quarta-feira, 23 de maio de 2007

Katia Guerreiro com a Orquestra Metropolitana de Lisboa


Katia Guerreiro em concerto com Orquestra Metropolitana de Lisboa
Três concertos marcados no Porto, Figueira da Foz e Lisboa



A fadista Katia Guerreiro é a convidada do Maestro Álvaro Cassuto e da Orquestra Metropolitana de Lisboa para interpretar a peça “Fados Sinfónicos”.
Os concertos, inseridos na sua digressão “Juntos num Programa dedicado ao Fado”, estão marcados para o Coliseu do Porto, dia 25 de Maio, para o Casino da Figueira da Foz, no dia 26 de Maio e para a Aula Magna, em Lisboa, a 27 de Maio.
Para além da peça “Fados Sinfónicos”, Katia Guerreiro vai interpretar ainda quatro dos seus fados, orquestrados por Vasco Pearce de Azevedo: “Segredos”, “Rosa Vermelha”, “Amor de Mel, Amor de Fel” e “Os Meus Versos”.


Katia Guerreiro

Nascida a 23 de Fevereiro de 1976, na África do Sul, Katia vai, ainda criança, para os Açores.

É com a idade de 15 anos, a tocar a “Viola da Terra” - um instrumento tradicional do Arquipélago, que dá início ao seu percurso musical.

Lisboa é o seu próximo destino onde frequenta e termina o curso de Medicina.
Em 2000, num concerto de homenagem a Amália Rodrigues realizado no Coliseu de Lisboa, Katia Guerreiro abraça o Fado.

Editado em 2001, Fado Maior é o seu primeiro CD. Disco de Prata, nomeado para o Prémio José Afonso, pioneiro na Coreia do Sul (onde atinge o Top de Vendas), é representado no Japão pela Latina e na Europa pela Empreinte Digitale.

Nas Mãos do Fado é o seu segundo CD, lançado no mercado em Dezembro de 2003. Com uma nova nomeação para o Prémio José Afonso, Katia selecciona para esta obra um repertório rico em poesia com os maiores nomes da literatura portuguesa entr os quais Luís de Camões, Florbela Espanca, Ary dos Santos e António Lobo Antunes.

Em Outubro de 2005 Katia Guerreiro lança no mercado o seu terceiro CD Tudo ou Nada com poemas de Vinicius de Moraes, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes e onde conta com Bernardo Sassetti ao piano na faixa “Minha Senhora das Dores”.

É disco de ouro, com mais de 10.000 discos vendidos.

Em Novembro de 2006 foi relançado o álbum Tudo ou Nada, que conta com dois temas bónus gravados com Ney Matogrosso, durante a passagem do artista brasileiro por Lisboa.

Um dos temas é “Menina do Alto da Serra”, do álbum "Tudo ou Nada", e o outro “Lábios de Mel”, que faz parte do último álbum de originais de Ney Matogrosso.

Pedro Jóia é o guitarrista que acompanha Katia e Ney por esta incursão luso-brasileira.

Encontro de Poetas em Coimbra


VI Encontro Internacional de Poetas

sob o tema "Poesia e Violência",

a decorrer em Coimbra

de 24 a 27 de Maio.

Carmina Burana no Castelo de S.Jorge


Carmina Burana no Castelo de São Jorge


Dia 26 de Maio, pelas 22h00, o Castelo de São Jorge recebe Carmina Burana.
Da autoria de Carl Orff, a cantata cénica mais célebre de todos os tempos faz parte de uma trilogia concebida pelo compositor alemão.

A obra apresenta a lírica trovadoresca medieval que cantava o prazer da bebida, os excessos, a fugacidade do tempo e o amor.

A obra é baseada em textos descobertos num velho mosteiro beneditino e é acompanhada pelo símbolo da antiguidade – a roda da fortuna, eternamente girando, trazendo alternadamente a boa e a má sorte.

Numa realização com a Op - Companhia Portuguesa de Ópera e produção da evi – eventos ibéricos, a execução deste projecto cénico / musical, pela primeira vez, permitirá projectar o Castelo de São Jorge como um palco privilegiado para este tipo de acções musicais.

O elenco artístico conta com 47 elementos, entre eles: solistas, coristas, pianistas, percussionistas, bailarinos e acrobatas.

Cordas em Quarteto no Centro Cultural de Belém

Quatro mulheres, um quarteto de cordas, um "acontecimento sonoro"
Ciclo 4 Quartetos: QUARTETO PSOPHOS
25 Maio 21h00 Sala Luís de Freitas Branco CCB
PROGRAMA:
Robert SCHUMANN (1810-1856)
Quarteto de cordas n.º 1 em Lá Menor, Opus 41 n.º 1
Henri DUTILLEUX (n. 1916)
Ainsi la nuit para quarteto de cordas
Anton DVORÁK (1814-1904)
Quarteto de cordas n.º 14, Opus 105 B 193

Palestra sobre António Homem Cardoso na Sociedade Nacional de Belas Artes


Música no Stage em Setúbal






Em 1983, com 15 anos, Dj Vibe teve a sua primeira actuação no Clube Bataclan, em Lisboa.



Dois anos depois, é convidado para abrir o Plateau em Lisboa e em Fevereiro de 1988, inaugura o lendário Alcântara-Mar.



No Verão desse ano, inicia no Kremlin aquela que foi a sua mais longa residência até hoje: cerca de sete anos, todas as noites, excepto domingos.
O projecto Underground Sound of Lisbon nasce também nessa altura com Rui da Silva e o seu maior sucesso, "So get up", chega a número 1 nas tabelas de todo o mundo, tendo vendido mais de 40 mil singles e mais de 1 milhão em compilações através da editora Tribal America Records.
Dj Vibe inicia, em 1994, na Antena 3, o programa "Dancefloor", agora com o nome "Dj Vibe Mix Show", emitido todos os sábados, à meia-noite.
Desde 1998 conta com uma residência no Lux Frágil, tocando durante toda a noite, uma vez por mês.
Pelo terceiro ano consecutivo, Dj Vibe faz parte da lista dos 100 melhores Djs do mundo, alcançando, em 2006, o 46º lugar da tabela da DJMag. Também no ano passado, lança o duplo CD "Global Grooves 03", editado pela Kaos.
A excelente técnica de mistura, bem como o estilo único que abrange um vasto número de géneros dentro da música de dança, concedem a Dj Vibe um estatuto próprio e levam-no a ser frequentemente convidado para actuar em alguns dos melhores clubes do mundo.



DJ Phil (www.myspace.com/phil_freshkitos)



DJ Phil faz parte, juntamente com Gustavo Pereira, da dupla Freshkitos, criada há cerca de três anos. Actualmente (e desde há uns anos) a organizar os “The Oporto Official Afterhours”, Filipe Rodrigues, foi também responsável pela loja Bimotor Porto. No âmbito dos Freshkitos, projecto que abrange as mais variadas vertentes do house, electro, techno ou acid, DJ Phil, já actuou, em inúmeros locais em Portugal e no estrangeiro, e ao lado de nomes como Laurent Garnier, Felix Da Housecat, Ricardo Villalobos, Tiga, 2manydjs, Booka Shade, Steve Bug, Dixon, Henrik Schwarz, M.A.N.D.Y., Dj T, Harvey e muitos outros.



Contacto de imprensa:
Helena César – Speak
Tel.: 21 343 22 34
E-mail: helenacesar@speak.pt

" O Bando " com nova produção



Um processo de contaminação
Um autor, um texto, três produções internacionais

Mais Música no Maxime


Coldfinger no Frágil

Hoje na discoteca Frágil, em Lisboa, pelas 23h os Coldfinger actuam num concerto de apresentação do seu mais recente trabalho, “SUPAFACIAL”.

Quando ouvimos a primeira faixa do novo disco dos Coldfinger, surge a questão, se será Coldfinger?
Pelo menos, parece a Margarida Pinto... Em pouco tempo tudo se esclarece, percebem-se os Coldfinger, percebe-se a Margarida Pinto e percebemos que se trata de “SUPAFACIAL”, o novíssimo single, para o novo álbum dos Coldfinger, “SUPAFACIAL”.
É Coldfinger!
Para aqueles que seguem a banda desde a sua estreia em 1999 com o “EP 01”, a estranheza inicial dissipa-se facilmente.
Afinal, já nessa altura os Coldfinger nos apresentaram de forma compactada o largo espectro de emoções e atitudes que são capazes de transformar em música.
Em 2000,com o álbum de estreia “Lefthand”, levaram-nos numa viagem em contramão ao íntimo dos Coldfinger, aos recantos fumarentos da sua sonoridade, onde a voz de Margarida Pinto surge suave e limpa sobre a rudeza das máquinas, nas produções envolventes e intensas de Miguel Cardona.
Em 2001, “ Return to Letfhand” traz-nos novas visões deste mundo pela mão de vários remisturadores. Em 2002, dão um passo na direcção da luz para nos trazerem “Sweet Moods & Interludes”, o segundo álbum de originais, que revelou uns Coldfinger amadurecidos, de sonoridades quentes e circunspectivas, conscientes.
Em 2003 editam “Live Coda” um disco gravado ao vivo numa apresentação intimista e despretenciosa, despido de artifícios.
Sempre conceptuais, com esta edição os Coldfinger fecharam um ciclo.
Como a Coda indica.
Colocaram-se num ponto estacionário e remeteram-se ao silêncio,ao início.

É assim que cinco anos passados sobre a última edição e com nova formação(Miguel, Margarida, Nuno e Ruca), os Coldfinger, voltam para nos surpreender.
“SUPAFACIAL”, talvez por ser o primeiro dos temas é o que mais nos surpreende, de resto este é o tema que serve de mote ao álbum.
Depois, bem... Depois aproveitam para fazer contas com o trip-hop de Bristol abrindo novas pistas em discurso directo e curto, passam pelo “ discopunk” contagioso, pela pop atrevida servida na voz sensual de Margarida, e por temas em que a vertigem do passado se ilumina para um reencontro dos Coldfinger com a sua própria história.

Nem tudo é tão óbvio.
Apresentam novos resultados para o experimentalismo de outros trabalhos, uma nova arquitectura de sons e estruturas, e um rock surpreendente com avisos vários à navegação: atenção power rangers musicais e censores da pide, nasty nasty é o que os Coldfinger prescrevem para os nossos ouvidos.

Tudo é tão óbvio.
Em pouco tempo, tudo se esclarece, e esgota-se o novo álbum. “SUPAFACIAL” é curto e carrrrrrrrrrrrrrregado de grandes canções, singles e mais singles, com singles atrás de singles. São guitarras contaminadas pelos synths da amargura e o fado do loop engravatado em que o “bastard” é um ser só, a jogar num cabaret do futuro com o Blues na era do Mp3.
A velha estória do gato e do rato. Sente-se o doce sabor do vício e da viagem sem retorno.
“Missunderstone” é o epílogo perfeito para o novo disco.
É o tema em que os Coldfinger regressam ao ventre musical que os nutre, que é a magia da voz de Margarida.
“SUPAFACIAL” é uma forma de estar, uma afirmação desprendida da consciência do valor superficial das coisas e, porque não, também da música.
O constatar do valor facial da música.
Como o da moeda.
E que duas outras coisas fariam girar assim o mundo?
Coldfinger 2007

Créditos fotográficos: Rita Carmo

Música no Teatro Académico de Gil Vicente


Dia 24 de Maio
21h30
SENSES
Ciclo de música electrónica e multimédia
Murcof
Leaf Static
Organização TAGV, no âmbito da programação «TAGV Digital»
Programação Afonso Macedo e David Rodrigues



O ciclo «Senses» pretende ser uma mostra de formas de criação contemporânea em que música e imagem se combinam em espectáculos multimédia.

O trabalho com a materialidade digital será o denominador comum aos artistas a apresentar. Além de espectáculos, haverá a realização simultânea de mostras de vídeo, exposições, conferências, debates, showcases e workshops de criação de música digital, com o objectivo de alargar a interacção entre artistas e público.

«Senses» decorre uma vez por mês, de Janeiro a Junho de 2007, e integra-se na programação TAGV Digital, dedicada à relação entre as artes do espectáculo e as novas tecnologias.

«Senses» é uma organização do TAGV, com programação de Afonso Macedo e David Rodrigues.


Natural de Tijuana, México, Fernando Corona iniciou o seu projecto Murcof no ano de 2001. O seu trabalho centra-se numa composição electrónica bebedora do filão neo-clássico de Arvo Pärt ou Henryk Górecki, percussão microscópica digital e melodias estruturadas em segmentos de cordas conferidoras de um calor orgânico raro entre os seus pares contemporâneos.

Uma reflexão sobre a forma digitalizada de interacção com o mundo, connosco e com os outros, recentrando o humano como destinatário primordial da arte, independentemente dos meios usados no processo criativo.

O seu trabalho divide-se entre bandas sonoras para dança, curtas-metragens ou jogos vídeo e música em tempo real para películas, como o seminal “Metropolis” de Fritz Lang, remisturas para Miles Davis ou Kronos Quartet.

Integrou ainda, sob o nome Terrestre, o colectivo Nortec (músicos electrónicos e artistas multimédia de origem mexicana).
Mais info em: http://www.murcof.com/; www.myspace.com/murcof; www.theleaflabel.com


Preçário
Preço normal 8,00€
Preço estudante e sénior 6,00€
Espectáculo com desconto para os AMIGOS TAGV





No dia 24 de Maio os fãs de Piratas das Caraíbas, numa acção sem precedentes em Portugal, poderão assistir ao filme em estreia mundial - desde as 0h00 às 24h00 do dia seguinte nos seguintes cinemas abertos para o efeito 24 horas seguidas:
Medeia Monumental-Saldanha, Cinemas Millenium Alvaláxia, UCI El Corte Inglês Lisboa, UCI Arrábida 20, Cinema Lusomundo Colombo e Cinema Lusomundo Parque Nascente.

Macbeth no Teatro das Figuras



O Teatro das Figuras apresenta:

TEATRO
MACBETH de William Shakespeare
Encenação de Bruno Bravo
Dia 23, quarta-feira, 15h 00 e 21h 30

Encontros de Jazz de Coimbra


" A Filha Rebelde " em digressão

Depois do sucesso em Lisboa, o espectáculo A Filha Rebelde inicia uma digressão com paragens em Espanha, no Teatro de Madrid, de 24 a 26 de Maio, no Porto, no Teatro Nacional de São João, no âmbito do FITEI, a 6 e 7 de Junho e em Santa Maria da Feira, no Europarque, a 15 e 16 de Junho.

A partir do ensaio com que os jornalistas José Pedro Castanheira e Valdemar Cruz fizeram história (o livro é baseado na reportagem, publicada na revista do Expresso, que conquistou o Grande Prémio Gazeta de 2002 e está esgotado nas livrarias), a dramaturga Margarida Fonseca Santos assina uma versão da história de Annie Silva Pais, a filha do último director da Pide, que, contra as expectativas da família e as ordens de Salazar, se deixou fascinar pela Revolução Cubana e abandonou o marido para viver em nome de um ideal.
O Teatro Nacional D. Maria II apresenta o espectáculo, numa encenação da criadora espanhola Helena Pimenta, que reúne um elenco de luxo: entre os actores, Ana Brandão (no papel de Annie Silva Pais), Vítor Norte, Lídia Franco e Eurico Lopes.

Resumo da acção

Annie Silva Pais, filha única do último director da PIDE, o Major Fernando Silva Pais, é casada com um diplomata suíço.
A estadia em Cuba e um encontro com Che Guevara mudarão a vida de Annie que, saturada de uma existência em função das aparências, condicionada pelo aparelho repressivo do regime ditatorial português, se entregará integralmente à revolução cubana e aos seus ideais. Desaparecida durante algum tempo, Annie abandona o marido, a família e o país.
No Portugal de Salazar, todos temem que tenha sido raptada e utilizada no contexto da guerra colonial.
Mas Annie envolve-se numa profunda luta de valores e convicções, só regressando a Portugal após o 25 de Abril para ir visitar o pai à prisão.
A coragem será uma das principais marcas de Annie que protagoniza uma peça onde o drama, a traição, os afectos, a morte e os combates políticos se cruzam naquela que é uma história de vida rara e exemplar.


encenação dramaturgia HELENA PIMENTA
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
direcção musical JOÃO CABRITA
figurinos ANA GARAY
movimento NURIA CASTEJÓN
desenho de luz JOSÉ CARLOS NASCIMENTO
assistente de encenação CRISTINA LOZOYA
assistente de figurinos GILBERTO SORAGGI

COM

ALEXANDRE OVÍDIO AMILCAR ZENHA ANA BRANDÃO ANABELA TEIXEIRA BIBI GOMES CÉLIA ALTURAS EURICO LOPES JOANA BRANDÃO JOSÉ HENRIQUE NETO JAIME VISHAL LÍDIA FRANCO MANUEL COELHO MARQUES D’AREDE NÁDIA SANTOS RAQUEL DIAS RUI QUINTAS SÉRGIO SILVA VÍTOR NORTE

MÚSICOS

RUBEN ALVES JOÃO CABRITA JOSÉ RAMINHAS NUNO ALLAN JAIME XAVIER

Mário Pacheco no Clube do Fado


Miguel Vieira, Lello no Music Box


O alfacinha Manuel Lello Minsk Vieira converteu-se às couves? (leia-se: aos covers)

Vai haver couves (leia-se: aos covers) na Ribeira?

Não basta habitarmos na cidade das alfaces, ainda temos que levar com couves? (leia-se: aos covers)

Homessa! Calma no cais!

A coisa não é bem assim: Minsk jamais aceitaria converter-se às couves (leia-se: aos covers) e tocar reportório comercial contemporâneo por € 20 à noite. Jamais!

O que se passa é que o “candidato Vieira” aceitou o convite do Music Box para participar no ritual mensal “Songs From Outer Space” (isto é nome de couve!), trazendo os seus convidados de luxo (todos alfacinhas!), ele que já participou numa festa semelhante a convite do grande (bebedor de minis) Jorge Palma.

A Lello juntar-se-ão as lend(e)as vivas Vitor Gomes, Phil Mendrix, Chiquito, Roger Chains, e uma secção ritmica fornecida pela Farinha Amparo, de onde se destaca o baterista Bat Muma, que assim começa mais uma digressão mundial – a bater!.

Esta combinação explosiva será capaz de tudo, e o cineasta Steven Carlsberg vai filmar tudo, para futura edição em cromos de € 01!

Se juntarmos a isto a equipa de lesionados do Benfica, que vai fazer um campeonato de shots, já vemos que não há motivo para recusar as ditas couves (leia-se: os covers).

Está na sua mão ir ao Music Box no dia 543 e evitar que que Lello vá para casa com mais que uns miseráveis € 20.

Vivam as couves (leia-se: os covers)! Viva a cidade das alfaces!


(antigo Texas Bar) R. Nova de Carvalho, 24 - Cais do Sodré - Lisboa
abertura portas 22h / encerra 06h - bilhete €8,00 c/oferta de bebida até 3€
http://www.musicboxlisboa.com/

terça-feira, 22 de maio de 2007

Pequenos Crimes Conjugais prolonga até finais de Junho

PEQUENOS CRIMES CONJUGAIS
SALA VERMELHA
TEATRO ABERTO


Autor: ERIC-EMMANUEL SCHMITT
Tradução LUIZ FRANCISCO REBELLO
PRODUÇÃO TEATRO NACIONAL D. MARIA II
4ª a SÁB. às 21h30 DOM. às 16h00

Agora até 23 de Junho tem a oportunidade para ver Paulo Pires e Rita Salema em Pequenos Crimes Conjugais

A partir de uma peça do conceituado autor francês Eric-Emmanuel Schmitt, traduzida por Luiz Francisco Rebello, Paulo Pires e Rita Salema interpretam um casal que enfrenta uma situação insólita.
Na sequência de um misterioso acidente doméstico, Jaime fica amnésico.
Ao fim de quinze dias no hospital, regressa a casa, para junto da mulher, Luísa, que vai procurar reconstruir, a pouco e pouco, toda a sua história em comum.
Pelo seu diálogo passam todos os grandes temas da vida em conjunto: a fidelidade, o desejo, o envelhecimento, a paixão e, finalmente, o amor.
Numa sucessão de revelações, a verdade esconde-se nas entrelinhas e terá de ser decifrada.
A peça, que tem conhecido montagens um pouco por todo o mundo, estreou originalmente em Paris, numa interpretação de Charlotte Rampling.


Ficha Técnica:

encenação JOSÉ FONSECA E COSTA
cenografia JOSÉ MANUEL CASTANHEIRA
figurinos MANUEL ALVES JOSÉ MANUEL GONÇALVES
desenho de luz DANIEL WORM D’ASSUMPÇÃO
assistente de encenação FRANÇOISE ARIEL

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Vasco d'Orey Bobone lança livro no Casino Estoril



Casino Estoril acolhe lançamento de livro
de Vasco d’Orey Bobone



O Casino Estoril acolhe, no próximo dia 27 de Maio, o lançamento do livro “Caderno de Todos os Barcos do Tejo”, da autoria de Vasco d’Orey Bobone, inspirado na obra do mesmo nome, de 1785, do Capitão-Tenente João de Souza.

Em cerimónia agendada para as 18 e 30, no Teatro-Auditório, esta obra será apresentada pelo Comandante Malhão Pereira, estando convidadas personalidades de relevo da sociedade portuguesa.
Com base numa importante época histórica, Vasco d’Orey Bobone assina um trabalho que aborda uma temática, cuja relevância é manifesta.

De facto, o Terramoto de 1755 e a mudança da Corte de Lisboa para o Brasil causaram, no início do século XIX, perdas irreparáveis na documentação sobre as embarcações portuguesas.
Com um conjunto de aguarelas, “Caderno de Todos os Barcos do Tejo” evoca, assim, vários tipos de embarcações que, na época, navegaram no Tejo.

Segundo o autor, “permite-nos a avaliação dos barcos mais usuais anteriormente às conhecidas transformações sofridas na transição do Séc. XVIII para o Séc. XIX com os barcos a vapor”.
O livro propõe, assim, uma retrospectiva histórica, regressando à época em que o Tejo era percorrido por enorme diversidade de embarcações e modelos com diferentes funções.
“Deve dar-se relevo ao facto de João de Souza ter colocado à nossa disposição o material indispensável para saber com rigor das alterações nos tipos de barcos tradicionais e suas evoluções o que constitui uma autêntica novidade no panorama da Arqueologia Naval”, revela Vasco d’Orey Bobone.

E acrescenta “a importância do trabalho de João de Souza está em documentar claramente o que perdura e o que se transformou na feição dos barcos do Tejo, e permite assim o começo de um desafio para continuar este estudo por não indiferentes à triste história do prodigioso património naval deste rio do nosso descaso…”
Vasco d’Orey Bobone realizou exposições individuais de aguarelas em diversos espaços de relevo, em Lisboa, como é o caso da Estação Elevatória dos Barbadinhos do Museu da Água, na Mãe de Água das Amoreiras ou na Galeria Janela Verde.

Mas, as suas obras estiveram expostas noutros pontos do País como no Palácio da Bolsa, na Galeria do Centro Municipal de Cultura do Porto ou no Casino da Póvoa.
Licenciado em Arquitectura, Vasco d’Orey Bobone desenvolveu os estudos de Pintura e História de Arte em Itália.

Ao longo da sua carreira distinguiu-se na área do restauro e adaptação de edifícios históricos. Conhecido articulista em jornais e revistas sobre temas de arquitectura e urbanismo, Vasco d’Orey Bobone é, também, ilustrador de livros.
O Casino Estoril acolhe o lançamento do livro “Caderno de Todos os Barcos do Tejo” no próximo dia 27 de Maio.

Com um Welcome Drink no Du Arte Lounge, pelas 18 horas, a cerimónia decorrerá, posteriormente, no Teatro-Auditório, pelas 18 e 30.

Mário Pacheco no Clube do Fado




Ana Moura no Auditório Jorge Sampaio


ANA MOURA APRESENTA PARA ALÉM DA SAUDADE
25 de Maio 22h00 Auditório Jorge Sampaio





Para além da Saudade é o título do terceiro álbum de Ana Moura, cuja estreia ao vivo está marcada para Sintra, com um concerto no Centro Cultural Olga Cadaval.
“Sou do fado, sou fadista” foi o tema que mais marcou o início da sua carreira.

Depois de “Guarda-me a vida na mão” (2003) e “Aconteceu” (2004) Ana Moura tornou-se conhecida do grande público por ser dotada de uma voz grave, absolutamente inconfundível; um contralto pleno e profundo que tem aberto portas em todos os cantos do mundo pela sua interpretação simples mas genuína deste género musical.
Em Para além da Saudade, Ana Moura interpreta temas tradicionais, como é o caso do Fado Blanc ou do Fado Azenha mas continua a arriscar em novas letras, músicas e parcerias, cantando poemas de Fausto (Nascidos do mar), Amélia Muge (Fado da Procura) ou Nuno Miguel Guedes (Mapa do Coração) mas também, e uma vez mais, de Jorge Fernando, produtor musical do disco e autor/ compositor de alguns dos temas.
Um dos pontos altos da noite será, com certeza, a descoberta ao vivo de “Os Búzios”, tema single de lançamento deste novo disco.

No dia 25 de Maio, será possível comprovar que os concertos de Ana Moura são puro Fado, sem dramas nem exageros, razão pela qual o seu canto tem arrepiado plateias nas mais prestigiadas salas da Europa como também pelos EUA e Oriente.

Duração aproximada: 90m
Bilhetes: 1ª Plateia – 15,00 Euros
2ªPlateia - 10,00 Euros
Descontos de 2,50 Euros para menores de 18 anos e maiores de 65 anos

Doença inesperada impede concerto no Centro de Artes e Espectáculos


Devido a doença inesperada do violoncelista John Sherba foram canceladas as duas primeiras datas do tour europeia dos Kronos Quartet, em Portalegre a 23 de Maio e a 25 de Maio em Jean (espanha).


Pede-se a quem já tenha adquirido ingresso para o espectáculo de Portalegre para se fazer acompanhar do mesmo até a bilheteira do Centro de forma a ser restituida a importância do mesmo, ou para contactar pelo nº 245 307 498 para mais informações.
Desde já pedimos as mais sinceras desculapas aos utentes do Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre pelo inconveniente criado com este cancelamento.

Lello no Music Box


O alfacinha Manuel Lello Minsk Vieira converteu-se às couves? (leia-se: aos covers)

Vai haver couves (leia-se: aos covers) na Ribeira?

Não basta habitarmos na cidade das alfaces, ainda temos que levar com couves? (leia-se: aos covers) Homessa! Calma no cais! A coisa não é bem assim: Minsk jamais aceitaria converter-se às couves (leia-se: aos covers) e tocar reportório comercial contemporâneo por € 20 à noite. Jamais! O que se passa é que o “candidato Vieira” aceitou o convite do Music Box para participar no ritual mensal “Songs From Outer Space” (isto é nome de couve!), trazendo os seus convidados de luxo (todos alfacinhas!), ele que já participou numa festa semelhante a convite do grande (bebedor de minis) Jorge Palma.

A Lello juntar-se-ão as lend(e)as vivas Vitor Gomes, Phil Mendrix, Chiquito, Roger Chains, e uma secção ritmica fornecida pela Farinha Amparo, de onde se destaca o baterista Bat Muma, que assim começa mais uma digressão mundial – a bater!.

Esta combinação explosiva será capaz de tudo, e o cineasta Steven Carlsberg vai filmar tudo, para futura edição em cromos de € 01! Se juntarmos a isto a equipa de lesionados do Benfica, que vai fazer um campeonato de shots, já vemos que não há motivo para recusar as ditas couves (leia-se: os covers).

Está na sua mão ir ao Music Box no dia 543 e evitar que que Lello vá para casa com mais que uns miseráveis € 20.

Vivam as couves (leia-se: os covers)!

Viva a cidade das alfaces!
(antigo Texas Bar) R. Nova de Carvalho, 24 - Cais do Sodré - Lisboa
abertura portas 22h / encerra 06h - bilhete €8,00 c/oferta de bebida até 3€

Oliver Poole tocou no Casino Estoril


Oliver Poole estreou-se
em recital de piano no Casino Estoril



O Teatro-Auditório acolheu, ontem à noite, um recital de piano protagonizado por Oliver Poole.

Na sua estreia no Casino Estoril, o jovem russo, de apenas 15 anos, distinguiu-se, em palco, com uma actuação segura, interpretando obras de Bach, Beethoven e Chopin.
Com um programa versátil, Oliver Poole iniciou o recital com “Partita nº 6 in E Minor BWV 830”, de Bach.

Ainda, na primeira parte, o músico recuperou a “Sonata nº26, op. 81a in E Flat”, de Beethoven.
Na segunda parte, Oliver Poole regressou ao palco para prestar uma homenagem a Chopin, interpretando algumas das suas mais importantes obras: “Ballad Nº1 Op.23 in G Minor”, “Ballad Nº2 Op.38 in F Major”, “Etude Nº7 Op. 25 in C Sharp Minor”, Scherzo Nº1 Op.20 in E Minor” e “Scherzo Nº2 Op.31 in B Flat Minor”.
No âmbito da sua digressão pela Europa, Oliver Poole apresentou-se, assim, pela primeira vez no Casino Estoril, correspondendo à melhor opinião da crítica especializada.
Com diversos prémios internacionais, o pianista é considerado um dos talentos mais seguros da sua geração.

Nas suas actuações pelo mundo, o jovem revela uma singular maturidade ao imprimir um estilo muito próprio a peças de outros compositores como Mozart, Liszt, Stravinsky, Scriabin ou Mendelssohn.







PAOLO NUTINI
“Jenny Don’t Be Hasty”





PAOLO NUTINI é um jovem cantor e compositor escocês de apenas 19 anos, mas com uma voz e atitude que dificilmente denuncia a sua tenra idade.

Descoberto após ter colocado algumas das suas canções no MySpace, PAOLO NUTINI apresenta-se já como uma das mais sólidas revelações do ano, entrando directamente para o nº 3 do Top de vendas à data de lançamento em Inglaterra do seu disco de estreia.

THESE STREETS, foi produzido por Ken Nelson, que já trabalhou com nomes como Coldplay ou Gomez.

Um disco recheado de grandes canções, com destaque para “Last Request” (o primeiro single), “Jenny Don’t Be Hasty”, “Rewind” e “These Streets”.

Uma das maiores revelações deste ano e já um valor seguro da nova geração de cantautores, onde se incluem James Blunt ou James Morrison.

“Jenny Don’t Be Hasty” já se faz ouvir na série “Morangos com Açúcar” e promete ter chegado para ficar este Verão.


domingo, 20 de maio de 2007

Kronos Quartet no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre



Dia 23 de Maio – Kronos Quartet
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 25 €
Bilhetes já disponivéis

David Harrington - violino
John Sherba - violino
Hank Dutt - viola
Jeffrey Zeigler - violoncelo



Há mais de 30 anos que os Kronos Quartet perseguem uma visão artística única, combinando o espírito e a coragem da exploração musical com o compromisso de expandir o alcance e o contexto do seu quarteto de cordas singular.

Durante estes anos, os Kronos Quartet tornaram-se num dos mais respeitados e celebrados grupos contemporâneos, com inúmeras digressões pelo mundo inteiro, milhares de concertos, com mais de 40 álbuns lançados, vencendo inúmeros prémios, como o Grammy em 2003 para o álbum “Berg’s Lyric Suite” e o Prémio “Músicos do Ano”, da revista “Musical America".

Os Kronos Quartet têm gravado obras de compositores fundamentais do Século XX, como Bela Bartók, Shostakovich e Webern, compositores seus contemporâneos como Sofia Gubaidulina, Arvo Pärt e Alfred Schnittke, lendas do Jazz como Ornette Coleman, Charles Mingus e Thelonious Monk, e artistas tão díspares como Jimi Hendrix, o cantor Paquistanês Pandit Pran Nath, e o saxofonista avant-garde John Zorn.

Este conceituado quarteto também têm deixado a sua marca noutros meios para além da música. Nomeadamente, no Cinema colaboraram nas bandas sonoras de “A Vida não é um Sonho/ Requiem for a Dream”, “Heat – Cidade sob Pressão”, “21 Gramas”, o recente “The Fountain – O Último Capítulo”, etc, e na Dança, com coreógrafos tão talentosos como Merce Cunningham, Twyla Tharp e o duo Eiko & Koma.

Integral ao trabalho dos Kronos Quartet tem sido as colaborações recorrentes com artistas tão importantes como o “pai do Minimalismo”, Terry Riley; com o conhecido compositor Philip Glass, com o qual gravaram as bandas sonoras dos filmes “Mishima” e “Drácula” (a versão restaurada do clássico de 1931, com Bela Lugosi); Steve Reich, com quem gravaram o álbum “Different Trains”, vencedor de um Grammy, entre muitos outros colaboradores do mundo inteiro.
Têm também tocado ao vivo com artistas tão diversos e icónicos como o poeta “Beat” Allen Ginsberg, o Modern Jazz Quartet, o mítico cantor Tom Waits, a diva Betty Carter e David Bowie, e colaboraram ainda em álbuns de Dave Matthews, Nelly Furtado, Joan Armatrading, entre outros.

O mais recente álbum dos Kronos Quartet, “Ósongs are Sung”, é o culminar de uma colaboração de longa data com o compositor polaco Henryk Górecki, e terá estreia europeia no CAE de Portalegre.

CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE

Praça da República, 397300-109 Portalegre

Tel.: 245 307 498 Fax.:245 307 544

5ª Festa do Jazz do São Luis-Balanço


Terminou a 5ª Festa do Jazz do São Luiz, a Festa do Jazz Português!

Ao longo de 3 dias e de quase 30 horas de música, o São Luiz foi animado por Concertos, Jam Sessions e Masterclasses.

Músicos, espectadores e jornalistas nacionais e estrangeiros marcaram presença na Festa do Jazz Português.

Nos diversos concertos da Sala Principal, Jardim de Inverno, Teatro-Estúdio Mário Viegas e São Luiz Café foram registadas 8.531 entradas.

Ponto de encontro de músicos de várias gerações, a Festa do Jazz do São Luiz teve desde o início como um dos seus objectivos, além da apresentação dos nomes já consagrados, a revelação de novos talentos. Uma vez mais as Escolas de Jazz nacionais acorreram em força ao palco do Jardim de Inverno.

O júri, constituido por Manuel Jorge Veloso, José Nogueira e Leonel Santos, atribuiu os seguintes prémios:

Melhor Combo: Combo da ESMAE, Porto
Melhor Instrumentista: Lucía Martínez – vibrafone

Prémios Revelação:

Pedro Segundo – bateria (Escola de jazz Luiz Villas Boas / Hot Clube de Portugal, Lisboa)

Combo da Escola JBJAZZ – Lisboa

Coro de Jazz do Conservatório Nacional, Lisboa

Telmo Campos - Saxofone (Escola JBJAZZ, Lisboa)



INÉDITO
PODES SER O 1º
dia de estreia - sessões 24 horas seguidas
(das 00h00 às 24h00)



No dia 24 de Maio os fãs de Piratas das Caraíbas, numa acção sem precedentes em Portugal, poderão assistir ao filme em estreia mundial
- desde as 0h00 às 24h00 do dia seguinte nos seguintes cinemas abertos para o efeito 24 horas seguidas:

Medeia Monumental-Saldanha, Cinemas Millenium Alvaláxia, UCI El Corte Inglês Lisboa, UCI Arrábida 20, Cinema Lusomundo Colombo e Cinema Lusomundo Parque Nascente.


NOS CINEMAS 24 MAIO


Krum no Centro Cultural de Belém






KRUM
de HANOCH LEVIN
Encenação KRZYSZTOF WARLIKOWSKI
22 E 23 MAIO 21H00 GRANDE AUDITÓRIO CCB

Co-apresentação: CCB/TR Warszawa (Varsóvia) e Stary Teatr (Cracóvia) em colaboração com a Embaixada da Polónia
Espectáculo em polaco com legendas em português

“Um espectáculo que ousa falar de coisas simples e universais, de vida, de morte, de doença e de amor – da falta de amor, sobretudo.” Fabienne Darge, Le Monde
Magnífica tragédia contemporânea que oferece um retrato da sociedade israelita, polaca e ocidental, e um momento de verdadeiro teatro, humanidade e sentido.

Tradução: Wojciech Charchalis
Tradução para polaco: Jacek Poniedziałek
Direcção: Krzysztof Warlikowski
Cenografia: Małgorzata Szczęśniak
Música: Paweł Mykietyn
Desenho de luz: Felice Ross
Filme: Paweł Łoziński

Elenco
Krum: Jacek Poniedziałek
Mãe de Krum: Stanisława Celińska
Truda: Magdalena Cielecka
Dupa: Małgorzata Hajewska-Krzysztofik
Felicia: Anna Radwan-Gancarczyk
Cica: Danuta Stenka
Tugati: Redbad Klijnstra
Takhtikh: Marek Kalita
Dulce: Zygmunt Malanowicz
Bertoldo: Adam Nawojczyk
Shkita: Paweł Kruszelnicki
Dr. Shiboigen, enfermeiro, barbeiro, agente funerário: Miron Hakenbeck

Co-produção: TR Warszawa e Stary Teatr em Cracóvia
Director geral e artístico do TR Warszawa – Grzegorz Jarzynado

Estreia: 3 de Março de 2005 no TR Warszawa
12 de Março de 2005 no Stary Teatr (Cracóvia)

A principal personagem de Krum, de Hanoch Levin, regressa à sua cidade natal, onde é bem recebido pela sua mãe, amigos e toda a sociedade.

Mas o mundo que encontra está envolto numa espécie de apatia, como se a realidade a que ele voltou tivesse parado à espera de algo que finalmente fizesse sentido, e separar o curso de acontecimentos.

E assim aconteceu, mas as acções dos personagens são caóticas e o despertar para a vida é temporário, baseado em ritmos repetitivos de nascimentos, casamentos e funerais.
Krum parece ser o mais pacífico de todos os personagens.
À volta dele casam-se, morrem e viajam.

É talvez desta forma que se realizam as diferentes variantes da sua vida.
Krum, tal como um espectador que abandona a sua identidade temporariamente para se deixar levar pela ilusão, observa como num sonho, que se materializa numa forma teatral, o inventário dos seus próprios sonhos e medos.

Sonho de Uma Noite de Verão na Universidade de Aveiro

SONHO DE UMA NOITE DE VERÃO
NA UNIVERSIDADE DE AVEIRO
DE WILLIAM SHAKESPEARE

produção TNDM II UNIVERSIDADE DE AVEIRO em colaboração com NAVIO – PROJECTO DE TEATRO MUSICAL

MAI 21 22 21h30 Universidade de Aveiro Auditório da Reitoria
JUN 21 21h30 Teatro Aveirense



O Teatro Nacional D. Maria II apresenta Sonho de Uma Noite de Verão. Com estreia marcada para 21 de Maio, no Auditório da Reitoria da Universidade de Aveiro, este espectáculo conta com encenação de Claudio Hochman e a participação de alunos da Universidade de Aveiro.
No âmbito de um protocolo entre o Teatro Nacional D. Maria II (Projecto Teatro e comunidade) e a Universidade de Aveiro (Departamento de Arte e Comunicação), juntaram-se criadores profissionais e alunos da Universidade para a criação de um espectáculo ágil e cheio de subtilezas.
Nesta versão musical de Sonho de Uma Noite de Verão, as cenas intercalam-se com mais de 30 canções criadas pelo compositor brasileiro Alfredo Moura de Assis. Nela encontramos uma abordagem diferente a uma das peças mais conhecidas e representadas do clássico dramaturgo inglês, William Shakespeare.
Tanto o desenho do guarda-roupa como da cenografia são da responsabilidade de alunos do 2º ano da licenciatura em Design da Universidade de Aveiro.
Os 20 intérpretes, à maneira de um coro grego, vão relatando situações do enredo e apresentando os personagens. Do mesmo coro vão-se desprendendo os protagonistas da história. A música, interpretada e cantada ao vivo, recorre aos mais diversos estilos do cancioneiro popular. Os jovens intérpretes representam os 3 planos do conto – os habitantes da cidade de Atenas, o mundo dos artesãos e o universo mágico dos duendes e das fadas – com simplicidade, para que a história nos chegue quase transparente.

Sinopse

A acção decorre em Atenas. O conde e a condessa vão casar dentro de quatro dias. Um grupo de artesãos é incumbido de preparar uma peça de teatro. Lisandro e Hérmia, dois jovens atenienses, estão apaixonados, mas a mãe de Hérmia quer que ela se case com Demétrio.
Helena, outra jovem ateniense, ama Demétrio, mas este, quer a Hérmia. Diante da pressão do conde e de sua família, Hérmia e Lisandro decidem fugir para o bosque.
Helena que tudo sabe, conta a Demétrio que, desesperado, segue Hérmia. Helena segue Demétrio. Assim os quatro entram na floresta. Ali vivem Titânia, rainha das fadas e Oberón , o rei dos duendes, que por lá andam a discutir. Também surge Puck, um duende muito traquina e muitas fadas sedutoras. Os artesãos vão ensaiar para o bosque, e é aí que as histórias e as personagens se começam a cruzar, graças aos encantos de uma flor mágica que, se colocada sobre os olhos de alguém a dormir, faz com que este ao acordar se apaixone pela primeira criatura que vir…



encenação e adaptação Claudio Hochman
musica Alfredo Moura de Assis
letra Claudio Hochman Alfredo Moura de Assis
movimento Lara Pereira
assistente de encenação Kelly Varella
cenografia Dinis Ramos
figurinos Catarina Marques
equipa de cenografia João Rocha André Jerónimo André Covas

elenco

Teresa Queirós José Carvalho Marta Queirós Leandro Alves Sérgio Mota Ana Amaral Carolina Fonte Ana Rita Leite Ricardo Constantino Flora Castro Sónia Valente Victor Alves Cristina Cardoso Cristina Teixeira Diogo Machado Juliana Félix Joana Brito Sara Quintino Sara Cardoso Margarida Grave


Muitas experiências se vivem no Creamfields Lisboa 2007

A noite ainda dura e promete durar!
Deixamos algumas imagens deste Festival que conquistou Portugal!















Creamfields registou 35 mil entradas

A noite ainda vai a meio no Creamfields Lisboa 2007, onde entraram 35 ooo pessoas, segundo informação dada pelo produtor do evento, Nuno Carvalho.
O palco principal já terminou a sua "actividade", mas os outros palcos e experiências, continuam até às seis da manhã, hora prevista de terminar o evento.


A entrada no VIP Lounge foi vedada à Comunicação Social, depois das 00h, mas ainda nos foi possivel assistir a uma figura do Jet7 nacional, Cinha Jardim, quase à chapada na entrada do local, por existirem muitas pessoas para entrar e a estarem a empurrar.

Fomos vistar o Olá Love2Dance Giant Sphere, onde encontramos uma fila com mais de cinquenta pessoas.
Na bolha insuflável, deparamo-nos com as pessoas a "curtirem" o som do DJ Steve Lawler, a grande atração para este espaço, uns performers que actuavam frente à mesa.
No Olá Love2Dance Giant Sphere, encontramos uma situação insólita, a porta por onde se saia, tinha algumas pessoas a entrar à medida que os outros saiam.
O sistema de saida é feito da seguinte forma: sai um grupo de pessoas e fica retido até a porta ser fechada, assim que a porta é fechada é que é aberta a dá acesso à rua.
Tudo isto é feito por três seguranças.

Soubemos, por parte da produção, que a ASAE esteve no local antes da abertura a fazer a inspecção a todas as experiências.

Depois desta experiência, fomos até ao palco do Axe Radio Soulwax, onde encontramos a banda Spektrum.
Não se pode dizer que o público estivesse muito animado a assitir ao concerto, mas também não saiam de lá.
Pelo que nos foi possivel comprender estavama a "guardar lugar" para os Soulwax.
A poucos metros à frente tinhamos o Bacardi Kubik, onde actuava o DJ Tiefschwarz.
O público, bastante animado, dançava e aproveitava para escalar o Kubik.
Para além disso eram distribuidos, por ar, chapéus de palha da Barcardi.
O muito público que ali se encontrava, aproveitava para brincar com eles, atirando-os aos amigos.

Salientamos que o espaço estava, praticamente, lotado e o público não mostrava sinais de abandonar o local.

Apenas gostariamos de deixar um recado à produção do Creamfields Lisboa 2007, os jornalistas estão em trabalho e gostam de ser bem tratados, pelo que proporcionarem refeição aos mesmos seria agradável.

Não podemos deixar de agradecer a um elemento da produção, Catarina Amorim, a facilidade que nos proporcionou na entrada das experiências, pois sem ela teriamos de aguardar nas filas de espera.

sábado, 19 de maio de 2007

Lisboa é no Parque da Bela Vista

O Creamfields Lisboa 2007 está a ser um sucesso, pelo menos em termos de público presente no Parque da Bela Vista.

Em, praticamente, todas as experiências existem grandes filas de espera na entrada.
Após três horas do ínicio do festival, as filas ultrapassavam as duas horas de espera.
Foi-nos também possivel constatar que os festivaleiros saíam contentes das experiências, tendo alguns comentado que "valeu a pena o tempo de espera".

Passadas algumas horas do inicio do Creamfields Lisboa 2007, fomos visitar o Olá Love 2 Dance La Isla, onde assistimos às actuações dos Djs Miguel Rendeiro e Kaskade.

No primeiro caso acompanhamos os minutos finais da sua actuação, onde o público estava semi-hipnotisado com as peças musicais que Miguel fazia ecoar em La Isla.

A acompanhar o público estavam dois performers em andas.

Por curiosidade salientamos que o público não notou a saida de Miguel Rendeiro e a entrada de Kaskade, pois a música foi contínua.

Os primeiros minutos do Dj Kaskade foram de uma intensidade sonora superior, mas não em termos equitativos de qualidade musical.

Em relação aos concertos no palco principal, podemos afirmar que durante a tarde o público esteve mais interessado nas experiência e em passsear pelo recinto.
Pelas 21.30h entraram em palco a banda portuguêsa, Da Weasel, altura em que o relvado frente ao palco começou a encher.
Pouco tempo após o ínicio do concerto, já se encontravam milhares de pessoas no local e aí permaneceram até ao final do concerto.
A entrada de Placebo aconteceu, com um pequeno atrazo de dez minutos, pelas 23.20h.
Nem cinco minutos foram necessários para que o relvado, que tinha ficado semi vazio, voltasse a encher e desta vez com mais pessoas que na anterior banda.
A banda mais esperada da noite tem actuação marcada para a 01h, os The Prodigy.
A cobertura do evento está a ser realizada por: Ricardo Grega, Miguel dos Santos e António Manuel Teixeira.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Foram arrancados corações no FATAL

Com a sala, completamente, a trasbordar foi apresentada mais uma peça do Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa (FATAL), Arranca Corações de Boris Vian.

Susana Vieira encenou e André Ferreira, Catarina Vasconcelos, Eunice Costa, Fernando Marques, João Manso, Pedro Moura, Rui Neto, Sandra Oliveira, Vanda Almeida, Xana Shulman e Youri Ivanovsky, que fazem parte do Grupo de Teatro do Institito Superior Técnico, interpretaram a peça mais aplaudida, até hoje do FATAL.

Um ambiente frio, gélido, um laboratório, uma cozinha sem cozinheiro, ali onde eles esperam, onde os seus corações latejam com força, esperando ser arrancados num segundo. Eles lutam defendendo o seu coração, tentando impedir que o seu peito seja atravessado pelo arranca-corações. Ela estripa de cada coração as suas paixões, os seus desejos. A carne fresca dos corações roubados ainda latejante de paixões perdidas e desejos inumanos está na frigideira.
O arranca-corações voltou a roubar um coração fresco...
Um engenheiro tenta proteger o futuro dos corações humanos indefesos, estão a perder qualidade. Uma mulher grávida aponta uma espingarda a quem se aproxima dela, defende o seu coração com unhas e dentes, grita e o seu grito surdo chega até ao fundo da cabeça. "Canta para mim! Só mais uma vez, canta para mim, canta para mim!"
Sentimos o som constante do seu coração a bombear sangue.
Uma peça de grande qualidade, uma interpretação primorosa e fantástica, onde os actores se despem de preconceitos e mostram o seu corpo numa encenação, extremamente, alternativa e experimental.

A composição musical, a cargo de Henrique Santos, encaixa na perfeição em cada momento, em cada actuação, em cada interpretação.
Por sua vez o Espaço Cénico e o Desenho de Luz, da responsabilidade de Susana Vidal, dão o toque final de excelência, nesta produção que merece ser vista por mais pessoas noutras salas.

Senhores directores de salas de espectáculos e senhores produtores, tenham em atenção este Grupo de Teatro Universitário, que já arrecadou alguns, prestigiados, troféus.

Maldito Fado ao vivo



MALDITO FADO AO VIVO

Dia 19 de Maio Teatro Virginia 21.30 horas
Dia 26 de Maio Teatro Aveirense 21.30 horas
Dia 13 de Junho Oeiras 22h


A vivência continuada de uma música, que representa como poucas outras um modo de sentir, estar e ser profundo, e profundamente português, motivou Helder Moutinho, compositor e intérprete de Fado, à criação de um espectáculo que represente em simultâneo a sua imensa tradição e o modo como ele está a ser recriado por aqueles que a ele chegam hoje.
No fundo, trata-se de construir uma viagem sonora tomando o Fado como base musical, mas envolvendo-o noutras estéticas, com o atrevimento de trazer novos sons ao seu som e ao seu ser. A voz de Helder Moutinho, já conhecida dos seus trabalhos a solo, demonstra aqui uma versatilidade inquestionável, ao conviver de forma tão harmoniosa com a cuidada direcção musical e arranjos de Manuel D’Oliveira, guitarrista oriundo de universos distantes do Fado, embora tantas vezes chamado a contribuir para esta causa.No alinhamento que foi pensado para “Maldito Fado”, percorrem-se, através de clássicos da história do Fado aliados a composições originais escritas propositadamente para este espectáculo, todos os temas centrais à linguagem do Fado. Os castiços e típicos bairros de Lisboa, os amores e desamores que contam as suas histórias, as emoções de saudade e tristeza, a difícil condição do fadista são aqui recriados como foram e reinterpretados como podem vir a ser, de acordo com os tempos que mudam aos quais mesmo a emoção do Fado não pode ficar alheio.Conduzido pelos seus intérpretes nativos - voz, guitarra e viola -, anfitriões de uma reunião de outros instrumentos convidados como o acordeão, o contrabaixo ou a percussão, “Maldito Fado” resulta num espectáculo onde o Fado é a um tempo protagonista e culminar de tudo o que nele se encerra, reforçado e contaminado por todas as influências que o rodeiam.FADO, PURO E DURO…

Festas de Lisboa já com Programa


Bruno Nogueira soma e segue!


Lançamento no Café Teatro do Maria Matos


«Falar ou escrever sobre animação é uma tarefa fácil e difícil.
Fácil porque a animação é, à partida, uma arte simples, que se faz para veicular experiências e sensações; que mistura a capacidade de síntese com a possibilidade de libertar traços e formas, dando-lhe movimento, sensações… alma.
Difícil, porque tornamos complicada a nossa relação com uma arte que é libertadora e criativa, tanto na forma como no conteúdo, tanto na imagem como no movimento.

Com este livro, abrimos um novo espaço de encontro entre a MONSTRA Festival de Animação de Lisboa e o público – um espaço editorial, que traz a todos o conhecimento de obras, textos que interrogam sobre a arte da animação e filmes que representam, em nosso entender, o melhor desta arte.
José Xavier, professor, realizador, animador, poeta da imagem, ensaísta, profundo conhecedor da arte da animação, amigo e camarada de artes, é, na nossa perspectiva, quem melhor poderia contribuir para este primeiro passo editorial, marcando de forma substancial e diferenciadora, a importância da imagem em movimento nas suas diferentes dimensões.»