terça-feira, 3 de julho de 2007

Estreia TAGV COIMBRA




O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão
De Eric-Emmanuel Schmitt


Dias 5, 6 e 7 de Julho, às 21h30 no TAGV

O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é uma caixa de segredos. À maneira da loja do Senhor Ibrahin, muçulmano comerciante na Rue Bleu ou como a cabeça e o coração de Momo, o menino judeu que preenche os dias, os sonhos e as insónias do velho merceeiro imigrante do Crescente de Ouro. Por um lado, Muçulmanos e Judeus, e o cenário parece o do grande teatro da guerra; por outro lado, um velho e uma criança, e o palco é apenas uma caixa misteriosa em que se aprende a ternura, a vida e a morte, o perfume das flores que secaram dentro de um livro que é o Corão, mas que também podia ser a Bíblia ou a Thora.
O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é uma caixa de segredos que se transforma num teatro de pequenos gestos. Com palavras, também. Mas é na densidade e na leveza das coisas mais simples que se vai construindo, tecendo e entrelaçando a história de uma amizade através da qual o muçulmano adopta o judeu e o pequeno Moisés que é Momo é um Momo que se transforma também em Mohammed. E, pelo meio, há um urso-mealheiro que se parte para ir às putas da “Rua do Paraíso”, há uma fotografia autografada com dedicatória por Brigitte Bardot na sua passagem pela Rue Bleu, latas de sardinha roubadas à socapa pelo canto do olho do velho merceeiro, uma caixa de paté oferecida à mistura com uma aula de sorrisos, as fotografias das pontes do Sena, uma paleta de tintas para encher de cor o apartamento da Rua Azul e um carro sob a forma de tapete voador com o qual se viaja até às terras do Crescente de Ouro. Ah, é verdade, e há também o Corão e as duas flores secas entre as suas páginas.
O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão não é o grande teatro do mundo, é o teatro dos pequenos gestos. É por dentro de cada um deles que passa a memória, a vida e a alegria. É por dentro de cada um deles que passam as suas histórias e também as histórias de todos os outros gestos. E é também por dentro de cada gesto que passam as palavras. A palavra ternura e a ternura das palavras. Os gestos de paz e a paz de cada gesto. O Senhor Ibrahim e as Flores do Corão é, apenas, o teatro mais simples da vida.
João Maria André (Encenador)

Ficha Artística
Encenação e adaptação de dramaturgia João Maria André
Assistência de encenação Helena Faria
Actores Rui Damasceno e Hélder Wasterlain
Cenografia, adereços de cena e design gráfico Miguel Dominguez
Figurinos e adereços Andrea Inocêncio
Música João Lóio
Desenho de Luz Nuno Meira
Fotografia Rita Carmo
Movimento Cristina Leandro
Operação de luz e som Tiago André e Bruno Santos
Assistente de produção Cláudia do Vale
Produção Margarida Mendes Silva e TAGV

Preçário
Preço normal 12,00€
Preço estudante e sénior 10,00€
Espectáculo com desconto para AMIGOS TAGV e PROTOCOLO TAGV

Duração 1h20m (sem intervalo)
Espectáculo para maiores de 12 anos

Escola Superior de Dança: última exibição de2006/2007


Escola Superior de Dança
ùltima apresentação de 2006/2007
a 4 de Julho no átrio da Escola Superior de Dança

Carlos Alberto Moniz no Casino Estoril

Carlos Alberto Moniz
propõe música açoriana
no Casino Estoril

Carlos Alberto Moniz prossegue o seu ciclo de actuações no Du Arte Lounge dedicado à música popular açoriana. “Cada espectáculo terá um alinhamento diferente”, sublinha o artista, que é uma das principais referências das noites de Verão do Casino Estoril.

Natural da Ilha Terceira, o conhecido intérprete privilegia a genuína identidade da música açoriana.

Com um diversificado repertório, as letras das suas canções evocam o património cultural das diferentes ilhas, transportando a assistência para ambiências e sonoridades únicas.
O artista recupera composições tradicionais como são os casos de “Charamba”, “O Sol”, “Bela Aurora”, “Olhos Pretos”, “O Bravo”, “Pezinho Antigo”, “O Meu Bem”, “Pezinho”, “A Lira”, “Pezinho da Vila”, “A Favorita”, “Samacaio”, “Tirana”, “As Velhas”, “Saudade” ou Sapateia”.
No espaço intimista do Du Arte Lounge, Carlos Alberto Moniz convida, ainda, o público a ouvir canções açorianas mais recentes como “Chamateia”, “Fado dos Açores” ou “As Ilhas de Bruma”.
Com trinta anos de carreira, Carlos Alberto Moniz conquistou já várias gerações.

A sua versatilidade interpretativa proporciona momentos de rara qualidade, tanto no âmbito da música açoriana, como da canção de texto ou de tema para crianças.
Com a habitual empatia que estabelece com o público, Carlos Alberto Moniz é acompanhado, em palco, por Domingos Silva, ao piano, Nuno Fernandes, no contrabaixo e Natália Juskiewics, no violino.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

André Sardet no Casino Estoril

André Sardet na abertura
do ciclo de concertos no Casino Estoril


Em noite de estreia no Du Arte Lounge, André Sardet abre o ciclo dos “Grandes Concertos do Casino Estoril”, na próxima Quinta-Feira, pelas 23 e 30.

O cantor propõe vários temas do álbum “Acústico”, editado em 2006.
“É a primeira vez que actuo no Casino Estoril. A expectativa é grande pela carga simbólica e emotiva que associo ao espaço. Já por lá passaram grandes nomes nacionais e internacionais”, nota o cantor.
Ao comemorar dez anos de carreira, André Sardet lançou “Acústico”, um registo que reúne os melhores êxitos do seu percurso musical. Nascido em Coimbra, o artista interpreta baladas como “Foi Feitiço”, “Quando Eu Te Falei de Amor” ou “O Azul do Céu”.
O disco propõe, ainda, outros temas: “Alma Devolvida”, “Nasce Sem Se Ver”, “Perto Mais Perto”, “Se Eu Disser”, “Pura Imperfeição”, “Hoje Vou Ficar”, “Um Minuto de Prazer”, “Cubo de Gelo” ou “Não Mexas no Tempo”.
“É o álbum que sempre quis fazer! É um sonho antigo que foi sendo adiado ao longo dos anos. Considero que é a forma de apresentar as minhas músicas que mais as aproxima da sua essência, tal como as compus”, explica.
Com natural satisfação pelo expressivo sucesso deste registo discográfico, André Sardet diz que “Excedeu as minhas expectativas! Não contava vender 150 mil unidades e ter este reconhecimento fantástico”.
Trata-se de uma retrospectiva do seu trajecto musical. “É um percurso crescente e consciente das limitações, das dificuldades, mas também convicto daquilo que tenho para dar ás pessoas que gostam da minha música”.
No prelúdio de mais um ciclo de concertos no Du Arte Lounge, André Sardet partilha, assim, o palco com o conjunto de músicos que o acompanham ao longo da tournée 2007: Miguel Amado, no Baixo, José Moreira, na bateria, Néne, na Guitarra, Ruben Alves, ao piano, Manu Teixeira, na Percussão. No coro, estarão Patricia Antunes e Patricia Silveira.

Urgências 2007

Urgências 2007

"O que tens de urgente para me dizer?"


Urgências 2007 é um espectáculo composto por seis peças curtas que tratam diferentes temas, sempre abordando a idéia de " urgência ". À semelhança das anteriores edições das URGÊNCIAS, realizadas em Outubro de 2004 e Julho de 2006 no Teatro Maria Matos, esta terceira edição desafia novos dramaturgos portugueses a escrever uma peça curta sob o mote: " O que é que tens de urgente para me dizer"?.

Cada um dos autores escreveu uma peça de 10 minutos dominada pela ideia de urgência-pelas palavras, emoções e questões que não se podem deixar para amanhã,mas também pela necessidade de procurar o "presente " do teatro. Cada um desses textos é construído em estreita colaboração com o elenco, pois outra das ambições deste projecto é estreitar a relação entre autores e actores na criação de Teatro.

O espectáculo URGÊNCIAS 2007 funciona como uma mostra da nova dramaturgia portuguesa e de distintas propostas de teatro e linguagens cénicas.

É acima de tudo uma oportunidade que o público tem de assistir a autores e actores a tomarem o pulso ao mundo que nos rodeia e a falarem dele com as palavras de hoje.

Prémio Maria Matos-2ª edição

Prémio Maria Matos
Nova Dramaturgia Portuguesa
O Teatro Maria Matos lança , este ano a 2ªedição do "Prémio Maria Matos, " com o objectivo de galardoar uma obra inédita de autores portugueses.
Esta iniciativa destina-se a estimular a escrita para teatro, assim como a revelar a existência de novos autores, através da apresentação de trabalhos criativos.
Qualquer informação sobre o regulamento deste Prémio deverá ser solicitada para:
Teatro Maria Matos
Tel. +351 21 843 88 00

domingo, 1 de julho de 2007

Ciclo Meg Stuart no Centro Cultural de Belém



CICLO MEG STUART NO CCB

BLESSED
Meg Stuart/Damaged Goods & Eira

3, 6 e 10 de Julho 21h00
Pequeno Auditório do CCB



O CICLO MEG STUART abre com BLESSED, uma nova coreografia que recupera uma velha colaboração: a da coreógrafa norte-americana com o bailarino português Francisco Camacho.


Coreografia: Meg Stuart
Interpretação e criação: Francisco Camacho e Kotomi Nishiwaki
Música: Hahn Rowe
Dramaturgia: Bart Van den Eynde
Instalação: Doris Dziersk
Assistente coreográfica: Abraham Hurtado

Direcção de produção: Tanja Thomsen

Produção: Damaged Goods e EIRA
Co-produção: Kunstencentrum Vooruit (Gent), Centro Cultural de Belém (Lisboa), PACT Zollverein (Essen), Volksbühne am Rosa-Luxemburg-Platz (Berlim), Théâtre de la Bastille (Paris), Festival d’Automne (Paris)
Francisco Camacho e Eira são apoiados pelo MC/IA

Meg Stuart fez a sua estreia como coreógrafa com Disfigure Study no Klapstukfestival em 1991. Mas foi durante os anos oitenta, em Nova Iorque, que o seu trabalho se consolidou – datam dessa altura as primeiras peças curtas.

Foi também neste contexto que conheceu o intérprete e coreógrafo português Francisco Camacho. Camacho havia completado a formação como intérprete durante este período
em Nova Iorque, e acompanhou Meg Stuart até à Bélgica, dançando nas suas peças iniciais. Depois desta colaboração, cada um seguiu o seu percurso artístico: Meg Stuart criou a sua companhia, Damaged Goods, em Bruxelas, trabalhando também em Zurique e Berlim. Camacho trabalhou como intérprete em criações de Alain Platel e Carlota Lagido, prosseguindo com a criação coreográfica desde 1988 e fundando, em Lisboa, a sua própria estrutura de criação e produção – a EIRA.
Em 1999, em Moscovo, os seus percursos cruzaram-se novamente, embora de forma breve, no decorrer do Projecto de Improvisação Crash Landing. Em 2007, estão novamente juntos, na peça criada pela coreógrafa para o bailarino, BLESSED, numa instalação sonora de Hahn Rowe.


MEG STUART


A coreógrafa e bailarina americana Meg Stuart foi viver para Nova Iorque em 1983 para frequentar a Universidade de Nova Iorque, onde obteve um BFA (Bachelor of Fine Arts) e prosseguiu estudos de dança na Movement Research, com aulas de técnica release e contacto improvisação. De 1986 a 1992 integrou a Randy Warshaw Dance Company, onde foi igualmente assistente do coreógrafo.
Fez a sua primeira grande peça, Desfigure Study, em 1991, a convite do Festival Klapstuk 91. Foi a primeira de uma impressionante série de produções que fez com a sua companhia Damaged Goods, sedeada em Bruxelas desde 1994: No Longer Readymade (1993); No One is Watching (1995); Insert Skin # 1 – They Live in Our Breath (1996) com o artista visual Lawrence Malstaf; Splayed Mind Out (1997, apresentada na documenta X, em Kassel), com o artista de vídeo Gary Hill; appetite (1998) com a artista Ann Hamilton; ALIBI (2001) e Visitors Only (2003), ambas em cooperação com a cenógrafa Anna Viebrock, o artista Chris Kondek e o compositor Paul Lemp; FORGERIES, LOVE AND OTHER MATTERS (2004), com o coreógrafo/bailarino Benoît Lachambre e o compositor Hahn Rowe; REPLACEMENT (2006); It’s not funny (2006, no Salzburger Festpiele), e, recentemente, BLESSED (2007), um solo com o bailarino e coreógrafo português Francisco Camacho. Em Junho de 2007 o novo trabalho MAYBE FOREVER, um dueto com o bailarino e coreógrafo austríaco Philipp Gehmacher, que teve a sua estreia no Kaaitheater, em Bruxelas.
Meg Stuart criou ainda Swallow My Yellow Smile (1994), uma encomenda da companhia de bailado da Deutsche Oper Berlin e, em associação com o designer gráfico Bruce Mau,
Remote (1997) para o White Oak Dance Project, de Mikhail Baryshnikov. Coreografou também para peças de teatro: Comeback (1999), Snapshots (1999) e Henry IV (2002), todas encenadas pelo alemão Stephan Pucher; Das goldene Zeitalter (2003), um projecto conjunto de Meg Stuart, Christoph Marthaler e Anna Viebrock para a Schauspielhaus-Zürich; e Der Marterpfahl (2005), encenada por Frank Castorf na Volksbühne am Rosa-Luxemburg-Platz, em Berlim. Em 2004 foi concluído o filme Somewhere in Between, do realizador francês Pierre Coulibeuf, adaptação de uma criação especial de Meg Stuart.
Um aspecto recorrente no trabalho de Meg Stuart e de Damaged Goods é a pesquisa de novas formas de cooperação e de contextos de apresentação para além do cruzamento entre o teatro, a arquitectura e as artes plásticas, patente na instalação de dança para a exposição This is the Show and the Show is Many Things, comissariada por Bart De Baere no Museum van Hedendaagse Kunst (Museu de Arte Contemporânea, actualmente SMAK) em Ghent (1974). Entre 1996 e 1999, esteve também envolvida, com Christine de Smet e David Hernandez, em Crash Landing, um projecto de improvisação para bailarinos, músicos, videastas, sonoplastas e designers, que teve cinco edições: Lovaina, Viena, Paris, Lisboa e Moscovo.
De Março de 2000 a Março de 2001 Meg Stuart e Damaged Goods criaram
Highway 101, em estreita colaboração com o encenador Stefan Pucher e o artista de vídeo Jorge Leon. O material de movimento, vídeo e som foi desenvolvido com uma equipa artística parcialmente variável, tendo em vista um certo número de lugares específicos. Highway 101 evoluiu assim para um projecto continuado, autocomemorativo e em constante redefinição, focando a memória, a relação com o público e o uso do espaço. Em Março de 2000, Meg Stuart e Damaged Goods realizaram uma primeira série de apresentações de Highway 101 no Kaaitheaterstudio, em Bruxelas. Seguiu-se Viena (Emballagen-Hallen), Paris (Centre Georges Pompidou), de novo Bruxelas (La Raffinerie du Plan K), Roterdão (TENT.) e Zurique (Schauspielhaus im Sciffbau). A instalação sand table e os solos soft wear, private room e I’ m all yours faziam parte originalmente de Highway 101, mas ganharam vida própria e desde 2001 têm sido frequentemente apresentados num programa partilhado com o escritor, encenador e actor Tim Etchells (Forced Entertainment).
Em 2005, Meg Stuart iniciou Auf den Tisch!, um novo projecto de improvisação para cujas sessões e apresentações convidou artistas, bailarinos e músicos.
A partir de 1997 a companhia Meg Stuart & Damaged Goods passou a estar em residência no Kaaitheater, em Bruxelas. De 2001 a 2004 esteve em residência na Schauspielhaus Zürich a convite de Christoph Marthaler. Desde a temporada de 2002-2003 Meg Stuart & Damaged Goods colaboram também com o Volksbühne am Rosa-Luxemburg-Platz, em Berlim.

Paralelamente à sua actividade coreográfica, Meg Stuart tem também dirigido workshops de composição e improvisação em instituições como o Fórum Dança, em Lisboa, o Movement Research, em Nova Iorque, PARTS, em Bruxelas, e ImPulsTanz, em Viena.
No ano de 2002 Meg Stuart e Damaged Goods receberam o Prémio de Cultura K.U.Leuven. Em 2006 Meg Stuart recebeu o Deutsche Theaterpreis DER FAUST pela coreografia de REPLACEMENT

FRANCISCO CAMACHO


Francisco Camacho (Portugal) estudou dança, teatro e voz em Portugal e prosseguiu os seus estudos em Nova Iorque no Merce Cunningham Dance Studio e no Lee Strasberg Theatre Institute. Dançou com diversos coreógrafos, como Paula Massano, Meg Stuart, Alain Platel e Carlota Lagido. Desde 1988 os seus próprios trabalhos têm sido apresentados na Europa, América e África. Para além dos solos e peças que dirigiu, criou também inúmeras performances em colaboração com artistas em dança e teatro. No âmbito das exposições de artistas como Pedro Cabrita Reis e Francis Bacon, desenvolveu projectos em locais específicos. Como actor participou em peças dirigidas por Lúcia Sigalho e em pequenas metragens. Lecciona regularmente em Portugal e no estrangeiro. A associação portuguesa da imprensa Casa da Imprensa consagrou o seu trabalho com os prémios Bordalo 95 e 97. Em 1994-1995 recebeu o prémio ACARTE/Maria Madalena de Azeredo Perdigão. Francisco é o fundador da EIRA, a sua própria empresa de produção.

Cool Jazz Festival



O CoolJazzFest chega em 2007 à 4ª EDIÇÃO.



Os nomes escolhidos para esta edição mantêm a fasquia de elevada qualidade que impusémos desde o início ao conceito do Festival: ALTA MISTURA.
Se não, vejamos: NORAH JONES, BUENA VISTA SOCIAL CLUB, MARIZA & AMIGOS (Carlos do Carmo, Tito Paris e Rui Veloso), GOTAN PROJECT, NOUVELLE VAGUE E TERESA SALGUEIRO & SEPTETO DE JOÃO CRISTAL.

O que se mantém, também, é a escolha criteriosa de locais ao ar livre para os espectáculos: Jardins do Palácio do Marquês de Pombal e Casa da Pesca em Oeiras, Jardim do Cerco em Mafra e Jardins do Casino do Estoril em Cascais.

Lugares únicos para assistir ao COOLJAZZFEST, Alta Mistura!

O mote “Alta Mistura” é, aliás, quase auto-explicativo. Alta qualidade nos artistas escolhidos. A nata dos cantores e instrumentistas das áreas do jazz, world music, músicas latina e portuguesa. Projectos com créditos firmados, cidadãos do mundo e da arte que fizeram da procura e afirmação de estilos próprios a sua razão de ser.
São sons para pessoas que gostam de ouvir canções, melodias, enganadoramente simples. Músicas que se imiscuem dentro dos corpos e que nos transformam em seres verdadeiramente de Verão, nas noites quentes e calmas em que estamos prontos para ouvir com todos os nossos sentidos.

ARTISTAS


NORAH JONES


Voz de veludo numa embalagem de cetim. Eis uma possível definição de um espectáculo de Norah Jones.
Para comprovar, basta deslocar-se no dia 22 de Julho aos Jardins do Casino Estoril, onde a cantora norte-americana dá a sua contribuição para o grande cartaz do CoolJazzFest de 2007.

Nos ombros carrega o facto de ter assinado com a mítica editora de jazz Blue Note, um pai famoso (o mestre da sitar indiano Ravi Shankar) e um álbum de estreia, “Come Away With Me”, que vendeu mais de 18 milhões de exemplares.

Norah responde com bom gosto, confiança e baladas que misturam suavemente jazz, pop e folk. Para desfrutar em noite de Verão nos Jardins do Casino Estoril, um oásis de calma e vegetação ao pé do mar.
http://www.norahjones.com/


22 DE JULHO * CASCAIS *JARDINS DO CASINO ESTORIL
INÍCIO DO ESPECTÁCULO 21h00

Africa Festival no Cinema S. Jorge

“Sons e Visões de África”
no Cinema São Jorge



A 3ª edição do África Festival conta com uma novidade: a mostra de cinema documental, “Sons e Visões de África”, em exibição no Cinema São Jorge, de 3 a 8 de Julho.
Este bloco de programação do festival tem como objectivo alargar e aprofundar o conhecimento da vida, da cultura e do imaginário dos países africanos.

A mostra é comissariada por Luciana Fina e Cristina Fina e conta com uma sessão especial de inauguração onde é apresentado, em estreia nacional, o mais recente filme do cineasta Abderrahmane Sissako, “Bamako”.

Outro dos pontos fortes é a exibição de “Amandla! A revolution in four part harmony”, de Lee Hirsch, no dia 4 de Julho, vencedor do prémio atribuído pelo público no Sundance Festival, em 2002. Também em estreia nacional chega ao Cinema São Jorge, no dia 7, “Mãe Ju”, um trabalho de Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves.

“Sons e Visões de África” encerra no dia 8 de Julho com o documentário “Lusofonia A (R)evolução”, seguido de uma sessão aberta de diálogo com o público e moderada pelo jornalista António Pires.

O África Festival é produzido pela EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural e integra o programa cultural das Festas de Lisboa 2007.


ÁFRICA FESTIVAL
“Sons e Visões de África” (mostra de cinema documental)
Cinema São Jorge 3 a 8 de Julho
Entrada livre até ao limite de lugares disponíveis.
Pressupõe o levantamento de bilhetes no dia, a partir das 13h00.
Não se efectuam reservas.




Festival Delta Tejo em andamento


CARTAZ DO FESTIVAL DELTA TEJO JÁ ESTÁ COMPLETO
A menos de um mês de invadir com boa música e bom café o Alto da Ajuda, em Lisboa, o cartaz do Festival Delta Tejo, que decorre entre 20 e 22 de Julho, já está completo.
Os brasileiros Ive Mendes e Clube do Balanço são os últimos artistas anunciados para dar aroma ao festival.
Ive Mendes é dona de uma voz melódica e a banda Clube do Balanço é responsável pelo renascimento do samba-rock na cidade de São Paulo.

Daniela Mercury, Orishas, Os Mutantes, Carlinhos Brown, Papas na Língua, André Sardet e ainda João Pedro Pais e Mafalda Veiga são outros nomes fortes que vão subir ao palco.
A programação do Delta Tejo celebra a união entre o universo do café e os mundos da música. Por isso, em território luso vão estar nomes importantes de países cuja cultura está intimamente ligada ao café: Timor, Angola, Brasil, Jamaica, México, Cuba, além de Portugal.
Além do Palco Delta, os amantes da boa música podem ainda viver novas sensações no Palco Montepio, por onde vão passar nomes como Terrakota, Mesa, Tito Paris, Cool Hipnoise e Mundo Secreto, entre outros.
Para equilibrar a intensidade das noites, é possível restabelecer energias na área da restauração, na tenda vip ou relaxar com massagens nos espaços de lazer e entretenimento, como o lounge.
Os bilhetes têm um custo de 25 euros por um dia e 40 euros para os três dias de festival.
O Festival Delta Tejo é um evento da Delta Cafés, promovido e realizado pela Música no Coração, que estima que o Alto da Ajuda receba cerca de 15 mil pessoas por dia.

sábado, 30 de junho de 2007

Luciana Abreu vence 3ª série do Concurso Dança Comigo

Final de Dança Comigo no Campo Pequeno


Realizou-se ontem, no Campo Pequeno a Final da 3ª série do Concurso Dança Comigo.

Os concorrentes foram Marta Melro, Rodrigo Saraiva, Helena Laureano, Nuno Baltazar,Luciana Abreu, Manuel Melo, Raquel Tavares e Filipe Gonçalves que substituiu o lesionado Pedro Guedes.
A competição foi renhida e o desempenho de concorrentes particularmente agradável.
As condições para avaliarmos o que se passava na pista de dança não foram de modo algum as melhores, pois tivemos de recorrer aos ecrans gigantes espalhados pela sala para podermos vislumbrar o decorrer do concurso.
A última decisão pertenceu , como já vem sendo hábito, ao público.

E este decidiu que seria Luciana Abreu a vencedora.

"Memorial do Convento" continua em cena até 31 de Julho


Memorial do Convento de José Saramago

no Palácio Nacional de Mafra



Sábados e Domingos às 18h00


O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, em colaboração com o Palácio Nacional de Mafra, Memorial do Convento.

Uma encenação Filomena Oliveira a partir do texto que lançou a carreira de José Saramago.

A crónica de uma obsessão real com a descendência, que valeu a Mafra um palácio magnífico, inaugurado em 1744, mas cuja magnificência não pode apagar os sacrifícios feitos pelo país quer em recursos materiais quer em vidas humanas.

Resumo da acção

Ansiando por um filho que tarda, o rei D. João V é avisado por frei António de S. José: “Mande V. Majestade fazer um convento de franciscanos em Mafra e Deus vos dará descendência”.

O desejo real desencadeará uma epopeia de homens, um esforço hercúleo de milhares de trabalhadores arregimentados em todo o país, de arquitectos, engenheiros e materiais vindos do estrangeiro e pagos a peso de ouro do Brasil, esgotando-o.

Unidos por um amor natural, Blimunda e Baltasar reúnem-se a Bartolomeu de Gusmão e ao seu sonho de voar.

A passarola, máquina voadora, misto de barco e de pássaro, nasce do saber científico de Bartolomeu, da força de trabalho de Baltasar e dos poderes de Blimunda, recolhendo as vontades humanas (as “nuvens fechadas”), que alimentarão a máquina e a farão voar.

Sobre as obras do Convento de Mafra terá passado o Espírito Santo, dizem os padres e acredita o povo.

Voar, nesse tempo, não sendo obra de Deus, só poderia sê-lo do demónio, e assim se anuncia o fim trágico das três personagens maravilhosas.

encenação FILOMENA OLIVEIRA

orgânica sonora
direcção música original
DAVID MARTINS

masterização e operação: BRUNO OLIVEIRA
arranjos para piano: SANDRA NUNES
arranjos para voz: ANDREIA LOPES

guarda-roupa FLÁVIO TOMÉ
adereços JOÃO MAIS

concepção e construção da passarola FLÁVIO TOMÉ e JOÃO TIAGO
assistente técnico/montagem JOÃO TIAGO
criação e adaptação do espaço CARLOS ARROJA
estruturas cénicas e desenho 3D CARLOS BRUNO

direcção técnica DAVID MARTINS
desenho de luz CARLOS ARROJA, DAVID FLORENTINO e PAULO CUNHA

cenografia e criação do espaço cénico
coordenação
VITO e CARLOS ARROJA
equipa de montagem BRUNO OLIVEIRA BRUNO RIBEIRO CARLOS BRUNO JOÃO MOTA ZÉ PEDRO


actores

CLÁUDIA FARIA PAULO CAMPOS DOS REIS FLÁVIO TOMÉ
JOÃO MAIS FILIPE ARAÚJO






R2 no Teatro Nacional de D.Maria II

R2
exercício a partir de Ricardo II
de William Shakespeare

SALA EXPERIMENTAL
JUL 04 – JUL 08
4ª a DOM. 19H00


"O teatro é uma prática política."
Nuno Cardoso, a propósito de R2*

O Teatro Nacional D. Maria II apresenta, entre 4 e 8 de Julho, R2 um exercício a partir de Ricardo II de William Shakespeare.
Paralelamente à encenação do espectáculo Ricardo II, Nuno Cardoso desenvolveu um trabalho com jovens de bairros carenciados do Casal dos Machados, Zambujal e Cova da Moura, alguns dos quais trabalham regularmente com o Grupo de Teatro do Oprimido de Lisboa.
Em R2 O público é convidado a assistir ao resultado deste trabalho, em que os jovens recriam, à sua maneira, a história da queda de um mau governante.

R2 é uma fábula sobre o Poder e a Identidade: o mundo de reis e da corte de Ricardo II é transformado numa junta de freguesia, onde um presidente que governa mal é deposto, sem eleições, pelo seu primo.

Sobre o Teatro do Oprimido

O Teatro do Oprimido tem como objectivo transformar o espectador (ser passivo) em espect-actor (sujeito activo criador), foi concebido e desenvolvido pelo dramaturgo e encenador brasileiro Augusto Boal.
Em Lisboa, o Grupo de Teatro do Oprimido trabalha na Amadora e desenvolve trabalho teatral com população afro-portuguesa, abordando temas como a prevenção da sida, a gravidez precoce, a discriminação ou a violência doméstica.
Contacto: gtolisboa@sapo.pt

Sinopse R2

Riqui é presidente de uma Junta de Freguesia e é avisado pelo Tio João que o seu primo Bernas e o seu assistente pessoal Mauro estão em disputa e esperam Riqui para que este os oiça e aja como juiz.
Riqui recebe-os e Bernas explica que Mauro engravidou a sua namorada e rouba dinheiro à Junta, acusações estas que Mauro nega.
Riqui tenta obrigá-los a fazer as pazes mas, não consegue e é marcado um combate no ginásio. Mais tarde será revelado que foi Riqui quem engravidou a namorada de Bernas.
Incapaz de julgar a disputa, Riqui interrompe o combate e, em nome da boa convivência, manda Bernas afastar-se por seis anos e Mauro, para sempre, da freguesia.
Resolvido o problema, Riqui resolve ir de férias prolongadas para o Brasil.
O tio João, pai de Bernas, morre e Riqui usa o dinheiro do tio morto para fazer a viagem, deixando para trás a sua mulher e delegando a manutenção da freguesia à sua tia Joaquina.
Esta reacção revolta os populares que acusam Riqui de estar a roubar dinheiro à Junta para fins pessoais e, sobretudo, os maridos traídos por Riqui e pelas suas esposas.
Sabendo disto, Bernas regressa passados poucos meses, sob a desculpa de querer a sua herança e apodera-se da Junta, despedindo a antiga administração de Riqui, excepto a tia Joaquina, que o apoia.
Quando Riqui volta das férias, rapidamente percebe que perdeu a Junta e é forçado a passá-la a Bernas.
Bernas toma a presidência da Junta e manda Riqui para uma prisão, onde será assassinado.

Lembrando Sophia de Mello Breyner


“SOPHIA DE MELLO BREYNER”
POR ALBERTO VAZ DA SILVA
3º ANIVERSÁRIO DO FALECIMENTO DA POETISA

“Sophia relembrada com o coração” será o tema da conferência que Alberto Vaz da Silva proferirá por ocasião do 3º aniversario do falecimento da poetisa, no Centro Nacional de Cultura, no próximo dia 3 de Julho pelas 18.30.
“Evocação da infância de Sophia de Mello Breyner Andresen, entre o Campo Alegre, no Porto, e o Campo Grande, em Lisboa. Memórias de um significativo troço de vida partilhado com Sophia e Francisco Sousa Tavares. A coragem política de ambos; como se reflectiu na poesia. A literatura e a censura. As viagens, os tempos de lazer, o Algarve, a Grécia e a Sicilia. O idealizado e o vivido. As grandes amizades que a morte jamais apagará.”

Novo Programa no Centro Cultural de Belém



CCB FORA DE SI
A PARTIR DE DOMINGO
DIA 1 DE JULHO

ENTRADA LIVRE

No próximo Domingo, dia 1 de Julho, pelas 18h30, arranca o CCB FORA DE SI, a programação de Verão do CCB especialmente pensada para os portugueses e estrangeiros que estão em Lisboa durante os meses de Julho e Agosto.

Neste dia, à entrada do CCB, quatro cavalos brancos insufláveis “acordam” com o som dos tambores dos Tocárufar.


No caminho pedonal, o céu ganha uma nova dimensão, pontuado de nuvens brancas que acrescentam sombra e sonho a quem por lá passar. Estas nuvens, também elas insufláveis, descem ao nível dos homens e os gigantes sobem aos céus… Mais acima, na Praça do Museu, e ainda ao ritmo do percussionista Rui Júnior e do seu agrupamento de 100 músicos, uma corrente de nevoeiro, feito com jogos de água, promete refrescar os visitantes.


Será então o momento para chegar ao Jardim das Oliveiras e preparar os olhos para a exposição de “Máquinas de Poesia e Luz”, a descobrir nas salas do Centro de Pedagogia e Animação.

Espectáculo no Santiago Alquimista


FESTA DA DEOLINDA
CONTADO, NINGUÉM ACREDITA!

Mais fresca que nunca, aí vem a Deolinda outra vez! E traz música! A sua primeira canção disponível em disco, “Contado Ninguém Acredita”, já aí está a partir corações! É a faixa mais portuguesa e brilhante do CD acabadinho de sair “Novos Talentos FNAC 2007”!

Por isso, vai haver festa no castelo! Perdida de amores, a nossa Deolinda fechou as suas janela de tabuinhas, deixou os gatos (e o peixinho!) com a vizinha, fez uma trouxinha com o seu xaile vermelho, as suas tamancas e um frasquinho de jeropiga, e aí vai ela toda airosa, a cantar aos sete ventos!

Viva a folia, viva a Festa da Deolinda, que o mês dos bailaricos ainda não acabou!
Alegre e desempoeirada, ela canta em Lisboa dia 30 de Junho no Santiago Alquimista, antes de voltar para os seus gatos e para as janelas de tabuinhas (e para o peixinho!). Prepare-se para bater o pé, e para encher a alma com perfumes de mangerico! Quando a Deolinda sai à rua… Ai, rapazes!
santiago alquimista . rua de santiago, 19 (ao castelo

Concertos de Verão nos Jardins da Fundação Oriente

Jardins da Fundação Oriente recebem Duo Ibéria

O Duo Ibéria actua dia 4 de Julho, pelas 18h30, nos jardins da Fundação Oriente.
O concerto tem entrada livre e insere-se na 10ª edição do Ciclo de Concertos de Verão.

Laurent Filipe (trompete e flugelhorn) e Pedro Sarmiento (piano acústico) apresentam temas esteticamente inacabados e sugestivos, que fazem parte do último CD, “East of the Moon”, bem como alguns inéditos.

A música do Duo Ibéria consiste na fusão original da linguagem ibero-americana através do reaproveitamento de temas tradicionais populares e da utilização de elementos de improvisação e poesia.



Concertos de Verão da Fundação Oriente

Jardins da Fundação Oriente Quartas-feiras entre 20 de Junho e 18 de Julho 18h30
Entrada livre

Recital de Orgão

Recital de Órgão em Calvão


Na comemoração do 3.º centenário da morte de Dietrich Buxtehude, a Associação Musical Pro Organo promove no próximo sábado (30 de Junho), em colaboração com a Paróquia de Calvão, o 2.º recital da audição integral da obra organística deste compositor.
São intérpretes Hugo Teixeira, Luís Coelho e Miguel Matos, do Conservatório de Lisboa (da classe do Prof. António Duarte), que apresentarão a Passacaglia em ré menor BuxWV 161, o Prelúdio e fuga em lá menor BuxWV 153 e os corais " Nun komm, der Heiden Heiland" BuxWV 211, "Wir danken dir, Herr Jesu Christ" BuxWV 224, "Ach Gott und Herr" BuxWV 177, "Komm, heiliger Geist, Herre Gott" BuxWV 200, "Komm, heiliger Geist, Herre Gott" BuxWV 199, "Vater unser im Himmelreich" BuxWV 219, "Wie schön leuchtet der Morgenstern" BuxWV 223, "Nun bitten wir den heiligen Geist" BuxWV 208, "Nun bitten wir den heiligen Geist" BuxWV 209.
Os organistas acompanharão a missa dominical das 20.30 horas na igreja de Calvão, seguindo-se, de imediato, o concerto.
A entrada é livre

Conferência no Instituto Franco Português

A Europa e os novos Desafios Geopolíticos Contemporâneos


É o tema da CONFERÊNCIA DE IGNACIO RAMONET Director do LE MONDE DIPLOMATIQUE

DIA 4 DE JULHO às 18h30 No INSTITUTO FRANCO-PORTUGUÊS (IFP)


ENTRADA LIVRE


Ignacio Ramonet, nasceu a 5 de Maio de 1943 em Redondela (Galiza)
Trabalha em França desde 1972, onde vive.

Foi aluno de Roland Barthes, doutorou-se em semiologia pela École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris.
É jornalista, director do Le Monde Diplomatique desde 1991 e fundador da Associação ATTAC.

Foi um dos promotores do Forum Social Mundial e é também o fundador do Observatório Internacional dos Media.

Com vários livros publicados de geopolítica e sobre os media, IgnacioRamonet é reconhecido mundialmente e tem acumulado vários prémios ao longo da sua carreira.

sexta-feira, 29 de junho de 2007

Museu Nacional do Azulejo com Dança


" Os Mutantes " no Museu Nacional do Azulejo

PUBLI… MEMORY em SEIA


A Casa Municipal da Cultura de Seia, recebe no próximo dia 1 de Julho, às 22 horas, o Festival Internacional de Publicidade PUBLI… MEMORY.


A mostra internacional de publicidade PUBLI… MEMORY é uma compilação dos mais relevantes eventos publicitários realizados pela FORDOC. Com nove blocos de dez minutos cada, a retrospectiva dos eventos é composta por alguns dos melhores momentos da primeira tournée de 2003, das três edições dos festivais PUBLI… FORDOC e PUBLI… CIDADE FIGUEIRA DA FOZ, do recente PUBLI… CINEMA – THE HIRE e ainda um bloco retirado da short-list da edição do PUBLI… FORDOC 2006. Com a totalidade dos anúncios premiada, no caso da versão completa, os 90 minutos de boa disposição proporcionados pelo PUBLI… MEMORY transformam-se, assim, numa espécie de “memória descritiva” do trabalho realizado.
Com a publicidade, de dia para dia, a ganhar adeptos e admiradores, o PUBLI… MEMORY revela-se um “trailer” de longa duração do melhor humor que os comerciais de televisão nos ofereceram, a nível mundial, nos últimos anos. Desenhado para ser apresentado a uma assistência constituída por várias gerações e estratos sociais, o PUBLI… MEMORY traz de novo a FORDOC para os grandes eventos.

Organização: FORDOC
WWW.FORDOC.COM

Parceria:
Casa Municipal da Cultura de Seia
WWW.CASADACULTURADESEIA.COM

Preço dos bilhetes
Normal: 2 €uros
Com Cartão Municipal: 1 €uro

Vanessa Clark deixa-nos aos 35 anos

Um dos maiores e mais conceituados travestis nacionais, Vanessa Clark, faleceu ontem num hospital de Lisboa, vitima de Cancro.

O artista que dava corpo ao personagem de nome António Costa, natural de Portimão, era professor e como hobbie, fazia espectáculos de travesti.

Uma pessoa com forte sentido de humor, tanto no palco como fora dele.
Os seus amigos diziam que era impossivel estar triste ao lado do António, pois a boa disposição dele era contagiante.


Licenciou-se na Faculdade de Letras de Lisboa e leccionava as disciplinas de Português e Francês para o ensino secundário.

Vanessa Clark actuou para todos os tipos de públicos, gays, lesbicas e heterossexuais.
Todos eles a aplaudiam com fervor.
Era um travesti muito respeitado e requisitado.

O funeral de António Costa realiza-se amanhã em Portimão, estando marcada a missa de 7º dia para o próximo dia 4, também em Portimão.

A equipa do Hardmusica.com sente a sua falta e envia um forte e carinhoso abraço à familia.


Até sempre António Costa!

Alterações Climática serão o tema central do Rock in Rio Lisboa e Madrid


O Rock in Rio definiu que para as duas edições de 2008 – 30 e 31 de Maio, 6, 7 e 8 de Junho de 2008, em Lisboa, e 27 e 28 de Junho, 4, 5 e 6 de Julho, em Madrid – o tema central do Projecto Social, Por Um Mundo Melhor, serão as alterações climáticas.

Com base no programa Carbono Zero, estão a ser desenvolvidos esforços no sentido não só de reduzir e compensar as emissões de carbono do evento, mas também de chamar a atenção de empresas, organizações e do cidadão comum para a necessidade de mudar de atitude perante o tema das alterações climáticas.

Em Abril deste ano foi anunciada a primeira medida do plano de redução de emissões Rock in Rio 2008: a fonte de energia para a montagem do Palco Mundo será solar.

Ontem à tarde foi dado o segundo passo deste plano, através da assinatura de um protocolo de cooperação entre o Rock in Rio-Lisboa 2008, a Direcção Geral de Energia (DGEG) e a Agência para a Energia (ADENE) com vista ao desenvolvimento de várias iniciativas na área da energia que serão atempadamente anunciadas.

Um instante é o que pedem os finalistas de teatro


O Instituto de Formação, Investigação e Criação Teatral convida e apresenta o exercício final "um instante", do curso de formação de actores do ano lectivo 2006/2007, no dia 1 de Julho, no Santiago Alquimista, pelas 21 horas.


Com: Andreia Fernandes, Alexandra Marques, António Alvarenga, Fernando Oliveira, Flora Candeias, Joana Araújo, João Dias, Mónica Duarte, Pedro Freitas, Rita Abreu.

Professora: Paula Freitas
Agradecimentos: Adolfo Gutkin, Carlos Gutkin, Sérgio Melo, Agendazul


Para consultar mapa do local: clique
Para consultar site do IFICT: clique

Royal Philharmonic Orchestra inuagura Semana da Música do Estoril

No início da Presidência Portuguesa da União Europeia, a Royal Philharmonic Orchestra inaugura, em concerto especial, o 33º Festival do Estoril, dia 2 de Julho pelas 21h no CCB, com a estreia mundial de Search Songs, de Luís Tinoco, sobre poemas de Alexander Search, um dos heterónimos de Fernando Pessoa.
Obra resultante de uma encomenda do festival a este expoente da nova geração de compositores portugueses, num concerto que celebra, também, o 150º aniversário do nascimento de Edward Elgar.

As Semanas de Música do Estoril surgem em 2001 pela fusão dos Cursos Internacionais de Música, Festival de Música e Concurso de Interpretação do Estoril, criados em 1962, 1974 e 1990, respectivamente.

É seu objectivo reforçar e estimular o aperfeiçoamento artístico e a promoção de jovens valores em convivência com pedagogos, intérpretes e agrupamentos consagrados mundialmente, nele cabendo a abertura a novas ideias e novas áreas do conhecimento.

A presença de reputadas orquestras internacionais, formações de câmara e solistas do maior prestígio confirmam a tradição do festival que, ao mesmo tempo, abre oportunidades aos jovens talentos de vários continentes nos Concertos Operaplus e no Concurso de Interpretação do Estoril / Prémio El Corte Inglés, entre outras iniciativas que enchem as Semanas de Música do Estoril 2007.

Um Mare Nostrum de sons que cruzam “Tradição e Inovação”, como tem acontecido nas mais recentes edições deste festival, representante de Portugal na European Festivals Association (EFA), e no qual a programação desenhada por Piñeiro Nagy, nas suas diversas vertentes, começa já a celebrar o Diálogo Intercultural a que a Comissão Europeia decidiu dedicar o ano de 2008.

Entre 28 de Junho e 3 de Agosto, no Centro Cultural de Belém, Centro de Congressos do Estoril, Centro Cultural de Cascais, Mosteiro dos Jerónimos, Museu da Música Portuguesa e Hotel Palácio (Estoril).

Cinema Romântico e Português de volta à Televisão

Durante o mês de Julho, a Sessão Dupla da RTP2, vai dedicar a sua atenção às Histórias de Amor e ao Cinema Português.

Integrados no ciclo dedicado às Histórias do Amor surgem esses dois filmes que vivem narrativamente interligados como Antes do Amanhecer (Before Sunrise) e Antes do Anoitecer (Before Sunset), realizados por Richard Linklater, e onde os personagens “vestidos” por Ethan Hawke e Julie Delpy, se relacionam em duas histórias que atravessam os anos, os continentes e a memória dos afectos.
Será, também, possivel ver o paradigmático Verão de 42 (Summer of 42), de Robert Mulligan e O Grande Amor da Minha Vida (Love Affair) com Warren Beatty e Annette Bening.

Ainda neste mês de Julho a RTP2 dedica, mais uma vez, atenção à produção cinematográfica portuguesa, dando destaque a O Fascínio, de José Fonseca e Costa, A Filha, de Solveig Nordlund, Noite Escura, de João Canijo e O Gotejar da Luz, de Fernando Vendrell.

Filmes que além de demonstrarem a enorme diversidade de registos narrativos que atravessa o cinema português demonstram igualmente a imensa actualidade do olhar de alguns dos nossos realizadores.

Jesus Cristo Superstar continua no Teatro Rivoli



" Jesus Cristo Superstar" no Teatro Rivoli

“Jesus Cristo Superstar” provoca filas e filas de espera nas bilheteiras do Teatro Rivoli.
O público do Porto e do Norte do País respondeu com o maior entusiasmo ao desafio de La Féria tornando o espectáculo um êxito.
Centenas e centenas de espectadores, na sua grande maioria jovens, emocionam-se com a ópera-rock de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice à qual La Féria deu uma nova leitura num espectáculo apaixonante que põe Cristo na nossa época, perante os grandes conflitos do início do século XXI, onde as guerras santas e o terrorismo enchem de inquietação o mundo.

Com um elenco de grandes cantores, na sua grande maioria do Norte do País, La Féria construiu um espectáculo inesquecível de grande beleza plástica que surpreende o público pela sua modernidade e força interpretativa de um elenco de 70cantores, actores, músicos, bailarinos e técnicos que transformam “Jesus Cristo Superstar” num espectáculo único que os espectadores recordarão para sempre nas suas vidas.
O Teatro Rivoli apresenta “Jesus Cristo Superstar” de Terça a Sexta às 21h30, Sábados às 17h e às 21h30 e Domingos às 17 horas.
As reservas podem ser efectuadas pelos telefones 222 033 199/222 031 074.

Os bilhetes podem ser adquiridos na bilheteira do Teatro Rivoli, na FNAC e pela Internet, na Ticketline e Plateia IOL.

Festa do Fado no Castelo de S.Jorge


Festa do Fado no Castelo de São Jorge


Nos dias 29 e 30 de Junho, decorrem os últimos espectáculos da Festa do Fado, que trouxe ao Castelo de São Jorge a fusão entre a canção de Lisboa e os mais diversos géneros musicais.
Na 6ªfeira, dia 29, Paulo Parreira e Ramon Mascio convidam Beatriz da Conceição, no dia seguinte é a vez de António Zambujo e Luís Represas.
Dia 29


Paulo Parreira é um dos melhores instrumentistas de guitarra portuguesa em Portugal. Em 2003, acompanha Mafalda Arnauth em tounées nacionais e internacionais e um ano mais tarde, cria com Ricardo Cruz e Luís Pontes o trio D’Corda.
Actualmente, apresenta-se como artista em nome próprio, em actuações a solo ou acompanhado. Do repertório dos seus espectáculos fazem parte composições da sua autoria e da autoria de Armandinho, de Artur e Carlos Paredes.
Para a Festa do Fado, Paulo Parreira convida o guitarrista clássico argentino Ramón Mascio e, ainda, a fadista Beatriz da Conceição.

Dia 30


No último dia da Festa do Fado, sobem ao palco da Praça das Armas António Zambujo e Luís Represas. O fadista cresceu a ouvir os cantares alentejanos e mais tarde apaixonou-se pelo fado, tendo como referências Amália, Maria Teresa de Noronha, Alfredo Marceneiro e João Ferreira Rosa.



Em 2003 vence o “Prémio de Melhor Voz Masculina de Fado”, atribuído pela Rádio Nova.

Três anos mais tarde é eleito “Melhor Intérprete Masculino de Fado”, nos Prémios Amália Rodrigues.
Luís Represas acompanha António Zambujo. Treze anos depois da saída dos Trovante, o músico inicia o projecto “Encontro” com João Gil.

Os músicos dedilham um longo repertório e confidenciam ao público muitas das histórias que partilharam. “Encontro” estreou-se no Centro Cultural Olga Cadaval e percorre outras cidades do país.

Sapo Challenge em simultâneo pela net e televisão

O SAPO CHALLENGE RTP é um passatempo televisivo, criado no âmbito do projecto PT Escolas, que pretende promover a literacia tecnológica junto dos mais jovens e demonstrar que a internet pode ser uma fonte segura de conhecimento, produção e partilha de conteúdos, evidenciando igualmente que as tecnologias de informação são úteis, divertidas e fáceis de utilizar.

De entre centenas de escolas que participaram neste projecto ao longo do ano lectivo de 2007, pesquisando e criando blogs sobre autores de literatura portuguesa, o júri PT Escolas seleccionou as melhores para estarem presentes neste mega-evento.

A selecção, feita a nível nacional, recaiu sobre equipas de dez escolas pertencentes aos distritos do Aveiro, Beja, Bragança Castelo Branco, Guarda, Leiria, Lisboa, Porto, Santarém e Viseu.
As equipas finalistas conquistaram para as suas escolas o título de “Escola do Futuro PT “ e agora jogam a finalíssima no SAPO Challenge RTP.

No decorrer do passatempo, as equipas terão de se submeter a inúmeros desafios:
· Provas de pergunta-resposta que se destinam a avaliarem os conhecimentos inspirados no Plano Nacional de Leitura, no projecto PT Escolas, e noutros, de carácter curricular;
· Provas de perícia que permitirão testar a agilidade física e o espírito de união de cada uma das equipas;
· Provas de criatividade, nas quais os participantes deverão produzir conteúdos multimédia para televisão, com os conhecimentos adquiridos no âmbito do projecto PT Escolas.

Pela primeira vez, uma equipa de profissionais de produção de televisão foi colocada à disposição dos participantes de um programa.

Participantes que guionizaram, produziram e realizaram o seu próprio vídeo a avaliar.

A equipa vencedora será apurada através de um sistema simples de eliminatórias que entrará em linha de conta com as pontuações acumuladas em todas as provas.

A equipa vencedora conquista uma viagem de 10 dias aos Estados Unidos (Califórnia), onde irá viver uma alucinante experiência tecnológica no mundo da criação digital.

O SAPO CHALLENGE RTP terá uma duração aproximada de 120 minutos e será exibido na RTP1, na tarde do dia 30 de Junho.

Pela primeira vez em Portugal, um programa vai ser exibido em sistema de multi-plataforma, o que significa que o telespectador poderá acompanhá-lo pela televisão, através da internet ( RTP e SAPO ) ou até mesmo a partir do ecrã do seu telemóvel, pelo RTP Mobile.

A apresentação ficará a cargo de Sílvia Alberto e Bruno Nogueira, uma dupla jovem e muito divertida.

Para além de cumprirem a função de anfitriões do evento, os apresentadores irão dinamizar todas as provas, estabelecendo a ligação entre os participantes e Nuno Markl, João Fernando Ramos e Filomena Cautela – júri que avaliará as provas criativas.

A RTP alia-se assim ao projecto PT Escolas, uma iniciativa da Portugal Telecom em parceria com o Ministério da Educação / Plano Nacional de Leitura.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Concerto de abertura do Festival Rota dos Monumentos

"Clássicos do Cinema" abrem Festival Rota dos Monumento

Ontem, 28 de Junho, pelas 22h00,teve lugar, no Castelo de São Jorge, o concerto denominado “Clássicos do Cinema” que faz parte da 3ª edição do Festival Rota dos Monumentos e está integrado na programação das Festas de Lisboa 2007.
O projecto trouxe ao Castelejo um reportório dedicado aos compositores da Sétima Arte.
A apresentação esteve a cargo da convidada especial, Claudia Cardinale.

Os “Clássicos do Cinema” foram interpretados pela Orquestra Sinfónica dirigida pelo Maestro Christopher Warren e acompanhados de imagens projectadas nas muralhas do Castelejo.

Destacaram-se:

De Michel Legrand: “Verão 42”, “O Mensageiro” e “The Thomas Crown Affair”,
De Nino Rota: “Rocco e os seus Irmãos”, “O Leopardo”, “Clowns” e “8 ½”,
De Charlie Chaplin: “Luzes da Ribalta” e “Tempos Modernos”,
De Max Steiner: “Casablanca”
De Henry Mancini: “Breakfast at Tiffany’s” e “The Pink Panter”

Um concerto agradável de se seguir, com uma boa interpretação da orquestra, salientando-se a actuação dos solistas( a espaços).
O maestro Christopher Warren-Green esteve bem mas com pouco fulgor e vibração na direcção de peças musicais todas elas plenas de emotividade.
Dentro das muralhas do Castelo de S.Jorge recordaram-se temas que fazem e farão sempre parte da História do Cinema.
Ou não fosse a música parte integrante e condutora de um filme como afirmou Claudia Cardinale na conferência de Imprensa realizada pela manhã.

O Festival continuará até Setembro com espectáculos diversificados e em diversos locais do país.

Livro de Marsilio Cassotti vai ser apresentado no pròximo dia 3 de Julho


Infantas de Portugal Rainhas de Espanha

de Marsilio Cassotti


SINOPSE

Entre 1165 e 1816, onze infantas de Portugal foram rainhas de Espanha.

A primeira, a infanta Urraca, filha de Afonso Henriques, que com o seu casamento contribuiu para a independência de Portugal, mas que, apesar de uma boa relação com o marido e do nascimento de um herdeiro, teve de se separar por ordem do Papa.

A infanta Maria, que ajudou o seu marido a vencer a batalha do Salado, se bem que este mantivesse uma relação adúltera, com a qual nem Santa Isabel de Portugal, avó da infanta conseguiu acabar.

A infanta Beatriz, que por ambição de sua mãe, Leonor Teles, foi o motivo da batalha de Aljubarrota.

A infanta Joana, irmã de Afonso V, que se viu obrigada a casar com um príncipe supostamente homossexual, sendo a «Excelente Senhora» fruto deste casamento.

Ou as mães lusitanas de Isabel, a Católica e Filipe II de Espanha, que ao educar os seus filhos num ambiente tão português, levaram-nos a ambicionar a conquista do reino materno. Chegando a Maria Isabel de Bragança, a quem se deve a fundação do Museu do Prado e que viveu amargurada pelo desprezo do marido, acabando por morrer vítima de uma cesariana ordenada pelo rei.

BIOGRAFIA

Marsilio Cassotti estudou Ciências Políticas e Relações Internacionais na Universidade Católica de Buenos Aires e Línguas no Instituto Católico de Paris.
Durante vários anos, foi director de uma colecção de História pertencente a uma importante editora de Barcelona, e é autor de pesquisas fundamentais sobre mulheres como a princesa Éboli, esposa do português Rui Gomes da Silva, membro da casa da imperatriz Isabel de Portugal; a «Excelente Senhora»; a duquesa de Alba, mecenas de Goya; e a rainha Maria Luísa de Parma, avó da infanta Maria Isabel de Bragança.
Baseada numa sólida investigação histórica, esta obra aborda também a vida privada destas infantas. As histórias de vida de onze infantas que enriqueceram a história de Portugal na amada /odiada Espanha.
Marsilio Cassotti está em Portugal para a apresentação do seu livro no próximo dia 3 de Julho.
Hardmusica.com foi falar com este escritor e saber das razões do tema escolhido.
Para M.Cassotti falar das mulheres portuguesas na realeza espanhola foi uma forma de transmitir o muito que essas mulheres levaram à cultura daquele país. Desde músicos como Domenico Scarlatti a pintores como Domingos Sequeira, as Infantas portuguesas, porque os tinham como mestres, levavam-nos na sua "bagagem" enriquecendo deste modo o panorama cultural espanhol.
Cassotti, que prepara um próximo livro sobre as mulheres da realeza no período da Idade Média ,gosta de escrever sobre mulheres porque são as que menos são objecto de análise.Por outro lado pensa que o universo da vaidade não é feminino mas sim masculino, pelo que o universo feminino é mais sedutor e misterioso obrigando a uma intensa pesquisa.
Leia-se o livro e conclua-se o que por bem se achar.

Campeonato do Mundo de Vela Olímpica - Programação Cultural

De 29 de Junho a 13 de Julho decorre, na Fortaleza de Cascais, o Event Village, um espaço que compreende áreas de lazer, espectáculos, eventos culturais e estruturas de apoio aos Campeonatos do Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007.

Durante este período, a organização espera receber cerca de 5000 visitantes por dia.

Destinado a receber os 1800 atletas e respectivas equipas e patrocinadores, mas também aberto ao público em geral, o Event Village pode ser visitado todos os dias, das 11h às 02h, entre o período da competição.

Pela praça principal do espaço – Sailing Square -, vão passar vários artistas de renome como os STEREO ADDICTION, o Bruno Leprete dos CAFÉ DEL MAR, responsável pela animação da Summer Party da Central Models, e JOSÉ CID. O grupo de performance EXOS, conhecido pelas suas actuações excêntricas e originais, actua durante duas noites no Event Village, com dois espectáculos diferentes e inéditos.

A cerimónia de abertura oficial do Campeonato do Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007, tem lugar no dia 2 de Julho, a partir das 21.30, composta por um desfile de atletas, um espectáculo multimédia num ecrã de água sobre a Baía de Cascais e um concerto dos The Gift.

Destinado a receber os 1800 atletas e respectivas equipas e patrocinadores, mas também aberto ao público em geral, o Event Village pode ser visitado todos os dias, das 11h às 02h, durante o período da competição internacional.
No Event Village existiram as seguintes estrutura de lazer para os velajadores e público e geral:
Sailing Square - local onde se encontram os stands dos sponsors do certame. Durante o dia, a esplanada destina-se aos velejadores que, através de um ecrã gigante, podem acompanhar as últimas informações sobre as provas. Á noite, funciona com espaço de animação e lazer.

Área de esplanada – Local onde são servidas refeições ligeiras ao grande público, que tem a oportunidade de desfrutar de uma vista privilegiada para o ambiente da competição.

Área Vip - é constituída por uma tenda com dois andares (única em eventos nacionais) em que o primeiro piso compreende uma área de lazer, com bar e duas esplanadas. O andar superior contempla um restaurante panorâmico VIP, restaurante esse onde os convidados têm acesso a refeições buffet. Durante a noite o local é reservado aos patrocinadores para a realização dos cocktails ou jantares.

ISAF Louge (Federação Internacional de Vela) – área exclusiva do ISAF, situada na varanda.

5D Lounge –Bar Club, local de charme, onde se realizam as festas mais exclusivas dos Campeonatos de Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007


Programa:

28 de Junho: Cerimonia de abertura da Fortaleza de Cascais
29 de Junho: Praça Super Bock DJ Yen Sung e Stereo Addiction
30 de Junho: Praça Super Bock DJs Vasco Oliveira e Tó Ricciardi
02 de Julho: Cerimónia Oficial de Inauguração dos Campeonatos do Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007


Contamos actualizar o programa, muito em breve.




Claudia Cardinale está em Lisboa







CLAUDIA CARDINALE




Claudia Cardinale nasceu na Tunísia e iniciou a sua carreira cinematográfica após ter ganho um Concurso de Beleza em 1957.

No início da sua carreira foi praticamente dirigida pelo produtor Franco Cristaldi.

Contudo foi a partir dos anos 60 que Claudia Cardinale se impôs no meio cinematográfico; notáveis são os desempenhos em “Il Gattopardo” ou”Rocco e i suoi fratelli” de Visconti, “8 ½” de Fellini ou “Once upon a time in the West” de Sergio Leone.
A sua passagem por Hollywood ficou célebre em filmes como “Circus World”,”The Pink Panther” ao lado de Peter Sellers ou “The Hell with Heroes”.
Memoráveis representações são sem dúvida “Vaghe stelle dell’Orsa” de Visconti, onde interpreta o papel de uma sobrevivente do Holocausto que mantém uma relação incestuosa com o irmão, ou “La Storia” de Luigi Comencini, onde Cardinale protagoniza o papel de uma viúva na Segunda Guerra Mundial.
Ao longo da sua carreira a actiz foi galardoada com diversos prémios , com especial destaque para a Palma de Ouro do Festival de Cannes(1963), ou o Leão de Ouro do Festival de Veneza(1994).
Em 1999, Claudia Cardinale foi nomeada pela UNESCO, Embaixadora da Boa Vontade, sendo reconhecida a sua acção humanitária a favor das mulheres desfavorecidas.




Claudia Cardinale está em Lisboa para apresentar o Concerto que abrirá o Festival Rota dos Monumentos.


Em conferência de Imprensa realizada esta manhã num Hotel da capital, e onde o Hardmusica.com marcou presença ,a artista falou da sua carreira e dos seus projectos.


Claudia trabalhou com os mais conhecidos e reconhecidos realizadores de cinema como Fellini, Visconti, Sergio Leone. À pergunta de se era difícil trabalhar com eles, a resposta foi um largo sorriso e : " Eles gostavam muito de mim". Trabalhar com estes directores foi para Claudia um privilégio.

Para esta actriz,os realizadores são a essência de um filme. Eles desenham as personagens e os actores terão de seguir esse esboço. Para Claudia tal atitude é fácil porque rapidamente se molda e se transforma na personagem pretendida pelo realizador.

A artista continua a trabalhar tanto no cinema e no teatro , estando em preparação uma peça de Tenessee Williams e outra de Pirandello.


Na sua outra faceta, Embaixadora da Boa Vontade, nomeada pela Unesco, foca as suas intervenções na Ambiente e na descriminação feminina nalguns paises islâmicos.
O apelo à Juventude para que se preocupe com os problemas do Ambiente e da necessidade da sua preservação é outra das suas vertentes de intervenção.












Ciclo «A Cor do Som: Recitais e Concertos TAGV»



TRIO MEDITERRAIN no TAGV


Inserido no ciclo « a cor do som: recitais e concertos TAGV », o Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra, recebe no dia 1 de Julho o TRIO MEDITERRAIN.
Este trio é constituído por músicos profissionais oriundos de Espanha, Portugal e França, todos eles radicados em Berlim, cidade onde este grupo de música de câmara foi fundado em 2002.
Com um repertório abrangente e variado que inclui obras originais e transcrições de compositores como Mozart, Beethoven, Brahms, Schumann, Zemlinsky, Bruch ou Villa-Lobos, o Trio Mediterrain realizou concertos e participou em festivais de música importantes em países como Espanha, Itália, Suiça, Alemanha, Portugal, Argentina, Chile e Brasil, recebendo as melhores críticas tanto do público como da imprensa.
O TRIO MEDITERRAIN gravou em directo para a televisão brasileira “Globo”, para a Rádio Bósnia “BH1” e, em Maio de 2005, para a “RDP – Antena 2” num concerto que incluiu a estreia mundial do “Trio em Si menor” do compositor português José Viana da Mota, obra revista e transcrita pelo próprio grupo.
A abordagem de música contemporânea é outra das prioridades do grupo e um exemplo da concretização deste objectivo é o recente lançamento de um CD com obras inéditas e dedicadas ao grupo por compositores contemporâneos portugueses.

Programa


I
Ludwig van Beethoven (1770-1827)
Gassenhauer-Trio em Si bemol Maior, op.11
Allegro con Brio
Adagio
Thema: Pria Ch’io L’Impegno


Mikhail Glinka (1804-1857)
“Trio Pathétique” em Ré menor (1832)
Allegro moderato
Scherzo: Vivacissimo
Largo
Allegro con spirito


II
Alexander von Zemlinsky (1871-1942)
Trio em Ré menor, op.3
Allegro
Andante
Allegro



Ficha Artística
Bruno Borralhinho - violoncelo
Laura Ruiz Ferreres - clarinete
Kim Barbier - piano


Organização
TAGV com o apoio Reitoria da Universidade de Coimbra

Preço normal 10,00€
Preço estudante e sénior 8,00€
Espectáculo com desconto para AMIGOS TAGV

Clássicos do Cinema no Castelo de S.Jorge

Claudia Cardinale apresenta “Clássicos do Cinema”

Sons da Sétima Arte no Castelo de São Jorge


Hoje, 28 de Junho, pelas 22h00, o Castelo de São Jorge recebe a iniciativa “Clássicos do Cinema” que faz parte da 3ª edição do Festival Rota dos Monumentos e está integrada na programação das Festas de Lisboa 2007.
O projecto traz ao Castelejo um reportório dedicado aos compositores da Sétima Arte.

A apresentação está a cargo da convidada especial, Claudia Cardinale.

Os “Clássicos do Cinema” serão interpretados pela Orquestra Sinfónica dirigida pelo Maestro Christopher Warren e acompanhados de imagens projectadas nas muralhas do Castelejo.

Destacam-se Michel Legrand: “Verão 42”, “O Mensageiro” e “The Thomas Crown Affair”, Nino Rota: “Rocco e os seus Irmãos”, “O Leopardo”, “Clowns” e “8 ½”, Charlie Chaplin: “Luzes da Ribalta” e “Tempos Modernos”, Max Steiner: “Casablanca” e Henry Mancini: “Breakfast at Tiffany’s” e “The Pink Panter”.

Animação na noite no Bico

Mais uma noite animada no BICO