quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Cirque du Solei com sessão extra


As cinco sessões do Cirque Du Soleil agendadas para as 21h30, entre os dias 28 de Novembro e 2 de Dezembro, encontram-se esgotadas. No entanto, o público tem mais uma oportunidade de assistir ao espectáculo sábado, dia 1 de Dezembro, pelas 17 horas.

Pela primeira vez, na história do Cirque du Soleil, foram criadas letras para as faixas instrumentais, trazendo à música uma dimensão poética. Os textos são em inglês, francês, espanhol e em português. Também pela primeira vez, os músicos e cantores do Cirque du Soleil estarão no centro do palco, enquanto a música será a força motriz por trás deste gigantesco evento.
Preço dos bilhetes e locais de venda:
Plateia VIP ¬ 75,00 Euros
Plateia A ¬ 65,00 Euros
Balcão 0 ¬ 60,00 Euros
Balcão 1 ¬ 55,00 Euros
Balcão 2 ¬ 35,00 Euros
Pavilhão Atlântico, El Corte Inglês, ACP, Fnac, CTT, Agências ABEP e Alvalade, Ticketline (Reservas: +351 707 234 234 e www.ticketline.pt)

Paul Auster em sessão, única, de autografos


Hoje pelas 12h, Paul Auster estará presente, na Livraria Bulhosa de Entrecampos, para autografar o seu mais recente livro "A Vida Interior de Martin Frost"

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

TERRATORGA

O TEATRÃO apresenta

TERRATORGA

De 4 de OUTUBRO a 17 de NOVEMBRO
Museu dos Transportes
Coimbra

O espectáculo, mais do que utilizar as palavras de Torga ou o seu legado escrito, é construído a partir dele.
Torga e as suas palavras desafiaram O Teatrão a pensar a nossa relação com a Terra, a Família, a Infância, obrigando a uma reflexão sobre a nossa própria memória, tanto individual como colectiva.
TerraTorga apresenta-se como um espectáculo essencialmente sensorial, não narrativo, onde os actores tentam, através da criação de vários quadros, regressar à essência, regressar à Terra, regressar a Torga.
Paralelamente à temporada do espectáculo, decorrem Oficinas de Expressão Artística em que o que se pretende é partilhar com o público os métodos que guiaram O Teatrão na construção do espectáculo. Assim, pais e filhos são convidados a pensar, projectar, experimentar e a construir, em conjunto, o seu próprio Reino Maravilhoso.

O Teatrão

PORTUGAL JAZZ
FESTIVAL ITINERANTE DE JAZZ


JÚLIO RESENDE QUARTETO
6 de Outubro
Vila Real de Santo António

Este Quarteto tem como repertório fundamental composições originais de Júlio Resende, mas também a recriação de standards do Jazz e de outras músicas como a Pop ou Rock. A integração no universo jazzístico deste Quarteto de influências que vão da música erudita (como Chopin ou Bach) ao Funk ( como James Brown), denotam uma música ampla mas com uma identidade unificadora que é dada pela linguagem improvisacional muito autêntica de cada elemento do grupo.
“Diz-se que é nos sonhos que as almas abandonam a sua prisão-corpo e viajam sem os constrangimentos das leis físicas, atravessando paredes, quebrando distâncias. Daí que nos sonhos possamos fazer coisas sobre-humanas. Somos nos sonhos maiores do que o próprio mundo, porque nos sonhos somos o próprio mundo, criamo-lo. O que anseio da minha música é esta liberdade criadora da alma nos sonhos, e é no Jazz e na sua valorização da liberdade que a minha alma encontrou o seu sonho.” Júlio Resende

Ponto de escuta
www.julioresende.com
Info
Telf:239 837 078 / 913 085 645
E-mail: geral@portugaljazz.org

«Senses» abre com Tim Hecker

Concerto de pré-apresentação do ciclo Senses

música electrónica e multimédia





Tim Hecker

6 de Outubro às 21:30

Teatro Académico de Gil Vicente

Coimbra


O ciclo «Senses» pretende ser uma mostra de formas de criação contemporânea em que música e imagem se combinam em espectáculos multimédia. O trabalho com a materialidade digital será o denominador comum aos artistas a apresentar. Tal como na temporada anterior, em cada noite será possível observar o contraste entre dois projectos, por vezes associados a uma determinada editora. (...) Manuel Portela


O músico e artista sonoro Tim Hecker é uma referência da nova electrónica canadiana. Obras como "Radio Amor", "Mirages" ou "Harmony In Ultra Violet" relevam ambiências de intersecção entre melodia, dissonância e ruído e estruturam uma carreira de uma maturação criativa rara. Trabalhou com os Fly Pan Am e Oren Ambarchi e assina composições techno sob o nome de Jetone. Grava regularmente para a Alien 8, Kranky ou Mille Plateaux e escreve peças para instalações e dança contemporânea. Com presenças em festivais tão importantes como o Sonar (Barcelona) ou o Mutek (Montreal), apresenta-nos agora a sua emotiva e majestosa arte.

Organização TAGV, no âmbito da programação «TAGV Digital»
Programação Afonso Macedo
Preço normal 8,00€
Preço estudante e sénior 6,00€
Preço Amigo/a TAGV 4,00€
Mais info em www.sunblind.net , www.myspace.com/thimotyhecker

Teatro Académico de Gil Vicente


Bilheteira
Informações e reservas
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Zé do Telhado na Malaposta


“ZÉ DO TELHADO”



Espectáculo para maiores de 16 anos.
De 04 de Outubro a 04 de Novembro – 5ª a Sábado ás 21H30 e Domingos ás 16H00

José do Telhado nasceu em 1816, na aldeia de Castelões, comarca de Penafiel.
Seu pai, Joaquim do Telhado era um famoso assaltante, capitão de uma corja de ladrões mas de nada a família sabia.

Junto de um tio francês, com quem vive durante 5 anos, aprende de arte de castrador. O tio tinha uma filha por quem José do Telhado se apaixona e viria a casar mais tarde.
Aos 19 anos vem para Lisboa, onde participa na conhecida revolta dos marechais, em 1837.

Em 1846 dá-se a revolta popular.

Por vontade do povo, José do Telhado comanda este levantamento popular.


BILHETES: 10€ (preço sujeito aos descontos praticados pela Malaposta)



Contactos de Imprensa:
Magda Gomes e Vera Almeida
Gabinete de Relações Públicas e Divulgação

Centro Cultural Malaposta
Rua Angola
2620 - 492 Olival Basto
Odivelas, metro Senhor Roubado
Telf.: 21 938 31 00

Cascais em Teatro no Casino Estoril

Com o intuito de apoiar o teatro amador, o Casino Estoril estreia a peça “De Menina Cascais a Cascais Menino”, no dia 5 pelas 21h30.

Com encenação de Ricardo Carriço, este ciclo de representações inspira-se em Cascais, nomeadamente, no mar, na sua História, e na sua gente, descrevendo, ainda, a identidade e tradições da Vila.

No espaço cénico do Teatro-Auditório, a peça “De Menina Cascais a Cascais Menino”, da autoria de Maria Helena Torrado, é protagonizada pelo Grupo de Teatro Amador da Sociedade Musical de Cascais.

Baseada na obra de Pedro Falcão intitulada, precisamente, “De Menina Cascais a Cascais Menino” inspira-se nos reis e nos pescadores de Cascais, aqueles que representam as pessoas genuínas desta Vila intimamente ligada ao mar.

“De Menina Cascais a Cascais Menino” divide-se em três partes.

A peça abre com uma introdução histórica, revelando os momentos mais marcantes da Vila, enquanto a segunda parte descreve as tradições dos residentes de Cascais.

Finalmente, na terceira etapa, a peça propõe o sonho e a esperança, convidando o público a imaginar um mundo melhor.

Ao acolher, em Outubro, a peça “De Menina Cascais a Cascais Menino”, o Casino Estoril apoia, assim, o teatro amador, no intuito de colaborar activamente na descoberta de novos talentos.

Com produção de Ricardo Carriço, José Inês Martins e Maria da Luz Anacleto, a música original é assinada pelos Estúdios Magisom, enquanto o guarda-roupa foi criteriosamente seleccionado por Miguel do Vale e Inês Mata.


A peça de teatro amador “De Menina Cascais a Cascais Menino” estará em cena, até ao final do mês de Outubro, todas as Sextas-Feiras e Sábados, pelas 21h30.


Preço: 15 €.

Para grupos de 10 ou mais pessoas, o custo dos ingressos é de 7, 5 €.

Recorde-se que, por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos.

Erasmus oferece concerto dos The Gift

THE GIFT NO CCB

4 OUTUBRO 21H PRAÇA DO MUSEU


ENTRADA LIVRE


No âmbito das comemorações do 20º ANIVERSÁRIO DO PROGRAMA ERASMUS promovidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, no dia 4 de Outubro, pelas 21h, na Praça do Museu, os THE GIFT regressam ao CCB com “Fácil de Entender”.


Este concerto, de entrada livre, é uma excelente oportunidade para ver (ou rever) ao vivo uma das bandas mais carismáticas do actual panorama musical português.

4º Festival Internacional de Jazz Acert

4º Festival Internacional de Jazz Acert



5ª Feira - 4 de Outubro
MAGIC MALIK ORCHESTRA
França
Nome incontornável de uma geração inovadora do universo jazzístico, Magic Malik demonstrou desde cedo uma sensibilidade particular para a dimensão musical. Talvez assim se explique que este artista se tenha invariavelmente norteado pela sua intuição, ao longo de um percurso que foge das linhas direitas e simples para se desdobrar em destinos de sonoridades inexploradas, conquistadas ao sabor das circunstâncias.Das pulsações house e dos sons urbanos de St. Germain ao jazz do Groove Gang de Julien Lourau, sem esquecer a incursão pelo pop clássico, Malik sempre imprimiu um sentido claro às suas cumplicidades artísticas, dotando-as de humanidade e elegância.Fazendo-se acompanhar por uma orquestra de grande qualidade, Malik oferece ao público uma formação impregnada de espírito de aventura, sede de mudança e gosto pela pesquisa e experimentalismo musical, na fronteira do jazz e da música electrónica.
Malik Mezzadri - flauta e voz
Jean-Luc Lehr - baixo
Maxime Zampieri - bateria
Jozef Dumoulin - piano y teclados
SOFIA RIBEIRO & MARC DEMUTH DUO
PORTUGAL E LUXEMBURGO
A partir de uma cumplicidade musical iniciada em Barcelona há três anos, a cantora portuguesa Sofia Ribeiro e o contrabaixista luxemburguês Marc Demuth têm vindo a construir um projecto ao longo das suas já numerosas prestações em clubes de jazz e festivais, por toda a Europa e nos EUA. Uma colaboração muito bem sucedida, que resultou na gravação do seu primeiro disco, intitulado "Dança da Solidão", ao vivo no "L’Inoui" (Luxemburgo).
Surpreendentes na escolha que fazem de temas de diferentes estilos, passando por compositores tão diversos como Milton Nascimento, Cole Porter, Pixinguinha, Janita Salomé e Carl Perkins, com arranjos adaptados a esta formação peculiar. À mistura temos muita improvisação e, sem dúvida, a comunicação e a cumplicidade entre estes dois instrumentos que, apesar de extremos, se completam.
Sofia Ribeiro - voz
Marc Demuth - contrabaixo
6ª Feira - 5 de Outubro
MÁRIO LAGINHA TRIO
Portugal
"Espaço", o mais recente trabalho da formação Mário Laginha Trio, pretende explorar os pontos de contacto, as coincidências conceptuais e as "inspirações" mútuas entre os universos musical e arquitectónico. A música situa-se, assim, num ponto equidistante entre o universo acústico e a forma.
Nesta nova aventura artística, o pianista Mário Laginha conta com a cumplicidade de grandes músicos que já o haviam acompanhado em gravações e nos numerosos concertos com a cantora Maria João.
Lançado em Junho de 2007 e forte candidato a disco de jazz nacional do ano, eis um encontro raro no qual a arquitectura serviu como pretexto para um grande trabalho de jazz, numa viagem insuflada por uma aguçada curiosidade e uma originalidade inconfundível.
Mário Laginha – piano
Alexandre Frazão – bateria
Bernardo Moreira - contrabaixo
Sábado - 6 de Outubro
RICHARD BONA
Camarões
Poucos músicos reúnem tanto consenso como este camaronês, cujo talento tem sido reconhecido nas actuações com alguns dos mais sonantes nomes da música da actualidade. Bona construiu um percurso musical único. Na fronteira do jazz, criou uma música com impressões digitais que a transformam e que a tornam carismática e inconfundível, temperando-a com um gostinho genuinamente universal.
Neste concerto, integrado na digressão mundial de apresentação do seu último álbum, "Tiki", Bona transporta-nos aos mais profundos meandros de África, local de mitos e intimidade ancestral.
E não se pode esquecer, naturalmente, a importância da sua banda inter-racial, composta por músicos provenientes de África, da América e da Europa, com quem o artista cria um mapa de sonoridades muito características, no qual o público é convidado a participar activamente. Multi-instrumentista, compositor e exímio contrabaixista, Bona possui uma voz suave, à qual não será alheia uma pitada de nostalgia.
Richard Bona – Baixo, voz
Etienne Stadwijk – teclados
Adam Stoler – guitarra
Taylor Haskins - trompete
Samuel Torres – percussão
Ernesto Simpson – bateria
Informações

"Rock in Rio Escola Solar" arrancou hoje!

Arrancou hoje o concurso " Rock in Rio Escola Solar " levando energia às escolas de todo o país


" Rock in Rio Escola Solar" é o nome da primeira grande acção integrada no Projecto Social do Rock in Rio-Lisboa 2008, dedicado, este ano, à causa ambiental. O maior evento de música e entretenimento do mundo volta a Lisboa para a sua terceira edição em Portugal assumindo um verdadeiro compromisso social e ambiental utilizando o seu forte poder de comunicação para mobilizar crianças e jovens de todo o país.
O Rock in Rio, a SIC Esperança, o Ministério da Economia e Inovação e o Ministério da Educação juntam-se num projecto totalmente inovador que vai abranger todo o país, através de uma forte acção de sensibilização e mobilização ambiental e social nas escolas.
Os Xutos e Pontapés juntaram-se à iniciativa como embaixadores do Projecto Social do Rock in Rio- LIsboa 2008.
A acção que hoje foi apresentada vai ao encontro da temática e objectivos definidos pela organização do Rock in Rio-Lisboa 2008 para o projecto social: consciencialização, sensibilização e acçãode toda a população no que respeita às alterações climáticas.
O concurso hoje lançado-" Rock in Rio Escola Solar"-é um desafio às escolas do 2º e 3º ciclos do ensino secundário de todo o país que deverão apresentarprojectos que conjuguem benefícios de carácter ambiental e social.

Para mais informações sobre o " Rock in Rio Escola Solar" pode consultar-se www.rochinrio-lisboa.sapo.pt.

"Operárias e Burguesas" de Maria Alice Samara


Operárias e Burguesas

As Mulheres no Tempo da República



Foi ontem apresentado ao público o novo trabalho da historiadora Maria Alice Samara, de seu nome " Operárias e Burguesas - As Mulheres no Tempo da República ".

Pioneiras, activistas, progressistas,académicas, jornalistas, médicas, escritoras, advogadas ou simples anónimas estas mulheres iniciaram uma dura e longa batalha pela sua emancipação e igualdade a nível social, político e cultural.

Neste livro Maria Alice Samara conta-nos as supreendentes histórias destas mulheres, as suas origens, os seus casamentos, ambições e sonhos.

Muitas destas ambições caíram por terra com o final da I República e com o advento de Estado Novo que procura remeter a mulher para a esfera doméstica. Mas durante estes anos de República foram livres de pensar e sonhar.


Maria Alice Samara nasceu em 1974 e é mestre em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Actualmente está a preparar o doutoramento pela mesma universidade onde é investigadora do Instituto de História Contemporânea.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Nova temporada no CAE Portalegre



O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta


Clã + Vermillion Lies + Capitão Fantasma + Electronicat

4,5 e 6 de Outubro o CAEP vai promover um festa de reabertura e regresso a uma programação regular, após um interregno de dois meses.


Dia 04 de Outubro – Clã
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 15€
A comemorar 15 anos de carreira, os Clã estão de regresso aos álbuns originais, depois de experiências paralelas e digressões além fronteiras. Musical e visualmente diferente do seu antecessor, «Rosa Carne», o quinto registo dos Clã é determinado e feminino na apresentação, rico e lírico nas composições de Regina Guimarães, Carlos Tê, Adolfo Luxúria Canibal e Arnaldo Antunes.
Diferente na sonoridade mas inconfundível no estilo, este novo registo traz os Clã de volta aos palcos portugueses, onde na última década e meia têm promovido a música portuguesa e em português.
Com canções da autoria de Hélder Gonçalves, que volta a assinar uma das letras neste novo trabalho, os Clã prometem surpreender com um espectáculo que complementa a mensagem.

Manuela Azevedo- voz e percussões
Hélder Gonçalves – transbaixos, guitarra acústica e voz
Miguel Ferreira – sintetizadores e voz
Pedro Biscaia – rhodes, juno e órgão hammond
Pedro Rito – baixo eléctrico
Fernando Gonçalves – bateria
www.cla.pt

Dia 05 de Outubro – Vermillion Lies
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10€
As Vermillion Lies são um acto de cabaret constituído por duas irmãs, Kim e Zoe Boekbinder, duas talentosas artistas, criadoras de estranhas e assustadoramente belas canções, e com duas vozes surreais e de uma beleza rara.
Ao longo da sua carreira, as irmãs têm ganho uma reputação de grandes artistas em palco, com arranjos de elevada qualidade.
O seu som é polido e criado com instrumentos convencionais e outros menos, como guitarras, pianos, máquinas de escrever, pianos de brincar, tachos e panelas, etc.
As Vermillion Lies já actuaram ao longo dos anos com nomes de destaque, tais como The Ditty Bops, Camper Van Beethoven, Jason Webley e Carla Kihlstedt.
O seu mais recente álbum, “Separated by Birth”, está dividido em dois actos, com 16 músicas que vão desde o jazz retro e melodias líricas de inspiração folk, até a descomprometidas baladas de circo com acordeões e pianos de brincar.
Este recente disco teve produção de Myles Boisen, que já trabalhou com nomes como Tom Waits, The Tigerlillies e The Club Foot Orchestra.
Reconhecidas pelas grandes performances ao vivo e pelos criativos arranjos musicais, as “Vermillion Lies” apresentam-se no palco na companhia de duas bailarinas e de alguns dos conceituados músicos que contribuíram para a realização do álbum “Separeted by Birth”.
www.vermillionlies.com/
www.myspace.com/vermillionlies

Dia 05 de Outubro – Capitão Fantasma
«Quina das Beatas»
Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 €
“Saiu da terra, voltou a respirar o ar poluído da cidade, para trás deixou um caixão vazio. À sua frente estende-se um novo tempo, o tempo do fantasma. O novo álbum, “Viva Cadáver”, é Capitão Fantasma no seu melhor, irónico, corrosivo, destinado a viver para sempre…. Para toda a eternidade!”
Os Capitão Fantasma formaram-se em 1988 com o final dos Emílio e a Tribo do Rum. Gravaram o seu primeiro disco em 1992, intitulado "Hu uá uá". Foi um ponto de viragem na música Portuguesa, dando uma maior visibilidade ao movimento que nessa altura rebentava de norte a sul do país, tendo mesmo influenciado muitas outras bandas de Rock ’n’ Roll.
Marcados sempre pela entrada e saída de elementos, só em 1996 gravaram um novo álbum de originais, "Contos do Imaginário e do Bizarro". Deste, como do anterior álbum, ficaram registadas músicas incontornáveis na história do Rock em Portugal. Incómoda e omnipresente, a banda continuou sempre a funcionar com coerência e honestidade no seu projecto.
Agora em 2007, surge "Viva Cadáver", e surgem também uns Capitão Fantasma com a sua melhor formação de sempre, juntando-se aos membros originais Jorge Bruto na voz e Tiago Sério na bateria, o "regressado" André "A.J" Joaquim na guitarra e ainda Bráulio no baixo.
Fechem as portas e tranquem as janelas.....o Monstro Vive!
www.myspace.com/capitaofantasma666

Dia 06 de Outubro – Electronicat - "Chez Toi"
Café-Concerto
Inicio 23.00h
Preço único 5€
Electronicat é o alter-ego do prolífico músico e performer francês Fred Bigot.
Observando a sua jà extensa carreira, confrontamo-nos com um artista que sente de forma invulgar a sua música, um talento único que jà actuou ao lado de nomes como Stereolab, Felix Kubin, Magas, Khan, Max Turner e Timo Kaukolampi, e fez também remixes de nomes conceituados como os Depeche Mode.
Os seus concertos, sempre uma ocasião uníca, jà receberam críticas positivas da China à Roménia, até Nova Iorque e Berlim, onde reside.
Aí, Fred Bigot colabora habitualmente com artistas de vàrios campos e dançarinos, acentuando a sua capacidade de inexaustão para trabalhar em quantidade e qualidade, e manter-se com um elevado nível de qualidade.
O seu recente álbum, "Chez Toi", o sétimo da sua carreira, é a prova mais uma vez de que sabe tocar música rock, sabe provocar e também inspirar, com uma inteligência que não dá tréguas.
Suaves vocalizações electrónicas, letras multilingues, demenciais silêncios, tudo isto acompanha a música, uma mistura de reconhecidos acordes do rock e de música “noise”, industrial e electrónica, aliados a uma perversa veia cibernética, que transporta a sua música para as pistas de dança e para os palcos experimentais do Século XXI.
Em suma, com o seu humor e vitalidade, o projecto Electronicat faz jus à sua fama de “performer ao vivo de proporções loucas” (explodingplastic.com).
www.electronicat.com
www.myspace.com/electronicat
Livre trânsito de 20 euros
CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
Praça da República
Telf.:245 307 498

Coimbra recebe Sérgio Godinho [em] ligação directa


Sérgio Godinho
[em] ligação directa
TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
3 de Outubro às 21h30.

Depois do grande êxito d’ “O Irmão do Meio” (2003), com o qual atingiu o 1º lugar do top de vendas e o galardão de platina, Sérgio Godinho regressou em grande forma com o novo álbum de originais, de título “Ligação Directa”, considerado um dos melhores discos do ano de 2006.
Com o título “SÉRGIO GODINHO (em) LIGAÇÃO DIRECTA”, o espectáculo tem como base o repertório constante neste último trabalho e é uma ligação directa às emoções e à razão que desde sempre as canções de Sérgio Godinho despertaram em todos nós: o amor, a ironia, a esperança, a contestação... Das mais recentes, destacam-se temas como “Às vezes o amor”, “Marcha Centopeia”, “O Rei do Zum Zum”, “Só neste país” ou “A deusa do amor”, mas não se deixará também de escutar as maiores referências da obra deste autor, compositor e intérprete.

Ficha Artística
Nuno Rafael direcção musical, guitarras
Miguel Fevereiro guitarras Nuno Espírito Santo baixo João Cardoso piano, teclados Sara Côrte-Real coros, teclados, percussão Sérgio Nascimento bateria, percussões João Cabrita sopros, coros, percussões

Produção Vachier & Associados

organização TAGV, no âmbito da programação «Grandes Concertos»

Preçário: plateia 18,00€; balcão 15,00€; Amigo/a TAGV plateia 9,00€; Amigo/a TAGV balcão 7,50€

Mais info em www.sergiogodinho.com/

Teatro Académico de Gil Vicente

teatro@tagv.uc.pt
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com

Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636

Ponto de escuta:www.myspace.com/sergiogodinhooficial

A MATA de novo em Almada

ARTISTAS UNIDOS APRESENTAM

A MATA

De 3 a 14 de Outubro
Teatro Municipal de Almada

De quarta a sábado às 21h30
Domingos às 16h00




VOTADO PELO PÚBLICO ESPECTÁCULO DE HONRA DO FESTIVAL DE ALMADA DE 2006

"Uma jornada comovente nas memórias reprimidas de um grupo de crianças que cresceram no mesmo bairro de onde uma delas desapareceu. Ao mesmo tempo, a estrutura da peça assemelha-se a um mistério sobre um crime que mantém os espectadores em suspenso até ao fim. O possível abuso e assassinato de uma rapariga pequena só se revela gradualmente. Este mistério não é totalmente esclarecido. Os espectadores esperam respostas no final, mas o caso não é resolvido, nem o assassino travado. A peça centra-se no bairro, nas crianças que vivem lado a lado. Como reagem aos vários acontecimentos, como sentem uma ameaça, sem, no entanto, a perceberem claramente. E, claro, como estas crianças conseguem lidar (ultrapassar ou reprimir) o facto.

Material para uma peça policial. Trata-se do abuso de uma criança, talvez um assassínio. A floresta pode ter sido o local onde este ocorreu, mas será, de qualquer das formas, o local metafórico da ocultação, da história perversa. Mas aquilo que, num verdadeiro policial, permite solucionar o enigma é escondido no palco, transformando-se em jogo de aventuras com impacto psico-terapêutico."


Tradução Pedro Porto Fernandes
Com António Simão, Armando Luís, Bernardo Chatillon, Cecília Henriques, Flávia Araújo, Heloise Ro, Jéssica Anne, João Delgado, Pablo Malter, Pedro Carraca, Paulo Pinto, Ricardo Batista, Ricardo Carolo, Rúdy Fernandes, Sandra Roque, Sara Moura, Sérgio Conceição, Sofia Correia, Sylvie Rocha e Tinto
Cenografia Inger Astri Kobbevik Stephens
Montagem Daniel Fernandes com o apoio de Rita Lopes Alves
Figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Cenografia e Figurinos com o apoio de Professores da Área Artística do Curso de Artes e Animação Circense e o Curso de Ofícios do Espectáculo e dos alunos de Ofícios do Segundo Ano de 2006 do Chapitô – Ana Duarte, Carla Piedade, Cláudia Fiúza, Joana Estrela, João Leal, Luís Castro e Vera Petinga Encenação Franzisca Aarflot assistida por Andreia Bento, João Meireles, Ricardo Carolo, Pedro Carraca e António Simão

Uma produção Artistas Unidos / Det Åpne Teater / Chapitô, com o apoio da Real Embaixada da Noruega estreia no Festival de Almada 2006) e do Norske Dramatikeres Forbund

sábado, 29 de setembro de 2007

MOZART EM BRAGA



“O EMPRESÁRIO”
Amadeus Mozart
no
DIA MUNDIAL DA MÚSICA


“O Empresário”, adaptação para português da obra “Der Schauspieldirektor”, de Mozart, sobe ao palco da sala principal no Theatro Circo na noite de 4 de Outubro (22h00) para, desta forma, evocar o Dia Mundial da Música.

Reescrito e interpretado pela Companhia de Teatro do Algarve e pela Orquestra do Algarve, cujo trabalho resultou da intenção de potenciar e actualizar as referências e debates internos sobre a arte e seus objectivos, “O Empresário”, que na circunstância conta com direcção musical do maestro Osvaldo Ferreira e dramaturgia e encenação de Paulo Matos, desenrola-se em torno do personagem do Director Queiroz e da sua tarefa de seleccionar actores e cantores para a Companhia de Artes Performativas do Sul.
Num registo de comédia, a acção prolonga-se num ciclo de peripécias ao longo das quais se revelam os talentos dos sopranos Carla Caramujo, Lara Martins e Liza Veiga, do tenor Fernando Guimarães e dos actores Luís Vicente, Elizabete Martins, Tânia Silva, João Jonas e Luís Miranda, entre outros.
Em palco, a acção centra-se no Director Queiroz que, tendo recebido uma carta do Ministério da Cultura a garantir financiamento para a Companhia de Artes Performativas do Sul, decide marcar audições para seleccionar actores e cantores. Com a chegada de uma multidão de candidatos, personagens interpretadas por todo o público presente na plateia, têm início as peripécias: o rico Sr. Azevedo tenta subornar a Companhia para que a sua amante seja contratada; uma jovem candidata, séria e profissional recita um monólogo de Medeia que encanta o Director Queiroz mas adormece o seu assistente e uma cantora, cheia de vocalizos agudos, reivindica o estatuto de prima donna, já prometido a outra candidata.

Contudo, o desfecho é marcado pelo concílio dos ânimos e vontades de todos, simplesmente, por “amor à arte”.
Com nove anos de actividade permanente na área da produção artística teatral a Companhia de Teatro do Algarve afirma-se actualmente como uma estrutura de referência no panorama cultural regional e no contexto teatral nacional.
Adoptando por missão o estímulo da apetência e do gosto pela fruição teatral, o que reflecte a acentuada vertente pedagógica e lúdica da sua acção, a estrutura de produção cultural sedeada em Faro tem vindo igualmente a distinguir-se pelas acções de formação e sensibilização de públicos.
Fundada em 2002 pela Região de Turismo, Universidade do Algarve e por um conjunto de autarquias locais, a Orquestra do Algarve, estrutura composta por um núcleo de 31 músicos seleccionados por concurso público internacional, desenvolve uma actividade multifacetada, realizando concertos para as populações locais e digressões nacionais e internacionais.
Com dois trabalhos discográficos editados, a Orquestra do Algarve que, apesar do ainda breve percurso, tem sido dirigida por maestros de envergadura internacional, designadamente Joji Hattori, Wolfgang Czeipek, Thomas Kalb ou Joel Levine, entre outros, distingue-se ainda pela participação em vários Festivais Internacionais de Música e pelas apresentações em espaços de renome como o Palácio Nacional da Ajuda, Sala do Senado da Assembleia da República ou o Teatro Nacional D. Maria II. Em 2004, a sua primeira digressão internacional leva a Orquestra a várias salas italianas, espanholas, belgas e mais recentemente, austríacas, para a apresentação de concertos que conquistaram os aplausos do público e da crítica.

Os ingressos para este espectáculo, a 20 euros, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo.

Mais informação:
Luciana Queirós da Silva (imprensa@theatrocirco.com ou 913 093 094) ou em http://www.actateatro.org.pt/, http://www.theatrocirco.com/, reservas@theatrocirco.com e no “call center” 253 203 800.

Mundo MIx PT em Cascais

Mundo Mix PT
em Cascais este fim de semana


O Mundo Mix PT chegou a Cascais onde vaificar este fim de semana.
O público pode encontrar um "concentrado de criatividade " em diversas áreas: moda, design, música e fotografia.

Esta terceira edição do Mundo Mix PT dedica especial destaque aos trabalhos dos alunos finalistas do Curso de Design e Moda da Universidade de Arquitectura da Faculdade Técnica de Lisboa.
Os jovens estudantes têm a oportunidade de utilizar a infra- estrutura do Mundo Mix PT para expôr e comercializar o seu trabalho.
Alguns deles serão certamente o futuro da moda nacional.
Muita será a criatividade e animação na histórica Cidadela de Cascais com apresença de cerca de 80 expositores que vão apresentar uma diversidade de trabalhos originais e inivadores nas diferentes áreas.
Também se espera animação musical.
Para que tal suceda espera-se igualmente umas tréguas na intensa chuva que se abateu aquando da abertura da exposição.!!!

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

" Próspero" Programa de Cooperação Cultural-Centro Cultural de Belém

PRÓSPERO
Projecto Plurianual de Cooperação Cultural
Foi ontem apresentado à Comunicação Social, no Centro Cultural de Belém, o Projecto Próspero, um projecto de cooperação cultural que envolve instituições de seis paises da U.E. e que irá até 20013.
Os directores destas instituições decidiram unir esforços e fazer um acordo de cooperação cultural ao serviço do desenvolvimento da criação europeia, da investigação teórica europeia e da formação europeia de jovens actores.
Este projecto está ao serviço de um teatro impregnado pela exultação e pela beleza. O teatro aqui considerado é um teatro poético e político que promove a educação comum do sentido crítico.
Nos seus múltiplos movimentos através de inúmeros encontros com públicos de diferentes países, ao sabor das trocas entre profissionais da arte e da cultura, este projecto transforma-se numa manifestação concreta do espírito comunitário e revela uma Europa activa, envolvida na criação, comprometida com a transmissão.
É um projecto com objectivos a cumprir e acções a desenvolver de forma articulada.
A cultura é uma força motriz da sociedade, um factor de criatividade,de diálogo e de coesão. Por isso mesmo a dimensão cultural deve ser uma componente essencial da construção europeia.
Por isso estão envolvidos neste projecto Portugal ( Centro Cultural de Belém), Finlândia ( Departamento de Teatro da Universidade de Tampere),França ( Théatre Nationalde Bretagne), Bélgica (Théatre de la Place), Itália ( Emilia Romagna Teatro ), Alemanha (Schaubune am Lehniner Platz) e pretendem desenvolver este diálogo intercultural, através da mobilidade dos artistas ou dos operadores culturais e de uma crescente difusão das produções culturais.
Resta-nos aguardar que este projecto, sem dúvida ambicioso e audaz, corresponda às expectativas e não se fique por um mero enunciado de boas intenções.

“Stabat Mater” encheu o Museu dos Transportes


“Stabat Mater” encheu o Museu dos Transportes

Como o HARDMUSICA.COM já teve oportunidade de divulgar, os Artistas Unidos têm em cena no Museu dos Transportes (Coimbra) o espectáculo “Stabat Mater” até 29 de Setembro.
A partir do texto de António Tarantino e com encenação de Jorge Silva Melo, a actriz Maria João Luís dá corpo a Maria.
João? Onde está o João? São 10h00 e o João não aparece. A mulher dele não sabe de nada e diz que ele saiu cedo de casa.
Maria agonia no desespero de uma vida sofrida. Um ciclo que inevitavelmente se repete. É este o fado dos desafortunados. Está magoada, revoltada e expressa-o numa linguagem por vezes irónica, outras vezes assustadora em que se misturam vocábulos rudes atirados com violência. As palavras saem-lhe da boca com fúria de quem já sofreu as tormentas de uma existência marginalizada.
Maria à procura do filho desaparecido, acaba por sucumbir ao cansaço e à indiferença de quem lhe poderia estender a mão nesta jornada.
O João, o pai, não apareceu. O João nunca aparece.
A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativa ao ano de 2006 à actriz Maria João Luís pela soberba interpretação neste espectáculo que não deixa ninguém indiferente.
Na primeira noite de apresentação, o público esgotou a plateia do Museu dos transportes, as apresentações de hoje e amanhã estão marcadas para as 21:30 e as reservas podem ser efectuadas telefonando para o 239837002.
Teresa Arsénio

Geologia de Lisboa comemora 25 anos com uma exposição e conferências


INAUGURAÇÃO DA EXPOSIÇÃO

"Evocação das Raízes e da Memória"
Exposição Comemorativa dos 25 anos do Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
"Concebemos um espaço de memória que mostra os 'pioneiros' do ensino da Geologia em Lisboa. Inaugurado no Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, encontra agora na dignidade da Reitoria a sua melhor expressão." Comissariado: Profs. Doutores Matos Alves, Francisco Fatela, Teresa Palácios e Jorge Relvas. Inauguração com a presença do Reitor da Universidade de Lisboa, dos Órgãos de Gestão da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa - FCUL, Professores do Departamento de Geologia da FCUL e outros convidados.

Organização e Informações: Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa em parceria com a REITORIA - Divisão de Actividades Culturais e Imagem da DSRE
Alameda da Universidade, Campo Grande, 1649-004 Lisboa
Tel.: 21 011 34 48 21 011 34 06 21 011 34 85 E-mail: daci@reitoria.ul.pt


Programa:

1 de Outubro de 2007 (2.ª feira) 18H30
Átrio Principal da Reitoria da Universidade de Lisboa
"Seismic hazard assessments using geological informations? Why not!"
Bruno Pace (Università di Chieti, Italia)
2 de Outubro de 2007 (3.ª feira) 15H30
Edifício C6 - Sala 6.2.56
"The seismic hazard in Italy: a review comparing different approaches"
Bruno Pace (Università di Chieti, Italia)

4 de Outubro de 2007 (5.ª feira) 17H15
Edifício C6 - Sala 6.2.53
Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa


Organização: Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (GeoFCUL)
Mais Informações:
Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa http://geologia.fc.ul.pt/


Os livros ardem mal


Os livros ardem mal

Mensário de Actualidade Editorial

Teatro Académico de Gil Vicente

18h00_ Café-Teatro

1 de Outubro

Convidada Fernanda Câncio


Com a participação de António Apolinário Lourenço, Luís Quintais, Osvaldo Manuel Silvestre e Rui Bebiano

Fernanda Câncio é jornalista desde 1987. Iniciou o percurso profissional no «Expresso». De 1991 a 1997, fez parte da redacção da revista «Grande Reportagem», para a qual escreveu a maioria dos textos reunidos em Até Não Perceber – 15 Histórias de Verdade a Caminho da Ficção (Tinta da China, 2007). Esteve de 1997 a 2003 na «Notícias Magazine», tendo colaborado, de 1996 a 2002, com a SIC. É autora de dois livros de reportagem – Olhem para Mim, Dom Quixote, 2003 (sobre jovens que procuram a fama) e Cidades sem Nome, edição da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, 2004 (sobre os subúrbios de Lisboa). Actualmente, é grande repórter do «Diário de Notícias».
Co-organização TAGV, Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra Apoio da Rádio Universidade de Coimbra, Campo das Letras, Tinta da China, Fenda Editores, Antígona, Bertrand Editora, Quetzal Editores, Relógio d`Água e Quidnovi
Produção TAGV

Comemorações do DIA MUNDIAL DA MÚSICA em Coimbra

DIA MUNDIAL DA MÚSICA
1 de Outubro




17h30
Átrio da Casa Municipal da Cultura
· RECITAL COMENTADO - A importância da Música e o seu valor modificador no contexto social, por Virgílio Caseiro, maestro titular da Orquestra Clássica do Centro
· QUARTETO DE CORDAS da Orquestra Clássica do Centro

21h30
Sala Polivalente da Casa Municipal da Cultura
"Grandes Tesouros da Ópera" * _ RECITAL DE ÓPERA BARROCA E CLÁSSICA**, por Ensemble Vox Angelis
Pedro Nunes _ Barítono Maria José Carvalho _ Soprano
Alexandre Correia _ Violino Heloísa Ribeiro _ Violino
Raquel Andrade _ Violoncelo Álvaro Barriola _ Cravo

** Iniciativa que assume carácter pedagógico, apresentando uma estrutura de apresentação que integra uma explicação oral, pelos músicos, sobre a Ópera Barroca e Clássica, os seus temas, as suas personagens, a importância para a História da Música e para a História da Cultura, bem como uma contextualização do programa a interpretar.

O programa integra Árias a solo, extraídas das Óperas Rinaldo (de Haendel), As Bodas de Fígaro (de Mozart), Il Floridoro (de Stradella) e Giulio Cesare (de Haendel).
Além destas, serão apresentados duetos das óperas A Flauta Mágica e Don Giovanni (de Mozart) e da ópera L'Incoronazione di Poppea (de Monteverdi).

A música é a revelação superior a toda sabedoria e filosofia.
Beethoven

Acesso gratuito
Informações
Casa Municipal da Cultura
Telef. 239 702 630

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Novo disco de Rita Guerra




SENTIMENTO

À VENDA DESDE

24 DE SETEMBRO


Depois de 2 discos de platina, um dueto com Ronan Keating um concerto de arranque de tournée no Coliseu de Lisboa, Rita Guerra regressa em 2007 com “Sentimento”.
Considerada por muitos uma das maiores vozes nacionais, Rita Guerra provou em 2005 ser uma das artistas mais queridas do público Português.
O novo disco é Rita no seu melhor, as baladas inconfundíveis, uma voz poderosa e única!.

Sentimento está à venda desde 24 de Setembro, mas algumas das canções já estão disponíveis para audição no site oficial de Rita Guerra : http://www.ritaguerra.net/

Nova peça doTeatro de D.Maria II, agora no Teatro da Politécnica.


O QUE SABEMOS
CONFERÊNCIA DE RICHARD FEYNMAN

NO LABORATÓRIO CHIMICO DO MUSEU DE CIÊNCIA
TEATRO DA POLITÉCNICA

a partir de QED de Peter Parnel

encenação Amândio Pinheiro

assistência de encenação Laura Nardi

com Júlio Martin e Maria João Falcão

De 29 de Set. a 15 de Dez. de 2007
Sexta e Sábado às 21h, Domingo às 16h
escolas, de terça a sexta sob marcação

Produção: TNDM II


Um professor encontra-se no seu gabinete a preparar uma conferência cujo tema é: "O que sabemos" .
Enquanto pensa no que vai dizer, faz um balanço da sua vida: a participação no desenvolvimento da bomba atómica, a relação com a música e com o teatro, a memória da sua primeira mulher, a paixão pela Física e por países desconhecidos.

No desenrolar dessa reflexão, assombrada pelo espectro da morte, surge uma ex-aluna que o relembra de outras paixões que moldaram a sua forma de sentir-se vivo.

Num cenário histórico, monumental e único, percorremos com o Nobel da Física Richard Feynman – investigador e exímio pedagogo que leccionou no Caltech, um dos mais prestigiados institutos de investigação tecnológica mundiais – algumas das descobertas mais significativas da ciência da segunda metade do séc. XX.
Num tom despretensioso Feynman discorre sobre o modo como estas descobertas alteraram a percepção que temos do mundo, as transformações que este sofreu e que pode vir a sofrer e sobre as questões essenciais da relação entre ciência, técnica e ética.

Feynman, questionando tudo o que já terá sido criado ,porque se não consigo criar não compreendo, é o seu lema, escalpeliza tudo desde sentimentos a átomos.
Uma peça tremenda de dúvidas mas encantadora de certezas.
Nada é definitivo nem absoluto, tudo é relativo.
O Hardmusica.com esteve no ensaio e aconselha a peça aos seus leitores.


Salvem o Conservatório Nacional de Lisboa




O estado de degradação do salão nobre do Conservatório Nacional de Lisboa levou o Movimento Fórum Cidadania a lançar uma petição na Internet a exigir obras de recuperação do espaço centenário.
O salão nobre da Escola de Música do Conservatório Nacional, palco de audições de alunos e de espectáculos de música, apresenta cadeiras partidas, alcatifas gastas, fios eléctricos visíveis, paredes esburacadas e um balcão lateral suportado por varões de ferro por estar em risco de ruir.

O alerta para o actual estado de degradação do salão nobre foi dado pelo Movimento Fórum Cidadania de Lisboa, com o lançamento de uma petição online (http://cidadanialx.blogspot.com) e uma carta aberta dirigida às ministras da Educação e Cultura a exigir obras de recuperação.
Dirigida às tutelas da Educação e da Cultura, assim como ao Presidente da República e ao primeiro-ministro, a petição, que conta com cerca de noventa assinaturas, questiona o cancelamento de um concurso público para a realização de obras, que data de 2005.
Segundo os autores da petição, o salão nobre não sofre obras de remodelação desde a década de 40.
Por se tratar de "um equipamento cultural indispensável" para o Conservatório e "um pólo dinamizador" no Bairro Alto, "desde há anos que, insistentemente, se reclama, aos organismos competentes, obras", referem os autores da petição.
A carta aberta é assinada por várias pessoas, entre os quais o olissipógrafo Appio Sottomayor, o economista Fernando Jorge e os arquitectos Nuno Teotónio Pereira e Pedro Quartin Graça. Com mais de 170 anos, o conservatório está situado no antigo Convento dos Caetanos, no Bairro Alto, e é da responsabilidade da Direcção Regional de Educação de Lisboa (DREL).
O director regional de Educação de Lisboa, José Leitão, explicou hoje à agência Lusa que no início deste ano foi criada uma entidade empresarial dependente do Ministério da Educação, denominada Parque Escolar, que está encarregue da recuperação das escolas secundárias, incluíndo as escolas de música e dança e o Instituto Gregoriano de Lisboa.
"Estas três escolas estão incluídas no plano das que serão intervencionadas e neste momento creio que está a ser preparada uma calendarização" para a realização de obras de intervenção, assinalou José Leitão.
No caso do Conservatório, o responsável indicou que se tratará de "uma reabilitação global" e não apenas no salão nobre.
Em entrevista à Lusa no início deste ano, o presidente do conselho executivo da Escola de Música do Conservatório, António Wagner Diniz, afirmou que as obras gerais de recuperação tanto do salão como do edifício do Conservatório custariam cerca de 1,5 milhões de euros.
"Já fizemos tudo o que nos era possível fazer", afirmou na altura o responsável pela mais antiga escola de ensino oficial de música, referindo ainda que o edifício não está incluído no plano de reabilitação da Baixa-Chiado.
Quanto a uma possível mudança do conservatório para um edifício novo, Wagner Diniz sublinhou que a escola "está a desempenhar um papel importante nesta zona da cidade [Bairro Alto]", por ser uma zona envelhecida. "
Graças a nós há cerca de 1.600 pessoas que semanalmente percorrem essa zona, vêm buscar os filhos (...) e achamos que este edifício, com as devidas obras, pode desempenhar a sua função por mais cem ou duzentos anos", sublinhou o responsável.
A escola de música do conservatório nacional foi fundada em 1835 sob a direcção do compositor Domingos Bomtempo.
O salão nobre, cujos textos são da autoria de José Malhoa, foi inaugurado em 1881 segundo um projecto do arquitecto Eugénio Cotrim.

OsGregos. Tesouros do Museu Benaki de Atenas na Gulbenkian

Os Gregos
Tesouros do Museu Benaki, Atenas


Foi hoje inaugurada ,no Museu Calouste Gulbenkian, a exposição: Os Gregos. Tesouros do Museu Benaki, Atenas.

Constituída por 157 objectos cedidos pelo Museu Benaki de Atenas englobando obras de escultura, ourivesaria, cerâmica,pintura, têxteis, metais e arte do livro, esta exposição pretende apresentar um panorama representativo da arte produzida em territórios gregos ao longo de 8000 anos, desde o período Neolítico ( 6ºmilénio A.C.) até à independência do país em 1830.

E perante os nossos olhos perpassa a História do povo Grego contada por brincos iguais à nossa filigrana, vasos de oferenda às divindades onde a qualidade das folhas neles desenhadas dizia do grau de riqueza do ofertante, tapeçarias que contam a história da opressão otomana, ícones que relembram que durante o domínio turco quem realmente tinha o poder era o chefe da igreja ortodoxa.
É a história da civilização ocidental que se pode agora visitar no Museu da Gulbenkian. Porque quando se fala da Civilização Grega fala-se das origens da Civilização Ocidental. Segundo o Dr.João Castel-Branco Pereira, director do Museu Calouste Gulbenkian " a matriz da identidade é feita de memórias" e são essas memórias que ali nos lembram a nossa identidade.

A exposição está patente na Sala de Exposições Temporárias do Museu Calouste Gulbenkian.

Portugal Jazz a caminho do Montijo

PORTUGAL JAZZ - FESTIVAL ITINERANTE DE JAZZ
JOÃO LENCASTRE GROUP
29 Setembro no Montijo

"O Cinema-Teatro Joaquim D´Almeida do Montijo vai receber a 29 de Setembro o João Lencastre Group, integrando um histórico de jazz português, o saxofonista tenor Carlos Martins, o excelente pianista que é o João Paulo Esteves da Silva, desta vez diante de um Fender Rhodes, e o multifacetado contrabaixista Nelson Cascais. Lencastre é um dos nossos valores maiores na arte de bem utilizar as baquetas da bateria. Toca regularmente com David Binney e Jesse Chandler, em Portugal temo-lo ouvido ao lado de músicos como André Fernandes, Mário Franco e Afonso Pais, ou com a cantora Jacinta. Antes, a 27, realiza-se no Montijo a acção didáctica "O Jazz Visita as Escolas"".
In revista "jazz.pt" #14

Ponto de escuta
geral@portugaljazz.org
Tel +351 239 837 078 / 913 085 645

Orquestra Filarmonia das Beiras em Seia


Tchékhov e a Arte Menor hoje em cena no TAGV

Hoje e amanhã
a ESCOLA DA NOITE
apresenta às 21h30

TCHÉKHOV E A ARTE MENOR
TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
COIMBRA

Pregões voltam a Lisboa



Por ocasião das Jornadas do Património, o Museu da Água vai reviver os velhos Pregões que habitavam e em alguns ainda habitam as nossas memórias.
Frases e personagens que marcaram o dia-a-dia de Lisboa e que pelo menos por um dia vão voltar a ser ouvidas pelas ruas da Capital.
Os Pregões fazem parte da nossa memória colectiva.

Quem não se lembra dos Aguadeiros, da vendedeira de Figos, da Varina ou do RR Mexilhão, da Fava Rica e do Limpa Chaminés?

Todos eles irão estar amanhã dia 28, a partir das 12:00 horas na Rua Augusta.
A concentração terá início em frente à Pastelaria Suiça, seguindo-se depois a descida da Rua Augusta.
Apareça, para este momento realmente “histórico”

Presidente da Câmara não marcou presença


O filme "Fados" de Carlos Saura, foi apresentado em ante-estreia, ontem no Cimema S. Jorge, em Lisboa.

Estiveram presentes muitos convidados, ao ponto de encher a sala principal do cinema S. Jorge, que tem uma lotação superior a 1300 lugares sentados, mas a presença do Presidente da Câmara não aconteceu.

O presidente da EGEAC (Empresa de Gestão de Equipamentos e Gestão Cultural), José Amaral Lopes esteve presente na entrada do S. Jorge até perto da 22h , esperando por António Costa, mas o mesmo deu indicações que não estaria presente.


O filme “Fados”, de Carlos Saura, foi apresentado, em ante-estreia, em Portugal, na Sala 1 do Cinema São Jorge, ontem.

O realizador Carlos Saura esteve presente, bem como o elenco.

De salientar que o filme teve a sua estreia mundial no Festival de Toronto, onde foi bem acolhido pelo público e pela crítica.O filme chega às salas de cinema portuguesas dia 4 de Outubro e conta com a participação de Carlos do Carmo, como consultor musical e de Rui Vieira Nery, como consultor musicológico. O elenco junta ainda, para além do Carlos do Carmo, Mariza, Camané, Argentina Santos, D. Vicente da Câmara, Maria da Nazaré, Caetano Veloso, Chico Buarque e Lila Downs a novos fadistas como Ricardo Ribeiro, Pedro Moutinho, Ana Sofia Varela, Carminho e Cuca Roseta. “Fados” resulta de uma produção da Fado Filmes, Duvideo e Zebra Producciones em co-produção com Câmara Municipal de Lisboa, EGEAC E.M., Turismo de Portugal I.P. e TVI.

A distribuição nacional é assegurada pela Lusomundo e a banda sonora original é produzida pela EMI Music Portugal e foi editada no passado dia 24.

Concerto na Casa da Música




Domingo, 30 de Setembro
Orquestra Nacional do Porto
Takuo Yuasa direcção musical

18:00 Sala Suggia €15

Programa


Felix Mendelssohn Mar calmo e viagem próspera, op.27
Benjamin Britten Four Sea Interludes, op.33a e Passacaglia, op.33b de Peter Grimes
Cândido Lima LUMINA – olhar e o mar*
Claude Debussy La Mer

Num programa composto pelas mais célebres obras-primas dedicadas ao mar, a Orquestra Nacional do Porto interpreta Lumina, do compositor Cândido Lima, em estreia mundial.

Lumina é uma metáfora musical que, segundo o compositor, “evoca os mistérios do mundo da Física e das artes contemporâneas para cuja compreensão Einstein desempenhou papel determinante, materializando-o em descobertas e intuições que a efeméride dos 100 anos põe em destaque com as celebrações dedicadas à Teoria da Relatividade.”

Mar calmo e viagem próspera de Felix Mendelssohn foi escrita em 1828 e pensada, tal como a Cantata op.112 de Beethoven, a partir de dois breves poemas de Goethe – Meeresstille e Glückliche Fahrt.

Mendelssohn criou uma obra com uma estrutura bipartida Adagio – Allegro, configurando, assim, dois quadros correspondentes aos dois poemas.

O mar é igualmente uma presença assídua na extensa produção de Benjamin Britten, que escreveu Peter Grimes, op.33 sobre um libreto de Montagu Slater, a partir de um poema de George Crabber, tendo também presente a sua própria e estreita relação com a costa de Suffolk, para a qual tinha vista a casa onde nasceu.

Também na globalidade da produção musical de Claude Debussy o tema da água em todas as suas possíveis manifestações ocupa um lugar de destaque: águas límpidas ou turvas, que escondem, matam ou dão vida, estagnadas ou em movimento e nos seus diversos estados e formas são o tema de muitas das suas obras, das miniaturas para piano ao grande fresco sinfónico La mer, trois esquisses symphoniques, estreado em 1905.

A direcção musical deste concerto está a cargo de Takuo Yuasa, cuja versatilidade é reconhecida por orquestras de todo o mundo, que o convidam para dirigir tanto o repertório standard como obras menos conhecidas de grandes compositores.

Este maestro japonês possui igualmente uma carreira discográfica bem sucedida como artista exclusivo da Naxos.

Takuo Yuasa nasceu em Osaka onde estudou piano, violoncelo, flauta e clarinete. Aos dezoito anos foi estudar para os EUA, na Universidade de Cincinnati, onde concluiu a Licenciatura
em Teoria e Composição, tendo-se mudado mais tarde para a Europa para estudar direcção.

Festa no Maxime mais uma vez



29 SETEMBRO

MUITA FARRA E MUITA UVA!

De cheiro, Porto, Moscatel, Verdelho, Carcavelos, Malvasia, Alvarinho, Espumante, Água-pé, Traçado, Abafado, Tinto, Branco, Verde, Palheto, A martelo, Vinagre, etc. «Em um homem gostando de vinho, não há vinho que seja azedo!»

É verdade! Setembro é o mês da uva e das vindimas! Por isso, a grande confraria vínico-musical Os Irmãos Catita, decidiu comemorar a anual efeméride com uma noitada musical .

Aconselhamos a regar a noite com o precioso néctar de Baco - que neste dia estará a uma preço mais catita do que é habitual - e petisque umas belas uvitas que a gerência tão gentilmente oferece!
A orgia – que se quer das antigas – está marcada para a arena do Maxime, na vínica noite de 29 de Setembro, com abertura de portas marcada com a magia da meia-noite. Viva a uva!

Venha pisar uvas connosco e ouvir as Bacoradas mais delirantes da confraria! Junte-se à nossa cooperativa da farra e da uva, e divirta-se a valer com a nossa orquestra-de-copos! Traga as suas próprias uvas! Traje só com parra e ganhe uma garrafa! Venha destilar o néctar dos néctares na companhia dos amigos! Atreva-se a comparecer mascarado de Adão! Traga a sua embalagem de Ortophaltan!

Com Ortophaltan, uvas belas, pingas purfeitas!

O míldio leva um arraial de trolha que nem se auguenta!