segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

DESTAQUES DE PROGRAMAÇÃO – SEGUNDA-FEIRA

22h40 - IMAGING ... THE BEATLES IN ´LOVE´
A eterna música dos "Beatles" aliada à coreografia e glamour do "Circo do Soleil"

Um fascinante documentário que segue uma ideia de George Harrison - combinar a coreografia e os acrobatas do Circo do Soleil com a eterna música dos Beatles...



00h30 - CHAPLIN HOJE
Charles Chaplin como você nunca viu antes o Artista, o Gênio, a Mágica...

"CHAPLIN HOJE" é uma série coordenada por Serge Toubiana, director da Cinemateca Francesa que convida algumas personalidades para falar sobre um determinado filme. A inteligência da escolha faz com que cada uma daquelas personalidades apresente um dos filmes de Chaplin, evidenciando aquilo que acabou por afectar o seu próprio cinema e o modo como passaram a ver o mundo.

Uma série de documentários que nos mostra muitas histórias de "bastidores" sobre os filmes de Chaplin, contando curiosidades sobre cada um deles.

Neste episódio - Realizado por Edgardo Cozarinsky e comentado pelo famoso realizador Bernardo Bertolucci, este documentário fala do filme "Luzes da Ribalta", o último filme de Chaplin nos Estados Unidos. Um filme que é talvez o seu trabalho mais sentimental. A história de um comediante de music-hall em decadência, que é estimulado ao ajudar uma jovem bailarina, que se salvou do suicídio.

Manoel de Oliveira homenageado na Rtp2


Homenagem a

Manoel de Oliveira


A RTP2 homenageia Manoel de Oliveira, alterando a sua grelha habitual, para exibir, às 22h40 de amanhã, dia 11 de Dezembro – data em que o realizador completa 99 anos – um documentário de uma hora sobre a vida e obra do autor, encomendado à produtora Ideias & Conteúdos e realizado pelo jornalista Sérgio C. Andrade.


Homenagem a Manoel de Oliveira nos seus 99 anos - Documentário inédito, amanhã, dia 11 de Dezembro, às 22h40 - “Manoel de Oliveira, o caso dele”

Marceline Ivens, realizadora francesa viúva do documentarista Joris Ivens, diz que Manoel de Oliveira é “testemunha de todo um século”. Michel Piccoli, actor e companheiro de algumas das mais recentes aventuras cinematográficas do realizador português, classifica-o como “um grande intelectual do cinema”, mas lembra que ele é também “um grande farsante”.

É este o caso de Manoel de Oliveira, que cumpre agora 99 anos, o mais velho cineasta em actividade em todo o mundo e uma referência do cinema português e mundial.

“Manoel de Oliveira, o caso dele” é o título do documentário de autoria de Sérgio C. Andrade (jornalista do “Público”), produzido pela Ideias & Conteúdos para a RTP, a pretexto da entrada do realizador de “Aniki-Bobó” e de “Vale Abraão” no ano do seu centenário. É um retrato de Oliveira feito por algumas dos seus colaboradores mais próximos, desde os actores Leonor Silveira e Luís Miguel Cintra, Michel Piccoli e Isabel Ruth, à escritora Agustina Bessa-Luís e ao historiador João Marques, passando por João Bénard da Costa, os realizadores Paulo Rocha, Fernando Lopes e João Mário Grilo e os críticos Augusto M. Seabra e Jorge Leitão Ramos.

O documentário, com narração de Leonor Silveira, faz também um retrato cronológico da vida e obra do realizador a partir do seu próprio testemunho. E regista as memórias dos protagonistas de alguns dos seus filmes nos lugares onde eles foram rodados, como “Douro, Faina Fluvial” e “Aniki-Bobó”, nas margens do rio Douro, ou “Acto da Primavera”, na aldeia da Curalha, em Chaves. “Manoel de Oliveira, o caso dele” aborda ainda as relações do cineasta com os seus actores e com os escritores a quem deu expressão cinematográfica, como Camilo Castelo Branco, José Régio ou Agustina.

Ficha técnica e artística:

“Manoel de Oliveira, o caso dele”
Um documentário de Sérgio C. Andrade; Câmara de Ana Cristina Matos e Ricardo Garrido; Montagem de Luís Pinto; Grafismo de Pedro Pinheiro
Locução de Leonor Silveira
Produção Ideias & Conteúdos, Espinho, 2007






" Dúvida " volta ao Maria Matos até 13 de Janeiro



“Dúvida” em reposição

no Teatro Maria Matos





A “Dúvida” regressa à Sala Principal do Teatro Maria Matos, de 14 de Dezembro a 13 de Janeiro, depois do sucesso alcançado no início do ano, com mais de 12 mil espectadores.


Diogo Infante e Eunice Muñoz estão de volta com a reposição da peça.


A parábola de John Patrick Shanley, com encenação de Ana Luísa Guimarães, conta com as interpretações de Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo.


A acção decorre em 1964, numa igreja e numa escola católicas, no bairro de Bronx, em Nova Iorque. Um Padre é suspeito de assédio sexual a uma criança de 12 anos. A Madre Superiora acusa-o. O Padre reclama a sua inocência e a dúvida instala-se; será culpado ou inocente?


“Dúvida” está em cena de 4ª feira a sábado às 21h30 e domingos às 17h00.


Tradução Felipa Mourato e Ana Luísa Guimarães


encenação Ana Luísa Guimarães


cenário João Mendes Ribeiro


figurinos Carolina Espírito Santo


música original e piano Bernardo Sassetti


sonoplastia Hugo Alves


desenho de luz Nuno Meira


interpretação Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo


assistente de encenação Catarina Requeijo


assistente de cenografia Catarina Fortuna



“Dúvida”

14 de Dezembro a 13 de Janeiro

4.ª a sábado 21h30

domingo 17h00

Bilhetes: 15€ 10€ e 7,50€ com descontos




Cinanima - extensão a Coimbra

Cinanima 2007

Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho
Extensão a Coimbra
Dias 10 e 11 de Dezembro às 21:30
Teatro Académico de Gil Vicente

Organização TAGV e Cinanima

O Cinanima - Festival Internacional de Cinema de Animação é o mais importante festival de cinema de animação português. Realiza-se em Espinho e teve este ano a sua 37ª edição, o que o torna um dos mais antigos festivais deste tipo de cinema do mundo.À semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, o TAGV apresenta, numa extensão a Coimbra, mais uma edição deste Festival, cujo encerramento ocorreu no passado dia 11 de Novembro.
Programa
THE DRESS (Estónia, 00:06:30)Realização Jelena Girlin e Mari-Liss Prémio Para a Melhor Curta-MetragemUma mulher tenta lembrar os momentos gloriosos da sua vida, ou talvez sonhar com eles. Quem é aquela mulher, cujo vestido conhece uma vida excitante com utensílios de cozinha?
DOWN THE ROAD (Dinamarca, 0:15:56)Realização Rune ChristensenPrémio Para a Melhor Média-MetragemDown the road é um thriller que se passa à volta de um padre, Henry, que um dia, à noite, dá boleia a um indivíduo misterioso.
FOOLISH GIRL (Rússia, 0:06:50)Realização Zojya KireeevaPrémio Para o Melhor Primeiro Filme ou Filme de Fim de EstudosUm amor comum de uma menina nada comum.
UM MUNDO MELHOR (Portugal, 0:07:18)Realização Crianças das Oficinas da AnilupaPrémio Jovem Cineasta PortuguêsTomada de consciência para o mundo em que vivemos.
YULUNGA (Portugal, 0:05:46)Realização Cristiano MouratoPrémio Jovem Cineasta PortuguêsUm clip baseado numa lenda de uma tribo. A relação entre o último voo de uma águia e o nascimento de uma criança saudável.
TALES OF THE OLD PIANO LUDWIG VAN BEETHOVEN (Rússia, 0:11:17)Realização Vladimir PatkevichPrémio Para a Melhor Série ou Filme de Animação Para TelevisãoUma série de filmes para crianças. O filme mostra a infância e juventude dos maiores compositores do mundo. O primeiro episódio é dedicado a Beethoven.
JEU (Canadá-Suíça, 0:03:51)Realização George SchwizgebelPrémio José Abel e Prémio RTP 2: Onda CurtaUm jogo visual e musical que se constrói e auto-destrói de acordo com o ritmo energético do Scherzo to Piano Concerto nº2, de Serge Prokofiev.
LE LOUP BLANC (França, 0 :08 :30)Realização Pierre-Luc GranjonPrémio Especial Do JúriUma criança consegue domar um enorme lobo branco. Ele e o seu pequeno irmão estão maravilhados. Mas, para poder alimentar a família, um dia o pai leva para casa um animal maior do que o habitual& um lobo branco.
THE TALE OF HOW (França, 0:04:30)Realização The BlackHeart GangPrémio Melhor Banda Sonora Original e Prémio RTP 2: Onda CurtaA história dos Dodos, tal como seriam vistos por todos nós.
CÂNDIDO (Portugal, 0 :11 :20)Realização José Pedro CavalheiroGrande Prémio Tobis e Prémio António GaioCândido nunca a amou. A manipulação é o seu jogo preferido.
SLEEPING BETTY (Canadá, 0:09:14)Realização Claude CloutierPrémio do PúblicoSerá que uma rapariga não pode dormir em paz neste conto de Perrault?
THE PEARCE SISTERS (Reino Unido, 0:09:17)Realização Luis CookGrande Prémio Cinanima 2007 -ex-aequo e Prémio Rtp2: Onda CurtaLol e Edna vivem num local remoto e austero na costa e tentam subsistir do que o mar lhes dá. Um dia o mar oferece-lhes um homem que se tinha afogado e elas fazem tudo para o ressuscitarem.
MADAME TUTLI-PUTLI (Canadá, 0:17:21)Realização Chris Lavis e Maciek SzczerbowskiGrande Prémio Cinanima 2007- ex-aequo, Prémio RTP 2: Onda Curta e Prémio Alves CostaA senhora Tutli-Putli embarca no comboio da noite. Ao anoitecer, ela vê-se sozinha, presa numa desesperada aventura metafísica.
Preçário
Preço normal 4,50€
Preço estudante e sénior 3,50€

Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

domingo, 9 de dezembro de 2007

VIVA A MÚSICA/NATAL DE MÚSICA

Na décima segunda temporada do programa Viva a Música, da Antena1, a equipa que semanalmente o produz, realiza e apresenta, volta a promover em meados de Dezembro o Natal de Musica, uma semana de concertos no palco da rádio através dos quais se faz uma viagem pelos diferentes géneros musicais que o programa tem divulgado, apoiado e promovido desde 1996.

Este ano, a semana escolhida é a que vai de 10 a 14 de Dezembro e o local é o mesmo de sempre: Teatro da Luz, em Lisboa, às 15horas. O público que ali se deslocar, para além de um cartaz estimulante e diversificado, encontrará uma sala ornamentada como a época sugere e, este ano também, haverá recordações para distribuir pelos espectadores.

Cartaz do Natal de Musica 2007

Dia 10, 2ªfeira- STOCKHOLM LISBOA PROJECT
Dia 11, 3ªfeira – ALÉM MAR
Dia 12, 4ªfeira – YAMI
Dia 13, 5ªfeira – SHEIKS
Dia14, 6ªfeira – ENCORE FADO, C/ Custódio Castelo

DESTAQUES DE PROGRAMAÇÃO - DOMINGO

20h35 - OS SIMPSONS (Estreia)

A RTP2 estreia este fim-de-semana a XVI temporada deste clássico da animação. "Os Simpsons" residem na cidade de Springfield. Homer trabalha como inspector de segurança na fábrica nuclear local, Marge tenta manter a paz na família, Bart é um garoto endiabrado de 10 anos de idade, Lisa, com 8 anos, é inteligente, toca saxofone e segue a dieta vegetariana, e a bebé Maggie manifesta as emoções sugando desesperadamente a chupeta. Os espectadores apaixonaram-se pelo rico e sarcástico universo dos personagens que habitam Springfield Detentora de inúmeros prémios e elogiada pelos críticos, esta série de animação, criada pelo famoso cartoonista Mat Groening, é já considerada um clássico de televisão. Para continuar a ver!

22h45 - CÂMARA CLARA

A actualidade cultural, os seus actores e protagonistas, os acontecimentos e os projectos marcam presença em "Câmara Clara".

Oscar Niemeyer, o arquitecto de Brasília, faz daqui a dias 100 anos. Cem anos de vida e continua a trabalhar. Os arquitectos Helena Roseta e Manuel Graça Dias vão falar-nos deste homem, da sua obra e de... cidades – das cidades concebidas de raiz para serem perfeitas e das cidades reais: daquelas em que vivemos e daquelas em que gostaríamos de viver. Uma emissão em que lhe trazemos ainda o decano do cinema mundial, Manoel de Oliveira, que aqui nos fala de Cristóvão Colombo – O Enigma, o seu último filme com estreia marcada para o próximo mês de Janeiro; Rigoletto, de Verdi, a inaugurar a nova temporada do Teatro Nacional de São Carlos e muitas sugestões de concertos, livros, espectáculos e exposições imperdíveis.

" Que Sabemos" continua no Teatro da Politécnica até 3 de Fevereiro


QUE SABEMOS
CONFERÊNCIA DE RICHARD FEYNMAN


NO LABORATÓRIO CHIMICO DO MUSEU DE CIÊNCIA
TEATRO DA POLITÉCNICA


Produção TNDM II
a partir de QED de Peter Parnel

encenação Amândio Pinheiro
assistência de encenação Laura Nardi

com
Júlio Martin
Maria João Falcão

ATÉ 3 DE FEVEREIRO
Sexta e Sábado às 21h
Domingo às 16h

escolas, de terça a sexta sob marcação



Um professor encontra-se no seu gabinete a preparar uma conferência cujo tema é: "O que sabemos".
Enquanto pensa no que vai dizer, faz um balanço da sua vida: a participação no desenvolvimento da bomba atómica, a relação com a música e com o teatro, a memória da sua primeira mulher, a paixão pela Física e por países desconhecidos.
No desenrolar dessa reflexão, assombrada pelo espectro da morte, surge uma ex-aluna que o relembra de outras paixões que moldaram a sua forma de sentir-se vivo.
Num cenário histórico, monumental e único, vamos percorrer com o Nobel da Física Richard Feynman – investigador e exímio pedagogo que leccionou no Caltech, um dos mais prestigiados institutos de investigação tecnológica mundiais – algumas das descobertas mais significativas da ciência da segunda metade do séc. XX.
Num tom despretensioso Feynman discorre sobre o modo como estas descobertas alteraram a percepção que temos do mundo, as transformações que este sofreu e que pode vir a sofrer e sobre as questões essenciais da relação entre ciência, técnica e ética.

O Laboratório de Chimico

O Laboratório e o Anfiteatro datam da época de reconstrução do edifício histórico da Escola Politécnica, após o incêndio de 1843, e mantiveram as suas funções originais até meados dos anos 90 do século XX.
Como memorando da grandiosidade do laboratório e anfiteatro reproduzimos o excerto do relatório apresentado pelo professor Agostinho Vicente Lourenço na sessão pública de distribuição de prémios, na Escola Politécnica, no ano lectivo de 1877-1878
“O laboratorio chimico da escola é o mais vasto e ao mesmo tempo mais grandioso que todos os laboratorios da Europa, em que estudei, ou os que visitei; mede uma area de 860 metros quadrados, incluindo o amphytheatro de chimica, que póde receber 200 alumnos.
O laboratorio divide-se em duas partes: uma, commum ás duas cadeiras de que se compõe o ensino; e outra, pareticular a cada uma d’ellas.
A primeira consiste de uma grande sala de 20 metros de comprido sobre 12 de largo e 10 de alto; é cercada na meia altura de uma espaçosa galeria e guarnecida de quanto é necessario para a preparação dos cursos das duas cadeiras de chimica, ao trabalho dos preparadores e dos alumnos que obtiverem a permissão de trabalhar, assim como para as analyses organicas e preparações quaesquer em maior escala. Tem dimensões sufficientes para dar instrucção pratica a mais de 50 alumnos.
Um pequeno laboratorio, disposto ao lado d’esta grande sala, com melhores condições de tiragem, serve para a execução de preparações, que pelo seu cheiro, propriedades toxicas, ou acção corrosiva, possam incommodar ou causar algum damno.
A segunda parte, destinada ao serviço de cada uma das cadeiras, compõe-se de um laboratorio, de um gabinete de estudo para cada um dos lentes, e de duas grandes salas guarnecidas de armarios mui commodos, para receber as collecções, instrumentos e apparelhos pertencentes ás duas cadeiras.
Alguns outros quartos destinados para os depositos completam um todo que torna aquelle estabelecimento muito importante entre os estabelecimentos da mesma natureza na Europa, e tem merecido encomios de muitos professores estrangeiros, que por diversas vezes o têem visitado.
O laboratorio de chimica possue em instrumentos, apparelhos, productos chimicos, quanto lhe é necessario para o ensino e o trabalho dos lentes, e tem augmentado todos os annos o seu material nos limites que lhe permitte a sua subvenção.”





Paulo Gonzo no Arena Lounge

Paulo Gonzo é o protagonista de mais uma noite de “Concertos Arena Live 2007” no Casino Lisboa, agendada para a próxima Segunda-Feira,dia 10, às 22.30h. Pela primeira vez, ao vivo, no Arena Lounge, o músico visita os principais temas da sua carreira, incluídos, aliás, no último álbum, editado este ano.

Com elementos gráficos e visuais muito apelativos, “Paulo Gonzo” é, precisamente, o título de uma série de concertos que o artista apresenta em difusão pelo país. Numa actuação inspirada nos “blues”, Paulo Gonzo propõe outras composições onde são evidentes as suas influências da “soul”.

Autor e intérprete de numerosas baladas, Paulo Gonzo assegura, ainda, a interpretação de temas emblemáticos como “Jardins Proibidos” e “Dei-te Quase Tudo” ou de êxitos, mais recentes, entre os quais se incluem “Sei-te de Cor”, “Acordar”, “Pagava P’ra Ver” ou “Ser Suspeito”.
Com um percurso multifacetado, o artista distingue-se, também, pelas suas canções em inglês. Em palco, interpreta, por exemplo, “Honest I Do”, “Bright Lights, Big City” ou de “She” a famosa canção de Charles Aznavour, posteriormente, recuperada por Elvis Costello.

Num espaço com múltiplas soluções técnicas, Paulo Gonzo sobe ao palco do Auditório dos Oceanos, para actuar ao vivo, desta vez, perante o público do Arena Lounge do Casino Lisboa.

Rose Hill Drive no Santiago Alquimista

O poder do rock vai sentir-se nas paredes do Santiago Alquimista, quando os Rose Hill Drive tomarem de assalto a sala lisboeta para o primeiro concerto em Portugal, em nome próprio, dia 11 de Dezembro.

Os Rose Hill Drive, reconhecidos pela Rolling Stone como uma das 10 bandas a não perder de vista em 2007, são um grupo que combina rock e blues em actuações onde a energia corre desenfreada pelos amplificadores.

A banda construiu uma grande base de fãs na américa devido às explosivas actuações ao vivo, onde nunca se sabe o que vai acontecer a seguir. A qualidade dos espectáculos valeu-lhes convites para actuarem na primeira parte de bandas tão importantes como: The Black Crows; Queens Of The Stone Age; Aerosmith e The Who.

A primeira parte do aguardado concerto dos Rose Hill Drive no Santiago Alquimista, vai estar a cargo dos Komodo Wagon, banda com vocalista canadiano e músicos portugueses.

Os Komodo Wagon nasceram quando Troy Perlic, canadiano radicado em Londres, decide mudar-se para Portugal depois do projecto de que era vocalista, Five Hundred & Crave ter chegado ao fim.

Já em Portugal conhece Johnny Morais, um dos mais reputados guitarristas portugueses, e imediatamente sentem uma ligação musical. A união estava encontrada, o mote: revitalizar o Hard Rock!

As canções, que falam de amor, ódio, sexo, relações e optimismo, fazem já parte de um longa-duração a editar em 2008 – “Old Beauty & The Broken Cross”. O nome deriva da tradução para inglês dos dois locais onde os Komodo Wagon fizeram a maior parte dos ensaios: Linda-Velha (Old Beauty) e Cruz Quebrada (Broken Cross).

O vigoroso rock dos Komodo Wagon, vai servir de entrada perfeita à energia e pujança dos Rose Hill Drive.

Santiago Alquimista
11 de Dezembro / Abertura de Portas - 20h30 / Início do Espectáculo - 21h30

Documentários especiais no NGC



No dia 9 de Dezembro, o National Geographic Channel apresenta uma noite especial com a emissão dos documentários “A Vida com os Grandes Felinos” e “O Olho do Leopardo”, filmados em África por um casal de realizadores especialista em seguir e observar os grandes felinos.

Há quase trinta anos que Dereck e Beverly Joubert, um casal de realizadores de origem francesa, vivem no Botswana dedicando-se a filmar os grandes felinos do continente africano. Os Joubert regressam ao National Geographic Channel com a estreia do seu trabalho mais intimista, o documentário ‘A Vida com os Grandes Felinos’. O serão conclui-se com a emissão de ‘O Olho do Leopardo’, outro dos grandes documentários do casal Joubert.

“A VIDA COM OS GRANDES FELINOS”
Estreia: Domingo, 9 de Dezembro às 20h00 / Reposição: Domingo, 16 de Dezembro às 15h00


Durante os últimos vinte e sete anos, Dereck e Beverly Joubert transformaram a savana africana no seu lar, dedicando-se ao estudo e protecção das magníficas espécies animais que a povoam.

Ao longo do seu trabalho de investigação e através das suas fotos, documentários e livros, os Joubert deram-nos a conhecer a vida quotidiana de leões, elefantes, zebras e outros animais que desde sempre habitaram a imaginação do homem. E fizeram-no enquanto casal, o que constitui uma originalidade na sua aproximação ao mundo animal, feita mais com a paixão do documentalista do que com a análise do cientista, mantendo uma extraordinária visão da realidade que sabe cativar. As extraordinárias fotografias de Beverly Joubert e a prosa escorreita de Dereck tornaram possível também a publicação de vários livros.

Nada foi fácil nesta aventura. A ideia romântica da vida em África esteve a ponto de lhes custar a vida em várias ocasiões: acidentes de carro, ataques de leões ou falta de medicamentos, são alguns dos problemas que o casal teve de enfrentar - sem dúvida, o preço de uma vida tão fascinante como os seus documentários. Em “A Vida Com os Grandes Felinos”, os Joubert dão testemunho destas e de outras experiências através da sua prolongada relação com Legadema, a cria protagonista do documentário “O Olho do Leopardo”.

“O OLHO DO LEOPARDO”
Estreia: Domingo, 9 de Dezembro às 21h00 / Reposição: Domingo, 16 de Dezembro às 16h00


A partir dos oito dias de vida, e durante os três anos seguintes, todos os passos de Legadema ficaram registados através de um documentário realizado por Dereck e Beverly Joubert em alta definição. É uma visão única da vida de Legadema, uma jovem fêmea de leopardo que vive num dos melhores habitats do planeta para a espécie, a região de Mombo no Botswana. “O Olho do Leopardo” é uma aproximação íntima à sua vida.

A poucas semanas de nascer, a sua mãe e ela forma atacadas por um grupo de babuínos, um grupo que se tornaria rotineiro na sua vida a par das hienas que sempre rondam por perto á caça das presas de Legadema.

Este documentário com uma estética inovadora, foi realizado através de uma série de flash backs que nos levam até à juventude de Legadema, cada um deles relacionando-se com um episódio presente. Enquanto observa os macacos verdes lutando e se prepara para lhes fazer uma emboscada, recuamos até ao momento em que, pela primeira vez, Legadema observou como a sua mãe caçava macacos a vinte metros de altura nas árvores. Foi nessa altura que aprendeu qual a chave do problema: ser o primeiro a chegar o mais alto possível e caçar daí para baixo. Exactamente o que faz hoje.

Conheceremos igualmente o pai de Legadema, que surpreenderemos na perseguição a um búfalo. E passaremos algum tempo com a sua mãe enquanto ensina a caçar e a evitar babuínos, leões, hienas…e outros leopardos. Mas no momento da rodagem do documentário, Legadema já não é uma cria e a nossa história segue o seu rumo no tempo actual. A jovem fêmea escuta o chamamento da sua mãe como um íman. É uma chamada pessoal, reservada e codificada para si enquanto bebe. Mas agora as chamadas são mais ásperas e Legadema tem que averiguar o que se passa de uma forma mais cuidada.

Tem três anos, é quase adulta. Um dia em que a chuva apaga o rasto de outros leopardos Legadema encontra de repente outra fêmea que a ataca. A desconhecida é a sua própria mãe.

Legadema é expulsa da comunidade mas garante a sobrevivência ao conseguir caçar pela primeira vez, sozinha um animal de grande porte. É o ritual de passagem à vida adulta. Um acontecimento importante embora aqui com um sabor algo amargo. É então que escuta de novo a sua mãe chamá-la. Mas a chamada não é para elas. A sua mãe tem novas crias.

Legadema já não é a última descendente nem a herdeira dos seus territórios. Mas está bem preparada graças á forma como entretanto aprendeu a lidar com macacos, leões, e com a vida em si, contando com arma do seu instinto e que a ajudará a criar a sua própria família de leopardos.

After Darwin, de Timberlake Wertenbaker, no Teatro da Politécnica



After Darwin
de TIMBERLAKE WERTENBAKER



produção TNDM II
12 Dezembro a 28 Fevereiro
4ª a Sáb. 21h30

Dom 16h00
POLITÉCNICA (sala 2)


encenação CARLOS ANTÓNIO
cenografia figurinos DANIELA ROXO
desenho de luz CARLOS ARROJA


com

ANDRÉ LEVY

MANUEL COELHO

RITA CALÇADA BASTOS


CARLOS ANTÓNIO encenação

Formando em interpretação pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), que terminou com uma frequência no College Rippon of York, em Inglaterra, trabalha presentemente no projecto musical YE77A na qualidade de músico, intérprete e sonoplasta.

Como actor trabalhou sob a direcção de encenadores como: Alan Richardson, Amândio Pinheiro, João Brites, António Lago, Diogo Dória, Jorge Fraga, Carlos Gomes, Miguel Moreira, Joaquim Benite, Bruno Bravo, Manuel Wiborg, Nuno M. Cardoso.

Na Associação Cultural O Útero, trabalhou como actor, encenador, músico, assistente de encenação, cenógrafo e desenhador de luz.

Trabalhou ainda como criativo, actor, encenador e coordenador no Projecto Teatro e Ciência, promovido pelo Teatro da Trindade/Inatel.


DANIELA ROXO cenografia figurinos

Formou-se no Chapitô em Ofícios do Espectáculo e, desde então, tem desenvolvido vários trabalhos como artista plástica, quer na criação de figurinos, quer como ilustradora no "Diário de Notícias".

Destacam-se alguns dos seus figurinos para peças como "Desarrumar", encenada por Carlos António para o Teatro da Trindade e Politécnica, "Davinci", "Problema, qual problema?" e "Hipotenoses", entre outras.


ANDRÉ LEVY actor

Licenciado em biologia, tem formação teatral adquirida em diversos workshops realizados em Nova Iorque, no Theater Three Dramatic Academy, de Port Jefferson, onde estudou interpretação e técnicas do Teatro do Oprimido.

Interpretou várias peças de William Shakespeare (“Sonho de uma Noite de Verão”, “Hamlet” e “Romeo and Juliet”) e trabalhou sob a direcção de encenadores como Anton Dudley, Doug Scholz-Carlson ou Jeffrey Sanzel, em espectáculos de comédia, musicais e projectos de teatro para os mais jovens.

Em Portugal, trabalhou com a companhia Primeiros Sintomas (nas peças “Timbuktu”, a partir de Paul Auster, em 2006; e “Nunca Terra (Filho que queria nascer)”, de Miguel Castro Caldas, em 2005).

Colaborou também com Cristina Carvalhal no projecto “Cosmos”, construído a partir da obra de Witold Gombrowicz e apresentado na Comuna em 2005.


MANUEL COELHO actor

Estreou-se em 1970, no Grupo de Campolide.

Frequentou a Escola Superior de Teatro e foi co-fundador do Grupo Proposta e do Teatro Popular de Almada.

Trabalhou com Carlos Avilez, Filipe La Féria, Jean-Marie Villègier, Varela Silva, Silvio Pucaretti, entre outros.

Integra, desde 1978, o elenco do TNDM II, onde tem participado em espectáculos como: “As Alegres Comadres de Windsor”, de Shakespeare, “O Judeu”, de Santareno, “D. João”, de Molière, “A Maçon”, de Lídia Jorge, “Rei Lear”, de Shakespeare, “Real Caçada ao Sol”, de Peter Shaffer.

É professor de Interpretação no Instituto das Artes e do Espectáculo e na Universidade Moderna.

É director artístico do Teatro da Malaposta.


RITA CALÇADA BASTOS actriz

Licenciada em Formação de Actores / Encenadores pela Escola Superior de Teatro e Cinema, fez o estágio de licenciatura com a Companhia Olga Roriz.

Frequentou workshops com, entre outros: Bruce Meyers, Marcia Haufrecht, Robert Whitehead, Stella Adler ou Ângela Pinto. Participou, em teatro, em produções como: “As Quatro Gémeas”, de Copi; “O Grande Teatro de Oklahoma”, a partir da dramaturgia de José Sanchis Sinisterra; “Ensaio sobre a Cegueira”, de José Saramago; “A ópera de três vinténs”, encenada por José Wallenstein, entre outras.

Somam-se as participações em séries de televisão, em cinema – “Love on line”, “O Testamento”, “O Crime do Padre Amaro”, em dança – “Felicitações Madame I, II e III”, de Olga Roriz, e a docência de Interpretação, no Curso Livre de Formação de Actores da Universidade Lusíada.


Darwin
Charles Robert Darwin
(1809-1882) foi um naturalista britânico, natural de Shrewsbury, cuja teoria da evolução das espécies a partir de um antepassado comum lhe valeu o reconhecimento científico.

Foi a partir desta teoria, que se dá através da selecção natural e sexual, que se desenvolveu aquele que é hoje considerado o paradigma central na explicação de diversos fenómenos na Biologia.

Ainda na Universidade, enquanto estudante de Medicina e, depois, de Teologia, surgiu o interesse pela História Natural. Movido pelo desejo de observação da natureza, Darwin embarcou numa viagem a bordo do “Beagle” durante quatro anos e nove meses, ao longo dos quais estudou uma rica variedade de características geológicas fósseis, organismos vivos e vários nativos e colonos.

América do Sul, África, Argentina, Ilhas Galápagos foram algumas das paragens deste itinerário que permitiu a Darwin a recolha de provas que mais tarde consubstanciariam a sua teoria da evolução das espécies.

A viagem foi, efectivamente, um dos passos mais importantes na sua carreira, permitindo-lhe, com base nas recolhas de espécimes – muitas delas novas para a ciência – desenvolver a teoria da Selecção Natural. Darwin estabeleceu a sua reputação como naturalista e é hoje visto como um dos precursores da Ecologia, particularmente da noção de Biocenose.
Em 1858, a informação de que Alfred Russel Wallace tinha desenvolvido uma ideia similar forçou a publicação conjunta da sua teoria. Em 1859, é publicada “A Origem das Espécies” (do original, em inglês, “On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life”).

Darwin ingressa então na Royal Society, onde continua a sua pesquisa, publicando vários livros sobre plantas e animais, incluindo a espécie humana, tais como “A Descendência do Homem e Selecção em Relação ao Sexo” (1871) ou “A Expressão da Emoção em Homens e Animais” (1872).
Foi laureado com a medalha Wollaston, concedida, em 1859, pela Sociedade Geológica de Londres, e, em reconhecimento à importância do seu trabalho, foi enterrado na Abadia de Westminster, junto de nomes como Charles Lyell, William Herschel e Isaac Newton .


Biografia
Dramaturga, Timberlake Wertenbaker cresceu no País Basco.

Frequentou escolas na Europa e nos EUA, antes de se estabelecer em Londres. Foi Escritora Residente (“Shared Experience”, 1983) e colaborou com o Royal Court Theatre (1984-5). O seu trabalho inclui “New Anatomies”, representado pela primeira vez na ICA, em Londres; “Abel’s Sister”, com estreia no Royal Court Theatre Upstairs (1984); “The Grace of Mary Traverse” (1985), vencedora da Peça e Dramaturga/Revelação. Wertenbaker é sobretudo conhecida pela peça “Our Country's Good” (1988), escrita a partir da novela “The Playmaker”, de Thomas Keneally. Representada, pela primeira vez, em 1988, no Royal Court, venceu o Prémio de Melhor Peça Laurence Olivier/BBC, o prémio para a melhor peça estrangeira de New York Drama Critic’s Circle e foi ainda nomeada com seis “Tonies”.

“The Love of the Nightingale” (1989) foi representada pela primeira vez em 1988 no The Other Place, pela Royal Shakespeare Company, Stratford, e venceu o Prémio Eileen Anderson Central Television Drama.

“Three Birds Alighting on a Field” (1992), um retrato satírico do mundo da arte, estreou no Royal Court em 1991 e ganhou o Prémio “London Critics' Circle Best West End” para Melhor Peça, o Prémio “Writer's Guild” e o “Susan Smith Blackburn”.

“The Break of Day” (1995) apresentou-se no Royal Court pela companhia Out of Join, dirigida por Max Stafford-Clark. “After Darwin” (1998) estreou no Hampstead Theatre, Londres.
Timberlake Wertenbaker adaptou e traduziu obras de autores como Marivaux, Jean Anouilh, Maeterlinck, Pirandello, Sófocles e Eurípides. Escreveu também guiões para adaptações de filmes como “The Children”, de Edith Wharton, e “The Wings of the Dove”, de Henry James. É ainda a autora de uma peça para televisão, “Do Not Disturb”, e o seu trabalho em rádio inclui “Dianeira”, transmitida pela BBC 3, uma adaptação e tradução da peça “Hecuba”, de Eurípides, e uma adaptação da novela de Kadare, “The H File and Scenes of Seduction”, transmitida pela Rádio 4. Nas suas peças mais recentes, destaque para “Galileo's Daughter” (2004) e “Divine Intervention” (2006).


Alberto Carneiro recebe Prémio no Casino da Póvoa


Prémio de Artes

do Casino da Póvoa
distingue Alberto Carneiro


Em cerimónia agendada para o próximo dia 14 de Dezembro, Alberto Carneiro receberá das mãos da Ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, o “Prémio de Artes Casino da Póvoa”, instituído pela Varzim-Sol.
O conhecido artista será, assim, distinguido com o maior prémio de Artes Plásticas atribuído em Portugal, no valor de 30 mil euros.
As qualidades artísticas de Alberto Carneiro sensibilizaram o júri, constituído por Bernardo Pinto de Almeida, Vasco Graça Moura e Mário Assis Ferreira, presidente do Conselho de Administração da Varzim Sol SA.
O Casino da Póvoa acolhe, assim, de novo, a cerimónia solene para a entrega deste importante galardão, que tem periodicidade anual.

O prémio envolve, ainda, a aquisição de uma obra de Alberto Carneiro e a publicação de uma Monografia e uma Exposição Antológica do autor contemplado.
A apresentação do Livro Antológico do escultor estará a cargo de João Fernandes, Director do Museu de Serralves.
Recorde-se que a obra adquirida a Alberto Carneiro, que passa a integrar a colecção de arte do Casino da Póvoa, é uma escultura intitulada “Sinais e Sabedoria da Floresta”, de 2000 2001, Buxo 80X160X10cm.


Nascido no Coronado, em 1937, Alberto Carneiro licenciou-se na Escola de Belas Artes do Porto e efectuou uma Pós-Graduação pela Saint Martin`s School of Art de Londres, no final da década de sessenta.
Durante vários anos esteve ligado ao ensino, leccionando no Curso de Escultura da Escola de Belas Artes do Porto, entre 1971 e 1976, e no Curso de Arquitectura da Universidade do Porto, de 1970 a 1999.

Foi, ainda, responsável pela orientação pedagógica e artística do Circulo de Artes Plásticas, Organismo Autónomo da Universidade de Coimbra, de 1972 a 1985.
Com um extenso percurso dedicado às artes, Alberto Carneiro realizou 73 exposições individuais e participou em cerca de cem mostras colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro.
A Exposição Antológica de Alberto Carneiro será inaugurada no dia 10 de Janeiro de 2008, na Cooperativa Árvore e ficará patente ao público até 3 de Fevereiro de 2008.


Tel: 214667791 * Fax: 214667970

Hoje mais uma noite de Fado no Casino Estoril


FADO NO CASINO ESTORIL



Ana Sofia Varela e Ricardo Ribeiro protagonizam mais uma noite de Fado no Casino Estoril, hoje, dia 9, Domingo, pelas 22 horas.

O Teatro-Auditório recebe, desta vez, dois dos mais mediáticos intérpretes da nova geração de fadistas.


Nascida em Lisboa, Ana Sofia Varela foi viver, muito cedo, para Serpa.

Logo aos 14 anos, a artista distinguiu-se em diversas colectividades alentejanas, que organizavam espectáculos dedicados ao fado.
Posteriormente, assinou actuações de boa memória em casas de fado, em Lisboa, e participou em concursos televisivos, nomeadamente na “Selecção Nacional” e no “Festival da Canção”, em 1995.
Conheceu o guitarrista Mário Pacheco, em 1997, com quem fez vários espectáculos, designadamente em Macau, Japão e Itália.

Colaborou, também, no álbum “ A Guitarra e Outras Mulheres”, de António Chaínho. Em 1999, Ana Sofia Varela gravou dois temas para o CD “Cem Anos de Fado”, tendo participado, ainda, no espectáculo itinerante “De Sol a Lua – Flamenco e Fado”.
Com várias experiências discográficas, a artista lançou o álbum homónimo “Ana Sofia Varela”, em 2002.

Entre os onze temas gravados destacam-se, por exemplo, “Quem Canta na Minha Voz”, “Ó Meu Amor Não Te Atrases”, “Rosa Nocturna”, “Vivendo sem Mim”, “Água e Mel”, “Olhos Estranhos” ou “Lágrima”.


Por sua vez, Ricardo Ribeiro iniciou, também, a sua actividade artística muito jovem. Em 1997 e 1998 venceu a “Grande Noite do Fado”, no Coliseu dos Recreios, respectivamente, em juvenis e na categoria sénior.

Com estes êxitos, que constituem a maior aspiração de todos os talentos amadores do fado, Ricardo Ribeiro deu um considerável impulso à sua carreira.
Mais tarde, integrou o cartaz de conhecidas casas de fado, como “Os Ferreiras”, o “Nónó” ou o “Cabacinha”. No estrangeiro, actuou junto de várias comunidades portuguesas, nomeadamente, em países como o Canadá, França ou Luxemburgo.
Em 2004, Ricardo Ribeiro lançou o álbum homónimo “Ricardo Ribeiro”.

Com mais de uma dezena de fados, o tema “Mas Porquê de Eu Ser Assim” ganhou uma expressiva notoriedade.


Aos Domingos à noite, pelas 22 horas, o Teatro-Auditório acolhe o ciclo “O Fado Volta ao Casino”.

Preço: 15 euros (1ª plateia), 12 euros e meio (2ª plateia).
Reservas: 939 808 097 ou 914 852 585

Cantos de Natal na Póvoa do Varzim


“Os Pequenos Cantores de Amorim”, um coro infantil poveiro cuja qualidade é reconhecida além fronteiras, apresentam, para a época de Natal e Ano Novo, um diversificado programa de concertos, com o apoio da Câmara Municipal.

Fazendo parte do programa de animação natalícia “Feliz Natal Póvoa de Varzim”, lançado pela autarquia, os concertos terão lugar em diversos pontos do norte do país sendo que o primeiro tem lugar já a 9 de Dezembro, às 17h00, na Igreja de Amorim.

De entrada livre, o programa do concerto inclui a estreia da obra “Christmas Canticles”, com a Orquestra do Norte e apresentação de “Glória”, de Vivaldi RV 589, pelo coro Ensemble Vocal Pró Música do Porto.

Presente no concerto estará Manuel Moreira Giesteira, poveiro emigrado no Brasil, responsável pela fundação e financiamento, na sua totalidade, do coro.

O espectáculo repete no dia 14, às 21h30, na Sé Catedral do Porto e no dia 15, também às 21h30, na Igreja da Misericórdia, em Penafiel.

No dia 23 de Dezembro “Os Pequenos Cantores de Amorim” viajam até Espanha para participar no Encontro de Coros, no Mosteiro Santa Maria de Oia, na Galiza.

O espectáculo tem início às 21h30.

Seleccionadas pela voz e pelo ouvido aos seis anos de idade, as crianças integram, numa primeira fase, o Coro Infantil de Amorim, integrando depois, e conforme o seu desenvolvimento, “Os Pequenos Cantores de Amorim”.

São os elementos deste coro infantil que, a 21 de Dezembro, às 21h30, participam num concerto no Mosteiro de S. Torcato, em Guimarães, conjuntamente com o coro “Amorim & Laundos Ensemble”.

Participam ainda num encontro de coros na Igreja de Pevidém, em Guimarães, no dia 22, às 21h30, e juntam-se ao Grupo Coral de Amorim, ao “Amorim & Laundos Ensemble” e ao Grupo Coral de Animação Cristã da mesma freguesia para dois concertos, às 21h30: um no dia 28, no Santuário de Nossa Senhora da Saúde, em Laundos e outro no dia seguinte, 29 de Dezembro, na Igreja de Amorim.
Em Janeiro, e associando-se ao “Encontro pela Paz”, promovido pela autarquia, o Coro Infantil e o “Amorim & Laundos Ensemble” participam no encerramento da exposição “Lembrar a Paz”, no Diana Bar, às 21h30.

Fundado a 13 de Abril de 2002 em Amorim, Póvoa de Varzim, “Os Pequenos Cantores de Amorim” são um coro de 42 crianças e adolescentes, pertencente à paróquia de Amorim.

Tal como foi dito, numa primeira fase as crianças integram o Coro Infantil e só depois “Os Pequenos Cantores de Amorim”.

Com a mudança de voz, transitam para “Os Jovens Cantores de Amorim”. A formação deste coro tem como objectivo despertar os seus elementos para a arte e beleza da música coral, bem como uma para uma participação activa na vida paroquial.






Presépio em Movimento nas ruas de Monsaraz


Presépio com figuras em tamanho real

“acompanha” visitantes pelas ruas da vila medieval de Monsaraz



O Município de Reguengos de Monsaraz vai apresentar pelo nono ano consecutivo na vila medieval de Monsaraz um presépio de rua com cerca de 40 figuras em tamanho real.

Este projecto artístico, da autoria da escultora Teresa Martins, é uma aposta da autarquia para dinamizar Monsaraz e proporcionar aos milhares de visitantes que se deslocam à vila medieval durante esta época, um percurso nas ruas históricas “acompanhados” pelas figuras que constituem o presépio.
Trata-se de um investimento original e criativo no domínio da animação temática de conjuntos históricos que retoma a tradição de tornar a rua um espaço privilegiado para a figuração da Natividade.
O presépio de Monsaraz é formado por figuras construídas a partir de grandes estruturas de ferro e rede recobertas por panos de cor crua, impermeabilizados e tratados para o efeito, e estará distribuído pelas ruas da vila medieval, terminando no Largo do Castelo, onde será colocado o conjunto principal com a Virgem, S. José e o Menino.

Todas as figuras – os Reis Magos, o almocreve, a lavadeira, os guardas do castelo, o pastor, etc. – serão iluminadas resultando num efeito visual apreciável para os visitantes que se deslocarem à vila histórica durante a noite.

O presépio poderá ser admirado entre os dias 8 de Dezembro e 6 de Janeiro.

Jessica expulsa da Operação Triunfo


A Gala 10 da Operação Triunfo dedicada aos grandes êxitos do Festival RTP da Canção, foi um programa muito emotivo, culminado a emoção, com os nomeados à votação do público.

Jessica foi a mais recente aluna a abandonar a Escola da Operação Triunfo, com uma votação de 29% contra os 71% do Salvador.

Embora tenha tido uma prestação muito boa na interpretação da música "Chamar a Música" de Sara Tavares, o publico optou pelo Salvador que interpretou, também muito bem, a música "Esta Balada Que Te Dou" de Armando Gama acompanhado, ao piano, pelo professor Ruben .


Foi um programa cheio de emoções com o regresso ao pequeno écran de algumas, belíssimas, vozes.


Helena Coelho e Teresa Miguel, ex Doce, cantaram "Bem Bom" com Denisa e Vânia; Dora interpretou em conjunto com o Nuno e o Alexandre o tema "Não Sejas Mau P'ra Mim", onde em alguns momentos da interpretação da cantora sobrepôs a sua voz à dos concorrentes, mostrando que além do excelente aspecto visual, continua dotada de uma magnifica voz; Manuela Bravo em conjunto com o Jonas e o Luís interpretou "Sobe Sobe Balão Sobe"; por fim destacamos a brilhante interpretação de Ricardo ao lado de Tonicha com o tema "Menina do Alto da Serra"

As nomeações do Júri, nesta semana, atingiram a Denisa, Vanda, Jonas e Salvador. Os professores salvaram a Vanda, tendo os colegas empatado na escolha da Denisa e do Salvador.

Uma vez que o Alexandre, favorito da semana pela segunda semana, escolheu o Salvador, sendo o seu voto decisivo em caso de empate, ficaram à mercê do público a Denisa e o Jonas.

A escolha do Alexandre trouxe-lhe muitas lágrimas aos olhos, uma vez que a decisão final acabou por ser dele. Disse ao "hardmusica.com", com as lágrimas a correram-lhe pela cara, que foi um dos momentos mais difíceis da sua vida e que daria tudo para não estar naquele lugar.

Denisa, logo após o terminus do programa falou ao "hardmusica.com" que cada semana que passa está mais difícil e que os professores não os têm ajudado, muito, na questão das nomeações. Aceitou com naturalidade a nomeação, mas a saída da Jessica abalou-a bastante.

Jonas, por sua vez, aparentava um ar calmo e sem nenhum aspecto exterior de emoção, mas quando falamos com ele, respondeu que "a nomeação não me abalou nada, pois não tenho medo delas, o que me deixou em baixo foi a saída da minha amiga Jessica", seguindo para os braços da candidata expulsa.

Foi-nos revelado por elementos da produção que foi "demasiado dolorosa a saída da Jessica para todos nós, produção e concorrentes".

Estamos a poucas, mais, de 5 semanas do final do programa e nem o júri, nem os alunos conseguem controlar o desespero de nomearem e de serem nomeados. As saídas vão, cada vez mais, abalar os candidatos. vamos esperar o bom senso do público para na próxima semana escolher o candidato certo.


Fotos de: Flávio Grafstein

Casino Lisboa apresenta a Arte do Novo Circo

Arte de Novo Circo
no Casino Lisboa


Apreciado pelos visitantes do Casino Lisboa, o Novo Circo distingue-se pelas actuações de vários artistas de nível mundial.
Em Dezembro, o espaço central do Arena Lounge recebe, nas duas primeiras semanas, Erika Lemay e, depois, até ao final do mês, Kristina Kireeva.


Em estreia abosluta no Casino Lisboa, Erika Lemay propõe um número que combina a contorção com a dança e exercícios de força, de 1 a 15 de Dezembro.

Com um elevado grau de dificuldade, “Handstand & Contortion” foi criado pela própria Erika Lemay, que o baptizou de “Dança nas Mãos”.
Com o apoio da coreógrafa Anne Plamodon, “Handstand & Contortion” proporciona momentos singulares de Novo Circo.

A artista demonstra invulgares capacidades técnicas, aliadas a uma notável qualidade estética de movimentos.


Por sua vez, Kristina Kireeva estreia, no dia 16, um exercício de Contorção, prolongando as suas actuações até ao final do ano.

Conhecida como “flexigirl”, a artista é dotada de grande flexibilidade e elasticidade que lhe permitem posições corporais também com elevado grau de dificuldade.
Distinguida com prestigiantes prémios, Kristina Kireeva foi Medalha de Prata no Festival de Monte Carlo, em 1997, e medalha de bronze em Viareggio, em Itália, no mesmo ano.

A conceituada artista já trabalhou no Moscow Nikulin Circus, na Rússia, Circus Knie, na Suiça, Winter Garten, na Alemanha, e Casino Paladium, Es Fogero e Exit Palace, em Espanha.


Com duas exibições por noite, o Novo Circo proporciona momentos únicos:
- Erica Lemay em “Handstand & Contortion” – 1 a 15 de Dezembro
- Kristina Kireeva em “Contortion” – 16 a 31 de Dezembro


Tel: 214667791 * Fax: 214667970

Centro Cultural de Belém exibe concertos para miúdos

DIABOLUS IN MUSICA
BANDA OSIRIS (ITÁLIA)

ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA

A PARTIR DOS 6 ANOS
12 A
17 DEZ. GRANDE AUDITÓRIO




DIABOLUS IN MUSICA é um espectáculo que, com muita ironia e uma boa dose de dessacralização, põe em causa os estereótipos da música clássica.

sábado, 8 de dezembro de 2007

Especial “EUREKA” no FX

Hoje dia 8 de Dezembro, o canal FX vai transmitir um especial da série "Eureka". São três episódios que serão difundidos as 22h00.

Síntese: Quando o U.S. Marshall Jack Carter tem um acidente de carro numa estrada deserta, descobre um fantástico segredo. Durante anos, o governo tem recolocado os maiores génios do mundo (e as suas famílias) na pitoresca cidade de Eureka, onde a vida se equilibra entre experiências inovadoras e o caos completo. A chegada de Jack Carter coincide com uma revolucionária criação ainda desconhecida do mundo exterior.

ESPECIAL “HOUSE” na FOX

No fim de semana de 8 e 9 de Dezembro, não perca a oportunidade de ver ou rever os penúltimos episódios (21, 22 e 23) da 3ª temporada de “House” - antes da chegada da 4ª temporada da série à Fox, que acontecerá a 1 de Janeiro.

Emissão: Sábado, 8 de Dezembro às 17h00 Repetição: Domingo, 9 de Dezembro às 23h35

Ep.21: ‘Family’ / Ep.22: ‘Resignation’ / Ep.23: ‘The Jerk’


Lado a lado no AXN


o Filme Lado a Lado, vai ser Emitido no AXN Sábado 8 de Dezembro às 22h30. O filme conta a hitoria de Isabel (Julia Roberts)uma jovem fotógrafa de moda que namora com Luke (Ed Harris), divorciado de Jackie (Susan Sarandon) e com dois filhos. Ganhar o amor dos seus filhos revela-se muito difícil, sobretudo porque a mãe, Jackie (Susan Sarandon), não está disposta a partilhá-los com outra mulher.

Anna e Ben, os dois filhos de Jackie e Luke, enfrentam o duro processo de divórcio dos seus pais. O pior, contudo, é que Luke conhece uma nova mulher, Isabel, uma conhecida fotógrafa, que faz tudo para lhes agradar. Mas eles exigem uma dedicação que ela não lhes pode oferecer a menos que deixe o seu trabalho, algo de que não está disposta a abdicar. Por seu lado, Jackie, mãe dedicada, acha que os esforços de Isabel são insuficientes e não entende como o trabalho pode estar à frente dos deveres, cuidados e carinho para com os filhos. O rancor mútuo que existe entre Jackie e Isabel vai-se transformando num ódio

Profundo, mas o inesperado diagnóstico de cancro de Jackie fará com que a vida de todos mude de forma radical.

Opinião e cinema marcam o serão da RTP"


DESTAQUES DE PROGRAMAÇÃO - SÁBADO


19h50 – KABOOM (Estreia)

Este é um novo espaço dedicado às meninas e aos meninos dos 8 aos 12 anos, que vai explodir de riso, de ideias e de informação. Dentro do Kaboom podes ver o Kulto e duas comédias tão divertidas que os fins de tarde de sábado serão certamente os mais animados da semana.
E os separadores vão ser geniais de imaginação e modernidade!
Nem sabes o que perdes se perderes o Kaboom!



21h00 - DIGA LÁ EXCELÊNCIA

Neste Programa – Entrevista ao novo Bastonário da Ordem do Advogados

António Marinho Pinho - Novo Bastonário da Ordem dos Advogados
Raquel Abecasis - Jornalista Rádio Renascença e um Jornalista do Público



Sessão Dupla - 2º filme

Em Dezembro, a RTP2 presta homenagem a Charles Chaplin – quando passam 30 anos sobre a data da sua morte (25 Dezembro 1977), um dos mais famosos e carismáticos actores/realizadores da história do cinema.

00h45 - O GRANDE DITADOR
Uma das obras mais marcantes da carreira de Chaplin que é a mais delirante, comovente e corajosa sátira a Hitler, ao seu regime tirânico e às suas sinistras ideias políticas, que culmina com o celebérrimo discurso contra a opressão e a ditadura que entusiasmou o Mundo livre

Em Novembro de 1918 no meio de um exército derrotado um soldado, que em tempo de paz era proprietário de uma barbearia, perde a memória e vai parar a um asilo. Entretanto, o Mundo evolui de convulsão em convulsão até que surge um "providencial" ditador, Adenoid Hynkel, que podia ser irmão gémeo do barbeiro.

Este sai do asilo e regressa à sua barbearia, envolvendo-se, desde logo, num confronto com os arruaceiros de Hynkel.

O ditador prepara a invasão de Osterlich, um país vizinho, e tenta arranjar um empréstimo junto de banqueiros judeus. Perante a recusa destes Hynkel reprime violentamente a comunidade judaica e o barbeiro vai parar a um campo de concentração.

Hynkel invade Osterlich, depois de resolver as divergências com outro ditador interessado na mesma invasão, enquanto o barbeiro foge do campo de concentração.

Devido às suas semelhanças com o ditador o barbeiro acaba por ser tomado por Hynkel e faz um discurso memorável denunciando a tirania.

"O Grande Ditador" é uma das obras máximas do génio de Charlie Chaplin. Rodado em segredo, Chaplin (então no auge da sua fama), resistiu a todas as pressões e ameaças, e levou a sua avante.

Em Outubro de 1940, pouco mais de um ano após a invasão da Polónia e o início da 2ª Guerra Mundial, estreava-se na América "O Grande Ditador", a mais delirante, comovente e corajosa sátira a Hitler, ao seu regime tirânico e às suas sinistras ideias políticas.

Tudo isto, combinado com a história do insignificante barbeiro judeu que, devido às suas semelhanças com o ditador, acaba por tomar o seu lugar e por o denunciar publicamente no celebérrimo discurso final que comoveu o Mundo livre.

"O Grande Ditador" é ainda um filme de sátira burlesca mas é já um filme sonoro, pensado e escrito como tal, onde a imortal personagem do vagabundo se dissipa de vez sob a personagem do barbeiro e Chaplin aproveita agora para explorar a força da palavra e jogar admiravelmente com os mitos em jogo, o de Charlot e o de Hitler, num fantástico jogo de transferências e duplicidades.

O cinema de Chaplin, muito para além da assunção do Sonoro, tinha sofrido uma radical transformação.

Origem: E.U.A. – 1940
Duração: 123m (pb)
Autoria: Charlie Chaplin
Produção: Charlie Chaplin
Realização: Charlie Chaplin
Fotografia: Karl Strüss e Roland Totheroh
Música: Meredith Wilson
Com: Charlie Chaplin, Paulette Goddard, Jack Oakie, Billy Gilbert, Henry Daniell, Reginald Gardner, Grace Hayle, Maurice Moscovich, Emma Dunn.

As "Doenças Negras" de África na RTP


No fim-de-semana em que os chefes de estado europeus e africanos se reúnem em Lisboa, o documentário Doenças Negras mostra o muito que está por fazer na cooperação entre os dois continentes, hoje na RTP1 pelas 01.45h.


África é um continente de superlativos: tem a população mais jovem do planeta mas também a mais pobre, e é tão comum morrer de fome como de doenças desconhecidas noutras partes do mundo.

É por isso que África recebe 3/4 da ajuda humanitária, e a grande maioria é oferecida pela União Europeia e pelos estados-membros.

Doenças Negras é o retrato de uma África que se afirma aos poucos, apesar de todos os seus problemas.

É também uma história de cooperação, de encantos partilhados e com a esperança de um futuro melhor.


A partir de um extenso trabalho de reportagem realizado na Europa e em África, este documentário de 50 minutos mostra o actual relacionamento entre estes dois continentes e discute o futuro de ambos.

Vamos reviver o Festival RTP da Canção na Operação Triunfo


Quem não se lembra das Doce?

E do tema “Bem Bom” que venceu o Festival RTP da Canção no ano de 1982?


Na próxima Gala da Operação Triunfo, Helena Coelho e Teresa Miguel juntam-se a às madeirenses Vânia e Denisa e prometem “recriar” as Doce.

Num programa dedicado ao Festival RTP da Canção, não podia faltar Tonicha, que em 1971, com o tema “Menina do Alto da Serra”, venceu o concurso e alcançou na Eurovisão o melhor lugar até então alcançado pelo nosso país.


O que não imagina é quem a acompanha nesta aventura... Apesar de ainda não ser nascido, Ricardo promete estar à altura do desafio.

O Luís e o Jonas recebem mais uma vez companhia. Manuela Bravo e o tema “Sobe Sobe, Balão Sobe” de 1979.

O Alexandre e o Nuno vão cantar “Não Sejas Mau P´ra Mim”, vencedor do Festival em 1986... interpretado por Dora, que também não vai faltar.

Os nossos nomeados vão cantar a solo... A estreante nas nomeações, Jessica, vai “Chamar a Música”, enquanto Salvador, vai cantar “Esta Balada Que Te Dou”, de Armando Gama.

E, como não podia deixar de ser, todos juntos vão inaugurar esta grande Gala com o tema “Playback”, de Carlos Paião.

Nouvelle Vague actuam no Arena Lounge de borla


Na madrugada do dia 8 de Dezembro, logo após o concerto que irão dar na Aula Magna, a banda francesa actuará no Arena Lounge com entrada grátis.


Formados por Marc Collin e Olivier Libaux, os Nouvelle Vague são uma banda francesa dedicada aos covers de temas punk e new wave dos anos 80.

Com 2 álbuns editados, orgulham-se de apenas tocar as canções que gostam, interpretando-as de forma muito individual. Para tal, contribui o gosto especial pelo estilo Bossa Nova que adoptam e adicionam nos arranjos que produzem.

Dos New Order aos Joy Division, dos Echo & The Bunnymen aos Siouxsie, não esquecendo os Depeche Mode, Tuxedo Moon, Clash, The Cure ou Sisters of Mercy, os Nouvelle Vague utilizam temas clássicos para interpretações que ganham vida para além dos concertos e álbuns, tendo já sido utilizadas em anúncios, bandas sonoras de filmes e séries de televisão.
Indiferentes às modas, os Nouvelle Vague, tal como a corrente cinematográfica que lhes dá o nome, trilham o seu próprio caminho musical, agradando a velhos e novos públicos, como provam os números relativos às vendas de discos e concertos.

Hoje, a banda regressa a Lisboa para um concerto na Aula Magna.

Esgotado, este concerto não satisfaz as expectativas de todos os fãs nacionais...mas...a banda promete continuar a festejar o seu sucesso em Lisboa com um concerto acústico no Arena Lounge, depois da 1 da manhã.

A entrada é gratuita!




sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

Exposição de Presépios Artesanais em Coimbra

Exposição de Presépios Artesanais
Casa Municipal da Cultura
Coimbra
7 de Dezembro de 2007 a 6 de Janeiro de 2008



Representações de inúmeros artesãos provenientes de diversas regiões de Norte a Sul do país, a título de exemplo, de Barcelos, Coimbra, Óbidos, Vila Nova de Poiares, Arraiolos, Canas de Senhorim, Fafe, Santarém, Vila do Conde, Sever do Vouga, Caldas da Rainha, Fundão, Arganil, Maia, Castelo Branco, Manteigas, Olhão, Marinha Grande, Lourinhã, Lousã, Mealhada, Lixa, Estremoz, Penacova, Molelos, Lafões, Monforte, S. Pedro do Corval e Açores.
Pretende-se, assim, enquadrar as diferentes sensibilidades artísticas artesanais com a forma como cada artesão perspectiva e constrói o presépio, em função dos materiais que utiliza. O resultado é uma grande diversidade de concepções representativas de várias regiões do país. As peças são, assim, concebidas utilizando-se várias técnicas artesanais de que resultam peças em cerâmica, tecido, linho e juta, vidro, registo, artefacto de madeira, couro, madeira e junco, tapeçaria, linho bordado, renda de bilros, salgueiro, chapa zincada, palha e prata.
A exposição reúne, ainda, uma série de presépios concebidos pelos utentes da Associação Nacional de Apoio ao Idoso (ANAI) - IPSS, executados no âmbito do ateliê de cerâmica integrado na "Oficina do Idoso".
O escultor Luís Miguel Alenquer foi, também, convidado pela Autarquia a apresentar trabalhos sob a temática dos Presépios, executados utilizando o xisto, granito e madeira e ferro.
Informações
Casa Municipal da Cultura de Coimbra
Telef. 239 702 630 / Fax 239 702 496

Teatro Infantil no Centro Cultural de Belém


TPO (ITÁLIA)


A PARTIR DOS 4 ANOS
9 A 16 DEZ. PEQUENO AUDITÓRIO




A companhia Teatro di Piazza o D’Occasione (TPO) tem-se empenhado no desenvolvimento da relação entre a dramaturgia e as artes visuais criando espectáculos edicados a um público jovem que sugerem a ligação criativa e lúdica entre as artes e as novas tecnologias.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Associação Portuguesa de Museologia premeia Vila Franca de Xira

O Prémio – Melhor Exposição Portuguesa, da Associação Portuguesa de Museologia (APOM), foi atribuído ao Museu Municipal de Vila Franca de Xira e ao Museu do Neo- Realismo, ambos da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, pela exposição «Dos Anos Quarenta aos Anos Sessenta - Um Tempo um Lugar – Dez Exposições Gerais de Artes Plásticas».

Esta exposição, inaugurada a 23 de Setembro de 2005, no Celeiro da Patriarcal, em Vila Franca de Xira, foi realizada pelos dois Museus e comissariada pelo Professor Rogério Ribeiro, tendo contado também com o apoio da Associação Promotora do Museu do Neo-Realismo.

A Cerimónia de Entrega dos Prémios Prestígio da Associação Portuguesa de Museologia teve lugar no passado dia 29 de Novembro, no Museu de História Natural em Lisboa.

Debate “Poesia e Neo-Realismo”

No âmbito da sua programação cultural, o Museu do Neo-Realismo apresenta como proposta para o próximo Domingo, dia 9 de Dezembro, pelas 16.00 Horas, um Debate Literário sobre “Poesia e
Neo-Realismo”.

A iniciativa terá como convidados Fernando Pinto do Amaral, Eduardo Pitta e Vitor Viçoso, ficando a moderação a cargo de David Santos.

DAVID FONSECA Tour na Fnac

David Fonseca comtinua o seu Tour na Fnac, e no próximo dia 8 de Dezembro vai estar as 17.00h na FNAC Sta. Catarina, e as 22.00h na FNAC Braga.

Neste fim-de-semana no Braga Parque


Este fim-de-semana, dias 8 e 9 de Dezembro no Braga Parque das 14 às 20 horas Mini Ateliers de Natal - Cartas ao Pai Natal, Pintura, Postais de Natal, Adereços de Natal e Decorações de Árvore de Natal. E das também 14 às 20 horas os mais pequenos podem tirar fotografias, com o Pai Natal do Braga Parque.

ESTORIAS PARA PIANO E GUITARRA PORTUGUESA

“Herança Maldita” vai a Seia


“Herança Maldita”
pelo Grupo de Teatro a Barraca

CASA MUNICIPAL DA CULTURA DE SEIA
9 Dezembro às 21:30


Apresentada em estreia mundial no encerramento das comemorações dos 30 anos da Barraca, “A Herança Maldita”, de Augusto Boal, marca o regresso do dramaturgo brasileiro, com quem a Companhia trabalhou no final da década de 70. Boal dá o nome de “bulevard macabro” a este texto, o que corresponde no nosso vocabulário europeu a “comédia negra”.
Sinopse
Numa peça marcada pelo humor, a história fala de famílias, das relações humanas dominadas pelo dinheiro, num retrato do neo-liberalismo que conduziu à forma conhecida da globalização. A família genética serve de pretexto para revelar outras formas familiares que se manifestam em clubes, etnias ou bairros.
Chega o dia das partilhas e a confusão instala-se. Mãe, filhos e nora, todos discutem por uma “Herança Maldita”.
Durante hora e meia de espectáculo os problemas da sociedade moderna passam pelo seio desta família. São personagens avarentas, neuróticas e extravagantes que podem ser qualquer cidadão comum. A peça faz rir, faz rir muito. E também faz pensar. Como todos os espectáculos que a Barraca montou durante a sua já longa existência.

Ficha Artística e Técnica
Texto: Augusto Boal; Adaptação do Texto e Encenação: Hélder Costa; Elenco: Maria do Céu Guerra – Maria Luiza; Rita Fernandes – Maria Pia; Sérgio Moras – Luiz António; Pedro Borges – Luiz Octávio; João D'Ávila – Esmeraldina; Ruben Garcia – Luiz; Eugénio; Direcção Plástica: Maria do Céu Guerra; Adereços: Cecília Sousa, Luís Thomar; Assistência de Encenação: Susana Costa; Luminotecnia: Fernando Belo; Sonoplastia: Rui Mamede; Montagem: Mário Dias; Costureira: Inna Siryk; Apoio Técnico: José Carlos Pontes; Relações Públicas e Produção: Elsa Lourenço; Secretariado: Maria Navarro; Cartaz: Elsa Lourenço, José Carlos Pontes e Rita Lello; Fotografias: Movimento de Expressão Fotográfica;
Apoios: Câmara Municipal de Lisboa, ISPA, MEF, DN, Antena2, Novos Parodiantes, Rádio Europa, Memorandum, Vitor Hugo Cabeleireiros, FNAC, Super Bock
Espectáculo inserido no programa “Território Artes”
Maiores de 12 anos
Preçário
Normal: 7 € Com Cartão Municipal da Juventude e Idoso: 3,5 €
Informações
Casa Municipal da Cultura de Seia
Telf. 238 310 230/49 * Fax. 238 310 236 * Telm. 96 486 25 21
www.casadaculturadeseia.com

PORTUGAL JAZZ em OEIRAS

Festival Itinerante de Jazz
PORTUGAL JAZZ
Auditório Municipal Ruy de Carvalho
7 de Dezembro às 22:00


Após a celebração do primeiro aniversário, com a Grande Festa do Jazz, no Centro Cultural de Belém, o Portugal Jazz segue viagem rumo a Oeiras.

Informações
Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz
Jacc - Jazz ao Centro Clube
Tel.239 837 078

RODRIGO LEÃO ACTUOU EM COIMBRA

Rodrigo Leão apresentou ontem o seu último trabalho
"Os Portugeuses"
em Coimbra

Num TAGV praticamente esgotado, mais uma vez Rodrigo Leão encantou e levou ao rubro todos os espectadores presentes.
Numa “primeira parte” dedicada por inteiro ao seu novo trabalho, intitulado “Os Portugueses”, tendo por base a música criada para a série documental “Portugal, Um Retrato Social”, o compositor conseguiu reforçar, com os novos temas, a melancolia de algumas das imagens que iam sendo projectadas, o que manteve o público atento e silencioso. Nesta fase teve ainda a oportunidade de agradecer aos criadores do documentário, António Barreto e Joana Pontes, presentes na sala.
Na “segunda parte” Rodrigo Leão e o seu ensemble, interpretaram alguns temas de trabalhos anteriores, por isso mais conhecidos, tendo a plateia presente correspondido mais acaloradamente manifestando-se com muitos aplausos. O grupo de músicos denota uma grande cumplicidade e transmite ao público o prazer evidente com que executa as composições.
Resumindo, mais um excelente espectáculo proporcionado por Rodrigo Leão e pelo TAGV ao público de Coimbra.
Paulo Parreira e Maria Bastos