segunda-feira, 16 de junho de 2008

Exposição de Pepo Alcala


CROMOGENIAS
Exposição Fotográfica

(Pepo Alcalá)


Com a série “Cromogenias”, Pepo Alcalá (Málaga, 1973) averigua os limites da fotografia abstracta.

Para isso trata de criar com ferramentas fotográficas, um mundo imaginado, modelado pela fantasia através de uma viagem interior.
Não são imagens digitais criadas informaticamente.

As matérias-primas de “Cromogenias” são a água e o vinho, os quais Pepo, com auxílio da luz busca a transparência destes elementos, fazendo com que adquiram formas e cores completamente abstractas, mas fotografando exclusivamente a realidade.
Este artista espanhol demonstra-nos que a fotografia não se baseia somente na observação e captação do natural mas permite criar imagens de grande beleza.


Patente de 17 de Junho a 12 de Julho,

Terça à Sábado, das 13:30h às 19:00h.

Colorida Galeria de Arte

Rua Costa do Castelo 63, Lisboa

" O que é o Teatro " no Espaço Braga



"O QUE É O TEATRO?"



Desde 10 de Junho e até 13 de Julho, o Espaço Braga traz à cena a exposição "O que é o teatro?", uma "encenação" composta por 25 cartazes que faz do Braga Parque palco de um retrato da arte do teatro e da sua história, numa retrospectiva das cenas mais marcantes daquela expressão artística em Portugal ao longo dos últimos anos.
Integrada nas comemorações do Dia Mundial do Teatro, a mostra temática de imagens e de texto destina-se a "estrear", de uma forma pedagógica, noções relacionadas com interpretação, autores, aspectos sociais e espaços de representação junto de públicos menos familiarizados com a "arte de palco".

BRAGA PARQUE "O que é o Teatro?" -

Até 13 de Julho

Horário: 10 às 23 horas

Entrada livre

Ciclo de Cinema sobre o Oriente no Museu do Oriente


Viagens à cultura oriental


O Museu do Oriente apresenta “Viagens no Oriente”, nos dias 18, 22 e 26 de Junho, às 18h00, um ciclo de cinema que transporta o público para distintas paisagens asiáticas, com passagem pela Índia, Malásia, Tailândia e China.

A especial atenção dedicada aos sítios e às gentes, que servem de pano de fundo às histórias contadas, é o elemento de interligação entre os diferentes filmes escolhidos.

L’ Intouchable, de Benoît Jacquot, é exibido no dia 18 de Junho e narra a história de Jeanne, uma jovem actriz que descobre, através da sua mãe, que o pai é um indiano que, em tempos, conheceu nas margens do rio Ganges.
A jovem abandona, então, os ensaios da peça de Brecht, que tanto ambicionava fazer, e aceita um papel desprestigiante num filme menor, apenas com o intuito de ganhar dinheiro, rapidamente, para partir para a Índia onde espera, mas teme, encontrar o pai biológico.

No dia 22 é exibido How is Your Fish Today?, de Xiaolu Guo, que relata o drama pessoal de um jovem chinês que, após assassinar a sua amante, empreende uma fuga solitária, através do país, em direcção à “terra prometida”: uma aldeia com neve na fronteira Norte da China.

Workingman’s Death, um documentário de Michael Glawogger, finaliza o ciclo no dia 26 de Junho, com um retrato dos extremos a que chegam cinco trabalhadores para ganharem a vida.
Da Ucrânia à Indonésia, passando pela Nigéria, China e Paquistão, esta é uma viagem aos quatro cantos do Mundo para explorar as profissões mais perigosas e pesadas do início do século XXI.
“Viagens no Oriente” prolonga-se até 27 de Julho e dá a conhecer, em profundidade, aspectos da realidade e da cultura dos países orientais, que permanecem, em grande medida, desconhecidos do público ocidental.

Ciclo “Viagens no Oriente”
18 de Junho L’Intouchable, de Benoît Jacquot
22 de Junho How is Your Fish Today?, de Xiaolu Guo
26 de Junho Workingman’s Death, de Michael Glawogger

domingo, 15 de junho de 2008

Nova temporada da "Juiza" estreia hoje



SONY ENTERTAINMENT TELEVISION ESTREIA
A TERCEIRA TEMPORADA DE A JUÍZA

Amy Brenneman traz-nos a terceira temporada de A Juíza na segunda-feira 16 de Junho às 16h10.

A JUÍZA

A Juíza
, protagonizada pela actriz Amy Brenneman (Pânico no Túnel, A Balada de Nova Iorque), conta a história de uma mulher recém divorciada e com uma filha, que regressa à sua cidade natal para viver com a mãe depois de obter um lugar como juíza.

A série converteu-se num clássico da televisão moderna. A história da protagonista, Amy Gray, é baseada na história verídica da mãe de Amy Brenneman sobre três mulheres de gerações diferentes “obrigadas” a viver debaixo do mesmo tecto e a superar as dificuldades pessoais e profissionais de uma nova vida.
Depois de uma separação recente e na companhia da sua única filha Lauren, Amy Gray (Amy Brenneman) regressa a Hartford, no Connecticut, o lugar onde nasceu, para assumir o lugar de juíza do Tribunal de Menores.
Isto supõe voltar à casa de família, a qual terá que partilhar com uma mãe de personalidade forte, Maxine (Tyne Daly – Cagney & Lacey), que não hesitará em imiscuir-se em todos os casos que a filha tem entre mãos, agora que é uma assistente social reformada.
Amy Brenneman e Tyne Daly, protagonistas de A Juíza, foram nomeadas por diversas vezes para os Emmy Awards nas categorias de Melhor Actriz e Melhor Actriz Secundária de Série Dramática.

Tyne Daly venceu mesmo um Emmy Award em 2003.
A série somou um total de 11 nomeações nos Emmy Awards e 3 nos Golden Globes.

Estreia: Segunda 16 de Junho às 16h00
Emissão: Segunda a Sexta às 16h00
Intérpretes: Amy Brenneman, Tyne Daly, Richard T. Jones, Karle Warren, Marcus Giamatti, Jillian Armenante, Jessica Tuck, Timothy Omundson, Kevin Rahm

A Voz do Operário comemora 125 anos!!!


Crianças em Construção

Espectáculo de solidariedade comemorativo

do 125º Aniversário d’A Voz do Operário




No próximo dia 21 de Junho, Sábado, pelas 16h00, terá lugar no Fórum Lisboa um espectáculo comemorativo do 125º aniversário d’A Voz do Operário, que contará com a presença de José Barata Moura, Carlos Alberto Vidal (Avô Cantigas), Samuel e dos alunos e da marcha infantil d’A Voz do Operário.
Para este espectáculo de solidariedade, A Voz do Operário convida não só pais e alunos ligados à instituição, mas também todos os que queiram assistir a uma das raras apresentações de José Barata Moura, autor de canções infantis, como “Joana, come a papa”, “Olha a bola, Manel” ou o “Fungagá da Bicharada”,.que vêm marcando diversas gerações.
A Voz do Operário é uma A Voz do Operário - Sociedade de Instrução de Utilidade Pública é Instituída como IPSS (Instituição Privada de Solidariedade Social) em1985, mantendo-se administrativamente autónoma do Estado, e rege-se por estatutos próprios e sem fins lucrativos. Considerando a importância da relação e interdependência entre cultura e educação e a variedade de propostas que correspondem na prática a outras tantas manifestações, A Voz do Operário proporciona às crianças que frequentam a escola um envolvimento extraordinariamente rico e ímpar, permitindo uma grande diversidade de experiências e participação em projectos de natureza educativa, cultural e social, desenvolvidos quer pela Instituição quer pelo sector técnico-pedagógico.

Concurso de Fotografia- alargado o prazo de inscrição


CONCURSO MUNICIPAL DE FOTOGRAFIA

INSCRIÇÕES PRORROGADAS ATÉ 20 DE JUNHO


A Câmara Municipal de Braga prorrogou até dia 20 de Junho (sexta-feira) as inscrições para a quinta edição do Concurso de Fotografia, subordinado ao tema “Os Cafés, Restaurantes e Gastronomia do Centro Histórico”.

Limitado a um máximo de meia centena de concorrentes e tendo por base a utilização exclusiva de máquinas fotográficas descartáveis fornecidas pela entidade organizadora, o evento, que ganhou já referências entre os certames homólogos, visa, antes de mais, potenciar a imagem do centro histórico de Braga.

As inscrições, gratuitas – embora sujeitas ao depósito de uma caução de 10 euros, devolvida na entrega da máquina descartável –, devem ser feitas até 13 de Junho, no Museu da Imagem, ao Arco da Porta Nova, em qualquer dia da semana, das 14h30 às 18h30.

A recolha das máquinas a utilizar e a captação de imagens é feita, nos termos do respectivo regulamento, a partir das 15h00 de 21 de Junho, devendo os concorrentes entregar os respectivos trabalhos (máquinas utilizadas) no Museu de Imagem, até às 17h00 de 22 de Junho.

De acordo com a Divisão Municipal de Renovação Urbana – que coordena o concurso, em nome dos pelouros municipais de Planeamento e Urbanismo, Cultura e Actividades Económicas –, o tema proposto pretende despertar o interesse e a sensibilidade dos concorrentes, em particular, e dos munícipes e outros cidadãos, em geral, sobre o renovado centro histórico de Braga enquanto imagem distintiva e afirmativa da cidade.

Pretende igualmente, no caso desta edição, realçar a importância da actividade desenvolvida pelos cafés e outros espaços de restauração do centro histórico enquanto «elemento de fulcral importância para a revitalização da área urbana histórica com relevante interesse patrimonial».

Pretende também contribuir – sublinha o coordenador – para a promoção desta actividade, que se assume como imagem de marca de Braga num contexto regional alargado, que se estende à vizinha Espanha, isto a par da divulgação dos valores patrimoniais inerentes à arquitectura e “design” daqueles espaços, bem como toda a riqueza e “sabor” da excelente gastronomia que proporcionam.

«Neste enquadramento, cada concorrente pode apontar a objectiva ao geral e ao pormenor, ao material e ao humano, ao exterior e ao interior, mas também à oferta gastronómica propriamente dita», afirma Pedro Lopes, da Divisão Municipal de Renovação Urbana.


Através de um júri para o efeito convidado, o Município de Braga promove, para além da atribuição dos prémios nos termos do regulamento do concurso, a selecção de um conjunto de trabalhos que integram uma exposição alusiva à presente edição, enquadrada no âmbito do projecto “Cidade, Futuro da História”, uma parceria transfronteiriça com o Concello de Pontevedra (Galiza), formalizada em candidatura aprovada pelo programa “Interreg IIIA”.


Neste âmbito, a Câmara Municipal de Braga solicita e agradece toda a disponibilidade e colaboração que os proprietários de cafés e unidades de restauração instalados no centro histórico possam dispensar aos concorrentes.


Mais informação:

Divisão Municipal de Renovação Urbana (Convento do Pópulo) – 253 203 150

Museu da Imagem – 253 278 633

XVII Feira Medieval de Coimbra

XVII Feira Medieval de Coimbra

Realizou-se durante o dia de ontem mais uma reconstituição histórica da Feira Medieval na Sé Velha.
Esta foi a XVII Feira Medieval de Coimbra e contou animação teatral, musical e circense em permanência com os artistas devidamente trajados à época. Para além dos grupos de animadores marcaram também presença várias tendas temáticas com a comercialização de produtos agrícolas, aves, enchidos, pão e doces conventuais.
Nos dias que antecederam a Feira foi anunciada na cidade o seu “termo” por pregoeiros.

















Fotografias Teresa Arsénio

Projecto Fuga.01


PROJECTO FUGA.01
EDIÇÃO ONLINE DE 01
LANÇAMENTO DO SITE www.fuga.pt
VIDEO CLIP ONLINE

sábado, 14 de junho de 2008

" Medium " estreia hoje a segunda temporada

SONY ENTERTAINMENT TELEVISION ESTREIA
A SEGUNDA TEMPORADA DE MEDIUM


Patricia Arquette traz a segunda temporada de Medium ao Sony Entertainment Television hoje, Domingo 15 de Junho, às 20h05.
Intuição e poderes sobrenaturais são as “ferramentas” utilizadas por Allison Dubois para resolver os crimes com que se depara no dia-a-dia.

MEDIUM
Medium
, série criada e realizada pelo vencedor de um Emmy Award, Glen Gordon Caron e produzida pela Picturemaker Productions em associação com a Paramount Network Television e Grammet Productions, é protagonizada por Patricia Arquette.
Esta série é inspirada na história verídica da medium Allison Dubois.

Patricia Arquette interpreta o papel de Allison, esposa e mãe dedicada, que tenta desde a infância encontrar um significado para os seus sonhos e visões com pessoas mortas.

Allison Dubois (Patricia Arquette) não é a típica mulher na casa dos 30, suburbana, dona de casa e mãe de três filhas.

Tem o dom de comunicar com os mortos. Allison possui também uma intuição especial sobre as pessoas, uma espécie de conexão espiritual, que a ajuda a relacionar-se com pessoas envolvidas em crimes violentos.

Trabalhando como assistente no escritório do Procurador, passam-lhe pelas mãos alguns casos que desencadeiam as suas particulares “visões” sobre os crimes.
De forma secreta, vai prestando atenção aos seus pressentimentos, demonstrando depois ao seu chefe, o Procurador Devalos (Miguel Sandoval), que as suas suspeitas estavam certas. Allison conta ainda com o apoio incondicional do marido Joe (Jake Weber), um engenheiro aeroespacial.

Estreia: Domingo 15 de Junho às 20h05 (episódio duplo)
Emissão: Domingos às 20h05 (episódio duplo)
Intérpretes: Patricia Arquette, Jake Weber, Miguel Sandoval, Sofia Vassilieva, Maria Lark, Miranda Carabello

Feira Drupa evidencia Revista Egoista


Revista “Egoísta” em evidência
na Feira Drupa 2008


A revista “Egoísta” esteve em destaque na Drupa, a maior feira mundial de artes gráficas, que encerrou mais uma edição no passado dia 11 de Junho.
Durante duas semanas, a publicação da Estoril Sol foi apreciada pelos visitantes deste importante evento, que se realiza na Alemanha, em Dusseldorf, de quatro em quatro anos.
Com uma extensa área de aproximadamente 170 mil metros quadrados de espaço de exposição, a Drupa exibiu, ainda, outras prestigiadas publicações internacionais.
Na edição deste ano, foi criado, ainda, o Drupa Cube - “Space of inspiration”.

Trata-se de um espaço dedicado a projectos inovadores em todo o mundo na área da comunicação impressa, que contou com a presença da edição número 29 da “Egoísta dedicada á “Paz”.
A revista da Estoril Sol esteve, também, em destaque no stand do TDC - Type Directors Club de Nova Iorque, juntamente com os outros trabalhos premiados internacionalmente por esta instituição.
Recorde-se que, a prestigiada entidade norte americana atribuiu o "Certificate of Typographic Excellence" às edições “Escrever” e “Sexo”, publicadas em 2007.

Escola Superior de Dança no " Sotão"


ESCOLA SUPERIOR DE DANÇA

Às terças no MMCAFÈ

às terças no mm
TERCEIRAS PALAVRAS

17 Junho 22h00



Uma história de vida que remonta ao tempo da guerra colonial em Angola, em que a realidade parece ultrapassar a ficção.
VITÓRIA PEDRO nasce em Angola e é trazida para Portugal por uma companhia de militares, sendo adoptada pela família de um deles.
Faz um percurso de múltiplas procuras, identitário e profissional, estando hoje ligada à música, onde se exerce humana e profissionalmente, trabalhando com crianças e cantando em duas bandas no Algarve.
BIO Vitória Pedro nasce em Angola em 1960 e em 1967 vem viver para Portugal/Beja, onde faz todo o seu percurso escolar.
É ainda nesta cidade, que integra o grupo de música, Trigo Limpo. Em 1983, vai para Faro e ingressa na Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve, onde conclui um curso técnicoprofissional de turismo e trabalha no Aeroporto de Faro, durante 10 anos.
Cria neste período um duo musical para animar bares e festas. Em 1990 inicia o Estudo de Música no Conservatório Regional do Algarve.
No ano de 1993, participa na 1ª série do Chuva de Estrelas em que chega à final. Actualmente, divide a sua actividade leccionando em escolas primárias e infantários e actuando com as Big Band e Hexavox.
A coordenação artística deste projecto é da responsabilidade de Natália Luíza

Fernado Pessoa com estátua na sua terra

Almada Negreiros: Retrato do Poeta Fernando Pessoa, 1954

Escultura presta homenagem em frente à casa onde nasceu o poeta

Desde de ontem, em Lisboa, uma nova estátua de homenagem ao poeta da cidade, Fernando António Nogueira Pessoa, inaugurada no âmbito das comemorações dos 120 anos do seu nascimento, que não têm extensão nacional.

A estátua impõe-se no meio do Largo de S. Carlos, mesmo em frente à casa onde nasceu, em 1888, e é uma das muitas homenagens que a cidade de Lisboa presta ao escritor.

Na opinião do presidente da Câmara de Lisboa, a cidade tem sabido prestar a Fernado Pessoa a homenagem que o poeta merece e tem sabido fazê-lo das mais variadas maneiras.
«Como é sabido, o município tem mantido desde há vários anos a Casa Fernando Pessoa que hoje tem uma actividade muito estimulante, quer na preservação do espólio, quer na digitalização de toda a sua documentação, como na investigação. (...) Mas na verdade, a melhor demonstração de que Pessoa se vai entranhando nas pessoas e as pessoas se vão apropriando dos seus poetas é ouvir as Marchas na cidade de Lisboa e na quantidade de marchas que se referiam a Pessoa como sendo um dos grandes poetas da cidade» , defendeu António Costa no final da inauguração da escultura, da autoria do belga Jean-Michel Folon.

Para a directora da Casa Fernando Pessoa, é, no entanto, de lamentar que as comemorações do aniversário do poeta não tenham dimensão nacional.
«Bem sei que o ministro da Cultura entrou há pouco tempo, eu também só entrei em Fevereiro na Casa Fernando Pessoa, mas já se sabia do aniversário e não vejo, a não ser que apareça depois do aniversário dele, nada pensado» , criticou.
Para Inês Pedrosa, os 120 anos do nascimento de Fernando Pessoa são uma comemoração que exigia uma programação articulada entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação.
«Há coisas que se poderiam fazer a nível de edição e ao nível de promoção da leitura, etc., e que dependem de uma vontade política superior e infelizmente eu não a tenho visto» , lamentou Inês Pedrosa, recordando que a Casa Fernando Pessoa subsiste «com muitas dificuldades financeiras» e mercê da «boa vontade» dos funcionários «que trabalham horas extraordinárias sem fim e sem pedir nada».

A inauguração da escultura ‘Hommage à Pessoa’ foi marcada pela actuação do conjunto Ensemble Galhardia que recitou poemas de Pessoa e apresentou um programa de canções e instrumentais alusivos à obra do poeta.
A escultura do belga Jean-Michel Folon foi adquirida pela Câmara Municipal de Lisboa na sequência de uma exposição que teve lugar no Castelo de S. Jorge em 2001.


Para melhor se exprimir, Pessoa criou heterónimos, versões do que seriam outros "Fernandos Pessoas", mas bastante diferentes, com personalidades completas e vincadas, evoluíndo e amadurecendo ao longo do tempo.
Álvaro de Campos, o engenheiro naval desiludido com a vida, Ricardo Reis, o médico monárquico que recusou a República, Alberto Caeiro, o camponês sem estudos, simplista e que recusava a metafísica e Bernardo Soares, o semi-heterónimo, na medida em que não diferia muito do escritor real, foram os heterónimos que Pessoa criou (e posteriormente, viria a "matar").


Fernando Pessoa Viria a morrer em 30 de Novembro de 1935, na "companhia" dos seus heterónimos e sem ver reconhecida a grandeza que o tempo lhe viria a conceder.

Agenda da Byblos a maior Livraria de Lisboa



A Primavera traz uma nova vida a todas as coisas.
É precisamente isto que o pequeno Alberto sente durante a viagem à aldeia da avó, durante a qual será conduzido a uma nova aventura. Descobre algumas marcas do nosso passado medieval, como antas, castros e castelos; conhece o jogral Abelardo que toca e canta para a sua amada Clarícia, donzela nobre, que vive num castelo.
Afinal só precisamos de estar atentos aos pequenos pedaços do nosso passado para conhecer melhor o nosso presente!
Para os pequenos leitores, lançamento do livro Alberto na Idade Média de Cidália Fernandes.
Domingo, 15 de Junho às 11h00 na Byblos Amoreiras.
Espaço também para homenagear o poeta para quem todos os dias eram imprescindíveis e todas as viagens possíveis, mesmo à volta de um quarto em Lisboa, no 120º aniversário do seu nascimento, de 13 a 27 de Junho na exposição Pessoa, as palavras do Poeta.
E ainda, depois da edição do programa Letras do Mundo dedicado a Israel, 18 de Junho às 21h00 uma nova abordagem sobre este país, que em 2008 comemora seis décadas de existência, numa conferência de José Manuel Fernandes, director do jornal Público, a convite da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos.

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Segunda noite do V Festival Internacional de Dixieland de Cantanhede está a começar




Segunda noite do V Festival Internacional de Dixieland de Cantanhede está a começar


Teve ontem início o V Festival Internacional Dixieland de Cantanhede.
Este Festival organizado pela Câmara Municipal e a INOVA-Empresa Municipal, já colocou Cantanhede na rota internacional do jazz de raiz popular com origem em New Orleans (EUA).
Os primeiros a estrearam a tenda dixie foram os portugueses Castiço Jazz Band. Esta banda que integra elementos de outras formações tem a particularidade de tocar temas genuinamente portugueses com as sonoridades de New Orleans. Outra particularidade da banda é o uso da guitarra portuguesa juntamente com outros instrumentos de sopro e cordas normalmente associados ao jazz.

Os senhores que se seguiram foram os italianos Tiger Dixie Band a conseguirem uma boa interacção de diálogo com o público. Entre o inglês e o italiano todos se entenderam e responderam ao repto com o acompanhamento constante de palmas ritmadas ao som da musica dos Tiger Dixie Band. Os temas tradicionais já bem conhecidos dos aficionados desta corrente jazzistica apresentaram-se com novos arranjos da autoria do grupo.

Já a noite ia avançada quando a terceira banda começou a sua actuação. Os Astédixie já são repetentes neste e noutros festivais congéneres. Esta banda da Lousã, que conta já com uma década de existência, é presença obrigatória no Dixieland e eles sentem-se a tocar em casa tal é a legião de fã que arrastam consigo. Celso Gregório e Sandra Correia (no trompetix), Luís Henriques (no clarinetix), Nuno Antão (no banjix), Renato Correia (no tubalix) e Rafael Ventura (na washboardix) são os responsáveis por este sucesso e pela onda de boa energia que encheu a tenda.

Os holandeses The Juggets Jazz Band, tiveram as honras de encerramento da noite de estreia do Dixieland. Entraram pela porta principal da tenda e apanharam de surpresa quem aguardava pela sua actuação em palco, mas foi por entre o público e as mesas de convidados que os onze músicos tocaram. Já lá vão vinte e nove anos desde a primeira actuação em Tilburg mas o entusiasmo é o mesmo que no primeiro dia que actuaram juntos.

Os concertos de hoje na tenda dixie estão prestes a começar mas a música é uma constante desde a abertura do recinto do festival, que inclui a X Feira de Gastronomia e Artesanato Tapas & Papas.
Daqui a pouco será a banda de Leiria Desbundixie a primeira a actuar, logo se seguida os alemães Dixieman Four que trazem no seu reportório bandas sonoras de filmes do século XX. Para o final da noite ficou guardada a actuação da convidada especial do Festival: Maria João. A cantora já com créditos bem firmados na cena nacional e internacional irá cantar com os Always Drinking Marching Band. Esta formação de Barcelona bastante diferente de todas as outras do programa também já é uma repetente. E é dela que guardamos a memória mais viva da edição do ano passado com o todo público a dançar as suas coreografias.
A avaliar pela noite de ontem e pela animação que se vive no recinto este Festival continua na senda do sucesso alcançado pelas anteriores edições.
O ponto alto deste evento é a “Street Parade”, no domingo à tarde, com as várias bandas participantes a percorrerem as ruas do centro de Cantanhede.
Teresa Arsénio
Fotos Teresa Arsénio

mmcafé com música amanhã


QUARTETO DE VASCO AGOSTINHO
IN TEMPUS
15 Junho 22H00
A música, sobretudo a improvisada, reflecte a essência do próprio músico que a interpreta, quer a solo, quer em grupo.
E para isso contribuem factores por vezes tão subtis como aqueles que originam os próprios sonhos, que apesar de tantas vezes distantes da razão, são sempre o perfeito reflexo dum estado d’alma.
O novo trabalho de Vasco Agostinho reúne, sob a sua direcção, músicos que partilham com ele a convicção de que, mais do que as linguagens, as estéticas, as tradições ou as modas, a música vive na tradução do íntimo de cada interveniente, seja ele músico ou ouvinte.
Por isso que este projecto assenta muito especialmente na espontaneidade como método de criação artística, com a finalidade de enriquecer cada som com um novo elemento para a teia de sensações experimentadas pelos intervenientes, tornando o concerto numa experiência única e completa.
Vasco Agostinho é hoje uma referência do jazz Português, aclamado por colegas e público, tendo o seu disco de lançamento sido eleito um dos favoritos da crítica em 2006.
Vasco Agostinho guitarra
Jeff Davis vibrafone
Demian Cabaud contrabaixo
Bruno Pedroso bateria

Décima edição de Correntes d'Escritas- inscrições já abertas!


Estão já disponíveis para consulta os regulamentos dos prémios literários relativos à X edição do Correntes d’Escritas, que decorre entre 11 e 14 de Fevereiro do próximo ano.
No âmbito do Encontro de Escritores de Expressão Ibérica Correntes d’Escritas são atribuídos anualmente dois prémios literários, um para obras já publicadas - Prémio Literário Casino da Póvoa - o outro - Prémio Literário Correntes d’Escritas/Papelaria Locus - , dirigido a jovens com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos, para trabalhos inéditos.
Em 2009 ambos os prémios vão distinguir obras em poesia. A 30 de Agosto termina o prazo para as obras concorrentes ao Prémio Literário Casino da Póvoa, cujo valor é de 20 mil euros. Podem concorrer autores de língua portuguesa, castelhana ou hispânica, com obras em 1ª. edição, em português e editadas em Portugal entre Julho de 2006 e Junho de 2008, excluindo-se as obras póstumas e ainda aquelas da autoria de galardoados com o Prémio Literário Casino da Póvoa nos últimos seis anos.
Já o Prémio Literário Correntes d’Escritas/Papelaria Locus é destinado a jovens naturais de países de expressão portuguesa, castelhana ou hispânica.
Os concorrentes podem entregar, no máximo, dois trabalhos até 30 de Novembro de 2008. Para 2009, o valor do prémio subiu de 750 para 1000 euros, sendo que a obra premiada será ainda publicada na próxima edição da Revista Correntes d’Escritas.
Os interessados em concorrer a este prémio juvenil têm ainda que ter em atenção que deverão apresentar os seus trabalhos por escrito e sob pseudónimo.
Os regulamentos dos dois prémios literários estão disponíveis no portal municipal.
Os vencedores de ambos os prémios serão anunciados na sessão de abertura da X Edição do Correntes d’Escritas, sendo que a entrega do prémio ocorrerá na sessão de encerramento.

Projecto FUGA.01 online

Laçamento do site
16 de Junho
O projecto FUGA faz em estreia absoluta o lançamento da edição online de 01 em simultâneo com o lançamento do site do grupo no dia 16 de Junho.
Tournée
18 de Julho - FNAC Forum Coimbra
19 de Julho - FNAC Santa Catarina, Porto
20 de Julho - FNAC Braga
23 de Julho - FNAC Cascais Shoping
24 de Julho - Onda Jazz, Lisboa
25 de Julho - FNAC Alfragide, Lisboa
26 de Julho - FNAC Colombo, Lisboa
26 de Julho - FNAC Almada
Mais informações
http://www.letstartafire.com/
raquellains@letstartafire.com

Pé Na Terra

Pé na Terra
"Pé Na Terra"
15 de Junho Às 17h00
FNAC Forum Coimbra


Os Pé na Terra surgiram do resultado de um entrelaçado de ideias e desejos musicais que os vários membros do grupo transportam em si. Através de temas originais e da recolha e interpretação de temas tradicionais portugueses, onde a poesia e a dança se complementam, geram a energia que os uniu no projecto. As várias ideias deste grupo do Porto vão ao encontro do actual movimento de revolução da música tradicional como comprova o álbum de estreia.

Informações
Departamento de comunicação
Fnac Forum Coimbra
Loja 1.03Horário da Loja: 10h-24hE-mail:
fnac.coimbra@fnac.pt

Overule na àbox


@c [crónica electrónica] no TAGV

18 de Junho às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra


Pedro Tudela e Miguel Carvalhais colaboram como @c desde 2000, desenvolvendo performances sonoras (como a que apresentarão no TAGV) ou audiovisuais (com a artista austríaca Lia) e múltiplas colaborações, recentemente com o grupo de percussão Drumming, ou com músicos como Vítor Joaquim, Aki Onda, Gert-Jan Prins, Raymond MacDonald, Stephan Mathieu, Pure, entre outros.

O seu trabalho desenvolve-se no cruzamento de três abordagens complementares à música electrónica e à arte sonora: composição procedimental, música concreta e improvisação. Ao longo dos anos, têm desenvolvido composições complexas, com um pé no trabalho em estúdio e o outro no(s) palco(s). Se por um lado as suas peças são normalmente construídas sobre bases bem estruturadas, é comum que múltiplas peças sonoras se libertem destas estruturas e que, uma vez integradas, contribuam para o desenvolvimento de elaboradas estratégias de desconstrução. Os @c passaram recentemente por festivais como o Ars Electronica (at), Offf (pt), EMAF (de), Atlantic Waves (uk), NAME (fr) ou Pixelache (fi) e actuaram em salas como a Casa da Música (pt), Netwerk (be), ICA (uk) ou La Casa Encendida (es). Têm trabalhos editados em múltiplos formatos, em editoras como a Crónica, Feld, Grain of Sound, Filmarchiv Austria, Room40, ZKM, Sirr, entre outras. Têm trabalhos editados em múltiplos formatos, em editoras como a Crónica, Feld, Grain of Sound, Filmarchiv Austria, Room40, ZKM, Sirr, entre outras.Pedro Tudela é artista plástico e músico e lecciona no Departamento de Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto (FBAUP).Miguel Carvalhais é designer e músico e lecciona no Departamento de Design da FBAUP.

Mais info em:ww.myspace.com/atcdotorgwww.at-c.orgwww.cronicaelectronica.org
Organização TAGV, no âmbito da programação «TAGV Digital» Programação Afonso Macedo
Preçário Preço normal 8,00€ Preço estudante e sénior 6,00€ Preço Amigo/a TAGV 4,00€

Informações e reservas: Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

Ciclo Segundas TAGV dia 16 de Junho

California Dreamin`
16 de Junho às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra


California Dreamin`
de Cristian Nemescu [ROM, 2006, 155’, M/12]
Vencedor da categoria “Un Certain Regard” do Festival de Cannes 2007
O Capitão Jones, do corpo de fuzileiros navais dos EUA, é destacado para escoltar um comboio que transporta equipamento da NATO e se dirige para a Jugoslávia, durante a guerra no Kosovo. A sua missão é detida por Doiaru, aparentemente um chefe de estação muito meticuloso numa vila abandonada, que retém o comboio devido a um detalhe técnico na documentação. A comunidade local desenvolve então esforços ridículos por dar as boas vindas aos americanos, tencionando aproveitar-se da sua inesperada presença. Após cinco intensos dias, Jones descobre os verdadeiros – e muito pessoais – motivos por detrás do comportamento de Doiaru. Ultrapassado o “problema”, o comboio retoma a sua viagem e deixa para trás corações partidos, sonhos desfeitos e uma guerra civil.
Produção TAGV
Preçário Preço normal 4,50€ Preço estudante 3,50€
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
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Livro de Mia Couto apresentado na Póvoa do Varzim


Venenos de Deus, Remédios do Diabo
é o título do romance de Mia Couto
apresentado no Diana Bar.


Por considerar que um livro não se explica, não se apresenta e o pior para fazer isso é o próprio escritor, Mia Couto limitou-se a falar do lugar onde decorre a história do livro, Vila Cacimba, um território que é difícil que Deus o veja.
“A única maneira da Vila se fazer ver é mentir porque está encoberta. Temos que mentirmos para sermos” afirmou.

O escritor moçambicano, que afirmou que “quando estou a escrever não vivo em lugar nenhum”, reconheceu que “é mais difícil publicar e mais fácil escrever com o decorrer dos anos” chegando mesmo a revelar que encontrou um estilo para si.

“Identifiquei mas depois quis questionar a classificação que adoptei para mim porque quero surpreender-me a mim mesmo” continuou o escritor confessando que “tive tanto medo de escrever este livro como o primeiro” e em tom de brincadeira corrigiu “não tive tanto medo quando escrevi o primeiro”.

Mia Couto afirmou que agora inventa palavras de uma maneira mais contida, mais natural, assumindo que “fui percorrido por uma adolescência na escrita, onde queremos fazer bonito”.

O papel do escritor é escrever, é contar histórias e dizer que as soluções estão no facto das pessoas se encontrarem a si próprias, na capacidade de cada um se inventar.

Mia Couto continuou alertando para a incapacidade e inabilidade em que caímos, “há utopias que devem morrer”, sugeriu.“Escrevo sobre o meu mundo pensando ingenuamente que as pessoas se identificam com o que escrevo. Escrevo sobre gente que existe dentro de mim”, concluiu Mia Couto.

À semelhança do que acontece com todas as suas publicações, Venenos de Deus, Remédios do Diabo é um livro muito rico, apesar da simplicidade característica da sua escrita, considerou Luís Diamantino, Vereador do Pelouro da Cultura que definiu Mia Couto como “um artífice da língua portuguesa queimada pelo sol africano”.

Escritor muito estimado pelo público poveiro com presença assídua no evento literário de maior impacto na nossa cidade – Correntes d’Escritas –, Mia Couto é considerado um dos nomes mais importantes da nova geração de escritores africanos que escrevem em português e, como sempre acontece, atraiu mais de uma centena de leitores apaixonados ao emblemático Diana Bar.

Case-se no Maxime! Hoje!


sexta, 13 junho
CASE-SE NO MAXIME!


No dia de Sto António – o casamenteiro – todos os que falharam a célebre cerimónia diurna do casório na Sé, ainda podem dar o nó!

Basta para isso dirigirem-se à Pr. Da Alegria e contrair matrimónio ali mesmo, em pleno Maxime!

Toda a gente se pode inscrever para este casamento nocturno sem igual.

Tragam os amigos e a família, e brilhem no evento mais mediático do século, ao som dos flashs e disparos das cameras fotográficas!

Não pensem que é só de brincadeira! Uns são a sério com registo e tudo aquilo a que se tem direito, outros faz de conta! Tudo bem animado, pois no que toca à brinacadeira, será o Padre Vieira (não o António, mas sim o Manuel João), que celebrará as sagradas uniões!

A festa é abrilhantada pelo conjunto musical “Os Irmãos Catita” e ainda por Mitsuhirato, o DJ mais casamenteiro desde Frei Tuck!
xInscrições para todo o tipo de casamentos. E casar à noite tem outro charme!
Para além do mais, esta “igreja” tem bar, palco, sala de convívio, instalação sonora, toiletes e muito mais!
Se quer um Sto. António sublime, case-se-no Maxime.
Oferta de bolo de noivos, certificados de casamento Maxime e fotografias para mais tarde recordar!!!
Noivos que ainda pretendem inscrever-se e que tragam pelo menos 10 convidados, não pagam os bilhetes de entrada.
Compareça e enubeça!

Concerto na Sociedade Filarmónica Humanitária


CONCERTO NA SOCIEDADE FILARMÓNICA HUMANITÁRIA
HOJE PELAS 21 HORAS

Marvila impede Alfama de conquistar o Penta


Após quatro anos consequtivos, Marvila derrota Alfama no Concurso das Marchas de Lisboa.


Nos 4 anos passados, Alfama conquistou o troféu.

Este ano, quando todos esperavam o penta, Marvila é a eleita, ficando Alfama em 2º lugar.

No outro lugar do pódio ficou Madragoa.


O prémio de Melhor Figurino coube à Marcha do Castelo.

A Melhor Letra foi atribuida à Marcha da Bica.

Na Musicalidade a Marcha de Alfama foi a eleita do juri.

A Marcha do Beato arrecadou o troféu de Melhor Cenografia.

Em igualdade ficou a Marcha de Alfama e de Marvila na Categoria de Coreografia.

A melhor Composição Original foi para a Marcha de Alfama com o tema "Lá vai ela".

O troféu da Avenida coube à Marcha de Marvila.

A classificação final do Concurso Marchas de Lisboa 2008 foi:


  1. Marvila

  2. Alfama

  3. Madragoa

  4. Beato

  5. Castelo

  6. Alcântara

  7. Carnide

  8. Bairro Alto e S. Vicente


  9. Lumiar

  10. Sta Engrácia

  11. Mouraria

  12. Bica e Graça


  13. Campolide

  14. Alto do Pina

  15. Bela Flôr

  16. Olivais

  17. Ajuda

  18. Benfica