terça-feira, 4 de dezembro de 2007
F***R E IR ÀS COMPRAS
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Nuno Teixeira
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Etiquetas: Teatro, Teatro da Politécnica
13ª TEMPORADA DE “LEI & ORDEM” na Fox Crime

A 13ª temporada do clássico “Lei & Ordem” estreia a 4 de Dezembro no Fox Crime. Uma série acerca do sistema legal americano que se mantém nos lugares de topo de preferência do público, “Lei & Ordem” venceu um Emmy para Melhor Série Dramática e detém o recorde de nomeações consecutivas (11) nesta categoria.
Filmada inteiramente na cidade de Nova Iorque, esta série realista olha o crime e a justiça de uma dupla perspectiva. Os detectives Lennie Briscoe e Edward Green investigam crimes e procedem à detenção de suspeitos sobre a jurisdição da Tenente Anita Van Buren. Depois, o enredo passa para a barra dos tribunais criminais. Jack McCoy e Serena Southerlyn são os advogados de acusação do Ministério Público e trabalham no interior do complexo sistema de justiça.
Nesta nova temporada, um novo Procurador Geral, Arthur Branch é eleito para guiar a estratégia do departamento de acordo com uma interpretação rígida da Constituição.
Alguns casos podem ser simples, mas a maioria tem várias componentes. As investigações são díficeis, a formação de acusação é complicada, e as decisões acerca dos procedimentos legais são extenuantes. São milhares de vidas que ficam em suspenso no árduo e demorado processo que determina a culpa ou a inocência.
Estreia: Terça, 4 de Dezembro às 20h00 / Emissão: Segunda a Sexta às 20h00
Repetição: Segunda a Sexta às 09h45 e 14h45
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Nuno Teixeira
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Cristina Branco em Coimbra
A tour Abril de Cristina Branco chega a Coimbra no dia 7 de Dezembro

Depois de um trabalho de homenagem a Amália Rodrigues, a cantora Cristina Branco acaba de editar "Abril", disco onde revisita a obra de José Afonso, interpretando alguns dos seus temas mais emblemáticos.
cura trazer nada de novo, mas apenas lembrar”. Surge depois de um ciclo de espectáculos que Cristina Branco realizou este ano no Jardim de Inverno do Teatro S. Luiz, em Lisboa. Nesse sentido, o novo álbum é agora o ponto de partida para uma série de espectáculos pelo país, em que interpretará, exclusivamente, temas da autoria de um dos mais celebrados cantores/compositores nacionais, sendo acompanhada por um conjunto de músicos de excepção.Cristina Branco voz
Ricardo Dias piano, direcção musical
Mário Delgado guitarra eléctrica
Bernardo Moreira contrabaixo
Alexandre Frazão bateria
Produção Uguru
Preçário
Preço 1ª plateia 17,00€
Preço 2ª plateia 15,00€
Preço balcão 12,00€
Preço amigo/a TAGV 1ª plateia 8,50€
Preço amigo/a TAGV 2ª plateia 7,50€
Preço amigo/a TAGV balcão 6,00€
mais info: 21 441 62 00 uguru@uguru.net http://www.uguru.net/
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail teatro@tagv.uc.pt
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Teresa Arsénio
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Etiquetas: Coimbra, Musica, Teatro Académico Gil Vicente
ÓPERA BICHUS EM REPOSIÇÃO
Foto: Teresa Arsénio
TEATRO DA CERCA DE S. BERNARDO
Dia 7 Dezembro 14h30 (escolas) 21h30 (público em geral)
Dia 9 Dezembro 15h30 (público em geral)
Desenrola-se centrando a narrativa em dois personagens dos contos - Madalena e Jesus - num universo impregnado de ambientes e gestos que, na obra de Miguel Torga, são incontornáveis: a aldeia, a terra, a casa, e o monte, assim como a liberdade, a solidão e a morte.
O espectáculo perspectiva uma leitura transversal dos catorze contos, recolhendo alguns dos seus elementos centrais e colocando-os num contexto dramatúrgico próprio. O tema fundamental é a liberdade, enquanto figura de livre expressão humana e questão também fundamental na vida e obra de Miguel Torga.
A Ópera "Bichus" revela-a através do jogo entre solidão e insubordinação, num universo combinado de elementos puramente Torguianos e linguagens contemporâneas.
ÓPERA EM III ACTOS
Texto - Jorge Vaz Nande
Encenação - Hélder Wasterlain
Nélia Gonçalves - Mezzo-Soprano
Nuno Mendes - Barítono
Ricardo Pinto - Guitarra Portuguesa e Clássica
Pedro Tiago - Violoncelo e Violino
Nuno Oliveira - Percussão
Ana Silva - Harpa
Mário Silva - Percussão e flauta
INGRESSOS
Geral _ 12,00€
Estudante _ 8,00€
Gratuito para menores de 10 anos
Informações e reservas
Tel. 935261065
E-mail- acmt.arteaparte@gmail.com
[bilhetes à venda no dia e local do espectáculo, uma hora antes do início do espectáculo]
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Teresa Arsénio
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" A Ópera do Trindade" um livro de Nuno Domingues
Foi ontem apresentado ao público ,no salão nobre do Teatro da Trindade ,o livro de Nuno Domingues, " A Ópera do Trindade".
Mais do que o lançamento de um livro assistiu-se ao lançamento de uma colecção, segundo João Preto, representante da Editora.
Pretende-se com este livro iniciar uma colecção de obras sobre música, nos seus mais variados géneros.
Igualmente se pretende que o seu conteúdo chegue ao grande público e nele desperte o interesse pela Música, na generalidade, como Arte e como Ciência.
Vieira Nery, a quem coube a tarefa da apresentação da obra, salientou o meritoso trabalho de Nuno Domingues ao investigar sobre um passado recente e ao escrever sobre ele, obrigando assim a que o mesmo não de dilua no espaço e no tempo.
No momento em que o Teatro da Trindade comemora os deus 140 anos de existência esta obra vem lembrar que, embora para muitos este Teatro esteja intimamente relacionado com o regime do Estado Novo, conseguiu, a determinada altura, fazer chegar às classes trabalhadoras espectáculos de grande nível, competindo mesmo com o Teatro Nacional de S.Carlos.
Nuno Domingues investigou estes e outros aspectos do percurso artístico do Teatro da Trindade.
Aguarda-se com expectativa as obras que se seguirão, da colecção anunciada.
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Livros, Teatro da Trindade
Circo no Campo Pequeno com os Xutos
CAMPO PEQUENO
8 e 9 de Dezembro de 2007 22h00
A Música no Coração e o Montepio têm a honra de apresentar: “Circo de Feras”, Xutos & Pontapés ao vivo no Campo Pequeno (Lisboa), dias 8 de Dezembro (sábado) e 9 de Dezembro (domingo) de 2007.
São dois concertos em que o mais mítico dos grupos de rock portugueses celebra 20 anos de edição do álbum “Circo de Feras”, um dos discos que marcaram a música nacional e a década de 80, e que elevou o Xutos a um estatuto que não mais abandonaram.
Assim, num Campo Pequeno decorado como uma grande tenda de circo, os cinco Xutos & Pontapés (Tim na voz e baixo, Zé Pedro e João Cabeleira nas guitarras, Kalu na bateria e Gui no saxofone) vão desfilar as músicas de “Circo de Feras” (entre os quais “Contentores”, “N’América” ou o tema-título). E também serão os mestres de cerimónias que recebem muitos números de artistas convidados na área do novo circo, artistas que vão animar e espantar as plateias da venerável sala lisboeta.
Para dirigir estes espectáculos, os Xutos & Pontapés convidaram: como encenador, João Miguel Garcia, e como director musical, Fernando Júdice, (Madredeus, Resistência, Trovante...).
Vinte anos depois, “Circo de Feras” apresenta-se no Campo Pequeno. Com os Xutos & Pontapés, é bem verdade que “Este Natal, o grande circo... de rock’n’roll chegou à cidade!”.
Senhoras e senhores, meninos e meninas:
Que comece o espectáculo neste “Circo de Feras”!
Bilhetes já à venda:
Preço dos bilhetes: Plateia em pé: 25€
Camarotes de 1ª central: 20€
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Zita Ferreira Braga
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03:04
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Etiquetas: Campo Pequeno, Espectáculos
No Teatro da Trindade João Zurzica volta ao mesmo
JOÃO ZURZICA
À VOLTA DO MESMO…
[Stand-up Comedy]
Estreia a 6 de Dezembro, no Teatro-Bar,
Sinopse
Espectáculo ao género de “one-man-show”, onde várias performances desde a Música ao Ilusionismo, passando pela comédia física, gravitam em torno de um monólogo humorístico, anárquico e desafiador da percepção comum.
A principal novidade deste novo espectáculo, anda basicamente “à volta do mesmo…” registo a que o “humorista” nos acostumou em trabalhos anteriores.
A vertente do Ilusionismo que o dito espectáculo aborda, foge sem comprometimento ao tradicional espectáculo da arte, entrando numa nova linguagem, minimalista e mais sofisticada que roça o “impromptus” do “street magic” (espectáculo de performance de rua, com objectos do dia a dia), sempre com uma abordagem invulgar e humorística.
O objectivo principal do espectáculo é sempre o mesmo: fazer pensar, e depois rir…
Ficha técnica
AUTORIA, ENCENAÇÃO e INTERPRETAÇÃO João Zurzica
SONOPLASTIA Nuno Oliveira
DESIGN GRÁFICO David Rosado
PRODUÇÃO João Zurzica
TEATRO-BAR
6 a 15 Dezembro
5ª-f a Sáb. 23h00
Duração 60 minutos
Classificação etária M/16
Preço único 8€
Desconto 30% (Sócios do INATEL, Grupos + 10 pax, Jovens c/ – 25 anos e Seniores)
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Zita Ferreira Braga
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Etiquetas: Espectáculos, Teatro da Trindade
fado em Guimarães pela voz de Ana Moura
É já no próximo dia 7 de Dezembro, pelas 22h00, que Ana Moura presenteará o auditório do Cinema São Mamede, em Guimarães.
No espectáculo serão apresentados temas do início da sua carreira como “Sou do Fado, Sou Fadista” ou “Guitarra” e também novas letras, músicas e parcerias, onde canta poemas de Fausto (E Viemos Nascidos do mar) ou Amélia Muge (O Fado da Procura). Um dos pontos altos da noite será, com certeza, a descoberta ao vivo de “Os Búzios” (Jorge Fernando), tema single de lançamento deste novo disco.Ao seu lado estarão: Ângelo Freire (Guitarra portuguesa), Marco André (viola) e Filipe Larsen (viola baixo).
Ana Moura nasceu em Santarém no ano de 1980 onde cresceu num núcleo familiar em que todos cantavam em reuniões e acontecimentos particulares.
Cedo desenvolveu o gosto e vontade de cantar Fado.
No final da sua adolescência, fazia parte de uma banda de música pop/rock mas incluía sempre pelo menos um fado em cada actuação.
Por essa altura, uma noite, por graça, foi com uns amigos a uma casa de fados e a pedido destes, cantou um fado pela primeira vez tendo sido recebida com entusiasmo.
Um ano mais tarde, numa festa de Natal, vários fadistas e guitarristas tiveram oportunidade de ouvi-la, entre os quais a Maria da Fé que a convidou para fazer parte do elenco da sua casa de fados, o Sr. Vinho.
A partir daí dedicou-se a ouvir muito Fado, nomeadamente Amália Rodrigues de quem admira a voz, a alma e a forma de improvisar, condições que considera essenciais num fadista.
Através do seu trabalho diário no Sr. Vinho, conheceu o compositor e guitarrista Jorge Fernando, músico residente na altura, tendo iniciado uma relação profissional e de cumplicidade que se mantém até hoje.
O seu primeiro CD, "Guarda-me a vida na mão", o disco obteve os mais rasgados elogios da crítica especializada portuguesa e internacional; mas para além da opinião dos meios de comunicação, ficou claro que a sua voz se juntava ao grupo dos melhores intérpretes de fado.Decorria o ano de 2003 quando Ana Moura actuou com grande êxito no prestigiado Town Hall, nos Estados Unidos.
"Sou do fado, sou fadista" foi o tema que mais marcou o início da sua carreira.
Ao mesmo tempo que os seus concertos resultavam num êxito nas mais prestigiadas salas europeias, Ana Moura começa a preparação para o seu segundo álbum.
Da selecção de temas feita resultou "Aconteceu", um duplo trabalho dividido em duas áreas temáticas: - a primeira, a que se chamou "A porta do fado"", aborda o fado clássico e a segunda, intitulada "Dentro de casa", debruça-se sobre o fado tradicional.
A produção, a exemplo do que acontecera no primeiro registo discográfico, esteve a cargo de Jorge Fernando, que fez também a maioria dos arranjos.
Por altura da edição de "Aconteceu" (2004), Ana Moura recebe um convite para actuar no célebre Carnegie Hall, de Nova Iorque, em Fevereiro de 2005, para além de outros concertos a realizar noutras cidades norte-americanas.
Coma lotação esgotada, Ana Moura torna-se assim na primeira cantora portuguesa a actuar na mítica sala nova-iorquina.
Resultante do seu sucesso além-fronteiras e do crescente êxito que vem gradualmente a obter nos Países Baixos, Ana Moura é convidada para outra digressão na Holanda, que tem como principal destaque a actuação no célebre Concertgebouw de Amesterdão, em Novembro de 2005, e na nomeação do seu disco "Aconteceu" para os prestigiados prémios de World Music - os Edison Awards.
Participou, a convite do produtor de cinema Paulo Branco, no Festival Internacional de Cinema de Cannes, na sala de concertos do Hotel Majestic e a actuação no âmbito do 7th Annual World Music Festival, no Double Hill de Chicago.
Em 2006, Ana Moura inicia mais uma digressão na Holanda, para em Abril se deslocar aos Estados Unidos para dois concertos, já esgotados, noutra sala mítica, o The Getty Museum, em Los Angeles, e outro em Seattle.
Depois do grande sucesso obtido pelo volume 1 de "The Rolling Stones Project" - canções do grupo interpretadas por artistas da área "pop/rock", Tim Ries saxofonista da banda e mentor do projecto, juntamente com os próprios Stones, decidiram avançar para a edição do segundo volume, convidando artistas da área musical conhecida como World Music.
Tim Ries, fã de Amália Rodrigues e do fado em geral, depois de tomar contacto através da compra de um disco de Ana Moura, no Japão, desde logo decidiu convidá-la para o novo trabalho.
Aproveitando o concerto dos Stones no Porto, deu-se assim o encontro, e a consequente gravação de dois temas, adaptados para fado por Jorge Fernando e Custódio Castelo.
No final de 2006, Ana Moura começou a gravar o seu terceiro disco de originais, com edição no primeiro semestre de 2007.
Em "Para além da Saudade", Ana Moura interpreta temas tradicionais, como é o caso do Fado Blanc ou do Fado Azenha mas continua a arriscar em novas letras, músicas e parcerias, cantando poemas de Fausto (Nascidos do mar), Amélia Muge (o Fado da Procura) ou Nuno Miguel Guedes (Mapa do coração) mas também, e uma vez mais, de Jorge Fernando, produtor musical do disco e autor/compositor de alguns dos temas.
Em Junho de 2007 teve uma pequena participação no concerto dos Rolling Stones, em Lisboa. Em Agosto actuou na Casa da Música, no Porto, e, em Novembro, no Festival de Praga, na República Checa.
Discografia
Guarda-me a vida na mão, 2003
Aconteceu, 2005
Para Além da Saudade, 2007
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Antonio Manuel Teixeira
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
AEISCAC organiza Convivio do Caloiro
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Teresa Arsénio
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Festival Internacional de Publicidade PUBLI... FORDOC 2006
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Teresa Arsénio
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Etiquetas: Festival, FORDOC, publicidade
13º Festival Internacional de Teatro ACERT
TEL: 232 814 400
e-mail- geral@acert.pt
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Teresa Arsénio
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2ª TEMPORADA DE “MONK” na Fox FX

No dia 3 de Dezembro às 22h00, o FX estreia a 2ª temporada da série “Monk”. Tony Shalhoub conta já com dois Emmys, um Globo de Ouro e dois SAG Awards na categoria de Melhor Actor numa Série de Comédia, devido à excelente representação enquanto Adrian Monk, um detective brilhante que sofre de um distúrbio de obsessão-compulsiva.
Adrian Monk (Tony Shalhoub) já foi um bem sucedido detective da polícia de São Francisco, tendo-se inclusivamente tornado uma lenda pelos seus métodos pouco comuns para solucionar os mais complicados casos do departamento. Mas após a trágica (e não solucionada) morte da sua mulher, Monk ficou devastado e torna-se um obsessivo compulsivo. A sua desordem psicológica levou-o a desenvolver um medo anormal de... Praticamente tudo: germes, altura, multidões e até mesmo leite. A sua nova condição acabou por lhe custar o trabalho, e continua a ser um desafio na sua vida diária.
Para lidar com as consequências deste distúrbio psicológico, Monk contrata uma enfermeira pessoal, Sharona Fleming, que está sempre ao seu lado para prestar assistência nas tarefas mais simples (como arrumar a gaveta das meias) que se tornaram um pesadelo para Monk. Pelo caminho, Sharona torna-se a parceira de investigação de Monk, como um Dr. Watson para o seu Sherlock Holmes. Mas quando Sharona decide voltar a casar com o ex-marido e se muda para Nova Jérsia, Monk perde todas as capacidades para lidar com o dia-a-dia, quanto mais para resolver crimes. Lentamente, recupera do seu desespero quando conhece Natalie Teeger, uma mãe solteira empregada num bar que contrata Monk depois do seu apartamento ser assaltado por duas vezes na mesma semana. Á medida que as investigações avançam, Monk encontra na companhia de Natalie e da sua pequena filha uma aproximação à relação especial que tinha com Sharona.
Agora a trabalhar como detective particular, Monk continua a investigar os casos das maneiras mais inesperadas. E embora já não faça parte das forças políciais, o seu antigo chefe, o Capitão Leland Stottlemeyer, ainda lhe liga bastantes vezes para obter as suas impressões acerca dos casos que deixam os polícias baralhados. Entretanto, o Tenente Randall Disher aspira a ser a próxima estrela do departamento e aproveita todas as oportunidades para brilhar aos olhos de Stottlemeyer.
Adrian Monk é um detective com medo do escuro e de pisar pastilhas elásticas. Ele não tem problemas em investigar um crime, desde que não envolva alturas ou germes e que tenha ocorrido perto de sua casa. Não há nada que Monk deseje mais do que recuperar o seu emprego no departamento de São Francisco, mas poderá ele organizar a sua vida para voltar a ser um investigador a tempo inteiro?
Estreia: Segunda, 3 de Dezembro às 22h00 / Emissão: Segundas às 22h00 / Repetição: Terças às 18h15
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Nuno Teixeira
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“OBRAS INCRÍVEIS: O TRANSATLÂNTICO QUEEN MARY 2” no NGC

Em 1998, muitos anos depois da idade de ouro dos transatlânticos e quando o último grande barco deste género está prestes a ser retirado, um multimilionário norte-americano que emigrou para os EUA em criança a bordo de um deles, decidiu realizar o seu sonho de construir o maior transatlântico de todos os tempos: tinha nascido o projecto Queen Mary 2. Para ter êxito, a equipa encarregada tinha de construir o transatlântico mais alto, longo e largo do planeta, e tudo isto em tempo recorde. “Obras Íncríveis” propõe-nos uma fascinante viagem através da construção do maior transatlântico alguma vez concebido; desde o corte do primeiro painel até ao momento de baptismo deste gigante icónico de 800 milhões de dólares.
Para a sua construção, terá de se recorrer ao maior estaleiro da Europa. O barco é tão grande que terão de o dividir em 98 blocos diferentes, os quais serão armazenados em naves gigantes. São como enormes peças de Lego, cada uma com 600 toneladas, que posteriormente terão de ser laboriosamente elevadas para serem colocadas nos respectivos lugares. É uma técnica que nunca foi utilizada na construção de um transatlântico e que exige uma sofisticada minúcia.
Quando restam apenas duas semanas para entregar o Queen Mary 2 ao seu orgulhoso dono, as famílias dos trabalhadores são convidadas para uma visita exclusiva ao interior do barco. De repente, acontece a tragédia: uma das passadeiras colapsa e cerca de quarenta pessoas caem ao molhe, morrendo 16.
Em homenagem às vítimas, os trabalhadores voltam ao trabalho com a firme determinação de acabar aquilo que começaram, mas, será que vão conseguir fazê-lo antes da data limite? Será possível realizar o sonho de infância de um multimilionário? A época Dourada dos transatlânticos estará de volta?
Estreia: Domingo, 2 de Dezembro às 21h00 / Reposição: Domingo, 9 de Dezembro às 15h00
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Nuno Teixeira
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Etiquetas: National Geographic Channel, Televisão
“OBRAS INCRÍVEIS: A ESTAÇÃO DO PÓLO SUL” no NGC

Construir uma nova estação que albergue os cientistas no Pólo Sul é uma tarefa árdua que requer um grande engenho arquitectónico e logístico. Trata-se do continente mais frio e seco de toda a terra. Açoitado por ventos fortes, aqui a neve nunca derrete, o que constitui um dos principais problemas. Para lutar contra isto, “Obras Incríveis” dá a conhecer a nova técnica desenvolvida pelos engenheiros encarregados do projecto - construir a estação debaixo da terra. No entanto, não vai ser fácil. O Pólo Sul assenta numa enorme extensão plana de gelo com quase 4 metros de espessura, pelo que os engenheiros terão de construir a base sobre 36 enormes colunas. Para que o plano funcione, as colunas terão de ser capazes de suportar uma estação de 65.000 metros quadrados de superfície.
Outro problema adicional é a necessidade de dispor de grandes quantidades de material, cujo transporte para o Pólo Sul será uma autêntica proeza. Para resolver este problema, o material viajará num Hercules LC-130, sobrevoando o Pólo Sul. Durante os 4 meses que dura o Verão no Árctico, este enorme avião terá de fazer quase 20 viagens por semana, transportando comida, material e todos os trabalhadores que são necessários para a construção. Este avião é a grande esperança para que o projecto prossiga. Um simples parafuso que se perdesse atrasaria o projecto por semanas ou até mesmo meses. E quando só se pode contar com 100 dias estivais que permitem trabalhar com luz, não se pode perder 1 segundo sequer.
O documentário mostra como engenheiros, carpinteiros e mecânicos trabalham a contra-relógio, tentando acabar a nave antes da inspecção técnica que vai decidir se o uso da estação será autorizado. A sete dias da inspecção, porém, ainda há muitos problemas para resolver. O stress apodera-se da equipa e a única coisa que é certa é que não se pode deixar de trabalhar um só instante.
A construção desta estação só será possível através de novas e engenhosas ideias e da incansável determinação de uma equipa decidida a levar este projecto a bom termo num dos lugares mais inóspitos da terra. Se o conseguirem, terão construído a maior edificação que alguém poderia imaginar no Pólo Sul. Mas se falharem, toda uma comunidade de cientistas terá de se despedir dos seus projectos.
Estreia: Domingo, 2 de Dezembro às 20h00 / Reposição: Domingo, 9 de Dezembro às 14h00
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Nuno Teixeira
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Etiquetas: National Geographic Channel, Televisão
Campanha da Microsoft tenta derrubar o Google

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Antonio Manuel Teixeira
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Grande Festa do Portugal Jazz no CCB

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Teresa Arsénio
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Etiquetas: CCB, Jazz, Musica, Portugal Jazz
Rodrigo Leão & Cinema Ensemble em Coimbra

Ficha Artística
Rodrigo Leão sintetizadores Ana Vieira voz Celina da Piedade acordeon Viviena Tupikova violino Marco Pereira violoncelo Bruno Silva viola de arco Luis San Payo bateria Luis Aires baixo Paulo Abelho som de sala Ruben Costa som de palco João Eleutério vídeo Nuno Salsinha (Tela Negra) iluminação Xanda Cunha tour manager
Produção Uguru
Preçário
Preço 1ª plateia 27,50€, Preço 2ª plateia 25,00€, Preço balcão 22,50€, Preço amigo/a TAGV 1ª plateia 13,50€, Preço amigo/a TAGV 2ª plateia 12,50€, Preço amigo/a TAGV balcão 11,50€
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail teatro@tagv.uc.pt
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Teresa Arsénio
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Etiquetas: Coimbra, Musica, Teatro Académico Gil Vicente
Moirika Reker / Gilberto Reis expõem em Coimbra
CAFÉ-TEATRO E FOYER do TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTEInformações
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail teatro@tagv.uc.pt
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Teresa Arsénio
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Etiquetas: Coimbra, Fotografia, Teatro Académico Gil Vicente






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