quarta-feira, 20 de junho de 2007

Luiz e a Lata em espectáculo



O grupo Luiz e a Lata surge na cena musical portuguesa em 2004 e, desde logo, se distingue pelo seu estilo “pop lusófono”.

A estruturas musicais “pop” são adicionadas influências da música tradicional de vários países lusófonos, nomeadamente de Portugal, do Brasil, de Angola e Moçambique, e de Cabo Verde, não só através da associação de ritmos, mas também através do uso de instrumentos como o acordeão, o cavaquinho e a guitarra portuguesa.


A simplicidade é também um atributo do grupo: simplicidade dos arranjos musicais e das letras; a realidade e o quotidiano sem acessórios desnecessários. Simples artesãos de palavras e de música - assim são os Luiz e a Lata.

Em 2005 é editado o primeiro álbum do grupo, “Andei…”, sendo que dois dos seus doze temas integram as bandas sonoras das telenovelas “Doce Fugitiva” e “Mundo Meu”.

Em Março passado o grupo participou no Festival da Canção com o tema “Ai pode”.

Da ainda curta carreira do grupo deve destacar-se o facto de terem sido convidados pelo artista inglês Craig David para fazer a primeira parte do seu concerto em Portugal, e a obtenção do prémio de banda revelação 2005, atribuído pela Central FM, a maior e mais importante rádio da zona centro do país.

Na próxima Sexta-feira, 22 de Junho, pela meia-noite, o grupo sobe ao palco do Templários Bar (Rua Flores do Lima 8-A; 1700 Lisboa Tel: 21 797 01 77) para apresentar a sua nova formação e alguns dos novos originais que integrarão o seu segundo álbum.

Luiz Caracol Voz e Guitarras
Ivo Costa Bateria e Percussão
André Moreira Baixo
Rui Carvalho Teclas e percussão

Feira do Artesanato no Estoril


De 21 de Junho a 2 de Setembro
FEIRA DE ARTESANATO DO ESTORIL

O presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, e o presidente da Junta de Turismo da Costa do Estoril, Duarte Nobre Guedes, estão presentes na inauguração da Feira de Artesanato do Estoril, no dia 21 de Junho.
A feira mais antiga do país decorre até 2 de Setembro e conta com mais de três centenas de artesãos a trabalhar ao vivo, numa mostra das técnicas e tradições ancestrais do artesanato português.
A Feira de Artesanato do Estoril oferece oito espaços de restauração, com zonas de petiscos, padaria e pastelaria. A cozinha regional pode ser apreciada no decorrer do certame, durante as semanas gastronómicas de todas as regiões.
Os espectáculos são diários e abrangem as mais diversas manifestações musicais.


As noites de domingo a quinta-feira estão reservadas ao folclore e música popular; o fado marca presença todas as sextas-feiras, enquanto a ópera viva, sevilhanas e danças de salão animam os sábados.
À semelhança da edição anterior, foi criado um espaço infantil com monitores especializados, onde as crianças podem participar em ateliers e jogos.
Em 2007 são esperados cerca de 150 mil visitantes estrangeiros e nacionais nesta que é a maior feira de artesanato do país.

Viviane ao vivo


VIVIANE ao vivo

22 Jun ( 6ª feira) ONDA JAZZ (23h30)
23 Jun (sábado) FNAC Almada
(17h00) e FNAC Cascais (22h00)
24 Jun (domingo) FNAC Chiado (18h00)
25 Jun (2ª feira) FNAC Colombo (18h30)



Viviane editou em Abril o novo registo de originais, VIVIANE, que representa a sucessão lógica numa carreira consolidada pela experiência de dezassete anos de canções e pontuada por uma enorme simplicidade e entrega absoluta a esta “arte maior”.
De Viviane, já todos conhecemos a identidade, a atitude e registo únicos e inconfundíveis.

No próximo dia 22 de Junho (6ª f), pelas 23h30, Viviane estreia em Lisboa, no Onda Jazz, as canções do seu novo CD.
Segue-se uma tour promocional pelas FNAC’S Almada, Cascais, Chiado e Colombo.
Tal como no disco, as notas dominantes serão dadas pela guitarra portuguesa e pelo acordeão, que nos transportarão para o universo do Fado, do tango e da “mussete” francesa.
Canções em português interpretadas por uma das vozes mais carismáticas da música portuguesa.
Viviane afirma: “É tanta a luz que trago em mim ... “. Venham senti-la, ouvi-la e apaixonar-se. Outra vez...


Praça do Comércio acolhe Arraial Gay

Um breve apontamento

Junho 28 1969 - New York: O primeiro orgulho Gay do mundo, foi não um Carnaval ou parada mas uma rebelião violenta contra a repressão policial!
Os polícias de New York, habituados a invasões e apreensões regulares, foram surpreendidos quando homossexuais femininos e masculinos responderam, contra atacando e tomando posse das ruas!
Agora, uma vez por um ano, tomamos conta das ruas mais uma vez.
E enquanto o dia do orgulho Gay de muitas cidades se tornou um grande festival, noutros lugares continua difícil, violento ou ilegal.
Assim sendo aqueles que de nós podem sair á rua devem fazê-lo e mostrar nossa força, a nossa solidariedade e o nosso orgulho de sermos quem somos!

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural associa-se à 11ª edição do Arraial Pride, dia 23 de Junho, às 18h00, na Praça do Comércio, em Lisboa.
A iniciativa, que tem vindo a integrar a programação das Festas de Lisboa, procura promover a visibilidade da comunidade lésbica, gay, bissexual e transsexual e a integração na comunidade em geral.

Arraial Pride na Praça do Comércio

A edição deste ano conta com actuações musicais, dj’s, espectáculos de variedades e stands de associações e instituições de interesse social e humanitário e de bares, discotecas e restaurantes LBGT.
Será, ainda, distribuído material informativo e de prevenção, no que diz respeito a doenças sexualmente transmissíveis.

O Arraial Pride é a maior festa de orgulho LBGT do país, a organização é da responsabilidade da Associação ILGA Portugal, que se dedica à promoção e defesa da igualdade de direitos da comunidade LBGT.
Gay Pride em Itália

Comunidade homossexual mobiliza-se


Música, bandeiras arco-íris, trajes ousados e coloridos, alegria e muitas reivindicações.
Várias centenas de milhar de pessoas participaram este sábado, em Roma, numa Gay Pride para exigir que o governo italiano avance com a lei sobre as uniões de facto, criticada pela direita e pelo Vaticano.
Entre os manifestantes esteve o deputado travesti, Vladimir Luxuria, eleito pelo partido Refundação Comunista, que pede que a lei seja desbloqueada e debatida no parlamento.
As organizações de defesa dos direitos homossexuais apontam o dedo ao poder da Igreja católica e exigem igualdade, dignidade e laicidade.
O local final da marcha não foi escolhido por acaso.
A doze de Maio, a praça San Giovani acolheu os opositores do pacto civil de solidariedade num protesto para defender a família tradicional.
Os organizadores da Gay Pride, garantem que o dia da família foi este sábado, tendo em conta a presença de todo o tipo de grupos familiares que fazem parte da sociedade italiana.
Gay Pride em Jerusalém


A parada do Orgulho Gay ocorrerá na próxima quinta-feira em Jerusalém tal como estava previsto, confirmou nesta segunda-feira diante do Knesset (Parlamento) o chefe da polícia israelense Dudi Cohen, depois dos confrontos ocorridos à noite entre a polícia e judeus ortodoxos que protestavam contra o que chamavam de "manifestação indecente".
Pelo menos 24 pessoas ficaram feridas nos confrontos, e oito foram detidas pela polícia.
Na quinta-feira, em Jerusalém, um exército de 7 mil agentes da polícia e da guarda de fronteira estarão encarregados de proteger a Gay Pride Parade.
Um grupo de rabinos israelenses estão a organizar uma contra-manifestação que ocorrerá em simultaneo.



Gay Pride em Israel


Israel: Polícia autoriza Gay Pride apesar dos protestos.
A polícia israelita autorizou hoje a marcha Gay Pride, prevista para o final deste mês em Jerusalém, negando assim as pretensões para a inviabilizar defendidas pelos judeus ultra-ortodoxos.
Segundo o porta-voz da polícia israelita, Micky Rosenfeld, a iniciativa vai decorrer a 21 deste mês, estando, porém, ainda por definir se se tratará de uma marcha, como foi solicitado pelos organizadores, ou de qualquer outra manifestação.

«Vai haver um evento, mas ainda não sabemos se será uma marcha ou um encontro», afirmou Rosenfeld.
Os críticos à intenção do Gay Pride já ameaçaram resistir à decisão da polícia, argumentando que actos públicos ligados à homossexualidade «não têm qualquer cabimento numa cidade que é sagrada para os Judeus, Cristãos e muçulmanos».
Em 2006, elementos ligados aos judeus ultra-ortodoxos criaram vários incidentes ao longo de uma semana, depois de a polícia ter aprovado uma marcha no centro de Jerusalém, que acabou por se confinar a um estádio de futebol para evitar confrontos.

Fonte: Lusa

China censura Piratas das Caraibas




China censura «Piratas das Caraíbas» por «lesar chineses»



A terceira parte do filme «Piratas das Caraíbas», que estreou na China esta semana, foi censurada pelas autoridades locais por alegadamente «lesar a imagem dos chineses», afirmou hoje a agência oficial Xinhua.
A China Film Group Corporation, única empresa estatal autorizada a importar os 20 filmes estrangeiros permitidos por ano, inicialmente havia negado a censura a «Piratas do Caraíbas: Nos confins do Mundo».

Mais tarde, viria a admitir cortes, alegando, contudo, que apenas visavam cenas com muita violência.
Os cortes, que dificultam a compreensão da trama, afectam principalmente as cenas com o actor Chow Yun-fat, de Hong Kong.
Os 20 minutos de Chow na versão original foram reduzidos a metade na versão distribuída na China.
A maior cena censurada é a que apresenta o seu personagem, o pirata San Feng, recitando um poema clássico chinês, em cantonês.
Também foi eliminado o momento em que San Feng diz «Bem-vindos a Singapura», porque mostra a ilha como uma terra de piratas.
Segundo a imprensa chinesa, a cena já provocou protestos das autoridades de Singapura.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Festa no Fragil


Festa no Fragil- Os 25 anos dos Sétima Legião

Festival do Teatro Clássico de Mérida, na 53ª edição


Dezasseis companhias no Festival de Teatro Clássico de Mérida de 2007


A Junta de Extremadura apresentou hoje, no Museu do Teatro Romano de Lisboa, a 53ª edição do Festival de Teatro Clássico de Mérida.
Entre as 16 companhias presentes, a representação portuguesa estará a cargo do Chapitô, com a peça “O Grande Criador”.

O Festival decorre entre 12 de Julho e 26 de Agosto.
No magnífico cenário do Teatro Romano de Mérida desfilarão directores, actores, bailarinos, músicos e artistas plásticos apresentado a sua concepção sobre o mundo das “Heroínas”.

Nesta 53ª edição há um aumento dos espaços cénicos – Teatro Romano, Alcazaba Árabe, Fórum Romano, rio Guadiana e ruas e monumentos da cidade de Mérida – e do número e variedade de espectáculos (18), levados à cena por 16 companhias de teatro.

Tudo isto, mantendo intacta a identidade do festival, ou seja, a temática greco-latina, que continua a ser a marca denominadora do certame.
A diversificação de espaços e a pluralidade de géneros são as principais características de uma nova filosofia programática do Festival de Mérida, que mantém os mesmos critérios de qualidade e de internacionalização, além da sua influência num elevado número de produções e coproduções.

Todas estas novidades contribuíram para um aumento, na ordem dos 26 por cento, no orçamento do festival, que este ano ronda os três milhões de euros.
A abertura da Alcazaba como espaço cénico – com uma capacidade de 660 espectadores – vem dar resposta a uma intenção de incorporar espectáculos com estéticas inovadoras e destinados a um público mais jovem.

Desta lógica surgiu o convite à Companhia de Teatro do Chapitô para a apresentação, no dia 27 de Julho, da peça “O Grande Criador”, que conta com o patrocínio do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças (GIT) da Junta de Extremadura.
A peça da companhia portuguesa aborda, com humor, as origens da Humanidade e propõe uma reflexão em torno do cristianismo.

Representado em castelhano, “O Grande Criador” tem elementos de composição que já constituem uma marca do Chapitô: a presença de elementos vocais, instrumentais, gestuais,
rítmicos e plásticos, assim como a procura de cumplicidade com o público.

Música no Teatro Académico de Gil Vicente

Dia 20 de Junho21h30Filipe Pinto-Ribeiro
Ciclo «A Cor do Som: Recitais e Concertos

A programação de música erudita no TAGV tem surgido, regra geral, inserida no âmbito do Festival de Música de Coimbra; ou em datas comemorativas, como sejam o Aniversário da Universidade de Coimbra, o Concerto de Ano Novo ou o Concerto do Dia Mundial da Música; ou ainda através da colaboração esporádica com outras instituições.
Na temporada 2006-2007, realizou-se pela primeira vez um ciclo anual de concertos didácticos («Intervalo TAGV»), em colaboração com o Conservatório de Música de Coimbra.
Entre Novembro de 2006 e Maio de 2007, cerca de 2000 crianças tomaram parte nos dez concertos do referido ciclo, enquadrado no Serviço Educativo do Teatro.
Esta iniciativa, que teve como objectivo a sensibilização para a linguagem musical, integrou-se no conjunto de iniciativas de educação artística promovidas pelo TAGV.
Uma das funções da programação enquanto serviço público é justamente formar o público, isto é, dar a conhecer de forma tão aberta quanto possível a multiplicidade das linguagens e formas artísticas.
Um dos domínios carenciados de uma oferta regular permanente é o domínio da música erudita. É objectivo do TAGV reforçar esta componente da programação.
Com o ciclo «A Cor do Som: Recitais e Concertos TAGV», o TAGV tornará mais estruturada esta programação musical. Este ciclo, que conta com o apoio da Pró-Reitoria para a Cultura da Universidade de Coimbra, trará a Coimbra solistas, pequenos agrupamentos, orquestras de câmara e orquestras sinfónicas.
A programação será feita de forma a representar toda a história da música, isto é, com um repertório que incluirá música antiga, barroca, clássica, romântica, moderna e contemporânea. Estaremos especialmente atentos a novos intérpretes e agrupamentos portugueses. Procuraremos também formas de colaboração com músicos e agrupamentos residentes de instituições como Casa da Música, Fundação Gulbenkian ou Centro Cultural de Belém. O objectivo principal deste ciclo é criar uma oferta regular em Coimbra, que permita conhecer um pouco melhor o vasto espectro da criação e da interpretação musicais em todas as suas linguagens.

Programa

Franz Listz (1811-1886)Sonetto 123 del Petrarca ("Années de Pélerinage", Deuxième année: Italie)Richard Wagner (1813-1883)Sonata em Lá bemol maior Anton Bruckner (1824-1896)ReminiscênciaAlexander Scriabin (1872-1915)Folha de Álbum Opus 45 N. 1Estudo Opus 8 N. 12IIFranz Liszt (1811-1886)Sonata em Si menor" .
A Sonata em Si menor de Liszt é talvez a mais original, inteligente e poderosa sonata composta após Beethoven e Schubert - uma obra suprema do Romantismo Musical, que elegeu o piano como instrumento de excelência.
Liszt é a "encarnação" do Homem romântico, o poeta musical, o criador mágico e inovador, o grande virtuoso, o pedagogo universal, a figura de referência de inúmeros compositores e do possível arco genealógico que forma o programa deste recital: Franz Liszt, Richard Wagner, Anton Bruckner, Alexander Scriabin... "

Filipe Pinto-Ribeiro

Filipe Pinto-Ribeiro, piano ,Doutorado com a máxima classificação pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscovo, é considerado um dos músicos portugueses mais relevantes da actualidade.
Nasceu no Porto, em 1975. Enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou no Conservatório Tchaikovsky de Moscovo sob a orientação de Liudmila Roschina - Chefe de Cátedra de Piano - tendo concluído, com a classificação Excelente a todas as disciplinas, o Doutoramento em Interpretação Pianística.
Em Portugal, estudou com Helena de Sá e Costa e graduou-se com Pedro Burmester na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, no Porto.
Recebeu a influência de diversos mestres e participou com frequência em masterclasses internacionais.
Foi apreciado e aconselhado por alguns dos maiores nomes do panorama pianístico mundial, incluindo Elisso Virsaladze e Dmitri Bashkirov.
É professor no Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares, em Almada, e na Universidade Católica Portuguesa, no Porto.
Tem orientado frequentemente Master-Classes de piano.
O seu CD de estreia, interpretando obras de Modest Mussorgsky, Alexander Scriabin, Dmitri Chostakovich, Claude Debussy e Maurice Ravel, está em segunda edição (NUM 1118).
O CD "Berlin Sessions" (NUM 1105), gravado pelo pianista na capital alemã, contendo sonatas de Domenico Scarlatti, Carlos Seixas, Ludwig van Beethoven, Richard Wagner e Serguei Prokofiev, obteve excelente recepção por parte do público e da crítica musical.
Gravou um CD em duo com a pianista Rosa Maria Barrantes incluindo obras de Gabriel Fauré, Eric Satie, Claude Debussy, Francis Poulenc e Maurice Ravel (NUM 1119). Foi editado em 2007 o seu último CD a solo intitulado "Bach: Piano Transcriptions" (CNM 170CD).Desenvolve uma intensa actividade solística e camerística, abrangendo um vasto repertório que se estende do barroco até aos nossos dias. Apresenta-se frequentemente a solo com diversas orquestras, como por exemplo Orquestra Filarmónica da Eslováquia, Orquestra Filarmónica da Arménia, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção, entre outros, dos Maestros Marc Tardue, Charles Olivieri-Munroe, Roman Brogli-Sacher e John Nelson. É director artístico do Schostakovich-Ensemble (DSCH). Pianista laureado, tem actuado em algumas das principais cidades da Europa, Ásia e América, vendo o seu pianismo reconhecido pela crítica especializada.

Preçário

Preço normal 10,00 euros
Preço estudante e sénior 8,00 euros
Espectáculo com desconto para os AMIGOS TAGV
Duração 1h10
www.filipepinto-ribeiro.com

Jay Jay Johanson no Centro Cultural de Belém


Jay Jay Johanson no CCB 21 de Junho de 2007 21h00


Com influências variadas, Jay-Jay Johanson desenvolveu cedo um grande interesse pelo jazz e música clássica, enveredando pelo estudo dos mais variados instrumentos musicais. Posteriormente descobriu a necessidade de se exprimir de outras formas, ingressando num curso de artes gráficas e movendo-se nas áreas da moda e do design.

Em 1996 editou «Whiskey», o álbum de estreia, no qual as sonoridades jazzy e bossa nova encontravam na voz encorpada e grave de Jay-Jay um equilíbrio no mínimo entusiasmante.

A estética musical do cantor evoluiu por outros caminhos e ao quarto álbum «Antenna» Jay-Jay surpreendeu com uma pose andrógina e provocadora.

Mais electrónica que nunca, a renovada sonoridade de Johanson chamou finalmente à atenção dos seus compatriotas, tornando se «Antenna» o seu álbum mais reconhecido na Suécia.
Em 2004 editou uma colectânea, que incluía uma releitura dançável de um dos seus maiores sucessos: So Tell the Girls that IAm Back in Town entre outros sucessos e alguns temas novos.

Em 2005, Johanson voltou aos registos mais acústicos com «Rush» e acaba agora de editar o sexto álbum de originais.

«The Long Term Physical Effects are Not Yet Known» é o disco mais equilibrado e mais forte do artista escandinavo.

Em 11 canções, Johanson consegue resumir toda a sua música.Jazz, electrónicas, o poder das instrumentalizações, das palavras e de uma das vozes masculinas mais carismáticas da música actual trazem Johanson de volta aos discos e de volta a Portugal.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Debate sobre a Rádio na Sociedade Portuguesa de Autores


"Quantos dias para a rádio?"


No próximo dia 20 de Junho, pelas 18h30, no auditório Maestro Frederico de Freitas, na sede da Sociedade Portuguesa de Autores, Av. Duque de Loulé, 31, em Lisboa, terá lugar um debate sobre a rádio.

Volvidos mais de 100 anos, o que reserva o séc. XXI?
Play-lists, Internet, Locutores, Formatação e Conteúdos serão apenas alguns dos motes que farão a conversa.

Moderação: Paulo Sérgio Santos

Convidados: António Sala, José Nuno Martins, Luís Filipe Costa, Luís Montez e Luís Osório.
Caminhos, opções, estratégias e segredos que podem (re)colocar a telefonia em destaque.
Uma reunião de personalidades cujos percursos estão intrinsecamente ligados à rádio. --

domingo, 17 de junho de 2007

Quinteto Lusitânia actua


"Voando sobre Colinas "

Quinteto Lusitânia e Nelson Almeida actuam no Ciclo de Música da Lusitania , Seguros


O Ciclo de Música 2007 apresenta, já no próximo dia 19 de Junho, às 19h30, o concerto “Voando sobre Colinas”, interpretado pelo Quinteto Lusitânia e acordeão (Nelson Almeida).

"Voando Sobre Colinas" é um espectáculo dedicado à música do cinema português dos anos 30 e 40 com arranjos para quinteto de cordas e acordeão das canções de filmes clássicos tais como: O Leão da Estrela, Fado Corrido, Verdes Anos, Aldeia da Roupa Branca, Pátio das Cantigas, História de uma Cantadeira, Sangue Toureiro, Les Amants du Tage, entre tantos outros. JORGE VARRECOSO GONÇALVES - 1º Violino , ANTÓNIO FIGUEIREDO - 2º Violino, VENTZISLAV GRIGOROV - Viola, LUÍS CLODE - Violoncelo, DUNCAN FOX - Contrabaixo e NELSSON AlMEIDA - Acordeão

Programa
Confesso Zanguei-me com meu amor Barco negro Vou dar de beber à dor Agulha e o dedal Cantiga da rua Casa portuguesa Casa da mariquinhas Verdes anos Mouraria Lá vai Lisboa Nome da rua Tudo isto é fado

O Ciclo de Música da Lusitania para 2007, conta com a participação de consagrados artistas, e inclui um vasto repertório.

Festival de Solidariedade Médicos do Mundo


Festival de Solidariedade para a Juventude de Médicos do Mundo


Os grupos portugueses Primitive Reason, Terrakota, Angry Odd Kids, MoreMad e Jah Vai participam no Festival de Solidariedade para a Juventude que Médicos do Mundo organiza no dia 23 de Junho, entre as 18h00 e as 24h00, no Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures.
Os fundos revertem para os projectos de prevenção e combate ao VIH/SIDA da associação em Moçambique.

O Festival de Solidariedade para a Juventude Médicos do Mundo é um espectáculo de animação cultural para a juventude, organizado em parceria com a Câmara Municipal de Loures, que tem por base um programa musical constituído por diversos grupos musicais de destaque. Os públicos-alvos deste festival são os jovens e os adolescentes (dos 15 anos até aos 35 anos), estando o espectáculo aberto a toda a população.

O evento é complementado com actividades de sensibilização para a prevenção do VIH/SIDA, nomeadamente distribuição de preservativos, e uma exposição no interior do pavilhão com merchandising e artesanato, entre outros artigos procurados pela juventude.

Os fundos angariados revertem para os projectos humanitários de Médicos do Mundo de prevenção e combate do VIH/SIDA em Moçambique.


PROGRAMA

Data: 23 de Junho
Local: Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures

17h30 – Abertura de Portas
18h00 – Jah Vai
19h00 - MoreMad
20h00 - Angry Odd Kids
21h00 – Terrakota
22h45 – Primitive Reason
24h00 – Encerramento

Exposição de Pintura no Casino Estoril


Helena Liz na
Galeria de Arte do Casino Estoril


Foi inaugurada ontem, dia 16 de Junho, pelas 18 horas, na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição de pintura, “O Jardim da Memória Involuntária” de Helena Liz, artista que nasceu no Sabugal e reside desde 1970 em Madrid.

Na capital espanhola estudou pintura no IADE, sob orientação do pintor Salvador Vitória, em breve se relacionando com Amalia Avia, Lucio Muñoz e outros grandes nomes da Pintura, que lhe proporcionaram um acesso rápido ao mundo artístico madrileno.
Do seu invejável currículo consta a participação em 37 exposições colectivas e a realização de 28 individuais em Espanha e Portugal, a primeira das quais, no nosso País, teve lugar em Outubro de 1980, na Galeria de Arte do Casino Estoril. Como referência que traduz o acolhimento e o prestígio da sua obra, é o facto de haver sido com uma exposição individual sua que se inaugurou em Sintra o Centro Cultural Olga Cadaval e em Salamanca, o Museu do Molino Casino de Tormes.
Significativo é o facto de exposições suas haverem merecido honrosos textos de Wifredo Rincon Garcia e José de Castro Arines, membros da A.I.C.A. de Espanha, como também de Agustina Bessa-Luis, que sobre esta artista escreveu alguns elogiosos textos, Luis de Pina, Eduardo Sotillos, Helena Pimenta e João de Melo, autor do texto do catálogo desta exposição.
Um aspecto que releva na sua obra e na sua carreira é a singularidade dos seus trabalhos, o intimismo do seu mundo pictórico, que levou o grande pintor espanhol Lucio Muñoz a escrever num elogioso texto para o catálogo de uma das suas exposições: “Todo lo que pasa está en tus cuadros. Cuando los veo añado lo que a mi pasa”. Helena Liz transportou para as telas muito de si e das suas recordações: objectos de infância; personagens dos filmes a que assistiu; os jardins, as flores, os frutos e as árvores, que Agustina Bessa-Luís diz serem “modelos que nunca se queixam”, mulheres de rosto indefinido, as crianças, sempre as crianças, que levam um raro encanto e ternura às suas telas.
Portuguesa e espanhola, Helena Liz é uma notável pintora penínsular.

A primeira, certamente, de muitas outras que hão de vir, pois que, cada vez mais, a Arte derruba as fronteiras.
Tendo iniciado a sua carreira dentro de uma linha abstraccionista, Helena Liz evoluiu depois para uma figuração nova, em que a sua actual pintura ainda se situa, com uma temática muito pessoal de registos de imagens e de cores recolhidas em vivências passadas e actuais do seu jardim da memória involuntária.
Esta notável exposição, em que Helena Liz comemora 27 anos de presença na Galeria de Arte do Casino Estoril e que tem um carácter antológico, manter-se-á patente ao público até11 de Julho, todos os dias, das 15 às 24 horas.

Convenção sobre o Ensino Superior

Convenção da Universidade de Lisboa
Debate sobre o RJIES, dias 21 e 22 de Junho


Num momento de reforma do ensino superior, a Universidade de Lisboa organiza uma Convenção, que se prolongará até ao 1º semestre de 2008 (as datas poderão sofrer ajustamentos em função dos prazos que vierem a ser legalmente consagrados).


A primeira fase – O DEBATE – pretende criar um espaço de discussão sobre o novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior. Para além de reuniões do Senado e do Conselho Consultivo, haverá um Encontro público durante a tarde dos dias 21 e 22 de Junho, na Reitoria da Universidade de Lisboa.


A segunda fase – A CONSTITUINTE – corresponde ao período de reflexão, de preparação e de aprovação dos novos Estatutos da Universidade, e decorrerá nos seis meses seguintes à entrada em vigor da lei.

O apelo ao debate e a uma participação alargada na elaboração dos Estatutos traduz a necessidade de um envolvimento de toda a comunidade universitária em decisões que não podem ser tomadas apenas pela "assembleia ad hoc com 15 membros" prevista na proposta de lei do Governo.
Os trabalhos da Convenção permitirão cumprir o programa de "refundação institucional" sufragado no processo de eleição do Reitor em 2006.
Estamos pois perante mudanças profundas na composição orgânica da Universidade de Lisboa, bem como no enquadramento e reforço das suas unidades de investigação e na adopção de novos modelos de governo e de gestão.
A Universidade de Lisboa tem o dever e a responsabilidade de encontrar soluções inovadoras que a consolidem como instituição de referência no espaço europeu.

sábado, 16 de junho de 2007

Novo livro de Onésimo Teotónio de Almeida



O mais recente livro de crónicas de Onésimo Teotónio de Almeida será apresentado na próxima Quinta-feira, 21, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal Rocha Peixoto.

A sessão de lançamento de “Aventuras de um Nabogador & outras estórias-em-sanduíche” contará com a presença do autor e a apresentação de Arnaldo Saraiva, Professor da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
As “estórias ensanduichadas em crónicas”, como o autor as define, são fruto do seu “incontrolável prazer de as contar” e, com certeza, irão deliciar o leitor.
Onésimo Teotónio de Almeida nasceu no Pico da Pedra, S. Miguel, Açores, no dia 18 de Dezembro de 1946.

É Professor Catedrático no Departamento de Estudos Portugueses e Brasileiros da Brown University, Providence, Rhode Island, EUA.

Lecciona na Brown desde 1975. Doutorado em Filosofia pela Brown University (1980). A sua obra propriamente literária estende-se pelo conto, pela crónica e pelo teatro.
O escritor é já uma presença familiar ao público poveiro visto que nos acompanha desde a 1ª Edição do Correntes d’Escritas.

Rita Guerra em França


Nos 20 anos da Rádio Alfa
RITA GUERRA AO VIVO EM FRANÇA


Por ocasião das comemorações do 20º Aniversário da Rádio Alfa (“a rádio dos portugueses em França”), Rita Guerra actuará este Domingo ao vivo, com a sua banda, na Base de Loisirs de Créteil, nos arredores de Paris.
A organização prevê uma assistência de 30 mil pessoas e o espectáculo terá transmissão em directo pela RTP, para 140 países.

A prestação da cantora e a sua banda passará pelos temas “À Espera do Sol”, “Brincando Com o Fogo”, “Secretamente”, “Deixa-me Sonhar”, “Pormenores Sem a Mínima Importância”, “I Thought You Would Leave Your Heart With Me”, “Chegar a Ti”, “Perdida na Noite”, “Onde Tu Estiveres” e “Sentimento”.

Concertos de Verão na Fundação Oriente



De 20 de Junho a 18 de Julho
Concertos de Verão nos jardins da Fundação Oriente

A Fundação Oriente recebe a décima edição do Ciclo de Concertos de Verão, entre 20 de Junho e 18 de Julho.

Os espectáculos realizam-se todas as quartas-feiras, pelas 18h30, nos jardins da Fundação e têm entrada livre.
O ciclo tem início a 20 de Junho com um concerto do Coro de Câmara de Lisboa.

Formado em 1978, o coro é constituído por 20 jovens músicos que interpretam a capella, ou em colaboração com formações instrumentais, obras portuguesas e estrangeiras, do vasto período compreendido entre a Renascença e os nossos dias.
No dia 27 de Junho, é a vez da pianista luso-japonesa Yuki Rodrigues subir ao palco dos Jardins da Fundação.

Para além de um intenso trabalho de música de câmara para piano a quatro mãos e dois pianos, a jovem artista desenvolve trabalhos na área da criação de composições inspiradas nas melodias populares portuguesas e japonesas.
O Duo Ibéria, composto por Laurent Filipe (trompete) e Pedro Sarmiento (piano) apresenta o seu concerto no dia 4 de Julho.

Do repertório a apresentar constam obras do último cd, “East of the Moon”, bem como alguns inéditos.
Emilien Hamel (barítono) sobe ao palco a 11 de Julho, acompanhado à guitarra por Eurico Pereira.
O Ciclo de Concertos de Verão da Fundação Oriente termina a 18 de Julho, com um espectáculo da Orquestra “Os Violinos”.

Música nos Jardins da Fundação Oriente






Viagem pela canção popular nos jardins da Fundação Oriente



Os jardins da Fundação Oriente recebem um concerto do Coro de Câmara de Lisboa, dia 20 de Junho, pelas 18h30.


Trata-se do primeiro espectáculo, de entrada livre, inserido na 10ª edição do Ciclo de Concertos de Verão.
Formado em 1978, o coro é constituído por 20 jovens músicos que interpretam a capella, ou em colaboração com formações instrumentais, obras portuguesas e estrangeiras, do vasto período compreendido entre a Renascença e os nossos dias.
A canção popular marca presença no repertório, uma vez que se trata de uma das principais demonstrações da expressão cultural de um país.
Dentro do género de canção popular, foram escolhidas canções de embalar, de amor e dançadas, provenientes de Portugal, Angola, Islândia, Filipinas, Argentina, Cuba, Peru e Uruguai. Um contraste na harmonia, no estilo de composição e nos ritmos variados.

Concurso Fotográfico Worten

NOVOS TALENTOS WORTEN 2007
CONCURSO FOTOGRÁFICO AMADOR


As Noites Ritual com o patrocínio da Worten, organizam o Concurso Fotográfico Amador – Novos Talentos Worten 2007.

Concurso aberto a todos os amantes de Fotografia, com idade compreendida entre os 16 e os 30 anos, amadores, sem carteira profissional de fotógrafo e residentes em Portugal.

Os interessados podem efectuar o download do regulamento e respectiva ficha de inscrição em http://www.noitesritual.com/.

A data limite de recepção dos trabalhos até de 13 de Julho de 2007 e os 3 primeiros classificados serão premiados da seguinte forma:

1º Classificado:
- 1 Máquina Fotográfica Profissional;
- Inclusão dos trabalhos apresentados na exposição fotográfica inserida na programação das Noites Ritual 2007, que terá lugar na sala VIP do Pavilhão Rosa Mota nos dias 24 e 25 de Agosto;
- Acesso aos bastidores e à frente de palco das Noites Ritual 2007, como fotógrafo convidado com oferta de estadia e alimentação.

2º Classificado:
- 1 Máquina Fotográfica Digital

3º Classificado:
- Material Fotográfico





Ney Matogrosso no Teatro das Figuras



O Teatro das Figuras apresenta:

Ney Matogrosso
“Canto em qualquer canto”

Dia 20 de Junho, quarta-feira, 22h 00



NEY MATOGROSSO
CANTO EM QUALQUER CANTO
Pedro Jóia (violão e alaúde)
Ricardo Silveira (guitarra e violão)
Marcello Gonçalves (violão de sete cordas)
Zé Paulo Becker (violão e viola)



Ney acompanhado por quatro excelentes guitarristas entre os quais o português Pedro Joia, Ricardo Silveira, Marcelo Gonçalves, e José Paulo Becker.

Ney Matogrosso despe-se das extravagâncias de roupas e trejeitos, para centralizar a sua arte, apenas no canto.

Reportório muito variado, com compositores desde Chico Buarque a Marisa Monte e Tribalistas, passando pelos portugueses Pedro Jóia e Tiago Torres da Silva.

Para além disso há releituras de temas de várias épocas, desde os primordiais Secos & Molhados ( O doce e o amargo ) até temas da sua discografia individual dos anos 70 ( Ardente , Dos cruces , Retrato marron , Bandoleiro , esta numa versão magnífica) e 80 ( Tanto Amar , de Chico Buarque).

Um espectáculo definitivamente a não perder!!!!!


Produção: Espelho de Cultura - Produções Artísticas, Lda
Apresentação: Teatro Municipal de Faro Preço: 1ª Plateia - 45 € 2ª Plateia - 40 € [Sem descontos]

Marketing e Relações Públicas
http://www.teatromunicipaldefaro.pt/
96 672 01 69 289 888 121
Teatro Municipal de Faro
Horta das Figuras, EN 125
8000-518 Faro