quinta-feira, 20 de março de 2008

Concerto no S.Jorge

60 anos do Hot Club Portugal



Mário Laginha & Maria João
no São Jorge

Mário Laginha e Maria João, acompanhados pela Big Band do Hot Club Portugal, sobem ao palco do Cinema São Jorge no dia 19 de Março, às 22h00, para um concerto que comemora os 60 anos do mais conhecido clube de jazz português.

No dia em que o Hot Clube de Portugal completa 60 anos de actividade, a Big Band do HCP, com direcção de Pedro Moreira, convida Mário Laginha a apresentar um repertório de originais, com participação de Maria João.


Em grande parte inédito em Portugal, o programa resulta de encomendas da Orquestra da Rádio de Frankfurt (Hessicher Rundfunk Big Band), Brussels Jazz Orchestra, assim como da Orquestra de Jazz de Matosinhos e Hot Clube de Portugal.


Maria João Monteiro Grancha nasceu em Lisboa, no dia 27 de Junho de 1956, filha de pai português e mãe moçambicana. Da infância guarda imagens dispersas e coloridas de uma África já não tão distante assim. Das férias passadas por lá, do calor, das praias com redes por causa dos tubarões...

A entrada na adolescência revelou o seu espírito rebelde e inquieto. A menina gordinha, de óculos e cabelo encrespado não gostou nada de ser chamada «caixa de óculos» e «Gungunhana» pelos colegas louros e magros do Colégio Inglês, St. Julian School, e aprendeu a defender-se como podia, com um murro aqui e um pontapé ali.

Aos 13 anos, o patinho feio mudou: emagreceu e tornou-se uma mulher!
Descobriu então os rapazes, fugia da escola, não punha os pés nas aulas. Em resultado, passou a aluna interna para o colégio da Bafureira, que nem por isso constituiu obstáculo às fugas. Incontrolável, foi expulsa ou convidada a sair de 5 colégios, para enorme desespero da mãe!


Aikido .... a salvação
Surge então o desporto, a derradeira tentativa... Primeiro a Natação e depois a escola do mestre Georges Stobbaerts, onde saltou do Ioga para o Judo e Karaté, até se encantar pelo Aikido, que, além de lhe incutir regras e disciplina, lhe valeu um orgulhoso cinturão negro. O Aikido mudou-lhe a vida, sendo ainda hoje uma das suas paixões. Praticava intensamente todos os dias da semana e, por essa altura, começou também a dar aulas de natação a crianças autistas, através da Direcção-Geral de Desportos.

A descoberta da música
A música cruzou-se nos seus caminhos sem aviso. Nunca tinha sonhado ser cantora e até nem ouvia muita música. Ouvia o que passava na rádio e gostava muito da cantora Joni Mitchel.

Por estranho que pareça, foi num curso de nadador salvador que Maria João, pela primeira vez, teve noção dos seus dotes vocais, graças a uma colega – Cândida (obrigado Cândida!!), que era cantora e a fez constatar: «eu berro mais que a Cândida!» A Escola de Natação fechou e a praia e a boa vida foram uma hipótese a considerar, até que um amigo guitarrista a convidou a integrar a sua banda rock, como vocalista. Esqueceu-se apenas de avisar que a banda era tão perfeccionista que só ensaiava. Um mês foi suficiente para Maria João dar por finda a experiência.

Hot Club

Em 1982, quando abriram inscrições na Escola de Jazz do Hot Club, o amigo desafiou-a para a audição. Sobre Jazz, Maria João lembrava-se dos CascaisJazz, festival organizado por Luis Villas-Boas, de ter visto o Miles Davis, o Keith Jarrett, o Jean Luc Ponty, a Nancy Wilson! Não percebia nada, mas gostava imenso. Para a audição, escolheu a música brasileira “Cantador”, da autoria de Dori Caymmi, que conhecia na voz de Flora Purim. Ensaiou-a vezes sem conta, mas chegada a audição, os músicos pediram-lhe as partituras. Não tinha, nem tão pouco as saberia ler, por isso, atirou-se a um improviso sobre o clássico de Cole Porter, “Night and Day”. Foi admitida de imediato, sem que tenha chegado a saber se entrou pela espectacularidade do improviso ou porque havia falta de cantores no Hot!

Durante os meses que esteve no Hot Club aprendeu a ouvir, porque para aprender a cantar tem de se saber ouvir. E ouviu muito, as divas do jazz e não só: a Ella (Fitzgerald), a Billie (Holiday), a Elis (Regina) ... apaixonou-se pela Betty Carter, progrediu para o Al Jarreau e outros cantores de vanguarda. Ainda no Hot Club, formou o seu primeiro grupo – Maria João & Friends – e foi também nesses tempos que se estreou em concerto, na abertura de um restaurante. O concerto corria como estava previsto até que, na terceira música, se esqueceu de tudo e teve que improvisar em scat. Um sucesso e uma sensação fantástica, algo assim como voar.

Primeiros tempos

Ainda em 1983 saiu o primeiro disco, Quinteto de Maria João, recheado de standards americanos, entre eles "Blue Moon", popularizado por Billie Holiday. Data também dessa época uma participação no disco de Jorge Palma, Acto Contínuo. Em 1984 foi a anfitriã de um programa televisivo de jazz, no qual foi galardoada com o prémio de revelação do ano.

Já em 1985 subiu ao palco do Festival de Jazz de Cascais, a prova de fogo, de onde saiu com os aplausos do público e da crítica. Cem Caminhos, o segundo álbum com o quinteto, foi lançado nesse ano e inclui 2 poemas musicados de Eugénio de Andrade e clássicos como "Take Five", "Lush Life" ou "My Favorite Things". Arrecadou mais dois prémios, um no prestigiado Festival de Jazz de San Sebastian (Espanha) e o outro atribuído pela Revista Nova Gente, como intérprete feminina do ano.

Em 1986, Maria João aventurou-se numa tournée avassaladora pela Alemanha, num ritmo de 24 concertos em 5 semanas, dados em pequenos clubes de jazz, com direito a cachets miseráveis e noites mal dormidas. Foi também neste ano que saiu o seu terceiro disco, Conversa, lançado pela editora alemã Nabel e já com um novo quinteto.
Num dos concertos da tournée alemã, teve uma espectadora especial que, depois de a ouvir, a convidou para cantar com ela: a pianista japonesa Aki Takase.

Ela e Aki

Aki Takase movia-se no mundo do free-jazz; Maria João cantava ainda muito presa aos standards norte-americanos e o contacto com a pianista marcou a viragem para um estilo e repertório mais seus. Com Aki, Maria João descobriu que é possível fazer tudo!

Largou o quinteto e embarcou pela Europa fora, com a sua voz, com Aki e o piano. Durante 5 anos, enlouqueceram os públicos dos festivais de jazz europeus, arriscando tudo na corda bamba dos improvisos, umas vezes com, outras vezes sem, o contrabaixista Niels Orsted-Pedersen.

Pelo caminho, lançaram dois discos, gravados ao vivo: Looking for Love, em 1987, gravado no festival de jazz de Leverkusen e Alice, em 1990, gravado no Festival de Nürnberg. Em 1990, nasceu o seu filho, João Carlos e a vontade de rumar em outras marés começou a fazer-se sentir em Maria João. Chegava ao fim o ciclo de loucuras com Aki Takase e a cantora regressava à pátria, envolvendo-se num projecto com o grupo português Cal Viva.

Cal Viva

Do Cal Viva faziam parte conceituados músicos portugueses como José Peixoto, Carlos Bica, José Salgueiro e Mário Laginha, e o resultado da colaboração saiu num disco intitulado Sol, em 1991, onde a música tradicional portuguesa e o jazz se fundiram em sons bem originais. Seguiram-se então novas tournées com o grupo, divertidas, mas duríssimas. Do projecto Cal Viva não saiu mais nenhum trabalho discográfico e, no ano seguinte, os desafios foram outros.

Outras experiências
Em 1992, Maria João trabalhou com a cantora Lauren Newton e em quarteto com Christof Lauer, Bob Stenson e Mário Laginha, participando igualmente no Europália e na Expo de Sevilha.
O prestígio alcançado pela cantora, foi, mais uma vez, confirmado no contrato com a famosa editora de jazz, Verve.

Maria João e Mário Laginha

O disco Danças, lançado em 1994, já pela Verve, marcou o início de uma nova fase e de um novo duo, que persiste até hoje, com o pianista Mário Laginha. Após vários anos de projectos comuns com uma zanga feia pelo meio – Laginha fez parte do quinteto inicial, voltando a trabalhar com a cantora em 1991, no grupo Cal Viva – os dois músicos empenharam-se num disco diferente, só com piano e voz.

Seguiram-se-lhe, até 2005, mais 7 discos em conjunto: Fábula, Cor, Lobos, Raposas e Coiotes, Chorinho Feliz, Mumadji (ao vivo), Undercovers e Tralha. A cumplicidade entre Maria João e Mário Laginha tem feito deste encontro um dos mais felizes da música portuguesa, bem comprovado na originalidade e consistência de um duo com mais de dez anos.

Para além dos trabalhos discográficos, João e Laginha têm sido convidados a integrar diversos projectos, com destaque para: o espectáculo “Raízes Rurais, Paixões Urbanas”, encenado por Ricardo Pais, em 1998, onde o fado e a música folclórica e tradicional se cruzavam com a música do duo; a colaboração com a companhia do coreógrafo Paulo Ribeiro, onde temas dos discos Fábula e Cor foram transportados para a linguagem da dança, num espectáculo estreado no P.O.N.T.I, em 1999 e intitulado “Ao Vivo”; a participação na curta-metragem “Canção Distante”, de Pedro Serrazina, no âmbito do Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura; o espectáculo “O Movimento do Som. O Som do Movimento”, em 2002, projecto de fusão entre a música e as Artes do Budô (artes marciais japonesas), realizado em conjunto com o Tenchi International, local onde a cantora pratica Aikido.

Colaborações e projectos

À parte do duo que forma com Mário Laginha, Maria João é frequentemente convidada a colaborar com outros músicos de grande prestígio. Em 2001 iniciou um trabalho com o grupo de Joe Zawinul, ex-teclista dos Weather Report, com o qual se apresentou ao vivo, por mais de um ano, em diversos festivais de jazz europeus.

Desde 2003 tem igualmente desenvolvido um interessante trabalho com o quarteto de sopros austríaco Saxofour, com o qual já gravou dois discos: European Christmas, e Cinco.

2003 também lhe reservou uma agradável surpresa: o convite para o cargo de directora da Escola de Música da Operação Triunfo, um concurso televisivo de revelação de novos cantores. O desafio foi aceite com enorme energia por parte da cantora, que se entregou de corpo e alma ao projecto, nas duas edições do programa.

Em 2004 Maria João foi uma das ilustres convidadas do concerto “Gil e os quatro cantos”, do músico e actual ministro da cultura brasileiro, Gilberto Gil. Neste espectáculo, integrado no aniversário da empresa Odebrecht, participaram também Susana Bacca e Paulo Flores.

Já em 2005, o dueto voltou a ser recriado num concerto de Gilberto Gil, em Monsanto, no âmbito das Festas de Lisboa.

No ano passado, a cantora foi convidada pelo guitarrista José Peixoto – amigo e colaborador de longa data – para integrar o disco Pele, com canções da sua autoria e letras de Tiago Torres da Silva. O espectáculo foi apresentado na Casa da Música, no Porto, e na inauguração do Casino Lisboa.

2007 promete ser mais um ano em grande para Maria João, que acaba de lançar um trabalho discográfico a solo. “João” é integralmente composto por canções de compositores brasileiros e tem recebido as mais calorosas críticas na imprensa especializada.



Mário João Laginha dos Santos nasceu em Lisboa, no dia 25 de Abril de 1960.
Da infância guarda bem a imagem do 1º piano vertical que recebeu aos 5 anos. Nessa altura começou a ter aulas particulares, nas quais o repertório clássico se misturava com valsas e modinhas pedidas pelo avô. Sonhava em ser pianista. Mas o sonho tinha momentos menos agradáveis como os recitais de sábado à tarde, exigidos pela escola, perante um plateia de familiares, amigos e professores: “Ó Mário João, vai lá tocar um bocadinho!” O problema é que, para além de pianista, o rapaz também não desdenhava vir a ser bombeiro ou médico...

Guitarradas
Cansado de recitais e demonstrações de menino-prodígio, Mário, o rapaz, passou o piano para 2º plano e pediu ao pai uma guitarra. Surgia Mário João Santos, o guitarrista, autodidacta, futuro Paco de Lucia português!

Rumo às Olimpíadas
Entre as cordas da guitarra e do piano havia ainda Mário Santos, o ginasta. Seis aparelhos, 4 horas de treino por dia. Se as Olimpíadas não quisessem nada com ele, havia sempre a hipótese de tirar o curso do ISEF (Instituto Superior de Educação Física) e ser professor de ginástica. Uma hipótese encarada com seriedade, não fosse o ginasta ter-se cruzado com Keith Jarrett na televisão.

Cliques
O 1º clique que fez com que Mário, o adolescente, regressasse ao piano chegou por intermédio dos Genesis. Como? Os colegas descobriram um piano no ginásio da escola. Tentavam tocar uma música daquela banda, mas não estava a correr muito bem. Mário ofereceu-se para tentar e perante o espanto dos colegas, que não suspeitavam que o amigo sabia tocar piano, a música tomou a forma desejada. Choveram elogios. Click!
O 2º e definitivo clique é da responsabilidade de Keith Jarrett. Um concerto na televisão fê-lo descobrir que era mesmo aquilo que queria fazer, tocar assim, como aquele homem que não conhecia, nem sabia porque o fascinava tanto. Tocar aquela música, que descobriu, depois, ser o tal do jazz.

À descoberta do Jazz
Foram ficando esquecidos os Black Sabath, Deep Purple, Jethro Tull, Yes, Genesis, ouvidos então abertos para essa nova música, que chegou, em disco, pelas mãos do irmão. Dedicou-se de corpo e alma ao piano, 8 horas de estudo por dia, já sem tempo para a ginástica desportiva.
Inscreveu-se na escola de jazz “Louisiana”, em Cascais, dirigida por Luís Villas Boas. Quando Villas Boas o ouviu pela primeira vez, estava a tocar um tema que tinha ouvido por Keith Jarrett. Disse-lhe: “eh pá, você é engraçado! Isso o que é? Vamos devagarinho... Você primeiro tem que estudar os clássicos, o Bud Powell, o Bill Evans...”. E foi mesmo assim...

O clássico, para melhorar a técnica
Estava decidido. A vida seria essa, a de tocar e escrever música, mesmo que algumas vozes fossem contra. Tentaram dissuadi-lo; ele respondeu inscrevendo-se primeiro na Academia de Amadores de Música e depois no Conservatório, onde teve como professores Carla Seixas e Jorge Moyano. Pretendia apenas adquirir alguns conhecimentos e melhorar a técnica, mas acabou por concluir o curso, com a classificação máxima, aos 25 anos. Muito tarde para uma carreira de pianista clássico, muito a tempo para continuar o percurso no jazz. Curiosamente, assim que terminou o Conservatório, o primeiro convite que teve, foi para tocar um concerto de Schumann, com a Orquestra Sinfónica, algo que nunca tinha imaginado fazer.

Primeiros trabalhos
O início não foi fácil. Para ganhar algum dinheiro, Mário Laginha, o pianista, viu-se obrigado a tocar num hotel às terças, quintas e sextas e a acompanhar músicos em estúdio.
O seu primeiro trabalho profissional foi no teatro, na peça “Baal”, de Brecht, no Teatro da Trindade. Mais tarde, voltou a trabalhar nessa área, acompanhando uma actriz brasileira, em canções de Kurt Weil. Pelo caminho, umas incursões na Cinemateca para acompanhar filmes mudos, ao vivo, experiência não muito satisfatória, pois tinha que tocar muito tempo sem parar, nem sempre com os melhores resultados.

Em trio, quinteto, sexteto, decateto ...
O primeiro projecto “a sério”, no jazz, deu-se com a sua integração no quinteto da cantora Maria João, inicialmente intitulado Maria João & Friends. Essa formação deu origem a dois discos: Quinteto Maria João (1983) e Cem Caminhos (1985), constituídos por standards e alguns originais.
Paralelamente, Mário Laginha fundou o Sexteto de Jazz de Lisboa, com Carlos Martins, Tomás Pimentel, Edgar Caramelo e os irmãos Pedro e Mário Barreiros. Com estes últimos actuava, com alguma regularidade, em trio. Com o Sexteto ficou ainda para a memória, o disco “Ao Encontro”(1988), existente apenas em formato LP.

Durante esses anos, Laginha foi-se libertando da interpretação de standards do jazz, explorando o seu próprio universo, criando as suas próprias composições. Um dos desafios surgiu em 1987, quando com o apoio da Fundação Gulbenkian e no âmbito do Festival Jazz em Agosto, estreou o Decateto de Mário Laginha, para o qual assinou todas as composições e arranjos.

A dois pianos...
Conjugando sempre o jazz com o clássico (terminara recentemente o curso de piano do Conservatório), Mário Laginha continuou a apresentar-se esporadicamente em festivais de Música Clássica.
Aconteceu nessa altura a formação do duo com Pedro Burmester, um daqueles amigos difíceis de encontrar. Juntos realizaram espectáculos por todo o país, tendo sido gravado o concerto de Dezembro de 1993, no Centro Cultural de Belém, que deu origem ao disco “Duetos”. O duo mantém-se até hoje, embora sejam mais raras as suas apresentações.

Início dos 90’s
Em 1991, juntou-se ao grupo Cal Viva, do qual faziam parte Carlos Bica, José Peixoto e José Salgueiro, reencontrando-se novamente com Maria João, também convidada do grupo. Gravaram “Sol” e fizeram tournées intensas, mas divertidas, por todo o país e no estrangeiro.

Entre 1990 e 1992 Mário Laginha manteve ainda um Quarteto e um Quinteto, com os quais actuou regularmente pelo país.

Já em 1993 fundou com o pianista João Paulo Esteves da Silva, o grupo Almas & Danças, com base em gostos comuns e em algumas composições conjuntas.

“Hoje”, o primeiro disco assinado com o seu nome, é editado em 1994, com a participação de Julian Argüelles (saxofone), Sérgio Pelágio (guitarra), Bernardo Moreira (contrabaixo) e Alexandre Frazão (bateria). Dos 7 temas do disco, 6 são da sua autoria e 1 assinado por Argüelles.

Maria João e Mário Laginha
O disco Danças, lançado em 1994, já pela Verve, marcou o início de uma nova fase e de um novo duo, que persiste até hoje, com a cantora Maria João. Passados vários anos da primeira colaboração, com uma zanga pelo meio, os dois músicos empenharam-se num disco diferente, só com piano e voz. Seguiram-se-lhe, até 2005, mais 6 discos em conjunto: Fábula, Cor, Lobos, Raposas e Coiotes, Chorinho Feliz, Mumadji (ao vivo), Undercovers e Tralha. A cumplicidade entre Maria João e Mário Laginha tem feito deste encontro um dos mais felizes da música portuguesa, bem comprovado na originalidade e consistência de um duo com mais de dez anos. Para além dos trabalhos discográficos, João e Laginha têm sido convidados a integrar diversos projectos, com destaque para: o espectáculo “Raízes Rurais, Paixões Urbanas”, encenado por Ricardo Pais, em 1998, onde o fado e a música folclórica e tradicional se cruzavam com a música do duo; a colaboração com a companhia do coreógrafo Paulo Ribeiro, onde temas dos discos Fábula e Cor foram transportados para a linguagem da dança, num espectáculo estreado no P.O.N.T.I, em 1999 e intitulado “Ao Vivo”; a participação na curta-metragem “Canção Distante”, de Pedro Serrazina, no âmbito do Porto 2001 – Capital Europeia da Cultura; o espectáculo “O Movimento do Som. O Som do Movimento”, em 2002, projecto de fusão entre a música e as Artes do Budô (artes marciais japonesas), realizado em conjunto com o Tenchi International, local onde a cantora pratica Aikido.

A dois pianos... no jazz
Em Agosto de 1999, num concerto integrado no Festival “Jazz em Agosto”, Mário Laginha apresentou-se em duo com o pianista Bernardo Sassetti . A fusão dos dois estilos conquistou de imediato o público e, essa primeira experiência resultou em muitas mais. Desde então, têm realizado concertos um pouco por todo o país, culminando com a gravação de um disco de originais (Mário Laginha e Bernardo Sassetti), editado em 2003, e de Grândolas (2004), disco integrado na comemoração dos 30 anos do 25 de Abril.

À parte dos seus projectos mais regulares, Mário Laginha é frequentemente convidado a participar, quer como pianista, quer como compositor, em importantes eventos culturais.
Gravou o seu primeiro trabalho a solo, CANÇÕES E FUGAS, em 2005, projecto que foi apresentado em estreia absoluta no grande auditório da Culturgest, e que tem lançamento previsto para Março de 2006.



Mário Laginha & Maria João



Ø Cinema São Jorge

Ø 19 de Março

Ø 22h00

Ø Bilhetes: 15€



















Madeira vence Festival de filmes turísticos



“Body. Mind. Madeira”

vencedor do Das Goldene Stadttor


A Madeira vence a 7ª edição do Festival Internacional de Filmes Turísticos, Golden City Gate International Festival.

O filme “Body. Mind. Madeira” ganhou o prémio Das Goldene Stadttor na categoria de Melhor Filme Promocional de Região, de entre 88 participantes, de 32 países.

Os filmes a concurso foram exibidos durante a feira ITB Berlim.

A agência inglesa Wolff Olins foi a responsável pela concepção do filme “Body. Mind. Madeira” nas versões de 4’, 30” e 60”.

O filme foi elaborado em 2005 e desde essa data tem vindo a dar a conhecer o destino Madeira no exterior.

“Body. Mind. Madeira” já arrecadou quatro prémios.

Sobre o Body Mind Madeira


Em 2006, a DRTM (Direcção Regional de Turismo da Madeira) introduziu o conceito Body Mind Madeira na estratégia de comunicação e marketing do destino para os mercados nacional e internacional.
Este conceito assenta na ideia de que a Madeira é um destino vocacionado para o enriquecimento do corpo e do espírito, que combina a natureza com alojamento e serviço de qualidade.

O Body Mind Madeira reflecte ainda a ideia de um destino sofisticado e seguro, onde se podem encontrar experiências de relaxamento e conforto compatíveis com públicos mais exigentes.







terça-feira, 18 de março de 2008

FOX CRIME ESTREIA 2.ª TEMPORADA DE “VERONICA MARS”

A segunda temporada de “Veronica Mars” estreia no dia 18 de Março, às 21h30, no canal FOX CRIME. Na abastada e rica comunidade de Neptune, os ricos e poderosos ditam as regras. Eles dominam a cidade e o liceu, enquanto tentam desesperadamente esconder os seus inconvenientes segredos. Infelizmente para eles, existe Veronica Mars.

Veronica é uma inteligente e destemida jovem de 18 anos com alguma prática em investigações privadas, conhecimento desenvolvido a ajudar o pai, um ex-polícia, e uma motivação especial para desvendar os mistérios da, aparentemente, perfeita cidade de Neptune, na Califórnia.

Durante o dia, a finalista Veronica percorre os corredores do liceu Neptune High como qualquer outro estudante, na companhia dos amigos Wallace Fennel e o motoqueiro Eli ‘Weevil’ Navarro. À noite, Veronica ajuda o pai, Keith, no negócio de investigação privada, explorando as ruas escuras de Neptune e esperando à porta de móteis para pôr a nu a verdade escondida desta cidade da Califórnia.

Depois de descobrir, na última temporada, que, afinal, o assassino de Lilly Kane era uma famosa estrela de cinema e pai de Logan Echolls, Veronica vai desenvolver, ao longo da nova temporada, outra misteriosa investigação: desta vez com consequências muito mais pessoais. Entretanto, durante o Verão, os julgamentos em torno do caso de Lilly Kane colocaram Logan e o seu melhor amigo Duncan Kane de costas voltadas.

Na nova temporada, Veronica vai ter de dar mais atenção à confusão instalada na sua vida amorosa e conviver, durante as aulas, com novos colegas: Dick e Cassidy ‘Beaver’ Casablancas, que têm problemas com o consumo de álcool e ainda Jackie Cook, a sensual e atrevida filha de um conhecido jogador de basebol.

Criada por Rob Thomas, “Veronica Mars” é uma produção da Silver Pictures Television em associação com a Warner Bros. Television Production e distribuida pela Warner Bros. Television Production. Joel Silver e Rob Thomas são os produtores executivos.

Estreia: Terça-feira, dia 18 de Março, às 21h30 / Emissão: Terças-feiras, às 21h30 / Repetição: Quartas-feiras, às 17h00, Segundas-feiras, às 00h30, Sábado às 16h30

ESTREIA 3.ª TEMPORADA DE “DEADWOOD”

"Deadwood" é uma série dramática que revitaliza o género ‘western’ de uma forma realista. O acampamento de Deadwood, situado em Black Hills, caminha lentamente para a civilização envolto em lutas de poder, influência, dinheiro e prostituição, enquanto os fundadores deste território formam alianças estratégicas para enfrentar a ameaça provocada por forasteiros que chegam ao acampamento para tentar a sua sorte. A terceira temporada estreia no canal FX, no dia 18 de Março, às 22h55.

A terceira temporada de “Deadwood” arranca em 1877. Novos dias nascem em Black Hills: os tempos estão a mudar, e a transformação do acampamento fora-da-lei em cidade, com a aproximação das eleições para Mayor e xerife, é uma realidade.

O magnata George Hearst chega a Deadwood com o objectivo de dominar o negócio do ouro, comprando todos os proprietários que lhe podem fazer oposição, exceptuando Alma Ellsworth. O xerife Seth Bullock e Al Swearengen - o cabecilha local dos negócios do álcool e prostituição - vão ter de reforçar as suas posições numa época de indecisões e luta desesperada por influência.

Hearst vai tentar cair nas boas graças de Bullock, para facilitar a aquisição do negócio da ex- -amante do xerife, Alma Ellsworth. Al Swearengen e o seu anterior rival, o calculista Cy Tolliver, donos de bordéis concorrentes, são agora aliados contra a ameaça de Hearst ao domínio sobre Deadwood.

Criada e produzido por David Milch, “Deadwood” é uma das mais elogiadas séries dramáticas da televisão. A série foi galardoada como 7 Emmys e Ian McShane ganhou dois Golden Globes para Melhor Actor pelo retrato de Swearengen nas duas primeiras temporadas da série.

Estreia: Terça-feira, dia 18 de Março, às 22h55 / Emissão: Terças-feiras, às 22h45 / Repetição: Quartas-feiras, às 18h30

Jack Rose no Theatro Circo

Jack Rose, guitarrista de referência no contexto artístico internacional, apresenta-se a 20 de Março (22h00) no Theatro Circo para um concerto cuja primeira parte é protagonizada pelo também guitarrista norte-americano Hush Arbors.

Reconhecido como «um virtuoso das seis e doze cordas de aço e como um dos poucos que prossegue para novos territórios a partir do legado deixado ao instrumento pela escola de Takoma, de John Fahey, por Robbie Basho, Sandy Bull, Peter Wright ou Charley Patton» , Jack Rose regressa a Portugal, após uma ausência de três anos, para apenas dois concertos para apresentação dos temas entretanto editados em “Kensington Blues” e no recente álbum homónimo.

Partindo do inconfundível vocabulário dos “delta blues”, da raga indiana e de uma mescla de vários dialectos da guitarra, Rose afirmou-se como um dos raros criadores que se distingue pela capacidade de inovar a partir de músicas tradicionais telúricas, em direcção a resultados, formas e composições contemporâneas.

Desta forma, num estilo que se divide entre o “indie”, “blues” e “folk”, Rose traz a Braga alguns dos temas que reflectem as intensas viagens que antecederam a gravação do aclamado “Kensington Blues”, como “Calais To Dover”, “Cross the North Fork” ou Flirtin With the Undertaker”, entre muitos outros, que interpreta com um dedilhar caracterizado pela confiança, clareza e profundidade.

Natural do Estado da Virgínia (Estados Unidos da América), Jack Rose iniciou-se no contexto musical em meados dos anos 90, quando, ao lado de Patrick Best e Mike Gangloff, lança os “Pelt”, projecto que, ao fim de dez anos e doze álbuns editados, passa de uma banda de estilo electrónico influenciado por nomes como “Sonic Youth”, “Dead C” e pelo estilo minimalista de “Theater of Eternal Music”, para uma forma onde predominam claramente as sonoridades acústicas.

Nesta produção, o lado acústico e “folk” da sua música é envolvido por experiências invulgares e assumidamente místicas que surgem de instrumentos tradicionais como a guitarra acústica modal, violoncelo, a que são acrescentados sons amplificados.

A solo, Jack Rose, responsável pelo lançamento de trabalhos como “Red Horse, White Mule”, “Opium Musick” ou “Raag Manifestos”, partilha a galeria com nomes como Steffen Basho-Jungahns, Bem Chasny, Sir Richard Bishop e Matt Valentine, destacando-se como exemplo da possibilidade de preservar as referências tradicionais ao mesmo tempo que desenvolve um trabalho exploratório de experimentação marcado por novas linguagens do instrumento.

Poesia no Fragil

Tony Carreira comemora vinte anos de sucessos

TONY CARREIRA ENCHE PAVILHÃO ATLÂNTICO







Ele é o grande cantor romântico, a voz que milhares de fãs idolatram e enchem Pavilhões do Atlântico sucessivamente! Ele sozinho sem amigos em palco, tem lotado Coliseus, Campo Pequeno, Pavilhão Atlântico.

Para não falar do Olympia.

É o cantor que temos. Não vale a pena colocar etiquetas, canta e agrada a milhares de portugueses, sem subsídios, sem nomeações do Governo, mas com 20 anos de carreira e muitos discos de platina.



Não vale a pena fazer comparações ou ir buscar paralelos a outros nomes, nem actuais nem dos antigos. Claro que personalidades artísticas como Francisco José, Tristão da Silva ou Tony de Matos - eternos românticos - são imbatíveis.

Mas na actualidade também o Tony Carreira é imbatível!



Tony Carreira, "cantor de sonhos", actuou para mais de 34 mil pessoas em Lisboa

O cantor Tony Carreira celebrou sexta e sábado no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, vinte anos de carreira em dois concertos há muito esgotados para cerca de 34 mil pessoas.




O cantor romântico voltou ao Pavilhão Atlântico, mas desta vez prometeu a maior produção de sempre da sua carreira, com convidados portugueses em palco e projecção de imagens que recordam as duas décadas de vida artística.

De acordo com a agente de Tony Carreira, os concertos foram gravados pela RTP para posterior transmissão televisiva.


Tony Carreira é actualmente um dos mais bem sucedidos cantores românticos da música ligeira portuguesa, com uma discografia que já rendeu mais de um milhão de exemplares vendidos, de acordo com número avançados na autobiografia "A vida que eu escolhi", a editar este mês.



Tony Carreira começou a cantar ainda na adolescência quando formou o grupo Irmãos 5 em França, para onde emigrou com os pais na infância.






Os vinte anos de carreira são celebrados a partir da participação de Tony Carreira no Festival Figueira da Foz, em 1988, onde interpretou "Uma noite a teu lado". O primeiro álbum, "É Verão em Portugal", data de 1991 e no ano seguinte editou "Canta Canta Portugal", mas ambos passam despercebidos no mercado português e com vendas residuais.




Conquistou o primeiro disco de ouro em 1994 com o álbum "Português de alma e coração", onde já colaborava com aquele que viria a ser o seu parceiro na composição da maioria das canções, Ricardo Landum.



A grande mudança na sua carreira acontece em 1999 quando grava o álbum de baladas românticas "Dois corações sozinhos" e em 2000 quando pisou pela primeira vez o palco do Olympia, em Paris, um concerto que resultou num álbum ao vivo que atingiu a tripla platina.


Desde então, Tony Carreira é seguido por milhares de fãs em todo o mundo, já encheu os coliseus de Lisboa, o recinto do Campo Pequeno, em Lisboa, e actuou por duas vezes no Pavilhão Atlântico, em concertos sempre esgotados.

O álbum de 2004, "Vagabundo por amor", chegou às seis platinas e o mais recente de originais, "A Vida que eu escolhi", de 2006, está prestes a chegar às oito platinas (160 mil exemplares)

"Cantar é a única forma que eu conheço para agradecer ao meu público tudo o que tem feito por mim. E enquanto sentir que me querem ouvir, não vou parar", diz o músico na sua autobiografia, definindo-se como "um cantor de cantigas de amor e de sonhos".

Além dos concertos em Lisboa, Tony Carreira actuará no dia 29 de Março no Pavilhão Multiusos, em Guimarães.

Para Maio estão previstos concertos na Alemanha, Suíça, Estados Unidos e Canadá.


No Natal é esperado um novo álbum de originais.



Créditos: António M.Silva


Jazz em Março


Agenda Março 2008
Sexta-feira - 28 mar HUGO ALVES QUARTETO E MAIS (5tet) Jazz em Março (Benavente) 22:00

Sábado - 29 mar MICHAEL LAUREN ALL STARS 7tet c/ Hugo Alves Gaia Jazz And Blues Festival (Gaia) 22:00

Lou Reed actua no Allgarve'08


Concerto a 20 de Julho em Loulé
Lou Reed é uma das presenças confirmadas na edição deste ano do programa Allgarve, promovido pelo Turismo de Portugal. O cantor norte-americano sobe ao palco para um concerto intimista, no dia 20 de Julho, no Largo Duarte Pacheco, em Loulé.

A actuação do ex-vocalista dos Velvet Underground, centrada no álbum “Berlim”, será uma das atracções da segunda edição do Allgarve, um programa de animação que se realiza durante o Verão com o objectivo de contribuir para o desenvolvimento sustentável do turismo no Algarve.

Alicia Kyes esgota Pavilhão Atlântico


Esfera dos Livros lança livros com temas diferentes mas igualmente polémicos

VIVER O SEXO COM PRAZER
Este novo livro de Marta Crawford, com o sub-título Guia da Sexualidade Feminina, é um livro indispensável, para ser lido por mulheres e homens.
O sexo faz parte da vida de uma mulher. É importante, necessário e deve ser vivido intensamente. por isso é fundamentaldescobrirmos novas formas de disfrutar da nossa sexualidade. Sem medos, sem preconceitos.
Trata-se de um guia da sexualidade feminina, escrito de forma directa e clara, que fala sobre as várias etapas da vida de uma mulher- das transformações da puberdade, passando pela gravidez, maternidade, menopausa chegando à terceira idade.
Marta Crawford é licenciada em Psicologia Clínica, pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada e especializada em Sexologia pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologia.
Apresentou o programa televisivo AB SEXO e participou no programa Factor M.Escreve actualmente para a revista Lux Woman e para o Mundo Universitário.
Publicou o seu primeiro livro, SEXO SEM TABUS, em Outubro de 2006.
GENETICAMENTE FÚTEIS
Cláudio Ramos apresenta-nos Geneticamente Futeis, um retrato social , onde o mistério e a intriga se cruzam com uma crítica mordaz á sociedade de que ele próprio faz parte.
Através de uma história com os seus laivos de romance policial, o autor leva-nos a um exercício de reflexão ,irónico e mordaz, sobre o universo cor-de-rosa português, festas, casamentos, revistas, intrigas.
Cláudio Ramos nasceu em Luanda mas cedo veio para o Alentejo, província pela qual se apaixonou.
Participou em vários programas televisivos, de variado conteúdo.
Actualmente colabora na rádio e assina crónicas na imprensa escrita e está no programa Fátima onde participa na tertúlia cor-de-rosa.

Música e Palavras no Instituto Italiano de Cultura

INSTITUTO ITALIANO DE CULTURA

DE LISBOA

música e palavras

Cesare Pavese, o Homem e o Escritor


Terça-Feira, dia 18, pelas 19 h no Instituto Italiano de Cultura


Terá lugar amanhã a sessão dedicada à Palavra, evocando-se Cesare Pavese, um escritor de renome mas pouco conhecido em Portugal.


Cesare Pavese ( 1908-1950) nasceu em Itália, em Santo Stefano Belbo, Cuneo.

Iniciou a sua carreira literária em 1928 e em 1935 foi preso devido às suas actividades antifascistas.

Em 1945, depois da libertação da Itália aderiu ao Partido Comunista mas não por muito tempo. Suicida-se em 1950. A causa parece ter sido um amor infeliz.

A sua obra é extensa, dela se destacando Lavoratore stanca, na poesia e Notte di festa, na prosa.

O ambiente dos seus escritos é quase sempre atravessado pelo som de um acordeão ou de um clarinete.

As poesias de Lavoratore stanca alternadas com as reflexões de Il Mestiere di vivere marcam o percurso de um homem que nos seus versos e nos seus romances representou a ansiedade e a esperança de uma geração atormentada.

segunda-feira, 17 de março de 2008

M.A.U. (Man And Unable) lança novo disco

A banda portuguesa M.A.U. (Man And Unable) prepara-se para lançar o segundo álbum de originais com produção de Quico Serrano e participações dos Macacos do Chinês e Suspiria Franklyn(Les Baton Rouge).

Com data de lançamento prevista para Março, Tales of Wonder, Fur and Deception segue a linha electro-pop, hip hop e indie rock que caracteriza a variedade musical da banda e mantém a abordagem irónica e sarcástica aos temas do quotidiano, sempre com o bom humor de quem não se leva demasiado a sério.

O primeiro single, intitulado "Cum Sexy Cum" pode ser ouvido em www.myspace.com/manandunable.

Os bastidores de Quidam

Venha conhecer os bastidores de Quidam, através de uma criteriosa selecção fotográfica.
Apresentamos o que nunca se vê, a maquilhagem, os momentos de descontração, os exercícios de aquecimento, os ensaios ou, apenas, os momentos de descontração de toda uma equipa de artistas e tecnicos por trás de um grande espectáculo. São fotografias inéditas, registadas em Dezembro no México e cuja mostra acontece pela primeira em Portugal

A partir de 17 de Março no Oeiras Parque

A nova "jazz.pt" já está nas bancas

O número 17 da revista bimestral JAZZ.PT já está nas bancas

Destaques de Março e Abril
Jazz Bridges
New York is now
A estante do Miguel
Ciberjazz
Perfil: Miguel Martins
Às escuras: Nuno Torres
Preview
. OJM/Chris Cheek
. UMO
Jazz Orchestra
Report
Entrevista
. José Peixoto
. Joe Lovano
Rewind: F.R.I.C.S. + BD Jazz Forward
Forward
. Torres Vedras
. TOAP
33 1/3 R.P.M.
Ponto de Escuta
30+
Informações
JACC - Jazz ao Centro Clube de Coimbra
http://www.jacc.pt//jazzpt/

"BERLIM" assinala o Dia Mundial do Teatro em Coimbra

Berlim
27 de Março às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra



O centro é Berlim, a cidade.
Com base no texto homónimo (in «Egoísta») construiu-se um texto com uma estrutura em que duas personagens, Markus e Marta, se desdobram.
Markus e Martha atravessam a cidade e, de certa maneira, são por ela atacados, insultados, seduzidos. A excitação de Martha e um certo cinismo de Markus resistem (ou tentam), outras vezes são absorvidos pelas ruas, pelo museu, pelo varredor, pelas pessoas que, apressadas, passam, sem olhar para trás.
«Berlim» talvez tenha no seu título o nome da personagem principal. Ou talvez seja a tensão de Martha (e de Markus) que conduz a cidade, como se esta fosse pequena e manipulável.
Gonçalo M. Tavares

Texto Gonçalo M. Tavares Versão cénica e encenação João Mota Elenco Álvaro Correia, João Tempera, Mariana Filipa, Judite Dias, Tânia Alves, Marco Paiva, Miguel Sermão, Jorge Andrade e Alexandre Lopes Música original e contrabaixo Miguel Leiria Pereira

Duração 1h00

Espectáculo para M/ 12

Preçário
Preço normal 10,00 €
Preço estudante e sénior 8,00 €
Preço escolas 3,00 €
Preço família 15,00 €
Preço amigo/a TAGV e protocolo de Teatro TAGV 5,00 €
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

22º aniversário da Rádio Universidade de Coimbra

Concerto do 22º aniversário da Rádio Universidade de Coimbra

Legendary Tiger Man + Terry Lee Hale


20 de Março às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra


Preço normal 10,00€ Preço estudante e sénior 8,00€ Preço sócios da RUC e Amigo/a TAGV 5,00€
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

MiamiLuanda no TAGV

MiamiLuanda
19 de Março às 21h30

Teatro Académico de Gil Vicente

Coimbra


«MiamiLuanda» é, em primeiro lugar, um lugar imaginário.
Inspira-se nas fantasias de alguém: Com o que é que se sonha nos dias de hoje? Quais os nossos desejos? Em que é que acreditamos? Como é que atingimos a felicidade? O que é que nos reconforta?
Há cinco sonhadores em palco, todos eles diferentes. «MiamiLuanda» inspira-se no nosso crescente desejo por fama e êxito ou a obsessão pelo corpo perfeito, filmes de Hollywood, o Big Brother e, a rematar tudo isto, um ideal de paixão. Como se tivessem escolhido viver dentro de posters anúncios, as escolhas dos performers multiplicam-se, como num mundo quase infantil onde todos os desejos, sejam estilos de vida, papéis ou identidades podem instantaneamente ser satisfeitos. É esta ideia de instantaneidade que está subjacente a muito do material coreográfico da peça. «MiamiLuanda» descreve-nos o glamour mas, ao mesmo tempo, todo o vazio que ele encerra, como se alguém no fundo de si tivesse anotado: «tenta disparar contra a felicidade se puderes!».

EstreiaTAGV

Lotação limitada
Espectáculo para M/12

Direcção Vânia Gala
Música Hilary Jeffery
Cenografia Vânia Gala
Figurinos e assistente de cenografia Sissel Romme
Desenho de luz Rui Simão
Construção de cenário e carpintaria Laurindo Fonseca
Co-produção TAGV, KulturBergen, SOSOІLAX Luanda, Pelouro da Cultura da CMC e Pelouro do Desporto da CMC
Preçário
Preço normal 8,00 € Preço estudante e sénior 6,00 € Preço escolas 3,00 € Preço família 12,00 €
Preço amigo/a TAGV e Protocolo TAGV 4,00€

Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

FNAC Fórum Coimbra, 19 e 20 de Março

Ao vivo na FNAC
Fórum Coimbra

19 Março às 22h00
a Jigsaw
Letters From The Boatman



Os a Jigsaw são constituídos por João Rui (voz, guitarra acústica, harmónica, banjo e bandolim e ukelele), Jorri (baixo e percussões) e Susana Ribeiro (violino, glokenspiel, melódica e harmonium). Letters From The Boatman é o álbum de estreia da banda de Coimbra e é composto por catorze cartas-canção, entre o lirismo intimista e a explosão vibrante do folk e dos blues norte-americanos. O sucessor do EP From Underskin conta com as participações de Raquel Ralha (WrayGunn), Sérgio Nascimento (Humanos), Kaló (Bunnyranch), Paulo Jacob (Bodhi), entre outros.


20 Março às 22h00
Station Jazz Trio


O novo trio de jazz de Giovani Goulart conta com Pedro Cravinho no contrabaixo e Alexandre Coelho na bateria. O repertório do Station Jazz Trio aborda músicas de várias bandas de rock dos anos 70 e 80. Os arranjos e a direcção musical de temas como Cocaine, Message in a Bottle, Satisfation são da autoria de Goulart. Este baterista participa ainda noutros projectos, acompanhando Edu Miranda ou Ana Fragata.

Informações:
Dpto. Comunicação Fnac Forum Coimbra

sexta-feira, 14 de março de 2008

Feira do livro da AEISCAC

FEIRA DO LIVRO da AEISCAC
17 a 19 de Março
Instituto Superior de Contabilidade e Administração
Coimbra



A Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (AEISCAC) promove de 17 a 19 de Março uma Feira do Livro. Nas bancas o visitante para além dos livros técnicos, direccionados para os cursos ministrados neste Instituto, poderá encontrar os mais recentes lançamentos de obras de autores nacionais e internacionais.
Esta feira terá lugar nas instalações do ISCAC, em São Martinho do Bispo, das 10H00 às 22H00.
Entrada Livre
Informações
Associação de Estudantes do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra (AEISCAC)
Quinta Agrícola - Bencanta
3040-316 Coimbra
Tel: +351 239 802 009
Fax: +351 239 444 703
http://www.aeiscac.com/

HISTÓRIAS DE MARÇO

HISTÓRIAS DE MARÇO
Biblioteca Infantil/Ludoteca

Casa Municipal da Cultura de Coimbra

A Primavera está a chegar e traz com ela a Páscoa e histórias, de todos os tamanhos, feitios, cores e sabores. São histórias para dias bonitos!
18 MARÇO - Terça-feira
10h30
"Histórias da Primavera"
[seguidas de uma oficina de trabalhos manuais]
Público alvo _ crianças a partir dos 6 anos

Inscrições a partir de 14 de Março
18 MARÇO - Terça-feira
18h00
"Histórias com penas"

Público alvo _ crianças de 3 e 4 anos (acompanhadas por um adulto)
Inscrições a partir de 14 de Março
19 MARÇO - Quarta-feira
10h30
"Histórias para o Dia do Pai"
[seguidas de uma oficina de trabalhos manuais]
Público alvo _ crianças a partir dos 6 anos
Inscrições a partir de 17 de Março
19 MARÇO - Quarta-feira
18h00
"Histórias para Pais e Filhos"
Público alvo _ crianças de 4 e 5 anos (acompanhadas por um adulto)
Inscrições a partir de 17 de Março
25 MARÇO - Terça-feira
10h30
"Contos de Schelm"
[seguidos de uma oficina de trabalhos manuais]
Público alvo _ crianças a partir dos 6 anos
Inscrições a partir de 20 de Março
26 MARÇO - Quarta-feira
18h00
"Histórias de Sempre"
Público alvo _ crianças de 3 e 4 anos (acompanhadas por um adulto)
Inscrições a partir de 24 de Março
27 MARÇO - Quinta-feira
10h30
"Que cena!"
[seguidas de uma oficina de trabalhos manuais]
Público alvo _ crianças a partir dos 6 anos
Inscrições a partir de 24 de Março
28 MARÇO - Sexta-feira
18h00
"Histórias apetitosas"
Público alvo _ crianças de 3 e 4 anos (acompanhadas por um adulto)
Inscrições a partir de 25 de Março

Estas actividades não se dirigem a grupos escolares
Acesso gratuito
INSCRIÇÕES
Telefone nº239702630


Ciclo de cinema "Segundas TAGV"

Segundas TAGV
17 de Março às 21h30
Teatro Académico de Gil Vicente
Coimbra
Luzes no Crepúsculo
De Aki Kaurismäki [Finlândia, Alemanha, França, 2006, 78’, M/16]


«Luzes no Crepúsculo» conclui a trilogia iniciada por «Nuvens Passageiras» e «Um Homem sem Passado» e tem por tema a solidão. Tal como o pequeno vagabundo de Chaplin, o protagonista, um homem chamado Koistinen, procura num mundo impiedoso uma pequena brecha pela qual possa rastejar. No entanto, quer os seus semelhantes quer o aparato de uma sociedade sem rosto fazem questão de sistematicamente esmagar as suas modestas esperanças. Ludibriado por um grupo de criminosos, que explora a sua ânsia por amor e o seu emprego como guarda-nocturno, vê-se subitamente abandonado à sua sorte, sem emprego, liberdade ou sonhos.

Preçário
Preço normal
4,50€
Preço estudante 3,50€

Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

" Dias da Música " no Centro Cultural de Belém

DIAS DA MÚSICA EM BELÉM 2008

DUOS, TRIOS, QUARTETOS

E OUTRAS BOAS COMPANHIAS


quinta-feira, 13 de março de 2008

“Calcinha Preta” na Fábrica do Inglês

No próximo, dia 14 de Março, na Fábrica do Inglês, em Silves, apresenta-se pela primeira vez ao público Algarvio, a famosa Banda de Forró “Calcinha Preta”.

Com mais de 400 mil cópias de DVD e mais de 3 milhões de CD's vendidos ao longo dos 10 anos de carreira, é a maior e mais famosa banda Brasileira de forró. Calcinha Preta, nos seus concertos, leva ao palco nove músicos, quatro vocalistas e quatro casais de dançarinos, que emocionam o público com seus ritmos, melodias, figurinos, coreografias.

O Concerto a realizar no excelente palco da Fábrica do Inglês, em Silves, promete ser o evento musical do ano, no Algarve. O espectáculo terá início pelas 21:30 e contará com a presença para além de “Calcinha Preta”, as Bandas convidadas Axé Bahia, Café c/Leite e Jean Carlos.

Álbum em edição digital

Pela primeira vez em Portugal uma banda nacional disponibiliza um álbum em edição digital completamente grátis. Estamos a falar dos Santos e Pecadores um dos mais importantes grupos do pop rock nacional.

LIVRE-TRÂNSITO um álbum acústico em formato digital que a banda decidiu oferecer ao público como reconhecimento pelo carinho que sempre lhes dedicou. As canções que o integram foram cuidadosamente escolhidas a fim de abrangerem toda a carreira do grupo, dando assim a possibilidade a todos de conhecerem grande parte do seu património musical.


John Taylor no Bragajazz 2008

JOHN TAYLOR
EM TRIO
no
“BRAGAJAZZ 2008”



Reconhecido como um dos maiores pianistas europeus, o britânico John Taylor apresenta, em formato trio, no palco do "BragaJazz 2008”, a 14 de Março (22h00), os argumentos que lhe garantiram uma carreira e reputação musicais irrepreensíveis.

Impulsionador de projectos como o trio “Azimuth” ou a aclamada formação com Marc Johnson e Joey Baron, John Taylor distingue-se ainda nas habituais participações nos ensembles de Kenny Wheller, no quarteto de John Surman e no trio de Peter Erskine.

Com Palle Danielsson no contrabaixo e Martin France na bateria, John Taylor traz ao Theatro Circo o trabalho “Angel of the Presence”, álbum lançado em 2006 que recebeu a aclamação generalizada da crítica internacional.

Tendo concentrado a atenção das audiências pela primeira vez em 1969 ao juntar-se aos saxofonistas Alan Skidmore e John Surman, John Taylor deu início a um percurso enquanto músico e compositor marcado pela liderança de formações como “Morning Glory” ou “Azimuth Trio”, que formou com a companheira Norma Winstone e Kenny Wheeler e com o qual lançou vários trabalhos discográficos e se apresentou em digressão na Europa, Estados Unidos e Canadá.

Em 2002, no âmbito da celebração do seu sexagésimo aniversário, John Taylor desenvolveu o evento “Contemporary Music Network Tour”, durante o qual apresentou o trio formado com Joey Baron e Marc Johnson.

A digressão apresentou também a “Creative Jazz Orchestra” com a interpretação da composição “The Green Man Suite”, do próprio John Taylor, galardoada pelos “BBC Jazz Awards” na categoria de “Best New Work”.
A par dos próprios, John Taylor distinguiu-se pelas colaborações em inúmeros projectos com vários músicos, cantores e compositores, designadamente com o quarteto de Miroslav Vitous, o duo com Cleo Laine, Tony Coe ou Steve Arguelles, o quinteto de Ronnie Scott e com os grupos liderados por Jan Garbarek, Enrico Rava, Gil Evans, Lee Konitz e Charlie Mariano.

Paralelamente à intensa carreira de músico e compositor, John Taylor é ainda professor de Jazz Piano no “Cologne College of Music” desde 1993 e docente de jazz na “York University” desde 2005.

Mais informação:


http://www.johntaylorjazz.com,/
Theatro Circo - Município de Braga
avenida da liberdade, 697 – 4710.251 braga

+351 253 203 800
theatrocirco@theatrocirco.com -


Stacey Kent no Centro Cultural de Belém


STACEY KENT
Breakfast on the Morning Tram


STACEY KENT: voz


JAMES TOMLINSON: saxofone tenor


ART HIRAHARA: piano


DAVID CHAMBERLAIN: contrabaixo


MATTHEW SKELTON: bateria


Depois do memorável concerto em 2007, Stacey Kent regressa ao Grande Auditório do CCB para a apresentação do seu novo trabalho Breakfast on the Morning Tram.


Editado pela prestigiada editora Blue Note, o novo disco de Stacey Kent, Breakfast On The Morning Tram, apresenta a mais ecléctica selecção musical da cantora.


Vencedora de variadíssimos prémios, incluindo o British Jazz Award em 2001 e o BBC Jazz Award na categoria de “Melhor Vocalista Feminina”, em 2002, Stacey Kent é reconhecida como uma das vozes mais relevantes do jazz feminino actual.

Jay Livingston, compositor três vezes galardoado com um Óscar, escreveu sobre ela: “Stacey Kent é uma verdadeira revelação. Actualmente, não há ninguém a cantar como ela. Tem o estilo dos gigantes, como Billie Holiday e Ella Fitzgerald, e canta as palavras como Nat King Cole – limpa, clara e com uma dicção perfeita.”


CONCERTOS:


14 Março: Centro Cultural de Belém (Lisboa)
15 Março: Cine-Teatro de Alcobaça

Ana Lains no Porto

Fado no Passos Manuel


Depois de uma digressão em 2007 que a levou a algumas das mais importantes salas do nosso país, Ana Laíns parte agora em direcção ao Porto para apresentar "Sentidos".


Acompanhada por Eurico Machado (guitarra portuguesa), Marco Oliveira (viola acústica) e Jorge Carreiro (baixo acústico), neste espectáculo a cantora faz uma abordagem mais directa ao fado.
Este concerto de Ana Lains já foi aplaudido por todo o mundo, tendo a sua voz sido ouvida em locais como Alemanha, Grécia ou Estados Unidos.

De valor indiscutível, a voz de Ana Lains é de facto um prazer para os sentidos e uma das mais recentes revelações que o terreno do fado ofereceu ao país e ao mundo.

Dina no Maxime


DINA

AO VIVO NO MAXIME

Dina – a menina que ganhou o Festival da Canção e o público português em 1980 (e em 1992 também!), apresenta ao vivo no Maxime o seu último CD !

No próximo dia 15 Março vamos conhecer melhor as suas novas canções e fazer uma viagem a um passado recheado de grandes êxitos, desde o longínquo “Guardado Em Mim”, com passagem obrigatória pelos clássicos “Pássaro Doido”, “Amor De Água Fresca” ou “Tafetá”, para acabar nos recentíssimos “Esta Manhã Em Lisboa” e “O Teu Olhar Mentiu”.

Dina dispensa apresentações. É uma compositora muito querida do público, e tem uma carreira sólida, sóbria e consistente.
Já colaborou com os nomes maiores da música portuguesa e, sempre de guitarra preta ao peito – a sua imagem de marca – traz ao público do Maxime toda a sua experiência e a sua forma única de estar em palco, como alguém disse um dia: «como se não houvesse amanhã!».

sábado . 15 março 08 . bilhetes € 10,00
cabaret maxime - pç. alegria, 58 em lisboa
abertura de portas 22h00
espectáculo 23h30
reserva de mesas tel. 213467090 . 967045836 . 916350427

National Geographic lança concurso

National Geographic Channels International lança
‘Nat Geo Wild Rising Star Student Prize’

NGIC procura estudantes de cinema para ‘Nat Geo Wild Rising Star Student Prize’
Candidaturas até dia 18 de Abril em www.wildscreenfestival.org

O canal Nat Geo Wild foi lançado em Portugal no dia 1 de Março de 2008 .

O National Geographic Channels International (NGCI) anuncia a primeira edição do ‘Nat Geo Wild Rising Star Student Prize’, prémio que será entregue no Wildscreen Festival – o maior e mais reconhecido festival de cinema sobre vida selvagem e ambiente –, que se realiza em Outubro em Bristol, no Reino Unido.

O prémio destina-se a apoiar estudantes, apaixonados pela vida selvagem e desejosos de triunfar no mundo do cinema.
O filme vencedor será emitido no Nat Geo Wild, um canal recentemente lançado em Portugal, no dia 1 de Março, e que está disponível nos operadores Cabovisão e Meo.

“É uma honra reconhecer os feitos destas emergentes jovens estrelas, cujo entusiasmo por filmar o género animal e a vida selvagem conduzirá aos mais cativantes programas sobre história natural do futuro”, disse Sydney Suissa, Vice-Presidente Executivo de Conteúdos do NGCI.

“Esta é uma forma maravilhosa para jovens estudantes de cinema ganharem fundamentos no mundo das filmagens da vida selvagem, e uma oportunidade única para divulgarem o seu talento criativo no Nat Geo Wild”, acrescenta Harriet Nimmo, Chief Executive da Wildscreen.

O vencedor viajará até Bristol, no Reino Unido, para assistir ao Wildscreen Festival – entre 19 e 24 de Outubro de 2008 –, e à cerimónia de entrega do prémio, que se realizará no dia 22 de Outubro.

Além da viagem ao Wildscreen Festival e à emissão do filme no Nat Geo Wild, o vencedor irá também usufruir de um estágio de três meses na sede do National Geographic Channels International, em Washington, e ainda um exemplar do Final Cut Pro – o sistema profissional de edição de imagem não-linear – oferecido pela Apple, Inc.

Para participar, os candidatos devem fazer o download do formulário de inscrição em http://www.wildscreenfestival.org/risingstar.
As candidaturas são individuais e requerem o envio de curtas-metragens com uma duração que não exceda os 15 minutos.
Os trabalhos devem focar aspectos do mundo natural como sejam a revelação de factos novos acerca do comportamento animal, um habitat natural, ecologia ou a relação do ser humano com o meio ambiente e com os animais.
As candidaturas devem ser enviadas até dia 18 de Abril de 2008.
O regulamento poderá ser consultado em http://www.wildscreenfestival.org/risingstar.

Sobre o Wildscreen Festival

O Wildscreen Festival foi fundado por Sir Peter Scott em 1982, realizando-se anualmente durante os últimos 25 anos.
Realizado em Bristol, o centro mundial para a filmagem da vida animal, o festival atrai centenas de personalidades de todo o mundo que trabalham no cinema, televisão e imprensa, assim como aqueles que activamente estão envolvidos na conservação ambiental.

As componentes principais do festival são os eventos inovadores, os debates e ainda os Panda Awards.
O festival é organizado pela Wildscreen, instituição de caridade sediada no Reino Unido e impulsionadora de várias iniciativas que usam a força do filme e da fotografia para inspirar a conservação.

Para mais informações pode contactar para:

National Geographic Channels International

Victoria Kirker
Tel: + 1 202 912 3204
Email: vkirker@ngs.org
Emma Murphy
Tel: + 44 207 751 7680
Email: emma.murphy@bskyb.com
National Geographic Channel Portugal
Joana Pratas
Tel: +351 21 099 78 75
joana.pratas@fox.com
Wildscreen 2008
Amy Nicholas
Tel: + 44 117 328 5950
Email: amy.nicholas@wildscreen.org.uk

Braga Jazz 2008 com " Indigo Trio"


“Bragajazz 2008”


“ÍNDIGO TRIO”



Singularizado pelas sonoridades intensas e pela invulgar cumplicidade entre os elementos, é ao “Indigo Trio”, incontornável referência no universo “jazz” contemporâneo, que são atribuídas as honras de encerrar, dia 15 de Março (22h00), a nona edição do Festival de Jazz de Braga.


Constituído por três dos músicos mais requisitados de Chicago, designadamente pela premiada flautista Nicole Mitchell, pelo contrabaixista e violoncelista Harrison Bankhead e pelo aclamado percussionista Hamid Drake, “Índigo Trio” encerra o “BragaJazz 2008” com um estilo musical que se caracteriza por uma delicada fusão entre liberdade e tradição e que resulta num trabalho próximo de uma síntese do sentido dos “blues” do saxofonista Rahsaan Roland Kirk, da modernidade dos flautistas e saxofonistas Eric Dolphy e Yusel Lateef.


Em digressão também por Itália, Espanha e Polónia, o projecto “Índigo Trio” aproveita a passagem por Portugal para dar a conhecer aos espectadores bracarenses não só o álbum “Live in Montreal”, como alguns temas inéditos apenas apresentados, até ao momento, em actuações ao vivo.

Reconhecida pela sua «invulgar capacidade de improviso, positivismo, determinação e tremendo talento, que a transformam numa das maiores flautistas de jazz», a líder do colectivo, compositora e também educadora Nicole Mitchell destaca-se pelas sonoridades que produz e que se caracterizam pela junção do jazz clássico, gospel, pop e percussão africana para criar um estilo não raras vezes definido de «fascinante jazz pós-moderno».

Distinguida com os títulos de “Rising Star Flautist 2005-2007”, pela revista “Downbeat”, e de “Chicagoan of the Year 2006”, pelo “Chicago Tribune”, a fundadora dos aclamados “Black Earth Ensemble” e “Black Earth Strings” tem vindo a concentrar atenções em palcos de todo o mundo, designadamente através das participações em festivais na Europa, Estados Unidos e Canadá.

Co-presidente da “Association for the Advancement of Creative Musicians”, Nicole Mitchell, que se tem dedicado a um intenso percurso de colaborações com músicos de renome como George Lewis, Lori Freedman, Bill Dixon, Anthony Braxton ou Arveeayl Ra, entre muitos outros, é ainda responsável pela edição de inúmeros trabalhos discográficos resultantes dos vários projectos que tem vindo a desenvolver e de entre os quais se evidenciam “Vision Quest”, “Afrika Rising and Hope”, “Black Unstoppable” ou o recente “Live in Montreal”.


Actualmente, Mitchell dirige os projectos “Tindanga Mama” e “Aaya Sensation”, colaborando em simultâneo com os colectivos “Frequency”, “Exploding Star Orchestra”, “Orbet Davis Jazz Phillarmonic”, “New Black Reperatory Ensemble” e “Great Black Music Ensemble”.

Enquanto educadora, Mitchell desenvolveu várias oficinas e debates na Europa e nos Estados Unidos, tendo por objectivo a abordagem de várias temáticas relaccionadas com o jazz e com a música criativa.

Em Chicago, a flautista colabora ainda a meio-tempo com a Universidade de Illinois e dirige o “JazzEnsemble” do “Wheaton College”.

Os ingressos para este concerto, a 10 euros, estão disponíveis nas bilheteiras do Theatro Circo.



Uma peça de Lars Norén no Teatro Maria Matos

A Ronda Nocturna no
Teatro Maria Matos


Em A Ronda Nocturna, de Lars Norén, dois irmãos e respectivas mulheres, atacam-se contínua e ferozmente, desvendando sem pudor as suas frustrações, desejos e medos, perante a urna que contém as cinzas da matriarca da família.

Evocando com uma nitidez desconcertante o universo de Quem tem medo de Virgínia Wolf? e o mote proposto por Edward Albee – “o Inferno pode ser uma sala confortável e um casal insatisfeito” – em A Ronda Nocturna, o público é remetido para a sala de estar de John e Charlotte, onde assiste, com uma perturbante proximidade, a um intenso ritual de mortificação mútua.

Considerado o herdeiro artístico de Ingmar Bergman, o autor sueco Lars Norén é normalmente comparado a Strindberg ou a O´Neill.
O seu teatro, alimentado de obsessões, é violento, visceral e denso.

A estreia da peça A Ronda Nocturna foi adiada para o dia 19 de Março.
Este espectáculo estará em cena até 13 de Abril, de 4.ª a sábado, às 21h30 e domingo às 17h00, na Sala Principal do Teatro Maria Matos.

encenação João Paulo Costa
tradução Cristina Canavarro
revisão e adaptação cénica Regina Guimarães
cenografia José Barbieri
figurinos Cristina Costa
iluminação José Nuno Lima
sonoplastia Luís Aly
interpretação António Capelo, Custódia Gallego, Luísa Cruz e Orlando Costa
produção executiva Pedro Aparício e Glória Cheio
co-produção ACE/Teatro do Bolhão e Teatro Maria Matos


A Ronda Nocturna
19 de Março a 13 de Abril
4.ª a sábado às 21h30
domingo às 17h00

Musica e Palavras no Instituto Italiano de Cultura

INSTITUTO ITALIANO DI CULTURA


MUSICA E PAROLE

DOMENICO SCARLATTI

Sexta-feira, 14 de Março
19 H.

A vida de Domenico Scarlatti ( Nápoles 1685-Madrid 1757)
Um músico europeu com uma insólita paixão por uma música reservada ao cravo instrumento que dominava na perfeição.
Músico arredio da popularidade acaba por, através do ensino, passar aos alunos e ao resto da Humanidade a excelência da sua música, tremendamente exigente.

Domenico Scarlatti nasceu no mesmo ano em que nasceram dois outros grandes mestres do barroco, Johann Sebastian Bach e Georg Friedrich Händel.

Foi o sexto de dez filhos e o irmão mais novo para PietroFilippo Scarlatti, também músico.

O mais provável é que tenha recebido os primeiros ensinamentos de seu pai, o compositor e professor Alessandro Scarlatti. Outros compositores que também podem ter sido seus professores foram: Gaetano Greco, Francesco Gasparini e Bernardo Pasquini, que parecem ter influenciado seu estilo musical.


Scarlatti tornou-se compositor e organista na capela real de Nápoles em 1701. Em 1704, ele fez a revisão da ópera "Irene" de Carlo Francesco Pollarolo para ser apresentada em Nápoles. Pouco depois seu pai o mandou para Veneza. Não existem registos a seu respeito nos quatro anos seguiontes. Em 1709, ele foi a Roma a serviço da rainha polaca, então no exílio, Marie Casimire; aí encontrou Thomas Roseingrave que liderou em Londres uma entusiática recepção às sonatas do compositor. Já cravista famoso, há uma história de que numa competição com Georg Friedrich Händel, no palácio do cardeal Ottoboni, em Roma, ele terá sido considerado superior a Händel naquele instrumento, embora inferior com relação ao órgão.

Mais tarde, Scarlatti ficou conhecido pela veneração com que se referia às habilidades de Händel.


Também, enquanto em Roma, Scarlatti compôs várias óperas para o teatro particular da Rainha Casimire. Ele foi maestro di cappella em São Pedro, de 1715 a 1719 e, neste último ano, foi a Londres para dirigir sua ópera "Narciso" no King's Theatre.


Em 1720, ou 1721, Scarlatti foi a Lisboa, onde ensinou música à princesa portuguesa Maria Magdalena Bárbara (Maria Bárbara de Bragança). Esteve novamente em Nápoles, em 1725.

Durante uma visita a Roma, em 1728, casou-se com Maria Caterina Gentili. Em 1729 mudou-se para Sevilha onde permaneceu por quatro anos. Ali veio a conhecer o flamenco. Em 1733, foi a Madrid para assumir o cargo de músico master da princesa Maria Bárbara, que se casara com o Príncipe Herdeiro de Espanha. D. Maria Bárbara tornou-se rainha da Espanha e ele permaneceu no país cerca de vinte e cinco anos, tendo, ali, sido pai de cinco filhos.

Depois da morte de sua esposa, em 1742, desposou uma espanhola, Anastasia Maxarti Ximenes. Durante o período que permaneceu na Espanha, Scarlatti compôs mais de quinhentas sonatas para teclado e é por esses trabalhos que ele hoje é lembrado.
Scarlatti foi amigo do cantor castrato, Farinelli, um napolitano que estava a ser patrocinado pela casa real, em Madrid.

O musicólogo Ralph Kirkpatrick reconhece que a correspondência de Scarlatti com Farinelli fornece 'a informação mais directa sobre o compositor que foi deixada para os nossos dias".


Domenico Scarlatti faleceu em Madrid, com a idade de 71 anos. A sua casa na Calle Leganitos está identificada com uma placa histórica e os seus descendentes ainda vivem naquela cidade.

" A Noite Árabe" no Teatro da Politécnica



O Teatro Nacional D. Maria II estreou, ontem, na Politécnica, um dos mais interessantes autores do novo teatro alemão.


Trata-se de Roland Schimmelpfennig (n. 1967), dramaturgo nunca antes representado em Portugal e que trabalhou vários anos com o actual director da Schaubühne, Thomas Ostermeier, alcançando vários prémios importantes no campo da dramaturgia, nomeadamente o Else-Lasker-Schüler-Preis, em 1997, o Schiller-Gedächtnispreis (1998) e o Nestroy-Theaterpreis (2002).

A peça que apresentar este dramaturgo entre nós é “A Noite Árabe”, um texto já traduzido para árabe, catalão, dinamarquês, espanhol, francês, holandês, inglês, italiano, polaco, russo e romeno, e que dá conta de uma Europa povoada por gente de diversas proveniências, situação que pode gerar conflitos mas pode, também, enriquecer o quotidiano de todos nós.

A encenação da peça estará a cargo do actor e encenador Paulo Filipe e o espectáculo é para ver na Politécnica de 12 de Março até 27 de Abril.


Sinopse

Subúrbios de uma grande cidade portuguesa, bairro com muitos imigrantes.

Verão: o sistema de água de um conjunto de prédios está avariado. A água chega até ao sétimo andar e depois desaparece.

No sétimo vive Francisca, uma jovem mulher que não se lembra de nada. Não se lembra de como era a sua vida antes de ter co-alugado este apartamento com a sua amiga Fátima. Não se lembra de alguma vez ter sido raptada em Istambul ou de ter sido uma princesa árabe. Como todos os serões, volta do trabalho, vai-se esquecendo do que fez no laboratório onde é empregada, toma um banho e adormece no sofá.

O vizinho do prédio em frente vê-a no duche e não resiste a procurá-la. Fátima, por seu lado, espera sempre que ela adormeça para chamar o seu amante Kalil, que a ama muito.

Kalil vem logo na sua mota. Fátima ouve-o, resolve ir ao seu encontro. Kalil fica preso no elevador. Fátima vai descendo e acaba por ficar do lado de fora do prédio, sem chaves. A porta ficou aberta, o vizinho entra e dá com Francisca, coberta com uma toalha, a dormir no sofá. Kalil consegue sair do elevador. O vizinho beija-a e de repente vê-se dentro da garrafa de cognac ao lado do sofá. Kalil também entra no apartamento: acorda Francisca que se agarra a ele como saída de um sonho. Fátima conseguiu voltar a casa, encontra os dois agarrados e persegue o amante por todo o prédio. Também o porteiro, que desde o início está a procurar encontrar a fuga de água, vai ter com Francisca e acaba por trazer à consciência todo o mistério da sua vida.


Cenografia e figurinos VERA CASTRO

Música original NUNO REBELO

Desenho de luz JOSÉ CARLOS NASCIMENTO

Movimento AMÉLIA BENTES



Com


DINARTE BRANCO


JOÃO GROSSO


SARA CARINHAS

TERESA SOBRAL


VICTOR GONÇALVES

No Teatro da POLITÉCNICA

De 12 de Mar. a 27 de Abr. 2008