quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Espectáculo de reabertura do Theatro Circo

Tendo por nobre missão a evocação do primeiro ano de actividade após a sua reabertura em 2006, o Theatro Circo propõe para 27 de Outubro pelas 21h30 a solene actuação da Companhia Nacional de Bailado, que, na circunstância, apresenta o seu “Programa de Primavera".

Assim, no ano em que também se assinalam os trinta anos de actividade da entidade que tão excelentemente tem contribuído para a qualidade do panorama artístico nacional, a Companhia Nacional de Bailado traz a Braga as performances “Passo Contíguo”, de Mauro Bigonzetti, “The Vertiginous Thrill of Exactitude”, de William Forsythe, “Treze Gestos de Um Corpo”, de Olga Roriz, e “Dualidade”, de Gagik Ismailian.

Definido pelo próprio coreógrafo como «um bailado muito corporal», “Passo Contínuo” surge da inspiração nas vivências profissionais, artísticas e da vida em geral, expressas através das experiências e emoções do corpo que, sem a pretensão de relatar algo, constitui apenas uma expressão de encontro e colisão, fusão e separação.


No âmbito musical, Mauro Bigonzetti escolheu uma obra original de Antongiulio Galeandro constituída por improvisações sobre composições de Johann Sebastian Bach.

Revestida de todos os elementos tradicionais da dança clássica – tutus, sapatilhas de ponta, virtuosismo, lirismo e uma agradável formalidade na relação entre os sexos – “The Vertiginous Thrill of Exactitude”, de William Forsythe, proporciona um perfeito enquadramento na actualidade, que se traduz, segundo Roslyn Sulcas, «na manifesta celebração da capacidade dos bailarinos em converterem a dificuldade técnica num triunfo de mestria física, e na sua patente personificação de toda uma tradição na dança».

Inspirada no último andamento da Sinfonia n.º 9 de Franz Schubert, a performance concebida pelo coreógrafo nova-iorquino distingue-se ainda pela capacidade única de ilustrar o modo como Forsythe concebe o vocabulário balético, parte de um leque de possibilidades coreográficas, aqui destiladas até à sua forma mais pura e brilhante.

Com música de António Emiliano, “Treze Gestos de um Corpo”, de Olga Roriz desenvolve-se a partir do reflexo de uma pessoa em frente de dois espelhos paralelos que formam uma multiplicação de imagens até ao infinito. Contudo, cada um desses espelhos reflecte imagens diferentes, como se em cada um houvesse uma evolução, uma transformação do movimento ou a continuação do gesto anterior.

Numa tentativa de traduzir para palavras a essência da sua coreografia, Olga Roriz recorre a um excerto de “L’Oeuvre au Noir” de Marguerite Yourcenar que fala das qualidades de uma substância vista em sonhos. «A ligeireza, a impalpabilidade, a incoerência, a liberdade total em relação ao tempo, a mobilidade das formas da pessoa que faz com que cada uma sejam várias e que todas sejam reduzidas a uma, o sentimento quase platónico da reminiscência, o sentido quase insuportável de uma necessidade» são as sensações que a novelista francesa descreve e que encontram paralelo nos movimentos idealizados por Olga Roriz.


Concebida por Gagik Ismailian, “Dualidade” desenvolve-se nos sons de Henry Torque, Serge Houppin e Wim Mertens e em extractos de canções da diva Amália Rodrigues, que acompanham uma coreografia materializada numa confrontação e emancipação entre os dois sexos, um duelo em torno da ideia de confrontar e deliciosamente esperar pela reacção do adversário.

Única companhia de dança nacional vocacionada para reportórios clássicos, românticos e contemporâneos, a Companhia Nacional Bailado, que se encontra em plena digressão nacional, regressa também este ano aos palcos internacionais com passagens por Espanha, Macedónia, Alemanha, Tailândia e Singapura.

Criada em 1977 para cumprir o serviço público de apresentar, regularmente e em todo o território nacional, o conjunto das obras do património coreográfico clássico e romântico, a Companhia Nacional de Bailado começou por estrear nesse mesmo ano os bailados “Lago dos Cisnes”, “Canto de Amor e Morte”, “O Quebra-Nozes”, “Suite Medieval” e “D. Quixote”.

Actualmente empenhada em imprimir uma nova dinâmica de apresentação dos bailados em território nacional, renovar o elenco e proceder a um alargamento do âmbito do reportório e da impressão no tecido artístico internacional, a Companhia Nacional de Bailado destaca-se ainda pelas colaborações regulares com a Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, ou o Quarteto de Piano de Amesterdão.

MAYUMANA actuam no CCB



Depois de duas digressões realizadas em Portugal, em 2001 e 2003, os Mayumana regressam finalmente a Lisboa com a sua criatividade única, novos números e momentos surpreendentes.
O grupo foi fundado em 1996 por dois percussionistas, Eylon Nuphar e Boaz Berman, com o objectivo de criar um espectáculo rítmico no qual pudessem combinar elementos provenientes das mais variadas artes. Sendo constituído actualmente por membros de diferentes culturas e geografias, o grupo Mayumana procura transformar cada pessoa numa performance e cada indivíduo num grupo, preservando, ao mesmo tempo, a contribuição criativa de cada elemento na concretização do espectáculo.
O resultado é um evento único, uma combinação perfeita entre a música feita com elementos do quotidiano, vibrações empolgantes, diversão e a dança. Em definitivo, um espectáculo total, para todos os públicos que gostam verdadeiramente de humor e ritmo.

25 A 28 OUTUBRO NO GRANDE AUDITÓRIO DO CCB

25 E 26 OUT. ÀS 21:00


27 OUT. ÀS 16:30 E 21:00


28 OUT. ÀS 16:30

CARLOS DO CARMO EM SESIMBRA


Após uma curta ausência da cena musical, por motivos de saúde já ultrapassados, Carlos do Carmo volta aos palcos. A pequena intervenção cirúrgica a que foi submetido não veio comprometer o espectáculo agendado para o próximo Sábado, dia 27 de Outubro. Neste momento encontra-se perfeitamente restabelecido.

Carlos do Carmo irá estar presente no renovado Cine-Teatro João Mota, em Sesimbra, para celebração da nova programação. O auditório, fechado desde 1995 por "falta de condições", abriu as portas no passado dia 14 de Abril oferecendo à população da localidade uma programação diversificada, havendo grande ênfase na produção de espectáculos musicais.

O espectáculo está previsto para as 21:30.

Mundo Cão ao vivo em Portalegre


Pedro Laginha, actor, colaborara já com os Mão Morta de Miguel Pedro e Vasco Vaz, no clip de "Cão da Morte" e posteriormente em alguns temas do último álbum dos mesmos ("Gumes" com Adolfo Luxúria Canibal, e coros em "Estilo" e "Vertigem"). Dessas, muito positivas colaborações, sobressaía a disposição de se fazer "algo mais"...

O esboço dos Mundo Cão nascia por esta altura.

O projecto, a banda, o grupo, soa muito simplesmente a … rock (dito de forma abrangente e descomplexada sem a procura de rótulos tão em voga hoje em dia).

Eles são caras conhecidas e reconhecidas por quem gosta de boa música (e não só): na voz, Pedro Laginha, na bateria, Miguel Pedro, nas guitarras, Vasco Vaz e Gonçalo (aka Budda), no baixo, Nuno Canoche.

Contando com a preciosa ajuda do "Joker" Adolfo Luxúria Canibal, como autor de todas as letras, os Mundo Cão lançaram em 2007 o primeiro álbum, com o título de "Mundo Cão", do qual se destacam os dois singles, o recente "Caixa da Razão", e o anterior "Morfina".


Os Mundo Cão, vão estar no Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre, no dia 26 de Outubro pelas 23 horas no Espaço Café - Concerto.

Ala dos Namorados no Casino Lisboa


Ala dos Namorados apresenta novo álbum
em concerto no Casino Lisboa


Com a tecnologia Bluetooth interactiva no Arena Lounge, a Ala dos Namorados protagoniza o segundo “Concerto Arena Live 2007”, na próxima Segunda-Feira, pelas 22 e 30.
A voz inconfundível de Nuno Guerreiro apresenta os melhores temas do novo álbum “Mentiroso Normal”, não esquecendo outros “clássicos” do repertório do grupo.
Numa original iniciativa, o Casino Lisboa convida os seus visitantes a experimentar um novo teste de comunicação via Bluetooth, oferecendo, por telemóvel, um conjunto de biografias e de fotos da Ala dos Namorados, assim como do próprio programa de concertos, que se prolonga até ao final do ano.
Em estreia absoluta no Casino Lisboa, a Ala dos Namorados propõe uma noite dedicada à música portuguesa, interpretando as melhores canções de originais de “Mentiroso Normal”. Concluído no final de 2006, este aguardado processo criativo contou com a colaboração de João Martins e Rui Guerreiro.
Com produção de Manuel Paulo, “Mentiroso Normal” é o primeiro CD concebido pela Ala dos Namorados, após a saída de João Gil, uma das principais referências do percurso musical da banda. Este álbum assinala, ainda, a estreia como compositor de Nuno Guerreiro, que escreve a letra da canção “Voltas (do meu destino)”.
Registo, bem conhecido, da novela “Ilha dos Amores”, emitida pela TVI, “Caçador de Sois” foi o single escolhido paro o lançamento de “Mentiroso Normal”.
Aliás, o tema “Caçador de Sois” constitui um dos mais recentes êxitos da Ala dos Namorados, sendo presença assídua nas principais rádios nacionais.
As letras deste CD continuam a cargo de, João Monge, que conta com a parceria de Carlos Tê num dos temas do álbum. “Mentiroso Normal” reune doze faixas, entre as quais se destacam, também, “Sem Vintém”, “Espaço Reservado”, “Voltar a Ser”, “Matas-me”, “Samba do Crime”, “Treze Anos, Nove Meses” ou “Passagem”.
Desde 1994, a Ala dos Namorados editou sete álbuns, revelando uma inesgotável criatividade, através de canções como “Razão de Ser”, “Ao Sul”, “Solta-se o Beijo”, “Zé Passarinho” ou “Loucos de Lisboa”, “Como Seria” ou “Café Paraíso”.

Noite Wenceslau no Teatro Municipal de S.Luis



NOITE WENCESLAU
29 OUT
SEGUNDA ÀS 22H00
JARDIM DE INVERNO
ENTRADA LIVRE


António Jorge Gonçalves e Rui Zink apresentam o seu trabalho de pesquisa criativa efectuado na viagem no Japão em 2005 (na qual foram bolseiros da Fundação Oriente), por ocasião da publicação do romance gráfico REI.
Tendo como guia Wenceslau de Moraes, o conhecido orientalista português, a noite será de palavras, imagens e música sobre a cultura japonesa e suas várias declinações, em particular a forma ocidental de nos debruçarmos sobre ela.

Defesa do Ambiente pela Estoril Sol


Estoril Sol transforma materiais não recicláveis
em acessórios de moda exclusivos


Numa inovadora iniciativa de protecção do ambiente, a Estoril Sol adoptou um programa que visa transformar os materiais não recicláveis das suas campanhas publicitárias em acessórios de moda.
São peças únicas concebidas, nomeadamente, através do riquíssimo espólio de espectáculos do Casino Estoril e Casino Lisboa.
A partir das telas publicitárias utilizadas nos espaços dos seus casinos, a Estoril Sol solicitou os serviços de uma empresa especializada para conciliar a reciclagem com o design de acessórios, criando modelos exclusivos de malas, sacos e carteiras.
De facto, com uma significativa aposta na publicidade exterior e de grandes formatos, a Estoril Sol atribui um final adequado a materiais altamente poluentes, como são os plásticos de alta resistência (PVC).
Com este original programa de alcance social, a Estoril Sol resolve, assim, um problema ético em termos ambientais difícil de equacionar, concebendo, paralelamente, um diversificado conjunto de ofertas institucionais.

Celeste Rodrigues homenageada no Museu do Fado

A fadista Celeste Rodrigues é homenageada sexta-feira no Museu do Fado, em Lisboa, pelos Amigos do Fado que lhe reconhecem "a voz bonita, capacidade interpretativa e a regularidade de uma carreira".

"A Celeste Rodrigues, com uma carreira de mais de 50 anos, está a cantar melhor do que alguma vez cantou, com uma voz muito bonita e uma capacidade interpretativa extraordinária", afirmou à Lusa Julieta Estrela de Castro, presidente da Associação Portuguesa dos Amigos do Fado (APAF).
A homenagem decorrerá no auditório do Museu ao final da tarde e nela participarão os fadistas Vítor Duarte Marceneiro e Argentina Santos, que serão acompanhados por Luís Ribeiro (guitarra portuguesa) e Jaime Martins (viola).

A fadista Celeste Rodrigues, 84 anos, em declarações à Lusa, afirmou: "não sei se mereço, mas é uma simpática homenagem".

À associação liga-lhe "a amizade de mais de 40 anos de um dos seus fundadores, Luís de Castro. "Gostam e amam o fado e isso é suficiente, porque é muito importante" - salientou.

A fadista reconhece que a sua timidez e humildade naturais a levam "a ficar sem jeito nestas coisas", até porque gosta pouco de falar de si própria.

"O meu sonho não era ser artista, gostava imenso de cantar no meio dos fadistas, não em público, mas aconteceu", disse.

Aconteceu em 1945 quando o empresário de espectáculos José Miguel a ouviu cantar "numa roda de amigos" e a contratou imediatamente para o Café Casablanca, em Lisboa (actual Teatro ABC).

Desde então não tem parado, tendo pisado os mais variados palcos nacionais e internacionais, além de uma presença constante nas casas de fado, designadamente A Viela, Parreirinha de Alfama, O Embuçado, Bacalhau de Molho e Casa de Linhares.

"O público tem sido muito bom para mim, não me posso queixar", afirmou.

Com um novo álbum, editado ainda só na Holanda, Celeste Rodrigues afirmou que viveu "momentos muitos felizes" recentemente no espectáculo "Cabelo branco é saudade" de Ricardo Pais com o qual percorreu vários palcos nacionais e europeus.
"Tivemos muito êxito, não o digo por mim, mas por todos", sublinhou.

Quanto ao novo CD, escolheu vários poetas contemporâneos como Hélder Moutinho de quem gravou três poemas e afirma "gostar muito da forma como escreve", ou Tiago Torres da Silva, para músicas tradicionais de fado, e algumas originais.

"Gravei também um fado do Jorge Fernando, música e letra, de que gosto muito, 'Ouvi dizer que me esqueceste', e um do José Luís Gordo, que canto há muito tempo e é lindíssimo, 'O meu nome baila no vento'", afirmou.

"Para mim é muito importante o poema, e depois oiço o trinar das guitarras e acontece, mais não sei dizer, até porque não percebo nada de fado, o fado é para se sentir", sentenciou.
Daí “a grande característica de Celeste, a sua entrega em cada fado que canta”, rematou Julieta Estrela de Castro.

Para a criadora de "A lenda das algas" (Laierte Neves/Jaime Mendes), entre outros êxitos como "Saudade vai-te embora" (Júlio de Sousa), "o fado não pode acabar e ao lado da guitarra e da palavra saudade é uma característica portuguesa".

Na sexta-feira a APAF celebra treze anos e após a cerimónia no Museu do Fado realiza-se uma tertúlia fadista no restaurante Fado Maior.
"Será o continuar do convívio, falando sobre fado e debatendo ideias", disse Julieta Estrela de Castro, que reivindica para a APAF "o pioneirismo nos debates e palestras sobre fado, muito antes de existir o Museu ou do fado estar tão em voga como actualmente".

Criada com o sentido de "divulgar e incentivar a investigação do fado como elemento característico da cultura portuguesa" a APAF tem uma colaboração "assídua e constante" com o Museu do Fado, de que é consultora.
Todavia, ressalvou Julieta Estrela de Castro, "o estatuto de consultora é relativizado muitas vezes".
A presidente da APAF gostava que "os portugueses conhecessem melhor o fado e não perdessem a memória dos grandes valores que o constituem".

Relativamente ao recém estreado filme "Fados", de Carlos Saura, Julieta Estrela considera que "Amália devia ter sido melhor tratada e não aparecer apenas a ensaiar um fado que ninguém reconhece".
Para a presidente da APAF "como filme, é agradável e proporciona bons momentos de espectáculo, mas defrauda o espectador do ponto de vista histórico e conceptual do fado".

A APAF prevê ainda "realizar outras iniciativas, não só no Museu do Fado como noutros espaços de Lisboa, como já aconteceu, designadamente no Teatro Taborda, Fonoteca e Videoteca".

Texto: Lusa

Latada de Engenheiria do Porto


terça-feira, 23 de outubro de 2007

Exposição do Corpo Humano termina amanhã


Amanhã, quarta-feira, dia 24 de Outubro, é a última oportunidade para visitar a exposição “O Corpo Humano como nunca o viu…”, que excepcionalmente, nestes últimos dias, encerra às 22 horas.

A previsão do total de visitantes fixa-se, agora, em mais de 160 mil, número que ultrapassa as expectativas mais optimistas.

A exposição “O Corpo Humano como nunca o viu…” – edição portuguesa de “Bodies – The Exhibition” - está organizada por 9 galerias temáticas - Esqueleto, Sistema Muscular, Sistema Nervoso, Sistema Respiratório, Sistema Digestivo, Sistema Urinário, Sistema Circulatório, Sistema Reprodutor e O Corpo Tratado.

Para obter mais informações sobre a exposição “O Corpo Humano como nunca o viu…” consulte o site http://www.ocorpohumano.net/.

O estudo da anatomia humana funcionou sempre sobre um princípio básico: Ver é Saber.

Este mesmo princípio levou as culturas egípcia, grega, romana e islâmica a uma compreensão cada vez mais científica da forma humana..

As dissecções públicas durante o Renascimento aumentaram este conhecimento, estabelecendo as bases para as nossas instituições médicas modernas e para esta exposição.Seguindo este princípio, a exposição O Corpo Humano como nunca o viu utiliza espécimes humanos reais para lhe oferecer um manual visual do seu próprio corpo.

Os espécimes nesta exposição foram tratados com a dignidade e respeito que merecem.

Os nossos corpos são de facto mais complexos e maravilhosos que todos os computadores que nos rodeiam hoje em dia.

Mas muitos de nós não sabem o que temos debaixo da pele – como o corpo funciona, do que necessita para sobreviver, o que o destrói, o que o reanima.

O Corpo Humano como nunca o viu, é uma tentativa de remediar este infeliz conjunto de circunstâncias. Aproveite o conhecimento obtido na Exposição, alargue-o e utilize-o para ser um participante informado nos seus cuidados de saúde.

Isto envolve mais que melhorar a dieta ou iniciar um programa de exercício há muito prometido. Envolve ser um parceiro do médico de forma a compreender aquilo de que necessita, juntamente com o seu corpo exclusivo, para sustentar uma vida preenchida e com recompensas.

Apresentação do primeiro album de Sandy Kilpatrik


"The Ballad of the Stark Miner" é o título do primeiro álbum a solo que Sandy Kilpatrick, uma das maiores promessas do género “alternative folk”, e o projecto “Pilgrims of Light” apresentam oficialmente a 26 de Outubro (22h30) no Theatro Circo, em Braga.

Às composições, guitarra e voz enigmática de Sandy Kilpatrick juntam-se, em palco, as performances de Zinha Barros (piano e voz), Eva Parmenter (concertina, flauta transversal e voz) e André Tentúgal (guitarras e voz), para interpretar temas que propõem ao ouvinte uma viagem para ambientes de um misticismo envolvente.

Reflexo da simplicidade poética e profunda do trabalho de Sandy, “The Ballad of the Stark Miner” resultou de um convite do realizador André Tentúgal para a execução de uma banda sonora para a curta-metragem “Finally I Am No-One”.

«Uma obra que, após concluída, não depende de ninguém para se afirmar, pela sua delapidada beleza e transparência», é a leitura que o escritor Valter Hugo Mãe faz de “The Ballad of the Stark Miner”, álbum que surge sete anos após a chegada do músico escocês a Portugal.

Natural de East Kilbride (Escócia), Sandy Kilpatrick iniciou o seu percurso artístico quando, ao longo dos seus estudos de Literatura Inglesa e Americana, na Universidade de Lancaster, formou, juntamente com um grupo de amigos, a banda “Sleepwalker”. Com um percurso que lhes veio a garantir o estatuto de banda de culto, o colectivo lançou em 2000 o single “Sleepwalking”, que conquistou o reconhecimento do público e da crítica.

Um ano mais tarde, Sandy muda-se para Portugal e, em 2003, sobe, pela primeira vez, aos palcos nacionais, concretamente em Braga, em colaboração com a banda “Wave Simulator” e membros do Coro da Universidade do Minho. À experiência, de que se destacam dois concertos no “Espaço Alternativo PT”, com lotação esgotada, sucede o lançamento e promoção, através de vários concertos, do EP “Am I Welcome Here”.

Em 2005, é a vez de “Incandescent Night Stories” ser apresentado ao público no Festival Tímpano, na Casa das Artes (Famalicão), evento em que Sandy dividiu o cartaz com nomes como “Anthony and the Johnsons”, Perry Blake e Micah P. Hinson, entre outros.

Castelo de São Jorge assinala data da tomada de Lisboa aos Mouros

A Egeac e o Castelo de São Jorge, apresentam, no dia 25 de Outubro, data em que se comemora a Tomada da Cidade de Lisboa, a animação histórica deste acontecimento. Às 10h00 e às 18h00, D. Afonso Henriques e o Alcaide Mouro contam o que “Aconteceu há 860 anos”. Às 19h00 Eduardo Ramos Ensemble Moçárabe conduz-nos, através da música de origem cristã, árabe e serfardita, até ao longínquo século XII.

Programa - "Aconteceu há 860 anos"

Castelo de São Jorge, 25 de Outubro

10h00 – Visita animada para o público escolar

18h00 – Visita animada para o público em geral

19h00 – Concerto de Eduardo Ramos Ensemble Moçárabe

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Gatoween no Santiago Alquimista


ENA PÁ 2000

NOITE DE GATOWEEN


Prezado concidadão: Se é o feliz possuidor de um rato ou de uma rata, enfim: se possui ratinhos, diga-lhes que se cuidem na próxima noite das bruxas!
O Mickey e a Minnie, o Super-rato e a namorada, ou apenas simpáticos casais de ratazanas de Lisboa terão que estar alerta e ter muito cuidado nos seus festejos de Ratoween!

Isto porque um bando de gatos pretos e sangrentos vai andar à solta ali para as bandas do castelo de S. Jorge, e não estamos a falar da lendária banda de Yé-yé.

São os felinos Ena Pá 2000 que organizam no Santiago Alquimista um tremenda noitada musical com o mote Festa dos Gatos (pretos e sangrentos)!
Gatos e gatinhas pelados a rigor serão brindados com poções revigorantes à base de sangue de ratinha menstruada, unhas de cabra, vodka da Transilvânia e outros ingredientes secretos...
Por isso, gatinhos e especialmente, gatinhas da capital, afiem as garras, afinem os miados e cofiem os bigodes, que vai haver farra, fumo, bebida – e muito sexo! Miau, miau! Apareçam! Venham assanhadas e pardos – fedorentos ou não! Que as ratas não se mascarem de bruxas, pois serão implacávelmente comidas!! Miaaau-renhaaau!

À procura de um novelista...


sábado, 20 de outubro de 2007

Entrevista com Glória Pires

Entrevista com Glória Pires




O hardmusica.com esteve com Glória Pires e colocou-lhe algumas questôes.

Na nossa frente está uma mulher simpática, sorridente sem o ar severo e fechdo que algumas vezes lhe temos visto, em representação.

Questionada sobre os trabalhos presentes na Mostra do Cinema Brasieiro Glória fala-nos da sua criação da personagem" Juliana " no "Primo Basílio ", uma interpretação extraordinária, diga-se de passagem, que lhe exigiu uma concentração tremenda e um enorme esforço físico. " Tudo ali é postura, nada é enchimento"

Falando dos outros filmes , duas d ivertidas comédias " A Partilha" uma peça de Miguel Falabella , já exibida em Portugal, e " Se eu fosse você" onde contracena, pela primeira vez com Tony Ramos, Glória fala-nos do enorme prazer que sentiu neste trabalho embora represente duas personagens totalmente diferentes.

Daniel Filho é o realizador destes três filmes. Trabalhar com ele, diz Glória Pires " é um sonho, porque ele é um doce."

Projectos para o futuro?

Todos na área cinematográfica, um no Brasil ( a continuação de " Se eu fosse você" por exigência do público brasileiro) e o outro em Paris.

Novelas para o próximo ano não parece que aconteçam.

Desejámos a Glória Pires a continuação de uma boa estadia e o maoir sucesso na sua carreira.

Baseado na obra de Stephen Sondheim, a peça Sweeney Todd o terrível barbeiro de Fleet Street, estará em cena até no teatro aberto até 31 de Dezembro.

A peça conta a história de um barbeiro, Sweeney Todd, que é injustamente acusado de um crime. Passa 15 anos nas galés, regressa a Londres, à procura da mulher e da filha Johanna, em busca da vingança dos que lhe destruíram a vida. Vingança essa que se manifesta em vários assassinatos macabros, que o tornaram conhecido como “o terrível barbeiro de Fleet Street”. Apresenta-se como um thriller musical, onde as surpresas na história e a acção, são constantes. A peça contém uma forte crítica social, aos excessos e violência, aliada a uma síntese invulgar de comédia e tragédia.

Conta com Mário Redondo e Ana Ester Neves, como Sweneey Todd e Sra. Lovett, nos principais papéis e também com a participação de Carla Simões (Johanna), Henrique Feist (Tobias), José Corvelo (Juiz Turpin), Marco Alves dos Santos (Anthony) e Silvia Felipe (Mendiga).

Ficha técnica

Libreto - HUGH WHEELER

Baseado numa peça de, CHRISTOPHER BOND

Versão - JOÃO LOURENÇO, JOSÉ FANHA, VERA SAN PAYO LEMOS

Dramaturgia - VERA SAN PAYO DE LEMOS
Encenação - JOÃO LOURENÇO
Direcção Musical - JOÃO PAULO SANTOS
Cenografia - JOCHEN FINKE
Figurinos - RENÉE HENDRIX
Coreografia - CARLOS PRADO
Desenho de Luz - JOÃO LOURENÇO, MELIM TEIXEIRA
Assistente de Encenação - MARTA DIAS
Assistente do Director Musical - FERNANDO FONTES

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Concertos Arena Live no Casino Lisboa


Os Coldcut abrem ciclo
de “Concertos Arena Live”
no Casino Lisboa


Os Coldcut abrem o ciclo de “Concertos Arena Live 2007”, no próximo dia 22 de Outubro, pelas 22 e 30.
Após o assinalável sucesso registado na sua primeira edição, o Casino Lisboa inaugura, assim, outra série de actuações, que se prolonga até ao final do ano.

São onze concertos protagonizados por um conjunto de artistas nacionais e estrangeiros, que prometem surpreender o público do Arena Lounge, nas noites de Segunda-Feira.
Com um original conceito de espectáculo, os Coldcut sobem ao palco do Auditório dos Oceanos, convidando o público do amplo espaço do Arena Lounge a ouvir as suas composições.
Reconhecida pelos seus registos inovadores, a dupla de produtores ingleses Jonathan More e Matt Black fundaram os Coldcut há cerca de duas décadas.

Pela primeira vez no Casino Lisboa, serão acompanhados por Raj Pannu (beats e scratch) e Juice Aleem (MC).
Em estreia absoluta em Portugal, os Coldcut apresentam no Arena Lounge um verdadeiro espectáculo audiovisual, intitulado “Journeys by VJ”. Matt Black cria, trata, processa e edita ao vivo mais de 1.000 samples de áudio e vídeo, revelando uma nova dimensão do que pode ser um live act.
Neste espectáculo estará em evidência um software concebido pelos próprios Coldcut – o V-Jamm – que permite comandar 16 videoclips diferentes a partir do teclado do computador, com perfeita sincronia áudio e vídeo.

Esta dupla britânica propõe, assim, uma diversificada sequência de sonoridades e imagens que não deixarão indiferentes os visitantes do Casino Lisboa.
Trata-se do “ReTurntablism” – o regresso da tecnologia “turntable” – pelas mãos de um dos seus principais protagonistas desde sempre, os Coldcut que celebram agora vinte anos de carreira como figuras de proa da cena electrónica internacional.
Aliás, os dois profissionais ingleses começaram a distinguir-se, em meados da década de oitenta, pelas produções e remisturas feitas para uma série de artistas dos mais diferentes quadrantes, do rock ao hip-hop, passando também pela electrónica.
Iniciaram-se, posteriormente, no meio radiofónico, numa estação de rádio pirata de nome Network-21 e, mais tarde, no popular programa "Solid Steel".

No final da década já eram conhecidos DJs em discotecas londrinas e o seu talento natural e visibilidade crescente impulsionam determinantemente a própria cultura DJ, que começa a emergir com maior força no início da década de 90.
Inconformados com o panorama da indústria musical, Jonathan More e Matt Black fundam, então, a sua própria editora independente, a conhecida Ninja Tune Records.

Com um espírito revolucionário no meio artístico, renovaram o interesse pelos discos de vinil, consagraram a actividade de DJ como uma profissão financeiramente atraente e dotaram-na de ideais estéticos muito próprios.
Com um versátil programa, os “Concertos Arena Live 2007” propõem diferentes conceitos e estilos musicais no amplo espaço vanguardista do Arena Lounge, o qual dispõe, aliás, de múltiplas soluções técnicas para originais actuações ao vivo.
Os concertos decorrem no Arena Lounge, às Segundas-Feiras, pelas 22 e 30, sendo a entrada livre.

Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

Casino Estoril com Bandas


Casino Estoril estreia bandas
nas noites de música ao vivo


Identificado pelo seu ambiente intimista, o Du Arte Lounge propõe um conjunto de novidades musicais, desde o início do mês de Outubro.
Com estreias, bem sucedidas, as bandas Magnólia, Blue Jeans e Vontade Própria já alcançaram um espaço próprio no Casino Estoril.
As noites de música ao vivo no Du Arte Lounge são protagonizadas, também, pela Orquestra Casino e Pedro Malagueta, Garden Quartet, Gonzaga Coutinho e Beladona Quartet.
Com versões próprias de numerosos êxitos, Joana França, explica: “os Magnólia distinguem-se pelos seus “covers”.

Apresentamos composições orquestrais concebidas por nós, sem descaracterizar os temas originais”.
O “soul” e o “funk” inspiram as actuações dos Magnólia, que revivem sucessos de nomes como Stevie Wonder, Alicia Keys, Lisa Stansfield ou Joss Tone.

No panorama nacional reinterpretam, por exemplo, Paulo, Gonzo, Rui Veloso, Susana Félix e Pedro Abrunhosa.
Num ciclo de espectáculos acústicos, Joana França divide o palco com Nuno Pires, nas teclas, Ciro Cruz, no contrabaixo, Tarot, na guitarra, e Miguel Casais, na bateria.
Os principais “clássicos” que marcaram as décadas de oitenta e noventa são a proposta dos “Vontade Própria”.

Pela primeira vez no Casino Estoril, este quarteto interpreta, ainda, registos mais contemporâneos.
Trata-se de um projecto acústico que reúne, em palco, Nuno Carrilha, Leander Souza, Hernâni Neves e Chico Fernandes, os quais asseguram momentos de grande cumplicidade com a assistência.
Formada em 1982, em Cascais, a banda “Blue Jeans” caracteriza-se pelo seu perfil revivalista. Com um início de carreira fulgurante, assinaram várias actuações em programas televisivos, alternando com outros espaços lisboetas.
A banda voltou a reunir-se em 2003, recuperando a atmosfera das suas actuações ao vivo. Com uma voz envolvente, Vicky Paes Martins é secundada por Mike Sergeant e José Pino, nas guitarras, Nuno Fernandes, no baixo, Domingos Silva, nos teclados e Vergilio Marujo, na bateria.
A música ao vivo renova-se todas as noites no Du Arte Lounge.

Os visitantes do Casino Estoril podem, assim, ouvir diferentes repertórios, entre as 21 horas e as duas e meia da madrugada. A entrada é livre.


- Segunda-Feira – Beladona Quartet
- Segunda-Feira, Quinta-Feira, Sábado e Domingo - Orquestra Casino
- De Quarta-Feira a Sexta-Feira – Gonzaga Coutinho
- De Terça-Feira a Sábado - Orquestra Casino acompanha o intérprete Pedro Malagueta
- De Terça-Feira a Domingo - Garden Quarteto
- Sexta-Feira e Sábado – Blue Jeans
- Segunda-Feira e Terça-Feira – Magnólia
- Domingo a Quarta-Feira – Vontade Própria

Exposição "Quatro Ventos, Sete Mares"

A EGEAC apresenta a exposição "Quatro Ventos, Sete Mares", entre os dias 20 de Outubro e 31 de Dezembro, no Padrão dos Descobrimentos. A mostra é composta por um espólio fotográfico que retrata as vivências do autor, Pedro Mota, com os povos e etnias dos países que visitou ao longo de 20 anos e coincide com o lançamento do livro do autor com o mesmo nome.

Pedro Mota é um viajante de longo curso e define-se a si próprio como um "contador de hitórias". Esta mostra é fruto de 35 viagens, por locais tão diferentes como a Rota da Seda, a Rota das Especiarias, o Pacífico Sul e a Papua, a Índia e Sri Lanka, o Alto Árctico e a Sibéria, o Tibete e a Mongólia Exterior, o refazer da expedição de Ivens e Capelo (mapa cor-de-rosa), o Sudão e Madagáscar, a Amazónia e a Patagónia, Timor e São Tomé, entre outros.

Os reflexos de luz captados pela objectiva de Pedro Mota estão repletos de harmonia e comunhão. Está lá o fulgor do brilho dos olhos que gera a arte e a poesia.

Nesta Exposição, a incidência de povos ou territórios com histórias convergentes resulta da união de influências entre as várias culturas, dando origem a uma permuta enriquecedora. Na opinião do autor, essas culturas funcionam como especiarias na cultura portuguesa, ou seja, como intensificadores de "sabor" da cultura lusa.

A necessidade de partir à aventura, de ir em busca de novos mundos para o seu próprio mundo, está impressa na profundidade das suas raízes, está entrelaçada na história desse povo de viajantes e navegadores, que é o povo Português.

Exposição: "Quatro Ventos, Sete Mares"

Padrão dos Descobrimentos

20 de Outubro a 31 de Dezembro

3ª a domingo das 10h00 às 19h00

Bugs Bunny on Ice no Campo Pequeno


CAMPO PEQUENO
1 a 11 Novembro

Crianças - preço único 12€


BUGS BUNNY ON ICE conta com a presença dos personagens Looney TunesTM numa alucinante viagem à volta do mundo em...80 minutos.

Baseado no best-seller de Júlio Verne, A Volta ao Mundo em 80 Dias, BUGS BUNNY ON ICE reúne os personagens Bugs Bunny, Tweety, Sylvester e Daffy Duck numa competição pelo 1º lugar duma corrida através dos 5 continentes.

Dos Estados Unidos ao México, do Brasil à Austrália, da China à Índia, passando por África, Rússia e França, os nossos amigos vão cruzar-se com outros personagens como Yosemite Sam, Speedy Gonzalez, Beep-Beep, Coiote...dando a conhecer diferentes culturas e deslumbrantes ambientes recriados por coloridos cenários e guarda-roupa.

Com direcção artística a cargo de Marc Forno, Bugs Bunny on Ice reúne mais de 30 dos melhores patinadores no gelo do mundo num espectáculo de elevada qualidade produzido pela Holiday On Ice, empresa especializada em espectáculos sobre o gelo há mais de 65 anos.


Personagens principais:


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BUGS BUNNY, um irreverente coelho, que adora comer cenouras enquanto enferniza a vida de todos aqueles com quem se cruza com as suas partidas malandras

- TWEETY, um inocente canário que, parecendo indefeso, é dotado de um grande senso de sobrevivência, estando sempre preparado para se defender das maquiavélicas investidas do gato Sylvester


- SYLVESTER – Maquiavélico, persegue indefinidamente o inocente Tweety, tentando saciar o seu voraz apetite, apesar das constantes derrotas que sofre


- DAFFY DUCK – Agressivo e egocêntrico, Daffy Duck é o maior inimigo de si próprio, nunca obtendo vitórias apesar de muito tentar