domingo, 25 de novembro de 2007

Josh Rouse no Teatro Circo de Braga



JOSH ROUSE AO VIVO EM BRAGA


27 de Novembro, 23h00, 15€



“Country Mouse, City House” é o mais recente álbum do cantor e compositor norte-americano Josh Rouse e que motiva o concerto, a 27 de Novembro (23h00), no Theatro Circo. Rouse faz-se acompanhar pela sua banda e deixa a primeira parte do espectáculo para os ritmos do argentino Federico Aubele.

Com um estilo já apelidado de “melodic folk”, “alt-country” ou mesmo “soft-rock”, Josh Rouse, agora em plena digressão europeia, tem vindo a conquistar internacionalmente o reconhecimento que cedo alcançou nos Estados Unidos.
Após “Subtitulo”, trabalho que surgiu em 2006 e que Rouse define como um «disco de Verão», o cantor, também conhecido como o “americano tranquilo”, reaparece agora com “Country Mouse, City Mouse”, um registo mais profundo que aborda temas como morte, isolamento, natureza, religião e sonhos.
De um percurso iniciado em 1998, com o álbum “Dressed Up Like Nebraska”, conjunto de gravações iniciais que lhe valeram a aclamação da crítica, Josh Rouse sobressai também – para além da edição de sete álbuns e de inúmeros singles de sucesso, que têm vindo a compor bandas sonoras de séries televisivas e filmes, designadamente de “Dr. House” – pela constante busca de uma sonoridade autêntica, mas muito próxima das produções musicais dos anos 60 e 70.

Com uma carreira profícua e dono da própria editora, a “Rycodisc”, Josh Rouse editou praticamente um disco por ano e atingiu o maior sucesso em 2005 com “Nashville”, registo que inclui o single “Winter in the Hamptons”, que reflecte, através de uma mistura de rock, jazz e baladas, a notável versatilidade musical do seu autor.
Natural do Nebraska e actualmente a residir em Espanha, Josh Rouse escreveu a sua primeira canção aos dezoito anos e aprendeu a tocar guitarra com um familiar, cedo revelando um talento pouco comum que, ao ser reconhecido pela crítica, lhe permitiu a dedicação exclusiva à música.
Dono de uma noção muito particular de sucesso, que define como o resultado do processo de fazer com que, através da “Rycodisc”, a sua música chegue mais facilmente aos admiradores, seja pela Internet ou pela via habitual, permitindo-lhe «fazer discos e ganhar o suficiente para continuar a fazê-los», Josh Rouse prevê já para o início de 2008 o lançamento de um novo projecto.


NOITE COMEÇA COM RITMOS DO

ARGENTINO FEDERICO AUBELE


Pela primeira vez em Portugal, ao argentino Federico Aubele é atribuída a missão de protagonizar a primeira parte do concerto de Josh Rouse em Braga. Com dois álbuns editados - “Gran Hotal Buenos Aires” e “Panamerica”, o autor e cantor Federico Aubele sobressai por uma mistura inesperada de sonoridades que se estendem do “dub” ao “reggae” e do tango ao “easy listening”.
Após anos de digressão, Aubele regressa aos lançamentos discográficos com 13 temas de sua autoria, interpretados em espanhol e acompanhados por instrumentos tão diversos como a guitarra ou o acordeão.

Os ingressos para este espectáculo, a 15 euros, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo.
Mais informação:
Luciana Queirós da Silva (http://mail.google.com/mail/h/uavfl6qsiv2k/?v=b&cs=wh&to=imprensa@theatrocirco.com ou 913 093 094

“DE IMPROVISO” na Fox FX

“De Improviso” (“Unscripted” no título original) – um drama (com muito humor à mistura) sobre as experiências de 3 actores desempregados à deriva no acidentado terreno de Hollywood – chega ao FX no dia 25 de Novembro.

Bryan (Bryan Greenberg) é um tipo simpático que sofre todas as indignações que um jovem actor pode suportar; Krista (Krista Allen) é a rapariga que tenta fugir aos papéis de sex symbol mas que continua a ser chamada unicamente para os castings da mulher sensual e a sair nas revistas como a mulher-bomba; Jennifer (Jennifer Hall), ao contrário, é constantemente ultrapassada devido à sua aparência, mas vai mantendo um espírito positivo. Estes três amigos partilham as aulas de representação, leccionadas pelo mítico Goddard Fult (Frank Langella), um homem de muitas palavras que pode, por vezes, ser um pouco agressivo com as suas críticas construtivas mas que junta paixão genuína ao seus ensinamentos das artes do espéctaculo.

“De Improviso” é um olhar sobre três almas desesperadas na sua tentativa de sobreviver numa terra em que a primeira palavra dirigida a um actor é sempre “Não”.

“DE VOLTA À RIBALTA” na Fox FX

“De Volta à Ribalta” (“The Comeback” no título original) estreia a 25 de Novembro no FX. Criada por dois dos maiores mestres em comédia que Hollywood já teve o prazer de conhecer, Lisa Kudrow (“Friends”) e Michal Patrick King (produtor executivo de “O Sexo e a Cidade”), “De Volta à Ribalta” é uma série sobre uma actriz que tenta desesperadamente voltar aos tempos em que era uma estrela de televisão, num mundo onde o sucesso e o falhanço são muitas vezes decididos pela idade, aparência, e (talvez com menos frequência) pela determinação.

Valerie Cherish aceita assim ser a protagonista de um reality show que vai acompanhá-la na perseguição de um papel numa série televisiva sobre “quatro solteiros sexy a viver num apartamento”… A série expõe as incongruências da TV real, o corropio dos bastidores das produções televisivas, e os desafios colocados a uma actriz na casa dos quarenta, enquanto tenta ressuscitar a sua carreira e dar um rumo à sua vida pessoal – tudo sob o olhar imperdoável das câmaras de televisão.

À volta de Valerie circulam o marido, Mark (Damian Young) e a empregada doméstica, Esperanza (Lilian Hurst), que não estão muito felizes com o facto de ter que partilhar as suas vidas com as câmaras. Felizmente, há Mickey (Robert Michael Morris), o bem-disposto cabeleireiro, que está radiante por poder aparecer uns minutos na televisão.

Uma série dentro de uma série dentro de outra série, “De Volta à Ribalta” é uma comédia original e actual que dá especial destaque às pequenas humilhações que acompanham a busca desenfreada pela fama, e o que passa como entretenimento e “realidade” no que é o rolo compressor da televisão dos nossos dias.


Emissão: Domingos às 22h45 / Repetição: Segundas às 19h00

SEM SAÍDA no NGC


Resgatados e salvadores unem as suas forças para sobreviver aos desastres mais espectaculares dos últimos tempos.

“Sem Saída”, é uma nova série que o National Geographic Channel estreou este domingo, dia 25 de Novembro, as 20h00. A série será habitualmente emitida à quinta-feira, às 22h00, a partir de dia 29. A série documental apresenta uma visão pessoal dos resgates mais incríveis da história, através dos testemunhos de resgatados e salvadores. Esta série, de seis episódios, realiza uma reflexão acerca daquilo que inspira estes indivíduos para seguir em frente quando já não há qualquer vislumbre de esperança. Uma homenagem ao heroísmo, ao sacrifício e à valentia como exemplo do poder da vontade humana.

“Sem Saída: Acidente Aéreo nos Andes” Estreia: Domingo 25 às 20h00 Reposição: Domingo 2 de Dezembro às 14h00

Esta é uma das histórias de sobrevivência mais impressionantes de todo o século XX. Um avião encontra turbulência, sai da sua rota e despenha-se no meio dos Andes. 32 dos 45 passageiros sobrevivem ao acidente, mas quase não têm comida nem água, nem roupa de abrigo que lhes permita proteger-se das geladas temperaturas, 40 graus abaixo de zero. Os sobreviventes, desidratados, idealizam um método para derreter a neve e conseguir a água necessária para sobreviver a grande altitude. Em poucos dias, as reservas de comida esgotam-se. Os sobreviventes têm que conseguir uma nova fonte de alimento se não querem morrer de fome. A necessidade obriga a tomar uma decisão drástica: se quiserem sobreviver, terão de se tornar canibais.

As semanas passam e a moral dos sobreviventes está de rastos. Convencidos de que para chegar à civilização só terão de atravessar uma montanha, três dos jogadores de rugby aventuram-se na espessura nevada das montanhas numa tentativa desesperada de encontrar ajuda. Mas os seus cálculos estão errados e quando conseguem chegar ao topo da montanha, apercebem-se de que estão encurralados numa cordilheira. Desmoralizados e exaustos, um deles decide regressar ao ponto de partida, enquanto os outros dois progridem na sua travessia pelas montanhas. Depois de mais de uma semana a caminhar pelas gélidas paragens dos Andes, encontram o primeiro vislumbre de civilização. 72 dias após o acidente, os 16 sobreviventes que restam são resgatados num dos maiores triunfos da luta pela vida.

“Sem Saída: Emergência no Oceano” Estreia: Domingo 25, às 21h00 Reposição: Domingo 2 de Dezembro às 15h00
Canadá, Janeiro de 2003 - Um capitão finlandês e a sua tripulação ficaram presos a mais de 450 quilómetros do porto mais próximo em Newfoundland, Labrador. Os motores de 12 cilindros do barco não funcionam e, sem poder navegar, o barco está completamente exposto às terríveis tormentas do Oceano. Mais de 7.000 barcos já naufragaram nestas águas geladas devido às enormes ondas. Não há barcos de arraste nas imediações e os marinheiros terão de abandonar o “Camila” antes que chegue a tormenta.

O Esquadrão de Busca e Resgate canadiano recebe a chamada e põe-se rapidamente em marcha. Trata-se de uma operação M1, ou, por outras palavras: de vida ou de morte. A tormenta que se aproxima é como uma bomba meteorológica e vai crescendo em intensidade à medida que se aproxima do “Camila”. As ondas são cada vez mais altas, o vento cada vez mais poderoso e falta muito pouco para cair a noite. O helicóptero realiza uma manobra mortal para lançar alguns cabos de menos de 5 milímetros de diâmetro para que os homens se possam agarrar. Porém, um erro fatal no último minuto está prestes a pôr em perigo toda a missão.

António Lobo Antunes vai à Póvoa do Varzim apresentar novo livro



O escritor António Lobo Antunes regressa à Biblioteca Municipal para apresentar, na próxima quarta-feira, 28, às 21h30,o seu mais recente romance, “O Meu Nome é Legião”.
Usando a linguagem de um relatório policial, Lobo Antunes relata o quotidiano de um bando, oriundo de uma zona a que chama simplesmente Bairro e que evoca as zonas periféricas das grandes cidades e o leitor percorre, como se fosse sua, a vida de pessoas que vivem na pior parte do pior sítio do mundo.
“O Meu Nome é Legião” anuncia uma inovação na técnica narrativa do autor:

"E não tenho medo dela, não tenho medo de vocês, não tenho medo de nada, os plátanos do pátio, mil plátanos de berma de estrada que vou ultrapassando um a um neste carro roubado com a velha no outro banco a dizer-me - Menino".
Depois de aqui ter apresentado, em Março do ano passado, o “Terceiro Livro de Crónicas”, António Lobo Antunes regressa à Biblioteca Municipal para partilhar com os leitores este seu novo romance e alguns momentos de conversa, como só ele sabe.


Lobo Antunes nasceu em Lisboa, em 1942.

Estudou na Faculdade de Medicina de Lisboa e especializou-se em Psiquiatria, tendo exercido, durante vários anos, a profissão de médico psiquiatra.

Em 1979 publicou os seus primeiros livros, “Memória de Elefante” e “Os Cus de Judas”, seguindo-se, em 1980, “Conhecimento do Inferno”.

Estas primeiras obras são marcadamente biográficas, estão muito ligadas ao contexto da guerra colonial e imediatamente o transformaram num dos autores contemporâneos mais lidos e discutidos, no âmbito nacional e internacional.

Todo o seu trabalho literário tem, ao longo dos anos, sido objecto dos mais diversos estudos, académicos ou não, e o número de distinções literárias, nacionais e internacionais, é vasto: conquistou duas vezes, o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa, o Prémio Europeu de Literatura (Áustria), o Prémio Ovídio (Roménia), o Prémio Internacional de Literatura da União Latina (Roma), o Prémio Rosalía de Castro (Galiza), o Prémio Jerusalém de Literatura, o Prémio Iberoamericano das Letras José Donoso e o Prémio Camões, entre outros.



Exposição de Fotografia no Museu da Imagem em Braga



MUSEU DA IMAGEM TRAZ A BRAGA
“THE IDEA OF SOUTH” DE BRUNO SANTOS



O Museu da Imagem, em Braga, inaugurou, ontem sábado a exposição de fotografia “The Idea of South”, de Bruno Santos.

A mostra, que vai estar patente ao público até 30 de Dezembro neste espaço cultural do Município de Braga dedicado à fotografia, pode ser apreciada de terça a sexta-feira (11h00/19h00) e aos sábados e domingos (14h30/18h30).
“The Idea of South” apresenta-se como um projecto de fotografia conceptual, que «encerra todas as determinações temáticas da reflexão sobre o social», evocando «a forma perversa como as nossas pulsões se transformam em sublimações».


Maria do Carmo Serén, crítica de fotografia, explica: «“Between”, a série de retratos dos gestos quase vazios de expressão, de um quotidiano de insegurança banalizada que continua a inquietar estas nossas sociedades do sul, tão useiras da cumplicidade; “Surroundings”, esses lugares que são fluxos de dependência de periferias com frágeis infraestruturas de sobrevivência; “Refuges”, onde subjazem os últimos alentos de agregação e essa série polissémica dos colchões abandonados no que ficou do natural inabitável».


Esta colecção de imagens que Bruno Santos traz agora a Braga usa a cor sem exuberância, «para que o excesso do real se imponha», fotografias lisas, directas, neutras, sem enfeite, informativas quanto-baste, «interagindo pela seriação organizada e que omite a perspectiva triangular, evitando cuidadosamente o sistema de fuga e oferecendo-nos a horizontalidade das coisas, horizontes e devaneios».

São, indiscutivelmente, sagazes argumentos em busca de audiência, num projecto conceptualmente processado – garante aquela especialista.
Neste contexto, Maria do Carmo Serén considera que, hoje, a fotografia esclarece que tudo o que realmente conta, a inovação, a arte, a revolução, a violência ou a diferença, acontece no território da informação.

Aí – diz –, a fotografia gere a visibilidade do mundo e produz uma cultura de observatório com um sistema de desocultação onde as coisas (esse mundo, esses rostos, esses efeitos visíveis do tempo e do modo sobre a matéria) são, antes de tudo, idênticas à sua definição, o que tem muito a ver com o saber acumulado pelas imagens.
«Talvez por isso mesmo, estes rostos são, acima de tudo, máscaras, transitórias e identificáveis, mas sucedâneos de um rosto ausente; no sul, neste sul onde o desleixo e a impunidade se erguem como imaginação e sabedoria, as máscaras de Bruno Santos ainda conservam alguma perplexidade, mas a ritualidade expressionista das convulsões dos sentimentos que o neo-realismo soube suspender, já tornou homogénea a definição», escreve, no texto de apresentação desta mostra.
Para Serén, “The Idea of South” escava de forma mais profunda, ultrapassando o argumento, «porque este também é um tempo de crise da fotografia». E o corpo – sublinha – é também produto da sua envolvente imediata.

«Reconstruímos em nós os referentes, o design daquelas letras pintadas na caixa de correio do prédio periférico, a esplanada de um lazer adiado naquele café térreo, o “terraço” definido pelas vigas sobre a carrinha abandonada, o tempo acumulando novos abandonos sobre os colchões degradados, a imensa banalidade destes restos de uma civilização insatisfatória – o Sul?», interroga-se.
De acordo com a leitura desta especialista, estamos perante «imagens da doença do viver, onde a saga dos “Ex-Dreamers” recoloca a incúria dos nossos sonhos e a sua incapacidade em alicerçar a nossa persistência: os colchões, dispositivos maiores ou menores das nossas fantasias, do mesmo modo que os sonhos que aí construímos, se pervertem no chão, entregues ao poder destrutivo do tempo e do esquecimento».

Bruno Santos nasceu em Lisboa em 1968, fez estudos em Cultura Visual e Fotografia, cursos livres em fotografia e arte contemporânea na Fundação Calouste Gulbenkian e na Torre do Tombo. Publicou no “DNArtes” (Portugal), “Camera Áustria” (Áustria), “Purple Fashion” (França), “Dayfour Magazine” (Reino Unido), “Black & White Magazine” (EUA). Está representado em colecções públicas da Fundação PLMJ, do Museu da Imagem/Encontros da Imagem, e da “Maison de la Photographie” (Lille-França) e em colecções privadas em Portugal e Espanha.













































sábado, 24 de novembro de 2007

ESPECIAL HEROES


Acompanhe os espisódios 9, 10 e 11 da série “Heroes” – a série do momento - neste especial de programação que a Fox emite no fim de semana de 24 e 25 de Outubro.

Emissão: Sábado, 24 de Novembro às 17h00 / Repetição: Domingo, 25 de Novembro às 23h35



Ep.9: "Homecoming" / Ep.10: "Six Months Ago" / Ep.11: "Fallout"

A Outra Face no AXN


O Agente do FBI Sean Archer (John Travolta) está a trabalhar infiltrado numa missão que tenta localizar uma potente arma biológica que o terrorista Castor Troy (Nicolas Cage) colocou na cidade de Los Angeles. Troy é não apenas o responsável por numerosos actos terroristas como também pela morte do filho de Archer, Michael. Depois de capturar Troy, e para averiguar o paradeiro do artefacto letal, Archer submete-se a uma intervenção cirúrgica na qual lhe é implantado o rosto do seu inimigo. Mas tudo se complica terrivelmente quando Troy, depois de acordar do estado de coma em que se encontrava, obriga os médicos a transplantar-lhe o rosto de Archer, ficando desta forma não apenas com a sua cara mas também com o seu trabalho e a sua família. Começa assim um jogo de “gato e rato” entre estes dois homens que estão ironicamente presos no corpo do seu inimigo. John Woo, responsável por êxitos como “Missão Impossível II”, “Broken Arrow" ou “Paycheck”, dirige este filme de acção no qual John Travolta e Nicolas Cage partilham pela primeira vez protagonismo numa película em conjunto.

Emissão: Sábado 24 de Novembro às 22h30

Fantasia no Theatro Circo de Braga



O SONHO DA PRINCESA CLARICE”
TRAZ FANTASIA AO THEATRO CIRCO



“O Sonho da Princesa Clarice” é a encenação da Companhia de Dança de Almada que assinala a 24 (17h00 e 21h30), 25 (11h00) e 26 (10h30 e 14h30) de Novembro o regresso dos espectáculos infantis ao Theatro Circo.

Com interpretações de Carla Albuquerque, Carolina Parreira, Daniela Ferreira, Diana Rodrigues, Joana Beijoco, Jorge Albuquerque e Susana Rosendo, “O Sonho da Princesa Clarice” propõe aos mais novos uma viagem para um mundo distante, do outro lado do arco-íris, onde existe um reino feito de trapos e de sonhos: o Mundo da Fantasia.
É neste mundo, habitado por princesas, fadas, duendes, e outros seres encantados, feitos de trapos, mas cheios de magia e cor, que, um certo dia, a Princesa Clarice reúne os seus amigos e lhes conta que sonhara ter uma amiga especial — «que fosse uma Flor e, ao mesmo tempo, uma Menina…».
Adaptado a partir da obra “Era Uma Vez um Sonho”, de Julieta Franco, “O Sonho da Princesa Clarice”, concebido e coreografado por Carla Albuquerque e Maria João Mirco, surge de uma atmosfera composta de duendes, bruxas, guizinhos e, mesmo, de um dragão, que transporta o público para um universo encantado que, para além de muita cor, música e personagens engraçadas, tem cheiro, sabor e pode ser tocado.

Concebido para crianças com idade superior a três anos, mas também para pais e educadores, “O Sonho da Princesa Clarice” desenvolve-se numa narrativa que coloca a amizade em primeiro plano.

Sabendo do sonho da Princesa, «Era uma Vez – o Duende dos Sonhos – decide concretizá-lo, contando, para isso, com a ajuda da Fada das Cores, da Bruxinha Guizinhos e do Dragôncio, que embarcam numa viagem fantástica em busca da Menina-Flor do sonho da Princesa».
Constituída em 1990, ano a partir do qual se dedicou à produção e apresentação de mais de 500 espectáculos vistos por milhares de espectadores portugueses e estrangeiros, a Companhia de Dança de Almada tem dedicado parte da sua actividade à produção e co-produção de espectáculos especialmente concebidos para o público infanto-juvenil.
Responsável pela co-organização de eventos de intercâmbio entre criadores e bailarinos portugueses e a comunidade internacional, designadamente com a “Silesian Dance Theatre” (Polónia), a “Companhia de Teatrodanza” de Tiziana Arnaboldi (Suíça) ou com o “Opus Nigrum Dance Laboratory” (Áustria), a Companhia de Dança de Almada distingue-se ainda pelas vastas participações em festivais e encontros de dança nacionais e internacionais, de entre os quais se destaca a 26.ª edição da “Fira de Teatre Al Carrer”, Tàrrega, onde conquistaram o galardão de “Melhor Estreia em Sala”.

Os ingressos, a 5€, estão disponíveis nas bilheteiras do Theatro Circo.

Companhia de Teatro de Braga leva à cena " O Profissional"



“O PROFISSIONAL”
TRAZ CONFLITO DOS BALCÃS
AO PALCO DO THEATRO CIRCO



“O Profissional” é o trabalho dramático que a Companhia de Teatro de Braga leva à cena do Theatro Circo a 22, 23, 27 e 28 (21h30) de Novembro, numa primeira fase, e a 1, 4 e 5 de Dezembro (21h30), posteriormente. A encenação é de Manuel Guede de Oliva.

Da autoria do dramaturgo e guionista sérvio Dusan Kovacevic, “O Profissional” contextualiza-se num género policial negro e político, inscrito nos anos da tragédia balcânica.
Com interpretações de Rui Madeira, Teresa Chaves, Jaime Soares e Carlos Feio, a acção desenvolve-se nas vidas de um jornalista, jovem estudante contestatário que se torna editor, e de um escritor à procura do editor, que, de acordo com o protagonista, «quer, afinal, editar os anos de pesquisa conduzida, enquanto polícia secreto (agora sem emprego), sobre o tal editor».
Nestas interacções, sobressaem os meandros da vida antes e depois da queda do regime e uma democracia que não garante o íntimo e o privado.


Encenado por Manuel Guede de Oliva, professor, escritor e, durante 14 anos, director do Centro Dramático Galego, o texto de “O Profissional”, na circunstância traduzido por Regina Guimarães, constitui, segundo Rui Madeira, uma «profunda e dramática história de vidas (…) , em que os traumas de uma sociedade e de um regime estiolam por dentro de cada um e o que chega à superfície, ao quotidiano, são estilhaços que há muito perderam a possibilidade de se reagrupar e formar um todo coerente».
Contudo, embora faça o retrato de uma sociedade recentemente abalada por um conflito não apenas bélico, mas, acima de tudo, ideológico, “O Profissional” recorre ao cómico para se constituir numa «lição moral de radical magnitude».
«Em “O Profissional” aparece a cómica tristeza daqueles que um dia ficaram sem pátria»: «ou seria conveniente inverter esta ordem e falar daqueles a quem a História roubou a sua história pessoal?», questiona o encenador Manuel Guede de Oliva.
Consciente do papel que o cómico e a ironia têm vindo a representar nas sociedades, designadamente enquanto elemento destruidor da repressão, o encenador, que define este trabalho como «uma risada triste, uma gargalhada áspera ao pé do abismo, contra a crueldade de certos destinos», vai, desta forma, ao encontro de Kovacevic, que, nesta obra demonstrou não estar «disposto a negociar o riso, a ironia, o sarcasmo, os espelhos grotescos que reflectem o fim do século XX, que, na Europa, acaba como começou – como uma terrível maldição, sangrando pelas cicatrizes dos Balcãs».
Nomeado em 2005 como Embaixador da Sérvia em Portugal, Dusan Kovacevic atingiu o reconhecimento pelas peças de teatro e guiões que escreveu, designadamente para o célebre realizador Kusturica.

Contudo, o seu trabalho só passou a estar disponível em Inglês a partir de meados dos anos 90.

Os ingressos, a 10 euros para o público em geral e a 5 euros para estudantes e pessoas com mais de 65 anos, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo.

Maria Rita no Casino Estoril


Maria Rita estreia-se
em noite de Gala no

Casino Estoril


Em noite de Gala dedicada à música brasileira, Maria Rita actua, no próximo dia 25 de Novembro, no Casino Estoril.
Num concerto acústico, adaptado aos inovadores meios técnicos do Salão Preto e Prata, a artista interpreta os principais temas do álbum “Segundo”, revisitando, ainda, outros êxitos discográficos.
Com uma agenda que privilegia actuações intimistas, Maria Rita desloca-se, assim, a Portugal para se estrear, ao vivo, no Salão Preto e Prata. Trata-se de outro momento alto do programa comemorativo do 50º aniversário da Estoril Sol, que se prolonga até ao final de 2008.
Com uma empatia natural, em palco, Maria Rita será acompanhada pelos músicos Ricardo Silveira e Leandro Sapucaí, que partilham, de forma única, os diferentes registos do seu reportório.
Produzido, em 2005, por Lenine e pela própria Maria Rita, “Segundo” integra mais de uma dezena de temas, entre os quais se destacam, por exemplo, “Caminho das Águas”, “Recado”, “Ciranda do Mundo”, “Minha Alma, “Sem Aviso”, “Muito Pouco” ou “Feliz”.
Numa homenagem a vários artistas brasileiros, “Segundo” reúne composições de nomes consagrados como Edu Lobo ou Chico Buarque, este reiterpretado com o tema “Sobre Todas as Coisas”.
Admiradora das sonoridades do músico Marcelo Camelo, Maria Rita recria, habitualmente, “Casa Pré-Fabricada”, do disco "Bloco do Eu Sozinho", e interpreta, ainda, “Despedida”.

Por vezes, ao vivo, canta em espanhol a faixa “Mal Intento”, do uruguaio Jorge Drexler.
Filha da cantora Elis Regina e do músico César Camargo Mariano, Maria Rita nasceu em São Paulo, em 1977.

Com efeito, as raízes familiares foram determinantes para o desenvolvimento da sua formação musical.
Considerada uma das referências da nova geração da música brasileira, a artista gravou, em 2003, o seu primeiro álbum, intitulado, precisamente, “Maria Rita”.

Os seus êxitos discográficos prosseguiram com “Segundo”, editado, em 2005 e, mais recentemente, “Samba Meu”, que já mereceu a distinção da crítica especializada.
Com o Welcome Drink marcado para as 20 horas, no Du Arte Lounge, seguir-se-á o jantar, pelas 21 horas, no Salão Preto e Prata.

Maria Rita sobe ao palco pelas 23 horas.


O preço é de € 80 por pessoa, sendo recomendado como traje o fato escuro.
As reservas podem ser efectuadas:
- Casino Estoril através do telefone 214 667 700

José Cid celebra no Campo Pequeno 40 anos de Música



BALADAS & POP ROCK
DIA 24 DE NOVEMBRO
21H30



JOSÉ CID um artista com mais de 50 anos de carreira e 36 discos editados vai apresentar-se em nome próprio, dia 24 de Novembro ,no Campo Pequeno.
Multifacetado e por vezes polémico JOSÉ CID é e será sempre um “pintor de canções”.

Para ele uma canção só faz sentido, se resistir ao tempo e à moda, e nisso ele é um mestre. Muitos dos seus temas atravessaram gerações e tornaram-se grandes clássicos da música portuguesa.

E a música portuguesa estaria muito mais pobre sem JOSÉ CID e êxitos como: “20 Anos”,”A Lenda De El Rei D. Sebastião”, “Balada Para D. Inês”, “A Cabana Junto à Praia”, “Cai Neve Em Nova Iorque”, “Um Grande Grande Amor”,”A Rosa Que Eu Te Dei”,” No Dia Em Que O Rei Fez Anos”,“O Rock Dos Bons Velhos Tempos”, “Morrer Em Nova Iorque”, “Ontem, Hoje e Amanhã
” A Minha Música”, “Morrer Por Ti”, apenas para citar alguns.
É tudo isto que JOSÉ CID vai levar ao palco do Campo Pequeno.

Tudo o que tão bem sabe fazer, um pop de sonho, um rock rebelde e a sua visão sempre criativa desde 1957.

Rui Horta apresenta novo trabalho no Centro Cultural de Belém


SCOPE
NOVA CRIAÇÃO DE RUI HORTA

23 a 25 de Novembro
Dia 23: 19H e 21H30
Dia 24: 19H e 21H30
Dia 25: 16H e 19H
Palco do Grande Auditório
Centro Cultural de Belém





Aprofundar o olhar sobre a comunicação e as inevitáveis fronteiras que entre nós colocamos. Espaço de manobra para a percepção dos mais ínfimos detalhes e das mais subtis diferenças.
O público dentro de um universo de dúvida e estranheza, num espaço cénico partilhado com os intérpretes, que a cada instante condiciona a percepção.
Aceitar esse lugar único de público em diálogo com a obra, de público transformador.
A percepção, o diferente olhar que temos da mesma realidade.
Os intérpretes descobrem-se a si mesmos e o público reinventa o ângulo de visão. “Como és” e não “quem és”.
A enorme distância entre o “como” e o “quem” é a viagem da obra em busca do objecto o mais subjectivo de todos, o do desejo. “Vaivém” entre a razão e a emoção, a surpresa e o trompe-l’oeil.
Percurso sinuoso, construção virtual habitada pelos nossos próprios fantasmas, funcionando como uma verdade, algo que desloca o “que vemos” para o “que queremos ver”.
E que território de mal-entendido mais universal existirá que o do amor?
Cada um verá o que entender, ou melhor ainda, entenderá à sua maneira aquilo que quer ver.
(Rui Horta )

RUI HORTA

Natural de Lisboa, iniciou os estudos de dança no Ballet Gulbenkian.
Continuou a sua formação em Nova Iorque, onde dançou em vários projectos e foi professor em escolas conceituadas.
Nos anos oitenta distinguiu-se como um dos mais importantes impulsionadores da nova dança portuguesa, tendo com ele trabalhado alguns dos mais marcantes bailarinos e coreógrafos da sua geração.
Nos anos noventa foi viver para a Alemanha, onde dirigiu o Soap Dance Theatre, grupo de referência na dança contemporânea europeia, tendo o seu trabalho sido apresentado em todo o mundo nos mais importantes teatros e festivais.
As suas obras fazem parte do reportório de várias companhias, como o Ballet Culberg e o Ballet Gulbenkian.
Em 2000 regressou a Portugal, tendo estabelecido em Montemor-o-Novo, no Convento da Saudação, um centro de pesquisa transdisciplinar na área das artes do espectáculo.
Como desenhador de luzes, e para além de desenhar as luzes das suas próprias obras, colabora ocasionalmente com outros criadores das áreas da dança, teatro e ópera, desenhando as luzes para os seus espectáculos.


FICHA ARTÍSTICA:

Conceito/Espaço cénico/Textos – Rui Horta
Coreografia em colaboração com os intérpretes – Rui Horta
Desenho de luz/ Multimédia – Rui Horta, Hélder Cardoso
Criação e operação de multimédia – Hélder Cardoso
Música original – Tiago Cerqueira
Intérpretes – Romeu Runa e Elisabeth Lambeck
Textos adicionais – Miguel Rocha
Adereços de figurinos – Luís Lacerda e Nuno Tomaz
Produção – Filipa Hora
Direcção técnica – Nuno Borda d’ Água/Luís Bombico

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Mundo Mix PT na Alfândega do Porto


É já nos próximos dias 24 e 25 de Novembro – sábado e domingo - que o Mundo Mix PT, ponto de encontro de novos talentos da cultura urbana, regressa para a última edição de 2007. A Alfândega do Porto vai ser o palco de mais um “concentrado de criatividade” nas áreas da moda, design, artes plásticas, ilustração e fotografia. Entre as 14h e as 22h horas pode visitar os trabalhos dos novos talentos presentes no Mundo Mix PT.

Para finalizar 2007, e depois do sucesso alcançado nas 3 edições deste ano do Mundo Mix PT, a organização convidou 3 escolas para viverem a cultura do evento: o CITEX – Centro de Formação Profissional da Indústria Têxtil -, a ESAP – Escola Superior Artística do Porto – e a FAUTL – Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa – que esteve presente na edição de Cascais, indo alguns dos alunos repetir a experiência vivida.

O Mundo Mix PT vai, uma vez mais, dar a oportunidade aos jovens estudantes de apresentarem os seus trabalhos ao público e de participarem neste “concentrado de criatividade”. O CITEX vai contar com a presença de Paulo Almeida, aluno que recentemente foi galardoado com o prémio Kult Magazine, e que vai apresentar a sua colecção e com o trabalho dos alunos finalistas do curso de Design de Moda e Design Têxtil. A ESAP vai destacar os trabalhos de fotografia, entre outros o diaporama “365 retratos” dos alunos do curso de Artes Visuais-Fotografia, e de serigrafias dos alunos do curso de Arquitectura. A FAUTL vai contar com a presença de três alunas – Elvia Vasconcelos, Inês Vicente e Penélope Lima – do curso de Design e Moda que vão repetir a experiência da edição do Mundo Mix de Cascais e apresentarem as suas novas colecções.

Cerca de 50 expositores vão participar na edição do Porto do Mundo Mix PT com trabalhos divertidos e únicos. Lidja Kolovrat, uma das presenças assíduas da Moda Lisboa, é convidada para estar presente no Mundo Mix PT e apresentar o seu trabalho irreverente e único na área da moda. Criatividade, compras originais, animação e solidariedade são presenças confirmadas neste Mundo Mix PT.

E como não podia deixar de ser, o Mundo Mix PT vai ter muita música e movimento a cargo dos Tchakare Kanyembe, no sábado, às 17H. E como já vem sendo hábito, o ambiente vai estar sempre muito animado pelos sons da “Cabine DJ Metro” com a coordenação de Xana Guerra, que nesta edição vai contar com a presença de DJ’s convidados: Henrique, João Diniz e Blix.

A pensar nas crianças que visitam o Mundo Mix PT, a organização dedica-lhes um espaço especial, o “Mini Mix”, onde os mais pequenos se podem divertir ao mesmo tempo que aprendem potenciando a criatividade dos mais pequenos permitindo a construção de trabalhos originais a partir de desperdício de plástico. A oficina dos brinquedos vai funcionar nos dois dias do evento – 24 e 25 de Novembro -, das 17h às 19h.

Uma das novidades de 2007 é o CD “Mundo Mix PT: Mercado”, coordenado por Xana Guerra, à venda nas quatro edições do Mundo Mix PT de 2007 (em Lisboa, Lagos, Cascais e Porto) por 5€. Trata-se de uma edição especial cujo valor reverte na íntegra para a Operação Nariz Vermelho, equipas de Doutores Palhaços que animam as crianças de várias pediatrias de hospitais em Portugal.

TUNA ACADÉMICA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

TUNA ACADÉMICA DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA

Igreja de S. José
Coimbra
24 de Novembro às 21h30



PROGRAMA
Hino Académico (José C. de Medeiros)
First Suite (Jean Baptiste Mouret)
Suite Peer Gynt (Edvard Grieg)
Morning Mood
Ase’s Death
Anitra’s Dance
In the Hall of the Mountain King
Pie Jesu (Andrew Lloyd Webber)
Sérénade (Antoine Titl)
Canção de Coimbra (Raposo Marques)
Balada do Rio Mondego (Francisco Lima de Macedo)
Suite Capriole (Peter Warlock)
Danse Basse
Pavanne
Mattachins
Suite (Lully)
Ouverture
Air
Air 2
Marche
Mirandês (André Granjo)
Maestro - André Granjo
Entrada livre
Informações
Casa Municipal da Cultura de Coimbra
Telef. 239 702 630
cultura@cm-coimbra.pt

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Teatro Popular Mirandês no Teatro da Cerca de São Bernardo

Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra apresenta:
COMÉDIA DO VERDADEIRO SANTO ANTÓNIO
QUE LIVROU SEU PAI DA MORTE EM LISBOA


TEATRO DA CERCA DE S. BERNARDO
23 de Novembro às 21:30
24 de Novembro às 16:00

Trata-se da sexta peça de Teatro Popular Mirandês levada à cena e produzida pelo GEFAC e a primeira de cariz religioso. Incluída no segundo volume do livro "Teatro Popular Mirandês", editado pelo GEFAC e pela Almedina em 2005, pretende dar continuidade ao trabalho desenvolvido pelo organismo nesta área.
O texto revela, em primeiro lugar, a importância histórica que a figura do Santo António assumiu e que ainda assume junto da população portuguesa. Em segundo lugar, temos o "Santo". Os milagres que o canonizaram misturam-se com a lenda, os mitos e a história. O teatro mirandês não esquece esses legados e, através de uma linguagem sui generis, retrata alguns episódios da biografia deste homem que, segundo as fontes, nem é de Pádua, nem é de Lisboa.
Este é um projecto teatral que se apresenta, pelas suas características e especificidades, como um legado que é necessário preservar e divulgar em Coimbra como no resto do País.
Concepção artística
GEFAC
Máscara de "Lusbel"
António Jorge
Cenografia
Mafalda Moreira
Operação de Luz
Filipa Cabrita
Carpintaria
Laurindo Fonseca
Serralharia
Carlos Batista
Grafismo
Henrique Patrício, Cláudio Vidal
Produção
GEFAC, 2007
Preçario
Dia 23
Geral: 4,00€; Estudante 2,00€.
Dia 24
Geral: 4,00€; Estudante 2,00€

Acesso gratuito para actuais e antigos sócios do GEFAC

Informações e Reservas: GEFAC - Telef. 239826094 [das 15h00 às 18h00]
Aquisição de bilhetes, no local e dias dos espectáculos, a partir das 20h30



“Um Cérebro Brilhante” é uma série documental constituída por três episódios, através dos quais se analisam o caso de três diferentes tipos de génios. O objectivo é responder às grandes questões relacionadas com a inteligência humana: De que é que depende a genialidade? Até que ponto têm influência o sexo, o tamanho do cérebro ou o hemisfério dominante? E, sobretudo, será que a educação e um ambiente propício potenciam a capacidade intelectual ao ponto de nos tornar sobredotados?

Uma criança com apenas três anos que é capaz de tocar uma melodia de Beethoven em piano, um homem que precisa apenas de alguns segundos para dizer em que dia da semana cairá uma qualquer data longínqua, e uma menina que concretiza o seu sonho de se tornar a primeira mestra de xadrez … Serão eles génios ou qualquer um de nós poderia chegar a desenvolver estas habilidades?

Os três casos são protagonistas da mini-série “Um Cérebro Brilhante”, uma alucinante produção documental que o National Geographic Channel.

“Um Cérebro Brilhante: Nascido Para Ser Génio”

Aos dois anos ouviu cantar uma canção numa festa de aniversário e foi imediatamente para o piano onde a interpretou sem um erro. Um ano depois, já tocava Beethoven. Agora, com sete anos, é capaz de recordar mais de quarenta peças e tem um ouvido que lhe permite identificar as notas musicais como qualquer pessoa identifica as cores, uma capacidade da qual apenas cerca de 10.000 afortunados se podem gabar no mundo inteiro. Mas como é que Marc desenvolveu este incrível talento para a música? A sua mãe punha-lhe música quando era bebé. Deveremos a isso a sua genialidade ou antes ao seu cérebro sobredotado?

“Nascido Para Ser Génio” analisa se a natureza dota algumas crianças de uma espécie de “gene da genialidade”, e o papel que a educação desempenha no desenvolvimento da inteligência humana: será que as crianças que aprendem a ler numa idade muito precoce têm mais facilidade que outras para se tornarem pessoas brilhantes? E, o que é mais importante, o que é que acontece se não estimularmos suficientemente a mente de uma criança numa etapa crucial do seu desenvolvimento?

O programa aborda também o caso de uma adolescente encerrada pelos pais num quarto isolado e privada de qualquer contacto humano, incluindo o da sua própria família. O resultado é impressionante: aos treze anos, tem uma idade mental de 18 meses. Será possível que esta menina que se viu privada de etapas fundamentais para o seu crescimento venha alguma vez a desenvolver uma capacidade intelectual relativamente normal?

Estreia: Quinta-feira 22 às 22h00 / Reposição: Quinta-feira 29 às 16h00

João Tabarra e Maria Barroso no Museu do Neo-Realismo

Este fim de semana o Museu do Neo-Realismo, em Vila Franca de Xira tem a honra de receber João Tabarra e Maria Barroso.

Sábado - 24 de Novembro – 17.00 Horas
Sessão de Debate com artista João Tabarra

Domingo - 25 de Novembro – 16.00 Horas
Leitura de Poesia neo-realista com Maria Barroso

THE AGGROLITES

A 23 Novembro, na Academia de Linda-a-Velha os americanos "The Aggrolites", actuam pela primeira vez em Portugal. Ifluênciados por nomes como The Meters, James Brown e Wilson Pickett, entre outros, os The Aggrolites combinam old school reggae com rock, soul e funk numa mistura que dá pelo nome de dirty reggae .

Constantemente solicitados como banda de apoio a nomes como Phyllis Dillon, Scotty, Joseph Hill dos Culture, Prince Buster e mais recentemente Tim Armstrong dos Rancid (com quem gravaram o seu álbum de estreia a solo), os californianos The Aggrolites vão marcar presença em Portugal a 23 de Novembro na mítica Academia de Linda-A-Velha, para um concerto integrado na tournée europeia de promoção do seu recém lançado novo trabalho, "Reggae Hit L.A.".

A acompanhar os The Aggrolites na sua estreia em palcos lusitanos estarão os portugueses Humble e os The Ratazanas.
23 de Novembro - Academia de Linda-a-Velha / Abertura de Portas: 21H00 / Entrada: 13€

6ª TEMPORADA DE “24”

O Fox Crime estreia, a 21 de Novembro, a 6ª temporada de “24”, a série com mais nomeações para os Emmy da temporada passada. Trata-se de um dos mais inovadores, viciantes e aclamados dramas televisivos que, desde a sua estreia, foi já nomeado para 51 Emmys.

Nesta 6º temporada, “24” mantém a fórmula de sucesso com que se iniciou, num formato imprevisível e único: cada episódio cobre uma hora em tempo real, com toda a temporada a desenrolar-se num dia frenético - para que os telespectadores acompanhem a evolução das personagens enquanto estas vão enfrentando as circunstâncias de um dia extraordinário.

A nova temporada começa 20 meses após o chocante final da temporada anterior, quando Jack Bauer foi capturado por agentes do governo chinês e levado para a China. Agora, Wayne Palmer, o obstinado irmão do falecido David Palmer, é o presidente dos EUA e, junto dos seus assessores Karen Hayes e Thomas Lennox, vem enfretando uma série de atentados em todo o território nacional. Estes atentados podem cessar, caso o terrorista Abu Fayed - com quem a Unidade Contra-Terrorismo vem negociando para entregar a localização de Hamri Al-Assad, considerado o responsável pelos ataques - receba o que quer: a vida de Jack Bauer.

Assim, Jack é trazido da China para fazer um último sacrifício. Mas as circunstâncias rapidamente exigem uma mudança nos planos, e ele acaba envolvido em mais uma missão impossível a fim de proteger a nação de terroristas em posse de uma poderosa arma letal, ao mesmo tempo que é obrigado a lidar as com suas inseguranças, após um longo período de torturas físicas e mentais durante seu cativeiro, e a descoberta de um terrível segredo familiar.

Estreia: Quarta, 21 de Novembro às 22h15 / Emissão: Quartas às 22h15 / Repetição: Quintas às 17h45