sexta-feira, 22 de junho de 2007

Box Nova: Das Padeiras no Centro Cultural de Belém



BOX NOVA: DAS PADEIRAS

De Ana Gouveia e Marina Nabais



23 de Junho (Sábado) às 19h00Sala de Ensaio do Centro Cultural de Belém

Preço único: 4€

Duração aproximada: 50 minutos

Direcção Artística e Interpretação: Ana F. Gouveia e Marina Nabais

Textos Originais: Ana F. Gouveia, Beatriz Cantinho e Marina Nabais

Música: Tiago Cerqueira

Figurinos e Caracterização: Iñaki Zoilo

Cenografia e Adereços: F Ribeiro

Desenho de Luz: José Álvaro Correia

Produção: ‘a menina dos meus olhos, associação cultural’


Esta é a história que conta o “aqui, agora e sempre”.
A Padeira de Aljubarrota foi mesmo uma heroína!? Uma heroína?
Mas afinal onde começa e acaba a história?

A partir de muitos relatos que noticiam várias mortes pode nascer um mito! Este, como ampliação da realidade, desfragmenta-se dando origem a diferentes facetas de uma personagem feminina controversa que, sem dúvida, marca o imaginário português.

Podem nunca lá ter ido, a Aljubarrota, mas de certeza que já ouviram falar na lendária padeira.
Apresentamos um conjunto de ensaios relacionados com a mistificação da padeira Brites de Almeida – a famosa padeira de Aljubarrota.

Fragmentos de um mito que remetem para a ambiguidade da verdade histórica das diferentes versões.

Será que se passou assim? E qual é a actualidade do mito? Será que vivemos um medieval contemporâneo ou numa contemporaneidade medievalista – que traços idiossincráticos se mantêm até aos dias de hoje? Especulamos sobre o passado comum, o presente e deixamos em aberto as projecções para o futuro



ANA GOUVEIA: co-criação e interpretação produção


Nasceu a 29 de Novembro de 1979, em Lisboa. Iniciou a sua formação artística na Escola António Arroio, em artes plásticas e, em paralelo, começou o seu percurso em dança. Frequentou o primeiro ano de Escultura nas Belas Artes de Lisboa mas optou pelo ramo de espectáculo da Escola Superior de Dança. Decorrida a Licenciatura procurou um complemento teórico e historicista das artes, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Dentro da sua formação complementar destaca workshops de artes plásticas, desde a pintura à construção de fantoches, passando pela joalharia. Relativamente à formação ‘performática’, salienta os workshops com Peter Michael Dietz, Paula Careto, Maria Reis Lima, Amanda Woodson e Ken Skrzes e, também, Commedia dell’arte com Didier Galas e The Promise/ The procedure com Rebecca Schneider. Como intérprete trabalhou com Jean-Paul Bucchieri, Paula Massano, Francisco Camacho, Catarina Trota, Beatriz Cantinho, Rogério Nuno Costa, Merce De Rande e Marina Nabais. No âmbito da formação artística promovida pela a ‘menina dos meus olhos, associação cultural’ (n. 2003), tem desenvolvido, em parceria com Marina Nabais, um trabalho direccionado para a formação artística pluridisciplinar de crianças e jovens da Junta de Freguesia da Pena, através de um programa/
ateliers e de aulas no núcleo de movimento.


MARINA NABAIS: co-criação e interpretação produção

Nasceu em Luanda em 1974. Começou a sua formação em dança (ballet) no Rio de Janeiro, em 1981. Em Lisboa, inicia a sua formação em técnicas modernas e contemporâneas na Escola de Dança Rui Horta, em 1988. Em 1991, foi bolseira da Companhia de Dança de Lisboa.
Fez o Bacharelato na Escola Superior de Dança, no ramo de espectáculo, no qual começou a desenvolver o seu trabalho como coreógrafa e intérprete (1992/1995). Em 1995/1997, frequentou a School For New Dance Development (Amesterdão), onde fez a sua pós-graduação. No ano de 1996 foi bolseira do Centro Nacional de Cultura. Da sua formação destaca ainda os workshops com Paulo Ribeiro, Clara Andermatt, Vera Mantero, Laurie Booth, Nancy Stark-Smith, Javier de Frutos, Peter Michael-Dietz, Nigel Charnock e David Zambrano.
Como criadora destaca os seguintes trabalhos: Dying Eyes (1996) – concepção e apresentação em Amesterdão; A Viagem (1997) – performance de improvisação em São Vicente/Cabo Verde; O Sono dos Objectos (1998) – projecto de música e movimento coordenado por Nanú, no Festival X, realizado no Porto; Segredos de Magenta (2001) – co-criação com Sandra Battaglia, música original de Nanú, em Cascais; 27/4 ou O Jardim das Delícias (2002) – co-criação com Rogério Nuno Costa, encomendado pelo Teatro Universitário do Minho, para as comemorações do Dia Mundial do Teatro, em Braga; Ophelia (2002) – responsável pela coreografia e interpretação. Encenação de Rogério Nuno Costa, em Lisboa e Almada; (2003) GOD KNOWS WHATi! (dá deus nozes a quem não tem dentes) – co-criação com Rogério Nuno Costa, em Braga e Lisboa.
Como intérprete tem trabalhado nas áreas de dança, teatro e vídeo. Em dança trabalhou com Francisco Pedro, Grupo de Dança de Almada, António Tavares, Nigel Charnock, Peter Michael-Dietz, Sofia Neuparth, Paula Varanda, Ana Borges, Eléonore Didier, entre outros.
Em teatro trabalhou com o Teatro O Bando, Luís Castro, Lúcia Sigalho e Rogério Nuno Costa. Em vídeo com Gonçalo C. Luz, Jeanne Waltz e Nuno Tudela.
Desenvolve paralelamente um trabalho pedagógico, quer a nível profissionalizante (aulas de dança contemporânea na Companhia de Dança de Almada – 1999/2000), quer a nível vocacional (aulas de movimento para actores no Instituto de Artes do Espectáculo – 1997/1999; aulas de sevilhanas para crianças – 1997/2001; movimento para o Teatro Universitário do Minho, e para o Teatro Universitário de Intervenção (TUI); coordenação do Núcleo de Dança Contemporânea de Lisboa – 2000/2005).

Em 2003 nasce ‘a menina dos meus olhos associação cultural’, da qual é directora artística.

Feira Internacional do Artesanato abre amanhã


Visite a FIA Lisboa 2007, Feira Internacional do Artesanato, de 23 de Junho a 1 de Julho de 2007 na FIL - Parque das Nações.


Inauguração Oficial: 23 de Junho às 15h00, presidida pelo Exmo. Senhor Dr. Alexandre Rosa, Vice Presidente do Conselho Directivo do IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional,


Horário: De 23 Junho a 1 de Julho 2007 das 14h00 às 23h00 - Pav.1 e 2


Gastronomia: De 23 Junho a 1 de Julho 2007 das 12h30 às 23h00 - Pav.3

Revista Egoista: mais um número


Revista “Egoísta”
dedicada à Arte


A Arte ocupa o corpo inteiro da “Egoísta, na sua edição de Junho, associando a qualidade literária com um invulgar conjunto de imagens.
A publicação da Estoril Sol propõe, assim, um estimulante convite à leitura para os meses de Verão.
Em editorial, Mário Assis Ferreira escreve “a Arte existe, o que inexiste é a sua fronteira. E essa é traçada pelo artista, nesse êxtase de entrega e posse, chamada criação”.
E sublinha: “Egoísta é, também, o destinatário da Arte: porque ela lhe revela o melhor de si próprio, através de um talento que lhe não pertence; porque ela lhe alimenta emoções que apenas se saciam na evasão do quotidiano; porque ela lhe desperta a ânsia de uma posse, cuja fruição exclui partilha”.
Referência do meio cultural, a “Egoísta” abre, a sua 31ª edição, com a frase de uma criança de cinco anos: “o artista é esquisito. Tem muitas coisas. E até vai à lua. Eu gosto do artista”.
Além de um texto de Bernardo Pinto de Almeida sobre o vencedor do Prémio de Arte do Casino da Póvoa, Nikias Skapinakis, a Arte revela-se na sua forma mais perfeita com uma longa ficção de António Mega Ferreira.
Podemos desfrutar, ainda, das obras de David Lynch, Ricardo Leite, Pedro Proença, Alaxandre Farto, Pedro Cláudio, Homem Cardoso, Jordi Brauch e Columbano Bordalo Pinheiro, entre outros.

Privilegiam-se os artistas e conquista-se uma nova “Egoísta” que nos acompanhará durante o Verão.

IL DIVO


IL DIVO NO PAVILHÃO ATLÂNTICO



IL DIVO, uma banda romântica de estilo inconfundível e que tem espalhado a magia da música um pouco por todo o mundo, passou, finalmente, pelo nosso País.
O Pavilhão Atlântico apresentou-se completamente lotado, reunindo uma assistência de mais de 16.000 pessoas de várias gerações para, no passado dia 20 de Junho, receber em autêntico delírio os IL DIVO, num concerto único em Portugal.

No alinhamento do espectáculo a banda percorreu o seu novo álbum “Siempre” lançado no passado dia 27 de Novembro, entrelaçando algumas canções do anterior trabalho “Ancora” que foi nº1 em 26 países, vendendo mais de 12 milhões de unidades.
Em apenas 2 anos, os IL DIVO, Carlos Marin (espanhol), Urs Buhler (suíço), Sebastien Izambard (francês) e David Miller (americano), abraçaram o mundo e provaram que são capazes de quebrar enormes barreiras musicais, conquistando todos os públicos, incluindo o Português.
Nos últimos 12 meses, os IL DIVO esgotaram a sua tournée de 86 datas e foram convidados por Barbara Streisand para uma digressão conjunta nos E.U.A. de 20 espectáculos. Para além disso, gravaram o hino oficial do Campeonato Mundial de Futebol 2006 “Times of our lives”, juntamente com Toni Braxton, e actuaram para uma audiência de mais de mil milhões de pessoas na cerimónia de abertura do campeonato.

A fusão de 4 vozes excepcionais, que trouxeram a paixão e o virtuosismo da sua aprendizagem clássica para a interpretação de canções românticas e populares, levou a ópera para as grandes audiências e cativou o mundo. O Pavilhão Atlântico não foi excepção, vivendo uma noite mágica com os IL DIVO num ambiente muito difícil de adjectivar.



Texto e fotografia - Diamantino Costa

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Maxime com mais um espectáculo " sui generis "



CORAÇÕES DE ATUM TEJO TOUR JUNHO 2007
manuel joão vieira . nuno ferreira . joão custódio . marco franco . rui caetano
DIA 23 MAXIME – LISBOA. DIA 29 INCRÍVEL CLUB - ALMADA



Era uma vez um atum muito esguio e vivaço que gostava de nadar no Tejo.

Quem o visse a perseguir alegremente os cacilheiros, não podia imaginar que o nosso simpático amigo tinha um dilema que dilacerava a sua existência.

Ao nadar entre o Ginjal e o Arsenal, ele não sabia de que margem do Tejo gostava mais. Cacilhas tinha mil encantos: as marisqueiras, a praia das lavadeiras, as mulheres bonitas no passadiço dos barcos, os liambistas e os pescadores da beira-rio, e a sujidade; muita sujidade… Mas Lisboa também lhe agradava: Também tinha marisqueiras, a praia do cais do Sodré, as mulheres bonitas no passadiço dos barcos, os liambistas e os pescadores da beira-rio, e sujidade; muita sujidade…E assim andava este atum, dividido entre Lisboa e a outra banda.



Por esses tempos, junto ao mercado da Ribeira, um primo ofereceu-lhe um cavaquinho e disse-lhe: — Agora não fiques aí o resto da vida a tocar na banda de cá. Também tens que ir tocar ao outro lado! O nosso atum ficou radiante. Assim podia dividir o seu amor pelas duas margens de maneira igual! Foi tanta a sua felicidade que a meio da travessia compôs a seguinte canção:


Quem vem e atravessa o rio


Junto à seca da portagem


Vê o alvo casario


Que se estende até Belém
Quem te vê ao vir da ponte


Do Ginjal até Almada


Chaminés são o horizonte


Da margem sul, minha amada
Este Junho é sublime


Não há mal que me derrube


Toco a 23 no Maxime


E a 29 no Incrível Club!

sábado 23 junho 07 – maxime - pç. alegria, 58 em lisboa . tel. 213467090 / 916351133 abertura de portas às 22h00 bilhetes €10,00



sexta, 29 junho 07 – incrível club – rua capitão leitão, 1 em almada abertura portas 22h00 bilhetes €7,50
mais informações: tm 962804368
producoes@banana.com.pt www.myspace.com/bananaproducoes

Um livro de Sylvia Kristel



NUA de Sylvia Kristel




NUA é a corajosa autobiografia da protagonista do filme Emmanuelle, que em Portugal marcou o período após o 25 de Abril.
Sylvia Kristel foi um ícone da revolução sexual dos anos 70, e todos os que viram o filme terão dificuldade em esquecê-la.

Neste livro, Kristel conta de forma emotiva a história da sua vida, um percurso intenso e muitas vezes doloroso.
Fala sobre o luxo e a convivência com as estrelas de cinema da época.
Fala sobre os seus vários casamentos e sobre a exploração de que foi vítima.
E fala também sobre a sua passagem pelo mundo do álcool e das drogas, que procurou para enfrentar a infelicidade.

Depois de uma vida de excessos, e da luta que travou contra o cancro, Sylvia vive actualmente uma vida modesta em Amesterdão, longe do glamour, e também da dor, que fizeram parte do seu dia-a-dia durante tantos anos.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Luiz e a Lata em espectáculo



O grupo Luiz e a Lata surge na cena musical portuguesa em 2004 e, desde logo, se distingue pelo seu estilo “pop lusófono”.

A estruturas musicais “pop” são adicionadas influências da música tradicional de vários países lusófonos, nomeadamente de Portugal, do Brasil, de Angola e Moçambique, e de Cabo Verde, não só através da associação de ritmos, mas também através do uso de instrumentos como o acordeão, o cavaquinho e a guitarra portuguesa.


A simplicidade é também um atributo do grupo: simplicidade dos arranjos musicais e das letras; a realidade e o quotidiano sem acessórios desnecessários. Simples artesãos de palavras e de música - assim são os Luiz e a Lata.

Em 2005 é editado o primeiro álbum do grupo, “Andei…”, sendo que dois dos seus doze temas integram as bandas sonoras das telenovelas “Doce Fugitiva” e “Mundo Meu”.

Em Março passado o grupo participou no Festival da Canção com o tema “Ai pode”.

Da ainda curta carreira do grupo deve destacar-se o facto de terem sido convidados pelo artista inglês Craig David para fazer a primeira parte do seu concerto em Portugal, e a obtenção do prémio de banda revelação 2005, atribuído pela Central FM, a maior e mais importante rádio da zona centro do país.

Na próxima Sexta-feira, 22 de Junho, pela meia-noite, o grupo sobe ao palco do Templários Bar (Rua Flores do Lima 8-A; 1700 Lisboa Tel: 21 797 01 77) para apresentar a sua nova formação e alguns dos novos originais que integrarão o seu segundo álbum.

Luiz Caracol Voz e Guitarras
Ivo Costa Bateria e Percussão
André Moreira Baixo
Rui Carvalho Teclas e percussão

Feira do Artesanato no Estoril


De 21 de Junho a 2 de Setembro
FEIRA DE ARTESANATO DO ESTORIL

O presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, e o presidente da Junta de Turismo da Costa do Estoril, Duarte Nobre Guedes, estão presentes na inauguração da Feira de Artesanato do Estoril, no dia 21 de Junho.
A feira mais antiga do país decorre até 2 de Setembro e conta com mais de três centenas de artesãos a trabalhar ao vivo, numa mostra das técnicas e tradições ancestrais do artesanato português.
A Feira de Artesanato do Estoril oferece oito espaços de restauração, com zonas de petiscos, padaria e pastelaria. A cozinha regional pode ser apreciada no decorrer do certame, durante as semanas gastronómicas de todas as regiões.
Os espectáculos são diários e abrangem as mais diversas manifestações musicais.


As noites de domingo a quinta-feira estão reservadas ao folclore e música popular; o fado marca presença todas as sextas-feiras, enquanto a ópera viva, sevilhanas e danças de salão animam os sábados.
À semelhança da edição anterior, foi criado um espaço infantil com monitores especializados, onde as crianças podem participar em ateliers e jogos.
Em 2007 são esperados cerca de 150 mil visitantes estrangeiros e nacionais nesta que é a maior feira de artesanato do país.

Viviane ao vivo


VIVIANE ao vivo

22 Jun ( 6ª feira) ONDA JAZZ (23h30)
23 Jun (sábado) FNAC Almada
(17h00) e FNAC Cascais (22h00)
24 Jun (domingo) FNAC Chiado (18h00)
25 Jun (2ª feira) FNAC Colombo (18h30)



Viviane editou em Abril o novo registo de originais, VIVIANE, que representa a sucessão lógica numa carreira consolidada pela experiência de dezassete anos de canções e pontuada por uma enorme simplicidade e entrega absoluta a esta “arte maior”.
De Viviane, já todos conhecemos a identidade, a atitude e registo únicos e inconfundíveis.

No próximo dia 22 de Junho (6ª f), pelas 23h30, Viviane estreia em Lisboa, no Onda Jazz, as canções do seu novo CD.
Segue-se uma tour promocional pelas FNAC’S Almada, Cascais, Chiado e Colombo.
Tal como no disco, as notas dominantes serão dadas pela guitarra portuguesa e pelo acordeão, que nos transportarão para o universo do Fado, do tango e da “mussete” francesa.
Canções em português interpretadas por uma das vozes mais carismáticas da música portuguesa.
Viviane afirma: “É tanta a luz que trago em mim ... “. Venham senti-la, ouvi-la e apaixonar-se. Outra vez...


Praça do Comércio acolhe Arraial Gay

Um breve apontamento

Junho 28 1969 - New York: O primeiro orgulho Gay do mundo, foi não um Carnaval ou parada mas uma rebelião violenta contra a repressão policial!
Os polícias de New York, habituados a invasões e apreensões regulares, foram surpreendidos quando homossexuais femininos e masculinos responderam, contra atacando e tomando posse das ruas!
Agora, uma vez por um ano, tomamos conta das ruas mais uma vez.
E enquanto o dia do orgulho Gay de muitas cidades se tornou um grande festival, noutros lugares continua difícil, violento ou ilegal.
Assim sendo aqueles que de nós podem sair á rua devem fazê-lo e mostrar nossa força, a nossa solidariedade e o nosso orgulho de sermos quem somos!

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural associa-se à 11ª edição do Arraial Pride, dia 23 de Junho, às 18h00, na Praça do Comércio, em Lisboa.
A iniciativa, que tem vindo a integrar a programação das Festas de Lisboa, procura promover a visibilidade da comunidade lésbica, gay, bissexual e transsexual e a integração na comunidade em geral.

Arraial Pride na Praça do Comércio

A edição deste ano conta com actuações musicais, dj’s, espectáculos de variedades e stands de associações e instituições de interesse social e humanitário e de bares, discotecas e restaurantes LBGT.
Será, ainda, distribuído material informativo e de prevenção, no que diz respeito a doenças sexualmente transmissíveis.

O Arraial Pride é a maior festa de orgulho LBGT do país, a organização é da responsabilidade da Associação ILGA Portugal, que se dedica à promoção e defesa da igualdade de direitos da comunidade LBGT.
Gay Pride em Itália

Comunidade homossexual mobiliza-se


Música, bandeiras arco-íris, trajes ousados e coloridos, alegria e muitas reivindicações.
Várias centenas de milhar de pessoas participaram este sábado, em Roma, numa Gay Pride para exigir que o governo italiano avance com a lei sobre as uniões de facto, criticada pela direita e pelo Vaticano.
Entre os manifestantes esteve o deputado travesti, Vladimir Luxuria, eleito pelo partido Refundação Comunista, que pede que a lei seja desbloqueada e debatida no parlamento.
As organizações de defesa dos direitos homossexuais apontam o dedo ao poder da Igreja católica e exigem igualdade, dignidade e laicidade.
O local final da marcha não foi escolhido por acaso.
A doze de Maio, a praça San Giovani acolheu os opositores do pacto civil de solidariedade num protesto para defender a família tradicional.
Os organizadores da Gay Pride, garantem que o dia da família foi este sábado, tendo em conta a presença de todo o tipo de grupos familiares que fazem parte da sociedade italiana.
Gay Pride em Jerusalém


A parada do Orgulho Gay ocorrerá na próxima quinta-feira em Jerusalém tal como estava previsto, confirmou nesta segunda-feira diante do Knesset (Parlamento) o chefe da polícia israelense Dudi Cohen, depois dos confrontos ocorridos à noite entre a polícia e judeus ortodoxos que protestavam contra o que chamavam de "manifestação indecente".
Pelo menos 24 pessoas ficaram feridas nos confrontos, e oito foram detidas pela polícia.
Na quinta-feira, em Jerusalém, um exército de 7 mil agentes da polícia e da guarda de fronteira estarão encarregados de proteger a Gay Pride Parade.
Um grupo de rabinos israelenses estão a organizar uma contra-manifestação que ocorrerá em simultaneo.



Gay Pride em Israel


Israel: Polícia autoriza Gay Pride apesar dos protestos.
A polícia israelita autorizou hoje a marcha Gay Pride, prevista para o final deste mês em Jerusalém, negando assim as pretensões para a inviabilizar defendidas pelos judeus ultra-ortodoxos.
Segundo o porta-voz da polícia israelita, Micky Rosenfeld, a iniciativa vai decorrer a 21 deste mês, estando, porém, ainda por definir se se tratará de uma marcha, como foi solicitado pelos organizadores, ou de qualquer outra manifestação.

«Vai haver um evento, mas ainda não sabemos se será uma marcha ou um encontro», afirmou Rosenfeld.
Os críticos à intenção do Gay Pride já ameaçaram resistir à decisão da polícia, argumentando que actos públicos ligados à homossexualidade «não têm qualquer cabimento numa cidade que é sagrada para os Judeus, Cristãos e muçulmanos».
Em 2006, elementos ligados aos judeus ultra-ortodoxos criaram vários incidentes ao longo de uma semana, depois de a polícia ter aprovado uma marcha no centro de Jerusalém, que acabou por se confinar a um estádio de futebol para evitar confrontos.

Fonte: Lusa

China censura Piratas das Caraibas




China censura «Piratas das Caraíbas» por «lesar chineses»



A terceira parte do filme «Piratas das Caraíbas», que estreou na China esta semana, foi censurada pelas autoridades locais por alegadamente «lesar a imagem dos chineses», afirmou hoje a agência oficial Xinhua.
A China Film Group Corporation, única empresa estatal autorizada a importar os 20 filmes estrangeiros permitidos por ano, inicialmente havia negado a censura a «Piratas do Caraíbas: Nos confins do Mundo».

Mais tarde, viria a admitir cortes, alegando, contudo, que apenas visavam cenas com muita violência.
Os cortes, que dificultam a compreensão da trama, afectam principalmente as cenas com o actor Chow Yun-fat, de Hong Kong.
Os 20 minutos de Chow na versão original foram reduzidos a metade na versão distribuída na China.
A maior cena censurada é a que apresenta o seu personagem, o pirata San Feng, recitando um poema clássico chinês, em cantonês.
Também foi eliminado o momento em que San Feng diz «Bem-vindos a Singapura», porque mostra a ilha como uma terra de piratas.
Segundo a imprensa chinesa, a cena já provocou protestos das autoridades de Singapura.

terça-feira, 19 de junho de 2007

Festa no Fragil


Festa no Fragil- Os 25 anos dos Sétima Legião

Festival do Teatro Clássico de Mérida, na 53ª edição


Dezasseis companhias no Festival de Teatro Clássico de Mérida de 2007


A Junta de Extremadura apresentou hoje, no Museu do Teatro Romano de Lisboa, a 53ª edição do Festival de Teatro Clássico de Mérida.
Entre as 16 companhias presentes, a representação portuguesa estará a cargo do Chapitô, com a peça “O Grande Criador”.

O Festival decorre entre 12 de Julho e 26 de Agosto.
No magnífico cenário do Teatro Romano de Mérida desfilarão directores, actores, bailarinos, músicos e artistas plásticos apresentado a sua concepção sobre o mundo das “Heroínas”.

Nesta 53ª edição há um aumento dos espaços cénicos – Teatro Romano, Alcazaba Árabe, Fórum Romano, rio Guadiana e ruas e monumentos da cidade de Mérida – e do número e variedade de espectáculos (18), levados à cena por 16 companhias de teatro.

Tudo isto, mantendo intacta a identidade do festival, ou seja, a temática greco-latina, que continua a ser a marca denominadora do certame.
A diversificação de espaços e a pluralidade de géneros são as principais características de uma nova filosofia programática do Festival de Mérida, que mantém os mesmos critérios de qualidade e de internacionalização, além da sua influência num elevado número de produções e coproduções.

Todas estas novidades contribuíram para um aumento, na ordem dos 26 por cento, no orçamento do festival, que este ano ronda os três milhões de euros.
A abertura da Alcazaba como espaço cénico – com uma capacidade de 660 espectadores – vem dar resposta a uma intenção de incorporar espectáculos com estéticas inovadoras e destinados a um público mais jovem.

Desta lógica surgiu o convite à Companhia de Teatro do Chapitô para a apresentação, no dia 27 de Julho, da peça “O Grande Criador”, que conta com o patrocínio do Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças (GIT) da Junta de Extremadura.
A peça da companhia portuguesa aborda, com humor, as origens da Humanidade e propõe uma reflexão em torno do cristianismo.

Representado em castelhano, “O Grande Criador” tem elementos de composição que já constituem uma marca do Chapitô: a presença de elementos vocais, instrumentais, gestuais,
rítmicos e plásticos, assim como a procura de cumplicidade com o público.

Música no Teatro Académico de Gil Vicente

Dia 20 de Junho21h30Filipe Pinto-Ribeiro
Ciclo «A Cor do Som: Recitais e Concertos

A programação de música erudita no TAGV tem surgido, regra geral, inserida no âmbito do Festival de Música de Coimbra; ou em datas comemorativas, como sejam o Aniversário da Universidade de Coimbra, o Concerto de Ano Novo ou o Concerto do Dia Mundial da Música; ou ainda através da colaboração esporádica com outras instituições.
Na temporada 2006-2007, realizou-se pela primeira vez um ciclo anual de concertos didácticos («Intervalo TAGV»), em colaboração com o Conservatório de Música de Coimbra.
Entre Novembro de 2006 e Maio de 2007, cerca de 2000 crianças tomaram parte nos dez concertos do referido ciclo, enquadrado no Serviço Educativo do Teatro.
Esta iniciativa, que teve como objectivo a sensibilização para a linguagem musical, integrou-se no conjunto de iniciativas de educação artística promovidas pelo TAGV.
Uma das funções da programação enquanto serviço público é justamente formar o público, isto é, dar a conhecer de forma tão aberta quanto possível a multiplicidade das linguagens e formas artísticas.
Um dos domínios carenciados de uma oferta regular permanente é o domínio da música erudita. É objectivo do TAGV reforçar esta componente da programação.
Com o ciclo «A Cor do Som: Recitais e Concertos TAGV», o TAGV tornará mais estruturada esta programação musical. Este ciclo, que conta com o apoio da Pró-Reitoria para a Cultura da Universidade de Coimbra, trará a Coimbra solistas, pequenos agrupamentos, orquestras de câmara e orquestras sinfónicas.
A programação será feita de forma a representar toda a história da música, isto é, com um repertório que incluirá música antiga, barroca, clássica, romântica, moderna e contemporânea. Estaremos especialmente atentos a novos intérpretes e agrupamentos portugueses. Procuraremos também formas de colaboração com músicos e agrupamentos residentes de instituições como Casa da Música, Fundação Gulbenkian ou Centro Cultural de Belém. O objectivo principal deste ciclo é criar uma oferta regular em Coimbra, que permita conhecer um pouco melhor o vasto espectro da criação e da interpretação musicais em todas as suas linguagens.

Programa

Franz Listz (1811-1886)Sonetto 123 del Petrarca ("Années de Pélerinage", Deuxième année: Italie)Richard Wagner (1813-1883)Sonata em Lá bemol maior Anton Bruckner (1824-1896)ReminiscênciaAlexander Scriabin (1872-1915)Folha de Álbum Opus 45 N. 1Estudo Opus 8 N. 12IIFranz Liszt (1811-1886)Sonata em Si menor" .
A Sonata em Si menor de Liszt é talvez a mais original, inteligente e poderosa sonata composta após Beethoven e Schubert - uma obra suprema do Romantismo Musical, que elegeu o piano como instrumento de excelência.
Liszt é a "encarnação" do Homem romântico, o poeta musical, o criador mágico e inovador, o grande virtuoso, o pedagogo universal, a figura de referência de inúmeros compositores e do possível arco genealógico que forma o programa deste recital: Franz Liszt, Richard Wagner, Anton Bruckner, Alexander Scriabin... "

Filipe Pinto-Ribeiro

Filipe Pinto-Ribeiro, piano ,Doutorado com a máxima classificação pelo Conservatório Tchaikovsky de Moscovo, é considerado um dos músicos portugueses mais relevantes da actualidade.
Nasceu no Porto, em 1975. Enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, estudou no Conservatório Tchaikovsky de Moscovo sob a orientação de Liudmila Roschina - Chefe de Cátedra de Piano - tendo concluído, com a classificação Excelente a todas as disciplinas, o Doutoramento em Interpretação Pianística.
Em Portugal, estudou com Helena de Sá e Costa e graduou-se com Pedro Burmester na Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo, no Porto.
Recebeu a influência de diversos mestres e participou com frequência em masterclasses internacionais.
Foi apreciado e aconselhado por alguns dos maiores nomes do panorama pianístico mundial, incluindo Elisso Virsaladze e Dmitri Bashkirov.
É professor no Instituto Superior de Estudos Interculturais e Transdisciplinares, em Almada, e na Universidade Católica Portuguesa, no Porto.
Tem orientado frequentemente Master-Classes de piano.
O seu CD de estreia, interpretando obras de Modest Mussorgsky, Alexander Scriabin, Dmitri Chostakovich, Claude Debussy e Maurice Ravel, está em segunda edição (NUM 1118).
O CD "Berlin Sessions" (NUM 1105), gravado pelo pianista na capital alemã, contendo sonatas de Domenico Scarlatti, Carlos Seixas, Ludwig van Beethoven, Richard Wagner e Serguei Prokofiev, obteve excelente recepção por parte do público e da crítica musical.
Gravou um CD em duo com a pianista Rosa Maria Barrantes incluindo obras de Gabriel Fauré, Eric Satie, Claude Debussy, Francis Poulenc e Maurice Ravel (NUM 1119). Foi editado em 2007 o seu último CD a solo intitulado "Bach: Piano Transcriptions" (CNM 170CD).Desenvolve uma intensa actividade solística e camerística, abrangendo um vasto repertório que se estende do barroco até aos nossos dias. Apresenta-se frequentemente a solo com diversas orquestras, como por exemplo Orquestra Filarmónica da Eslováquia, Orquestra Filarmónica da Arménia, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra Nacional do Porto, sob a direcção, entre outros, dos Maestros Marc Tardue, Charles Olivieri-Munroe, Roman Brogli-Sacher e John Nelson. É director artístico do Schostakovich-Ensemble (DSCH). Pianista laureado, tem actuado em algumas das principais cidades da Europa, Ásia e América, vendo o seu pianismo reconhecido pela crítica especializada.

Preçário

Preço normal 10,00 euros
Preço estudante e sénior 8,00 euros
Espectáculo com desconto para os AMIGOS TAGV
Duração 1h10
www.filipepinto-ribeiro.com

Jay Jay Johanson no Centro Cultural de Belém


Jay Jay Johanson no CCB 21 de Junho de 2007 21h00


Com influências variadas, Jay-Jay Johanson desenvolveu cedo um grande interesse pelo jazz e música clássica, enveredando pelo estudo dos mais variados instrumentos musicais. Posteriormente descobriu a necessidade de se exprimir de outras formas, ingressando num curso de artes gráficas e movendo-se nas áreas da moda e do design.

Em 1996 editou «Whiskey», o álbum de estreia, no qual as sonoridades jazzy e bossa nova encontravam na voz encorpada e grave de Jay-Jay um equilíbrio no mínimo entusiasmante.

A estética musical do cantor evoluiu por outros caminhos e ao quarto álbum «Antenna» Jay-Jay surpreendeu com uma pose andrógina e provocadora.

Mais electrónica que nunca, a renovada sonoridade de Johanson chamou finalmente à atenção dos seus compatriotas, tornando se «Antenna» o seu álbum mais reconhecido na Suécia.
Em 2004 editou uma colectânea, que incluía uma releitura dançável de um dos seus maiores sucessos: So Tell the Girls that IAm Back in Town entre outros sucessos e alguns temas novos.

Em 2005, Johanson voltou aos registos mais acústicos com «Rush» e acaba agora de editar o sexto álbum de originais.

«The Long Term Physical Effects are Not Yet Known» é o disco mais equilibrado e mais forte do artista escandinavo.

Em 11 canções, Johanson consegue resumir toda a sua música.Jazz, electrónicas, o poder das instrumentalizações, das palavras e de uma das vozes masculinas mais carismáticas da música actual trazem Johanson de volta aos discos e de volta a Portugal.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Debate sobre a Rádio na Sociedade Portuguesa de Autores


"Quantos dias para a rádio?"


No próximo dia 20 de Junho, pelas 18h30, no auditório Maestro Frederico de Freitas, na sede da Sociedade Portuguesa de Autores, Av. Duque de Loulé, 31, em Lisboa, terá lugar um debate sobre a rádio.

Volvidos mais de 100 anos, o que reserva o séc. XXI?
Play-lists, Internet, Locutores, Formatação e Conteúdos serão apenas alguns dos motes que farão a conversa.

Moderação: Paulo Sérgio Santos

Convidados: António Sala, José Nuno Martins, Luís Filipe Costa, Luís Montez e Luís Osório.
Caminhos, opções, estratégias e segredos que podem (re)colocar a telefonia em destaque.
Uma reunião de personalidades cujos percursos estão intrinsecamente ligados à rádio. --

domingo, 17 de junho de 2007

Quinteto Lusitânia actua


"Voando sobre Colinas "

Quinteto Lusitânia e Nelson Almeida actuam no Ciclo de Música da Lusitania , Seguros


O Ciclo de Música 2007 apresenta, já no próximo dia 19 de Junho, às 19h30, o concerto “Voando sobre Colinas”, interpretado pelo Quinteto Lusitânia e acordeão (Nelson Almeida).

"Voando Sobre Colinas" é um espectáculo dedicado à música do cinema português dos anos 30 e 40 com arranjos para quinteto de cordas e acordeão das canções de filmes clássicos tais como: O Leão da Estrela, Fado Corrido, Verdes Anos, Aldeia da Roupa Branca, Pátio das Cantigas, História de uma Cantadeira, Sangue Toureiro, Les Amants du Tage, entre tantos outros. JORGE VARRECOSO GONÇALVES - 1º Violino , ANTÓNIO FIGUEIREDO - 2º Violino, VENTZISLAV GRIGOROV - Viola, LUÍS CLODE - Violoncelo, DUNCAN FOX - Contrabaixo e NELSSON AlMEIDA - Acordeão

Programa
Confesso Zanguei-me com meu amor Barco negro Vou dar de beber à dor Agulha e o dedal Cantiga da rua Casa portuguesa Casa da mariquinhas Verdes anos Mouraria Lá vai Lisboa Nome da rua Tudo isto é fado

O Ciclo de Música da Lusitania para 2007, conta com a participação de consagrados artistas, e inclui um vasto repertório.

Festival de Solidariedade Médicos do Mundo


Festival de Solidariedade para a Juventude de Médicos do Mundo


Os grupos portugueses Primitive Reason, Terrakota, Angry Odd Kids, MoreMad e Jah Vai participam no Festival de Solidariedade para a Juventude que Médicos do Mundo organiza no dia 23 de Junho, entre as 18h00 e as 24h00, no Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures.
Os fundos revertem para os projectos de prevenção e combate ao VIH/SIDA da associação em Moçambique.

O Festival de Solidariedade para a Juventude Médicos do Mundo é um espectáculo de animação cultural para a juventude, organizado em parceria com a Câmara Municipal de Loures, que tem por base um programa musical constituído por diversos grupos musicais de destaque. Os públicos-alvos deste festival são os jovens e os adolescentes (dos 15 anos até aos 35 anos), estando o espectáculo aberto a toda a população.

O evento é complementado com actividades de sensibilização para a prevenção do VIH/SIDA, nomeadamente distribuição de preservativos, e uma exposição no interior do pavilhão com merchandising e artesanato, entre outros artigos procurados pela juventude.

Os fundos angariados revertem para os projectos humanitários de Médicos do Mundo de prevenção e combate do VIH/SIDA em Moçambique.


PROGRAMA

Data: 23 de Junho
Local: Pavilhão dos Bombeiros Voluntários de Loures

17h30 – Abertura de Portas
18h00 – Jah Vai
19h00 - MoreMad
20h00 - Angry Odd Kids
21h00 – Terrakota
22h45 – Primitive Reason
24h00 – Encerramento

Exposição de Pintura no Casino Estoril


Helena Liz na
Galeria de Arte do Casino Estoril


Foi inaugurada ontem, dia 16 de Junho, pelas 18 horas, na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição de pintura, “O Jardim da Memória Involuntária” de Helena Liz, artista que nasceu no Sabugal e reside desde 1970 em Madrid.

Na capital espanhola estudou pintura no IADE, sob orientação do pintor Salvador Vitória, em breve se relacionando com Amalia Avia, Lucio Muñoz e outros grandes nomes da Pintura, que lhe proporcionaram um acesso rápido ao mundo artístico madrileno.
Do seu invejável currículo consta a participação em 37 exposições colectivas e a realização de 28 individuais em Espanha e Portugal, a primeira das quais, no nosso País, teve lugar em Outubro de 1980, na Galeria de Arte do Casino Estoril. Como referência que traduz o acolhimento e o prestígio da sua obra, é o facto de haver sido com uma exposição individual sua que se inaugurou em Sintra o Centro Cultural Olga Cadaval e em Salamanca, o Museu do Molino Casino de Tormes.
Significativo é o facto de exposições suas haverem merecido honrosos textos de Wifredo Rincon Garcia e José de Castro Arines, membros da A.I.C.A. de Espanha, como também de Agustina Bessa-Luis, que sobre esta artista escreveu alguns elogiosos textos, Luis de Pina, Eduardo Sotillos, Helena Pimenta e João de Melo, autor do texto do catálogo desta exposição.
Um aspecto que releva na sua obra e na sua carreira é a singularidade dos seus trabalhos, o intimismo do seu mundo pictórico, que levou o grande pintor espanhol Lucio Muñoz a escrever num elogioso texto para o catálogo de uma das suas exposições: “Todo lo que pasa está en tus cuadros. Cuando los veo añado lo que a mi pasa”. Helena Liz transportou para as telas muito de si e das suas recordações: objectos de infância; personagens dos filmes a que assistiu; os jardins, as flores, os frutos e as árvores, que Agustina Bessa-Luís diz serem “modelos que nunca se queixam”, mulheres de rosto indefinido, as crianças, sempre as crianças, que levam um raro encanto e ternura às suas telas.
Portuguesa e espanhola, Helena Liz é uma notável pintora penínsular.

A primeira, certamente, de muitas outras que hão de vir, pois que, cada vez mais, a Arte derruba as fronteiras.
Tendo iniciado a sua carreira dentro de uma linha abstraccionista, Helena Liz evoluiu depois para uma figuração nova, em que a sua actual pintura ainda se situa, com uma temática muito pessoal de registos de imagens e de cores recolhidas em vivências passadas e actuais do seu jardim da memória involuntária.
Esta notável exposição, em que Helena Liz comemora 27 anos de presença na Galeria de Arte do Casino Estoril e que tem um carácter antológico, manter-se-á patente ao público até11 de Julho, todos os dias, das 15 às 24 horas.

Convenção sobre o Ensino Superior

Convenção da Universidade de Lisboa
Debate sobre o RJIES, dias 21 e 22 de Junho


Num momento de reforma do ensino superior, a Universidade de Lisboa organiza uma Convenção, que se prolongará até ao 1º semestre de 2008 (as datas poderão sofrer ajustamentos em função dos prazos que vierem a ser legalmente consagrados).


A primeira fase – O DEBATE – pretende criar um espaço de discussão sobre o novo Regime Jurídico das Instituições do Ensino Superior. Para além de reuniões do Senado e do Conselho Consultivo, haverá um Encontro público durante a tarde dos dias 21 e 22 de Junho, na Reitoria da Universidade de Lisboa.


A segunda fase – A CONSTITUINTE – corresponde ao período de reflexão, de preparação e de aprovação dos novos Estatutos da Universidade, e decorrerá nos seis meses seguintes à entrada em vigor da lei.

O apelo ao debate e a uma participação alargada na elaboração dos Estatutos traduz a necessidade de um envolvimento de toda a comunidade universitária em decisões que não podem ser tomadas apenas pela "assembleia ad hoc com 15 membros" prevista na proposta de lei do Governo.
Os trabalhos da Convenção permitirão cumprir o programa de "refundação institucional" sufragado no processo de eleição do Reitor em 2006.
Estamos pois perante mudanças profundas na composição orgânica da Universidade de Lisboa, bem como no enquadramento e reforço das suas unidades de investigação e na adopção de novos modelos de governo e de gestão.
A Universidade de Lisboa tem o dever e a responsabilidade de encontrar soluções inovadoras que a consolidem como instituição de referência no espaço europeu.