quinta-feira, 4 de outubro de 2007

8ª Edição da Festa do Cinema Francês

8ª Edição da Festa do Cinema Francês


Teve ontem lugar no Cinema S. Jorge a abertura da 8ª Edição da Festa do Cinema Francês que contou com a preseça de várias entidades e ainda do produtor e realizador do filme inaugural.
" Les Chansons d'Amour" é a história de um jovem que vive em Paris com a namorada, numa rotina que começa a tornar-se entediante. Mas essa rotina é inesperadamente interrompida por um acontecimento terrivel.
Trata-se de uma comédia musical com requinte e malícia, que apresenta várias formas de viver a dois, a três, em família, em sociedade ,entre homossexuais, heterossexuais.
A sua visão é abrangente. Tal qual um filme popular.
Christophe Honoré ,presente na sala, reafirmou o gosto que teve em trabalhar com Louis Garrel e com o produtor Paulo Branco.

Festival da Canção Júnior 2007

Festival da Canção Júnior 2007


Com a presença de Hugo Andrade, José Poiares , Ramon Galarza e Pedro Madeira, vencedor da primeira edição, foi ontem apresentada à Comunicação Social o "perfil" da segunda edição daquele Festival.

Trata-se de um concurso de canções com autoria e interpretação de jovens cantores com idades compreendidas entre os 10 e os 15 anos; tem ainda como objectivo dar a conhecer jovens talentos na área da autoria, composição musical e na área da interpretação.

Todos os intérpretes intervieram, de uma forma ou de outra, nas canções que interpretam.

O Festival da Canção Júnior 2007 terá lugar no Teatro Tivoli no próximo dia 5 de Outubroe será transmitido em directo na RTP1 e na RTP Internacional.
Será apresentado por Jorge Gabriel e Merche Romero que contarão com a ajuda de dois jovens- Luis Ganito e Débora Amado.

São 12 os concorrentes e para além das 12 canções haverá outros momentos musicais e de dança.
O apuramento da cançãovencedora será feito através de televoto.
O vencedor deste Festival irá representar a RTP no Festival Eurovisão da Canção Júnior 2007 que se realizará na cidade de Roterdão ( Holanda ) no dia 8 deDezembro.
Segundo Hugo Andrade o que se pretende não é tanto a competição mas sim estimular o gosto pela Música na sua vertente criativa.

O hardmusica.com deseja o melhor para todos os concorrentes.

Rádio e Televisão do Estado com novo director



Luís Marinho é o novo director de Informação da Rádio e Televisão de Portugal (RTP).

Ao novo responsável junta-se na direcção de informação, José Alberto de Carvalho, como director-executivo de Informação para a Televisão, e João Barreiros, como director-executivo de Informação para a Rádio.

As nomeações foram já confirmadas pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) que deu o seu parecer favorável.

Clã e Vermillion reabrem sala em Portalegre

Nos dias 4,5 e 6 de Outubro o CAEP (Centro de Artes e Espectáculos de Portalegre) vai promover um festa de reabertura e regresso a uma programação regular, após um interregno de dois meses.

Dia 04 de Outubro – Clã
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 15€

A comemorar 15 anos de carreira, os Clã estão de regresso aos álbuns originais, depois de experiências paralelas e digressões além fronteiras. Musical e visualmente diferente do seu antecessor, «Rosa Carne», o quinto registo dos Clã é determinado e feminino na apresentação, rico e lírico nas composições de Regina Guimarães, Carlos Tê, Adolfo Luxúria Canibal e Arnaldo Antunes.
Diferente na sonoridade mas inconfundível no estilo, este novo registo traz os Clã de volta aos palcos portugueses, onde na última década e meia têm promovido a música portuguesa e em português.
Com canções da autoria de Hélder Gonçalves, que volta a assinar uma das letras neste novo trabalho, os Clã prometem surpreender com um espectáculo que complementa a mensagem.

Manuela Azevedo- voz e percussões
Hélder Gonçalves – transbaixos, guitarra acústica e voz
Miguel Ferreira – sintetizadores e voz
Pedro Biscaia – rhodes, juno e órgão hammond
Pedro Rito – baixo eléctrico
Fernando Gonçalves – bateria

Dia 05 de Outubro – Vermillion Lies
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10€

As Vermillion Lies são um acto de cabaret constituído por duas irmãs, Kim e Zoe Boekbinder, duas talentosas artistas, criadoras de estranhas e assustadoramente belas canções, e com duas vozes surreais e de uma beleza rara.
Ao longo da sua carreira, as irmãs têm ganho uma reputação de grandes artistas em palco, com arranjos de elevada qualidade.

O seu som é polido e criado com instrumentos convencionais e outros menos, como guitarras, pianos, máquinas de escrever, pianos de brincar, tachos e panelas, etc.

As Vermillion Lies já actuaram ao longo dos anos com nomes de destaque, tais como The Ditty Bops, Camper Van Beethoven, Jason Webley e Carla Kihlstedt.
O seu mais recente álbum, “Separated by Birth”, está dividido em dois actos, com 16 músicas que vão desde o jazz retro e melodias líricas de inspiração folk, até a descomprometidas baladas de circo com acordeões e pianos de brincar.
Este recente disco teve produção de Myles Boisen, que já trabalhou com nomes como Tom Waits, The Tigerlillies e The Club Foot Orchestra.

Reconhecidas pelas grandes performances ao vivo e pelos criativos arranjos musicais, as “Vermillion Lies” apresentam-se no palco na companhia de duas bailarinas e de alguns dos conceituados músicos que contribuíram para a realização do álbum “Separeted by Birth”.

"Assistir a um concerto das Vermillion Lies é como assistir à abertura de um presente embrulhado e oferecido por um avô demente. Entre as músicas interpretadas no palco, as irmãs Boekbinder abrem-nos caixas e mais caixas de canções, oferecendo-nos inesperados presentes, como pianos de brincar e máquinas de escrever, que depois tratam de incorporar na sua música com laivos de folk."
Stuart Thornton, Monterey County Weekly

“As Vermillion Lies lembram-nos um circo em toda a sua glória e esplendor primordial. Sem esquecer os seus pianos de brincar, os seus instrumentos de cordas, acordeões e com as vocalizações dramaticamente sensuais das irmãs Zoe e Kim Boekbinder, as Vermillion Lies por vezes ainda completam o seu acto circense com dançarinos burlescos...
Hubba, hubba!!! “
Melanie Glover, California Aggie

Dia 05 de Outubro – Capitão Fantasma
«Quina das Beatas»
Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 €

“Saiu da terra, voltou a respirar o ar poluído da cidade, para trás deixou um caixão vazio. À sua frente estende-se um novo tempo, o tempo do fantasma. O novo álbum, “Viva Cadáver”, é Capitão Fantasma no seu melhor, irónico, corrosivo, destinado a viver para sempre…. Para toda a eternidade!”

Os Capitão Fantasma formaram-se em 1988 com o final dos Emílio e a Tribo do Rum. Gravaram o seu primeiro disco em 1992, intitulado "Hu uá uá". Foi um ponto de viragem na música Portuguesa, dando uma maior visibilidade ao movimento que nessa altura rebentava de norte a sul do país, tendo mesmo influenciado muitas outras bandas de Rock ’n’ Roll.

Marcados sempre pela entrada e saída de elementos, só em 1996 gravaram um novo álbum de originais, "Contos do Imaginário e do Bizarro". Deste, como do anterior álbum, ficaram registadas músicas incontornáveis na história do Rock em Portugal. Incómoda e omnipresente, a banda continuou sempre a funcionar com coerência e honestidade no seu projecto.

Agora em 2007, surge "Viva Cadáver", e surgem também uns Capitão Fantasma com a sua melhor formação de sempre, juntando-se aos membros originais Jorge Bruto na voz e Tiago Sério na bateria, o "regressado" André "A.J" Joaquim na guitarra e ainda Bráulio no baixo.

Fechem as portas e tranquem as janelas.....o Monstro Vive!

Dia 06 de Outubro – Electronicat - "Chez Toi"
Café-Concerto
Inicio 23.00h
Preço único 5€

Electronicat é o alter-ego do prolífico músico e performer francês Fred Bigot.

Observando a sua jà extensa carreira, confrontamo-nos com um artista que sente de forma invulgar a sua música, um talento único que jà actuou ao lado de nomes como Stereolab, Felix Kubin, Magas, Khan, Max Turner e Timo Kaukolampi, e fez também remixes de nomes conceituados como os Depeche Mode.
Os seus concertos, sempre uma ocasião uníca, jà receberam críticas positivas da China à Roménia, até Nova Iorque e Berlim, onde reside.
Aí, Fred Bigot colabora habitualmente com artistas de vàrios campos e dançarinos, acentuando a sua capacidade de inexaustão para trabalhar em quantidade e qualidade, e manter-se com um elevado nível de qualidade.

O seu recente álbum, "Chez Toi", o sétimo da sua carreira, é a prova mais uma vez de que sabe tocar música rock, sabe provocar e também inspirar, com uma inteligência que não dá tréguas.
Suaves vocalizações electrónicas, letras multilingues, demenciais silêncios, tudo isto acompanha a música, uma mistura de reconhecidos acordes do rock e de música “noise”, industrial e electrónica, aliados a uma perversa veia cibernética, que transporta a sua música para as pistas de dança e para os palcos experimentais do Século XXI.

Em suma, com o seu humor e vitalidade, o projecto Electronicat faz jus à sua fama de “performer ao vivo de proporções loucas” (explodingplastic.com).

Ana Moura, finalmente, actua em Lisboa


Ana Mora actua no CCB, no próximo domingo dia 7 pelas 21h, onde dará um concerto especial com muitos convidados.
Fausto, o prestigiado cantautor português que escreveu para Ana o seu primeiro fado, "E Viemos Nascidos do Mar", é uma das presenças convidadas, assim como Tim Ries, o saxofonista que acompanha os Rolling Stones em palco e que a deu a conhecer à banda britânica quando a chamou a participar no 2º volume do seu “The Rolling Stones Project”.
Tim contribuiu compondo “Velho Anjo” e participa em “A Sós Com a Noite”.
A fechar este elenco especial teremos Zé Pato (Ciganos d’Ouro) que participou no disco de estreia de Ana Moura dando voz em “Vou Dar de Beber à Dor”, e Pedro Jóia também responsável pelos arranjos deste tema e de “Preso Entre o Sono e o Sonho”.

A acompanhar Ana Moura, o excepcional trio de músicos que gravou "Para Além da Saudade": Custódio Castelo (guitarra portuguesa); Filipe Larsen (viola baixo) e Jorge Fernando (viola) também produtor do disco e director musical do espectáculo, autor de um dos fados mais emblemáticos da sua carreira "Os Búzios" e que poderá ser ouvido na noite de 7 de Outubro no CCB a par de temas tradicionais como Fado Blanc, Fado Azenha ou “O Fado da Procura” de Amélia Muge.

Uma noite a não perder para ouvir “Para além da saudade” ao vivo!

Obra prima de Carlos Saura estreia hoje


A estreia em Portugal do documentário "Fados" do realizador espanhol Carlos Saura, foi acolhido com entusiasmo pelo público lisboeta na ante-estreia, que aplaudiram, como num concerto, cada um dos temas da popular música lusa compilados no filme.


"Fados" foi apresentado nos festivais de Toronto, San Sebastián e do Rio de Janeiro, e se desculpou por não falar português quando se dirigiu ao público, antes de começar a projeção.
- Como um espanhol se atreve a vir a Portugal para fazer um filme sobre fados? - perguntou Saura ao apresentar a obra e lembrar que outros cineastas não haviam abordado o tema, incluindo os próprios portugueses.
- Tive a sorte de ter sido eu, no momento, o que fez esta película - completou o realizador, que destacou diante do público luso "o amor e o enorme respeito por todos os artistas" com quem trabalhou no filme.


Os espectadores da ante-estreia, entre eles personalidades da vida cultural e social portuguesa, aplaudiram com entusiasmo o filme, que foi apresentado no cinema São Jorge, em pleno centro da capital do fado.


Saura afirmou que não tem preferência por nenhum dos três filmes de sua trilogia musical, integrada também por "Tango" e "Flamenco", e garantiu que se divertiu realizando os três.
O cineasta ficou surpreso pela forma como "Fados" foi acolhido em Toronto e San Sebastián e confessou o seu gosto pelo cinema musical o mantém interessado nessa temática.


No filme aparecem as grandes figuras portuguesas do género, desde Mariza, Amalia Rodrigues a Camané ou Carlos de Carmo, e artistas como os brasileiros Caetano Veloso e Chico Buarque e a mexicana Lila Downs, em um desfile de perspectivas sobre o gênero, em que não faltam fusões com música africana, rap e flamenco.


Para Mariza, o filme, sem diálogos nem interpretação, é como um álbum sobre o fado, que não tem outro argumento senão a própria música, e cujas páginas Saura trilha ao som da guitarra portuguesa e do profundo sentimento vocal dos fadistas.
O filme, em que Saura destacou o "s" final do título porque mostra vários fados, estreia hoje em Portugal, onde é esperado com muito interesse pela crítica cinematográfica.
O Hardmusica.com esteve presente e aconselha, vivamente, o visionamento de "Fados".

Cirque du Solei com sessão extra


As cinco sessões do Cirque Du Soleil agendadas para as 21h30, entre os dias 28 de Novembro e 2 de Dezembro, encontram-se esgotadas. No entanto, o público tem mais uma oportunidade de assistir ao espectáculo sábado, dia 1 de Dezembro, pelas 17 horas.

Pela primeira vez, na história do Cirque du Soleil, foram criadas letras para as faixas instrumentais, trazendo à música uma dimensão poética. Os textos são em inglês, francês, espanhol e em português. Também pela primeira vez, os músicos e cantores do Cirque du Soleil estarão no centro do palco, enquanto a música será a força motriz por trás deste gigantesco evento.
Preço dos bilhetes e locais de venda:
Plateia VIP ¬ 75,00 Euros
Plateia A ¬ 65,00 Euros
Balcão 0 ¬ 60,00 Euros
Balcão 1 ¬ 55,00 Euros
Balcão 2 ¬ 35,00 Euros
Pavilhão Atlântico, El Corte Inglês, ACP, Fnac, CTT, Agências ABEP e Alvalade, Ticketline (Reservas: +351 707 234 234 e www.ticketline.pt)

Paul Auster em sessão, única, de autografos


Hoje pelas 12h, Paul Auster estará presente, na Livraria Bulhosa de Entrecampos, para autografar o seu mais recente livro "A Vida Interior de Martin Frost"

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

TERRATORGA

O TEATRÃO apresenta

TERRATORGA

De 4 de OUTUBRO a 17 de NOVEMBRO
Museu dos Transportes
Coimbra

O espectáculo, mais do que utilizar as palavras de Torga ou o seu legado escrito, é construído a partir dele.
Torga e as suas palavras desafiaram O Teatrão a pensar a nossa relação com a Terra, a Família, a Infância, obrigando a uma reflexão sobre a nossa própria memória, tanto individual como colectiva.
TerraTorga apresenta-se como um espectáculo essencialmente sensorial, não narrativo, onde os actores tentam, através da criação de vários quadros, regressar à essência, regressar à Terra, regressar a Torga.
Paralelamente à temporada do espectáculo, decorrem Oficinas de Expressão Artística em que o que se pretende é partilhar com o público os métodos que guiaram O Teatrão na construção do espectáculo. Assim, pais e filhos são convidados a pensar, projectar, experimentar e a construir, em conjunto, o seu próprio Reino Maravilhoso.

O Teatrão

PORTUGAL JAZZ
FESTIVAL ITINERANTE DE JAZZ


JÚLIO RESENDE QUARTETO
6 de Outubro
Vila Real de Santo António

Este Quarteto tem como repertório fundamental composições originais de Júlio Resende, mas também a recriação de standards do Jazz e de outras músicas como a Pop ou Rock. A integração no universo jazzístico deste Quarteto de influências que vão da música erudita (como Chopin ou Bach) ao Funk ( como James Brown), denotam uma música ampla mas com uma identidade unificadora que é dada pela linguagem improvisacional muito autêntica de cada elemento do grupo.
“Diz-se que é nos sonhos que as almas abandonam a sua prisão-corpo e viajam sem os constrangimentos das leis físicas, atravessando paredes, quebrando distâncias. Daí que nos sonhos possamos fazer coisas sobre-humanas. Somos nos sonhos maiores do que o próprio mundo, porque nos sonhos somos o próprio mundo, criamo-lo. O que anseio da minha música é esta liberdade criadora da alma nos sonhos, e é no Jazz e na sua valorização da liberdade que a minha alma encontrou o seu sonho.” Júlio Resende

Ponto de escuta
www.julioresende.com
Info
Telf:239 837 078 / 913 085 645
E-mail: geral@portugaljazz.org

«Senses» abre com Tim Hecker

Concerto de pré-apresentação do ciclo Senses

música electrónica e multimédia





Tim Hecker

6 de Outubro às 21:30

Teatro Académico de Gil Vicente

Coimbra


O ciclo «Senses» pretende ser uma mostra de formas de criação contemporânea em que música e imagem se combinam em espectáculos multimédia. O trabalho com a materialidade digital será o denominador comum aos artistas a apresentar. Tal como na temporada anterior, em cada noite será possível observar o contraste entre dois projectos, por vezes associados a uma determinada editora. (...) Manuel Portela


O músico e artista sonoro Tim Hecker é uma referência da nova electrónica canadiana. Obras como "Radio Amor", "Mirages" ou "Harmony In Ultra Violet" relevam ambiências de intersecção entre melodia, dissonância e ruído e estruturam uma carreira de uma maturação criativa rara. Trabalhou com os Fly Pan Am e Oren Ambarchi e assina composições techno sob o nome de Jetone. Grava regularmente para a Alien 8, Kranky ou Mille Plateaux e escreve peças para instalações e dança contemporânea. Com presenças em festivais tão importantes como o Sonar (Barcelona) ou o Mutek (Montreal), apresenta-nos agora a sua emotiva e majestosa arte.

Organização TAGV, no âmbito da programação «TAGV Digital»
Programação Afonso Macedo
Preço normal 8,00€
Preço estudante e sénior 6,00€
Preço Amigo/a TAGV 4,00€
Mais info em www.sunblind.net , www.myspace.com/thimotyhecker

Teatro Académico de Gil Vicente


Bilheteira
Informações e reservas
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Zé do Telhado na Malaposta


“ZÉ DO TELHADO”



Espectáculo para maiores de 16 anos.
De 04 de Outubro a 04 de Novembro – 5ª a Sábado ás 21H30 e Domingos ás 16H00

José do Telhado nasceu em 1816, na aldeia de Castelões, comarca de Penafiel.
Seu pai, Joaquim do Telhado era um famoso assaltante, capitão de uma corja de ladrões mas de nada a família sabia.

Junto de um tio francês, com quem vive durante 5 anos, aprende de arte de castrador. O tio tinha uma filha por quem José do Telhado se apaixona e viria a casar mais tarde.
Aos 19 anos vem para Lisboa, onde participa na conhecida revolta dos marechais, em 1837.

Em 1846 dá-se a revolta popular.

Por vontade do povo, José do Telhado comanda este levantamento popular.


BILHETES: 10€ (preço sujeito aos descontos praticados pela Malaposta)



Contactos de Imprensa:
Magda Gomes e Vera Almeida
Gabinete de Relações Públicas e Divulgação

Centro Cultural Malaposta
Rua Angola
2620 - 492 Olival Basto
Odivelas, metro Senhor Roubado
Telf.: 21 938 31 00

Cascais em Teatro no Casino Estoril

Com o intuito de apoiar o teatro amador, o Casino Estoril estreia a peça “De Menina Cascais a Cascais Menino”, no dia 5 pelas 21h30.

Com encenação de Ricardo Carriço, este ciclo de representações inspira-se em Cascais, nomeadamente, no mar, na sua História, e na sua gente, descrevendo, ainda, a identidade e tradições da Vila.

No espaço cénico do Teatro-Auditório, a peça “De Menina Cascais a Cascais Menino”, da autoria de Maria Helena Torrado, é protagonizada pelo Grupo de Teatro Amador da Sociedade Musical de Cascais.

Baseada na obra de Pedro Falcão intitulada, precisamente, “De Menina Cascais a Cascais Menino” inspira-se nos reis e nos pescadores de Cascais, aqueles que representam as pessoas genuínas desta Vila intimamente ligada ao mar.

De Menina Cascais a Cascais Menino” divide-se em três partes.

A peça abre com uma introdução histórica, revelando os momentos mais marcantes da Vila, enquanto a segunda parte descreve as tradições dos residentes de Cascais.

Finalmente, na terceira etapa, a peça propõe o sonho e a esperança, convidando o público a imaginar um mundo melhor.

Ao acolher, em Outubro, a peça “De Menina Cascais a Cascais Menino”, o Casino Estoril apoia, assim, o teatro amador, no intuito de colaborar activamente na descoberta de novos talentos.

Com produção de Ricardo Carriço, José Inês Martins e Maria da Luz Anacleto, a música original é assinada pelos Estúdios Magisom, enquanto o guarda-roupa foi criteriosamente seleccionado por Miguel do Vale e Inês Mata.


A peça de teatro amador “De Menina Cascais a Cascais Menino” estará em cena, até ao final do mês de Outubro, todas as Sextas-Feiras e Sábados, pelas 21h30.


Preço: 15 €.

Para grupos de 10 ou mais pessoas, o custo dos ingressos é de 7, 5 €.

Recorde-se que, por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos.

Erasmus oferece concerto dos The Gift

THE GIFT NO CCB

4 OUTUBRO 21H PRAÇA DO MUSEU


ENTRADA LIVRE


No âmbito das comemorações do 20º ANIVERSÁRIO DO PROGRAMA ERASMUS promovidas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, no dia 4 de Outubro, pelas 21h, na Praça do Museu, os THE GIFT regressam ao CCB com “Fácil de Entender”.


Este concerto, de entrada livre, é uma excelente oportunidade para ver (ou rever) ao vivo uma das bandas mais carismáticas do actual panorama musical português.

4º Festival Internacional de Jazz Acert

4º Festival Internacional de Jazz Acert



5ª Feira - 4 de Outubro
MAGIC MALIK ORCHESTRA
França
Nome incontornável de uma geração inovadora do universo jazzístico, Magic Malik demonstrou desde cedo uma sensibilidade particular para a dimensão musical. Talvez assim se explique que este artista se tenha invariavelmente norteado pela sua intuição, ao longo de um percurso que foge das linhas direitas e simples para se desdobrar em destinos de sonoridades inexploradas, conquistadas ao sabor das circunstâncias.Das pulsações house e dos sons urbanos de St. Germain ao jazz do Groove Gang de Julien Lourau, sem esquecer a incursão pelo pop clássico, Malik sempre imprimiu um sentido claro às suas cumplicidades artísticas, dotando-as de humanidade e elegância.Fazendo-se acompanhar por uma orquestra de grande qualidade, Malik oferece ao público uma formação impregnada de espírito de aventura, sede de mudança e gosto pela pesquisa e experimentalismo musical, na fronteira do jazz e da música electrónica.
Malik Mezzadri - flauta e voz
Jean-Luc Lehr - baixo
Maxime Zampieri - bateria
Jozef Dumoulin - piano y teclados
SOFIA RIBEIRO & MARC DEMUTH DUO
PORTUGAL E LUXEMBURGO
A partir de uma cumplicidade musical iniciada em Barcelona há três anos, a cantora portuguesa Sofia Ribeiro e o contrabaixista luxemburguês Marc Demuth têm vindo a construir um projecto ao longo das suas já numerosas prestações em clubes de jazz e festivais, por toda a Europa e nos EUA. Uma colaboração muito bem sucedida, que resultou na gravação do seu primeiro disco, intitulado "Dança da Solidão", ao vivo no "L’Inoui" (Luxemburgo).
Surpreendentes na escolha que fazem de temas de diferentes estilos, passando por compositores tão diversos como Milton Nascimento, Cole Porter, Pixinguinha, Janita Salomé e Carl Perkins, com arranjos adaptados a esta formação peculiar. À mistura temos muita improvisação e, sem dúvida, a comunicação e a cumplicidade entre estes dois instrumentos que, apesar de extremos, se completam.
Sofia Ribeiro - voz
Marc Demuth - contrabaixo
6ª Feira - 5 de Outubro
MÁRIO LAGINHA TRIO
Portugal
"Espaço", o mais recente trabalho da formação Mário Laginha Trio, pretende explorar os pontos de contacto, as coincidências conceptuais e as "inspirações" mútuas entre os universos musical e arquitectónico. A música situa-se, assim, num ponto equidistante entre o universo acústico e a forma.
Nesta nova aventura artística, o pianista Mário Laginha conta com a cumplicidade de grandes músicos que já o haviam acompanhado em gravações e nos numerosos concertos com a cantora Maria João.
Lançado em Junho de 2007 e forte candidato a disco de jazz nacional do ano, eis um encontro raro no qual a arquitectura serviu como pretexto para um grande trabalho de jazz, numa viagem insuflada por uma aguçada curiosidade e uma originalidade inconfundível.
Mário Laginha – piano
Alexandre Frazão – bateria
Bernardo Moreira - contrabaixo
Sábado - 6 de Outubro
RICHARD BONA
Camarões
Poucos músicos reúnem tanto consenso como este camaronês, cujo talento tem sido reconhecido nas actuações com alguns dos mais sonantes nomes da música da actualidade. Bona construiu um percurso musical único. Na fronteira do jazz, criou uma música com impressões digitais que a transformam e que a tornam carismática e inconfundível, temperando-a com um gostinho genuinamente universal.
Neste concerto, integrado na digressão mundial de apresentação do seu último álbum, "Tiki", Bona transporta-nos aos mais profundos meandros de África, local de mitos e intimidade ancestral.
E não se pode esquecer, naturalmente, a importância da sua banda inter-racial, composta por músicos provenientes de África, da América e da Europa, com quem o artista cria um mapa de sonoridades muito características, no qual o público é convidado a participar activamente. Multi-instrumentista, compositor e exímio contrabaixista, Bona possui uma voz suave, à qual não será alheia uma pitada de nostalgia.
Richard Bona – Baixo, voz
Etienne Stadwijk – teclados
Adam Stoler – guitarra
Taylor Haskins - trompete
Samuel Torres – percussão
Ernesto Simpson – bateria
Informações

"Rock in Rio Escola Solar" arrancou hoje!

Arrancou hoje o concurso " Rock in Rio Escola Solar " levando energia às escolas de todo o país


" Rock in Rio Escola Solar" é o nome da primeira grande acção integrada no Projecto Social do Rock in Rio-Lisboa 2008, dedicado, este ano, à causa ambiental. O maior evento de música e entretenimento do mundo volta a Lisboa para a sua terceira edição em Portugal assumindo um verdadeiro compromisso social e ambiental utilizando o seu forte poder de comunicação para mobilizar crianças e jovens de todo o país.
O Rock in Rio, a SIC Esperança, o Ministério da Economia e Inovação e o Ministério da Educação juntam-se num projecto totalmente inovador que vai abranger todo o país, através de uma forte acção de sensibilização e mobilização ambiental e social nas escolas.
Os Xutos e Pontapés juntaram-se à iniciativa como embaixadores do Projecto Social do Rock in Rio- LIsboa 2008.
A acção que hoje foi apresentada vai ao encontro da temática e objectivos definidos pela organização do Rock in Rio-Lisboa 2008 para o projecto social: consciencialização, sensibilização e acçãode toda a população no que respeita às alterações climáticas.
O concurso hoje lançado-" Rock in Rio Escola Solar"-é um desafio às escolas do 2º e 3º ciclos do ensino secundário de todo o país que deverão apresentarprojectos que conjuguem benefícios de carácter ambiental e social.

Para mais informações sobre o " Rock in Rio Escola Solar" pode consultar-se www.rochinrio-lisboa.sapo.pt.

"Operárias e Burguesas" de Maria Alice Samara


Operárias e Burguesas

As Mulheres no Tempo da República



Foi ontem apresentado ao público o novo trabalho da historiadora Maria Alice Samara, de seu nome " Operárias e Burguesas - As Mulheres no Tempo da República ".

Pioneiras, activistas, progressistas,académicas, jornalistas, médicas, escritoras, advogadas ou simples anónimas estas mulheres iniciaram uma dura e longa batalha pela sua emancipação e igualdade a nível social, político e cultural.

Neste livro Maria Alice Samara conta-nos as supreendentes histórias destas mulheres, as suas origens, os seus casamentos, ambições e sonhos.

Muitas destas ambições caíram por terra com o final da I República e com o advento de Estado Novo que procura remeter a mulher para a esfera doméstica. Mas durante estes anos de República foram livres de pensar e sonhar.


Maria Alice Samara nasceu em 1974 e é mestre em História pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Actualmente está a preparar o doutoramento pela mesma universidade onde é investigadora do Instituto de História Contemporânea.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Nova temporada no CAE Portalegre



O Centro de Artes do Espectáculo de Portalegre apresenta


Clã + Vermillion Lies + Capitão Fantasma + Electronicat

4,5 e 6 de Outubro o CAEP vai promover um festa de reabertura e regresso a uma programação regular, após um interregno de dois meses.


Dia 04 de Outubro – Clã
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 15€
A comemorar 15 anos de carreira, os Clã estão de regresso aos álbuns originais, depois de experiências paralelas e digressões além fronteiras. Musical e visualmente diferente do seu antecessor, «Rosa Carne», o quinto registo dos Clã é determinado e feminino na apresentação, rico e lírico nas composições de Regina Guimarães, Carlos Tê, Adolfo Luxúria Canibal e Arnaldo Antunes.
Diferente na sonoridade mas inconfundível no estilo, este novo registo traz os Clã de volta aos palcos portugueses, onde na última década e meia têm promovido a música portuguesa e em português.
Com canções da autoria de Hélder Gonçalves, que volta a assinar uma das letras neste novo trabalho, os Clã prometem surpreender com um espectáculo que complementa a mensagem.

Manuela Azevedo- voz e percussões
Hélder Gonçalves – transbaixos, guitarra acústica e voz
Miguel Ferreira – sintetizadores e voz
Pedro Biscaia – rhodes, juno e órgão hammond
Pedro Rito – baixo eléctrico
Fernando Gonçalves – bateria
www.cla.pt

Dia 05 de Outubro – Vermillion Lies
Grande Auditório
Inicio 21.30h
Preço único 10€
As Vermillion Lies são um acto de cabaret constituído por duas irmãs, Kim e Zoe Boekbinder, duas talentosas artistas, criadoras de estranhas e assustadoramente belas canções, e com duas vozes surreais e de uma beleza rara.
Ao longo da sua carreira, as irmãs têm ganho uma reputação de grandes artistas em palco, com arranjos de elevada qualidade.
O seu som é polido e criado com instrumentos convencionais e outros menos, como guitarras, pianos, máquinas de escrever, pianos de brincar, tachos e panelas, etc.
As Vermillion Lies já actuaram ao longo dos anos com nomes de destaque, tais como The Ditty Bops, Camper Van Beethoven, Jason Webley e Carla Kihlstedt.
O seu mais recente álbum, “Separated by Birth”, está dividido em dois actos, com 16 músicas que vão desde o jazz retro e melodias líricas de inspiração folk, até a descomprometidas baladas de circo com acordeões e pianos de brincar.
Este recente disco teve produção de Myles Boisen, que já trabalhou com nomes como Tom Waits, The Tigerlillies e The Club Foot Orchestra.
Reconhecidas pelas grandes performances ao vivo e pelos criativos arranjos musicais, as “Vermillion Lies” apresentam-se no palco na companhia de duas bailarinas e de alguns dos conceituados músicos que contribuíram para a realização do álbum “Separeted by Birth”.
www.vermillionlies.com/
www.myspace.com/vermillionlies

Dia 05 de Outubro – Capitão Fantasma
«Quina das Beatas»
Café -Concerto
Inicio 23.00h
Entrada 3 €
“Saiu da terra, voltou a respirar o ar poluído da cidade, para trás deixou um caixão vazio. À sua frente estende-se um novo tempo, o tempo do fantasma. O novo álbum, “Viva Cadáver”, é Capitão Fantasma no seu melhor, irónico, corrosivo, destinado a viver para sempre…. Para toda a eternidade!”
Os Capitão Fantasma formaram-se em 1988 com o final dos Emílio e a Tribo do Rum. Gravaram o seu primeiro disco em 1992, intitulado "Hu uá uá". Foi um ponto de viragem na música Portuguesa, dando uma maior visibilidade ao movimento que nessa altura rebentava de norte a sul do país, tendo mesmo influenciado muitas outras bandas de Rock ’n’ Roll.
Marcados sempre pela entrada e saída de elementos, só em 1996 gravaram um novo álbum de originais, "Contos do Imaginário e do Bizarro". Deste, como do anterior álbum, ficaram registadas músicas incontornáveis na história do Rock em Portugal. Incómoda e omnipresente, a banda continuou sempre a funcionar com coerência e honestidade no seu projecto.
Agora em 2007, surge "Viva Cadáver", e surgem também uns Capitão Fantasma com a sua melhor formação de sempre, juntando-se aos membros originais Jorge Bruto na voz e Tiago Sério na bateria, o "regressado" André "A.J" Joaquim na guitarra e ainda Bráulio no baixo.
Fechem as portas e tranquem as janelas.....o Monstro Vive!
www.myspace.com/capitaofantasma666

Dia 06 de Outubro – Electronicat - "Chez Toi"
Café-Concerto
Inicio 23.00h
Preço único 5€
Electronicat é o alter-ego do prolífico músico e performer francês Fred Bigot.
Observando a sua jà extensa carreira, confrontamo-nos com um artista que sente de forma invulgar a sua música, um talento único que jà actuou ao lado de nomes como Stereolab, Felix Kubin, Magas, Khan, Max Turner e Timo Kaukolampi, e fez também remixes de nomes conceituados como os Depeche Mode.
Os seus concertos, sempre uma ocasião uníca, jà receberam críticas positivas da China à Roménia, até Nova Iorque e Berlim, onde reside.
Aí, Fred Bigot colabora habitualmente com artistas de vàrios campos e dançarinos, acentuando a sua capacidade de inexaustão para trabalhar em quantidade e qualidade, e manter-se com um elevado nível de qualidade.
O seu recente álbum, "Chez Toi", o sétimo da sua carreira, é a prova mais uma vez de que sabe tocar música rock, sabe provocar e também inspirar, com uma inteligência que não dá tréguas.
Suaves vocalizações electrónicas, letras multilingues, demenciais silêncios, tudo isto acompanha a música, uma mistura de reconhecidos acordes do rock e de música “noise”, industrial e electrónica, aliados a uma perversa veia cibernética, que transporta a sua música para as pistas de dança e para os palcos experimentais do Século XXI.
Em suma, com o seu humor e vitalidade, o projecto Electronicat faz jus à sua fama de “performer ao vivo de proporções loucas” (explodingplastic.com).
www.electronicat.com
www.myspace.com/electronicat
Livre trânsito de 20 euros
CENTRO DE ARTES DO ESPECTÁCULO DE PORTALEGRE
Praça da República
Telf.:245 307 498

Coimbra recebe Sérgio Godinho [em] ligação directa


Sérgio Godinho
[em] ligação directa
TEATRO ACADÉMICO DE GIL VICENTE
3 de Outubro às 21h30.

Depois do grande êxito d’ “O Irmão do Meio” (2003), com o qual atingiu o 1º lugar do top de vendas e o galardão de platina, Sérgio Godinho regressou em grande forma com o novo álbum de originais, de título “Ligação Directa”, considerado um dos melhores discos do ano de 2006.
Com o título “SÉRGIO GODINHO (em) LIGAÇÃO DIRECTA”, o espectáculo tem como base o repertório constante neste último trabalho e é uma ligação directa às emoções e à razão que desde sempre as canções de Sérgio Godinho despertaram em todos nós: o amor, a ironia, a esperança, a contestação... Das mais recentes, destacam-se temas como “Às vezes o amor”, “Marcha Centopeia”, “O Rei do Zum Zum”, “Só neste país” ou “A deusa do amor”, mas não se deixará também de escutar as maiores referências da obra deste autor, compositor e intérprete.

Ficha Artística
Nuno Rafael direcção musical, guitarras
Miguel Fevereiro guitarras Nuno Espírito Santo baixo João Cardoso piano, teclados Sara Côrte-Real coros, teclados, percussão Sérgio Nascimento bateria, percussões João Cabrita sopros, coros, percussões

Produção Vachier & Associados

organização TAGV, no âmbito da programação «Grandes Concertos»

Preçário: plateia 18,00€; balcão 15,00€; Amigo/a TAGV plateia 9,00€; Amigo/a TAGV balcão 7,50€

Mais info em www.sergiogodinho.com/

Teatro Académico de Gil Vicente

teatro@tagv.uc.pt
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com

Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636

Ponto de escuta:www.myspace.com/sergiogodinhooficial

A MATA de novo em Almada

ARTISTAS UNIDOS APRESENTAM

A MATA

De 3 a 14 de Outubro
Teatro Municipal de Almada

De quarta a sábado às 21h30
Domingos às 16h00




VOTADO PELO PÚBLICO ESPECTÁCULO DE HONRA DO FESTIVAL DE ALMADA DE 2006

"Uma jornada comovente nas memórias reprimidas de um grupo de crianças que cresceram no mesmo bairro de onde uma delas desapareceu. Ao mesmo tempo, a estrutura da peça assemelha-se a um mistério sobre um crime que mantém os espectadores em suspenso até ao fim. O possível abuso e assassinato de uma rapariga pequena só se revela gradualmente. Este mistério não é totalmente esclarecido. Os espectadores esperam respostas no final, mas o caso não é resolvido, nem o assassino travado. A peça centra-se no bairro, nas crianças que vivem lado a lado. Como reagem aos vários acontecimentos, como sentem uma ameaça, sem, no entanto, a perceberem claramente. E, claro, como estas crianças conseguem lidar (ultrapassar ou reprimir) o facto.

Material para uma peça policial. Trata-se do abuso de uma criança, talvez um assassínio. A floresta pode ter sido o local onde este ocorreu, mas será, de qualquer das formas, o local metafórico da ocultação, da história perversa. Mas aquilo que, num verdadeiro policial, permite solucionar o enigma é escondido no palco, transformando-se em jogo de aventuras com impacto psico-terapêutico."


Tradução Pedro Porto Fernandes
Com António Simão, Armando Luís, Bernardo Chatillon, Cecília Henriques, Flávia Araújo, Heloise Ro, Jéssica Anne, João Delgado, Pablo Malter, Pedro Carraca, Paulo Pinto, Ricardo Batista, Ricardo Carolo, Rúdy Fernandes, Sandra Roque, Sara Moura, Sérgio Conceição, Sofia Correia, Sylvie Rocha e Tinto
Cenografia Inger Astri Kobbevik Stephens
Montagem Daniel Fernandes com o apoio de Rita Lopes Alves
Figurinos Rita Lopes Alves
Luz Pedro Domingos
Cenografia e Figurinos com o apoio de Professores da Área Artística do Curso de Artes e Animação Circense e o Curso de Ofícios do Espectáculo e dos alunos de Ofícios do Segundo Ano de 2006 do Chapitô – Ana Duarte, Carla Piedade, Cláudia Fiúza, Joana Estrela, João Leal, Luís Castro e Vera Petinga Encenação Franzisca Aarflot assistida por Andreia Bento, João Meireles, Ricardo Carolo, Pedro Carraca e António Simão

Uma produção Artistas Unidos / Det Åpne Teater / Chapitô, com o apoio da Real Embaixada da Noruega estreia no Festival de Almada 2006) e do Norske Dramatikeres Forbund