terça-feira, 29 de maio de 2007

Festival de Marionetas e de Formas Animadas



Festival | FIMFA Lx7 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

Vários locais [31 de Maio a 10 de Junho]

FIMFA Lx7 traz à capital marionetistas de oito países diferentes

Dezasseis companhias de teatro reúnem-se em Lisboa

A partir de 31 de Maio e até 10 de Junho, Lisboa é palco do FIMFA Lx7 – Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas, uma iniciativa da Tarumba – Teatro de Marionetas, em parceria com a EGEAC - Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural. A capital recebe dezasseis companhias de teatro profissionais, provenientes do Brasil, Dinamarca, Espanha, França, Holanda, Portugal e Reino Unido, que apresentam as mais recentes criações no universo das formas animadas.

“The Great War” é o espectáculo de abertura da companhia holandesa Hotel Modern que decorre no Teatro Maria Matos. As suas produções são conhecidas pela mistura de teatro, artes plásticas, teatro de marionetas, teatro de objectos, música, cinema e performance, produzindo espectáculos inovadores e polémicos. Neste espectáculo é abordada a guerra e o tormentoso matrimónio entre a vida e a morte, juntando histórias, verdadeiras e inventadas, sobre a fragilidade do ser humano, com o recurso a maquetas em miniatura, câmaras digitais, marionetas e actores.

O Teatro de Marionetas do Porto marca, também, presença no Teatro Maria Matos com a sua mais recente produção, “Cabaret Molotov”. Um trabalho de experimentação que junta as marionetas e o circo. Homens-coelho, homens-bala, ursos ciclistas, caniches cantores, dançarinos e bailarinas que dançam ao som de valsas, tangos, polkas, tarantelas e velhas canções de Kurt Weil.

Outro dos palcos da 7ª edição do FIMFA Lx7 é o Museu da Marioneta, que recebe “Angel” da Companhia Duda Paiva (Holanda e Brasil). O espectáculo reúne dança, marionetas e a confissão de uma história de amor profano, experimentando técnicas novas e pioneiras que animam e estendem a linguagem corporal da dança e da coreografia.

No C.A.Ma – Centros de Artes da Marioneta, Laurence Bigot (França) apresenta o espectáculo “Le Petit Cirque”, um projecto sonoro complexo, feito de madeira, plástico, fios, energia e fragilidade.

“Diva” da companhia dinamarquesa, Sofie Krog Teater é o espectáculo de encerramento agendado para o Museu da Marioneta. Aqui tudo é possível, as marionetas movem os olhos e o teatro revela a sua misteriosa vida interior. Um teatro de marionetas de estilo livre misturado com poesia bizarra.

Para além da apresentação de espectáculos de sala, de pequenas formas e de rua, é desenvolvida uma componente laboratorial e experimental que permite a aproximação e troca de experiências entre criadores, workshops destinados a profissionais, exposições, ciclo de filmes, quinzena dos livros, conferências e outras actividades.

O teatro de marionetas, de objectos ou de formas animadas, impõe-se no século XXI como um dos espaços nucleares da criação contemporânea, num espaço irreverente e de liberdade artística. O FIMFA Lx7 lança o convite para a descoberta da marioneta do futuro.

Nota: programa com sinopses, fichas técnicas e biografias em anexo.

Destaques

FIMFA Lx 7

Festival Internacional de Marionetas e Formas Animadas

31 de Maio a 10 de Junho

“The Great War” – Hotel Modern (Holanda)

Teatro Maria Matos | 31 de Maio e 1 de Junho | 22h00

“Cabaret Molotov” – Teatro de Marionetas do Porto (Portugal)

Teatro Maria Matos | 2 de Junho às 22h00 | 3 de Junho às 17h00

“Angel” – Duda Paiva (Holanda e Brasil)

Museu da Marioneta | 5 e 6 de Junho | 22h00

“Le Petit Cirque” – Laurent Bigot (França)

C.A.Ma – Centro de Artes da Marioneta | 5 e 6 de Junho | 21h00, 23h00 e 24h00

“Diva” - Sofie Krog Teater (Dinamarca)

Museu da Marioneta | 9 de Junho às 22h00 | 10 de Junho às 17h00

segunda-feira, 28 de maio de 2007

Programa especial na RTP2


SOCIEDADE CIVIL – ESPECIAL – Dia 31 de Maio às 23:30h na RTP2



Numa acção inédita, a RTP2 cria as condições para que os telespectadores possam decidir se querem ou não que os seus filhos vejam o filme sobre educação sexual para crianças que vai ser emitido no canal no dia 1 de Junho, às 20h30.

“Então é assim” é uma co-produção dinamarquesa-canadiana, um filme de animação para crianças, que ensina tudo o que os mais novos precisam de saber sobre como se fazem bebés. Este programa vai ser exibido no Dia Mundial da Criança, 1 de Junho, às 20h30.


A novidade está em que na véspera à noite, 31 de Maio, às 23h30m, a RTP2 promove uma edição especial do programa “Sociedade Civil” em que será mostrado o dito filme e debatida a sua adequação às necessidades e sensibilidades nacionais.

Esta “ante-estreia” destina-se a dar aos pais a possibilidade de visionar antecipadamente "Então é assim” e decidirem se a sua informação e linguagem conferem com o que gostariam de transmitir aos seus filhos na fase de vida em que se encontram.

Se os educadores entenderem que é prematuro expor as suas crianças a este produto ficam de sobre-aviso para que a televisão não esteja sintonizada na RTP2 dia 1 de Junho pelas 20h30.

Se, pelo contrário, encontrarem em “Então é assim” um bom apoio para a formação dos seus filhos, não devem deixar de se mobilizar para estarem com a RTP2 às 20h30 do dia 1 de Junho.



Casino Lisboa acolhe exposição do Pirilampo Mágico




Casino Lisboa
acolhe exposição
de “Pirilampos Mágicos”



No âmbito da Festa de Encerramento da Campanha Pirilampo Mágico 2007, a Galeria de Arte do Casino Lisboa acolhe uma exposição original, a partir de hoje, Segunda-Feira.


Estarão patentes vários “Pirilampos Mágicos”, decorados por diversas personalidades de relevo da sociedade portuguesa, nomeadamente, das áreas da cultura, espectáculo e dos media.
No espaço adjacente do Arena Lounge, estarão expostas, precisamente, 21 peças que se distinguem tanto pela sua dimensão, como pela invulgar textura e tons muito coloridos.
Até ao dia 11 de Junho, os visitantes do Casino Lisboa poderão apreciar, assim, os “Pirilampos Mágicos” e adquirir qualquer uma das peças em exibição, a partir dos 10 mil euros, colaborando, desta forma, com um projecto solidário.
Em sintonia com os seus valores institucionais, a Estoril Sol associa-se à Fenacerci para apoiar esta iniciativa de marcante cariz social.


Aliás, a Campanha Pirilampo Mágico envolve, também, mais de uma centena de organizações sem fins lucrativos e mobiliza milhares de pessoas, desde técnicos, a familiares e a cidadãos anónimos.
A exposição de “Pirilampos Mágicos” estará patente ao público na Galeria de Arte do Casino Lisboa, de 28 de Maio a 11 de Junho de 2007. Todos os dias, das 15 ás três horas da madrugada, excepto ás sextas e sábados, cujo horário será das 16 às quatro horas da madrugada.

domingo, 27 de maio de 2007

A Casa da Lenha no centenário do nascimento de Fernando Lopes Graça



A CASA DA LENHA




No centenário do nascimento do compositor Fernando Lopes-Graça António Torrado «Mostrar quem foi Fernando Lopes-Graça - o homem e o músico -, recordar os momentos mais marcantes de uma vida caracterizada pela luta política e dedicada a uma grande paixão pela música foi o objectivo do encenador João Mota e do Maestro António Sousa, quando se propuseram preparar um espectáculo que assinalasse os cem anos de nascimento do compositor.


O embrião de "A Casa da Lenha" começou a ganhar forma quando todo o material que o maestro António Sousa tinha recolhido sobre Fernando Lopes-Graça foi entregue em mãos ao dramaturgo António Torrado e lhe foi dada a incumbência de escrever uma peça em que o compositor fosse o protagonista e recordasse, em flashback, os eventos mais importantes da sua vida.»


Do programa do espectáculo estreado no Teatro Nacional D. Maria II a 16 de Novembro de 2006«É uma peça, pois claro que é uma peça, já que foi isso que me foi pedido, mas também é o guião de um espectáculo, o roteiro de uma exposição, a viagem de uma vida, o descarregar de uma memória, a travessia acidentada por um século, o pátrio vinte, que não foi fácil, nada fácil, para quem como Fernando Lopes-Graça se não inscrevia no extenso rol dos submissos e dos acomodados.


Ele e a sua circunstância são desenhados a esfuminho e cinza nesta peça que, se alguma pretensão tem, será a de reavaliar até que ponto um “anjo de pedra”, aposto que lhe foi atribuído por Eugénio de Andrade, resistiu, incombustível, ao Averno português em lume brando, consumidor de talentos, sorvedouro de gerações.»




António Torrado




António Torrado nasceu em Lisboa em 1939.


Poeta, pedagogo, escritor, dramaturgo, licenciou-se em Filosofia na universidade de Coimbra.Foi professor, Director Editorial e Quadro Superior da RTP, colaborou em vários jornais e revistas.Foi galardoado com o Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura Infantil (1980), Prémio de Teatro Infantil da Secretaria de Estado da Cultura (1984), Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens (1988), entre vários outros.Publicou na Campo das Letras "Vassourinha - entre Abril e Maio" (infantil, 2001), "Verdes São os Campos" (infantil, 2002), "Ler, Ouvir e Contar" (infantil, 2002) e "Este Rapaz Vai Longe - Fernando Lopes-Graça quando jovem" (infantil, 2006).

Programa infantil na Televisão

“ILHA DAS CORES” DA RTP2 JÁ É O TERCEIRO PROGRAMA MAIS VISTO PELAS CRIANÇAS


Com apenas duas semanas de exibição, e no target 4 - 14 anos, “Ilha das Cores” assume-se como o terceiro programa infantil mais visto do Zig Zag da manhã, faixa que pode ser considerada como o horário nobre das crianças.
Lembre-se que neste bloco de programação infantil, que dura cerca de quatro horas, são exibidos mais de 30 produtos diferentes.
Ou seja, é grande o mérito deste projecto pedagógico e lúdico da RTP2.
À frente da “Ilha das Cores”, encontram-se programas já com um longo caminho percorrido, como “Charlie e Lola” e “Dora, a Exploradora”.
Considerando sempre o target 4 - 14 anos, “Ilha das Cores” concentra cerca de um terço da atenção das crianças presentes no mercado, com uma média de 33,4% de share nos dez primeiros episódios

“Ilha das Cores” é um formato original português para as crianças em idade pré-escolar. Imagem real, desenho animado e bonecos manipulados: tudo ao serviço de divertidos ensinamentos, adequados às capacidades das crianças. Ensinamentos servidos com muita cor, muita música, muito afecto e, claro, com um permanente acompanhamento didáctico e pedagógico.

Revista recebe prémio

Revista “Egoísta”
recebe quatro prémios
em nova edição dos Papies

Propriedade da Estoril Sol, a revista “Egoísta” recebeu mais quatro prémios nacionais, na 16ª edição dos Papies. O conhecido certame que visa premiar os melhores trabalhos de comunicação gráfica, distinguiu as últimas três publicações temáticas da “Egoísta”, intituladas “Sonho Português”, “Paz” e “Escrever”.
Editada em Abril, a “Egoísta – Escrever” ganhou o Grande Prémio da Categoria Papies do Design Gráfico em Papel, enquanto o número especial dedicado à “Paz” foi galardoado na Categoria Trabalho Gráfico do Ano. O Grande Prémio na Categoria Papies das Revistas foi entregue ao tema “Sonho Português” e à “Egoísta – Paz”, sendo esta duplamente referenciada no evento.
Após avaliar o mercado das empresas gráficas, nomeadamente as entidades que se notabilizaram pelo seu desempenho, os Papies abrangeram, este ano, a área das publicações. Com cerca de dois mil trabalhos a concurso, a 16ª edição dos Papies contou, pela primeira vez, com a participação de agências de publicidade e gabinetes de design e produção.
Recorde-se, que a revista da Estoril Sol foi premiada, recentemente, pelo Clube de Criativos de Portugal, recebendo o Troféu de Bronze na categoria de Publicações Periódicas.
A “Egoísta” está nomeada, ainda, para melhor Magazine Design pelo Festival “One Show Design 2007”, cuja cerimónia decorrerá, no dia 12 de Julho, em Nova Iorque.

Pirata das Caraíbas enche salas de Cinema


PIRATAS DAS CARAÍBAS NOS CONFINS DO MUNDO

Estreia Arrebatadora



O novo filme - com a marca Walt Disney - estreia em Portugal batendo os recordes de abertura de bilheteira de 2007.

Em estreia mundial, mais de 27.000 espectadores desembarcaram ontem nas salas de cinema portuguesas para serem os primeiros a assistirem à mais alucinante aventura pelos confins do mundo… que marca o regresso de Johnny Depp, Orlando Bloom e Keira Knightley.

Neste novo projecto da Walt Disney, o nosso querido elenco navega pela deslealdade, traição e por águas selvagens numa nova e hilariante aventura.

Uma produção de Jerry Bruckheimer, realização de Gore Verbinski com argumento de Ted Elliott & Terry Rossio.

Concerto no Plano B


Macbeth Africano no Teatro da Trindade


NAMANHA MAKBUNHE
no Teatro da Trindade
A PARTIR DE “MACBETH” DE WILLIAM SHAKESPEARE
PRODUÇÃO TNDM II em colaboração com "Os Fidalgos" da Guiné-Bissau
TEATRO DA TRINDADE
MAI 31 – JUL 01
4ª a SÁB. 21H30 DOM. 16H00

a ascensão e queda de NAMANHA MAKBUNHE


O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, a partir de Macbeth de William Shakespeare, Namanha Makbunhe , encenado por Andrzej Kowalski. A partir de 31 de Maio no Teatro da Trindade vamos poder assistir a um espectáculo cujo elenco é inteiramente constituído por actores Africanos, que se deslocaram a Portugal, da Guiné, para interpretar a história da ascensão e queda um guerreiro do Mali. Namanha é um homem que vai sucumbir à ambição e sofrer as consequências.

Sublinhando as características universalistas do texto clássico, esta versão centra-se em três problemáticas transversais: a dualidade dinâmica da natureza humana (luta entre bem e mal); a atracção fatídica pelo poder; e o Homem como elemento de um todo transcendente e universal que pode, com as suas acções, contribuir decisivamente para a sua harmonia ou para o seu perigoso desequilíbrio.
Este projecto foi despoletado, e até certo ponto "inspirado", por uma cadeia de acontecimentos vividos recentemente na Guiné-Bissau mas ultrapassou rapidamente a condição de simples adaptação à realidade histórica, cultural e tradicional do país para se tornar numa transposição, bem mais complexa, de um Macbeth europeu para o universo africano.
Em África, o sagrado e o místico têm uma presença particularmente forte e interveniente na vida e acções das pessoas e este facto provoca, por vezes, que decisões e escolhas relativamente simples do ponto de vista eurocêntrico, no domínio da ética e da moral, ganhem uma densidade dramática. O que é "dramático" para um europeu pode não o ser para um africano e vice-versa.
Em termos plásticos e sonoros, Namanha Makbunhe recria climas e atmosferas de uma outra realidade, através da cor e das formas, da luz e da sonoridade de floresta, dos ritmos e dos cheiros.

Sinopse


O valente guerreiro Namanha Makbunhe, régulo de Iall, mata, em combate, o traidor Makumba, conseguindo a vitória para o rei Bolum. Ao regressar da batalha com o companheiro Borry encontra na floresta três feiticeiras que o saúdam: a primeira chama-lhe régulo de Iall, a segunda régulo de Cansala e a terceira dirige-se a ele como rei. Makbunhe fica perturbado e é nessa altura que chega Madiu, enviado de Bolum, que o felicita pelo seu novo cargo: Makbunhe acaba de ser distinguido com o título de régulo de Cansala.
Makbunhe fica eufórico: se a primeira profecia das feiticeiras está certa, então a segunda estará também e ele será, um dia, rei. Ao chegar a casa, as suas mulheres – Djatú e Rokya – têm reacções distintas à notícia. A primeira aconselha prudência ao marido, a segunda diz-lhe que não deverá esperar: o rei Bolum vem visitá-lo e deve morrer já.
Makbunhe mata o rei e o filho deste, Djagra, foge, temendo pela própria vida. O guerreiro assume o trono e a sua primeira preocupação é eliminar os rivais, sobretudo Borry, a quem as feiticeiras predisseram que seria pai de reis. Makbunhe envia um assassino matar Borry e o filho Bunka, mas a missão falha: o assassino consegue matar o pai, mas não o filho. Borry aparece ao rei na forma de fantasma e, muito assustado, Makbunhe manda chamar as feiticeiras para que lhe predigam o futuro. Estas dizem-lhe que ele não deverá temer nenhum homem nascido de ventre materno e que só será destituído quando a floresta de Foroba caminhar.
Makbunhe fica tranquilo, mas será sol de pouca dura: um exército liderado por Djagra caminha já na sua direcção, disfarçado com ramos de árvore. E é Madiu, que não nasceu "por via natural", mas foi arrancado da barriga da mãe, morta, que mata Makbunhe num confronto final.

adaptação encenação ANDRZEJ KOWALSKI
cenografia assistência de encenação LESZEK MADZIK
dramaturgia LUÍS MOURÃO
figurinos ESMERALDA BISNOCA
coreografia FERNANDO DE PINA
coreografia de combate EUGÉNIO ROQUE
voz elocução RUI BAETA
assistência de cenografia VVOJTEK ZIEMILSKI

COM

ALBINO DJATA AMÉLIA DA SILVA AVELINO NETO BRAIMA GALISSÁ DALATON BORRALHO DJAMILA VIERA DOMINGOS GOMES MARQUES HELENA SANCA ILESA AFONSO DA COSTA JORGE QUINTINO BIAGUE JOSEFINA MASSANGO MÁRIO SPENCER MUSSA CÂMARA SOFIA LAURA RODRIGUES ISABEL VICENTE FERREIRA FRANCELINO CORREIA SILVÉRIO CAETANO



Macbeth no S. Carlos


Teatro Nacional de São Carlos
31. Maio 4. 6. 8. Junho às 20:00h 2. Junho 2007 às 16:00h

direcção musical Antonio Pirolli
encenação Elena Barbalich

com Johan Reuter e Dimitra Theodossiou nos papéis principais

Teatro Nacional de São Carlos
31. Maio 4. 6. 8. Junho às 20:00h 2. Junho 2007 às 16:00h

direcção musical Antonio Pirolli
encenação Elena Barbalich

com Johan Reuter e Dimitra Theodossiou nos papéis principais

Festival de Marionetas



FIMFA LX7 promove universo das marionetas e formas animadas
Marionetas do futuro chegam a Lisboa


A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural e a Tarumba – Teatro de Marionetas, apresentam a 7ª edição do FIMFA Lx – Festival Internacional de Marioneta e Formas Animadas, de 31 de Maio a 10 de Junho, em vários locais, nomeadamente no Museu da Marioneta e no Teatro Maria Matos.
O projecto, de dimensão internacional, pretende promover e divulgar uma área específica de expressão artística: o universo das formas animadas.
Lisboa volta a ser palco para companhias profissionais, de mérito internacional, apresentarem as suas mais recentes criações. O teatro de marionetas, de objectos ou de formas animadas, impõe-se no século XXI como uma das áreas nucleares da criação contemporânea, um espaço irreverente e de liberdade artística.
As pontes criadas entre as marionetas, a dança, o teatro, as artes plásticas e as novas tecnologias, originam projectos inovadores que abalam o tecido artístico, nas suas várias facetas, e quebram tabus, permitindo denominar esta realidade artística de “nova marioneta”.
O FIMFA Lx7 convida para a descoberta da marioneta do futuro, numa perspectiva de transversatilidade artística, e utilizando uma grande diversidade de técnicas: sombras, objectos, manipulação directa, teatro visual, entre outras, e propostas estéticas.
O programa do festival inclui, também, uma componente laboratorial e experimental que permite a aproximação e troca de experiências entre criadores, workshops destinados a profissionais, exposições, conferências e outras actividades.

Casino Lisboa e o Pirilampo Mágico



FESTA DE ENCERRAMENTO
CAMPANHA PIRILAMPO MÁGICO 2007

28 Maio, 19h – CASINO LISBOA


Venha celebrar connosco 21 anos de solidariedade na grande festa
de encerramento da Campanha Nacional do Pirilampo Mágico 2007.
No dia 28 de Maio, às 19h, no Casino Lisboa, Malato, Palato e ainda
21 mega pirilampos e seus ilustres criadores, prometem surpreendê-lo.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Piratas das Caraíbas-Nos Confins do Mundo


Johnny Depp soma e segue



Este projecto da Walt Disney vai certamente consolidar o êxito obtido pelos anteriores filmes.


Piratas das Caraíbas- Nos Confins do Mundo continua a saga de 2006 com os nossos heróis Will Turner ( Orlando Bloom) e Elizabeth Swann ( Keira Knightley) aliados ao Capitão Barbossa( Geoffrey Rush) atentarem desesperadamente libertar o Capitão Jack Sparrow( Johnny Depp) da armadilha que lhe foi montada por Davy Jones. Com o seu barco, o temível Holandês Voador, Davy Jones apoiado pela Companhia das Índias vai causar destruição nos SeteMares.

Mas navegando por entre traições, deslealdade e águas turbulentas, o heróico trio abre o seu caminho até Singapura e enfrenta o sagaz Pirata Sao Fen ( Choww Yun-Fat ).
Assim e chegados aos confins do Mundo chegou a hora de cada um fazer a sua escolha, numa batalha titânica; não são já a suas vidas ou o dinheiro que estão em jogo mas sim a forma de estar e viver de um Pirata-eterno amante da Liberdade!

Que dizer das interpretações? - Orlando Bloom e Keira Knightley são vigorosos piratas, defensores das suas liberdades ( a fase de aprendizagem já passou) e Johnny Depp é ele próprio.
Majestoso, divertido, atingindo as raias do cómico, mas sustentando sempre a essência de um Pirata- a sua Liberdade.


O filme foi produzido por Jerry Buckheimer e dirigido por Gore Verbinski. O argumento è da dupla Ted Elliott e Terry Rossio.


A Cantora Careca no 8º Festival de Teatro Académico de Lisboa

Ontem, no 8º Festival de Teatro Académico de Lisboa assistiu-se à representação da peça, a "Cantora Careca" de Eugene Ionesco.
A Cantora Careca, escrita em 1954, explora o mecanismo ridículo da linguagem do casal e da vida, o absurdo da cultura, a decadência dos valores familiares, as conversas cegas, as palavras ocas e doentes.
O que o autor lamenta é o nivelamento da individualidade, a aceitação dos rótulos pelas massas, as idéias compradas prontas, que transformam progressivamente as nossas sociedades de massa em colecções deautómatos de controlo centralizado.

Eugene Ionesco foi um dos maiores dramaturgos do teatro do absurdo.
Além de ridicularizarem as situações mais banais, as peças de Ionesco retratam de uma forma tangível a solidão do ser humano e a insignificância da sua existência.

A representação esteve a cargo do grupo Máscara Solta, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto e a encenação foi de Susana Oliveira.

Um bom trabalho que merece ser re-visto.

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Exposição sobre Laura Alves

“Laura Alves – Uma Actriz, um Teatro e um Empresário”

O espaço comercial Monumental recebe, entre os dias 29 de Maio e 07 de Junho, das 10 às 24 horas, a Exposição “Laura Alves – Uma Actriz, um Teatro e um Empresário”.
A ideia é do actor Miguel Villa, que em memória da artista e em virtude dos 21 anos do desaparecimento deste ícone do teatro português, vem avivar a memória daqueles que com ela partilharam o palco e dos que apenas a admiravam.
Com este gesto o actor pretende ainda dar a conhecer aos mais novos o trabalho de Laura Alves.
Miguel Villa apresenta ao público parte do seu espólio pessoal do qual fazem parte caricaturas, cartazes de época, fotografias de cartaz, fotografias de cena e programas das peças protagonizadas pela actriz.
O local escolhido para a exposição prende-se com o facto deste ter sido a casa onde a actriz trabalhou durante anos, o antigo Teatro Monumental, destruído em 1982.
Na apresentação vão estar presentes nomes da ribalta e colegas de trabalho da actriz como Alda Pinto, Alina Vaz, Carlos Quintas, Cláudia Martins, João Rodrigo, Jorge Sousa Costa, Paulo Alexandre, Ruy de Carvalho, Simone de Oliveira, entre outros.
Fernanda Baptista, José Raposo, Maria João Abreu, Maria de Lourdes Resende e Vasco Morgado, filho de Laura Alves e proprietário do Teatro Villaret, também assinalam presença nesta merecida homenagem.

Nascida a 08 de Setembro de 1921, na Rua de São Bento, em Lisboa, estreia-se como profissional a 20 de Agosto de 1935 na peça “Duas Garotas em Paris”, no Teatro Politeama.
A carreira da actriz prossegue no teatro de revista e no cinema.
Em 1951 inaugura o Teatro Monumental com a peça “As Três Valsas” ao lado de João Villaret e aí se mantém até 1982, ano em que pisa o palco pela última vez na peça “O Pai Precisa-se”. Aquela que foi uma das maiores actrizes portuguesas do século XX abandona-nos a 06 de Maio de 1986.

Inauguração
28 de Maio – 18:00 – Espaço comercial Monumental (Ao Saldanha)

quarta-feira, 23 de maio de 2007

Katia Guerreiro com a Orquestra Metropolitana de Lisboa


Katia Guerreiro em concerto com Orquestra Metropolitana de Lisboa
Três concertos marcados no Porto, Figueira da Foz e Lisboa



A fadista Katia Guerreiro é a convidada do Maestro Álvaro Cassuto e da Orquestra Metropolitana de Lisboa para interpretar a peça “Fados Sinfónicos”.
Os concertos, inseridos na sua digressão “Juntos num Programa dedicado ao Fado”, estão marcados para o Coliseu do Porto, dia 25 de Maio, para o Casino da Figueira da Foz, no dia 26 de Maio e para a Aula Magna, em Lisboa, a 27 de Maio.
Para além da peça “Fados Sinfónicos”, Katia Guerreiro vai interpretar ainda quatro dos seus fados, orquestrados por Vasco Pearce de Azevedo: “Segredos”, “Rosa Vermelha”, “Amor de Mel, Amor de Fel” e “Os Meus Versos”.


Katia Guerreiro

Nascida a 23 de Fevereiro de 1976, na África do Sul, Katia vai, ainda criança, para os Açores.

É com a idade de 15 anos, a tocar a “Viola da Terra” - um instrumento tradicional do Arquipélago, que dá início ao seu percurso musical.

Lisboa é o seu próximo destino onde frequenta e termina o curso de Medicina.
Em 2000, num concerto de homenagem a Amália Rodrigues realizado no Coliseu de Lisboa, Katia Guerreiro abraça o Fado.

Editado em 2001, Fado Maior é o seu primeiro CD. Disco de Prata, nomeado para o Prémio José Afonso, pioneiro na Coreia do Sul (onde atinge o Top de Vendas), é representado no Japão pela Latina e na Europa pela Empreinte Digitale.

Nas Mãos do Fado é o seu segundo CD, lançado no mercado em Dezembro de 2003. Com uma nova nomeação para o Prémio José Afonso, Katia selecciona para esta obra um repertório rico em poesia com os maiores nomes da literatura portuguesa entr os quais Luís de Camões, Florbela Espanca, Ary dos Santos e António Lobo Antunes.

Em Outubro de 2005 Katia Guerreiro lança no mercado o seu terceiro CD Tudo ou Nada com poemas de Vinicius de Moraes, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes e onde conta com Bernardo Sassetti ao piano na faixa “Minha Senhora das Dores”.

É disco de ouro, com mais de 10.000 discos vendidos.

Em Novembro de 2006 foi relançado o álbum Tudo ou Nada, que conta com dois temas bónus gravados com Ney Matogrosso, durante a passagem do artista brasileiro por Lisboa.

Um dos temas é “Menina do Alto da Serra”, do álbum "Tudo ou Nada", e o outro “Lábios de Mel”, que faz parte do último álbum de originais de Ney Matogrosso.

Pedro Jóia é o guitarrista que acompanha Katia e Ney por esta incursão luso-brasileira.

Encontro de Poetas em Coimbra


VI Encontro Internacional de Poetas

sob o tema "Poesia e Violência",

a decorrer em Coimbra

de 24 a 27 de Maio.

Carmina Burana no Castelo de S.Jorge


Carmina Burana no Castelo de São Jorge


Dia 26 de Maio, pelas 22h00, o Castelo de São Jorge recebe Carmina Burana.
Da autoria de Carl Orff, a cantata cénica mais célebre de todos os tempos faz parte de uma trilogia concebida pelo compositor alemão.

A obra apresenta a lírica trovadoresca medieval que cantava o prazer da bebida, os excessos, a fugacidade do tempo e o amor.

A obra é baseada em textos descobertos num velho mosteiro beneditino e é acompanhada pelo símbolo da antiguidade – a roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente a boa e a má sorte.

Numa realização com a Op - Companhia Portuguesa de Ópera e produção da evi – eventos ibéricos, a execução deste projecto cénico / musical, pela primeira vez, permitirá projectar o Castelo de São Jorge como um palco privilegiado para este tipo de acções musicais.

O elenco artístico conta com 47 elementos, entre eles: solistas, coristas, pianistas, percussionistas, bailarinos e acrobatas.

Cordas em Quarteto no Centro Cultural de Belém

Quatro mulheres, um quarteto de cordas, um "acontecimento sonoro"
Ciclo 4 Quartetos: QUARTETO PSOPHOS
25 Maio 21h00 Sala Luís de Freitas Branco CCB
PROGRAMA:
Robert SCHUMANN (1810-1856)
Quarteto de cordas n.º 1 em Lá Menor, Opus 41 n.º 1
Henri DUTILLEUX (n. 1916)
Ainsi la nuit para quarteto de cordas
Anton DVORÁK (1814-1904)
Quarteto de cordas n.º 14, Opus 105 B 193