quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Cascais recebe a Moda Lisboa amanhã


Nokia Lab.Life: as Conferências da ModaLisboaEstoril REFLASHION

“Reflashion” será o tema da próxima ModaLisboaEstoril, a realizar nos dias 9, 10, 11 e 12 de Outubro, na Cidadela de Cascais.
Uma oportunidade única para reflectir também sobre cinco casos de sucesso do design de moda português, numa conferência patrocinada pela Nokia e organizada pela ModaLisboaEstoril em parceria com a Faculdade de Arquitectura da UTL.
Quem faz a moda? Que moda se faz?
Quem segue a moda? Para onde segue a moda?
A moda faz-se nas mãos de antigos estudantes nacionais, actuais talentos internacionais. Cinco designers de renome, lançados no Sangue Novo da ModaLisboa, regressam a “casa” para conferenciar sobre as modas da moda, num laboratório aberto ao público.

Os conferencistas?

Susana Cabrito, vencedora da 5ª edição do concurso Sangue Novo da ModaLisboa fez um estágio no gabinete de Tendências Peclers (Paris). Durante dois anos foi ilustradora de Karl Lagerfeld na casa Chanel.
Actualmente desenha as colecções de senhora da casa Givenchy.

Filipa Homem, Sangue Novo da ModaLisboa em 2003, foi assistente de produção de Gaspard Yurkievich (Paris) e Alexander McQueen (Londres).
Hoje desenha acessórios e fatos-de-banho de criança para a H&M.

Joana Jorge estagiou com Jurgi Persoons (Antuérpia), e com Shelley Fox (Londres), como complemento a um mestrado na Royal College of Art com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian.
Integrou a equipa de Alberta Ferretti em Itália, regressou a Londres para a Topshop e, desde 2005, colabora com a designer Betty Jackson.

Miguel Flor terminou em 1994 o curso de Design de Moda no Porto e venceu a 3ª edição do Sangue Novo da ModaLisboa. Estagiou em Paris, primeiro no Studio Peclers e depois na casa Martin Margiela, antes de criar a sua marca em 1999, apresentando regularmente as colecções na ModaLisboa.

Sara Lamúrias, licenciada em Design de Moda em 2000, participa no Sangue Novo no ano seguinte.
Em 2002 trabalha como Stylist para a imprensa e para várias campanhas de publicidade. Fez de seguida um estágio na Bless em Berlim.
Em 2003 cria a sua marca Aforest-Design e, a partir de 2005, apresenta regularmente as suas colecções na ModaLisboa.

Como complemento à conferência Nokia Lab.Life, a realizar nos dias 10 e 11 de Outubro no Auditório do Centro Cultural de Cascais, será exposta na Cidadela de Cascais uma colecção de T-Shirts Nokia Lab.Life.
Uma edição limitada de modelos desenhados pelos conferencistas convidados, tendo como inspiração a nova colecção Nokia Supernova que será lançada à imprensa no dia 9 de Outubro.

Moda Lisboa... em Cascais com workshops


“Reflashion” apresenta: Workstation


A próxima edição da ModaLisboaEstoril, a realizar dias 9, 10, 11 e 12 de Outubro, na Cidadela de Cascais apresenta, WORKSTATION, um espaço livre de pensamento e reflexão, de ousadia e intervenção, de talento e criatividade.

A escolha de um tema que pretende reflectir sobre as novas tendências para a Primavera/Verão 2009, não pode deixar de fora a visão do “sangue novo” da moda portuguesa.

Por isso, a ModaLisboaEstoril convidou 6 jovens criadores, todos eles dedicated followers of fashion, para individual e singularmente trabalharem a sua perspectiva de moda no ambiente e no espaço da Cidadela.


WORKERS
Catarina Fernandes
, com Exoskeleton. “Se o corpo é o templo da alma, o vestuário será o templo do corpo”.

Nuno Nogueira, com Harpias. “Como ponto de partida as corujas, pássaros noctívagos. O trabalho é um exercício de volumes e silhuetas”.

O Filho Bastardo, com White Trash. “A subcultura americana dos white trash inspira uma colecção que reinterpreta o jeans, elementos de basebol e country”.

Soraia Samju, com Monstrosities. “O filme Napoleon Dynamite e o músico Erlend Oye retratam o anti-herói que quis vestir”.

Cristiano Casimiro, com In You, Not on You, divided by Four. Citando Oscar Wilde, “Dêem uma máscara a um homem e ele contar-vos-á a verdade”.

Pedro Eleutério, com Salto. Para “acompanhar a história de um pirata dos tempos modernos, um viajante à procura de uma nova perspectiva do mundo”. Quem faz a moda? Para onde segue a moda?
A ModalisboaEstoril apresenta as coordenadas.
Coordenada: Paragem obrigatória na Workstation da 31ª edição da ModaLisboaEstoril.

Manuel Taraio expõe no Casino Estoril


Manuel Taraio
mostra a sua pintura no Estoril

A Imagem e a Cor é o título da exposição individual de Pintura, que Manuel Taraio inaugura na Galeria de Arte do Casino Estoril, sexta-feira, dia 10 de Outubro, às 22 horas, com três dezenas de óleos em que está patente a marca do seu cromatismo inconfundível.
Nesta exposição Manuel Taraio mostra-nos o que é a Pintura em todo o seu esplendor e em todas as suas potencialidades.

Podemos bem considerá-la mais uma resposta dos pintores que em todo o mundo nos dão conta de que a Pintura continua viva e bem viva.
A formação de arquitecto paisagista de Manuel Taraio e o trato inegavelmente correcto de utilização da sua paleta muito rica ditaram, em pouco tempo, um êxito que assenta, principalmente, na riqueza cromática.

Adquiriu a sua formação artística em França, onde estudou na Escola Superior de Belas Artes de Bordéus e, mais tarde, na École Nationale d’Arts Decoratives de Nice. Regressado a Portugal, iniciou uma carreira artística na área da Pintura, adoptando uma escrita muito forte e pessoal, dentro de uma linha neofigurativa e um visível expressionismo lírico.
Na presente exposição, Manuel Taraio associa trabalhos de três fases que ligeiramente se distinguem na temática.

As composições de manchas de árvores que se perfilam em primeiro plano e horizontes distantes; composições em que a figuração humana é dominante e outras, como as paisagens do Douro, com as suas cores outonais.
Manuel Taraio impôs em pouco tempo a sua obra, usando o fascínio da cor, o perfeccionismo da composição, o sábio tratamento da luz e uma temática sempre bem acolhida, utilizando exclusivamente o óleo sobre tela.

A presente mostra é enriquecida com novos temas e motivos, além de composições marcadamente abstraccionistas e modernas.

Omara Portuondo, a Diva Cubana em Portugal


OMARA PORTUONDO, A DIVA DE BUENA VISTA SOCIAL CLUB, FINALMENTE EM PORTUGAL



Ciclo de Conferências começa sexta Feira em Braga




Oitavo ciclo de conferências começa sexta-feira (10)e aborda o tema da espiritualidade

FUNDAÇÃO BRACARA AUGUSTA

DEBATE DESAFIOS DO SÉCULO XXI


A Fundação Cultural Bracara Augusta inicia sexta-feira (10) o seu oitavo ciclo de conferências sobre o tema “Globalização: Desafios para o Século XXI”, desta feita com uma palestra dedicada a “Uma espiritualidade para o século XXI”.

Tendo José Manuel Pureza, Teresa Martinho Toldy e Alfredo Dinis como convidados, esta palestra, de acesso livre, acontece às 21h30, na Biblioteca Craveiro da Silva.

«É propósito desta conferência discutir como conciliar o excessivo racionalismo das sociedades modernas e um certo vazio ideológico com um fascínio crescente pela religião, que, muitas vezes, se manifestam por fundamentalismos religiosos e outros movimentos religiosos de cariz integrista», justifica a Presidente da Fundação Bracara Augusta, Céu Sousa Fernandes.

José Manuel Pureza é professor associado em Relações Internacionais na Faculdade de Economia de Coimbra, investigador do Centro de Estudos Sociais, onde coordena o Núcleo de Estudos para a Paz.

Teresa Martinho Toldy é professora associada da Universidade Fernando Pessoa, doutorada em Teologia pela “Philosophisch-Theologische Hochschule Sankt Georgen, em Frankfurt/Main, com a tese “Deus e a Palavra de Deus na Teologia feminista. Balanço e questionamento”.

Alfredo Dinis, a quem cabe a função de moderador, é professor e Director da Faculdade de Filosofia de Braga da Universidade Católica Portuguesa.

PRÓXIMAS CONFERÊNCIAS

Depois de “Uma espiritualidade para o século XXI”, este oitavo ciclo tem agendada nova conferência para 17 de Outubro (21h30), subordinada ao tema “Século XXI - Sociedade de Riscos?”.

Estão convidados Alexandre Quintanilha, Eduarda Barros Gonçalves e Eduardo Madureira Lopes.

“Enfrentar as infecções num mundo globalizado” é o tema para a conversa de 14 de Novembro, em que intervêm Henrique Barros e Henrique Botelho.


Maria do Céu Sousa Fernandes lembra que, «em cada época histórica, as sociedades são confrontadas com novos problemas e novos desafios» e que, como tal, após o optimismo trazido pela revolução industrial e tecnológica, com o consequente avanço na produção industrial e agrícola e na cura de doenças, surgiram períodos de menor optimismo, causados pelas duas grandes guerras mundiais, nomeadamente a segunda, mais global e também mais mortífera, dado o espantoso desenvolvimento tecnológico militar».

No entanto – escreve no intróito ao programa deste ciclo –, o contínuo progresso científico e tecnológico e o crescimento económico da última metade do século XX faziam prever um futuro novo e admirável, que, todavia, não é o panorama do mundo de hoje.

«Há ameaças de riscos globais que ultrapassam as fronteiras nacionais e geram um clima de receios e insegurança, de que são exemplo o aquecimento global e outros riscos ecológicos, os fundamentalismos religiosos, a imigração, as pandemias como a sida e outras», refere, sublinhando , em particular, as preocupações ecológicas, que têm originado muitas críticas ao progresso moderno.

Perante esta situação de catástrofes ambientais e de saúde pública e de integrismos religiosos, como pode a sociedade do nosso tempo lidar com os riscos – pergunta, retoricamente, a Presidente da Fundação Bracara Augusta, citando Ulrich Beck, que em 1986 definiu assim os risco nas sociedade modernas: «o risco pode ser definido como uma forma de lidar com o acaso e a insegurança induzidos e introduzidos pela própria modernidade».

Em função destes cenários – diz Sousa Fernandes – algumas interrogações podem ser colocadas, designadamente «qual a responsabilidade dos políticos, dos cidadãos, da denominada sociedade civil, na gestão dos riscos? Como conciliar o excessivo racionalismo das sociedades modernas e um certo vazio ideológico com o fascínio crescente pela religião, que, muitas vezes, se manifestam por fundamentalismos religiosos e outros movimentos de cariz integrista? Devemos abandonar a nossa crença e esperança na modernidade e nos seus benefícios e aclamar um cartaz exibido no Forum Social de Mumbai, em 2004, que proclamava “As pessoas não querem o desenvolvimento; querem apenas viver”?».

Estas são as interrogações de hoje que a discussão proposta neste oitavo ciclo de conferências da Fundação Cultural Bracara Augusta pretende abordar.

Seixal Fraffiti 2008- dias 10, 11 e 12 no Seixal


A 5.ª edição do Seixal Graffiti decorre nos dias 10, 11 e 12 de Outubro e reúne no Seixal alguns dos maiores nomes desta arte, juntamente com oito writers do concelho, na pintura do mural 'Hall of Fame' junto ao Fórum Cultural do Seixal.
O destaque internacional vai para as presenças dos holandeses Love Letters Krew e de ECB, da Alemanha.
Esta iniciativa pretende elevar o graffiti a um estatuto de arte urbana, promovendo-o e mostrando que não se está perante uma forma de vandalismo sobre o património.
Os Antigos Refeitórios da Mundet recebem, nas noites de sexta-feira e sábado, o projecto 'Urban Move', um espaço de animação com música, sessões de Djing, exposições de graffiti e venda de CD's e de produtos relacionados com o universo do graffiti.
Junto ao Parque da Quinta dos Franceses, serão realizadas demonstrações de skate.
É este o programa completo:
10 de Outubro (sexta-feira)
21h30 – Abertura da iniciativa, apresentação do programa, inauguração da exposição de graffiti com trabalhos executados pelo writter Time.
22h – Início da animação musical com o DJ Kid.
23h – Actuação da banda Fiona at Forty.
01h – Animação musical com o DJ Kid.Urban Move – Antigos Refeitórios da Mundet

11 de Outubro (sábado)
10h - 19h – Pintura mural, demonstrações de skate e animação musical. Junto ao Fórum Cultural do Seixal.
21h30 – Animação musical com o projecto sound system Carlos Granja.23h – Actuação da banda reggae Like a Man Said.01h – Animação musical com o projecto sound system Nu Bai.Urban Move – Antigos Refeitórios da Mundet.

12 de Outubro (domingo)
10h - 19h – Pintura mural, demonstrações de skate e animação musical junto ao Fórum Cultural do Seixal.

Seminário sobre Lisbona e Il Val di Noto.Terremoti e riconstruzioni


Seminário

Lisbona e Il Val di Noto. Terremoti e riconstruzioni tra XVII e XVIII secoloLisboa e Val di Noto. Terramotos e reconstruções dos séculos XVII e XVIII


No âmbito da Exposição Lisboa 1758 O Plano da Baixa Hoje, patente no Páteo da Galé, Terreiro do Paço, está programado um Seminário intitulado Lisbona e il Val di Noto. Terremoti e riconstruzioni tra XVII e XVIII, que se realizará no dia 10 de Outubro no Auditório do Welcome Center – Rua do Arsenal nº 21.

Uma iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa em colaboração com a Superintendência de Siracusa (líder da gestão do Vale do Noto cuja reconstrução pós-terramoto de 1693 foi classificada pela UNESCO como Património da Humanidade).Entrada gratuita.


Programa


09h30

Abertura Dr Vitor Costa –Director Geral da ATL

Antonello Antinori, Assessor Regional da Sicília para os Bens Culturais, Ambientais e Educação

Jornada O sítio UNESCO “as cidades barrocas do Val di Noto”: estudos, projectos e Iniciativas Val di Noto: a inscrição na Lista do Património Mundial e o Plano de Gestão

Arqta Mariella Muti, Superintendente dos Bens Culturais e Ambientais de Siracusa O planeamento da gestão de um sítio património mundial

Arqto Mario Caruso, consultor UNESCO A Associação Sudeste: experiências e perspectivas

Dra Alessandra Foti, Presidente da Associação do Sudeste


11h30

Experiências de restauro em Noto

Arqta Giovanna Susan, Superintendência dos Bens Culturais e Ambientais de Siracusa Apresentação do Vídeo As Cidades Barrocas do Val di Noto

Dra Giovanna Bongiorno, realizadora e jornalista Seminário Lisboa e Val di Noto. Terramotos e reconstruções dos séculos XVII e XVIII


15h30

A lição da reconstrução de Setecentos para a reabilitação de hoje

Arqto Manuel Salgado – Vereador do Urbanismo da C.M. Lisboa A Gaiola: o sistema construtivo pombalino na reabilitação actual

Engº Vitor Cóias e Silva – Presidente da GECORPA As respostas aos terramotos: A Arquitectura do Setecento na Sicília como teatro urbano

Professora Giuffrè Maria – Universidade de Palermo A reconstrução difícil: conflitos sociais e empresas arquitectónicas no Val di Noto após o terramoto de 1693Professor Stefano Piazza – Universidade de Palermo 18h00


Visita guiada à Exposição: Lisboa 1758-O Plano da Baixa hoje

Professores Ana Tostões e Walter Rossa

"Head Case" uma série de comédia que estreia hoje no FX


Head Case’: comédia estreia a 9 de Outubro, às 23h15, no FX
Celebridadades mundiais recorrem à terapia da

Dr.ª Elizabeth Goode


Alanis Morrisette, Andy Dick, Jason Priestly, Jeff Goldblum, Joel Madden, Monica Potter, Ralph Macchio, Rossanna Arquette, Tom Sizemore e Traci Lords são algumas das celebridades mundiais que fazem parte da lista de pacientes da Dr.ª Elizabeth Goode, em ‘Head Case’, uma comédia recheada de improvisos e verdades que não querem ser ouvidas.
Esta série sensação estreia no FX, um canal exclusivo da ZON TV Cabo, na quinta-feira, dia 9 de Outubro, às 22h45, sendo emitidos dez episódios de trinta minutos.
‘Head Case’ apresenta-nos a Dr.ª Elizabeth Goode (Alexandra Wentworth, ‘Jerry Maguire’), aquela se que vai tornar na terapeuta mais inconveniente da nossa televisão. Impetuosa, pouco convencional e muito crítica, mas inegavelmente “A” terapeuta da mal ajustada elite de Hollywood, surpreende todos os que se atrevem a experimentar o seu sofá. Diariamente a Dr.ª Goode “serve um prato da sua metodologia única” a uma sala de espera cheia de personalidades do entretenimento mundial, do desporto e da música que têm muito para lhe contar, ou omitir!
Depois de ter, recentemente, transferido a sua prática para Los Angeles, a Dr.ª Elizabeth Goode partilha o consultório com o psiquiatra filisteu e freudiano Dr. Myron Finkelstein (Steve Landesberg, ‘Em Contacto’) cuja prática anda nas ruas da amargura devido a uma epidemia de suicídios nos seus pacientes.

O Dr. Finkelstein mostra-se um pouco intrigado com os métodos da sua colega, não conseguindo esconder a vontade de levar alguns dos que enchem a sala de espera da terapeuta para o seu desanimado e vago sofá.
Lola Buckingham (Michelle Arthur, ‘Alias’) também faz parte deste hilariante enredo, ela é a secretária que gere o concorrido consultório de psiquiatria, ao mesmo tempo que tenta ensinar ao incorrigível Dr. Finkelstein um pouco de etiqueta social.
Da autoria de Alexandra Wentworth, Steve Landesberg, Michelle Arthur (os “actores residentes” da série) e Robert Bauer, ´Head Case’ tem Alexandra Wentworth, Eric Bonniot, Jason Farrand e Robert Bauer como produtores executivos. Esta é uma produção da Uncle Film & Television.

Ernesto Coelho Silva expõe em Setúbal


ERNESTO COELHO SILVA EXPÕE
NO CLUBE MILITAR DE OFICIAIS DE SETÚBAL
EXPOSIÇÃO COLECTIVA
PROMOVIDA PELA ARTISET

Ney Matogrosso esgota espectáculo de Lisboa





A OUSADIA DE NEY MATOGROSSO ESTÁ DE VOLTA!


O regresso de Ney Matogrosso à ousadia do tempo dos Secos e Molhados está a suscitar grande interesse junto do público português, com o concerto marcado para dia 21 de Outubro no Coliseu de Lisboa a esgotar.

Devido à elevada procura de bilhetes por parte do público, Ney Matogrosso vai apresentar mais uma vez “Inclassificáveis”, o novo espectáculo, em Lisboa, dia 22 de Outubro.


19 DE OUTUBRO (COLISEU PORTO)

21 DE OUTUBRO (COLISEU LISBOA * CONCERTO ESGOTADO)

22 DE OUTUBRO (COLISEU LISBOA)


“Inclassificáveis” é um espectáculo de música popular brasileira com uma roupagem pop que tem direcção musical de Emílio Carrera, ex-integrante do grupo Secos e Molhados.
O cantor incorpora no reportório canções novas e clássicos da MPB.
“O Tempo não pára” (Cazuza), “Divino e Maravilhoso” (Caetano Veloso), “Um Pouco de Calor” (Dan Nakanawa), “Ouça-me” (Itamar Assunção) e “Inclassificáveis” (Arnaldo Antunes) estão entre as músicas escolhidas por Ney Matogrosso.
O novo espectáculo conta com figurino de Ocimar Versolato e cenário de Milton Cunha.
Em palco Ney é acompanhado por Carlinhos Noronha (baixo), Júnior Meirelles (guitarra e violão), Sérgio Machado (bateria), Emilio Carrera (piano, teclado e direcção musical), DJ Tubarão (percussão e pick up) e Felipe Roseno (percussão).
Em Outubro de 2007, quando estreou em São Paulo (no Citibank Hall), “Inclassificáveis” mostrou imediatamente ao que vinha: bilhetes esgotados com antecedência, frisson na plateia e o regresso de Ney Matogrosso ao universo exuberante do qual se havia afastado nos trabalhos mais recentes.
Alguns meses depois, em Janeiro de 2008, Ney Matogrosso levou “Inclassificáveis” para o Rio, depois de percorrer algumas cidades, e o sucesso foi ainda maior: duas semanas de casa cheia no Canecão.
“Gosto de fazer uma coisa mais solta, mais para fora, e intercalar com outras menos - gosto desse movimento. E acredito que o público também. Eles sabem desse meu lado e talvez sintam falta. Mas fiz porque era uma necessidade minha, mesmo.” (Ney Matogrosso).
“Por eu ter feito um show que era um recital (“Canto em qualquer canto”), me interessava fazer alguma coisa mais pop. Enquanto fazia aquele trabalho, já estava procurando repertório para esse – e eu sabia que ele teria muitas coisas inéditas. Me interessava voltar a um trabalho mais pop; não rock, mas próximo ao rock.” (Ney Matogrosso).

Moda Lisboa- Calendário dos Desfiles


CALENDÁRIO DESFILES

QUINTA-FEIRA, DIA 9
18h30 Miguel Vieira
19h30 Alexandra Moura
20h30 Lidija Kolovrat
22h00 Alves.Gonçalves – Off (strictly under invitation)

SEXTA-FEIRA, DIA 10
18h00 Pedro Pedro
19h00 Dino Alves
20h00 Cia. Marítima
21h30 Ana Salazar
SÁBADO, DIA 11
14h00 José António Tenente
15h00 Ricardo Preto
16h00 Aforest-Design
17h00 Katty Xiomara
19h00 White Tent
20h00 Nuno Baltazar
21h00 Luís Buchinho
DOMINGO, DIA 12
15h00 Aleksandar Protich
16h00 Nuno Gama
17h00 Lara Torres
18h00 Ricardo Dourado
19h00 Pedro Mourão
20h00 Filipe Faísca


César Braga Oliveira expõe na Colorida Galeria de Arte


Percursos

Exposição de Fotografia(César Braga Oliveira)


"Percurso, do latim Percursu, acto ou efeito de percorrer, espaço percorrido, trajecto, o percurso de um peregrino, movimento, deslocação.

Os elementos presentes nessa exposição já fazem parte da poética de César Braga Oliveira há muito tempo, seja na sua forma de apresentação, seja na própria imagem.

A mostra apresenta trabalhos inéditos, desenvolvidos ao longo dos últimos anos e que revelam a necessidade do fotógrafo em conhecer o seu mundo.

César regista seus deslocamentos poéticos e constrói um roteiro sem sentido de tempo, imagens frágeis que nos dão a impressão que vão sumir enquanto olhamos e ainda assim podem deixar uma marca eterna em nossa alma."

INAUGURAÇÃO:

09 de Outubro pelas 19:00 horas

Patente até 31 de Outubro, de Terça a Sábado, das 13:30h às 19:00h.




Dia 9 de Outubro, quinta-feira, às 18h30

Espaço Machado de Assis

Missão do Brasil junto à CPLP

A Língua Travada:consonâncias em versos e prosa"


A "A Língua Travada: consonâncias em verso e prosa" é um livro extremamente original, da escritora e musicóloga brasileira Denise Godoy, com poemas e mini-contos,além de uma segunda parte com exercícios de trava-línguas e de respiração.

Apresenta textos que devem ser lidos preferencialmente em voz alta em razão do objetivo que dirigiu a construção de cada um: trabalhar diretamente um grupo específico de consonâncias da língua portuguesa.

Pode ser utilizado tanto em fonoterapia como em recitais poéticos, em cursos de canto, teatro e retórica, assim como em atividades de leitura na escola.

Trata-se de um livro diferente, em que um jogo lingüístico eficiente reúne o lúdico, o lírico, o jocoso e a surpresa, num resultado em que a qualidade estética está sempre presente.

"Não se trata de uma obra hesitante entre a literatura e a terapia, a poesia e o puro exercício fonético, mas de uma fusão surpreendente e admirável de arte e técnica, de inspiração e transpiração.

Ao elaborar seus textos em verso e/ou em prosa, transitando com graça e desenvoltura no emaranhado fonético de consoantes bi-labiais, linguo-dentais, fricativas, oclusivas, etc., Denise Godoy deixa transparecer sempre o poeta inspirado que se encontra por trás da competente fonoaudilóga: Os versos de Um Sonho, Volta, Cenário ou Amanhã de Manhã; os achados verbais e fonéticos de vários pequenos contos deliciosos; os divertidos "anúncios classificados", e até mesmo a última parte, dedicada aos exercícios de respiração, constituem um conjunto harmonioso de textos onde sobejam a emoção e a perícia.

Obra que tanto ajuda nos trabalhos da fonoterapia quanto aquece as almas sedentas de poesia. E vale a rima!" (Lauro Moreira)

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Mona Lisa Show no Centro Cultural de Belém


MONA LISA SHOW DE PEDRO GIL


9 A 12 DE OUTUBRO21H


SINOPSE


O que é que está aqui a fazer? ILUSÃO! DRAMA! EROTISMO! VIOLÊNCIA! RISO! VIRTUOSISMO!... e muito MEDO!

Mona Lisa Show é um acontecimento onde os seus mais íntimos pensamentos ganham voz e os seus mais secretos desejos se tornam realidade! Do que é que estava à espera? Se está à procura de respostas e ávido de perguntas, não se vá embora! Esta é a experiência que poderá mudar a sua vida! Em que é que está a pensar? Do que é que se lembra? O que está a sentir? Encontre-se! Esqueça quem é ou o dia que teve! Questione-se, conheça o grande amor, descubra o sentido da vida, ou ainda, o caminho para a felicidade! Emocione-se, exorcize-se! Venha libertar-se, encontrar a redenção, ou simplesmente, entregar-se ao prazer! Não se deixe dormir…esteja muito disponível! E tudo isto para quê afinal? ...de que é que se vai lembrar amanhã?


SOBRE O ESPECTÁCULO


Mona Lisa Show é um concerto dramático. Não poderia ser noutra altura, nem noutro sítio. É hoje, em Lisboa. Sete personagens num momento das suas vidas. Uma montra humana onde o presente, contém em si, o passado e o futuro, a memória e o desejo. O que dizem estas personagens? O que não dizem e o que gostariam de dizer? E se dissessem o que pensam? Mona Lisa Show é um espelho, ou uma janela para o desconhecido; um laboratório de personagens que se cruzam numa passerelle vermelha entre a vida que têm e as vidas que não têm. Porque é que fazemos isto? Para que é que isto serve? Quais são as nossas histórias, os nossos dramas? Onde estão os nossos heróis? Estas pessoas não existem. São só ficção.


7 PERSONAGENS


Homem 1 vai ser pai. A sua mulher está grávida. Trabalha no ramo imobiliário e está a tentar abrir a sua própria empresa. Sonha com um Triumph Spit-Fire em segunda mão. Às escondidas masturba-se pela Internet com uma tal de Soraia que nunca viu. Mulher 1 é a última mãe a chegar ao infantário para buscar o filho. O marido estranha que ela hoje não tenha ido à salsa. Nessa mesma noite, depois de fazer o jantar, decide despedir-se. Há meses que tenta acabar o livro que está a ler, mas sempre que chega à cama, adormece na mesma página.

Homem 2 está casado há 26 anos e tem dois filhos. A filha mais velha descobriu que ele trai a mãe com uma mulher “30 anos” mais nova. Ele diz que esta situação era impraticável, que mais tarde ou mais cedo iam ser apanhados. Isto nunca lhe tinha acontecido. É amor?

Mulher 2 tem um relacionamento de quatro meses. Ele acha que devem dar o próximo passo, irem viver juntos. Ela não percebe como é que se deixou arrastar até ali, como é que uma boa cama pode achar que vai ser o pai dos seus filhos. Ela precisa de um homem que não tenha medo, um homem que a deixe ser livre sexualmente.

Homem 3 pelo menos uma vez por mês esforça-se por visitar a mãe que vive sozinha a hora e meia de Lisboa. O seu pai morreu tinha ele 18 anos. Ele quer dar à mãe um neto para lhe sujar a casa. Ele é homossexual e adora praia.

Mulher 3 nasceu na Argentina e veio para cá estudar. É artista. As coisas podem não estar como ela gostaria mas estão à andar. Um amigo dela, também artista, pergunta-lhe quando vai ela desistir de criar, quando vai ela ter a coragem para ir procurar a felicidade noutro lado.

Homem 4 vai visitar os pais a casa este fim-de-semana. O pai tem um cancro e vai ser operado pela segunda vez. Ele tem muitas perguntas para lhe fazer e não acredita que este não tenha perguntas. O pai não aplaude as suas escolhas profissionais. O filho convida o pai para uma viagem. Não percebe como é que os dois nunca se embebedaram.


INTENÇÕES


O que procuro é, parece-me a mim, tirar um retrato personalizado da nossa sociedade. Interessa-me o aqui e o agora. Não se trata tanto de procurar “novas” formas, mas sim as “minhas” formas (consoante o meio pelo qual estou a comunicar). Tudo isto, com a certeza de que a tarefa não é finita e tão pouco concretizável. Estou consciente de que aquilo que faço hoje, amanhã o faria de uma outra forma e que só isso já é razão que baste para o fazer. A arte é aqui expressão do eu, uma necessidade do ego, por isso, procuro criar um objecto que me realize mais e mais ainda, algo que seja mais “eu” do que outra coisa qualquer. É paradoxalmente aqui, ou não, que o trabalho co-criativo com os restantes artistas é fundamental, precisamente para me ajudar a chegar a esse “eu” que procuro.Pretendo retratar a classe média, debruçar-me sobre a vida daqueles que têm tudo para ser felizes - ou não? – e que não o conseguem – ou sim ?-, daqueles que o conseguem às vezes, daqueles que nunca o conseguem, bem como, daqueles que dizem consegui-lo sempre. O retrato ou mostrará a vida como ela é(realidade), ou a vida como ela poderia/deveria/gostaria que fosse(ficção). Poder-se-á misturar as duas, fundindo ficção e realidade. Qual imita qual?O retrato pretende sempre provocar o espectador confrontando-o ou com a realidade que ele vive ou que gostaria de viver. (Pedro Gil Setembro de 2008 )

Tim apresenta o seu novo trabalho



TIM EM DIGRESSÃO APRESENTANDO
O SEU NOVO TRABALHO

Moda Lisboa é.... em Cascais!




ELLIPSE VIDEO REFLASHION
A ModaLisboaEstoril associa-se à Ellipse Foundation


"Reflashion" será o tema da próxima ModaLisboaEstoril, a realizar dias 9, 10, 11 e 12 de Outubro, na Cidadela de Cascais.
Quatro dias de moda e reflexão, quatro dias de intensidade e exposição, numa troca de dinâmicas que pretende provocar o olhar de todos os convidados.
Na sua 31ª edição, a ModaLisboaEstoril associa-se à Ellipse Foundation para um exercício visual que confirma a relação constante entre moda e arte – ou a moda como arte.
A colecção de arte contemporânea da Ellipse, criada por João Oliveira-Rendeiro em 2004, inclui mais de 800 trabalhos em acervo, espelhando uma provocante diversidade de estilos, exercícios e manifestações, desde escultura a desenho, fotografia, pintura, instalação e vídeo-arte.
No espaço da Cidadela, onde decorrerão os desfiles, a Ellipse assegura a apresentação circular de 4 obras de vídeo-arte, denominada Ellipse Video Reflashion, com uma pequena mostra que projecta a ambição da fundação sediada em Alcoitão.
Filmes de Angel Ihosvanny, Paul Pfeiffer, Erin Wurm e Reynold Reynolds com Patrick Jolley servirão de warm-up para as colecções dos designers convidados.
Também durante o fim-de-semana da ModaLisboaEstoril, a Ellipse continua a exibir no Centro Cultural de Cascais, Young At Heart (Remix), onde o curador e crítico Alexandre Melo pretende reflectir sobre a "visibilidade crescente" da juventude como sujeito e objecto, como "terreno privilegiado de experimentação" na arte do século XX.
O Art Centre da Ellipse Foundation será palco de uma das principais exposições de 2008. "Listen Darling... The World is Yours", é o título que inspira uma selecção de obras de 40 artistas, entre os quais, Louise Bourgeois, Eija-Liisa Ahtila, Nan Goldin, Cindy Sherman, Matthew Barney ou Shirin Neshat.
A exposição é comissionada pela curadora convidada, Lisa Phillips, directora do New Museum de Nova Iorque.
No Domingo das 15h às 17h a ModaLisboaEstoril disponibiliza um serviço regular de shuttles, que fará o transporte dos convidados e jornalistas da ModaLisboaEstoril até à Ellipse Foundation.

Quem segue a moda? Para onde segue a moda?

Conferência sobre Eça de Queiroz e Machado de Assis


Dia 08 de Outubro, Quarta-feiraàs 18h30

Espaço Machado de Assis

Missão do Brasil junto à CPLP

Conferência do Professor Dagoberto Carvalho Júnior, a respeito da obra de Eça de Queiroz e Machado de Assis.


O professor Carvalho Júnior é médico e escritor brasileiro, membro da Academia de Letras do Piauí e do Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico do Pernambuco, além de presidente da Sociedade Eça de Queiroz, da cidade do Recife.

Autor de numerosa bibliografia queiroziana, tendo colaborado na edição da Obra Completa de Eça de Queiroz (Editora Nova Aguilar), no Dicionário de Eça de Queiroz e no Dicionário Temático da Lusofonia, entre outras publicações especializadas.

A conferência "Eça de Queiroz e Machado de Assis: o realismo de cada um", realiza-se no contexto das comemorações do Centenário de Morte do autor de Dom Casmurro.

" Desafio à Gravidade" No Teatro João Mota em Sesimbra


“DESAFIO À GRAVIDADE”

ESTREIA

Quinta-Feira dia 9 de Outubro às 21h30

CINE-TEATRO MUNICIPAL JOÃO MOTA -SESIMBRA


“DESAFIO À GRAVIDADE”


No nosso espectáculo, dois cavalheiros malabaristas preparam-se para apresentar o seu espectáculo de monociclos, magia, malabarismo, acrobacia e participação com o público mas infelizmente falta-lhes uma partenaire , problema que é facilmente resolvido, embora com alguns engraçados percalços.

Durante aprox 40 m o público é transportado com o número de aparição e transformação em palco e pelas árias de Ópera e conjugação destas com a arte do malabarismo, a um mundo alternativo, onde nos esquecemos da gravidade devido ás imagens e visuais criados pelos malabares, e onde somos guiados pelas emoções e sentimentos, neste momento cénico de encanto e originalidade.

Póvoa do Varzim lança o 4º Concurso Internacional da Póvoa do Varzim


4º Concurso Internacional de Composição

da Póvoa de Varzim 2009


Já se encontra publicado o regulamento para a 4ª edição do Concurso Internacional de Composição da Póvoa de Varzim 2009.

O regulamento pode ser solicitado no Secretariado do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim ( Rua D. Maria I, 56), por telefone: 252 614 145/252 611 955, fax: 252 612 548 ou email: auditorio@cm-pvarzim.pt, e ainda, consultado no portal municipal.

O concurso, aberto à participação de compositores lusófonos ou de outras nacionalidades residentes há mais de quatro anos em países de expressão lusófona, destina-se a premiar obras inéditas em duas modalidades: Música para Orquestra e Música de Câmara.

O prazo para entrega de obras concorrentes termina a 23 de Março de 2009.

O júri – constituído pelos Professores Carlos Azevedo (Presidente), Pedro Burmester, Dimitris Andrikopoulos e João Madureira –, irá revelar, a 27 de Abril de 2009, uma pré-selecção de duas obras finalistas em cada modalidade, as quais serão posteriormente estreadas, durante a edição de 2009 do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim.

No final do concerto com as obras finalistas, o júri irá anunciar os resultados finais com os títulos das obras premiadas.

Haverá ainda um “Prémio do Público”. O valor dos prémios é de 4.000 euros e 1.500 euros (1º e 2º, respectivamente) para a peça de orquestra; e de 2.500 euros e 1.000 euros (1º e 2º, respectivamente) para a peça de câmara, podendo ainda ser atribuídas menções honrosas pelo júri.

Além da estreia em concerto integrado na 31ª edição do Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim – 2009, as obras vencedoras em cada modalidade serão editadas em partitura e posteriormente publicadas em CD.

Especial Corrector Yui no Animax


F@NIMAX: ESPECIAL CORRECTOR YUI NO ANIMAX


Aos Sábados no espaço F@nimax, às 11h25 e 17h25, o canal oferece a oportunidade de desfrutar de 5 episódios da série Corrector Yui.
Yui Kasuga é uma rapariga aparentemente normal, que vive no futuro, no ano 2020, onde os computadores são o pilar do sistema.

Um dia, quando Yui está a tentar entrar em ComNet – a maior rede de comunicações do mundo, ou a Internet avançada do mundo de Yui – descobre um pequeno objecto cor-de-laranja no ecrã.
Em casa, quando a protagonista está a fazer um trabalho para a escola, esse objecto volta a aparecer e diz chamar-se I.R.

O estranho ser, que é um dos oito componentes do programa “Corrector” que o professor Inukai – inventor da ComNet – conseguiu introduzir na rede antes de ser descoberto pelo malvado computador Grosser, afirma que Yui é a única que pode deter o caos que está a provocar.
Mas para isso Yui deverá reunir todos os “Corrector” e salvar a humanidade tirando partido das habilidades que lhe transmitem estes seres.

Emissão: Sábados a partir das 11h25 e 17h25
Realização: Yuji Mutoh