quinta-feira, 12 de julho de 2007

João Pombeiro apresenta livro em Aveiro

Amanhã, o jornalista João Pombeiro
vai estar em Aveiro
para falar sobre o seu livro

Pela Boca Morre o Peixe.

Esta iniciativa ocorre pelas 21h00,
na Bertrand do Fórum Aveiro.




Nestes anos de democracia conhecemos vários líderes partidários, primeiros-ministros, presidentes da República, em suma, políticos.

Uns brilhantes, outros menos inspirados, uns arrogantes ou reservados outros coléricos e afirmativos.
Mas, uma coisa é certa, todos nos proporcionaram, nem que por um segundo, um momento de riso, de gargalhada. Porque pela boca, não há dúvida, morre o peixe. Através destas personagens ficámos a saber que a política também se serve fria, quase tão fria como uma vichyssoise, aprendemos que invocar Deus e Cristo tem os seus riscos, que ninguém escapa ao sexo, nem os políticos, dos velhos aos novos, marialvas ou gentlemen, ensinaram-nos a multiplicar e a subtrair, e principalmente ficámos a saber que, quando o verniz estala, quando a «diplomacia» cai como um castelo de cartas, quando os protagonistas não se entendem, a política transforma-se num filme de acção de quinta categoria.


João Pombeiro é editor da Notícias Sábado, suplemento de Sábado do Diário de Notícias e do Jornal de Notícias.

Nasceu em Évora em Agosto de 1978, mas foi em Lisboa que se licenciou em Comunicação Social pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas.

Entre 2000 e 2001, foi jornalista na produtora Companhia de Ideias, tendo transitado em 2002 para a revista Grande Reportagem, onde exerceu o cargo de jornalista até ao ano de 2005.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

Portugal Jazz Festival Itinerante de Jazz


Passando ao lado de qualquer superstição, o maior festival itinerante de jazz de Portugal, tem o seu inicio esta sexta-feira 13, no castelo de Penela.
Cinco concertos compõem o cenário musical do “Portugal Jazz – Festival Itinerante de Jazz”, com cinco formações de referência do panorama jazzístico nacional, em cinco cidades acolhedoras deste evento: Penela, Sertã, Silves, Vila Nova de Cerveira e Figueira da Foz. Um indicativo da dinâmica ímpar deste Festival, com concertos, acções didácticas e distribuição da revista “jazz.pt” por todos os participantes, com a certeza de que o jazz pode ser acessível a todos os ouvidos e pode chegar a todas as latitudes.
Mais informações na página WWW.PORTUGALJAZZ.ORG

" Habitar Portugal" em Tavira






Depois de ter passado pela Bienal de Veneza


Exposição “Habitar Portugal”
em Tavira


A exposição itinerante “Habitar Portugal”, uma mostra de obras arquitectónicas construídas entre 2003 e 2005, está patente na Biblioteca Municipal de Tavira, de 14 de Julho a 31 de Agosto.
A exposição é organizada pela Ordem dos Arquitectos, com a parceria institucional do Ministério da Cultura Instituto das Artes, e apresenta 76 projectos de sete regiões, representativos das diferentes linguagens e da multiplicidade de autores da arquitectura portuguesa contemporânea.
A escolha das obras expostas reflecte o panorama da arquitectura do século XXI em Portugal: da pequena à grande intervenção, da habitação unifamiliar ao complexo residencial colectivo, do espaço privado ao público, no qual está incluída a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, local da exposição.
Depois de ter passado pela Bienal de Veneza e pelo Centro Cultural de Belém, onde foi vista por cerca de 20 mil pessoas, a “Habitar Portugal” percorre, desde Janeiro, espaços culturais de diferentes cidades portuguesas de norte a sul do país.


Exposição “Habitar Portugal”

Biblioteca Municipal de Tavira
14 de Julho a 31 de Agosto
Terça a Sexta das 10h00 às 19h00
Sábado e Segunda-feira das 14h00 às 19h30

Casino Lisboa-exposição de cartoons

Casino Lisboa expõe até Domingo
desenhos premiados do “World Press Cartoon”

O Casino Lisboa acolhe os desenhos satírico/humorísticos premiados no “World Press Cartoon Sintra 2007”, até ao próximo Domingo.
No espaço circundante do Arena Lounge, estão em exibição as 30 obras distinguidas pelo júri do certame.
Em continuação do êxito registado no Casino Estoril, esta exposição promete, agora, suscitar o interesse dos visitantes do Casino Lisboa.
Trata-se de mais uma oportunidade de observar os vários cartoons premiados, designadamente, do sueco Riber Hansson, que evoca o Presidente Russo, Vladimir Putin. Esta obra venceu a 3ª edição “World Press Cartoon Sintra 2007”, recebendo o Grande Prémio e o 1º Prémio na Categoria de Caricatura.
A obra da portuguesa Cristina Sampaio, que obteve o 1º Prémio de Cartoon Editorial, e o trabalho do indonésio Tommy Thomdean, o melhor na categoria de Desenho de Humor, constituem outros pólos de atracção no Casino Lisboa.

Pousada do Castelo de Óbidos- uma das 7 maravilhas de Portugal




Pousada de Óbidos eleita uma das
7 Maravilhas de Portugal



Nobreza, História, Natureza e Harmonia.
Esta é a Pousada do Castelo, em Óbidos.

A Pousada do Castelo, situada no Castelo de Óbidos, foi eleita uma das 7 Maravilhas de Portugal.

Inserida no interior das muralhas do século XII, em 1951 a Pousada de Óbidos foi a primeira Pousada de Portugal a ser construída num edifício histórico e é uma das mais belas jóias da arquitectura portuguesa.

Para os visitantes, a Pousada do Castelo proporciona uma experiência única de viver a História e a beleza natural de Portugal.

Elevada no interior das seculares muralhas que rodeiam a cidade de Óbidos, a Pousada do Castelo possui o estatuto de Monumento Nacional e é, actualmente, o único Monumento eleito ainda habitado.

Na Pousada do Castelo revivem-se os cenários e ambientes históricos.

O edifício, de cunho manuelino, possui nove quartos, entre os quais três suites com decoração medieval nas torres de D. Fernando e de D. Dinis.

A vista que a Pousada do Castelo proporciona é marcada, a oeste, pelo mar e a norte pelo vale verdejante. A gastronomia é também um dos tesouros da Pousada onde se destacam as Vieiras frescas com maçã e agrião e as famosas Trouxas de ovos.

O primitivo Paço, de estilo Manuelino, situado na ala norte do castelo, foi erguido por D. João de Noronha, Conde de Dijon e alcaide da vila, no início do século XVI.

No andar nobre, dominando o Paço, rasgam-se duas janelas Manuelinas e um portal de verga golpeada, ornado de troncos entrançados e rematado pelo escudo régio e pelo brasão dos Noronhas. O paço quinhentista foi criteriosamente recuperado após os efeitos do terramoto de 1755.

Óbidos, vila medieval, é também um importante património histórico, conhecida pelas pequenas casas de paredes brancas com listas azuladas, janelas floridas, ruelas e escadarias de belos empedrados.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Casino Estoril com exposição de Robert de la Cal


“Os Sonhos e as Imagens”
de Robert de la Cal na
Galeria de Arte do Casino Estoril


Robert de la Cal, toda a vida um apaixonado pela pintura, realiza, aos 60 anos, a sua primeira exposição individual na Galeria de Arte do Casino Estoril, a inaugurar no próximo dia 13 de Julho, sexta-feira, às 21,30 horas.
Tendo nascido no Missouri, Estados Unidos, cedo foi viver para Havana com seus pais, a jornalista Martha de la Cal e Benito de la Cal, um cubano de ascendência espanhola. No início dos anos 60 a família deslocou-se para Madrid, onde o jovem Robert estudou pintura e desenho, primeiro na FAE e mais tarde no IADE.
Durante o período da sua estada em Espanha, visitou diversas capitais europeias – Roma, Atenas, Paris, Ankara e outras grandes cidades – tendo como objectivo principal conhecer os grandes museus, conhecimento que lhe proporcionou apreciar as obras de alguns dos mais notáveis mestres da pintura dos países visitados.
Tais visitas avivaram em Robert o seu gosto pela pintura e quando em 1967 se fixou com a família em Lisboa, retomou o estudo do Desenho e da Pintura na ARCO, que frequentou durante quatro anos (1981/1985).
Na exposição que agora irá inaugurar, Robert de la Cal apresenta uma selecção de três dezenas dos seus muitos trabalhos. É a concretização de um sonho de longos anos, razão talvez da escolha para esta exposição do nome de Os sonhos e as imagens, representativas da sua linguagem pictórica, que se divide entre o neofigurativismo, o geometrismo e o expressionismo abstracto, a escrita dominante nas obras de produção mais recente.
Esta exposição ficará patente ao público todos os dias, das 15 às 24 horas, até 25 de Julho.

Rossini no Festival de Sintra

O Barbeiro de Sevilha,
no Palácio Nacional de Queluz,
dias 12, 13 14 de Julho, 21 horas


O Barbeiro de Sevilha, de Gioacchino Rossini, é uma ópera cómica em dois actos.
Esta história divertida com um estilo cómico e inteligente mostra-nos a avidez pela vida que surge no despontar do amor jovem.O Conde Almaviva apaixona-se pela bela Rosina, que é mantida como uma prisioneira pelo seu guardião, o Dr. Bártolo. Almaviva contrata o multifacetado e astuto Fígaro para o ajudar a libertá-la, o que consegue recorrendo a engenhosos truques e divertidos disfarces.
Nesta produção da Op-Companhia de Ópera, a diversão da música de Rossini transparece, realçada pela interpretação carregada de humor, divertindo plateias e encantando o público por todo o país.
De Gioacchino Rossini
Elenco:
Ana Paula Russo Luís Rodrigues Mário João Alves João Merino João Oliveira Ana Luísa Cardoso Jorge MartinsEncenação: Carlos Avilez


Marky Ramone em Corroios




“HEY HO… LET’S GO SUMMER FESTIVAL”

MARKY RAMONE


15 de Julho no Cine-Teatro Corroios

Abertura das Portas : 16 horas


MARKY RAMONE, nasceu em 15 de julho de 1956 em Brooklyn, Nova York, e é precisamente no dia em que comemora o seu 51º aniversário que regressa a Portugal para mais um concerto. Marky foi baterista dos Ramones desde 1978 onde substituiu Tommy.

Além dos Ramones tocou nos The Voivods e nos Dust.

Em 1983 saiu dos Ramones, voltando depois em 1987 onde se manteve até ao final da banda. Já no passado mês de Janeiro, Marky Ramone passou pelos palcos nacionais dando um grande concerto em Lisboa.

O regresso estava previsto para 22 de Julho no festival de Vilar de Mouros, mas o cancelamento desde histórico festival de Verão antecipou a visita de Marky Ramone e da sua banda ao nosso país.
Inserido num festival intitulado "HEY HO... LET’S GO SUMMER FESTIVAL" o regresso de Marky será apadrinhado pelos THE QUEERS, banda Punk/rock Americana fundada em 1982, e pelos portugueses CAPITÃO FANTASMA, MATA-RATOS, DECRETO 77, GRANKAPO e BLESS THE OGGS.

Os bilhetes têm o preço de 19 euros se comprados antecipadamente ou 22 euros se comprados no dia do concerto.

Locais de venda :

Portugal Ultra, Dark Doll, Velvet Touch, Carbono (Amadora e Lisboa), Xaranga e Cine-Teatro Corroios.
Será esta, quem sabe, a ultima oportunidade de ver ao vivo esta lenda do punk no nosso país. Não é permitido perder a actuação de Marky, revisitando os temas históricos dos míticos RAMONES.

António Chainho na Feira de Artesanato do Estoril


ANTÓNIO CHAINHO
actua na 44ª Feira de Artesanato do Estoril
(recinto em frente ao Centro de Congressos do Estoril),
esta 6ª feira, dia 13 de Julho, às 21:30h
acompanhado na viola de fado por Fernando Alvim
e pela voz de Isabel Noronha

Schubert no Centro Comercial de Belém


“SCHUBERTÍADA”

13 de Julho 2007 21H00
Pequeno Auditório
Duração aproximada: 2h com intervalo
Schostakovich-Ensemble (DSCH)
Filipe Pinto-Ribeiro – piano
Tatiana Samouil – violino
Justus Grimm – violoncelo


Programa

I

Franz SCHUBERT (1797-1828)


Sonata para violino e piano em Lá Maior, D. 574
I. Allegro moderato
II. Scherzo: Presto
III. Andantino
IV. Allegro vivace
Franz SCHUBERT (1797-1828)
Sonata “Arpeggione” para violoncelo e piano em Lá menor, D. 821
I. Allegro moderato
II. Adagio
III. Allegretto

II


Franz SCHUBERT (1797-1828)


Trio para piano, violino e violoncelo n.º 2 em Mi bemol Maior, D. 929
I. Allegro
II. Andante com moto
III. Scherzo: Allegro moderato
IV. Allegro moderato
Notas ao Programa
Sonata para violino e piano em Lá Maior, D. 574


Este duo, escrito em 1817, adopta uma estrutura formal já experimentada nas sonatinas para violino e piano, escritas no ano anterior.

O que a distingue das sonatinas é uma maior elaboração e uma maior eloquência e equilíbrio no discurso entre os dois instrumentos. Esta peça permaneceu anónima até 1851, data em que foi baptizada como “Duo” e publicada por Diabelli.
Sonata “Arpeggione” para violoncelo e piano em Lá menor, D. 821
Esta peça, que conserva ainda hoje grande popularidade, foi fruto de um perfeito acaso.

Foi escrita com o objectivo de promover as qualidades do arpeggione, um instrumento derivado da viola da gamba, comparável ao violoncelo (pela forma) e da guitarra (pelas seis cordas). Também designado por guitarra-violoncelo, ou ainda por guitarra de arco, este instrumento, criado em 1823 pelo luthier vienense Johann Georg Staufer, teve uma existência efémera.

Terá sido provavelmente Staufer a encomendar a peça a Schubert, em Novembro de 1824. Vincenz Schuster, virtuoso impulsionador do arpeggione, estreou a peça em sua casa, com o próprio Schubert ao piano.

A primeira edição, que contava ainda com uma transcrição para violino e violoncelo, surgiu apenas em 1871.

Entretanto foram aparecendo transcrições para viola e guitarra, versões orquestrais da parte de piano, entre outras.

Hoje, a peça é geralmente tocada numa versão para violoncelo e piano. Composta por três andamentos, tem um carácter tranquilo, charmoso e improvisado.
Trio n.º 2, em Mi bemol Maior, D. 929
Segundo o manuscrito original pertencente à família Wittgenstein, este trio foi escrito em Viena, em Novembro de 1827.

A sua primeira execução pública decorreu no mês seguinte, na imponente sala vienense Musikverein. Uma segunda execução, organizada pelo próprio compositor, teve lugar na mesma sala em Março de 1828. À semelhança de outras obras deste período, a estruturação formal deste trio foi cuidadosamente trabalhada, estando subjacente a preocupação de assegurar uma unidade temática entre os quatro andamentos.

A partitura foi editada pela Editora Probst, em Leipzig, a qual pagou ao compositor apenas 30 florins, um quarto do valor comercial esperado por uma obra desta envergadura. Schubert viria a morrer ainda antes de ter oportunidade de rever as provas de impressão da partitura.


SCHOSTAKOVICH-ENSEMBLE (DSCH)


“A música de câmara exige do compositor a mais perfeita das técnicas e uma grande profundidade de pensamento. Compor obras de música de câmara é significativamente mais difícil do que compor obras orquestrais…
A pobreza de pensamento na música de câmara é simplesmente insuportável.”
Dmitri Schostakovich

O Schostakovich-Ensemble (DSCH) é um agrupamento de música de câmara criado no ano do centenário do nascimento de Dmitri Schostakovich (2006) com o propósito de divulgar a sua mensagem artística através da interpretação da sua obra de música de câmara e da obra de outros compositores, independentemente do espaço temporal que ocupam na História da Música.
Apresentou-se em concerto em várias capitais europeias como Lisboa, Estocolmo, Tallinn e Moscovo, obtendo o reconhecimento unânime da crítica especializada.
Desde a sua fundação, o Schostakovich-Ensemble (DSCH) contou com a participação dos violinistas Tatiana Samouil, Ludwig Dürichen e José Despujols, dos violetistas Natalia Tchitch e Mateusz Stasto, dos violoncelistas Pavel Gomzkiakov, Vicente Rosas Chuaqui e Justus Grimm, dos pianistas Rosa Maria Barrantes e Filipe Pinto-Ribeiro e dos cantores Zlata Rubinova e Yuri Kissin. O seu repertório é composto pela obra de música de câmara de Dmitri Schostakovich, Franz Schubert, Wolfgang Amadeus Mozart, Maurice Ravel, Johannes Brahms, Fernando Lopes-Graça, Robert Schumann, Ludwig van Beethoven, Sofia Gubaidulina, entre outros.
O Schostakovich-Ensemble (DSCH) tem a direcção artística de Filipe Pinto-Ribeiro.
Qual o significado do criptograma DSCH no nome Schostakovich-Ensemble?
O criptograma DSCH é o famoso motivo musical ré-mi bemol-dó-si utilizado por Schostakovich em várias obras. Trata-se de uma assinatura musical oculta que foi criada a partir das primeiras letras do seu nome e apelido em caracteres latinos que, na língua alemã, correspondem a notas musicais: Dmitri SCHostakovich = D-ré, S (lê-se “e s”) -mi bemol, C-dó e H-si.
Ao interpretar ou ouvir a sua música, pressente-se o enigma irresistível que encerra o seu credo artístico de autenticidade e humanismo. As obras de música de câmara de Schostakovich exigem aos intérpretes um apurado realismo sonoro e profundidade espiritual: este é o objectivo do Schostakovich-Ensemble (DSCH).


TATIANA SAMOUIL – violino


Nasceu em São Petersburgo, numa família de músicos. Aos nove anos estreou-se como solista com a Orquestra Nacional da Moldávia, sob a direcção de seu pai, Alexander Samouil.
Diplomou-se com menção especial do júri no Conservatório Tchaikovski de Moscovo, na classe de Maia Glezarova. Concluiu o mestrado no Conservatório Real de Bruxelas com Igor Oistrakh, onde recebeu o Prémio Especial Maurice Lefrank. Estudou ainda com José Luis Garcia na Escola Superior de Música Rainha Sofia em Madrid.
Foi distinguida com o 1.º Prémio no Concurso Tenuto, o Grand-Prix do Concurso Henri Vieuxtemps, a medalha de ouro no Concurso Mundial de Violino Michael Hill, a medalha de bronze no Concurso Tchaikovski de Moscovo e é ainda laureada do Concurso Jean Sibelius e do Concurso Rainha Elisabeth de Bruxelas.
Tocou como solista com a Orquestra Nacional da Rússia, Orquestra Nacional da Bélgica, Orquestra Sinfónica de São Petersburgo, Orquestra Sinfónica da Holanda, Orquestra Sinfónica do Teatro Colón de Buenos Aires, Orquestra Sinfónica do Teatro La Monnaie, Orquestra da Rádio da Finlândia, Filarmónica de Nijni Novgorod, Filarmónica de Auckland, Orquestra Nacional de Câmara de Toulouse, Deutsches Kammerorchester de Berlim, sob a direcção, entre outros, de G. Varga, B. Engeset, M. Harth-Bedoya, Alexander Rabhari, K. Ono, H. Beissel, A. Anissimov e L. Gorelik.
Tem uma actividade intensa no domínio da música de câmara tocando, entre outros, com Gérard Caussé, Bruno Pasquier, Michaela Martin, Frans Helmersson, Katia e Marielle Labèque, Sonia Wieder-Atherton e Augustin Dumay.
É docente na Chapelle Musicale Reine Elisabeth e no Instituto Superior de Música de Namur. É concertino da Orquestra Sinfónica do Teatro La Monnaie de Bruxelas.


JUSTUS GRIMM – violoncelo


Nascido em Hamburgo, Justus Grimm recebeu aos cinco anos a sua primeira lição de violoncelo de seu pai.
Mais tarde, estudou em Saarbrücken com Ulrich Voss e em Colónia/Estocolmo com Claus Kanngiesser e Frans Helmerson. Participou em masterclasses com Steven Isserlis, Heinrich Schiff, Boris Pergamenschikov e William Pleeth.
Justus Grimm recebeu o primeiro prémio como violoncelista na Escola Superior de Música de Colónia e foi premiado no Concurso de Escolas Superiores de Música na Alemanha.
Em 1999, com o pianista Florian Wiek, ganhou o primeiro prémio no Concurso Nacional “Deutscher Musikrat”, e obteve ainda o primeiro prémio e medalha de ouro no Concurso Internacional “Maria Canals” em Barcelona. Desde então, apresentam-se regularmente em vários festivais pela Europa (Ludwigsburger Festspiele, Festival van Vlaanderen, Grieg Festival na Noruega, Festival Zermatt na Suíça, Festival Mitte Europa).
Desde 1999, é o primeiro Violoncelo Solo da Ópera Nacional de la Monnaie, em Bruxelas.
Justus Grimm teve a sua estreia como solista em 1993 com a Orquestra Filarmónica de Hamburgo. Posteriormente, tem-se apresentado com a Orquestra Filarmónica de Bona, Staatsorchester Rheinische Philharmonie, Orquestra Sinfónica de la Monnaie, Orquestra Filarmónica de Brandenburgo, Orchestra Royal de Wallonie, Orquestra de Câmara da União Europeia, English Chamber Orchestra, em salas de concerto como a Berliner Konzerthaus, Musikhalle Hamburg, Beethovenhalle Bonn, a Cologne Philharmonie e o Palais des Beaux Arts em Bruxelas, em parceria com os músicos Heribert Beissel, Gerard Caussé, Augustin Dumay, Abdel Rahman El Bacha, Kazushi Ono ou Antonio Pappano.
Para além de numerosas apresentações em rádio e televisão (WDR, NDR, SWR, DLF, RTBF, VRT, Musique France…), Justus Grimm gravou um CD com obras de Beethoven, Brahms e Schostakovich para a etiqueta Ars Musici. Para a mesma etiqueta, gravou recentemente um CD com o Trio Wiek, incluindo obras de Weber e Mendelssohn. Desde 2004, Justus Grimm é professor de violoncelo no IMEP, em Namur.


FILIPE PINTO-RIBEIRO – piano


Nasceu no Porto. É doutorado com a máxima classificação pelo Conservatório Tchaikovski de Moscovo, e considerado um dos músicos portugueses mais relevantes da actualidade.
Enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou no Conservatório Tchaikovski de Moscovo sob a orientação de Liudmila Roschina – chefe de cátedra de piano – tendo concluído, com a classificação “Excelente” a todas as disciplinas, o Doutoramento em Interpretação Pianística.
Em Portugal, estudou com Helena de Sá e Costa e graduou-se com Pedro Burmester na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, no Porto.
Recebeu a influência de diversos mestres e participou com frequência em masterclasses internacionais. Foi apreciado e aconselhado por alguns dos maiores nomes do panorama pianístico mundial, incluindo Elisso Virsaladze e Dmitri Bashkirov.
É professor no Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares, em Almada, e na Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Tem orientado frequentemente masterclasses de piano.
O seu CD de estreia, interpretando obras de Modest Mussorgsky, Alexander Scriabin, Dmitri Schostakovich, Claude Debussy e Maurice Ravel, está em segunda edição (Numérica 1118). O CD Berlin Sessions (Numérica 1105), gravado pelo pianista na capital alemã, contendo sonatas de Domenico Scarlatti, Carlos Seixas, Ludwig van Beethoven, Richard Wagner e Serguei Prokofiev, obteve excelente recepção por parte do público e da crítica musical.
Gravou um CD em duo com a pianista Rosa Maria Barrantes incluindo obras de Gabriel Fauré, Eric Satie, Claude Debussy, Francis Poulenc e Maurice Ravel (Numérica 1119).
Desenvolve uma intensa actividade solística e camerística, abrangendo um vasto repertório que se estende do barroco até aos nossos dias.
Fez a estreia em Portugal de obras como os 24 Prelúdios e Fugas, Opus 87 de Dmitri Schostakovich, a chaconne de Sofia Gubaidulina, o Concerto para piano e orquestra, Opus 33 de Antonín Dvorák ou a versão para piano de As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz de Joseph Haydn.
Apresenta-se frequentemente a solo com diversas orquestras, como a Orquestra Filarmónica da Arménia, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção, entre outros, dos maestros Marc Tardue, Roman Brogli-Sacher e John Nelson.
É director artístico do Schostakovich-Ensemble (DSCH).
Pianista laureado, tem actuado em algumas das principais cidades da Europa, Ásia e América, vendo o seu pianismo reconhecido como ímpar pela crítica especializada.
Franz Schubert (1797-1828)
Nasceu em Viena. Compositor austríaco, foi buscar a sua inspiração criadora aos seus antecessores imediatos, Mozart e Haydn, que determinaram o seu estilo, reconhecendo na música do seu contemporâneo Beethoven “um ideal inatingível”. Realizou-se plenamente no domínio lírico, especificamente no Lied, género que os seus antecessores ainda não tinham abordado. Entre a abundante produção de Schubert, as sonatas são injustamente negligenciadas, facto que se deve principalmente ao desconhecimento desta parte do repertório schubertiano.
Representa a personalidade contemplativa, viajante solitário com aspirações panteístas. A sua música reflecte essa ânsia de fuga e de lirismo, é prolixa, fértil em prolongamentos e digressões, repetitiva.

Na realidade, a mais bela da sua música é feita de reminiscências de temas inesquecíveis. Ao génio melódico, alia-se o génio modulador do compositor, que oscila incessantemente entre tonalidades maiores e menores, alargando o domínio da tonalidade e definindo as fronteiras da atonalidade.

Em Schubert, a escrita pianística toma as cores da intimidade e da espontaneidade; a sua fantasia transcende as regras, para cantar a ternura ou a melancolia risonha.

João Pedro Pais no Casino Estoril


João Pedro Pais ao vivo
no Casino Estoril


Compositor e intérprete, João Pedro Pais é a principal atracção dos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, na próxima Quinta-Feira, às 23 e 30.
De regresso ao Du Arte Lounge, o artista convida o público a revisitar os êxitos mais expressivos do seu repertório.
João Pedro Pais editou, recentemente, “Lado a Lado”, um projecto iniciado, em 2006, com Mafalda Veiga. São vários duetos, que exploram novas sonoridades e unem o universo musical dos dois artistas.
Nos seus concertos, João Pedro Pais recupera, habitualmente, êxitos como “Ninguém é de Ninguém”, “Louco Por Ti”, “Nada de Nada”, “Resto de Tudo”, “Lembra-te de Mim”, “Mentira”, “Mais Que Uma Vez”, “Um Pouco de Ti” ou “Não Há”.
João Pedro Pais é reconhecido pelos arranjos e som de inquestionável qualidade.

Os álbuns “Tudo Bem”, “Segredos”, “Outra Vez” ou “Falar por Sinais” constituem alguns dos momentos mais altos do seu percurso musical.
Após esgotar, no ano passado, o Du Arte Lounge, onde o público, predominantemente jovem, se rendeu à sua melhor música, João Pedro Pais regressa aos “Grandes Concertos do Casino Estoril” para outra actuação inspirada nos seus registos mais românticos.
Presença obrigatória no Du Arte Lounge, João Pedro Pais sublinha que este ciclo de concertos, “constitui um contributo muito importante na divulgação da música nacional, nomeadamente pela forma como tem convidado músicos portugueses para actuarem no seu palco”.
A animação no Du Arte Lounge será assegurada, a partir das 21 horas, com a participação de vários agrupamentos residentes.

Recorde-se que, por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos.

Começou a competição em Vila do Conde

O terceiro dia do Festival de Curtas de Vila do Conde contou com um pequeno incidente numa das principais sessões, a das 21.30h.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Festival Pedras d'Água


FESTIVAL URBANO PEDRAS D’ÁGUA 07
c.e.m – centro em movimento
13, 14 e 15 de Julho


Entre o visível e o invisível o Pedras d’Água desenvolve trabalho contínuo com pessoas e lugares de Lisboa.
Na sua primeira edição contou com a equipa de profissionais oriundos de diversas áreas artísticas e cientificas que estabeleceu ligações entre habitantes, transeuntes e comerciantes na região da Baixa Pombalina.
O resultado desta primeira investida foi a necessidade de tempo de continuidade.

Para esta segunda edição foram convidados criadores nas áreas das Artes Performativas, Música, Artes Plásticas, Cinema e Escrita:

Alex, Ana Borralho e João Galante, Carlos Zíngaro, Catarina Miranda, Cláudia Galhos, Cláudia Tomaz, Mário Sérgio, Possidónio Cachapa, Sofia Neuparth, Thierry Simões, Rui Chaves e Mara Silva.

No próximo dia 12 de Julho terá lugar uma conversa com Miguel Vale de Almeida, às 19h00 no Grémio Lisbonense, Rua dos Sapateiros, nº 226 – 1º andar.

As apresentações dos trabalhos dos criadores convidados serão nos dias 13, 14 e 15 de Julho em diversos espaços da Baixa Pombalina.

Debate na RTP


ELEIÇÕES INTERCALARES PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
DEBATE LISBOA 2007



Hoje, segunda-feira, 09 de Julho, a RTP organiza o único debate televisivo com todos os candidatos à Câmara de Lisboa.

O debate realiza-se nos Paços do Concelho, na Sala do Arquivo, sendo moderado pela jornalista Fátima Campos Ferreira.

O debate terá início às 21h00, imediatamente após o Telejornal e terá a duração de duas horas úteis, com uma ronda final de um minuto por candidato.

É a grande oportunidade para conhecer, em confronto, os argumentos dos candidatos em áreas como:
Património/habitação
Acessibilidades/transportes
Financiamento da Câmara
Qualidade de vida dos cidadãos

Festa da Igualdade na Praça do Comércio

Três dias de festa
pela Igualdade


A Festa da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades realiza-se nos dias 13, 14 e 15 de Julho, na Praça do Comércio, em Lisboa.

Integrada no Plano Nacional de Acção do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos (AEIOT) – a Festa da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades é um espaço livre e aberto, onde a diversidade de culturas, identidades, modos de ser, de estar, de pensar e de agir, são propícios ao convívio, ao conhecimento mútuo e à solidariedade.

A Festa é uma iniciativa conjunta da Estrutura de Missão para o AEIOT da Câmara Municipal de Lisboa e de várias ONG com trabalho relevante na luta contra as discriminações.

Durante três dias, a Praça do Comércio vai ser ocupada por exposições, concertos, espectáculos, teatro, workshops e debates, e, ainda, experiências gastronómicas.

A Festa da Diversidade pretende colocar na agenda cultural, social e política portuguesa um evento que assumindo as diversidades contribui para a igualdade.
Trazer à mesma Festa, no centro da capital, públicos com diferentes hábitos culturais e sociais, é o desafio lançado pela Festa da Diversidade.


Data: 13-15 de Julho

Sexta: 19h00 - 2h00
Sábado: 16h00 – 2h00
Domingo 16h00 – 24h00

Local: Praça do Comércio, Lisboa

Rui Vieira Nery abre festival de Música na Póvoa do Varzim


Rui Vieira Nery abriu mais uma edição do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, desta feita, a 29ª.
Convidado especial deste que é um dos mais importantes festivais de música do país e que, desde que foi secretário de estado da Cultura sempre apoiou, Rui Vieira Nery regressou à Póvoa para falar de “Domenico Scarlatti e a chegada dos modelos barrocos italianos a Portugal”.

A conferência de abertura do festival teve lugar no Auditório Municipal, na passada sexta-feira, dia 6, pelas 21h45.
Responsável por inesquecíveis conferências em edições anteriores, o musicólogo Rui Vieira Nery é autor de diversos estudos sobre História da Música Portuguesa, bem como de um vasto número de artigos científicos, publicados em revistas e obras colectivas especializadas, tanto portuguesas como internacionais.





Festival Avis



IV Festival Avis a Rasgar 2007
13, 14 e 15 DE JULHO


É na paisagem alentejana, rodeado pela magnífica albufeira do Maranhão que o IV Festival de Avis A Rasgar 2007 se vai realizar.
Esta é a IV edição de um Festival único no panorama nacional que ao longo dos anos tem vindo a alicerçar as suas bases, cativando cada vez mais público.

CARTAZ


SEXTA-FEIRA (13 de JULHO)

Toni Rebel (Jamaica) 1ª Vez em Portugal
Warrior King (Jamaica) 1ª Vez em Portugal
OlivetreeDa Steppers
Soundsystem'sBob Figurante feat.

Ras DaMula pon di micSista Pat feat.

Ras Xaruto pon di mic
Open air Psyart & Humanic Vision

Live-actSwitch (Israel)

Loopus in Fábula (Itália)

NexusExodusDj setMatteo (Itália)

Talles (Brasil)Fluxo
Spin
Spirito
Delta Coffee Break Beats
Live-act
This Connection
Cooltour
Dj set
Sir Breakalot
Elektro-Fighterz
Unidade Sonora
Loginshanty
Gooyz
Sattva
Bit@net
Deejay Kay
Livre de Consumo Soundsystem

SÁBADO E DOMINGO 14 e 15 de Julho 2007

Blasted Mechanism

Peste e Sida
Canãman (Espanha) 1ª vez em Portugal

Ras Issakar Natanja de French Lion (França) 1ª Vez em Portugal
Soundsystem's
Riddim Culture Soundsystem

Concrete Jungle Soundsystem feat BJoy pon di mic
Open air Psyart & Humanic Vision
Live-act
Michelle Adamson (spun rec) uk 1ª Vez em Portugal
Ultravoice (compact rec) isr
Creative Experience (psyart)
Darkpsy (sin rec) pt
Myrah
Dj set
Fluxo(quest4goa) pt
Mixtec
Logic
Vortex
Hydra
Lysergik
Delta Coffee Break Beats
Gnawa Bambara
Sangeetamixproject
T-Jack
This Connection
Policuska
Heartbreakerz
Manu
Rita X-Craft
2old4school
Groovotron
Magic
Sly
Weedub
Kid Selecta
Canina

Com este excelente cartaz, só resta agarrar nas mochilas e rumar no fim de semana de 13 de Julho à belíssima paisagem alentejana, a fim de passar 3 dias inesquecíveis.
AVIS ESPERA POR SI…………..




Exposição sobre embarcações antigas

Aguarelas de Telmo Gomes

Navios e embarcações de civilizações passadas

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural apresenta a exposição “Navios da Antiguidade: Da Pré-História à Idade Média”, entre os dias 6 e 29 de Julho, no Padrão dos Descobrimentos.
A mostra é composta por três dezenas de aguarelas da autoria de Telmo Gomes.
Os navios e embarcações – objectos a que Telmo Gomes tem dedicado particular atenção ao longo da sua carreira artística – contam-se entre as mais antigas e importantes aquisições tecnológicas do Homem.

Nesta exposição, pelo traço minucioso do artista são representados diferentes tipos de embarcações de diversas épocas, num testemunho da evolução tecnológica deste importante meio de comunicação e transporte.

A escolha do Padrão dos Descobrimentos, para a apresentação ao público deste conjunto de aguarelas, simboliza a epopeia portuguesa pelos mares ao encontro de novas civilizações.


Navios da Antiguidade: Da Pré-História à Idade Média
Padrão dos Descobrimentos
6 a 29 de Julho
3ª a domingo das 10h00 às 19h00
Bilhetes: ingresso normal do Padrão dos Descobrimentos

Curtas de Vila do Conde


Decorre em Vila do Conde o Festival de Curtas, desde o passado domingo e com data de encerramento marcada para dia 15 de Julho.


Neste Festival contamos com a Competição Internacional, composta pelas categorias de ficção, experimental, animação e documentário.

Todos os filmes, desta competição, têm uma duração máxima de sessenta minutos.

Estão em concurso 48 filmes, em 9 sessões, e 15 videos musicais, que serão apresentados numa única sessão.

Para esta categoria o Festival de Curtas de Vila do Conde visionou perto de três mil filmes, tendo sido seleccionados os que estão a concurso.


Para a Competição Nacional, as categorias a concurso são as mesmas, sendo realizadas em três sessões.


Pode-se, também, assistir a uma mostra de filmes produzidos nas escolas de cinema e audovisuais portuguêsas, workshop de Graffiti Electrónico e de Videos Liquidos.

Podem participar numa maratona de curtas realizadas em dois dias por equipas, onde se dá a oportunidade de exprimentar o trabalho em video, sempre com o apoio de profissionais.


Neste terceiro dia de festival e primeiro de competição, o programa é o seguinte:


18.30h - Ciclo Highway to Hell no Auditório Municipal

Savage Streets de Danny Steinmann (USA 1984, cor, 93m, 35mm)

Foi realizado na década de 80, onde aborda temas como Guerras de Gangs, Pós-Apócalipse, Mulheres na Prisão e Estudantes de Liceu nuas.

Produção: John Strong Argumento: Danny Steinmann e Norman Yonemoto Interpretação: Sal Landi, Soctt Mayer, Linda Blairv, Linnea Quingley, John Vernon e Robert Dreyer.


21.30h - Competição Internacional nº 1 no Auditório Municipal


Tolya de Rodeon Brodsky (Israel 2006, cor, 9m, Betacam)

Trata-se de um filme sobre um história de amor em tempo de guerra. É a primeira obra de Rodeon Brodsky.

Produção: Rodeon Brodsky Argumento: Rodeon Brodsky e Galiti Hoogi Interpretação: Anatoli Dolia, Vladimir Petrov.

Emilka Placze de Rafal Kapelinski (Polónia 2006, pb, 32m, Betacam)

Uma paixão durante a destruição do Movimento Solidariedade. Sexta obra de Rafal Kapelinski.

Produção: Rafal Kapelinski com Aurora Film Prodution Argumento: Rafal Kapelinski Interpretação: Marta Chodorowska, Andrzej Szewczak, Czeslaw Mardy e Rafal Mohr.

Vista das Cataratas do lado do Canadá de John Price (Canadá 2007, cor/pb, 7m, 35mm)

Um filme nas Cataratas do Niagara e rodado usando a mesma tecnologia dos primórdios. É a sua vigéssima sétima obra.

Produção e Argumento: John Price

Soft de Simon Ellis (UK 2006, cor, 14m, 35mm)

Um pai redescobre o seu medo de confrontos, no pior dos momentos. Sétima obra de Simon Ellis

Produção: Jane Hooks com Bub/Perfume Films Argumento: Simon Ellis, Johnny Phillips, Matew O'Shea, Michael Socha

Daydream de Christine Molly e Joe Lawlor (UK 2006, cor, 28m, 35mm)

Filme rodado em 10 cenas e em 6 locais diferentes de Liverpoll e filmado em Cinemascope. Trata-se da oitava obra de Joe Lawlor.

Produção: Joe Lawlor Argumento: Christine Molly


21.45h - Take One na Tenda

Video Run


23.00h - Cilclo Highway to Hell no Auditório Municipal

Sex de Jack Stevenson

Venus Rising: O Mundo Louco do Cinema Sexual Escandinavo

Aborda tudo o que de revolucionário na sexualidade escandinava aconteceu, e a peculira forma de abertura de espirito que tornou possivel, alcansarem o seu ponto mais alto neta cidade e neste ano, o de 1971.


23.15h - Competição Internacional nº 5 na Tenda

New York Zéro Zéro de Jérôme Schlomoff (França 2006, pb, 21m, 35mm)

O ultimato de George W. Bush a Saddam Hussein e a difusão do discurso, do presidente, por todas as estações de televisão.

Produção: Nathalie Trafford com Paraiso Production Diffusion Argumento: Jérôme Scholmoff

Silêncio de F. J. Ossang ( França 2006, pb, 21m, 35mm)

Um filme mudo com interludios que questionam sobre o que é mais elementar no mundo, e que se desenvolve em torno de uma banda sonora dos ThrobbingGristle. Quinta obra de Ossang.

Produção: F. J. Ossang com Oss/100 Films & Documents Argumento: F. J. Ossang Interpretação: Elvire e Antonio Camara

Faq (Part I) de Sagi Groner (Holanda 2006, pb/cor, 25.38m, Betacam)

É uma viagem na peugada de outros realizadores, uma remistura nostálgica de uma colecção de citações visuais e sonoras de trabalhos que, à partida, não tinham qualquer relação.

Produção e Argumento: Sagi Groner

Compilação 12 momentos de amor não correspondido de Frank Beauvais (França 2007, cor, 40m, Betacam)

Uma paixão não correspondida e como pretexto a participação no projecto Compilação de 12 momentos de amor não correspondido. Quinta obra de Beauvais. Participou nas 2 anteriores edições do Festival de Curtas de Vila do Conde.

Produção: Justin Taurand com Films du Bélier Argumento: Frank Beauvais


O dia encerra com uma festa no Café Cacau com Sérgio Gomes.


sexta-feira, 6 de julho de 2007

O Senhor Ibrahim e as flores do Corão





Casa cheia na estreia d’ O Senhor Ibrahim e as flores do Corão


Dando continuidade à política de programação teatral iniciada em Março do ano transacto e ao projecto “estreias TAGV”, estreou ontem no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra “O Senhor Ibrahim e as flores do Corão”. Uma peça de 1999 da autoria do filósofo e escritor Eric-Emmanuel Schmitt, encenada por João Maria André e que tem como actores Rui Damasceno e Hélder Wasterlain.

As luzes apagaram-se, fez-se silêncio na sala e do palco ouviu-se uma voz; a do pequeno Moisés. Ou Momô como lhe chama o Senhor Ibrahim. O árabe que não é árabe, é um velho muçulmano imigrante do Crescente Fértil. Lentamente acendem-se as luzes. O espaço cénico representa o pequeno bazar na Rua Bleue nos arredores de Paris propriedade do Senhor Ibrahim. Este muçulmano afirma que “só conheço bem o meu Corão” e acrescenta ainda que lhe chamam árabe, o que quer dizer “aberto das oito horas à meia-noite incluindo aos domingos”. A história centra-se neste livro sagrado que tem tanto de texto como da interpretação de quem o lê.
Momô é um jovem judeu no início da puberdade com a mente repleta de sonhos, mas é um menino solitário com o coração cheio de tristeza que não sabe sorrir e sem amor do pai. É ele quem faz as compras para casa e por vezes rouba algumas latas de conserva no bazar do Senhor Ibrahim. É numa destas suas tentativas de furto que é apanhado em flagrante. Contrariamente ao que seria de esperar o merceeiro diz-lhe “se tiveres de roubar, rouba aqui”. Este é o episódio que dá início à profunda amizade que irá unir um muçulmano e um judeu. Numa das muitas conversas entre as personagens, o Senhor Ibrahim pergunta ao jovem se gostaria de conhecer a sua terra. Após a morte do pai de Momô, Ibrahim adopta-o e iniciam a viagem às terras do Crescente Fértil. É neste ponto da trama que ocorre a mudança de cenário O balcão do bazar transforma-se no automóvel que os irá levar a terras distantes. Durante a viagem Momô conhece tradições e locais muito diferentes das paisagens de Paris. A dança que anima o povo muçulmano é também, para Momô, uma forma de liberdade, uma sensação nova, um despertar dos sentidos, uma forma de vida.
Ibrahim parte do mundo dos vivos e deixa todos os seus pertences ao filho. Momô é no novo dono da loja, agora é ele o muçulmano e o árabe da Rua Bleue conhecido como Mohammed.
Ah, não esquecendo o velho exemplar do Corão. Momô abre o livro e encontra duas flores secas, era o segredo do Senhor Ibrahim.
O Senhor Ibrahim e as flores do Corão como diz o encenador João Maria André “ não é o grande teatro do mundo, é o teatro dos pequenos gestos”.
Uma peça a não perder que continua em cena no TAGV nos dias até ao dia 7 de Julho às 21h30.

Festival no Teatro Municipal de S.Luiz




Rabih Abou-Khalil Group

com os fadistas Ricardo Ribeiro e Tânia Oleiro




Do trabalho de Rabib Abou-Khalil e seu grupo e dos fadistas Ricardo Ribeiro e Tânia Oleiro resultou um considerável número de canções, com letras de Jacinto Lucas Pires.

A sofisticação do canto destes jovens artistas conduziu o músico libanês a um território que se autonomiza a olhos vistos e que passa a excluir a presença convencional do Fado.

Um espectáculo que impressiona pela beleza musical e pela sensibilidade transmitida pelas letras.

De salientar a voz excelente de Ricardo Ribeiro e o virtuosismo de Luciano Biondini no acordeão.

Quanto a Rabih Abou-Khalil e o seu OUD ( alaúde árabe ), a excelência da execução maravilha qualquer.

Um espectáculo de aplaudir e para repetir.
Ficha Técnica:

Rabih Abou-Khalil-oud ( alaúde árabe )

Jarrod Cagwin - percussão

Luciano Biondini-acordeão

Michel Godard - baixo, sepente e tuba.

Centro Cultural de Belém FORA DE SI !!!!

CCB completamente FORA DE SI!!!
SENSAZIONE Laika & Time Circus (Bélgica)



Dias 6, 7, 8, 10, 11 e 12 de Julho
Dias 6, 7 e 8: às 18h30 e às 21h30 Dias 10,11 e 12: às 21h30
Praça do Museu do CCB

Um arraial teatral que só funciona com a força dos músculos e os sentidos alerta.
Para quem gosta de sensações fortes.

Concepção : Peter De Bie e Charlotte Heller
Texto: Gerda Dendooven
Encenação: Jo Roets
Interpretação: Anouk David, Célia Fechas, Manoe Frateur, Simone Milsdochter, Alain Rinckhout, Bram Smeyers

Uma feira colorida que irá pôr todos os seus sentidos em alerta: para ouvir histórias fantásticas, ver lugares tão deliciosos quanto inesperados, saborear o prazer de vaguear preguiçosamente… Mas deverá igualmente pôr os músculos a trabalhar, de modo a accionar as atracções e acender as lâmpadas que só funcionam com o esforço palpável do público.
Estas duas companhias juntaram-se porque gostam de interacção entre actores e público, e porque estão convencidas de que um novo género teatral ambulante pode ser criado, fazendo saltar certas barreiras que constringem o teatro a um formato mais conhecido.

Sensazione é uma feira de divertimentos, entre o circo e a arte, para um público que procura sensações fortes!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Miss Daisy continua no Teatro da Trindade


Miss Daisy

Após digressão nacional, o espectáculo Miss Daisy, com Eunice Muñoz como protagonista, regressa aos palcos da capital a 5 de Julho, na sala principal, do Teatro da Trindade.
No ano do 140º aniversário do Teatro da Trindade, homenageamos o trabalho de Eunice Muñoz, com a celebração da 100ª representação deste espectáculo, no dia 20 Julho, onde será descerrada uma placa no Salão Nobre.

SINOPSE

Passada em meados do século XX, de 1948 a 1973, em Atlanta, no sul dos Estados Unidos, Miss Daisy conta a história de uma senhora judia, Daisy Werthan, e do seu chofer, Hoke Coleburn.
De início, Miss Daisy não fica muito contente por se ver forçada a depender de um homem negro, contratado pelo seu filho, Boolie Werthan.

Mas Hoke conquista-a, pacientemente, com a sua dignidade e sentido de humor, e durante os vinte e cinco anos em que decorre a acção geram-se laços profundos de amizade e de compreensão.

Pontuando a acção, temos as lutas pelos direitos civis nos Estados Unidos, com referências a Martin Luther King, por exemplo.

As personagens tentam perceber e adaptar-se, em termos pessoais e sociais, a um mundo que está a mudar.

Miss Daisy é uma análise subtil das tensões raciais e dos preconceitos.

Miss Daisy e Hoke chegam a um mútuo respeito baseado na independência, na força de carácter e numa teimosa integridade, que, para lá do seu contexto histórico e cultural, têm um valor universal.

FICHA TÉCNICA


Texto ALFRED UHRY
Direcção CELSO CLETO
Tradução ANTÓNIO BARAHONA
Direcção Musical JOSÉ MIGUEL SASTRON
Cenário e Figurinos JOSÉ COSTA REIS
Desenho de Luz JOSÉ DIAS
Som CARLOS ESTEVENS
Fotografia LUÍSA GOMES
Interpretação EUNICE MUÑOZ, GUILHERME FILIPE e THIAGO JUSTINO
Co-Produção CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS e PUBLICOCLETO

Teatro da Trindade

Sala Principal
5 a 29 Julho

4ª-feira a sábado às 21h30

domingo às 16h00

Casino Estoril com concerto



No âmbito do XXVI Estoril Jazz
Quinteto de Laurent Filipe
em concerto no Casino Estoril

Inserido no ciclo do “Estoril Jazz - 2007”, o Quinteto de Laurent Filipe actua no Du Arte Lounge, no próximo dia 10 de Julho, pelas 22 e 30.
O Casino Estoril acolhe, assim, um dos concertos extra, agendados para este evento.
Trompetista, compositor e produtor, Laurent Filipe construiu um expressivo percurso musical dedicado ao jazz.

Da sua discografia constam registos como “A Tribute to Bessie”, com Jacinta, em 2003, e o mais recente, “Ode to Chet”, editado no ano passado.
Envolvido em vários projectos, Laurent Filipe colabora com as seguintes formações, das quais é autor: “Duo Iberia”, “Trio Homenagem a Chet Baker”, “Quarteto/Quinteto”, o sexteto “Mingus e Mais”, o espectáculo “Cem Anos de Gershwin”, “Homenagem a Louis Armstrong”, o projecto multinacional “Nino Rota Jazz Project” e a “Swing City Orquestra”, uma pequena orquestra dedicada à musica dançante dos anos 30 e 40.
Laurent Filipe é, também, autor de um extenso reportório nos campos da música tradicional, contemporânea - incluindo obras para o “Grupo de Metais do Seixal” e “Opus Ensemble” - , jazz e Afro-Cubano.
Compôs a banda sonora do documentário “City at Night”, nos Estados Unidos, a longa metragem “Porto Santo”, em Portugal, e o espectáculo multimédia “Quadrofonia do Tempo”.

Assinou, ainda, músicas para teatro, nomeadamente, as obras “Sebastião o Menino Rei”, encomendada pela Expo’98, “Augaciar, Viagem ao Fim do Milénio” e o musical “Mulheres ao Poder”.
Com uma reconhecida versatilidade artística, Laurent Filipe mantém a actividade regular de compositor, produtor, orquestrador, trompetista e conferencista, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Distinguido em diferentes ocasiões, Laurent Filipe recebeu, em 1985, o prémio “Art Farmer Performance Award”, nos Estados Unidos.

Cinco anos depois, conquistou o prémio de “Melhor Solista 1990” no Festival Internacional de Jazz de Guetxo, em Espanha, tendo o seu conjunto recebido, também, o prémio de” Melhor Grupo”.

Posteriormente, em 1996, mereceu o galardão de “Melhor Músico de Jazz”, atribuído pelo programa “Cinco Minutos de Jazz”, da RDP.
Acompanhado por um experiente conjunto de músicos, o concerto de Laurent Filipe no Casino Estoril, constitui um dos pontos altos da XXVI edição do Estoril Jazz, cujo ciclo decorrerá de 6 a 15 de Julho.
Com o seu trompete, Laurent Filipe, é habitualmente secundado por Bruno Santos, na guitarra, Filipe Melo, ao Piano, Nelson Cascais, no contrabaixo, e Paulo Bandeira, na bateria.
O Concerto do Quinteto de Laurent Filipe está agendado para o dia 10 de Julho, pelas 22 e 30, no Du Arte Lounge do Casino Estoril.

A entrada é gratuita.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Israel Vibration actuam no Porto


Positive Vibes
Apresenta:

ISRAEL VIBRATION
!!!! Pela 1ª vez no Porto !!!!

Domingo 8 de Julho
Teatro Sá da Bandeira
Warm Up: Youth Culture + Upfull Sound

A Positive Vibes apresenta a estreia duma das melhores bandas do reggae roots no Porto, Israel Vibration, que irá actuar no Teatro Sá da Bandeira no Domingo 8 de Julho.

Os Israel Vibration são uma das referências do reggae roots com uma carreira que iniciou-se nos anos 70 com o álbum “Unconquered People” gravado nos estudios Tuff Gong do Bob Marley.
Compostos por membros afectados pela doença Poliomelite, os Israel Vibration são um exemplo de força e determinação e a prova viva de que, com muita fé e coragem, se consegue ultrapassar todos os obstáculos da vida.

Temas como “Why Worry”, “The Same Song”, “Licks and Kicks”, “Ball Of Fire” ou, mais recentemente, “Rudebwoy Shuffling” ou “Livity in The Hood”, fizeram o sucesso deste conjunto que continua a encantar o mundo inteiro com os seus concertos fabulosos.

Acompanhados pelos fantásticos Roots Radics, uma das melhores e mais conhecida backing band da história do reggae, os Israel Vibration vêm ao Porto apresentar, em primeira mão, o seu novo álbum “Stamina” que será editado durante o verão 2007.
Além dos temas novos, a banda irá também tocar todos os seus clássicos para satisfazer todos os amantes do reggae roots.

O início da noite contará com a actuação de dois soundsystems oriundos da cidade invicta, Youth Culture e Upfull Soundsystem.

A entrada custa 15 rastas e os bilhetes estão à venda nas Lojas FNAC, Abreu e em http://www.ticketline.pt/
Abertura das portas às 21h00.

Mudo Cão em tournee


Rouxinol Faducho na RTP


Castelo de S.Jorge com Actividades de Tempos Livres



Castelo de São Jorge
Festas de Anos e Actividades de Tempos Livres
Aventuras no Castelo de São Jorge

O Castelo de São Jorge apresenta um programa cheio de supresas e histórias sobre castelos, que inclui Festas de Anos e Actividades de Tempos Livres.

O programa é destinado a crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos de idade.
Nas Festas de Anos as crianças descobrem como era ser cavaleiro e dama na época medieval, com a companhia de um Mestre d´Armas, D. Randulfo e de uma aia, D. Mumadona.

São duas horas e trinta minutos de muita animação e brincadeira com um lanche no final.
Nas Actividades de Tempos Livres, durante uma semana, as crianças descobrem diversos aspectos da época medieval, através de diversas actividades, jogos, ateliers e workshops.

Estas actividades são realizadas em parceria com o Chapitô e com a Associação Danças com História.
A alimentação( almoço e lanche) está incluída no programa.

Vulcões em Cascais

Vulcões Napolitanos
no Centro Cultural de Cascais

Entre os dias 7 de Julho e 9 de Setembro, diversos óleos, aguarelas e guaches dos séculos XVIII e XIX, pertencentes à colecção da Fundação Duarte Pinto Coelho (Madrid), vão estar em exposição no Centro Cultural de Cascais.
Pela sua temática também marítima, esta mostra enquadra-se no âmbito da realização em Cascais dos Campeonatos do Mundo de Vela.
Colocado ao dispor do público por iniciativa da Fundação D. Luís, este valioso conjunto de óleos, aguarelas e guaches permite abordar o trabalho quase obsessivo de múltiplos artistas, muitos deles anónimos, que se interessaram pelo Vesúvio, o vulcão napolitano que há dois mil anos destruiu a cidade de Pompeia e que de então para cá tem conhecido períodos intermitentes de actividade.
A relação de Nápoles com o mar é, aliás, valorizada em algumas dessas obras, as quais, num alargado quadro de registos estéticos em que predomina uma visão romântica ou pós-romântica dos períodos críticos vividos “debaixo do vulcão”, exprimem essa contiguidade com força e originalidade.
A exposição abre ao público dia 6 de Julho pelas 21H30 e fica patente até 9 de Setembro de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e aos sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas.
A entrada é livre.

Xutos e Pontapés na Festa do Colete Encarnado




No Colete Encarnado 2007, o Grande Concerto estará a cargo dos XUTOS & PONTAPÉS,
Sábado, dia 7 de Julho, pelas 22.30 Horas,
no Parque Urbano de Vila Franca de Xira, junto á Praça de Touros Palha Blanco.

Os bilhetes, com o custo de 5 Euros, poderão ser adquiridos em: http://www.ticketline.pt/,
na sede da Ticketline (Av.ª Elias Garcia, 137, 3.º em Lisboa), nas Lojas Fnac, Bliss, Bulhosa, Worten e Viagens Abreu.

Em Vila Franca de Xira, os bilhetes poderão ser adquiridos a partir de 4.ª Feira (dia 4), no Posto de Turismo
(acesso pelas Avenidas Almirante Cândido dos Reis ou Pedro Victor),
e no próprio dia na bilheteira do Parque Urbano (somente entre as 17h00 e as 23h00).O Concerto é interdito a menores de 3 anos e Gratuito dos 3 aos 10 anos. Desconto com Cartão Jovem Municipal

Casting para Cinema


CASTING


ELENCO ADICIONAL E FIGURAÇÃO




LONGA-METRAGEM
“CORRUPÇÃO”

BASEADO NO LIVRO DE CAROLINA SALGADO




CRIANÇAS Até aos 8 ANOS
HOMENS E MULHERES DOS 25 AOS 60 ANOS.


De 02 a 13 de Julho 2007
HORÁRIO: 13:00 as 18:00
LOCAL: Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
Av. D. Carlos I, no 61, 1o andar – Santos - Lisboa
casting@utopiafilmes.com – 213909467

Zita Seabra lança Memórias comunismo



Zita Seabra conta memórias a Judite de Sousa

Hoje pelas 21h na RTP1, Judite de Sousa entrevistará Zita Seabra a propósito da publicação do livro, amanhã pelas 18.30h no Quartel do Carmo em Lisboa, sobre as suas memórias.


Zita Seabra foi uma das mais influentes dirigentes comunistas.

Entrou para o Partido Comunista Português aos 15 anos, onde permaneceu até ter entrado em ruptura com o partido e acabar por ser expulsa em 1989.

Agora, Zita Seabra, deputada do PSD, escreveu as suas memórias e vem ao programa, de Judite de Sousa, GRANDE ENTREVISTA falar dos seus 24 anos de militância comunista.

Museu da Água recebe obra de Manuel Carmo

Museu da Água recebe trabalho


de Manuel Carmo




Museu da Água, único museu português galardoado com o Prémio do Museu do Conselho da Europa (1990), tem vindo a organizar uma série de exposições cujo conceito procura ser mais abrangente.

As intervenções artísticas procuram organizar-se como discursos abertos e imprevistos que fortalecem a dimensão artística, dando oportunidade aos mais novos e intensificando o prestígio dos mais conhecidos.
A dinâmica do Museu da Água ultrapassa já a Europa e decerto todos os portugueses se orgulham desta realidade bem como o facto de estar na Presidência Portuguesa da União Europeia.
É neste contexto que o Museu da Água se honra de apresentar mais uma grande performance de Manuel Carmo.
Nascido em Lisboa em 1958, o pintor Manuel Carmo estudou arte e pintura no Ar.Co. No entanto, o seu estilo absolutamente contemporâneo não se inscreve em nenhuma escola, a sua obra desafia qualquer categorização.
O seu estilo inimitável de realismo fantástico está patente na sua arquitectura imaginária que nos desvenda a história da humanidade, seus valores e espiritualismo, pormenorizadamente detalhada nos cenários encantados das suas exposições.
Nos últimos 20 anos Manuel Carmo criou inúmeros trabalhos expostos em colecções privadas e públicas e em alguns museus nacionais e internacionais. Manuel Carmo encontra-se ainda representado em diversas galerias e em esculturas de arte urbana em Lisboa.
Sobre ele disse Nancy di Benedetto (Critica de arte em Nova Iorque)…. “A maior homenagem que se lhe deve fazer é o de que o seu trabalho não se insere em escolas ou movimentos predeterminados, a sua obra artística desafia uma categorização e rompe novos territórios na Arte do século XXI”.
Gostaria ainda de salientar que o mesmo autor recebeu em 2005 o Alto Patrocínio do então Presidente da República Portuguesa, Doutor Jorge Sampaio, para a grande exposição “1755 – Cemitério de Esperança” ou “ As 7 Virtudes para o Renascimento”, que assinalava a passagem dos 250 anos do terramoto de Lisboa, e cujo conceito primordial relembrou que mau grado situações de crise, elas evoluem pela vontade e sabedoria dos seres humanos para um futuro melhor através do exercício das sete virtudes focadas na exposição que em contraponto com os sete pecados permitem sempre o Renascimento.
Assim, em 2007, o Museu da Água honra-se de acolher mais uma vez uma grande exposição deste artista plástico, na Mãe-d’água das Amoreiras, subordinada ao tema “IN DEFINITION”.
IN DEFINITION FOI NOMEADA COMO REPRESENTANTE DA MODERNA ARTE PORTUGUESA E POR ISSO INTEGRADA OFICIALMENTE NO PROGRAMA CULTURAL DA PRESIDENCIA DE PORTUGAL DA UNIÁO EUROPEIA ESTANDO JÁ AGENDADAS POR ESTA PRESIDENCIA VÁRIAS VISITAS MINISTERIAIS E DE DELEGAÇÕES ESTRANGEIRAS A ESTA À EXPOSIÇÃO ATÉ AO TERMINUS.
IN DEFINITION – THE CORRIDOR OF WATER IN LIFE
IN DEFINITION – THE CORRIDOR OF LIFE IN WATER –


Esta exposição, que se iniciou na Mãe d’Água das Amoreiras no dia 3 de Julho com a Arca de Água vazia para limpeza e evolui dia 12 de Julho, para o terraço , faz parte do Projecto de Manuel Carmo IN DEFINITION, sobre a relação entre o ser humano e a Água, buscando no invertio a força evolutiva dessa relação.
Uma fase sucede à outra, completando-se e dando conceito global e unificado ao projecto.
No dia 3 de Julho, a Mãe-d’água das Amoreiras inverte-se. Ou seja, esvaziando o depósito de água, possibilita-se a visita ao seu interior, numa simbólica viagem ao que existe preambular à Criação, debaixo do elemento Água – Um Hino à Água.
No centro do Reservatório, uma enorme esfera simboliza a semente inicial da qual tudo nasceu.
No dia 12 de Julho, a Mãe-d’água das Amoreiras regressa ao seu posicionamento normal: água em baixo, no Reservatório de novo cheio.
Tudo o que estava em Baixo vai agora para Cima: o Terraço da Mãe d’Água enche-se com as fotografias gigantes até então ocultas na Arca de Água e, neste momento, projectadas para o Céu.
Deste modo se completa a alusão hermética tornando a Exposição visível do Céu para fruição dos passageiros dos aviões que sobrevoam Lisboa .
Foram enviadas cartas para todas as Companhias Aéreas no sentido de possibilitar a divulgação desta exposição nos voos com partida e chegada a Lisboa, de forma a contextualizar os passageiros para a performance única que terão a oportunidade de vislumbrar das suas janelas.

Rodrigo Leão na Torre de Belém

“Cinema” de Rodrigo Leão
ao vivo na Torre de Belém

Dia 6 de Julho, às 22h00, Rodrigo Leão & Cinema Ensemble sobem ao palco acompanhados pela Sinfonieta de Lisboa e por um grupo de convidados muitos especiais, para um concerto integrado nas Festas de Lisboa 2007

Neste espectáculo, Rodrigo Leão conta com mais de 30 músicos da Sinfonieta de Lisboa dirigidos pelo Maestro Vasco Pearce de Azevedo e com arranjos de Pedro Moreira. Ao palco sobem mais três convidados: Beth Gibbons, mundialmente conhecida como a voz e alma dos Portishead, Pedro Oliveira, vocalista dos Sétima Legião, que traz ao espectáculo uma evocação do arranque da carreira de Rodrigo Leão, e Ângela Silva, responsável pela dimensão lírica de alguma peças apresentadas.

O concerto que o músico traz à Torre de Belém baseia-se no cd "O Mundo - 1993 – 2006”, editado em Novembro de 2006.
O reportório é uma retrospectiva da sua carreira a solo desde “Ave Mundi Luminar” até ao mais recente “Cinema” passando ainda por temas que o compositor assinou para os Sétima Legião e Madredeus.

Festival na Guarda





Primeiro Festival Internacional de Guitarra da Guarda começa dia 5 de Julho

terça-feira, 3 de julho de 2007

Terra Firme de Torga apresentada em Coimbra


O Teatro Cerca São Bernardo (Coimbra) apresenta "TERRA FIRME"

5 de Julho às 21H30

Um drama em três actos, cada um coincidindo com uma festividade do calendário religioso-profano da aldeia duriense - os Reis, o Carnaval e o Compasso Pascal - o que significa, desde logo, uma preocupação antropológica do autor.
O conflito estabelece-se entre a opção da terra e a opção do mar.
Tio António, velho camponês agarrado à terra, sofre e desespera por o filho ter escolhido a vida de marinheiro e a andar há 20 anos no mar alto sem, jamais, ter voltado à terra. Obstinado com o regresso do filho, Tio António fica destinado à loucura, que se acentua com a morte da mulher e o leva ao internamento no Rilhafoles, sob o pretexto de ir buscar o filho finalmente regressado...

Acesso gratuito - Reservas: 239702630

Escola Superior de Dança com espectáculo



Finalistas da Escola Superior de Dança apresentam espectáculo no OP ART CAFÉ