quarta-feira, 26 de setembro de 2007

Deolinda vai ao Music Box


“... o seu nome é Deolinda e tem idade suficiente para saber que a vida não é tão fácil como parece, solteira de amores, casada com desamores, natural de Lisboa, habita um rés-do-chão algures nos subúrbios da capital.

Compõe as suas canções a olhar por entre as cortinas da janela, inspirada pelos discos de grafonola da avó e pela vida dos vizinhos. Vive com 2 gatos e um peixinho vermelho...”


Deolinda é um projecto lisboeta de música original popular portuguesa, inspirado pelo fado e as suas origens tradicionais.

Formado em 2006 por 4 jovens músicos com experiências musicais diversas (jazz, música clássica, música étnica e tradicional), procuram, através do cruzamento das diferentes linguagens e pesquisa musical, recriar uma sonoridade de cariz popular que sirva de base às composições originais do grupo.

Encarnam a Deolinda:
Ana Bacalhau, na voz
José Pedro Leitão, no contrabaixo
Luís José Martins, na guitarra clássica
Pedro da Silva Martins, na guitarra clássica

Exposição de Fotografia em Braga



DRUMOND TRAZ AO MUSEU DA IMAGEM
“METÁFORAS DO SENTIR”

EM FOTOGRAFIA


O Museu da Imagem, em Braga, inaugura sábado (29 de Setembro, 18h00) a exposição de fotografia “Metáforas do Sentir”, de António Drumond, membro do designado “Grupo IF” que expõe regularmente desde 1980.
A mostra, que vai estar patente ao público até 18 de Novembro neste espaço cultural do Município de Braga dedicado à fotografia, pode ser apreciada de terça a sexta-feira (11h00/19h00) e aos sábados e domingos (14h30/18h30).

De acordo com o Director do Museu da Imagem, a obra fotográfica de António Drumond reveste-se de alguma peculiaridade no panorama da fotografia portuguesa: «como é sabido, o território fotográfico nacional foi fortemente dominado, a partir dos anos de 1950, pelo designado salonismo, prática improdutiva e inconsequente que domina até quase aos finais da década de 1970; a génese da criação artística de Drumond localiza-se no início dos anos de 1960, num interesse mais próximo da pintura e no contacto com alguns artistas plásticos da mesma época».
É, no entanto, a partir de 1976 que eclode o verdadeiro interesse pela fotografia de António Drumond, cuja aprendizagem tem lugar de forma autodidacta e informal, no seio da então Associação Fotográfica do Porto.
«Se bem que aquela instituição tivesse uma matiz fortemente salonista, Drumond nunca se enfeudou fortemente nesse caminho, procurando antes tomar conhecimento do que de mais sério se produzia», conta Rui Prata, sublinhando que a revista francesa “Camera” e autores como Ralph Gibson, Josef Koudelka, Jean-Loup Sief e mais tarde Robert Frank, constituem algumas das suas referências, que vão pesar naturalmente no seu processo criativo.


Em 1978, o autor das imagens que dão agora corpo a esta mostra do Museu da Imagem entra no “Grupo IF”, no Porto, tendo participado em todas as suas actividades, nomeadamente na exposição do Museu Soares do Reis intitulada “Esquinas do Tempo”, que, à época, marcou a cena nacional.
Já nos finais da década de 1980, com praticamente dez anos de percurso na fotografia, Drumond assume uma vontade de mudança de conteúdos.
«Não negando as influências do humanismo francês ou do neo-realismo italiano, sente um forte desejo de se libertar desses códigos visuais e partir para uma linguagem mais construída e afastada de um instante encontrado ocasionalmente numa qualquer deambulação», evoca Rui Prata.
O director do Museu da Imagem cita Bernardo Pinto de Almeida para afirmar que o autor em referência «preferiu desde sempre mergulhar no espaço interrogativo da sua própria solidão, apetrechando-se para o fazer da sua única capacidade de considerar a contemplação como processo interior do acto criativo».
O processo de criação do fotógrafo – lembra Prata – é solitário e, no quadro dessa solidão, confirma-se nestas imagens um gosto pelo intimismo, por uma delicadeza dos conteúdos e por uma poesia visual.
As imagens da década de 80 oferecem, assim, fragmentos de corpos e tecidos que conferem uma forte sensualidade da representação, acentuada pela visibilidade do grão, evocando o universo imagético de Ralph Gibson.
«Essa sensualidade é ainda acentuada pelo carácter de ausência, pela textura dos tecidos, pelos tons de cinza. E o olhar do fotógrafo vai-se soltando, tornando-se cada vez mais ousado e ao encontro da sua própria essência.

Liberto de estereótipos epocais, constrói, paulatinamente, um corpo de trabalho cada vez mais sólido donde emerge um complexo jogo de metáforas», escreve Prata no texto de apresentação da mostra.
Segundo o Director do Museu da Imagem, na maioria das fotografias realizadas por Drumond a partir do ano 2000 a presença humana é cada vez mais escassa, dando-se primazia ao diálogo dos objectos que criam uma rima e um jogo metafórico que ultrapassa a intenção do autor.
«Cada espectador pode, de acordo com as suas referências culturais, tecer um código interpretativo próprio para cada uma das imagens. Algumas podem remeter-nos para momentos de sofrimento ou tortura, outras para rituais ou memórias passadas, enquanto doutras emerge um jogo de sensibilidade obscura onde a negritude do fundo nos pode ainda evocar o medo», considera.
Para Rui Prata, a pedra de toque da obra de António Drumond assenta precisamente no criar destas imagens, aparentemente simples, mas imersas numa complexa teia psicológica evocativa dum universo surrealista.
«Drumond é um apaixonado do imagético onírico que procura materializar, a partir de interferências cruzadas, as suas emoções numa teatralização de objectos de significado múltiplo. Cada composição emana um jogo simbólico que se corporiza em imagens fotográficas plenas de intensidade e alegorias, onde cada espectador é confrontado com a sua própria realidade», conclui.
António Drumond nasceu no Funchal em 1936, tendo vindo residir para o Porto em 1959, onde se licenciou em Economia. Expõe regularmente desde os anos de 1980.

Coimbra, um diálogo com o património

O MUNICÍPIO DE COIMBRA ADERE. E VOCÊ?...



Visitas guiadas
28 e 29 de Setembro
11h30 e 15h00

Torre de Almedina e Edifício Chiado





Os dois edifícios, que integram o Museu Municipal de Coimbra, enquadram-se em artérias urbanas que foram, em momentos históricos diferentes, espaços de elevada azáfama comercial.

As visitas têm início na Torre de Almedina, compreendendo o visionamento de um filme que aborda a evolução urbana de Coimbra, seguido de uma explicação e respectivo enquadramento histórico, com base numa maqueta do Núcleo da Cidade Muralhada, que versará a contextualização e localização das principais artérias comerciais da Idade Média na Cidade (Rua das Tendas e Rua das Fangas, actuais Quebra Costas e Rua Fernandes Tomás).

Posteriormente, é realizada uma visita ao Edifício Chiado, sucursal dos Grandes Armazéns lisboetas, situado na Rua Ferreira Borges, antiga Rua da Calçada, uma das principais artérias comerciais de Coimbra desde o século XV até aos nossos tempos.


Acesso gratuito, sujeito a inscrição prévia
Telef. 239 833 771; fax nº239 837 967
e-mail: cidade.muralhada@cm-coimbra.pt

Coimbra dança

9ª Semana[d]ança em Coimbra
Teatro Académico de Gil Vicente
28 a 30 de Setembro

O projecto Semana(d)ança pretende contribuir para o desenvolvimento dos conhecimentos teóricos e práticos na área da dança contemporânea e destina-se a jovens (maiores de 15 anos), estudantes universitários, artistas e público em geral.
O workshop será repartido por três módulos:
Técnica Release
Composição / Performing Dance
"Músculo de Ideais".
A ideia central do primeiro módulo (Técnica Release) é a conexão do bailarino com o solo. O objectivo é desenvolver a capacidade de direccionar energia conscientemente pelas diferentes articulações e membros do corpo, aumentando assim a capacidade e alcance do movimento por meio de uma maior consciencialização corporal.No segundo módulo (Composição / Performing Dance) diferentes áreas de inspiração servem de proposta para criar material que sirva à criação coreográfica. Como organizar/desorganizar o movimento no espaço, usando técnicas de improvisação. O objectivo deste módulo é experimentar novas capacidades do corpo em movimento e do bailarino como performer, em grupo ou em solo. Os participantes irão investigar a composição em termos de ritmo e o seu desenvolvimento pelo espaço.O módulo "Músculo de Ideias" dirige-se a todos aqueles que manifestam interesse na área da criação artística, através da criação de um espaço e um momento de debate, permitindo o confronto de pontos de vista diferentes.
Formadora Vânia Gala
Calendarização
28 de Setembro
17h00-19h00Aula Técnica (técnica Release)
29 de Setembro
15h00-17h00Aula Técnica (técnica Release)
17h00-20h00Composição- Performing Dance
30 de Setembro
15h00-17h00Aula Técnica (técnica Release)
17h00-19h00Músculo de Ideias
Público-alvo Jovens (maiores de 15 anos), estudantes universitários, artistas e público em geral que manifestem interesse nesta área.
Valor da inscrição 35,00 euros
Informações
Teatro Académico de Gil Vicente
Telefone: 239 855 636

TAGV divulga a literatura russa


A divulgação da literatura russa em Portugal
Teatro Académico de Gil Vicente
28 de Setembro às 18h00
Café-Teatro

Moderação Manuel Portela (director do TAGV)

Convidados Alexej Schipenko (dramaturgo e encenador)

António Pescada (tradutor)

Maria Hermínia Brandão e Saodat Sayberdieva (tradutoras, editora Campo das Letras)
Vladimir Pliassov (professor de estudos russos)
A Rússia ofereceu à história da literatura universal alguns dos seus nomes mais importantes. Autores como Pushkin, Dostoievski, Tolstoi ou Thékhov são ainda hoje reconhecidos como escritores de primeira grandeza e continuam a influenciar muitos outros criadores, por todo o mundo, nos diversos domínios literários – romance, poesia, novela, conto e teatro.Com o estatuto de “clássicos”, estas obras chegaram também a Portugal, onde estão publicadas há vários anos, embora quase sempre em traduções feitas a partir de línguas que não a original.Nos últimos anos, assiste-se a um renovado interesse por estes autores, registando-se a aposta de algumas editoras na encomenda de novas traduções, feitas a partir do russo, o que permitirá ao público português uma reaproximação em relação a estas obras.Menos divulgada, no entanto, é a literatura russa contemporânea, que continua pouco conhecida junto do público nacional. Como noutros momentos e em relação à literatura de outros países, é curiosamente do Teatro que têm surgido algumas das mais significativas excepções a esta situação. A estreita colaboração do dramaturgo e encenador Alexej Schipenko com a Companhia de Teatro de Braga, para a qual escreveu, inclusivamente, duas novas peças de teatro, é disso um dos mais importantes exemplos.A pretexto do projecto “Tchékhov em um acto” e, em particular, da apresentação do espectáculo “Tchékhov e a Arte Menor”, o Teatro Académico de Gil Vicente e A Escola da Noite organizam um debate informal sobre a divulgação da literatura russa em Portugal, oferecendo quatro perspectivas diferentes para o início da conversa: a investigação académica, a tradução, a edição e a criação dramatúrgica. Aberta ao público em geral, a discussão passará necessariamente por um ponto da situação em relação à literatura russa publicada e/ou encenada em Portugal, pela apresentação e divulgação de obras e autores menos conhecidos no nosso país, bem como pela identificação dos principais constrangimentos que se colocam a uma mais eficaz divulgação da produção literária russa nos nossos dias.
Entrada Livre

Iformações
Teatro Académico de Gil Vicente
Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado
Telefone: 239 855 636

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Tchékhov e a Arte Menor

Tchékhov e a Arte Menor
Dias 27 e 28 de Setembro às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente

A Escola da Noite apresenta nos próximos dias 27 e 28 de Setembro, no Teatro Académico de Gil Vicente, duas sessões especiais do espectáculo "Tchékhov e a Arte Menor".

Depois da estreia e temporada de quase dois meses apresentadas no primeiro semestre na Oficina Municipal do Teatro e das digressões a Vila Real, Beja, Figueira da Foz e Setúbal, a mais recente produção da companhia de Coimbra regressa à cidade, numa nova versão, especialmente construída para teatros "à italiana" e com um diferente alinhamento das cinco peças em um acto que a integram: "Os Malefícios do Tabaco", "O Trágico à Força", "O Urso", "O Pedido de Casamento" e "O Canto do Cisne".

No ano em que a companhia comemora a passagem do seu 15º aniversário, o regresso à sala onde apresentou o seu primeiro espectáculo, em 1992, é encarado com particular satisfação pel'A Escola da Noite, ocorrendo no âmbito das relações de colaboração que mantém com a maior e mais importante sala de espectáculos da cidade. Por outro lado, estas duas sessões especiais de "Tchékhov e a Arte Menor" marcam o arranque de uma programação tchekhoviana mais vasta a apresentar em Coimbra ao longo de um mês e meio, articulando-se com o encerramento formal do projecto "Tchékhov em um acto".


Textos Anton Tchékhov
Tradução do original russo António Pescada
Dramaturgia, encenação e espaço cénico António Augusto Barros
Elenco António Jorge, Maria João Robalo, Miguel Magalhães, Pessoa Júnior, Sílvia Brito e Sofia Lobo
Figurinos Ana Rosa Assunção
Objectos cénicos e adereços António Jorge
Desenho de luz Danilo Pinto e Sílvia Brito
Montagem Alfredo Santos, António Jorge, Danilo Pinto, Carlos Figueiredo e Rui Valente
Duração 2.30h, com intervalo

Preçário:
Preço normal 10,00€
Preço estudante e sénior 8,00€
Preço grupos escolares 3,00€
Preço Amigo/A TAGV e Protocolo TAGV 5,00€
Espectáculo para M/12

Teatro Académico de Gil Vicente

www.uc.pt/tagv

http://blogtagv.blogspot.com/

Bilheteira: 17h00-22h00 (segunda a sábado)

telefone: 239 855 636

Os Artistas Unidos levam “Stabat Mater” a Coimbra


Nos próximos dias 27, 28 e 29 de Setembro os
Artistas Unidos apresentam no Museu dos Transportes (Coimbra), o espectáculo “Stabat Mater” interpretado pela actriz Maria João Luís com encenação de Jorge Silva Melo.
Para Jorge Silva Melo, director dos Artistas Unidos, “Antonio Tarantino é um dos mais apaixonantes casos da dramaturgia contemporânea, aquele que sabe unir o sagrado ao profano, o santo ao pecado, a raiva à inocência”.
A Associação Portuguesa de Críticos de Teatro atribuiu o Prémio da Crítica, relativa ao ano de 2006 à actriz Maria João Luís pela interpretação neste espectáculo
Acerca da actriz, Jorge Silva Melo refere que “A Maria João é uma das actrizes que mais me fascina em Portugal. É maravilhosa, inteligente, generosa, tenho nela a maior confiança”.
STABAT MATER
Maria, à procura do filho desaparecido, acaba por sucumbir. Ex-prostituta, mergulhada na miséria, sozinha, resignada e cheia de ódio contra a sociedade. O texto é uma longa afabulação não narrativa, onde a partir da imagem marginalizada, mas vibrante das figuras de fé e do mito, e da linguagem de rua dos imigrantes, que mistura os dialectos, com efeitos de verdades e comicidades irresistíveis, sobressai a heresia, própria da vida, de uma dor que não serve nem salva, e da história que impiedosamente repete o seu ciclo sem evoluir.

De Antonio Tarantino
Tradução Tereza Bento
Com Maria João Luís
Cenografia e figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Encenação Jorge Silva Melo
Uma produção Artistas Unidos
M/18

"O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão" em reposição


"O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão", da autoria de Eric-Emmanuel Schmitt, regressa aos palcos de Coimbra no espaço do Teatro Estúdio da Bonifrates (Casa Municipal da Cultura de Coimbra) de 27 de Setembro a 27 de Outubro.
Sessões às quintas e sábados às 21h30
Sessões para escolas às sextas-feiras nos dias 12, 19 e 26 de Outubro às 15h30
Com encenação, tradução e adaptação de dramaturgia de João Maria André, "O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão", classificado para maiores de 12 anos, é uma produção de Margarida Mendes Silva e TAGV, em parceria com a Camaleão-Associação Cultural.
Do elenco artístico fazem parte os actores Hélder Wasterlain e Rui Damasceno e ainda Helena Faria (assistência de encenação), Miguel Dominguez (cenografia, adereços de cena e design gráfico), Nuno Meira ( desenho de luz), João Lóio (música), Rita Carmo (fotografia), Andrea Inocêncio (figurinos e adereços), Cristina Leandro (movimento), Nuno Patinho e Bruno Santos (operadores técnicos) e Cláudia do Vale (assistente de produção e secretariado).
"O Senhor Ibrahim e as flores do Corão" é uma caixa de segredos. Como a loja do Senhor Ibrahim, o árabe que não é árabe e que vive na Rue Bleue ou como a cabeça e o coração de Momô, o menino judeu que preenche os dias, os sonhos e as insónias daquele velho muçulmano imigrante do Crescente Fértil. Por um lado, Muçulmanos e Judeus, e o cenário parece o do grande teatro da guerra; por outro lado, um velho e uma criança, e o palco é apenas uma caixa misteriosa em que se aprende a ternura, a vida e a morte, o perfume das flores que secaram dentro de um livro que é o Corão, mas que também podia ser a Bíblia ou a Thora."
Sobre "O Senhor Ibrahim e as flores do Corão", Eric-Emmanuel Schmitt afirma:
(...) Pareceu-me importante contar uma história feliz, uma história de fraternidade. O meu maior orgulho foi descobrir que, por exemplo, em Israel, os seguidores da paz, árabes, cristãos ou judeus, se servem do "O Senhor Ibrahim e as flores do Corão" para tentar espalhar os seus ideais, fazendo-o representar no mesmo Teatro alternadamente, uma noite na versão árabe, outra na versão hebraica ... (...)".

"O Senhor Ibrahim e as flores do Corão" é um projecto apoiado pelo Ministério da Cultura/Direcção-Geral das Artes, no âmbito do Programa de Apoio a Projecto Pontuais 2007 (Teatro) e conta com o especial apoio da Cooperativa Bonifrates.
Para mais Informações e reservas contactar com Cláudia do Vale239 781 462 /96 860 89 29/ 91 604 32 48

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

QUARTETO HUGO ANTUNES actuou em Penacova



O Festival Itinerante de Jazz - PORTUGAL JAZZ, continua em viagem e no passado sábado rumou a Penacova.
A Casa do Povo recebeu de portas abertas o QUARTETO HUGO ANTUNES. Ao projecto “THIS SIDE UP” do contrabaixista Hugo Antunes juntaram-se os seus amigos Alexandre Frazão, na bateria, Rodrigo Gonçalves no piano eléctrico e à guitarra o auspicioso Vasco Agostinho
Com a noite agradável a convidar a uma saída nocturna, quem aceito o convite do JACC – Jazz ao Centro Clube, tal como o HARDMUSICA.COM, teve a oportunidade e o prazer de viver a atmosfera dos clubes de jazz e de escutar durante quase duas horas um reportório que deambulou por uma estética arquitectada em torno do cancioneiro americano de jazz. Já no desfecho do concerto, com o publico a aplaudir entusiasticamente de pé, os músicos regressaram ao palco para um encore de mais alguns minutos de um diálogo musical a transbordar de energia.
A tournée do jazz português segue para o Montijo, com a actuação de João Lencastre Group, já no próximo dia 29.
Teresa Arsénio

Pedro Abrunhosa no Casino Estoril

Pedro Abrunhosa encerra com “Luz”
Grandes Concertos do Casino Estoril


O elenco de novas composições do álbum “Luz” constitui o enquadramento para o regresso de Pedro Abrunhosa ao Du Arte Lounge, na próxima Quinta-Feira, pelas 23 e 30.

Com os Bandemónio, o músico portuense interpreta, ainda, os seus melhores “clássicos”, numa actuação que encerra o ciclo de Grandes Concertos no Casino Estoril.
“É incontornável a execução de temas que fazem parte da iconografia do meu repertório”, diz Pedro Abrunhosa, que acrescenta, “No entanto, movido pela vontade de ouvir essas mesmas canções, agora, iluminadas por novas sonoridades, já nada é o que parece”.
Elaborado por Pedro Abrunhosa, o álbum “Luz” representa uma viragem no seu percurso musical. “É um álbum decisivo de novas rotas estéticas.

Exploro cada vez mais a “canção”, sendo esta uma genuína forma de arte, entre a narrativa, a poesia e a música. É o início de um caminho que me interessa seguir: a mistura de ingredientes, o somatório de influências”.
Para além do tema ”Luz”, que dá o título ao disco, Pedro Abrunhosa propõe outros registos inspirados em diferentes problemas da sociedade contemporânea.

Com mais de uma dezena de faixas destacam-se, ainda, ”Tenho Uma Arma”, “A Dor do Dinheiro”, “Ilumina-me”, “Balada de Gisberta”, “Dealer e Dilema”, ”É Sempre Tarde Demais”, ”Quem Me Leva Os Meus Fantasmas”, ”A Cada Não Que Dizes” ou ”O Dia Depois de Hoje”.

Nascido no Porto, Pedro Abrunhosa iniciou o seu percurso musical pelo jazz.
Influenciado pelo funk de James Brown, o artista impulsionou a sua carreira quando editou, em 1994, o primeiro álbum de originais.

De facto, com mais de 140 mil exemplares vendidos, “Viagens” registou um expressivo êxito no meio discográfico nacional.
Pedro Abrunhosa consolidou a sua notoriedade, conquistando a crítica especializada e o público com outros álbuns, nomeadamente “Tempo”, em 1996, “Silêncio”, em 1999, e “Momento” em 2002.
O músico é, assim, o protagonista de uma noite especial, que encerra mais um programa dedicado à música portuguesa.

De facto, o público encheu repetidamente, às Quintas-Feiras, o Du Arte Lounge para assistir às actuações das melhores bandas e artistas nacionais.
A animação no Du Arte Lounge será assegurada, a partir das 21 horas, com a participação de vários grupos musicais.

domingo, 23 de setembro de 2007

Terminou a11ª edição do Festival Internacional Gay e Lésbico de Lisboa

A 11ªedição do Festival Gay e Lésbico de Lisboa terminou ontem com a exibição de " O retrato de Dorian Gray", uma adaptação modernizada da obra de Oscar Wilde.
Durante uma semana o Cinema S.Jorge exibiu, nas suas salas ,todos os filmes concorrentes ao Festival.
Longas metragens, curtas, e documentários, um conjunto de 88 títulos seleccionado pelos programadores do Festival que encheram as salas do S.Jorge.

Foi um festival concorrido, multifacetado.

Passemos à composição dos respectivos júris.

Júri da Secção competitiva para a longa metragem:

Cucha Carvalheiro-Presidente do júri
AlesRumpel
Giuseppe Savoca
Inês Meneses

E este júri elegeu como melhor longa metragem " Solange du hier bist" de Stefan Westerwelle,afinal o grande vencedor deste Festival.

Júri da Secção competitiva para o melhor documentário:

Ana Luisa Guimarães-Presidente do júri
Fernanda Câncio
Matteo Colombo

E para o júri o melhor documentário foi: Estrellas de la Linea, de Chema Rodriguez

O público ,que neste Festival interage de forma muito activa,foi chamado a escolher a melhor curta metragem. E a escolha foi para Singularidades do brasileiro Luciano Coelho.

O júri decidiu ,ainda,premiar , com uma Menção Especial ,a interpretação de Carla Ribas no filme de abertura do Festival: A Casa de Alice do brasileiro Chico Teixeira.

Um Festival que promete e cuja organização esteve ao cuidado de uma equipa dirigida por João Ferreira.

Aguardamos a próxima edição esperando que seja de igual valor cinematográfico.

Exposição dos Alunos de Escultura da Faculdade de Belas Artes de Lisboa

Inaugurou , ontem, no Jardim dos Sete Castelos, em Santo Amaro de Oeiras, uma exposição de Arquitectura, dos alunos finalistas da Escola de Belas Artes de Lisboa.

Num espaço lindíssimo, onde o granito e o ferro, a madeira e o acrílico, contrastam com o imenso verde onde se instalaram, o trabalho de jovens escultores oriundos da Escola de Belas Artes de Lisboa é exibido e mostrado a um público heterogéneo, interessado e curioso.

Segundo Isaltino de Morais, Presidente da Câmara Municipal de Oeiras, "...É já a sexta vez consecutiva que Oeiras,..., acolhe a exposição dos alunos finalistas do Curso de Escultura".
Em boa hora o faz.

Aguardamos pela próxima.

VIRGULA,CARALHO está à venda


No passado dia 20 foi apresentado ao público um livro de Vera Galpe (???) de seu nome VIRGULA, CARALHO".

Sem comentários.


Aliás poucos são os comentários que nos restam, perante este título tão sugestivo.

Impõe-se a sua leitura para que possamos dizer mais que o que nos sugere tão invulgar título!

E se fosse só o título?!


Pedro Lima apresentou a obra e Pedro Giestas leu um dos contos.

Porque de contos se trata." Histórias de sexo sem tabus"., é o que consta na capa do livro.

Hardmusica.com esteve lá. A autora que estaria presente não a viu.

Mas acredita que lá estivesse...





Acolhimento da Faculdade de Ciências de Lisboa


sexta-feira, 21 de setembro de 2007

IndieLisboa 2007 vai a Coimbra

4º Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa

IndieLisboa 2007

24, 25 e 26 de Setembro, 21h30

Teatro Académico de Gil Vicente



A extensão a Coimbra do Festival é uma organização conjunta do TAGV e do IndieLisboa.

Programa

Dia 24
Plac (
Croácia, 2006, 10’) de Ana Husman
Menção honrosa – Grande Prémio de Curta-Metragem
“Plac” mostra-nos os diferentes ritmos de um mercado local croata onde as pessoas vão comprar os seus produtos.

Life in Loops – Megacities Remix (Áustria, 2006, 79')
de Timo Novotny
“Um documentário musical experimental”. É assim que Timo Novotny descreve “Life in Loops”. Partindo de “Megacities”, de Michael Glawogger e recorrendo aos brutos que este realizador não utilizou no filme, Novotny editou tudo e juntou-lhe ainda novas imagens de Tóquio. Se isto por si só não bastasse, acrescente-se ainda a música dos Sofa Surfers que completa esta estrondosa viagem à volta do mundo.O arrojado filme é um regalo não só para os olhos, mas também para os ouvidos. A edição de Novotny acentua a simbiose entre imagem e música, à medida que o movimento se transforma em ritmos precisos. Novotny consegue transformar o sangrento trabalho do talhante numa espécie de coreografia de música clássica. “Life in Loops” é, ao mesmo tempo, fascinante e uma exigente experiência sensorial.

Dia 25
Adults Only (Malásia, 2006, 10’) de Yeo Joon Han
Prémio Onda Curta
Uma abordagem diferente ao drama da existência humana é o que nos traz “Adults Only”, onde algures na Malásia homens e mulheres vivem um dia-a-dia muito diferente dos seus sonhos antigos.



El Amarillo (Argentina, 2006, 87`) de Sergio Mazza
Grande Prémio de Longa-metragem cidade de Lisboa
Sergio Mazza capta o fluir do tempo, que se esconde nos povoados do interior da Argentina. Usando a câmara como um pintor usaria os pincéis, o seu estilo revela um agradável fluir de planos abertos, que nos vão introduzindo nas rotinas de La Paz, uma pequena localidade na Argentina. É aqui que vem parar Lucio, que, como um cão perdido, vagueia sem destino à procura de emprego. Em La Paz pára a sua busca... não porque tenha encontrado trabalho, mas sim porque fica hipnotizado pelas canções de Amanda, a dona de um bordel.
O filme incorpora a natureza do lugar, onde o rio, os usos e costumes e o tempo da sesta definem o carácter das personagens. A música de Gabriela Moyano torna ainda mais completa esta simbiose entre o homem e a natureza.

Dia 26
Sonic Youth: “Do you believe in rapture?” (EUA, 2006, 4´) de Braden King
Um documentário e, ao mesmo tempo, a excitação do último concerto. Sonic Youth: “Do you believe in rapture?” é a elegia de um tempo e espaço lendários: o bar de rock nova-iorquino CBGB.


Kurt Cobain: about a son (EUA, 2006, 96’) de AJ Schnack
Mais do que um documentário, “Kurt Cobain: about a son” é um relato profundo e quase sonhador dos sucessos e fracassos do ícone da música grunge, dos seus pensamentos e experiências, permitindo aos espectadores uma intimidade sem precedentes com a lendária figura da cultura pop. AJ Schanck conseguiu criar algo muito próximo de uma autobiografia de Kurt Cobain. O filme constrói-se a partir de uma série de conversas entre Cobain e o escritor de música Michael Azerrad, entre 1992 e 1993, gravadas para o livro de Azerrad “Come as You Are: The Story of Nirvana.” Cobain suicidou-se um ano mais tarde.

Filmes legendados em inglês
Teatro Académico de Gil Vicente _ Praça da República _ 3000-343 Coimbra

E-mail: teatro@tagv.uc.pt
Sítio: www.uc.pt/tagv
Blog: http://blogtagv.blogspot.com


Bilheteira: 17h00-22h00, segunda a sábado

Telefone: 239 855 636

Escultura V e Campus V - Escultura em Oeiras


Inauguração da exposição ESCULTURA V a decorrer no Jardim da Quinta dos Sete Castelos em Santo Amaro de Oeiras no dia 22 de Setembro pelas 16.30h.

No mesmo dia abre a exposição CAMPUS V dos mesmos autores, em que é mostrado ao público os bastidores do processo criativo.
Esta exposição decorre no Lagar de Azeite em Oeiras, de terça a domingo das 14h às 18h.

Festival de Teatro começa hoje na Póvoa do Varzim






O Varazim Teatro entra em cena, hoje à noite, pelas 22h00, no arranque do Festival Internacional de Teatro – É-Aqui-in-Ócio, na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, local onde fizeram a sua primeira actuação.


“Leitor à Hora” é a peça que sobe ao palco numa singela homenagem à
literatura, uma poderosa reflexão sobre a literatura, a realidade e a comunicação humana.


“Leitor à Hora”, pelo Varazim Teatro


Eduardo Faria e Rita Rocha, em Desimaginação - Farsa do Quotidiano, 1997
E porque esta Edição Zero do Festival acontece numa altura em que o Varazim Teatro comemora 10 anos de existência, no Sábado, 22, haverá lugar para a inauguração da exposição “10 anos do Varazim Teatro”, pelas 17h00, no Auditório Municipal.




O Varazim Teatro nasceu da vontade comum de um grupo de 13 pessoas, constituindo-se Associação Cultural à data de 26 de Setembro de 1997, depois de em Junho desse mesmo ano já ter estreado a sua I Produção, “Desimaginação - Farsa do Quotidiano”. Todos poderão conhecer um pouco do historial do grupo visitando a exposição que estará patente até 06 de Outubro, no Auditório.
Para a noite de Sábado está reservado um espectáculo diferente, com bonecos de grande dimensão e incrível realismo – “Aullidos”.



O Teatro do Corsário traz-nos, da vizinha Espanha, um espectáculo de marionetas para adultos em que a fantasia, o erotismo e o humor negro alcançam níveis difíceis de imaginar. “Aullidos” tem a sua origem numa grande tradição que abarca os relatos mitológicos como Cupido e Psique, e contos de fadas como Branca de Neve e A Bela Adormecida, alegorias da adolescência, símbolos que foram objecto de importantes estudos psico-analíticos e antropológicos.



Os espectáculos de marionetas do Teatro do Corsário já foram apresentados com êxito em diversos países e a sua originalidade foi repetidamente destacada pela crítica, assim como a sua capacidade de surpreender.



Não perca a oportunidade de surpreender com este espectáculo de magia cénica em apresentação às 22h00, no Auditório Municipal.
Sombras Turcas, pelo Marionetas Actores e Objectos
No Domingo, 23, o espectáculo estende-se a toda a família, no Diana Bar, pelas 17h00, com “Sombras Turcas”.

Com este espectáculo, o grupo Marionetas Actores e Objectos, de Viana do Castelo, apresenta uma pequena mostra desta arte milenar que se chama Teatro de Sombras.


As marionetas de sombra da Turquia são figuras bidimensionais, confeccionadas num material transparente (pele de camelo, tradicionalmente) e coloridas. As suas sombras num ecrã branco resultam igualmente coloridas num espectáculo de sombras.
Organizado pelo Varazim Teatro, com o apoio da Câmara Municipal, o É-Aqui-in-Ócio oferece mais de uma dezena de espectáculos que irão proporcionar variados momentos de ócio desde o equinócio de Outono que acontece hoje até à abertura da Temporada Teatral na Póvoa de Varzim.


Os espectáculos decorrem em vários palcos da cidade.

Os bilhetes custam 8€. Para estudantes, reformados, menores de 25 anos e maiores de 65, portadores de deficiência e desempregados, o preço desce para os 6€.

O custo dos bilhetes para os espectáculos para a infância custam 3€ e para os sócios do Varazim Teatro custam um 1.50€.


Para quem optar por assistir a todo o festival, o bilhete custa 50€, sendo que para sócios o valor desce para os 30€.


Os bilhetes estão à venda no Posto de Turismo, na Casa da Juventude, na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto e no local do espectáculo, no próprio dia.

Para mais informações visite o portal da organização, em http://www.varazimteatro.org/ ou envie um e-mail para festival@varazimteatro.org.



Sax Ensemble em Coimbra


SAX ENSEMBLE
Quarteto de Saxofes

Hoje às 21h30 na Igreja de S.Bartolomeu
Coimbra

Oficina de Malabarismo no TAGV

Oficina de Malabarismo com Michel Kotenkoff


22 e 23 de Setembro

TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE


Esta oficina pretende ser um estágio de iniciação ao malabarismo, estimulando a consciência corporal através da relação do corpo com o objecto, o tempo e o espaço. Serão abordadas várias técnicas básicas de manipulação de bolas, incluindo uma introdução ao malabarismo a dois. A disciplina será explorada de um ponto de vista técnico e criativo, encorajando os participantes a desenvolverem as suas próprias sequências.

Formador Michel Kotenkoff
Apoio Associação Mandacaru e GEFAC
Público-alvo a partir dos 15 anos
Lotação limitada a 12 participantes
Duração 9h00
Dia 22 de Setembro, 15h00-18h00
Dia 23 de Setembro, 10h00-12h30; 14h30-18h00

Informações
Telefone: 239 855 630
Fax: 239 855 637

Festival infanto-juvenil no Theatro Circo


“TRITONE” ABRE FESTIVALPARA PÚBLICO INFANTO-JUVENIL

23 de Setembro, THEATRO CIRCO.



O aplaudido espectáculo “Tritone”, das “Produções Real Pelágio”, é o trabalho dramático que dá início à primeira edição do “Infanta - Festival Infantil”, evento especialmente dedicado ao público de faixas etárias mais jovens que o Theatro Circo produz em Setembro.
Desenvolvido no seguimento dos sucessos que foram “CasioTone” e “Subtone”, a peça infantil “Tritone”, que sobe ao palco do Theatro Circo a 22 (21h30) e 23 de Setembro (11h00), retoma a saga da Senhora Domicília, personagem que, desde que surgiu (1997), já conquistou o afecto de muitas plateias.
Neste terceiro capítulo das suas aventuras, a Senhora Domicília deixa de parte o problema de falta de espaço em casa e do tédio no seu trabalho solitário e parte de férias para um hotel – Tritone – que mais se assemelha a uma cápsula minúscula onde a protagonista de tão insólitas aventuras vai passar uma temporada que a deixará como nova.
Seguindo um registo semelhante aos trabalhos anteriores, “Tritone”, trabalho que resulta da co-produção de estruturas como Culturgest, Fundação Centro Cultural de Belém, Theatro Circo, Teatro Viriato e Festival Y/Quarta Parede, entre outras, acontece dentro do mesmo cenário diminuto comum a “Casio Tone” e “Subtone”, preservando ainda o enquadramento tragico-cómico e a ausência de texto.
Interpretada pela coreógrafa Sílvia Real, a encantadora e estranha Senhora Domicília, clara analogia ao ser humano ocidental e seu estilo de vida, que completa este ano dez anos de existência e animação constante de todo o género de públicos, caracteriza-se pelo fino humor e inteligente reflexão sobre o mundo contemporâneo.
A encerrar a primeira edição do “Infanta”, que regressa com programação renovada no início de 2008, a Companhia de Música Teatral sobe ao palco do Theatro Circo a 29 (21h30) e 30 de Setembro (11h00) com a peça “A Flauta Quase Mágica”, uma recriação do clássico “A Flauta Mágica”, de Mozart.