quarta-feira, 13 de junho de 2007

Marchas Populares na Avenida da Liberdade

Mais uma vez a Avenida da Liberdade foi palco do desfile das Marchas Populares deLisboa.


Em 1932 teve início este concurso, no Parque Mayer e foi então vencedora a Marcha de Campo de Ourique, que não vimos desfilar há já três anos.

Ontem desfilaram 20 marchas a concurso, e a Avenida encheu-se de cor, música e, por vezes, de muita beleza.

A primeira foi a Marcha da Mouraria, organizada pelo Grupo Desportivo da Mouraria.
Vinha alegre e vistosa com padrinhos bem conhecidos da televisão: Manuel Luis Goucha e Cristina Ferreira.
A actuação foi correcta e graciosa. Mas no final da mesma, com o arder em cascata dos manjericos, incendiaram-se e foi necessária a intervenção dos bombeiros.
E isto valeu-lhes a desclassificação. Foi pena.

Seguiu-se a Marcha dos Olivais, organizada pelo Grupo de Pesca e Desporto de Santa Maria Dos Olivais.
Sob o lema " Olivais, as Aves da Beira-Rio e o Futuro", os marchantes cumpriram a sua tarefa, e os padrinhos António Calvário e Ana continuaram com eles Avenida abaixo.

Surge então a Marcha do Alto do Pina lembrando a burguesia e a fidalguia de finais do século VIII e que por ali vivia.
Os padrinhos foram Filipa Cardoso e Beto. A actuação foi agradável. A organização pertenceu ao Ginásio do Alto do Pina.

Mais um intervalo, dos não mais acabam.

Mas para diversificar um pouco o ambiente aparece a Marcha do Cavalo, numa alusão clara à droga, que rapidamente foi expulsa, violentamente, pelos seguranças de serviço.

E agora surge a Marcha de Alcântara, organizada pela Sociedade Filarmónica Alunos Esperança e que tem como padrinhos Artur Garcia e Linda Rodrigues.
Com o tema " Pátios e Vilas de Lisboa: O Outro Lado Da Fábrica" apresentaram , com os seus arcos, alguns aspectos da tradição operária que caracteriza aquele bairro.

A Marcha da Bica, que se lhe seguiu, entrou com muita alegria invocando os "Fadistas do Meu Bairro".
A organização pertenceu ao Marítimo Lisboa Clube teve como padrinhos, Teresa Siqueira e Tiago Torres da Silva.

E surge agora a Marcha de Marvila, muito colorida e com uma coreografia bonita.
Com o tema " Velhos Jogos de Taberna" os marchantes simularam jogos de cartas e outros com as questiúnculas que lhes são costumeiras.
A organização pertenceu à Sociedade Musical 3 de Agosto de 1885 e teve como padrinhos Daniel Cardoso e Mariana Monteiro.

A Marcha de Alfama entrou de forma brilhante tanto pelo colorido dos seus arcos como pela beleza do guarda roupa.
Alfama é um bairro de muitas gentes e daí a escolha dos trajes regionais de sabor nortenho lembrando essa miscigenação.
A organização foi do Centro Cultural Dr. Magalhães Lima e os padrinhos foram Cinha Jardim e João Baião.

A Marcha do Bairro Alto apresentou arcos vistosos, alguma cor mas pouco brilho. O tema Lisboa, Bairro Alto e Arraiais lembra a época festiva e popular que se vive.
A organização foi do Lisboa Clube de Janeiro e os padrinhos Rita Viegas e Paulo Silva.

A Marcha da Graça trouxe o Coração de Lisboa e a saudade do Parque Mayer. Bonita e com muita "graça" e lembrando talvez ao futuro Presidente da Câmara de Lisboa que o Parque Mayer não está esquecido e que " por favor não deixem que o Parque Mayer deixe de bater, não deixem Lisboa morrer".
A organização pertenceu ao Clube Desportivo da Graça e os padrinhos foram a conhecida Carla Andrino e Octávio de Matos.

A Marcha do Beato, organizada pelo Ateneu Madre de Deus teve como tema " Beato ama Lisboa". Brilho, cor, alegria e sentimento de festa foi o que o Beato nos ofereceu nesta noite de festa. Os padrinhos foram Sara Aleixo e Fernando Rocha.

A Academia Recreativa Leais Amigos e Beneficência " A voz do Operário" organizou a Marcha de S. Vicente que se apresentou com arcos vistosos e guarda roupa colorido.
Os padrinhos que abrilhantaram esta marcha foram Cristina Areias e José Moutinho.

Madragoa, Mar de Esperança é o tema que nos traz a bonita e alegre Marcha da Madragoa com uns padrinhos que saudaram efusivamente o público presente numa alegria esfusiante: Diogo Amaral e Cláudia Vieira. A pesca estava representada nos arcos a través de nomes de vários portos portugueses e a homenagem a Fernanda Batista surge numa canção que lhe é dedicada. Fernanda Batista aplaudiu , de pé, a "sua" marcha , enquanto durou a actuação.
O guarda roupa era vistoso e bonito e a coreografia, bem concebida, enquadrou um vira da Nazaré bem dançado. A organização foi do Esperança Atlético Clube.

O Bairro de Campolide apresentou uma Marcha que evocava as Escadinhas deLisboa.
A organização esteve a cargo do Sport Lisboa e Campolide e teve como padrinhos Cristina Oliveira e João Carvalho.

A Marcha de Benfica, organizada pelo Clube Futebol Benfica ,teve como padrinhos Fernanda Freitas e Fernando Pereira.
O tema A Festa das Marchas homenageava esta manifestação popular tipicamente alfacinha.
Pena os marchantes não terem ensaiado melhor as cantigas. A desafinação foi desastrosa. O guarda roupa era vistoso e adequado.

O recente Bairro da Bela Flor apareceu mais uma vez com a sua marcha, organizada pelo Santana Futebol Clube e com padrinhos pouco conhecidos: Vanessa Marques e José Luis.

A Marcha do Lumiar surgiu cheia de luz e cor. Os arcos vistosos faziam um bonito efeito de conjunto. O tema evocava o cinema no Lumiar e os marchantes cumpriram alegremente a sua missão.
A organização foi da Academia Musical 1º de Junho de 1893 e teve como padrinhos, Mónica Sintra e Carlos Ribeiro.

A Marcha de Santa Engrácia desceu a Avenida, evocando a História da Cidade, com mouros e cristãos à mistura.
A organização pertenceu ao Centro Cultural Popular de Santa Engrácia e apadrinharam esta marcha Iva Domingues e Francisco Mendes.

O Castelo chegou com a magia da Noite no Castelo. Quando a noite chega o Castelo, que é visitado diáriamente por milhares de pessoas é devolvido aos residentes que o amam.
A Marcha do Castelo foi organizada pelo Grupo Desportivo do Castelo teve como madrinha Chiquita.

E chega a Marcha de Carnide organizada pela Sociedade dramática de Carnide.
A aldeia de Carnide era um lugar de labor de distracção e alegria nas hortas, retiros e tabernas.
E é a evocação destes tempos que Marcha de Carnide nos traz. Os campos que rodeavam a cidade estão ali bem caracterizados.
Os padrinhos foram Heitor Lourenço e Mané Ribeiro.

E o desfile termina com a Marcha da Ajuda. Foram evocados os fidalgos que ao longo dos séculos foram ficando e deixando os seus costumes entre a população local.
Pouca originalidade, quer no guarda roupa quer na coreografia.
A organização pertenceu ao Ajuda Clube e teve como padrinhos Maya e José Manuel Castro.

E assim terminou a edição de 2007 das Marchas Populares que comemoraram assim 75 anos de existência.
De salientar o esforço e o trabalho voluntário de cerca de duas mil pessoas que tentaram abrilhantar mais uma noite das Festas da Cidade.
Ganhou a Marcha de Alfama, mas todas as outras merecem uma menção honrosa.

terça-feira, 12 de junho de 2007

Arraial no Chiado com comida portuguêsa


Como é próprio destes dias, também no Chiado os vizinhos se juntaram e decidiram comemorar com os amigos o Santantoninho.

Assim, a loja A VIDA PORTUGUESA e a COMIDA NO CHIADO, da Cafetaria do Museu do Chiado, convidam todos os amigos e conhecidos para um final de tarde em tom de arraial.

A partir das 18h00, ocupamos a Rua Anchieta, servindo um menu especialmente dedicado à quadra, onde não faltarão a broa de sardinha, os queques de bifanas com coentros, as bolinhas de berlim e os rebuçados de mangerico e sangrias de várias tonalidades.

Ideal para marcar encontro com os amigos antes dos programas nocturnos mais intensivos, visitar a novamente aberta loja A VIDA PORTUGUESA, agora renovada e mais bonita, comprar um mangerico pop (as melhores quadras da quadra são as nossas, garantimos!) ou até um Trono de Santo António para ir montar para casa.

E, claro, não podemos deixar de agradecer ao nosso vizinho Armando Teixeira que do alto da sua janela nos dará música…


Rua Anchieta, ao Chiado
Hoje, 18h00 – 00h00

Tudo pronto para o grande desfile das Marchas Populares


Marchas Populares de Lisboa reúnem 1056 marchantes na Avenida da Liberdade

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural apresenta mais uma edição das tradicionais Marchas Populares de Lisboa, hoje, às 20h45. Na Avenida da Liberdade desfilam 1.056 marchantes, divididos por 22 marchas.

O tema deste ano é o 75º aniversário da iniciativa e os 860 anos da tomada de Lisboa.

Cada marcha é composta por 24 pares de marchantes, quatro aguadeiros, 12 músicos no cavalinho, um par suplente, um par de mascotes, um porta-estandarte, um par de padrinhos, um ou dois ensaiadores e entre 15 a 20 membros da comissão técnica.

Os instrumentos obrigatórios do cavalinho são: um clarinete, dois trombones, um bombardino, uma tuba, uma caixa e um bombo de pratos.

O tempo de exibição para cada marcha é de cinco a sete minutos.

O tema da Grande Marcha de Lisboa, interpretado por todas as marchas, é “Beijos de Lisboa”, da autoria de Eurico Cebolo.

Para o público que quiser assistir ao desfile, de entrada gratuita, foram colocados ao longo da Avenida 3.500 lugares em bancadas e 840 cadeiras.

A partir das 18h00 o trânsito da Avenida da Liberdade encontra-se fechado, para quem se deslocar de transportes públicos, o Metropolitano de Lisboa funcionará até à 01h00.


Outras informações:

Padrinhos

Infantil Carlos Alberto Vidal, Joana Vieira

Mercados Anita Guerreiro, Joaquim Monchique

Ajuda Maya, José Manuel Castro

Alcântara Artur Garcia, Linda Rodrigues

Alfama Cinha Jardim, João Baião

Alto do Pina Filipa Cardoso, Beto

Bairro Alto Rita Viegas, Paulo Silva

Beato Sara Aleixo, Quimbé

Bela Flor Vanessa Marques, José Luís

Benfica Fernanda Freitas, Fernando Pereira

Bica Teresa Siqueira, Tiago Torres da Silva

Campolide Cristina Oliveira, João Carvalho

Carnide Heitor Lourenço, Mané Ribeiro

Castelo Chiquita, Luís Viegas

Graça Carla Andrino, Octávio Matos

Lumiar Mónica Sintra, Carlos Ribeiro

Madragoa Cláudia Vieira, Diogo Amaral

Marvila Daniel Cardoso, Mariana Monteiro

Mouraria Manuel Luís Goucha, Cristina Ferreira

Olivais António Calvário, Ana

Santa Engrácia Iva Domingues, Francisco Mendes

São Vicente Cristina Areias, José Moutinho


JÚRI

Presidente Francisco Teófilo

Coreografia Armando Jorge

Cenografia Catarina Amaro

Figurino Mafalda Estácio

Letra Miguel Viterbo

Música Jorge Salgueiro

Desempenho do Cavalinho Délio Gonçalves

Apreciação Geral Luís Moreira

Representante da EGEAC Joaquim Silva Nunes

Escola Superior de Dança com espectáculo



A ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA APRESENTA NOVO ESPECTÁCULO A 15 DE JUNHO

segunda-feira, 11 de junho de 2007

Feira das Velharias em Coimbra




Casino Estoril com os Santos Populares

Na próxima Quarta-Feira
Clube IN do Casino Estoril
propõe Buffet de Santo António

Com um Jantar especial na próxima Quarta-Feira, o Buffet Clube IN convida os visitantes do Casino Estoril a celebrar o Santo António.
Com as melhores especialidades gastronómicas, este conhecido espaço propõe outra noite temática, dedicada, desta vez, ao Santo padroeiro lisboeta.
O Casino Estoril assinala, assim, o início das Festas dos Santos Populares, com o seguinte menu:
- Caldo Verde de Couve Galega e Linguiça
- Sardinhas Assadas com Pimentos
- Febras e Entrecosto Grelhados
- Saladas Simples e Compostas
- Charcutaria Diversa
-Doces Tradicionais
- Salada de Frutas

Com cerca de 50 lugares, o Buffet Clube IN distingue-se pela oferta diversificada da gastronomia portuguesa. Aberto, todos os dias, das 20 às 23 horas. Preço: 15 euros.

Jazz em Portalegre


Dia 23 de Junho – Allen Toussaint
Grande Auditório
Inicio 22.00h
Preço único 15 euros



Allen Toussaint (nascido em Janeiro de 1938), é um consagrado músico, compositor e produtor Americano, e uma das figuras mais influentes do Rhythm & Blues de New Orleans. Nos anos 60 e 70, escreveu sucessos para artistas tão conceituados como Lee Dorsey, Robert Palmer, The Showmen, Irma Thomas, The Meters e Solomon Burke, tendo também produzido discos para Dr. John, Paul Simon, Etta James, Albert King, Joe Cocker, Elvis Costello, The Band e Art and Aaron Neville, entre outros.

Um reputado pianista, escritor de letras e produtor de arranjos, Toussaint escreveu canções que ainda hoje em dia continuam a ser gravadas por artistas de nomeada, tais como "Working in the Coalmine", gravada pelos The Who, Lipstick Traces (On a Cigarette)", pelos Rolling Stones, "Brickyard Blues", "Get Out My Life Woman", "Everything I Do Gonna Be Funky", e "Pain in My Heart", o clássico cantado por Otis Redding.

Nos anos 70, lançou os seu álbuns mais famosos, “From a Whisper to a Scream” e “Southern Nights”.
Tal como muitos dos seus contemporâneos, o seu trabalho foi redescoberto quando as suas composições foram usadas por artistas de hip-hop nos anos 80 e 90.
Em 1998, Allen Toussaint recebeu uma distinção dada a poucos artistas, tendo sido eleito para a “Rock and Roll Hall of Fame”.

O último álbum de Allen Toussaint, “The River in Reverse”, gravado em colaboração com Elvis Costello, foi lançado em 2006 e recebeu uma nomeação para os prestigiados prémios Grammy.



Jazz no Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre


Dia 16 de Junho – Charlie Musselwhite

Grande Auditório
Inicio 22.00h
Preço único 15 euros



É a mistura entre o Country selvagem e a guitarra eléctrica do Blues de Chicago que faz a imagem de marca de Charlie Musselwhite, e a razão porque que chamou a atenção de músicos conceituados como Ben Harper e Tom Waits (artistas que o convidaram a participar nos seus discos e a tocar ao vivo com eles).
Foi esta sua imagem, de personalidade forte e carismática que fez Musselwhite receber uma série de prémios de Blues, e a admiração e o respeito dos seus heróis: Howlin' Wolf, John Lee Hooker e Muddy Waters. John Lee Hooker foi mesmo o padrinho de casamento de Musselwhite.
Ao longo da sua já longa carreira, Musselwhite lançou dezenas de álbuns, tendo sido nomeado por 6 vezes para os Prémios Grammy, e contribuiu com o seu talento para muitos outros álbuns vencedores ou nomeados para os Grammy, de músicos como Bonnie Raitt, The Blind Boys of Alabama. Colaborou ainda com artistas de estilos musicais tão diversos como os já mencionados Tom Waits, John Lee Hooker, Ben Harper e INXS.
A versão do Blues de Musselwhite é muito diferente da ideia convencional.

O artista está simplesmente interessado em música com sentimento, ou como ele a define, “Música do âmago, do coração”.
“Para mim, tudo têm a ver com o que eu sinto, e a relação que crio com as pessoas. E o Blues, se é o verdadeiro Blues, têm de estar saturado com emoção.

É sobre a Verdade, e a comunicação com o público que vai aos meus concertos”.
A sua relação com os seus fãs é muito especial. Essa conexão tem sido forte desde o início da sua carreira: “Já conversei com veteranos da guerra do Vietname que me disseram que a minha música foi muito importante para eles durante o conflito. Também conversei com pessoas com problemas de álcool, que me confessaram que os inspirei a abandonar o vício, casais que se conheceram em concertos meus e que acabaram por se casar.”
Do seu último álbum, Delta Hardware”, Musselwhite simplesmente diz que, "Estou a tentar ser o mais real possível. Para o ouvinte, espero que seja como uma viagem, que cada música os transporte para um lugar especial, e que no fim do disco fiquem contentes pelo passeio."
Charlie Musselwhite foi recentemente honrado com o Prémio de Carreira do “Monterey Blues Festival” e o “San Javier Jazz Festival”, em Espanha, e ainda o “Prémio do Governador do Mississippi para Excelência nas Artes”.

Exposição na Póvoa do Varzim


“Símbolos de Vida” é o tema da exposição que está patente no Posto de Turismo da Póvoa de Varzim até 21 de Junho.
Os trabalhos expostos são de Teresa Vasconcelos, filha da terra, que traz cerca de uma dezena de quadros surrealistas, que retratam árvores, planetas, o sol e a lua, elementos que influenciam a nossa vida, como indicou a autora.

Com estes quadros, Teresa Vasconcelos pretende “transmitir a vida e a era em que estamos a viver”.
“Amanhecer da Nova Era” e “Sol do Oriente” são alguns dos títulos dos quadros que vão ser expostos, sendo que cada quadro contém uma breve descrição do tema tratado.
Pintora há já mais de 15 anos, que expôs várias vezes na Póvoa, Teresa Vasconcelos pinta nos seus tempos livres, após ter tirado um curso de Pintura, Cerâmica e Escultura.

Trabalhadores do Comércio no Maxime!


ELES SÃO DO PORTO, CARAGO!



"Chamem a pullíssia!"
Os Trabalhadores do Comércio estão de volta!

Vinte e sete anos depois da edição de “Lima 5”, a mais nortenha de todas as bandas portuguesas vem a Lisboa (onde num punha os butes desde o século passado…) para mostrar o seu novo disco Iblussom, carago!

O grande acontecimento terá lugar no Cabaret Maxime, uma espécie de Café Majestic para adultos na Pr. da Alegria, no dia 16 de Junho à noitinha, carago!
Este novo Cêa Dêa, além de Iblussom, é uma rebolussom, catano!

Tem um punhado de canções novas, bem ao jeito destes tripeiros brincalhões, como o demonstram os títulos «Ispáncame», «Fêbras de Sábadà Noite» ou «Binde Ber Istu»!! Como se isto não bastasse, Iblussom vem com um grande brinde: outro Cêa Dêa com versões novas dos velhos êxitos que lhes valeram o prémio “Banda com mais sotaque do Pôrto, carago”.

Aí estão «Apunhalasta minha máin», «Chamem a Pulíssia» e «Sim, sou um Gaijo do Pôrto» com as novas roupagens que a banda lhes deu, e que mostra agora ao vivo num concerto do carago!
A grande atracção deste grupo, além do sotaque carregado de Miragaia, é o benjamim João Luís Médicis de apenas… 34 anos (isto é explorassom infántíle, carago!).

O “menino” tem autorização para vir a Lisboa… Por isso, carago, binde ber istu!!
P.S. – Os outros “Trabalhadores” são Sérgio Castro, Álvaro Azevedo, Miguel Cerqueira e Jorge Filipe Santos, carago!

Exposição na Póvoa do Varzim


Na próxima Sexta-feira, dia 15, às 22h00, na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto, vão ser lançados dois livros e inaugurada uma exposição dos originais das ilustrações da autoria de Júlia Landolt.


“Caçador de Pirilampos” é uma das obras lançadas.

Esta obra é da autoria de José Carlos de Vasconcelos, pelas Edições ASA.

O escritor nasceu em Freamunde e viveu na Póvoa de Varzim, onde iniciou a sua actividade jornalística e cultural, e publicou o primeiro livro de poemas.

Após o 25 de Abril esteve na direcção do Diário de Notícias e da informação da RTP, sendo, depois, um dos fundadores de O Jornal, de que foi director, assim como director editorial do grupo.

Actualmente é director do JL, Jornal de Letras e Ideias, que criou, coordenador editorial da VISÃO, comentador político da RTP 2, presidente do Conselho Geral do Sindicato de Jornalistas e da assembleia geral do Clube de Jornalistas.

Membro do Conselho Geral Consultivo da Fundação Calouste Gulbenkian e do Conselho de Opinião da RTP.
Também vai ser apresentada a nova edição da ASA de “O Arco de Sant’Ana”.

Esta obra, da autoria de Almeida Garrett, é um romance em dois volumes publicados respectivamente em 1845 e 1850, baseado na anedota histórica, segundo a qual Dom Pedro I teria açoitado com suas próprias mãos o bispo do Porto, no palácio episcopal.
Júlia Landolt é ilustradora das obras que vão ser apresentadas, sendo que as ilustrações
estarão patentes numa Exposição de Pintura, na galeria de exposições da Biblioteca Municipal, de 15 a 31 de Junho.

domingo, 10 de junho de 2007

Paulo Gonzo no Casino da Póvoa




PAULO GONZO
FESTIVAL DO MARISCO
15 E 16 DE JUNHO


O Casino da Póvoa apresenta no palco do Salão D’ouro, nos dias 15 e 16 de Junho, integrado no Festival do Marisco, Paulo Gonzo.

Espectáculos em Viseu


O Teatro Viriato solicitou-nos a divulgação do seu evento de Verão "VISEU A 15 DO 6".



Se vai para aqueles lados não perca. O programa vale mesmo a pena.

Nos dias 15 e 16 de Junho, todos os caminhos vão dar a Viseu

Cordel do Fogo Encantado, Mountain Tales, Nobody’s Bizness, Anonima Nuvolari, Daltonic Brothers, Dezperados, Mais Valor e Bailarico Sofisticado


IMPERDÍVEL.

É impossível não vir a Viseu a 15 e 16 de Junho.

Razões: Cordel do Fogo Encantado, Mountain Tales, Nobody’s Bizness, Anonima Nuvolari, Mais Valor, Daltonic Brothers, Dezperados e Bailarico Sofisticado.

O Viseu a 15 do 6 está em contagem decrescente! Os bilhetes já estão à venda.

Pela primeira vez, o TEATRO VIRIATO apresenta o Viseu a 15 do 6. Um evento que, este ano, a 15 e 16 de Junho, traz à cidade de Viseu Cor­del do Fogo Encantado, uma das revelações do Festival de Músicas do Mundo de Sines do ano passado e Mountain Tales, em estreia nacional. Nobody’s Bizness, com o blues cru e acústico do Delta do Mississipi e Anonima Nuvolari, com a música italiana na sua vertente mais alegre e dinâmica, completam um cartaz que inclui ainda uma sessão de vj’ing a partir do espólio artístico do viseense, José Valor, intitulado Mais Valor e uma sessão de vídeo e música dos Daltonic Brothers e do colectivo de Dj’s, Dezperados. Todas estas iniciativas vão acontecer entre o Largo da Sé de Viseu, o Parque Aquilino Ribei­ro e o próprio Teatro Viriato que nesses dias abre portas também para o Largo Mouzinho de Albuquerque, com o Bailarico Sofisticado pelo colectivo de Dj’s Bruno Barros, Pedro Marques e Vítor Junqueira. Toda a informação está disponível no site do Teatro Viriato em

Os bilhetes podem ser adquiridos na bilhetei­ra do Teatro Viriato e na FNAC em Coimbra, Porto (Norteshopping e Santa Catarina) e Lis­boa (Chiado e Colombo) e em http://www.plateia.iol.pt/. E ainda num con­junto de postos de venda na cidade de Viseu: Centro Municipal de Informação Jovem, Loja do Cidadão, Atendimento Único (Câmara Mu­nicipal), Região de Turismo Dão Lafões e Irish Bar (apenas a partir do dia 1 de Junho). Os bilhetes podem também ser reservados através do envio de um e-mail para mailto:bilhe%1fteira@teatroviriato.com.

Os bilhetes do Viseu a 15 do 6 para os concertos do Cordel do Fogo Encantado e Mountain Tales garantem descontos entre 10 e 50 por cento em hotéis, bares, restaurantes e museus da cidade que aderiram a este projecto. Também o Museu Grão Vasco fará um desconto de 50 por cento nas entradas para o espaço, mediante a apre­sentação do bilhete para um dos concertos. O comércio local da cidade de Viseu também se junta a este evento com a iniciativa Sextas-feiras Brancas, promovida pela Associação de Comerciantes do distrito de Viseu, e que deve­rá arrancar, precisamente, no dia 15 de Junho, abertura do Viseu a 15 do 6. No âmbito desta iniciativa, o comércio local da zona histórica estará aberto até às 23h00. O Viseu a 15 do 6 surge integrado no Viseu Naturalmente, programa cultural de acções da Câmara Municipal de Viseu.

Viseu a 15 do 6 é feito para a cidade, com a cidade e a pensar na cidade. Aliás, os concer­tos vão decorrer, precisamente, no coração de Viseu. Trata-se de um evento em cons­trução
, que, se este ano incide mais sobre a música, no próximo pode estender-se ao te­atro, ao novo circo ou outras artes performa­tivas. Em comum, todas as edições do Viseu a 15 do 6 vão ter a cidade que acolhe, que recebe em pleno quem a visita. Em 2007 são assim lançadas as sementes que permitirão evoluir para uma fórmula inovadora e original de fruição cultural. No futuro, o objectivo é que a cidade se organize para levar à expres­são máxima o conceito de dinâmica cultural e hospitalidade. Neste sentido, será criado um passe que permitirá usufruir de todos os ser­viços, nomeadamente, hotel, restaurantes e toda a oferta cultural.


15 Jun’07
Cordel do Fogo
Encantado
22h00 Adro da Sé
10€

Daltonic Brothers
e Dezperados
24h00 Largo da Misericórdia

Mais Valor
24h00 Bar do Teatro
Viriato

16 Jun’07
Mountain Tales
22h00 Adro da Sé
10€

Nobody’s Bizness 5€
18h30 Teatro Viriato
5€

Anonima Nuvolari
11h00
Ruas de Viseu
17h00 Parque Aquilino Ribeiro

Bailarico Sofisticado
24h00 Bar do Teatro
Largo Mouzinho de Albuquerque

Coimbra regressou à Idade Média

Recordando tempos longínquos, Coimbra regressou ontem à Idade Média.Com o São Pedro a ajudar à festa, o largo da Sé Velha foi palco da 16ª Feira Medieval de Coimbra.
Logo pelas 09:00 realizou-se uma missa na Igreja da Sé Velha com canto gregoriano e polifonia medieval. No final da celebração, e já no largo, foi benzida e lida a carta da feira, acompanhada pelo toque de trompetas. Ao longo do dia animação cultural foi uma constante. Estiveram presentes vários grupos de teatro devidamente trajados à época assim como artesãos a trabalharem ao vivo, provenientes de diversas regiões.
Nesta recriação histórica podemos encontrar várias tendas alusivas a profissões que já foram extintas ou estão em vias de extinção fruto da evolução dos tempos, como o tabelião das notas, o ferrador ou o barbeiro, entre outras. As tendas das feiticeiras, das mezinhas caseiras, das vassouras de painço e como seria de esperar, os vários “restaurantes” com sardinhas, febras e enchidos assados na brasa mesmo ali à frente do cliente, sempre acompanhados de pão caseiro, foram das mais concorridas.
As assustadoras feiticeiras, o mendigo e profeta Basílius, o bobo da corte, o sacerdote, etc., são incontornáveis nestas feiras que também marcaram presença.
A organização do evento esteve a cargo do INATEL, da Câmara Municipal de Coimbra e da Associação para o Desenvolvimento e Defesa da Alta de Coimbra.

Fotografias – Teresa Arsénio

Ópera BICHUS

Na comemoração do centenário do nascimento de Miguel Torga, a Arte à Pare, levou a cena nos dias 6 e 8 de Junho no Teatro da Cerca de São Bernardo em Coimbra, a ópera BICHUS.
Sem espaço e sem tempo, esta ópera analisa conceptualmente a obra literária de Torga. Tendo por ponto de partida o livro de contos homónimo, a peça desenrola-se centrando a sua narrativa em dois personagens (Jesus e Madalena) e num universo impregnado de ambientes e gestos, que na obra de Miguel Torga, estão omnipresentes: a aldeia, a terra, a casa, o monte, a liberdade, a solidão e a morte.
Este espectáculo que fala sobre a condição do Homem, perspectiva uma leitura transversal dos catorze contos, recolhendo alguns dos seus elementos centrais e colocando-os num contexto dramatúrgico próprio que a própria ópera constitui.
A ópera BICHUS aborda a liberdade, enquanto figura da livre expressão humana e questão primordial na obra de Miguel Torga. Desvenda-a através do jogo entre solidão e insubordinação, num universo combinado de elementos puramente torguianos e linguagens contemporâneas.


Fotografias – Teresa Arsénio

Mais informações em:
www.operabichos.com
http:\\arteaparte.com.sapo.pt



Chega hoje ao fim a IV Festival Internacional Dixieland de Cantanhede

Depois do êxito das edições anteriores, o Dixieland mantém-se fiel aos seus princípios orientadores e o levou mais uma vez a Cantanhede o que de melhor se faz no circuito do jazz mais tradicional a nível mundial.
A exigência colocada na selecção das bandas participantes traduziu-se na afluência crescente de público oriundo de vários pontos do país, colocando este evento na rota dos festivais de Verão.
Às quatro bandas nacionais juntaram-se mais seis internacionais que no total contabilizam mais de trinta actuações, entre os espectáculos realizados no recinto do festival e as actuações nas diversas freguesias.

Na quinta-feira (7de Junho) os concertos começaram um pouco mais tarde do que o previsto devido a uma falha geral na rede eléctrica.



A primeira banda a subir ao palco foram os JURBENA JAZZ BAND. Esta formação holandesa, inspirada no estilo tradicional de jazz conhecido por “frisco” com origem em São Francisco, é composta por nove músicos oriundos de outras bandas da Holanda.
Com um estilo muito típico os JURBENA JAZZ BAND tocam composições de Jelly Roll Morton, J. Bodewalt Lampe, Clarence Williams, Johnny Dodds, Louis Armstrong, Joe ‘King’ Oliver, Johnny St. Cyr, Lu Watters, Turk Murphy, entre outros.


A segunda actuação da noite estava reservada para os DIXIE GANG e para o seu convidado especial: Jorge Palma.
Este “gang” teve origem em 1991 e até ao momento já lançaram dois discos. O primeiro, de 1998, intitula-se “Jazz Me Blues” e o segundo “Pimenta da Terra” é uma gravação ao vivo no Valado de Frades Jazz Festival de 2005.
Os DIXIE GANG vão buscar as suas influencias a nomes como Jelly Roll Morton, King Oliver, Louis Armstrong, Kid Ory, Bix Beiderbecke e Sidney Bechet.



Os concertos desta noite encerraram com a actuação dos LOS KROKODILLOS. Alguns elementos desta banda já tinham actuado na jam session, de quarta-feira no café Santa Cruz em Coimbra, por isso já se esperava uma exibição vigorosa.
Os LOS KROKODILLOS são uma banda formada por seis músicos de cinco países e idiomas distintos que têm em comum o gosto pelo jazz dos anos 20.




Na sexta-feira a noite abriu em português com os DIXIE GRINGOS. Esta foi a terceira participação deste grupo de Coimbra no Dixieland. O inicio deste projecto deu-se em 2000 e do seu reportório fazem parte temas de Lous Armstrong, Duke Ellington, King Oliver, Jelly Roll Morton, Kid Ory entre outros.
À sua maneira estes músicos continuam a perpetuar o estilo de New Orleans por onde passam.




Os THE DOCKSIDE JAZZ BAND foram a Cantanhede mostrar o porquê de serem uma das bandas de topo da Bélgica. Com a difícil tarefa de dar continuidade à actuação esfusiante dos DIXIE GRINGOS, este sexteto não deixou os seus créditos por mãos alheias e fecharam a actuação com nota positiva.



Fazendo jus ao nome, para o final da noite de sexta-feira, estava guardada a banda mais desconcertante e surpreendente de todo o festival. Quer se goste ou não do género, é impossível ficar indiferente a este grupo vindo de Barcelona. Os ALWAYS DRINKING MARCHING BAND, são constituídos por músicos e actores profissionais e tiveram o mérito de transformar a tenda numa autêntica discoteca em que o divertimento foi o rei.




Do programa da noite de ontem faziam parte as actuações da mais uma banda nacional, os THE POSTCARD BRASS BAND, e dos internacionais MAY DAY JAZZ BAND e SWISS COLLEGE DIXIE BAND.

Para hoje, último dia do festival, está reservada a street parade com início às 16 horas. A cidade será tomada de assalto pelas sonoridades ritmadas do dixieland, onde marcarão presença as bandas participantes no festival, as filarmónicas, outras associações culturais do concelho assim como elementos de animação de rua.

Fotografias – Teresa Arsénio

sábado, 9 de junho de 2007

Smashing Pumpkins tocam sem ajuda do S. Pedro


Os Smashing Pumpkins começaram a tocar e o S. Pedro decidiu enviar chuva para o recinto.
A chuva, embora pouca, não desmobilizou os milhares de fans que se encontram no Oeiras Alive! 07 para ver Smashing Pumpkins .

Os festivaleiros estiveram ausentes, praticamente, até às 23.30h. A grande maioria dos que compraram o bilhete dos três dias vieram, hoje, para ver a banda de Chicago.

Os Smashing Pumpkins são uma banda formada em Chicago em 1988 pelos guitarristas Billy Corgan e James Iha, e que teve seu auge em meados da década de 90 com o lançamento do álbum Mellon Collie and the Infinite Sadness, em 1995, se tornando um dos álbuns duplos mais vendidos da história.
Menos influênciados pelo punk rock que outras bandas contemporaneas, a banda era baseada em sons pesados de guitarra, contendo elementos de gothic rock, heavy metal, música psicadélica, rock progressivo, pós-punk e, posteriormente, música eletrónica.

Nos primeiros concertos a banda tinha duas guitarras, um baixo e uma bateria eletrónica.
A baixista D'arcy Wretzky foi convidada a juntar-se à banda no meio de uma discussão sobre a banda Dan Reed Network.
Esta formação não durou muito tempo, com o baterista Jimmy Chamberlin juntando-se à banda, ainda, em 1988.

O primeiro disco, Gish, lançado em 1991, ofuscado pela divulgação massiva do seu contemporaneo Nevermind, dos Nirvana, trazia muito mais brilhantismo nas composições mas, por ter sido lançado por uma editora não tão expressiva, não teve o reconhecimento devido.
Em 1993 é então lançado o que muitos fãs classificam como a obra-prima da banda, Siamese Dream, que é a música da vida de muita gente.
A banda carregou no peso dos instrumentos e as composições são inspiradíssimas.
Há quem se atreva a dizer que Billy Corgan gravou todas as guitarras e os baixos para garantir que seu perfeccionismo fosse alcançado.
O ano de 1995 é de Mellon Collie and the Infinite Sadness, um dos albuns duplos mais vendidos da história e com produção do consagrado Flood (U2, The Killers).

Os álbuns "Zero", "1979", "Tonight tonight" foram uma sucessão de hits com uma longa e bem sucedida tounée.

Mas nem tudo eram flores... A tournée foi um sucesso, mesmo após o afastamento do baterista devido ao seu problema com drogas.
Numa noite num hotel em Nova Iorque, ele e o teclista, contratado Johnathan Melvoin, usaram heroína provocando uma overdose levando Melvoin à morte.

Entretanto, este facto abalou a banda.
O afastamento do grande amigo afectou Billy Corgan e a banda, e este abalo reflectiu em Adore.
Lançado em 1998, o disco não obteve o mesmo sucesso de seus antecessores, apesar de ser também uma obra magnífica, onde temas soturnos da existência são explorados com extremo cuidado, tanto nas melodias como nas letras.
Além do afastamento de Jimmy Chamberlin, que, neste ponto estava numa clínica de reabilitação para toxicodependentes, a mãe do vocalista e líder da banda é diagnosticada com cancro, o que afectou definitivamente o ambiente da banda, gerando este apelo depressivo.

O ano do retorno triunfal da banda como ela se consagrou é o de 1999.
A Arising! Tour marca o retorno de Jimmy Chamberlin às baquetas, os clássicos da banda voltam a ser executados nos concertos (durante a tournée do Adore 90% do setlist era composto de músicas deste álbum). As novas músicas, a serem lançadas no próximo disco eram apresentadas ao público, que aguardava ansiosamente pelo retorno da formação clássica.

Em 2000, é lançado Machina/the Machines of God. Com muitas inovações nas composições, é um disco que reúne grandes músicas, com algum toque de experimentalismo.
Entretanto, é um disco que só conquistou os verdadeiros fãs, coisa que vinha acontecendo desde Adore.
Sem nenhum apelo comercial, Machina não foi o sucesso de vendas de outrora, mas é um disco muito bom.

Mas, para tristeza dos fãs, a saída da baixista D'arcy antes do início da tournée e o anúncio de Billy Corgan que este era o último disco da banda e, consequentemente, os últimos concertos, as últimas linhas, de uma das maiores bandas de rock da história, estavam no fim.

A 2 de dezembro de 2000, os Smashing Pumpkins fazem sua apresentação final, no mesmo local onde iniciaram sua carreira: o Cabaret Metro, em Chicago.
Como forma de agradecer aos fãs, uma última música foi lançada, Untitled é dedicada a todos os que, nesses 13 anos, estiveram ao lado da banda. Ainda lançado, mas apenas pela internet, Machina 2/the friends and enemies of modern music é o último tema gravado em estúdio, para fechar com chave de ouro esta carreira histórica.

Em 2006, Billy Corgan anunciou a volta do Smashing Pumpkins.
Sem James Ilha e sem D´arcy, a banda, actua no Oeiras Alive!07 e lança Zeitgeist no dia 10 de Julho de 2007.

Ultimas duas fotos de Adam Cook .

Os White e os Dead 60 começam a aquecer a noite


A noite começa a aquecer com os acoredes da dupla minimalista The White Stripes no Palco Principal e com os The Dead 60's no Palco Sagres Mini.

No que respeita aos White Stripes é uma estreia. Para os muitos fans que estão no Passeio Marítimo de Algés é, sem dúvida, uma grande alegria, pois a banda com dez anos de existência nunca veio a Portugal.
Os White, Jack White (guitarra e voz) e Meg White (bateria e voz), divorciados um do outro matrimonialmente continuam casados musicalmente e com bastante sucesso. Desde 1999, altura em que lançaram o primeiro disco - The White Stripes, que não têm parado com o casamento musical, pois têm pisado palcos de todo o mundo, contam com seis discos editados e venceram um Grammy na categoria de rock alternativo. Venceram também, em 2003, com a música Seven Nation Army, a melhor música do ano.
O género musical desta banda americana é Rock com Blues e Indie misturados.







The Dead 60's








Capitão Fantasma comanda Palco Sagres

Estamos no dia 2 do Oieras Alive 07! e o cartaz tem boas bandas para o público presente.

Devido a não nos terem autorizado a vinda de fotografo, não nos é possivel publicar imagens das bandas em palco.

Pelo facto pedimos desculpa aos nossos leitores.

A noite começa a chegar e a fome a apertar, logo, alguns dos festivaleiros concentram-se na zona da alimentação, equanto que outros se dividem pelos dois palcos, Palco Optimus ou Palco Principal e Palco Sagres Mini ou Tenda/ Palco Secundário.

No palco Opitmus actuam os Balla, com um público muito diminuto. Já na Tenda os capitão Fantasma comandam com ritmos agrestes e movimentos bruscos.
Balla
Depois de ter passado pelos Bizarra Locomotiva, Ik Mux, Boris Ex-Machina e Da Weasel, Armando Teixeira tem a seu cargo os projectos Bulllet e Balla.
Em “A Grande Mentira”, o terceiro disco dos Balla, Armando Teixeira mostra um álbum onde se pode descobrir mais uma das suas 1001 facetas: canta pela primeira vez os 10 temas do disco!
Considerado um dos melhores compositores, músicos e produtores no activo no nosso país, Armando Teixeira compôs, gravou, misturou e produziu um trabalho individual irrepreensível que se reflecte num disco de canções sem complexos.
”A Grande Mentira” é pop, é electrónica, é erotismo, é raiva… Primeiro, porque se apoia no jogo de cumplicidades, de ilusões, de seduções e de concílios, e depois porque tem canções que desafiam, mais uma vez, as barreiras sonoras estilísticas.




Capitão Fantasma
Os Capitão Fantasma formaram-se em 1988 com o final dos Emilio e a Tribo do Rum. Gravaram o seu primeiro disco em 1992 pela Polygram, com o nome "Hu uá uá".
Foi certamente um ponto de viragem na música Portuguesa, dando uma maior visibilidade ao movimento que nessa altura rebentava de norte a sul do país e mesmo influenciando muitas outras bandas de Rock'n'Roll.
Marcados sempre pela entrada e saída de elementos, só em 1996 gravam novo álbum de originais. "Contos do Imaginário e do Bizarro", desta vez pela União Lisboa.
Incómoda e omnipresente, a banda continua a funcionar sempre coerente e honesta no seu projecto.
Agora em 2007 pela RagingPlanet surge "Viva Cadáver" produzido pela própria banda, surgem também uns Capitão Fantasma com a sua melhor formação de sempre, aos originais Jorge Bruto na voz e Tiago Sério na bateria juntam-se Bráulio no baixo e André Joaquim na guitarra.

Pearl Jam encantaram os fans e prometem voltar em breve

Após, quase, duas horas de concerto, os Pearl Jam encerraram o 1º dia do Oeiras Alive!07.

Eddie Vedder, vocalista e guitarrista da banda, entra em palco com os acordes de "Interstellar", seguindo para "Corduroy" e "Evolution". Após a actuação destas músicas cumprimenta o público presente no Passeio Marítimo de Algés num português, quase, perfeito. Este cumprimento fez vibrar os fãs que lhe responderam com palmas, assobios e outras manifestações de agradecimento.

Durante, quase, uma hora tocaram e encantaram os milhares de fans. Após esse periodo, despedem-se com "Alive",saindo para o primeiro encore. Voltam poucos minutos depois com "Given to fly", onde o público vibra com mais intensidade que no início. Sailento que neste "intervalo", algum, publico abandonou a frente palco para se deslocar para outros eventos a decorrer no Festival, como a actuação dos The Sounds.

Longos minutos depois, cerca de meia hora, voltam a fazer mais um "intervalo", saindo de palco com "Rvm". Nem dois minutos foram necessários para os Pearl Jam voltarem ao encontro dos seus fans, tocando os acordes de "No more".

Praticamente duas horas após terem subido ao palco pela primeira vez, no Oeiras Alive!07, terminam a sua actuação com "Rock in/Y Led".

Eddie Vedder, em representação da banda, agradece ao público presente, dizendo que foram muito bons e prometeu que os Pearl Jam voltariam em breve a Portugal.