quinta-feira, 5 de julho de 2007

Miss Daisy continua no Teatro da Trindade


Miss Daisy

Após digressão nacional, o espectáculo Miss Daisy, com Eunice Muñoz como protagonista, regressa aos palcos da capital a 5 de Julho, na sala principal, do Teatro da Trindade.
No ano do 140º aniversário do Teatro da Trindade, homenageamos o trabalho de Eunice Muñoz, com a celebração da 100ª representação deste espectáculo, no dia 20 Julho, onde será descerrada uma placa no Salão Nobre.

SINOPSE

Passada em meados do século XX, de 1948 a 1973, em Atlanta, no sul dos Estados Unidos, Miss Daisy conta a história de uma senhora judia, Daisy Werthan, e do seu chofer, Hoke Coleburn.
De início, Miss Daisy não fica muito contente por se ver forçada a depender de um homem negro, contratado pelo seu filho, Boolie Werthan.

Mas Hoke conquista-a, pacientemente, com a sua dignidade e sentido de humor, e durante os vinte e cinco anos em que decorre a acção geram-se laços profundos de amizade e de compreensão.

Pontuando a acção, temos as lutas pelos direitos civis nos Estados Unidos, com referências a Martin Luther King, por exemplo.

As personagens tentam perceber e adaptar-se, em termos pessoais e sociais, a um mundo que está a mudar.

Miss Daisy é uma análise subtil das tensões raciais e dos preconceitos.

Miss Daisy e Hoke chegam a um mútuo respeito baseado na independência, na força de carácter e numa teimosa integridade, que, para lá do seu contexto histórico e cultural, têm um valor universal.

FICHA TÉCNICA


Texto ALFRED UHRY
Direcção CELSO CLETO
Tradução ANTÓNIO BARAHONA
Direcção Musical JOSÉ MIGUEL SASTRON
Cenário e Figurinos JOSÉ COSTA REIS
Desenho de Luz JOSÉ DIAS
Som CARLOS ESTEVENS
Fotografia LUÍSA GOMES
Interpretação EUNICE MUÑOZ, GUILHERME FILIPE e THIAGO JUSTINO
Co-Produção CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS e PUBLICOCLETO

Teatro da Trindade

Sala Principal
5 a 29 Julho

4ª-feira a sábado às 21h30

domingo às 16h00

Casino Estoril com concerto



No âmbito do XXVI Estoril Jazz
Quinteto de Laurent Filipe
em concerto no Casino Estoril

Inserido no ciclo do “Estoril Jazz - 2007”, o Quinteto de Laurent Filipe actua no Du Arte Lounge, no próximo dia 10 de Julho, pelas 22 e 30.
O Casino Estoril acolhe, assim, um dos concertos extra, agendados para este evento.
Trompetista, compositor e produtor, Laurent Filipe construiu um expressivo percurso musical dedicado ao jazz.

Da sua discografia constam registos como “A Tribute to Bessie”, com Jacinta, em 2003, e o mais recente, “Ode to Chet”, editado no ano passado.
Envolvido em vários projectos, Laurent Filipe colabora com as seguintes formações, das quais é autor: “Duo Iberia”, “Trio Homenagem a Chet Baker”, “Quarteto/Quinteto”, o sexteto “Mingus e Mais”, o espectáculo “Cem Anos de Gershwin”, “Homenagem a Louis Armstrong”, o projecto multinacional “Nino Rota Jazz Project” e a “Swing City Orquestra”, uma pequena orquestra dedicada à musica dançante dos anos 30 e 40.
Laurent Filipe é, também, autor de um extenso reportório nos campos da música tradicional, contemporânea - incluindo obras para o “Grupo de Metais do Seixal” e “Opus Ensemble” - , jazz e Afro-Cubano.
Compôs a banda sonora do documentário “City at Night”, nos Estados Unidos, a longa metragem “Porto Santo”, em Portugal, e o espectáculo multimédia “Quadrofonia do Tempo”.

Assinou, ainda, músicas para teatro, nomeadamente, as obras “Sebastião o Menino Rei”, encomendada pela Expo’98, “Augaciar, Viagem ao Fim do Milénio” e o musical “Mulheres ao Poder”.
Com uma reconhecida versatilidade artística, Laurent Filipe mantém a actividade regular de compositor, produtor, orquestrador, trompetista e conferencista, tanto em Portugal como no estrangeiro.
Distinguido em diferentes ocasiões, Laurent Filipe recebeu, em 1985, o prémio “Art Farmer Performance Award”, nos Estados Unidos.

Cinco anos depois, conquistou o prémio de “Melhor Solista 1990” no Festival Internacional de Jazz de Guetxo, em Espanha, tendo o seu conjunto recebido, também, o prémio de” Melhor Grupo”.

Posteriormente, em 1996, mereceu o galardão de “Melhor Músico de Jazz”, atribuído pelo programa “Cinco Minutos de Jazz”, da RDP.
Acompanhado por um experiente conjunto de músicos, o concerto de Laurent Filipe no Casino Estoril, constitui um dos pontos altos da XXVI edição do Estoril Jazz, cujo ciclo decorrerá de 6 a 15 de Julho.
Com o seu trompete, Laurent Filipe, é habitualmente secundado por Bruno Santos, na guitarra, Filipe Melo, ao Piano, Nelson Cascais, no contrabaixo, e Paulo Bandeira, na bateria.
O Concerto do Quinteto de Laurent Filipe está agendado para o dia 10 de Julho, pelas 22 e 30, no Du Arte Lounge do Casino Estoril.

A entrada é gratuita.

quarta-feira, 4 de julho de 2007

Israel Vibration actuam no Porto


Positive Vibes
Apresenta:

ISRAEL VIBRATION
!!!! Pela 1ª vez no Porto !!!!

Domingo 8 de Julho
Teatro Sá da Bandeira
Warm Up: Youth Culture + Upfull Sound

A Positive Vibes apresenta a estreia duma das melhores bandas do reggae roots no Porto, Israel Vibration, que irá actuar no Teatro Sá da Bandeira no Domingo 8 de Julho.

Os Israel Vibration são uma das referências do reggae roots com uma carreira que iniciou-se nos anos 70 com o álbum “Unconquered People” gravado nos estudios Tuff Gong do Bob Marley.
Compostos por membros afectados pela doença Poliomelite, os Israel Vibration são um exemplo de força e determinação e a prova viva de que, com muita fé e coragem, se consegue ultrapassar todos os obstáculos da vida.

Temas como “Why Worry”, “The Same Song”, “Licks and Kicks”, “Ball Of Fire” ou, mais recentemente, “Rudebwoy Shuffling” ou “Livity in The Hood”, fizeram o sucesso deste conjunto que continua a encantar o mundo inteiro com os seus concertos fabulosos.

Acompanhados pelos fantásticos Roots Radics, uma das melhores e mais conhecida backing band da história do reggae, os Israel Vibration vêm ao Porto apresentar, em primeira mão, o seu novo álbum “Stamina” que será editado durante o verão 2007.
Além dos temas novos, a banda irá também tocar todos os seus clássicos para satisfazer todos os amantes do reggae roots.

O início da noite contará com a actuação de dois soundsystems oriundos da cidade invicta, Youth Culture e Upfull Soundsystem.

A entrada custa 15 rastas e os bilhetes estão à venda nas Lojas FNAC, Abreu e em http://www.ticketline.pt/
Abertura das portas às 21h00.

Mudo Cão em tournee


Rouxinol Faducho na RTP


Castelo de S.Jorge com Actividades de Tempos Livres



Castelo de São Jorge
Festas de Anos e Actividades de Tempos Livres
Aventuras no Castelo de São Jorge

O Castelo de São Jorge apresenta um programa cheio de supresas e histórias sobre castelos, que inclui Festas de Anos e Actividades de Tempos Livres.

O programa é destinado a crianças com idades compreendidas entre os 6 e os 12 anos de idade.
Nas Festas de Anos as crianças descobrem como era ser cavaleiro e dama na época medieval, com a companhia de um Mestre d´Armas, D. Randulfo e de uma aia, D. Mumadona.

São duas horas e trinta minutos de muita animação e brincadeira com um lanche no final.
Nas Actividades de Tempos Livres, durante uma semana, as crianças descobrem diversos aspectos da época medieval, através de diversas actividades, jogos, ateliers e workshops.

Estas actividades são realizadas em parceria com o Chapitô e com a Associação Danças com História.
A alimentação( almoço e lanche) está incluída no programa.

Vulcões em Cascais

Vulcões Napolitanos
no Centro Cultural de Cascais

Entre os dias 7 de Julho e 9 de Setembro, diversos óleos, aguarelas e guaches dos séculos XVIII e XIX, pertencentes à colecção da Fundação Duarte Pinto Coelho (Madrid), vão estar em exposição no Centro Cultural de Cascais.
Pela sua temática também marítima, esta mostra enquadra-se no âmbito da realização em Cascais dos Campeonatos do Mundo de Vela.
Colocado ao dispor do público por iniciativa da Fundação D. Luís, este valioso conjunto de óleos, aguarelas e guaches permite abordar o trabalho quase obsessivo de múltiplos artistas, muitos deles anónimos, que se interessaram pelo Vesúvio, o vulcão napolitano que há dois mil anos destruiu a cidade de Pompeia e que de então para cá tem conhecido períodos intermitentes de actividade.
A relação de Nápoles com o mar é, aliás, valorizada em algumas dessas obras, as quais, num alargado quadro de registos estéticos em que predomina uma visão romântica ou pós-romântica dos períodos críticos vividos “debaixo do vulcão”, exprimem essa contiguidade com força e originalidade.
A exposição abre ao público dia 6 de Julho pelas 21H30 e fica patente até 9 de Setembro de terça a sexta-feira, das 10 às 18 horas, e aos sábados, domingos e feriados das 10 às 19 horas.
A entrada é livre.

Xutos e Pontapés na Festa do Colete Encarnado




No Colete Encarnado 2007, o Grande Concerto estará a cargo dos XUTOS & PONTAPÉS,
Sábado, dia 7 de Julho, pelas 22.30 Horas,
no Parque Urbano de Vila Franca de Xira, junto á Praça de Touros Palha Blanco.

Os bilhetes, com o custo de 5 Euros, poderão ser adquiridos em: http://www.ticketline.pt/,
na sede da Ticketline (Av.ª Elias Garcia, 137, 3.º em Lisboa), nas Lojas Fnac, Bliss, Bulhosa, Worten e Viagens Abreu.

Em Vila Franca de Xira, os bilhetes poderão ser adquiridos a partir de 4.ª Feira (dia 4), no Posto de Turismo
(acesso pelas Avenidas Almirante Cândido dos Reis ou Pedro Victor),
e no próprio dia na bilheteira do Parque Urbano (somente entre as 17h00 e as 23h00).O Concerto é interdito a menores de 3 anos e Gratuito dos 3 aos 10 anos. Desconto com Cartão Jovem Municipal

Casting para Cinema


CASTING


ELENCO ADICIONAL E FIGURAÇÃO




LONGA-METRAGEM
“CORRUPÇÃO”

BASEADO NO LIVRO DE CAROLINA SALGADO




CRIANÇAS Até aos 8 ANOS
HOMENS E MULHERES DOS 25 AOS 60 ANOS.


De 02 a 13 de Julho 2007
HORÁRIO: 13:00 as 18:00
LOCAL: Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
Av. D. Carlos I, no 61, 1o andar – Santos - Lisboa
casting@utopiafilmes.com – 213909467

Zita Seabra lança Memórias comunismo



Zita Seabra conta memórias a Judite de Sousa

Hoje pelas 21h na RTP1, Judite de Sousa entrevistará Zita Seabra a propósito da publicação do livro, amanhã pelas 18.30h no Quartel do Carmo em Lisboa, sobre as suas memórias.


Zita Seabra foi uma das mais influentes dirigentes comunistas.

Entrou para o Partido Comunista Português aos 15 anos, onde permaneceu até ter entrado em ruptura com o partido e acabar por ser expulsa em 1989.

Agora, Zita Seabra, deputada do PSD, escreveu as suas memórias e vem ao programa, de Judite de Sousa, GRANDE ENTREVISTA falar dos seus 24 anos de militância comunista.

Museu da Água recebe obra de Manuel Carmo

Museu da Água recebe trabalho


de Manuel Carmo




Museu da Água, único museu português galardoado com o Prémio do Museu do Conselho da Europa (1990), tem vindo a organizar uma série de exposições cujo conceito procura ser mais abrangente.

As intervenções artísticas procuram organizar-se como discursos abertos e imprevistos que fortalecem a dimensão artística, dando oportunidade aos mais novos e intensificando o prestígio dos mais conhecidos.
A dinâmica do Museu da Água ultrapassa já a Europa e decerto todos os portugueses se orgulham desta realidade bem como o facto de estar na Presidência Portuguesa da União Europeia.
É neste contexto que o Museu da Água se honra de apresentar mais uma grande performance de Manuel Carmo.
Nascido em Lisboa em 1958, o pintor Manuel Carmo estudou arte e pintura no Ar.Co. No entanto, o seu estilo absolutamente contemporâneo não se inscreve em nenhuma escola, a sua obra desafia qualquer categorização.
O seu estilo inimitável de realismo fantástico está patente na sua arquitectura imaginária que nos desvenda a história da humanidade, seus valores e espiritualismo, pormenorizadamente detalhada nos cenários encantados das suas exposições.
Nos últimos 20 anos Manuel Carmo criou inúmeros trabalhos expostos em colecções privadas e públicas e em alguns museus nacionais e internacionais. Manuel Carmo encontra-se ainda representado em diversas galerias e em esculturas de arte urbana em Lisboa.
Sobre ele disse Nancy di Benedetto (Critica de arte em Nova Iorque)…. “A maior homenagem que se lhe deve fazer é o de que o seu trabalho não se insere em escolas ou movimentos predeterminados, a sua obra artística desafia uma categorização e rompe novos territórios na Arte do século XXI”.
Gostaria ainda de salientar que o mesmo autor recebeu em 2005 o Alto Patrocínio do então Presidente da República Portuguesa, Doutor Jorge Sampaio, para a grande exposição “1755 – Cemitério de Esperança” ou “ As 7 Virtudes para o Renascimento”, que assinalava a passagem dos 250 anos do terramoto de Lisboa, e cujo conceito primordial relembrou que mau grado situações de crise, elas evoluem pela vontade e sabedoria dos seres humanos para um futuro melhor através do exercício das sete virtudes focadas na exposição que em contraponto com os sete pecados permitem sempre o Renascimento.
Assim, em 2007, o Museu da Água honra-se de acolher mais uma vez uma grande exposição deste artista plástico, na Mãe-d’água das Amoreiras, subordinada ao tema “IN DEFINITION”.
IN DEFINITION FOI NOMEADA COMO REPRESENTANTE DA MODERNA ARTE PORTUGUESA E POR ISSO INTEGRADA OFICIALMENTE NO PROGRAMA CULTURAL DA PRESIDENCIA DE PORTUGAL DA UNIÁO EUROPEIA ESTANDO JÁ AGENDADAS POR ESTA PRESIDENCIA VÁRIAS VISITAS MINISTERIAIS E DE DELEGAÇÕES ESTRANGEIRAS A ESTA À EXPOSIÇÃO ATÉ AO TERMINUS.
IN DEFINITION – THE CORRIDOR OF WATER IN LIFE
IN DEFINITION – THE CORRIDOR OF LIFE IN WATER –


Esta exposição, que se iniciou na Mãe d’Água das Amoreiras no dia 3 de Julho com a Arca de Água vazia para limpeza e evolui dia 12 de Julho, para o terraço , faz parte do Projecto de Manuel Carmo IN DEFINITION, sobre a relação entre o ser humano e a Água, buscando no invertio a força evolutiva dessa relação.
Uma fase sucede à outra, completando-se e dando conceito global e unificado ao projecto.
No dia 3 de Julho, a Mãe-d’água das Amoreiras inverte-se. Ou seja, esvaziando o depósito de água, possibilita-se a visita ao seu interior, numa simbólica viagem ao que existe preambular à Criação, debaixo do elemento Água – Um Hino à Água.
No centro do Reservatório, uma enorme esfera simboliza a semente inicial da qual tudo nasceu.
No dia 12 de Julho, a Mãe-d’água das Amoreiras regressa ao seu posicionamento normal: água em baixo, no Reservatório de novo cheio.
Tudo o que estava em Baixo vai agora para Cima: o Terraço da Mãe d’Água enche-se com as fotografias gigantes até então ocultas na Arca de Água e, neste momento, projectadas para o Céu.
Deste modo se completa a alusão hermética tornando a Exposição visível do Céu para fruição dos passageiros dos aviões que sobrevoam Lisboa .
Foram enviadas cartas para todas as Companhias Aéreas no sentido de possibilitar a divulgação desta exposição nos voos com partida e chegada a Lisboa, de forma a contextualizar os passageiros para a performance única que terão a oportunidade de vislumbrar das suas janelas.

Rodrigo Leão na Torre de Belém

“Cinema” de Rodrigo Leão
ao vivo na Torre de Belém

Dia 6 de Julho, às 22h00, Rodrigo Leão & Cinema Ensemble sobem ao palco acompanhados pela Sinfonieta de Lisboa e por um grupo de convidados muitos especiais, para um concerto integrado nas Festas de Lisboa 2007

Neste espectáculo, Rodrigo Leão conta com mais de 30 músicos da Sinfonieta de Lisboa dirigidos pelo Maestro Vasco Pearce de Azevedo e com arranjos de Pedro Moreira. Ao palco sobem mais três convidados: Beth Gibbons, mundialmente conhecida como a voz e alma dos Portishead, Pedro Oliveira, vocalista dos Sétima Legião, que traz ao espectáculo uma evocação do arranque da carreira de Rodrigo Leão, e Ângela Silva, responsável pela dimensão lírica de alguma peças apresentadas.

O concerto que o músico traz à Torre de Belém baseia-se no cd "O Mundo - 1993 – 2006”, editado em Novembro de 2006.
O reportório é uma retrospectiva da sua carreira a solo desde “Ave Mundi Luminar” até ao mais recente “Cinema” passando ainda por temas que o compositor assinou para os Sétima Legião e Madredeus.

Festival na Guarda





Primeiro Festival Internacional de Guitarra da Guarda começa dia 5 de Julho

terça-feira, 3 de julho de 2007

Terra Firme de Torga apresentada em Coimbra


O Teatro Cerca São Bernardo (Coimbra) apresenta "TERRA FIRME"

5 de Julho às 21H30

Um drama em três actos, cada um coincidindo com uma festividade do calendário religioso-profano da aldeia duriense - os Reis, o Carnaval e o Compasso Pascal - o que significa, desde logo, uma preocupação antropológica do autor.
O conflito estabelece-se entre a opção da terra e a opção do mar.
Tio António, velho camponês agarrado à terra, sofre e desespera por o filho ter escolhido a vida de marinheiro e a andar há 20 anos no mar alto sem, jamais, ter voltado à terra. Obstinado com o regresso do filho, Tio António fica destinado à loucura, que se acentua com a morte da mulher e o leva ao internamento no Rilhafoles, sob o pretexto de ir buscar o filho finalmente regressado...

Acesso gratuito - Reservas: 239702630

Escola Superior de Dança com espectáculo



Finalistas da Escola Superior de Dança apresentam espectáculo no OP ART CAFÉ

Estreia TAGV COIMBRA




O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão
De Eric-Emmanuel Schmitt


Dias 5, 6 e 7 de Julho, às 21h30 no TAGV

O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é uma caixa de segredos. À maneira da loja do Senhor Ibrahin, muçulmano comerciante na Rue Bleu ou como a cabeça e o coração de Momo, o menino judeu que preenche os dias, os sonhos e as insónias do velho merceeiro imigrante do Crescente de Ouro. Por um lado, Muçulmanos e Judeus, e o cenário parece o do grande teatro da guerra; por outro lado, um velho e uma criança, e o palco é apenas uma caixa misteriosa em que se aprende a ternura, a vida e a morte, o perfume das flores que secaram dentro de um livro que é o Corão, mas que também podia ser a Bíblia ou a Thora.
O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é uma caixa de segredos que se transforma num teatro de pequenos gestos. Com palavras, também. Mas é na densidade e na leveza das coisas mais simples que se vai construindo, tecendo e entrelaçando a história de uma amizade através da qual o muçulmano adopta o judeu e o pequeno Moisés que é Momo é um Momo que se transforma também em Mohammed. E, pelo meio, há um urso-mealheiro que se parte para ir às putas da “Rua do Paraíso”, há uma fotografia autografada com dedicatória por Brigitte Bardot na sua passagem pela Rue Bleu, latas de sardinha roubadas à socapa pelo canto do olho do velho merceeiro, uma caixa de paté oferecida à mistura com uma aula de sorrisos, as fotografias das pontes do Sena, uma paleta de tintas para encher de cor o apartamento da Rua Azul e um carro sob a forma de tapete voador com o qual se viaja até às terras do Crescente de Ouro. Ah, é verdade, e há também o Corão e as duas flores secas entre as suas páginas.
O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão não é o grande teatro do mundo, é o teatro dos pequenos gestos. É por dentro de cada um deles que passa a memória, a vida e a alegria. É por dentro de cada um deles que passam as suas histórias e também as histórias de todos os outros gestos. E é também por dentro de cada gesto que passam as palavras. A palavra ternura e a ternura das palavras. Os gestos de paz e a paz de cada gesto. O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é, apenas, o teatro mais simples da vida.
João Maria André (Encenador)

Ficha Artística
Encenação e adaptação de dramaturgia João Maria André
Assistência de encenação Helena Faria
Actores Rui Damasceno e Hélder Wasterlain
Cenografia, adereços de cena e design gráfico Miguel Dominguez
Figurinos e adereços Andrea Inocêncio
Música João Lóio
Desenho de Luz Nuno Meira
Fotografia Rita Carmo
Movimento Cristina Leandro
Operação de luz e som Tiago André e Bruno Santos
Assistente de produção Cláudia do Vale
Produção Margarida Mendes Silva e TAGV

Preçário
Preço normal 12,00€
Preço estudante e sénior 10,00€
Espectáculo com desconto para AMIGOS TAGV e PROTOCOLO TAGV

Duração 1h20m (sem intervalo)
Espectáculo para maiores de 12 anos

Escola Superior de Dança: última exibição de2006/2007


Escola Superior de Dança
ùltima apresentação de 2006/2007
a 4 de Julho no átrio da Escola Superior de Dança

Carlos Alberto Moniz no Casino Estoril

Carlos Alberto Moniz
propõe música açoriana
no Casino Estoril

Carlos Alberto Moniz prossegue o seu ciclo de actuações no Du Arte Lounge dedicado à música popular açoriana. “Cada espectáculo terá um alinhamento diferente”, sublinha o artista, que é uma das principais referências das noites de Verão do Casino Estoril.

Natural da Ilha Terceira, o conhecido intérprete privilegia a genuína identidade da música açoriana.

Com um diversificado repertório, as letras das suas canções evocam o património cultural das diferentes ilhas, transportando a assistência para ambiências e sonoridades únicas.
O artista recupera composições tradicionais como são os casos de “Charamba”, “O Sol”, “Bela Aurora”, “Olhos Pretos”, “O Bravo”, “Pezinho Antigo”, “O Meu Bem”, “Pezinho”, “A Lira”, “Pezinho da Vila”, “A Favorita”, “Samacaio”, “Tirana”, “As Velhas”, “Saudade” ou Sapateia”.
No espaço intimista do Du Arte Lounge, Carlos Alberto Moniz convida, ainda, o público a ouvir canções açorianas mais recentes como “Chamateia”, “Fado dos Açores” ou “As Ilhas de Bruma”.
Com trinta anos de carreira, Carlos Alberto Moniz conquistou já várias gerações.

A sua versatilidade interpretativa proporciona momentos de rara qualidade, tanto no âmbito da música açoriana, como da canção de texto ou de tema para crianças.
Com a habitual empatia que estabelece com o público, Carlos Alberto Moniz é acompanhado, em palco, por Domingos Silva, ao piano, Nuno Fernandes, no contrabaixo e Natália Juskiewics, no violino.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

André Sardet no Casino Estoril

André Sardet na abertura
do ciclo de concertos no Casino Estoril


Em noite de estreia no Du Arte Lounge, André Sardet abre o ciclo dos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, na próxima Quinta-Feira, pelas 23 e 30.

O cantor propõe vários temas do álbum “Acústico”, editado em 2006.
“É a primeira vez que actuo no Casino Estoril. A expectativa é grande pela carga simbólica e emotiva que associo ao espaço. Já por lá passaram grandes nomes nacionais e internacionais”, nota o cantor.
Ao comemorar dez anos de carreira, André Sardet lançou “Acústico”, um registo que reúne os melhores êxitos do seu percurso musical. Nascido em Coimbra, o artista interpreta baladas como “Foi Feitiço”, “Quando Eu Te Falei de Amor” ou “O Azul do Céu”.
O disco propõe, ainda, outros temas: “Alma Devolvida”, “Nasce Sem Se Ver”, “Perto Mais Perto”, “Se Eu Disser”, “Pura Imperfeição”, “Hoje Vou Ficar”, “Um Minuto de Prazer”, “Cubo de Gelo” ou “Não Mexas no Tempo”.
“É o álbum que sempre quis fazer! É um sonho antigo que foi sendo adiado ao longo dos anos. Considero que é a forma de apresentar as minhas músicas que mais as aproxima da sua essência, tal como as compus”, explica.
Com natural satisfação pelo expressivo sucesso deste registo discográfico, André Sardet diz que “Excedeu as minhas expectativas! Não contava vender 150 mil unidades e ter este reconhecimento fantástico”.
Trata-se de uma retrospectiva do seu trajecto musical. “É um percurso crescente e consciente das limitações, das dificuldades, mas também convicto daquilo que tenho para dar ás pessoas que gostam da minha música”.
No prelúdio de mais um ciclo de concertos no Du Arte Lounge, André Sardet partilha, assim, o palco com o conjunto de músicos que o acompanham ao longo da tournée 2007: Miguel Amado, no Baixo, José Moreira, na bateria, Néne, na Guitarra, Ruben Alves, ao piano, Manu Teixeira, na Percussão. No coro, estarão Patricia Antunes e Patricia Silveira.