quarta-feira, 28 de maio de 2008
quarta-feira, 16 de abril de 2008
" Faça compras, receba livros" na Póvoa

“Faça compras, receba livros” é o apelo lançado pela Biblioteca Municipal no âmbito das Comemorações do Dia Mundial do Livro que em parceria com a Associação Comércio ao Ar Livre promove uma actividade inovadora de incentivo à leitura.
De 21 a 23 de Abril, quem realizar compras nos estabelecimentos comerciais aderentes à iniciativa recebe um cupão que lhe permitirá levantar gratuitamente um livro numa extensão da Biblioteca especialmente criada neste período no nº 63 da Rua da Junqueira e na qual decorrem “Tardes com Histórias”.
Ainda no âmbito das comemorações, os livros estarão na rua e irão também a duas instituições do concelho, Beneficente e Santa Casa da Misericórdia, às 14h00 e 15h00, respectivamente, para Sessões especiais de Leitura Sénior.
Irá decorrer ainda, no Auditório Municipal, às 15h00, a 3ª edição de “Vamos passar o Testemunho”, uma actividade que envolve a participação das escolas do primeiro ciclo de ensino, convidadas, no início do ano lectivo, a construir em conjunto uma história que seria começada por uma turma de uma escola e depois passada sucessivamente às outras turmas tanto dentro do mesmo estabelecimento de ensino como a outros participantes para que a continuassem.
À mesma hora, na Sala Polivalente da Biblioteca, poderá assistir ao filme Toda a memória do Mundo, um documentário de Alain Resnais, de 1956, sobre a Biblioteca Nacional de Paris, em que fica clara a obsessão do cineasta pela capacidade da memória humana, e pelas tentativas de registo
dessa memória. As celebrações do Dia Mundial do Livro também decorrem no espaço da Biblioteca Municipal, às 10h00, com a apresentação virtual do livro de Actas do Seminário “20 Anos de Leitores e Bibliotecas” que teve lugar a 30 de Novembro de 2007 promovendo a reflexão e o debate sobre os desafios que enfrentam as bibliotecas integradas na Rede Nacional, 20 anos após a sua criação.
O dia termina na Escola Secundária Eça de Queirós, às 21h30, com uma Tertúlia sobre “O valor dos Livros” com Luís Diamantino, José Maria Maciel e Fernando Souto intitulada A Biblioteca pelas Bibliotecas Repartida.
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Zita Ferreira Braga
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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Correntes d' Escritas até à próxima!
Num misto de festa e saudade dos dias mágicos do Correntes d´Escritas, terminou, no Auditório Municipal a nona edição deste singular encontro de escritores de expressão ibérica.
A plateia do Auditório voltou a transbordar para a cerimónia de despedida e de entrega dos prémios literários desta edição.
Num ritual que já se tornou obrigatório, escritores, editores e convidados foram sendo chamados ao palco, pelo vereador do pelouro da Cultura, Luís Diamantino, para receberem uma aguarela que simboliza o agradecimento pela sua participação no encontro – para cada pessoa havia uma aguarela diferente, tendo unicamente um tema comum, a Póvoa de Varzim.
Ao palco subiu também Ruy Duarte de Carvalho, acolhido com um enorme aplauso, para receber o prémio Casino da Póvoa, que este ano distinguiu com 20 mil euros o seu livro Desmedida.
O prémio juvenil Correntes d´Escritas/ Papelaria Locus foi entregue a Beatriz Soares, estudante do segundo ano de medicina e que foi distinguida entre mais de meia centena de trabalhos inéditos a concurso.
Na despedida desta nona edição, o vereador Luís Diamantino lembrou que está já em preparação o número 10 – dez anos de vida do encontro, que se hão-se comemorar em 2009 com a mesma magia, amizade e informalidade, o que talvez seja, segundo ele, o segredo do sucesso do Correntes d´Escritas.
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Zita Ferreira Braga
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Correntes d'Escritas apresenta novos livros
Se Mendoza vem, pela primeira vez ao Correntes d´Escritas, Padura não é um estreante e, para falar do seu livro, coisa que, segundo ele, é um dos exercícios mais difíceis que existe, começou por afirmar, com piada, que “quando um cubano fala devagar, está a falar português”. E foi neste seu “português” recém-adquirido, que o escritor explicou que A Neblina do Passado é realmente o regresso de Mário Conde, personagem recorrente nos seus romances policiais. Só que este já não é um romance policial. Mário Conde deixou de ser polícia e decidiu abrir um pequeno negócio de compra e venda de livros antigos, o que o vai levar de encontro à literatura cubana do século XIX e, mais concretamente, à descoberta de um livro onde um personagem feminino vai tomar conta do seu imaginário. É esta mulher, cuja história ele tenta seguir, que o vai levar numa viagem pela Havana dos anos 50 e pela Havana contemporânea. As noites da capital cubana, os boleros, a dança, o fascínio de uma época do passado, tudo isso povoa este livro de Leonardo Padura, que, para o romance trouxe ainda o sentimento de derrota e desencanto da sua geração e daqueles que, ainda assim, e tal como ele, decidiram permanecer em Cuba e aí continuar a escrever.
Para falar do seu livro, Eduardo Mendoza decidiu começar pelo título: Maurício ou as Eleições Sentimentais. Um título, segundo ele estranho e que nem ele próprio sabe se entende muito bem. Se a acção se desenrola em Espanha, a Espanha dos anos 80, onde já se consolidou a democracia, a história pode bem situar-se em qualquer outro país, uma vez que o romance lida com, como referiu Mendoza, “a aprendizagem da normalidade”. Essa aprendizagem da passagem à idade adulta, quando morrem os sonhos da adolescência.
Segundo o autor, Maurício ou as Eleições Sentimentais é a história de personagens jovens e das suas escolhas de vida, quando supostamente se tomam decisões, mas, na realidade essas decisões até nem nos pertencem a cem por cento, sendo antes um produto de toda a envolvente social e até familiar. O livro trata, pois, tendo como pano de fundo a Espanha dos anos 80, das transições pessoais e colectivas e a pergunta final é: o que aconteceu às esperanças, aos projectos de vida, aos projectos de mudança da vida de cada um e até do país em que se insere? O que acontece aos sonhos que têm que morrer nessa “aprendizagem da normalidade” que implica a passagem para a vida adulta?
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Zita Ferreira Braga
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" Histórias de Luanda" nascem na Póvoa do Varzim
De um verso do poeta angolano António Gonçalves saem estas “Histórias de Luanda”, com o travo agridoce das pitangas.
É a realidade da sociedade angolana, representada nas histórias dos habitantes da capital, que constitui o cerne deste documentário - é que Luanda é tão forte que parece um país, afirma Ondjaki.
Dois jovens angolanos da mesma geração, Ondjaki, escritor, e Kiluanje, realizador, com Inês Gonçalves, responsável pela imagem, passaram dois meses em Luanda, em 2005, a realizar entrevistas.
Luanda nunca tinha sido filmada assim, através do testemunho dos que nela vivem, dos seus sonhos, das suas realidades, expondo as suas fragilidades e os seus encantos. Os conflitos entre a população e a esfera política, a proliferação do sector informal, as desilusões e as aspirações, o questionamento do espaço urbano e do futuro de uma Angola em acelerado crescimento. Estas dez personagens falam também das suas vidas, do seu modo de agir sobre a realidade, da música que não pode parar.
“Oxalá cresçam Pitangas” é, pois, esse acentuar da esperança no futuro. O olhar de uma nova geração sobre uma cidade e um país que se confundem na sua realidade cultural.
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Marcelo Rebelo de Sousa em " Correntes de Escrita"
A conferência de abertura do 9º Correntes d´Escritas mais do que encheu o Auditório Municipal, esta tarde.
Com a participação da jornalista Maria Flor Pedroso, também ela já uma assídua visitante e participante neste encontro de escritores de expressão ibérica, e que conduziu a conversa com o professor, Marcelo Rebelo de Sousa concentrou-se nos livros, que sempre compõem a primeira parte do seu programa televisivo. E, como o tema da sua conferência ao Correntes d´Escritas era precisamente “A importância dos livros”, nada melhor do que fazer com que a conversa girasse em torno deles e da sugestão de 13 novos títulos – os mesmos, como revelou Marcelo Rebelo de Sousa, que serão sugeridos no programa do próximo domingo, na RTP 1.
Mas porque é que o comentador político, desde que iniciou a sua actividade em programas de rádio e televisão, reservou sempre um espaço, por pequeno que fosse, à sugestão de livros? A esta pergunta de Maria Flor Pedroso, Rebelo de Sousa respondeu com a importância da leitura na formação das pessoas, dando como exemplo o seu próprio passado, motivado para a leitura pelos pais – porque, como disse, “os pais que não estão motivados para a leitura, não podem influenciar os filhos” – por um sistema de ensino totalmente diferente do actual e por professores que foram determinantes – “imaginem o que é ter como professor um Rómulo de Carvalho”, referiu o professor. Depois há o gosto pelos livros, enquanto objecto: “interesso-me pelos livros, pelo seu formato, pelo aspecto gráfico, pelo cheiro do papel; um livro é, de facto, insubstituível”,afirmou, concluindo que o resultado é o seu gosto quase compulsivo pela compra de livros antigos.
Para Marcelo Rebelo de Sousa, o livro e a leitura são, pois, de extrema importância e é necessário estimular a leitura, o que, quanto a ele poderia e deveria ser feito pela televisão: “a televisão ocupa um espaço de enorme importância em Portugal, mais do que a Internet ou do que qualquer outro meio de comunicação social”. Bastaria, então, na sua opinião, que a televisão desse espaço à divulgação do livro para colaborar nesse esforço de promoção da leitura: “como não há programas sobre livros em horário nobre em nenhum dos canais nacionais, seria suficiente que depois de um serviço noticioso, fosse ao almoço ou ao jantar, uma pequena rubrica com a sugestão de dois ou três títulos”, adiantou Marcelo Rebelo de Sousa.
É, pois, para colmatar esta lacuna que o comentador não dispensa a sugestão de livros nos seus programas, sugestões que, mesmo assim, não são isentas de críticas, como ele próprio explicou. É que, recebendo uma média de 50 a 300 livros por semana, como pode reduzir e seleccionar o número de títulos a sugerir? O processo não é fácil e o comentador optou por partilhar com o público presente no Auditório a forma como orienta, então, as suas escolhas literárias. Para começar, só a literatura lusófona é considerada, os livros de direito são afastados, evitando também falar de livros académicos em excesso, “o que é difícil”, considerou. Quanto às edições locais, também não são citadas, o que, como reconheceu, talvez não seja justo, mas seria impossível, dada a grande quantidade de livros editados a nível local, proceder à sua inclusão nas suas escolhas. A ficção e a poesia são dois grandes problemas: “a ficção” – explicou Rebelo de Sousa – “não se pode ler na diagonal, o que representa um problema em termos de tempo disponível; quanto à poesia, não sei como explicar, mas não me sinto à vontade para a recomendar; é uma lacuna minha, reconheço, que terei de tentar contornar”. Por fim, há a necessidade de equilibrar as editoras, o que também nem sempre é fácil.
É, portanto, um dilema escolher e sugerir livros, mas essencial continuar a fazê-lo e, para o Correntes d´Escritas, Rebelo de Sousa trouxe também 13 obras, com o privilégio de poder sobre cada um delas tecer algumas considerações, fruto de estar num encontro de escritores, em que tudo gira em torno dos livros e em que o tempo ganha uma outra dimensão.
Para o Correntes e, consequentemente, para o seu programa televisivo do próximo domingo, Marcelo Rebelo de Sousa escolheu então: A Luz da Madrugada, de Fernando Pinto do Amaral (“poesia para me redimir”, afirmou com o seu sempre presente sentido de humor); Marchas, Danças, Canções, de Fernando Lopes Graça; Catarina da Áustria rainha de Portugal, de Ana Isabel Boesco; 1808, do jornalista brasileiro Laurentino Gomes; Braço Tatuado – retalhos da guerra colonial, de Cristóvão Aguiar; Caetano e o Ocaso do Império, de Amélia Neves de Souto (mais um livro sobre o passado colonial português e África, temas que lhe são tão caros); Luuanda, de Luandino Vieira; Crónicas de um Antigo Estudante de Coimbra, de Jorge Rabaça Correia Cordeiro; Livro-guia de Alentejo, de Alfredo Saramago ; Despertares para a Ciência, novos ciclos de conferências, de vários autores; Grão Vasco, de Dalila Rodrigues; a revista Monumentos; O Grande Livro das Lengalengas, de Viale Moutinho e Artistas retratam escritores que retratam artistas, obra criada exclusivamente para a inauguração da livraria Byblos, em Lisboa, com prefácio de José-Augusto França.
Marcelo Rebelo de Sousa referiu-se ainda com alguma preocupação ao surgimento, em Portugal, de grandes grupos editoriais, pelo que isso poderá significar na exclusão de autores e no desaparecimento dos pequenos livreiros e editores. A Internet e o surgimento de esquemas alternativos à distribuição e à edição podem, no entanto, ser uma forma de contornar estes problemas, o que poderá significar a sobrevivência daqueles que ficarem arredados dos novos grupos editoriais, que absorveram várias editoras.
Para a parte final ficou uma muito participada conversa com o público. É que pode ser difícil colocar perguntas interessantes a uma pessoa como Rebelo de Sousa, mas também não deixa de ser estimulante, para além de que o comentador domina, como poucos, a arte da comunicação.
O Correntes d´Escritas voltou, pois, a seleccionar um excelente convidado e um não menos excelente tema para abrir a série de mesas redondas que daqui até sábado vão animar os dias da Póvoa de Varzim.
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Zita Ferreira Braga
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Póvoa do Varzim com mais Correntes de Escrita
“Dar Palavra à Voz” foi o tema da 1ª mesa de debate da 9ª edição do Correntes d’Escritas.
Aurelino Costa, Carlos do Carmo, Juan Carlos Mestre, Manuel Rui e Manuela Azevedo, “várias gerações de Palavra e de Voz”, como tão bem sintetizou Ana Paula Tavares, moderadora do debate, reuniram-se perante uma plateia completa no Auditório Municipal.
Aurelino Costa focou os problemas da linguagem e da sua percepção. Definiu como o mais importante “o modo como se diz”, porque muitas vezes interpreta-se “não o que o outro diz, mas o que está por detrás do que o outro está a dizer”. E afirmou ainda não se poder dar palavra à voz, porque “a voz existe independentemente da palavra”. “O que se faz é uma incisão na voz de maneira que a voz desaparece e fica apenas a voz dita.”
Carlos do Carmo foi buscar memórias da sua vida, afirmando que “desde criança que aprecio a voz no canto, aprecio a voz de quem sabe dizer poesia”. Tendo como referências, ao longo da vida, João Villaret, Frank Sinatra (que às letras inócuas soube dar expressão), Jaques Brel, Chico Buarque de Holanda, Zeca Afonso ou Ary dos Santos (que apesar não acertar nas notas musicais escrevia “coisas maravilhosas”), Carlos do Carmo identificou neles a capacidade de “fazerem da canção um acto inteligente, de reflexão, de divertimento”. E terminou advertindo a nova geração de fadistas: “os poetas estão cá, é preciso dialogar com eles, pois se o fizerem, o Fado só pode ser valorizado”.
“Há palavras que são como taxistas, vão para onde queremos ir”, pode-se ouvir de Juan Carlos Mestre, que na Palavra vê um acto natural, que vem desde os primórdios, e na voz várias facetas: a voz como afirmação de conduta; como partida; como resistência; a voz comum, para anónimos; a voz do remorso; a voz débil; a voz dos que mandam e a voz dos sem dono, entre outras.
Manuel Rui concorda também que a voz assume referências diversas de metáfora. Fazendo a ponte com a música, falou de palavras que são pedidas por uma melodia, do direito da palavra à voz, da “palavra que a antecipa e está preparado para uma voz”. Já Manuela Azevedo chegou à conclusão que “uma das evidências é que realmente a Palavra surge a partir da voz”, dando como exemplo as crianças que aprendem a falar por repetição ou através de uma faceta mais mágica, como a dos contos, das lenga-lendas e das cantigas. E lançou a pergunta: devemos dar voz a todas as palavras? “Apesar de haver palavras que não deviam ser ditas, há outras que ainda bem que são escritas, porque vale mais lê-las do que ouvi-las”. A sua dedicação à música fê-la ainda chegar a outra conclusão importante, a de que “há que encontrar na voz o tom certo da palavra, a emoção adequada”.
O Correntes d’Escritas continua até 16 de Fevereiro.
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quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Novo livro de Antero Simões é apresentado amanhã na Póvoa do Varzim
Universos de sol e mar é o título do mais recente livro da autoria de Antero Simões, que será apresentado sexta-feira, 14 de Dezembro, às 21h30, na Biblioteca Municipal, da Póvoa do Varzim.
Esta é já a terceira obra do autor que em 2005 editou O Deus e os Homens de Leonardo Coimbra e no ano passado publicou Antero de Quental – redivivo – com Eça, Leonardo e João Mendes, revelando, na altura, ser este o livro da sua vida.
Para além da sua vasta experiência na área da docência, Antero Simões confirma, uma vez mais, a valorização da sua actividade literária.
A sessão de lançamento de Universos de sol e mar contará com a presença de Iracema Azevedo Leitão, responsável pela apresentação do autor e haverá ainda lugar para um momento de poesia através da leitura de poemas por alunas da Escola Secundária Eça de Queirós, onde o escritor leccionou durante vários anos.
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Novo número do Boletim Cultural da Póvoa do Varzim
Boletim Cultural da Póvoa de Varzim conhece novo número com a publicação do volume 41, que será apresentado no dia 15 de Dezembro, sábado, pelas 18h00, na Biblioteca Municipal.
A Câmara Municipal presenteia a comunidade poveira com esta edição sob a direcção da professora Conceição Nogueira, uma assídua colaboradora do boletim e que, no último número, foi já responsável pela revisão de todos os textos.
O Boletim Cultural reúne uma série de artigos sobre personalidades, aspectos históricos e tradições locais. Este volume 41 integra um contributo de José Macedo Vieira, presidente da autarquia, no âmbito do Dia Nacional do Mar de 2006, um artigo de José Ferreira sobre o escritor e primeiro director espiritual da beata Alexandrina, Mariano Pinho, entre muitos outros.
O Boletim Cultural é uma das mais representativas publicações da Câmara Municipal.
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quarta-feira, 28 de novembro de 2007
Seminário sobre Bibliotecas na Póvoa do Varzim
Com o tema “Vinte anos de leitores e bibliotecas”, este seminário será dividido em dois painéis, dedicados à criação e ao desenvolvimento da Rede Nacional de Bibliotecas Públicas e aos desafios que se colocam aos profissionais que nelas trabalham.
Para participar nesta iniciativa, é necessária uma inscrição prévia, que pode ser feita em www.cm-pvarzim.pt/biblioteca .
O seminário começa às 9h00 com a recepção dos participantes.
O primeiro painel terá início às 9h45 – “Vinte anos de mudança e inovação nas bibliotecas públicas” é o tema, que será abordado por Maria José Moura, através da sua comunicação “Bibliotecas e Cidadania” e por Henrique Barreto Nunes, que apresentará “A Biblioteca como provocação”. A encerrar este painel haverá um debate e, antes da interrupção para almoço, será lembrado Manuel Lopes, antigo director da Biblioteca Municipal, por Henrique Barreto Nunes.
De tarde, a partir das 15h00, tem início o segundo painel deste seminário, constituído por uma mesa redonda subordinada ao tema “Seis olhares sobre os desafios da Leitura Pública” e com seis participantes:
Isabel Sousa, Manuela Barreto Nunes, Teresa Calçada, José António Calixto, José Afonso Furtado e Francisco José Viegas. O encerramento dos trabalhos ficará a cargo de Paula Morão, que abordará as “Linhas de actuação da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas”.
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domingo, 25 de novembro de 2007
António Lobo Antunes vai à Póvoa do Varzim apresentar novo livro
O escritor António Lobo Antunes regressa à Biblioteca Municipal para apresentar, na próxima quarta-feira, 28, às 21h30,o seu mais recente romance, “O Meu Nome é Legião”.
Usando a linguagem de um relatório policial, Lobo Antunes relata o quotidiano de um bando, oriundo de uma zona a que chama simplesmente Bairro e que evoca as zonas periféricas das grandes cidades e o leitor percorre, como se fosse sua, a vida de pessoas que vivem na pior parte do pior sítio do mundo.
“O Meu Nome é Legião” anuncia uma inovação na técnica narrativa do autor:
Depois de aqui ter apresentado, em Março do ano passado, o “Terceiro Livro de Crónicas”, António Lobo Antunes regressa à Biblioteca Municipal para partilhar com os leitores este seu novo romance e alguns momentos de conversa, como só ele sabe.
Lobo Antunes nasceu em Lisboa, em 1942.
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quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Póvoa do Varzim celebra o Dia Nacional do Mar
No próximo dia 16 de Novembro comemora-se em Portugal o Dia Nacional do Mar.
Para celebrar esta efeméride, a Câmara Municipal apresenta a sua mais recente publicação, Mares Poveiros da autoria de Luís Martins.
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domingo, 12 de agosto de 2007
Nova Biblioteca na Póvoa do Varzim

Situada na Avenida Mousinho de Albuquerque, a casa onde residiu Manuel Lopes, o falecido director da Biblioteca Municipal, vai agora abrir ao público, disponibilizando um espaço privilegiado e de grande tranquilidade, com um belo jardim, em plena cidade.
A nova Biblioteca de Jardim tira o maior partido possível da casa em que está instalada, oferecendo dois locais distintos ao público: um exterior e um interior.
A Casa Manuel Lopes, que passará a funcionar de segunda a sexta-feira, das 14h00 às 17h30, pretende ser um alargamento dos serviços educativos e de animação infanto-juvenil da Biblioteca Municipal, continuando a divulgar o livro e incutindo hábitos de leitura nos mais novos.
O Pelouro da Cultura irá dinamizar oficinas pedagógicas, jogos lúdicos e actividades de animação para os mais jovens.
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