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sábado, 26 de julho de 2008

Vá ao D.Maria e não entre- fique cá fora e oiça boa música!


Concertos na Esplanada– Uma aposta ganha


Estão a decorrer, com extraordinária afluência de público, os Concertos na Esplanada, com que o TNDM II está a animar a praça do Rossio, no âmbito da iniciativa “Teatro Nacional – Outros Palcos”.

Durante os meses de Julho e Agosto, o Teatro Nacional, em parceria com o Turismo de Portugal, apresenta uma oferta cultural diversificada em vários espaços espalhados pela cidade de Lisboa.

“Outros Palcos” aposta numa programação surpreendente, fora do edifício, que estabelece uma ponte entre a cidade e o mundo, através de expressões artísticas que o convidam a desfrutar os muitos palcos da capital.

Através desta iniciativa, pretende-se também contribuir para o desenvolvimento do turismo cultural, associando o teatro e uma programação de qualidade à valorização e divulgação de alguns dos monumentos da cidade.

terça-feira, 24 de junho de 2008

" Outros Palcos " no Teatro Nacional


TEATRO NACIONAL

OUTROS PALCOS


O Teatro Nacional vai apresentar, nos meses de Junho, Julho e Agosto, e em parceria com o Instituto do Turismo de Portugal, um programa cultural capaz de atrair públicos nacionais e internacionais, de satisfazer gostos e expectativas diversificados.

Sob o título ‘Teatro Nacional – Outros Palcos’, a iniciativa inclui dois espectáculos de teatro e muitos concertos ao ar livre e ocupará espaços alternativos da capital, como sejam o Palácio da Independência ou as Ruínas do Carmo, proporcionando, para além dos espectáculos propriamente ditos, a possibilidade de visitar, com novo enquadramento e olhar renovado, lugares históricos da cidade.

Na esplanada do Teatro, frente ao Rossio, haverá concertos todas as noites, com propostas musicais diferenciadas, onde não faltarão uma pitada de pop, um toque de rock, um sabor a jazz ou um cheiro a música erudita.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Teatro Nacional de D.Maria II assinala Dia do Ambiente

TEATRO NACIONALABRE PORTAS NO DIA MUNDIAL DO AMBIENTE
UM CONTO AMERICANO – THE WATER ENGINE

O Teatro Nacional D. Maria II assinala o Dia Mundial do Ambiente, que se comemora na próxima quinta-feira, dia 5 de Junho, com a oferta de entradas gratuitas para o espectáculo “Um Conto Americano – The Water Engine”, de David Mamet, em cena na Sala Garrett.
Com encenação de Maria Emília Correia, este trabalho conta a história de Charles Lang (personagem interpretada por Luís Gaspar), jovem cientista que inventa um motor que funciona apenas a água e julga assim ter conseguido o direito à independência económica.
O seu sonho é viver com a irmã, Rita (Paula Neves), numa casa no campo, fugindo a uma cidade cinzenta e desumanizada.
No entanto, o que vai descobrir, à sua custa, é que o mundo nem sempre está preparado para a inovação, e quando o seu invento choca de frente com os interesses das grandes instituições, Lang aprenderá uma lição muito dura.
De uma actualidade gritante – face à actual crise energética – a peça de David Mamet volta a enfatizar um problema que, nas últimas, tem repetidamente vindo a ser questionado pela comunidade científica e pela sociedade civil: como procurar fontes de energias alternativas, que nos permitam livrar-nos da excessiva dependência do petróleo?
Aproveitamos para lembrar que, a propósito deste espectáculo, o Teatro Nacional está a promover um ciclo de debates subordinado ao tema “Um Conto Americano – pelo olhar de…”, que cruza perspectivas de diferentes especialistas sobre Teatro, História e Sociologia.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Ciclo de Debates sobre a peça " Um Conto Americano"



Ciclo de Debates a propósito das temáticas do espectáculo
“Um Conto Americano” pelo olhar de…
“História e Sociologia”
Salão NobreTNDM II
29 de Maio
18h30




Sendo, actualmente, a transdisciplinaridade um paradigma emergente do século XX/XXI, esta iniciativa pretende transcender o universo fechado da ciência e das artes e falar sobre a multiplicidade de modos de conhecimento, seja na área do Teatro, História, Ciência, Economia, Política ou Justiça.

A exploração das vias abertas pelo diálogo entre o Teatro, a História e a Sociologia é o tema deste primeiro debate.

Partindo da temática contemporânea das relações entre o indivíduo, a ciência e a sociedade industrial, presente no texto de David Mamet, os quatro oradores convidados apresentarão uma perspectiva problematizante em torno dos factores históricos e sociológicos que serviram de matéria de criação ao dramaturgo americano: a crise americana dos anos 30, pós-depressão, e a Exposição Mundial de Chicago.

Sobre os oradores:

Professor Doutor Adelino Maltez (ISCPS)

Iniciou a sua actividade docente como assistente na Faculdade de Direito de Lisboa e no ISCSP. Doutorou-se, em 1990, com uma dissertação intitulada Ensaio sobre o Problema do Estado.

A partir do ano lectivo de 1997-1998, regressou à Faculdade de Direito como professor convidado, regendo as disciplinas de História do Pensamento Jurídico e de Filosofia do Direito.

É, desde 1999, Professor Catedrático do 1º grupo de disciplinas (jurídico-políticas) do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa.

Professor Doutor Hélder Santos Costa (ISCPS)

Coordenador do curso de pós-graduação em Estudos Islâmicos, no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa, é ainda membro do Conselho Consultivo do Instituto Luso-Árabe para a Cooperação.

Professor Doutor Luís Reto (ISCTE)

Presidente do ISCTE, é doutorado em Psicologia Social pela Universidade Católica de Lovaina (Bélgica).

Membro do Departamento de Ciências da Gestão, com especialização em Metodologia e Comunicação, assinou obras colectivas como Porque nos Matamos na Estrada (2003) ou Voz Populi – O Estado da Opinião em Portugal (2002).

Professor Doutor Salvato Telles de Menezes (Fundação D. Luís I)

Actual administrador delegado da Fundação D. Luís I, assumiu, em 2007, a coordenação da programação do Lisbon Village Festival.

Deu início à sua carreira académica na Faculdade de Letras de Lisboa e foi Director de Programação do Festroia e Vice-Presidente e Presidente do IPACA – Instituto Português da Arte Cinematográfica e Audiovisual.

Tem ainda integrado o júri de vários festivais internacionais de cinema, entre os quais o de Istambul e o de Valência e editou algumas obras como autor e tradutor.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

" Sonho de uma noite de Verão" um musical para toda a família




“Sonho de uma Noite de Verão”,




Versão musical do conhecido clássico de William Shakespeare, reescrito por Claudio Hochman e musicado por Alfredo Moura, estreia no próximo dia 16, antecedendo o período natalício e cumprirá carreira na Sala Garrett até ao final do ano – mais propriamente até 30 de Dezembro.

Sinopse

Teseu, Duque de Atenas, vai casar-se com Hipólita, Rainha das Amazonas, e lança um concurso de teatro para animar a boda.


Ao concurso, concorre um divertido grupo artesãos que, com mais vontade do que talento, se dirige ao bosque para ensaiar a tragédia de Píramo e Tisbe.

Hérmia e Lisandro, dois jovens atenienses, estão apaixonados. Demétrio também está apaixonado por Hérmia e tem o apoio do pai dela para se casarem, mas a rapariga não está pelos ajustes. Helena, por seu lado, sofre, porque está apaixonada por Demétrio e não é correspondida.
Quando Teseu é chamado a dar uma resolução ao problema ordena a Hérmia que escolha: ou casa com Demétrio, cumprindo o desejo do pai, ou irá para um convento. Terá até ao dia do casamento para se decidir… Em vez disso, porém, ela foge com Lisandro. Demétrio segue-os e Helena segue Demétrio.
No bosque, Oberon, rei dos duendes, quer recuperar o amor de Titania, rainha das fadas, e pede a Puck que lhe arranje uma flor mágica que, esfregada nos olhos de uma pessoa, faz com que se apaixone pela primeira criatura que lhe aparecer à frente. Mas Puck desata a pôr o extracto da flor nos olhos errados e a partir deste momento desencadeia uma sucessão de enganos entre os jovens, os artesãos e os deuses que habitam o bosque mágico, numa inesquecível noite de Verão.
Mais de trinta canções originais – interpretadas ao vivo – contarão, de forma viva, esta divertida história e ilustrarão os sentimentos das personagens.


William Shakespeare

Pouco ficou documentado sobre a vida de Shakespeare mas, a julgar pelo seu registo de baptismo, acredita-se que terá nascido em 1564, no seio de uma família de comerciantes.

Apesar de não ter chegado a ir à Universidade, frequentou a escola.

Em 1582, com apenas 18 anos, casou-se com Anne Hathaway, oito anos mais velha, e desse casamento nasceram três filhos: Susanna (1582) e os gémeos Judith e Hamnet (1586). Hamnet morreu em 1587, sem que hoje se conheçam as causas.

Entre 1586 e 1592, a vida de Shakespeare passou por um período menos claro.

É muito possível que tenha deixado a terra natal, Stratford-upon-Avon, e a família, para se juntar a uma trupe de actores em digressão, embora haja quem defenda que, durante esse tempo, tenha trabalhado como preceptor ou mestre-escola.

Certo é que, em 1592, já era conhecido nos teatros londrinos, como autor.
A profissão teatral era, de resto, emergente na altura e havia procura de autores que escrevessem para a cena.

Shakespeare vendia os seus escritos e era tão bem sucedido que, em 1594, tornou-se sócio da companhia de Lord Chamberlain’s Men, que tinha por mecenas Henry Wriothesley.
Em 1594, já Shakespeare tinha escrito as comédias “The Comedy of Errors”, “The Two Gentlemen from Verona” e “The Taming of the Shrew”; e as tragédias “Titus Andronicus” e “Richard III”.
Dividindo-se entre os palcos e a pena – para além de escrever, Shakespeare gostava também de representar – o autor assinará, a partir de 1594, uma média de duas peças por ano. Entre esse ano e 1598 escreveu “King John”, “Love’s Labour’s Lost”, “A Midsummer Night’s Dream”, “The Merchant of Venice”, “Romeo and Juliet”, “Richard II”, “Henry IV” e “Henry V”. Entretanto, o dinheiro ganho com a sua actividade era rapidamente investido: Shakespeare comprou uma casa imponente em Stratford, e investiu no negócio do malte.
Em 1598, perante a ameaça de fecho do teatro (por parte do senhorio), a companhia mudou-se para a zona sul do rio Tamisa e aí construiu um novo teatro, baptizando-o como The Globe. E é aí que começa o período mais florescente da escrita de Shakespeare.
Entre em 1599 e 1608, escreveu “Much Ado About Nothing”, “As You Like It”, “Twelfth Night”, “All’s Well That Ends Well”, “Troilus and Cressida”, “The Merry Wives of Windsor”. Escreveu, também, as grandes tragédias “Julius Caeser”, “Hamlet”, “Othello”, “Antony and Cleopatra”, “Coriolanus” e “Timon of Athens”. Neste período, a companhia adquiriu um novo estatuto: passaram a ser The King’s Men (os homens do rei).
Shakespeare continuava a adquirir bens em Stratford, sobretudo terras, e a partir de 1608, já perseguido pela fama dos seus rivais mais jovens (os dramaturgos emergentes Beaumont e Fletcher), escreveu as suas últimas peças: “Péricles, Prince of Tyre, “Cymbeline”, “The Winter’s Tale”, “The Tempest”, “Henry VIII”, “The Two Noble Kinsmen” e “Cardenio” (hoje perdida).
Em 1613, o Globe foi destruído pelo fogo e Shakespeare perdera o ascendente no panorama teatral londrino.
É razoável supor que se terá retirado, passando os seus últimos anos em Stratford.
Morreu em 1616.


CLAUDIO HOCHMAN

Formado em Encenação pela Escuela Municipal de Arte Dramático de Buenos Aires, Argentina, de onde é natural.

Tem assinado encenações em vários países, nomeadamente em Espanha, no México e em Portugal, onde se instalou em 2002.

Na Argentina, trabalhou vários anos no Teatro Gral. San Martín, de Buenos Aires, onde assinou várias adaptações de textos de autores como Brecht, Shakespeare ou Molière e pecas suas. Noutros teatros, dirigiu peças de teatro, musicais, operetas, espectáculos de tango ou espectáculos para a infância, alguns de sua autoria.
Tem trabalhado com regularidade em Espanha, levando à cena textos de autores como, Plauto, Júlio Verne, Isabel Allende, Eduardo Galeano ou Ruiz de Alarcón, para além de muitas peças de Shakespeare: "Sonho de uma Noite de Verão", "Conto de Inverno", "Medida por Medida" ou "Noite de Reis", em cidades como Valladolid, Sevilha, Albacete, Valência, Jaén, Gijón ou Granada, entre outras.
Em Portugal, tem assinado espectáculos em todas as temporadas desde 1996, muitos inspirados nas obras de Shakespeare, como "Comédia de Enganos", "Julietta", "Príncipe Fim" ou "Homlet", que dirigiu para a companhia que fundou em Lisboa – a Shakespeare Women Company.


No Teatro Nacional D. Maria II fez "Os Contos de Shakespeare", mas trabalhou também no Teatro da Trindade, onde dirigiu espectáculos como "Cyrano", a partir de Edmond Rostand, "Navio dos Rebeldes", musical sobre a revolta estudantil de 1962, "Proof" de David Auburn, "O Último Tango de Fermat" e "Os Sonhos de Einstein", musicais de Joshua Rosemblum e Joanne Sidney Lessner, "As Bodas de Fígaro", de Mozart, ou "Fungagá", musical a construído a partir das canções de José Barata Moura.
A convite da Companhia de Dança Paulo Ribeiro dirigiu "Anfitriões", a partir de Camões, Plauto e Molière, "José", musical de Tim Rice e Andrew Lloyd Webber, e participou como criador no espectáculo "Ego Skin" de Amélia Bentes, todos apresentados no Centro Cultural de Belém.
Como formador, tem dirigido inúmeros workshops de teatro, quer no seu país quer em Portugal, Espanha ou México, nas áreas de encenação, interpretação, teatro musicado e teatro de marionetas.


Na Argentina, foi orientador da disciplina de Interpretação na Escuela Nacional de Arte Dramático de Buenos Aires.


Como formador, tem dirigido inúmeros workshops de teatro, quer no seu país quer em Portugal, Espanha ou México, nas áreas de encenação, interpretação, teatro musicado e teatro de marionetas.

Na Argentina, foi orientador da disciplina de Interpretação na Escuela Nacional de Arte Dramático de Buenos Aires.
Ao longo da sua carreira, tem sido distinguido com vários prémios.

Entre os mais recentes, estão o Prémio FETEN Gijón para Melhor Espectáculo em Pequeno Formato (2004), o Prémio Revelação 2002 na Feira Palma del Rio, em Sevilha, menção especial para Melhor Espectáculo obtida no Festival Internacional de Marionetas de Plovdiv, na Bulgária. Com "Cyrano" obteve o Prémio do Certamen Metropolitano de Buenos Aires (1992) e o Primeiro Prémio Bienarte Córdoba (1993). Com “A Tempestade” (1996) e “El Collar de Perlita” (1997) ganhou os prémios ACE dos críticos de teatro de Buenos Aires. Em 1999 foi distinguido com o Prémio Maria Guerrero de Carreira.

Ficha Técnica


Versão e encenação Claudio Hochman

Música original Alfredo Moura

Apoio Vocal Isabel Campelo

Com : Bruno Huca, Catarina Guerreiro,Diogo Mesquita, João Miguel Mota, Fernanda Paulo, Marta Queirós, Rita Cruz e Samuel Alves.


Músicos: Eduardo Jordão, Eduardo Lála, Gonçalo Santos, Jorge Silva, Pedro Pernas, José Luis Carvalho.