quarta-feira, 20 de junho de 2007

Praça do Comércio acolhe Arraial Gay

Um breve apontamento

Junho 28 1969 - New York: O primeiro orgulho Gay do mundo, foi não um Carnaval ou parada mas uma rebelião violenta contra a repressão policial!
Os polícias de New York, habituados a invasões e apreensões regulares, foram surpreendidos quando homossexuais femininos e masculinos responderam, contra atacando e tomando posse das ruas!
Agora, uma vez por um ano, tomamos conta das ruas mais uma vez.
E enquanto o dia do orgulho Gay de muitas cidades se tornou um grande festival, noutros lugares continua difícil, violento ou ilegal.
Assim sendo aqueles que de nós podem sair á rua devem fazê-lo e mostrar nossa força, a nossa solidariedade e o nosso orgulho de sermos quem somos!

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural associa-se à 11ª edição do Arraial Pride, dia 23 de Junho, às 18h00, na Praça do Comércio, em Lisboa.
A iniciativa, que tem vindo a integrar a programação das Festas de Lisboa, procura promover a visibilidade da comunidade lésbica, gay, bissexual e transsexual e a integração na comunidade em geral.

Arraial Pride na Praça do Comércio

A edição deste ano conta com actuações musicais, dj’s, espectáculos de variedades e stands de associações e instituições de interesse social e humanitário e de bares, discotecas e restaurantes LBGT.
Será, ainda, distribuído material informativo e de prevenção, no que diz respeito a doenças sexualmente transmissíveis.

O Arraial Pride é a maior festa de orgulho LBGT do país, a organização é da responsabilidade da Associação ILGA Portugal, que se dedica à promoção e defesa da igualdade de direitos da comunidade LBGT.
Gay Pride em Itália

Comunidade homossexual mobiliza-se


Música, bandeiras arco-íris, trajes ousados e coloridos, alegria e muitas reivindicações.
Várias centenas de milhar de pessoas participaram este sábado, em Roma, numa Gay Pride para exigir que o governo italiano avance com a lei sobre as uniões de facto, criticada pela direita e pelo Vaticano.
Entre os manifestantes esteve o deputado travesti, Vladimir Luxuria, eleito pelo partido Refundação Comunista, que pede que a lei seja desbloqueada e debatida no parlamento.
As organizações de defesa dos direitos homossexuais apontam o dedo ao poder da Igreja católica e exigem igualdade, dignidade e laicidade.
O local final da marcha não foi escolhido por acaso.
A doze de Maio, a praça San Giovani acolheu os opositores do pacto civil de solidariedade num protesto para defender a família tradicional.
Os organizadores da Gay Pride, garantem que o dia da família foi este sábado, tendo em conta a presença de todo o tipo de grupos familiares que fazem parte da sociedade italiana.
Gay Pride em Jerusalém


A parada do Orgulho Gay ocorrerá na próxima quinta-feira em Jerusalém tal como estava previsto, confirmou nesta segunda-feira diante do Knesset (Parlamento) o chefe da polícia israelense Dudi Cohen, depois dos confrontos ocorridos à noite entre a polícia e judeus ortodoxos que protestavam contra o que chamavam de "manifestação indecente".
Pelo menos 24 pessoas ficaram feridas nos confrontos, e oito foram detidas pela polícia.
Na quinta-feira, em Jerusalém, um exército de 7 mil agentes da polícia e da guarda de fronteira estarão encarregados de proteger a Gay Pride Parade.
Um grupo de rabinos israelenses estão a organizar uma contra-manifestação que ocorrerá em simultaneo.



Gay Pride em Israel


Israel: Polícia autoriza Gay Pride apesar dos protestos.
A polícia israelita autorizou hoje a marcha Gay Pride, prevista para o final deste mês em Jerusalém, negando assim as pretensões para a inviabilizar defendidas pelos judeus ultra-ortodoxos.
Segundo o porta-voz da polícia israelita, Micky Rosenfeld, a iniciativa vai decorrer a 21 deste mês, estando, porém, ainda por definir se se tratará de uma marcha, como foi solicitado pelos organizadores, ou de qualquer outra manifestação.

«Vai haver um evento, mas ainda não sabemos se será uma marcha ou um encontro», afirmou Rosenfeld.
Os críticos à intenção do Gay Pride já ameaçaram resistir à decisão da polícia, argumentando que actos públicos ligados à homossexualidade «não têm qualquer cabimento numa cidade que é sagrada para os Judeus, Cristãos e muçulmanos».
Em 2006, elementos ligados aos judeus ultra-ortodoxos criaram vários incidentes ao longo de uma semana, depois de a polícia ter aprovado uma marcha no centro de Jerusalém, que acabou por se confinar a um estádio de futebol para evitar confrontos.

Fonte: Lusa

China censura Piratas das Caraibas




China censura «Piratas das Caraíbas» por «lesar chineses»



A terceira parte do filme «Piratas das Caraíbas», que estreou na China esta semana, foi censurada pelas autoridades locais por alegadamente «lesar a imagem dos chineses», afirmou hoje a agência oficial Xinhua.
A China Film Group Corporation, única empresa estatal autorizada a importar os 20 filmes estrangeiros permitidos por ano, inicialmente havia negado a censura a «Piratas do Caraíbas: Nos confins do Mundo».

Mais tarde, viria a admitir cortes, alegando, contudo, que apenas visavam cenas com muita violência.
Os cortes, que dificultam a compreensão da trama, afectam principalmente as cenas com o actor Chow Yun-fat, de Hong Kong.
Os 20 minutos de Chow na versão original foram reduzidos a metade na versão distribuída na China.
A maior cena censurada é a que apresenta o seu personagem, o pirata San Feng, recitando um poema clássico chinês, em cantonês.
Também foi eliminado o momento em que San Feng diz «Bem-vindos a Singapura», porque mostra a ilha como uma terra de piratas.
Segundo a imprensa chinesa, a cena já provocou protestos das autoridades de Singapura.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Festa no Fragil


Festa no Fragil- Os 25 anos dos Sétima Legião

Festival do Teatro Clássico de Mérida, na 53ª edição


Dezasseis companhias no Festival de Teatro Clássico de Mérida de 2007


A Junta de Extremadura apresentou hoje, no Museu do Teatro Romano de Lisboa, a 53ª edição do Festival de Teatro Clássico de Mérida.
Entre as 16 companhias presentes, a representação portuguesa estará a cargo do Chapitô, com a peça “O Grande Criador”.

O Festival decorre entre 12 de Julho e 26 de Agosto.
No magnífico cenário do Teatro Romano de Mérida desfilarão directores, actores, bailarinos, músicos e artistas plásticos apresentado a sua concepção sobre o mundo das “Heroínas”.

Nesta 53ª edição há um aumento dos espaços cénicos – Teatro Romano, Alcazaba Árabe, Fórum Romano, rio Guadiana e ruas e monumentos da cidade de Mérida – e do número e variedade de espectáculos (18), levados à cena por 16 companhias de teatro.

Tudo isto, mantendo intacta a identidade do festival, ou seja, a temática greco-latina, que continua a ser a marca denominadora do certame.
A diversificação de espaços e a pluralidade de géneros são as principais características de uma nova filosofia programática do Festival de Mérida, que mantém os mesmos critérios de qualidade e de internacionalização, além da sua influência num elevado número de produções e coproduções.

Todas estas novidades contribuíram para um aumento, na ordem dos 26 por cento, no orçamento do festival, que este ano ronda os três milhões de euros.
A abertura da Alcazaba como espaço cénico – com uma capacidade de 660 espectadores – vem dar resposta a uma intenção de incorporar espectáculos com estéticas inovadoras e destinados a um público mais jovem.

Desta lógica surgiu o convite à Companhia de Teatro do Chapitô para a apresentação, no dia 27 de Julho, da peça “O Grande Criador”, que conta com o patrocínio do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças (GIT) da Junta de Extremadura.
A peça da companhia portuguesa aborda, com humor, as origens da Humanidade e propõe uma reflexão em torno do cristianismo.

Representado em castelhano, “O Grande Criador” tem elementos de composição que já constituem uma marca do Chapitô: a presença de elementos vocais, instrumentais, gestuais,
rítmicos e plásticos, assim como a procura de cumplicidade com o público.

Música no Teatro Académico de Gil Vicente

Dia 20 de Junho21h30Filipe Pinto-Ribeiro
Ciclo «A Cor do Som: Recitais e Concertos

A programação de música erudita no TAGV tem surgido, regra geral, inserida no âmbito do Festival de Música de Coimbra; ou em datas comemorativas, como sejam o Aniversário da Universidade de Coimbra, o Concerto de Ano Novo ou o Concerto do Dia Mundial da Música; ou ainda através da colaboração esporádica com outras instituições.
Na temporada 2006-2007, realizou-se pela primeira vez um ciclo anual de concertos didácticos («Intervalo TAGV»), em colaboração com o Conservatório de Música de Coimbra.
Entre Novembro de 2006 e Maio de 2007, cerca de 2000 crianças tomaram parte nos dez concertos do referido ciclo, enquadrado no Serviço Educativo do Teatro.
Esta iniciativa, que teve como objectivo a sensibilização para a linguagem musical, integrou-se no conjunto de iniciativas de educação artística promovidas pelo TAGV.
Uma das funções da programação enquanto serviço público é justamente formar o público, isto é, dar a conhecer de forma tão aberta quanto possível a multiplicidade das linguagens e formas artísticas.
Um dos domínios carenciados de uma oferta regular permanente é o domínio da música erudita. É objectivo do TAGV reforçar esta componente da programação.
Com o ciclo «A Cor do Som: Recitais e Concertos TAGV», o TAGV tornará mais estruturada esta programação musical. Este ciclo, que conta com o apoio da Pró-Reitoria para a Cultura da Universidade de Coimbra, trará a Coimbra solistas, pequenos agrupamentos, orquestras de câmara e orquestras sinfónicas.
A programação será feita de forma a representar toda a história da música, isto é, com um repertório que incluirá música antiga, barroca, clássica, romântica, moderna e contemporânea. Estaremos especialmente atentos a novos intérpretes e agrupamentos portugueses. Procuraremos também formas de colaboração com músicos e agrupamentos residentes de instituições como Casa da Música, Fundação Gulbenkian ou Centro Cultural de Belém. O objectivo principal deste ciclo é criar uma oferta regular em Coimbra, que permita conhecer um pouco melhor o vasto espectro da criação e da interpretação musicais em todas as suas linguagens.

Programa

Franz Listz (1811-1886)Sonetto 123 del Petrarca ("Années de Pélerinage", Deuxième année: Italie)Richard Wagner (1813-1883)Sonata em Lá bemol maior Anton Bruckner (1824-1896)ReminiscênciaAlexander Scriabin (1872-1915)Folha de Álbum Opus 45 N. 1Estudo Opus 8 N. 12IIFranz Liszt (1811-1886)Sonata em Si menor" .
A Sonata em Si menor de Liszt é talvez a mais original, inteligente e poderosa sonata composta após Beethoven e Schubert - uma obra suprema do Romantismo Musical, que elegeu o piano como instrumento de excelência.
Liszt é a "encarnação" do Homem romântico, o poeta musical, o criador mágico e inovador, o grande virtuoso, o pedagogo universal, a figura de referência de inúmeros compositores e do possível arco genealógico que forma o programa deste recital: Franz Liszt, Richard Wagner, Anton Bruckner, Alexander Scriabin... "

Filipe Pinto-Ribeiro

Filipe Pinto-Ribeiro, piano ,Doutorado com a máxima classificação pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscovo, é considerado um dos músicos portugueses mais relevantes da actualidade.
Nasceu no Porto, em 1975. Enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou no Conservatório Tchaikovsky de Moscovo sob a orientação de Liudmila Roschina - Chefe de Cátedra de Piano - tendo concluído, com a classificação Excelente a todas as disciplinas, o Doutoramento em Interpretação Pianística.
Em Portugal, estudou com Helena de Sá e Costa e graduou-se com Pedro Burmester na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, no Porto.
Recebeu a influência de diversos mestres e participou com frequência em masterclasses internacionais.
Foi apreciado e aconselhado por alguns dos maiores nomes do panorama pianístico mundial, incluindo Elisso Virsaladze e Dmitri Bashkirov.
É professor no Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares, em Almada, e na Universidade Católica Portuguesa, no Porto.
Tem orientado frequentemente Master-Classes de piano.
O seu CD de estreia, interpretando obras de Modest Mussorgsky, Alexander Scriabin, Dmitri Chostakovich, Claude Debussy e Maurice Ravel, está em segunda edição (NUM 1118).
O CD "Berlin Sessions" (NUM 1105), gravado pelo pianista na capital alemã, contendo sonatas de Domenico Scarlatti, Carlos Seixas, Ludwig van Beethoven, Richard Wagner e Serguei Prokofiev, obteve excelente recepção por parte do público e da crítica musical.
Gravou um CD em duo com a pianista Rosa Maria Barrantes incluindo obras de Gabriel Fauré, Eric Satie, Claude Debussy, Francis Poulenc e Maurice Ravel (NUM 1119). Foi editado em 2007 o seu último CD a solo intitulado "Bach: Piano Transcriptions" (CNM 170CD).Desenvolve uma intensa actividade solística e camerística, abrangendo um vasto repertório que se estende do barroco até aos nossos dias. Apresenta-se frequentemente a solo com diversas orquestras, como por exemplo Orquestra Filarmónica da Eslováquia, Orquestra Filarmónica da Arménia, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção, entre outros, dos Maestros Marc Tardue, Charles Olivieri-Munroe, Roman Brogli-Sacher e John Nelson. É director artístico do Schostakovich-Ensemble (DSCH). Pianista laureado, tem actuado em algumas das principais cidades da Europa, Ásia e América, vendo o seu pianismo reconhecido pela crítica especializada.

Preçário

Preço normal 10,00 euros
Preço estudante e sénior 8,00 euros
Espectáculo com desconto para os AMIGOS TAGV
Duração 1h10
www.filipepinto-ribeiro.com

Jay Jay Johanson no Centro Cultural de Belém


Jay Jay Johanson no CCB 21 de Junho de 2007 21h00


Com influências variadas, Jay-Jay Johanson desenvolveu cedo um grande interesse pelo jazz e música clássica, enveredando pelo estudo dos mais variados instrumentos musicais. Posteriormente descobriu a necessidade de se exprimir de outras formas, ingressando num curso de artes gráficas e movendo-se nas áreas da moda e do design.

Em 1996 editou «Whiskey», o álbum de estreia, no qual as sonoridades jazzy e bossa nova encontravam na voz encorpada e grave de Jay-Jay um equilíbrio no mínimo entusiasmante.

A estética musical do cantor evoluiu por outros caminhos e ao quarto álbum «Antenna» Jay-Jay surpreendeu com uma pose andrógina e provocadora.

Mais electrónica que nunca, a renovada sonoridade de Johanson chamou finalmente à atenção dos seus compatriotas, tornando se «Antenna» o seu álbum mais reconhecido na Suécia.
Em 2004 editou uma colectânea, que incluía uma releitura dançável de um dos seus maiores sucessos: So Tell the Girls that IAm Back in Town entre outros sucessos e alguns temas novos.

Em 2005, Johanson voltou aos registos mais acústicos com «Rush» e acaba agora de editar o sexto álbum de originais.

«The Long Term Physical Effects are Not Yet Known» é o disco mais equilibrado e mais forte do artista escandinavo.

Em 11 canções, Johanson consegue resumir toda a sua música.Jazz, electrónicas, o poder das instrumentalizações, das palavras e de uma das vozes masculinas mais carismáticas da música actual trazem Johanson de volta aos discos e de volta a Portugal.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Debate sobre a Rádio na Sociedade Portuguesa de Autores


"Quantos dias para a rádio?"


No próximo dia 20 de Junho, pelas 18h30, no auditório Maestro Frederico de Freitas, na sede da Sociedade Portuguesa de Autores, Av. Duque de Loulé, 31, em Lisboa, terá lugar um debate sobre a rádio.

Volvidos mais de 100 anos, o que reserva o séc. XXI?
Play-lists, Internet, Locutores, Formatação e Conteúdos serão apenas alguns dos motes que farão a conversa.

Moderação: Paulo Sérgio Santos

Convidados: António Sala, José Nuno Martins, Luís Filipe Costa, Luís Montez e Luís Osório.
Caminhos, opções, estratégias e segredos que podem (re)colocar a telefonia em destaque.
Uma reunião de personalidades cujos percursos estão intrinsecamente ligados à rádio. --

domingo, 17 de junho de 2007

Quinteto Lusitânia actua


"Voando sobre Colinas "

Quinteto Lusitânia e Nelson Almeida actuam no Ciclo de Música da Lusitania , Seguros


O Ciclo de Música 2007 apresenta, já no próximo dia 19 de Junho, às 19h30, o concerto “Voando sobre Colinas”, interpretado pelo Quinteto Lusitânia e acordeão (Nelson Almeida).

"Voando Sobre Colinas" é um espectáculo dedicado à música do cinema português dos anos 30 e 40 com arranjos para quinteto de cordas e acordeão das canções de filmes clássicos tais como: O Leão da Estrela, Fado Corrido, Verdes Anos, Aldeia da Roupa Branca, Pátio das Cantigas, História de uma Cantadeira, Sangue Toureiro, Les Amants du Tage, entre tantos outros. JORGE VARRECOSO GONÇALVES - 1º Violino , ANTÓNIO FIGUEIREDO - 2º Violino, VENTZISLAV GRIGOROV - Viola, LUÍS CLODE - Violoncelo, DUNCAN FOX - Contrabaixo e NELSSON AlMEIDA - Acordeão

Programa
Confesso Zanguei-me com meu amor Barco negro Vou dar de beber à dor Agulha e o dedal Cantiga da rua Casa portuguesa Casa da mariquinhas Verdes anos Mouraria Lá vai Lisboa Nome da rua Tudo isto é fado

O Ciclo de Música da Lusitania para 2007, conta com a participação de consagrados artistas, e inclui um vasto repertório.

Festival de Solidariedade Médicos do Mundo


Festival de Solidariedade para a Juventude de Médicos do Mundo


Os grupos portugueses Primitive Reason, Terrakota, Angry Odd Kids, MoreMad e Jah Vai participam no Festival de Solidariedade para a Juventude que Médicos do Mundo organiza no dia 23 de Junho, entre as 18h00 e as 24h00, no Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures.
Os fundos revertem para os projectos de prevenção e combate ao VIH/SIDA da associação em Moçambique.

O Festival de Solidariedade para a Juventude Médicos do Mundo é um espectáculo de animação cultural para a juventude, organizado em parceria com a Câmara Municipal de Loures, que tem por base um programa musical constituído por diversos grupos musicais de destaque. Os públicos-alvos deste festival são os jovens e os adolescentes (dos 15 anos até aos 35 anos), estando o espectáculo aberto a toda a população.

O evento é complementado com actividades de sensibilização para a prevenção do VIH/SIDA, nomeadamente distribuição de preservativos, e uma exposição no interior do pavilhão com merchandising e artesanato, entre outros artigos procurados pela juventude.

Os fundos angariados revertem para os projectos humanitários de Médicos do Mundo de prevenção e combate do VIH/SIDA em Moçambique.


PROGRAMA

Data: 23 de Junho
Local: Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures

17h30 – Abertura de Portas
18h00 – Jah Vai
19h00 - MoreMad
20h00 - Angry Odd Kids
21h00 – Terrakota
22h45 – Primitive Reason
24h00 – Encerramento

Exposição de Pintura no Casino Estoril


Helena Liz na
Galeria de Arte do Casino Estoril


Foi inaugurada ontem, dia 16 de Junho, pelas 18 horas, na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição de pintura, “O Jardim da Memória Involuntária” de Helena Liz, artista que nasceu no Sabugal e reside desde 1970 em Madrid.

Na capital espanhola estudou pintura no IADE, sob orientação do pintor Salvador Vitória, em breve se relacionando com Amalia Avia, Lucio Muñoz e outros grandes nomes da Pintura, que lhe proporcionaram um acesso rápido ao mundo artístico madrileno.
Do seu invejável currículo consta a participação em 37 exposições colectivas e a realização de 28 individuais em Espanha e Portugal, a primeira das quais, no nosso País, teve lugar em Outubro de 1980, na Galeria de Arte do Casino Estoril. Como referência que traduz o acolhimento e o prestígio da sua obra, é o facto de haver sido com uma exposição individual sua que se inaugurou em Sintra o Centro Cultural Olga Cadaval e em Salamanca, o Museu do Molino Casino de Tormes.
Significativo é o facto de exposições suas haverem merecido honrosos textos de Wifredo Rincon Garcia e José de Castro Arines, membros da A.I.C.A. de Espanha, como também de Agustina Bessa-Luis, que sobre esta artista escreveu alguns elogiosos textos, Luis de Pina, Eduardo Sotillos, Helena Pimenta e João de Melo, autor do texto do catálogo desta exposição.
Um aspecto que releva na sua obra e na sua carreira é a singularidade dos seus trabalhos, o intimismo do seu mundo pictórico, que levou o grande pintor espanhol Lucio Muñoz a escrever num elogioso texto para o catálogo de uma das suas exposições: “Todo lo que pasa está en tus cuadros. Cuando los veo añado lo que a mi pasa”. Helena Liz transportou para as telas muito de si e das suas recordações: objectos de infância; personagens dos filmes a que assistiu; os jardins, as flores, os frutos e as árvores, que Agustina Bessa-Luís diz serem “modelos que nunca se queixam”, mulheres de rosto indefinido, as crianças, sempre as crianças, que levam um raro encanto e ternura às suas telas.
Portuguesa e espanhola, Helena Liz é uma notável pintora penínsular.

A primeira, certamente, de muitas outras que hão de vir, pois que, cada vez mais, a Arte derruba as fronteiras.
Tendo iniciado a sua carreira dentro de uma linha abstraccionista, Helena Liz evoluiu depois para uma figuração nova, em que a sua actual pintura ainda se situa, com uma temática muito pessoal de registos de imagens e de cores recolhidas em vivências passadas e actuais do seu jardim da memória involuntária.
Esta notável exposição, em que Helena Liz comemora 27 anos de presença na Galeria de Arte do Casino Estoril e que tem um carácter antológico, manter-se-á patente ao público até11 de Julho, todos os dias, das 15 às 24 horas.

Convenção sobre o Ensino Superior

Convenção da Universidade de Lisboa
Debate sobre o RJIES, dias 21 e 22 de Junho


Num momento de reforma do ensino superior, a Universidade de Lisboa organiza uma Convenção, que se prolongará até ao 1º semestre de 2008 (as datas poderão sofrer ajustamentos em função dos prazos que vierem a ser legalmente consagrados).


A primeira fase – O DEBATE – pretende criar um espaço de discussão sobre o novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior. Para além de reuniões do Senado e do Conselho Consultivo, haverá um Encontro público durante a tarde dos dias 21 e 22 de Junho, na Reitoria da Universidade de Lisboa.


A segunda fase – A CONSTITUINTE – corresponde ao período de reflexão, de preparação e de aprovação dos novos Estatutos da Universidade, e decorrerá nos seis meses seguintes à entrada em vigor da lei.

O apelo ao debate e a uma participação alargada na elaboração dos Estatutos traduz a necessidade de um envolvimento de toda a comunidade universitária em decisões que não podem ser tomadas apenas pela "assembleia ad hoc com 15 membros" prevista na proposta de lei do Governo.
Os trabalhos da Convenção permitirão cumprir o programa de "refundação institucional" sufragado no processo de eleição do Reitor em 2006.
Estamos pois perante mudanças profundas na composição orgânica da Universidade de Lisboa, bem como no enquadramento e reforço das suas unidades de investigação e na adopção de novos modelos de governo e de gestão.
A Universidade de Lisboa tem o dever e a responsabilidade de encontrar soluções inovadoras que a consolidem como instituição de referência no espaço europeu.

sábado, 16 de junho de 2007

Novo livro de Onésimo Teotónio de Almeida



O mais recente livro de crónicas de Onésimo Teotónio de Almeida será apresentado na próxima Quinta-feira, 21, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto.

A sessão de lançamento de “Aventuras de um Nabogador & outras estórias-em-sanduíche” contará com a presença do autor e a apresentação de Arnaldo Saraiva, Professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
As “estórias ensanduichadas em crónicas”, como o autor as define, são fruto do seu “incontrolável prazer de as contar” e, com certeza, irão deliciar o leitor.
Onésimo Teotónio de Almeida nasceu no Pico da Pedra, S. Miguel, Açores, no dia 18 de Dezembro de 1946.

É Professor Catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Brown University, Providence, Rhode Island, EUA.

Lecciona na Brown desde 1975. Doutorado em Filosofia pela Brown University (1980). A sua obra propriamente literária estende-se pelo conto, pela crónica e pelo teatro.
O escritor é já uma presença familiar ao público poveiro visto que nos acompanha desde a 1ª Edição do Correntes d’Escritas.

Rita Guerra em França


Nos 20 anos da Rádio Alfa
RITA GUERRA AO VIVO EM FRANÇA


Por ocasião das comemorações do 20º Aniversário da Rádio Alfa (“a rádio dos portugueses em França”), Rita Guerra actuará este Domingo ao vivo, com a sua banda, na Base de Loisirs de Créteil, nos arredores de Paris.
A organização prevê uma assistência de 30 mil pessoas e o espectáculo terá transmissão em directo pela RTP, para 140 países.

A prestação da cantora e a sua banda passará pelos temas “À Espera do Sol”, “Brincando Com o Fogo”, “Secretamente”, “Deixa-me Sonhar”, “Pormenores Sem a Mínima Importância”, “I Thought You Would Leave Your Heart With Me”, “Chegar a Ti”, “Perdida na Noite”, “Onde Tu Estiveres” e “Sentimento”.

Concertos de Verão na Fundação Oriente



De 20 de Junho a 18 de Julho
Concertos de Verão nos jardins da Fundação Oriente

A Fundação Oriente recebe a décima edição do Ciclo de Concertos de Verão, entre 20 de Junho e 18 de Julho.

Os espectáculos realizam-se todas as quartas-feiras, pelas 18h30, nos jardins da Fundação e têm entrada livre.
O ciclo tem início a 20 de Junho com um concerto do Coro de Câmara de Lisboa.

Formado em 1978, o coro é constituído por 20 jovens músicos que interpretam a capella, ou em colaboração com formações instrumentais, obras portuguesas e estrangeiras, do vasto período compreendido entre a Renascença e os nossos dias.
No dia 27 de Junho, é a vez da pianista luso-japonesa Yuki Rodrigues subir ao palco dos Jardins da Fundação.

Para além de um intenso trabalho de música de câmara para piano a quatro mãos e dois pianos, a jovem artista desenvolve trabalhos na área da criação de composições inspiradas nas melodias populares portuguesas e japonesas.
O Duo Ibéria, composto por Laurent Filipe (trompete) e Pedro Sarmiento (piano) apresenta o seu concerto no dia 4 de Julho.

Do repertório a apresentar constam obras do último cd, “East of the Moon”, bem como alguns inéditos.
Emilien Hamel (barítono) sobe ao palco a 11 de Julho, acompanhado à guitarra por Eurico Pereira.
O Ciclo de Concertos de Verão da Fundação Oriente termina a 18 de Julho, com um espectáculo da Orquestra “Os Violinos”.

Música nos Jardins da Fundação Oriente






Viagem pela canção popular nos jardins da Fundação Oriente



Os jardins da Fundação Oriente recebem um concerto do Coro de Câmara de Lisboa, dia 20 de Junho, pelas 18h30.


Trata-se do primeiro espectáculo, de entrada livre, inserido na 10ª edição do Ciclo de Concertos de Verão.
Formado em 1978, o coro é constituído por 20 jovens músicos que interpretam a capella, ou em colaboração com formações instrumentais, obras portuguesas e estrangeiras, do vasto período compreendido entre a Renascença e os nossos dias.
A canção popular marca presença no repertório, uma vez que se trata de uma das principais demonstrações da expressão cultural de um país.
Dentro do género de canção popular, foram escolhidas canções de embalar, de amor e dançadas, provenientes de Portugal, Angola, Islândia, Filipinas, Argentina, Cuba, Peru e Uruguai. Um contraste na harmonia, no estilo de composição e nos ritmos variados.

Concurso Fotográfico Worten

NOVOS TALENTOS WORTEN 2007
CONCURSO FOTOGRÁFICO AMADOR


As Noites Ritual com o patrocínio da Worten, organizam o Concurso Fotográfico Amador – Novos Talentos Worten 2007.

Concurso aberto a todos os amantes de Fotografia, com idade compreendida entre os 16 e os 30 anos, amadores, sem carteira profissional de fotógrafo e residentes em Portugal.

Os interessados podem efectuar o download do regulamento e respectiva ficha de inscrição em http://www.noitesritual.com/.

A data limite de recepção dos trabalhos até de 13 de Julho de 2007 e os 3 primeiros classificados serão premiados da seguinte forma:

1º Classificado:
- 1 Máquina Fotográfica Profissional;
- Inclusão dos trabalhos apresentados na exposição fotográfica inserida na programação das Noites Ritual 2007, que terá lugar na sala VIP do Pavilhão Rosa Mota nos dias 24 e 25 de Agosto;
- Acesso aos bastidores e à frente de palco das Noites Ritual 2007, como fotógrafo convidado com oferta de estadia e alimentação.

2º Classificado:
- 1 Máquina Fotográfica Digital

3º Classificado:
- Material Fotográfico





Ney Matogrosso no Teatro das Figuras



O Teatro das Figuras apresenta:

Ney Matogrosso
“Canto em qualquer canto”

Dia 20 de Junho, quarta-feira, 22h 00



NEY MATOGROSSO
CANTO EM QUALQUER CANTO
Pedro Jóia (violão e alaúde)
Ricardo Silveira (guitarra e violão)
Marcello Gonçalves (violão de sete cordas)
Zé Paulo Becker (violão e viola)



Ney acompanhado por quatro excelentes guitarristas entre os quais o português Pedro Joia, Ricardo Silveira, Marcelo Gonçalves, e José Paulo Becker.

Ney Matogrosso despe-se das extravagâncias de roupas e trejeitos, para centralizar a sua arte, apenas no canto.

Reportório muito variado, com compositores desde Chico Buarque a Marisa Monte e Tribalistas, passando pelos portugueses Pedro Jóia e Tiago Torres da Silva.

Para além disso há releituras de temas de várias épocas, desde os primordiais Secos & Molhados ( O doce e o amargo ) até temas da sua discografia individual dos anos 70 ( Ardente , Dos cruces , Retrato marron , Bandoleiro , esta numa versão magnífica) e 80 ( Tanto Amar , de Chico Buarque).

Um espectáculo definitivamente a não perder!!!!!


Produção: Espelho de Cultura - Produções Artísticas, Lda
Apresentação: Teatro Municipal de Faro Preço: 1ª Plateia - 45 € 2ª Plateia - 40 € [Sem descontos]

Marketing e Relações Públicas
http://www.teatromunicipaldefaro.pt/
96 672 01 69 289 888 121
Teatro Municipal de Faro
Horta das Figuras, EN 125
8000-518 Faro

O Regresso de Júlio Pereira


GEOGRAFIAS:
O Regresso de Júlio Pereira


O CD Geografias, à venda em Portugal a partir de 18 de Junho, e em Espanha edição Resistência, marca o reencontro de Júlio Pereira com o virtuosismo do músico que, num passado ainda recente, revolucionou o panorama da música instrumental portuguesa, nomeadamente com Cavaquinho, Braguesa e O Meu Bandolim.

Em mais de 30 anos de carreira assinou 15 discos de autor, 30 como produtor e mais de 50 como instrumentista para além dos inúmeros concertos em Portugal e na Europa e ainda como convidado de alguns artistas estrangeiros como The Chieftains, Pete Seeger e Kepa Junkera.

Passada esta última década onde assinou produções discográficas que consolidaram o seu percurso musical, é com este disco que Júlio Pereira retoma de forma renovada, o seu desempenho de multi-instrumentista singular reencontrando aquele que foi o seu primeiro instrumento musical: o Bandolim.

Acompanhado por Miguel Veras (viola) e Bernardo Couto (guitarra portuguesa), bem como pelas vozes convidadas de Sara Tavares e Marisa Pinto, Júlio Pereira percorre em Geografias sonoridades de mundos com muitas latitudes e padrões acústicos.

Mas, se há contextos locais e regionais de referência, neste disco cruzam-se na universalidade sem lugar da própria música.

Desafiante e surpreendente é, como acontece em Geografias, o encontro do bandolim mediterrânico, da guitarra portuguesa e do bouzouki celta com a obra plástica de Salomé Nascimento que assina esta capa de luxo.
O novo CD assinala, além disso, o regresso de Júlio Pereira ao palco.

É nele que assenta a construção do seu novo concerto, a apresentar a partir de Setembro em Espanha e Portugal.

Exposição de Fotografia de António Gamito


sexta-feira, 15 de junho de 2007

" Queres Fazer Amor Comigo?" no Teatro da Trindade

O INATEL/Teatro da Trindade e Henrique Félix apresentam

“Queres Fazer Amor Comigo?”

Estreia a 20 de Junho, na sala estúdio do Teatro da Trindade.
Será que o papel tradicional da mulher, no relacionamento sexual, resulta de factores exclusivos do ser feminino e/ou de valores morais e culturais?
O espectáculo pretende lançar o debate e reflexão sobre questões que normalmente não saem das conversas privadas.
As nove personagens, todas mulheres e com as mais variadas profissões, para além de confessarem o inconfessável, interrogam-se sobre o significado da frase: fazer amor.
Em que contexto é que ter relações sexuais é ou não fazer amor? A que nos referimos nós quando dizemos que fazemos amor? Nove mulheres nove respostas…

Com uma duração de cerca de uma hora e meia o espectáculo tem uma importante componente musical.
São dezassete músicas: instrumentais e cantadas ao vivo.
As nove personagens são interpretadas por cinco actrizes.
As nove personagens são: TERESA – chefe de cozinha de um restaurante erótico; ELSA – ex-cantora lírica; Helena – médica; FILOMENA – secretária; MARTA – advogada; PATRÍCIA – professora de alemão; UMBELINA – dona de casa; SORAYA – prostituta e FELÍCIA – escritora.

Teatro da Trindade Sala Estúdio
20 Junho a 29 Julho
4ª-feira a sábado às 22h00
domingo às 17h00

Ficha Técnica

Autoria/Encenação Henrique Félix
Direcção Plástica Bruno Guerra
Direcção Musical António Neves da Silva
Movimento Margarida Pimenta
Apoio Vocal Sara Belo
Interpretação Ana Videira, Cátia Ribeiro, Jeny Romero, Rita Frazão e Sílvia Balancho
Fotografia Diogo Gama
Design gráfico Leonor Oliveira
Maquilhagem Raquel Frazão
Produção Henrique Félix

O S.João em Braga


FESTAS DA CIDADE
"SÃO JOÃO 2007"


programa

16 de Junho, sábado

9h00, Avenida Central
Entrada dos Grupos de Animação. Animação de rua com grupos de Zés P’reiras, Bombos, Gaiteiros Gigantones e Cabeçudos.

11h00, Praça do Município
”Primeiro Encontro Nacional de Mini-Hondas São João de Braga/2007”; Exposição de Motas Antigas.

12h30, Avenida Central
Primeira Rodopiada: “Viva a animação: chegamos ao São João”

14h00, Avenida Central
Passeio do “BTT de Braga”. Concentração no hipermercado “Carrefour”.


15h00, Terreiro do Parque da Ponte
“Torneio do Jogo da Malha São João/2007”

16h00, Avenida Central
Festival Folclórico de São João/2007. Grupos participantes: Rancho Folclórico de Nogueira (Braga), Grupo Folclórico das Cantarinhas de Buarcos (Figueira da Foz), Rancho Folclórico da Casa do Povo de Angeja (Albergaria-a-Velha), Grupo Folclórico de São Mamede de Canelas (Penafiel), Rancho Típico de São Pedro de Avioso (Maia), Rancho Folclórico das Lavadeiras de Vila Franca do Lima (Viana do Castelo) e Grupo Folclórico Gonçalo Sampaio (Braga).

17h00, Centro da Cidade
Exibição, ao despique, dos grupos de Bombos, Zés P’reiras e de Percussão.

Passeio em caravana pelas artérias da cidade dos participantes no Primeiro Encontro Nacional de Mini-Hondas.

21h30, Parque de São João da Ponte
“Noite Popular”: cantares ao desafio com Cachadinha (Ponte de Lima), Lolita de Portugal (Ponte da Barca), Marinho (Ponte da Barca), Adília (Arouca), Carlos Ribeiro (Guimarães), e Celeste Brito (Ponte da Barca).

22h00, Avenida Central
Festival de Cultura Popular e Tradicional, com diversos grupos nacionais e estrangeiros, que interpretam músicas das respectivas zonas de proveniência.


17 de Junho, domingo

08h00, Estádio 1.º de Maio

I Passeio de Cicloturismo São João /2007. Concentração junto ao Estádio 1.º de Maio. Partida às 09h00. Percurso: Estádio 1.º de Maio, Largo de São João da Ponte, Avenida da Liberdade, Av. João XXI, Rotunda das Piscinas Municipais, Avenida Júlio Fragata, Estação da CP,
Rua de Caires, Rotunda Santos da Cunha, Avenida Imaculada Conceição, Avenida da Liberdade, Largo de São João da Ponte e Estádio 1.º de Maio. Chegada prevista às 12h00.

08h30, Avenida Central
Entrada dos Grupos de Zés P’reiras, Bombos, Gigantones e Cabeçudos para animação de rua. Praça da República: X Passeio ao São João de Braga, promovido pelo Clube Automóvel Antigo e Clássico de Braga. Concentração dos participantes. Às 11h30, desfile de saída, com passagem por Falperra, Sameiro e Bom Jesus; às 13h30, almoço-convívio dos participantes.

10h00, São João da Ponte
”II Grande Prémio Internacional do São João em Carrinhos de Rolamentos”. Estrada Nacional - rotunda de Nogueira/João da Ponte. Organização da Confraria do Assado de Ruilhe (Braga).


12h30, Avenida Central
Segunda Rodopiada: “Toca o bombo, dança o povo, é São João de novo”.

15h00 Horas, Avenida Central
Reentrada dos grupos que vão animar as ruas da cidade.

16h30, Avenida Central
XVIII Encontro Internacional de Gigantones e Cabeçudos. Centenas de figurantes, entre gigantones, cabeçudos, zés p’reiras, gaiteiros e outros grupos, vindos de várias regiões do país e estrangeiro. Incomparável espectáculo de alegria e cor, a desfilar pelas principais artérias da cidade. Este espectáculo é único em Portugal. Insere-se também neste espectáculo a “Serpe", número popular e tradicional das seculares Festas de São João de Braga.

18h30, Avenida Central
Concentração final do Encontro de Gigantones e Cabeçudos e entrega do símbolo de participação.

21h30, Avenida Central
Noite Popular: Grupo de Música Tradicional “Os Montes” (Braga).



Abrunhosa lança "Luz" no Paradise Garage



PEDRO ABRUNHOSA & BANDEMÓNIO
APRESENTAM “LUZ” AO VIVO
26 DE JUNHO PARADISE GARAGE, Lisboa
O quinto disco de originais de Pedro Abrunhosa & Bandemónio, “Luz”, chega ao mercado dia 25 de Junho, composto e escrito, como sempre, por Pedro Abrunhosa.

No dia seguinte, 26 de Junho, Pedro Abrunhosa & Bandemónio sobem ao palco do Paradise Garage para a primeira apresentação integral, ao vivo, do novo registo.

Esta é a segunda vez que Pedro Abrunhosa & Bandemónio tocam nesta sala, que foi, aliás, o palco do primeiro concerto da banda em Lisboa, há mais de uma década, quando faltavam poucos meses para a edição de “Viagens”.

Os bilhetes para o concerto vão estar disponíveis em exclusivo na Fnac, através da pré-compra do novo disco “Luz”.
Entre os dias 11 e 24 de Junho, quem fizer a pré-compra do disco na Fnac, recebe um bilhete para o concerto (limitado à lotação da sala).

Com "Luz", Pedro Abrunhosa & Bandemónio assumem as preocupações ambientais na sua própria actividade, tornando-se a primeira banda a editar um disco "eco" em Portugal.

"Luz" terá mesmo uma edição especial integralmente produzida em papel reciclado.
Pedro Abrunhosa tornou-se, ele próprio, embaixador da EDP para a eficiência energética.
Esta edição especial será limitada – o álbum apresenta-se com um livro de 48 páginas, com ilustrações e fotografias da autoria do fotógrafo Augusto Brázio.

T4XI estreou ontem






T4XI
COM ARGUMENTO DE LUC BESSON




Após 5 anos de ausência, reencontramos Daniel (Samy Naceri, Dias de Glória) e Émilien (Frédéric Diefenthal, Táxi) numa hilariante comédia e em novas e inéditas aventuras.



Um emaranhado de situações tão insólitas que levam ao desespero de qualquer pessoa, sobretudo do Comissário que arduamente tenta capturar o criminoso.




Um filme muito divertido que merece a pena ser visto.

Saimos mais leves!






Pedro Abrunhosa traz Luz já dia 25


Luz, o quinto disco de originais de Pedro Abrunhosa & Bandemónio, chega ao mercado dia 25 de Junho, ficando disponível para download legal na mesma data.
Na primeira edição, especial e limitada, o álbum apresenta-se com um livro de 64 páginas, com ilustrações e fotografias da autoria do fotógrafo Augusto Brázio.
Luz representa uma nova fase que se abre perante a conjuntura social, estética e humana, a que o mundo, entretanto, forçou o compositor.
De Luz fazem parte, para além do já conhecido “Quem Me Leva Os Meus Fantasmas”, o single que estreou no mês de Abril, canções como “Tenho Uma Arma”, “Dealer e Dilema”, “A Dor Do Dinheiro”, “A Cada Não Que Dizes”, e a já bastante comentada “Balada de Gisberta”, retrato-poema do transsexual assassinado no Porto, em Fevereiro de 2006.
Composto e escrito, como sempre, por Pedro Abrunhosa, o novo disco foi produzido e misturado por Mário Barreiros nos MB Estúdios, no Porto.
Acompanhado, desde 1991, pelos Bandemónio, constituídos por Marco Nunes nas guitarras, Edgar Caramelo nos saxofones, Cláudio Souto nas teclas, João André no baixo, Pedro Martins na bateria, e pelo scratcher Mr. Cheeks, Pedro Abrunhosa afirma-se cada vez mais como cantautor, sendo, simultaneamente, intérprete na voz e no piano.
Participam ainda neste disco, uma vez mais, os The Hornheads, secção de sopros de Prince, bem como o St. Dominic’s Gospel Choir, e ainda uma secção de cordas constituída por 15 elementos.
Entretanto, a digressão “Luz 20072009” teve já início, com 3 concertos nas Queimas do Porto, Coimbra e Lisboa.

Ricardo Azevedo a solo depois dos Ez Special



O PRIMEIRO DISCO A SOLO DO
EX-VOCALISTA DOS EZ SPECIAL

Ricardo Azevedo estreia-se a solo compondo e cantando, pela primeira vez, em português.
O músico confessa que esta vontade de se expressar na língua materna vem de trás, algures em 2003, após o lançamento de “In n’ Out”, o primeiro disco dos Ez Special.
“Confesso que correu muito mal...”, disse. No entanto, persistente, percebeu que o facto de cantar em inglês podia, de alguma forma, ser um obstáculo a uma melhor comunicação com os seus fãs. “Dei aproximadamente 300 concertos pelo país e as pessoas não percebiam a totalidade do que dizia em Inglês. Muita gente me pediu para cantar em português depois dos concertos.”
O ÁLBUM
O álbum foi gravado entre a Maia e a Aguda e contou com as colaborações dos músicos Nuxo Espinheira (Blind Zero), Sérgio Silva (Jaguar Band) e Victor Silva.
Com dois singles neste momento a tocar nas rádios, “Pequeno T2” e “Entre o Sol e a Lua”, Ricardo mostra que a POP é o terreno que continua a pisar melhor.
A escolha de um single mostrou ser uma tarefa difícil para Ricardo.
“Não destaco nenhuma canção das treze. Sou adepto do disco como um todo”, confessou. “Tive também a preocupação de falar em vários temas sensíveis da nossa sociedade, desde a dificuldade em arranjar emprego, à crise do País, a falta de dinheiro e as ansiedades que essas questões criam em qualquer pessoa...
Falo também de paixões, dos defeitos humanos e de problemas sentimentais.”
PREFÁCIO
“Penso que se pudesse definir este trabalho numa palavra, escolheria a palavra ‘Sonhos’. Contudo, penso que ‘Prefácio’ encaixa bem nos meus sonhos, pois são o princípio destes”, explica Ricardo Azevedo.
Uma das boas surpresas deste disco é o tema “Os Meus Defeitos”, o qual é cantado em dueto com Rui Veloso.
“Fui desafiado por algumas pessoas neste processo todo.
O Rui Veloso foi uma delas.
Em 2005 quando os Ez Special tocaram nos Coliseus, fiz o convite ao Rui.
Falei-lhe das minhas canções em Português e ele foi muito intusiasta a ponto de querer cantar uma das minhas músicas portuguesas nos Coliseus.
Infelizmente o Rui estava ocupado e este encontro foi adiado para este disco.”
A produção do álbum ficou entregue a Quico Serrano (Plaza) e Saul Davies (James).
Ricardo fala desta como uma escolha natural. “ O Saul e o Quico tinham sido muito importantes no primeiro disco em que participei...
Para além de ter total confiança neles, achei que eram ideais para esta nova transição.”
O disco já se encontra à venda.

José Reza com "Vida Louca"


Se a canção é uma arma……
Esta introdução parece deslocada na apresentação de um disco que a todos os títulos se poderia considerar inofensivo.

Mas não o é.
A função principal deste trabalho é proporcionar prazer, bem estar, optimismo.
As canções de JOSE REZA são, pelo seu conteúdo estimulante, a panaceia adequada numa altura em que tanto se apregoa a necessidade de levantar a moral dos portugueses,
Por isso, começámos por dizer que a canção é uma arma.
Ou melhor, estas canções, ouvidas sem preconceitos trazem à flor da pele a envolvencia que o - autor-compositor-intérprete - transforma na irresistibilidade de um trabalho que transborda boa disposição e optimismo.

“VIDA LOUCA” é uma agradável surpresa, alegre e romântico qb , deste cantor que, lembramos, anda nas cantigas há já alguns anos, tendo dado os seus primeiros passos, ainda muito jovem, com o grupo 1111.

Coro de Câmara da Universidade de Lisboa comemora dez anos com um concerto

Concerto do 10º Aniversário do

Coro de Câmara da Universidade de Lisboa

Com a participação da Orquestra Sinfonietta de Lisboa,
do organista David Cranmer e Solistas

16 Junho Igreja de S. Roque 21h30
O Coro de Câmara da Universidade de Lisboa celebra este ano o seu décimo aniversário. Para comemorar esta efeméride, o Coro de Câmara da Universidade de Lisboa realizará, com a Orquestra Sinfonietta de Lisboa, um concerto na Igreja de São Roque, Sábado, dia 16 de Junho, pelas 21h30.


Programa:

Magnificat (Bach) e Díptico Mariano, obra especialmente composta para a ocasião por Eurico Carrapatoso.

Participarão no concerto o organista David Cranmer e os solistas Sandra Medeiros, Joana Nascimento, Marco Alves dos Santos e Armando Possante.

A Direcção é dos maestros José Robert e Vasco Pearce de Azevedo.

Este agrupamento é responsável pela estreia mundial de várias obras, entre as quais, a Missa Brevis em memória de Aristides de Sousa Mendes, de Sérgio Azevedo, e por inúmeras estreias nacionais.


1ª Parte

Díptico Mariano (estreia absoluta), Eurico Carrapatoso

Coro de Câmara da Universidade de Lisboa

David Cranmer, órgão

Direcção: Maestro José Robert

2ª Parte

Magnificat, J. S. Bach

Coro de Câmara da Universidade de Lisboa
Orquestra Sinfonietta de Lisboa

David Cranmer, órgão

Sandra Medeiros, soprano
Joana Nascimento, contralto
Marco Alves dos Santos, tenor
Armando Possante, baixo

Direcção: Maestro Vasco Pearce de Azevedo

Igreja de S. Roque
Largo Trindade Coelho, Lisboa
Entrada Livre

Comemorações do Centenário do Nascimento de Miguel Torga

TORGA O Canto Interrompido

"O Canto Interrompido" _ música, poesia e dança

16 de Junho, às 18h00, no Pavilhão Centro de Portugal em Coimbra

Para ler Miguel Torga
José Carlos Seabra Pereira - professor de Literatura Portuguesa e de Teoria da Literatura na Faculdade de Letras de Coimbra e na Faculdade de Letras da Universidade Católica. Leccionou na Universidade de Poitiers, onde obteve o Doctorat de Troisième Cycle. É autor de numerosos trabalhos sobre temas de Literatura Portuguesa finissecular. Livros: Decadentismo e Simbolismo na Poesia Portuguesa, Coimbra, centro de Estudos Românicos, 1975., Do fim-de-século ao tempo de Orfeu, Coimbra, Almedina, 1979, L’action littéraire et l’œuvre poétique de Joao de Barros, Poitiers, 1984, ;0 Neo-Romantismo na Poesia Portuguesa (1900-1925), Lisboa, INCM (no prelo);António Nobre - Projecto e Destino, Porto, Ed. Caixotim, 2000;Do Fim-de-século ao Modernismo (vol. VI de História da Literatura Portuguesa), Lisboa, Publ. Alfa, 2002.
Poesia
João Rasteiro – poeta e ensaísta, nasceu no Ameal, vivendo actualmente em Coimbra. É sócio da Associação Portuguesa de Escritores, membro do Conselho de Redacção da Revista Oficina de Poesia e delegado em Portugal da Revista Italiana Il Convívio. Publicou os livros de poesia, A Respiração das Vértebras (Sagesse, 2001), No Centro do Arco (Palimage, 2003) e Os Cílios Maternos (Palimage, 2005). Em 2007 será editado pela Editorial Verbum - Madrid, a obra Salamanca ou a memória do Minotauro. Possui vários poemas publicados em antologias e revistas em Portugal, Brasil, Colômbia, Itália e Espanha. Obteve vários prémios, nomeadamente a Segnalazione di Merito no Concurso Internacionale de Poesia: Publio Virgilio Marone(Itália-2003) e o 1º prémio no Concurso de Poesia e Conto: Cinco Povos Cinco Nações, 2004.
Jorge Fragoso – poeta, ficcionista e editor de profissão, nasceu na Beira, Moçambique, vivendo actualmente em Coimbra. Poesia: Inima, A Mar Arte, 1994; O tempo e o Tédio, Palimage, A fome da Pele, Palimage, 2004; Contos: Rua do Almada, A Mar Arte, 1995; Ficção: Dez horas de memória, Palimage, 1999. Participou em algumas antologias de poesia, como Regresso à Condição – Colectânea de poesia e pintura (Viseu, Instituto Superior Politécnico de Viseu, 2001) e Isto é Poesia (Braga, Labirinto, 2004) e Cânticos de la Frontera, Junta de Castilla y León, 2005. Está ligado à revista Oficina de Poesia – F.L.U.C., de que é subdirector.
Maria Toscano - tem vindo a crescer – desde 15 de Maio de 1963, dia em que nasceu alentejana de Campo Maior – poeta, declamadora, cantora e actriz de teatro, desde 1997, tem criado e realizado o que designa como rituais poéticos: sessões diferenciadas da prática declamatória, fundadas no cruzamento experimental de técnicas teatrais participativas que implicam a participação do público-parceiro, activo interlocutor. Poesia: do Vagar e da Memória,1997, Palimage Ed.; as palavras contidas, 1998, Editora Minerva de Coimbra; para além das coisas, 1998, e A Utopia da Coragem, 1999 - ambas da Palimage Ed.; a madre da casa da avó-os nomes infinitos do ser, 2002, Pé de Página Editores; Portugalito, 2002, Palimage Editora.
António Vilhena – poeta e ficcionista, nasceu em Beja, vivendo actualmente em Coimbra. A sua paixão é a cultura clássica. Exerce a sua actividade profissional na Escola Universitária das Artes de Coimbra e mantém uma posição permanente de intervenção sobre a cultura e o acto de fazer cultura no país em geral. Poesia: Do Ventre da Terra, 1987; Trança D´Água, 1989; Mais Felizes que o Sonho, 1996; Prosa Poética: A Eterna Paixão de Nunca Estar Contente, 1991; Literatura Infantil: O Piano Adormecido, 2005.
Poesia e canto
Carlos Carranca – poeta, ensaísta, declamador, cantor e animador cultural, nasceu na Figueira da Foz. É sócio da A.P.E. e fundador e membro da direcção do Círculo Cultural Miguel Torga. Poesia – Imagem, Lisboa, 1981; Ressurreição, Coimbra, 1992; 7 Poemas para Carlos Paredes, Lisboa, 1994; Pedras suspensas, Lisboa, 1996; O espírito da raiz, Lisboa, 1997; Lousã em Menino, Lisboa, 1998; Neste lugar sem portas, Lisboa, 2002.Ensaio – Torga, o português do mundo, Coimbra, 1988; Miguel Torga e a África portuguesa, Lisboa, 1995; O Fantasma de Pascoaes, Lisboa, 1996; Torga – o bicho religioso, Lisboa, 2000; A Nostalgia de Deus ou a palavra perdida em Miguel Torga, Lisboa, 2001; O sentimento religioso em Torga e em Unamuno, Lisboa, 2002.
Dança contemporânea
Cláudia Afonso e Andreia Morado – Cláudia Afonso iniciou os seus estudos em ballet clássico, tendo tido igualmente formação em dança Jazz e dança Contemporânea na Associação Trampolim. Andreia Morado iniciou a sua formação em dança, na modalidade de break-dance na cidade de paris. Cláudia Afonso e Andreia Morado fundaram o Colectivo de Intervenção Social Onigma Semper. Este Colectivo tem vindo a desenvolver várias actividades relacionadas com a dança em vários espaços da cidade de Coimbra, como O Mover do Ser, apresentado no ano de 2006 no Teatro Gil Vicente. As suas performances têm tido a colaboração de artistas de várias artes, como músicos, pintores, designers e poetas, assim como a colaboração de várias associações locais, designadamente a Comunidade S. Francisco de Assis.
Acompanhamento musical
Durval Moreirinhas - é natural de Celorico de Basto. É sem dúvida um dos mestres na viola de acompanhamento de fado, balada ou guitarra. Nomes grandes da canção de Coimbra foram por si acompanhados – Luís Goes, Zeca Afonso, Adriano Correia de Oliveira, Machado Soares, António Bernardino, etc. Também os maiores solistas de guitarra, com maior ou menor incidência temporal, foram por si acompanhados: Jorge Tuna, António Portugal, Octávio Sérgio, Fontes Rocha, etc. Já actuou em algumas das mais célebres salas de concerto mundiais: Lincoln Center (N. York), Olympia (Paris), tendo até hoje colaborado em dezenas de gravações de discos e actuado em vários programas de rádio e televisão nacionais e estrangeiros.
Acesso gratuito

Galeria Gay com Exposição







Eugénia Melo e Castro comemora 25 anos de carreira

A Cantora, Eugénia Melo e Castro, apresenta o seu mais recente trabalho em Portugal, "Poportugal" e comemora 25 anos de carreira.

A cantora vem acompanhada por sete músicos, cuja a direção musical está a cargo de Eduardo Queiróz.

Nesta série de espectáculos, Eugénia Melo e Castro apresentará alguns temas de maior sucesso da sua carreira, de acordo com o seu momento musical actual, serão também aprsentados temas do álbum "Des Construções", trabalho que é inteiramente dedicado a Chico Buarque e o seu último trabalho "Poportugal".

O espectáculo de estreia, no Centro Cultural de Belém, será gravado em DVD.

Datas e locais dos Concertos:

16 de Junho - Centro Cultural de Belém - Lisboa

21 de Junho - Coliseu Micaelense - Ponta Delgada

23 de Junho - Teatro Cine - Covilhã

28 de Junho - Teatro Académico Gil Vicente - Coimbra

30 de Junho - Casa da Música - Porto

04 de Julho - Teatro das Figuras - Faro

05 de Julho - Teatro Joaquim D'Almeida - Montijo


Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

Doc's Kingdom - Seminário de Cinema Documental


DOC'S KINGDOM 2007
SERPA, PORTUGAL
19-24 JUNHO
Como ponto de partida desta edição, buscámos a função e a força da palavra.
A palavra lida, a palavra dita, a voz, o texto.
Dentro e fora de campo.
O monólogo, o diálogo, a conversa, a entrevista, a palavra em circulação.
Como a palavra se instala com a imagem, como se inscreve nela ou se confronta com ela. Propomo-lo como exercício de reaprendizagem, contra o automatismo e a banalização do discurso verbal.
E, de novo, propomo-lo juntamente com actos de descoberta – de filmes e de universos de autor. Haverá tempo para mergulhar em universos pessoais, oriundos de territórios muito diferentes, e haverá um convite para viajar entre eles, escutando os ecos que possam surgir.
E haverá ainda cruzamentos pontuais com autores não presentes, ou títulos históricos convocados pela sua força vital.
A palavra, então, não como tema exclusivo, mas como sugestão de partida.
Um ponto de partida, não necessariamente o ponto de chegada.
Presenças confirmadas dos cineastas
David MacDougall
Considerado um dos mais importantes realizadores etnográficos, David MacDougall tem desenvolvido o seu trabalho na Austrália, filmando comunidades indígenas e desde 1997 tem realizado obras de referência em torno da realidade da escola de elite Doon School, no norte da India. Premiado um pouco por todo o mundo, David MacDougall vai marcar presença no Doc’s Kingdom durante o fim-de-semana.
Peter Nestler
É um dos convidados que trará a Serpa a sua experiência enquanto realizador de filmes de teor histórico para as televisões Alemã e Sueca. Com um percurso de cerca de 50 obras documentais, Peter Nestler é um dos mais proeminentes realizadores na Europa.
Vladimir Léon
Nos seus filmes, o cineasta privilegia os temas políticos, analisando a intima ligação entre a História, passado e presente. Vladimir Léon é igualmente actor, tendo feito parte do elenco de filmes de realizadores como Eric Rohmer.
Pierre Creton
Também de França, Pierre Creton fortemente enraizado com a actividade agrícola e rural, traz-nos uma visão invulgar e literária do seu quotidiano.
Gonçalo Tocha
Balaou, o filme que traz a Serpa, venceu dois prémios no último Indielisboa - melhor longa-metragem portuguesa e melhor fotografia de longa metragem portuguesa. É o segundo filme e a primeira longa deste realizador, que é também músico, autor de instalações e programador.
E ainda o filme
Ice de Robert Kramer He Fengming de Wang Bing, o último filme deste realizador chinês estreado em Cannes e agora apresentado pela primeira vez em Portugal no Doc’s Kingdom.

Julio Pereira com "Geografias" pela Som Livre

O álbum “Geografias”, com data de saida dia 18 da Som Livre, assinala o regresso de Júlio Pereira ao bandolim, um instrumento que acompanha o músico desde a infância e que neste disco se conjuga de forma inédita com a guitarra portuguesa.
Depois de ter composto para crianças, com “Faz-de-conta” (2003), Júlio Pereira gravou um álbum instrumental onde demonstra o seu virtuosismo como intérprete e autor.

Nos onze temas de “Geografias” o músico viaja para várias latitudes, combinando sonoridades e ritmos que à partida podem não fazer sentido juntos.
“Este é um disco onde vou a mais sítios, porque a música instrumental leva as pessoas a lugares diferentes”, afirmou Júlio Pereira à Lusa.

Se dentro de “Fado Luso” há música popular portuguesa e ritmos africanos, “Porta do Oriente” remete para rotas longínquas e “Santa Moura” num instante parece uma canção de embalar, para de seguida fazer lembrar canto árabe ou uma moda minhota.
São geografias recriadas por Júlio Pereira a partir de uma memória pessoal e da combinação entre bandolim, guitarra portuguesa, viola, bouzouki e sintetizadores.
“Esta mistura, sobretudo do bandolim com a guitarra portuguesa, acho que deve ter sido a primeira em termos de trabalho com alguma profundidade”, disse.
Para o novo álbum, Júlio Pereira contou ainda com a colaboração de três vozes femininas num registo de vocalizações que funcionam como um instrumento: Sara Tavares, Marisa Pinto, dos Donna Maria, e Isabel Dias, do grupo tradicional minhoto Raízes.
Em “Geografias”, o músico abdicou de tocar todos os instrumentos em estúdio, repartindo as despesas com Miguel Veras (viola acústica) e Bernardo Couto (guitarra portuguesa).
O processo de composição e de gravação acabou por ser inédito, precisamente por causa dessa partilha.
“Compor é um acto solitário, mas esta é a primeira vez que componho à frente de outra pessoa”, referiu o autor, recordando as sessões em que experimentava temas novos no bandolim.

Júlio Pereira, que durante muitos anos ficou praticamente conotado com o cavaquinho, diz que prefere cada vez mais o bandolim.
“O cavaquinho é uma memória”, afirma o tocador ao recordar o sucesso alcançado com o álbum “Cavaquinho” em 1981.
“Não sei o que é que aconteceu, mas teve consequências completamente inesperadas e é a partir daí que saio do anonimato”, assinala.
Actualmente, é o bandolim o instrumento que mais gosta de tocar, por ser, entre os cordofones pequenos, “aquele que tem mais possibilidades de evolução”.
É também o instrumento que o acompanha desde a infância, nos tempos em que o pai o ensinou a tocar “modinhas tradicionais”.

Além de ser um disco com composições inspiradas na música popular e tradicional, “Geografias” introduz ainda apontamentos electrónicos, com a presença discreta de sintetizadores em temas como “Colares de Luz” e “Porta do Oriente”.
Júlio Pereira explica que sempre teve apetência tanto para instrumentos tradicionais como para os novos instrumentos.
“Faço parte de uma geração que é transversal às duas coisas. Apanho tanto o que é antigo como os novos instrumentos”, refere num exercício de memória que o leva aos tempos da guitarra eléctrica e do rock na década de 1970.

Pode haver quem só se lembre de Júlio Pereira a tocar cavaquinho e viola braguesa ou ao lado de Zeca Afonso, com quem tocou durante muitos anos.
Mas a verdade é que Júlio Pereira fez parte do movimento rock da década de setenta, no pós-25 de Abril, empunhando uma guitarra eléctrica e gravando com grupos como os Petrus Castrus e os Xarhanga.
“Há uma grande parte da minha vida em que oiço géneros musicais que não passam por nada do que é, digamos, tradicional”, reforça Júlio Pereira.
No entanto, o músico garante que não regressará a esses tempos e que se afastou do rock como músico.

Da dedicação e pesquisa das raízes da música tradicional e popular portuguesa saíram álbuns como “O meu bandolim” (1992), “Miradouro” (1988), “Braguesa” (1983) ou este “Geografias”.
Para Setembro, Júlio Pereira prepara uma digressão por Portugal e Espanha, onde “Geografias” também será também editado.
O músico quer que os concertos sejam um prolongamento do álbum, com a participação em palco dos músicos Miguel Veras e Bernardo Couto.
A digressão, ainda sem datas anunciadas, será a primeira em nome próprio ao cabo de dez anos, marcados apenas por actuações como convidado de outros músicos.
“Nos últimos anos toquei sobretudo lá fora”, afirmou o músico, constatando que o actual cenário musical português não é dos melhores.
Júlio Pereira reconhece que a música instrumental de raiz popular e tradicional não passa tanto na rádio ou na televisão, mas esta realidade é contornada através da Internet.
No portal Myspace.com o músico apresenta algumas das suas composições e não esconde a surpresa ao ver que tem cem ou duzentas audições diárias dos seus temas.
Em apenas dois meses registou 12 mil audições no myspace, um espaço virtual acessível para milhões de utilizadores onde “a música acaba por se tornar física”.
“Não imaginava que isto ia acontecer - disse - e não tenho dúvidas de que a Internet é o maior dos presentes”...



Oferta de bilhetes para o teatro


DARWIN E O CANTO
DOS CANÁRIOS CEGOS
Para se habilitar a um convite duplo, responda às seguintes questõese envie o seu formulário de participação

1. Charles Darwin desenvolveu a teoria científica de
a) Selecção Natural
b) Exploração Espacial
c) Heliocentrismo

2. "Darwin e o canto dos canários cegos" é encenado por
a) Helder Costa
b) Murilo Dias César
c) Luís Thomar

3. O Núcleo de Produção para a Infância e Juventude do Grupo de Teatro A Barraca, criado em 2001, designa-se
a) A Barraca dos miúdos
b) A Barraca das crianças
c) A Barraca dos pequenos

Envie-nos as sua respostas, até dia 15 às 23.59h, para: resposta a passatempo
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B.I. N.º
E-mail
Telefone


A aventura à roda do mundo

A barbárie da escravidão

Emma, o humor e a companheira

A alegria e loucura da invenção

O sonho, o delírio, o medo

A glória, o sucesso Universal!

Durante este espectáculo o público vai assistir ao aventuroso e dificil percurso do extraordinário cientista inventor da teoria da evolução das espécies.Durante a viagem no navio Beagle - 4 anos à roda do mundo -, examinando animais e pássaros, recolhendo plantas, cracas e fósseis, Darwin adquiriu as bases físicas essenciais para fundamentar a sua teoria. E foi durante essa viagem que assumiu o compromisso de lutar contra a escravidão depois de ter assistido a um negro cortar a sua própria língua; tinham-no cegado para cantar melhor como faziam com os canários.

Esse crime traumatizou-o para sempre, e foi com o auxilio de Emma, sua mulher e companheira de investigação que superou os medos e as hesitações de ordem religiosa que o afligiam.
Teatro A BARRACA
Largo de Santos, 2 . Lisboa
Quintas, Sextas e Sábados às 21h30
Domingos às 17h00

Polo III da Trienal de Arquitectura inaugura amanhã


Inauguração Pólo III da Trienal de Arquitectura de Lisboa + Conferência Álvaro Siza Vieira


Inaugura amanhã, às 18 horas, com a presença do Ministro da Economia, Manuel Pinho, o Pólo III da Trienal de Arquitectura de Lisboa – Museu da Electricidade.
O Pólo III alberga duas exposições: Uma Exposição de Arquitectura: Monográfica de Siza Vieira, comissariada por Carlos Castanheira e Inner City, que reúne obra escultórica do artista Arnie Zimmerman.
Às 21 horas, o arquitecto Siza Vieira profere uma conferência sobre a Fundação Iberê Camargo, no Auditório 3 do CCB, a que seguirá uma conversa com os arquitectos José Mateus, Gonçalo Byrne e Ricardo Carvalho.
O Pólo III da Trienal de Arquitectura de Lisboa estará aberto até ao dia 26 de Julho, das 10h às 21h (encerra à segunda-feira).

Bilhetes para os Rolling Stones

No Casino Estoril e Casino Lisboa
Clube IN oferece bilhetes
para concerto dos Rolling Stones

Numa iniciativa conjunta do Casino Estoril e do Casino Lisboa, os frequentadores dos espaços de máquinas automáticas poderão ser contemplados com 300 bilhetes para o concerto único dos Rolling Stones.
Para tanto, basta que seja aderente do Clube IN e que utilize o seu cartão nas “slot machines” nos próximos dias 17, 18 e 19 de Junho, entre as 15 e as três horas da madrugada.
De uma forma aleatória, o Clube IN seleccionará os vencedores dos 300 bilhetes para o concerto.

Recorde-se que os Rolling Stones actuam no próximo dia 25 de Junho, no Estádio de Alvalade, em Lisboa.

Joana Amendoeira canta em Almeirim


Joana Amendoeira vai cantar a Almeirim



Depois do concerto na prestigiada sala de espectáculos Teatrum do Centro Cultural Millenáris Park em Budapeste, onde (en)cantou, cantando o fado de Portugal e de Lisboa, grandes poetas portugueses e grandes autores do fado e ainda duas canções em húngaro, adaptadas para a guitarra portuguesa e para o fado, músicas de nomes tão famosos neste país como são o caso de Gábor Presser, Zorán e János Brody.


Joana Amendoeira ainda aceitou o convite do músico Zorán, onde cantou 2 músicas perante mais de 14 mil pessoas, tendo sido um dos momentos mais altos do concerto.

Agora, chega a vez da fadista escalabitana apresentar o seu mais recente álbum “À flor da pele” em Almeirim, junto á biblioteca da cidade, dia 17 de Junho, pelas 22h.