segunda-feira, 11 de junho de 2007
Casino Estoril com os Santos Populares
Clube IN do Casino Estoril
propõe Buffet de Santo António
Com um Jantar especial na próxima Quarta-Feira, o Buffet Clube IN convida os visitantes do Casino Estoril a celebrar o Santo António.
Com as melhores especialidades gastronómicas, este conhecido espaço propõe outra noite temática, dedicada, desta vez, ao Santo padroeiro lisboeta.
O Casino Estoril assinala, assim, o início das Festas dos Santos Populares, com o seguinte menu:
- Caldo Verde de Couve Galega e Linguiça
- Sardinhas Assadas com Pimentos
- Febras e Entrecosto Grelhados
- Saladas Simples e Compostas
- Charcutaria Diversa
-Doces Tradicionais
- Salada de Frutas
Com cerca de 50 lugares, o Buffet Clube IN distingue-se pela oferta diversificada da gastronomia portuguesa. Aberto, todos os dias, das 20 às 23 horas. Preço: 15 euros.
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Festas da Cidade
Jazz em Portalegre
Grande Auditório
Inicio 22.00h
Preço único 15 euros
Allen Toussaint (nascido em Janeiro de 1938), é um consagrado músico, compositor e produtor Americano, e uma das figuras mais influentes do Rhythm & Blues de New Orleans. Nos anos 60 e 70, escreveu sucessos para artistas tão conceituados como Lee Dorsey, Robert Palmer, The Showmen, Irma Thomas, The Meters e Solomon Burke, tendo também produzido discos para Dr. John, Paul Simon, Etta James, Albert King, Joe Cocker, Elvis Costello, The Band e Art and Aaron Neville, entre outros.
Um reputado pianista, escritor de letras e produtor de arranjos, Toussaint escreveu canções que ainda hoje em dia continuam a ser gravadas por artistas de nomeada, tais como "Working in the Coalmine", gravada pelos The Who, Lipstick Traces (On a Cigarette)", pelos Rolling Stones, "Brickyard Blues", "Get Out My Life Woman", "Everything I Do Gonna Be Funky", e "Pain in My Heart", o clássico cantado por Otis Redding.
Nos anos 70, lançou os seu álbuns mais famosos, “From a Whisper to a Scream” e “Southern Nights”.
Em 1998, Allen Toussaint recebeu uma distinção dada a poucos artistas, tendo sido eleito para a “Rock and Roll Hall of Fame”.
O último álbum de Allen Toussaint, “The River in Reverse”, gravado em colaboração com Elvis Costello, foi lançado em 2006 e recebeu uma nomeação para os prestigiados prémios Grammy.
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Música
Jazz no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre
Grande Auditório
Inicio 22.00h
Preço único 15 euros
É a mistura entre o Country selvagem e a guitarra eléctrica do Blues de Chicago que faz a imagem de marca de Charlie Musselwhite, e a razão porque que chamou a atenção de músicos conceituados como Ben Harper e Tom Waits (artistas que o convidaram a participar nos seus discos e a tocar ao vivo com eles).
Ao longo da sua já longa carreira, Musselwhite lançou dezenas de álbuns, tendo sido nomeado por 6 vezes para os Prémios Grammy, e contribuiu com o seu talento para muitos outros álbuns vencedores ou nomeados para os Grammy, de músicos como Bonnie Raitt, The Blind Boys of Alabama. Colaborou ainda com artistas de estilos musicais tão diversos como os já mencionados Tom Waits, John Lee Hooker, Ben Harper e INXS.
A versão do Blues de Musselwhite é muito diferente da ideia convencional.
“Para mim, tudo têm a ver com o que eu sinto, e a relação que crio com as pessoas. E o Blues, se é o verdadeiro Blues, têm de estar saturado com emoção.
A sua relação com os seus fãs é muito especial. Essa conexão tem sido forte desde o início da sua carreira: “Já conversei com veteranos da guerra do Vietname que me disseram que a minha música foi muito importante para eles durante o conflito. Também conversei com pessoas com problemas de álcool, que me confessaram que os inspirei a abandonar o vício, casais que se conheceram em concertos meus e que acabaram por se casar.”
Do seu último álbum, Delta Hardware”, Musselwhite simplesmente diz que, "Estou a tentar ser o mais real possível. Para o ouvinte, espero que seja como uma viagem, que cada música os transporte para um lugar especial, e que no fim do disco fiquem contentes pelo passeio."
Charlie Musselwhite foi recentemente honrado com o Prémio de Carreira do “Monterey Blues Festival” e o “San Javier Jazz Festival”, em Espanha, e ainda o “Prémio do Governador do Mississippi para Excelência nas Artes”.
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Música
Exposição na Póvoa do Varzim
Os trabalhos expostos são de Teresa Vasconcelos, filha da terra, que traz cerca de uma dezena de quadros surrealistas, que retratam árvores, planetas, o sol e a lua, elementos que influenciam a nossa vida, como indicou a autora.
“Amanhecer da Nova Era” e “Sol do Oriente” são alguns dos títulos dos quadros que vão ser expostos, sendo que cada quadro contém uma breve descrição do tema tratado.
Pintora há já mais de 15 anos, que expôs várias vezes na Póvoa, Teresa Vasconcelos pinta nos seus tempos livres, após ter tirado um curso de Pintura, Cerâmica e Escultura.
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Etiquetas: Exposição
Trabalhadores do Comércio no Maxime!
Os Trabalhadores do Comércio estão de volta!
Este novo Cêa Dêa, além de Iblussom, é uma rebolussom, catano!
A grande atracção deste grupo, além do sotaque carregado de Miragaia, é o benjamim João Luís Médicis de apenas… 34 anos (isto é explorassom infántíle, carago!).
P.S. – Os outros “Trabalhadores” são Sérgio Castro, Álvaro Azevedo, Miguel Cerqueira e Jorge Filipe Santos, carago!
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Etiquetas: Música
Exposição na Póvoa do Varzim
“Caçador de Pirilampos” é uma das obras lançadas.
Também vai ser apresentada a nova edição da ASA de “O Arco de Sant’Ana”.
Júlia Landolt é ilustradora das obras que vão ser apresentadas, sendo que as ilustrações
estarão patentes numa Exposição de Pintura, na galeria de exposições da Biblioteca Municipal, de 15 a 31 de Junho.
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Etiquetas: Livros
domingo, 10 de junho de 2007
Paulo Gonzo no Casino da Póvoa
FESTIVAL DO MARISCO
15 E 16 DE JUNHO
O Casino da Póvoa apresenta no palco do Salão D’ouro, nos dias 15 e 16 de Junho, integrado no Festival do Marisco, Paulo Gonzo.
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Etiquetas: Música
Espectáculos em Viseu
Se vai para aqueles lados não perca. O programa vale mesmo a pena.
Nos dias 15 e 16 de Junho, todos os caminhos vão dar a Viseu
Cordel do Fogo Encantado, Mountain Tales, Nobody’s Bizness, Anonima Nuvolari, Daltonic Brothers, Dezperados, Mais Valor e Bailarico Sofisticado
IMPERDÍVEL.
Pela primeira vez, o TEATRO VIRIATO apresenta o Viseu a 15 do 6. Um evento que, este ano, a 15 e 16 de Junho, traz à cidade de Viseu Cordel do Fogo Encantado, uma das revelações do Festival de Músicas do Mundo de Sines do ano passado e Mountain Tales, em estreia nacional. Nobody’s Bizness, com o blues cru e acústico do Delta do Mississipi e Anonima Nuvolari, com a música italiana na sua vertente mais alegre e dinâmica, completam um cartaz que inclui ainda uma sessão de vj’ing a partir do espólio artístico do viseense, José Valor, intitulado Mais Valor e uma sessão de vídeo e música dos Daltonic Brothers e do colectivo de Dj’s, Dezperados. Todas estas iniciativas vão acontecer entre o Largo da Sé de Viseu, o Parque Aquilino Ribeiro e o próprio Teatro Viriato que nesses dias abre portas também para o Largo Mouzinho de Albuquerque, com o Bailarico Sofisticado pelo colectivo de Dj’s Bruno Barros, Pedro Marques e Vítor Junqueira. Toda a informação está disponível no site do Teatro Viriato em
Os bilhetes podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Viriato e na FNAC em Coimbra, Porto (Norteshopping e Santa Catarina) e Lisboa (Chiado e Colombo) e em http://www.plateia.iol.pt/. E ainda num conjunto de postos de venda na cidade de Viseu: Centro Municipal de Informação Jovem, Loja do Cidadão, Atendimento Único (Câmara Municipal), Região de Turismo Dão Lafões e Irish Bar (apenas a partir do dia 1 de Junho). Os bilhetes podem também ser reservados através do envio de um e-mail para mailto:bilhe%1fteira@teatroviriato.com.
Os bilhetes do Viseu a 15 do 6 para os concertos do Cordel do Fogo Encantado e Mountain Tales garantem descontos entre 10 e 50 por cento em hotéis, bares, restaurantes e museus da cidade que aderiram a este projecto. Também o Museu Grão Vasco fará um desconto de 50 por cento nas entradas para o espaço, mediante a apresentação do bilhete para um dos concertos. O comércio local da cidade de Viseu também se junta a este evento com a iniciativa Sextas-feiras Brancas, promovida pela Associação de Comerciantes do distrito de Viseu, e que deverá arrancar, precisamente, no dia 15 de Junho, abertura do Viseu a 15 do 6. No âmbito desta iniciativa, o comércio local da zona histórica estará aberto até às 23h00. O Viseu a 15 do 6 surge integrado no Viseu Naturalmente, programa cultural de acções da Câmara Municipal de Viseu.
Viseu a 15 do 6 é feito para a cidade, com a cidade e a pensar na cidade. Aliás, os concertos vão decorrer, precisamente, no coração de Viseu. Trata-se de um evento em construção
, que, se este ano incide mais sobre a música, no próximo pode estender-se ao teatro, ao novo circo ou outras artes performativas. Em comum, todas as edições do Viseu a 15 do 6 vão ter a cidade que acolhe, que recebe em pleno quem a visita. Em 2007 são assim lançadas as sementes que permitirão evoluir para uma fórmula inovadora e original de fruição cultural. No futuro, o objectivo é que a cidade se organize para levar à expressão máxima o conceito de dinâmica cultural e hospitalidade. Neste sentido, será criado um passe que permitirá usufruir de todos os serviços, nomeadamente, hotel, restaurantes e toda a oferta cultural.
15 Jun’07
Cordel do Fogo
Encantado
22h00 Adro da Sé
10€
Daltonic Brothers
e Dezperados
24h00 Largo da Misericórdia
Mais Valor
24h00 Bar do Teatro
Viriato
16 Jun’07
Mountain Tales
22h00 Adro da Sé
10€
Nobody’s Bizness 5€
18h30 Teatro Viriato
5€
Anonima Nuvolari
11h00
Ruas de Viseu
17h00 Parque Aquilino Ribeiro
Bailarico Sofisticado
24h00 Bar do Teatro
Largo Mouzinho de Albuquerque
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Música
Coimbra regressou à Idade Média
Logo pelas 09:00 realizou-se uma missa na Igreja da Sé Velha com canto gregoriano e polifonia medieval. No final da celebração, e já no largo, foi benzida e lida a carta da feira, acompanhada pelo toque de trompetas. Ao longo do dia animação cultural foi uma constante. Estiveram presentes vários grupos de teatro devidamente trajados à época assim como artesãos a trabalharem ao vivo, provenientes de diversas regiões.
Nesta recriação histór
As assustadoras feiticeiras, o mendigo e profeta Basílius, o bobo da corte, o sacerdote, etc., são incontornáveis nestas feiras que também marcaram presença.
A organização do evento esteve a cargo do INATEL, da Câmara Municipal de Coimbra e da Associação para o Desenvolvimento e Defesa da Alta de Coimbra.
Fotografias – Teresa Arsénio
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Teresa Arsénio
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Etiquetas: reconstituição histórica
Ópera BICHUS
Na comemoração do centenário do nascimento de Miguel Torga, a Arte à Pare, levou a cena nos dias 6 e 8 de Junho no Teatro da Cerca de São Bernardo em Coimbra, a ópera BICHUS.
Sem espaço e sem tempo, esta ópera analisa conceptualmente a obra literária de Torga. Tendo por ponto de partida o livro de contos homónimo, a peça desenrola-se centrando a sua narrativa em dois personagens (Jesus e Madalena) e num universo impregnado de ambientes e gestos, que na obra de Miguel Torga, estão omnipresentes: a aldeia, a terra, a casa, o monte, a liberdade, a solidão e a morte.
Este espectáculo que fala sobre a condição do Homem, perspectiva uma leitura transversal dos catorze contos, recolhendo alguns dos seus elementos centrais e colocando-os num contexto dramatúrgico próprio que a própria ópera constitui.
A ópera BICHUS aborda a liberdade, enquanto figura da livre expressão humana e questão primordial na obra de Miguel Torga. Desvenda-a através do jogo entre solidão e insubordinação, num universo combinado de elementos puramente torguianos e linguagens contemporâneas.
Fotografias – Teresa Arsénio
Mais informações em:
www.operabichos.com
http:\\arteaparte.com.sapo.pt
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Etiquetas: Miguel Torga
Chega hoje ao fim a IV Festival Internacional Dixieland de Cantanhede
Depois do êxito das edições anteriores, o Dixieland mantém-se fiel aos seus princípios orientadores e o levou mais uma vez a Cantanhede o que de melhor se faz no circuito do jazz mais tradicional a nível mundial.
A exigência colocada na selecção das bandas participantes traduziu-se na afluência crescente de público oriundo de vários pontos do país, colocando este evento na rota dos festivais de Verão.
Às quatro bandas nacionais juntaram-se mais seis internacionais que no total contabilizam mais de trinta actuações, entre os espectáculos realizados no recinto do festival e as actuações nas diversas freguesias.
Na quinta-feira (7de Junho) os concertos começaram um pouco mais tarde do que o previsto devido a uma falha geral na rede eléctrica.
A primeira banda a subir ao palco foram os JURBENA JAZZ BAND. Esta formação holandesa, inspirada no estilo tradicional de jazz conhecido por “frisco” com origem em São Francisco, é composta por nove músicos oriundos de outras bandas da Holanda.
Com um estilo muito típico os JURBENA JAZZ BAND tocam composições de Jelly Roll Morton, J. Bodewalt Lampe, Clarence Williams, Johnny Dodds, Louis Armstrong, Joe ‘King’ Oliver, Johnny St. Cyr, Lu Watters, Turk Murphy, entre outros.
A segunda actuação da noite estava reservada para os DIXIE GANG e para o seu convidado especial: Jorge Palma.
Este “gang” teve origem em 1991 e até ao momento já lançaram dois discos. O primeiro, de 1998, intitula-se “Jazz Me Blues” e o segundo “Pimenta da Terra” é uma gravação ao vivo no Valado de Frades Jazz Festival de 2005.
Os DIXIE GANG vão buscar as suas influencias a nomes como Jelly Roll Morton, King Oliver, Louis Armstrong, Kid Ory, Bix Beiderbecke e Sidney Bechet. Os concertos desta noite encerraram com a actuação dos LOS KROKODILLOS. Alguns elementos desta banda já tinham actuado na jam session, de quarta-feira no café Santa Cruz em Coimbra, por isso já se esperava uma exibição vigorosa.
Os LOS KROKODILLOS são uma banda formada por seis músicos de cinco países e idiomas distintos que têm em comum o gosto pelo jazz dos anos 20.Na sexta-feira a noite abriu em português com os DIXIE GRINGOS. Esta foi a terceira participação deste grupo de Coimbra no Dixieland. O inicio deste projecto deu-se em 2000 e do seu reportório fazem parte temas de Lous Armstrong, Duke Ellington, King Oliver, Jelly Roll Morton, Kid Ory entre outros.
À sua maneira estes músicos continuam a perpetuar o estilo de New Orleans por onde passam. Fazendo jus ao nome, para o final da noite de sexta-feira, estava guardada a banda mais desconcertante e surpreendente de todo o festival. Quer se goste ou não do género, é impossível ficar indiferente a este grupo vindo de Barcelona. Os ALWAYS DRINKING MARCHING BAND, são constituídos por músicos e actores profissionais e tiveram o mérito de transformar a tenda numa autêntica discoteca em que o divertimento foi o rei.
Para hoje, último dia do festival, está reservada a street parade com início às 16 horas. A cidade será tomada de assalto pelas sonoridades ritmadas do dixieland, onde marcarão presença as bandas participantes no festival, as filarmónicas, outras associações culturais do concelho assim como elementos de animação de rua.
Fotografias – Teresa Arsénio
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Etiquetas: Jazz
sábado, 9 de junho de 2007
Smashing Pumpkins tocam sem ajuda do S. Pedro
Os Smashing Pumpkins começaram a tocar e o S. Pedro decidiu enviar chuva para o recinto.A chuva, embora pouca, não desmobilizou os milhares de fans que se encontram no Oeiras Alive! 07 para ver Smashing Pumpkins .
Menos influênciados pelo punk rock que outras bandas contemporaneas, a banda era baseada em sons pesados de guitarra, contendo elementos de gothic rock, heavy metal, música psicadélica, rock progressivo, pós-punk e, posteriormente, música eletrónica.
O primeiro disco, Gish, lançado em 1991, ofuscado pela divulgação massiva do seu contemporaneo Nevermind, dos Nirvana, trazia muito mais brilhantismo nas composições mas, por ter sido lançado por uma editora não tão expressiva, não teve o reconhecimento devido.Em 1993 é então lançado o que muitos fãs classificam como a obra-prima da banda, Siamese Dream, que é a música da vida de muita gente.
A banda carregou no peso dos instrumentos e as composições são inspiradíssimas.
O ano de 1995 é de Mellon Collie and the Infinite Sadness, um dos albuns duplos mais vendidos da história e com produção do consagrado Flood (U2, The Killers).
Mas nem tudo eram flores... A tournée foi um sucesso, mesmo após o afastamento do baterista devido ao seu problema com drogas.
A Arising! Tour marca o retorno de Jimmy Chamberlin às baquetas, os clássicos da banda voltam a ser executados nos concertos (durante a tournée do Adore 90% do setlist era composto de músicas deste álbum). As novas músicas, a serem lançadas no próximo disco eram apresentadas ao público, que aguardava ansiosamente pelo retorno da formação clássica.
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Os White e os Dead 60 começam a aquecer a noite

No que respeita aos White Stripes é uma estreia. Para os muitos fans que estão no Passeio Marítimo de Algés é, sem dúvida, uma grande alegria, pois a banda com dez anos de existência nunca veio a Portugal.Os White, Jack White (guitarra e voz) e Meg White (bateria e voz), divorciados um do outro matrimonialmente continuam casados musicalmente e com bastante sucesso. Desde 1999, altura em que lançaram o primeiro disco - The White Stripes, que não têm parado com o casamento musical, pois têm pisado palcos de todo o mundo, contam com seis discos editados e venceram um Grammy na categoria de rock alternativo. Venceram também, em 2003, com a música Seven Nation Army, a melhor música do ano.
O género musical desta banda americana é Rock com Blues e Indie misturados.
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Capitão Fantasma comanda Palco Sagres
Estamos no dia 2 do Oieras Alive 07! e o cartaz tem boas bandas para o público presente.
Considerado um dos melhores compositores, músicos e produtores no activo no nosso país, Armando Teixeira compôs, gravou, misturou e produziu um trabalho individual irrepreensível que se reflecte num disco de canções sem complexos.
Capitão Fantasma
Os Capitão Fantasma formaram-se em 1988 com o final dos Emilio e a Tribo do Rum. Gravaram o seu primeiro disco em 1992 pela Polygram, com o nome "Hu uá uá".
Foi certamente um ponto de viragem na música Portuguesa, dando uma maior visibilidade ao movimento que nessa altura rebentava de norte a sul do país e mesmo influenciando muitas outras bandas de Rock'n'Roll.
Marcados sempre pela entrada e saída de elementos, só em 1996 gravam novo álbum de originais. "Contos do Imaginário e do Bizarro", desta vez pela União Lisboa.
Incómoda e omnipresente, a banda continua a funcionar sempre coerente e honesta no seu projecto.
Agora em 2007 pela RagingPlanet surge "Viva Cadáver" produzido pela própria banda, surgem também uns Capitão Fantasma com a sua melhor formação de sempre, aos originais Jorge Bruto na voz e Tiago Sério na bateria juntam-se Bráulio no baixo e André Joaquim na guitarra.
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Pearl Jam encantaram os fans e prometem voltar em breve
Após, quase, duas horas de concerto, os Pearl Jam encerraram o 1º dia do Oeiras Alive!07.
Eddie Vedder, vocalista e guitarrista da banda, entra em palco com os acordes de "Interstellar", seguindo para "Corduroy" e "Evolution". Após a actuação destas músicas cumprimenta o público presente no Passeio Marítimo de Algés num português, quase, perfeito. Este cumprimento fez vibrar os fãs que lhe responderam com palmas, assobios e outras manifestações de agradecimento.
Praticamente duas horas após terem subido ao palco pela primeira vez, no Oeiras Alive!07, terminam a sua actuação com "Rock in/Y Led".
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sexta-feira, 8 de junho de 2007
Pearl Jam fecham o 1º dia do Alive!07

Pearl Jam é uma banda oriunda da cidade de Seattle, nos Estados Unidos da América, no auge do período do movimento local Grunge e é considerada uma das mais populares e influentes da década de 90. A banda detém uma marca inusitada, durante a tournee de um de seus álbuns a banda lançou nada menos que 70 CDs duplos, que traziam na íntegra cada um dos concertos da turnê, suas atitudes em defesa dos fãs, tais como um processo movido contra a empresa Ticketmaster (que monopoliza o mercado de venda de ingressos em território americano) tornou-se um marco, a banda exigiu na justiça que a empresa reduzisse os seus lucros para diminuir o preço dos ingressos de seus concertos para que os fãs fossem beneficiados, isso junto ao engajamento político e em causas de ajuda humanitária tornaram Pearl Jam uma das mais idolatradas e respeitadas bandas da história do rock.
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Linkin Parker conquistam e arrasam no Oeiras Alive!07
Acabaram de entrar em palco, há cerca de dez minutos, a banda californiana Linkin Park, e já arrasaram o público prsente no Passeio Marítimo de Algés .
2.Given Up
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3.Leave Out All The Rest
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4.Bleed It Out
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5.Shadow Of The Day
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6.What I've Done
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7.Hands Held High
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8.No More Sorrow
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9.Valentine's Day
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10.In Between
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11.In Pieces
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12.The Little Things Give You Away
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Etiquetas: Concertos, Festivais, Oeiras Alive
Mário Laginha apresenta o seu novo trabalho

No caminho, disse, irá procurar estabelecer as mais variadas relações entre a música e a arquitectura de uma forma que possa ser estimulante para quem as ouvir.
Mário Laginha piano
Bernardo Moreira contrabaixo
Alexandre Frazão bateria
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Cortejo Histórico em Famalicão
São cerca de meio milhar, os figurantes que participam este ano no Cortejo Histórico das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão.
A partir das 21h00, de domingo, dia 10 de Junho, as ruas da cidade enchem-se de alegria e fantasia, com o desfile do Cortejo Histórico, este ano subordinado ao tema "As Mulheres da História Mundial".
Ao todo são doze quadros representados por outras tantas associações e colectividades do concelho que desde Janeiro se preparam para a grande noite do Cortejo Histórico, com ensaios e confecção das roupas e adereços?, como explica o encenador Miguel Fonseca.
De acordo com o responsável ,o cortejo deste ano diferencia-se pela sonoridade e ritmo do desfile, tendo em conta que a maioria dos quadros são cantados. E acrescenta: São quadros muito atractivos, que certamente conquistarão a atenção e simpatia do público.
De Cleópatra a Amália Rodrigues, de Joana d?Arc a Madre Teresa de Calcutá, serão muitas as personagens históricas, que desfilarão pelo centro da cidade, despertando a memória, para grandes acontecimentos da história mundial.
Para o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Armindo Costa, esta é uma oportunidade para o público recordar grandes vultos femininos da humanidade, ficando a conhecer melhor as mulheres que ficaram na história por feitos extraordinários, pelo seu talento, ou simplesmente pela sua beleza, como é o caso de Marilyn Monroe.
O autarca mostra-se bastante expectante quanto ao Cortejo Histórico desde ano, referindo que tendo em conta o tema, o número de participantes e associações envolvidas, este será, sem dúvida, um acontecimento de grande beleza e excelência.
Para Armindo Costa, o Cortejo Histórico tem vindo a assumir-se como um dos momentos mais espectaculares e animados das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão. Recuperando alguns dos principais temas que fazem parte da nossa memória colectiva, o Cortejo Histórico envolve todos os anos várias dezenas de associações e colectividades locais, numa verdadeira e atractiva lição de História ao ar livre.
O Cortejo sairá da Praça Álvaro Marques, percorrendo a rua Adriano Pinto Basto, a Alameda D. Maria II, a rotunda D. Sancho I, a Avenida de França até ao Estádio Municipal.
Aqui, o cortejo desfilará mais uma vez, permitindo que o público assista a todo o espectáculo, comodamente sentado.
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Etiquetas: Cortejo Histórico











