quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Lidia Franco volta aos palcos para um monólogo

ÓSCAR E A SENHORA COR-DE-ROSA

NA SALA ESTÚDIO

DO TEATRO NACIONAL D. MARIA II

DE ERIC-EMMANUEL SCHMITT

tradução IVONE DE MOURA | LÍDIA FRANCO

PRODUÇÃO TNDM II

SALA ESTÚDIO

JAN 17 – MAR 09

3ª a SÁB. 21H45 DOM. 16H15

Um monologo de Eric- Emmanuel Schmitt interpretado por Lídia Franco

O Teatro Nacional D. Maria II vai estrear, a 17 de Janeiro próximo, a peça de maior sucesso da carreira de Eric-Emmanuel Schmitt até ao momento. Trata-se de “Óscar e a Sra. Cor-de-Rosa”, texto que tem sido levado à cena nos cinco continentes e obtido inúmeros prémios, nomeadamente o Masque d’Or, na Rússia, em 2006, e o melhor “Seul en Scène”, em 2005, na Bélgica. O autor – de quem recentemente tivemos oportunidade de ver, no Salão Nobre do TNDM II, “Pequenos Crimes Conjugais” – dedicou a peça à actriz Danielle Darrieux, que a estreou na Comédie des Champs Elysées, em Paris, a 7 de Fevereiro de 2003, naquele que foi considerado pela crítica num dos grandes acontecimentos teatrais da temporada parisiense. A interpretação de Danielle Darrieux valeu-lhe o prémio Molière para Melhor Actriz do ano.

Em Lisboa, o monólogo – que Schmitt diz ser o seu texto mais autobiográfico de sempre – será interpretado pela actriz Lídia Franco, que assim regressa à Sala Estúdio para ser dirigida pela encenadora norte-americana Marcia Haufrecht (com quem fez, na temporada passada, “Frozen”, de Bryony Lavery). É a terceira vez que actriz e encenadora se encontram, depois do primeiro espectáculo em que colaboraram – “Vidas Publicadas”, de Donald Margulies, apresentado na Comuna, em Janeiro de 2006. Esta produção resulta de uma proposta da própria Lídia Franco que, ao deparar-se com a história de um menino que padece de leucemia e encontra, apesar disso, um sentido para a sua vida e uma forma de ser feliz, se deixou fascinar pela peça de Schmitt. Em cena, Lídia Franco será a vovó rosa – assim chamada por causa da bata cor-de-rosa que usam, nos hospitais franceses, as voluntárias de apoio a crianças com doenças terminais.

“Procurei, de entre todas (as peças do autor), uma que eu pudesse fazer e descobri esta. Descobri que é o texto de Éric-Emmanuel Schmitt que mais êxito tem alcançado, que já foi feito praticamente no mundo inteiro e que há inclusivamente planos para o levar ao cinema. (…). É definitivamente, a peça mais bonita que li nos últimos tempos”, afirma a actriz, em entrevista concedida ao Teatro Nacional D. Maria II.

Lídia Franco explica que o segredo do sucesso deste texto reside no facto de conter a fórmula para a felicidade.

“O apelo do texto é que nos faz descobrir o grande mistério da vida, o segredo da felicidade. (…) Viver cada momento na sua plenitude. É essa a metáfora criada por Éric-Emmanuel Schmitt. Na peça, a vovó Rosa diz ao Óscar que cada dia que viver equivale a dez anos. (…) A partir daí, aquela criança passa a viver intensamente o entusiasmo e a descoberta da vida. A maior parte de nós morre velho e a queixar-se de não ter vivido. Não vale a pena perder tempo com lamentações. Há que aproveitar bem o instante. Temos de nos maravilhar com o mundo, com as pessoas, com as trocas que fazemos, com aquilo que demos e que recebemos. Acredito nisso profundamente.”

“Óscar e a Senhora Cor-de-Rosa” cumprirá carreira na Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II entre 17 de Janeiro e 9 de Março, de terça a sábado às 21h45 e aos domingos às 16h15.

Sinopse

"Óscar e a Sra Cor-de-Rosa" é um hino à vida e ao ser humano. Mostra-nos a amizade total entre uma criança com leucemia e a Senhora cor-de-rosa (voluntária na área da pediatria do Hospital), que todos os dias o visita. Entre os dois estabelece-se um jogo: "Cada dia equivale a dez anos". Deste modo o menino passa a ter a sensação de que avança no tempo e de que aproveita a vida nas suas diferentes idades. Ele morre com mais de cem anos, ou seja, daí a alguns dias, com uma vida plena de emoções e alegrias. Nessa "longa" vida que o menino passa a ter, ele reiventa o Mundo sob a maravilhosa cor de fantasia, desafiando a morte com um olhar divertido sobre o Universo dos adultos e das outras crianças doentes que o rodeiam no Hospital. Desta vida maravilhosa ficou o testemunho através de cartas que o menino escrevia todos os dias a Deus.

encenação MARCIA HAUFRECHT

assistência de encenação SÓNIA NEVES

cenário | figurinos ANA VAZ

desenho de luz JOSÉ CARLOS NASCIMENTO

voz | elocução MARIA JOÃO SERRÃO

COM

LÍDIA FRANCO

Monty Python até final de Janeiro



O Papagaio Morto, O Papa e Miguel Ângelo, Reunião Criativa ou Gravador no Nariz são alguns dos sketches dos Monty Python recriados por um elenco de luxo que, humildemente, afirma ter aprendido muito do que sabe sobre comédia com este genial grupo inglês.

Traduzidos e adaptados por Nuno Markl, Os Melhores Sketches dos Monty Python contam com António Feio, Bruno Nogueira, Miguel Guilherme, Jorge Mourato e José Pedro Gomes na interpretação.

"Os Melhores Sketches dos Monty Python"- o equivalente em português não lhe fica atrás, ao reunir cinco dos mais versáteis actores de comédia nacionais" , Diário de Noticias, 10 Setembro 07

"O melhor acontece quando às piadas britânicas se junta a capacidade dos actores nacionais construirem personagens próprias, superando o original ", Correio da Manhã, 15 Setembro 07

Auditório dos Oceanos no Casino Lisboa - até 27 Janeiro
3ª a Sábado às 22h | Domingos às 17h
Bilhetes à venda
no Casino Lisboa, FNAC, Agências Abreu, ABEP e Alvalade e em www.ticketline.sapo.pt
Informações e reservas 707 234 234
Preço 18€ e 20€ (descontos para grupos: +25 pax - 5% / +50 pax - 10% / +100 pax - 15%)

Coliseu do Porto - 19 a 23 de Fevereiro | 21h30
Bilhetes à venda no Coliseu do Porto, FNAC, Agências Abreu, ABEP e Alvalade e em www.ticketline.sapo.pt
Informações e reservas 707 234 234
Preço: Cadeiras de Orquestra: 30,00€
1ª Plateia: 27,50€
2ª Plateia: 25,00€
Tribunas: 27,50€
Balcão Popular: 22,50€
Galeria: 18,00€
Geral: 15,00€

Novo número do Boletim Cultural da Póvoa do Varzim


Boletim Cultural da Póvoa de Varzim conhece novo número com a publicação do volume 41, que será apresentado no dia 15 de Dezembro, sábado, pelas 18h00, na Biblioteca Municipal.

A Câmara Municipal presenteia a comunidade poveira com esta edição sob a direcção da professora Conceição Nogueira, uma assídua colaboradora do boletim e que, no último número, foi já responsável pela revisão de todos os textos.

O Boletim Cultural reúne uma série de artigos sobre personalidades, aspectos históricos e tradições locais. Este volume 41 integra um contributo de José Macedo Vieira, presidente da autarquia, no âmbito do Dia Nacional do Mar de 2006, um artigo de José Ferreira sobre o escritor e primeiro director espiritual da beata Alexandrina, Mariano Pinho, entre muitos outros.

O Boletim Cultural é uma das mais representativas publicações da Câmara Municipal.

André Sardet no Teatro Circo de Braga

CONCERTO DE NATAL DA “RENASCENÇA”

TRAZ ANDRÉ SARDET AO THEATRO CIRCO

André Sardet é o reconhecido compositor, músico e cantor português que, a 14 de Dezembro (21h30), no Theatro Circo, protagoniza o “Concerto de Natal do Clube Renascença”.

Considerado um dos êxitos mais recentes da música portuguesa, André Sardet apresentou-se pela primeira vez ao grande público em 1995, através da participação em diversos programas televisivos.

Com quatro álbuns editados, de que se destaca “Acústico”, trabalho que assinala os dez anos de carreira, Sardet propõe para o palco da sala principal alguns dos temas que lhe garantiram a distinção no panorama artístico nacional, designadamente, “Quando te falei de amor”, “Feitiço”, “O Azul do Céu”, “Perto mais Perto” ou “O céu do nosso amor”, entre muitos outros.

Lançado em 1996, “Imagens”, primeiro álbum do cantor, deu inicio a um percurso discográfico a que se seguiu “Agitar antes de usar” (1998), o homónimo “André Sardet” (2002) e “Acústico” (2006), de que resultaram colaborações com a algarvia Vivianne, com o saxofonista norte-americano Ernie Watts ou com os consagrados Rui Veloso, Luís Represas e Mafalda Veiga.

Com uma sonoridade caracterizada por uma voz simultaneamente transparente e intensa e pelos acordes intimistas, Sardet, que faz a composição dos seus próprios temas, distingue-se pela frequente adesão a projectos de solidariedade e pela entrega à luta pelo crescimento e afirmação da música portuguesa, tendo sido um dos principais impulsionadores de “100% de Música Portuguesa”, projecto que teve desenvolvimento em Coimbra, Lisboa, Beja e Santa Maria da Feira.

Empenhado, ao longo de 2007, numa extensa digressão nacional, André Sardet concretizou, no ano anterior, aquele que constituiu um dos seus principais objectivos até ao momento, a gravação do primeiro álbum de carreira.

«Aproximar as músicas da sua essência e apresentá-las em formato acústico é ao mesmo tempo um velho sonho e uma forma de garantir a actualidade de todos os temas daqui a 10, a 20, ou 30 anos», disse sobre o projecto que gravou no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, e que, até à data, lhe garantiu o seu maior sucesso, com 100 000 exemplares vendidos.

Os ingressos para este espectáculo, a 10 euros, podem ser adquiridos nas bilheteiras do Theatro Circo.

Mais informação:

www.theatrocirco.com, www.rr.pt, www.andresardet.com, reservas@theatrocirco.com e no “call center” 253 203 800.

Theatro Circo - Município de Braga

avenida da liberdade, 697 – 4710.251 braga – +351 253 203 800

theatrocirco@theatrocirco.com - reservas@theatrocirco.com – www.theatrocirco.com



























André Sardet no Teatro Circo de Braga























Roy Ayers Ubiquity no casino Lisboa

Roy Ayers Ubiquity

estreia-se em concerto

no Casino Lisboa

Em noite de “Concerto Arena Live”, Roy Ayers actua no Casino Lisboa, na próxima Segunda-Feira, pelas 22 e 30. Acompanhado pela sua inseparável banda Ubiquity, o artista sobe ao palco do Auditório dos Oceanos para interpretar um repertório muito diversificado.

Trata-se do primeiro concerto de Roy Ayers no Casino Lisboa, assegurando contagiantes momentos de groove. Com influências musicais de movimentos como o r&b, funk ou acid jazz, Roy Ayers distingue-se pela dinâmica das suas actuações ao vivo.

Roy Ayers é um dos principais responsáveis pela consolidação de diferentes correntes musicais, constituindo uma referência para artistas como Mary J Blige, Groove Colective, Masters at Work ou Guru Jazzmatazz, entre outros.

No início de carreira, Roy Ayers partilhou experiências com o mestre do afrobeat, o nigeriano Fela Kuti, editando dois discos. No decorrer dos anos 70, criou, então, um notável conjunto musical: a Roy Ayers Ubiquity, que o secunda em digressão pelo mundo.

Nas últimas décadas, a banda integrou nomes como Sonny Fortune, Billy Cobham, Omar Hakim ou Alphonze Mouzon. A criação de uma fusão muito peculiar de sonoridades r&b, funk e disco, culminou com o lançamento de êxitos comerciais como "Running Away" ou "Everybody loves the sunshine".

Com um cartaz multifacetado, o Casino Lisboa recebe, ainda, Gilles Peterson para liderar a cabine da Juke Box, até às três horas da madrugada. Verdadeira referência na origem do acid jazz e na club culture, Gilles Peterson é um influente DJ, mentor das editoras Acid Jazz, Talkin’ Loud e mais recentemente, da Brownswood.

Informações e Reservas:

351 916 350 838 / reservas@arenalounge.ws / www.arenalounge.ws

O Arena Lounge acolhe, até ao final do ano, o ciclo de “Concertos Arena Live 2007”. Com entrada livre as actuações decorrem, todas as Segundas-Feiras, pelas 22 e 30.

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

Woody Allen marca reveillon do Casino Estoril

Woody Allen em concerto exclusivo

no “Réveillon” do Casino Estoril

Com uma actuação única e exclusiva em Portugal, Woody Allen e a sua “New Orleans Jazz Band” regressam ao Salão Preto e Prata do Casino Estoril e são a principal atracção da noite de “réveillon”.

O mediático actor e realizador norte-americano prepara-se para demonstrar, de novo, em concerto, o seu talento de clarinetista.

Num jogo de sonoridades jazzisticas, Woody Allen é acompanhado por uma grande banda, cuja direcção musical pertence a Eddy Davis. O Casino Estoril propõe, assim, um cartaz de excepção para dar as boas vindas a 2008, num ano que se assinala o 50º aniversário da Estoril Sol.

Em digressão pela Europa, a “New Orleans Jazz Band” já se distinguiu, em recentes actuações, pelo protagonismo de Woody Allen, no clarinete; Simon Wettenhall, no trompete; Jerry Zigmont, no trombone; Conal Folkes, ao piano; Greg Cohen, no baixo; John Gill, na percussão; e pelo próprio Eddy Davis, com o seu banjo.

Foi, aliás, no famoso Café “The Carlile”, em Nova Iorque, que Woody Allen e a sua “New Orleans Jazz Band” se notabilizaram. Num espaço de perfil intimista, os seus concertos propunham ambiências musicais muito específicas.

Nascido em 1935, em Nova Iorque, mais concretamente em Brooklin, Woody Allen distinguiu-se, muito cedo, no meio artístico. Com um acutilante sentido de humor, começou por escrever textos para programas de televisão, somando importantes prémios. Já em 1965, enveredou pelo cinema, estreando-se, pouco depois, na famosa Broadway.

Nome consagrado de Hollywood, Woody Allen manifesta-se, em palco, nas mais diversas formas de arte. Com inesgotáveis recursos interpretativos, Woody Allen reencontra-se, de novo, com o público do Casino Estoril. Após esgotar o Salão Preto e Prata no “réveillon” de 2004/05, o artista norte-americano está de volta para protagonizar outra actuação, aguardada com enorme expectativa.

As reservas podem ser efectuadas:

- Casino Estoril através do telefone 214 667 700, Fax 214 667 965,

e-mail:info.cestoril@estoril-sol.com e www.casino-estoril.pt

- Ticketline pelo telefone 707 234 234 e www.ticketline.sapo.pt

- Plateia pelo telefone Tel. 214 346 304, www.plateia.pt

- Lojas Fnac

- Lojas Abreu

- El Corte Inglès

Beatriz cantinho no CCB com uma mala

E se tivesse a oportunidade de, por alguns instantes,
pôr todo o mundo numa mala?

UMA peça de BEATRIZ CANTINHO E VALÉRIO ROMÃO
BOXNOVA: A MALA

15 DEZEMBRO – 19H00 – SALA DE ENSAIO – CCB

“A performer está no palco com uma mala. Há um cuidado exacerbado no controlo consciente e voluntário de todo o movimento. Como se cada gesto tivesse de ser pensado ao invés de executado em “modo automático”, como é normal. Confere uma atmosfera de hiper-realismo que será mantida ao longo do espectáculo e utilizada para amenizar a presença dos sintomas que nela encarnam, que seriam demasiado óbvios caso surgissem num personagem corporalmente normalizado. A sua primeira função em palco é a de descrever a peça. A segunda é a apresentação dos males do mundo, como num prontuário patológico ou filosófico de entendimento e compreensão do mundo do qual todos nós, uns mais outros menos, padecemos.”

Valério Romão


Coreografia e dramaturgia BEATRIZ CANTINHO & VALÉRIO ROMÃO
Textos VALÉRIO ROMÃO
Interpretação BEATRIZ CANTINHO
Luz JOSÉ RODRIGUES
Artistas convidados/banda MÓNICA COTREANO & PEDRO GONÇALVES
Produção BEATRIZ CANTINHO

Cristina Branco canta Zeca Afonso

CRISTINA BRANCO

CANTA ZECA AFONSO

17 DEZ

SEGUNDA ÀS 21HOO

SALA PRINCIPAL

M/6

Após uma série de concertos esgotados no Jardim de Inverno em Fevereiro, Cristina Branco regressa ao São Luiz, desta feita à Sala Principal, para interpretar Zeca Afonso, no ano em que passam 20 sobre a sua morte.

Após a digressão pelo país com o seu novo disco Abril, Cristina Branco apresenta-se agora em Lisboa para um concerto de grande intensidade.

“Sem sentimentalismos, sem rodeios, como o Sr. José Afonso era. O Zeca, o nosso Zeca, porque faz parte do imaginário contestatário, do gira-discos, do canto amigo. O Zeca foi e será sempre um exemplo de simplicidade, de convicção (mesmo quando dizia que nem sempre gostava de cantar!). É assim o amigo da minha adolescência, o amigo do meu canto, da minha busca pessoal. Não trazemos nada de novo, vimos apenas lembrar. Até logo companheiro!” Cristina Branco

"Olhares contra o Esquecimento" levados pelos Médicos do Mundo ao Porto


Médicos do Mundo leva

34 Olhares Contra o Esquecimento

ao Porto

A organização Médicos do Mundo promove a exposição de fotografia 34 Olhares Contra o Esquecimento, no Centro Português de Fotografia, no Porto, de 14 de Dezembro a 10 de Janeiro.

A exposição é composta por 34 fotografias, realizadas em cenários de guerra e de pobreza por fotojornalistas de renome internacional.

Depois de serem objecto de campanhas humanitárias, estes casos foram esquecidos pela comunidade internacional.

A organização Médicos do Mundo pretende alertar para as causas desse esquecimento e para as responsabilidades de todos no combate a esta situação.

As fotografias são acompanhadas e ilustradas por testemunhos de voluntários e jornalistas.

34 Olhares Contra o Esquecimento foi apresentada em Paris, por ocasião da “Noite Branca 2007”, a primeira etapa de um périplo europeu que passa por Portugal, Bélgica, Espanha, Holanda, Alemanha e Reino Unido.

Esta exposição é financiada pelo ECHO – Departamento de Ajuda Humanitária da Comissão Europeia. Apresentada na Assembleia da República, no passado dia 22 de Novembro, a exposição pode agora ser vista pelo público em geral.

Declaração do presidente de Médicos do Mundo – França, Pierre Micheletti: “Visitar a exposição 34 Olhares Contra o Esquecimento não será um percurso fácil de realizar. Não se trata de uma exposição neutra que possamos percorrer sem emoção. O risco – o convite – é afinal que, à saída, os cidadãos visitantes se manifestem contra o esquecimento.”

Data: 14 de Dezembro – 10 de Janeiro

Local: Centro Português de Fotografia - Ex. Cadeia da Relação, Campo Mártires da Pátria, Porto





















Nilton no casino Lisboa

“Tratado de Nilton” em apresentação única

no Arena Lounge do Casino Lisboa

Inspirado na assinatura do Tratado de Lisboa, Nilton actua hoje, à noite, no espaço central do Arena Lounge do Casino Lisboa. Em versão de “Stand Up Comedy”, o conhecido humorista explica ao público o verdadeiro significado deste importante Tratado.

O artista protagoniza, assim, o “Tratado de Nilton”, pouco depois da meia-noite, satirizando alguns dos temas mais mediáticos que interessam aos europeus. Num irresistível tom de comédia, Nilton faz uma abordagem sobre o papel de Portugal na União Europeia.

Num dia que ficará para a História, o Casino Lisboa convida, assim, o público a juntar-se às celebrações da assinatura do Tratado de Lisboa. Numa festa recheada de surpresas, o Casino Lisboa assegura um programa, que promete muita animação até às três horas da madrugada.

Após a actuação de Nilton, sobem, também, ao palco os "Lisboa Sounds Like", com Dj Glue (Da Weasel), Dj Ride (Bi-campeão de scrath/turtablism) e Dj Kamala Mc Jeff.

Posteriormente, será sorteada, ainda, pelos visitantes do Casino Lisboa, uma viagem pela Europa.

Programa 13 de Dezembro de 2007

- À 00:15 | O Tratado de Nilton

- À 01:00 | "Lisboa Sounds Like" com Dj's e Vj's

- Da 01:00 à 01:30 | Ganhe uma viagem pela Europa

Assinatura do Tratado de Lisboa comemorada com espectáculo de luz e som


As cores da Europa no céu de Lisboa

Espectáculo de música

e pirotecnia marca assinatura do Tratado de Lisboa

Um espectáculo de música clássica e fogo de artifício, promovido e organizado pelo Turismo de Lisboa, Turismo de Portugal, ip, e Câmara Municipal de Lisboa, com o apoio da Região de Turismo do Algarve e da Parque EXPO, marca hoje, dia 13 de Dezembro, a assinatura, na capital portuguesa, do novo Tratado Reformador da Europa – Tratado de Lisboa.

A festa, com a qual se pretende celebrar este momento histórico, terá lugar no Cais Português, junto ao Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações, pelas 21h30 e com entrada livre.

O programa da festa é composto por um concerto de música clássica pela Orquestra do Algarve que, dirigida pelo Maestro Cesário Costa, vai executar obras de R. Strauss, Elgar, Luís de Freitas Branco, Mascagni, Dvorak, Copland, Stravinsky e Beethoven, numa actuação sincronizada com um espectáculo de pirotecnia da responsabilidade da Lusoevents.

O objectivo desta iniciativa é o de celebrar com a população o novo Tratado Reformador europeu, cuja cerimónia de assinatura teve lugar no Mosteiro dos Jerónimos, em Belém.


Menos de dois meses depois de terem chegado a acordo, em Lisboa, sobre o teor do novo Tratado Reformador, que substitui a fracassada Constituição Europeia – inviabilizada em 2005 pelos referendos negativos em França e na Holanda – os mais altos dignitários e representantes da Europa dos 27 regressam agora à capital portuguesa para a assinatura deste documento que marcará, certamente, a Europa do futuro.

A cobertura jornalística da cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, que antecedeu esta assinatura, foi assegurada por cerca de 1.300 profissionais portugueses e estrangeiros de centenas de órgãos de comunicação social que, a partir de Lisboa, deram a conhecer ao mundo os pormenores sobre o novo Tratado de Lisboa.

Assumida como “prioridade das prioridades” da presidência portuguesa da União Europeia, que termina no próximo dia 31 de Dezembro, a assinatura deste Tratado assume-se como um marco importante na história da UE.




  • Espectáculo de música e pirotecnia
  • Cais Português, junto ao Pavilhão de Portugal, no Parque das Nações
  • Quinta-feira, 13 de Dezembro, às 21h30
  • Entrada livre

Documentário GRAVURAS DE UMA VIDA, AUGUSTO NUNES PEREIRA

DOCUMENTÁRIO GRAVURAS DE UMA VIDA, AUGUSTO NUNES PEREIRAARGUMENTO PRODUÇÃO E REALIZAÇÃO _ Alexandre Mestre


Casa Municipal da Cultura de Coimbra

14 Dezembro às 18:00


Documentário cronológico, que retrata o percurso de vida de Augusto Nunes Pereira, a quem a Câmara Municipal de Coimbra dedicou, ao longo do ano em curso, grande parte da sua programação cultural, no âmbito das comemorações do Centenário do Nascimento do Monsenhor que se destacou, também enquanto artista, jornalista e escritor.
Informações - Casa Municipal da Cultura, Coimbra,Telef. 239 702 630,www.cm-coimbra.pt

Graça Morais e Teatro O Bando no encerramento do Centenário de Miguel Torga

ENCERRAMENTO DAS COMEMORAÇÕES DO CENTENÁRIO DO NASCIMENTO DE MIGUEL TORGA


13 e 14 de Dezembro

13 de Dezembro
17h00
SALÃO NOBRE DA CÂMARA
Lançamento da obra
A minha verdadeira imagem está nos livros que escrevi
Coordenação: Isabel Ponce de Leão
Apresentação: Salvato Trigo
Edição: Universidade Fernando Pessoa
18h00











EDIFÍCIO CHIADO
In Sofrimento _ Exposição de Desenho e Pintura de GRAÇA MORAIS
18h30
GALERIA ALMEDINA
O Labirinto da Guitarra
Pedro Caldeira Cabral
Guitarra Portuguesa (Cíthara Lusitânia)
Joaquim António Silva
Viola (Guitarra Hispânica)
Jorge Carreiro
Contrabaixo
14 de Dezembro
21h30











TEATRO DA CERCA S. BERNARDO
Alma Grande, de M. Torga, pelo Teatro O BANDO
Acesso gratuito
Reservas
Telef. 239702630 ou
manuela.martinho@cm-coimbra.pt
www.cm-coimbra@gmail.com