 de Novembro e no âmbito do Festival Temps D’Images, o Teatro Maria Matos apresenta três espectáculos onde as artes do palco e da imagem se cruzam.

“I Was There” é um espectáculo de dança e sobe ao palco nos dias 31 de Outubro (4.ªfeira) e 1 de Novembro (5.ªfeira), às 21h30.
Criado por Abraham Hurtado, este projecto parte das memórias e experiência de vida das seis intérpretes.
Seis mulheres que vêm de diferentes culturas, de diferentes idades, línguas e experiências.
Seis mundos que estarão entrelaçados neste projecto, mas também em conflito.

Também no dia 31 de Outubro e nos dias 1, 3 e 4 de Novembro, às 23h30 chega ao Teatro Maria Matos o estaleiro “A Sós”.
Trata-se de um projecto a cargo da realizadora Cláudia Varejão e da actriz e encenadora Sandra Faleiro.
O objecto que resulta deste encontro tem por base um registo documental: os planos que captam resistem à découpage ficcional; os corpos que filmam não são encenados.
São corpos olhados a sós, em momentos de suspensão, onde o tempo se estanca, sem deixar de avançar.
Por força deste encontro, os outros acabam por ser um só corpo, sujeito à acção do tempo.

No fim-de-semana de 3 e 4 de Novembro, às 21h30, é a vez de “Window”.
O projecto multimédia resulta da co-criação que quatro artistas de três áreas diferentes que aqui serão complementares.
Mônica Coteriano (Dança/Voz/Textos), Tó Trips e Pedro Gonçalves (Música), André Gonçalves (Multimédia) propõem-se a criar um espectáculo transdisciplinar que parte do objecto janela e que o desenvolve conceptualmente como um objecto de inspiração, fronteira, abertura, barreira, reclusão e partilha.
Um espectáculo que utiliza os dispositivos multimédia para criar videoclips ao vivo, reforçar e complementar pequenas histórias que valem por si e no seu conjunto criam uma outra história.




Musical MUDANÇA NA HISTÓRIA

O Grupo BEYOND apresenta o musical
MUDANÇA NA HISTÓRIA




Cine-Teatro Messias
Mealhada
31 de Outubro às 21:30
Este musical, pretende caracterizar as dificuldades e vivências que todos nós (particularmente os jovens) no dia de hoje atravessam quotidianamente, apresentando no entanto, uma proposta de verdadeiro positivismo baseado na fé, amizade e amor fraterno em cada realidade que vivemos, tudo isto com imensa cor e musica do nosso tempo. Pensamos assim conseguir tocar no coração dos jovens e adultos que se questionam “…como poderemos construir um mundo mais unido?...”.

domingo, 28 de outubro de 2007

Audax-Negócios Prova com mais de 260 Projectos de Negócios












260 PROJECTOS DE NEGÓCIOS
CONCORREM A PRÉMIO DE 50.000 EUROS



Mais de duas centenas e meia de projectos de negócios originais candidataram-se ao concurso televisivo AUDAX - Negócios Prova, uma iniciativa conjunta do ISCTE e da RTP2, patrocinada pela Caixa Geral de Depósitos e pela Portugal Telecom.
O número de candidatos superou as expectativas dos organizadores, tendo Luís Reto, presidente do ISCTE, comentado: "Este resultado permite-nos afirmar que estamos num momento de viragem no que diz respeito ao empreendorismo em Portugal.



Existem cada vez mais pessoas atentas s oportunidades de negócios e a quererem correr o risco de criar a sua própria empresa. Estão de parabéns todos os parceiros desta iniciativa, sobretudo as universidades que se mobilizaram para incentivar os seus estudantes a concorrerem."
"Registamos, com um tão elevado número de candidaturas, o primeiro êxito desta aposta.


A originalidade, qualidade e diversidade de projectos e concorrentes garante, só por si, o sucesso da iniciativa. Creio que o concurso, será um acontecimento televisivo de grande impacto" – afirmou Jorge Wemans, director da RTP2
O concurso, apresentado por Sérgio Figueiredo e emitido pela RTP2 no I Trimestre de 2008, elegerá 10 vencedores entre três dezenas seleccionados a partir das 260 candidaturas recebidas. Em cada uma das 10 sessões, o júri debaterá com os potenciais empresários as virtualidades e qualidades do negócio.



Todos os vencedores terão acesso imediato e privilegiado aos programas de apoio ao lançamento de novas empresas existentes no IAPMEI, bem como s linhas de crédito preferenciais da CGD.


A lista dos 30 concorrentes será anunciada no final do mês de Novembro.
De entre os 10 premiados, o júri – constituído, entre outros, por Alberto da Ponte, Augusto Mateus, Esmeralda Dourado, Jorge Armindo, Jorge Tomé e Rui Pedro Soares – escolherá três que disputarão uma finalíssima, recebendo o vencedor desta um prémio monetário de €50.000,00.
O concurso televisivo Audax – Negócios Prova é patrocinado pela Caixa Geral de Depósitos e pela Portugal Telecom, apoiado pela Focus, Taguspark, IAPMEI, Correio da Manh e Jornal de Negócios e tem ainda como parceiras várias universidades e faculdades portuguesas.
Mais informações em http://www.audax.tv/

sábado, 27 de outubro de 2007

FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA JOVEM

Festival Internacional de Cinema Jovem, que decorre de 28 de Outubro a 4 de Novembro de 2007, em Santa Maria da Feira, apresenta-se este ano com uma programação mais arrojada e com uma solidez que advém do reconhecimento público das edições anteriores. Com uma nova localização, em Santa Maria da Feira, o FEST 2007 apresenta dois grandes eventos em simultâneo, aumentando a diversidade cultural da iniciativa: o Festival de Cinema e o FEST Sound que vai oferecer o melhor da música para consumir sem moderação.

O Festival de Cinema , o centro de toda a definição artística do evento, conta com uma programação bastante completa e que responde a diferentes tipos de interesses dos espectadores. Para além das sessões relativas a grandes obras cinematográficas como por exemplo o filme de abertura "Wristcutters: A Love Story" e um dos filmes mais esperados do ano "California Dreamin (Endless)" , existe toda uma panóplia de filmes a concurso em cinco categorias: Ficção, Animação, Experimental, Documentário e Videoclip.

Com mais de 1160 filmes inscritos para o concurso, 79 obras foram seleccionadas e mais uma vez a participação portuguesa é expressiva com mais de 20% do total de filmes em competição.

Os trabalhos a concurso serão avaliados por um Júri rigoroso e com nomes sonantes no panorama cultural nacional e internacional, como o realizador de "Alice" - Marco Martins e Todd Hunter, com mais de 115 prémios ganhos na área do cinema e Director de um dos mais antigos festivais do mundo, o Worldfest Houston.

A par com o cinema, a iniciativa vai contar com o FEST SOUND, que vai fazer sentir-se sobretudo na agitação do corpo e da mente de todos os adeptos de música de qualidade, seja no estilo mais electrónico ou de cariz mais independente e até mesmo Chill Out. A partir das 23H00 a música vai, então, invadir Santa Maria da Feira e as noites serão certamente memoráveis.

Com a presença de nomes conceituados e outros emergentes no panorama musical nacional e internacional, o FEST SOUND vai ser comandado por mais de 20 actuações. Muitas vibrações vão contagiar e agitar os presentes, ou não estivessem no programa nomes como Ladytron Djs, Sebastian, Niño y Pistola, Fujiya and Miyagi, F.E.V.E.R , Blablabla Djs Chill Out Sessions, entre muitos outros.

O Festival Internacional de Cinema Jovem vai ser ainda palco para o Encontro Internacional de estudantes de cinema, evento único a nível mundial.

O FEST pretende ser um espaço que ofereça aos seus participantes diversos câmbios de informação na área cinematográfica e de produção de imagem em movimento. Este encontro vai contar com a presença de comitivas de diversas escolas e entusiastas portugueses e estrangeiros em 15 acções de formação, entre oficinas, masterclasses e conferências.

A edição global do FEST e o seu cartaz é já considerado como um dos melhores dos últimos anos em Portugal e quer marcar "uma nova geração de eventos culturais no nosso país, com uma clara aposta na oferta cultural de qualidade para o grande público. No FEST vamos colocar o espectador no centro do cinema e da música. Eles são os nossos protagonistas, e esperamos que sejam mais de 15 mil! ", assegura o Director do Festival Filipe Pereira.

Com uma nova vida e de energia triplicada, o FEST tem, então, como principal objectivo desenvolver de forma sustentada o cinema em geral e o cinema português em particular, potenciando e promovendo novos e jovens valores nesta área, ao mesmo tempo que coloca em actuação grandes nomes da música nacional e internacional.

Galeria bar O Bico com festa de Halloween


sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Jodie Foster em Sala de Pânico

Cinema em estreia no AXN
- Sala de Pânico -


Estreia no próximo domingo às 22h30 o filme Sala de Pânico, com Jodie Foster.

Meg Altman (Jodie Foster), uma atraente mulher recentemente divorciada, e a sua pequena filha Sarah (Kristn Stewart) de 8 anos mudam-se para um edifício de estilo vitoriano em Nova Iorque, equipado com uma espécie de bunker – uma divisão blindada construída como um refúgio em caso de visitas “não desejadas”.
Elas não têm consciência do quão rapidamente vão precisar de utilizar a dita divisão.

Alvo de ladrões, a casa será assaltada durante a noite e Meg e Sarah aproveitam a existência desse quarto, fechando-se lá dentro, dando início a um perigoso jogo “ao gato e ao rato” com os três intrusos durante a invasão brutal de que são vítimas.

Esta divisão é de facto um autêntico bunker: tem uma linha telefónica independente, um sistema próprio de ventilação, um sistema de monitores que cobre cada canto da casa, estando protegida do mundo exterior por uma grossa e impenetrável porta de acesso.
Mas mãe e filha não se dão conta de dois dados importantes: o primeiro é que Burnham (Forest Whitaker), um dos ladrões, é um desenhador e instalador de sistemas de segurança; o segundo que a referida divisão é de facto o objectivo principal do assalto… e que não se deterão perante nada nem ninguém até conseguirem lá entrar.


Estreia: Domingo 28 de Outubro às 22h30
Título original: Panic Room
Ano de produção: 2002
País de produção: EUA
Género: drama, suspense
Duração: 115 minutos
Realizador: David Fincher
Intérpretes: Jodie Foster, Forest Whitaker

Jesus de Nazaré de Ratzinger já nas livrarias

" Jesus de Nazaré"

de Bento XVI


«Quis fazer a tentativa de apresentar o Jesus dos evangelhos como o Jesus real, como o “Jesus histórico” em sentido verdadeiro e próprio.

Estou convencido – e espero que também o leitor possa dar-se conta do mesmo – que esta figura é muito mais lógica e, do ponto de vista histórico, até mais compreensível do que as reconstruções com que deparámos nas últimas décadas.

Penso que precisamente este Jesus – o dos evangelhos – seja uma figura historicamente sensata e convincente.

Somente se aconteceu algo de extraordinário, se a figura e as palavras de Jesus superaram radicalmente todas as esperanças e expectativas de então é que se explica a sua crucifixão e a sua eficácia.

Cerca de vinte anos após a morte de Jesus, já encontramos, no grande hino a Cristo da carta aos Filipenses (2, 6-11), uma cristologia plenamente desenvolvida, na qual se proclama que Jesus era igual a Deus, mas despojou-Se a Si mesmo, fez-Se homem, humilhou-Se até à morte na cruz, e agora é-Lhe devida a homenagem da criação inteira, a adoração que, no profeta Isaías (45, 23), Deus proclamara como devida apenas a Si mesmo.

Com razão a pesquisa crítica se põe a pergunta: O que é que aconteceu nestes vinte anos que se seguiram à crucifixão de Jesus? Como se chegou a esta cristologia? A acção de formações comunitárias anónimas, cujos mentores se procura descobrir, na realidade não explica nada. Como é possível que grupos desconhecidos pudessem ser tão criativos, convencer e deste modo impor-se? Não é mais lógico, mesmo do ponto de vista histórico, que a grandeza do fenómeno se encontre no princípio e que a figura de Jesus, na prática, tenha feito saltar todas as categorias disponíveis e deste modo tenha sido possível compreendê-la apenas a partir do mistério de Deus?»– BENTO XVI


Joseph Ratzinger nasceu em Marktl am Inn, Alemanha, em 16 de Abril de 1927.

Ordenado sacerdote em 1951, feito arcebispo de München e Freising e criado cardeal em 1977, em 1981 foi nomeado por João Paulo II Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé.

Em 19 de Abril de 2005, foi eleito Papa tomando o nome de Bento XVI.

Em 2006, publicou a sua primeira Encíclica, Deus caritas est (Livraria Editora Vaticana).

A sua obra teológica e pastoral compreende mais de seiscentos artigos e uma centena de livros traduzidos em todas as línguas.

EntrePratos em Portel com João Pombo

Maridagens na Herdade do Meio
João Pombo no EntrePratos


O EntrePratos, apresentado por Henrique Sá Pessoa, conta com a presença de João Pombo, no próximo Sábado, dia 27 de Outubro, pelas 19h00 na RTP2.

O empresário agrícola cedeu a sua herdade em Portel para a gravação do programa, num almoço em que Henrique Sá Pessoa começa por confeccionar um creme de feijão com cogumelos «morille» e vieiras, porco preto com molho de ameixas e para a sobremesa ameixas em calda de vinho tinto e gelado de baunilha.

Henrique Sá Pessoa apresentará, neste episódio, um programa diferente do formato habitual, surpreendendo os telespectadores com a sua imaginação e o bom gosto das sugestões apresentadas.

Temps D'Images no Centro Cultural de Belém

FESTIVAL TEMPS D’IMAGES 2007
30 outubro a 18 novembro




Numa iniciativa do canal ARTE e La Ferme du Buisson, o Festival TEMPS D’IMAGES tem
o objectivo de contribuir para o desenvolvimento das artes performativas e das
imagens em movimento.

Os organizadores proporcionam aos participantes um trabalho em rede e um meio privilegiado para o desenvolvimento do seu trabalho criativo, assegurando a circulação das suas obras e o encontro e colaboração entre produtores e artistas.

Em Portugal, o festival é organizado pela DuplaCena e pelo CCB.

Marco Medeiro apresenta o seu vidoclip


Albino Moura expõe no Casino Estoril

Albino Moura
na Galeria de Arte do Casino Estoril


Encontra-se patente na Galeria de Arte do Casino Estoril uma exposição de pintura, desenho e escultura de Albino Moura, um autor multifacetado, que se iniciou ao lado de dois grandes mestres, Fred Kradolfer e Thomás de Mello/ Tom.
A Arte vive das imagens e das formas, que podem ser frias, inertes ou que podem ter vida e carregar nas suas cores ou nos seus volumes uma componente poética, neste caso, quando o artista plástico é também poeta.
Por alguma razão Albino Moura deu a esta exposição o título de Poética das Formas.
É esta a primeira vez que este artista assume de forma explícita, dedicando-lhe uma exposição, o lado poético da sua personalidade artística.
Albino Moura iniciou-se na pintura em 1959, tendo realizado até hoje 55 exposições individuais, seis das quais apresentadas na Galeria do Casino Estoril e participou em mais de uma centena de colectivas.
Escrevemos um dia ser Albino Moura, um pintor de quem se gosta, pelo conjunto de valores que distinguem os seus trabalhos – técnica excelente, desenho fácil e expressivo, qualidade na composição, paleta de cores quentes, adequadas a uma temática muito pessoal, em que as mulheres e as crianças sempre têm lugar de relevo, com o trato boteriano, que lhe é peculiar.
Na inauguração desta exposição foi lançado um excelente livro sobre a obra deste autor, com reproduções dos melhores trabalhos produzidos ao longo da sua carreira, valorizado com um excelente texto do crítico da AICA, Edgardo Xavier.


Esta mostra ficará patente ao público até 5 de Novembro, todos os dias, das 15 às 24 horas.

Navios contam a História de Lisboa

Conferência no Padrão dos Descobrimentos

Navios também contam História de Lisboa

A terceira conferência inserida no ciclo "Memórias do Mar – Aventuras Transoceânicas", vai debater o tema "Lisboa: Arqueologia de uma cidade marítima pluri-milenar", dia 27 de Outubro, às 10h30, no Padrão dos Descobrimentos.
A sessão conta com a participação da arqueóloga Maria Luísa Pinheiro Blot.

A arqueologia em espaços urbanos ribeirinhos acaba necessariamente por estabelecer um inevitável encontro com a Arqueologia Náutica, nomeadamente Naval, neste caso, sob forma de presenças navais (embarcações) debaixo das cidades.

A temática será ilustrada, nesta conferência, pelo caso específico da cidade estuarina de Lisboa, terminus oceânico, observada à luz das mais recentes descobertas arqueológicas em território ribeirinho.

Constituindo um espaço de circulação do homem, de ligação entre territórios distintos, espaço de contacto terra / água, muitas vezes sem a visibilidade de estruturas construídas, apresentando uma opacidade própria dos espaços informais com antigas funções de carácter portuário, os subsolos ribeirinhos constituem no entanto arquivos fundamentais do passado portuário, debaixo do presente urbano.

Maria Luísa Pinheiro Blot fez um Mestrado em Arqueologia (especialização em Arqueologia Urbana), e, uma Pós-Graduação de especialização em Geoarqueologia (Faculdade de Ciências de Lisboa). No entanto, é a sua dedicação à Arqueologia do Meio Aquático que, desde 1978, mais tem caracterizado a sua actividade profissional.
Esta experiência em Arqueologia tem tido duas vertentes distintas: arqueologia submarina desde 1978, e arqueologia em meio terrestre desde 1986. Entre 1986 e 1996 co-dirigiu, com Jean-Yves Blot, o Projecto San Pedro de Alcantara (1786, Peniche): investigação histórica de um naufrágio, conjugando campanhas arqueológicas tanto em terra, como no mar.

Colaborando regularmente em projectos internacionais e campanhas arqueológicas fora do país, nos últimos anos tem participado pontualmente em missões de terreno na China (província de Yunnan) no projecto de investigação sobre pirogas monóxilas e embarcações tradicionais do Extremo Oriente, projecto concebido e dirigido pelo arqueólogo Jean-Yves Blot.

Actualmente coordena o Inventário Nacional de Arqueologia Náutica e Subaquática (Carta Arqueológica) da actual Divisão de Arqueologia Náutica e Subaquática, do IGESPAR (Lisboa), com assessorias técnicas pontuais em acompanhamento arqueológico de obras em zonas urbanas ribeirinhas (arqueologia portuária).

O Padrão dos Descobrimentos apresenta ainda, e já a partir do próximo dia 29 de Outubro, todas as segundas-feiras até final de Novembro, pelas 10h30, um ciclo destinado a grupos escolares do ensino secundário, subordinado ao tema "Um Mergulho na História – Enigmas e Descobertas da Arqueologia Subaquática", uma acção integrada no Serviço Educativo do Padrão dos Descobrimentos.
Dia 29 de Outubro, os mais novos podem assim assistir a uma "Breve História dos Submarinos", apresentada por Pedro Caleja.
Às 11h30, o arqueólogo fala sobre "A Acção dos Submarinos Alemães na Costa de Portugal (1ª e 2ª Guerras Mundiais)".

Paulo Ribeiro coreografa Fernando Pessoa no Maria Matos

"Masculine" sobe ao palco
do Teatro Maria Matos


"Masculine", nos dias 27 e 28 de Outubro no Teatro Maria Matos.
Um espectáculo de dança da autoria de Paulo Ribeiro, centrado na figura de Fernando Pessoa e nos seus hábitos.

"O Livro do Desassossego" é o ponto de partida para "Masculine", espectáculo coreográfico, situado entre a dança, o teatro e a performance.
Em palco encontram-se quatro protagonistas masculinos que se desdobram em várias personagens.

Em "Masculine", Paulo Ribeiro demonstra as questões que revelam o inconformismo e a inconstância de Pessoa: em que ponto se situa a fricção que desencadeia o sublime? Que pressuposto encarna o movimento essencial? De que forma, escravos do tempo, podemos perpetuá-lo? Como poderá a clausura originar o seu oposto e a rotina clarividência?

Questões que, segundo o coreógrafo, nos acompanham sempre e para as quais não são necessárias respostas, mas sim encantamento e praticar a simplicidade para atingir o fascínio da multiplicidade.


coreografia Paulo Ribeiro
assistente do coreografo Leonor Keil
música Frank Zappa Shostakovich
desenho de luz Nuno Meira
vídeo Paulo Américo
interpretação Miguel Borges, Peter Michael Dietz, Romeu Runa e Romulus Neagu
produção executiva Companhia Paulo Ribeiro
co-produção Companhia Paulo Ribeiro, Teatro Viriato, Biarritz Culture, Festival Le Temps d'Aimer, Teatro Nacional S. João, Centro Cultural Vila Flor e Teatro Maria Matos



"Masculine" de Paulo Ribeiro
Teatro Maria Matos Sala Principal
27 e 28 de Outubro
Sábado às 21h30 Domingo às 17h00
Bilhetes: 15€

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Uma história de Gémeos pelos Artista Unidos

Amanhã, pelas 21:30, na Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul em Lisboa, estreia a peça «Disco Pigs».

«Disco Pigs» conta a história de Pig e Runt, que nascem no mesmo dia, no mesmo hospital, com uma diferença de segundos.
Gémeos em tudo menos no sangue.

Inseparáveis desde a nascença, são quase telepáticos.

Unha e carne, não precisam de mais ninguém.
Habitam um mundo delicado, insular e perigoso em que são eles quem estabelece as regras e onde falam uma língua própria.

São também parceiros no crime, com uma sede de ousadia, exploração e destruição.

Mas a alguns dias de fazerem dezassete anos, o equilíbrio perfeito do seu mundo começa a desfazer-se.

O despertar da sexualidade de Pig e os seus crescentes ciúmes começam a ameaçar o universo particular de ambos.

Incapaz de enfrentar a perda de Runt, a natureza imprevisível de Pig condu-lo numa espiral descontrolada de violência e destruição.

Os inseparáveis estão a ponto de se separarem.

Só sobreviverá aquele que conseguir libertar-se.


Ficha Técnica

Tradução: Joana Frazão

Actores: Cecília Henriques e Pedro Carraca e voz de Américo Silva

Cenografia e Figurinos: Rita Lopes Alves

Luz: Pedro Domingos

Som: André Pires e Dinis

Direcção de Produção: Andreia Bento e Pedro Carraca

Encenação: Franzisca Aarflot assistida por: Paulo Pinto


De 26 de Outubro a 2 de Dezembro de 2007 (no dia 17 de Novembro não se realiza espectáculo) 4ª a Sábado às 21h30, Domingo às 17h


Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul

Av. D. Carlos I, nº61, 1º andar (Santos)

Últimas Palavras do Gorila Albino

No Convento das Mónicas, a peça «Últimas Palavras do Gorila Albino» sobem pela primeira vez ao palco pelas 21.30h de amanhã.

A peça conta a história de um gorila albino que foi o símbolo do Zoo de Barcelona.
Uma comédia sobre a morte.
O gorila está a morrer e quer falar connosco na sua agonia.
Fala-nos da sua vida, do seu guarda, do seu companheiro, um gorila negro que está ao seu lado desde que entrou para o Jardim Zoológico.

E fala-nos da sua morte, da agonia, do medo que tem da morte e de como o vencer.
São palavras de um gorila-filósofo, palavras que nos fazem meditar, a nós, primatas-humanos. Vamos ouvir as suas reflexões sobre a vida e a morte, baseadas no que leu em Montaigne e Montesquieu.
As Ultimas palavras do Gorila são dirigidas ao mundo, estão cheias de sentido, palavras de sofrimento, de solidão, onde vemos como ele foi utilizado hipocritamente até na sua doença, onde vemos a crueldade da sua existência.


Ficha Técnica

Tradução: António Gonçalves

Actores: Américo Silva, António Filipe e João Miguel Rodrigues

Cenário e figurinos: Rita Lopes Alves

Luz: Pedro Domingos

Direcção de Produção: João Meireles


De 26 de Outubro a 24 de Novembro de 2007

4ª a Sábado às 21h30, Domingo às 17h


Convento das Mónicas

Travessa das Mónicas nº 2 a 4 – Lisboa




Novo Circo Ribatejano actua no Teatro Académico de Gil Vicente


Novo Circo Ribatejano

Ferloscardo

27 de Outubro às 21h30

Teatro Académico de Gil Vicente


Ferloscardo pretende ser o que o nome indica: qualquer coisa, mas não uma coisa qualquer. Senão vejamos, o espaço é habitado, mas nunca é o mesmo, logo nunca habitado de forma igual. A resposta a esta possibilidade está na luz, de onde ela surge e onde se esgota. É a luz que habita o espaço, mas o espaço não se esgota na luz: o que o habita são corpos iluminados. Os corpos movem-se, e o espaço responde com luz que fica e luz que vai, mostrando o que se vê e ocultando o que se não vê, num jogo de presenças e ausências que não é senão a procura de uma qualquer coisa.
Perante esta irredutibilidade, duas figuras – Vasco e Fernando – estabelecem entre si uma relação no espaço, através da luz que ilumina os corpos. Em movimentos de malabarismo surgem objectos, familiares a uma linguagem circense, que se enrolam e desenrolam, e se confundem com outros que, apesar de não menos familiares, ganham brilhos que antes não tinham, ficando visível o que era escondido e ignorado.

Ficha Artística
Conceito e criação Carlos Oliveira e Fernando Romão
Execução Fernando Romão e Vasco Gomes
Acompanhamento artístico Giacomo Scalisi
Composição e direcção musical Bruno Pernadas
Músicos Bruno Pernadas, João Correia, Ricardo Ribeiro, David Leitão e Fernando Romão
Luz Cristóvão Cunha
Figurinos Maria Felizardo
Produção COTÃO, Associação Cultural
Co-produção Centro Cultural de Belém
Público alvo M/ 8 anos
Duração 1h00

Preçário
Preço normal 10,00 €
Preço estudante e sénior 8,00 €
Preço família 15,00 € (1 ou 2 adultos + 1 ou 2 crianças)
Preço Amigo/a TAGV e Protocolo TAGV 5,00 €
Informações
Teatro Académico de Gil Vicente
teatro@tagv.uc.pt
Bilheteira
Horário - 17h00-22h00
Telefone - 239 855 636

Punk, Rock e HardRock em Corroios

A Xuxa Jurássica Produções apresenta o regresso a Portugal de, uma das grandes sensações do punk/hardcore, os canadianos Comeback Kid.

Integrado na tournée europeia de promoção do seu recém lançado e já aclamado pela critica novo trabalho, "Broadcasting...", os Comeback Kid vão marcar presença em Portugal a 28 de Outubro no Cine-Teatro Ginásio Clube de Corroios ( MAPA).

Depois do sucesso de "Wake The Dead", álbum que permitiu aos Comeback Kid dar o salto, a banda regressa em força com "Broadcasting...", o primeiro trabalho com o guitarrista Andrew Neufeld na voz, e que combina hardcore com punk-rock na veia de bandas como Minor Threat, Bad Brains ou 7 Seconds, com letras directas e melodias na onda de Rise Against, Rancid ou Bad Religion.

A acompanhar os Comeback Kid neste seu regresso aos palcos nacionais estarão os portugueses: Devil In Me, a mais recente revelação do hardcore nacional; os recém regressados All Against The World, que estão de volta ao activo de cara lavada e com uma sonoridade que promete surpreender toda a gente; e os These Hands Are Fists, um projecto formado por veteranos do circuito hardcore nacional onde se incluem membros de bandas como New Winds, Worth The Figth ou Time X.

O inicio está agendado para as 18 horas e as entradas são de 20€.

Plumas, Perucas e Purpurina em Setúbal


Jorge Palma nos Coliseus

Jorge Palma sobe ao palco dos Coliseus de Lisboa, dia 20 de Novembro, e Porto, dia 22 de Novembro, para dois grandes concertos.

Irreverente, desalinhado e imprevisível na sua maneira de estar Jorge Palma, é um dos maiores autores e compositores de Portugal, um génio na arte de criar canções. “Encosta-te a Mim”, o single extraído do seu último trabalho Voo Nocturno, é um dos mais extraordinários e belos temas compostos em Portugal nos últimos anos. Rapidamente se tornou o êxito deste Verão. Unanimemente e sem hesitações, as rádios colocaram-no de imediato nas suas programações…. Outra coisa não seria de esperar.

Respeitado e acarinhado pelos companheiros de estrada, é habitualmente convidado para participar em projectos e concertos, como recentemente aconteceu com Mafalda Veiga e João Pedro Pais, onde a sua participação foi um dos momentos altos no espectáculo “Lado A Lado” no Coliseu de Lisboa.

De Jorge Palma tudo se espera. Ele tem o dom de surpreender, como aconteceu na Estação do Metro do Cais do Sodré, numa tarde memorável onde deu um concerto gratuito, extraordinário e inesquecível para mais de 500 pessoas que não arredaram pé para ouvir um dos nossos artistas de eleição.

Agora chegam os Coliseus, onde em nome próprio Jorge Palma acompanhado pela sua banda “Os Demitidos” sobe ao palco dos Coliseus de Lisboa e Porto, trazendo na bagagem um sem número de êxitos e o incontornável “Encosta-te A Mim”.

“Sei que não sei, às vezes entender o teu olhar, mas quero-te bem.”

Bilheteira do Coliseu do Porto e Lisboa, Lojas Fnac; Lojas Viagens ABREU e http://www.ticketline.sapo.pt/ RESERVAS/INFORMAÇÕES: 707 234 234


Preço dos Bilhetes:

Lisboa: CAD. ORQUESTRA, 35,00 € 1ª PLATEIA, 32,50 € 2ª PLATEIA, 30,00 € CAM 1ª CENTRAL 27,50 € CAM 1ª LATERAL 22,50 CAM 2ª CENTRAL, 22,50 € CAM 2ª LAT , 20,00 € BALCÃO S/ MARCAÇÃO 25,00 GALERIA EM PÉ, 17,50

Porto
: CAD. ORQUESTRA, 30,00 € 1ª PLATEIA, 27,50 € 2ª PLATEIA, 25,00 € TRIBUNAS, 25,00 € CAM 1ª, 22,50 € FRISAS, 20,00€ BALCÃO POPULAR, 20,00 € GALERIA, 17,50 GERAL, 15,00 € CAM 2ª 15,00 €

Sean Riley & The Slowriders em Tour


Todos os clássicos tem uma história que justifica o mito, e a de Farewell, o disco de estreia de Sean Riley & The Slowriders, começou no dia 3 de Março de 2006. Era o concerto do vigésimo aniversário da Rádio Universidade de Coimbra (RUC), o Teatro Académico de Gil Vicente estava quase cheio para assistir ao concerto do sueco Ernesto.

Na primeira parte anunciava-se o debutante Sean Riley acompanhado por dois membros da RUC, Filipe Costa (recém dissidente dos conimbricenses Bunnyranch) nos teclados/harmónica e Bruno Simões na melódica/laptop. Aos primeiros acordes de “Let Them Good Times Roll” a surpresa instalou-se e quando a voz envolvente de Sean Riley surgiu, a plateia rendeu-se.

Farewell é dotado duma energia espontânea, pungente, constituindo uma arma eficaz contra a monotonia. À medida que avançamos nas sonoridades etéreas do álbum descobrimos uma fabulosa colecção de 11 canções, todas elas candidatas a hinos intemporais. Sean Riley, um songwriter com uma maturidade invulgar para um estreante, coloca a força da sua composição na simplicidade das letras, nas guitarras acústicas e na intensidade dos elaborados arranjos criados pelos Slowriders. São 40 minutos que nos revelam um disco coeso, inspirador onde todos os instrumentos parecem estar no lugar certo.

Há associações imediatas a Bob Dylan, Nick Drake, Tim Buckley e Leonard Cohen.

A força que este conjunto de magníficas canções transporta faz de Farewell um álbum notável, ao nível de clássicos fundamentais como “The Velvet Undergound & Nico” e “The Queen Is Dead” dos Smiths.

Nos próximos tempos será difícil descolar dos ouvidos canções como “Moving On”, “Harry Rivers”, “Lights Out” ou “Marble Arch”.

E já pode ver o videoclip do single “Moving On” em http://www.youtube.com/watch?v=mIG6OEbThHQ

Sean Riley & The Slowriders
Tour


Sean Riley tem já uma série de concertos agendados para a apresentação de Farewell!

Já esta semana, Sean Riley dá continuação a esta tour:

25 Outubro - Mercado Negro - Aveiro
26 Outubro - 16h00m - Showcase Fnac Sta. Catarina – Porto (acústico)
26 Outubro - 23h00m – Teatro Passos Manuel – Porto (6 euros)
27 Outubro - 21h00m - Santiago Alquimista – Lisboa (com Mark Kozelek) (15 euros)
28 Outubro - 16h00m - Showcase Fnac Colombo – Lisboa (acústico)