terça-feira, 10 de julho de 2007

Schubert no Centro Comercial de Belém


“SCHUBERTÍADA”

13 de Julho 2007 21H00
Pequeno Auditório
Duração aproximada: 2h com intervalo
Schostakovich-Ensemble (DSCH)
Filipe Pinto-Ribeiro – piano
Tatiana Samouil – violino
Justus Grimm – violoncelo


Programa

I

Franz SCHUBERT (1797-1828)


Sonata para violino e piano em Lá Maior, D. 574
I. Allegro moderato
II. Scherzo: Presto
III. Andantino
IV. Allegro vivace
Franz SCHUBERT (1797-1828)
Sonata “Arpeggione” para violoncelo e piano em Lá menor, D. 821
I. Allegro moderato
II. Adagio
III. Allegretto

II


Franz SCHUBERT (1797-1828)


Trio para piano, violino e violoncelo n.º 2 em Mi bemol Maior, D. 929
I. Allegro
II. Andante com moto
III. Scherzo: Allegro moderato
IV. Allegro moderato
Notas ao Programa
Sonata para violino e piano em Lá Maior, D. 574


Este duo, escrito em 1817, adopta uma estrutura formal já experimentada nas sonatinas para violino e piano, escritas no ano anterior.

O que a distingue das sonatinas é uma maior elaboração e uma maior eloquência e equilíbrio no discurso entre os dois instrumentos. Esta peça permaneceu anónima até 1851, data em que foi baptizada como “Duo” e publicada por Diabelli.
Sonata “Arpeggione” para violoncelo e piano em Lá menor, D. 821
Esta peça, que conserva ainda hoje grande popularidade, foi fruto de um perfeito acaso.

Foi escrita com o objectivo de promover as qualidades do arpeggione, um instrumento derivado da viola da gamba, comparável ao violoncelo (pela forma) e da guitarra (pelas seis cordas). Também designado por guitarra-violoncelo, ou ainda por guitarra de arco, este instrumento, criado em 1823 pelo luthier vienense Johann Georg Staufer, teve uma existência efémera.

Terá sido provavelmente Staufer a encomendar a peça a Schubert, em Novembro de 1824. Vincenz Schuster, virtuoso impulsionador do arpeggione, estreou a peça em sua casa, com o próprio Schubert ao piano.

A primeira edição, que contava ainda com uma transcrição para violino e violoncelo, surgiu apenas em 1871.

Entretanto foram aparecendo transcrições para viola e guitarra, versões orquestrais da parte de piano, entre outras.

Hoje, a peça é geralmente tocada numa versão para violoncelo e piano. Composta por três andamentos, tem um carácter tranquilo, charmoso e improvisado.
Trio n.º 2, em Mi bemol Maior, D. 929
Segundo o manuscrito original pertencente à família Wittgenstein, este trio foi escrito em Viena, em Novembro de 1827.

A sua primeira execução pública decorreu no mês seguinte, na imponente sala vienense Musikverein. Uma segunda execução, organizada pelo próprio compositor, teve lugar na mesma sala em Março de 1828. À semelhança de outras obras deste período, a estruturação formal deste trio foi cuidadosamente trabalhada, estando subjacente a preocupação de assegurar uma unidade temática entre os quatro andamentos.

A partitura foi editada pela Editora Probst, em Leipzig, a qual pagou ao compositor apenas 30 florins, um quarto do valor comercial esperado por uma obra desta envergadura. Schubert viria a morrer ainda antes de ter oportunidade de rever as provas de impressão da partitura.


SCHOSTAKOVICH-ENSEMBLE (DSCH)


“A música de câmara exige do compositor a mais perfeita das técnicas e uma grande profundidade de pensamento. Compor obras de música de câmara é significativamente mais difícil do que compor obras orquestrais…
A pobreza de pensamento na música de câmara é simplesmente insuportável.”
Dmitri Schostakovich

O Schostakovich-Ensemble (DSCH) é um agrupamento de música de câmara criado no ano do centenário do nascimento de Dmitri Schostakovich (2006) com o propósito de divulgar a sua mensagem artística através da interpretação da sua obra de música de câmara e da obra de outros compositores, independentemente do espaço temporal que ocupam na História da Música.
Apresentou-se em concerto em várias capitais europeias como Lisboa, Estocolmo, Tallinn e Moscovo, obtendo o reconhecimento unânime da crítica especializada.
Desde a sua fundação, o Schostakovich-Ensemble (DSCH) contou com a participação dos violinistas Tatiana Samouil, Ludwig Dürichen e José Despujols, dos violetistas Natalia Tchitch e Mateusz Stasto, dos violoncelistas Pavel Gomzkiakov, Vicente Rosas Chuaqui e Justus Grimm, dos pianistas Rosa Maria Barrantes e Filipe Pinto-Ribeiro e dos cantores Zlata Rubinova e Yuri Kissin. O seu repertório é composto pela obra de música de câmara de Dmitri Schostakovich, Franz Schubert, Wolfgang Amadeus Mozart, Maurice Ravel, Johannes Brahms, Fernando Lopes-Graça, Robert Schumann, Ludwig van Beethoven, Sofia Gubaidulina, entre outros.
O Schostakovich-Ensemble (DSCH) tem a direcção artística de Filipe Pinto-Ribeiro.
Qual o significado do criptograma DSCH no nome Schostakovich-Ensemble?
O criptograma DSCH é o famoso motivo musical ré-mi bemol-dó-si utilizado por Schostakovich em várias obras. Trata-se de uma assinatura musical oculta que foi criada a partir das primeiras letras do seu nome e apelido em caracteres latinos que, na língua alemã, correspondem a notas musicais: Dmitri SCHostakovich = D-ré, S (lê-se “e s”) -mi bemol, C-dó e H-si.
Ao interpretar ou ouvir a sua música, pressente-se o enigma irresistível que encerra o seu credo artístico de autenticidade e humanismo. As obras de música de câmara de Schostakovich exigem aos intérpretes um apurado realismo sonoro e profundidade espiritual: este é o objectivo do Schostakovich-Ensemble (DSCH).


TATIANA SAMOUIL – violino


Nasceu em São Petersburgo, numa família de músicos. Aos nove anos estreou-se como solista com a Orquestra Nacional da Moldávia, sob a direcção de seu pai, Alexander Samouil.
Diplomou-se com menção especial do júri no Conservatório Tchaikovski de Moscovo, na classe de Maia Glezarova. Concluiu o mestrado no Conservatório Real de Bruxelas com Igor Oistrakh, onde recebeu o Prémio Especial Maurice Lefrank. Estudou ainda com José Luis Garcia na Escola Superior de Música Rainha Sofia em Madrid.
Foi distinguida com o 1.º Prémio no Concurso Tenuto, o Grand-Prix do Concurso Henri Vieuxtemps, a medalha de ouro no Concurso Mundial de Violino Michael Hill, a medalha de bronze no Concurso Tchaikovski de Moscovo e é ainda laureada do Concurso Jean Sibelius e do Concurso Rainha Elisabeth de Bruxelas.
Tocou como solista com a Orquestra Nacional da Rússia, Orquestra Nacional da Bélgica, Orquestra Sinfónica de São Petersburgo, Orquestra Sinfónica da Holanda, Orquestra Sinfónica do Teatro Colón de Buenos Aires, Orquestra Sinfónica do Teatro La Monnaie, Orquestra da Rádio da Finlândia, Filarmónica de Nijni Novgorod, Filarmónica de Auckland, Orquestra Nacional de Câmara de Toulouse, Deutsches Kammerorchester de Berlim, sob a direcção, entre outros, de G. Varga, B. Engeset, M. Harth-Bedoya, Alexander Rabhari, K. Ono, H. Beissel, A. Anissimov e L. Gorelik.
Tem uma actividade intensa no domínio da música de câmara tocando, entre outros, com Gérard Caussé, Bruno Pasquier, Michaela Martin, Frans Helmersson, Katia e Marielle Labèque, Sonia Wieder-Atherton e Augustin Dumay.
É docente na Chapelle Musicale Reine Elisabeth e no Instituto Superior de Música de Namur. É concertino da Orquestra Sinfónica do Teatro La Monnaie de Bruxelas.


JUSTUS GRIMM – violoncelo


Nascido em Hamburgo, Justus Grimm recebeu aos cinco anos a sua primeira lição de violoncelo de seu pai.
Mais tarde, estudou em Saarbrücken com Ulrich Voss e em Colónia/Estocolmo com Claus Kanngiesser e Frans Helmerson. Participou em masterclasses com Steven Isserlis, Heinrich Schiff, Boris Pergamenschikov e William Pleeth.
Justus Grimm recebeu o primeiro prémio como violoncelista na Escola Superior de Música de Colónia e foi premiado no Concurso de Escolas Superiores de Música na Alemanha.
Em 1999, com o pianista Florian Wiek, ganhou o primeiro prémio no Concurso Nacional “Deutscher Musikrat”, e obteve ainda o primeiro prémio e medalha de ouro no Concurso Internacional “Maria Canals” em Barcelona. Desde então, apresentam-se regularmente em vários festivais pela Europa (Ludwigsburger Festspiele, Festival van Vlaanderen, Grieg Festival na Noruega, Festival Zermatt na Suíça, Festival Mitte Europa).
Desde 1999, é o primeiro Violoncelo Solo da Ópera Nacional de la Monnaie, em Bruxelas.
Justus Grimm teve a sua estreia como solista em 1993 com a Orquestra Filarmónica de Hamburgo. Posteriormente, tem-se apresentado com a Orquestra Filarmónica de Bona, Staatsorchester Rheinische Philharmonie, Orquestra Sinfónica de la Monnaie, Orquestra Filarmónica de Brandenburgo, Orchestra Royal de Wallonie, Orquestra de Câmara da União Europeia, English Chamber Orchestra, em salas de concerto como a Berliner Konzerthaus, Musikhalle Hamburg, Beethovenhalle Bonn, a Cologne Philharmonie e o Palais des Beaux Arts em Bruxelas, em parceria com os músicos Heribert Beissel, Gerard Caussé, Augustin Dumay, Abdel Rahman El Bacha, Kazushi Ono ou Antonio Pappano.
Para além de numerosas apresentações em rádio e televisão (WDR, NDR, SWR, DLF, RTBF, VRT, Musique France…), Justus Grimm gravou um CD com obras de Beethoven, Brahms e Schostakovich para a etiqueta Ars Musici. Para a mesma etiqueta, gravou recentemente um CD com o Trio Wiek, incluindo obras de Weber e Mendelssohn. Desde 2004, Justus Grimm é professor de violoncelo no IMEP, em Namur.


FILIPE PINTO-RIBEIRO – piano


Nasceu no Porto. É doutorado com a máxima classificação pelo Conservatório Tchaikovski de Moscovo, e considerado um dos músicos portugueses mais relevantes da actualidade.
Enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou no Conservatório Tchaikovski de Moscovo sob a orientação de Liudmila Roschina – chefe de cátedra de piano – tendo concluído, com a classificação “Excelente” a todas as disciplinas, o Doutoramento em Interpretação Pianística.
Em Portugal, estudou com Helena de Sá e Costa e graduou-se com Pedro Burmester na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, no Porto.
Recebeu a influência de diversos mestres e participou com frequência em masterclasses internacionais. Foi apreciado e aconselhado por alguns dos maiores nomes do panorama pianístico mundial, incluindo Elisso Virsaladze e Dmitri Bashkirov.
É professor no Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares, em Almada, e na Universidade Católica Portuguesa, no Porto. Tem orientado frequentemente masterclasses de piano.
O seu CD de estreia, interpretando obras de Modest Mussorgsky, Alexander Scriabin, Dmitri Schostakovich, Claude Debussy e Maurice Ravel, está em segunda edição (Numérica 1118). O CD Berlin Sessions (Numérica 1105), gravado pelo pianista na capital alemã, contendo sonatas de Domenico Scarlatti, Carlos Seixas, Ludwig van Beethoven, Richard Wagner e Serguei Prokofiev, obteve excelente recepção por parte do público e da crítica musical.
Gravou um CD em duo com a pianista Rosa Maria Barrantes incluindo obras de Gabriel Fauré, Eric Satie, Claude Debussy, Francis Poulenc e Maurice Ravel (Numérica 1119).
Desenvolve uma intensa actividade solística e camerística, abrangendo um vasto repertório que se estende do barroco até aos nossos dias.
Fez a estreia em Portugal de obras como os 24 Prelúdios e Fugas, Opus 87 de Dmitri Schostakovich, a chaconne de Sofia Gubaidulina, o Concerto para piano e orquestra, Opus 33 de Antonín Dvorák ou a versão para piano de As Sete Últimas Palavras de Cristo na Cruz de Joseph Haydn.
Apresenta-se frequentemente a solo com diversas orquestras, como a Orquestra Filarmónica da Arménia, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção, entre outros, dos maestros Marc Tardue, Roman Brogli-Sacher e John Nelson.
É director artístico do Schostakovich-Ensemble (DSCH).
Pianista laureado, tem actuado em algumas das principais cidades da Europa, Ásia e América, vendo o seu pianismo reconhecido como ímpar pela crítica especializada.
Franz Schubert (1797-1828)
Nasceu em Viena. Compositor austríaco, foi buscar a sua inspiração criadora aos seus antecessores imediatos, Mozart e Haydn, que determinaram o seu estilo, reconhecendo na música do seu contemporâneo Beethoven “um ideal inatingível”. Realizou-se plenamente no domínio lírico, especificamente no Lied, género que os seus antecessores ainda não tinham abordado. Entre a abundante produção de Schubert, as sonatas são injustamente negligenciadas, facto que se deve principalmente ao desconhecimento desta parte do repertório schubertiano.
Representa a personalidade contemplativa, viajante solitário com aspirações panteístas. A sua música reflecte essa ânsia de fuga e de lirismo, é prolixa, fértil em prolongamentos e digressões, repetitiva.

Na realidade, a mais bela da sua música é feita de reminiscências de temas inesquecíveis. Ao génio melódico, alia-se o génio modulador do compositor, que oscila incessantemente entre tonalidades maiores e menores, alargando o domínio da tonalidade e definindo as fronteiras da atonalidade.

Em Schubert, a escrita pianística toma as cores da intimidade e da espontaneidade; a sua fantasia transcende as regras, para cantar a ternura ou a melancolia risonha.

João Pedro Pais no Casino Estoril


João Pedro Pais ao vivo
no Casino Estoril


Compositor e intérprete, João Pedro Pais é a principal atracção dos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, na próxima Quinta-Feira, às 23 e 30.
De regresso ao Du Arte Lounge, o artista convida o público a revisitar os êxitos mais expressivos do seu repertório.
João Pedro Pais editou, recentemente, “Lado a Lado”, um projecto iniciado, em 2006, com Mafalda Veiga. São vários duetos, que exploram novas sonoridades e unem o universo musical dos dois artistas.
Nos seus concertos, João Pedro Pais recupera, habitualmente, êxitos como “Ninguém é de Ninguém”, “Louco Por Ti”, “Nada de Nada”, “Resto de Tudo”, “Lembra-te de Mim”, “Mentira”, “Mais Que Uma Vez”, “Um Pouco de Ti” ou “Não Há”.
João Pedro Pais é reconhecido pelos arranjos e som de inquestionável qualidade.

Os álbuns “Tudo Bem”, “Segredos”, “Outra Vez” ou “Falar por Sinais” constituem alguns dos momentos mais altos do seu percurso musical.
Após esgotar, no ano passado, o Du Arte Lounge, onde o público, predominantemente jovem, se rendeu à sua melhor música, João Pedro Pais regressa aos “Grandes Concertos do Casino Estoril” para outra actuação inspirada nos seus registos mais românticos.
Presença obrigatória no Du Arte Lounge, João Pedro Pais sublinha que este ciclo de concertos, “constitui um contributo muito importante na divulgação da música nacional, nomeadamente pela forma como tem convidado músicos portugueses para actuarem no seu palco”.
A animação no Du Arte Lounge será assegurada, a partir das 21 horas, com a participação de vários agrupamentos residentes.

Recorde-se que, por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos.

Começou a competição em Vila do Conde

O terceiro dia do Festival de Curtas de Vila do Conde contou com um pequeno incidente numa das principais sessões, a das 21.30h.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Festival Pedras d'Água


FESTIVAL URBANO PEDRAS D’ÁGUA 07
c.e.m – centro em movimento
13, 14 e 15 de Julho


Entre o visível e o invisível o Pedras d’Água desenvolve trabalho contínuo com pessoas e lugares de Lisboa.
Na sua primeira edição contou com a equipa de profissionais oriundos de diversas áreas artísticas e cientificas que estabeleceu ligações entre habitantes, transeuntes e comerciantes na região da Baixa Pombalina.
O resultado desta primeira investida foi a necessidade de tempo de continuidade.

Para esta segunda edição foram convidados criadores nas áreas das Artes Performativas, Música, Artes Plásticas, Cinema e Escrita:

Alex, Ana Borralho e João Galante, Carlos Zíngaro, Catarina Miranda, Cláudia Galhos, Cláudia Tomaz, Mário Sérgio, Possidónio Cachapa, Sofia Neuparth, Thierry Simões, Rui Chaves e Mara Silva.

No próximo dia 12 de Julho terá lugar uma conversa com Miguel Vale de Almeida, às 19h00 no Grémio Lisbonense, Rua dos Sapateiros, nº 226 – 1º andar.

As apresentações dos trabalhos dos criadores convidados serão nos dias 13, 14 e 15 de Julho em diversos espaços da Baixa Pombalina.

Debate na RTP


ELEIÇÕES INTERCALARES PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA
DEBATE LISBOA 2007



Hoje, segunda-feira, 09 de Julho, a RTP organiza o único debate televisivo com todos os candidatos à Câmara de Lisboa.

O debate realiza-se nos Paços do Concelho, na Sala do Arquivo, sendo moderado pela jornalista Fátima Campos Ferreira.

O debate terá início às 21h00, imediatamente após o Telejornal e terá a duração de duas horas úteis, com uma ronda final de um minuto por candidato.

É a grande oportunidade para conhecer, em confronto, os argumentos dos candidatos em áreas como:
Património/habitação
Acessibilidades/transportes
Financiamento da Câmara
Qualidade de vida dos cidadãos

Festa da Igualdade na Praça do Comércio

Três dias de festa
pela Igualdade


A Festa da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades realiza-se nos dias 13, 14 e 15 de Julho, na Praça do Comércio, em Lisboa.

Integrada no Plano Nacional de Acção do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos (AEIOT) – a Festa da Diversidade e da Igualdade de Oportunidades é um espaço livre e aberto, onde a diversidade de culturas, identidades, modos de ser, de estar, de pensar e de agir, são propícios ao convívio, ao conhecimento mútuo e à solidariedade.

A Festa é uma iniciativa conjunta da Estrutura de Missão para o AEIOT da Câmara Municipal de Lisboa e de várias ONG com trabalho relevante na luta contra as discriminações.

Durante três dias, a Praça do Comércio vai ser ocupada por exposições, concertos, espectáculos, teatro, workshops e debates, e, ainda, experiências gastronómicas.

A Festa da Diversidade pretende colocar na agenda cultural, social e política portuguesa um evento que assumindo as diversidades contribui para a igualdade.
Trazer à mesma Festa, no centro da capital, públicos com diferentes hábitos culturais e sociais, é o desafio lançado pela Festa da Diversidade.


Data: 13-15 de Julho

Sexta: 19h00 - 2h00
Sábado: 16h00 – 2h00
Domingo 16h00 – 24h00

Local: Praça do Comércio, Lisboa

Rui Vieira Nery abre festival de Música na Póvoa do Varzim


Rui Vieira Nery abriu mais uma edição do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim, desta feita, a 29ª.
Convidado especial deste que é um dos mais importantes festivais de música do país e que, desde que foi secretário de estado da Cultura sempre apoiou, Rui Vieira Nery regressou à Póvoa para falar de “Domenico Scarlatti e a chegada dos modelos barrocos italianos a Portugal”.

A conferência de abertura do festival teve lugar no Auditório Municipal, na passada sexta-feira, dia 6, pelas 21h45.
Responsável por inesquecíveis conferências em edições anteriores, o musicólogo Rui Vieira Nery é autor de diversos estudos sobre História da Música Portuguesa, bem como de um vasto número de artigos científicos, publicados em revistas e obras colectivas especializadas, tanto portuguesas como internacionais.





Festival Avis



IV Festival Avis a Rasgar 2007
13, 14 e 15 DE JULHO


É na paisagem alentejana, rodeado pela magnífica albufeira do Maranhão que o IV Festival de Avis A Rasgar 2007 se vai realizar.
Esta é a IV edição de um Festival único no panorama nacional que ao longo dos anos tem vindo a alicerçar as suas bases, cativando cada vez mais público.

CARTAZ


SEXTA-FEIRA (13 de JULHO)

Toni Rebel (Jamaica) 1ª Vez em Portugal
Warrior King (Jamaica) 1ª Vez em Portugal
OlivetreeDa Steppers
Soundsystem'sBob Figurante feat.

Ras DaMula pon di micSista Pat feat.

Ras Xaruto pon di mic
Open air Psyart & Humanic Vision

Live-actSwitch (Israel)

Loopus in Fábula (Itália)

NexusExodusDj setMatteo (Itália)

Talles (Brasil)Fluxo
Spin
Spirito
Delta Coffee Break Beats
Live-act
This Connection
Cooltour
Dj set
Sir Breakalot
Elektro-Fighterz
Unidade Sonora
Loginshanty
Gooyz
Sattva
Bit@net
Deejay Kay
Livre de Consumo Soundsystem

SÁBADO E DOMINGO 14 e 15 de Julho 2007

Blasted Mechanism

Peste e Sida
Canãman (Espanha) 1ª vez em Portugal

Ras Issakar Natanja de French Lion (França) 1ª Vez em Portugal
Soundsystem's
Riddim Culture Soundsystem

Concrete Jungle Soundsystem feat BJoy pon di mic
Open air Psyart & Humanic Vision
Live-act
Michelle Adamson (spun rec) uk 1ª Vez em Portugal
Ultravoice (compact rec) isr
Creative Experience (psyart)
Darkpsy (sin rec) pt
Myrah
Dj set
Fluxo(quest4goa) pt
Mixtec
Logic
Vortex
Hydra
Lysergik
Delta Coffee Break Beats
Gnawa Bambara
Sangeetamixproject
T-Jack
This Connection
Policuska
Heartbreakerz
Manu
Rita X-Craft
2old4school
Groovotron
Magic
Sly
Weedub
Kid Selecta
Canina

Com este excelente cartaz, só resta agarrar nas mochilas e rumar no fim de semana de 13 de Julho à belíssima paisagem alentejana, a fim de passar 3 dias inesquecíveis.
AVIS ESPERA POR SI…………..




Exposição sobre embarcações antigas

Aguarelas de Telmo Gomes

Navios e embarcações de civilizações passadas

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural apresenta a exposição “Navios da Antiguidade: Da Pré-História à Idade Média”, entre os dias 6 e 29 de Julho, no Padrão dos Descobrimentos.
A mostra é composta por três dezenas de aguarelas da autoria de Telmo Gomes.
Os navios e embarcações – objectos a que Telmo Gomes tem dedicado particular atenção ao longo da sua carreira artística – contam-se entre as mais antigas e importantes aquisições tecnológicas do Homem.

Nesta exposição, pelo traço minucioso do artista são representados diferentes tipos de embarcações de diversas épocas, num testemunho da evolução tecnológica deste importante meio de comunicação e transporte.

A escolha do Padrão dos Descobrimentos, para a apresentação ao público deste conjunto de aguarelas, simboliza a epopeia portuguesa pelos mares ao encontro de novas civilizações.


Navios da Antiguidade: Da Pré-História à Idade Média
Padrão dos Descobrimentos
6 a 29 de Julho
3ª a domingo das 10h00 às 19h00
Bilhetes: ingresso normal do Padrão dos Descobrimentos

Curtas de Vila do Conde


Decorre em Vila do Conde o Festival de Curtas, desde o passado domingo e com data de encerramento marcada para dia 15 de Julho.


Neste Festival contamos com a Competição Internacional, composta pelas categorias de ficção, experimental, animação e documentário.

Todos os filmes, desta competição, têm uma duração máxima de sessenta minutos.

Estão em concurso 48 filmes, em 9 sessões, e 15 videos musicais, que serão apresentados numa única sessão.

Para esta categoria o Festival de Curtas de Vila do Conde visionou perto de três mil filmes, tendo sido seleccionados os que estão a concurso.


Para a Competição Nacional, as categorias a concurso são as mesmas, sendo realizadas em três sessões.


Pode-se, também, assistir a uma mostra de filmes produzidos nas escolas de cinema e audovisuais portuguêsas, workshop de Graffiti Electrónico e de Videos Liquidos.

Podem participar numa maratona de curtas realizadas em dois dias por equipas, onde se dá a oportunidade de exprimentar o trabalho em video, sempre com o apoio de profissionais.


Neste terceiro dia de festival e primeiro de competição, o programa é o seguinte:


18.30h - Ciclo Highway to Hell no Auditório Municipal

Savage Streets de Danny Steinmann (USA 1984, cor, 93m, 35mm)

Foi realizado na década de 80, onde aborda temas como Guerras de Gangs, Pós-Apócalipse, Mulheres na Prisão e Estudantes de Liceu nuas.

Produção: John Strong Argumento: Danny Steinmann e Norman Yonemoto Interpretação: Sal Landi, Soctt Mayer, Linda Blairv, Linnea Quingley, John Vernon e Robert Dreyer.


21.30h - Competição Internacional nº 1 no Auditório Municipal


Tolya de Rodeon Brodsky (Israel 2006, cor, 9m, Betacam)

Trata-se de um filme sobre um história de amor em tempo de guerra. É a primeira obra de Rodeon Brodsky.

Produção: Rodeon Brodsky Argumento: Rodeon Brodsky e Galiti Hoogi Interpretação: Anatoli Dolia, Vladimir Petrov.

Emilka Placze de Rafal Kapelinski (Polónia 2006, pb, 32m, Betacam)

Uma paixão durante a destruição do Movimento Solidariedade. Sexta obra de Rafal Kapelinski.

Produção: Rafal Kapelinski com Aurora Film Prodution Argumento: Rafal Kapelinski Interpretação: Marta Chodorowska, Andrzej Szewczak, Czeslaw Mardy e Rafal Mohr.

Vista das Cataratas do lado do Canadá de John Price (Canadá 2007, cor/pb, 7m, 35mm)

Um filme nas Cataratas do Niagara e rodado usando a mesma tecnologia dos primórdios. É a sua vigéssima sétima obra.

Produção e Argumento: John Price

Soft de Simon Ellis (UK 2006, cor, 14m, 35mm)

Um pai redescobre o seu medo de confrontos, no pior dos momentos. Sétima obra de Simon Ellis

Produção: Jane Hooks com Bub/Perfume Films Argumento: Simon Ellis, Johnny Phillips, Matew O'Shea, Michael Socha

Daydream de Christine Molly e Joe Lawlor (UK 2006, cor, 28m, 35mm)

Filme rodado em 10 cenas e em 6 locais diferentes de Liverpoll e filmado em Cinemascope. Trata-se da oitava obra de Joe Lawlor.

Produção: Joe Lawlor Argumento: Christine Molly


21.45h - Take One na Tenda

Video Run


23.00h - Cilclo Highway to Hell no Auditório Municipal

Sex de Jack Stevenson

Venus Rising: O Mundo Louco do Cinema Sexual Escandinavo

Aborda tudo o que de revolucionário na sexualidade escandinava aconteceu, e a peculira forma de abertura de espirito que tornou possivel, alcansarem o seu ponto mais alto neta cidade e neste ano, o de 1971.


23.15h - Competição Internacional nº 5 na Tenda

New York Zéro Zéro de Jérôme Schlomoff (França 2006, pb, 21m, 35mm)

O ultimato de George W. Bush a Saddam Hussein e a difusão do discurso, do presidente, por todas as estações de televisão.

Produção: Nathalie Trafford com Paraiso Production Diffusion Argumento: Jérôme Scholmoff

Silêncio de F. J. Ossang ( França 2006, pb, 21m, 35mm)

Um filme mudo com interludios que questionam sobre o que é mais elementar no mundo, e que se desenvolve em torno de uma banda sonora dos ThrobbingGristle. Quinta obra de Ossang.

Produção: F. J. Ossang com Oss/100 Films & Documents Argumento: F. J. Ossang Interpretação: Elvire e Antonio Camara

Faq (Part I) de Sagi Groner (Holanda 2006, pb/cor, 25.38m, Betacam)

É uma viagem na peugada de outros realizadores, uma remistura nostálgica de uma colecção de citações visuais e sonoras de trabalhos que, à partida, não tinham qualquer relação.

Produção e Argumento: Sagi Groner

Compilação 12 momentos de amor não correspondido de Frank Beauvais (França 2007, cor, 40m, Betacam)

Uma paixão não correspondida e como pretexto a participação no projecto Compilação de 12 momentos de amor não correspondido. Quinta obra de Beauvais. Participou nas 2 anteriores edições do Festival de Curtas de Vila do Conde.

Produção: Justin Taurand com Films du Bélier Argumento: Frank Beauvais


O dia encerra com uma festa no Café Cacau com Sérgio Gomes.


sexta-feira, 6 de julho de 2007

O Senhor Ibrahim e as flores do Corão





Casa cheia na estreia d’ O Senhor Ibrahim e as flores do Corão


Dando continuidade à política de programação teatral iniciada em Março do ano transacto e ao projecto “estreias TAGV”, estreou ontem no Teatro Académico de Gil Vicente em Coimbra “O Senhor Ibrahim e as flores do Corão”. Uma peça de 1999 da autoria do filósofo e escritor Eric-Emmanuel Schmitt, encenada por João Maria André e que tem como actores Rui Damasceno e Hélder Wasterlain.

As luzes apagaram-se, fez-se silêncio na sala e do palco ouviu-se uma voz; a do pequeno Moisés. Ou Momô como lhe chama o Senhor Ibrahim. O árabe que não é árabe, é um velho muçulmano imigrante do Crescente Fértil. Lentamente acendem-se as luzes. O espaço cénico representa o pequeno bazar na Rua Bleue nos arredores de Paris propriedade do Senhor Ibrahim. Este muçulmano afirma que “só conheço bem o meu Corão” e acrescenta ainda que lhe chamam árabe, o que quer dizer “aberto das oito horas à meia-noite incluindo aos domingos”. A história centra-se neste livro sagrado que tem tanto de texto como da interpretação de quem o lê.
Momô é um jovem judeu no início da puberdade com a mente repleta de sonhos, mas é um menino solitário com o coração cheio de tristeza que não sabe sorrir e sem amor do pai. É ele quem faz as compras para casa e por vezes rouba algumas latas de conserva no bazar do Senhor Ibrahim. É numa destas suas tentativas de furto que é apanhado em flagrante. Contrariamente ao que seria de esperar o merceeiro diz-lhe “se tiveres de roubar, rouba aqui”. Este é o episódio que dá início à profunda amizade que irá unir um muçulmano e um judeu. Numa das muitas conversas entre as personagens, o Senhor Ibrahim pergunta ao jovem se gostaria de conhecer a sua terra. Após a morte do pai de Momô, Ibrahim adopta-o e iniciam a viagem às terras do Crescente Fértil. É neste ponto da trama que ocorre a mudança de cenário O balcão do bazar transforma-se no automóvel que os irá levar a terras distantes. Durante a viagem Momô conhece tradições e locais muito diferentes das paisagens de Paris. A dança que anima o povo muçulmano é também, para Momô, uma forma de liberdade, uma sensação nova, um despertar dos sentidos, uma forma de vida.
Ibrahim parte do mundo dos vivos e deixa todos os seus pertences ao filho. Momô é no novo dono da loja, agora é ele o muçulmano e o árabe da Rua Bleue conhecido como Mohammed.
Ah, não esquecendo o velho exemplar do Corão. Momô abre o livro e encontra duas flores secas, era o segredo do Senhor Ibrahim.
O Senhor Ibrahim e as flores do Corão como diz o encenador João Maria André “ não é o grande teatro do mundo, é o teatro dos pequenos gestos”.
Uma peça a não perder que continua em cena no TAGV nos dias até ao dia 7 de Julho às 21h30.

Festival no Teatro Municipal de S.Luiz




Rabih Abou-Khalil Group

com os fadistas Ricardo Ribeiro e Tânia Oleiro




Do trabalho de Rabib Abou-Khalil e seu grupo e dos fadistas Ricardo Ribeiro e Tânia Oleiro resultou um considerável número de canções, com letras de Jacinto Lucas Pires.

A sofisticação do canto destes jovens artistas conduziu o músico libanês a um território que se autonomiza a olhos vistos e que passa a excluir a presença convencional do Fado.

Um espectáculo que impressiona pela beleza musical e pela sensibilidade transmitida pelas letras.

De salientar a voz excelente de Ricardo Ribeiro e o virtuosismo de Luciano Biondini no acordeão.

Quanto a Rabih Abou-Khalil e o seu OUD ( alaúde árabe ), a excelência da execução maravilha qualquer.

Um espectáculo de aplaudir e para repetir.
Ficha Técnica:

Rabih Abou-Khalil-oud ( alaúde árabe )

Jarrod Cagwin - percussão

Luciano Biondini-acordeão

Michel Godard - baixo, sepente e tuba.

Centro Cultural de Belém FORA DE SI !!!!

CCB completamente FORA DE SI!!!
SENSAZIONE Laika & Time Circus (Bélgica)



Dias 6, 7, 8, 10, 11 e 12 de Julho
Dias 6, 7 e 8: às 18h30 e às 21h30 Dias 10,11 e 12: às 21h30
Praça do Museu do CCB

Um arraial teatral que só funciona com a força dos músculos e os sentidos alerta.
Para quem gosta de sensações fortes.

Concepção : Peter De Bie e Charlotte Heller
Texto: Gerda Dendooven
Encenação: Jo Roets
Interpretação: Anouk David, Célia Fechas, Manoe Frateur, Simone Milsdochter, Alain Rinckhout, Bram Smeyers

Uma feira colorida que irá pôr todos os seus sentidos em alerta: para ouvir histórias fantásticas, ver lugares tão deliciosos quanto inesperados, saborear o prazer de vaguear preguiçosamente… Mas deverá igualmente pôr os músculos a trabalhar, de modo a accionar as atracções e acender as lâmpadas que só funcionam com o esforço palpável do público.
Estas duas companhias juntaram-se porque gostam de interacção entre actores e público, e porque estão convencidas de que um novo género teatral ambulante pode ser criado, fazendo saltar certas barreiras que constringem o teatro a um formato mais conhecido.

Sensazione é uma feira de divertimentos, entre o circo e a arte, para um público que procura sensações fortes!

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Miss Daisy continua no Teatro da Trindade


Miss Daisy

Após digressão nacional, o espectáculo Miss Daisy, com Eunice Muñoz como protagonista, regressa aos palcos da capital a 5 de Julho, na sala principal, do Teatro da Trindade.
No ano do 140º aniversário do Teatro da Trindade, homenageamos o trabalho de Eunice Muñoz, com a celebração da 100ª representação deste espectáculo, no dia 20 Julho, onde será descerrada uma placa no Salão Nobre.

SINOPSE

Passada em meados do século XX, de 1948 a 1973, em Atlanta, no sul dos Estados Unidos, Miss Daisy conta a história de uma senhora judia, Daisy Werthan, e do seu chofer, Hoke Coleburn.
De início, Miss Daisy não fica muito contente por se ver forçada a depender de um homem negro, contratado pelo seu filho, Boolie Werthan.

Mas Hoke conquista-a, pacientemente, com a sua dignidade e sentido de humor, e durante os vinte e cinco anos em que decorre a acção geram-se laços profundos de amizade e de compreensão.

Pontuando a acção, temos as lutas pelos direitos civis nos Estados Unidos, com referências a Martin Luther King, por exemplo.

As personagens tentam perceber e adaptar-se, em termos pessoais e sociais, a um mundo que está a mudar.

Miss Daisy é uma análise subtil das tensões raciais e dos preconceitos.

Miss Daisy e Hoke chegam a um mútuo respeito baseado na independência, na força de carácter e numa teimosa integridade, que, para lá do seu contexto histórico e cultural, têm um valor universal.

FICHA TÉCNICA


Texto ALFRED UHRY
Direcção CELSO CLETO
Tradução ANTÓNIO BARAHONA
Direcção Musical JOSÉ MIGUEL SASTRON
Cenário e Figurinos JOSÉ COSTA REIS
Desenho de Luz JOSÉ DIAS
Som CARLOS ESTEVENS
Fotografia LUÍSA GOMES
Interpretação EUNICE MUÑOZ, GUILHERME FILIPE e THIAGO JUSTINO
Co-Produção CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS e PUBLICOCLETO

Teatro da Trindade

Sala Principal
5 a 29 Julho

4ª-feira a sábado às 21h30

domingo às 16h00

Casino Estoril com concerto



No âmbito do XXVI Estoril Jazz
Quinteto de Laurent Filipe
em concerto no Casino Estoril

Inserido no ciclo do “Estoril Jazz - 2007”, o Quinteto de Laurent Filipe actua no Du Arte Lounge, no próximo dia 10 de Julho, pelas 22 e 30.
O Casino Estoril acolhe, assim, um dos concertos extra, agendados para este evento.
Trompetista, compositor e produtor, Laurent Filipe construiu um expressivo percurso musical dedicado ao jazz.

Da sua discografia constam registos como “A Tribute to Bessie”, com Jacinta, em 2003, e o mais recente, “Ode to Chet”, editado no ano passado.
Envolvido em vários projectos, Laurent Filipe colabora com as seguintes formações, das quais é autor: “Duo Iberia”, “Trio Homenagem a Chet Baker”, “Quarteto/Quinteto”, o sexteto “Mingus e Mais”, o espectáculo “Cem Anos de Gershwin”, “Homenagem a Louis Armstrong”, o projecto multinacional “Nino Rota Jazz Project” e a “Swing City Orquestra”, uma pequena orquestra dedicada à musica dançante dos anos 30 e 40.
Laurent Filipe é, também, autor de um extenso reportório nos campos da música tradicional, contemporânea - incluindo obras para o “Grupo de Metais do Seixal” e “Opus Ensemble” - , jazz e Afro-Cubano.
Compôs a banda sonora do documentário “City at Night”, nos Estados Unidos, a longa metragem “Porto Santo”, em Portugal, e o espectáculo multimédia “Quadrofonia do Tempo”.

Assinou, ainda, músicas para teatro, nomeadamente, as obras “Sebastião o Menino Rei”, encomendada pela Expo’98, “Augaciar, Viagem ao Fim do Milénio” e o musical “Mulheres ao Poder”.
Com uma reconhecida versatilidade artística, Laurent Filipe mantém a actividade regular de compositor, produtor, orquestrador, trompetista e conferencista, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Distinguido em diferentes ocasiões, Laurent Filipe recebeu, em 1985, o prémio “Art Farmer Performance Award”, nos Estados Unidos.

Cinco anos depois, conquistou o prémio de “Melhor Solista 1990” no Festival Internacional de Jazz de Guetxo, em Espanha, tendo o seu conjunto recebido, também, o prémio de” Melhor Grupo”.

Posteriormente, em 1996, mereceu o galardão de “Melhor Músico de Jazz”, atribuído pelo programa “Cinco Minutos de Jazz”, da RDP.
Acompanhado por um experiente conjunto de músicos, o concerto de Laurent Filipe no Casino Estoril, constitui um dos pontos altos da XXVI edição do Estoril Jazz, cujo ciclo decorrerá de 6 a 15 de Julho.
Com o seu trompete, Laurent Filipe, é habitualmente secundado por Bruno Santos, na guitarra, Filipe Melo, ao Piano, Nelson Cascais, no contrabaixo, e Paulo Bandeira, na bateria.
O Concerto do Quinteto de Laurent Filipe está agendado para o dia 10 de Julho, pelas 22 e 30, no Du Arte Lounge do Casino Estoril.

A entrada é gratuita.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Israel Vibration actuam no Porto


Positive Vibes
Apresenta:

ISRAEL VIBRATION
!!!! Pela 1ª vez no Porto !!!!

Domingo 8 de Julho
Teatro Sá da Bandeira
Warm Up: Youth Culture + Upfull Sound

A Positive Vibes apresenta a estreia duma das melhores bandas do reggae roots no Porto, Israel Vibration, que irá actuar no Teatro Sá da Bandeira no Domingo 8 de Julho.

Os Israel Vibration são uma das referências do reggae roots com uma carreira que iniciou-se nos anos 70 com o álbum “Unconquered People” gravado nos estudios Tuff Gong do Bob Marley.
Compostos por membros afectados pela doença Poliomelite, os Israel Vibration são um exemplo de força e determinação e a prova viva de que, com muita fé e coragem, se consegue ultrapassar todos os obstáculos da vida.

Temas como “Why Worry”, “The Same Song”, “Licks and Kicks”, “Ball Of Fire” ou, mais recentemente, “Rudebwoy Shuffling” ou “Livity in The Hood”, fizeram o sucesso deste conjunto que continua a encantar o mundo inteiro com os seus concertos fabulosos.

Acompanhados pelos fantásticos Roots Radics, uma das melhores e mais conhecida backing band da história do reggae, os Israel Vibration vêm ao Porto apresentar, em primeira mão, o seu novo álbum “Stamina” que será editado durante o verão 2007.
Além dos temas novos, a banda irá também tocar todos os seus clássicos para satisfazer todos os amantes do reggae roots.

O início da noite contará com a actuação de dois soundsystems oriundos da cidade invicta, Youth Culture e Upfull Soundsystem.

A entrada custa 15 rastas e os bilhetes estão à venda nas Lojas FNAC, Abreu e em http://www.ticketline.pt/
Abertura das portas às 21h00.

Mudo Cão em tournee


Rouxinol Faducho na RTP


Castelo de S.Jorge com Actividades de Tempos Livres



Castelo de São Jorge
Festas de Anos e Actividades de Tempos Livres
Aventuras no Castelo de São Jorge

O Castelo de São Jorge apresenta um programa cheio de supresas e histórias sobre castelos, que inclui Festas de Anos e Actividades de Tempos Livres.

O programa é destinado a crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos de idade.
Nas Festas de Anos as crianças descobrem como era ser cavaleiro e dama na época medieval, com a companhia de um Mestre d´Armas, D. Randulfo e de uma aia, D. Mumadona.

São duas horas e trinta minutos de muita animação e brincadeira com um lanche no final.
Nas Actividades de Tempos Livres, durante uma semana, as crianças descobrem diversos aspectos da época medieval, através de diversas actividades, jogos, ateliers e workshops.

Estas actividades são realizadas em parceria com o Chapitô e com a Associação Danças com História.
A alimentação( almoço e lanche) está incluída no programa.

Vulcões em Cascais

Vulcões Napolitanos
no Centro Cultural de Cascais

Entre os dias 7 de Julho e 9 de Setembro, diversos óleos, aguarelas e guaches dos séculos XVIII e XIX, pertencentes à colecção da Fundação Duarte Pinto Coelho (Madrid), vão estar em exposição no Centro Cultural de Cascais.
Pela sua temática também marítima, esta mostra enquadra-se no âmbito da realização em Cascais dos Campeonatos do Mundo de Vela.
Colocado ao dispor do público por iniciativa da Fundação D. Luís, este valioso conjunto de óleos, aguarelas e guaches permite abordar o trabalho quase obsessivo de múltiplos artistas, muitos deles anónimos, que se interessaram pelo Vesúvio, o vulcão napolitano que há dois mil anos destruiu a cidade de Pompeia e que de então para cá tem conhecido períodos intermitentes de actividade.
A relação de Nápoles com o mar é, aliás, valorizada em algumas dessas obras, as quais, num alargado quadro de registos estéticos em que predomina uma visão romântica ou pós-romântica dos períodos críticos vividos “debaixo do vulcão”, exprimem essa contiguidade com força e originalidade.
A exposição abre ao público dia 6 de Julho pelas 21H30 e fica patente até 9 de Setembro de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e aos sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas.
A entrada é livre.

Xutos e Pontapés na Festa do Colete Encarnado




No Colete Encarnado 2007, o Grande Concerto estará a cargo dos XUTOS & PONTAPÉS,
Sábado, dia 7 de Julho, pelas 22.30 Horas,
no Parque Urbano de Vila Franca de Xira, junto á Praça de Touros Palha Blanco.

Os bilhetes, com o custo de 5 Euros, poderão ser adquiridos em: http://www.ticketline.pt/,
na sede da Ticketline (Av.ª Elias Garcia, 137, 3.º em Lisboa), nas Lojas Fnac, Bliss, Bulhosa, Worten e Viagens Abreu.

Em Vila Franca de Xira, os bilhetes poderão ser adquiridos a partir de 4.ª Feira (dia 4), no Posto de Turismo
(acesso pelas Avenidas Almirante Cândido dos Reis ou Pedro Victor),
e no próprio dia na bilheteira do Parque Urbano (somente entre as 17h00 e as 23h00).O Concerto é interdito a menores de 3 anos e Gratuito dos 3 aos 10 anos. Desconto com Cartão Jovem Municipal

Casting para Cinema


CASTING


ELENCO ADICIONAL E FIGURAÇÃO




LONGA-METRAGEM
“CORRUPÇÃO”

BASEADO NO LIVRO DE CAROLINA SALGADO




CRIANÇAS Até aos 8 ANOS
HOMENS E MULHERES DOS 25 AOS 60 ANOS.


De 02 a 13 de Julho 2007
HORÁRIO: 13:00 as 18:00
LOCAL: Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
Av. D. Carlos I, no 61, 1o andar – Santos - Lisboa
casting@utopiafilmes.com – 213909467

Zita Seabra lança Memórias comunismo



Zita Seabra conta memórias a Judite de Sousa

Hoje pelas 21h na RTP1, Judite de Sousa entrevistará Zita Seabra a propósito da publicação do livro, amanhã pelas 18.30h no Quartel do Carmo em Lisboa, sobre as suas memórias.


Zita Seabra foi uma das mais influentes dirigentes comunistas.

Entrou para o Partido Comunista Português aos 15 anos, onde permaneceu até ter entrado em ruptura com o partido e acabar por ser expulsa em 1989.

Agora, Zita Seabra, deputada do PSD, escreveu as suas memórias e vem ao programa, de Judite de Sousa, GRANDE ENTREVISTA falar dos seus 24 anos de militância comunista.

Museu da Água recebe obra de Manuel Carmo

Museu da Água recebe trabalho


de Manuel Carmo




Museu da Água, único museu português galardoado com o Prémio do Museu do Conselho da Europa (1990), tem vindo a organizar uma série de exposições cujo conceito procura ser mais abrangente.

As intervenções artísticas procuram organizar-se como discursos abertos e imprevistos que fortalecem a dimensão artística, dando oportunidade aos mais novos e intensificando o prestígio dos mais conhecidos.
A dinâmica do Museu da Água ultrapassa já a Europa e decerto todos os portugueses se orgulham desta realidade bem como o facto de estar na Presidência Portuguesa da União Europeia.
É neste contexto que o Museu da Água se honra de apresentar mais uma grande performance de Manuel Carmo.
Nascido em Lisboa em 1958, o pintor Manuel Carmo estudou arte e pintura no Ar.Co. No entanto, o seu estilo absolutamente contemporâneo não se inscreve em nenhuma escola, a sua obra desafia qualquer categorização.
O seu estilo inimitável de realismo fantástico está patente na sua arquitectura imaginária que nos desvenda a história da humanidade, seus valores e espiritualismo, pormenorizadamente detalhada nos cenários encantados das suas exposições.
Nos últimos 20 anos Manuel Carmo criou inúmeros trabalhos expostos em colecções privadas e públicas e em alguns museus nacionais e internacionais. Manuel Carmo encontra-se ainda representado em diversas galerias e em esculturas de arte urbana em Lisboa.
Sobre ele disse Nancy di Benedetto (Critica de arte em Nova Iorque)…. “A maior homenagem que se lhe deve fazer é o de que o seu trabalho não se insere em escolas ou movimentos predeterminados, a sua obra artística desafia uma categorização e rompe novos territórios na Arte do século XXI”.
Gostaria ainda de salientar que o mesmo autor recebeu em 2005 o Alto Patrocínio do então Presidente da República Portuguesa, Doutor Jorge Sampaio, para a grande exposição “1755 – Cemitério de Esperança” ou “ As 7 Virtudes para o Renascimento”, que assinalava a passagem dos 250 anos do terramoto de Lisboa, e cujo conceito primordial relembrou que mau grado situações de crise, elas evoluem pela vontade e sabedoria dos seres humanos para um futuro melhor através do exercício das sete virtudes focadas na exposição que em contraponto com os sete pecados permitem sempre o Renascimento.
Assim, em 2007, o Museu da Água honra-se de acolher mais uma vez uma grande exposição deste artista plástico, na Mãe-d’água das Amoreiras, subordinada ao tema “IN DEFINITION”.
IN DEFINITION FOI NOMEADA COMO REPRESENTANTE DA MODERNA ARTE PORTUGUESA E POR ISSO INTEGRADA OFICIALMENTE NO PROGRAMA CULTURAL DA PRESIDENCIA DE PORTUGAL DA UNIÁO EUROPEIA ESTANDO JÁ AGENDADAS POR ESTA PRESIDENCIA VÁRIAS VISITAS MINISTERIAIS E DE DELEGAÇÕES ESTRANGEIRAS A ESTA À EXPOSIÇÃO ATÉ AO TERMINUS.
IN DEFINITION – THE CORRIDOR OF WATER IN LIFE
IN DEFINITION – THE CORRIDOR OF LIFE IN WATER –


Esta exposição, que se iniciou na Mãe d’Água das Amoreiras no dia 3 de Julho com a Arca de Água vazia para limpeza e evolui dia 12 de Julho, para o terraço , faz parte do Projecto de Manuel Carmo IN DEFINITION, sobre a relação entre o ser humano e a Água, buscando no invertio a força evolutiva dessa relação.
Uma fase sucede à outra, completando-se e dando conceito global e unificado ao projecto.
No dia 3 de Julho, a Mãe-d’água das Amoreiras inverte-se. Ou seja, esvaziando o depósito de água, possibilita-se a visita ao seu interior, numa simbólica viagem ao que existe preambular à Criação, debaixo do elemento Água – Um Hino à Água.
No centro do Reservatório, uma enorme esfera simboliza a semente inicial da qual tudo nasceu.
No dia 12 de Julho, a Mãe-d’água das Amoreiras regressa ao seu posicionamento normal: água em baixo, no Reservatório de novo cheio.
Tudo o que estava em Baixo vai agora para Cima: o Terraço da Mãe d’Água enche-se com as fotografias gigantes até então ocultas na Arca de Água e, neste momento, projectadas para o Céu.
Deste modo se completa a alusão hermética tornando a Exposição visível do Céu para fruição dos passageiros dos aviões que sobrevoam Lisboa .
Foram enviadas cartas para todas as Companhias Aéreas no sentido de possibilitar a divulgação desta exposição nos voos com partida e chegada a Lisboa, de forma a contextualizar os passageiros para a performance única que terão a oportunidade de vislumbrar das suas janelas.

Rodrigo Leão na Torre de Belém

“Cinema” de Rodrigo Leão
ao vivo na Torre de Belém

Dia 6 de Julho, às 22h00, Rodrigo Leão & Cinema Ensemble sobem ao palco acompanhados pela Sinfonieta de Lisboa e por um grupo de convidados muitos especiais, para um concerto integrado nas Festas de Lisboa 2007

Neste espectáculo, Rodrigo Leão conta com mais de 30 músicos da Sinfonieta de Lisboa dirigidos pelo Maestro Vasco Pearce de Azevedo e com arranjos de Pedro Moreira. Ao palco sobem mais três convidados: Beth Gibbons, mundialmente conhecida como a voz e alma dos Portishead, Pedro Oliveira, vocalista dos Sétima Legião, que traz ao espectáculo uma evocação do arranque da carreira de Rodrigo Leão, e Ângela Silva, responsável pela dimensão lírica de alguma peças apresentadas.

O concerto que o músico traz à Torre de Belém baseia-se no cd "O Mundo - 1993 – 2006”, editado em Novembro de 2006.
O reportório é uma retrospectiva da sua carreira a solo desde “Ave Mundi Luminar” até ao mais recente “Cinema” passando ainda por temas que o compositor assinou para os Sétima Legião e Madredeus.

Festival na Guarda





Primeiro Festival Internacional de Guitarra da Guarda começa dia 5 de Julho

terça-feira, 3 de julho de 2007

Terra Firme de Torga apresentada em Coimbra


O Teatro Cerca São Bernardo (Coimbra) apresenta "TERRA FIRME"

5 de Julho às 21H30

Um drama em três actos, cada um coincidindo com uma festividade do calendário religioso-profano da aldeia duriense - os Reis, o Carnaval e o Compasso Pascal - o que significa, desde logo, uma preocupação antropológica do autor.
O conflito estabelece-se entre a opção da terra e a opção do mar.
Tio António, velho camponês agarrado à terra, sofre e desespera por o filho ter escolhido a vida de marinheiro e a andar há 20 anos no mar alto sem, jamais, ter voltado à terra. Obstinado com o regresso do filho, Tio António fica destinado à loucura, que se acentua com a morte da mulher e o leva ao internamento no Rilhafoles, sob o pretexto de ir buscar o filho finalmente regressado...

Acesso gratuito - Reservas: 239702630

Escola Superior de Dança com espectáculo



Finalistas da Escola Superior de Dança apresentam espectáculo no OP ART CAFÉ

Estreia TAGV COIMBRA




O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão
De Eric-Emmanuel Schmitt


Dias 5, 6 e 7 de Julho, às 21h30 no TAGV

O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é uma caixa de segredos. À maneira da loja do Senhor Ibrahin, muçulmano comerciante na Rue Bleu ou como a cabeça e o coração de Momo, o menino judeu que preenche os dias, os sonhos e as insónias do velho merceeiro imigrante do Crescente de Ouro. Por um lado, Muçulmanos e Judeus, e o cenário parece o do grande teatro da guerra; por outro lado, um velho e uma criança, e o palco é apenas uma caixa misteriosa em que se aprende a ternura, a vida e a morte, o perfume das flores que secaram dentro de um livro que é o Corão, mas que também podia ser a Bíblia ou a Thora.
O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é uma caixa de segredos que se transforma num teatro de pequenos gestos. Com palavras, também. Mas é na densidade e na leveza das coisas mais simples que se vai construindo, tecendo e entrelaçando a história de uma amizade através da qual o muçulmano adopta o judeu e o pequeno Moisés que é Momo é um Momo que se transforma também em Mohammed. E, pelo meio, há um urso-mealheiro que se parte para ir às putas da “Rua do Paraíso”, há uma fotografia autografada com dedicatória por Brigitte Bardot na sua passagem pela Rue Bleu, latas de sardinha roubadas à socapa pelo canto do olho do velho merceeiro, uma caixa de paté oferecida à mistura com uma aula de sorrisos, as fotografias das pontes do Sena, uma paleta de tintas para encher de cor o apartamento da Rua Azul e um carro sob a forma de tapete voador com o qual se viaja até às terras do Crescente de Ouro. Ah, é verdade, e há também o Corão e as duas flores secas entre as suas páginas.
O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão não é o grande teatro do mundo, é o teatro dos pequenos gestos. É por dentro de cada um deles que passa a memória, a vida e a alegria. É por dentro de cada um deles que passam as suas histórias e também as histórias de todos os outros gestos. E é também por dentro de cada gesto que passam as palavras. A palavra ternura e a ternura das palavras. Os gestos de paz e a paz de cada gesto. O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é, apenas, o teatro mais simples da vida.
João Maria André (Encenador)

Ficha Artística
Encenação e adaptação de dramaturgia João Maria André
Assistência de encenação Helena Faria
Actores Rui Damasceno e Hélder Wasterlain
Cenografia, adereços de cena e design gráfico Miguel Dominguez
Figurinos e adereços Andrea Inocêncio
Música João Lóio
Desenho de Luz Nuno Meira
Fotografia Rita Carmo
Movimento Cristina Leandro
Operação de luz e som Tiago André e Bruno Santos
Assistente de produção Cláudia do Vale
Produção Margarida Mendes Silva e TAGV

Preçário
Preço normal 12,00€
Preço estudante e sénior 10,00€
Espectáculo com desconto para AMIGOS TAGV e PROTOCOLO TAGV

Duração 1h20m (sem intervalo)
Espectáculo para maiores de 12 anos

Escola Superior de Dança: última exibição de2006/2007


Escola Superior de Dança
ùltima apresentação de 2006/2007
a 4 de Julho no átrio da Escola Superior de Dança

Carlos Alberto Moniz no Casino Estoril

Carlos Alberto Moniz
propõe música açoriana
no Casino Estoril

Carlos Alberto Moniz prossegue o seu ciclo de actuações no Du Arte Lounge dedicado à música popular açoriana. “Cada espectáculo terá um alinhamento diferente”, sublinha o artista, que é uma das principais referências das noites de Verão do Casino Estoril.

Natural da Ilha Terceira, o conhecido intérprete privilegia a genuína identidade da música açoriana.

Com um diversificado repertório, as letras das suas canções evocam o património cultural das diferentes ilhas, transportando a assistência para ambiências e sonoridades únicas.
O artista recupera composições tradicionais como são os casos de “Charamba”, “O Sol”, “Bela Aurora”, “Olhos Pretos”, “O Bravo”, “Pezinho Antigo”, “O Meu Bem”, “Pezinho”, “A Lira”, “Pezinho da Vila”, “A Favorita”, “Samacaio”, “Tirana”, “As Velhas”, “Saudade” ou Sapateia”.
No espaço intimista do Du Arte Lounge, Carlos Alberto Moniz convida, ainda, o público a ouvir canções açorianas mais recentes como “Chamateia”, “Fado dos Açores” ou “As Ilhas de Bruma”.
Com trinta anos de carreira, Carlos Alberto Moniz conquistou já várias gerações.

A sua versatilidade interpretativa proporciona momentos de rara qualidade, tanto no âmbito da música açoriana, como da canção de texto ou de tema para crianças.
Com a habitual empatia que estabelece com o público, Carlos Alberto Moniz é acompanhado, em palco, por Domingos Silva, ao piano, Nuno Fernandes, no contrabaixo e Natália Juskiewics, no violino.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

André Sardet no Casino Estoril

André Sardet na abertura
do ciclo de concertos no Casino Estoril


Em noite de estreia no Du Arte Lounge, André Sardet abre o ciclo dos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, na próxima Quinta-Feira, pelas 23 e 30.

O cantor propõe vários temas do álbum “Acústico”, editado em 2006.
“É a primeira vez que actuo no Casino Estoril. A expectativa é grande pela carga simbólica e emotiva que associo ao espaço. Já por lá passaram grandes nomes nacionais e internacionais”, nota o cantor.
Ao comemorar dez anos de carreira, André Sardet lançou “Acústico”, um registo que reúne os melhores êxitos do seu percurso musical. Nascido em Coimbra, o artista interpreta baladas como “Foi Feitiço”, “Quando Eu Te Falei de Amor” ou “O Azul do Céu”.
O disco propõe, ainda, outros temas: “Alma Devolvida”, “Nasce Sem Se Ver”, “Perto Mais Perto”, “Se Eu Disser”, “Pura Imperfeição”, “Hoje Vou Ficar”, “Um Minuto de Prazer”, “Cubo de Gelo” ou “Não Mexas no Tempo”.
“É o álbum que sempre quis fazer! É um sonho antigo que foi sendo adiado ao longo dos anos. Considero que é a forma de apresentar as minhas músicas que mais as aproxima da sua essência, tal como as compus”, explica.
Com natural satisfação pelo expressivo sucesso deste registo discográfico, André Sardet diz que “Excedeu as minhas expectativas! Não contava vender 150 mil unidades e ter este reconhecimento fantástico”.
Trata-se de uma retrospectiva do seu trajecto musical. “É um percurso crescente e consciente das limitações, das dificuldades, mas também convicto daquilo que tenho para dar ás pessoas que gostam da minha música”.
No prelúdio de mais um ciclo de concertos no Du Arte Lounge, André Sardet partilha, assim, o palco com o conjunto de músicos que o acompanham ao longo da tournée 2007: Miguel Amado, no Baixo, José Moreira, na bateria, Néne, na Guitarra, Ruben Alves, ao piano, Manu Teixeira, na Percussão. No coro, estarão Patricia Antunes e Patricia Silveira.

Urgências 2007

Urgências 2007

"O que tens de urgente para me dizer?"


Urgências 2007 é um espectáculo composto por seis peças curtas que tratam diferentes temas, sempre abordando a idéia de " urgência ". À semelhança das anteriores edições das URGÊNCIAS, realizadas em Outubro de 2004 e Julho de 2006 no Teatro Maria Matos, esta terceira edição desafia novos dramaturgos portugueses a escrever uma peça curta sob o mote: " O que é que tens de urgente para me dizer"?.

Cada um dos autores escreveu uma peça de 10 minutos dominada pela ideia de urgência-pelas palavras, emoções e questões que não se podem deixar para amanhã,mas também pela necessidade de procurar o "presente " do teatro. Cada um desses textos é construído em estreita colaboração com o elenco, pois outra das ambições deste projecto é estreitar a relação entre autores e actores na criação de Teatro.

O espectáculo URGÊNCIAS 2007 funciona como uma mostra da nova dramaturgia portuguesa e de distintas propostas de teatro e linguagens cénicas.

É acima de tudo uma oportunidade que o público tem de assistir a autores e actores a tomarem o pulso ao mundo que nos rodeia e a falarem dele com as palavras de hoje.

Prémio Maria Matos-2ª edição

Prémio Maria Matos
Nova Dramaturgia Portuguesa
O Teatro Maria Matos lança , este ano a 2ªedição do "Prémio Maria Matos, " com o objectivo de galardoar uma obra inédita de autores portugueses.
Esta iniciativa destina-se a estimular a escrita para teatro, assim como a revelar a existência de novos autores, através da apresentação de trabalhos criativos.
Qualquer informação sobre o regulamento deste Prémio deverá ser solicitada para:
Teatro Maria Matos
Tel. +351 21 843 88 00

domingo, 1 de julho de 2007

Ciclo Meg Stuart no Centro Cultural de Belém



CICLO MEG STUART NO CCB

BLESSED
Meg Stuart/Damaged Goods & Eira

3, 6 e 10 de Julho 21h00
Pequeno Auditório do CCB



O CICLO MEG STUART abre com BLESSED, uma nova coreografia que recupera uma velha colaboração: a da coreógrafa norte-americana com o bailarino português Francisco Camacho.


Coreografia: Meg Stuart
Interpretação e criação: Francisco Camacho e Kotomi Nishiwaki
Música: Hahn Rowe
Dramaturgia: Bart Van den Eynde
Instalação: Doris Dziersk
Assistente coreográfica: Abraham Hurtado

Direcção de produção: Tanja Thomsen

Produção: Damaged Goods e EIRA
Co-produção: Kunstencentrum Vooruit (Gent), Centro Cultural de Belém (Lisboa), PACT Zollverein (Essen), Volksbühne am Rosa-Luxemburg-Platz (Berlim), Théâtre de la Bastille (Paris), Festival d’Automne (Paris)
Francisco Camacho e Eira são apoiados pelo MC/IA

Meg Stuart fez a sua estreia como coreógrafa com Disfigure Study no Klapstukfestival em 1991. Mas foi durante os anos oitenta, em Nova Iorque, que o seu trabalho se consolidou – datam dessa altura as primeiras peças curtas.

Foi também neste contexto que conheceu o intérprete e coreógrafo português Francisco Camacho. Camacho havia completado a formação como intérprete durante este período
em Nova Iorque, e acompanhou Meg Stuart até à Bélgica, dançando nas suas peças iniciais. Depois desta colaboração, cada um seguiu o seu percurso artístico: Meg Stuart criou a sua companhia, Damaged Goods, em Bruxelas, trabalhando também em Zurique e Berlim. Camacho trabalhou como intérprete em criações de Alain Platel e Carlota Lagido, prosseguindo com a criação coreográfica desde 1988 e fundando, em Lisboa, a sua própria estrutura de criação e produção – a EIRA.
Em 1999, em Moscovo, os seus percursos cruzaram-se novamente, embora de forma breve, no decorrer do Projecto de Improvisação Crash Landing. Em 2007, estão novamente juntos, na peça criada pela coreógrafa para o bailarino, BLESSED, numa instalação sonora de Hahn Rowe.


MEG STUART


A coreógrafa e bailarina americana Meg Stuart foi viver para Nova Iorque em 1983 para frequentar a Universidade de Nova Iorque, onde obteve um BFA (Bachelor of Fine Arts) e prosseguiu estudos de dança na Movement Research, com aulas de técnica release e contacto improvisação. De 1986 a 1992 integrou a Randy Warshaw Dance Company, onde foi igualmente assistente do coreógrafo.
Fez a sua primeira grande peça, Desfigure Study, em 1991, a convite do Festival Klapstuk 91. Foi a primeira de uma impressionante série de produções que fez com a sua companhia Damaged Goods, sedeada em Bruxelas desde 1994: No Longer Readymade (1993); No One is Watching (1995); Insert Skin # 1 – They Live in Our Breath (1996) com o artista visual Lawrence Malstaf; Splayed Mind Out (1997, apresentada na documenta X, em Kassel), com o artista de vídeo Gary Hill; appetite (1998) com a artista Ann Hamilton; ALIBI (2001) e Visitors Only (2003), ambas em cooperação com a cenógrafa Anna Viebrock, o artista Chris Kondek e o compositor Paul Lemp; FORGERIES, LOVE AND OTHER MATTERS (2004), com o coreógrafo/bailarino Benoît Lachambre e o compositor Hahn Rowe; REPLACEMENT (2006); It’s not funny (2006, no Salzburger Festpiele), e, recentemente, BLESSED (2007), um solo com o bailarino e coreógrafo português Francisco Camacho. Em Junho de 2007 o novo trabalho MAYBE FOREVER, um dueto com o bailarino e coreógrafo austríaco Philipp Gehmacher, que teve a sua estreia no Kaaitheater, em Bruxelas.
Meg Stuart criou ainda Swallow My Yellow Smile (1994), uma encomenda da companhia de bailado da Deutsche Oper Berlin e, em associação com o designer gráfico Bruce Mau,
Remote (1997) para o White Oak Dance Project, de Mikhail Baryshnikov. Coreografou também para peças de teatro: Comeback (1999), Snapshots (1999) e Henry IV (2002), todas encenadas pelo alemão Stephan Pucher; Das goldene Zeitalter (2003), um projecto conjunto de Meg Stuart, Christoph Marthaler e Anna Viebrock para a Schauspielhaus-Zürich; e Der Marterpfahl (2005), encenada por Frank Castorf na Volksbühne am Rosa-Luxemburg-Platz, em Berlim. Em 2004 foi concluído o filme Somewhere in Between, do realizador francês Pierre Coulibeuf, adaptação de uma criação especial de Meg Stuart.
Um aspecto recorrente no trabalho de Meg Stuart e de Damaged Goods é a pesquisa de novas formas de cooperação e de contextos de apresentação para além do cruzamento entre o teatro, a arquitectura e as artes plásticas, patente na instalação de dança para a exposição This is the Show and the Show is Many Things, comissariada por Bart De Baere no Museum van Hedendaagse Kunst (Museu de Arte Contemporânea, actualmente SMAK) em Ghent (1974). Entre 1996 e 1999, esteve também envolvida, com Christine de Smet e David Hernandez, em Crash Landing, um projecto de improvisação para bailarinos, músicos, videastas, sonoplastas e designers, que teve cinco edições: Lovaina, Viena, Paris, Lisboa e Moscovo.
De Março de 2000 a Março de 2001 Meg Stuart e Damaged Goods criaram
Highway 101, em estreita colaboração com o encenador Stefan Pucher e o artista de vídeo Jorge Leon. O material de movimento, vídeo e som foi desenvolvido com uma equipa artística parcialmente variável, tendo em vista um certo número de lugares específicos. Highway 101 evoluiu assim para um projecto continuado, autocomemorativo e em constante redefinição, focando a memória, a relação com o público e o uso do espaço. Em Março de 2000, Meg Stuart e Damaged Goods realizaram uma primeira série de apresentações de Highway 101 no Kaaitheaterstudio, em Bruxelas. Seguiu-se Viena (Emballagen-Hallen), Paris (Centre Georges Pompidou), de novo Bruxelas (La Raffinerie du Plan K), Roterdão (TENT.) e Zurique (Schauspielhaus im Sciffbau). A instalação sand table e os solos soft wear, private room e I’ m all yours faziam parte originalmente de Highway 101, mas ganharam vida própria e desde 2001 têm sido frequentemente apresentados num programa partilhado com o escritor, encenador e actor Tim Etchells (Forced Entertainment).
Em 2005, Meg Stuart iniciou Auf den Tisch!, um novo projecto de improvisação para cujas sessões e apresentações convidou artistas, bailarinos e músicos.
A partir de 1997 a companhia Meg Stuart & Damaged Goods passou a estar em residência no Kaaitheater, em Bruxelas. De 2001 a 2004 esteve em residência na Schauspielhaus Zürich a convite de Christoph Marthaler. Desde a temporada de 2002-2003 Meg Stuart & Damaged Goods colaboram também com o Volksbühne am Rosa-Luxemburg-Platz, em Berlim.

Paralelamente à sua actividade coreográfica, Meg Stuart tem também dirigido workshops de composição e improvisação em instituições como o Fórum Dança, em Lisboa, o Movement Research, em Nova Iorque, PARTS, em Bruxelas, e ImPulsTanz, em Viena.
No ano de 2002 Meg Stuart e Damaged Goods receberam o Prémio de Cultura K.U.Leuven. Em 2006 Meg Stuart recebeu o Deutsche Theaterpreis DER FAUST pela coreografia de REPLACEMENT

FRANCISCO CAMACHO


Francisco Camacho (Portugal) estudou dança, teatro e voz em Portugal e prosseguiu os seus estudos em Nova Iorque no Merce Cunningham Dance Studio e no Lee Strasberg Theatre Institute. Dançou com diversos coreógrafos, como Paula Massano, Meg Stuart, Alain Platel e Carlota Lagido. Desde 1988 os seus próprios trabalhos têm sido apresentados na Europa, América e África. Para além dos solos e peças que dirigiu, criou também inúmeras performances em colaboração com artistas em dança e teatro. No âmbito das exposições de artistas como Pedro Cabrita Reis e Francis Bacon, desenvolveu projectos em locais específicos. Como actor participou em peças dirigidas por Lúcia Sigalho e em pequenas metragens. Lecciona regularmente em Portugal e no estrangeiro. A associação portuguesa da imprensa Casa da Imprensa consagrou o seu trabalho com os prémios Bordalo 95 e 97. Em 1994-1995 recebeu o prémio ACARTE/Maria Madalena de Azeredo Perdigão. Francisco é o fundador da EIRA, a sua própria empresa de produção.

Cool Jazz Festival



O CoolJazzFest chega em 2007 à 4ª EDIÇÃO.



Os nomes escolhidos para esta edição mantêm a fasquia de elevada qualidade que impusémos desde o início ao conceito do Festival: ALTA MISTURA.
Se não, vejamos: NORAH JONES, BUENA VISTA SOCIAL CLUB, MARIZA & AMIGOS (Carlos do Carmo, Tito Paris e Rui Veloso), GOTAN PROJECT, NOUVELLE VAGUE E TERESA SALGUEIRO & SEPTETO DE JOÃO CRISTAL.

O que se mantém, também, é a escolha criteriosa de locais ao ar livre para os espectáculos: Jardins do Palácio do Marquês de Pombal e Casa da Pesca em Oeiras, Jardim do Cerco em Mafra e Jardins do Casino do Estoril em Cascais.

Lugares únicos para assistir ao COOLJAZZFEST, Alta Mistura!

O mote “Alta Mistura” é, aliás, quase auto-explicativo. Alta qualidade nos artistas escolhidos. A nata dos cantores e instrumentistas das áreas do jazz, world music, músicas latina e portuguesa. Projectos com créditos firmados, cidadãos do mundo e da arte que fizeram da procura e afirmação de estilos próprios a sua razão de ser.
São sons para pessoas que gostam de ouvir canções, melodias, enganadoramente simples. Músicas que se imiscuem dentro dos corpos e que nos transformam em seres verdadeiramente de Verão, nas noites quentes e calmas em que estamos prontos para ouvir com todos os nossos sentidos.

ARTISTAS


NORAH JONES


Voz de veludo numa embalagem de cetim. Eis uma possível definição de um espectáculo de Norah Jones.
Para comprovar, basta deslocar-se no dia 22 de Julho aos Jardins do Casino Estoril, onde a cantora norte-americana dá a sua contribuição para o grande cartaz do CoolJazzFest de 2007.

Nos ombros carrega o facto de ter assinado com a mítica editora de jazz Blue Note, um pai famoso (o mestre da sitar indiano Ravi Shankar) e um álbum de estreia, “Come Away With Me”, que vendeu mais de 18 milhões de exemplares.

Norah responde com bom gosto, confiança e baladas que misturam suavemente jazz, pop e folk. Para desfrutar em noite de Verão nos Jardins do Casino Estoril, um oásis de calma e vegetação ao pé do mar.
http://www.norahjones.com/


22 DE JULHO * CASCAIS *JARDINS DO CASINO ESTORIL
INÍCIO DO ESPECTÁCULO 21h00

Africa Festival no Cinema S. Jorge

“Sons e Visões de África”
no Cinema São Jorge



A 3ª edição do África Festival conta com uma novidade: a mostra de cinema documental, “Sons e Visões de África”, em exibição no Cinema São Jorge, de 3 a 8 de Julho.
Este bloco de programação do festival tem como objectivo alargar e aprofundar o conhecimento da vida, da cultura e do imaginário dos países africanos.

A mostra é comissariada por Luciana Fina e Cristina Fina e conta com uma sessão especial de inauguração onde é apresentado, em estreia nacional, o mais recente filme do cineasta Abderrahmane Sissako, “Bamako”.

Outro dos pontos fortes é a exibição de “Amandla! A revolution in four part harmony”, de Lee Hirsch, no dia 4 de Julho, vencedor do prémio atribuído pelo público no Sundance Festival, em 2002. Também em estreia nacional chega ao Cinema São Jorge, no dia 7, “Mãe Ju”, um trabalho de Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves.

“Sons e Visões de África” encerra no dia 8 de Julho com o documentário “Lusofonia A (R)evolução”, seguido de uma sessão aberta de diálogo com o público e moderada pelo jornalista António Pires.

O África Festival é produzido pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural e integra o programa cultural das Festas de Lisboa 2007.


ÁFRICA FESTIVAL
“Sons e Visões de África” (mostra de cinema documental)
Cinema São Jorge 3 a 8 de Julho
Entrada livre até ao limite de lugares disponíveis.
Pressupõe o levantamento de bilhetes no dia, a partir das 13h00.
Não se efectuam reservas.




Festival Delta Tejo em andamento


CARTAZ DO FESTIVAL DELTA TEJO JÁ ESTÁ COMPLETO
A menos de um mês de invadir com boa música e bom café o Alto da Ajuda, em Lisboa, o cartaz do Festival Delta Tejo, que decorre entre 20 e 22 de Julho, já está completo.
Os brasileiros Ive Mendes e Clube do Balanço são os últimos artistas anunciados para dar aroma ao festival.
Ive Mendes é dona de uma voz melódica e a banda Clube do Balanço é responsável pelo renascimento do samba-rock na cidade de São Paulo.

Daniela Mercury, Orishas, Os Mutantes, Carlinhos Brown, Papas na Língua, André Sardet e ainda João Pedro Pais e Mafalda Veiga são outros nomes fortes que vão subir ao palco.
A programação do Delta Tejo celebra a união entre o universo do café e os mundos da música. Por isso, em território luso vão estar nomes importantes de países cuja cultura está intimamente ligada ao café: Timor, Angola, Brasil, Jamaica, México, Cuba, além de Portugal.
Além do Palco Delta, os amantes da boa música podem ainda viver novas sensações no Palco Montepio, por onde vão passar nomes como Terrakota, Mesa, Tito Paris, Cool Hipnoise e Mundo Secreto, entre outros.
Para equilibrar a intensidade das noites, é possível restabelecer energias na área da restauração, na tenda vip ou relaxar com massagens nos espaços de lazer e entretenimento, como o lounge.
Os bilhetes têm um custo de 25 euros por um dia e 40 euros para os três dias de festival.
O Festival Delta Tejo é um evento da Delta Cafés, promovido e realizado pela Música no Coração, que estima que o Alto da Ajuda receba cerca de 15 mil pessoas por dia.