terça-feira, 2 de setembro de 2008

Concerto Inaugural da Temporada 2008/2009 no Centro Cultural de Belém







CENTRO CULTURAL DE BELÉM


CONCERTO INAUGURAL TEMPORADA 2008/2009


6 SETEMBRO, 21H00,



GRANDE AUDITÓRIO


Direcção Musical: Michael Zilm


Orquestra Sinfónica Académica Metropolitana



Solista Convidado: Krystian Zimerman




PROGRAMA:



Ludwig van BEETHOVEN (1770-1827): Abertura Leonore III, op.72 a



Witold LUTOSLAWSKI (1913-1994): Concerto para Piano e Orquestra “Para Krystian Zimerman”



Gustav MAHLER (1860-1911): Totenfeier (Rituais Fúnebres)



Leonard BERNSTEIN (1918-1990): Danças Sinfónicas de West Side Story Prólogo (Allegro moderato)Somewhere (Adagio)Scherzo (Vivace e leggiero)Mambo (Presto)Cha-Cha (Andantino con grazia)Meeting Scene (Meno mosso)Cool (Allegretto)Rumble (Molto allegro)Finale (Adagio)



Trata-se de uma iniciativa ímpar no panorama musical nacional – uma Orquestra Sinfónica de 130 músicos constituída pelos melhores jovens músicos portugueses, oriundos de norte a sul do país, e colegas seus espanhóis e franceses (jovens músicos licenciados, estudantes de nível superior e finalistas de Conservatórios e Escolas Profissionais).



Ao longo de 10 dias desenvolvem um trabalho artístico extraordinário, como ficou demonstrado na 1.ª edição do Estágio realizada em 2006 e quando se interpretaram obras tão emblemáticas como A Sagração da Primavera ou o Prelúdio d'Os Mestres Cantores de Nuremberga.



Novamente sob a batuta de Michael Zilm, apresentam um programa de excelência, ao qual se associa um dos mais importantes pianistas do nosso tempo, de renome mundial, que toca pela 1.ª vez em Portugal com orquestra – Krystian Zimerman, interpreta o concerto que Lutoslawski lhe dedicou.





KRYSTIAN ZIMERMAN

Krystian Zimerman nasceu numa família rica em tradições musicais.


A sua casa era local de reunião quase diária de músicos que se juntavam para tocar música de câmara, tendo estes eventos proporcionado a Krystian Zimerman um contacto íntimo e natural com a prática musical e um impulso precoce para a definição dos seus objectivos musicais.



Começou a estudar com a supervisão do seu pai e aos sete anos de idade passou a trabalhar sistematicamente com Andrzej Jasinski, professor do Conservatório de Katowice.



Embora as competições não lhe despertassem particular entusiasmo, seguiu este percurso comum aos pianistas de concerto tendo ganho vários prémios em prestigiantes concursos, incluindo o Grande Prémio do Concurso Chopin de 1975, um sucesso que lhe abriria o caminho para actuações nas salas de concerto de todo o mundo.



Os 25 anos da sua actividade artística foram particularmente marcados pela identificação com um público de dedicados admiradores, reencontrando sempre rostos familiares em cada digressão.
Há dez anos, decidiu fazer transportar o seu piano para todas as actuações, estando o público e os promotores de concertos acostumados a esta invulgar prática desde então.



O grau de confidência e de familiaridade que resultam do facto de tocar sempre no seu próprio piano, aliada a um grande conhecimento sobre a construção de pianos (adquirido em Katowice e desenvolvido em cooperação com a Steinway de Hamburgo) permitem-lhe reduzir a um mínimo tudo o que o possa distrair das questões puramente musicais.



Desde cedo familiarizado com os principais desenvolvimentos da música europeia, evitou tornar-se num «especialista de Chopin» alimentando, por outro lado, uma ambição que tem alcançado desde então, a de interpretar a música no lugar da sua cultura de origem: obras francesas em Paris; Beethoven, Mozart e Schubert em Viena; Brahms em Hamburgo; música americana em Nova Iorque, no caso de Bernstein, dirigida pelo próprio compositor.



A dedicatória do Concerto para Piano de Lutoslawski inspirou o pianista a tratar a obra da mesma forma, interpretando-a no Festival de Outono de Música Contemporânea de Varsóvia, sob a direcção do compositor.



Krystian Zimerman destaca com particular satisfação a sua colaboração com muitos músicos proeminentes, nomeadamente parceiros de música de câmara como Gidon Kremer, Kyung-Wha Chung, Kaja Danczowska e Yehudi Menuhin, e maestros como Bernstein, Karajan, Ozawa, Muti, Maazel, Previn, Boulez, Mehta, Haitink, Skrowaczewski e Rattle.


Grandes mestres como Arrau, Michelangeli, Rubinstein e Richter, exerceram uma poderosa influência no seu desenvolvimento artístico.



O piano não é a sua única paixão musical, sendo também um exímio organista e tendo enriquecido os seus conhecimentos sobre direcção de orquestra através da colaboração com muitos dos mais ilustres maestros do seu tempo.



Vive com a sua mulher e família na Suíça, onde passa a maior parte do tempo, dividindo-se entre a família, a actividade de concertos, a música de câmara e, nos últimos anos, a docência na Academia de Música de Basileia.



Impõe a si próprio um limite de 50 concertos por temporada e empreende uma abrangente aproximação à sua profissão musical, organizando o seu agenciamento, estudando os aspectos acústicos, a mais recente tecnologia relacionada com o som e a construção de instrumentos.



Além de tudo isto, tem-se ainda dedicado ao estudo da psicologia e da informática.



Desenvolveu uma relação semelhante com o processo de gravação, que controla a todos os níveis. Durante a sua colaboração de trinta anos com a Deutsche Grammophon gravou 22 discos que receberam os mais prestigiados prémios.



Em 1999 gravou os Concertos para Piano de Chopin com uma orquestra especialmente formada para este projecto, a Polish Festival Orchestra, com a qual realizou digressões na Europa e América interpretando as duas obras para comemorar os 150 anos da morte de Chopin.


Mais recentemente, gravou o Concerto para Piano n.º 1 de Brahms com Sir Simon Rattle e a Filarmónica de Berlim, registo que teve uma efusiva recepção do público e da crítica.

MICHAEL ZILM



Michael Zilm nasceu em Estugarda, em 1957. Descendente de uma família de músicos, começou a estudar violino aos seis anos de idade.



Mais tarde frequentou as classes de violino e de viola da Escola Superior de Música da sua cidade natal.



Em 1979 entrou para a classe de direcção de orquestra de Thomas Ungar. Estudou com Milan Horvat na Academia de Verão do Mozarteum de Salzburgo e com Franco Ferrara, Bruno Bartoletti e Carlo Maria Giulini na Academia Chigiana de Siena.



A partir de 1979 manteve um contacto estreito com o maestro Herbert von Karajan. Trabalhou como assistente musical deste maestro nas produções de Aïda, Parsifal e Falstaff, realizadas nos Festivais de Verão e da Páscoa de Salzburgo e posteriormente gravadas em disco, em Berlim e Viena.


Estreou-se como maestro em 1979, em Estugarda, na realização de um programa integralmente preenchido com obras de Webern.



Dedicando-se sobretudo ao repertório do século XX, dirige desde 1986 o agrupamento Nova Música.



Nesse mesmo ano, assumiu funções docentes na Escola Superior de Música de Estugarda. Como maestro trabalhou já com algumas das principais orquestras europeias, nomeadamente na realização de programas de concerto pouco frequentes: Orquestra Sinfónica de Berlim, Orquestra da RAI (Turim), Orquestra de Paris, Orquestra Sinfónica da Rádio de Colónia, Orquestra da Radiodifusão de Saarlande e o agrupamento Ensemble Modern.


Apresentou-se, entre outros, nos Festivais de Metz, Frankfurt, Siena, Leipzig e Varsóvia.



Michael Zilm já foi galardoado em vários concursos internacionais: 4.º Prémio no Concurso Malko, em Copenhaga; 2.º Prémio no Concurso César Cui, em Florença; 1.º Prémio no Concurso Vuillermoz, em Besançon (1983); e 1.º Prémio no Concurso Fiterlberg, em Katovice (1987). Desde a temporada de 1991-92, desempenha as funções de Director Geral de Música e Teatro e de Maestro Titular da Norddeutsche Philharmonie, na cidade de Rostock. No exercício destas funções é responsável pela programação dos concertos e espectáculos de ópera, tendo realizado um ciclo com a obra integral de Gustav Mahler.



Sob a sua orientação a Norddeutsche Philharmonie apresenta um ciclo anual de concertos dedicado a cada um dos compositores clássicos do século XX, incluindo Béla Bartók, Alban Berg, Leos Janácek e Arnold Schönberg.



A concepção destes programas valeu a Michael Zilm o prémio para a melhor programação de concertos na Alemanha.



A partir de 1989 manteve uma colaboração estreita com a Orquestra Gulbenkian apresentando principalmente obras do repertório sinfónico germânico.


Foi maestro Convidado Principal desta mesma orquestra de 1994 a 2001.



Desde a temporada 2005/2006 mantém uma colaboração regular com a ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA.



OS COMPOSITORES E AS SUAS OBRAS

L. v. Beethoven Abertura Leonore III, op. 72a




Entre 1801 e 1822 Ludwig van Beethoven (1770-1827) escreveu onze aberturas.



Embora a quantidade seja de certa forma significativa, a verdade é que o conjunto não é homogéneo e nem todas as aberturas do compositor passaram para a história como sendo dignas de muito interesse.



Escritas como peças introdutórias para ópera, ballet, teatro ou concerto, estas peças são raramente interpretadas hoje em dia – à excepção da abertura Egmont, que goza de grande popularidade.
Foram quatro as aberturas de ópera que Beethoven escreveu, todas dedicadas à sua única obra lírica, Fidelio.



Esta quantidade invulgar de aberturas demonstra bem a dificuldade e as dúvidas que o compositor teve aquando da composição da obra.



Com início em 1803, o trabalho de composição só acabou em 1814 e a ópera foi revista várias vezes ao longo deste período (sofreu inclusive uma alteração de nome: inicialmente intitulava-se Leonore).
Deste grupo de quatro aberturas, a Leonore III não só é a mais popular, como também a mais interessante.



Escrita para a segunda série de representações da ópera, em 1806, esta abertura é baseada na anterior e está estruturada da seguinte forma: introdução lenta, exposição, desenvolvimento, reexposição e coda (secções habituais da forma-sonata).


Musicalmente, os episódios mais significativos são a inclusão, na abertura, de temas da ópera (como era habitual): a ária de Florestan (cena 11; na introdução e na coda), o solo de trompete (o centro dramático da ópera, na cena 14; aparece no desenvolvimento), e o hino da cena 14 (também no desenvolvimento, a alternar com o solo de trompete).





W. Lutosławski Concerto para Piano “para Krystian Zimerman”

O piano era o instrumento privilegiado de Witold Lutosławski, um dos mais importantes compositores da segunda metade do século XX.



Era um dos instrumentos que praticava e, como compositor, Lutosławski integrou-o em inúmeras obras, incluindo peças orquestrais, mesmo se, curiosamente, a sua produção para piano solo é pouco significativa.


Foi o Festival de Salzburgo que encomendou o Concerto para Piano ao compositor, que o completou em 1987.



Todavia, Lutosławski já havia começado a trabalhar num concerto para piano anteriormente, pelo menos por duas vezes, e o nome de Krystian Zimerman também já havia sido mencionado.


Finalmente, em Agosto de 1988, durante o festival, Zimerman estreou a obra com o próprio compositor a dirigir a Orquestra Sinfónica da Rádio de Viena (ORF).
O Concerto para Piano está dividido em quatro andamentos, seguindo assim a tradição clássica e romântica, mas que são tocados sem interrupções – no final dos três primeiros a partitura indica attacca.


Em toda a obra, o compositor explora a relação do solista com a orquestra, fazendo muitas vezes com que as partes orquestrais se construam de forma muito livre (ad libitum), à volta da parte do piano, como é característico na sua obra.

No primeiro andamento esta técnica é facilmente identificável.


Aqui, ao ambiente misterioso da música junta-se uma sensação de descoberta progressiva, em que várias texturas, dinâmicas e sonoridades alternam, sempre com o piano a funcionar como pilar fundamental da estrutura.


À medida que o andamento avança o volume da música e a intensidade aumentam até atingir, no final, um clímax impetuoso e de grande efeito.
No segundo andamento o virtuosismo do pianista é posto à prova desde o início.

Mais uma vez, somos surpreendidos pelas sonoridades contrastantes que tanto se aproximam dos grandes planos orquestrais do romantismo, como da aleatoriedade mais característica da música de John Cage (1912-1992).
O terceiro andamento do concerto, de certo modo de ambiente mais cantabile, começa com o piano a tocar uma melodia muito lírica, mesmo se a ideia de mistério continua sempre presente. Só mais tarde a orquestra entra em cena, de forma algo teatral, fazendo aumentar a vivacidade e intensidade da música.

Podemos aqui mencionar de novo a ideia de crescendo progressivo: o lirismo inicial vai-se dissipando quase por completo e é substituído por um ambiente tumultuoso.


No entanto, no final do andamento, o lirismo volta de novo com um solo do piano, pausado e introspectivo, que nos leva até ao silêncio total.
São os contrabaixos que iniciam o último andamento, que toma a forma de uma passacaglia de dez compassos.


Esta melodia, que é repetida variadíssimas vezes, funciona como base estrutural do andamento, mesmo se tal não é sempre audível, já que os espaços deixados vazios pela melodia principal são preenchidos por uma variedade de elementos que se sobrepõem, criando assim uma textura densa, complexa e por momentos muito vigorosa, como acontece nos últimos compassos.
Vale a pena ainda referir o que Krystian Zimerman disse sobre esta obra: “Lutosławski tem atenção ao timing e à progressão emocional da música.


As frases não são nem muito curtas nem muito longas; nas pausas, os sons não desaparecem, mas mantêm-se vivos e propositados.


Neste Concerto há também um certo tipo de nervosismo positivo que está constantemente a empurrar a peça para a frente e a aumentar a tensão.


Ouvimos a música de Witold Lutosławski da mesma forma que ouvimos a de Mozart, com a excepção de não haver tonalidades maiores ou menores”.





G. Mahler Totenfeier



As dimensões imponentes e o ultra-romantismo de muita da produção sinfónica de Gustav Mahler, fez com que a sua música tivesse algumas dificuldades em ganhar um espaço regular no repertório.


Durante a vida, Mahler era sobretudo admirado como maestro e a sua música foi praticamente esquecida após a sua morte.

Só depois da Segunda Guerra Mundial, e muito graças à perseverança de Leonard Bernstein, é que as obras sinfónicas de Mahler ganharam o merecido reconhecimento por parte do público e também do próprio meio musical.
Totenfeier, peça completada em 1888, foi a primeira obra exclusivamente para orquestra do compositor de Viena.


A partitura deste poema sinfónico só foi publicada um século mais tarde e a peça provavelmente nunca foi tocada durante a vida do compositor.


No entanto, alguns anos depois de ser escrita, a obra haveria de servir como base para o primeiro andamento da Sinfonia nº 2, uma peça determinante na criação de Mahler.


Não obstante esta remodelação e reutilização, a partitura original não deve ser desprezada.


Aqui, podemos já distinguir algumas das características pelas quais Mahler ficou conhecido e que fizeram dele um dos mais importantes compositores sinfónicos da história da música.
Em Totenfeier somos confrontados com dois temas, ou sentimentos, distintos.


Ambos atravessam a peça e alternam um com o outro, criando contrastes intensos no ambiente, na textura e na dinâmica da música.


O primeiro tema, determinante para toda a produção do compositor, é a morte (o título da peça significa celebração ou festa da morte).


De facto, as inúmeras mortes de familiares às quais Mahler assistiu ao longo da vida tiveram uma repercussão fundamental na sua criação musical, estando o tema virtualmente presente em toda a sua obra.


Aqui, os ambientes lúgubres, muito enérgicos e enfurecidos, da marcha fúnebre alternam com outros mais serenos e sonhadores, em que transparece lirismo e alguma luminosidade.


Estes contrastes extensos, muito característicos do romantismo do final do século XIX, simbolizam uma das facetas centrais da música de Mahler.


Nesta obra inicial, que já demonstra uma certa maturidade de escrita por parte do compositor, temos a oportunidade de ouvir a génese de uma formidável produção sinfónica, admiravelmente simbolizada pelas dez sinfonias (a última incompleta) que Gustav Mahler nos deixou.



L. Bernstein Danças Sinfónicas de West Side Story



Foi em 1957 que o ultra-famoso musical West Side Story estreou na Broadway, em Nova Iorque.

Desta produção inicial, de sucesso retumbante, fizeram-se 732 récitas, seguidas por uma digressão nos Estados Unidos que durou cerca de um ano.

O autor da música, Leonard Bernstein (1918-1990), não só foi um dos mais fascinantes e bem sucedidos músicos do século XX, tanto como pianista e maestro que como compositor e divulgador, como também se tornou numa das mais célebres «estrelas» Norte-Americanas da sua geração – era conhecido no país pelo diminutivo de Lenny.

Bernstein foi propulsionado para o estrelato em 1943 depois de ter sido chamado, à última hora, para substituir o experiente e também famoso maestro Bruno Walter para um concerto no Carnegie Hall à frente da Orquestra Filarmónica de Nova Iorque, iniciando assim uma das mais prolíficas carreiras internacionais como chefe de orquestra.
Como compositor, embora tenha sido bem mais do que o autor de West Side Story (sempre manifestou a angústia de ficar só conhecido como tal), a verdade é que, para o grande público, o nome de Leonard Bernstein ficou sobretudo associado a este musical, uma obra-prima do género.
As Danças Sinfónicas de West Side Story é uma suite orquestral de danças retiradas da obra original com o objectivo de poderem ser interpretadas numa sala de concerto, sendo que a única diferença é a ordem em que estas aparecem.
À imagem da obra original, esta peça ganhou um lugar cativo no repertório das grandes orquestras e é interpretada regularmente, provavelmente devido ao seu ambiente vivo, enérgico e jocoso.

No entanto, há que referir que embora seja uma peça leve, sem dramatismos, não deixa de ser complexa, sobretudo no aspecto rítmico de algumas secções, e é sempre um teste para as orquestras.

As Danças Sinfónicas contêm, na sua génese, um misto de elementos musicais da tradição europeia e das tradições populares americanas – não nos esqueçamos que o musical trata da rivalidade entre dois grupos de jovens em Nova Iorque, sendo que um deles é de origem porto-riquenha.
A obra foi estreada em Fevereiro de 1961 num concerto dado em honra do compositor e dirigido por Lukas Foss.

Alteração de Trânsito




ALTERAÇÃO DE TRÂNSITO




Devido à realização do evento “Pax Lisboa Dakar 2008”, entre os próximos dias 7 e 10 de Setembro, irão ocorrer condicionamentos pontuais de tráfego e restrições de estacionamento na zona envolvente ao Marquês de Pombal e, nos dias 9 e 10 de Setembro, a Alameda Edgar Cardoso irá estar encerrada ao trânsito em geral.

" Cabaret " estreia no dia 10 no Maria Matos

"CABARET", O MUSICAL ENCENADO
POR DIOGO INFANTE

A comunicação social teve hoje a oportunidade de assistir a um ensaio desta peça musical.
O libreto é de Joe Masteroff, baseado na peça de John Van Druten e histórias de Christopher Isherwood.

A história situa-se na cidade de Berlim no início da década de trinta.
Cabaret conta a história de um escritor americano, Cliff bradshaw ( Pedro Laginha) que , no decurso de uma viagem a Berlim se apaixona por Sally Bowles ( Ana Lúcia Palminha), uma jovem inglesa uq trabalha como cantora no Kit Kat Klub.
Ambos se vêem envolvidos nas contradiçõesm da sociedade alemã durante a ascensão de Hitler e consequentemente do Nazismo ao poder.
Toda a história nos é contada por um Mestre de Cerimónias ( Henrique Feist) que protagoniza algumas das melhores e mais conhecidas peças musicais de sempre.

"Cabaret" surge de um desafio assumido por Diogo Infante que para conseguir a "sua" Sally Bowles organizou um mega casting que depois de muitas triagens chegou, e convenhamos que bem,a Ana Lúcia Palminha.
O espectáculo integra algumas das jovens que fizeram o mesmo percurso que Ana Lúcia Palminha, alguns bailarinos,( um aparece de calções não conseguimos saber porquê, o encenador recusou uma resposta sobre assunto tão banal e "que nada tinha que ver com a peça") e actores com especial relevo para Isabel Ruth que revimos com agrado e saudade.
É bonito de se ver e sobretudo de se ouvir. A adaptação das letras e da música está excelente não sobrando letra nem faltando música.
Trata-se de um espectáculo com uma boa encenação, uma coreografia razoável e um empenho extremo de todos os que nele participam e lhe dão corpo.
Pena é que o encenador, Diogo Infante, quando questionado sobre questõesvulgares mas importantes para quem pretende entender o que se passa no palco, tenha recusado a resposta dizendo " se não tem nada importante para perguntar a conversa está encerrada".
E foi assim que saímos do Maria Matos.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Festival Jazz.pt

Festival Jazz.pt
4,5,6,11,12 e 13 de Setembro de 2008
Hot Clube de Portugal - Lisboa

Para comemorar o terceiro ano de edições da jazz.pt – revista bimestral de Jazz, única publicação periódica especializada em jazz editada no nosso país, o JACC – Jazz ao Centro Clube, associação cultural sem fins lucrativos responsável por esta publicação, lança o desafio à direcção do Hot Club de Portugal, para que acolha no seu mítico espaço na Praça da Alegria, em Lisboa, a primeira realização do Festival Jazz.pt.
(…)
Em ano de celebração do 60º aniversário do Hot Club de Portugal, os seus responsáveis acolheram com entusiasmo esta iniciativa, que se integra assim no programa de comemorações.
(…)
Para os dois palcos do festival [bar e jardim] estão programados 13 concertos, com quatro novos discos em lançamento, assim como uma programação paralela constituída por exposições fotografia e design gráfico.
JACC

Quinta-feira, 4 de Setembro
22:30 (jardim) -
Talmor/Swallow/Nussbaum EUA/Suíça
Ohad Talmor - saxofone tenor;
Steve Swallow - baixo eléctrico; Adam Nussbaum - bateria
00:30 (bar) -
Red Trio Portugal
Rodrigo Pinheiro - piano;
Hernani Faustino - contrabaixo; Gabriel Ferrandini - bateria

Sexta-feira, 5 de Setembro
22:30 (jardim) -
Fundbureau Noruega/Portugal
Stephan Meidell - guitarra;
Hugo Antunes - contrabaixo; Luís Candeias - bateria
00:30 (bar) -
David Binney Quintet featuring Mark Turner EUA
David Binney - saxofone alto;
Mark Turner - saxofone tenor; Jacob Sacks - piano; Thomas Morgan - contrabaixo; Dan Weiss - bateria

Sábado, 6 de Setembro
22:30 (jardim) -
After Fall EUA/Portugal
Luís Lopes - guitarra;
Joe Giardullo - saxofone soprano; Sei Miguel - trompete; Ken Filiano - contrabaixo; Harvey Sorgen - bateria
00:30 (bar) -
David Binney Quintet featuring Mark Turner EUA
David Binney – saxofone alto; Mark Turner – saxofone tenor; Jacob Sacks - piano; Thomas Morgan - contrabaixo; Dan Weiss - bateria

Quinta-feira, 11 de Setembro
22:30 (jardim) -
André Matos “Rosa Shock” Argentina/Brasil/Portugal
André Matos - guitarra;
Sara Serpa - voz; Demian Cabaud - contrabaixo; Alexandre Frazão - bateria (Lançamento de disco pela Tone Of A Pitch)
00:30 (bar) -
Afonso Pais Trio “Subsequências” Brasil/Portugal
Afonso Pais - guitarra;
Nelson Cascais - contrabaixo; Alexandre Frazão - bateria (Lançamento de disco pela ENJA Records)

Sexta-feira, 12 de Setembro
22:30 (jardim) -
Jason Stein’s Locksmith Isidore EUA
Jason Stein - clarinete baixo; Jason Roebke – contrabaixo; Mike Pride - percussão
00:30 (bar) -
Happening e convidada especial Maria João Portugal
Luis Cunha - trombone; João Paulo - piano, fender rhodes, acordeão; Mário Franco - contrabaixo; Júlio Resende - fender rhodes, piano; João Lobo - bateria; Maria João - voz (convidada especial)

Sábado, 13 de Setembro
22:00 (jardim) -
José Peixoto “El Fad” Portugal
José Peixoto - guitarra;
Carlos Zíngaro - violino; Miguel Leiria Pereira - contrabaixo; José Salgueiro - percussão(Pré-lançamento de disco)
23:00 (jardim) -
Quinteto de Pedro Moreira Portugal
Pedro Moreira - saxofones tenor e soprano;
Susana Silva - trompete; André Fernandes - guitarra; Nelson Cascais - contrabaixo; André Sousa Machado – bateria
00:30 (bar) -
Tetterapadequ Itália/Portugal
João Lobo - bateria;
Gonçalo Almeida - contrabaixo;Daniele Martini - saxofone; Giovanni Di Domenico - piano (Lançamento de disco pela Clean Feed Records)
Preço bilhetes
Bilhete diário -€10 (com oferta de revista jazz.pt - 20)
Bilhete fim-de-semana -€20 (com oferta dos últimos três números da revista jazz.pt)
Pacote especial - €50 Livre-trânsito para todos os concertos+Assinatura anual jazz.pt
Informações: www.jazz.pt/festival

Micro Audio Waves no Porto e em Lisboa

Micro Audio Waves

5 de Setembro
Rui Reininho
Legendary Tiger Man
Dj Rider
Cinema Batalha - Porto

20 de Setembro
Legendary Tiger Man
Centro Cultural de Belém - Lisboa
Informações: Let's Start A Fire
Raquel Lains
Móvel: 91 722 17 31
E-mail: raquellains@letstartafire.com e raquellains@netcabo.pt
Site: www.letstartafire.com

Nouvelle Vague apresentam 3º album em Portugal



Nouvelle Vague apresentam 3º álbum em Portugal


Nouvelle Vague escolheram Portugal para apresentarem em primeira mão o seu terceiro álbum, em dois concertos que estão já a criar grande expectativa, dado que o grupo anunciou a participação de duas novas vocalistas - Nadeah e Jody Stenberg (vocalista dos Morcheeba) – que se vão juntar aos já conhecidos Melanie, Phoebe e Gerald.

O Campo Pequeno, em Lisboa, no dia 7 de Novembro, e o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, no dia 8, vão ser os palcos onde vão desfilar as versões reinventadas de clássicos pop, new wave ou punk que seduziram os fãs portugueses.



Os Nouvelle Vague têm, em Portugal, uma história recheada de sucessos desde a primeira visita ao Lux em 2005.

A partir daí, e após uma passagem pelo Sudoeste, os espectáculos que deram no Cool Jazz Fest, na Aula Magna, no Teatro Sá da Bandeira, ou num after show acústico no Casino Estoril estiveram sempre absolutamente esgotados.

Cada espectáculo é uma experiência única e as surpresas são sempre garantidas com a descoberta das novas vozes sempre que dão vida aos clássicos.

Por aqui vão passando Marina Celeste, Camile, Phoebe, Mélanie e Gerald Totó. Clássicos como “Love Will Tear Us Apart” dos Joy Division e “Too Drunk to F***” dos Dead Kennedys, entre tantos outros e a promessa de novas canções, mais a expectativa de novas músicas em primeira mão, são razões mais que suficientes para não faltar a este concerto.

Setembro Musical em Linda-a Velha

Em Setembro pode ver actuar ,na Parada do antigo Quartel de Transmissões de Linda-A -Velha
artistas de nomeada que animarão as suas noites.









Dia 6 pelas 22horas LENA D' ÁGUA

Lena d'Água, de seu nome completo Helena Maria de Jesus Águas, tem uma filha Sara, que é o projecto de vida de que mais se orgulha.

Quando era criança a autora e intérprete da música "Sempre que o amor me quiser" queria ser astronauta.

Um sonho que não concretizou. A sua vida é uma aventura e por sisso diz que se fosse um livro, seria um livro de aventuras. É frontal, directa e diz que tem um feitio complicado.


É este sucintamente o retrato da cantora que poderá ver no dia 6 de Setembro.




No dia 12, 22horas HANDS ON APPROACH




Os Hands On Approach são uma banda portuguesa originária da cidade de Setúbal.

Em inícios de 1996, o vocalista Rui David, tocava guitarra e cantava numa praia do Algarve quando um DJ de uma rádio o ouviu. Gostando das canções, convidou o Rui a tocá-las ao vivo no seu programa.
Depois disso, e durante os 3 anos que se seguiram, a banda fez o percurso natural de actuações ao vivo, festivais de música, e gravações de demos.
A banda foi a revelação da música portuguesa em 1999 e fez uma digressão intensa, com 90 concertos nos 8 meses que se seguiram ao lançamento do álbum.
Entretanto, entrou outro músico para a banda, o compositor/teclista Hugo Novo.




No dia 13, 22horas, SANTOS & PECADORES

Santos & Pecadores são os protagonistas de um estilo musical muito próprio que tem por base o rock e uma fusão de soul e funky.
A história da banda remonta ao ano de 1987, escrevendo-se esta numa garagem na vila costeira de Cascais.

Desde então regitaram-se várias mudanças no grupo, que vem desde há muito, a procurar um tipo de música com identidade própria.
Os elementos da banda são Olavo Bilac (voz), Pedro Cunha (bateria), Pascoal Simões (teclas), Artur Santos (baixo), Rui Martins (metais) e Pedro Almeida (guitarra).

Este último, entrou para a banda em 1992, ano decisivo para esta pois completou a sua formação, que, aliás, até hoje se mantém.

Tim estreia novo album no Centro Cultural de Belém


DIA 18 DE OUTUBRO

TIM – Braço de Prata

(Ante estreia do novo álbum)

Centro Cultural de Belém (Grande Auditório)21h00


No seguimento da sua busca musical, neste ano de 2008 TIM tentou alargar o seu convívio artístico a mais músicos com o fim de criar um relacionamento transversal entre várias gerações de instrumentistas.

Em Abril no espaço da Livraria Ler Devagar, no Braço de Prata e já a pensar no Centro Cultural de Belém, TIM decidiu realizar uns quantos espectáculos que resultaram num ambiente de maior fusão e mais revelador da música que inventa.

Foi assim num ambiente intimista com o rio como fundo que ensaiou ao vivo, experimentou e testou os temas que irão fazer parte deste espectáculo.

A música portuguesa sempre foi e será uma luta na sua carreira, por isso em TIM – Braço de Prata vamos ouvir uma homenagem a grandes nomes que tornaram a nossa música mais rica como Adriano Correia de Oliveira, João Monge e João Gil, 7ª Legião e Bernardo Santareno, bem como alguns inéditos que irão fazer parte deste novo trabalho que se prevê seja editado em Novembro, temas escolhidos dos seus dois álbuns a solo, e ainda algumas peças que numa ou noutra ocasião arranjou e interpretou.

Neste concerto 100% português, TIM respeita a nossa cultura com um contributo musical inovador, tentando assim que a música portuguesa seja cada vez mais forte e apreciada como merece!

Nesta aventura é acompanhado por músicos experientes dos mais diversos quadrantes musicais: João Cardoso, (Sérgio Godinho, Humanos)Piano e TecladosMoz Carrapa, (Salada de Frutas, Cid-Scarpa-Carrapa&Nabo)GuitarrasFernando Júdice, (Resistência, Trovante, Madredeus)BaixoFred Ferreira, (Sam The Kid, Buraca Som Sistema, OIOAI)BateriaGabriel Alves, (7ªLegião, Madredeus, Tjak)Acordeon


RESERVAS/INFORMAÇÕES: 707 234 234









"Look Fashion" em Portimão


Moda em Portimão com o apoio do Comércio Tradicional

A moda está no ar durante esta semana. “Choose Your Look”, no dia 2 e 4 de Setembro, proporciona a todos os interessados a oportunidade de participar num verdadeiro show de penteados, com a colaboração de Zeca Cabeleireiros, onde poderá receber conselhos sobre como melhorar a sua imagem.

Nos dias 1 e 3 de Setembro, os jovens poderão participar no casting “Be a Model Kid” e “Be a Model Júnior”, agendados para as 21h30, na Praça Manuel Teixeira Gomes, junto à Casa Inglesa, e conquistar um lugar de manequim da moda infantil local no “Mini Look Fashion”.

As marcas do comércio local sobem à passarela do “Portimão Look Fashion” nos dias 5 e 6 de Setembro, pelas 22h00, em plena zona comercial de Portimão – a Alameda da Praça da República. Dia 5 tem lugar o “Mini Look Fashion”, especialmente dedicado à moda infantil, com apresentação de 14 lojas locais e apresentado por Francisco Garcia. A animação está a cargo de Pedro Portilha, vencedor das duas últimas edições do Festival Internacional da Canção Infantil Chaminé d’Ouro.

Dia 6, o “Look Fashion” encerra o programa com um elegante espectáculo de moda, com a apresentação de Rita Pereira e a participação de Orsi Feher, Núria Madruga, Andreia Rodrigues, Flor, Sónia Balacó, Vikky, Débora, Jessica Athayde e Mariza Peréz, Pedro Guedes, Afonso Vilela, Valter C., André Pereira e Nuno Janeiro, vestidos por 24 lojas locais. Os “Circus Art” irão surpreender com momentos de animação únicos.









domingo, 31 de agosto de 2008

4ª temporada de Medium estreia hoje no AXN



ESTREIA DA 4ª TEMPORADA
DE MEDIUM NO AXN


O AXN estreia hoje dia 1 de Setembro às 21h30 a 4ª temporada de Medium.

A série, criada por Glen Gordon Caron, é protagonizada por Patricia Arquette, vencedora de um Emmy em 2005 para Melhor Actriz pela sua interpretação nesta produção.

A actriz interpreta o papel de Allison Dubois, uma personagem real na qual é inspirada a série e que também participa como assessora da produção.
Allison Dubois, uma dona-de-casa e mãe de três filhas, com poderes paranormais que lhe permitem ouvir e ver mortos, continua como colaboradora do Procurador Geral.

Graças às suas visões peculiares, continua a ajudar o Ministério Público na resolução de crimes violentos, o que lhe permite canalizar e utilizar o que vê nos seus “sonhos” numa causa útil e proveitosa.
No decorrer da terceira temporada, Joe, o marido de Allison perdeu o emprego, mas uma invenção criou-lhe uma nova oportunidade de trabalho.

No final da mesma temporada os poderes de Allison foram descobertos, provocando a demissão de Devalos como Procurador e, por consequência, Allison perde o emprego.
Nesta nova temporada de Medium regressa ao plateau da produção David Arquette, irmão da protagonista, para realizar o quarto episódio.

Por outro lado, a galardoada actriz Anjelica Huston (A Família Addams, Anatomia do Golpe, O Misterioso Assassínio em Manhattan) integra a partir de agora o elenco da série no papel de Cynthia Keener, uma investigadora com quem Allison vai estabelecer aos poucos uma relação estreita.

Anjelica Huston, nomeada para os Emmy Awards por este papel, mostrou-se muita satisfeita com ele, já que é a primeira vez na sua carreira que interpreta um papel policial: “normalmente interpreto gente que se encontra do outro lado da lei”.

Glenn Gordon, produtor da série, disse a propósito da participação da actriz: “Anjelica eleva qualquer produção na qual participe”.
Allison, acostumada a vislumbrar o sofrimento dos demais através dos seus sonhos, vai experimentar uma angústia tremenda quando perde a audição.
Joe decide ajudar a mulher, enquanto Cynthia se envolve na investigação de um sequestro, cujo sonho deu origem à surdez de Allison.

Ao longo desta temporada, Allison irá descobrindo aos poucos algo mais sobre o passado de Cynthia, que se mostra bastante céptica no início quanto às capacidades da medium…

Estreia: Segunda 1 de Setembro às 21h30
Emissão: Segundas às 21h30
Produtores executivos: Glenn Gordon Caron, Kelsey Grammer, Ronald L. Schwary
Intérpretes: Patricia Arquette, Jake Weber, Miguel Sandoval, Sofia Vassilieva, Maria Lark

Notícias da Medeia Filmes




ESTA NOITE (NUIT DE CHIEN)


de Werner Schroeter em competição em Veneza


2 de Setembro 19h Palazzo del Cinema



O último filme de Werner Schroeter, ESTA NOITE (NUIT DE CHIEN), produzido por Paulo Branco, em competição na 65ª edição do Festival Internacional de Veneza, terá estreia mundial, no Lido di Venezia, já na próxima terça-feira, dia 2 de Setembro, às 19h, na Sala Grande do Palazzo del Cinema.

O Festival de Veneza teve início ontem e decorre até 6 de Setembro.Esta co-produção Francesa (Alfama Filmes), Portuguesa (Clap Filmes) e Alemã (Filmgalerie 451), que recebeu a participação da RTP e foi integralmente rodada em Portugal, está igualmente seleccionada para o Festival Internacional de Toronto, que decorre entre 4 e 13 de Setembro.

Com um tom de policial negro que o é sem o ser, num jogo de clandestinidade em que tudo se encontra à beira do colapso, a história desenrola-se ao longo de uma só noite – uma dessas noites que anunciam o fim de um mundo.

Werner Schroeter rodeia-se de um elenco de luxo que reúne actores franceses de renome internacional como Pascal Greggory, Bruno Todeschini, Elsa Zylberstein, Bulle Ogier, Jean-François Stévenin, Nathalie Delon, Amira Casar, Eric Caravacca e Marc Barbé, e portugueses como Filipe Duarte, Nuno Lopes e Laura Soveral.

A estreia em Portugal está prevista para Dezembro 2008.






VISITE O ESPAÇO MEDEIA


De olhos postos no cinema e com uma janela aberta para Lisboa, o Espaço Medeia encontra-se aberto a qualquer amante do Cinema.

É um local onde pode vir passar um pouco do seu tempo, não temos pipocas, mas damos-lhe acesso às notícias sobre o que de novo se agita na sétima arte, através das revistas e livros especializados que temos para consulta.

Temos também alguns artigos à venda, como dvds, posters e merchandising, algumas raridades, para os que quiserem levar o Cinema para casa.
Para além disso, disponibilizamos acesso gratuito à internet e estamos a preparar uma programação para dinamizar o Espaço com workshops, visionamento de filmes, entre outras actividades.
Venha conhecer-nos no piso cine-teatro do Cinema Medeia Monumental Saldanha. Estamos abertos de 2ª a 6ª das 18h às 22h30,
Sábados, Domingos e feriados das 14h30 às 22h30






OS FRAGMENTOS DE TRACEY de Bruce Mcdonald
brevemente em Dvd

O percurso de Tracey leva-nos para o interior escuro da cidade, para a latrina emocional do seu lar, pela brutalidade da sua escola secundária, os jogos clínicos de gato e rato com o seu psicólogo e as suas fantasias voadoras com Billy Zero – o seu namorado e salvador do Rock’n’Roll.
As suas viagens também a põem em contacto com os habitantes mais desligados.

Como Lance, aquele que seria o seu salvador mas que acaba por meter a sua vida em perigo… Festival de Berlim 2007: Prémio Manfred Salzgeber

Conversas sobre Saúde esta semana na Byblos



Semana de 1 a 7 de Setembro


Quarta-feira, 3 › 13h15 › Conversas à Hora do Almoço
Elsa Boto Obesidade




Tema com actualidade crescente, a obesidade é um problema que confronta as sociedades ocidentais e parece afectar tanto os adultos como as crianças.
Nesta breve conversa de 30 minutos à hora do almoço que inicia um ciclo na Byblos, com transmissão pela televisão online TVNET.pt, a nutricionista Elsa Boto abordará de uma forma sintética e clara questões sobre nutrição, consequências e custos da obesidade, factores que para ela contribuem e formas de a evitar.
Organização: Byblos Amoreiras e TVNET com a parceria do ITAU - Instituto Técnico da Alimentação Humana



Quinta-feira, 4 › 13h30 › Conversas à Hora do Almoço
Gonçalo Mendes Culto do corpo ou saúde?






Será que fazemos desporto porque é saudável ou porque ansiamos por ter um corpo perfeito?
Nesta breve conversa de 30 minutos à hora do almoço, com transmissão pela televisão online TVNET.pt, o master trainer Gonçalo Mendes esclarece dúvidas sobre o retomar da actividade desportiva depois das férias e os seus aspectos positivos e negativos.
Organização: Byblos Amoreiras e TVNET com a parceria do Holmes Place Amoreiras


Sexta-feira, 5 › 13h15 › Conversas à Hora do Almoço
Ana Rosa Respiração em Yôga


Na pressa do dia-a-dia, esquecemos alguns cuidados elementares, que podem no entanto fazer muita diferença e promover o bem-estar no quotidiano.
Nesta breve sessão de 30 minutos à hora do almoço, com transmissão pela televisão online TVNET.pt, a instrutora Ana Rosa dará alguns conselhos práticos e fáceis de aplicar para respirar melhor.

Tanto em casa, como no local de trabalho, o seu corpo vai agradecer.
Organização: Byblos Amoreiras e TVNET com a parceria do Espaço IN - Escola de SwáSthya Yôga


Sábado, 6 › 15h00 / 16h00 › Juniores
Navio de letras - Jogo de Verão Byblos






Um jogo para jovens leitores em férias, à descoberta das letras e do prazer dos livros.
Porque os tesouros também podem ser feitos de palavras, a Byblos propõe a crianças e jovens, organizados por grupos dos 4 aos 8 e dos 8 aos 12 anos, a realização de um concurso em que os participantes são desafiados a ultrapassar diversas fases.


Tudo à volta de títulos literários que têm conquistado os mais jovens e que aqui são o ponto de partida para uma aventura de Verão na maior livraria do país.
15h00 - Grupo dos 4 aos 8 anos (mínimo de 6 crianças)16h00 - Grupo dos 8 aos 12 anos (mínimo de 6 crianças)
Inscrições através do e-mail geral@byblos.pt ou do telefone 707 207 009.


Mais informações em www.byblos.pt.

Cinema em estreia no AXN




- O PERSEGUIDO -hoje no AXN



O PERSEGUIDO

Paul, um homem de negócios de Nova Iorque, viaja até Tóquio em trabalho onde conhece uma belíssima e misteriosa mulher com quem se envolve.

Paul rapidamente descobre o que é estar no sítio errado à hora errada, quando essa mulher é assassinada por um Ninja destemido.

A vida de Paul corre perigo, já que ele é a única testemunha ocular do crime.

Para evitar o pior e escapar da morte quase certa, acaba por se juntar a um casal de samurais com quem aprende a lutar com espadas, mas também aprende sobre coragem, honra, amor e lealdade.
O confronto final é pleno de cenas ensanguentadas e sequências espectaculares de artes marciais.

Estreia: Domingo 31 de Agosto às 22h30
Realizador: J.F. Lawton
Intérpretes: Christopher Lambert, John Lone, Joan Chen


Filme de acção encerra programa de Verão no Animax


– STREET FIGHTER ALPHA: GENERATIONS –

O ANIMAX estreia hoje às 19h30, a película Street Fighter Alpha: Generations para encerrar uma programação de verão espectacular.

A acção policial e o suspense estão garantidos num título que também possui a sua versão em videojogo.

Street Fighter Alpha: Generations é a última adaptação animada da popular série de videojogos da Capcom que se deu a conhecer em todo o mundo com um dos jogos mais influentes da história: Street Fighter II. O seu lema: “a batalha final está a ponto de começar”.

O filme narra como, depois de dois anos de ausência, Ryu regressa às montanhas onde cresceu para apresentar os seus respeitos ante o túmulo do seu falecido mestre Gouken.
Aí começa a sentir-se atormentado pela recordação do homem que assassinou o seu mentor, Gouki, um discípulo renegado que sucumbiu perante “Dark Hadou”, o lado escuro das artes marciais, convertendo-se num autêntico demónio.
Pouco depois, Ryu conhece um enigmático velho que assegura ser monge e que, depois de dar-lhe uma lição de humildade, decide tomá-lo como discípulo.

Durante o treino, Ryu compreende que deve preparar-se para um último e inevitável confronto contra Gouki, mas não por vingança e sim para seguir o caminho do guerreiro que o levará a converter-se num verdadeiro lutador...
No mundo da animação japonesa existem três películas à volta desta temática: Street Fighter: o filme, Street Fighter Alpha e Street Fighter: Generations, sendo esta última aquela que o ANIMAX emitirá como epílogo de uma programação de verão única.
Dizem os especialistas que este filme deve ser considerado “como uma história completamente independente e não continuação das anteriores: reinventa por direito próprio o mito das origens de Ryu, Ken e demais protagonistas”.
Além disso, de acordo com o co-produtor Kaoru Mfaume, colaborador de Ghost in the Shell, “Generations foi criada para trazer luz à pergunta por que razão um dos personagens mais secretos e misteriosos da saga, Gouki, chegou a ser quem é.

Adicionalmente, também explora as origens de alguns dos personagens de Street Fighter e é o que une o personagem principal Ryu ao seu arqui-inimigo Gouki”.


Estreia: Domingo 31 de Agosto às 19h30
Realização: Ikuo Kuwana

sábado, 30 de agosto de 2008

Bom espectáculo de Sérgio Godinho no Casino Estoril



Sérgio Godinho actuou no Casino Estoril
com memórias e novidades



Num concerto intimista, Sérgio Godinho regressou, sete anos depois, ao Du Arte Lounge para revisitar alguns dos seus clássicos, como “É Terça-Feira” ou “Com um Brilhozinho nos Olhos”.

No âmbito de mais um Grande Concerto no Casino Estoril, o cantor partilhou com o público alguns dos momentos mais emblemáticos da sua carreira.
Com uma audiência intergeracional, Sérgio Godinho marcou a sua actuação com temas que pontuaram diferentes épocas.

“Primeiro Dia”, “Arranja-me um Emprego”, “Marcha da Centopeia”, “Liberdade”, “Às vezes o Amor” ou “É Tão Bom” foram das composições mais aplaudidas.
Com direcção de Nuno Rafael, os Assessores secundaram Sérgio Godinho durante a sua actuação.

“Desde 2000, há um núcleo de músicos que me acompanha”, sublinhou o cantor, que regressou, ainda, ao palco para vários encores a pedido do público.
Num concerto que assinalou o seu singular percurso artístico, Sérgio Godinho revelou os seus projectos para o futuro. “Agora que voltei às lides da música, quero voltar a criar para ter um novo disco gravado em 2009”.