quarta-feira, 30 de maio de 2007

Festas da Cidade

Festas de Lisboa 2007

Marchas e Arraiais populares chegam à cidade!


A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural apresenta mais uma edição das tradicionais Marchas Populares de Lisboa.
As primeiras exibições vão acontecer no Pavilhão Atlântico, nos dias 1, 2 e 3 de Junho, e o grande desfile vai encher e animar a Avenida da Liberdade na noite de 12 para 13 de Junho. Paralelamente decorrem, durante o mês de Junho, os tradicionais arraiais populares nos bairros lisboetas.

No Pavilhão Atlântico, as marchas desfilam pela seguinte ordem:

1 de Junho (sexta-feira):

21h00 Marcha Infantil “A Voz do Operário”
21h30 Marcha de São Vicente
22h00 Marcha da Bica
22h30 Marcha de Campolide
23h00 Marcha da Graça
23h30 Marcha do Castelo
00h00 Marcha da Madragoa

2 de Junho (sábado):

21h00 Marcha dos Mercados
21h30 Marcha de Carnide
22h00 Marcha do Lumiar
22h30 Marcha do Bairro Alto
23h00 Marcha do Alto do Pina
23h30 Marcha dos Olivais
00h00 Marcha de Alfama
00h30 Marcha de Marvila

3 de Junho (domingo):

21h00 Marcha de Benfica
21h30 Marcha do Beato
22h00 Marcha da Bela Flor
22h30 Marcha de Santa Engrácia
23h00 Marcha da Ajuda
23h30 Marcha da Mouraria
00h00 Marcha de Alcântara

No dia 12 de Junho, a partir das 20h45, a Avenida da Liberdade recebe o tradicional desfile das Marchas Populares de Lisboa, do qual fazem parte 22 marchas.
Desfilam em primeiro lugar as marchas extra concurso - Marcha Infantil “A Voz do Operário” e Marcha dos Mercados.
Depois, é a vez das marchas concorrentes, que se apresentam pela seguinte ordem: Mouraria, Olivais, Alto do Pina, Alcântara, Bica, Marvila, Alfama, Bairro Alto, Graça, Beato, São Vicente, Madragoa, Campolide, Benfica, Bela Flor, Lumiar, Santa Engrácia, Castelo, Carnide e Ajuda.

Desfilam ainda o agrupamento Afro, de Salvador da Bahia e o agrupamento de Castéllon de la Plana, integrados na iniciativa Festas em Trânsito.
Um intercâmbio cultural que levou a Espanha a Marcha de Alcântara em 2006 e que levará ao Brasil a marcha vencedora de 2007.

As Marchas Populares de Lisboa nasceram em 1932; dois anos mais tarde a autarquia lisboeta ficou responsável pela sua organização e integrou-as no que chamaria de Festas da Cidade.
Doze Bairros, cada um com uma marcha, saíram para a rua e desfilaram com música, traje e coreografia inspirados num tema que se pretendia que reconstituísse um uso ou costume local, entoando canções que recuperavam o cariz popular.
Em poucos anos, a cidade atribuiu às marchas o símbolo de identidade que permanece até hoje.


Marchas Populares no Pavilhão Atlântico
1, 2 e 3 de Junho 21h00
Entrada: 5€

Desfile na Avenida da Liberdade
12 de Junho 20h45

Corrida do Oriente apoiada pelo Casino Lisboa


Casino Lisboa associa-se
à Corrida do Oriente


Com cerca de dois mil atletas inscritos, a 6ª edição da “Corrida do Oriente”, está agendada para o próximo dia 3 de Junho, no Parque das Nações, sendo apadrinhada por Carlos Lopes, campeão olímpico da Maratona.
Trata-se de uma prova que tem alargado a sua importância, tanto no plano desportivo como social, e que conta novamente, este ano, com o apoio da Estoril Sol, através do Casino Lisboa.
Com a partida marcada para as 10 horas da manhã, na Zona Norte, no Parque do Tejo, perto do Casino Lisboa, este evento propõe duas corridas: uma certificada e de cariz competitivo, com a extensão de 10 quilómetros; e outra de puro convívio, intitulada “Correr para Viver”, com apenas dois quilómetros.
A “Corrida do Oriente” assegurou a participação de credenciados atletas de fundo, tanto a nível masculino como feminino.

São os principais favoritos para ganhar o primeiro prémio, no valor de 500 euros; o segundo, no montante de 400 euros; ou o terceiro, de 300 euros.
Num evento dedicado, também, às famílias e amigos, estão programadas múltiplas iniciativas como animação musical e circense, com números de palhaços, treinos, exercícios de aeróbica e de “stretching”, além de distribuição de brindes.
Sem fins lucrativos, a “Corrida do Oriente” foi instituída com o objectivo de auxiliar diferentes obras sociais.

A 6ª edição visa apoiar a construção da futura Igreja do Parque das Nações e a instituição Ajuda de Berço.

Festival de Sintra comemora 50 anos


O Festival de Sintra 2007 celebra os seus 50 anos e mais uma vez os magníficos palácios e quintas centenárias abrirão as suas portas para o cenário de momentos de música e dança porventura inesquecíveis…

Na Música, o piano continua a ser o instrumento de referência do Festival de Sintra que nesta 42ª edição convida Músicos de primeiro plano – Sequeira Costa, Nelson Freire, Trio Pizarro entre outros – e jovens revelações que continuam a desfilar em 2007 pelos Palácios Nacionais da Pena, Queluz, da Vila e pelas quintas da Regaleira e da Piedade.
Os repertórios abrangem mais de 20 compositores entre os quais Chopin, Bach, Liszt, Prokofiev, Strauss, Beethoven, Schubert, Rachmaninov, Debussy, Dvórák…

O não menos aplaudido Centro Cultural Olga Cadaval recebe quatro grandes companhias de dança.
A Cullberg Ballet da Suécia é considerada há quatro décadas como a companhia modelo da dança moderna.
«O melhor dos melhores» assim considerou o Sydney Morning Herald a Cloud Gate Dance Theatre de Taiwan.
A Introdans, considerada desde 1971 a maior e mais activa companhia de dança holandesa.
E por fim, a Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo de Vasco Wellenkamp, ao nível das melhores companhias europeias…

Sintra em Contrapontos chega também a novos públicos com os teatros, leituras e concertos para as crianças, com a Musica sacra na Igreja de S. Martinho, e com a grande «Macbeth’s» no Centro Cultural Olga Cadaval.

Novo Romance de Fernando DaCosta


V Encontros de Jazz de Coimbra


O Teatro Académico de Gil Vicente apresenta

Dia 31 de Maio_ 21h45
Dia 1 de Junho_ 15h00 e 21h45
Dia 2 de Junho_ 21h45

V Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra - I parte

Organização Câmara Municipal de Coimbra e JACC - Jazz ao Centro Clube

Para a primeira parte dos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra, Baldo Martinez Grupo, Carlos Bica Azul e Evan Parker / John Edwards / Chris Corsano são as formações que subirão ao palco do Teatro Académico Gil Vicente, cabendo ao Steve Lehman Quartet animar as "after-hours" do Salão Brazil, nas três noites desta quinta edição do festival.
Os nomes envolvidos neste evento são figuras de relevo no jazz que hoje se pratica e têm projectos muito próprios, mas as músicas que nos apresentam seriam certamente diferentes se não tivessem com eles os parceiros com que contam.

E é assim que trazem consigo na função de "sidemen" algumas das grandes referências hoje existentes.
É o caso de Jim Black, Chris Corsano e Nasheet Waits, três dos mais ilustres bateristas da cena internacional, ou de John Edwards e John Hebert, dois contrabaixistas de maior importância na actualidade.

Mesmo quando individualizado num nome, o jazz é uma prática musical intrinsecamente democrática em que todos os participantes estão entre iguais.
Podem ter papéis distintos, mas a contribuição de cada um é fulcral para os resultados alcançados.

Em Coimbra, isso será particularmente evidente, confirmando o género como a expressão da vivência numa sociedade constituída por homens livres ou a que tal aspira.
A arte será sempre o espelho da vida, ou o quadro em que esta é idealizada.

Programa:
Dia 31, 21h45
BALDO MARTÍNEZ GRUPO
Baldo Martínez contrabaixo
António Bravo guitarra
David Herrington trompeta
Eduardo Ortega violino
Pedro López bateria

O contrabaixista galego Baldo Martinez é um dos músicos mais representativos do jazz que hoje se faz na vizinha Espanha. Afastado das actuais correntes americanas, Baldo Martinez alterna a sua actividade musical entre um jazz dito europeu e a música livre improvisada. Destacam-se as suas colaborações com os trompetistas Kenny Wheeler e Paolo Fresu, o duo gravado com Carlo Actis Dato (membro da celebrada Italian Instabile Orchestra) e o seu envolvimento com nomes tais que Butch Morris ou Peter Kowald. Dirigiu o projecto miño, o qual consiste na apresentação ao vivo de um colectivo de nove músicos (entre os quais a cantora Maria João) que, numa linguagem contemporânea interpretam reportório tradicional da zona limítrofe entre Portugal e a Galiza. Em 1994, o contrabaixista forma aquele que será o projecto central da sua carreira, o Baldo Martinez Grupo, tendo com ele já gravado quatro discos. É com uma formação pouco vulgar no jazz (violino, trompete, guitarra, percussão e contrabaixo) que o Baldo Martinez Grupo estará entre nós para apresentar Tusitala (Karonte), o seu último disco.

1 Junho, 15h00
CONCERTO DIDÁCTICO
«O Jazz Visita as Escolas»
Pedro Costa animador
Alípio C. Neto saxofone

O concerto didáctico está estruturado em duas partes, cada uma equivalente a uma aula (aproximadamente 50 minutos cada parte com um intervalo pelo meio), e tem como objectivo de mostrar ao alunos os princípios básicos do Jazz, nomeadamente dar-lhes uma noção de improvisação. Não se pretende iniciar os alunos em qualquer instrumento, antes despertar o interesse por esta música, ou pela música em geral, fazendo-os perceber os rudimentos de um estilo musical completamente desconhecido para a maior parte deles.
O espectáculo é de entrada gratuita entrada gratuita (mediante marcação prévia) e direccionado para todas as crianças a partir dos 12 anos de idade.

1 Junho, 21h45
CARLOS BICA BELIEVER
Carlos Bica contrabaixo
Jim Black bateria
Frank Möbus guitarra

Com um novo álbum, Believer (ENJA), a merecer os mais entusiásticos elogios da crítica internacional, o trio Azul de Carlos Bica vai a Coimbra apresentar o seu jazz instrumental, em formato de canção, constituído por melodias simples com um assumido pendor pop. É esta a marca pessoal do excelente contrabaixista e compositor que é Carlos Bica. Músico capaz de um grande lirismo e de um refinado sentido de modernidade, aliando uma formação clássica a um investimento no jazz que o tornou numa das principais figuras deste género musical entre nós, Bica tem neste trio com o guitarrista alemão Frank Möbus e o baterista americano Jim Black o seu projecto de fusão com o rock. Um dos segredos deste trio reside na extrema simplicidade dos arranjos, permitindo assim destacar o valor das composições. Fundamentais para o produto final são os seus parceiros de há 15 anos.Frank Möbus é a figura central do grupo Der Rote Bereich e produto da prestigiada Berklee School of Music, faz um uso muito límpido da guitarra eléctrica, recorrendo apenas a delays e a um pedal de volume. Jim Black é líder dos AlasNoAxis e um dos mais requisitados bateristas, numa variedade de estilos que vai desde o avant jazz de Ellery Eskelin à revisitação dos clássicos protagonizada por Uri Caine.

2 Junho, 21h45
EVAN PARKER Trio
Lançamento novo CD
Evan Parker soprano tenor saxofone
John Edwards contrabaixo
Chris Corsano bateria

Evan Parker é sobretudo conhecido pelo seu contributo no desenvolvimento, nos anos 1960, da música improvisada de cariz europeu. É na assimilação da herança de, e, que Evan Parker forja o seu estilo imediatamente identificável, baseado numa técnica que lhe permite criar camadas sonoras polifónicas, graças a um perfeito domínio da respiração circular, resultando, em vez de uma melodia, uma sonoridade de fluidos movimentos multi-directionais. Evan Parker, por muito assinalado como um dos mais importantes saxofonistas desde John Coltrane, dará conta do motivo por que ganhou fama como um inovador, não só de processos de execução como até da linguagem que vem abraçando. Seja num típico formato do trio de free jazz (como é o caso), seja no domínio da música electrónica (o seu Electro-Acoustic Ensemble) ou em contextos de música étnica (o duo que manteve com Richard Nunns), Parker é um músico criativo em constante mutação de parâmetros. Com ele só podiam estar os melhores, são eles o contrabaixista John Edwards, colaborador dos experimentais Spring Heel Jack, e a grande revelação da bateria que é Chris Corsano, aplaudido tanto no jazz (com Paul Flaherty) como no rock (com Björk). Aquando deste espectáculo será lançado oficialmente o primeiro CD do trio, A Glancing Blow (Clean Feed).

Preçário:
Preço normal 10,00 euros
Preço sócios JACC/Estudantes 8,00 euros
Preço normal geral (3 dias) 25,00 euros
Preço sócios JACC/Estudante geral (3 dias) 20,00 euros
Concerto Didáctico_ entrada gratuita, mediante marcação prévia
Espectáculo com desconto para os AMIGOS TAGV

Bilheteira:
Aberta das 17h00-22h00 de segunda a sábado
Telefone: 239 855 636

O 1º de Junho na Póvoa do Varzim






A Póvoa de Varzim aliou-se a outras 13 cidades portuguesas e fundou o projecto “Cidades Amigas das Crianças”, que consiste na atribuição de maiores responsabilidades para com os munícipes, particularmente crianças.
É um projecto patrocinado pela UNICEF e pelo Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social e defende que numa “Cidade Amiga das Crianças”, os seus direitos, necessidades e prioridades fazem parte integrante das decisões e das políticas.
Para dar início ao projecto, a Póvoa de Varzim foi a cidade escolhida para a assinatura do protocolo, que vai ter lugar a 1 de Junho, Dia Mundial da Criança.

Para além de representantes dos municípios fundadores desta rede em Portugal, vai estar presente o Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva, em representação do Governo.

A cerimónia protocolar tem início previsto para as 10h00, no Estádio Municipal.
A rigidez protocolar vai depois dar lugar ao rebuliço infantil, já que os Pelouros da Educação e do Desporto estão a preparar um dia repleto de jogos, música e dança, no Estádio Municipal, a partir das 09h30.

Os convidados de honra são, como não podia deixar de ser, os alunos do ensino pré-escolar e do 1º ciclo de instituições da rede pública de ensino, de IPSS’s e de instituições particulares.

Contas feitas, mais de cinco milhares de crianças vão participar nos festejos, alternando as várias actividades desportivas que vão desenvolver nos campos sintéticos com os espectáculos de música e de dança, elaborados pelas próprias escolas e pelas academias Centro do Corpo e ArtDança, a que vão poder assistir nas instalações do Estádio Municipal.


Os espectáculos estão marcados para as 9h30, 11h00, 14h30 e 16h00.

Vitorino na Casa da Música


VITORINO

Porto, Casa da Música (Sala Suggia)
31 de Maio 22h00

Salazar à solta em Lisboa

Salazar está de regresso às ruas de Lisboa.

Até dia 5 de Junho, poderá ser visto e fotografado em locais como a Rua Augusta, Largo Camões, Amoreiras, Rossio e Rua do Carmo.

Venha ver.


Mas se não vier, ninguém o censura.

Dia 31 Maio - 13H/14H - R. Augusta e 18H30/19H30 - Amoreiras
Dia 2 Junho - 17H/19H - R. Augusta + Lg. Camões
Dia 3 Junho - 17H/19H - R. do Carmo + Rossio
Dia 4 Junho 13H/14H - Amoreiras e 18H/19H - R. Augusta
Dia 5 Junho - 13H/14H - R. Augusta e 18H30/19H30 - R. do Carmo


É já a 5 de Junho, SALAZAR, THE MUSICAL sobe ao palco do Teatro Villaret.
Uma comédia visual/musical (jeitosa) para ver de 3ª a Sábado às 21h30 e Domingos às 16h30.

Direcção JOHN MOWAT com JOSÉ PEDRO VASCONCELOS, MIGUEL MELO, MARGARIDA GONÇALVES e JOSÉ CONDE, JOSÉ OLIVEIRA e RITA NUNES cenário ERIC COSTA direcção musical RAMON GALARZA figurinos DINO ALVES apoio musical RUI REBELO

Bilhetes à venda Teatro Villaret, FNAC, Agências Abreu, ABEP e Alvalade e em www.ticketline.sapo.pt


Informações e reservas 707 234 234


Preço 18€ e 20€

terça-feira, 29 de maio de 2007

Festival de Marionetas e de Formas Animadas



Festival | FIMFA Lx7 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

Vários locais [31 de Maio a 10 de Junho]

FIMFA Lx7 traz à capital marionetistas de oito países diferentes

Dezasseis companhias de teatro reúnem-se em Lisboa

A partir de 31 de Maio e até 10 de Junho, Lisboa é palco do FIMFA Lx7 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas, uma iniciativa da Tarumba – Teatro de Marionetas, em parceria com a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural. A capital recebe dezasseis companhias de teatro profissionais, provenientes do Brasil, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Portugal e Reino Unido, que apresentam as mais recentes criações no universo das formas animadas.

“The Great War” é o espectáculo de abertura da companhia holandesa Hotel Modern que decorre no Teatro Maria Matos. As suas produções são conhecidas pela mistura de teatro, artes plásticas, teatro de marionetas, teatro de objectos, música, cinema e performance, produzindo espectáculos inovadores e polémicos. Neste espectáculo é abordada a guerra e o tormentoso matrimónio entre a vida e a morte, juntando histórias, verdadeiras e inventadas, sobre a fragilidade do ser humano, com o recurso a maquetas em miniatura, câmaras digitais, marionetas e actores.

O Teatro de Marionetas do Porto marca, também, presença no Teatro Maria Matos com a sua mais recente produção, “Cabaret Molotov”. Um trabalho de experimentação que junta as marionetas e o circo. Homens-coelho, homens-bala, ursos ciclistas, caniches cantores, dançarinos e bailarinas que dançam ao som de valsas, tangos, polkas, tarantelas e velhas canções de Kurt Weil.

Outro dos palcos da 7ª edição do FIMFA Lx7 é o Museu da Marioneta, que recebe “Angel” da Companhia Duda Paiva (Holanda e Brasil). O espectáculo reúne dança, marionetas e a confissão de uma história de amor profano, experimentando técnicas novas e pioneiras que animam e estendem a linguagem corporal da dança e da coreografia.

No C.A.Ma – Centros de Artes da Marioneta, Laurence Bigot (França) apresenta o espectáculo “Le Petit Cirque”, um projecto sonoro complexo, feito de madeira, plástico, fios, energia e fragilidade.

“Diva” da companhia dinamarquesa, Sofie Krog Teater é o espectáculo de encerramento agendado para o Museu da Marioneta. Aqui tudo é possível, as marionetas movem os olhos e o teatro revela a sua misteriosa vida interior. Um teatro de marionetas de estilo livre misturado com poesia bizarra.

Para além da apresentação de espectáculos de sala, de pequenas formas e de rua, é desenvolvida uma componente laboratorial e experimental que permite a aproximação e troca de experiências entre criadores, workshops destinados a profissionais, exposições, ciclo de filmes, quinzena dos livros, conferências e outras actividades.

O teatro de marionetas, de objectos ou de formas animadas, impõe-se no século XXI como um dos espaços nucleares da criação contemporânea, num espaço irreverente e de liberdade artística. O FIMFA Lx7 lança o convite para a descoberta da marioneta do futuro.

Nota: programa com sinopses, fichas técnicas e biografias em anexo.

Destaques

FIMFA Lx 7

Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

31 de Maio a 10 de Junho

“The Great War” – Hotel Modern (Holanda)

Teatro Maria Matos | 31 de Maio e 1 de Junho | 22h00

“Cabaret Molotov” – Teatro de Marionetas do Porto (Portugal)

Teatro Maria Matos | 2 de Junho às 22h00 | 3 de Junho às 17h00

“Angel” – Duda Paiva (Holanda e Brasil)

Museu da Marioneta | 5 e 6 de Junho | 22h00

“Le Petit Cirque” – Laurent Bigot (França)

C.A.Ma – Centro de Artes da Marioneta | 5 e 6 de Junho | 21h00, 23h00 e 24h00

“Diva” - Sofie Krog Teater (Dinamarca)

Museu da Marioneta | 9 de Junho às 22h00 | 10 de Junho às 17h00

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Programa especial na RTP2


SOCIEDADE CIVIL – ESPECIAL – Dia 31 de Maio às 23:30h na RTP2



Numa acção inédita, a RTP2 cria as condições para que os telespectadores possam decidir se querem ou não que os seus filhos vejam o filme sobre educação sexual para crianças que vai ser emitido no canal no dia 1 de Junho, às 20h30.

“Então é assim” é uma co-produção dinamarquesa-canadiana, um filme de animação para crianças, que ensina tudo o que os mais novos precisam de saber sobre como se fazem bebés. Este programa vai ser exibido no Dia Mundial da Criança, 1 de Junho, às 20h30.


A novidade está em que na véspera à noite, 31 de Maio, às 23h30m, a RTP2 promove uma edição especial do programa “Sociedade Civil” em que será mostrado o dito filme e debatida a sua adequação às necessidades e sensibilidades nacionais.

Esta “ante-estreia” destina-se a dar aos pais a possibilidade de visionar antecipadamente "Então é assim” e decidirem se a sua informação e linguagem conferem com o que gostariam de transmitir aos seus filhos na fase de vida em que se encontram.

Se os educadores entenderem que é prematuro expor as suas crianças a este produto ficam de sobre-aviso para que a televisão não esteja sintonizada na RTP2 dia 1 de Junho pelas 20h30.

Se, pelo contrário, encontrarem em “Então é assim” um bom apoio para a formação dos seus filhos, não devem deixar de se mobilizar para estarem com a RTP2 às 20h30 do dia 1 de Junho.



Casino Lisboa acolhe exposição do Pirilampo Mágico




Casino Lisboa
acolhe exposição
de “Pirilampos Mágicos”



No âmbito da Festa de Encerramento da Campanha Pirilampo Mágico 2007, a Galeria de Arte do Casino Lisboa acolhe uma exposição original, a partir de hoje, Segunda-Feira.


Estarão patentes vários “Pirilampos Mágicos”, decorados por diversas personalidades de relevo da sociedade portuguesa, nomeadamente, das áreas da cultura, espectáculo e dos media.
No espaço adjacente do Arena Lounge, estarão expostas, precisamente, 21 peças que se distinguem tanto pela sua dimensão, como pela invulgar textura e tons muito coloridos.
Até ao dia 11 de Junho, os visitantes do Casino Lisboa poderão apreciar, assim, os “Pirilampos Mágicos” e adquirir qualquer uma das peças em exibição, a partir dos 10 mil euros, colaborando, desta forma, com um projecto solidário.
Em sintonia com os seus valores institucionais, a Estoril Sol associa-se à Fenacerci para apoiar esta iniciativa de marcante cariz social.


Aliás, a Campanha Pirilampo Mágico envolve, também, mais de uma centena de organizações sem fins lucrativos e mobiliza milhares de pessoas, desde técnicos, a familiares e a cidadãos anónimos.
A exposição de “Pirilampos Mágicos” estará patente ao público na Galeria de Arte do Casino Lisboa, de 28 de Maio a 11 de Junho de 2007. Todos os dias, das 15 ás três horas da madrugada, excepto ás sextas e sábados, cujo horário será das 16 às quatro horas da madrugada.

domingo, 27 de maio de 2007

A Casa da Lenha no centenário do nascimento de Fernando Lopes Graça



A CASA DA LENHA




No centenário do nascimento do compositor Fernando Lopes-Graça António Torrado «Mostrar quem foi Fernando Lopes-Graça - o homem e o músico -, recordar os momentos mais marcantes de uma vida caracterizada pela luta política e dedicada a uma grande paixão pela música foi o objectivo do encenador João Mota e do Maestro António Sousa, quando se propuseram preparar um espectáculo que assinalasse os cem anos de nascimento do compositor.


O embrião de "A Casa da Lenha" começou a ganhar forma quando todo o material que o maestro António Sousa tinha recolhido sobre Fernando Lopes-Graça foi entregue em mãos ao dramaturgo António Torrado e lhe foi dada a incumbência de escrever uma peça em que o compositor fosse o protagonista e recordasse, em flashback, os eventos mais importantes da sua vida.»


Do programa do espectáculo estreado no Teatro Nacional D. Maria II a 16 de Novembro de 2006«É uma peça, pois claro que é uma peça, já que foi isso que me foi pedido, mas também é o guião de um espectáculo, o roteiro de uma exposição, a viagem de uma vida, o descarregar de uma memória, a travessia acidentada por um século, o pátrio vinte, que não foi fácil, nada fácil, para quem como Fernando Lopes-Graça se não inscrevia no extenso rol dos submissos e dos acomodados.


Ele e a sua circunstância são desenhados a esfuminho e cinza nesta peça que, se alguma pretensão tem, será a de reavaliar até que ponto um “anjo de pedra”, aposto que lhe foi atribuído por Eugénio de Andrade, resistiu, incombustível, ao Averno português em lume brando, consumidor de talentos, sorvedouro de gerações.»




António Torrado




António Torrado nasceu em Lisboa em 1939.


Poeta, pedagogo, escritor, dramaturgo, licenciou-se em Filosofia na universidade de Coimbra.Foi professor, Director Editorial e Quadro Superior da RTP, colaborou em vários jornais e revistas.Foi galardoado com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil (1980), Prémio de Teatro Infantil da Secretaria de Estado da Cultura (1984), Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1988), entre vários outros.Publicou na Campo das Letras "Vassourinha - entre Abril e Maio" (infantil, 2001), "Verdes São os Campos" (infantil, 2002), "Ler, Ouvir e Contar" (infantil, 2002) e "Este Rapaz Vai Longe - Fernando Lopes-Graça quando jovem" (infantil, 2006).

Programa infantil na Televisão

“ILHA DAS CORES” DA RTP2 JÁ É O TERCEIRO PROGRAMA MAIS VISTO PELAS CRIANÇAS


Com apenas duas semanas de exibição, e no target 4 - 14 anos, “Ilha das Cores” assume-se como o terceiro programa infantil mais visto do Zig Zag da manhã, faixa que pode ser considerada como o horário nobre das crianças.
Lembre-se que neste bloco de programação infantil, que dura cerca de quatro horas, são exibidos mais de 30 produtos diferentes.
Ou seja, é grande o mérito deste projecto pedagógico e lúdico da RTP2.
À frente da “Ilha das Cores”, encontram-se programas já com um longo caminho percorrido, como “Charlie e Lola” e “Dora, a Exploradora”.
Considerando sempre o target 4 - 14 anos, “Ilha das Cores” concentra cerca de um terço da atenção das crianças presentes no mercado, com uma média de 33,4% de share nos dez primeiros episódios

“Ilha das Cores” é um formato original português para as crianças em idade pré-escolar. Imagem real, desenho animado e bonecos manipulados: tudo ao serviço de divertidos ensinamentos, adequados às capacidades das crianças. Ensinamentos servidos com muita cor, muita música, muito afecto e, claro, com um permanente acompanhamento didáctico e pedagógico.

Revista recebe prémio

Revista “Egoísta”
recebe quatro prémios
em nova edição dos Papies

Propriedade da Estoril Sol, a revista “Egoísta” recebeu mais quatro prémios nacionais, na 16ª edição dos Papies. O conhecido certame que visa premiar os melhores trabalhos de comunicação gráfica, distinguiu as últimas três publicações temáticas da “Egoísta”, intituladas “Sonho Português”, “Paz” e “Escrever”.
Editada em Abril, a “Egoísta – Escrever” ganhou o Grande Prémio da Categoria Papies do Design Gráfico em Papel, enquanto o número especial dedicado à “Paz” foi galardoado na Categoria Trabalho Gráfico do Ano. O Grande Prémio na Categoria Papies das Revistas foi entregue ao tema “Sonho Português” e à “Egoísta – Paz”, sendo esta duplamente referenciada no evento.
Após avaliar o mercado das empresas gráficas, nomeadamente as entidades que se notabilizaram pelo seu desempenho, os Papies abrangeram, este ano, a área das publicações. Com cerca de dois mil trabalhos a concurso, a 16ª edição dos Papies contou, pela primeira vez, com a participação de agências de publicidade e gabinetes de design e produção.
Recorde-se, que a revista da Estoril Sol foi premiada, recentemente, pelo Clube de Criativos de Portugal, recebendo o Troféu de Bronze na categoria de Publicações Periódicas.
A “Egoísta” está nomeada, ainda, para melhor Magazine Design pelo Festival “One Show Design 2007”, cuja cerimónia decorrerá, no dia 12 de Julho, em Nova Iorque.

Pirata das Caraíbas enche salas de Cinema


PIRATAS DAS CARAÍBAS NOS CONFINS DO MUNDO

Estreia Arrebatadora



O novo filme - com a marca Walt Disney - estreia em Portugal batendo os recordes de abertura de bilheteira de 2007.

Em estreia mundial, mais de 27.000 espectadores desembarcaram ontem nas salas de cinema portuguesas para serem os primeiros a assistirem à mais alucinante aventura pelos confins do mundo… que marca o regresso de Johnny Depp, Orlando Bloom e Keira Knightley.

Neste novo projecto da Walt Disney, o nosso querido elenco navega pela deslealdade, traição e por águas selvagens numa nova e hilariante aventura.

Uma produção de Jerry Bruckheimer, realização de Gore Verbinski com argumento de Ted Elliott & Terry Rossio.

Concerto no Plano B


Macbeth Africano no Teatro da Trindade


NAMANHA MAKBUNHE
no Teatro da Trindade
A PARTIR DE “MACBETH” DE WILLIAM SHAKESPEARE
PRODUÇÃO TNDM II em colaboração com "Os Fidalgos" da Guiné-Bissau
TEATRO DA TRINDADE
MAI 31 – JUL 01
4ª a SÁB. 21H30 DOM. 16H00

a ascensão e queda de NAMANHA MAKBUNHE


O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, a partir de Macbeth de William Shakespeare, Namanha Makbunhe , encenado por Andrzej Kowalski. A partir de 31 de Maio no Teatro da Trindade vamos poder assistir a um espectáculo cujo elenco é inteiramente constituído por actores Africanos, que se deslocaram a Portugal, da Guiné, para interpretar a história da ascensão e queda um guerreiro do Mali. Namanha é um homem que vai sucumbir à ambição e sofrer as consequências.

Sublinhando as características universalistas do texto clássico, esta versão centra-se em três problemáticas transversais: a dualidade dinâmica da natureza humana (luta entre bem e mal); a atracção fatídica pelo poder; e o Homem como elemento de um todo transcendente e universal que pode, com as suas acções, contribuir decisivamente para a sua harmonia ou para o seu perigoso desequilíbrio.
Este projecto foi despoletado, e até certo ponto "inspirado", por uma cadeia de acontecimentos vividos recentemente na Guiné-Bissau mas ultrapassou rapidamente a condição de simples adaptação à realidade histórica, cultural e tradicional do país para se tornar numa transposição, bem mais complexa, de um Macbeth europeu para o universo africano.
Em África, o sagrado e o místico têm uma presença particularmente forte e interveniente na vida e acções das pessoas e este facto provoca, por vezes, que decisões e escolhas relativamente simples do ponto de vista eurocêntrico, no domínio da ética e da moral, ganhem uma densidade dramática. O que é "dramático" para um europeu pode não o ser para um africano e vice-versa.
Em termos plásticos e sonoros, Namanha Makbunhe recria climas e atmosferas de uma outra realidade, através da cor e das formas, da luz e da sonoridade de floresta, dos ritmos e dos cheiros.

Sinopse


O valente guerreiro Namanha Makbunhe, régulo de Iall, mata, em combate, o traidor Makumba, conseguindo a vitória para o rei Bolum. Ao regressar da batalha com o companheiro Borry encontra na floresta três feiticeiras que o saúdam: a primeira chama-lhe régulo de Iall, a segunda régulo de Cansala e a terceira dirige-se a ele como rei. Makbunhe fica perturbado e é nessa altura que chega Madiu, enviado de Bolum, que o felicita pelo seu novo cargo: Makbunhe acaba de ser distinguido com o título de régulo de Cansala.
Makbunhe fica eufórico: se a primeira profecia das feiticeiras está certa, então a segunda estará também e ele será, um dia, rei. Ao chegar a casa, as suas mulheres – Djatú e Rokya – têm reacções distintas à notícia. A primeira aconselha prudência ao marido, a segunda diz-lhe que não deverá esperar: o rei Bolum vem visitá-lo e deve morrer já.
Makbunhe mata o rei e o filho deste, Djagra, foge, temendo pela própria vida. O guerreiro assume o trono e a sua primeira preocupação é eliminar os rivais, sobretudo Borry, a quem as feiticeiras predisseram que seria pai de reis. Makbunhe envia um assassino matar Borry e o filho Bunka, mas a missão falha: o assassino consegue matar o pai, mas não o filho. Borry aparece ao rei na forma de fantasma e, muito assustado, Makbunhe manda chamar as feiticeiras para que lhe predigam o futuro. Estas dizem-lhe que ele não deverá temer nenhum homem nascido de ventre materno e que só será destituído quando a floresta de Foroba caminhar.
Makbunhe fica tranquilo, mas será sol de pouca dura: um exército liderado por Djagra caminha já na sua direcção, disfarçado com ramos de árvore. E é Madiu, que não nasceu "por via natural", mas foi arrancado da barriga da mãe, morta, que mata Makbunhe num confronto final.

adaptação encenação ANDRZEJ KOWALSKI
cenografia assistência de encenação LESZEK MADZIK
dramaturgia LUÍS MOURÃO
figurinos ESMERALDA BISNOCA
coreografia FERNANDO DE PINA
coreografia de combate EUGÉNIO ROQUE
voz elocução RUI BAETA
assistência de cenografia VVOJTEK ZIEMILSKI

COM

ALBINO DJATA AMÉLIA DA SILVA AVELINO NETO BRAIMA GALISSÁ DALATON BORRALHO DJAMILA VIERA DOMINGOS GOMES MARQUES HELENA SANCA ILESA AFONSO DA COSTA JORGE QUINTINO BIAGUE JOSEFINA MASSANGO MÁRIO SPENCER MUSSA CÂMARA SOFIA LAURA RODRIGUES ISABEL VICENTE FERREIRA FRANCELINO CORREIA SILVÉRIO CAETANO



Macbeth no S. Carlos


Teatro Nacional de São Carlos
31. Maio 4. 6. 8. Junho às 20:00h 2. Junho 2007 às 16:00h

direcção musical Antonio Pirolli
encenação Elena Barbalich

com Johan Reuter e Dimitra Theodossiou nos papéis principais

Teatro Nacional de São Carlos
31. Maio 4. 6. 8. Junho às 20:00h 2. Junho 2007 às 16:00h

direcção musical Antonio Pirolli
encenação Elena Barbalich

com Johan Reuter e Dimitra Theodossiou nos papéis principais

Festival de Marionetas



FIMFA LX7 promove universo das marionetas e formas animadas
Marionetas do futuro chegam a Lisboa


A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural e a Tarumba – Teatro de Marionetas, apresentam a 7ª edição do FIMFA Lx – Festival Internacional de Marioneta e Formas Animadas, de 31 de Maio a 10 de Junho, em vários locais, nomeadamente no Museu da Marioneta e no Teatro Maria Matos.
O projecto, de dimensão internacional, pretende promover e divulgar uma área específica de expressão artística: o universo das formas animadas.
Lisboa volta a ser palco para companhias profissionais, de mérito internacional, apresentarem as suas mais recentes criações. O teatro de marionetas, de objectos ou de formas animadas, impõe-se no século XXI como uma das áreas nucleares da criação contemporânea, um espaço irreverente e de liberdade artística.
As pontes criadas entre as marionetas, a dança, o teatro, as artes plásticas e as novas tecnologias, originam projectos inovadores que abalam o tecido artístico, nas suas várias facetas, e quebram tabus, permitindo denominar esta realidade artística de “nova marioneta”.
O FIMFA Lx7 convida para a descoberta da marioneta do futuro, numa perspectiva de transversatilidade artística, e utilizando uma grande diversidade de técnicas: sombras, objectos, manipulação directa, teatro visual, entre outras, e propostas estéticas.
O programa do festival inclui, também, uma componente laboratorial e experimental que permite a aproximação e troca de experiências entre criadores, workshops destinados a profissionais, exposições, conferências e outras actividades.

Casino Lisboa e o Pirilampo Mágico



FESTA DE ENCERRAMENTO
CAMPANHA PIRILAMPO MÁGICO 2007

28 Maio, 19h – CASINO LISBOA


Venha celebrar connosco 21 anos de solidariedade na grande festa
de encerramento da Campanha Nacional do Pirilampo Mágico 2007.
No dia 28 de Maio, às 19h, no Casino Lisboa, Malato, Palato e ainda
21 mega pirilampos e seus ilustres criadores, prometem surpreendê-lo.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Piratas das Caraíbas-Nos Confins do Mundo


Johnny Depp soma e segue



Este projecto da Walt Disney vai certamente consolidar o êxito obtido pelos anteriores filmes.


Piratas das Caraíbas- Nos Confins do Mundo continua a saga de 2006 com os nossos heróis Will Turner ( Orlando Bloom) e Elizabeth Swann ( Keira Knightley) aliados ao Capitão Barbossa( Geoffrey Rush) atentarem desesperadamente libertar o Capitão Jack Sparrow( Johnny Depp) da armadilha que lhe foi montada por Davy Jones. Com o seu barco, o temível Holandês Voador, Davy Jones apoiado pela Companhia das Índias vai causar destruição nos SeteMares.

Mas navegando por entre traições, deslealdade e águas turbulentas, o heróico trio abre o seu caminho até Singapura e enfrenta o sagaz Pirata Sao Fen ( Choww Yun-Fat ).
Assim e chegados aos confins do Mundo chegou a hora de cada um fazer a sua escolha, numa batalha titânica; não são já a suas vidas ou o dinheiro que estão em jogo mas sim a forma de estar e viver de um Pirata-eterno amante da Liberdade!

Que dizer das interpretações? - Orlando Bloom e Keira Knightley são vigorosos piratas, defensores das suas liberdades ( a fase de aprendizagem já passou) e Johnny Depp é ele próprio.
Majestoso, divertido, atingindo as raias do cómico, mas sustentando sempre a essência de um Pirata- a sua Liberdade.


O filme foi produzido por Jerry Buckheimer e dirigido por Gore Verbinski. O argumento è da dupla Ted Elliott e Terry Rossio.


A Cantora Careca no 8º Festival de Teatro Académico de Lisboa

Ontem, no 8º Festival de Teatro Académico de Lisboa assistiu-se à representação da peça, a "Cantora Careca" de Eugene Ionesco.
A Cantora Careca, escrita em 1954, explora o mecanismo ridículo da linguagem do casal e da vida, o absurdo da cultura, a decadência dos valores familiares, as conversas cegas, as palavras ocas e doentes.
O que o autor lamenta é o nivelamento da individualidade, a aceitação dos rótulos pelas massas, as idéias compradas prontas, que transformam progressivamente as nossas sociedades de massa em colecções deautómatos de controlo centralizado.

Eugene Ionesco foi um dos maiores dramaturgos do teatro do absurdo.
Além de ridicularizarem as situações mais banais, as peças de Ionesco retratam de uma forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência.

A representação esteve a cargo do grupo Máscara Solta, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a encenação foi de Susana Oliveira.

Um bom trabalho que merece ser re-visto.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Exposição sobre Laura Alves

“Laura Alves – Uma Actriz, um Teatro e um Empresário”

O espaço comercial Monumental recebe, entre os dias 29 de Maio e 07 de Junho, das 10 às 24 horas, a Exposição “Laura Alves – Uma Actriz, um Teatro e um Empresário”.
A ideia é do actor Miguel Villa, que em memória da artista e em virtude dos 21 anos do desaparecimento deste ícone do teatro português, vem avivar a memória daqueles que com ela partilharam o palco e dos que apenas a admiravam.
Com este gesto o actor pretende ainda dar a conhecer aos mais novos o trabalho de Laura Alves.
Miguel Villa apresenta ao público parte do seu espólio pessoal do qual fazem parte caricaturas, cartazes de época, fotografias de cartaz, fotografias de cena e programas das peças protagonizadas pela actriz.
O local escolhido para a exposição prende-se com o facto deste ter sido a casa onde a actriz trabalhou durante anos, o antigo Teatro Monumental, destruído em 1982.
Na apresentação vão estar presentes nomes da ribalta e colegas de trabalho da actriz como Alda Pinto, Alina Vaz, Carlos Quintas, Cláudia Martins, João Rodrigo, Jorge Sousa Costa, Paulo Alexandre, Ruy de Carvalho, Simone de Oliveira, entre outros.
Fernanda Baptista, José Raposo, Maria João Abreu, Maria de Lourdes Resende e Vasco Morgado, filho de Laura Alves e proprietário do Teatro Villaret, também assinalam presença nesta merecida homenagem.

Nascida a 08 de Setembro de 1921, na Rua de São Bento, em Lisboa, estreia-se como profissional a 20 de Agosto de 1935 na peça “Duas Garotas em Paris”, no Teatro Politeama.
A carreira da actriz prossegue no teatro de revista e no cinema.
Em 1951 inaugura o Teatro Monumental com a peça “As Três Valsas” ao lado de João Villaret e aí se mantém até 1982, ano em que pisa o palco pela última vez na peça “O Pai Precisa-se”. Aquela que foi uma das maiores actrizes portuguesas do século XX abandona-nos a 06 de Maio de 1986.

Inauguração
28 de Maio – 18:00 – Espaço comercial Monumental (Ao Saldanha)

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Katia Guerreiro com a Orquestra Metropolitana de Lisboa


Katia Guerreiro em concerto com Orquestra Metropolitana de Lisboa
Três concertos marcados no Porto, Figueira da Foz e Lisboa



A fadista Katia Guerreiro é a convidada do Maestro Álvaro Cassuto e da Orquestra Metropolitana de Lisboa para interpretar a peça “Fados Sinfónicos”.
Os concertos, inseridos na sua digressão “Juntos num Programa dedicado ao Fado”, estão marcados para o Coliseu do Porto, dia 25 de Maio, para o Casino da Figueira da Foz, no dia 26 de Maio e para a Aula Magna, em Lisboa, a 27 de Maio.
Para além da peça “Fados Sinfónicos”, Katia Guerreiro vai interpretar ainda quatro dos seus fados, orquestrados por Vasco Pearce de Azevedo: “Segredos”, “Rosa Vermelha”, “Amor de Mel, Amor de Fel” e “Os Meus Versos”.


Katia Guerreiro

Nascida a 23 de Fevereiro de 1976, na África do Sul, Katia vai, ainda criança, para os Açores.

É com a idade de 15 anos, a tocar a “Viola da Terra” - um instrumento tradicional do Arquipélago, que dá início ao seu percurso musical.

Lisboa é o seu próximo destino onde frequenta e termina o curso de Medicina.
Em 2000, num concerto de homenagem a Amália Rodrigues realizado no Coliseu de Lisboa, Katia Guerreiro abraça o Fado.

Editado em 2001, Fado Maior é o seu primeiro CD. Disco de Prata, nomeado para o Prémio José Afonso, pioneiro na Coreia do Sul (onde atinge o Top de Vendas), é representado no Japão pela Latina e na Europa pela Empreinte Digitale.

Nas Mãos do Fado é o seu segundo CD, lançado no mercado em Dezembro de 2003. Com uma nova nomeação para o Prémio José Afonso, Katia selecciona para esta obra um repertório rico em poesia com os maiores nomes da literatura portuguesa entr os quais Luís de Camões, Florbela Espanca, Ary dos Santos e António Lobo Antunes.

Em Outubro de 2005 Katia Guerreiro lança no mercado o seu terceiro CD Tudo ou Nada com poemas de Vinicius de Moraes, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes e onde conta com Bernardo Sassetti ao piano na faixa “Minha Senhora das Dores”.

É disco de ouro, com mais de 10.000 discos vendidos.

Em Novembro de 2006 foi relançado o álbum Tudo ou Nada, que conta com dois temas bónus gravados com Ney Matogrosso, durante a passagem do artista brasileiro por Lisboa.

Um dos temas é “Menina do Alto da Serra”, do álbum "Tudo ou Nada", e o outro “Lábios de Mel”, que faz parte do último álbum de originais de Ney Matogrosso.

Pedro Jóia é o guitarrista que acompanha Katia e Ney por esta incursão luso-brasileira.

Encontro de Poetas em Coimbra


VI Encontro Internacional de Poetas

sob o tema "Poesia e Violência",

a decorrer em Coimbra

de 24 a 27 de Maio.

Carmina Burana no Castelo de S.Jorge


Carmina Burana no Castelo de São Jorge


Dia 26 de Maio, pelas 22h00, o Castelo de São Jorge recebe Carmina Burana.
Da autoria de Carl Orff, a cantata cénica mais célebre de todos os tempos faz parte de uma trilogia concebida pelo compositor alemão.

A obra apresenta a lírica trovadoresca medieval que cantava o prazer da bebida, os excessos, a fugacidade do tempo e o amor.

A obra é baseada em textos descobertos num velho mosteiro beneditino e é acompanhada pelo símbolo da antiguidade – a roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente a boa e a má sorte.

Numa realização com a Op - Companhia Portuguesa de Ópera e produção da evi – eventos ibéricos, a execução deste projecto cénico / musical, pela primeira vez, permitirá projectar o Castelo de São Jorge como um palco privilegiado para este tipo de acções musicais.

O elenco artístico conta com 47 elementos, entre eles: solistas, coristas, pianistas, percussionistas, bailarinos e acrobatas.

Cordas em Quarteto no Centro Cultural de Belém

Quatro mulheres, um quarteto de cordas, um "acontecimento sonoro"
Ciclo 4 Quartetos: QUARTETO PSOPHOS
25 Maio 21h00 Sala Luís de Freitas Branco CCB
PROGRAMA:
Robert SCHUMANN (1810-1856)
Quarteto de cordas n.º 1 em Lá Menor, Opus 41 n.º 1
Henri DUTILLEUX (n. 1916)
Ainsi la nuit para quarteto de cordas
Anton DVORÁK (1814-1904)
Quarteto de cordas n.º 14, Opus 105 B 193

Palestra sobre António Homem Cardoso na Sociedade Nacional de Belas Artes


Música no Stage em Setúbal






Em 1983, com 15 anos, Dj Vibe teve a sua primeira actuação no Clube Bataclan, em Lisboa.



Dois anos depois, é convidado para abrir o Plateau em Lisboa e em Fevereiro de 1988, inaugura o lendário Alcântara-Mar.



No Verão desse ano, inicia no Kremlin aquela que foi a sua mais longa residência até hoje: cerca de sete anos, todas as noites, excepto domingos.
O projecto Underground Sound of Lisbon nasce também nessa altura com Rui da Silva e o seu maior sucesso, "So get up", chega a número 1 nas tabelas de todo o mundo, tendo vendido mais de 40 mil singles e mais de 1 milhão em compilações através da editora Tribal America Records.
Dj Vibe inicia, em 1994, na Antena 3, o programa "Dancefloor", agora com o nome "Dj Vibe Mix Show", emitido todos os sábados, à meia-noite.
Desde 1998 conta com uma residência no Lux Frágil, tocando durante toda a noite, uma vez por mês.
Pelo terceiro ano consecutivo, Dj Vibe faz parte da lista dos 100 melhores Djs do mundo, alcançando, em 2006, o 46º lugar da tabela da DJMag. Também no ano passado, lança o duplo CD "Global Grooves 03", editado pela Kaos.
A excelente técnica de mistura, bem como o estilo único que abrange um vasto número de géneros dentro da música de dança, concedem a Dj Vibe um estatuto próprio e levam-no a ser frequentemente convidado para actuar em alguns dos melhores clubes do mundo.



DJ Phil (www.myspace.com/phil_freshkitos)



DJ Phil faz parte, juntamente com Gustavo Pereira, da dupla Freshkitos, criada há cerca de três anos. Actualmente (e desde há uns anos) a organizar os “The Oporto Official Afterhours”, Filipe Rodrigues, foi também responsável pela loja Bimotor Porto. No âmbito dos Freshkitos, projecto que abrange as mais variadas vertentes do house, electro, techno ou acid, DJ Phil, já actuou, em inúmeros locais em Portugal e no estrangeiro, e ao lado de nomes como Laurent Garnier, Felix Da Housecat, Ricardo Villalobos, Tiga, 2manydjs, Booka Shade, Steve Bug, Dixon, Henrik Schwarz, M.A.N.D.Y., Dj T, Harvey e muitos outros.



Contacto de imprensa:
Helena César – Speak
Tel.: 21 343 22 34
E-mail: helenacesar@speak.pt

" O Bando " com nova produção



Um processo de contaminação
Um autor, um texto, três produções internacionais

Mais Música no Maxime


Coldfinger no Frágil

Hoje na discoteca Frágil, em Lisboa, pelas 23h os Coldfinger actuam num concerto de apresentação do seu mais recente trabalho, “SUPAFACIAL”.

Quando ouvimos a primeira faixa do novo disco dos Coldfinger, surge a questão, se será Coldfinger?
Pelo menos, parece a Margarida Pinto... Em pouco tempo tudo se esclarece, percebem-se os Coldfinger, percebe-se a Margarida Pinto e percebemos que se trata de “SUPAFACIAL”, o novíssimo single, para o novo álbum dos Coldfinger, “SUPAFACIAL”.
É Coldfinger!
Para aqueles que seguem a banda desde a sua estreia em 1999 com o “EP 01”, a estranheza inicial dissipa-se facilmente.
Afinal, já nessa altura os Coldfinger nos apresentaram de forma compactada o largo espectro de emoções e atitudes que são capazes de transformar em música.
Em 2000,com o álbum de estreia “Lefthand”, levaram-nos numa viagem em contramão ao íntimo dos Coldfinger, aos recantos fumarentos da sua sonoridade, onde a voz de Margarida Pinto surge suave e limpa sobre a rudeza das máquinas, nas produções envolventes e intensas de Miguel Cardona.
Em 2001, “ Return to Letfhand” traz-nos novas visões deste mundo pela mão de vários remisturadores. Em 2002, dão um passo na direcção da luz para nos trazerem “Sweet Moods & Interludes”, o segundo álbum de originais, que revelou uns Coldfinger amadurecidos, de sonoridades quentes e circunspectivas, conscientes.
Em 2003 editam “Live Coda” um disco gravado ao vivo numa apresentação intimista e despretenciosa, despido de artifícios.
Sempre conceptuais, com esta edição os Coldfinger fecharam um ciclo.
Como a Coda indica.
Colocaram-se num ponto estacionário e remeteram-se ao silêncio,ao início.

É assim que cinco anos passados sobre a última edição e com nova formação(Miguel, Margarida, Nuno e Ruca), os Coldfinger, voltam para nos surpreender.
“SUPAFACIAL”, talvez por ser o primeiro dos temas é o que mais nos surpreende, de resto este é o tema que serve de mote ao álbum.
Depois, bem... Depois aproveitam para fazer contas com o trip-hop de Bristol abrindo novas pistas em discurso directo e curto, passam pelo “ discopunk” contagioso, pela pop atrevida servida na voz sensual de Margarida, e por temas em que a vertigem do passado se ilumina para um reencontro dos Coldfinger com a sua própria história.

Nem tudo é tão óbvio.
Apresentam novos resultados para o experimentalismo de outros trabalhos, uma nova arquitectura de sons e estruturas, e um rock surpreendente com avisos vários à navegação: atenção power rangers musicais e censores da pide, nasty nasty é o que os Coldfinger prescrevem para os nossos ouvidos.

Tudo é tão óbvio.
Em pouco tempo, tudo se esclarece, e esgota-se o novo álbum. “SUPAFACIAL” é curto e carrrrrrrrrrrrrrregado de grandes canções, singles e mais singles, com singles atrás de singles. São guitarras contaminadas pelos synths da amargura e o fado do loop engravatado em que o “bastard” é um ser só, a jogar num cabaret do futuro com o Blues na era do Mp3.
A velha estória do gato e do rato. Sente-se o doce sabor do vício e da viagem sem retorno.
“Missunderstone” é o epílogo perfeito para o novo disco.
É o tema em que os Coldfinger regressam ao ventre musical que os nutre, que é a magia da voz de Margarida.
“SUPAFACIAL” é uma forma de estar, uma afirmação desprendida da consciência do valor superficial das coisas e, porque não, também da música.
O constatar do valor facial da música.
Como o da moeda.
E que duas outras coisas fariam girar assim o mundo?
Coldfinger 2007

Créditos fotográficos: Rita Carmo

Música no Teatro Académico de Gil Vicente


Dia 24 de Maio
21h30
SENSES
Ciclo de música electrónica e multimédia
Murcof
Leaf Static
Organização TAGV, no âmbito da programação «TAGV Digital»
Programação Afonso Macedo e David Rodrigues



O ciclo «Senses» pretende ser uma mostra de formas de criação contemporânea em que música e imagem se combinam em espectáculos multimédia.

O trabalho com a materialidade digital será o denominador comum aos artistas a apresentar. Além de espectáculos, haverá a realização simultânea de mostras de vídeo, exposições, conferências, debates, showcases e workshops de criação de música digital, com o objectivo de alargar a interacção entre artistas e público.

«Senses» decorre uma vez por mês, de Janeiro a Junho de 2007, e integra-se na programação TAGV Digital, dedicada à relação entre as artes do espectáculo e as novas tecnologias.

«Senses» é uma organização do TAGV, com programação de Afonso Macedo e David Rodrigues.


Natural de Tijuana, México, Fernando Corona iniciou o seu projecto Murcof no ano de 2001. O seu trabalho centra-se numa composição electrónica bebedora do filão neo-clássico de Arvo Pärt ou Henryk Górecki, percussão microscópica digital e melodias estruturadas em segmentos de cordas conferidoras de um calor orgânico raro entre os seus pares contemporâneos.

Uma reflexão sobre a forma digitalizada de interacção com o mundo, connosco e com os outros, recentrando o humano como destinatário primordial da arte, independentemente dos meios usados no processo criativo.

O seu trabalho divide-se entre bandas sonoras para dança, curtas-metragens ou jogos vídeo e música em tempo real para películas, como o seminal “Metropolis” de Fritz Lang, remisturas para Miles Davis ou Kronos Quartet.

Integrou ainda, sob o nome Terrestre, o colectivo Nortec (músicos electrónicos e artistas multimédia de origem mexicana).
Mais info em: http://www.murcof.com/; www.myspace.com/murcof; www.theleaflabel.com


Preçário
Preço normal 8,00€
Preço estudante e sénior 6,00€
Espectáculo com desconto para os AMIGOS TAGV





No dia 24 de Maio os fãs de Piratas das Caraíbas, numa acção sem precedentes em Portugal, poderão assistir ao filme em estreia mundial - desde as 0h00 às 24h00 do dia seguinte nos seguintes cinemas abertos para o efeito 24 horas seguidas:
Medeia Monumental-Saldanha, Cinemas Millenium Alvaláxia, UCI El Corte Inglês Lisboa, UCI Arrábida 20, Cinema Lusomundo Colombo e Cinema Lusomundo Parque Nascente.

Macbeth no Teatro das Figuras



O Teatro das Figuras apresenta:

TEATRO
MACBETH de William Shakespeare
Encenação de Bruno Bravo
Dia 23, quarta-feira, 15h 00 e 21h 30

Encontros de Jazz de Coimbra


" A Filha Rebelde " em digressão

Depois do sucesso em Lisboa, o espectáculo A Filha Rebelde inicia uma digressão com paragens em Espanha, no Teatro de Madrid, de 24 a 26 de Maio, no Porto, no Teatro Nacional de São João, no âmbito do FITEI, a 6 e 7 de Junho e em Santa Maria da Feira, no Europarque, a 15 e 16 de Junho.

A partir do ensaio com que os jornalistas José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz fizeram história (o livro é baseado na reportagem, publicada na revista do Expresso, que conquistou o Grande Prémio Gazeta de 2002 e está esgotado nas livrarias), a dramaturga Margarida Fonseca Santos assina uma versão da história de Annie Silva Pais, a filha do último director da Pide, que, contra as expectativas da família e as ordens de Salazar, se deixou fascinar pela Revolução Cubana e abandonou o marido para viver em nome de um ideal.
O Teatro Nacional D. Maria II apresenta o espectáculo, numa encenação da criadora espanhola Helena Pimenta, que reúne um elenco de luxo: entre os actores, Ana Brandão (no papel de Annie Silva Pais), Vítor Norte, Lídia Franco e Eurico Lopes.

Resumo da acção

Annie Silva Pais, filha única do último director da PIDE, o Major Fernando Silva Pais, é casada com um diplomata suíço.
A estadia em Cuba e um encontro com Che Guevara mudarão a vida de Annie que, saturada de uma existência em função das aparências, condicionada pelo aparelho repressivo do regime ditatorial português, se entregará integralmente à revolução cubana e aos seus ideais. Desaparecida durante algum tempo, Annie abandona o marido, a família e o país.
No Portugal de Salazar, todos temem que tenha sido raptada e utilizada no contexto da guerra colonial.
Mas Annie envolve-se numa profunda luta de valores e convicções, só regressando a Portugal após o 25 de Abril para ir visitar o pai à prisão.
A coragem será uma das principais marcas de Annie que protagoniza uma peça onde o drama, a traição, os afectos, a morte e os combates políticos se cruzam naquela que é uma história de vida rara e exemplar.


encenação dramaturgia HELENA PIMENTA
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
direcção musical JOÃO CABRITA
figurinos ANA GARAY
movimento NURIA CASTEJÓN
desenho de luz JOSÉ CARLOS NASCIMENTO
assistente de encenação CRISTINA LOZOYA
assistente de figurinos GILBERTO SORAGGI

COM

ALEXANDRE OVÍDIO AMILCAR ZENHA ANA BRANDÃO ANABELA TEIXEIRA BIBI GOMES CÉLIA ALTURAS EURICO LOPES JOANA BRANDÃO JOSÉ HENRIQUE NETO JAIME VISHAL LÍDIA FRANCO MANUEL COELHO MARQUES D’AREDE NÁDIA SANTOS RAQUEL DIAS RUI QUINTAS SÉRGIO SILVA VÍTOR NORTE

MÚSICOS

RUBEN ALVES JOÃO CABRITA JOSÉ RAMINHAS NUNO ALLAN JAIME XAVIER

Mário Pacheco no Clube do Fado


Miguel Vieira, Lello no Music Box


O alfacinha Manuel Lello Minsk Vieira converteu-se às couves? (leia-se: aos covers)

Vai haver couves (leia-se: aos covers) na Ribeira?

Não basta habitarmos na cidade das alfaces, ainda temos que levar com couves? (leia-se: aos covers)

Homessa! Calma no cais!

A coisa não é bem assim: Minsk jamais aceitaria converter-se às couves (leia-se: aos covers) e tocar reportório comercial contemporâneo por € 20 à noite. Jamais!

O que se passa é que o “candidato Vieira” aceitou o convite do Music Box para participar no ritual mensal “Songs From Outer Space” (isto é nome de couve!), trazendo os seus convidados de luxo (todos alfacinhas!), ele que já participou numa festa semelhante a convite do grande (bebedor de minis) Jorge Palma.

A Lello juntar-se-ão as lend(e)as vivas Vitor Gomes, Phil Mendrix, Chiquito, Roger Chains, e uma secção ritmica fornecida pela Farinha Amparo, de onde se destaca o baterista Bat Muma, que assim começa mais uma digressão mundial – a bater!.

Esta combinação explosiva será capaz de tudo, e o cineasta Steven Carlsberg vai filmar tudo, para futura edição em cromos de € 01!

Se juntarmos a isto a equipa de lesionados do Benfica, que vai fazer um campeonato de shots, já vemos que não há motivo para recusar as ditas couves (leia-se: os covers).

Está na sua mão ir ao Music Box no dia 543 e evitar que que Lello vá para casa com mais que uns miseráveis € 20.

Vivam as couves (leia-se: os covers)! Viva a cidade das alfaces!


(antigo Texas Bar) R. Nova de Carvalho, 24 - Cais do Sodré - Lisboa
abertura portas 22h / encerra 06h - bilhete €8,00 c/oferta de bebida até 3€
http://www.musicboxlisboa.com/

terça-feira, 22 de maio de 2007

Pequenos Crimes Conjugais prolonga até finais de Junho

PEQUENOS CRIMES CONJUGAIS
SALA VERMELHA
TEATRO ABERTO


Autor: ERIC-EMMANUEL SCHMITT
Tradução LUIZ FRANCISCO REBELLO
PRODUÇÃO TEATRO NACIONAL D. MARIA II
4ª a SÁB. às 21h30 DOM. às 16h00

Agora até 23 de Junho tem a oportunidade para ver Paulo Pires e Rita Salema em Pequenos Crimes Conjugais

A partir de uma peça do conceituado autor francês Eric-Emmanuel Schmitt, traduzida por Luiz Francisco Rebello, Paulo Pires e Rita Salema interpretam um casal que enfrenta uma situação insólita.
Na sequência de um misterioso acidente doméstico, Jaime fica amnésico.
Ao fim de quinze dias no hospital, regressa a casa, para junto da mulher, Luísa, que vai procurar reconstruir, a pouco e pouco, toda a sua história em comum.
Pelo seu diálogo passam todos os grandes temas da vida em conjunto: a fidelidade, o desejo, o envelhecimento, a paixão e, finalmente, o amor.
Numa sucessão de revelações, a verdade esconde-se nas entrelinhas e terá de ser decifrada.
A peça, que tem conhecido montagens um pouco por todo o mundo, estreou originalmente em Paris, numa interpretação de Charlotte Rampling.


Ficha Técnica:

encenação JOSÉ FONSECA E COSTA
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
figurinos MANUEL ALVES JOSÉ MANUEL GONÇALVES
desenho de luz DANIEL WORM D’ASSUMPÇÃO
assistente de encenação FRANÇOISE ARIEL