quinta-feira, 28 de junho de 2007

Festival de Música dos Açores começa amanhã



O Festival MusicAtlântico volta aos Açores, a partir de 28 de Junho e estende-se até 9 de Julho.


Como linha condutora da programação, a 8ª edição do Festival MusicAtlântico vai ser dedicada à VOZ e ao riquíssimo repertório escrito para aquela que é a expressão musical mais “original”, de entre todas – a voz humana.
Com uma componente vocal destacada, o Festival apresenta-se nas nove ilhas dos Açores com propostas musicais diversificadas, onde a voz é o veículo artístico principal.
Um total de 17 concertos, de 28 de Junho a 9 de Julho, nas nove ilhas dos Açores, 12 dias de celebração da voz como instrumento primordial da história da música.
Os famosos THE SWINGLE SINGERS farão o concerto inaugural, no Teatro Micaelense a 28 de Junho, com um programa que inclui peças de Bach a Tom Jobim.

O festival prosseguirá com a ORQUESTRA METROPOLITANA DE LISBOA (2 programas diferentes, que inclui o Pico no seu itinerário), o MEDIAE VOX ENSEMBLE (música sacra medieval) os L’ARPEGGIATA, que voltam aos Açores depois do enorme sucesso que obtiveram em 2004, os ingleses KING’S SINGERS e os corsos BARBARA FORTUNA com Cânticos tradicionais da Córsega à cappela.

Destaque ainda para a presença nos Açores do soprano ELISABETE MATOS, a mais internacional de todas as cantoras portuguesas, que tem actuado com Plácido Domingo e com as mais importantes orquestras e maestros da actualidade na Europa e EUA, incluindo no Metropolitan de Nova Iorque e no Alla Scala de Milão.

Vans Club Tour em espectáculo



VANS / EASTPAK CLUB TOUR 2007c/ Strike Anywhere (EUA)Tara Perdida Devil In MeHumbleSK6 29 de Junho - Casino Velho de Vilamoura (Algarve)


Depois do sucesso em 2006, a Xuxa Jurássica Produções apresenta mais uma edição da mais intensa tournée de punk/hardcore que alguma vez passou pelo nosso país, a Vans Club Tour.
Este ano e fruto de uma parceria com a Eastpak, a tournée apresentar-se-á sob o nome de Vans/Eastpak Club Tour 2007.

À semelhança do ano passado, a Vans/Eastpak Club Tour realizar-se-á em duas datas, sendo uma a 29 de Junho no Casino Velho de Vilamoura, no Algarve e outra a 30 de Junho no Incrível Almadense , em Almada, durante as quais subirão ao palco representantes do que de melhor se faz no circuito punk e hardcore nacional e internacional.

Este ano e a encabeçar o cartaz estarão os norte-americanos Strike Anywhere que trazem na bagagem um novo trabalho de originais, já aclamado pela critica, intitulado "Dead FM".

A acompanhar o tão ansiado regresso a Portugal dos Strike Anywhere estará a mais importante banda do circuito punk nacional, os grandes Tara Perdida ; a mais recente revelação do hardcore nacional, os Devil In Me , e ainda os Humble.

Do concurso de selecção de bandas para a Vans/Eastpak Club Tour 2007 saíram vencedores os SK6 (que acabaram por se juntar à familia Xuxa Jurássica e que marcarão presença nas duas datas), os Triplet (que completam o cartaz do Algarve) e os Fitacola (que completam o cartaz de Almada).

De recordar que da primeira edição fizeram parte os norte-americanos Mad Caddies e os portugueses Tara Perdida, Devil In Me, Humble, Easyway, No Time To Waste e All From 86, entre outros.--BIOGRAFIAStrike AnywhereFormação:Garth Petrie - BaixoMatt Smith - GuitarraMatthew Sherwood - GuitarraEric Kane - BateriaThomas Barnett - VozFormados em Richmond, em 1999, os Strike Anywhere trazem de volta ao hardcore e ao punk uma atitude politica e uma mentalidade activista, sendo regularmente comparados quer nas suas visões quer no seu som a nomes como Avail ou 7 Seconds. Depois do EP de estreia "Chorus Of One", editado em 2001, os Strike Anywhere (nome retirado de um antigo tema dos Inquisition) juntaram-se à editora Jade Tree que lhes viria a lançar "Change Is A Sound", o seu álbum de estreia, em Agosto de 2001. "Exit English" sucedeu-lhe em 2003 e uma compilação de material raro, "To Live In Discontent", em Janeiro de 2005.Ainda em 2005 a banda conquista a atenção de Fat Mike (NOFX) que rapidamente os convida para a sua editora, Fat Wreck Chords, na qual, em 2006, lançam o seu mais recente trabalho de originais, "Dead FM". "It rules when a band smokes their old material with a new release.

Sure, there's plenty to like about previous Strike records - it's just that Dead FM is better than any of them." in Alternative Press."It's about change, social, personal and political. It's about punk as a social force, not a style or clique. It's about everything that made punk so righteous so long ago. It's about time people started paying attention to Strike Anywhere."

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Cascais 2007-Campeonatos do mundo de Vela Olímpica


FORTALEZA DE CASCAIS ESPERA 5000

VISITANTES POR DIA

De 29 de Junho a 13 de Julho decorre, na Fortaleza de Cascais, o Event Village, um espaço que compreende áreas de lazer, espectáculos, eventos culturais e estruturas de apoio aos Campeonatos do Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007.
Durante este período a organização espera receber cerca de 5000 visitantes.
Destinado a receber os 1800 atletas e respectivas equipas e patrocinadores, mas também aberto ao público em geral, o Event Village pode ser visitado todos os dias, das 11h às 02h, durante o período da competição internacional.
Dia 2 de Julho é o dia da cerimónia de abertura oficial do Campeonato do Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007, a partir das 21.30, em que os visitantes podem assistir ao desfile de atletas, a um espectáculo multimédia em ecrã de água sobre a Baía de Cascais e um concerto dos The Gift.
O público tem à sua disposição a Sailing Square (praça principal), local onde se encontram os stands dos sponsors do certame.
Durante o dia, a esplanada destina-se aos velejadores que, através de um ecrã gigante, podem acompanhar as últimas informações sobre as provas.
Durante a noite, o espaço funciona com animação para o público em geral com a apresentação de disc-jockeys e espectáculos de animação, nomeadamente Yen Sung, Stereo Addiction, Tó Ricciardi, Exos (ex- Cirque du Soleil), Café del Mar, Festa de Verão da Central Models e um concerto do José Cid. Dia 08 de Julho o ISAF (Federação Internacional de Vela) vai comemorar o seu centenário com um churrasco que vai reunir mais de 1800 atletas e profissionais da área.
O local oferece, igualmente, uma área de esplanada para o grande público com vista privilegiada , onde são servidas refeições ligeiras enquanto se desfruta da paisagem e de todo o ambiente da competição.
A Área Vip é constituída por uma tenda com dois andares (única em eventos nacionais) em que o primeiro piso compreende uma área de lazer, com bar e duas esplanadas. O andar superior contempla um restaurante panorâmico VIP, restaurante esse onde os convidados têm acesso a refeições buffet. Durante a noite o local é reservado aos patrocinadores para a realização dos seus seus cocktails ou jantares.
ISAF Lounge (Federação Internacional de Vela) – área exclusiva na varanda para o ISAF exclusivo para convidados.
5D lounge – É um Bar Club, local de charme, onde se realizam as festas mais exclusivas dos Campeonatos de Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007


PROGRAMA


28/06/2007 Cerimonia de abertura da Fortaleza de Cascais, Cocktail 19h30m
29/06/2007 Praça Super Bock DJ Yen Sung e Stereo Addiction – Patrocinador Grundig
30/06/2007 Praça Super Bock DJs Vasco Oliveira e Tó Ricciardi
01/07/2007 a confirmar
02/07/2007 Cerimónia Oficial de Inauguração dos Campeonatos do Mundo de Vela Olímpica Cascais 2007
03/07/2007 a confirmar
04/07/2007 a confirmar
05/07/2007 a confirmar
06 e 07/07/2007 Exos / Dissidentes do Circo de Soleil – Patrocinadores Volkswagen / Top Atlântico / Lufthansa e Unicre
08/07/2007 Festa das Classes / Centenário ISAF – Churrasco DJ Feel
09/07/2007 a confirmar
10/07/2007 Festa Central Models com DJ Bruno - Café del Mar
12/07/2007 Concerto José Cid
Dia 13/07/2007 Cerimónia de Encerramento Cool Down Party

Casa da Música com canções de Strauss


Elisabete Matos canta
“Cinco Últimas Canções” de Strauss


[ONP à Sexta]
Sexta, 15 de Junho
Orquestra Nacional do Porto
Christoph König direcção musical
Elisabete Matos soprano



A soprano Elisabete Matos canta, na Casa da Música, as últimas canções de Richard Strauss, numa versão apresentada pela primeira vez em Portugal e que resulta da revelação dos mais recentes estudos da obra do compositor.
Com direcção Musical de Christoph König, este concerto, inserido no ciclo ONP à Sexta, apresenta ainda as duas mais importantes correntes da música sinfónica: a da música pura na Sinfonia nº 7 de Beethoven, e da música programática de cariz literário em Vathek de Luís Freitas Branco.
Composto em 1919, com base no conto oriental de William Beckford, o poema sinfónico de Freitas Branco descreve os «Cinco palácios dos sentidos do califa Vathek». Com esta obra, que recorre a uma orquestra de grandes dimensões e a ousadas harmonias, o compositor terá quebrado o desfasamento de modernidade existente entre Portugal e os restantes países europeus.
Elisabete Matos, a mais aclamada soprano portuguesa, nasceu em Braga, onde estudou canto violino.

Ao ganhar uma bolsa da Fundação Gulbenkian, muda-se para Espanha, onde completou os estudos com os mais destacados mestres.

Após a sua estreia na Ópera de Hamburgo, integra, em 1997, a abertura do Teatro Real de Madrid, onde interpreta o papel de Marigaila, na estreia mundial da obra Las Divinas Palavras de Antón García Abril, com Plácido Domingo.

O tenor convida-a imediatamente a protagonizar Dolly, na nova produção de Sly, de Wolf-Ferrari, ao lado de José Carreras na Ópera de Washington.

Desde então, Elisabete Matos já interpretou os principais papéis nas mais célebres produções realizadas em vários pontos do Mundo.

Natural de Dresden, Christoph König estudou direcção coral e orquestral, bem como piano e canto.

Christoph König foi, entre 2003 e 2006, o Maestro Titular da Orquestra Sinfónica de Malmö e Maestro Convidado Principal da Orquestra Filarmónica de Gran Canaria.

Em ambas as orquestras dirigiu uma gama alargada de repertório, bem como ópera em concerto com a Orquestra Sinfónica de Malmö.
Convidado regularmente para dirigir várias orquestras europeias, Christoph König será também o maestro do concerto da Orquestra Nacional do Porto, na cerimónia de abertura da Presidência Portuguesa da União Europeia, dia 1 de Julho.

Programa

Parte I
Luís de Freitas Branco Vathek, poema sinfónico
Richard Strauss “Cinco Últimas Canções”

Parte II
L. van Beethoven Sinfonia nº 7

Ena Pá 2000 no Maxime


O LELLO MAIS FRACO – CANÇÕES FATELAS DOS ENA PÁ 2000


Esgotados os adjectivos superlativos tão utilizados sempre que se fala dos Ena Pá 2000, a onda agora é de “bota-abaixo”! Assim sendo, temos a honra de anunciar um concerto inédito – Dia 30, no Maxime, teremos uma hora e meia de absoluto silêncio – com a banda em palco, para agradecer os aplausos entre cada música em branco!Isto porque o lema do concerto é “O Lello Mais Fraco - As Piores Canções dos Ena Pá 2000”.
Como já adivinharam, não há nada para tocar, pelo que o grupo enfrentará o público em silêncio, de sorriso nos lábios.

É que os Ena Pá 2000 não têm canções más, pelo que “as piores canções” simplesmente não existem! Talvez este seja o elo mais fraco da banda – o facto de não ter más canções. O público bem pode gritar “Folga da Olga!”.

Não dá para tocar. Não é uma má canção, quanto mais “das piores”… Pedirão “Bacamarte”, a banda responderá com encolher-de-ombros. Não dá para tocar, porque não é uma má música. E assim por aí fora: “Marilú”, “Semi-Tango”, “Tamagochi”, enfim: todo o reportório será apenas evocado virtualmente pelas mentes dos presentes, uma vez que os Ena Pá 2000, não tendo nem “más”, nem “piores” canções, não as tocarão!

Vai ser um silêncio “à Ena Pá”. Algo imprevisível, e com certeza tóxico, ácido, libidinoso, irreverente, imoral, e de forte componente política! Senhoras e senhoras “ouçamos” em silêncio “As Piores Canções dos Ena Pá 2000”! Pouco barulho!

Livro sobre Agostinho da Silva




Livro sobre Agostinho da Silva
é apresentado amanhã


Amanhã, quinta-feira, dia 28 de Junho, às 17h, na sede da Associação Agostinho da Silva (R. do Jasmim, 11, 2º andar; junto ao Príncipe Real) lançar-se-á a obra de A. Campos Matos, "Agostinho da Silva e Vasco de Magalhães-Vilhena entrevistados sobre António Sérgio" (Ed. Horizonte)


Realizar-se-á, de seguida, um debate, que se prevê animado, sobre a influência de António Sérgio em Agostinho da Silva, que contará com as intervenções, entre outras, de A. Campos Matos, J. de Freitas Branco, Romana Valente Pinho, Amon Pinho Davi, Miguel Real, Renato Epifânio e Paulo Borges.

Rolling Stones e Ana Moura

Algumas imagens do Concerto dos Rolling Stones com Ana Moura na passada segunda feira no Estádio Alvalade, em Lisboa.


É a cultura estúpido!





É A CULTURA,
ESTÚPIDO!
QUARTA,27 DE JUNHO ÀS 18H3O
AS TENDÊNCIAS LITERÁRIAS PARA O VERÃO 2OO7



O último É A CULTURA, ESTÚPIDO! desta quarta tempo-
rada de encontros mensais vai apresentar as tendências literárias
para o Verão de 2007, com um autêntico desfile do que se vai
usar literariamente nesta estação.

Presentes nesta última edição estarão os críticos culturais Pedro Mexia e José Mário Silva,
vários livros... e várias modelos.
A entrada é livre.
Coordenação Produções Fictícias

Zucchero no Casino Estoril

Zucchero em exclusivo
no Casino Estoril


Em plena digressão mundial, Zucchero apresenta o álbum “Fly”, no próximo dia 27 de Junho, no Casino Estoril. O popular músico italiano interpreta os temas do seu novo registo discográfico, em exclusivo no Salão Preto e Prata do Casino Estoril.

Inspirado nos blues, Zucchero assegura, ainda, uma retrospectiva dos melhores momentos da sua vasta carreira.
Num concerto inédito, Zucchero propõe, assim, as sonoridades de “Fly”, um álbum lançado no final de 2006, que reúne 13 faixas assinadas pelo próprio cantor.
Neste CD de originais, Zucchero é acompanhado por experientes músicos: Tim Pierce, na guitarra eléctrica, Matt Chamberlain, nas teclas, e Davey Farragher, no baixo.
O Casino Estoril acolhe, assim, o único concerto agendado para Portugal da “Fly World Tour 2007”. Em palco, o artista selecciona, habitualmente, temas como “Bacco Perbacco”, “Un Kilo”, “Occhi”, “Quanti Anni Ho”, “Cuba Libre”, “E’ Delicato”, “L’Amore è Nell’aria”, “Pronto”, Let It Shine”, “Tropa Fedeltà”, “Nel Cosi Blu” ou “Flying Away”.

Apontado como um ícone da música italiana, Adelmo Fornaciari nasceu em 1955, em Roncocesi, na província de Reggio Emilia. Seduzido pelo meio artístico, começou muito jovem a tocar guitarra. Posteriormente, mudou-se para a Toscânia, onde formou alguns grupos inspirados nos blues.

Adoptou, então, o nome artístico de Zucchero que, curiosamente, significa açúcar em português. O artista construiu um percurso de relevo internacional, gravando importantes álbuns como “Zucchero”, “Zu & Co.”, “Spirito Divino”, “Shake” ou “Blue Sugar”.
Com vários êxitos interpretados em italiano, como são os casos de “Diavolo in Me”, “Il Volo”, “Donne”, “Muoio Per Te” ou “Dune Mosse”, Zucchero é reconhecido por outros sucessos, em inglês, como “A Wonderful World”, “She’s My Baby”, “Whitout a Women”, “You Make Me Feel Loved”, “Back 2 U” ou “I Lay Down”.

A sua versátil discografia torna-se evidente nos concertos, onde Zucchero conquista um público de diferentes gerações.

Com o Welcome Drink marcado para as 20 horas, no Du Arte Lounge, seguir-se-á o jantar, pelas 21 horas, no Salão Preto e Prata. Zucchero subirá ao palco pelas 23 horas.

O preço é de € 75 por pessoa, sendo recomendado como traje o fato escuro.
Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Estoril é reservado a maiores de 18 anos.

Novo Circo no Casino Lisboa







Noites com Novo Circo
em Julho no Casino Lisboa



Com momentos de rara beleza estética, as exibições do Novo Circo constituem uma das referências do Casino Lisboa.

Em Julho, o amplo espaço do Arena Lounge acolhe, até ao dia 15, o duo Arthemis que assina um exercício em “Acrodance & Vertical Rope”, e de 16 a 31, Sylvain que estreia um número em “Vertical Rope”.


Inspirada no ritmo e paixão do tango, a dupla Arthemis protagoniza uma dança acrobática, que se inicia no solo e progride no espaço aéreo. Pela primeira vez no Casino Lisboa, este duo estreia um exercício de “Acrodance & Vertical Rope”, prolongando as suas actuações até ao dia 15.


Com outro apelativo número de Novo Circo, Sylvain apresenta-se em “Vertical Rope”, durante as duas últimas semanas de Julho.

Especialista em diversos aparelhos de equilíbrio e força, Sylvain granjeou a admiração do público pelas suas actuações em “Aerial Rope”.
Sylvain iniciou-se aos nove anos de idade nas artes circenses, aperfeiçoando, desde então, as suas promissoras qualidades técnicas.

Ao longo do seu percurso artístico, Sylvain trabalhou em diferentes circos, integrando, em 2006, a prestigiada companhia do Cirque du Soleil.


Com entrada livre, o Novo Circo apresenta:
- De 1 a 15 de Julho: Arthemis em “Acrodance & Vertical Rope”
- De 16 a 31 de Julho: Sylvain em “Vertical Rope”


Por imperativo legal, o acesso aos espaços do Casino Lisboa é reservado a maiores de 18 anos.

terça-feira, 26 de junho de 2007

A Festa da Deolinda


FESTA DA DEOLINDA
CONTADO, NINGUÉM ACREDITA!


Mais fresca que nunca, aí vem a Deolinda outra vez!

E traz música!

A sua primeira canção disponível em disco, “Contado Ninguém Acredita”, já aí está a partir corações! É a faixa mais portuguesa e brilhante do CD acabadinho de sair “Novos Talentos FNAC 2007”!
Por isso, vai haver festa no castelo!

Perdida de amores, a nossa Deolinda fechou as suas janela de tabuinhas, deixou os gatos (e o peixinho!) com a vizinha, fez uma trouxinha com o seu xaile vermelho, as suas tamancas e um frasquinho de jeropiga, e aí vai ela toda airosa, a cantar aos sete ventos!

Viva a folia, viva a Festa da Deolinda, que o mês dos bailaricos ainda não acabou!
Alegre e desempoeirada, ela canta em Lisboa dia 30 de Junho no Santiago Alquimista, antes de voltar para os seus gatos e para as janelas de tabuinhas (e para o peixinho!).

Prepare-se para bater o pé, e para encher a alma com perfumes de mangerico! Quando a Deolinda sai à rua… Ai, rapazes!

Nuno Prata ao vivo em Lisboa e Braga


Nuno Prata continua a apresentar «Todos os Dias Fossem Estes/Outros» dando resposta às solicitações que têm surgido um pouco por todo o País.

Os próximos concertos do músico portuense estão agendados para dia 28 de Junho no Festival 5ª Autores, no Bar Lounge, em Lisboa; e dia 29 no Insólito Bar, em Braga.

Como convidados, Nuno Prata vai contar com Nicolas Tricot e António Sérgio.

Dividido entre os palcos e a sala de ensaios, onde prepara novos temas para o segundo álbum de originais, o músico portuense acompanha o sucesso do single «Nada é Tão Mau» que, desde Abril, ocupa um lugar no TOP 3 - lista dos temas mais votados pelos ouvintes da Antena 3.


28 de Junho
Festival 5ª Autores
Bar Lounge - Lisboa
23h30 Entrada Livre

29 de Junho
Insólito Bar em Braga
23h00 3 €

África Festival de novo em Lisboa

África Festival de regresso a Lisboa

O África Festival está de regresso à capital, depois do sucesso alcançado em anos anteriores.
A 3ª edição, inserida nas Festas da Cidade, será nos dias 28, 29 e 30 de Junho onde irão decorrem concertos junto à Torre de Belém e de 2 a 8 de Julho o Festival estende-se até ao Cinema São Jorge para diversas iniciativas.

O África Festival arranca no dia 28 de Junho com um espectáculo de Mayra Andrade, cuja personalidade, presença, maturidade e consistência fazem dela a mais extraordinária cantora da nova geração cabo-verdiana.
No mesmo dia, actuam os lendários Músicos do Nilo, símbolo da tradição cigana no mundo árabe (norte do Egipto).
Dia 29 é a vez de Paulo Flores, o expoente máximo do semba angolano e de Bassekou Kouyate & Ngoni ba, a grande promessa da música do Mali e de África para 2007.
Os espectáculos junto à Torre de Belém terminam dia 30 com Sally Nyolo, que traz a Lisboa o seu mais recente projecto: studio cameroon, fruto de um “regresso a casa” e Baaba Maal que, não sendo conhecido em Portugal, é um ícone da cultura senegalesa no mundo.

Este ano, o Festival prolonga-se até ao Cinema São Jorge, onde, no dia 2 de Julho, decorre a apresentação do livro “Lisboa na Cidade Negra”, por Jean-Yves Loude.
Uma viagem pela capital seguindo as pistas de Maria a Africana, num percurso que explora os locais mais emblemáticos da cidade.
No mesmo dia, pelas 22h00, Nancy Viera sobe ao palco do Cinema São Jorge.
Seguem-se Victor Gama, no dia 4, Tinariwen, dia 5 e finalmente, no dia 7, Kalaf apresenta o espectáculo Ecos da Banda – Música e Poesia.

Paralelamente, de 3 a 8 de Julho, acontece a mostra de cinema documental, “Sons e Visões de África”.
Este bloco de programação visa contribuir para alargar e aprofundar o conhecimento da vida, da cultura e do imaginário dos países africanos.
Bamako”, de Abderrahmane Sissako, “Amandla!”, de Lee Hirsch, “Refugee all Stars”, de Zach Niles e Banker White, “Muxima”, de Alfredo Jaar, “Mãe Ju”, de Kiluanje Liberdade e Inês Gonçalves e “Lusofonia a (R)evolução”, da Red Bull Music Academy, são alguns dos filmes em cartaz.

ÁFRICA FESTIVAL

Torre de Belém

28, 29 e 30 de Junho
22h00 Entrada livre

28 de Junho
Mayra Andrade (Cabo-Verde) e Músicos do Nilo (Egipto)
29 de Junho
Paulo Flores (Angola) e Bassekou Kouyaté & Ngoni Ba (Mali)
30 de Junho
Sally Nyolo (Camarões) e Baaba Maal (Senegal)

Cinema São Jorge

2 a 8 de Julho
Entrada livre até ao limite de lugares disponíveis.
Pressupõe o levamento de bilhetes no dia a partir das 13h00.
Não se efectuam reservas.

2 de Julho
18h00 Apresentação do livro “Lisboa na Cidade Negra”, por Jean-Yves Loude
22h00 Nancy Vieira

4 de Julho
23h30 Victor Gama apresenta “FWD: Utopia”

5 de Julho
23h30 Tinariwen

7 de Julho
18h00 Workshop de Kizomba
por Avelino Chantre max. 20 participantes mediante inscrição nível médio/avançado
23h30 Kalaf apresenta “Ecos da Banda – Música e Poesia”

3 a 8 de Julho
“Sons e Visões de África “ – mostra de cinema documental
3 a 6 de Julho
18h00 Kizomba Sessions

Jorge Cruz está de volta


Depois de se ter revelado como um dos mais incontornáveis escritores de canções da nova geração da música portuguesa em “Sede”, Jorge Cruz está de volta com um disco que confirma a singularidade da sua escrita e leva a outras consequências a sua abordagem à canção.

“Poeira” é composto por onze temas que exploram os diferentes ambientes que povoam a música de Jorge Cruz, carregada de tons confessionais e vivência pessoal.
“Nada”, “Paralelo infinito”, “Canção desta cidade”, “Anda menina”, “O problema”, “Olhar nas estrelas”, “Feliz”, “Fado do crime”, “Extravagante”, “Poeira” e “Iguais” visitam as sensibilidades jamaicanas e o folk vadio, as raízes tradicionais portuguesas e o fado imprevisto, mantendo uma coerência invulgar, assegurada pela mestria da escrita cada vez mais madura e personalizada de Jorge Cruz.

“Poeira” conta com um vasto número de convidados entre os quais estão André Indiana, os Sloppy Joe, Jorge Coelho (Zen, Mesa), Alexandre Almeida (Bandemónio, Mundo Secreto), Eurico Amorim (Mesa, Supernada), Alexandre Mano (Superego), Quiné (Brigada Victor Jara, Filipa Pais, Segue-me À Capela); Sérgio Calisto (Mandrágora, Mú) e as cantoras Ana Brandão (que já colaborou com Carlos Bica, Sérgio Godinho ou Vitorino), Fátima Serro, Teresa Gabriel e Marta Ren (Sloppy Joe).




Algarve a melhor região de Turismo



ALGARVE ELEITO «MELHOR REGIÃO DE TURISMO»


O Algarve recebeu ontem o prémio de «Melhor Região de Turismo Nacional», no primeiro ano em que a categoria foi a concurso no âmbito da Gala Anual do Turismo – Prémios Publituris 2006.

O evento elegeu, pelo quarto ano consecutivo, os melhores profissionais e as empresas que mais se destacaram no turismo nacional e internacional.

O Algarve foi também premiado em três outras categorias: «Melhor Campo de Golfe», com o Victoria Clube de Golfe, em Vilamoura; «Melhor Turismo em Espaço Rural», com o Monte Velho Resort, na Carrapateira, concelho de Aljezur; e «Melhor Agência Madeira», prémio entregue à Portimar.


O júri constituído por personalidades associativas, académicas, políticas e empresariais ligadas ao sector confere um elevado grau de credibilidade e transparência a todo o processo.

O jornal Publituris nomeia cinco empresas ou personalidades em cada uma das 28 categorias a concurso numa primeira fase; em seguida, os leitores votam via Internet.

Finalmente, o júri elege um vencedor entre os três mais votados em cada categoria.


Alunos da Escola Superior deTeatro e Cinema no D.Maria II

Alunos da Escola Superior de Teatro e Cinema
apresentam O Fim de António Patrício na Sala Estúdio do TNDM II


A partir de um texto que integra o programa obrigatório dos estudos teatrais – O Fim, de António Patrício – Maria João Vicente dirigiu um grupo de alunos da escola Superior de Teatro e Cinema e vai apresentar, na Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, de 3 a 8 de Julho, um exercício que pretende apresentar ao público novos criadores teatrais em potência (actores, dramaturgistas, cenógrafos, produtores).

A peça, escrita em 1909, devolve-nos ao Portugal na transição entre a monarquia e a república, e põe em cena uma rainha solitária, meia louca e que deambula pelos corredores do Paço, já decrépito, acompanhada apenas por amigos fiéis e por alguns velhos criados. É um país em crise, aquele que nos pinta Patrício, e que, invadido por tropas estrangeiras, parece não ter solução à vista.


António Patrício (1878-1930), um dos maiores expoentes do simbolismo português mas cuja obra é também atravessada por influências decadentistas e saudosistas, escreveu e publicou livros de poesia e de contos.
Para teatro, escreveu “O Fim” (1909), “Pedro, o Cru” (1918), “Dinis e Isabel” (1919) e “Dom João e a Máscara” (1924).


Professores responsáveis pela Oficina de Criação

Maria João Vicente (Coordenação e Encenação)
Armando Nascimento Rosa (Autoria do Projecto e Dramaturgia)
Sérgio Loureiro (Design de Cena)
Miguel Cruz e Marisa F. Falcón (Produção)
Sara Belo (Voz
Alunos/Actores

Cristiana Castro, Jorge Cabral, Miguel Damião, Rui Neto e Vanda Cerejo
Alunos/Design de Cena
Cláudia Gaudêncio, Nuno Barbosa, Mariana Lobo e Sofia Ferreira
Alunas/Produção
Ana Freire de Andrade e Nilza Gomes
Aluna/Dramaturgia
Joana Câmara
Desenho e Operação de Luz
Irlando Ferreira (1.º ano/Produção)
Fotografia
Marisa Cardoso
Gabinete de Produção
Pedro Azevedo, Conceição Costa e Rute Reis

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Casino Lisboa patrocina mostra de 2CV

Casino Lisboa acolhe
relíquias de Citröen 2CV

O Casino Lisboa acolhe, desde o passado fim-de-semana, três automóveis originais Citröen 2CV.
No espaço envolvente ao Arena Lounge, os visitantes podem apreciar estas verdadeiras relíquias, um dos quais é património do Clube CV, até ao próximo dia 6 de Julho.
Note-se que o Casino Lisboa patrocina a presença do Citröen 2CV no 17º “Encontro Mundial dos Amigos dos 2CV”, que decorre na Suécia, mais concretamente em Borlänge, de 24 a 29 de Julho 2007.
Um dos modelos em exibição é, precisamente, o Citröen 2CV que ostenta o patrocínio do Casino Lisboa.
Os outros dois exemplares expostos, já participaram oficialmente em todos os encontros Mundiais 2CV desde a sua fundação.
Aliás, um deles foi produzido a 27 de Junho de 1990 em Mangualde.
Trata-se do último 2CV que a conhecida marca francesa comercializou em todo o mundo, tendo sido pintado e decorado por Automóveis Citroën SA.

Novo Programa na RTP N


OBRA DE ARTE - QUARTA-FEIRA, DIA 27, às 22h30



OBRA DE ARTE é o novo programa da RTPN, dedicado a obras de relevância pública (edifícios, pontes, viadutos, barragens, imóveis com valor histórico e patrimonial, etc.) e aos bastidores da respectiva construção.

Neste programa que é exibido semanalmente, às quartas-feiras, às 22h30, são abordadas as dificuldades e os desafios do processo construtivo, sempre numa perspectiva didáctica, e o mérito da “engenharia” na execução da “arquitectura” (aspecto quase sempre relegado para segundo plano), bem como a contextualização geral da obra.

Mais do que a história, o valor patrimonial ou a qualidade do desenho arquitectónico, ao programa OBRA DE ARTE interessa, sobretudo, o processo construtivo, de forma a que os espectadores encarem os edifícios e as obras emblemáticas numa outra perspectiva, diferente daquela que lhes é normalmente disponibilizada. Nessa medida, OBRA DE ARTE é um programa pioneiro na televisão portuguesa, diferente do que se tem feito até hoje nesta temática, e certamente inovador.

A diversidade temática é uma das características deste programa, como se depreende dos temas a abordar nas primeiras emissões, em que se destacam:
- As pontes em betão do Porto: o génio de Edgar Cardoso
- A pala do pavilhão de Portugal e a Gare do Oriente (Parque das Nações, Lisboa)
- Mosteiros da Batalha e de Alcobaça
- Os edifícios e os terramotos: o exemplo precursor da Baixa Pombalina
- Viver numa casa inteligente
- Linhas ferroviárias do Douro, Tua e Beira Alta
- Os edifícios mais altos do país
- Edifícios religiosos, grandes desafios para a engenharia
- Grandes obras de geotecnia
- Castelos e fortificações: a engenharia militar através dos tempos
- Os novos estádios de futebol: construção “versus” reconstrução
- A barragem do Alqueva

OBRA DE ARTE é produzido pela Ideias e Conteúdos, produtora que, na RTPN, assegura também, desde há 3 anos, o magazine semanal de vinhos A HORA DE BACO. Concebido e coordenado pelo jornalista Luís Costa, a produção executiva e reportagem de OBRA DE ARTE são asseguradas pelo também jornalista José João Santos. A captação de imagem e edição é da responsabilidade de Ricardo Garrido. O programa tem o apoio logístico e de pré-produção da Ordem dos Engenheiros – Secção Regional Norte.


domingo, 24 de junho de 2007

Encontros da Arrábida

Obra de Fernando Gil em debate nos Encontros da Arrábida


A Fundação Oriente promove um colóquio sobre o filósofo Fernando Gil, coordenado por Paulo Tunhas, da Universidade Fernando Pessoa, de 26 a 28 de Junho, no Convento da Arrábida.

A obra de Fernando Gil, desde “Aproximação antropológica” (1962) até “A quatro mãos” (2006), tem uma riqueza e uma complexidade que convivem com uma poderosa coerência interna.
Neste colóquio pretende-se demonstrar como Fernando Gil extraiu de várias disciplinas elementos que lhe permitiram sustentar as suas hipóteses filosóficas.

Procura-se, também, investigar a relação da obra de Fernando Gil com diversas figuras da tradição filosófica, como por exemplo Malebranche, Leibniz, Kant, Fichte, Wittgenstein, entre outros.

Os Encontros da Arrábida 2007 são um ciclo anual de conferências de alto nível académico e científico, sob o patrocínio da Fundação Oriente.

Programa

Dia 26 de Junho

10:30 O BeloA alucinação na literaturaHelder MacedoKing’s College, Londres
Estética, aparência e representaçãoMaria Filomena MolderDepartamento de Filosofia, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
O pensamento e a música Mário Vieira de CarvalhoFaculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

15:00 LeiturasA leitura de LeibnizAdelino CardosoCentro de Filosofia da Universidade de Lisboa
A leitura de WittgensteinAntónio MarquesFaculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
A leitura de Kant e de FichtePaulo TunhasUniversidade Fernando Pessoa
O fundamento ontológico da evidênciaMafalda Faria BlancFaculdade de Letras de Lisboa

Dia 27 Junho

10:00 O VerdadeiroParadigmas científicos Hermínio MartinsSt. Antony’s College, Oxford
Produção e transmissão dos conhecimentos. Escola e enciclopédiaOlga PomboFaculdade de Ciências da Universidade de Lisboa
Fundações e forclusões em medicina Manuel Silvério MarquesMédico. Investigador do Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa. Membro do Centro de Estudos de Filosofia da Medicina do Instituto Português de Oncologia
Integridade e ciência João Lobo AntunesFaculdade de Medicina de Lisboa
15:00 A ObraAproximação antropológicaAntónio Braz TeixeiraMembro efectivo da Academia de Ciências de Lisboa/Presidente do Instituto de Filosofia Luso-Brasileira
A lógica do nome Luísa Couto SoaresFaculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
O pensamento categorial. Sobre Mimésis e negação Marta de MendonçaFaculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa / Instituto de Estudos Políticos, Universidade Católica Portuguesa
A evidência. A partir do tratado da evidência Nuno NabaisUniversidade de Lisboa/Universidade de Évora
Conversação e convicção. A partir de A convicção
Rui Bertrand RomãoUniversidade da Beira Interior

Dia 28 Junho

10:00 O BemFilosofia política Diogo Pires AurélioFaculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa
Justiça João Lopes AlvesInstituto de Estudos Políticos da Universidade Católica Portuguesa
Pensamento e acção política José LamegoFaculdade de Direito de Lisboa
História e evidência Rui Cunha MartinsUniversidade de Coimbra
15:00 O Bem (cont.)Política e cultura João Bénard da CostaCinemateca Portuguesa
Impasses Manuel de Lucena Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa
Fundação e fundamento Renato Lessa Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense
Mesa redonda Fernando Gil e as Ciências Sociais Manuel Villaverde CabralInstituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa António Firmino da Costa Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa Hermínio MartinsSt. Antony’s College, Oxford
17:30 Conclusões e EncerramentoJosé Gil Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa Danièle CohnÉcole des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris

Inscrições:
FUNDAÇÃO ORIENTE Rua do Salitre, 661269-065 LisboaTel: (351) 213 585 200 Fax: (351) 213 527 042

Música de Câmara no Palácio Foz


Recital de Música de Câmara
Palácio Foz




A Juventude Musical Portuguesa apresenta, no dia 25 de Junho, pelas 18:30h, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, um recital de Música de Câmara onde se poderão ouvir obras de Johann Sebastian Bach (Sonata para Flauta e Piano, em Mi bemol Maior, BWV 1031), Paul Hindemith (Sonata para Flauta e Piano) e César Franck (Sonata).

A entrada é livre.


Nuno Inácio (Flauta Transversal)

Natural da Ericeira, iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos de idade na Filarmónica local. Dois anos mais tarde, na Escola de Música «Luís António Maldonado Rodrigues», em Torres Vedras, começou o curso complementar de Flauta Transversal, sob a orientação de Ricardo Meira.
Aos 18 anos ingressou na Escola Superior de Música de Lisboa, nas classes de Anthony Pringsheim (Flauta) e Olga Prats e Fernando Fontes (Música de Câmara). Quatro anos mais tarde, em 1999, concluiu a licenciatura com a classificação máxima.
Nesse mesmo ano, em Inglaterra, foi aceite como aluno de um dos mais célebres flautistas internacionais, Trevor Wye, sob a orientação do qual estudou durante dois anos.
Seguidamente, participou em cursos de aperfeiçoamento e masterclasses em Portugal e no estrangeiro, com Herbert Weissberg, Trevor Wye, Celia Chambers, Vicenç Prats, Patricia Morris, William Bennett e Sophie Cherrier; entre outros.
Depois de haver conquistado vários galardões nacionais e internacionais, passou a ser regularmente convidado para desempenhar o lugar de 1.º flauta-solista da Orquestra Gulbenkian, além de colaborar em formações instrumentais como a Sinfonietta de Lisboa, a Orchestra Utópica e a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras.
Nas qualidades de solista e de músico de câmara, Nuno Inácio já se apresentou em Lisboa e noutras cidades do País.
Desde 1999 que é professor de Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa, além de leccionar Flauta Transversal na Academia Nacional Superior de Orquestra, funções que reparte com as de 1.º flauta da Orquestra Metropolitana de Lisboa.

Paulo Pacheco (Piano)

Natural de São Miguel (Açores), ingressou no Conservatório Regional de Ponta Delgada, onde cursou Piano na classe de António Teves.
Foi posteriormente admitido na Escola Superior de Música de Lisboa, onde estudou sob a orientação de Miguel Henriques (Piano) e Olga Prats (Música de Câmara).
Com o barítono Rui Pedro Baeta obteve o 1.º Prémio de Música de Câmara – nível superior – no Concurso «R.D.P – Prémio Jovens Músicos 1999».
Na sua actividade, destacam-se os recitais realizados no 26.º Festival Internacional de Música da Costa do Estoril; na Promenade Jovens Músicos (Porto); no Curso Internacional de Música de Câmara na Fundação «Hindemith» (Suíça); para além de recitais em Lisboa (Museu da Fundação Calouste Gulbenkian), Tomar e Açores.
Realizou recitais na Temporada Musical dos Açores 2001 e 2002, e participou no Festival MusicAtlântico 2002.
No mesmo ano dirigiu a Orquestra Sinfónica Juvenil, à frente da qual interpretou o Concerto em Ré Menor, de J. S. Bach. Paulo Pacheco concluiu o m estrado em Piano Performance, sob a orientação do eminente pedagogo Vladimir Viardo, na Universidade do Norte do Texas (College of Music), em Fevereiro de 2004.
Complementou a sua formação em Pedagogia e Literatura de Piano, Música de Câmara e Direcção Coral com as mais elevadas classificações.
Actualmente, Paulo Pacheco lecciona a disciplina de Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa, sendo também professor/coordenador de Música de Câmara na Academia Nacional Superior de Orquestra.





Juventude Musical Portuguesa
Av. da Liberdade, 13, 2º Dtº
1250-139 Lisboa
Tel.: +351 21 3573131´
Fax: +351 21 354 33 30
www.jmp.pt jmp@jmp.pt

The Stones Project com Ana Moura em Lisboa

O saxofonista Tim Ries, músico convidado dos Rolling Stones, que hoje actuam no Estádio José Alvalade em Lisboa, apresenta amanhã no Cinema S. Jorge "The Stones Project".

O espectáculo conta com a participação especial da fadista Ana Moura, que gravou o ano passado no estúdio MB, de Mário Barreiros, "No expectations" e "Brown sugar" para o álbum "The Rolling Stones Project- II"
Nos temas escolhidos, Ana Moura introduziu algumas estrofes em português, traduzidas por Jorge Fernando, que fez também os arranjos para fado.
Jorge Fernando (na foto à esuerda de Ana Moura) na viola e José Manuel Neto na guitarra portuguesa acompanham a fadista juntando-se à banda liderada por Ries.

No passado domingo, à noite, Mick Jagger (na foto à direita de Ana Moura), Keith Richards, Ron Wood e comitiva foram ouvir Ana Moura na casa onde costuma cantar.
A cantora interpretou os temas do seu novo álbum, "Para além da saudade".

Tim Ries (na foto à direita de Mick Jagger) participou na gravação deste álbum, nomeadamente no fado "A Sós com a noite", como saxofonista, e compôs a música de "Velho anjo".
Na Casa de Linhares, local onde actua, Ana Moura interpretou ainda "No expectations", tema da autoria de Mick Jagger e Keith Richards incluído em "Beggars banquet".

Com Tim Ries sobem ao palco do S. Jorge Jordi Bonell (guitarra), Thomas Bramerie (contrabaixo) e Marc Miralta (bateria).


Fonte: Lusa

Apresentação de "Nabogador" na Câmara da Póvoa do Varzim



“Um escritor que nos acompanha desde sempre na aventura literária aqui na Póvoa, é já também um cidadão poveiro apesar de ser um cidadão do mundo”, foi deste modo que o vereador do Pelouro da Cultura, Luís Diamantino, se referiu a Onésimo Teotónio de Almeida.

O escritor esteve ontem pela nona vez na nossa cidade para a apresentação do seu mais recente livro de crónicas, "Aventuras de um Nabogador & outras estórias-em-sanduíche", na Biblioteca Municipal.

Onésimo não pode deixar de recordar o Auditório da Biblioteca como o lugar “onde se deu a sessão de encerramento da primeira edição das Correntes d’Escritas”, evento literário em que o escritor marca presença desde o início.
O Catedrático Arnaldo Saraiva apresentou a obra do seu amigo como algo muito próprio que ele se atreveu a designar como um típico estilo “onesimiano”.

"Aventuras de um Nabogador & outras estórias-em-sanduíche" é um conjunto de textos exemplares que falam de encontros e desencontros culturais, sexuais, em viagem, com os outros e consigo mesmo”.

A referência a viagens é outro dos ingredientes que caracteriza esta obra que nos oferece duas originalidades presentes no título, o neologismo Nabogador e a metáfora do pão “estórias-em-sanduíche”.
“Onésimo é um homem que se multiplica em actividades, é professor de Filosofia, é escritor, colabora em jornais, é um crítico da nossa realidade bem humorado, é um bom companheiro e o seu livro uma excelente companhia”, continuou o professor numa profunda navegação pelas diferentes tipologias textuais (relatos; memórias; anedotas; histórias) que se entrecruzam no livro e poderiam designar-se como “Crónica de Onésimo”. O escritor açoriano é “um homem em permanente efervescência; é sobretudo um homem de duas margens, da Europa e da América, um homem de trânsito permanente que se reparte por diferentes tipos de textos, textos que dão conta do comunicador extraordinário que é”, acrescentou Arnaldo Saraiva.

A afabilidade e humor de Onésimo “ensanduicharam” o público que manifestou um apetite incontrolável em deliciar-se com este novo livro de crónicas, que resulta do “incontrolável prazer de as contar” do escritor.


Livro de Joel Neto


"Todos nascemos benfiquistas" ( mas depois alguns crescem) de Joel Neto



SINOPSE
«No Benfica é tudo em grande. E que alguns de nós tenham que crescer, imediatamente após nascerem todos igualmente benfiquistas, é como se de uma regressão civilizacional se tratasse. Isso mesmo: uma regressão. Como se crescer fosse exactamente aquilo que nos faz pequenos. Entretanto, que viva o Benfica. Alegria, alegria»


A teoria de Joel Neto é clara: se é certo que a maioria grita pelas cores encarnadas nos primeiros anos de vida, com o passar da idade, a evolução para os tons verdes é natural e progressiva. Em Todos Nascemos Benfiquistas (Mas Depois Alguns Crescem), Joel Neto reúne um conjunto de crónicas onde se debruça, com caneta afiada, sobre o futebol. É preciso dizer que o autor não é um cronista desportivo na verdadeira definição do termo. Então, mas afinal, porque escreve sobre futebol? Porque futebol é os protagonistas, os mister, os lances falhados, as substituições mal planeadas, as chuteiras, os estádios semicheios ou semivazios, os clubes e os apitos, as disputas e questiúnculas. Mas, Joel Neto vai para além deste mundo futebolístico, porque este jogo de bola é também e principalmente amor e ódio, drama e comédia. Que merece lágrimas e gargalhadas. Palmas e assobios.

Diga-se em prol da verdade que o autor é um adepto convicto do Sporting. «Se não houvesse Benfica, tudo era mais fácil. Éramos o nosso próprio termo de comparação, a medida da nossa glória intrínseca. Assim, não. Hoje, Sporting contra Benfica é o confronto de humildes derrotados contra vencedores implacáveis (…). Benfica contra Sporting, pelo contrário, é o mundo inteiro contra um cantinho de Portugal.»

JOEL NETO nasceu em Angra do Heroísmo, em 1974. Publicou O Terceiro Servo (romance, 2000), O Citroën Que Escrevia Novelas Mexicanas (contos, 2002), Al-Jazeera, Meu Amor (crónicas, 2003) e José Mourinho, O Vencedor (biografia, 2004). Está traduzido em Inglaterra e na Polónia, editado no Brasil e representado em antologias em Espanha e Itália, para além de Portugal. Jornalista, tem trabalhado na imprensa escrita e na televisão, como repórter, cronista, comentador, apresentador e autor de conteúdos. Mantém na Internet diversos blogs sobre o quotidiano, o jornalismo, o futebol e o golfe.

Conferência integrada na Trienal deArquitectura deLisboa


Paulo Mendes da Rocha na Trienal de Arquitectura de Lisboa



O arquitecto brasileiro Paulo Mendes da Rocha, Prémio Pritzker 2006, irá dar uma conferência no Grande Auditório do Instituto Superior Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE, Av.ª das Forças Armadas, Lisboa) no próximo dia 25, às 19 horas.

A conferência, integrada na Trienal de Arquitectura de Lisboa, contará ainda com a presença do arquitecto Manuel Graça Dias convidado a fazer a apresentação do orador.

sábado, 23 de junho de 2007

Festa Gay em Lisboa




Orgulho LGBT @ Lisboa, 2007
É já amanhã (23 de Junho) que terão lugar os dois eventos comemorativos do Orgulho* LGBT em Lisboa.

MARCHA DO ORGULHO* LGBT


Sob o lema "Igualdade de Direitos: aqui e agora!", vai realizar-se a 8ª Marcha do Orgulho LGBT*.Desta vez o percurso terá início no Príncipe Real, às 16h30.


Arraial Pride*


O palco está colocado. As tendas estão já (quase) montadas.
É a contagem decrescente para o 11ª Arraial Pride...Sábado 23 de Junho, a partir das 18h na Praça do Comércio.

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Box Nova: Das Padeiras no Centro Cultural de Belém



BOX NOVA: DAS PADEIRAS

De Ana Gouveia e Marina Nabais



23 de Junho (Sábado) às 19h00Sala de Ensaio do Centro Cultural de Belém

Preço único: 4€

Duração aproximada: 50 minutos

Direcção Artística e Interpretação: Ana F. Gouveia e Marina Nabais

Textos Originais: Ana F. Gouveia, Beatriz Cantinho e Marina Nabais

Música: Tiago Cerqueira

Figurinos e Caracterização: Iñaki Zoilo

Cenografia e Adereços: F Ribeiro

Desenho de Luz: José Álvaro Correia

Produção: ‘a menina dos meus olhos, associação cultural’


Esta é a história que conta o “aqui, agora e sempre”.
A Padeira de Aljubarrota foi mesmo uma heroína!? Uma heroína?
Mas afinal onde começa e acaba a história?

A partir de muitos relatos que noticiam várias mortes pode nascer um mito! Este, como ampliação da realidade, desfragmenta-se dando origem a diferentes facetas de uma personagem feminina controversa que, sem dúvida, marca o imaginário português.

Podem nunca lá ter ido, a Aljubarrota, mas de certeza que já ouviram falar na lendária padeira.
Apresentamos um conjunto de ensaios relacionados com a mistificação da padeira Brites de Almeida – a famosa padeira de Aljubarrota.

Fragmentos de um mito que remetem para a ambiguidade da verdade histórica das diferentes versões.

Será que se passou assim? E qual é a actualidade do mito? Será que vivemos um medieval contemporâneo ou numa contemporaneidade medievalista – que traços idiossincráticos se mantêm até aos dias de hoje? Especulamos sobre o passado comum, o presente e deixamos em aberto as projecções para o futuro



ANA GOUVEIA: co-criação e interpretação produção


Nasceu a 29 de Novembro de 1979, em Lisboa. Iniciou a sua formação artística na Escola António Arroio, em artes plásticas e, em paralelo, começou o seu percurso em dança. Frequentou o primeiro ano de Escultura nas Belas Artes de Lisboa mas optou pelo ramo de espectáculo da Escola Superior de Dança. Decorrida a Licenciatura procurou um complemento teórico e historicista das artes, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Dentro da sua formação complementar destaca workshops de artes plásticas, desde a pintura à construção de fantoches, passando pela joalharia. Relativamente à formação ‘performática’, salienta os workshops com Peter Michael Dietz, Paula Careto, Maria Reis Lima, Amanda Woodson e Ken Skrzes e, também, Commedia dell’arte com Didier Galas e The Promise/ The procedure com Rebecca Schneider. Como intérprete trabalhou com Jean-Paul Bucchieri, Paula Massano, Francisco Camacho, Catarina Trota, Beatriz Cantinho, Rogério Nuno Costa, Merce De Rande e Marina Nabais. No âmbito da formação artística promovida pela a ‘menina dos meus olhos, associação cultural’ (n. 2003), tem desenvolvido, em parceria com Marina Nabais, um trabalho direccionado para a formação artística pluridisciplinar de crianças e jovens da Junta de Freguesia da Pena, através de um programa/
ateliers e de aulas no núcleo de movimento.


MARINA NABAIS: co-criação e interpretação produção

Nasceu em Luanda em 1974. Começou a sua formação em dança (ballet) no Rio de Janeiro, em 1981. Em Lisboa, inicia a sua formação em técnicas modernas e contemporâneas na Escola de Dança Rui Horta, em 1988. Em 1991, foi bolseira da Companhia de Dança de Lisboa.
Fez o Bacharelato na Escola Superior de Dança, no ramo de espectáculo, no qual começou a desenvolver o seu trabalho como coreógrafa e intérprete (1992/1995). Em 1995/1997, frequentou a School For New Dance Development (Amesterdão), onde fez a sua pós-graduação. No ano de 1996 foi bolseira do Centro Nacional de Cultura. Da sua formação destaca ainda os workshops com Paulo Ribeiro, Clara Andermatt, Vera Mantero, Laurie Booth, Nancy Stark-Smith, Javier de Frutos, Peter Michael-Dietz, Nigel Charnock e David Zambrano.
Como criadora destaca os seguintes trabalhos: Dying Eyes (1996) – concepção e apresentação em Amesterdão; A Viagem (1997) – performance de improvisação em São Vicente/Cabo Verde; O Sono dos Objectos (1998) – projecto de música e movimento coordenado por Nanú, no Festival X, realizado no Porto; Segredos de Magenta (2001) – co-criação com Sandra Battaglia, música original de Nanú, em Cascais; 27/4 ou O Jardim das Delícias (2002) – co-criação com Rogério Nuno Costa, encomendado pelo Teatro Universitário do Minho, para as comemorações do Dia Mundial do Teatro, em Braga; Ophelia (2002) – responsável pela coreografia e interpretação. Encenação de Rogério Nuno Costa, em Lisboa e Almada; (2003) GOD KNOWS WHATi! (dá deus nozes a quem não tem dentes) – co-criação com Rogério Nuno Costa, em Braga e Lisboa.
Como intérprete tem trabalhado nas áreas de dança, teatro e vídeo. Em dança trabalhou com Francisco Pedro, Grupo de Dança de Almada, António Tavares, Nigel Charnock, Peter Michael-Dietz, Sofia Neuparth, Paula Varanda, Ana Borges, Eléonore Didier, entre outros.
Em teatro trabalhou com o Teatro O Bando, Luís Castro, Lúcia Sigalho e Rogério Nuno Costa. Em vídeo com Gonçalo C. Luz, Jeanne Waltz e Nuno Tudela.
Desenvolve paralelamente um trabalho pedagógico, quer a nível profissionalizante (aulas de dança contemporânea na Companhia de Dança de Almada – 1999/2000), quer a nível vocacional (aulas de movimento para actores no Instituto de Artes do Espectáculo – 1997/1999; aulas de sevilhanas para crianças – 1997/2001; movimento para o Teatro Universitário do Minho, e para o Teatro Universitário de Intervenção (TUI); coordenação do Núcleo de Dança Contemporânea de Lisboa – 2000/2005).

Em 2003 nasce ‘a menina dos meus olhos associação cultural’, da qual é directora artística.

Feira Internacional do Artesanato abre amanhã


Visite a FIA Lisboa 2007, Feira Internacional do Artesanato, de 23 de Junho a 1 de Julho de 2007 na FIL - Parque das Nações.


Inauguração Oficial: 23 de Junho às 15h00, presidida pelo Exmo. Senhor Dr. Alexandre Rosa, Vice Presidente do Conselho Directivo do IEFP - Instituto de Emprego e Formação Profissional,


Horário: De 23 Junho a 1 de Julho 2007 das 14h00 às 23h00 - Pav.1 e 2


Gastronomia: De 23 Junho a 1 de Julho 2007 das 12h30 às 23h00 - Pav.3

Revista Egoista: mais um número


Revista “Egoísta”
dedicada à Arte


A Arte ocupa o corpo inteiro da “Egoísta, na sua edição de Junho, associando a qualidade literária com um invulgar conjunto de imagens.
A publicação da Estoril Sol propõe, assim, um estimulante convite à leitura para os meses de Verão.
Em editorial, Mário Assis Ferreira escreve “a Arte existe, o que inexiste é a sua fronteira. E essa é traçada pelo artista, nesse êxtase de entrega e posse, chamada criação”.
E sublinha: “Egoísta é, também, o destinatário da Arte: porque ela lhe revela o melhor de si próprio, através de um talento que lhe não pertence; porque ela lhe alimenta emoções que apenas se saciam na evasão do quotidiano; porque ela lhe desperta a ânsia de uma posse, cuja fruição exclui partilha”.
Referência do meio cultural, a “Egoísta” abre, a sua 31ª edição, com a frase de uma criança de cinco anos: “o artista é esquisito. Tem muitas coisas. E até vai à lua. Eu gosto do artista”.
Além de um texto de Bernardo Pinto de Almeida sobre o vencedor do Prémio de Arte do Casino da Póvoa, Nikias Skapinakis, a Arte revela-se na sua forma mais perfeita com uma longa ficção de António Mega Ferreira.
Podemos desfrutar, ainda, das obras de David Lynch, Ricardo Leite, Pedro Proença, Alaxandre Farto, Pedro Cláudio, Homem Cardoso, Jordi Brauch e Columbano Bordalo Pinheiro, entre outros.

Privilegiam-se os artistas e conquista-se uma nova “Egoísta” que nos acompanhará durante o Verão.

IL DIVO


IL DIVO NO PAVILHÃO ATLÂNTICO



IL DIVO, uma banda romântica de estilo inconfundível e que tem espalhado a magia da música um pouco por todo o mundo, passou, finalmente, pelo nosso País.
O Pavilhão Atlântico apresentou-se completamente lotado, reunindo uma assistência de mais de 16.000 pessoas de várias gerações para, no passado dia 20 de Junho, receber em autêntico delírio os IL DIVO, num concerto único em Portugal.

No alinhamento do espectáculo a banda percorreu o seu novo álbum “Siempre” lançado no passado dia 27 de Novembro, entrelaçando algumas canções do anterior trabalho “Ancora” que foi nº1 em 26 países, vendendo mais de 12 milhões de unidades.
Em apenas 2 anos, os IL DIVO, Carlos Marin (espanhol), Urs Buhler (suíço), Sebastien Izambard (francês) e David Miller (americano), abraçaram o mundo e provaram que são capazes de quebrar enormes barreiras musicais, conquistando todos os públicos, incluindo o Português.
Nos últimos 12 meses, os IL DIVO esgotaram a sua tournée de 86 datas e foram convidados por Barbara Streisand para uma digressão conjunta nos E.U.A. de 20 espectáculos. Para além disso, gravaram o hino oficial do Campeonato Mundial de Futebol 2006 “Times of our lives”, juntamente com Toni Braxton, e actuaram para uma audiência de mais de mil milhões de pessoas na cerimónia de abertura do campeonato.

A fusão de 4 vozes excepcionais, que trouxeram a paixão e o virtuosismo da sua aprendizagem clássica para a interpretação de canções românticas e populares, levou a ópera para as grandes audiências e cativou o mundo. O Pavilhão Atlântico não foi excepção, vivendo uma noite mágica com os IL DIVO num ambiente muito difícil de adjectivar.



Texto e fotografia - Diamantino Costa

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Maxime com mais um espectáculo " sui generis "



CORAÇÕES DE ATUM TEJO TOUR JUNHO 2007
manuel joão vieira . nuno ferreira . joão custódio . marco franco . rui caetano
DIA 23 MAXIME – LISBOA. DIA 29 INCRÍVEL CLUB - ALMADA



Era uma vez um atum muito esguio e vivaço que gostava de nadar no Tejo.

Quem o visse a perseguir alegremente os cacilheiros, não podia imaginar que o nosso simpático amigo tinha um dilema que dilacerava a sua existência.

Ao nadar entre o Ginjal e o Arsenal, ele não sabia de que margem do Tejo gostava mais. Cacilhas tinha mil encantos: as marisqueiras, a praia das lavadeiras, as mulheres bonitas no passadiço dos barcos, os liambistas e os pescadores da beira-rio, e a sujidade; muita sujidade… Mas Lisboa também lhe agradava: Também tinha marisqueiras, a praia do cais do Sodré, as mulheres bonitas no passadiço dos barcos, os liambistas e os pescadores da beira-rio, e sujidade; muita sujidade…E assim andava este atum, dividido entre Lisboa e a outra banda.



Por esses tempos, junto ao mercado da Ribeira, um primo ofereceu-lhe um cavaquinho e disse-lhe: — Agora não fiques aí o resto da vida a tocar na banda de cá. Também tens que ir tocar ao outro lado! O nosso atum ficou radiante. Assim podia dividir o seu amor pelas duas margens de maneira igual! Foi tanta a sua felicidade que a meio da travessia compôs a seguinte canção:


Quem vem e atravessa o rio


Junto à seca da portagem


Vê o alvo casario


Que se estende até Belém
Quem te vê ao vir da ponte


Do Ginjal até Almada


Chaminés são o horizonte


Da margem sul, minha amada
Este Junho é sublime


Não há mal que me derrube


Toco a 23 no Maxime


E a 29 no Incrível Club!

sábado 23 junho 07 – maxime - pç. alegria, 58 em lisboa . tel. 213467090 / 916351133 abertura de portas às 22h00 bilhetes €10,00



sexta, 29 junho 07 – incrível club – rua capitão leitão, 1 em almada abertura portas 22h00 bilhetes €7,50
mais informações: tm 962804368
producoes@banana.com.pt www.myspace.com/bananaproducoes

Um livro de Sylvia Kristel



NUA de Sylvia Kristel




NUA é a corajosa autobiografia da protagonista do filme Emmanuelle, que em Portugal marcou o período após o 25 de Abril.
Sylvia Kristel foi um ícone da revolução sexual dos anos 70, e todos os que viram o filme terão dificuldade em esquecê-la.

Neste livro, Kristel conta de forma emotiva a história da sua vida, um percurso intenso e muitas vezes doloroso.
Fala sobre o luxo e a convivência com as estrelas de cinema da época.
Fala sobre os seus vários casamentos e sobre a exploração de que foi vítima.
E fala também sobre a sua passagem pelo mundo do álcool e das drogas, que procurou para enfrentar a infelicidade.

Depois de uma vida de excessos, e da luta que travou contra o cancro, Sylvia vive actualmente uma vida modesta em Amesterdão, longe do glamour, e também da dor, que fizeram parte do seu dia-a-dia durante tantos anos.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Luiz e a Lata em espectáculo



O grupo Luiz e a Lata surge na cena musical portuguesa em 2004 e, desde logo, se distingue pelo seu estilo “pop lusófono”.

A estruturas musicais “pop” são adicionadas influências da música tradicional de vários países lusófonos, nomeadamente de Portugal, do Brasil, de Angola e Moçambique, e de Cabo Verde, não só através da associação de ritmos, mas também através do uso de instrumentos como o acordeão, o cavaquinho e a guitarra portuguesa.


A simplicidade é também um atributo do grupo: simplicidade dos arranjos musicais e das letras; a realidade e o quotidiano sem acessórios desnecessários. Simples artesãos de palavras e de música - assim são os Luiz e a Lata.

Em 2005 é editado o primeiro álbum do grupo, “Andei…”, sendo que dois dos seus doze temas integram as bandas sonoras das telenovelas “Doce Fugitiva” e “Mundo Meu”.

Em Março passado o grupo participou no Festival da Canção com o tema “Ai pode”.

Da ainda curta carreira do grupo deve destacar-se o facto de terem sido convidados pelo artista inglês Craig David para fazer a primeira parte do seu concerto em Portugal, e a obtenção do prémio de banda revelação 2005, atribuído pela Central FM, a maior e mais importante rádio da zona centro do país.

Na próxima Sexta-feira, 22 de Junho, pela meia-noite, o grupo sobe ao palco do Templários Bar (Rua Flores do Lima 8-A; 1700 Lisboa Tel: 21 797 01 77) para apresentar a sua nova formação e alguns dos novos originais que integrarão o seu segundo álbum.

Luiz Caracol Voz e Guitarras
Ivo Costa Bateria e Percussão
André Moreira Baixo
Rui Carvalho Teclas e percussão

Feira do Artesanato no Estoril


De 21 de Junho a 2 de Setembro
FEIRA DE ARTESANATO DO ESTORIL

O presidente da Câmara Municipal de Cascais, António Capucho, e o presidente da Junta de Turismo da Costa do Estoril, Duarte Nobre Guedes, estão presentes na inauguração da Feira de Artesanato do Estoril, no dia 21 de Junho.
A feira mais antiga do país decorre até 2 de Setembro e conta com mais de três centenas de artesãos a trabalhar ao vivo, numa mostra das técnicas e tradições ancestrais do artesanato português.
A Feira de Artesanato do Estoril oferece oito espaços de restauração, com zonas de petiscos, padaria e pastelaria. A cozinha regional pode ser apreciada no decorrer do certame, durante as semanas gastronómicas de todas as regiões.
Os espectáculos são diários e abrangem as mais diversas manifestações musicais.


As noites de domingo a quinta-feira estão reservadas ao folclore e música popular; o fado marca presença todas as sextas-feiras, enquanto a ópera viva, sevilhanas e danças de salão animam os sábados.
À semelhança da edição anterior, foi criado um espaço infantil com monitores especializados, onde as crianças podem participar em ateliers e jogos.
Em 2007 são esperados cerca de 150 mil visitantes estrangeiros e nacionais nesta que é a maior feira de artesanato do país.

Viviane ao vivo


VIVIANE ao vivo

22 Jun ( 6ª feira) ONDA JAZZ (23h30)
23 Jun (sábado) FNAC Almada
(17h00) e FNAC Cascais (22h00)
24 Jun (domingo) FNAC Chiado (18h00)
25 Jun (2ª feira) FNAC Colombo (18h30)



Viviane editou em Abril o novo registo de originais, VIVIANE, que representa a sucessão lógica numa carreira consolidada pela experiência de dezassete anos de canções e pontuada por uma enorme simplicidade e entrega absoluta a esta “arte maior”.
De Viviane, já todos conhecemos a identidade, a atitude e registo únicos e inconfundíveis.

No próximo dia 22 de Junho (6ª f), pelas 23h30, Viviane estreia em Lisboa, no Onda Jazz, as canções do seu novo CD.
Segue-se uma tour promocional pelas FNAC’S Almada, Cascais, Chiado e Colombo.
Tal como no disco, as notas dominantes serão dadas pela guitarra portuguesa e pelo acordeão, que nos transportarão para o universo do Fado, do tango e da “mussete” francesa.
Canções em português interpretadas por uma das vozes mais carismáticas da música portuguesa.
Viviane afirma: “É tanta a luz que trago em mim ... “. Venham senti-la, ouvi-la e apaixonar-se. Outra vez...


Praça do Comércio acolhe Arraial Gay

Um breve apontamento

Junho 28 1969 - New York: O primeiro orgulho Gay do mundo, foi não um Carnaval ou parada mas uma rebelião violenta contra a repressão policial!
Os polícias de New York, habituados a invasões e apreensões regulares, foram surpreendidos quando homossexuais femininos e masculinos responderam, contra atacando e tomando posse das ruas!
Agora, uma vez por um ano, tomamos conta das ruas mais uma vez.
E enquanto o dia do orgulho Gay de muitas cidades se tornou um grande festival, noutros lugares continua difícil, violento ou ilegal.
Assim sendo aqueles que de nós podem sair á rua devem fazê-lo e mostrar nossa força, a nossa solidariedade e o nosso orgulho de sermos quem somos!

A EGEAC – Empresa de Gestão de Equipamentos e Animação Cultural associa-se à 11ª edição do Arraial Pride, dia 23 de Junho, às 18h00, na Praça do Comércio, em Lisboa.
A iniciativa, que tem vindo a integrar a programação das Festas de Lisboa, procura promover a visibilidade da comunidade lésbica, gay, bissexual e transsexual e a integração na comunidade em geral.

Arraial Pride na Praça do Comércio

A edição deste ano conta com actuações musicais, dj’s, espectáculos de variedades e stands de associações e instituições de interesse social e humanitário e de bares, discotecas e restaurantes LBGT.
Será, ainda, distribuído material informativo e de prevenção, no que diz respeito a doenças sexualmente transmissíveis.

O Arraial Pride é a maior festa de orgulho LBGT do país, a organização é da responsabilidade da Associação ILGA Portugal, que se dedica à promoção e defesa da igualdade de direitos da comunidade LBGT.
Gay Pride em Itália

Comunidade homossexual mobiliza-se


Música, bandeiras arco-íris, trajes ousados e coloridos, alegria e muitas reivindicações.
Várias centenas de milhar de pessoas participaram este sábado, em Roma, numa Gay Pride para exigir que o governo italiano avance com a lei sobre as uniões de facto, criticada pela direita e pelo Vaticano.
Entre os manifestantes esteve o deputado travesti, Vladimir Luxuria, eleito pelo partido Refundação Comunista, que pede que a lei seja desbloqueada e debatida no parlamento.
As organizações de defesa dos direitos homossexuais apontam o dedo ao poder da Igreja católica e exigem igualdade, dignidade e laicidade.
O local final da marcha não foi escolhido por acaso.
A doze de Maio, a praça San Giovani acolheu os opositores do pacto civil de solidariedade num protesto para defender a família tradicional.
Os organizadores da Gay Pride, garantem que o dia da família foi este sábado, tendo em conta a presença de todo o tipo de grupos familiares que fazem parte da sociedade italiana.
Gay Pride em Jerusalém


A parada do Orgulho Gay ocorrerá na próxima quinta-feira em Jerusalém tal como estava previsto, confirmou nesta segunda-feira diante do Knesset (Parlamento) o chefe da polícia israelense Dudi Cohen, depois dos confrontos ocorridos à noite entre a polícia e judeus ortodoxos que protestavam contra o que chamavam de "manifestação indecente".
Pelo menos 24 pessoas ficaram feridas nos confrontos, e oito foram detidas pela polícia.
Na quinta-feira, em Jerusalém, um exército de 7 mil agentes da polícia e da guarda de fronteira estarão encarregados de proteger a Gay Pride Parade.
Um grupo de rabinos israelenses estão a organizar uma contra-manifestação que ocorrerá em simultaneo.



Gay Pride em Israel


Israel: Polícia autoriza Gay Pride apesar dos protestos.
A polícia israelita autorizou hoje a marcha Gay Pride, prevista para o final deste mês em Jerusalém, negando assim as pretensões para a inviabilizar defendidas pelos judeus ultra-ortodoxos.
Segundo o porta-voz da polícia israelita, Micky Rosenfeld, a iniciativa vai decorrer a 21 deste mês, estando, porém, ainda por definir se se tratará de uma marcha, como foi solicitado pelos organizadores, ou de qualquer outra manifestação.

«Vai haver um evento, mas ainda não sabemos se será uma marcha ou um encontro», afirmou Rosenfeld.
Os críticos à intenção do Gay Pride já ameaçaram resistir à decisão da polícia, argumentando que actos públicos ligados à homossexualidade «não têm qualquer cabimento numa cidade que é sagrada para os Judeus, Cristãos e muçulmanos».
Em 2006, elementos ligados aos judeus ultra-ortodoxos criaram vários incidentes ao longo de uma semana, depois de a polícia ter aprovado uma marcha no centro de Jerusalém, que acabou por se confinar a um estádio de futebol para evitar confrontos.

Fonte: Lusa

China censura Piratas das Caraibas




China censura «Piratas das Caraíbas» por «lesar chineses»



A terceira parte do filme «Piratas das Caraíbas», que estreou na China esta semana, foi censurada pelas autoridades locais por alegadamente «lesar a imagem dos chineses», afirmou hoje a agência oficial Xinhua.
A China Film Group Corporation, única empresa estatal autorizada a importar os 20 filmes estrangeiros permitidos por ano, inicialmente havia negado a censura a «Piratas do Caraíbas: Nos confins do Mundo».

Mais tarde, viria a admitir cortes, alegando, contudo, que apenas visavam cenas com muita violência.
Os cortes, que dificultam a compreensão da trama, afectam principalmente as cenas com o actor Chow Yun-fat, de Hong Kong.
Os 20 minutos de Chow na versão original foram reduzidos a metade na versão distribuída na China.
A maior cena censurada é a que apresenta o seu personagem, o pirata San Feng, recitando um poema clássico chinês, em cantonês.
Também foi eliminado o momento em que San Feng diz «Bem-vindos a Singapura», porque mostra a ilha como uma terra de piratas.
Segundo a imprensa chinesa, a cena já provocou protestos das autoridades de Singapura.