terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Ironia e muita musica em Diabolus In Musica no CCB

“E o que diriam se durante um concerto de música clássica se ouvisse flamenco, cancan e o hino do Benfica?” (Paula Lobo, “DN artes”, 18/10/2002)

DIABOLUS IN MUSICA

Banda Osíris e Orquestra Académica Metropolitana

Dias 12, 13, 15, 16 e 17 de Dezembro 2007

Grande Auditório do CCB

Dias 12,13,15 e 17: 21H | Dia 16: 16H00

Duração: 1H30 s/intervalo

M/6 anos

DIABOLUS IN MUSICA é um espectáculo que, com muita ironia e uma boa dose de dessacralização, põe em causa os estereótipos da música clássica.

A orquestra faz acordes, o público instala-se. O maestro faz a sua entrada na sala e o silêncio torna-se prelúdio de um sonho. Irrompem harmoniosamente as primeiras notas, mas logo depois surgem quatro solistas desconjuntados que levam os restantes músicos à beira de uma folia musical.

A Banda Osíris, considerada a expressão máxima da comicidade no teatro musical italiano, junta-se à extraordinária soprano Francine Romain e à Orquestra Académica Metropolitana, dirigida pelo maestro Jean-Marc Burfin, para apresentar um espectáculo muito divertido e que irá agitar as ideias feitas sobre a música clássica. É a Banda Osíris que contagia e se multiplica: inicia a sua ópera e dificilmente consegue terminá-la. Entre violas e violinos, contrabaixos e badalos, tuba baixo e trombones enlouquecidos, dará vida a noventa minutos de irreverência anárquica, onde os sons e os rumores se misturam com imagens de desenhos animados e onde, entre fugas musicais e fugas de músicos, se poderão ouvir execuções exemplares de algumas das mais belas páginas da história da música.

Ouvem-se os grandes clássicos: de Vivaldi a Mozart, de Bizet a Strauss, de Bach a Offenbach, de Rossini a Led Zeppelin.

PROGRAMA:

BANDA OSÍRIS – Suite n.º 1

Excertos de canções infantis, música clássica, melodias orientais, passagens de bandas sonoras, rock e muito mais neste fantástico início.

G. CARLONE/F. GURIAN – Homenagem a Strauss
Trecho original que joga com alguns dos elementos típicos (o galopar, os crescendos, as batidas dos timbales, etc.) da música de Johann Strauss.

A. VIVALDI – As 4 estações

As célebres estações vivaldianas tornam-se uma via para outras composições sobre o tema. Deste modo, a alegria da Primavera pode ser caracterizada através da música de Carlos Santana (Oye como va) ou com o tema da Família Adams; o tórrido calor do Verão pode-se alargar a Summertime de Gershwin ou num trecho com o espírito do Médio Oriente; quanto ao Outono traz consigo as Folhas Mortas de Prevert/Kosma; e o Inverno encerra esta suite com um doce canto de Natal.

G. BIZET – Carmen (Ouverture)

Um clássico da ópera torna-se pretexto para uma divagação sobre o folclore espanhol.

J. S. BACH – Ária sobre a IV corda

P. I. CIAJKOVSKJI – O lago dos cisnes
Excerto de um dos mais celebres bailados do século XX, apresentado com uma coreografia original.

W. A. MOZART – Opera omnia
Será possível executar as páginas mais famosas de Amadeus Mozart em poucos minutos? A Banda Osíris aventura-se com esta compilação.

LED ZEPPELIN – Stairway to heaven
Uma nova leitura em versão sinfónica do célebre trecho dos Led Zeppelin, de onde faz parte a música retirada de filmes célebres como Star Trek e Star Wars, torna-se a banda sonora de uma história que propõe a eterna luta entre o Bem e o Mal.

G. ROSSINI/ W. A. MOZART/ Offenbach/ …– Finale

Trecho para um ou mais maestros onde se cruzam temas famosos como Guilherme Tell de Rossini, ou Rondó alla turca de Mozart e o Can-Can de Offenbach, aos quais se juntam muitos outros no desenrolar do concerto, mas que não vamos dizer para não estragar a surpresa.

Possíveis encores:

J. STRAUSS – Radetzky March
O clássico dos clássicos do concerto vienense de Passagem do Ano, numa versão ainda mais louca e arrebatadora pelo facto de envolver o público presente na sala.

W. A. MOZART – Là ci darem la mano
Uma hilariante versão do célebre dueto de Don Giovanni de Mozart com um final inesperado.

BEN E. KING – Stand by me

Um clássico dos anos sessenta numa versão latina.

FRANCINE ROMAIN – soprano

Iniciou a sua formação vocal com Thérèse Stenne. Prosseguiu os seus estudos frequentando as masterclasses de Schuyler Hamilton e Udo Reinemann, em França, e posteriormente no Conservatório de Utreque (Holanda).

Descobriu a música barroca com William Christie, no Conservatório Nacional Superior de Música de Paris.

Para alargar o seu repertório, aborda árias de ópera com Christa Ludwig, Sena Jurinac e Gundula Janowitz. A sua tessitura de quase três oitavas permite-lhe interpretar papéis tão diferentes como La Comtesse em As Bodas de Fígaro, Metella em La Vie Parisienne, e La Cantatrice Jazzy em A Drum’s A Woman para a qual foi escolhida por Claude Bolling e Jérôme Savary (Théâtre National De Chaillot). Foi convidada a participar em numerosos festivais para interpretar o repertório da oratória (La Chaise-Dieu, Wissembourg, Festival D’Art Sacré de Paris…).

O recital a que se dedicou particularmente, com o pianista Nicolas Fehrenbach, permitiu-lhe um encontro privilegiado com o público. Atraída por novas experiências, participou em Eau-Forte de Valérie Joly (Teatro Musical) e na música ao vivo (canto lírico, afro-cubano e jazz), espectáculo coreográfico D’ une rive à L’autre (Companhia Azanie). Interpretou Alexandre Nevsky aquando a projecção do filme de Eisenstein. Co-escreveu e interpretou, desde 2003, Traces, criação de circo contemporâneo da Companhia Ezec Le Floc’h.

Desde 2005 interpreta o papel de Bédélia em Toi c’est Moi, uma nova criação da Companhia Les Brigands, nomeada para o Prémio Molière 2006.

JEAN-MARC BURFIN – direcção

Após ter feito os seus estudos nos conservatórios de Nancy, Metz, Estrasburgo e Reims, Jean-Marc Burfin entrou em 1983 para o Conservatório Nacional Superior de Música de Paris, onde obteve em Junho de 1987, por unanimidade do júri, o primeiro prémio de Direcção de Orquestra na classe de Jean-Sébastian Béreau.

Durante as masterclasses que frequentou, foi encorajado pelos seus mestres Franco Ferrara, Charles Bruck, Pierre Boulez e Vitaly Kataev. Diplomado pela Academia de Verão do Mozarteum, em Salzburgo, foi convidado para dirigir a Orquestra do MIT de Bóston, em 1984, ao lado de Lorin Maazel.

Na sequência de um seminário internacional em Fontainebleau é referenciado por Leonard Bernstein e em Julho de 1987 recebe um convite para dirigir a Orquestra de Paris.

Entre 1990-1991 recebe uma bolsa franco-soviética para aperfeiçoamento dos seus conhecimentos do repertório russo com Alexandre Dmitriev, no Conservatório Rimski-Korsakov de São Petersburgo.

Em 1991 foi finalista laureado no Concurso Internacional de Jovens Directores de Orquestra de Besançon, tendo recebido um prémio especial do director Valdimir Fedosseiev, da Orquestra da Radiotelevisão de Moscovo. Jean-Marc Burfin dirigiu diversas orquestras em França e outros países (Colonne, Lamoureux, Pays de la Loire, Poitou-Charentes, Picardie, Potsdam Phillarmonie, Würtembergische Phillarmonie, Sinfónica de Oviedo, entre outras). Foi director artístico da Orquestra Metropolitana de Lisboa durante a temporada de 2003 -2004.

Gravou um CD na Editora Naxos, consagrado à obra de Vincent d’Indy.

Pedagogo reconhecido é um dos raros maestros em actividade a ensinar direcção de orquestra.

Actualmente é professor na Academia Nacional Superior de Orquestra de Lisboa e Maestro Titular da Orquestra Académica Metropolitana.

ORQUESTRA ACADÉMICA METROPOLITANA

A OAM estreou-se em 1993 na sequência da criação da Academia Nacional Superior de Orquestra, instituição única no país destinada a formar músicos profissionais nas áreas de Instrumento e Direcção de Orquestra.

O ensino aqui ministrado é composto de um acompanhamento individual especializado, da prática de música de câmara e de uma vasta componente teórica, sendo a orquestra o eixo central da formação destes jovens músicos.

Entre 1994 e 2000, a ANSO foi orientada pedagogicamente pelo Professor João Pinheiro, a quem hoje se deve grande parte do sucesso e reconhecimento que a escola tem.

Desde o seu início, a OAM é orientada por Jean-Marc Burfin que é, simultaneamente, o seu maestro titular e director artístico.

Constituída inicialmente por menos de trinta elementos, a OAM é hoje uma formação sinfónica com cerca de cem músicos. Com uma temporada que se estende ao longo do ano lectivo, a OAM mantém uma actividade regular de ensaios e concertos, apresentando-se não só na Área Metropolitana de Lisboa, como noutras localidades do país. Com mais de 250 concertos realizados, abarcando um repertório que vai do Barroco à música do século XX, a OAM tem executado obras de compositores tão significativos como Bach, Haydn, Mozart, Beethoven, Brahms, Schubert, Mendelssohn, Mahler, Ravel, Debussy, Milhaud, Bartók, Hindemith, Stravinsky e Varèse, entre outros.

Para além do maestro titular, a OAM é habitualmente dirigida pelos alunos do Curso Superior de Direcção de Orquestra. Muitos dos concertos contam com a presença de maestros convidados, tais como Jean-Sébastien Béreau, Pascal Rophé, Robert Delcroix e Brian Schembri. Os alunos da academia têm frequentemente oportunidade de tocar a solo com a orquestra.

A OAM tem o privilégio de já ter tocado com diversos solistas de grande notoriedade, como António Rosado, Gerardo Ribeiro, Paulo Gaio Lima, Liliane Bizineche, Francine Romain, Miguel Borges Coelho, Artur Pizarro, François Leleux e, num concerto humorístico, com o quarteto italiano Banda Osiris.

Em Setembro de 2001 a OAM participou no Porto 2001 Capital da Cultura num encontro internacional de orquestras de jovens onde tocou o War Requiem de Britten.

Em Setembro de 2002 apresentou-se em São Miguel, Açores, e, em Julho de 2004, no Festival MusicAtlântico que teve lugar nas ilhas de São Miguel e Terceira. Participou, ainda, nas edições 2002, 2004, 2005 e 2006 da Festa da Música, no CCB. Por sua vez, este ano de 2007 tem sido particularmente importante para a OAM pois, para além da sua programação regular, apresentou-se com grande sucesso em Abril nos Dias da Música do CCB, em Maio em Saragoça, no âmbito do Festival Internacional de Orquestras Universitárias, e em Outubro no Théatre de La Monnaie, em Bruxelas, a convite do Parlamento Europeu.

BANDA OSIRIS

Sandro Berti – bandolim, guitarra, violino, trombone

Gianluigi Carlone – voz, saxofone, flauta

Roberto Carlone – trombone, baixo, teclado

Giancarlo Macrì percussões, bateria, tuba baixo

A Banda Osiris foi fundada em 1980 em Vercelli. Nos primeiros anos de actividade dedica-se particularmente aos espectáculos de rua. A originalidade da sua proposta reúne música, teatro e comédia, desde logo recebida com enorme sucesso. Da rua ao teatro vai um pequeno passo, e assim nasceram diversos espectáculos: da Storia della Musica vol. 1 e 2 (dirigida por Gabriele Salvatores) às Quatro Estações de Vivaldi (dirigida por Gabriele Vacis), da Sinfonia Fantastica (dirigida por Maurizio Nichetti) a Roll Over Beethoven com o Quarteto Euphoria, e Guarda che Luna com Enrico Rava, Gianmaria Testa e Stefano Bollani, este último co-protagonista do recente Primo Piano. O último espectáculo realizado para comemorar os 25 anos de actividade da Banda intitulou-se Banda.25.

Além de ter participado em diversos programas de televisão em Itália e no estrangeiro (Pista!, DOC, Fantastico...), o grupo escreveu, dirigiu e realizou para RAI 3 – terceiro canal do Estado – um espectáculo especial de Natal Musica coi fiocchi (1995) e o divertido Concerto di Capodanno 2005 com a Orquestra do Conservatório de Génova. Nas últimas temporadas participou na série televisiva dominical de Serena Dandini Parla con me, como realizador e na execução de uma irreverente banda sonora ao vivo. A relação com os três canais da RAI, onde a banda trabalhou no duplo papel de autor e direcção em diferentes transmissões, alcançou também grande êxito. Participou ainda como compositor de canções para transmissões televisivas como Caterpillar, Catersport, Sumo, entre outras. Escreveu e realizou também bandas sonoras para teatro, documentários e cinema (Anche libero va bene de Kim Rossi Stuart, L’imbalsamatore e Primo amore de Matteo Garrone que obtiveram os prémios l’Orso d’argento no Festival de Berlim e o David de Donatello em 2004).

A versatilidade da banda está bem patente no livro L’Opera da Tre Sol, e na montagem de uma divertida exibição (banda.25) sobre música, um projecto que mostra a busca contínua sobre novos e fantásticos mundos sonoros.

FICHA ARTÍSTICA

Direcção da Orquestra Académica Metropolitana: Jean-Marc Burfin

Participação especial de: Francine Romain (soprano)

Banda Osiris

Giancarlo Macrì (Prof. Macrì) – percussões, tuba baixo

Gianluigi Carlone (Prof. Carlone Jr.) – saxofone soprano, flauta, voz

Roberto Carlone (Prof. Carlone) – baixo, trombone, teclado

Sandro Berti (Prof. Berti) – guitarra, trombone

Arranjos e orquestração: Fabio Gurian

European Movement Jazz Orchestra em Coimbra

European Movement Jazz Orchestra





No âmbito da Presidência Portuguesa da União Europeia, a EMJO, European Movement Jazz Orchestra, sobe ao palco do Teatro Académico Gil Vicente, sob a direcção do notável músico e professor Zé Eduardo, para interpretar composições inéditas de Paulo Gomes, Andreia Pinto Correia, Paulo Perfeito, Claus Nymark, bem como uma composição do jovem 1º trompete alemão Matthias Schriefl.A European Movement Jazz Orchestra é um agrupamento musical que integra jovens músicos alemães, eslovenos e portugueses, e pretende contribuir para dar a conhecer a vitalidade que o jazz goza actualmente, cabendo ao público descobrir os já grandes talentos que despontam nesta formação.
Ficha Artística
Zé Eduardo - direcção
Kristina Brodersen - 1º sax alto
Jaka Kopac - 2º sax alto
Jure Pukl - 1º sax tenor
Phillip Gropper - 2º sax tenor
Elmano Coelho - sax barítono
Lars Arens - 1º trombone
Paulo Perfeito - 2º trombone
Jorn Markussen-Wulf - 3º trombone
Rui Bandeira - 4º trombone
Matthias Schriefl - 1º trompete
Alexander Hartmann - 2º trompete
Igor Matkovic - 3º trompete
Susana S. Silva - 4º trompete
Kaja Draksler - piano
Sacha Henkel - guitarra
Robert Jukic - contrabaixo
André Carvalho - contrabaixo
Tobias Backhaus - bateria
Maria João Mendes - voz
Organização Ministério da Cultura – GPEARI, Gabinete do Planeamento, Estratégia, Avaliação e Relações Internacionais, no âmbito da Presidência Portuguesa da União Europeia e Teatro Académico Gil Vicente
Preçário
Preço normal 8,00€
Preço estudante e sénior 6,00€
Preço amigo/a TAGV 4,00€
Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com/
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

O Teatro Académico de Gil Vicente convida a escritora Rita Dahl

Os livros ardem mal

Mensário de Actualidade Editorial

Rita Dahl

Dia 13 de Dezembro às 18:00
Teatro Académico de Gil Vicente
Apresentação a cargo de Graça Capinha

Rita Dahl (n. 1971) é uma escritora e organizadora de volumes literários em regime freelancer, de nacionalidade finlandesa. Formou-se em Ciências Políticas e tem também uma licenciatura em Literatura Comparada. O seu primeiro livro de poemas, Kun luulet olevasi yksin, foi publicado em 2004 (Loki-Kirjat), a que se seguiu Aforismien aika (PoEsia), na primavera de 2007. Foi também publicado, na mesma altura, o seu livro de viagens sobre Portugal, Tuhansien Portaiden lumo – kulttuurikierroksia Portugalissa (Avain).Foi responsável pela revista de poesia Tuli & Savu, em 2001 e também a revista cultural Neliö (
www.page.to/nelio), que teve um número especial sobre Portugal, cuja versão impressa também esteve a cargo de Rita Dahl.
Também em 2007, Dahl vai publicar um retrato do poeta finlandês Jyrki Pellinen (PoEsia) e está a preparar uma antologia de escritoras da Ásia central e outras regiões do mundo (Like), que inclui também os discursos oficiais e os textos de ficção apresentados no Encontro de Escritoras da Ásia central. O evento é organizado pelo PEN CLUB da Finlândia, do qual Rita Dahl é Vice-Presidente. Prepara ainda uma antologia de poesia portuguesa contemporânea.

Organização Oficina de Poesia da FLUC e Projecto de investigação “Novas Poéticas de Resistência”

Entrada livre

Informações
Teatro Académico de Gil Vicente

Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Magia do Natal TMN com espaço inovador

Até ao próximo dia 23 de Dezembro, a loja da TMN, na Rotunda da Boavista, no Porto, conta com um espaço concebido, estruturado e decorado a pensar nas crianças. Apela de forma original à magia típica da época de Natal e dispõe de todos os ingredientes para atrair miúdos e graúdos para actividades que prometem deixar este Natal na memória de todos os que por lá passarem.

O piso 1 deste espaço vai estar recheado de momentos divertidos para os mais pequenos, com destaque para ateliers de fantoches, sessões de pintura, audição de contos e muitas brincadeiras que prometem fazer as delícias dos presentes, às Segundas, Quartas e Sextas-feiras, aos Sábados e Domingos, entre as 16h00 e as 20h00.

Até Janeiro, no mesmo espaço, mas no piso zero, é possível encontrar também e experimentar a vasta gama de produtos e serviços que constituem o portfolio do Grupo Portugal Telecom.

AXN e SET ganham 7 Promax & BDA


AXN e SET, os canais do grupo Sony em Espanha (AXN e SET) e Portugal (AXN), celebram novamente o reconhecimento internacional pela sua criatividada em autopromoções com nada menos que 7 galardões na recente edição dos Promax & BDA Latino-americanos 2007.

No conjunto, os canais da Sony em Espanha e Portugal foram dos mais premiados entre todas as estações presentes a concurso. A este dado há ainda que acrescentar que os canais AXN e SET obtiveram o Promax de Ouro em duas das categorias mais importantes do evento, Station Image Promo – melhor autopromoção de imagem do canal – e Drama Promo – melhor autopromoção de série dramática.

O constante esforço por encontrar mensagens criativas, originais e diferentes por parte da equipa de autopromoções do AXN, dirigida por Juan Carlos Ordóñez, foi recompensado uma vez mais com estes 7 Promax (3 de Ouro e 4 de Prata), que se somam aos já obtidos em edições anteriores pelo canal da Sony Pictures Television International em Espanha e Portugal.

SORTE é o tema da Revista "Egoista"

A Sorte percorre todas as páginas da mais recente edição da “Egoísta”, contemplando os leitores com um conjunto de ficções de prestigiados autores que, mais uma vez, reforçam a excelência desta publicação trimestral. Na última proposta temática, deste ano, a “Egoísta” ensaia diferentes pontos de vista sobre a Sorte ou, eventualmente, sobre a ausência de azar.

Aos autores nacionais - Inês Pedrosa a Rui Cardoso Martins, de Alexandra Carita a João Gobern, de José Manuel Mendes a Luis Pedro Cabral – juntam-se as colaborações internacionais do escritor timorense Luís Cardoso, dos brasileiros Luiz Ruffato e Eduardo Coelho e do espanhol Alfredo Hervías y Mendizábal.

A força das imagens chega-nos com a assinatura de Júlio Pomar, Jason Berger, Helena Gonçalves, Sandra Rocha e Rodrigo Prazeres Saias. Acreditando no trevo de quatro folhas ou no mau presságio que carrega o gato preto, a “Egoísta” sugere diferentes leituras e múltiplas formas de divertimento.

Propriedade da Estoril Sol, a “Egoísta” já recebeu importantes galardões, que sublinharam a sua impar qualidade gráfica e de conteúdo. Aliás, ainda, na passada semana, foi distinguida a nível europeu e, também, em Portugal. Os Epica Awards (Europe’s Premier Creative Awards), atribuíram, desta vez, o Troféu de Bronze às últimas quatro edições da “Egoísta”, enquanto a “Briefing” premiou a de Setembro, que aborda a temática do Sexo.


Festa de Natal da Universidade Sénior

A Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Maria da Luz Rosinha, estará presente na Festa de Natal da Universidade Sénior do Concelho de Vila Franca de Xira, a realizar amanhã, Terça-feira, dia 11 de Dezembro, pelas 15.00 Horas, no Palácio Quinta da Piedade, na Póvoa de Santa Iria.

A Universidade Sénior, que cumpre o quarto ano lectivo sob o lema “Mais Viver, mais Aprender”, e que regista um total de 200 alunos, é uma iniciativa da Divisão de Saúde e Acção Social da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira cujo objectivo é garantir a ocupação, de forma salutar e utilitária, dos tempos livres da população sénior e de reformados do Concelho.

PROGRAMA

15.00 Horas - Abertura pela Presidente da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.
15.30 Horas – Mini concerto de Natal pelos alunos da Disciplina de Música da Universidade Sénior.
16.00 Horas - Actuação dos alunos da Disciplina de Danças de Salão.
16.30 Horas - Lanche / Convívio.

'Átrio' na Escola Superior de Dança, dia 12 de Dezembro

DESTAQUES DE PROGRAMAÇÃO – SEGUNDA-FEIRA

22h40 - IMAGING ... THE BEATLES IN ´LOVE´
A eterna música dos "Beatles" aliada à coreografia e glamour do "Circo do Soleil"

Um fascinante documentário que segue uma ideia de George Harrison - combinar a coreografia e os acrobatas do Circo do Soleil com a eterna música dos Beatles...



00h30 - CHAPLIN HOJE
Charles Chaplin como você nunca viu antes o Artista, o Gênio, a Mágica...

"CHAPLIN HOJE" é uma série coordenada por Serge Toubiana, director da Cinemateca Francesa que convida algumas personalidades para falar sobre um determinado filme. A inteligência da escolha faz com que cada uma daquelas personalidades apresente um dos filmes de Chaplin, evidenciando aquilo que acabou por afectar o seu próprio cinema e o modo como passaram a ver o mundo.

Uma série de documentários que nos mostra muitas histórias de "bastidores" sobre os filmes de Chaplin, contando curiosidades sobre cada um deles.

Neste episódio - Realizado por Edgardo Cozarinsky e comentado pelo famoso realizador Bernardo Bertolucci, este documentário fala do filme "Luzes da Ribalta", o último filme de Chaplin nos Estados Unidos. Um filme que é talvez o seu trabalho mais sentimental. A história de um comediante de music-hall em decadência, que é estimulado ao ajudar uma jovem bailarina, que se salvou do suicídio.

Manoel de Oliveira homenageado na Rtp2


Homenagem a

Manoel de Oliveira


A RTP2 homenageia Manoel de Oliveira, alterando a sua grelha habitual, para exibir, às 22h40 de amanhã, dia 11 de Dezembro – data em que o realizador completa 99 anos – um documentário de uma hora sobre a vida e obra do autor, encomendado à produtora Ideias & Conteúdos e realizado pelo jornalista Sérgio C. Andrade.


Homenagem a Manoel de Oliveira nos seus 99 anos - Documentário inédito, amanhã, dia 11 de Dezembro, às 22h40 - “Manoel de Oliveira, o caso dele”

Marceline Ivens, realizadora francesa viúva do documentarista Joris Ivens, diz que Manoel de Oliveira é “testemunha de todo um século”. Michel Piccoli, actor e companheiro de algumas das mais recentes aventuras cinematográficas do realizador português, classifica-o como “um grande intelectual do cinema”, mas lembra que ele é também “um grande farsante”.

É este o caso de Manoel de Oliveira, que cumpre agora 99 anos, o mais velho cineasta em actividade em todo o mundo e uma referência do cinema português e mundial.

“Manoel de Oliveira, o caso dele” é o título do documentário de autoria de Sérgio C. Andrade (jornalista do “Público”), produzido pela Ideias & Conteúdos para a RTP, a pretexto da entrada do realizador de “Aniki-Bobó” e de “Vale Abraão” no ano do seu centenário. É um retrato de Oliveira feito por algumas dos seus colaboradores mais próximos, desde os actores Leonor Silveira e Luís Miguel Cintra, Michel Piccoli e Isabel Ruth, à escritora Agustina Bessa-Luís e ao historiador João Marques, passando por João Bénard da Costa, os realizadores Paulo Rocha, Fernando Lopes e João Mário Grilo e os críticos Augusto M. Seabra e Jorge Leitão Ramos.

O documentário, com narração de Leonor Silveira, faz também um retrato cronológico da vida e obra do realizador a partir do seu próprio testemunho. E regista as memórias dos protagonistas de alguns dos seus filmes nos lugares onde eles foram rodados, como “Douro, Faina Fluvial” e “Aniki-Bobó”, nas margens do rio Douro, ou “Acto da Primavera”, na aldeia da Curalha, em Chaves. “Manoel de Oliveira, o caso dele” aborda ainda as relações do cineasta com os seus actores e com os escritores a quem deu expressão cinematográfica, como Camilo Castelo Branco, José Régio ou Agustina.

Ficha técnica e artística:

“Manoel de Oliveira, o caso dele”
Um documentário de Sérgio C. Andrade; Câmara de Ana Cristina Matos e Ricardo Garrido; Montagem de Luís Pinto; Grafismo de Pedro Pinheiro
Locução de Leonor Silveira
Produção Ideias & Conteúdos, Espinho, 2007






" Dúvida " volta ao Maria Matos até 13 de Janeiro



“Dúvida” em reposição

no Teatro Maria Matos





A “Dúvida” regressa à Sala Principal do Teatro Maria Matos, de 14 de Dezembro a 13 de Janeiro, depois do sucesso alcançado no início do ano, com mais de 12 mil espectadores.


Diogo Infante e Eunice Muñoz estão de volta com a reposição da peça.


A parábola de John Patrick Shanley, com encenação de Ana Luísa Guimarães, conta com as interpretações de Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo.


A acção decorre em 1964, numa igreja e numa escola católicas, no bairro de Bronx, em Nova Iorque. Um Padre é suspeito de assédio sexual a uma criança de 12 anos. A Madre Superiora acusa-o. O Padre reclama a sua inocência e a dúvida instala-se; será culpado ou inocente?


“Dúvida” está em cena de 4ª feira a sábado às 21h30 e domingos às 17h00.


Tradução Felipa Mourato e Ana Luísa Guimarães


encenação Ana Luísa Guimarães


cenário João Mendes Ribeiro


figurinos Carolina Espírito Santo


música original e piano Bernardo Sassetti


sonoplastia Hugo Alves


desenho de luz Nuno Meira


interpretação Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo


assistente de encenação Catarina Requeijo


assistente de cenografia Catarina Fortuna



“Dúvida”

14 de Dezembro a 13 de Janeiro

4.ª a sábado 21h30

domingo 17h00

Bilhetes: 15€ 10€ e 7,50€ com descontos




Cinanima - extensão a Coimbra

Cinanima 2007

Festival Internacional de Cinema de Animação de Espinho
Extensão a Coimbra
Dias 10 e 11 de Dezembro às 21:30
Teatro Académico de Gil Vicente

Organização TAGV e Cinanima

O Cinanima - Festival Internacional de Cinema de Animação é o mais importante festival de cinema de animação português. Realiza-se em Espinho e teve este ano a sua 37ª edição, o que o torna um dos mais antigos festivais deste tipo de cinema do mundo.À semelhança do que tem acontecido em anos anteriores, o TAGV apresenta, numa extensão a Coimbra, mais uma edição deste Festival, cujo encerramento ocorreu no passado dia 11 de Novembro.
Programa
THE DRESS (Estónia, 00:06:30)Realização Jelena Girlin e Mari-Liss Prémio Para a Melhor Curta-MetragemUma mulher tenta lembrar os momentos gloriosos da sua vida, ou talvez sonhar com eles. Quem é aquela mulher, cujo vestido conhece uma vida excitante com utensílios de cozinha?
DOWN THE ROAD (Dinamarca, 0:15:56)Realização Rune ChristensenPrémio Para a Melhor Média-MetragemDown the road é um thriller que se passa à volta de um padre, Henry, que um dia, à noite, dá boleia a um indivíduo misterioso.
FOOLISH GIRL (Rússia, 0:06:50)Realização Zojya KireeevaPrémio Para o Melhor Primeiro Filme ou Filme de Fim de EstudosUm amor comum de uma menina nada comum.
UM MUNDO MELHOR (Portugal, 0:07:18)Realização Crianças das Oficinas da AnilupaPrémio Jovem Cineasta PortuguêsTomada de consciência para o mundo em que vivemos.
YULUNGA (Portugal, 0:05:46)Realização Cristiano MouratoPrémio Jovem Cineasta PortuguêsUm clip baseado numa lenda de uma tribo. A relação entre o último voo de uma águia e o nascimento de uma criança saudável.
TALES OF THE OLD PIANO LUDWIG VAN BEETHOVEN (Rússia, 0:11:17)Realização Vladimir PatkevichPrémio Para a Melhor Série ou Filme de Animação Para TelevisãoUma série de filmes para crianças. O filme mostra a infância e juventude dos maiores compositores do mundo. O primeiro episódio é dedicado a Beethoven.
JEU (Canadá-Suíça, 0:03:51)Realização George SchwizgebelPrémio José Abel e Prémio RTP 2: Onda CurtaUm jogo visual e musical que se constrói e auto-destrói de acordo com o ritmo energético do Scherzo to Piano Concerto nº2, de Serge Prokofiev.
LE LOUP BLANC (França, 0 :08 :30)Realização Pierre-Luc GranjonPrémio Especial Do JúriUma criança consegue domar um enorme lobo branco. Ele e o seu pequeno irmão estão maravilhados. Mas, para poder alimentar a família, um dia o pai leva para casa um animal maior do que o habitual& um lobo branco.
THE TALE OF HOW (França, 0:04:30)Realização The BlackHeart GangPrémio Melhor Banda Sonora Original e Prémio RTP 2: Onda CurtaA história dos Dodos, tal como seriam vistos por todos nós.
CÂNDIDO (Portugal, 0 :11 :20)Realização José Pedro CavalheiroGrande Prémio Tobis e Prémio António GaioCândido nunca a amou. A manipulação é o seu jogo preferido.
SLEEPING BETTY (Canadá, 0:09:14)Realização Claude CloutierPrémio do PúblicoSerá que uma rapariga não pode dormir em paz neste conto de Perrault?
THE PEARCE SISTERS (Reino Unido, 0:09:17)Realização Luis CookGrande Prémio Cinanima 2007 -ex-aequo e Prémio Rtp2: Onda CurtaLol e Edna vivem num local remoto e austero na costa e tentam subsistir do que o mar lhes dá. Um dia o mar oferece-lhes um homem que se tinha afogado e elas fazem tudo para o ressuscitarem.
MADAME TUTLI-PUTLI (Canadá, 0:17:21)Realização Chris Lavis e Maciek SzczerbowskiGrande Prémio Cinanima 2007- ex-aequo, Prémio RTP 2: Onda Curta e Prémio Alves CostaA senhora Tutli-Putli embarca no comboio da noite. Ao anoitecer, ela vê-se sozinha, presa numa desesperada aventura metafísica.
Preçário
Preço normal 4,50€
Preço estudante e sénior 3,50€

Informações e reservas
Teatro Académico de Gil Vicente
Praça da República, Coimbra
http://www.uc.pt/tagv
http://blogtagv.blogspot.com
Bilheteira
Horário 17h00-22h00
Telefone 239 855 636
E-mail
teatro@tagv.uc.pt