segunda-feira, 19 de maio de 2008

Jacinta canta Zeca Afonso em Braga


Zeca Afonso regressa a Braga

sob a forma de “Convexo”

JACINTA

20 Maio > 22h00


Jacinta, nome em destaque no contexto jazzístico português, apresenta no Theatro Circo a 20 de Maio (22h00) o seu mais recente trabalho: “Convexo”, trabalho de homenagem à obra de Zeca Afonso.

Concebido com o intuito de «promover a música portuguesa, mas sobretudo reconhecer o cantor e a sua obra», “Convexo” traduz-se numa trabalho «quase inevitável» no percurso profissional de Jacinta que neste projecto interpreta alguns dos temas mais emblemáticos de José Afonso através de uma linguagem jazzística.

Na voz inconfundivelmente «quente e possante» de Jacinta o público bracarense tem oportunidade de ouvir as recriações de “A Formiga no Carreiro”, “Cantigas de Maio”, “A Morte Saiu à Rua” ou “Era um Redondo Vocábulo”, entre outras composições do cantor e poeta cujo nome ficou historicamente associado à canção de intervenção portuguesa e que, na circunstância, surgem com uma forte abordagem rítmica que lhes confere frescura e modernidade.

Reconhecida em 2007 pela iniciativa “O Melhor da Europa” como a melhor jovem artista de “jazz” do continente europeu, Jacinta, que se distingue no contexto musical português pela impressionante intonação e comando vocal e pela emoção que transmite em palco, características às quais acresce um “swing” sólido e natural, iniciou o seu percurso artístico no estudo de música clássica em piano e composição.

Após algumas experiências enquanto cantora e instrumentista em projectos de áreas diversas, tendo mesmo liderado um grupo de “rock sinfónico”, Jacinta, que em 2001 foi distinguida com o prémio “Músico Revelação 2001” do programa “Cinco Minutos de Jazz” da RDP-Antena 1, dedicou-se em pleno ao mundo do “jazz”.Primeira artista portuguesa a ser editada pela prestigiada “Blue Note Records”, mudou-se em 1997 para Nova Iorque onde fez o Mestrado em Jazz Vocal pela “Manhattan School of Music”.

Para além de um intenso processo de formação que incluiu “workshops” com grandes nomes do “jazz” contemporâneo, Nova Iorque foi ainda palco das suas primeiras actuações profissionais.Em 2001, a convite do trompetista e produtor Laurent Filipe, Jacinta apresenta ao vivo o projecto “Tributo a Bessie Smith”, que, dois anos mais tarde, culmina na homónima edição discográfica galardoada com disco de ouro, feito nunca antes atingido na história do “jazz” português.

Após o êxito conquistado com o álbum de estreia e da aclamação pela crítica nacional, a cantora que foi apelidada de «grande vocalista do momento» e detentora de uma «voz forte e soberana» dedicou-se à descoberta de novas sonoridades e abordagens, que se materializaram nos projectos “Jacinta canta Monk” e “Jacinta canta Brasil”.

Em 2006, Jacinta assinalou uma nova etapa da sua carreira com o lançamento de “Day Dream”, álbum que inclui a interpretação de temas de compositores tão variados como Djavan, Cole Porter, Tom Jobim, Duke Ellington, Zeca Afonso, Martin e Monk.

Dagaboom o novo espectáculo do Casino Estoril


Pedro Osório estreia “Dagaboom”
em exclusivo no Casino Estoril


Concebido, em exclusivo, para o Salão Preto & Prata, o espectáculo “Dagaboom” constitui mais uma original proposta do Casino Estoril, que será apresentada a 21 de Maio.
“A música portuguesa é uma presença contínua neste espectáculo, que assegura, ainda, a fusão de estilos tão distintos como o jazz e o pop, passando pelas sonoridades, celtas, andaluzes, sul-americanas, indianas ou australianas”, explica o autor Pedro Osório.
Dagaboom é um grande espectáculo que reúne condições para ser um sucesso e transpor-se para fora de Portugal.

É muito intenso e dinâmico, proporcionando diferentes emoções aos espectadores.

Distingue-se pela sua estrutura ondulante, que alterna cenas de ritmo vibrante e de percussão com baladas e valsas, assegurando momentos de grande intimidade”, sublinha.


Com um notável conjunto de artistas que se juntam em palco, pela primeira vez, a Gala “Dagaboom” será protagonizada por nomes bem conhecidos do público, como Maria João, Rão Kyao e as suas flautas de cana ou os WOK - um grupo português de 11 percussionistas que utilizam instrumentos tradicionais portugueses.
No espaço cénico do Salão Preto & Prata, estarão, ainda, em evidência um tocador de Didgeridoo (um instrumento nativo dos aborígenes australianos), assim como dois tocadores de Cajon (instrumento de percussão de origem peruana).
“Dagaboom” concilia, de forma ímpar, um conjunto de sonoridades gravadas ao vivo com as sucessivas actuações protagonizadas por uma banda de cinco elementos, que acompanha, em palco, Maria João e Rão Kyao.

A direcção musical é da responsabilidade de Rui Filipe que conta, também, com a colaboração de Pedro Osório e Rão Kyao.
“Trata-se de um espectáculo em que elementos étnicos, portugueses e não só, intervêm com frequência, embora, por vezes, de modo quase imperceptível”, sublinha Pedro Osório.
Com um alinhamento minucioso, “Dagaboom” é, parcialmente, imprevisível, assegurando uma especial interacção com o público.

Exemplo disso, são as contagiantes ressonâncias dos bombos dos WOK que convidam a assistência a acompanhar os artistas.


No Salão Preto & Prata enquadram-se, então, diversas disciplinas de palco, como são os casos da representação, da música ou da dança, sendo esta protagonizada por um conjunto de 16 bailarinas.

De facto, Marco De Camilis concebeu uma inovadora coreografia que se adapta aos diferentes ritmos do espectáculo.

As reservas podem ser efectuadas:
- Casino Estoril através do telefone 214 667 700, Fax 214 667 965,

Sons do Egipto no Museu do Oriente



Musicians of the Nile
Sons egípcios animam
Museu do Oriente



O Museu do Oriente apresenta o concerto dos Musicians of the Nile, o primeiro grupo de música árabe a conseguir uma popularidade além fronteiras, no dia 24 de Maio, sábado, às 21h30, no Auditório.
Este grupo, cujo talento inclui algumas das grandes figuras da tradição do Alto Egipto, foi descoberto, em 1975, por Alain Weber, seu director artístico desde então.
A sua música, fruto de um popular e ancestral legado cigano, remonta à época faraónica e permanece, até aos nossos dias, como uma das formas de expressão mais prezada no Egipto.
Imitado com muita frequência e até plagiado, o grupo acompanha, desde a sua formação, as correntes paralelas da música.
Originário dos mais recônditos lugares do Alto Egipto, o grupo percorreu toda a Europa nos últimos 20 anos.


Musicians of the Nile (Egipto)


Youssef Moubarek – voz
Hassane Yousef – voz e Rebab
Mohamammed Ibrahim – derbouka
Atta Mohamed – mizmar e arghul
Abdellatif Atta – tabla baladi
Mourad Migally – rebabe, voz e flauta
Kinawi Bikhit – mizmar
Bikhit Kinawy – mizmar

Marionetas Japonesas no Museu do Oriente



Conferência sobre marionetas chinesas



O Museu do Oriente apresenta, no âmbito do FIMFA Lx8, a conferência/ demonstração “Quanzhou: A tradição das marionetas de fios chinesas”, no dia 22 de Maio, quinta-feira, às 15h00, no Auditório, com entrada gratuita.

Wang Jingxian, director artístico da Quanzhou Marionette Troupe, e alguns dos seus elementos, abordam diversos aspectos da emblemática tradição das marionetas de fios de Quanzhou, o seu percurso artístico, a construção, aprendizagem e manipulação, e o seu contexto e importância no panorama chinês da arte das marionetas.

Para trabalhar as marionetas, o manipulador tem de saber cantar, dançar e mover-se de forma sincronizada com a personagem, o que requer uma longa prática e formação profissional.

Vinte e cinco anos de estudo e aperfeiçoamento são, geralmente, os necessários para se poder manipular os 30 fios.

30 minutos novo programa da RTP


Em 30 minutos, 3 histórias de vida




Esta semana, a RTP revela o concretizar do sonho para uma jovem portuguesa.

Natércia Pintor procurou trabalho para conseguir financiar aulas de canto.

À hora a que o programa irá esta 3ª feira à noite para o ar estará a gravar o seu primeiro CD, em Los Angeles, com um dos mais famosos produtores norte-americanos.

Os repórteres da RTP desvendam também, pela primeira vez, a notável energia de vida que Mafalda Ribeiro aplica em tudo o que faz, mesmo que nunca tenha conseguido andar e mesmo que os médicos olhassem com reserva as suas probabilidades naturais.

E partilhamos a nova vida d'"O Maestro": Rui Costa, de fato e gravata, no primeiro dia após o fim da sua carreira como jogador.

"30 minutos" é um programa semanal de reportagem, à 3ª feira, após o Telejornal, na RTP1.

Pedro Moutinho recebe prémio


PEDRO MOUTINHO VENCE

PRÉMIO AMÁLIA RODRIGUES 2008


Pedro Moutinho recebe na próxima 4ª feira, dia 21 de Maio o Prémio Amália Rodrigues 2008 na categoria de Melhor Álbum.

Este galardão é-lhe atribuido numa Gala a realizar no Centro Cultural Olga Cadaval onde o cantor irá interpretar alguns fados do seu reportório.

"Encontro", o álbum premiado pelo juri, é o segundo e o mais recente da carreira de Pedro Moutinho.

É um disco que cruza o tradicional com o moderno e onde as letras pertencem a grandes autores portugueses como Fernando Pessoa, Manuel Alegre ou António Lobo Antunes.

Pedro Moutinho está neste momento a preparar oo seu 3º álbum que será editado no primeiro trimestre de 2009.

MAU com novo album


alkanta festival de Maio a Junho


ALKANTARA FESTIVAL




alkantara festival irá decorrer entre 22 de Maio e 8 de Junho e é um dos maiores festivais de dança e teatro em Portugal: em 17 dias apresentamos 26 espectáculos, em 78 sessões de artistas vindos de 18 países – Portugal, Austrália, Índia, Turquia, Nova Zelândia, República Democrática do Congo, Bélgica, Reino Unido, Suíça, EUA, Alemanha, Argentina, República Checa, Brasil, Líbano, França, Argélia e Colómbia – em 17 teatros e espaços em Lisboa – Auditório Carlos Paredes, Castelo de São Jorge, Centro Cultural de Belém, Culturgest, Espaço Alkantara, Espaço Land, Hospital Miguel Bombarda, Museu da Electricidade/Central Tejo, Museu do Oriente, Palácio Nacional da Ajuda, Maria Matos Teatro Municipal, São Luiz Teatro Municipal, Politécnica, Teatro Meridional.


Comprovando o renome internacional do festival mais de 40 programadores de teatros e festivais internacionais já confirmaram a sua vinda a Lisboa para assistir aos espectáculos do festival.

Secção de cordas da AAC apresenta-se no Café Santa Cruz

Grupo de Cordas
da Secção de Fado da AAC
20 de Maio às 21h45
Café Santa Cruz em Coimbra www.cafesantacruz.com

domingo, 18 de maio de 2008

Klepht ao vivo na FNAC Forum Coimbra

Klepht
"Klepht"
21 de Maio às 22H00
FNAC Forum Coimbra


Os Klepht nasceram em Lisboa e são formados por Diogo Dias (voz, guitarra e piano), Filipe Contente (baixo), Marco Sousa (guitarra), Francisco Duarte (guitarra) e Marco Reis (bateria). O som da banda reflecte influências de nomes como Dave Matthews Band e Pearl Jam. O álbum homónimo aposta num rock melódico cantado em português, como comprova o tema Por Uma Noite, tocado com bastante regularidade nas rádios nacionais.

Informações
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03
Horário da Loja: 10h-24hE-mail:
fnac.coimbra@fnac.pt

Optimus Alive!08- Música e Ciência



10 CIENTISTAS
10, 11 E 12 DE JULHO



Pela primeira vez, em Portugal, um festival de música e a investigação científica, estabelecem uma parceria com vista à realização de acções que pretendem aproximar a ciência da sociedade.Do lado da música está o Optimus Alive!08, o Maior Evento de Música e Arte do ano, que na segunda edição conta com artistas de luxo como Rage Against The Machine, Bob Dylan e Neil Young.

A investigação científica aparece com a garantia de qualidade do Instituto Gulbenkian de Ciência, que acolhe cerca de 300 investigadores, divididos por 32 grupos de investigação.
No recinto do Optimus Alive!08, durante os dias 10, 11 e 12 de Julho, vão estar presentes 10 cientistas do Instituto Gulbenkian de Ciência, disponíveis para responder a qualquer dúvida dos festivaleiros.

Para além da acção a decorrer no recinto, a Everything is New, em parceria com o Instituto Gulbenkian de Ciência, vai atribuir uma bolsa de estudo na área da biodiversidade, que visa apoiar um projecto de investigação de recém-licenciados.

Com a atribuição desta bolsa, o Optimus Alive!08 e o Instituto Gulbenkian de Ciência, pretendem incentivar a investigação numa área fundamental para o Planeta Terra e ajudar a promover a sua sustentabilidade.
ARTISTAS CONFIRMADOS PARA O OPTIMUS ALIVE!08:

10 Cientistas Ben Harper & The Innocent Criminals Bob Dylan Boys Noize Brodinski Busy P Cansei de Ser Sexy DJ Mehdi Donavon Frankenreiter Galactic featuring Lyrics Born and Boots Riley (of The Coup) Gogol Bordello Gossip Hercules & Love Affair John Butler Trio Krazy Baldhead MGMT MR Flash MSTRKRFT Neil Young Nouvelle Vague

Alkantara Festival começa a 22 de Maio


A 22 de Maio arranca o alkantara festival 2008 com o espectáculo de abertura Tempest II de Lemi Ponifasio (Nova Zelândia), às 21h00 no São Luiz Teatro Municipal.


Em 17 dias apresentamos em Lisboa 26 espectáculos, em 78 sessões de artistas vindos de Portugal, Austrália, Índia, Turquia, Nova Zelândia, República Democrática do Congo, Bélgica, Holanda, Grã-Bretanha, Suíça, EUA, Alemanha, Argentina, República Checa, Brasil, Líbano, França, Argélia e Colómbia, em 17 teatros e espaços em Lisboa (Auditório Carlos Paredes, Castelo de São Jorge, Centro Cultural de Belém, Culturgest, Espaço Alkantara, Espaço Land, Hospital Miguel Bombarda, Museu da Electricidade/Central Tejo, Museu do Oriente, Palácio Nacional da Ajuda, Maria Matos Teatro Municipal, São Luiz Teatro Municipal, Politécnica, Teatro Meriodional).

sábado, 17 de maio de 2008

Play no Casino Lisboa




PLAY



20 Maio a 1 Junho




Play é o mais recente projecto dos Kataklò, uma companhia italiana que arriscou, com sucesso, um espectáculo onde a poesia do teatro se aliam à disciplina da dança e das acrobacias desportivas.

Do grego "eu danço, dobrando-me e contorcendo-me", os Kataklò são formados por jovens atletas que em palco quebram a rígida disciplina desportiva, aplicando a sua mestria em coreografias inovadoras que aliam a dança e a ginástica com o teatro e a poesia.

Com cerca de uma década de existência, os Kataklò têm Giulia Staccioli como fundadora. Ex-campeã olímpica de ginástica rítmica, Giulia Staccioli participou em diversas competições internacionais, onde se destacam as participações nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (1984) e de Seoul (1988).

No final da sua carreira de atleta, integrou a Companhia Momix onde confirmou a potencialidade da aliança entre o seu treino como ginasta e a sua paixão pela dança.


A mistura de disciplinas, à partida tão díspares e incompatíveis, originou Indiscipline (1996), o primeiro espectáculo, com Giulia a assinar a direcção artística.
O sucesso foi grande, dando à companhia uma imensa visibilidade internacional.

Desde então, os Kataklò já correram o mundo apresentando os seus espectáculos, bem como foram convidados para eventos como a Cerimónia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Turim (2006), as festas de Passagem de Ano de Hong-Kong, os JO de Sidney, o Festival Fringe de Edimburgo.
Pela primeira vez em Portugal, os Kataklò prometem transgredir as regras, evidenciar os lugares comuns, olhar para a realidade às avessas e animar tudo o que é inanimado.

Esta é a vocação de um grupo inovador e ousado que, acima de tudo, pretende conquistar um espaço para além das fronteiras habituais do teatro.

Ouse não perder! "Eles expressam a arte do movimento corporal de forma singular!", Close Up"Os bailarinos-atletas movem-se em estruturas metálicas: Play é um espectáculo fascinante", La Reppublica"Play mistura balé e ginástica com movimentos atléticos e acrobáticos.

Ou seja, é o encontro da dança com o desporto, tudo no mesmo palco."

Mostra de Pintura de Luis Athouguia no Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz



O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz
apresenta uma importante mostra de pintura de Luís Athouguia, intitulada Onirismo em Contramão.

Nas suas elaborações plásticas, Luís Athouguia utiliza diferentes formatos e, a partir daí, adapta umas formas que se vão criando e transformando em visões plenas de dinamismo, caos, serenidade, força, negação ou afirmação... segundo a direcção do núcleo inicial, sobrepondo e confrontando cores distintas, criando velaturas e zonas opacas, iluminando e sombreando, jogando, enfim, com o elemento plástico e com todos os seus efeitos, isto é, manifestando o duplo aspecto da liberdade e da dimensão espiritual da cor e da abstracção.

De certo modo as suas composições são estados de alma, ou por outro, paisagens de alma, sintetizando o real ao convertê-lo em linhas e planos, dois elementos essenciais que são suficientes para dizer tudo.


Ou, o que é o mesmo, optando pela representação do universal submetendo o detalhe ao conjunto e desterrando toda a particularidade individual, mas sem deixar, no entanto, de preservar nas suas pinturas o lirismo, o espírito expressivo do interior.
Luís Athouguia nasceu em Cascais. É diplomado pelo IADE, Instituto Superior de Design, em Lisboa.

Participou em relevantes exposições internacionais, Bienais de Arte e encontros de Arte Postal. Desde 1983 realizou mais de duas centenas de exposições de Pintura (55 individuais). Representado em museus, instituições e importantes colecções nacionais e estrangeiras. Foi distinguido com o Prémio Vespeira na Bienal do Montijo.

Museu do Oriente abre as portas noi Dia Internacional dos Museus


Dia Internacional dos Museus

ENTRADA GRATUITA

NO MUSEU DO ORIENTE

O Museu do Oriente volta a abrir as suas portas, gratuitamente, a 18 de Maio, domingo, para um conjunto de iniciativas que vão do teatro às visitas guiadas, passando pelos ateliês infantis, para celebrar o Dia Internacional dos Museus.

A representação da peça “Antes de Começar”, da autoria de Almada Negreiros, com produção do Grupo Crinabel Teatro, é uma das actividades programadas para este dia.

Influenciadas pela mestria de Almada Negreiros nas artes plásticas, as personagens de “Antes de Começar” são dois bonecos, que se vão descobrindo num exercício de estilo, que combina a fantasia do universo plástico com a simplicidade da narrativa, tornando profundamente clara a sua mensagem: é urgente comunicar.

Paralelamente, decorrem as oficinas destinadas ao público mais jovem: “Mascare-se quem puder!”, para crianças entre os 5 e 11 anos, explora as peças que integram a exposição temporária “Máscaras da Ásia”.

Depois de uma breve caracterização de um conjunto de deuses e heróis, os mais novos terão a oportunidade de escolher uma personagem e criar as suas próprias máscaras.

Destinado a um público adolescente, o ateliê “Educação Intercultural para Jovens”, tem por objectivo promover o debate de diferentes abordagens à problemática da aceitação e gestão das diferenças.

Os visitantes terão, ainda, a oportunidade de conhecer a exposição “A Caminho do Oriente”, com exibições dos projectos anuais desenvolvidos pelas escolas que aceitaram o desafio, promovido pelo Serviço Educativo do Museu do Oriente, há cerca de um ano, em torno do tema “A Viagem”, e de participar em visitas guiadas às exposições permanentes e temporária.

A exposição permanente, que engloba 1.400 peças alusivas à presença portuguesa na Ásia e 650 pertencentes à colecção Kwok On, agrupadas sob a temática “Deuses da Ásia”, está representada por obras das áreas da pintura, cerâmica, têxteis e outras artes decorativas.

A exposição temporária é inteiramente dedicada às “Máscaras da Ásia”.

Composta por mais de duas centenas de exemplares da Índia, Sri Lanka, Tailândia, Indonésia, China, Coreia e Japão, as máscaras apresentam-se em diversos materiais que vão desde a madeira ao papier mâché, passando pelo tecido e pelo metal.

Mais do que um museu, este espaço, único no país, apresenta-se como um centro cultural multidisciplinar, dotado de um Serviço Educativo e equipado com um Auditório, Centro de Reuniões, Centro de Documentação, Loja, Cafetaria e Restaurante.

Em Braga Termas Romanas evocam Dia Internacional dos Museus



TERMAS ROMANAS E FONTE DO ÍDOLO

EVOCAM DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS


A Câmara Municipal de Braga proporciona domingo (18 de Maio) o acesso gratuito aos espaços museológicos sob a sua tutela – Termas Romanas do Alto da Cividade e Fonte do Ídolo –, assim evocando o Dia Internacional dos Museus, que então se comemora.




O balneário público identificado como Termas Romanas do Alto da Cividade foi descoberto em 1977, tendo sido construído nos inícios do século II, juntamente com um teatro anexo, que se encontra em escavação.


Classificadas como monumento nacional, as termas inserem-se numa área arqueológica vedada e protegida, tendo sido alvo de musealização, que, domingo, pode ser visitada das 11h00 às 17h00.

A Fonte do Ídolo, com acesso pela Rua do Raio, é reconhecido como um santuário rupestre edificado nos inícios do século I em que se destaca uma figura com toga, com cerca de 1, 10 metros, segurando na mão um objecto que os especialistas admitem ser uma cornucópia.

De acordo com a arqueóloga Manuela Martins, estamos perante um local de grande relevância patrimonial e científica, quer pela sua originalidade, quer também pela informação que faculta acerca das divindades indígenas veneradas nos primórdios da Gallaecia meridional.

Apesar de ser dedicado a deuses autóctones, o santuário da Fonte do Ídolo possui um marcado estilo clássico – diz.

A Fonte do Ídolo pode ser visitada domingo das 11h00 às 17h00.

O Dia Internacional dos Museus decorre este ano sob o tema “Museus como agentes de mudança social e desenvolvimento”, uma proposta de reflexão sobre o seu papel social e ético na comunidade e uma sugestão de parcerias com as organizações e de promoção do diálogo sobre as questões sociais e culturais.

Exposições, visitas guiadas, concertos, peças de teatro, filmes, gastronomia, ateliês e outras actividades, são algumas das muitas propostas que os museus e palácios têm para oferecer neste dia.

O Brasil chega ao Palácio de Queluz


Modinhas e Lundus no Tempo da Corte
D. João VI - 200 Anos

Há 200 anos, pressionado pelas investidas de Napoleão Bonaparte, o Príncipe Regente D. João desferiu-lhe um golpe estratégico de grande envergadura ao transferir a Corte para sua colônia do Brasil: escapou ileso, salvaguardou a Coroa e mudou o eixo político do mundo de sua época, deixando os franceses, literalmente, a ver navios!

Era preciso aparelhar a nova sede do Reino e D. João não perdeu tempo.

A modorra colonial desapareceu e a vida acelerou o passo em todos os sentidos. Este exato momento histórico marcou uma extraordinária convergência de música e de músicos no Rio de Janeiro.

O Brasil contava com o insigne Padre José Maurício Nunes Garcia, sendo a mais importante referência musical no Brasil dessa época.

A ele vieram juntar-se duas figuras de projeção da música erudita, Marcos Portugal e Sigismund Neukomm.

Os recitais Modinhas e Lundus no Tempo da Corte retratam esse momento histórico, com peças representativas da época, e contarão com a participação dos sopranos Luiza Sawaya e Lúcia Lemos, do tenor Fernando Serafim, do flautista Nuno Ivo Cruz e do pianista Nicholas McNair.


17/Maio - 21h00 Palácio Nacional de Queluz

Entrada Franca


Museu da Imagem em Braga com nova exposição




Museu da Imagem -
17 Maio > 29 Junho 2008


O Museu da Imagem, em Braga, inaugura a 17 de Maio (18h00) a exposição de fotografia “Vislumbres”, de Manuel Nunes de Almeida, mostra inédita realizada nos anos de 1960 com uma estética completamente fora de época, através de imagens a cor com interessantes e criativos jogos lumínicos.

De acordo com o texto do catálogo, as imagens em causa constituem uma oportunidade para, pela primeira vez, travar conhecimento com uma obra que possui «uma característica peculiar»: «apesar de já terem mais de quatro décadas, o seu autor quis, deliberadamente, mantê-las no anonimato absoluto até aos nossos dias».

E é com um imenso contentamento que agora as vemos expostas – subscreve o autor, Fernando José Pereira –, pois a continuidade desse secretismo não permitiria o seu desvendar.

Devemos, por isso e antes de mais, estar gratos ao autor por ter permitido a sua divulgação, autor que, embora contrariado e, sobretudo, desconfiado, acedeu e colaborou em pleno na preparação da exposição.

As fotografias em causa, todas feitas durante a década de sessenta, mostram «vivências privadas de um tempo que não deixou saudades», sendo fruto «de um investimento conceptual numa área aparentemente exterior aos interesses do autor».

Arquitecto de formação, — possui uma obra, também ela rara, mas de elevada qualidade e que permite uma visão das possibilidades de acerto com o seu tempo, isto é, com a arquitectura modernista, num país obstinado em manter um fechamento nos nossos dias, por vezes, demasiado esquecido — modernista por convicção, Fernando José Pereira transferiu para as suas obras arquitectónicas a austeridade formal e cromática que lhe está intimamente associada.

«Um dos seus autores de referência, Adolf Loos, lançava, nos anos vinte, o alerta: ornamento é crime!

É por isso, desde logo, sinónimo de um investimento experimental intenso a sua opção fotográfica pela cor», lembra este especialista em fotografia.

A fotografia a cor – recorda ainda – impôs-se tardiamente em Portugal, praticamente só na década de oitenta, o que acrescenta importância a esta mostra: «a partir de agora, sabemos que na década de sessenta, na solidão de um atelier, se estavam a produzir estimulantes experimentações artísticas “avant la lettre”.

«As fotografias de Manuel Nunes de Almeida são muito mais que simples imagens.


Elas são, sobretudo, o resultado de uma intensa experimentação conceptual e cromática, que, não nos parece ser exagero, se afasta da prática fotográfica para se introduzir declaradamente no universo (ao tempo) recém-expandido das artes plásticas», faz questão de sublinhar Fernando José Pereira.


As fotografias que dão corpo a “Vislumbres” dividem-se em três núcleos fundamentais: a abstracção pura; a encenação de pequenas estórias com bonecos de pequeníssimo formato; e a construção de imagens de um forte pendor plástico, também elas com bonecos agora de dimensão superior.
No primeiro dos momentos estamos perante imagens que se colocam como construções mentais em torno da ideia plástica de abstracção, não tirando partido, deliberadamente, dos pequenos truques que a tecnologia fotográfica amplamente nos fez chegar para tentar alcançar os mesmos objectivos.

Aqui o que se encontra é o pleno domínio da composição em todos os seus níveis e uma situação de claro paralelismo, já não com a fotografia, mas com os desenvolvimentos mais recentes (da altura) das artes plásticas e da pintura em particular.
No segundo núcleo a atenção vira-se para a metaforização do quotidiano.
Cenas da banalidade do dia-a-dia, contudo, aqui tratadas com uma imensa sensibilidade e aproximação, que as retira decisivamente da observação diletante tantas vezes presente nestas circunstâncias.

Por fim, uma chamada de atenção para a carga poética das composições apresentadas no terceiro e último núcleo: a intencionalidade plástica é aqui o vínculo mais forte.

Toda a construção das imagens se encontra condicionada por esse factor decisivo — espécie de pinturas transfiguradas em fotografias.

Estas constituem-se como configurações mentais, que o são, de pleno direito, e adquirem a identidade, à data tão longínqua, de obras de arte.

As fotografias de Manuel Nunes de Almeida – conclui o seu apresentador para esta mostra inédita – não são imagens de fotógrafo, são sobretudo obras de um artista.

Manuel Nunes de Almeida nasceu no Porto em 1924, onde vive e trabalha.
Concluiu o curso de Arquitectura na Escola Superior de Belas Artes do Porto em 1953 com a classificação de 19 valores.
Como membro do corpo técnico da EDP, projectou vários equipamentos de grande importância arquitectónica, sendo de salientar a igreja e as casas do pessoal dirigente em Picote.
Entre 1990 e 1996 foi assessor da Fundação de Serralves para a selecção de obras para o futuro Museu de Arte Contemporânea.
“Vislumbres” vai estar patente ao público no Museu da Imagem até 29 de Junho, tem acesso livre e pode ser visitada de terça a sexta-feira (11h00/19h00) e aos sábados e domingos (14h30/18h00).

Vila Franca de Xira comemora Dia Internacional dos Museus



Museu do Neo-Realismo assinala

Noite dos Museus
e Dia Internacional dos Museus

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, através do Museu do Neo-realismo,
associa-se, dias 17 e 18 de Maio, às comemorações do Dia Internacional dos Museus (onde se inclui a ‘Noite dos Museus’), que se assinala oficialmente a 18 de Maio.
Estas celebrações foram instituídas pelo Conselho Internacional de Museus (ICOM), com o objectivo de sensibilizar o público para o importante papel dos museus na sociedade.

O tema proposto para 2008 é “Museus como Agentes de Mudança Social e Desenvolvimento".
Neste âmbito, o Museu do Neo-Realismo apresenta o seguinte Programa:

 Sábado - 17 de Maio – “Noite dos Museus”
17.30 Horas – Oficina de Expressão Plástica “Um Pomar a Descobrir” – Para crianças
dos 2 aos 4 e dos 5 aos 7 anos, pintura com pigmentos naturais (especiarias)
(Actividade sujeita a marcação prévia junto do MNR)
21.30 Horas – Actuação do Coro “Notas Soltas” no Atrium do MNR
22.00 Horas – Visita guiada ao Museu no Neo-Realismo, por David Santos
(Coordenador do MNR)

 Domingo - 18 de Maio – “Dia Internacional dos Museus”
15.00 Horas - Visita guiada ao Museu no Neo-Realismo, por David Santos

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Hoje na RTP2






Sábado na RTP2


21:00H – DIGA LÁ EXCELÊNCIA
O convidado do Diga Lá Excelência desta semana é o Dr. Mega Ferreira.


22:40h – NOS PASSOS DE MAGALHÃES

(2º programa)



Gonçalo Cadilhe segue a vida e as viagens de Fernão de Magalhães, o maior navegador português da História da Humanidade.

Ao longo de sete meses, percorrendo 15 países e atravessando três oceanos, Gonçalo Cadilhe seguiu a vida e as viagens de Fernão de Magalhães, o maior navegador português da História da Humanidade.


Neste Programa:

Em 1505, o jovem anónimo soldado Fernão de Magalhães embarca na armada que inaugura a pretensão de erguer um império português no Índico.

O nome de Magalhães sai do anonimato na conquista e colonização de algumas cidades da costa oriental africana. E nós vamos conhecê-las.


23:30h – Em SALA 2 – Morte em Veneza

(DEATH IN VENICE)

A história trágica de um homem obcecado com a beleza perfeita.
O compositor Gustav Ashenbach (Dirk Bogarde), de férias no estrangeiro parece um homem reservado e civilizado.

Mas o encontro inesperado com alguém de rara beleza vai inspirá-lo a entregar-se a uma paixão oculta que pressagia um trágico destino.
O realizador Luchino Visconti transforma a obra clássica de Thomas Mann num filme de rara beleza.
Morte em Veneza, filme enriquecido pela magnífica música de Gustav Mahler e pela inesquecível interpretação de Dirk Bogarde, foi reconhecido como um dos melhores do genial realizador, obtendo o Grande Prémio do 25º Aniversário de Cannes.

Origem: Itália – 1971

Realização: Luchino Visconti



Com: Dirk Bogarde, Romolo Valli, Mark Burns, Nora Ricci