sábado, 9 de junho de 2007

Smashing Pumpkins tocam sem ajuda do S. Pedro


Os Smashing Pumpkins começaram a tocar e o S. Pedro decidiu enviar chuva para o recinto.
A chuva, embora pouca, não desmobilizou os milhares de fans que se encontram no Oeiras Alive! 07 para ver Smashing Pumpkins .

Os festivaleiros estiveram ausentes, praticamente, até às 23.30h. A grande maioria dos que compraram o bilhete dos três dias vieram, hoje, para ver a banda de Chicago.

Os Smashing Pumpkins são uma banda formada em Chicago em 1988 pelos guitarristas Billy Corgan e James Iha, e que teve seu auge em meados da década de 90 com o lançamento do álbum Mellon Collie and the Infinite Sadness, em 1995, se tornando um dos álbuns duplos mais vendidos da história.
Menos influênciados pelo punk rock que outras bandas contemporaneas, a banda era baseada em sons pesados de guitarra, contendo elementos de gothic rock, heavy metal, música psicadélica, rock progressivo, pós-punk e, posteriormente, música eletrónica.

Nos primeiros concertos a banda tinha duas guitarras, um baixo e uma bateria eletrónica.
A baixista D'arcy Wretzky foi convidada a juntar-se à banda no meio de uma discussão sobre a banda Dan Reed Network.
Esta formação não durou muito tempo, com o baterista Jimmy Chamberlin juntando-se à banda, ainda, em 1988.

O primeiro disco, Gish, lançado em 1991, ofuscado pela divulgação massiva do seu contemporaneo Nevermind, dos Nirvana, trazia muito mais brilhantismo nas composições mas, por ter sido lançado por uma editora não tão expressiva, não teve o reconhecimento devido.
Em 1993 é então lançado o que muitos fãs classificam como a obra-prima da banda, Siamese Dream, que é a música da vida de muita gente.
A banda carregou no peso dos instrumentos e as composições são inspiradíssimas.
Há quem se atreva a dizer que Billy Corgan gravou todas as guitarras e os baixos para garantir que seu perfeccionismo fosse alcançado.
O ano de 1995 é de Mellon Collie and the Infinite Sadness, um dos albuns duplos mais vendidos da história e com produção do consagrado Flood (U2, The Killers).

Os álbuns "Zero", "1979", "Tonight tonight" foram uma sucessão de hits com uma longa e bem sucedida tounée.

Mas nem tudo eram flores... A tournée foi um sucesso, mesmo após o afastamento do baterista devido ao seu problema com drogas.
Numa noite num hotel em Nova Iorque, ele e o teclista, contratado Johnathan Melvoin, usaram heroína provocando uma overdose levando Melvoin à morte.

Entretanto, este facto abalou a banda.
O afastamento do grande amigo afectou Billy Corgan e a banda, e este abalo reflectiu em Adore.
Lançado em 1998, o disco não obteve o mesmo sucesso de seus antecessores, apesar de ser também uma obra magnífica, onde temas soturnos da existência são explorados com extremo cuidado, tanto nas melodias como nas letras.
Além do afastamento de Jimmy Chamberlin, que, neste ponto estava numa clínica de reabilitação para toxicodependentes, a mãe do vocalista e líder da banda é diagnosticada com cancro, o que afectou definitivamente o ambiente da banda, gerando este apelo depressivo.

O ano do retorno triunfal da banda como ela se consagrou é o de 1999.
A Arising! Tour marca o retorno de Jimmy Chamberlin às baquetas, os clássicos da banda voltam a ser executados nos concertos (durante a tournée do Adore 90% do setlist era composto de músicas deste álbum). As novas músicas, a serem lançadas no próximo disco eram apresentadas ao público, que aguardava ansiosamente pelo retorno da formação clássica.

Em 2000, é lançado Machina/the Machines of God. Com muitas inovações nas composições, é um disco que reúne grandes músicas, com algum toque de experimentalismo.
Entretanto, é um disco que só conquistou os verdadeiros fãs, coisa que vinha acontecendo desde Adore.
Sem nenhum apelo comercial, Machina não foi o sucesso de vendas de outrora, mas é um disco muito bom.

Mas, para tristeza dos fãs, a saída da baixista D'arcy antes do início da tournée e o anúncio de Billy Corgan que este era o último disco da banda e, consequentemente, os últimos concertos, as últimas linhas, de uma das maiores bandas de rock da história, estavam no fim.

A 2 de dezembro de 2000, os Smashing Pumpkins fazem sua apresentação final, no mesmo local onde iniciaram sua carreira: o Cabaret Metro, em Chicago.
Como forma de agradecer aos fãs, uma última música foi lançada, Untitled é dedicada a todos os que, nesses 13 anos, estiveram ao lado da banda. Ainda lançado, mas apenas pela internet, Machina 2/the friends and enemies of modern music é o último tema gravado em estúdio, para fechar com chave de ouro esta carreira histórica.

Em 2006, Billy Corgan anunciou a volta do Smashing Pumpkins.
Sem James Ilha e sem D´arcy, a banda, actua no Oeiras Alive!07 e lança Zeitgeist no dia 10 de Julho de 2007.

Ultimas duas fotos de Adam Cook .

Os White e os Dead 60 começam a aquecer a noite


A noite começa a aquecer com os acoredes da dupla minimalista The White Stripes no Palco Principal e com os The Dead 60's no Palco Sagres Mini.

No que respeita aos White Stripes é uma estreia. Para os muitos fans que estão no Passeio Marítimo de Algés é, sem dúvida, uma grande alegria, pois a banda com dez anos de existência nunca veio a Portugal.
Os White, Jack White (guitarra e voz) e Meg White (bateria e voz), divorciados um do outro matrimonialmente continuam casados musicalmente e com bastante sucesso. Desde 1999, altura em que lançaram o primeiro disco - The White Stripes, que não têm parado com o casamento musical, pois têm pisado palcos de todo o mundo, contam com seis discos editados e venceram um Grammy na categoria de rock alternativo. Venceram também, em 2003, com a música Seven Nation Army, a melhor música do ano.
O género musical desta banda americana é Rock com Blues e Indie misturados.







The Dead 60's








Capitão Fantasma comanda Palco Sagres

Estamos no dia 2 do Oieras Alive 07! e o cartaz tem boas bandas para o público presente.

Devido a não nos terem autorizado a vinda de fotografo, não nos é possivel publicar imagens das bandas em palco.

Pelo facto pedimos desculpa aos nossos leitores.

A noite começa a chegar e a fome a apertar, logo, alguns dos festivaleiros concentram-se na zona da alimentação, equanto que outros se dividem pelos dois palcos, Palco Optimus ou Palco Principal e Palco Sagres Mini ou Tenda/ Palco Secundário.

No palco Opitmus actuam os Balla, com um público muito diminuto. Já na Tenda os capitão Fantasma comandam com ritmos agrestes e movimentos bruscos.
Balla
Depois de ter passado pelos Bizarra Locomotiva, Ik Mux, Boris Ex-Machina e Da Weasel, Armando Teixeira tem a seu cargo os projectos Bulllet e Balla.
Em “A Grande Mentira”, o terceiro disco dos Balla, Armando Teixeira mostra um álbum onde se pode descobrir mais uma das suas 1001 facetas: canta pela primeira vez os 10 temas do disco!
Considerado um dos melhores compositores, músicos e produtores no activo no nosso país, Armando Teixeira compôs, gravou, misturou e produziu um trabalho individual irrepreensível que se reflecte num disco de canções sem complexos.
A Grande Mentira” é pop, é electrónica, é erotismo, é raiva… Primeiro, porque se apoia no jogo de cumplicidades, de ilusões, de seduções e de concílios, e depois porque tem canções que desafiam, mais uma vez, as barreiras sonoras estilísticas.




Capitão Fantasma
Os Capitão Fantasma formaram-se em 1988 com o final dos Emilio e a Tribo do Rum. Gravaram o seu primeiro disco em 1992 pela Polygram, com o nome "Hu uá uá".
Foi certamente um ponto de viragem na música Portuguesa, dando uma maior visibilidade ao movimento que nessa altura rebentava de norte a sul do país e mesmo influenciando muitas outras bandas de Rock'n'Roll.
Marcados sempre pela entrada e saída de elementos, só em 1996 gravam novo álbum de originais. "Contos do Imaginário e do Bizarro", desta vez pela União Lisboa.
Incómoda e omnipresente, a banda continua a funcionar sempre coerente e honesta no seu projecto.
Agora em 2007 pela RagingPlanet surge "Viva Cadáver" produzido pela própria banda, surgem também uns Capitão Fantasma com a sua melhor formação de sempre, aos originais Jorge Bruto na voz e Tiago Sério na bateria juntam-se Bráulio no baixo e André Joaquim na guitarra.

Pearl Jam encantaram os fans e prometem voltar em breve

Após, quase, duas horas de concerto, os Pearl Jam encerraram o 1º dia do Oeiras Alive!07.

Eddie Vedder, vocalista e guitarrista da banda, entra em palco com os acordes de "Interstellar", seguindo para "Corduroy" e "Evolution". Após a actuação destas músicas cumprimenta o público presente no Passeio Marítimo de Algés num português, quase, perfeito. Este cumprimento fez vibrar os fãs que lhe responderam com palmas, assobios e outras manifestações de agradecimento.

Durante, quase, uma hora tocaram e encantaram os milhares de fans. Após esse periodo, despedem-se com "Alive",saindo para o primeiro encore. Voltam poucos minutos depois com "Given to fly", onde o público vibra com mais intensidade que no início. Sailento que neste "intervalo", algum, publico abandonou a frente palco para se deslocar para outros eventos a decorrer no Festival, como a actuação dos The Sounds.

Longos minutos depois, cerca de meia hora, voltam a fazer mais um "intervalo", saindo de palco com "Rvm". Nem dois minutos foram necessários para os Pearl Jam voltarem ao encontro dos seus fans, tocando os acordes de "No more".

Praticamente duas horas após terem subido ao palco pela primeira vez, no Oeiras Alive!07, terminam a sua actuação com "Rock in/Y Led".

Eddie Vedder, em representação da banda, agradece ao público presente, dizendo que foram muito bons e prometeu que os Pearl Jam voltariam em breve a Portugal.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Pearl Jam fecham o 1º dia do Alive!07


A banda mais aguardada do 1º dia do Oeiras Alive!07, Pearl Jam, sobe ao palco pelas 23.48h.

Enquanto que na banda anterior, Linkin Park, o público era maioritáriamante juvenil, agora observamos que o público já é de uma faixa etária mais alta.


Pearl Jam é uma banda oriunda da cidade de Seattle, nos Estados Unidos da América, no auge do período do movimento local Grunge e é considerada uma das mais populares e influentes da década de 90.

Eles, junto com Nirvana, Soundgarden, Mother Love Bone e Alice in Chains, ajudaram a popularizar o Movimento Grunge no início dos anos 90.

Pearl Jam é uma das poucas bandas grunges que continuaram ativas até hoje, mesmo após o fim das suas outras bandas contemporâneas.
A banda detém uma marca inusitada, durante a tournee de um de seus álbuns a banda lançou nada menos que 70 CDs duplos, que traziam na íntegra cada um dos concertos da turnê, suas atitudes em defesa dos fãs, tais como um processo movido contra a empresa Ticketmaster (que monopoliza o mercado de venda de ingressos em território americano) tornou-se um marco, a banda exigiu na justiça que a empresa reduzisse os seus lucros para diminuir o preço dos ingressos de seus concertos para que os fãs fossem beneficiados, isso junto ao engajamento político e em causas de ajuda humanitária tornaram Pearl Jam uma das mais idolatradas e respeitadas bandas da história do rock.

Neste tipo de concertos é propício acontecerem moches e coisas semelhantes.
Nas bilheteiras estava um anúncio a informar que a organização do evento desanconcelhava este tipo de atitudes, pois para além de serem perigosas para a própria pessoa podem colocar a vida de outros em risco. Alertam também que as pessoas que sejam apanhadas neste tipo de situações perdem o direito ao bilhete.
Uma atitude, extremamanete, positiva, no meu ponto de vista.


Linkin Parker conquistam e arrasam no Oeiras Alive!07


Na primeira edição deste Festival de música e de artes, o Oeiras Alive!07

Acabaram de entrar em palco, há cerca de dez minutos, a banda californiana Linkin Park, e já arrasaram o público prsente no Passeio Marítimo de Algés .

Histeria absoluta na frente do palco é o que se pode ver nesta actuação. Após a actuação dos Balsted Mechanism, o público juvenil correu para junto das baias, que protegem a frente palco, para conseguirem o melhor lugar.

Os fãs ao longo do concerto, comletamente rendidos à banda, vibram pulando, batendo palmas e acompanhando a letra de cada música.




















1.Wake
2.Given Up
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3.Leave Out All The Rest
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4.Bleed It Out
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5.Shadow Of The Day
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6.What I've Done
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7.Hands Held High
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8.No More Sorrow
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9.Valentine's Day
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10.In Between
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11.In Pieces
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12.The Little Things Give You Away
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Mário Laginha apresenta o seu novo trabalho






Mário Laginha apresentou ontem, no Museu da Electricidade, o seu novo CD " Espaço", uma encomenda da Trienal de Arquitectura de Lisboa.

Numa intervenção que primou pela clareza e simplicidade foi dizendo que arquitectura tem vindo a ser para ele uma descoberta.

E tem-se tornado num fascínio.


Por isso este cruzamento com a música, proposto pela Trienal, se torna tão atraente e motivador.

O desafio agora será compor para um trio clássico como este (piano, contrabaixo e bateria) relacionando a música quer com o espaço e o seu respectivo universo acústico, quer com a forma, ou a arte de delimitar esse mesmo espaço.
No caminho, disse, irá procurar estabelecer as mais variadas relações entre a música e a arquitectura de uma forma que possa ser estimulante para quem as ouvir.

E terminou, afirmando:

"O facto de não saber, ainda hoje, qual o destino dessa procura, ou viagem, só aguça a minha curiosidade pelo percurso. "

O concerto de apresentação terá lugar na Culturgest (Lisboa),a 26 de Junho de 2007, com :

Mário Laginha piano
Bernardo Moreira contrabaixo
Alexandre Frazão bateria



A seguir e no âmbito dos Estudos de Arquitectura e Música teve lugar um concerto multimedia Wordsong, com estreia absoluta de novos temas com poemas de Mário Cesariny

Cortejo Histórico em Famalicão

Meio milhar de figurantes desfilam no Cortejo Histórico de Famalicão


São cerca de meio milhar, os figurantes que participam este ano no Cortejo Histórico das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão.
A partir das 21h00, de domingo, dia 10 de Junho, as ruas da cidade enchem-se de alegria e fantasia, com o desfile do Cortejo Histórico, este ano subordinado ao tema "As Mulheres da História Mundial".
Ao todo são doze quadros representados por outras tantas associações e colectividades do concelho que desde Janeiro se preparam para a grande noite do Cortejo Histórico, com ensaios e confecção das roupas e adereços?, como explica o encenador Miguel Fonseca.
De acordo com o responsável ,o cortejo deste ano diferencia-se pela sonoridade e ritmo do desfile, tendo em conta que a maioria dos quadros são cantados. E acrescenta: São quadros muito atractivos, que certamente conquistarão a atenção e simpatia do público.
De Cleópatra a Amália Rodrigues, de Joana d?Arc a Madre Teresa de Calcutá, serão muitas as personagens históricas, que desfilarão pelo centro da cidade, despertando a memória, para grandes acontecimentos da história mundial.
Para o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Armindo Costa, esta é uma oportunidade para o público recordar grandes vultos femininos da humanidade, ficando a conhecer melhor as mulheres que ficaram na história por feitos extraordinários, pelo seu talento, ou simplesmente pela sua beleza, como é o caso de Marilyn Monroe.
O autarca mostra-se bastante expectante quanto ao Cortejo Histórico desde ano, referindo que tendo em conta o tema, o número de participantes e associações envolvidas, este será, sem dúvida, um acontecimento de grande beleza e excelência.
Para Armindo Costa, o Cortejo Histórico tem vindo a assumir-se como um dos momentos mais espectaculares e animados das Festas Antoninas de Vila Nova de Famalicão. Recuperando alguns dos principais temas que fazem parte da nossa memória colectiva, o Cortejo Histórico envolve todos os anos várias dezenas de associações e colectividades locais, numa verdadeira e atractiva lição de História ao ar livre.
O Cortejo sairá da Praça Álvaro Marques, percorrendo a rua Adriano Pinto Basto, a Alameda D. Maria II, a rotunda D. Sancho I, a Avenida de França até ao Estádio Municipal.
Aqui, o cortejo desfilará mais uma vez, permitindo que o público assista a todo o espectáculo, comodamente sentado.

Paredes de Coura comemora 15 anos




No ano em que comemora 15 anos de existência, o Festival Heineken Paredes de Coura 2007 vai agitar, mais uma vez, o país com um cartaz variado e ousado.

Os Gogol Bordello, New York Dolls, Architecture In Helsinki, Sonic Youth, Cansei de Ser Sexy e Sunshine Underground, são alguns dos nomes já confirmados para actuarem no Festival Heineken Paredes de Coura, que decorre de 12 a 15 de Agosto de 2007, na praia do Tabuão, em terras do Alto Minho.

Eugénia Melo e Castro apresenta novo disco



POP PORTUGAL ATRASA UMA SEMANA
EDIÇÃO DIA 18 DE JUNHO


Devido a problemas de fabrico o novo CD de Eugénia Melo e Castro POP PORTUGAL, é editado dia 18 de Junho dois dias após o concerto de apresentação que vai dar no CCB dia 16.

POP PORTUGAL o novo disco de Eugénia Melo e Castro, é uma escolha muito pessoal e com novas roupagens de 10 temas feitos e cantados por compositores portugueses entre as décadas de 70 e 2000.
Gravado em São Paulo entre Abril e Maio de 2007, este é já o 21º trabalho discográfico da artista.
A escolha dos temas que integram POP PORTUGAL, baseou-se em músicas pop onde Eugénia Melo e Castro sentiu uma maior possibilidade de interpretação e intervenção a fim de lhes poder dar a sua marca tão pessoal ao reinterpretá-las.


SE QUISERES OUVIR CANTAR
Letra e Música: Tozé Brito
Versão Original: Tozé Brito – 1972

ASAS (ELÉCTRICAS)
Letra e Música: Rui Reininho Tóli César Machado
Versão Original: GNR – 2000

AMOR
Letra e Música: Pedro Ayres Magalhães
Versão Original: Heróis do Mar – 1984

O SOPRO DO CORAÇÃO
Letra e Música: Sérgio Godinho Helder Gonçalves
Versão Original: Clã – 2000

ROMARIA
Letra e Música: José Soares Martins José Nogueira
Versão Original: Jáfumega– 1983

PÕE OS TEUS BRAÇOS Á VOLTA DE MIM
Letra e Música: António Pinho Nuno Rodrigues
Versão Original: Gabriela Shaff – 1978

EU SOU
Letra e Música: Tozé Brito Pedro Brito
Versão Original: Doce – 1981

SE EU FOSSE UM DIA O TEU OLHAR
Letra e Música: Pedro Abrunhosa
Versão Original: Pedro Abrunhosa – 1995

SONHO AZUL
Letra e Música: Pedro Ayres Magalhães
Versão Original: Né Ladeiras – 1984

Teatro no Negócio


ZDBMala Voadora


Há quase dois anos, a ZDB e a Mala Voadora desenvolveram uma extensa colaboração, através da qual decorreu uma residência criativa e se apresentou três obras deste colectivo.
Agora, a ZDB volta a trabalhar com a Mala Voadora.
Em Junho, apresenta-se no NEGÓCIO a próxima criação: Desempacotando a Minha Biblioteca (com estreia antecedente na Gulbenkian), e em Novembro realiza-se uma residência de criação para elaboração de uma nova peça, também em co-produção com a ZDB.
Esta parceria tem em vista continuar a acompanhar de perto os processos criativos deste grupo, fundado em 2002, com direcção artística de Jorge Andrade e José Capela, que permanece como um dos mais interessantes projectos teatrais contemporâneos.


Junho no NEGÓCIO: Mala Voadora
Desempacotando a Minha Biblioteca
Dias 13, 14 e 15; 20, 21 e 22; 27, 28, 29 (4as, 5as, 6as), e Sábado, 30 de Junho, às 21:30

Jesus Cristo Superstar estreia no Porto



Jesus Cristo Superstar
Estreia de Gala no
Teatro Rivoli


No próximo dia 14 de Junho, o Rivoli Teatro Municipal reabre as suas portas com o célebre musical de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice “Jesus Cristo Superstar” que, pela primeira vez sobe à cena em Portugal, num espectáculo dirigido por Filipe La Féria.
La Féria apostou num grande espectáculo, com uma mega produção, para a reabertura do Rivoli.

“Jesus Cristo Superstar” é o musical mais célebre do século XX, que se baseia na vida de Jesus vista através dos olhos de Judas.

No mundo em que hoje vivemos, onde as guerras das regiões assombram o dealbar do novo século, olhar para a figura mítica de Jesus Cristo e para a sua história é hoje um acto revolucionário.
A história é antiga mas “Jesus Cristo Superstar”, na sua música e leitura dramatúrgica, é extremamente moderno porque trata Jesus como um homem contemporâneo e porque a música e o espectáculo agradam a uma variedade de gostos que englobam várias gerações.
“Jesus Cristo Superstar” começou por ser um disco duplo que atingiu o top de vendas em todo o mundo, particularmente nos Estados Unidos da América.


O êxito do álbum discográfico levou a que “Jesus Cristo Superstar” se transformasse em espectáculo, tornando-se um dos musicais com maior número de representações em toda a história da Broadway.

É esse espectáculo que La Féria irá estrear no dia 14 de Junho no Teatro Rivoli.

Para isso, reuniu actores e cantores famosos que, juntamente com jovens actores do Porto preconizam “Jesus Cristo Superstar”.

Há dois meses que uma grande companhia ensaia, dia e noite, numa enorme exigência profissional, para que “Jesus Cristo Superstar” possa estrear, pela primeira vez em Portugal, com a qualidade artística dos espectáculos assinados por Filipe La Féria.
Já estão confirmadas para a estreia a presença de muitas figuras públicas e artistas que se deslocarão propositadamente ao Porto para assistir à primeira representação da versão de La Féria de “Jesus Cristo Superstar”.

Mário Laginha apresenta novo trabalho



Lançamento do CD “Espaço” de
Mário Laginha + Concerto Wordsong
Museu da Electricidade

O músico e compositor Mário Laginha apresenta hoje, no Auditório do Museu da Electricidade, a partir das 22 horas, o seu novo CD “Espaço”, uma encomenda da Trienal de Arquitectura de Lisboa.

Mário Laginha fará a apresentação do novo CD e estará disponível para um conversa sobre o tema que serviu de inspiração para a nova criação.

De seguida, e no âmbito dos Encontros Arquitectura e Música, terá lugar ao ar livre um concerto do projecto multimedia Wordsong, que fará a estreia absoluta de novos temas com poemas de Mário Cesariny.

Galeria Gay abre em Lisboa


Marília Gabriela é Lady Macbeth



TEATRO TIVOLI – 14, 15 e 16 de Junho – 21h30
reservas: 707 234 234; bilheira Teatro Tivoli: 213 572 025
Jornalista e actriz aceita viver personagem de Shakespeare
MARILIA GABRIELA em A Senhora Macbeth



A Senhora Macbeth inventa um novo olhar, um novo texto, sobre uma das obras mais ricas da literatura dramática onde todas as indagações são possíveis.
Neste novo texto, o motor que movimenta Lady Macbeth, não é tanto a ambição de poder, mas sim o amor.
Um amor tão absoluto por Macbeth que ela não pode conhecer-se a si mesma, nem ter palavras próprias.
Por amor a Macbeth, recusa ver a realidade do crime, apenas percebe um pouco essa realidade. A construção e ao mesmo tempo a negação do crime, marcam os limites perversos do conflito
Centrado em cinco personagens dentro de um cenário, que de um modo tangencial, colocam a peça no mundo de hoje, onde o poder segue ignorando as mortes que ocasiona, e por isso o poder não perde o sono.

Documentário sobre a Guerra Colonial candidato a prémio


47º Festival de Televisão de Monte Carlo
DOCUMENTÁRIO “GUERRA” DA RTP NOMEADO PARA O PRÉMIO URTI 2007



A RTP encontra-se nomeada, na categoria do Documentário de Autor URTI 2007, com o documentário sobre a Guerra Colonial, da autoria de Joaquim Furtado.

O Documentário da RTP que se encontra a concurso é o quarto episódio de uma série documental denominada “A Guerra”, constituída por 16 episódios, da autoria de Joaquim Furtado.

Neste programa específico, dedicado a Angola, fala-se do controlo exercido pela UPA (União dos Povos de Angola) sobre grande parte da zona norte de Angola e o conflito com os militares portugueses.
E o desencadear da primeira grande acção militar portuguesa na guerra em Angola: Operação Viriato.

O documentário procura mostrar, através de recursos gráficos, em que consistiu, no terreno, esta operação militar, ao mesmo tempo que tenta transmitir o sentimento daqueles que a viveram: o autor promoveu um encontro entre combatentes da UPA e os militares portugueses que combateram em lados opostos desta operação.

Nesta série documental o autor descreve-nos o que foi a Guerra Colonial - nos seus aspectos militares, políticos e sociais – que, entre 1961 e 1974, opôs as forças armadas portuguesas e os movimentos de guerrilha que lutavam pela independência de Angola, Moçambique e Guiné, territórios que se encontravam sob a administração portuguesa.


Livro de Eduardo Amarante



T e m p l á r i o s De Milícia Cristã a Sociedade Secreta
Vol. II
Eduardo Amarante



Após o lançamento do I volume da obra Templários - De Milícia Cristã a Sociedade Secreta, da autoria de Eduardo Amarante, no Convento de Cristo em Tomar, na sexta-feira 13 de Outubro de 2006, eis que chega a público o tão aguardado II volume desta excepcional trilogia, que aborda a questão templária de uma forma extremamente completa e detalhada.
Trata-se de um estudo profundo, fruto de incontáveis anos de investigação e pesquisa por parte do autor sobre os inumeráveis aspectos que rodeiam e contextualizam a história da Ordem do Templo - uma Ordem cuja origem remonta ao século XII, mas cujo espírito se perpetua até aos nossos dias.
Uma obra de referência para quem quer se interesse pela Ordem dos Cavaleiros do Templo.

Sobre o Autor


Eduardo Amarante nasceu no Porto em 1953 e estudou Direito na Universidade de Lyon, mas foi no domínio da Filosofia e da Antropologia religiosa que se especializou.

É autor de dezenas de livros e de artigos cuja temática versa sobre a História em geral, a simbologia e os cultos e tradições de Portugal.

Na Zéfiro, para além do I e II volumes da obra em questão, é co-autor do livro O Perdão dos Templários.

O autor encontra-se actualmente a viver fora de Portugal, dedicando o seu tempo à investigação e escrita.

Festival Equestre em Cascais


Festival Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano
Hipódromo Municipal Manuel Possolo – CASCAIS – 13 a 16 de Junho de 2007



Data de Junho de 1984 o primeiro Campeonato Nacional do Cavalo Lusitano que se internacionaliza só dois anos depois, em Junho de 1986, no Hipódromo do Campo Grande, em Lisboa.

O forte crescimento tanto ao nível da criação como da procura do nosso cavalo criou a necessidade de regulamentar e orientar o trabalho de selecção até aqui desenvolvido. Assim se institucionalizou o Stud-Book da Raça Lusitana que deu origem a um decisivo trabalho de selecção ao condicionar a admissão de reprodutores permitindo preservar e – consequentemente - perpetuar as suas raras qualidades de carácter e antiguidade genéticas: versatilidade, agilidade, docilidade que permitem a sua utilização para desporto e lazer.

A APSL surgiu então – entre outros objectivos já mencionados – com o objectivo de promover o Lusitano e o Festival Internacional do Cavalo Puro Sangue Lusitano constitui indubitavelmente o mais importante evento dedicado ao nosso cavalo a nível mundial.

Os objectivos que presidem à sua realização são:
- Gerar notoriedade para o LUSITANO;
- Posicioná-lo como parte fundamental da imagem do nosso país, para consumo interno e externo;
- Criar as condições necessárias ao seu relacionamento com todos os seus público-alvo.

Organizado pela APSL desde 1991, este trabalho é crucial na consolidação da imagem que é já associada ao nosso cavalo: um dos produtos portugueses de maior sucesso e prestígio nacional e internacional assim como o vinho, o azeite e cortiça.

Um pouco por todo o mundo se dá a conhecer o nosso País através do cavalo Lusitano, nos EUA, na Austrália, no Brasil, no México, no Canadá, na Guatemala, na Colômbia, em Espanha, França, Bélgica, Holanda, Itália, Inglaterra. Em todos estes países e em muitos outros onde a criação começa agora a dar os primeiros passos a imagem de Portugal e parte da sua história é dada a conhecer.

O programa diversificado no que diz respeito às provas realizadas - de Modelo e Andamentos, Equitação à Portuguesa, Equitação de Trabalho e Dressage - com uma forte adesão de participantes, dão a conhecer a todos os que nos visitam anualmente o que de melhor se cria estabelecendo padrões cada vez mais exigentes.

A gala equestre e entrega dos prémios aos vencedores nas diversas classes, conclui o programa do evento que é visitado por um público bastante heterogéneo nacional e estrangeiro: criadores especializados (particulares e institucionais), profissionais (equitadores, veterinários, entre outros) comerciantes e utilizadores (cavaleiros, escolas, estruturas turísticas e o público em geral – na aprendizagem, no desporto e lazer).

Poesia de Camões na Póvoa do Varzim



“Camões é um poeta Rap”.


A afirmação é um tanto ou quanto polémica, mas não é esse o objectivo.

Este é antes o título de um espectáculo que vai ser apresentado na Biblioteca Municipal, no dia 13 de Junho, às 15h00.
A actuação musical, desenvolvida pela Arte Pública – Artes Performativas de Beja, consiste na conjugação da lírica de Camões com os sons contemporâneos, nomeadamente ritmos rap e hip hop, havendo também espaço para a interacção com o público.
O carácter obrigatório da leitura da obra de Camões na escola acaba por desmotivar os alunos, pelo que este espectáculo, de onde se destaca a criatividade e o ritmo, se propõem a dar uma visão de Camões e da sua obra com mais clareza e grandiosidade.


“Camões é um poeta Rap” está inserido no Programa de Itinerâncias Culturais de Promoção de Leitura 2007, da Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.

Popular Soundclash na sua IV edição



ACTUAÇÕES:- Sam the Kid VS Kronic (MPC Battle)- DJ Maskarilha com Atomico e Biru- DJ Ride- DJ Spot- DJ X-Acto- DJ Bomberjack- DJ Kwan- DJ Glue- Mr. Cheeks- Maze- Bob da Rage Sense- Tekilla- 12 Makakos- Butterflysoulflow-Hosters: Melo D e MargaPRESS:


Algures entre a complexa multiculturalidade conjurada nas “sete colinas”, a IV edição do Popular Soundclash apresenta-se em 2007 como extensão natural e festiva da cena artística que vividamente reflecte a contemporaneidade lisboeta.

Uma festa aberta que se reinventa em formato – o epíteto SOUNDCLASH revisto e apresentado com novo fulgor – e estende a sua duração a dois dias: dois dias de livre celebração do espaço público, da arte que nele se inspira, e da cultura urbana nas suas mais variadas formas.

No dia 11 de Junho todos os artistas participantes na edição IV do Popular Soundclash estarão presentes, numa dinner lecture com Ty.

Figura maior do hip hop britânico, MC de profissão e consciência habituado a medir o peso de cada palavra que debita, Ty estará em Lisboa para partilhar a sua visão agitadora e intervencionista da música, na qualidade de militante irredutível da arte que nasce na rua, numa sessão restrita e exclusiva para participantes no Popular Soundclash IV.

O miradouro de Santa Catarina – sobejamente conhecido como Adamastor – recebe esta 4ª edição do Popular Soundclash com uma disposição requalificada.

O espaço dedicado ao evento foi ampliado de forma a acolher todos os que queiram participar nesta celebração, e apresenta agora um playground de streetball – basket na sua versão mais crua, espectacular e purista, uma área para os mais novos – Babysoundclash, um espaço permanentemente monitorizado por um Clown DJ - Miss Suzie – e uma plataforma aberta de dança para todos aqueles que precisam de superfícies mais planas do que a calçada para os seus passos mais arriscados, como os grupos 12 Makakos e Butterfliesoulflow já o fazem.


No dia 12 de Junho, entre as 16h e as 02h, o Adamastor volta a baralhar a lógica de celebração dos Santos Populares e a dar voz, som e cor ao entreposto cultural lisboeta.

Uma celebração composta por intervenções de arte urbana – assinadas por Mar, Vhils, Kusca e Misha – exercícios de video art e jamming visual – pela Crosseuropean Session VJs e actuações de algumas das mais interessantes propostas musicais que fixam o ethos de Lisboa.

Os ritmos jamaicanos terão exposição privilegiada nos sets de Pedro Gonçalves, Mike Stellar, Lexo e dos colectivos No Agreement Soundsystem, No Joke Soundsystem, Youth Culture e Dub Weed Roots.

Os Deestant Rockers propõem o cruzamento de elementos de guitarra portuguesa e de fado cantado com o techno minimal de Zentex, em contraste os subgraves generosos do dubstep, aqui representado pela Unidade Sonora e por Mushug e com os breaks da Badmood a cargo de Rita e Nsekt.

As agulhas irão ainda deslizar sobre discos devedores da vasta herança musical e rítmica de África: conte-se paraiso com sets de João Gomes, DJ Lucky, Johnny e com a actuação live de Soul Crioulo.