quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Fim de semana no Fragil

O fim de semana no Fragil começa com o concerto de Nicole Eitner, as 24h seguido do DJ JP Diniz, no dia 15 de Novenbro, no dia 16 há Flashdance by Dinis e por fim sábado dia 17 é a vez de Rui Murka.

Nicole Eitner apresenta canções do seu álbum “Vampires”. Inspirado no melhor jazz. Em “Vampires”, Nicole Eitner propõe a fusão entre ritmos Pop, registos clássicos e de jazz. Baseado num perfil romântico, “Vampires” revela, ainda, uma componente espiritual que seduz o público. “Cada canção que escrevo tem um mundo próprio e exalta sentimentos distintos e, por vezes, contraditórios, como o amor, a saudade, o medo ou a esperança”, sublinha. Autora e compositora dos seus próprios temas, a artista distingue-se, também, pela qualidade das interpretações.

É conhecido pela sua dedicação à causa. Começou por ser Dj por acaso (em 1995), mas rapidamente essa passou de actividade esporádica a sentido de vida. O percurso de «aprendizagem» fê-lo descobrir discos e render-se à música negra, levou-o à rádio (passou pela XFM e Voxx, actualmente tem um programa na Oxigénio) e, sobretudo, deu-lhe os comandos de pistas de dança exigentes: Captain Kirk, Ciclone (na altura como elemento da Cooltrain Crew) e finalmente Frágil, onde está desde 1998.

Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, com o apoio da Área Metropolitana de Lisboa, promove na próxima Sexta-feira, dia 16 de Novembro, pelas 21.30 Horas, no Auditório do Ateneu Artístico Vilafranquense, em Vila Franca de Xira, um espectáculo da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, sob a direcção artística de Vasco Wellenkamp.

Neste espectáculo serão apresentadas as coreografias “Zulia” e “Sete Sonhos de Pássaros”.

A entrada é livre, limitada à lotação da sala, mediante levantamento de ingresso na bilheteira, a partir das 20.30 Horas do dia do espectáculo.

Encontro de Coros do Concelho de Vila

De 16 e 18 de Novembro vai realizar-se o Encontro de Coros do Concelho de Vila
Franca de Xira. A organização está, este ano, a cargo do Coro da Casa do Povo
de Arcena (Alverca do Ribatejo), com o apoio da Câmara Municipal de Vila
Franca de Xira, ao abrigo do Protocolo celebrado entre a autarquia e os agentes
culturais do Concelho.

Estão previstos dois concertos descentralizados (dias 16 e 17 de Novembro) e um
concerto final (18 de Novembro), em que participam todos os coros do Concelho e
um coro convidado. Eis o programa desta iniciativa:

16 de Novembro - 21.30 Horas - Casa do Povo de Arcena
Coro Notas Soltas
Coro da Sociedade Euterpe Alhandrense
Grupo Coral Unidos do Baixo Alentejo

17 de Novembro - 21.30 Horas - Sociedade Euterpe Alhandrense
Grupo Coral Académico de Alverca
Associação Coral Ares Novos
Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense
Coro e Orquestra da Casa do Povo de Arcena

18 de Novembro – 15.00 Horas - Sociedade Filarmónica Recreio Alverquense
Coro Notas Soltas
Coro da Sociedade Euterpe Alhandrense
Grupo Coral Unidos do Baixo Alentejo
Grupo Coral Académico de Alverca
Associação Coral Ares Novos
Coro do Ateneu Artístico Vilafranquense
Coro e Orquestra da Casa do Povo de Arcena
Coro Convidado: Grupo Coral Davil de Sousa (Figueira da Foz)

ViMus viaja da Póvoa até Lisboa

O Festival ViMus estende-se até Lisboa, marcando presença no Festival Cosmopolis, que decorre a 16 e 17 de Novembro. A Edição Zero do Festival ViMus decorreu na Póvoa de Varzim, entre 6 e 9 de Setembro.

Organizado com o objectivo de distinguir e divulgar os autores dos vídeos musicais realizados no país e no estrangeiro, o ViMus conhece agora nova divulgação, ao associar-se ao Cosmopolis, um festival de música electrónica que decorre em vários espaços de Lisboa, como o Convento do Beato ou o Castelo de São Jorge. No programa deste festival lisboeta inclui-se, então, para o dia 16, a apresentação dos vídeos premiados e de uma selecção de outros vídeos exibidos no ViMus, na Póvoa de Varzim, como “Hold Still”, de David Fonseca, “Gold Lion”, dos Yeah Yeah Yeah, “Poetas de karaoke”, de Sam the Kid, “Bad Mirror”, dos Vicious Five, “1234” dos Feist, entre muitos outros.

Clã no Theatro Circo

Sem necessidade de grandes apresentações, os populares e aclamados “Clã” são a banda portuguesa que, a 17 de Novembro (21h30), sobe ao palco da sala principal do Theatro Circo para dar a conhecer ao público bracarense o seu mais recente álbum de originais, “Cintura”, recentemente editado.

O novo registo da banda de Manuela Azevedo, que se impôs como uma das maiores referências da “pop” nacional, já se faz representar nas maiores emissoras de rádio nacionais com o “single” “Tira a Teima” e conta com as colaborações de Paulo Furtado (“The Legendary Tigerman”) e da brasileira Fernanda Takai (“Patu Fu”), que, recorde-se, já subiu ao palco do Theatro Circo ao lado da vocalista da banda para a interpretação de temas que foram abrilhantados pelas afinidades e cumplicidades vocais das duas cantoras.

Três anos após o lançamento do último álbum de originais – “Rosa Carne” – e depois da edição de um disco ao vivo, “Cintura” surge como um disco feito sem pressões, o que resulta do estatuto já conquistado por Manuela Azevedo no contexto musical português.

Na composição dos doze temas que constituem o registo agora apresentado em digressão nacional destacam-se as participações na criação das letras de Carlos Tê, Arnaldo Antunes, Adolfo Luxúria Canibal e Regina Guimarães, entre outros.

Com Manuela Avezedo (voz, piano e percussões), Hélder Gonçalves (baixos, guitarras barítono, acústica eléctrica, entre outros), Miguel Ferreira (sintetizadores, piano e voz), Pedro Biscaia, Pedro Rito (baixo eléctrico) e Fernando Gonçalves (bateria), os Clã mantêm, após 15 anos de existência, a formação responsável pela edição, em 1994, do álbum de estreia “Luso Qualquer Coisa”, que colocou nas rádios nacionais “Pois é” e “Novas Babilónias”.

Desde uma sólida carreira enquanto formação até às colaborações com alguns dos mais prestigiados nomes da música nacional e internacional, os Clã, que reaparecem agora com o sétimo álbum de originais, têm vindo a conquistar um espaço inalienável na música portuguesa que resulta, em grande parte, do carisma e timbre invulgar de Manuela Azevedo.

A par dos super lotados e enérgicos concertos ao vivo, os Clã, que também marcaram presença nos festivais “SuperBock Super Rock”, Paredes de Coura, Sudoeste ou Transatlântico, este um evento evocativo dos 500 anos da descoberta do Brasil, ultrapassaram fronteiras e destacaram-se com notáveis actuações em Macau, Cannes (França), Espanha, estando ainda previsto o lançamento, a médio prazo, de uma compilação dos temas emblemáticos da banda no Brasil.

Os ingressos para este espectáculo, a 15 euros, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo.

PORTUGAL JAZZ NOVAMENTE EM COIMBRA

FESTIVAL ITINERANTE DE JAZZ
PORTUGAL JAZZ

Sítio de Sons em quarteto
SALÃO BRAZIL
COIMBRA
17 de NOVEMBRO às 22:00

Esta formação juntou-se com o propósito de participar no Portugal Jazz.
Em palco, propõem (re)visitar não só as sonoridades de alguns dos clássicos do jazz, mas também de fazer uma incursão “pelas linguagens” contemporâneas de Sting, ou até percorrer os caminhos de Chico Buarque, Milton Nascimento ou Hermeto Pascoal.
Pretende-se com este reportório variado, oferecer um espectáculo com dinâmica própria, desprovido de abordagens complexas aos conteúdos musicais, sugerindo uma comunicação espontânea e até simples ao emaranhado das emoções!
… e proporcionar não só ao público mas também aos próprios músicos, um reencontro afectivo e emocional com outras “estórias musicais”… já tantas vezes contadas e cantadas!
Sítio de sons

Voz Susana China
Guitarra Mauro Ribeiro
Baixo eléctrico Miguel Duarte
Bateria Luís “Formiga”

INFORMAÇÕES
Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz
www.portugaljazz.org
Jacc - Jazz ao Centro Clube
www.jacc.pt
Tel.: 239 837 078
geral@portugaljazz.org

XVII FESTUNA DE COIMBRA


TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
17 de NOVEMBRO às 21:30

TUNAS PARTICIPANTES
- Tuna da Faculdade de Ciências da Universidade do Minho (Azeituna)
- Tuna Universitária do Minho
- Tuna da Universidade Lusíada do Porto
- Estudantina Universitária de Lisboa
- Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico
- Tuna de Veteranos da Coruña (extra-concurso)- Estudantina Universitária de Coimbra (organização)

Contactos para reservas / informações
http://seccaodefado.blogspot.com/

Teatro Académico de Gil Vicente
teatro@tagv.uc.pt
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Informações e reservas
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636

"Agakuke e os Estranhos Estrounhos" estreia no Museu da Marioneta


Estreia de

“Agakuke e os Estranhos Estrounhos”


“Agakuke e os Estranhos Estrounhos” estreia amanhã, dia 16 de Novembro, às 21h30, no Museu da Marioneta.

Depois de ter dado a volta ao mundo, Agakuke chega, finalmente, à Europa onde se espanta com os estranhos estrounhos.

Este é o quinto e último espectáculo de marionetas do ciclo “Agakuke o Inuit”, um conto do Continente Europeu, em que a imaginação vai ajudar a resolver estranhos problemas.


O espectáculo está em cena até dia 16 de Dezembro, no Museu da Marioneta.


3ª, 5ª e 6ªfeira às 10h30 4ªf às 10h30 e 14h30 Escolas


Sábado às 16h domingo às 11h30 Público em Geral
Sessão extra: 29 de Novembro às 21h30
Reservas: T 214 430 591 F 210 093 444 TM 966 046 448 teatro@luacheia.pt

Concerto pedagógico "Pedro e o Lobo"

Concerto pedagógico
PEDRO E O LOBO


Pavilhão Multidesportos de Coimbra
17 de Novembro às 16:00

Póvoa do Varzim celebra o Dia Nacional do Mar


DIA NACIONAL DO MAR


No próximo dia 16 de Novembro comemora-se em Portugal o Dia Nacional do Mar.
Para celebrar esta efeméride, a Câmara Municipal apresenta a sua mais recente publicação, Mares Poveiros da autoria de Luís Martins.

O lançamento do número 17 da Colecção Na Linha do Horizonte – Biblioteca Poveira irá decorrer pelas 21h30, na Biblioteca Municipal.

Luís de Sousa Martins doutorou-se em Antropologia pelo ISCTE, com uma tese intitulada Inovação e Resistência – um estudo sobre estratégias nas companhas de pesca, uma pesquisa que deu origem a este livro.

Mares Poveiros – Histórias, ideias e estratégias de pescadores da Póvoa de Varzim é o resultado de intenso trabalho de investigação e de uma notável experiência adquirida em muito prolongado e íntimo contacto com as nossas mais importantes comunidades piscatórias, com realce para os poveiros.

Para conhecer melhor a realidade vivida pelo pescador poveiro, o investigador esteve alojado durante algum tempo em casa de um conhecido homem do mar, Manuel Carvalheira.





TUTTI ENSEMBLE ORQUESTRA

TUTTI ENSEMBLE ORQUESTRA



Teatro da Cerca de S. Bernardo
Coimbra
17 de Novembro às 21h30

Obras de W. A. Mozart, Josef Haydn e Claude Debussy


I Parte
· "A Flauta Mágica" KV 620 (W.A.Mozart)
· Sinfonia 34 em dó maior K. 338 (W.A.Mozart)
- Allegro vivace
- Andante di molto
- Finale, Allegro vivace
II Parte
· Concerto para Trompete em mi bemol (Josef Haydn)
- Allegro
- Andante
- Allegro
Daniel Tapadinhas, trompete
· Petite Suite pour Orchestre (Claude Debussy)
I. En Bateau
II. Cortège
III. Menuet
IV. Ballet
Trompete - Daniel Tapadinhas
Maestro - João Ventura
TUTTI ENSEMBLE - ORQUESTRA
Flautas
João Alvarenga
Sílvio Pleno
Oboés
Jorge Cardoso
Luís Barreto
Guilherme Sousa
Clarinetes
Jorge Campos
Pedro Balhau
Fagotes
Raquel Saraiva
Rita Pereira
Trompas
Ana Rosa Carvalho
Margarida Ferreira
Trompetes
João Vilão
Ricardo Pimentel
Trombones
Gilberto Almeida
Ruben Tomé
João Fernandes
Percussão
Ismael Silva
Rui Lúcio
André Gatões
Harpa
Ana Maria Silva
Violinos I
Dina Pinto
Sandrina Carrasqueira
Mário Siegle
Helena Milheiro
Sofia Grilo
Daniel Miguéis
Violinos II
César Nogueira
José Nascimento
Alexandre Sayal
Magali Parreiral
Dulce Félix
Miguel Barata
Gaspar Santos
Violas
Inês Santos
Carlos Lourenço
João Paulo Gaspar
Violoncelos
Valter Marrafa
Teresa Nogueira
José Guerra
Contrabaixos
Inês Ochoa
Hélder Ramos
Preçário
Geral €5
Estudantes e > 65 anos €3
Informações
Casa Municipal da Cultura de Coimbra
Telef. 239 702 630
Fax 239 702 496
cultura@cm-coimbra.pt



" Boneca" estreia hoje no D.Maria II

“Boneca”

Estreia hoje " Boneca", o espectáculo que o encenador Nuno Cardoso assina a partir da peça “Uma Casa de Bonecas”, de Henrik Ibsen, e que fará carreira em Lisboa entre 15 de Novembro e 16 de Dezembro.
Trata-se de um clássico da dramaturgia mundial que causou polémica no século XIX, pois coloca em cena uma mulher, Nora, que, para conseguir realizar-se como pessoa, terá de abandonar a família.

Quando Nora percebe que o marido não a considera como um indivíduo completo, decide partir e encontrar o seu próprio lugar no mundo.

No palco do TNDM II, a personagem será interpretada pela actriz Ana Brandão.

SINOPSE

Nora Helmer pediu emprestada, em segredo, uma larga soma de dinheiro para que o marido pudesse recuperar de uma doença grave.
Nunca lhe falou do empréstimo que secretamente foi pagando com o que poupara.

Quando é nomeado director do Banco Comercial, a primeira medida do seu marido, Torvald, é despedir um homem cuja reputação tinha sido desgraçada por forjar a assinatura de um documento.

Este homem, Nils Krogstad, é a pessoa a quem Nora pediu o dinheiro emprestado.

Nora também forjou a assinatura do seu pai para conseguir obter o dinheiro.

Para defender o emprego, Krogstad ameaça revelar o crime de Nora e assim, destruir a vida do casal.

Nora tenta influenciar o marido, mas para ele Nora é uma criança que não compreende decisões de negócios.

Desesperada, Nora prepara-se para a descoberta da verdade pelo marido.

A peça estará em cena:

Sala Estúdio TNDM II – Lisboa 15 Nov a 16 Dez 2007
Theatro Circo Braga 11 e 12 Jan 2008
THSC Porto 7 a 16 Fev 2008


NUNO CARDOSO
Encenador

Encenar é a presunção e também a inocência de acharmos que a nossa opinião interessa aos outros. Encenar é convencer os outros e ao fazê-lo convencermo-nos a nós.
Encenar é inútil.
No meio do bulício da sala de ensaios esquecemo-nos do primeiro porquê. A presunção esbate-se no corpo dos actores e a inocência na vertigem do tempo que se some. A persuasão é a outra face da dúvida.
Encenar é inútil.
Ninguém encena ninguém a não ser a si próprio. As palavras que ocupam o vazio entre momentos em que os actores dão a sua Voz ao texto – o antes, o depois, o entretanto – são mais a impotência do dizer do que a capacidade para tal. As sombras não são de carne e osso.

FERNANDO VILLAS-BOAS
Tradutor


O teatro não busca “abordar problemas”, como se diz na indústria da divulgação e da publicidade, mas busca personagens – pela mesma razão porque não é feito para jornalistas ou sociólogos, mas para seres humanos curiosos com dificuldades e paixões muito diferentes.
O palco não é uma mesa redonda e a peça não é uma conferência animada. A pergunta que fazemos a quem está no palco é: “quem és, o que queres?”, e não “que assunto te traz aqui?”.
De outro modo, Ibsen não teria tocado públicos tão diferentes como fez nos últimos anos na Suécia e no Paquistão (no primeiro caso pela mão de Ingmar Bergman).
O retrato do casamento que está em cena em Uma Casa de Bonecas já sobreviveu a muitas reformas legais e já serviu muito debate político. Já viu correr pelos lares educados o lema rimado em francês: “Il est défendu de discuter La Maison de Poupées”. Porém, apesar das mudanças de cenário que ajudou a provocar, digamos assim, o texto continua a dar vida a figuras que nos intrigam e valem uma noite de atenção.
A mim intrigam-me as falas (ou os gestos, e cada produção encontrará os seus) que saem do quadro e são capazes de assombrar o nosso quotidiano individual. Quando Nora diz a Helmer: “...Não julgues que me vais salvar”. Que estranha ansiedade a move, num momento de rápida mudança da relação dos dois. E quando Rank, vindo da festa, no serão do próprio dia em que sabe quando irá morrer, diz: “O vinho era inacreditável...”. Que alegria aquela.


HENRIK IBSEN
Biografia

Quando Henrik Ibsen nasceu, a 20 de Março de 1828, a Noruega estava longe do lugar entre os países que lhe valeu, em 2006, o topo do índice de desenvolvimento das Nações Unidas. Depois de o negócio do pai, comerciante, ter falido, Ibsen trabalhou como ajudante de farmácia. Ao mesmo tempo que tentava a carreira médica, começou a ganhar a vida a escrever peças, e editando um folheto satírico semanal.
Depois de falhar o acesso à carreira médica, conseguiu emprego como director de cena e dramaturgo residente do Teatro da Noruega de Bergen.

Escreveu dramas em verso dedicados à história e às lendas do seu país, que não foram bem recebidos. Entre 1857 e 1862, ano em que o teatro foi à falência, Ibsen trabalhou no Teatro da Noruega de Christiania (hoje Oslo).

Nesse ano, a publicação de A Comédia do Amor, uma sátira do casamento, permite-lhe a profissionalização como escritor.
Viveu no estrangeiro durante vinte e sete anos, especialmente na Alemanha e na Itália, graças a subsídios do Estado e de mecenas privados.

A sua primeira grande fase criativa incluiu os dramas em verso Brand (1866) Peer Gynt (1867).
A segunda fase criativa trouxe os seus dramas ditos “sociais”, como Uma Casa de Bonecas (1879), Fantasmas (1881), O Ganso Selvagem (1881), e Hedda Gabler (1890).

As protagonistas da primeira e última peças desta série provocaram grande comoção pública. Mas o escândalo inicial da recepção destas peças foi-se transformando em reconhecimento artístico e até efeito político.
Muitas das peças do final da sua carreira são dramas carregados de simbolismo (O Mestre Construtor, 1892; O Pequeno Eyolf, 1894; Quando Nós Os Mortos Acordamos, 1899).

Mas Ibsen não deixou de procurar um estilo mais falado e doméstico, como no drama John Gabriel Borkman, de 1896.
Em vida, Ibsen teve de lidar com muitas reacções negativas da crítica e das plateias, mas também assistiu ao surgimento de um público à medida da sua exigência.

Alcançou também a admiração de colegas de profissão como George Bernard Shaw e Oscar Wilde.

Wilde viu em Hedda Gabler a mesma capacidade de comover e a mesma dignidade de um drama grego.
Ibsen faleceu a 23 de Maio de 1906, ao fim de cinco anos de doença prolongada.

Ficha Técnica


Encenação NUNO CARDOSO
Tradução FERNANDO VILLAS-BOAS
Assistência de Encenação PAULA GARCIA
Design Luz JOSÉ ÁLVARO CORREIA
Cenografia FERNANDO RIBEIRO
Figurinos STORYTAILORS
Sonoplastia RUI DÂMASO
Apoio ao Movimento MARTA SILVA



Com

ANA BRANDÃO

FLÁVIA GUSMÃO

JOSÉ NEVES

LÚCIA MARIA

PETER MICHAEL

SÉRGIO PRAIA

Concerto de Julee Cruise no Casino Estoril

Concerto de Julee Cruise e Pluramon
no Du Arte Lounge
do Casino Estoril



Em estreia absoluta no Du Arte Lounge, Julee Cruise interpreta as melhores sonoridades dos Pluramon, na próxima Quinta-Feira, a partir da meia-noite.

No âmbito do “European Film Festival”, a cantora norte-americana propõe, ainda, outras composições que lhe trouxeram grande notoriedade.
Julee Cruise e os Pluramon editaram, recentemente, “Dream Top Rock”, um álbum inspirado na electrónica, folk e rock.

Perante os mais exigentes auditórios, a voz de Julee Cruise projecta, de forma singular, as ambiências dos Pluramon.

Em 1996, Marcus Schmickler concebeu este inovador conjunto, que enveredou, precisamente, pela área da música electrónica.
Trata-se de mais um concerto inserido no programa complementar do “European Film Festival”.

Aliás, Julee Cruise distingue-se, também, na arte de representar.

Em "Twin Peaks", assumiu o duplo papel de actriz e cantora, interpretando "The Falling", o tema principal da famosa série televisiva, que foi, posteriormente, transportada para o cinema.
Com um talento multifacetado como compositora, cantora e actriz, Julee Cruise colaborou em vários filmes de David Lynch e Angelo Badalamenti, nomeadamente, em "Twin Peaks" ou "Blue Velvet".
Inserido no programa de eventos complementares do “European Film Festival”, o Concerto de Julee Cruise no Du Arte Lounge está marcado para 15 de Novembro, a partir da meia-noite.

A entrada é gratuita.

" Sonho de uma noite de Verão" um musical para toda a família




“Sonho de uma Noite de Verão”,




Versão musical do conhecido clássico de William Shakespeare, reescrito por Claudio Hochman e musicado por Alfredo Moura, estreia no próximo dia 16, antecedendo o período natalício e cumprirá carreira na Sala Garrett até ao final do ano – mais propriamente até 30 de Dezembro.

Sinopse

Teseu, Duque de Atenas, vai casar-se com Hipólita, Rainha das Amazonas, e lança um concurso de teatro para animar a boda.


Ao concurso, concorre um divertido grupo artesãos que, com mais vontade do que talento, se dirige ao bosque para ensaiar a tragédia de Píramo e Tisbe.

Hérmia e Lisandro, dois jovens atenienses, estão apaixonados. Demétrio também está apaixonado por Hérmia e tem o apoio do pai dela para se casarem, mas a rapariga não está pelos ajustes. Helena, por seu lado, sofre, porque está apaixonada por Demétrio e não é correspondida.
Quando Teseu é chamado a dar uma resolução ao problema ordena a Hérmia que escolha: ou casa com Demétrio, cumprindo o desejo do pai, ou irá para um convento. Terá até ao dia do casamento para se decidir… Em vez disso, porém, ela foge com Lisandro. Demétrio segue-os e Helena segue Demétrio.
No bosque, Oberon, rei dos duendes, quer recuperar o amor de Titania, rainha das fadas, e pede a Puck que lhe arranje uma flor mágica que, esfregada nos olhos de uma pessoa, faz com que se apaixone pela primeira criatura que lhe aparecer à frente. Mas Puck desata a pôr o extracto da flor nos olhos errados e a partir deste momento desencadeia uma sucessão de enganos entre os jovens, os artesãos e os deuses que habitam o bosque mágico, numa inesquecível noite de Verão.
Mais de trinta canções originais – interpretadas ao vivo – contarão, de forma viva, esta divertida história e ilustrarão os sentimentos das personagens.


William Shakespeare

Pouco ficou documentado sobre a vida de Shakespeare mas, a julgar pelo seu registo de baptismo, acredita-se que terá nascido em 1564, no seio de uma família de comerciantes.

Apesar de não ter chegado a ir à Universidade, frequentou a escola.

Em 1582, com apenas 18 anos, casou-se com Anne Hathaway, oito anos mais velha, e desse casamento nasceram três filhos: Susanna (1582) e os gémeos Judith e Hamnet (1586). Hamnet morreu em 1587, sem que hoje se conheçam as causas.

Entre 1586 e 1592, a vida de Shakespeare passou por um período menos claro.

É muito possível que tenha deixado a terra natal, Stratford-upon-Avon, e a família, para se juntar a uma trupe de actores em digressão, embora haja quem defenda que, durante esse tempo, tenha trabalhado como preceptor ou mestre-escola.

Certo é que, em 1592, já era conhecido nos teatros londrinos, como autor.
A profissão teatral era, de resto, emergente na altura e havia procura de autores que escrevessem para a cena.

Shakespeare vendia os seus escritos e era tão bem sucedido que, em 1594, tornou-se sócio da companhia de Lord Chamberlain’s Men, que tinha por mecenas Henry Wriothesley.
Em 1594, já Shakespeare tinha escrito as comédias “The Comedy of Errors”, “The Two Gentlemen from Verona” e “The Taming of the Shrew”; e as tragédias “Titus Andronicus” e “Richard III”.
Dividindo-se entre os palcos e a pena – para além de escrever, Shakespeare gostava também de representar – o autor assinará, a partir de 1594, uma média de duas peças por ano. Entre esse ano e 1598 escreveu “King John”, “Love’s Labour’s Lost”, “A Midsummer Night’s Dream”, “The Merchant of Venice”, “Romeo and Juliet”, “Richard II”, “Henry IV” e “Henry V”. Entretanto, o dinheiro ganho com a sua actividade era rapidamente investido: Shakespeare comprou uma casa imponente em Stratford, e investiu no negócio do malte.
Em 1598, perante a ameaça de fecho do teatro (por parte do senhorio), a companhia mudou-se para a zona sul do rio Tamisa e aí construiu um novo teatro, baptizando-o como The Globe. E é aí que começa o período mais florescente da escrita de Shakespeare.
Entre em 1599 e 1608, escreveu “Much Ado About Nothing”, “As You Like It”, “Twelfth Night”, “All’s Well That Ends Well”, “Troilus and Cressida”, “The Merry Wives of Windsor”. Escreveu, também, as grandes tragédias “Julius Caeser”, “Hamlet”, “Othello”, “Antony and Cleopatra”, “Coriolanus” e “Timon of Athens”. Neste período, a companhia adquiriu um novo estatuto: passaram a ser The King’s Men (os homens do rei).
Shakespeare continuava a adquirir bens em Stratford, sobretudo terras, e a partir de 1608, já perseguido pela fama dos seus rivais mais jovens (os dramaturgos emergentes Beaumont e Fletcher), escreveu as suas últimas peças: “Péricles, Prince of Tyre, “Cymbeline”, “The Winter’s Tale”, “The Tempest”, “Henry VIII”, “The Two Noble Kinsmen” e “Cardenio” (hoje perdida).
Em 1613, o Globe foi destruído pelo fogo e Shakespeare perdera o ascendente no panorama teatral londrino.
É razoável supor que se terá retirado, passando os seus últimos anos em Stratford.
Morreu em 1616.


CLAUDIO HOCHMAN

Formado em Encenação pela Escuela Municipal de Arte Dramático de Buenos Aires, Argentina, de onde é natural.

Tem assinado encenações em vários países, nomeadamente em Espanha, no México e em Portugal, onde se instalou em 2002.

Na Argentina, trabalhou vários anos no Teatro Gral. San Martín, de Buenos Aires, onde assinou várias adaptações de textos de autores como Brecht, Shakespeare ou Molière e pecas suas. Noutros teatros, dirigiu peças de teatro, musicais, operetas, espectáculos de tango ou espectáculos para a infância, alguns de sua autoria.
Tem trabalhado com regularidade em Espanha, levando à cena textos de autores como, Plauto, Júlio Verne, Isabel Allende, Eduardo Galeano ou Ruiz de Alarcón, para além de muitas peças de Shakespeare: "Sonho de uma Noite de Verão", "Conto de Inverno", "Medida por Medida" ou "Noite de Reis", em cidades como Valladolid, Sevilha, Albacete, Valência, Jaén, Gijón ou Granada, entre outras.
Em Portugal, tem assinado espectáculos em todas as temporadas desde 1996, muitos inspirados nas obras de Shakespeare, como "Comédia de Enganos", "Julietta", "Príncipe Fim" ou "Homlet", que dirigiu para a companhia que fundou em Lisboa – a Shakespeare Women Company.


No Teatro Nacional D. Maria II fez "Os Contos de Shakespeare", mas trabalhou também no Teatro da Trindade, onde dirigiu espectáculos como "Cyrano", a partir de Edmond Rostand, "Navio dos Rebeldes", musical sobre a revolta estudantil de 1962, "Proof" de David Auburn, "O Último Tango de Fermat" e "Os Sonhos de Einstein", musicais de Joshua Rosemblum e Joanne Sidney Lessner, "As Bodas de Fígaro", de Mozart, ou "Fungagá", musical a construído a partir das canções de José Barata Moura.
A convite da Companhia de Dança Paulo Ribeiro dirigiu "Anfitriões", a partir de Camões, Plauto e Molière, "José", musical de Tim Rice e Andrew Lloyd Webber, e participou como criador no espectáculo "Ego Skin" de Amélia Bentes, todos apresentados no Centro Cultural de Belém.
Como formador, tem dirigido inúmeros workshops de teatro, quer no seu país quer em Portugal, Espanha ou México, nas áreas de encenação, interpretação, teatro musicado e teatro de marionetas.


Na Argentina, foi orientador da disciplina de Interpretação na Escuela Nacional de Arte Dramático de Buenos Aires.


Como formador, tem dirigido inúmeros workshops de teatro, quer no seu país quer em Portugal, Espanha ou México, nas áreas de encenação, interpretação, teatro musicado e teatro de marionetas.

Na Argentina, foi orientador da disciplina de Interpretação na Escuela Nacional de Arte Dramático de Buenos Aires.
Ao longo da sua carreira, tem sido distinguido com vários prémios.

Entre os mais recentes, estão o Prémio FETEN Gijón para Melhor Espectáculo em Pequeno Formato (2004), o Prémio Revelação 2002 na Feira Palma del Rio, em Sevilha, menção especial para Melhor Espectáculo obtida no Festival Internacional de Marionetas de Plovdiv, na Bulgária. Com "Cyrano" obteve o Prémio do Certamen Metropolitano de Buenos Aires (1992) e o Primeiro Prémio Bienarte Córdoba (1993). Com “A Tempestade” (1996) e “El Collar de Perlita” (1997) ganhou os prémios ACE dos críticos de teatro de Buenos Aires. Em 1999 foi distinguido com o Prémio Maria Guerrero de Carreira.

Ficha Técnica


Versão e encenação Claudio Hochman

Música original Alfredo Moura

Apoio Vocal Isabel Campelo

Com : Bruno Huca, Catarina Guerreiro,Diogo Mesquita, João Miguel Mota, Fernanda Paulo, Marta Queirós, Rita Cruz e Samuel Alves.


Músicos: Eduardo Jordão, Eduardo Lála, Gonçalo Santos, Jorge Silva, Pedro Pernas, José Luis Carvalho.








quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Enda Walsh vem assistir à exibição de uma peça de sua autoria

Enda Walsh
Em Lisboa para assistir a DISCO PIGS
na Guilherme Cossoul a 15 de Novembro às 21.30

Enda Walsh, o autor de Disco Pigs, actualmente em cena na histórica associação Guilherme Cossoul, estará em Lisboa no próximo dia 15 de Novembro assistindo a uma representação da sua peça e tendo no final uma conversa com os espectadores.
Para além disso, o autor estará durante a tarde na Faculdade de Letras de Lisboa num encontro organizado pelo Centro de Estudos de Teatro, pelas 15h.

DISCO PIGS
de Enda Walsh


Tradução Joana Frazão

Com Cecília Henriques e Pedro Carraca e voz de Américo Silva

Cenografia e Figurinos Rita Lopes Alves

Luz Pedro Domingos

Som André Pires e Dinis

Direcção de Produção Andreia Bento e Pedro Carraca

Encenação Franzisca Aarflot assistida por Paulo Pinto


DISCO PIGS


Porco e Pulga nascem no mesmo dia, no mesmo hospital, com uma diferença de segundos. Gémeos em tudo menos no sangue. Inseparáveis desde a nascença, são quase telepáticos.

Unha e carne, não precisam de mais ninguém.

Habitam um mundo delicado, insular e perigoso em que são eles quem estabelece as regras e onde falam uma língua própria. São também parceiros no crime, com uma sede de ousadia, exploração e destruição.
Mas a alguns dias de fazerem dezassete anos, o equilíbrio perfeito do seu mundo começa a desfazer-se.

O despertar da sexualidade de Porco e os seus crescentes ciúmes começam a ameaçar o universo particular de ambos.

Incapaz de enfrentar a perda de Pulga, a natureza imprevisível de Porco condu-lo numa espiral descontrolada de violência e destruição. Os inseparáveis estão a ponto de se separarem. Só sobreviverá aquele que conseguir libertar-se.

“É uma mistura de diferentes histórias, mas refere-se, fundamentalmente, à minha relação com a minha namorada na altura e à forma como esta acabou” diz Enda Walsh. “É um bocado piroso, mas penso que será apelativo para quem quer que já se tenha sentido assim tão tramado e abandonado”.
“Porco e Pulga não são irmãos, apenas ficaram sincronizados um com o outro de um berço para o outro do hospital onde nasceram e acabam por crescer em casas uma ao lado da outra. Desenvolvem uma espécie de mundo privado e nós entramos neste mundo quando ele se começa a desfazer”.
“É um mundo que só lhes diz respeito a eles, não tem nada a ver com nada ou ninguém mais, diz respeito à amizade e ao amor que votam um ao outro. Neste mundo usam uma linguagem própria, uma espécie de fala infantil. É um mundo muito seguro, belo e caloroso, e é muito exclusivo”.
“O conjunto funciona como uma montanha-russa. Há muito conflito e violência, mas não é uma violência autêntica, é apenas a energia excessiva do Porco que tem que sair por algum lado. Quando é separado da Pulga, essa energia não tem por onde escapar e é como se o devorasse por dentro. Por fim acaba por explodir.”
Quando Enda Walsh era um rapazinho, não cresceu. Era pequenino e o mundo agigantava-se à sua volta, assustador e tumultuoso.

Sempre que se juntava uma multidão, como nas ruas do centro em hora de ponta ou num jogo de futebol, ele entrava em pânico, sentia-se encurralado. “Continua a não haver nada no mundo que mais me aterrorize do que o medo de ficar encurralado,” diz Walsh.
Foi no Traverse Theatre de Edimbugo que, em 1997, Walsh teve uma das mais estimulantes estreias com Disco Pigs, uma história de amor adolescente e retorcidas relações de dependência escrita numa linguagem inventada de uma eloquência compulsiva.

Todos queriam Disco Pigs e todos queriam um pedaço de Walsh. Os produtores comerciais andavam à volta da produção como cem cães a um osso. “Éramos crianças inocentes de olhos grandes e fomos vigarizados,” recorda Walsh sem rancor. “Adorei a peça porque a achava muito romântica. Eles adoraram-na porque achavam que era esquisita.”
Para o rapaz de Cork, parecia um sonho tornado realidade – um sonho que rapidamente se transformou num pesadelo quando a produção embarcou numa tournée mundial alucinante de dois anos que lhe retirou toda a originalidade e vida.
Fica-se com a sensação de que ele estuda as pessoas e de que se sente identificado com as personagens profundamente magoadas das suas peças.

Ele diz que não sofreu de psicose, depressão ou alucinações, mas que lhe intriga o modo como as pessoas vivem à beira desses estados, muitas vezes sem o saberem: “Sou perfeitamente normal, mas noutras circunstâncias, tenho a certeza de que não o seria”.
“Tenho consciência de que a vida é bastante delicada,” diz Walsh “Penso que estamos todos sempre a escapar por uma unha negra (da doença mental). Acordamos um dia de manhã e acontece uma reacção química que nos transforma subitamente numa coisa diferente.

Ou podem suceder uma série de eventos na nossa vida como por exemplo (esperemos que não) os nossos pais morrerem, a nossa namorada deixar-nos ou algo de terrível acontecer que, sem que nos demos conta, nos deixe feitos um farrapo humano, vivendo numa cama.

Isso é interessante de saber, que estamos todos ligados de alguma maneira, as mentes fortes e saudáveis e as terrivelmente danificadas.”
Vi Disco Pigs pela primeira vez no Bush Theatre em Londres, em Setembro de 1997. Era a mesma produção que tinha causado furor no Festival de Edimburgo, onde obteve um sucesso extraordinário e vários prémios.
Percebi pouco mais do que um terço dos diálogos, sendo estes uma magnífica fusão de irlandês, frases de bebé, RAP e poesia, mas a peça agarrou-me e tocou-me. Soube imediatamente que esta era uma peça que queria descobrir por mim. (Franzisca Aarflot )


ENDA WALSH


Dramaturgo. Nasceu em Dublin em 1967. Frequentou a mesma escola secundária onde Roddy Doyle leccionava.
O primeiro trabalho criativo de Enda apareceu quando ele se mudou para Cork e colaborou com o encenador Pat Kiernan do Corcadorca.

Enda tornou-se mais Corkiano que os próprios Corkianos. As primeiras produções incluem adaptações de A CLOCKWORK ORANGE e A CHRISTMAS CAROL. À primeira peça original de Enda Walsh THE GINGER-ALE BOY seguiu-se o ‘tour de force’ DISCO PIGS. DISCO PIGS foi depois traduzida para todas as maiores línguas europeias. Seguiram-se SUCKING DUBLIN (1997) e MISTERMAN (1998). BEDBOUND foi a primeira peça de Enda Walsh a ser dirigida por ele próprio. Enda também tem escrito para rádio e cinema. Nos Artistas Unidos em 2004, participou com John Tiffany num Seminário de Encenação, na Culturgestem e escreveu LYNDIE’S GOT A GUN para o espectáculo CONFERÊNCIA DE IMPRENSA E OUTRAS ALDRABICES de Harold Pinter e outros autores, encenação de Jorge Silva Melo (Teatro Nacional D. Maria II). Recentemente, os seus trabalhos têm obtido grande reconhecimento internacional, nomeadamente, THE NEW ELLECTRIC BALL-ROOM (2005) e THE SMALL THINGS (2005) Este ano apresentou em Edimburgo THE WALLWORTH FARCE (2007) com a companhia irlandesa DRUID.


FRANZISCA AARFLOT


Nasceu em 1963, em Oslo. Desde o liceu que tem vindo a especializar-se na área do teatro, tendo passado pela Romerike Theatre School, pelo British Theatre Association, em Londres e a Universidade de Oslo.
Em 2005, fez um curso de admnistração e economia empresarial.

Em 1984, fundou e dirigiu o Kirkeristen Teater, daqual também fez parte Jesper Halle. São deste período as suas encenações de a caminho de babel e PATOS SELVAGENS de Jesper Halle, LEAR de Edward Bond, EQUUS de Peter Shaffer, SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO de Shakespeare ou O ENCARREGADO de Harol Pinter.

Em 1988, fundou e dirigiu o Teater ad Libitum onde encenou peças como O AMANTE NOS BOSQUES de Jesper Halle, A VIDA É SONHO de Calderón ou SKUNK da sua autoria, entre outras.

Em 1999 torna-se Directora Artística do Det Åpne Teater de Oslo – Teatro da Nova Escrita Norueguesa, onde trabalha actualmente.

Continua a desenvolver o seu trabalho como encenadora e como dramaturga.

Embora quase sempre ligada à direcção de uma companhia ou teatro, Franzisca Aarflot nunca deixou de continuar a fazer alguns trabalhos exteriores, tendo trabalhado com o Oslo Nye Teater ou o Cassandra Theatre Company.

Em 2001, recebeu o Fring First, para uma notável nova produção e inovação teatral, pela sua encenação de COMO UM TROVÃO de Niels Friedrik Dahl. Entre 1997 e 1999, foi membro da direcção do Norwegian Director’s Guild.

Desde 2003 tem trabalhado como Directora da Comissão DUS Connections Norway. E em 2005, inicia-se como examinadora do curso de Encenação da Universidade de Oslo.

Além de membro da Associação de Encenadores Norueguesa também é membro da Associação de Autores de Teatro.

Nos Artistas Unidos, dirigiuu A MATA de Jesper Halle (Teatro Municipal de Almada).

10.º ANIVERSÁRIO DA XUXA JURÁSSICA

Com lugar a 18 de Novembro no Pavilhão Desportivo da Quinta dos Lombos, em Carcavelos, no ano em que comemora 10 anos de actividade, a Xuxa Jurássica Produções montou uma grande festa, encabeçada por uma das mais importantes e respeitadas bandas do circuito, os grandes NOFX, que regressam assim a terras lusitanas depois de em 2003 terem esgotado o Pavilhão do Restelo.

Desde o primeiro concerto, no Pavilhão da Junta de Freguesia S. Domingos de Benfica, até hoje, foram muitos os momentos únicos que a Xuxa Jurássica proporcionou aos fãs de punk e hardcore em Portugal.

Nomes de referência como Pennywise, Ratos de Porão, NOFX, Skatalites, Sick Of It All, Madball, Mighty Mighty Bosstones, Mad Caddies, Rise Against, Lost Prophets, Hatebreed ou Lagwagon foram apenas alguns das largas dezenas que passaram pelo nosso país, não só individualmente como integrados em eventos de renome como a Deconstruction Tour, Fatwreck Tour ou Punk-O-Rama Tour, entre outros.

Agregados a estes eventos e seguindo a filosofia de trabalho da Xuxa Jurássicao apoio às bandas nacionais, foram também dezenas aquelas que tiveram o privilégio de partilhar o palco com algumas das suas maiores influências e referências.

Aos já anunciados cabeças de cartaz NOFX juntam-se os também norte-americanos The Loved Ones e os portugueses Easyway, Humble e Sexy Sundays .

18 de Novembro - Pavilhão Desportivo da Quinta dos Lombos (Carcavelos) Abertura de Portas: 17H00 - Entrada: 25€.

Fiesta Cubana

Horta da Fonte

20 Anos Industria Porto

terça-feira, 13 de novembro de 2007

F***R E IR ÀS COMPRAS

O nome é provocatório, tal como a peça. Mark Ravenhill reúne toda a brutalidade, inteligência e ironia do seu trabalho no título – Shopping & F***ing. De facto, há dois planos políticos que se entrecruzam e tecem a peça: F***r e ir às Compras é, por um lado, um check-up à sociedade de consumo e, por outro, revela uma sensibilidade extrema quanto à dinâmica das relações.

Mark, um toxicodependente em recuperação, comprou Robbie e Lulu no supermercado. Segundo revela, procura relações que nada signifiquem, que sejam como transacções, uma vez que proclama “nada de dependências”. Personagens que usam o dinheiro como anestesia, que fazem do consumo uma vacina para o desejo, para, no limite, se tornar explícito que não dá, não funciona. E no entanto vai funcionando...

Uma reflexão sobre a globalização, a violência e o corpo, questões que estão instaladas nas
sociedades contemporâneas e que se materializam em cenário de cartão rasgado e em actores que vomitam palavras, procurando com o seu corpo a solução.

Ficha Técnica:

Texto: Mark Ravenhill
Tradução: Ana Bigotte Vieira
Direcção Artística e Encenação: Gonçalo Amorim
Interpretação: Carla Maciel, Carloto Cotta, Pedro Carmo, Pedro Gil e Romeu Costa
Co-Produção: Primeiros Sintomas / CCB

15, 16, 17 e 18 Novembro na Sala de Ensaio do CCB
Dia 15, 16 e 17 NOV.: 21H | Dia 18 NOV.: 16H


TERRATORGA ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES

ÚLTIMAS APRESENTAÇÕES
MUSEU DOS TRANSPORTES
COIMBRA
4ª/5ª/6ª e SÁBADO



"Torga e as suas palavras desafiaram O Teatrão a pensar a nossa relação com a Terra, a Família, a Infância, obrigando a uma reflexão sobre a nossa própria memória, tanto individual como colectiva.
TerraTorga apresenta-se como um espectáculo essencialmente sensorial, não narrativo, onde os actores tentam, através da criação de vários quadros, regressar à essência, regressar à Terra, regressar a Torga."
Paralelamente, decorrem Oficinas de Expressão Artística (preço incluído no bilhete).

Público escolar
Quarta-feira 10h30 e 15h00
Quinta-feira 10h30 e 15h00
Sexta-feira 10h30 e 15h00
(necessário marcação)
Público geral
Sábado 17h00
Preços:
Normal _ 8,00€
Estudante e família _ 5, 00€
Grupos superiores a 10 _ 3,00€
INFORMAÇÕES
Casa Municipal da Cultura Coimbra
Telef. 239 702 630
Fax 239 702 496
www.cm-coimbra.pt
cultura@cm-coimbra.pt

Os Escolhidos na Fox

No próximo dia 13 de Novembro pelas 21h00, a Fox estreia “The 4400: Os Escolhidos”. A série - produzida por Francis Ford Coppola, Maira Suro, Scott Peters , Ira Behr e Rene Echevarria , conta no seu elenco com actores bem conhecidos do público, tais como Peter Coyote, Mahershalalhashbaz Ali, Michael Moriarity e Billy Campbell.

1946: após breve contacto com uma misteriosa luz brilhante, Maia Rutledge desaparece sem deixar rasto. É o primeiro caso dos milhares que se seguirão.

2004: um cometa entra em rota de colisão com a Terra. A Humanidade espera, aterrorizada, pelo embate mortífero mas é surpreendida por uma gigantesca bola luminosa que explode antes de tocar o solo. Nas horas e dias seguintes, são encontrados inconscientes ou à deriva, 4400 indivíduos desaparecidos, aparentemente no mesmo estado em que foram vistos pela última vez.

"The 4400: Os Escolhidos" é uma história de descoberta e readaptação a uma vida interrompida, depois de um regresso envolto em mistério: onde estiveram os 4400 desaparecidos e porquê? Afectados por uma inexplicável amnésia e com novos estranhos poderes, estes “escolhidos” vão ser alvo da curiosidade natural de familiares e amigos, bem como da investigação levada a cabo por uma esforçada equipa de autoridade policial.


Estreia: Terça, 13 de Novembro às 21h00
Emissão: Todas as terças às 21h00
Reposição: Quartas às 19h10

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

PEDRO CALAPEZ no TAGV

Encontros com artistas contemporâneos
Pedro Calapez
TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
COIMBRA
14 de Novembro às 18h00 no Café-Teatro


Num país com escassa tradição no domínio da pintura, Pedro Calapez (Lisboa, 1953) é um caso raro de perseverança e de proficiência. De facto, desde há mais de vinte anos, o seu percurso tem vindo a ser marcado por uma consistência visível, quer a nível do métier específico da pintura, quer a nível da invenção conceptual.
Estabelecido num contexto muito particular, o começo dos anos 80, época que conheceu a eclosão do Pós-Modernismo e o retorno à pintura e à escultura enquanto disciplinas tradicionais – que, rompendo o espartilho dos conceptualismos, permitiam, segundo os seus teóricos, um regresso à livre expressividade e a inclusão de um alargado campo de referências históricas –, o trabalho de Pedro Calapez desenvolveu-se, porém, à margem dos ritmos desenfreados da década, construindo-se em torno de um diálogo culto com a pintura antiga, que passou em grande medida pela aprendizagem de um extenso vocabulário de diferentes maneiras de fazer, de olhar e de dar a ver. Um dos pontos culminantes desse período histórico terá sido, em Portugal, a exposição Arquipélago, na SNBA, em 1985, com obras de Rosa Carvalho, Ana Léon, Pedro Cabrita Reis, Rui Sanches e do próprio Pedro Calapez.
Podemos, correndo o risco de esquematizar em demasia, discernir duas épocas no trabalho de Pedro Calapez: a primeira, até cerca de 1995 (Muro Contra Muro, Galeria Luís Serpa), marcada pela proeminência do desenho enquanto estrutura e pela importância matricial da arquitectura, põe face a face o corpo da pintura e o corpo do espectador; a segunda, que poderíamos situar a partir da exposição Memória Involuntária (Museu do Chiado, 1996), caracterizada pela crucial importância dos valores cromáticos, por uma vasta paleta de registos manuais e pela subtil indução daquilo a que poderíamos chamar uma experiência musical, de ordem sinestésica (conjuntos de várias pinturas de dimensão reduzida e de diferentes espessuras, que funcionam como uma única pintura), apela em primeira instância à reconstituição do sentido pela memória e aos complexos mecanismos da emoção perceptiva.Porém, se existe um traço que liga estas duas fases, é a reflexão sobre o espaço. Ela está presente, desde cedo, nos trabalhos em que dialoga com outros artistas, Piranesi sobretudo, construindo o espaço concreto da obra, por analogia com o ilusório espaço renascentista ou pós-renascentista, ou na forma como, partindo de referências corporais, vai definindo uma trama de modos de percepção, posicionando o espectador no interior da obra, mais do que perante ela, fazendo, para tal, apelo a linguagens endógenas ou exógenas ao campo específico da pintura (a linguagem da BD ou a natureza das imagens geradas por computador, por exemplo).Desta forma, em última instância, parece ser sobre a (im)possibilidade de definição das fronteiras do domínio perceptivo que demarcam a natureza específica de cada época que se vem desenvolvendo o trabalho de Pedro Calapez. Um dos artistas portugueses com considerável circulação internacional, Pedro Calapez realizou um conjunto de importantes exposições individuais fora do nosso país, entre as quais, recentemente, se poderiam destacar Campo de Sombras (Fundação Pilar e Juan Miró, Maiorca, 1997), Studiolo (Interval, Witten, 1998) e Madre Agua (MEIAC, Badajoz, e CAAC, Sevilha, 2002). Em 2001, foi-lhe atribuído o “Prémio EDP de Pintura”. NUNO FARIA

Organização Instituto de História da Arte da U.C.

Informações
Teatro Académico de Gil Vicente

teatro@tagv.uc.pt
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira
Informações e reservas
Horário 17h00-22h00
Telefone +351 239 855 636

RECITAL DE CANTO E PIANO com RAQUEL LUÍS e JOSÉ BRANDÃO

RECITAL DE CANTO E PIANO
Teatro da Cerca de S. Bernardo
Coimbra
13 de Novembro às 21h30



I Parte
Duparc
L'invitation au voyage
Au pays où se fait la guèrre

Debussy
Fêtes Galantes I
En Sourdine
Fantoches
Clair de Lune

Messiaen
Trois Mélodies
Pourquoi

Le sourire
La Fiancée perdue

Poulenc
Deux poèmes de Louis Aragon
C'
Fêtes Galantes
II Parte
Lieder de Hugo Wolf com poesia de:
Eichendorff
Nachtzauber
Verschwiegene Liebe

Goethe
Die Spröde
Die Bekehrte

Mörike
Im Frühling
Er ist's

Canto : Raquel Luís
Piano: José Brandão

INGRESSOS
5,00€ (geral)
3,00€ (estudantes e > 65 anos)
INFORMAÇÕES

Casa Municipal da Cultura Coimbra
Telef. 239 702 630
Fax 239 702 496
cultura@cm-coimbra.pt

"Window" - Dança Contemporânea no Theatro Circo

“Window” é o projecto de dança contemporânea que a coreógrafa Mónica Coteriano apresenta, juntamente com os músicos Tó Trips e Pedro Gonçalves, a 15 e 16 de Novembro (21h30), no palco do Theatro Circo.

Idealizada como performance transdisciplinar, a produção desenvolve-se com dança, voz e textos de Mónica Coteriano, música de uma das mais aclamadas bandas nacionais, os “Dead Combo”, e arranjos multimédia de Ivo Serra. “Window” surge a partir do próprio objecto “janela”, que constitui o ponto de desenvolvimento para pequenas histórias que relatam viagens de conquistas, partilha de experiências e imagens únicas.

Recém estreada no Teatro Maria Matos (Lisboa), esta co-produção do Festival Temps D’ Image e do Theatro Circo adopta por objectivo a ultrapassagem da mera contemplação e a indução do espectador para a abertura de uma visão pessoal do mundo que o rodeia, «confundindo, baralhando e assumindo novas perspectivas, novas formas de ver por essa janela».

Aqui assumida como um objecto de fronteira, abertura, barreira, reclusão, partilha e inspiração, a “janela” projecta-se numa coreografia criada e interpretada pela própria Mónica Coteriano, que também dá voz a um conjunto de textos extraídos do seu universo, constituindo uma espécie de registo das suas vivências em línguas de países onde viveu e noutras que criou.

«Fiz minhas as histórias dos outros, mesclei com as minhas e obtive a minha própria globalização», explica a artista, que, neste projecto, canta e conta histórias «sobre o amor, em qualquer das suas formas e estilos».

De natureza transdisciplinar, “Window” encontra nos sons de Pedro Gonçalves e Tó Trips, reconhecidos no contexto musical português pelo projecto “Dead Combo”, a banda sonora para as histórias que a performance pretende contar.

«A área musical é uma peça fundamental no sentido de que, para além de criar emoções necessárias à voz das estórias, ela própria cria e conta as suas histórias», ressalva Mónica Coteriano.

A complementar o contexto concebido para a apresentação desta performance, Ivo Serra é o responsável pela concepção de um dispositivo multimédia, que, num espaço cénico ocupado pela “performer”, pelos músicos e pelas telas de projecção, cria “videoclips” ao vivo, reforçando e complementando os momentos compositores de uma outra história.

Natural de Moçambique, onde nasceu em 1973, Mónica Coteriano iniciou os estudos em dança na Escola Superior de Dança de Lisboa, tendo, em 1999, partido para Londres, onde concluiu o mestrado em “Dance and Choreography Studies”.

Como coreógrafa, a criadora de “The woman who wasn’t there” destacou-se ainda pelas performances “Fragmentos de Meias Verdades”, “One”, “Untitled”, “Exterm Pore” ou “Unravel”.
Os ingressos, a 8 euros, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo.

domingo, 11 de novembro de 2007

Asas nos Pés no AXN


O AXN estreia a 3ª temporada de Asas nos Pés, um verdadeiro clássico da televisão, na próxima segunda-feira 12 de Novembro às 20h30. A Praia de Santa Mónica continuará a ser o impressionante cenário onde se desenrola esta produção, sobre uma patrulha de ciclistas que formam parte do Departamento de Polícia de Los Angeles, cuja missão é a vigilância das praias.

Montados nas suas bicicletas, enquanto patrulham a zona com o seu particular uniforme de polícias de costa, os integrantes de Pacific Blue estão sempre alerta, preparados para enfrentar qualquer situação de perigo e protagonizar trepidantes cenas de acção.

Estreia: Segunda 12 de Novembro às 20h30
Emissão: Segunda a Sexta às 20h30

Festival Cosmopolis em Lisboa



FESTIVAL COSMOPOLIS

CINEMA S. JORGE 16 DE NOVEMBRO 22h00
MUSICBOX 17 DE NOVEMBRO 23H00



Audácia e eclectismo


Em 2000, Lisboa acolhia o primeiro festival que aliava novas músicas e fusão de géneros, mais tendencioso, mais inovador, mais urbano, pois transformava a cidade num enorme palco, ocupando inúmeros espaços, muitas vezes desviados da sua função original (Convento do Beato, Jardim da Estrela, Estufa Fria, Castelo São Jorge, Gare Marítima de Alcântara …), e oferecendo ao público uma deambulação nocturna improvável.

O Festival Cosmopolis veio para ficar, tornando-se num evento de descoberta incontornável, cujo nome transpôs as fronteiras do país, como o atesta a presença, cada vez mais numerosa, de jornalistas e profissionais internacionais.
Construída com base na multiplicidade e na diversidade das correntes electrónicas, a programação do Cosmopolis está também aberta a outras expressões artísticas, tais como a moda, a dança contemporânea e as artes digitais.
Em cada edição, o Cosmopolis demonstrou um espírito vanguardista ao apresentar artistas – alguns pela primeira vez em Portugal – que viriam a tornar-se valores seguros da cena internacional: Smith & Mighty, Llorca, Troublemakers, Yonderboï, Rinôçérôse, Fingathing, Jazzanova, Château Flight, Lali Puna, Zuco 103, Le Peuple de l’Herbe, 4 Hero, Jori Hulkkonen, Shakedown, Telepopmusik, London Elektricity, Boozoo Bajou, Bumcello, Aqua Bassino e muitos outros …
Além disso, devido à sua visibilidade internacional privilegiada, o Cosmopolis sempre apoiou a criação nacional, ao acolher todos os anos os melhores artistas portugueses: Spaceboy, Belle Chase Hotel, Rui Vargas, The Gift, Bullet, Vibe, Radio Macau, Yen Sung, To Ricciardi, Plaza, Rui Murka, Cyz, X-Wife, Wraygunn …

Um festival inédito e independente


A edição 2007 decorre sob o signo do inédito e da independência artística com projectos híbridos e inovadores (estreia em Portugal do concerto acústico dos Young Gods, primeiro concerto português de Grand National ou de Pravda, primeira colaboração com o Festival ViMus”, festival internacional de vídeo) e artistas portugueses ou internacionais, famosos (The Young Gods, Coldfinger) ou a descobrir com urgência (Grand National, Pravda, Slimmy). Um condensado atípico, exuberante, aberto para o Mundo, por vezes extravagante et muito trendy.


Cosmopolis: o outro festival!


CINEMA S. JORGE 16 DE NOVEMBRO 22h00

Teerão em documentário na RTP 2


BEM VINDOS A TEERÃO

“WELCOME TO TEHRAN”

2ª e 3ª feira às 23:40h na RTP2


23h40 - BEM VINDOS A TEERÃO


O lado fascinante e pouco conhecido do Irão, num surpreendente documentário.

A riqueza e a complexidade do moderno Irão é um assunto de importância mundial.

Contudo, a maioria das pessoas só ouve falar do Irão em assuntos relacionados com o armamento nuclear.

Rageh Omaar foi o único jornalista da BBC que conseguiu penetrar em Kabul com os Taliban e em Bagdade durante a guerra.

Esta, é a oportunidade de Rageh de nos apresentar a face fascinante e escondida do Irão.

Neste surpreendente documentário Rageh, revela-nos uma nação cheia de anomalias e bizarras contradições: homens de barba e "burkhas" agarrados ao telemóvel em salões de exposição dos últimos modelos da BMW.

Uma modernidade espantosa contrastando com uma cultura rica e antiga.

"Bem Vindos a Teerão" é um documentário que nos revela as personalidades, a história e as culturas de um país pouco explorado, ao mesmo tempo que nos apresenta a variedade e diversidade de uma nação cheia de cor.




The Skatalites (JAM) hoje em Lisboa

É já hoje, dia 11 de Novembro, que a mais importante banda de ska do mundo, os The Skatalites regressam ao nosso país para um concerto no Armazém F, em Lisboa.

A acompanhar a lendária banda neste seu regresso a Portugal estão os portugueses Contratempos, de volta ao activo depois de um longo hiatus.

O inicio está agendado para as 22 horas e as entradas variam entre os 18€, se adquiridas antecipadamente e os 20€, no dia.

NOITE RUSSA NO NATIONAL GEOGRAPHIC

A série “Situação Crítica” continua a ser emitida às quintas-feiras no National Geographic Channel. Para além disso, no Domingo 11 de Novembro a partir das 20h00 horas, esta produção será protagonista de um especial dedicado à Rússia, que contará com a emissão de dois documentários que reconstroem os acontecimentos que marcaram a história recente do país: o assalto a um teatro de Moscovo por terroristas chechenos e o resgate de um mini-submarino afundado no Pacífico Norte.

A série “Situação Crítica” reconstrói em tempo real e com um ritmo digno do melhor cinema, momentos de grande tensão vividos nas últimas décadas. Cada episódio, com uma hora de duração, aborda os acontecimentos de forma real e precisa, conseguindo reviver a tensão de cada momento, em que qualquer decisão é de vida ou de morte. O objectivo é revelar as chaves de casos reais de extremo risco em que os respectivos protagonistas viveram momentos dramáticos.

“Situação Crítica: Sequestro no Teatro de Moscovo”
Estreia: Domingo 11, às 20h00

Reposição: Domingo 18, às 14h00 e Quinta-feira 22, às 21h00

“Situação Crítica: O Resgate do Submarino Russo”
Estreia: Domingo 11, às 21h00

Reposição: Domingo 18, às 15h00 e Quinta-feira 29, às 21h00

Cinema no AXN


Este sábado o AXN, transmite o filme «Os dias do fim». O filme tem nos principais papeis, Arnold Schwarzenegger, Gabriel Byrne e Kevin Pollak.

Cidade de Nova Iorque, ano 1979: num hospital de Manhattan um bebé acaba de vir ao mundo. É uma linda menina. Nesse mesmo dia, numa igreja do Vaticano, um jovem sacerdote informa o Papa do nascimento da criança. Christine tem a marca do Anticristo, e foi eleita para uma união profana.

Estamos em 1999, e Jericho Cane (Schwarzenegger), um ex-policia amargurado que perdeu a família, salva uma jovem dos ladrões que tinham assaltado a sua casa.

O nome da Rapariga é Christine, e não demora muito até que Cane se veja envolvido numa perseguição comandada por uma força sobrenatural aterradora…

Emissão: Sábado 10 de Novembro às 22h30