terça-feira, 8 de julho de 2008

Esta é a Sally de Diogo Infante!


ANA LÚCIA PALMINHA SERÁ A SALLY TÃO PROCURADA!


Ana Lúcia Palminha nasce a 13 de Janeiro de 1981, em Évora.
Começa a sua actividade artística aos 11 anos, fazendo teatro em Sines com Vicente Alves do Ó e Mário Primo.
Aos 17 anos entra para o curso de formação de actores do Conservatório Nacional (Escola Superior de Teatro e Cinema).

Ainda no primeiro ano do conservatório, inicia a sua actividade profissional como actriz no Teatro da Cornucópia, Teatro da Garagem, Teatro o Bando e Teatro da Comuna.


Permanece nesta última companhia durante alguns anos, aprendendo muito com João Mota e Carlos Paulo e interpretando papéis dos mais variados estilos: drama, tragédia, comédia, teatro infantil, café-teatro e declamação de poesia.

Foram de significativa importância para a actriz, durante este período com a Comuna, espectáculos como “Um Bicho Na Lua”, os cafés-teatro “2001 meninas ao espaço” e “WWW.Feios Porcos e Maus”, e o espectáculo “Viriato Rey” estreado no Festival de Teatro Clássico de Mérida em 2006.

Durante este percurso no teatro, fez trabalhos de cinema com Manuel Mozos e Vicente Alves do Ó e musicais como vocalista cantando em bares e auditórios do país com o músico / compositor Luís Macedo.
Em 2007, interpretou o papel de Ofélia na peça “Hamlet”, uma co-produção Teatro Maria Matos e Comuna Teatro de Pesquisa.

Sally já foi encontrada!!!



ANA LÚCIA PALMINHA

É Sally Bowles em CABARET


Depois de 500 candidatas e 2 meses de casting, Diogo Infante encontrou a sua Sally Bowles.

A 2ª Gala do programa “À Procura de Sally” emitida a 6 de Julho, deu a conhecer ao grande público a protagonista do musical Cabaret – Ana Lúcia Palminha.

O espectáculo, com estreia marcada para dia 10 de Setembro no Teatro Maria Matos, conta no elenco com nomes como Henrique Feist, Pedro Laginha, Isabel Ruth, Fernando Gomes, Paula Fonseca, David Ripado, Adriana Queiroz e Sara Campina (duas das finalistas do programa “À Procura de Sally”).

CABARET

10 Setembro a 28 Dezembro

4ª a sáb. 21H30

dom. às 17H

A vida dos imigrantes ilegais nos Estados Unidos

“VIVER NA SOMBRA” DESCOBRE COMO VIVEM

OS IMIGRANTES ILEGAIS NOS ESTADOS UNIDOS

Este documentário irá explorar os perigos que espreitam os imigrantes no momento em que se decidem a atravessar a fronteira dos Estados Unidos e a viver ilegalmente no outro lado sem quaisquer documentos legais.

Durante uma hora, iremos observar as vidas dos homens, mulheres e crianças que se prestam a viver no seio desta sub cultura ilegal; embora estejam a quebrar as leis da imigração desse país, eles não deixam de ser tacticamente aceites por uma sociedade que não pretende fazer o trabalho que eles se prestam a fazer.

São eles que cortam a relva, constroem as casas, apanham a fruta e os vegetais, tomam contra das crianças, lavam os pratos e servem às mesas.

Trabalham sem descanso, mas não deixam de o fazer a partir dos bastidores.
Cada acto irá narrar-nos a história de uma pessoa ou de um grupo de pessoas e os problemas que cada um deles enfrenta para viver e trabalhar naquele país como imigrantes ilegais.

Desde os seus medos aos seus sonhos, iremos testemunhar em primeira-mão os desafios e as dificuldades que enfrentam diariamente.


Cada pessoa tem a sua própria motivação para ir para os Estados Unidos, e a maioria deixou para trás membros das suas famílias.


Apesar de tudo isto, eles insistem em por lá ficar, na esperança de que um dia se consigam aí estabelecer definitivamente e construir uma vida nova na Terra Prometida.


Tal como estão redigidas, as leis sobre a imigração ilegal não favorecem os estrangeiros indocumentados, sendo seguidas rigorosamente tanto pelas autoridades federais como estatais. As forças policiais detêm diariamente um enorme número de imigrantes ilegais, se bem que cerca de 11 milhões de pessoas indocumentadas continue a trabalhar, a criar as suas famílias e a sobreviver nesta sociedade subterrânea; no entanto, não deixam de estar sempre de sobreaviso.



Estreia: Terça 8 de Julho às 21h00

" Maravilhas da China" no Discovery Channel




O DISCOVERY CHANNEL REVELA AS
“MARAVILHAS DA CHINA”,
ESPECTACULARES OBRAS DE ENGENHARIA DAS OLIMPÍADAS DE 2008


A série de três episódios arranca a 8 de Julho às 21h15, um mês antes da cerimónia inaugural dos Jogos Olímpicos.
China, o país mais povoado e a economia de maior crescimento do mundo, é sinónimo de milagres de engenharia como a Grande Muralha ou a ponte da baía Hangzhou.


Os segredos destas construções vão ser revelados na série "Maravilhas da China", um percurso pelas obras arquitectónicas mais engenhosas e inovadoras deste país que albergará os Jogos Olímpicos de Pequim em 2008.
A 13 de Julho de 2001, Pequim foi nomeada cidade anfitriã dos XXIX Jogos Olímpicos.


A notícia encheu de alegria toda a China, mas pela frente estavam sete anos de esforços, escrutínio internacional e uma grande agitação social.


Antes que se dê início aos Jogos, a cidade será transformada num imenso projecto de construção e os melhores arquitectos e desenhadores do mundo irão tentar transformar as suas ideias em realidade.


"Maravilhas da China" revela os segredos que se escondem por detrás da metamorfose desta cidade durante os preparativos para os Jogos Olímpicos.


Três maravilhas da engenharia


Em cada episódio, de uma hora de duração, são analisados os prodígios de engenharia mais espectaculares da antiguidade assim como os mais modernos.


Entre os últimos ficaremos a conhecer o Terminal 3 do aeroporto de Pequim, o maior projecto mundial de ampliação de um aeroporto, que prevê um investimento de 2.300 milhões de euros e saído das mãos do conceituado arquitecto Norman Foster; ou o Estádio Nacional, conhecido como “ninho de pássaro” pelas suas 40.000 toneladas de fios de aço desenhados pelos arquitectos suíços Herzog e De Meuron, com capacidade para 100.000 espectadores.
Adicionalmente, veremos como é construído o Teatro Nacional da China, o primeiro teatro nacional deste país, uma futurista elipse de cristal e titânio situada no centro de Pequim junto a monumentos tão respeitados como a Cidade Proibida.


Cada uma destas obras tem uma história fascinante para contar: progressos da engenharia espectaculares como os que permitem resistir a terramotos, obstáculos ultrapassados e pessoas que fizeram do impossível algo possível.


A série leva o espectador numa viagem virtual que revelará os segredos e avanços da engenharia do gigante asiático, revelando ainda as razões do crescimento espectacular da China.

Estreia: Terça 8 de Julho às 21h25
Emissões: Terças às 21h15

Será que a música tem côr?















A Guerra no Iraque no Discovey Civilization


“GUERRA ALHEIA” DESCOBRE COMO VIVEM OS SOLDADOS LATINO-AMERICANOS NO IRAQUE



O conflito do Iraque é o mais importante que o Mundo conheceu nas últimas décadas.
O Iraque revelou ser uma tremenda energia centrípeta ao atrair às suas cidades e desertos milhares de profissionais e militares de todo o planeta.
Muitos latino-americanos estão implicados no conflito e na reconstrução do país.

Este programa acompanha em paralelo as experiências de um grupo de soldados salvadorenhos destacados no Batalhão Cuscatlán e de vários colombianos contratados por agências de segurança privadas.

Nele descobrimos quem são, como vivem e o que os levou até um dos lugares mais perigosos do planeta.

Enquanto arriscam as suas vidas em tarefas de alto risco, as suas famílias rezam para voltar a vê-los com vida… nem todos o irão conseguir.


Estreia: Terça 8 de Julho às 20h12

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Shakespeare em galego no Mimarte


SHAKESPEARE COM SOTAQUE GALEGO

EM“NOITE DE REIS”


Ao oitavo dia de “Mimarte”, da vizinha Galiza chegou ao palco da sala principal do Theatro Circo, mais um clássico das artes teatrais – “Noite de Reis” – do dramaturgo britânico William Shakespeare.


Interpretado pelo Centro Dramático Galego, de Santiago de Compostela, e dirigido por Quico Cadaval, “Noite de Reis” coloca em cena o naufrágio dos gémeos Sebastião e Violeta, na costa da ilha Ilíria.

Crendo que seu irmão morreu, Violeta faz-se passar por um jovem pagem e passa a servir na corte do duque Orsino, irremediavelmente apaixonado por Olívia.

Contudo, no trabalho interpretado por Suso Alonso, Maria Bouzas, Xan Cejudo, Marcos Correa, Susana Dans e Borja Fernandez, entre muitos outros, as trocas de identidade são mais do que aquelas que no início se revelam e os equívocos, enganos e situações hilariantes são uma constante até ao desfecho da comédia que se prevê com o resgate de Sebastião e a sua chegada à cidade.


Com um historial de 24 anos, ao longo do qual já produziu mais de sessenta espectáculos, o Centro Dramático Galego constitui uma unidade do Instituto Galego das Artes Cénicas e Musicais, tutelado pela Junta da Galiza, que tem por missão produzir e difundir espectáculos de teatro para toda a comunidade galega e também transfronteiriça.

Empenhado na encenação de peças do reportório dramático galego e internacional, clássico e contemporâneo, sendo que algumas das produções são especialmente concebidas para o público familiar e infantil, o Centro Dramático Galego estreou-se em 1984 com o projecto “Woyzeck”, de George Buchner, e prosseguiu com a encenação de autores tão variados como Roberto Vidal Bolaño, Rosalía de Castro, Otero Pedrayo, Garcia Lorca, Moliére, Óscar Wilde, Pirandello, Albert Camus, e muitos outros.

Na anterior edição do “Mimarte - Festival de Teatro de Braga”, a companhia galega apresentou, também com encenação de Quico Cadaval, a peça “Fantasmas Familiares”.

Concurso de Fotografia do Município de Braga tem vencedor!



JEAN CRISTOPHE LARRIBE VENCE
CONCURSO MUNICIPAL DE FOTOGRAFIA


Jean Cristophe Larribe é o vencedor da edição deste ano do Concurso de Fotografia promovido pelo Município de Braga sob o tema “Os cafés, os restaurantes e a gastronomia do Centro Histórico de Braga”.
Além do primeiro prémio, o júri considerou pertinente a atribuição de menções honrosas aos trabalhos apresentados por Vítor Nuno Pinto Ferreira e Marta Gonçalves da Silva.
Limitado a meia centena de concorrentes e tendo por base a utilização exclusiva de máquinas fotográficas descartáveis fornecidas pela entidade organizadora, o evento, que ganhou já referências entre os certames homólogos, tem, antes de mais, o objectivo de potenciar a imagem do centro histórico de Braga.
De acordo com a acta do júri, foi deliberado seleccionar imagens de todos os trabalhos a concurso para integrar uma exposição pública alusiva ao certame, a efectuar em Setembro.
O jovem Jean Cristophe Larribe, cujo trabalho foi reconhecido com «significativo mérito e qualidade», é já um habitual concorrente deste Concurso Municipal de Fotografia e não é a primeira vez que os seus trabalhos merecem referências especiais do júri, constituído por Rui Prata, Manuel Miranda e Pedro Lopes.
A presente edição do Concurso Municipal de Fotografia decorreu entre as 15h00 de 21 de Junho e as 17h00 do dia imediato, cabendo à organização a revelação fotográfica dos trabalhos entregues.
De acordo com a Divisão Municipal de Renovação Urbana – que coordena o concurso, em nome dos pelouros municipais de Planeamento e Urbanismo, Cultura e Actividades Económicas –, o tema proposto pretende despertar o interesse e a sensibilidade dos concorrentes, em particular, e dos munícipes e outros cidadãos, em geral, sobre o renovado centro histórico de Braga enquanto imagem distintiva e afirmativa da cidade.
Pretende igualmente, no caso desta edição, realçar a importância da actividade desenvolvida pelos cafés e outros espaços de restauração do centro histórico enquanto «elemento de fulcral importância para a revitalização da área urbana histórica com relevante interesse patrimonial».
Pretende ainda contribuir para a promoção desta actividade, que se assume como imagem de marca de Braga num contexto regional alargado, que se estende à vizinha Espanha, isto a par da divulgação dos valores patrimoniais inerentes à arquitectura e “design” daqueles espaços, bem como toda a riqueza e “sabor” da excelente gastronomia que proporcionam.
«Neste enquadramento, cada concorrente pode apontar a objectiva ao geral e ao pormenor, ao material e ao humano, ao exterior e ao interior, mas também à oferta gastronómica propriamente dita», afirma Pedro Lopes, da Divisão Municipal de Renovação Urbana.
O certame enquadra-se no projecto “Cidade, Futuro da História”, uma parceria transfronteiriça do Município de Braga com o Concello de Pontevedra (Galiza), formalizada em candidatura aprovada pelo programa “Interreg IIIA”.

Elenco português canta "La Traviata"



LA TRAVIATA

(Giuseppe Verdi)


PÁLACIO NACIONAL DE QUELUZ 10,12 e 13 de Julho 21h30

ORQUESTRA SINFÓNICA DA OP-COMPANHIA PORTUGUESA DE ÓPERA

CORO DE VILLA GARCIA DE AROSA,GALIZA


ACTO I

Num salão da casa de Violetta celebra-se uma grande festa.

A anfitriã encoraja os convidados a divertirem-se.

Entre eles encontram-se Flora, o Marquês d’Obigny e Gastone.


Este último apresenta-lhe Alfredo Germont e declara-lhe que o jovem é um fervoroso admirador dela, tendo-se preocupado com o seu estado de saúde quando ela se encontrava doente.

A sua atitude irrita o Barão Douphol, protector de Violetta.

Chega o momento do brinde e Alfredo canta enaltecendo os prazeres do vinho.

Enquanto todos se preparam para dançar, Violetta empalidece subitamente e é forçada a sentar-se.

Os convidados passam para outra sala, todos menos Alfredo, que aproveita a possibilidade de ficar a sós com Violetta para lhe declarar o seu amor.


Esta pede-lhe que se afaste e a esqueça: quando muito poderá oferecer-lhe a sua amizade. Gastone interrompe a conversa e Alfredo arranca a Violetta a promessa de o voltar a ver, quando murchar a flor que ela lhe entrega.


Violetta reflecte sobre o sucedido e dá conta que as palavras de Alfredo deixaram marcas no seu coração.


ACTO II

Numa casa de campo nos arredores de Paris, Alfredo e Violetta vivem agora juntos e felizes. Todavia, Alfredo toma conhecimento por intermédio de Annina que, para cobrir as despesas da vida em comun, Violetta mandou vender todos os seus bens, e por isso parte para Paris para saldar as dívidas em causa.

Ela aguarda a visita de um homem de negócios, mas quem se faz anunciar é Giorgio Germont, o pai de Alfredo.

Germont chega com o propósito de levar Violetta a romper a relação com o seu filho.


A mulher responde-lhe com dignidade e revela-lhe que por amor está disposta a renunciar aos seus próprios bens.

Apesar disso, Germont pai insiste na necessidade de ela pôr termo à relação: a sua outra filha está noiva, mas a família do futuro marido não concede a autorização enquanto Alfredo mantiver a relação escandalosa com Violetta.

Esta propõe separar-se de Alfredo durante algum tempo, mas o pai é inflexível: só com uma ruptura definitiva a paz poderá regressar à familia.


Depois de confessar que a tuberculose não lhe deixa mais que uma estreita margem de vida, Violetta aceita finalmente sacrificar o seu amor para tornar possível o casamento de família.


No palácio de Flora prepara-se uma nova festa e já corre a notícia da ruptura entre Alfredo e Violetta.


Esta última para não revelar a conversa prévia com Germont pai, durante uma discussão ela admite diante de Alfredo tê-lo deixado por amor ao Barão, o que provoca a ira do jovem.


ACTO III

Violetta jaz na cama do seu quarto, assistida pela aia Annina.


Recebe a visita do doutor Grenvil que confirma a Annina que a tuberculose não deverá deixar à sua patroa mais do que algumas horas de vida.

Consciente da morte próxima, Violetta contempla o seu passado e despede-se da vida.

Annina entra e anuncia a Violetta a chegada de Alfredo: este lança-se para ela, pedindo o seu perdão e jurando-lhe amor eterno.

Subitamente ela empalidece e atribui esse facto á inesperada alegria.

Alfredo manda chamar o médico, mas torna-se evidente que a morte se aproxima.

O médico já nada pode fazer por ela e Violetta expira nos braços do seu enamorado.


GIUSEPPE VERDI – compositor


O mais importante compositor de óperas do século XIX.


Foi consagrado em toda a Europa e considerado o artista italiano que melhor representou "o espírito nacional de seu povo".


Ficou conhecido como o maestro do Risorgimento, para o qual suas óperas representavam a ânsia de liberdade nas guerras pela Unificação Italiana.


Verdi marcou, em sua obra, o desenvolvimento do impulso dramático.

Ao mesmo tempo que realçava a singularidade de suas criações, não esquecia as tradições populares de sua terra natal.


Verdi começou ainda pequeno a se interessar pela música e, aos doze anos passou a estudar música em Busseto.


Quando completou 18 anos foi ao Conservatório de Milão, mas foi reprovado por ser maior de catorze anos (os estudantes eram aceitos somente até esta idade), e então demonstrar talento musical.

Depois disso, foi atrás de um professor particular e prosseguiu seus estudos por três anos.


Em Novembro de 1839, Verdi escrevia a ópera Oberto , Conte di S. Bonifacio, que foi estreada no Teatro alla Scala.


Pouco depois, em 1840, morriam seus dois filhos e sua esposa, de apenas 27 anos e a sua segunda ópera, Un Giorno di Regno, fracassou.

Verdi prometeu que nunca mais comporia, após o incidente.

Bartolomeo Morelli, diretor do Teatro alla Scala, não aceitou a promessa de Verdi e solicitou-lhe que estudasse uma outra peça de teatro, Nabucco, que foi considerado um símbolo nacional pelos italianos.

Passado o sucesso de Nabucco, Verdi continuou a escrever óperas e tornando-se mundialmente conhecido.

Surgiam as óperas Ernani, Rigoletto, Don Carlo, Un ballo in maschera, Il trovatore, La Traviata.

Durante esse período, Verdi era aclamado como um patriota, sendo eleito deputado e, posteriormente, senador.

Continuou escrevendo óperas, como Otello e Falstaff, baseadas em Shakespeare além de algumas peças religiosas.

Em 19 de Janeiro de 1901 sofre uma trombose e acaba falecendo no dia 27 do mesmo mês, em Milão, causando imensa comoção em toda a Itália.

Atendendo seus desejos, seu túmulo foi colocado na Casa di Reposo Giuseppe Verdi mantida até hoje com recursos de parte dos direitos autorais do compositor.


LA TRAVIATA


ORQUESTRA SINFÓNICA DA OP-COMPANHIA PORTUGUESA DE ÓPERA


Maestro titular principal conductor: Giovanni Andreoli


CORO DE VILLA GARCIA DE AROSA,GALIZA


Direcção de coro : Margarita Guerra


Elenco: Ana Ester Neves, Carla Caramujo, Carlos Guilherme, Pedro Chaves, Mário Alves, Luis Rodrigues, João Merino, Madalena Boléo, Ana Luisa Cardoso, Nuno Cardoso, Jorge Martins, João Oliveira, David Ruella.


Direcção Musical : Giovanni Andreoli


Encenação : Carlos Avilez


Concepção e direcção artística Op – Companhia Portuguesa de Ópera – Pedro Chaves

quarteto 4444 toca no Maxime


Melhor que o Trio 333 só o Quarteto 4444! E o Quarteto 4444 toca no Maxime já no próximo dia 11 de Julho.
Enquanto não nos aparece com o Quinteto 55555, Manuel João Vieira volta a dar que falar e a fazer correr rios de saliva e baldes de tinta com o seu famigerado quarteto-mistério, onde se destaca – pela altura imponente do seu instrumento – o mundialmente conhecido contrabaixista Carlos Barreto!
Para além do “Cató”, este conjunto musical conta com mais dois especialistas de gabarito intergaláctico: o espectacular baterista Alberto Garcia e o mago do Farfisa - João Lucas.
No topo deste triângulo de quatro lados, o inimitável Vieira ainda tem tempo para nos surpreender com os seus calembures e alguns solos de trompete, bandolim e viola eléctrica!
Este espectáculo – totalmente projectado para durar 4444 segundos (quase uma hora e meia) poderá ter a sua duração alterada por algum motivo imprevisto – o que ainda o torna mais atractivo!
Por isso, na escaldante noite de sexta-feira, compareça e arrefeça no Maxime, e delicie-se com as diabruras musicais do Quarteto 4444!

Celtic Legends actuam no Casino Lisboa




CELTIC LEGENDS




Verdadeiros embaixadores da cultura irlandesa, os CELTIC LEGENDS sobem ao palco do Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa no próximo dia 8 de Julho.



Com música ao vivo, cerca de 20 artistas recriam a magia celta num espectáculo que reúne sons tradicionais e contemporâneos, onde não faltam os violinos, as gaitas-de-fole, os acordeões, as guitarras e as tradicionais flautas celtas (Tin Whistle), e a voz de Michael Londra, um dos mais importantes cantores irlandeses da actualidade.


A dança, vibrante e entusiástica, recorda tempos longínquos, renascidos das brumas, em coreografias assinadas por Ger Hayes.


Durante 80 minutos, o sapateado é o elo de ligação dos diferentes ambientes apresentados, numa recriação inovadora da história do folclore tradicional da Ilha Esmeralda.


Criado em 2002, CELTIC LEGENDS já se apresentou em mais de 2 dezenas de países, de diferentes continentes. Similar a espectáculos como River Dance ou Lord of the Dance, CELTIC LEGENDS conquistou o seu próprio público com a sua vivacidade e alegria em palco.

A Fadista Raquel Tavares canta e encanta na América do Sul



Depois da experiência cultural única que viveu no início de Junho, quando actuou pela primeira vez na América do Sul (Uruguai, Chile e Argentina), a fadista Raquel Tavares vai actuar em terras lusas, no próximo mês de Julho para, no mês seguinte, voltar a (en)cantar Espanha.
Na bagagem, a fadista leva o seu mais recente álbum, "Bairro", editado no dia 5 de Maio, bem como alguns temas do disco de estreia homónimo que a deram a conhecer ao grande público como, por exemplo, "Fado Lisboeta".
Assim, no dia 5 de Julho, a vencedora do Prémio Revelação Amália Rodrigues 2006 actuou em Valença, no âmbito da Expominho 2008 - Feira das Artes, Saberes e Sabores.
O certame, que já vai na sua 8ª edição, decorreu entre os dias 3 e 6 de Julho no recinto da feira semanal.
No dia 11 de Julho, é a vez da Feira de Artesanato do Estoril - FIARTIL aplaudir o fado de Raquel Tavares, quando forem 21:30h.
O evento, que festeja o 45º aniversário este ano, abriu as portas no dia 26 de Junho, para só as fechar no dia 31 de Agosto.
Como sempre, a FIARTIL decorre no recinto em frente ao Centro de Congressos do Estoril, de 2ª a 6ª feira, das 18h às 24h e, aos sábados, domingos e feriados, das 17h às 24h.

Arco de Diana- uma nova chancela da Esfera dos Livros

A Esfera dos Livros acaba de lançar uma chancela inteiramente dedicada aos grandes romances.

O Arco de Diana vai publicar obras que foram best-sellers em todo o Mundo.
Um grande amor tem sempre uma história que merece ser contada, por isso criámos O Arco de Diana.
Uma nova chancela com livros que nos fazem sonhar.
N’O Arco de Diana encontramos as mais sedutoras histórias de amor e paixão de todos os tempos escritas por grandes romancistas mundiais.
São histórias intemporais recheadas de alegria, emoção, amor, ciúme, volúpia, traição e desejo arrebatador.

Um Estranho nos Meus Braços de Lisa Kleypas e Flores na Tempestade de Laura Kinsale são as primeiras obras desta nova editora.



" Missão no Afeganistão" estreia hoje no Discovery Channel


NO DISCOVERY CHANNEL
“MISSÃO NO AFEGANISTÃO”

A série estreia hoje, segunda 7 de Julho às 21h15 e conta com 5 episódios .

"Missão no Afeganistão", uma série que se destaca pela sua sinceridade e brutal honestidade, apresenta-nos a visão pessoal do popular actor britânico e jornalista de investigação Ross Kemp sobre os soldados britânicos na guerra.

Kemp e a sua equipa levam-nos ao Afeganistão, onde serão testemunhas directas dos esforços do exército britânico para levar a paz a uma das zonas de guerra mais perigosas do mundo.

Esta série documental, rodada entre Março e Agosto de 2007, centra a sua atenção nas tropas britânicas destacadas na província de Helmand e oferece-nos acesso exclusivo aos "vikings", o primeiro batalhão do regimento Royal Anglian da Armada britânica, durante as suas operações nesta instável região.


Ross descobrirá o que significa lutar com o exército britânico e participará em muitas actividades do batalhão, desde a protecção de comboios humanitários até ofensivas importantes no vale de Sangin, passando pela vigilância da barragem hidroeléctrica de Kajaki e pelo registo de casas em aldeias debaixo do controlo do regime talibã.
Para enfrentar esta perigosa missão, Kemp teve que passar por um treino militar especial que inclui o uso da espingarda de assalto SA80.

Quem é Ross Kemp?

Ross James Kemp
é um actor e jornalista britânico, que se tornou conhecido do grande público graças ao seu papel de Grant Mitchell, na série da BBC de grande sucesso “Eastenders”, a qual abandonou em 1999 não sem antes ser distinguido com o prémio de Melhor Actor do The British Soap Awards.

Nesse mesmo ano trocou a BBC pela ITV, onde participou em diversas séries e outros programas da estação.

Em 2005 regressa à BBC, para integrar novamente o elenco da série que lhe valeu o reconhecimento.

Durante 3 meses voltou a “vestir a pele” de Grant Mitchell e acabou por vencer o prémio de Melhor Actor novamente pelo mesmo papel.
Em 2006 Ross Kemp abraçou outros projectos televisivos.

Em “Ross Kemp on Gangs” entrevistou membros de gangs um pouco por todo o mundo: Brasil, Nova Zelândia, Califórnia, Londres, El Salvador ou África do Sul foram alguns dos sítios visitados.
Em Maio de 2007 foi galardoado com um BAFTA por este trabalho.

Após este projecto tão bem sucedido, Kemp encarou outro desafio: “Ross Kemp in Afghanistan” (“Missão no Afeganistão”), que o Discovery Channel estreia em Julho.

Estreia: Segunda 7 de Julho às 21h15
Emissões: Segundas às 21h15

Cinema chinês no Museu do Oriente


Cinematografia chinesa em destaque
no Museu do Oriente


O ciclo de cinema “Viagens no Oriente” prossegue com uma viagem pela China, a sua cultura, os seus costumes e as suas gentes, nos dias 9, 10 e 13 de Julho, no Auditório do Museu do Oriente, às 18h00.

A 9 de Julho, “How is your fish today?”, de Xiaolu Guo, narra a saga de um jovem do Sul da China que assassinou a amante e empreende numa fuga solitária, através do país, em direcção à sua “terra prometida”: uma aldeia, com neve, na fronteira Norte da China.

Entretanto, em Beijing, um homem escreve a história do criminoso foragido.


“Taking father home“, do realizador Ying Liang, a 10 de Julho, com repetição a 13, conta a história de um rapaz de 17 anos de uma aldeia da província de Sichuan, que parte para a cidade em busca do pai que desapareceu há seis anos.

O tão esperado encontro não se adivinha simpático, pois o que o move verdadeiramente é uma raiva indisfarçável.
O ciclo “Viagens no Oriente” decorre até 27 de Julho, com uma programação que reflecte aspectos da realidade e da cultura dos países orientais, os quais permanecem, em grande medida, desconhecidos do público ocidental.


Ciclo “Viagens no Oriente”
9, 10 e 13 de Julho
Auditório Museu do Oriente
18h00

domingo, 6 de julho de 2008

Os Amores de Astrea e Celadon estreia a 10 de Julho nos cinemas de Lisboa




OS AMORES DE ASTREA E DE CELADON

UM FILME DE ERIC RHOMER


SINOPSE
O pastor Celadon e a pastora Astrea estão unidos por um puro amor.
Enganada por um invejoso que a corteja, Astrea ordena a Celadon que desapareça para sempre da sua vista.
Em desespero, ele atira-se ao rio.

Astrea pensa que ele morreu, mas Celadon é salvo pelas ninfas.
Louco de amor e desespero, enfeitiçado por ninfas, rodeado de rivais e forçado a disfarçar-se de mulher para se poder aproximar da amada, como é que Celadon vai conseguir que ela o reconheça sem desobedecer à sua ordem ?

DECLARAÇÕES DO REALIZADOR
Adaptar Honoré d’Urfé (1568-1625)

" Pela primeira vez, não fui eu que tive a ideia para o assunto mas sim o cineasta Pierre Zucca (1943-95).
Ele originalmente tinha proposto a adaptação do romance L’Astrée, de Honoré d'Urfé, à nossa companhia produtora Les Films du Losange, há muitos anos.
Mas a Margaret Menegoz achou que o filme iria ser demasiado caro e Zucca foi obrigado a abandonar o projecto.
Eu considero Pierre Zucca e Jean Eustache como os mais importantes cineastas da chamada pós-New Wave.
Zucca e eu partilhávamos um gosto similar em literatura – Blanchot, por exemplo, ou Stevenson.
E eu consigo ver a influência do argumentista Paul Gégauff nos filmes de Zucca. Gégauff influenciou todos os da New Wave, À expeção de Truffaut. Pelo menos, todos
nós usávamos personagens “Gégauffianas”.
Depois da morte de Pierre Zucca em 1995, ocorreu-me que eu deveria olhar melhor para esse clássico literário.
Nessa altura eu só estava familiarizado com os excertos publicados na antologia Chevaillier et Audiat, o antecessor de Lagarde et Michard, o livro de literatura.
Estava à espera de uma coisa que não ia gostar e percebi que não era nada assim! O diálogo particularmente, era surpreendentemente moderno – ainda mais quando lido alto, em vez de só lido.
A partir daí, o filme pareceu-me absolutamente concretizável, desde que me mantivesse focado na história de amor de Astrea e Celadon e deixasse o resto.
Não tive sequer de modernizar o diálogo. Quando me deparei com o termo “profundidade” no texto original, até pensei que a Ségolène Royal ia adorar a palavra!
Portanto contentei-me só com eliminar o que estava a mais. Apropriei-me totalmente do texto e senti-me perfeitamente à vontade com ele.
No entanto a minha adaptação é muito diferente da de Zucca. Não usei a versão dele em nada. Até me divertiu perceber que partilhavam apenas uma linha de diálogo.
Mas queria mesmo dedicar-lhe este filme. "


Deliberadamente, Rohmer situa Astrea e Celadon em pastos e florestas verdadeiros, contudo, os actores, elegantemente vestidos como pastores do século XVII, sobressaem teatralmente (as interpretações também parecem mais teatrais do que cinematográficas).
Mais ainda, esta estranha mistura de elementos reais e artificiais – juntamente com a estranha mistura de vídeo digital e o ambiente pastoral do século XVII – é essencial ao filme e parte do seu estranho encanto.
Se não providencia exactamente ao espectador uma ideia da vida pastoral do século XVII, marca contudo uma fronteira, uma distancia considerável entre texto e imagem, entre a literatura francesa do século XVII e o cinema francês do século XXI.
É uma simbiose curiosa e que resulta elegante bonita. Mais ainda se tivermos em conta que se trata de uma história de gauleses, com as suas tradições e crenças, as suas verdades e sobretudo os seus mitos.
Rohmer põe em cena um povo rebelde vestido como se no século XVII vivesse e com a linguagem própria de uma época que se perde nos tempos.
A história é estranha e encantadora mas o fio condutor é um só: a fidelidade. Honrar o ser amado através de uma fidelidade invencivel é este o maior bem a que o amado pode aspirar.
O bucolismo que perpassa todo o filme cimenta o misticismo romântico que nele se sente.
Um filme estranho, bonito, diferente que endeusa o amor, quem ama e é amado!
Em breve nos cinemas de Lisboa.





Andy GILLET CELADON
Stéphanie CRAYENCOUR ASTREA
Cécile CASSEL LEONIDE
Véronique REYMOND GALATHEE
Rosette SILVIE
Jocelyn QUIVRIN LYCIDAS
Mathilde MOSNIER PHILLIS
Rodolphe PAULY HYLAS
Serge RENKO ADAMAS
Arthur DUPONT SEMYRE





Escrito e realizado por ERIC ROHMER
Baseado no romance L'Astrée, de HONORÉ D'URFÉ
Directora de fotografia DIANE BARATIER (AFC)
Som PASCAL RIBIER
Anotação BETHSABÉE DREYFUS
Guarda-roupa PIERRE-JEAN LARROQUE, PU-LAÏ
Montagem MARY STEPHEN
Compositor JEAN-LOUIS VALERO
Direcção artística CHRISTIAN PAUMIER
Produção FRANÇOISE ETCHEGARAY
JEAN-MICHEL REY
PHILIPPE LIÉGEOIS

Ana Moura soma e segue! Um êxito!


ANA MOURANO MOMENTO MAIS ALTO DA SUA CARREIRA DEPOIS DE DUAS NOITES BRILHANTES NOS COLISEUS,

A FADISTA SOBE AO #4 LUGAR DO TOP DE VENDAS,

ULTRAPASSA OS 30 MIL DISCOS VENDIDOS E É CHAMADA A ACTUAR NO COOLJAZZFEST

Ana Moura está num momento muito especial da sua carreira.

O mais alto, sem dúvida nenhuma. Depois de, na semana passada, ter encantado os Coliseus, do Porto e Lisboa (sala esgotada) e de ter recebido críticas rendidas ao seu valor e à sua prestação, a fadista atinge esta semana o #4 lugar do top de vendas com “Para Além da Saudade”, a sua mais alta posição desde que o disco foi editado, em Maio de 2007.

Ultrapassando as 30 mil unidades vendidas, “Para Além da Saudade” encontra-se há 57 semanas na tabela dos mais comprados, o que faz deste um dos mais bem sucedidos discos de fado dos últimos tempos.

Mas não fica por aqui.

“Guarda-me a Vida na Mão”, o disco de estreia de Ana Moura, de 2003, entrou também esta semana no TOP, atingindo nesta fase o Disco de Ouro.

Em digressão por todo o Mundo, este também foi o ano dos grandes concertos em Portugal para Ana Moura.

Já citámos os incontornáveis e prestigiados Coliseus, mas a fadista tem corrido o País, como nunca antes havia feito.

Dia 12 de Julho, actua no Jardim do Cerco em Mafra, no âmbito do CoolJazzFest, num cartaz que inclui nomes como Diana Krall, Caetano Veloso, Herbie Hancock ou Madeleine Peyroux.

Este será um espectáculo onde participam também os cúmplices dos Coliseus.


Jorge Fernando, Maria da Fé e Beatriz da Conceição como convidados.

José Manuel Neto (guitarra portuguesa),

José Elmiro (viola)

Filipe Larsen (viola-baixo) são os músicos que a acompanharão.







VADIOS no Centro Cultural de Belém



vadios



Camané + Bernardo Sassetti + Mário Laginha


Sábado . 12 Julho . 22h30 . Grande Auditório . CCB



Camané: voz

Bernardo Sasetti: piano

Mário Laginha: piano



Músico convidado: Carlos Bica contrabaixo


Três músicos que dispensam apresentações num projecto inédito, criado especificamente para o Festival de Música Portuguesa Hoje.
A grande voz masculina do fado junta-se a dois dos mais consagrados músicos de jazz nacionais para, juntos, procurar dar sentido ao conceito de contaminação musical.

Do fado pelo jazz, do jazz pela canção portuguesa ou, simplesmente, para criar um espaço comum no universo da música portuguesa contemporânea.

Como convidado, a voz única do contrabaixo de Carlos Bica.

Concertos de Verão no Museu do Oriente


Jazz no Museu do Oriente


O Museu do Oriente apresenta um espectáculo em trio com Carlos Bica, João Paulo Esteves Silva e Mário Delgado, no dia 11 de Julho, às 19h00, no âmbito do ciclo Concertos de Verão.
Resultante do lançamento de Single, o primeiro álbum de contrabaixo solo de Carlos Bica, o concerto resulta num encontro inédito e surpreendente entre artistas cujo currículo e criatividade musical dispensa apresentações.
Na digressão de promoção do álbum, o contrabaixista convidou e tocou com alguns dos seus amigos e músicos favoritos, como Jesse Chandler, Sam the Kid, DJ Ilvibe, Matthias Schubert, Kalaf, Kalle Kalima, Alexandre Soares, Jorge Coelho e Ana Brandão.


O concerto não será apenas um espectáculo a solo com convidados, mas antes uma apresentação em trio, já que, como o próprio Carlos Bica salienta: “Seria um desperdício não tirar o máximo proveito da presença de João Paulo e Mário Delgado e de toda a música que têm para dar”.
Os Concertos de Verão realizam-se quinzenalmente, às Sextas-feiras, no Museu do Oriente e prolongam-se até 18 de Setembro.


Concertos de Verão


Músicos: Carlos Bica (contrabaixo), João Paulo Esteves da Silva (piano), Mário Delgado (guitarra)
11 de Julho
19h00
Auditório Museu do Oriente

Transportes Públicos a melhor forma de chegar ao Optimus Alive! 08!!



OPTIMUS ALIVE!08

VÁ DE TRANSPORTES PÚBLICOS

Evite o trânsito, o stress para estacionar e vá de transportes públicos para o Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, desfrutar do Maior Evento de Música e Arte do ano, o Optimus Alive!08.
Para sair do recinto, a CP colocou comboios a disposição do público até às 4 da manhã, hora de encerramento do recinto, que fazem a ligação entre Algés, Cascais e o Cais do Sodré.
Os comboios, gratuitos para os portadores de passes mensais da CP ou bilhetes de 10 viagens, saem de Algés às 2h30, 3h00 e 4h00 da manhã, em ambas as direcções, funcionando assim para além do horário regular que termina à 1h30 da manhã.

Entre a meia-noite e as cinco da manhã, a Rede da Madrugada da Carris, garante várias ligações a partir de Algés ou do Cais do Sodré (como Benfica, Linda-a-Velha ou Gare de Oriente) de meia em meia hora ou de uma em uma hora.

Para informações mais detalhadas, consulte o site oficial do festival ou o site da carris.

Os portadores de Acesso ao Campismo, têm à disposição autocarros gratuitos de meia em meia hora, da porta do recinto para a porta do campismo, entre a meia-noite e as quatro e meia da manhã.

Para chegar ao recinto as opções são ainda maiores, desde as várias ligações de autocarro e eléctrico, aos comboios da linha de cascais, passando pelos autocarros gratuitos para os portadores de Acesso ao Campismo.


http://www.optimusalive.com/ *
www.myspace.com/optimusalive