Para saber o que vai acontecer, ou o que aconteceu, na área da cultura e do lazer, este blog é uma das melhores formas para se manter actualizado.
Concertos, Festivais de Musica, Livros, Exposições, Teatro, Bailado,Televisão, Cinema, Causas Socias e muito mais serão publicados neste blog.
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João Aguiar ; Sérgio Luís de Carvalho; Miguel Real (coordenação)
Romance Histórico
As nossas histórias, ou as histórias da nossa História.
Ficção da realidade ou realidade que se conta de forma ficcionada, o romance histórico é um género que cada vez tem mais leitores.
Entre o documento e a criação, entre o passado e o presente, um elo de ligação que apaixona e polemiza.
Este é o tema de abertura da Tertúlia Byblos, que começa nesta sexta-feira, dia 10, com um ciclo coordenado por Miguel Real, cuja primeira sessão conta com a presença dos escritores João Aguiar e Sérgio Luís de Carvalho.
Um autor verdadeiramente consagrado que se junta a uma nova voz literária que muitos consideram um dos mais promissores escritores desta área.
A Tertúlia Byblos, para que todos estão convidados (entrada livre, por inscrição, até ao limite da lotação disponível), tem a coordenação geral de Annabela Rita, envolvendo várias instituições ligadas à escrita e à investigação universitária nos campos literário, cultural e artístico.
Promovendo o diálogo entre diferentes áreas disciplinares através de representantes seus, esta é a tertúlia que queremos efectivamente trazer até à Byblos: temas e obras provocando conversas em encontros que desejam ser um verdadeiro convívio entre escritores, investigadores e público.
Com nomes consagrados da cultura portuguesa, mas também com jovens autores.
Até Julho próximo, a Tertúlia Byblos organizar-se-á como um ciclo feito de módulos temáticos que se interligam, cada um deles apresentado por um coordenador, que convidará um ou mais protagonistas para as diferentes sessões.
Do romance histórico à literatura de viagens, dos mitos fundadores ao futuro da língua portuguesa e à lusofonia.
Em contra-luz relativamente à cultura portuguesa, em ciclos mensais, outras culturas serão convocadas, favorecendo a reflexão e o debate sobre identidade e alteridade.
Dando espaço privilegiado às letras do Brasil, de Angola, Moçambique, entre outros países de expressão lusa, para além de outras literaturas que mereceram programas especiais na Byblos, como os já previstos sobre os autores norte-americanos e franceses.
SOBRE OS PARTICIPANTES
Sérgio Luís de Carvalho nasceu em Lisboa em 1959.
Licenciou-se em História (1981) e é mestre em História Medieval (1988).
Profissionalmente é Director Científico do Museu do Pão.
Publicou os romances “Anno Domini 1348” (Edição C. M. S., 1990; Prémio Literário Ferreira de Castro 1989; finalista do Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia, Cognac 2004 e finalista do Prémio Amphi de literatura Europeia Lille 2005), “As Horas de Monsaraz” (Campo das Letras, 1997), “El-Rei-Pastor” (Campo das Letras, 2000), “Os Rios da Babilónia” (Campo das Letras, 2003) e “Retrato de S. Jerónimo no seu Estúdio” (Campo das Letras, 2006). Alguns dos seus romances estão traduzidos e publicados em França e Espanha.
É ainda autor de vários livros de investigação histórica e literatura juvenil.
João Aguiar, jornalista e escritor português, nasceu a 28 de Outubro de 1943.
Licenciou-se em jornalismo pela Universidade Livre de Bruxelas, tendo trabalhado no centro de turismo de Portugal em Bruxelas e Amesterdão.
Trabalhou para a RTP (onde iniciou a sua carreira em 1963) e para diversos diários e semanários como o Diário de Notícias, A Luta, Diário Popular, O País e Sábado. Em 1981, foi nomeado assessor de imprensa do então Ministro da Qualidade de Vida. Entre as suas obras publicadas, destacam-se: Uma Incursão no Esoterismo Português (1983); AVoz dos Deuses(1984); O Homem Sem Nome (1986); O Trono do Altíssimo (1988); O Canto dos Fantasmas (1990); Os Comedores de Pérolas (1992); A Hora de Sertório (1994); A Encomendação das Almas (1995); O Navegador Solitário (1996); Inês de Portugal (1997); O Dragão de Fumo (1998); A Catedral Verde (2000); Diálogo das Compensadas (2001); Uma Deusa na Bruma (2003); O Sétimo Herói (2004); O Jardim das Delícias (livro) (2005); Lapedo – Uma Criança no Vale (2006).
Miguel Real nasceu em Lisboa, em 1953.
É licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa e Mestre em Estudos Portugueses, pela Universidade Aberta, com uma tese sobre Eduardo Lourenço.
Especialista em cultura portuguesa, Miguel Real é, actualmente, professor de Filosofia e colaborador do Jornal de Letras, onde faz crítica literária.
Da sua obra fazem parte o ensaio, o romance, o teatro e a filosofia.
Recebeu o Prémio Revelação de Ficção da APE/IPLB em 1979 (O Outro e o Mesmo), o Prémio Revelação de Ensaio Literário da APE/IPLB em 1995 (Portugal – Ser e Representação), o Prémio LER/Círculo de Leitores em 2000 (A Visão de Túndalo por Eça de Queirós) e o Prémio Literário Fernando Namora em 2006 (A Voz da Terra). Entre os livros publicados, destacam-se: Geração de 90 – Romance e Sociedade no Portugal; A Morte em Portugal e A Verdadeira Apologia de Sócrates.
O DISCOVERY CHANNEL APRESENTA TRABALHO SUJO COM PETER SCHMEICHEL
No segundo episódio, o “gigante” dinamarquês leva-nos até à Polónia
Lembra-se de Peter Schmeichel, o lendário guarda-redes dinamarquês que jogou no Sporting?
Pois bem, a partir deste mês ele volta ao activo, mas agora nos ecrãs do Discovery Channel, onde é o novo apresentador da conhecida série “Trabalho Sujo”, dedicada – como o nome indica – às profissões mais difíceis da Europa.
Nesta nova série de programas, Peter Schmeichelé o guia do Discovery Channel pelos trabalhos e indústrias menos conhecidos da Europa.
Todas as semanas, o famoso ex-futebolista parte à descoberta de um novo lugar e de um novo “trabalho sujo”, juntando-se (literalmente!) a profissionais como taxidermistas, criadores de porcos, limpadores de esgotos ou tratadores de lixo nas suas árduas e pouco invejadas tarefas: das minas de carvão da Polónia à indústria dos curtumes em Itália, esta é uma série que nos mostra as profissões mais "porcas" que alguém pode desempenhar.
Veja como o corajoso Peter lida com os trabalhos mais sujos da Europa…
Ep. 2: Trabalho Sujo com Peter Schmeichel – Polónia Peter Schmeichel experimenta os trabalhos mais sujos da Polónia, como a taxidermia, limpar chaminés e trabalhar numa mina de carvão a 850 metros de profundidade.
O Museu do Oriente assinala o Dia Mundial da Arquitectura, que este ano é dedicado às crianças, com a actividade “De Armazém a Museu”, destinada a pais e filhos, no dia 12 de Outubro, domingo, entre as 11h30 e as 13h00. Em colaboração com a Ordem dos Arquitectos, a iniciativa consiste numa visita guiada, seguida de oficina, durante a qual se vão descobrir os vários espaços do edifício original no qual está instalado o Museu, e a maneira como foi adaptado a espaço cultural.
Após conhecerem os segredos do Oriente, os participantes serão convidados a construir um museu à sua medida. O Museu do Oriente ocupa um edifício classificado como Património Municipal, que, outrora, foi utilizado para armazenar, conservar e distribuir bacalhau.
O projecto de requalificação é assinado pelos arquitectos João Luís Carrilho da Graça e Rui Francisco. O imóvel, de sete pisos, situado junto ao rio, envolve uma área total de 15.692 metros quadrados, apresentando uma escala e volumetria dominantes na zona ribeirinha de Lisboa. Esta é uma oportunidade única para conhecer as zonas reservadas do Museu do Oriente.
«De Armazém a Museu» 12 de Outubro – Domingo 11h30-13h00 Público-Alvo: 8-12 anos Preço: 5 euros Nº participantes: Mínimo 15 Necessária marcação prévia
Informamos os nossos Clientes que para além da actual Oferta, por motivo da Peregrinação do 13 de Outubro ao Santuário de Fátima efectuarão paragem extraordinária nos dias 12 e 13 de Outubro (Domingo e Segunda-Feira) na Estação de Caxarias, os seguintes comboios de Serviço Intercidades:
Dia 12 de Outubro (Domingo)
Sentido Lisboa/Caxarias/Porto: às 12h50 (IC 525)às 16h50 (IC 527)
Sentido Porto/Caxarias/Lisboa: às 12h40 (IC 522)às 16h39 (IC 526)
Dia 13 de Outubro (2ª Feira)
Sentido Lisboa/Caxarias/Porto: às 12h50 (IC 525)às 16h50 (IC 527)
Sentido Porto/Caxarias/Lisboa às 16h39 (IC 526)
Para ligações de Autocarro entre a estação de Caxarias e o Santuário de Fátima, deve consular a Rodoviária do Tejo www.rodotejo.pt.
Para mais informações queira consultar o Call Center 808 208 208.
Depois de Saura que sem escrúpulos maltratou o nosso Fado e não deu o justo e merecido destaque a Amália, figura maior do Fado e da Música Portuguesa, Europeia e Mundial; surge agora o filme que com liberdade criativa e apesar das já anunciadas críticas da família e silêncio da Fundação Amália, irá retratar a nossa principal artista.
Para já as parecenças entre a actriz e a fadista são absolutamente incríveis, resta ver a história, mas no filme além da cantadeira estará também a mulher... Amália era uma mulher e por o ser tão mulher soube tão bem interpretar os mais variados sentimentos.
A longa-metragem de Carlos Coelho da Silva "Amália, o Filme" estreia dia 04 de Dezembro em diversas salas do país.
"A partir da primeira quinta-feira de Dezembro, ‘Amália, o Filme’ estará em exibição em todo o país, para que os portugueses possam conhecer a face oculta da vida de um dos ícones do século XX português", lê-se num comunicado à imprensa. O filme, co-produzido pela Valentim de Carvalho Filmes e pela RTP, é protagonizado pela estreante Sandra Barata Belo, 29 anos, que encarna Amália Rodrigues.
Da fadista, Sandra Barata Belo estudou os gestos, o comportamento, a cadência do canto e da fala, descobriu-lhe a timidez e a insegurança e as variações entre a alegria e a tristeza nos anos que o filme abrange, entre 1950 e 1980. A actriz leu ainda biografias, recortes de imprensa e testemunhos escritos, viu filmes e documentários e falou com Estrela Carvas que foi secretária e confidente de Amália.
Sandra Barata Belo lidera um elenco de 45 actores, entre os quais Carla Chambel, no papel de Celeste Rodrigues, Leonor Seixas, Betinha, outra das irmãs de Amália, e António Pedro Cerdeira, como o banqueiro Ricardo Espírito Santo. Ana Padrão (mãe de Amália), Ricardo Carriço (César Seabra, o último marido de Amália), João Didelet (José Carlos Ary dos Santos), Ricardo Pereira e Susana Mendes são outros nomes do elenco.
“Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas”Domingo, 12 de Outubro de 2008
Como habitualmente, a Câmara Municipal de Lisboa leva a efeito no próximo Domingo, dia 12 de Outubro, a iniciativa "Aos Domingos o Terreiro do Paço é das Pessoas".
Destaque para o programa Lisboa a Dançar, com aula aberta de danças de salão.
P R O G R A M A
ACTIVIDADES DE ANIMAÇÃO
10:00 – 17:00 FUTEBOL DE RUADa responsabilidade do Departamento de Desporto – CML Placa Central Z
10:30 XIX PASSEIO DE CICLOTURISMO DE SANTA ISABEL Av. Infante D. Henrique S
15:00 – 16:30 LISBOA A DANÇAR Aula aberta de Danças de Salão Placa Central U
17:00 – 18:00 ORQUESTRA LIGEIRA DA CARRIS Placa Central U
OUTRAS ACTIVIDADES
11:00 – 19:00 EXPOSIÇÃO “LISBOA 1758, O PLANO DA BAIXA HOJE”Aberto ao público todos os diasEntrada livre aos DomingosOrganização: Câmara Municipal de Lisboa Páteo da Galé A
11:00 VISITA GUIADA À CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA Por Técnicos do Departamento de Apoio aos Órgãos do Município -CML Paços do ConcelhoLargo do Município C
11:00 – 19:00 LIVRARIADa responsabilidade da Ler Devagar Páteo da Galé A
10:00 – 17:00 BIBLIOTECA MUNICIPAL ITINERANTE
Espaço de Leitura Da responsabilidade da Divisão de Gestão de Bibliotecas – CML Placa central T
EXPOSIÇÃO “ARQUIPÉLAGO DA INSÓNIA”Citações da última obra de António Lobo AntunesIniciativa das Publicações Dom Quixote
MUPIS - Arcadas Ala poente X
EXPOSIÇÂO “METAMORFOSE”FotografiaDe Renato Monteiro Galeria de Exposições do Ministério das Finanças Arcadas Ala nascente P
JOGOS DE MESA E TRADICIONAIS PORTUGUESESDa responsabilidade do Departamento de Desporto – CML Arcadas Ala poente L
ESPAÇO JUSTIÇA – acesso a informação sobre o MinistérioMinistério da Justiça Arcadas Arco da R. Augusta G
DIVULGAÇÃO E PROVA DE VINHOS NACIONAIS VINIPORTUGAL Arcadas Ala poente Y COLECCIONISMO ArcadasArco da R. AugustaF
ARTESANATO URBANO ArcadasArco da R. AugustaM
PIPOCAS, FARTURAS E OUTRAS GULODICES Diversos pontos de venda Placa Central E
O 31ª edição de Moda Lisboa foi inaugurado com o desfile de Miguel Vieira, seguindo-se Alexandra Moura e Lidija Kolovrat, tendo sido o desfile de José Manuel Gonçalves e Manuel Alves numa passerelle exterior ao recinto do Moda Lisboa.
Miguel Vieira destina a sua coilecção a pessoas que gostam de viajar, de se distinguirem no meio da “multidão”. Que valorizam os pormenores das peças. Que preferem a qualidade. Que são exigentes nas matérias-primas. Que procuram em toda a linha que apresentamos a coerência das criações, começando pelo vestuário, passado por todos os acessórios até ao underwear.
Para a Mulher, forma ampulheta, saias e vestidos acima do joelho. Sobreposição de tecidos. Look minimalista esconde os pormenores minuciosos de modelação.
Para o Homem dualidade entre o extra large e o justo. Os fatos de construção baseados na alfaiataria tradicional feita à mão. Pormenores de acabamentos, tais como forros personalizados que tem como objectivo surpreender quem os veste.Linhas cintadas, tanto para eles como para elas.
As cores predominantes da coleção são o Preto - Jet Black; Branco - Bright white; Ouro - Gold Mirror.O branco e o preto que se misturam com ouro em pequenas doses dando um toque de glamour.
Os materias usados são a Seda; algodão mercerizado; lãs frias; organzas; rendas; chiffons plissados; vinil; pele de verniz, tecidos cintilantes e cetim sedoso.
A colecção de Verão 09 de Alexandra Moura baseia-se no trabalho e obra do criador Wolf Vostell. É um trabalho conceptual que se integra na natureza, na óptica do artista, onde são trabalhadas as diferentes técnicas de expressão artística, nomeadamente a “Dé-coll/age” e também no movimento cultural “Fluxos”.
O despropósito desejado, a elaboração de histórias levadas ao limite, a inspiração nos absurdos da vida quotidiana, do caos do mundo, e outros temas relevantes são o mote do trabalho do criador, bem como desta colecção.
Vostell será, ao primeiro contacto, um ser da cultura urbana, mas a sua acção sobre o território abana as estruturas de uma estabilidade afinal falsa. Transportando assim, para o espaço público, as coisas encobertas e velhos objectos encantatórios…
A silhueta será trabalhada ao nível da forma, dos volumes, das sobreposições e dos encaixes/colagens que nos remete para a técnica Dé-coll/age de Vostell. A silhueta é curta, arredondada, fluida, leve e estruturada, contextualizada num passeio do rural ao urbano.
As cores predominantes são o beije e o preto.
Os materiais usados nesta coleção são o Algodão, jersey, malha e seda com acabamentos tecnológicos.
A coleção de Lidja Kolovrat é subtilmente “nuanceada” e refina/apura as qualidades sedutoras masculinas. O rigor natural e dureza do quadro masculino são alterados pela fluidez da embalagem envolvida no movimento. Do mesmo quadro se define a linha masculina quando é naturalmente justa e precisa.
O escaravelho oferece/dá uma explicação do óbvio dimorfismo sexual com armas anatómicas usadas para lutar, e se a luta está perdida morrem (brutalmente) sem acasalar.
O que podes voar? Atitude de abelha. As cores são leves sobre o conflito do branco, em preto essencial sublinhado com malas e outros acessórios essenciais para a vida BUG MAN.
Pelo segundo ano consecutivo, a "Cadeira Parade" é um dos grandes atractivosdo Espaço Rota dos Móveis na Intercasa.
A iniciativa teve tanto sucesso que este ano a escola decidiu-se pela sua reedição, mas, desta vez, os temas aplicados nas cadeiras baseiam-se apenas em artistas internacionais: Depois de ter estado exposta em Paredes, Viseu e, até ao passado dia 30, no Clube Literário do Porto, a "Cadeira Parade 2007" - que esteve patente naFIL no ano transacto, segue agora para a Tate Modern, em Londres, que a adquiriu em leilão. A acção concertada entre a Associação Empresarial de Paredes, a Câmara Municipal e a EB 2/3 de Cristelo teve por objectivo desafiar os jovens,aproximando-os da arte e dos artistas plásticos, contrariando ao mesmo tempo o abandono escolar.
E, por outro lado, chamar a atenção dos jovens para o sector do mobiliário, uma vez que muitos dos jovens da região vão, no futuro trabalhar nesse sector. As cadeiras foram cedidas à Escola de Cristelo por várias empresas de móveis do Concelho de Paredes e reinventadas por alunos entre os 10 e os 16 anos,sendo que cada uma das turmas decorou um dos objectos.
As inspirações vieramda arte e da obra de importantes artistas plásticos portugueses, como JoãoCutileiro, José de Guimarães, Paula Rego, Paulo Neves, Almada Negreiros,Júlio Resende, Júlio Pomar e Vieira da Silva.
Assim, uma a uma, as cadeiras, antes vistas como um objecto comum do dia-a-dia, passaram a ser uma obra de arte. "O grande objectivo é através destes trabalhos divulgar a arte, dando a conhecer os nossos artistas", recorda Irene Félix, uma das professoras envolvidas no projecto. "Esta mostra tem tido um grande impacto desde a primeira hora, pelo quevamos continuar a desenvolver esta iniciativa na escola", afirmou a docente,manifestando-se "muito satisfeita com a adesão do público". Os trabalhos foram realizados durante as aulas de Educação Visual, por estudantes com idades compreendidas entre os dez e os 16 anos, da EscolaEB2/3 de Cristelo (Paredes). A exposição inclui também cadeiras redesenhadas pelos professores, cujo tema ao contrário da dos alunos, foi livre. Entre os artistas que serviram de inspiração à colecção de 2007 contam-se nomes como João Cutileiro, José de Guimarães, Paula Rego, Almada Negreiros,Júlio Resende, Júlio Pomar ou Vieira da Silva.
ENTRE OS DEDOS, o mais recente filme de Tiago Guedes e Frederico Serra, com argumento de Rodrigo Guedes de Carvalho, acaba de ser seleccionado para a principal secção competitiva do 26º Festival de Cinema de Turim, a decorrer entre 21 e 29 de Novembro, em Itália. Nanni Moretti é o director artístico responsável pela programação do Festival de Turim desde a edição de 2007. A competição internacional de longas-metragens em que concorre ENTRE OS DEDOS – Turim 26 – é dedicada à descoberta dos novos autores do cinema contemporâneo. Depois da estreia no Festival de San Sebastian – competição Zabaltegi, onde reuniu os mais altos elogios da imprensa Espanhola e Internacional, ENTRE OS DEDOS segue já em Outubro para a 32ª MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE SÃO PAULO. ANTESTREIA EM PORTUGAL dia 14 de Outubro, às 21.45, no Cinema Medeia Monumental-Saldanha. A antestreia contará com a presença dos realizadores Tiago Guedes e Frederico Serra, o produtor Paulo Branco, o argumentista Rodrigo Guedes de Carvalho, os actores Filipe Duarte, Isabel Abreu, Lavínia Moreira, Gonçalo Waddington, Luís Filipe Rocha, Fernanda Lapa, Paula Sá Nogueira, João Pedro Vaz, entre outros. ESTREIA NACIONAL 23 DE OUTUBRO
ESTREIA DA SEMANA
DO OUTRO LADO de Fatih Akin
O mais recente filme de Fatih Akin, DO OUTRO LADO, teve ontem antestreia em sala cheia no Cinema Medeia Monumental. A obra conquistou o coração do público e da crítica, pelo excelente argumento, pelas maravilhosas interpretações, por ser uma obra sincera e honesta sobre a frágil situação politica na Turquia. Deixe-se hipnotizar pelo ritmo alucinante desta complexa e inebriante encruzilhada de destinos (Philippe Azoury, Libération) passada entre a Alemanha e a Turquia, num misto de drama e acção magnificamente interpretado (Derek Elley, Variety)Premiado para Melhor Argumento no Festival de Cannes e nos European Film Awards e Premiado no Golden Orange Film Festival Antalya para Melhor Realizador, Melhor Montagem e Prémio Especial do Júri.site oficial
PRÓXIMA ESTREIA
PARIS de Cédric Klapisch
O novo filme Cédric Klapisch (A Residência Espanhola, As Bonecas Russas), PARIS, é uma divertida e dramática homenagem à vida, à cidade, aos seus habitantes. Estreia sexta-feira dia 10 de Outubro na Festa do Cinema Francês mas poderá vê-lo nas salas Medeia já a partir de dia 16! Com JULIETTE BINOCHE, ROMAIN DURIS, FABRICE LUCHINI, ALBERT DUPONTEL, FRANÇOIS CLUZET, KARIN VIARD. A história de um parisiense que adoece e se questiona sobre a morte. Vendedores, uma padeira, uma assistente social, um dançarino, um arquitecto, um professor, uma modelo, um imigrante clandestino… todos se encontram reunidos nesta cidade, neste filme. Podem pensar que eles não são excepcionais mas, para cada um deles, a sua vida é única. Podem pensar que os problemas deles são insignificantes mas, para eles, são os mais importantes do mundo.(Cédric Klapisch)
Notícias Atalanta Filmes - Dvds
JOHNNIE TO em Edição Dupla no final do mês Pela primeira vez em edição portuguesa, dois filmes do cineasta de culto de Hong-Kong, Johnnie To, num exclusivo FNAC. O díptico ELECTION – ELEIÇÃO e ELECTION 2 – ELEIÇÃO 2 , que retrata os meandros das tríades de Hong-Kong, território que To conhece como ninguém, estará nas lojas a dia 31 de Outubro em mais uma parceria Atalanta Filmes/FNAC. Election - Eleição A história desenrola-se entre os Wo Shing, a mais honrada tríade de Hong Kong. Os tios, os anciãos que governam a organização criminosa, estão prestes a eleger um novo chefe executivo. Lok, que é sábio e cauteloso, é o candidato principal para este posto cobiçado, mas Big D, com a sua personalidade tempestiva, acredita que é a pessoa certa para o cargo e recusa render-se. Os dois homens vão travar uma batalha sangrenta quando o símbolo ancestral do poder Wo Shing, um bastão de cabeça de dragão, desaparece… Election 2 – Eleição 2 Na Hong-Kong pós 1997, até a antiga casa Wo Shing, da sociedade das tríades, tem de sucumbir ao poder da China. O empreendedor líder da seita, Jimmy (Louis Koo), parece ser o candidato ideal para liderar a sociedade na entrada para o novo milénio. O único problema é que Jimmy quer sair. Quando o negócio de Jimmy na China vai por água abaixo, o governo faz-lhe uma proposta: tornar-se o próximo presidente Wo Shing e liderar a sociedade de acordo com os desejos do governo. Em troca, Jimmy vai gozar do apoio total do governo ao seu império de negócios. Enquanto os outros candidatos a presidente se envolvem numa violenta disputa, Jimmy começa a perceber o verdadeiro preço que terá de pagar pelo negócio.
Notícias Espaço Medeia O ESPAÇO MEDEIA tem um novo horário: 2ª a Domingo das 16h00 às 22h30 Na semana de 13 a 19 de Outubro poderá encontrar as seguintes comédias, todas a 5€:- QUERIDA FAMÍLIA de Dominic Harari e Teresa Pelegri. Uma burlesca comédia espanhola acerca de uma família judaica que recebe para jantar o futuro genro, um jovem palestiniano.
- CQ de Roman Coppola. Primeira obra do filho de Francis Ford Coppola, Roman, cuja acção se situa na Paris dos anos 60 durante as filmagens de um clássico de sci-fi série B. Com Jeremy Davies, Gérard Depardieu, Jason Schwartzmann e Billy Zane.
- RRRrrr!!!! de Alain Chabat. Comédia pré-histórica francesa onde uma tribo terá de desvendar um crime, conceito que ainda não foi inventado.Na colecção Inéditos estarão em destaque os seguintes títulos todos também a 5€:- LIAM de Stephen Frears. Um filme sobre a pobreza de um bairro e de uma família, durante a grande depressão dos anos 1930, através do olhar de uma criança.
- SAINT-CYR de Patricia Mazuy. No final do século XVII, duas raparigas da Normandia chegam ao Colégio de Saint-Cyr, fundado por Madame de Maintenon para educar as filhas dos nobres arruinados pelas guerras, com o propósito de as tornar mulheres livres. Com a grande Isabelle Huppert.
- AALTRA de Bênoit Delépine & Gustave de Kervern. Uma bizarra comédia que descamba num road movie em cadeira de rodas, de uma das maiores duplas da comédia contemporânea belga.Não perca!www.espacomedeia.com
ESTREIAS NOS CINEMAS MEDEIA A 9 DE OUTUBRO
OLHOS DE LINCE um filme de suspense e acção realizado por D. J. Caruso e produzido por Steven SpielbergCom Shia LaBeouf e Michelle MonaghanEstreia em Lisboa nos Cinemas Medeia Monumental-Saldanha.Se queres viver, obedece. Numa verdadeira corrida contra o tempo, Shia LaBeouf e Michelle Monaghan são dois estranhos que se tornam meros peões nas mãos de uma misteriosa mulher que não conhecem, mas que parece antecipar todos os seus passos. Quando percebem que estão a ser usados para promover um plano diabólico, eles têm de se unir para vencer esta mulher, antes que ela acabe por matá-los. site oficial
MAL NASCIDA um drama realizado por João Canijo e produzido por Paulo Brancoom Anabela Moreira, Márcia Breia e Fernando Luis Estreia em Lisboa nos Cinemas Medeia King e no Porto no Cinema Medeia Cidade do Porto Em "Mal Nascida", João Canijo volta, à semelhança do que fez em "Noite Escura", a basear-se numa tragédia clássica, aqui o mito de Electra, para pintar o lado mais negro de Portugal.Lúcia é uma mal nascida, uma mal amada: é a eterna viúva do seu pai. Um grito antes de ser um corpo, enlouquecida, maltratada e humilhada, sobrevive enlutada com a lembrança do crime e da traição da mãe, grita a sua dor inconsolável para não dar descanso nem paz aos assassinos do pai. Vive na esperança desesperada do regresso do irmão para cumprir a promessa de vingar o sangue do pai. site oficialFestival Internacional de Veneza 2007 – Selecção Oficial – Orizzonti
CICLO DE CINEMA ITALIANO a partir de 9 de OutubroNo Porto, Cinema Medeia - Teatro Campo AlegreO cinema italiano vive de novo um momento alto. O sucesso recente de alguns filmes (exibidos e premiados nos melhores festivais de cinema do mundo) trouxe consigo uma «espécie de euforia» (JLR, Expresso) e um aumento significativo de espectadores. A Medeia Filmes propõe para esta rentrée cinematográfica no Porto, um CICLO DE CINEMA ITALIANO. A exibir no Teatro do Campo Alegre, a partir de 9 de Outubro, e ao longo de 3 semanas. São 21 filmes, a partir do pós-neo-realismo até aos nossos dias. Obras incontornáveis dos «mestres» Viconti, Fellini, Antonioni, Pasoliniz. As gerações que se lhe seguiram: Bertolucci, Belochio, Moretti..., até ao novo cinema napolitano, como Mario Martone. Actores e actrizes, como Marcello Mastroianni, Claudia Cardinale, Alida Valli, Silvio Orlando, Nicoletta BrashiMichele Plácido; argumentistas como Tonino Guerra, músicos como Ennio Morricone, Nino Rotta...,Para ver ou rever. Sim, porque como dizia Mastroianni, nós amamos [este] cinema.Consulte o programa completo no site www.medeiafilmes.pt
NOS CINEMAS MEDEIA a partir de 16 DE OUTUBRO
LOU REED – BERLIM um documentário de Julian SchnabelCom Lou Reed, Steve Hunter, Fernando Saunders, Sharon Jones e Emmanuelle SeignerEstreia exclusiva no Cinema Medeia Monumental-SaldanhaUma mistura única de cinema, arte, e música, É uma ópera rock e um filme-concerto que gira em torno de um casal de toxicodependentes, Caroline e Jim. O álbum Berlin, lançado em 1973, tem sido referido muitas vezes como a obra-prima desconhecida de Lou Reed, mas nunca tinha sido tocada ao vivo… até agora. Durante cinco históricas actuações, um grupo de músicos lendários ajudou Lou Reed a dar vida ao seu clássico. Com cenários de palco do próprio Julian Schnabel e um pano de fundo de pequenos filmes realizados por Lola Schnabel, com Emmanuelle Seigner (FRANTIC) no papel de Caroline, o realizador Schnabel e a reputada Directora de Fotografia Ellen Kuras captaram a avassaladora experiência visual, sonora e emocional que é Berlin.
O paradigma da arte contemporânea e dos bens etnográficos é o tema de um encontro promovido pela Fundação Oriente, nos dias 6 e 7 de Novembro, no Auditório do Museu do Oriente, que conta com a participação de reputados especialistas na área, como Jacques Pimpaneau, Jean François Chougnet e Joaquim Pais de Brito.
As inscrições estão abertas até dia 29 de Outubro. O encontro, organizado em colaboração com o Instituto dos Museus e da Conservação, o Museu Colecção Berardo e a Universidade Nova de Lisboa, tem por objectivo reflectir e debater os valores que raramente se equilibram na tarefa da preservação, de que são exemplo os valores materiais versus os valores conceptuais, rituais ou estéticos, bem como as questões da originalidade e autenticidade em relação ao valor histórico e cultural, a intenção do criador, a intangibilidade e a função social. Haverá, ainda, espaço para pensar nos processos alternativos de conservação e no perfil dos profissionais, empenhados numa salvaguarda, que ultrapassam o domínio da materialidade, incluem novos meios, implicam criatividade e uma especial atenção, não apenas aos objectos, mas também às comunidades e contextos envolvidos. Na arte contemporânea, a esperança de vida da obra de arte encurta-se radicalmente a partir do início do século XX, com a utilização de materiais de todos os tipos.
Os artistas são seduzidos pelas suas capacidades expressivas e potencialidades comunicativas e já não pela garantia de durabilidade da peça. Os bens etnográficos, com funções rituais ou simbólicas, colocam o problema desde o início das primeiras colecções. Contudo, em ambos os casos, a fragilidade das obras, ou mesmo a sua pretendida efemeridade, conflituam com a actual vontade de tudo preservar, característica dos tempos em que vivemos. Os problemas práticos e éticos que daí resultam para o museólogo, o conservador-restaurador ou o historiador de arte, constituem um enorme manancial de reflexão.
“A arte efémera e a conservação” O paradigma da arte contemporânea e dos bens etnográficos 6 e 7 de Novembro 10h00 – 18h00 Auditório Preço: € 60,00 (desconto de 50 por cento para estudantes) Organização: Fundação Oriente, Instituto dos Museus e da Conservação, Museu Colecção Berardo e Universidade Nova de Lisboa Tel. 218 508 110 ::
“A equipa do ‘Quilómetro zero’ volta à cidade do porto para ouvir mais e mais música. Nesta emissão recomendamos as descargas eléctricas dos 2008, o pop rosa de Wheaterman e a teatralidade dos Mimical Kix”, explica JP Simões, apresentador da série documental sobre a nova música portuguesa, exibida sábados, pelas 19h30, na RTP2. Conheça e divulgue a música de 2008, The Weatherman e Mimical Kix, publicadas em discurso directo no blog do KM0.
“O Teatro e a Máscara” é o tema da oficina que o Museu do Oriente sugere, para entreter crianças entre os 6 e os 12 anos, na manhã de sábado, 11 de Outubro, entre as 10h00 e as 12h30, no Salão Macau. Em colaboração com a Companhia de Teatro Panda-Pá, neste ateliê é explicada a importância da Máscara no teatro oriental, através de um espectáculo que utiliza máscaras criadas à semelhança das do Wayang Topeng, teatro tradicional de Bali, na Indonésia. Na Ásia, apesar das máscaras estarem, muitas vezes, associadas a rituais religiosos, são, também, adoptadas por diferentes tipos de teatro. Estas máscaras, feitas com materiais muito diversificados como a madeira, o papier mâché, o tecido ou o metal, chegam a cobrir toda a cara, enquanto outras são espalmadas ou em forma de máscara-capacete. A sua função é a de dar uma imagem, quer de seres divinos ou demoníacos, que intervêm nos rituais e nas peças, quer de animais ou tipos sociais, muitas vezes para acentuar os traços no limite da caricatura. As máscaras são utilizadas em cerimónias religiosas, sobretudo em rituais de exorcismo, e nos teatros cujas representações deixaram de ter carácter religioso.
O mais importante é a sua qualidade estética, capaz de atrair o olhar mesmo daqueles que nada conhecem das culturas orientais.
“O Teatro e a Máscara” 11 de Outubro – Sábado 10h00 – 12h30
A pintora romena Felícia Trales vai expor os seus trabalhos a partir de sábado, dia 11 de Outubro, na Igreja de Santiago, na vila medieval de Monsaraz.
Integrada no Ciclo Santiago 2008, a exposição apresentará uma pintura que se pretende emotiva, testemunho de uma região, o Alentejo, com características definidas e singulares.
Felícia Trales nasceu na Roménia e em 2002 escolheu o Alentejo para viver por ser a região que mais lhe transmite paz e serenidade.
A artista possui um estilo marcante, impressionista, em que se destacam as árvores e os cactos. Com a pintura, procura captar a atmosfera e a pureza da natureza através de um trabalho cuidado das cores, contrastes e jogos de luz. Felícia Trales estudou na Escola Popular de Arte em Resita, no seu país, tornando-se em 1999 membro da sua filial "Uniunea Artistilor Plastici din Romania".
Pertence também à associação "Artistes Peintres Independants Ariegeois", de França, tendo sido nomeada membro correspondente para os países de leste.
Em 2006 tornou-se membro da “Landscape Artists International”, com sede nos Estados Unidos. Na última década, Felícia Trales tem participado em exposições individuais e colectivas na Roménia, França, Espanha, Alemanha e Portugal.
Muitas das suas obras pertencem a colecções privadas de vários países da Europa, assim como dos Estados Unidos e do Canadá. A exposição é organizada pelo Município de Reguengos de Monsaraz e vai estar patente até ao dia 30 de Novembro na Igreja de Santiago.
A mostra pode ser apreciada entre as 10:00 horas e as 13:00 horas e das 14:00 horas às 18:00 horas, excepto às terças-feiras.
O prestigiado musical «OTANGO», aplaudido pelo grande público e reconhecido pela crítica como o melhor espectáculo de tango actual, apresenta-se pela primeira vez em Portugal. Dez dançarinos oriundos de Buenos Aires, cinco músicos da Orquestra Tanguissimo e dois cantores excepcionais, Jose Luis Barreto e Cláudia Pannone, abrem as portas do misterioso, nostálgico, sensual e mágico mundo do Tango. «Otango» distingue-se dos restantes espectáculos de Tango por ser uma interpretação original baseada num argumento, conciliando a representação teatral, a música e a carismática dança Argentina, numa produção que apresenta cenários sublimes, um guarda-roupa original de sessenta fatos que remontam à década de 1910 e artistas reconhecidos do Tango, entre os quais Christian Márquez & Virgínia Gómez, dupla de dançarinos presente no vídeo “Diferente” dos Gotan Project.
Ficha Artística Coreografia - Adrian Veredice e Alejandra Hobert Dançarinos - Adrian Veredice e Alejandra Hobert, Melina Brufman e Claudio González, Mariano Galeano e Paula Rubin, Christian Marquez e Virgínia Gómez, Sabrina Masso e Fernando Garcia Música ao vivo - Jose Luis Barreto e Claudia Pannone acompanhados pela Orquestra Tanguissimo [Emiliano Greco piano Daniel Ruggiero Bandoneon Humberto Ridolfi e Javier Estigarribia violinos Juan Garcia contrabaixo]
www.otango.com Preçário Preço 1ª plateia e 1º balcão 28,00€, Preço 2ª plateia e 2º balcão 24,00€ Informações Teatro Académico de Gil Vicente Praça da República _ 3000-343 Coimbra Tel.: +351 239 855630 _ Fax: +351 239 855637 E-mail: teatro@tagv.uc.pt; Url: www.uc.pt/tagv; Blog: http://blogtagv.blogspot.com/ Bilheteira: 17h00-22h00 _ segunda a sábado _ telefone: 239 855 636
Sonny Simmons e Bobby Few juntam-se ao contrabaixista Masa Kamaguchi para duas apresentações únicas em Portugal. Sexta, 10 de Outubro pelas 22h00 no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra (primeira parte a cargo dos portugueses RED trio) e Sábado, 11 de Outubro pelas 23h00 na Zé dos Bois, em Lisboa. Uma oportunidade única para escutar duas figuras que fazem parte da história do jazz.
Sonny Simmons/Bobby Few/Masa Kamaguchi Sonny Simmons saxofone Bobby Few piano Masa Kamaguchi contrabaixo
RED Trio Rodrigo Pinheiro piano Hernâni Faustino contrabaixo Gabriel Ferrandini bateria
Preçário Preço normal 10,00€ Preço estudante e assinantes da Jazz.pt 7,00€ Preço Amigo TAGV 5,00€ Entrada gratuita para sócios do JACC – Jazz ao Centro Clube
Co-produção JACC – Jazz ao Centro Clube e Galeria Zé dos Bois
No âmbito do festival cénico Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo), o Teatro Nacional de São Carlos, em colaboração com a RTP, apresenta a transmissão online e em directo da ópera Siegfried de Richard Wagner, no dia 12 de Outubro, (às 16h00) através dos sites:www.saocarlos.pt e www.rtp.pt
Pioneira no panorama lírico em Portugal, esta iniciativa surge enquadrada no objectivo estratégico do São Carlos no sentido de atingir novos segmentos de público na divulgação da sua programação, de uma forma dinâmica, actual e inovadora. Encenado por Graham Vick para o São Carlos, Siegfried, a terceira parte da nova produção do Anel do Nibelungo, estará acessível à distância de um clique podendo esta ópera ser apreciada por qualquer um, gratuitamente. Numa tentativa de levar esta magnifica produção, já reconhecida como “O Anel de Lisboa”, além fronteiras, a web surge como sendo um órgão de comunicação a privilegiar pelo São Carlos em relação aos seus futuros projectos. “Trata-se, no âmbito da música erudita, de uma experiência inédita em Portugal.
No início do ano, havíamos transmitido, uma ópera em directo para 14 cine-teatros espalhados pelo País, e agora, com esta iniciativa, procuramos ir mais além, disponibilizando a ópera de Wagner para o espaço global.
O São Carlos deste modo, coloca-se na linha da frente, com o que de mais inovador se faz nos principais Teatro Líricos do mundo”, revela Pedro Moreira, gestor do Teatro Nacional de São Carlos. Sendo um projecto de coordenação entre a RTP e o São Carlos, a edição de imagens captadas por multicâmaras será feita em simultâneo com o decorrer da récita. Com acesso simplificado e destacado no site do São Carlos e da estação pública de televisão, a transmissão em directo da ópera Siegfried será acompanhada de conteúdos online para uma melhor compreensão da mesma. A “Ópera ao Largo”, nos dias 9 e 12 de Outubro, é outra iniciativa da responsabilidade do São Carlos, com sucesso já comprovado em edições anteriores, e que se baseia na colocação de um ecrã gigante no Largo São Carlos. Em casa, através da Internet, no Largo ou no Teatro Nacional de São Carlos, várias são as hipóteses de acompanhar a terceira das quatro óperas do monumental ciclo O Anel do Nibelungo, de Richard Wagner.
No dia 3 de Outubro, a Antena 2 transmitiu em directo a récita de Siegfried para os seus ouvintes o que torna a divulgação desta ópera num projecto multimeios impar.
A ópera - Siegfried O Anel do Nibelungo, famosa tetralogia épica, gira em torno das lendas mitológicas teutónicas. Depois de Das Rheingold (O Ouro do Reno) em 2006 e de Die Walküre (A Valquíria) em 2007 é a vez Siegfried. A história narra o heroísmo do filho da paixão proibida entre Sigmund e Siegling, Siegfried, na luta contra o dragão Fafner, guardião do anel do ouro do Reno, e da sua paixão por Brunilde, filha do rei Wotan. Com a assinatura do encenador Graham Vick, a equipa criativa conta com a direcção musical de Marko Letonja, cenografia e figurinos de Timothy O’Brien e desenho de Luz de Giuseppe Di Lorio. As récitas desta nova produção, que conta mais uma vez com uma remodelação completa do palco principal do São Carlos para o espaço da plateia em forma de arena, terão lugar nos dias 3, 6, 9 e 15 de Outubro às 18:30h e dias 12 e 18 de Outubro às 16:00h.
Der Ring des Nibelungen (O Anel do Nibelungo) SIEGFRIED, de Richard Wagner Libreto de Richard Wagner Dias e horários: 3, 6, 9, 15 de Outubro às 18:30h 12 e 18 de Outubro às 16:00h Direcção Musical: Marko Letonja Encenação: Graham Vick Cenografia e figurinos: Timothy O’Brien Desenho de Luz: Giuseppe Di Lorio Intérpretes: Stefan Vinke (Siegfried), Colin Judson (Mime), Samuel Youn (O Viajante), Johann Werner Prein (Alberich), Dieter Schweikart (Fafner), Gabriele May (Erda), Susan Bullock e Kirsi Tiihonen [15 de Outubro] (Brunnhilde) e Chelsey Schill (Pássaro da Floresta) Com Orquestra Sinfónica Portuguesa
WEB ÓPERA Transmissão de Siegfried através da Internet, em directo. Dias e Horários: 12 de Outubro às 16:00h Entre os dias 9 e 12 será transmitido o documentário RTP – Making off do Ouro do Reno
“A Jazzar é que a gente se entende” 11 Outubro às 21h30 Sala do Piano, Convento dos Capuchos
Zé Eduardo Unit “A Jazzar é que a gente se entende” Zé Eduardo – Contrabaixo, Violoncelo Jesus Santandreu – Saxofone tenor Bruno Pedroso – Bateria Gravação ao vivo (edição de CD)
Convento dos Capuchos acolhe gravação do quarto disco da série “A Jazzar” da Zé Eduardo Unit. O Portugal Jazz Almada é uma iniciativa da Câmara Municipal de Almada e do JACC - Jazz ao Centro Clube com o apoio da Lusoponte.
Fotografia: Hélio Gomes /JACC
Informações Portugal Jazz - Festival Itinerante de Jazz Telf:+ 351 239 837 078 / www.portugaljazz.org / geral@portugaljazz.org
“Genes and Jeans” é o mais recente projecto que a cantora israelita Achinoam Nini, internacionalmente conhecida como Noa, apresenta em Braga a 11 de Outubro (21h30), num concerto único no norte do país que encerra a sua primeira digressão em Portugal.
Definido pela própria como «uma viagem às raízes», “Genes and Jeans” consubstancia-se num conjunto de 17 temas interpretados em hebraico, iemenita e inglês, reflectindo, desta forma as várias influências culturais que marcaram a vida e percurso artístico da cantora.
«Senti necessidade de ir buscá-las, mas interpretá-las à minha maneira, reflectindo o tempo que vivi em Nova Iorque, o que tem sido a minha vida, sem lhes retirar porém a autenticidade», explica Noa, destacando a beleza do cantar iemenita.
Desta motivação e do desejo de fazer renascer as canções que durante a infância ouvia da avó, resultaram temas tão diversos como “In Your Eyes”, “Ani Tzameh”, “The Balancing Act” ou “Dala Dala”, elementos do que Noa descreve como «uma viagem com coisas alegres, outras melancólicas e outras mais mexidas».
Para além de Gil Dor, guitarrista e compositor que acompanha a cantora num percurso de quase duas décadas, Noa apresenta-se no Theatro Circo com uma formação constituída pelos músicos Jean Paul Zimbris (bateria), Gad Seri (percussão), Anat Firestone (baixo) e Gil Zohar (teclas).
Natural de Telavive, Noa viveu em Nova Iorque entre os 2 e os 17 anos, altura em que voltou sozinha para Israel.
Depois de cumprir dois anos de serviço militar obrigatório no exército israelita, Noa estudou música na “Rimon School”, local onde conheceu o seu companheiro artístico Gil Dor.
Como principais influências musicais a cantora aponta Paul Simon, Joni Mitchell e Leonard Cohen, sensibilidades que combina com as suas raízes iemenitas e as sonoridades jazz, clássicas e rock de Gil Dor, dando origem a um estilo único que se manifesta nas centenas de canções que já compuseram e interpretaram juntos.
Ao longo de 15 anos de carreira, Noa e Gil escreveram e produziram três álbuns de inspiração israelita, designadamente “Achinoam Nini and Gil Dor Live” (1991), “Achinoam Nini and Gil Dor” (1993) e “Achinoam Nini” (1997).
De carácter mais internacional, a dupla editou ainda “Noa” (1994), “Calling” (1996), “Blue Touches Blue” (2000) e “Now” (2002).
Com um percurso musical pontuado por inúmeros momentos de destaque – interpretação e autoria do tema principal do filme “A Vida é Bela”, de Roberto Benigni, actuações na Casa Branca e duetos com nomes como Sting ou Stevie Wonder, entre muitos outros – Noa afirmou-se internacionalmente como activa defensora da paz.
Neste contexto colaborou com vários artistas árabes e palestinianos em concertos por todo o mundo, expressando, desta forma, a convicção que deposita no poder da comunicação e do diálogo como meio promotor da paz e da compreensão.
As várias acções desenvolvidas em defesa da paz valeram-lhe, entre outras distinções, a nomeação, em 2003, como “embaixadora da boa vontade” pela FAO (Food and Agriculture Organization of the United Nations).
A par das performances que a levaram a palcos como “Carnegie Hall” (Nova Iorque), “Olympia” (Paris) ou “The Barbican” (Londres), Noa efectuou várias passagens pelo Vaticano.
Nestas incluem-se as participações em dois concertos de Natal, ao lado de nomes como Lionel Richie, The Corrs ou Deedee Bridgewater, distinguindo-se ainda em 1994 nas cerimónias de evocação do “Ano da Família” com uma versão de “Ave Maria”, interpretada para uma audiência de 100 mil pessoas e para o Papa João Paulo II.
Senhoras e senhores, meninos e meninas, chefes de família, funcionários, secretárias, intelectuais, desempregados, vereadores da cultura, directores gerais, moradores de um mundo no qual sonhar é uma urgência…
Não perca o privilégio de presenciar o imaginário dos veludos e luzes vermelhas, dentro de um verdadeiro cabaret.
Dia 11 de Outubro, o Cabaret Maxime tem a honra de abrir as suas portas ao Caravan Cabaret, numa revelação mágica de dois pedacinhos ambulantes de história.
Uma caixa de surpresas; um refúgio para proscritos; a estação terminal dos artistas que nenhum espectáculo quer.
Bailarinas expulsas dos melhores music-halls de Paris; cómicos espancados nos night clubs de Nova Iorque; mágicos fugidos dos Circos Mundiais; aberrantes belezas esquecidas numa bomba de gasolina por um Freak Show no Minnesota; um cantor que nunca actuará no Coliseu dos Recreios.
Para esta família de outsiders interestelares o cabaret é uma forma de viver, dever, de sentir. Um boulevard de sonhos desfeitos.
O Caravan Cabaret é um castigo divino; artistas condenados a vaguear eternamente numa estrada perdida, num revivalismo de glórias passadas; pequenas doses de arte concentrada, a ponto de serem deitadas para o vazio do esquecimento.
Um espectáculo de vanguardismo fulgurante e prestígio garantido.
Trata-se do Romance "Bianca e o Dragão", edição Calendário, que será apresentado pelas 17.30 de Sábado, dia 11 de Outubro, 2008 no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett nos jardins do Palácio de Cristal, no Porto.
Apresentação do realizador José Fonseca e Costa.
Com pinturas de Agostinho Santos. O Porto como cenário, uma Estátua na marginal do rio Douro, Anjos que visitam a cidade, um Dragão que violenta e destroi, uma Casa na Rua da Restauração, uma Mulher, um Homem. As forças contraditórias da nossa Humanidade. A Vida, a Morte. E Deus que vigia e se diverte.Uma história tirada do Fantástico e da Imaginação. (texto da contracapa)
Situando a história nas ruas do Porto, BPP assume mais uma vez o seu papel de crítica mistificadora ao dar um cunho mágico e misterioso a um texto entremeado de reflexões de ordem social, política e moral sobre a história recente da cidade e do país.
Inserindo-se no que se poderia chamar de romance do fantástico, o romance põe Deus, mais uma vez e tal como no primeiro romance da autora, Tratado dosAnjos, a observar a humanidade como um irónico e poderoso ser que procura libertar-se do tédio com a inventiva humana.
No seu estilo sintético e preciso, a autora sugere imagens fortes, como sede um filme se tratasse e onde a imaginação delirante se aproxima de locais bem conhecidos da cidade cuja beleza vai contrastar com a crueldade do acontecimentos.
O romance de Beatriz Pacheco Pereira, Bianca e o Dragão, conta a história de uma mulher cujo destino é singular.
Herdeira, por mão misteriosa, de uma casa junto ao Rio Douro, Bianca está presa à vida por um conjunto de afectos, esperando ainda que chegue o homem que será o seu companheiro.
Desconhece, contudo, que vai enfrentar a força mais maléfica que jamais chegou ao Porto. Entretanto, uma estátua de um dragão assusta quem a vê e é metida nas caves do Museu Soares do Reis.
História de uma cidade que vai ser abalada por uma luta colossal entre um anjo e um dragão.
Com capa dura e 17 pinturas de Agostinho Santos, Bianca e o Dragão de Beatriz Pacheco Pereira , é editado pela Editora Calendário e tem 144 págs.
Pelas 16h, inauguração de exposição de Agostinho Santos, a anteceder aapresentação do novo romance de Beatriz Pacheco Pereira.
A AUTORA
Beatriz Pacheco Pereira nasceu no Porto a 26 de Junho de 1951.
Licenciada em Filologia Germânica.Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e a Universidade do Porto,onde concluiu a Licenciatura.
Foi Bolseira do British Council em 1971 e é Bacharel em English Studies pela Universidade de Cambridge (1986).
Escreveu as primeiras linhas sobre cinema criança ainda. Em 1981, fundou, com Mário Dorminsky e José Manuel Pereira, o Fantasporto -Festival Internacional de Cinema do Porto, actualmente um dos mais conceituados no mundo e o maior festival de cinema em Portugal.
Em 1982, no jornal O Primeiro de Janeiro, foi a primeira mulher a ter uma coluna de crítica de cinema num jornal diário em Portugal.
Mais tarde,alargou a sua colaboração a outros jornais, revistas e televisão, como especialista em cinema e comentadora dentro das áreas da Educação e Política Cultural.
Depois de vários livros sobre cinema, iniciou-se na ficção literária em 2003 com um conjunto de contos, As Fabulosas Histórias Dela.
Seguiu-se o romance Tratado dos Anjos, um livro de crónicas, Do Porto e do Olhar e outro sobre as mulheres de carreira, de título O Porto e as Suas Mulheres.
Em 2007, publicou novo volume de contos, O Amor Absurdo e outras Histórias Improváveis.
Bianca e o Dragão é o seu segundo romance que tem,tal com a sua restante produção literária, a cidade do Porto como cenário.
«Minuto a Minuto»promove debate sobre o casamento civil entre homossexuais
«Janela Aberta»celebra chegada de mais um livro deAntónio Lobo Antunes
Poderão um dia, duas pessoas do mesmo sexo casar em Portugal?
O «Minuto a Minuto» hoje a partir das 10h00, passou uma reportagem de Arsénio Coelho que foi ouvir os que dizem que não, e os que dizem que sim ao casamento civil entre homossexuais.
Em vésperas da votação na Assembleia da República, o Rádio Clube foi ouvir a sociedade civil sobre este um tema fracturante entre os portugueses.
Entre as várias pessoas ouvidas por Arsénio Coelho, contam-se representantes da Associação de Famílias Numerosas, o Padre Carreira das Neves e ainda Luís Grave, o advogado que há cerca de dois anos representou Lena e Teresa, o casal de mulheres que tentou casar em Portugal. Às 17h30, celebrando a chegada às bancas de mais uma obra de
António Lobo Antunes escritor português, o «Janela Aberta» vai dar voz a um ex-combatente na guerra em África, e um travesti.
Embora não sejam personagens do próximo livro do escritor português, ninguém estranharia se o fossem, até porque as suas histórias davam um bom livro.
Estes dois convidados vão contar durante o programa o que sentem quando as suas vidas passam a personagens de grandes obras literárias.
“Nasci em Lisboa. Cresci em Chelas num bairro social. A minha mãe alertou-me para a importância de aprender com tudo o que visse e ouvisse.
Falou-me da importância de usar a imaginação e os sonhos para superar as dificuldades da vida. Ensinou-me a acreditar na vida e a ouvir o coração. (..) Entre a minha vida diurna e a minha vida nocturna, durante um ano, participei no filme “Xavier”, de Manuel Mozos, a cantar um fado; recordo o fado “Rua do Capelão”, porque as filmagens eram mesmo na rua do Capelão, na Mouraria.
Os moradores da zona bateram tantas palmas que tive de repetir o fado só para eles ouvirem… (…) Ouvi sempre com total atenção o que o José Mário Branco dizia, durante as gravações dos discos, ao Camané e aos músicos que o acompanhavam: o silêncio também é música. (…)Vou cantando para além de Lisboa, o ponto de partida do meu fado para todo o lado, e de onde parto e aonde regresso sempre para tudo, para cantar o meu fado quer a norte quer a sul de Portugal… Por cá alargam-se os espaços e cresce o número de corações que me ouvem no que tenho para lhes cantar, o que é uma grande responsabilidade e um desafio…”
MAFALDA ARNAUTH APRESENTA O NOVO CD “FLOR DE FADO”
DIA 11 DE OUTUBRO NO CCB
21H00(Grande Auditório)
Flor de Fado é um espectáculo forte e intenso que Mafalda Arnauth testou e levou a palco tanto em Portugal como no estrangeiro.
Em cada concerto acabado, o repertório ia amadurecendo, e a empatia entre o público e artista crescia de dia para dia.
Foi assim que nasceu a vontade de registar estes momentos únicos, não num disco ao vivo, mas sim num disco “vivo” e carregado de sentimento que foi editado dia 29 de Setembro.
Em Flor de Fado encontramos fados da autoria de Luis Pontes e Ramon Maschio, também ele arranjador de grande parte dos temas, bem como da própria Mafalda Arnauth e de Tiago Torres da Silva poeta e letrista com uma visão cada vez mais inspirada e profunda da alma portuguesa e com uma inegável capacidade para criar palavras que pedem para ser cantadas.
Flor de Fado volta a ganhar asas para voar continuando o seu percurso ao vivo, agora no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém dia 11 de Outubro.
Com Mafalda em palco vão estar: Fernando Júdice (Baixo), Luis Pontes (Viola), Luis Guerreiro (Guitarra Portuguesa), Ramon Maschio (Viola)
Irá tornar-se mais informativo, com mais sugestões e inovador. Dado o elevado número de ciber-leitores do blog optámos pelo formado de jornal on-line que estará no ciber espaço já este mês.
Será a nossa prenda de Natal.
Mas para que o novo Jornal Hardmusica vá ao encontro dos desejos dos nossos milhares de leitores, contamos com o seu apoio enviando-nos toda a informação possível sobre os seus eventos.