terça-feira, 8 de maio de 2007

A Festa do Jazz Português no S. Luiz



5ª Festa do Jazz do São Luiz
11,12 e 13 de Maio de 2007


Sala Principal – Sexta, 11de Maio, 21h30

* João Paulo
João Paulo – piano solo

Sala Principal – Sexta, 11de Maio, 23h00
* Maria João - “João”
Maria João – voz
Eleonor Picas - harpa
Mário Delgado - guitarra
Yuri Daniel - contrabaixo
Alexandre Frazão – bateria
O que fazer de temas do cancioneiro popular brasileiro tão tocados, tão recriados e
reinventados como Canto de Ossanha (Baden Powell / Vinicius), No Tabuleiro da
Baiana (Ary Barroso), ou Rosa (Pixinguinha / Octávio de Sousa), a não ser
continuar a ouvi-los em algumas das suas marcantes e inesquecíveis
interpretações?

Maria João resolveu atacar a questão e assumiu-a como um
desafio.


Jardim de Inverno – Sexta, 11de Maio, 24h00
* Zé Maria Quinteto
Zé Maria – sax alto
Rodolfo Neves - trompete
Luís Barrigas – piano
André Carvalho – contrabaixo
Pedro Segundo – bateria

Sala Principal – Sábado, 12de Maio, 19h00
LUME Big Band - Lisbon Underground Music Ensemble
Marco Barroso – piano, direcção e composição
Manuel Luís Cochofel – flauta
Rui Travasso - clarinete
Jorge Reis, João Pedro Silva, José Menezes, Elmano Coelho – saxofones
Jorge Almeida, João Moreira, Pedro Monteiro - trompete
Eduardo Lála, Pedro Canhoto, Ruben Santos - trombone
Miguel Amado - baixo eléctrico, contrabaixo
Pedro Silva - bateria, percussão
Constituida por alguns dos mais experientes músicos da cena jazz e erudita nacional, a LUME Big Band surge como uma proposta verdadeiramente original no actual panorama musical do nosso país.

Ao explorar estilos muito diversos que passam pelo jazz, clássica, rock, funk, contemporânea ou improvisada, a LUME Big Band afirma-se como um dos mais interessantes projectos de música instrumental a surgir nos últimos anos.

Marco Barroso, compositor e arranjador, lidera um colectivo de 15 músicos provenientes das mais diversas áreas musicais.

Assumindo referências muito diversas que vão do funk à música textural, do boogie woogie a
ambientes impressionistas, a LUME procura aliar de forma sinérgica a música escrita e a complexidade dos arranjos com factores de improvisação, num contexto que se pretende esteticamente eclético e formalmente especulativo ao confrontar estruturas e idiomas diversos.


O Lisbon Underground Music Ensemble apresenta um espectáculo, rico em sonoridades, que vão das mais caóticas e explosivas improvisações aos ambientes cinematográficos mais subtis.


Sala Principal – Sábado, 12 de Maio, 21h30
* Trio de Afonso Pais - “Subsequências”
Afonso Pais – guitarra; composição
Carlos Barretto - contrabaixo
Alexandre Frazão – bateria
Joana Machado – voz (convidada especial)
Tendo como convidado Edu Lobo, um dos grandes mestres da Música Popular Brasileira e criador do que muitos intitularam a “canção sofisticada”, na qual os sons da MPB se misturam com os universos do jazz e da música erudita, Subsequências combina o idioma jazzístico com outras influências musicais e adapta a erudição da típica composição de jazz instrumental a um propósito mais abrangente.

Um projecto onde a inspiração do improviso encontra o seu lugar na subtileza de uma canção.
Este concerto contará também com a participação da cantora Joana Machado.


Sala Principal – Sábado, 12 de Maio, 23h00
* Nelson Cascais Quinteto - “Nine Stories”
Pedro Moreira – sax tenor
André Fernandes - guitarra
Jesse Chandler – piano, orgão
Nelson Cascais – contrabaixo
Bruno Pedroso – bateria
Nine Stories propõe um sólido
repertório original, no qual a composição e improvisação se equilibram num processo orgânico que se alimenta da forte voz pessoal de cada um dos elementos do grupo e de uma determinante e completa permeabilidade às mais diversas influências estéticas.


Teatro-Estúdio Mário Viegas – Sábado, 12 de Maio, 17h00
* Marco Franco - “Mikado Lab”
Marco Franco – bateria; electrónica; composição
André Matos – guitarra
Ana Araújo – piano; midi; electrónica
Pedro Gonçalves – baixo eléctrico
Mikado Lab é o mais recente projecto do experimentalista Marco Franco, onde a
improvisação é componente fundamental.

Segundo o próprio, “ épico, delicado, sónico, frenético, poético, diurno, nocturno” são algumas das coordenadas que, apesar de aparentemente contraditórias, caracterizam a música deste Quarteto.


Teatro-Estúdio Mário Viegas – Sábado, 12 de Maio, 18h00
* Hugo Alves Quarteto - “Given Soul”
Hugo Alves – trompete
Pablo Romero – piano Fender Rhodes
Rodrigo Monteiro – contrabaixo
Michael Lauren – bateria
Given Soul é o seu mais recente projecto. Já editado em CD, conta com a participação dos músicos Pablo Romero (Espanha), Rodrigo Monteiro e Michael Lauren (EUA).

Estreado em concerto no final de 2006, é um projecto mainstream, onde Hugo Alves não nega
as suas raízes hard-bop, mas sempre com traços de contemporaneidade.


Teatro-Estúdio Mário Viegas – Sábado, 12 de Maio, 20h00
* Paulo Perfeito Sexteto
Paulo Perfeito – trombone
Rui Teixeira – saxofones; clarinete
Rogério Ribeiro – trompete; fliscórnio
Carlos Azevedo – piano
Filipe Teixeira - contrabaixo
Acácio Cardoso – bateria
Paulo Perfeito Sexteto desde cedo assumiu uma filosofia de maior criatividade, adoptando um repertório fundamentalmente constituído por temas originais.

Inspirado pelo Composer’s Workshop de Charles Mingus criou-se assim uma oficina onde os intervenientes exploram os seus próprios recursos composicionais num ambiente de cooperação e criatividade colectiva.

Jardim de Inverno – Sábado, 12 de Maio, 24h00
* Sexteto de Jazz da ESMAE
Ivan Silvestre - sax alto
Xosé Luis Miguelez - sax tenor
António Pedro Saramago - guitarra
Alexandre Dahmen - piano

Carl Minnemann - contrabaixo
Leandro Leonet - bateria

São Luiz Café – Sábado, 12 de Maio, 14h00 / 17h00 / 20h00
* Giotto Roussies / Charly Roussel
Giotto Roussies - piano
Charly Roussel – contrabaixo
A música deste duo vai dos swingantes standards até aos modernos originais.

Como eles dizem, “from Duke to McCoy”.


Sala Principal – Domingo, 13 de Maio, 19h00
* Carlos Martins Quarteto + Orquestra Sinfonietta de Lisboa
Carlos Martins – sax tenor
Bernardo Sassetti – piano
Nelson Cascais – contrabaixo
Alexandre Frazão - bateria
Orquestra Sinfonietta de Lisboa
Direcção: Vasco Pearce de Azevedo
Do Outro Lado, o mais recente trabalho discográfico do saxofonista Carlos Martins,
constitui um espaço de partilha entre vários idiomas musicais do espaço lusófono –
o fado, a morna cabo-verdiana e o choro brasileiro, interligados pelo jazz e pela
música erudita.

Acerca deste trabalho, escreve Rui Vieira Nery: “O resultado é, a meu ver, um dos álbuns mais comoventes que se gravaram em Portugal nos últimos anos, em qualquer género musical, e uma proposta artística que é uma homenagem sentida aos povos lusófonos e à sua identidade colectiva no mosaico do Mundo."

Por ocasião da 5ª Festa do Jazz do São Luiz e motivado também pela presença de muitos alunos de várias Escolas de Música, este concerto (sem as vozes que participam no CD) será comentado por Carlos Martins, Bernardo Sassetti e pelo Maestro Vasco Pearce de Azevedo. Pretende, desta forma, dar ao público e aos jovens músicos uma melhor compreensão da forma como se inicia e concretiza um projecto desta dimensão.


Sala Principal – Domingo, 13 de Maio, 21h30
* Ensemble Festa do Jazz
Interpreta composições originais de:
Carlos Bica, Mário Delgado, Nuno Ferreira, Pedro Guedes, Paulo Perfeito.
Gonçalo Marques - trompete
Jorge Reis - sax alto
José Pedro Coelho - sax tenor
Nuno Ferreira - guitarra
Jesse Chandler – piano; orgão
João Custódio - contrabaixo
João Rijo – bateria
O Ensemble deste ano que interpretará cinco peças originais de cinco compositores, reúne músicos jovens com veteranos, pretendendo desta forma não só destacar a vertente da composição, como também confirmar a existência de renovação e continuidade no panorama
instrumental do jazz português.


Sala Principal – Domingo, 13 de Maio, 23h00
* Quarteto de André Fernandes
André Fernandes – guitarra
Mário Laginha – piano; Fender Rhodes
Nelson Cascais – contrabaixo
Alexandre Frazão – bateria

Teatro-Estúdio Mário Viegas – Domingo, 13 de Maio, 17h00
* Quarteto de Sei Miguel
Sei Miguel – “pocket” trompete
Fala Mariam - trombone
Pedro Lourenço - baixo eléctrico
César Burago – percussão
Sei Miguel toca o seu trompete (de bolso) com consciência plena da história do Jazz, permanecendo aberto – enquanto director e arranjador – às ilimitadas fontes e possibilidades sonoras.

Usa no seu trabalho soluções por vezes inovadoras, por vezes serenamente/estilisticamente herdadas e por vezes estranhamente simples ou “primitivas".

O trompetista criou um sistema musical próprio que lhe permite levar peças detalhadas a um estado de rigor assinalável.
"Sou um performer; o meu negócio é o acto estético, o facto estético.

E o mistério é a essência desse acontecer".

Este mistério de que nos fala Sei Miguel, é, na sua música, contínuo: aponta uma eternidade.


Teatro-Estúdio Mário Viegas – Domingo, 13 de Maio, 18h00
* Quinteto de Sara Serpa
Sara Serpa –voz
André Matos - guitarra
Albert Sanz - piano
Masa Kamaguchi - contrabaixo
R.J. Miller – bateria
O programa deste concerto é fruto do trabalho dos últimos dois anos.

São diversas as sonoridades que surgem da associação entre a voz e a composição.

Este projecto é artisticamente ambicioso e demonstra o potencial da voz na música moderna.


Teatro-Estúdio Mário Viegas – Domingo, 13 de Maio, 20h00
* João Lencastre - “Communion”
Phil Grenadier – trompete
Leo Genovese – piano
Demian Cabaud - contrabaixo
João Lencastre - bateria
Em cada actuação, seja a tocar um original, um standard ou qualquer outro tema, o grupo procura sempre a espontaneidade, chegando dessa forma a novos caminhos percorridos pelas improvisações.


Jardim de Inverno – Domingo, 13 de Maio, 24h00
* Vânia Fernandes & Júlio Resende Quinteto
Vânia Fernandes - voz
Rafael Andrade – trompete
Júlio Resende - piano
Hugo Antunes - contrabaixo
Jorge Moniz – bateria
Este grupo integra jovens músicos premiados em edições anteriores da Festa do
Jazz do São Luiz.

Vânia Fernandes e Rafael Andrade representaram o Conservatório do Funchal, Júlio Resende já fez parte de um Combo, também premiado, do Hot Clube de Portugal.

A cantora e o pianista formaram este quinteto que pretende interpretar aquilo a que gostam de chamar “os nossos temas favoritos”.

Tal como Vânia diz, “Dá na verdade, demasiado pano p’ra mangas.

Fiquei como que perdida quando descobrimos que tínhamos tantos temas favoritos.

Hoje vamos propor pequenas peças do puzzle imenso que é a nossa música favorita.


São Luiz Café – Domingo, 13 de Maio, 14h00 / 17h00 / 20h00
* Erro de Sintaxe
Jeffery Davis - vibrafone
Oscar Marcelino da Graça - piano
Com uma instrumentação menos comum, este duo trabalha repertórios baseados em standards do Jazz bem como em temas originais com influências claras dessa expressão musical e da música erudita, estilo que compõe parte importante da formação dos seus elementos.


Teatro-Estúdio Mário Viegas - Sábado e Domingo, 12 e 13 de Maio
Masterclasses destinadas em primeiro aos alunos das Escolas de Música participantes na Festa.
Pedro Moreira - dia 12, 15h00 -16h00.
Pedro Moreira nasceu em Lisboa em 1969 e começou a estudar saxofone aos 12 anos. Frequentou o Conservatório Nacional de Lisboa e em 1998 concluiu a Licenciatura em Jazz e Musica Contemporânea na New School University, em New York.

No ano de 2000 obteve o grau de “Master of Music” em Composição Clássica no Mannes College of Music.

É um dos músicos mais importantes do actual Jazz português, com uma actividade muito intensa como saxofonista, maestro, arranjador, compositor e docente. Lidera o seu próprio grupo e colabora com várias outras formações, compõe numa variedade de estilos, incluindo Jazz, big band, musica de câmara e orquestra.

Faz igualmente direcção de orquestra.


Albert Sanz - dia 13, 15h00 -16h00.
Estudou no Taller de Músics, no Conservatório de Valência e na Berklee College of Music, em Boston (EUA).

Em 1999 obteve o prémio “Pianista Revelação” da SGAE na Bienal de Jazz Tete Montoliu.

Para além de liderar os seus próprios grupos,
Actualmente vive em Barcelona e lecciona no Conservatório Superior del País Vasco Musikene.


Escolas de Música – Jardim de Inverno
Sábado, dia 12 - 14h00

* Coro e Combo de Jazz do Conservatório Nacional
Ana Mafalda Monteiro, Cristina Marques, Joana Campelo, Mariana Castelo-Branco, Susana Quaresma, Vanessa Catarino - sopranos

Catarina Rodrigues, Cátia Jabouille, Inês Laginha, Judite Dias, Margarida Campelo, Teresa Macedo - contraltos

André Mota, Carlos Martins, Diogo Tomás, Hélder Duarte, Manuel Marques- tenores
Luis Pereira, Miguel Caeiro, Miguel Rodrigues, Pedro Vaz - baixos
professor: Tiago Marques
Margarida e Joana Campelo - voz
Íris Godinho - piano
António Henriques - contrabaixo
António Pedro Segundo - bateria
André Santos – guitarra (musico convidado)
professor: Pedro Moreira


Sábado, dia 12 - 15h00
* Escola de Jazz de Torres Vedras
Joaquim Pequicho -sax alto
Ricardo Branco - sax alto
André Murraças - sax tenor
Fernando Simões – trombone
Carlos Garcia- piano
Gaspar Mendes- contrabaixo
David Canhoto- bateria
professor: José Menezes


Sábado, dia 12 - 16h00
* RIFF- Escola de Música de Aveiro
Joana Lima -voz
Andreia Santos - saxofone
António José Luís- piano
Emanuel Ortet- guitarra
Bruno Pinho- baixo
André Silva - bateria
professor: Oscar Graça


Sábado, dia 12 – 17h00
* ESMAE – Escola Superior de Música e das Artes do Espectáculo - Porto
João Mortágua - sax alto
Susana Santos Silva - trompete
Lucía Martínez - vibrafone
Miguel Moreira - guitarra
Joaquim Rodrigues - piano
Zé Carlos Barbosa - contrabaixo
José Marrucho - bateria
professores: Michael Lauren e Nuno Ferreira


Sábado, dia 12 – 18h00
* ETIC- Escola Técnica de Imagem e Comunicação - Lisboa
Natacha Saraiva - voz

Nuno Peleia - guitarra
Ricardo Quintino - baixo
João Mendes, Andrés Fuzeiro - bateria
professor: Nuno Campos


Domingo, dia 13 - 14h00
* Escola de Música da C.M. da Nazaré
Pedro Morais - sax alto
Manuel Coelho - sax tenor
Márcio Silvério - guitarra
Ricardo Caldeira - piano
Tiago Lopes - baixo
Vitor Copa - bateria
professor: Adelino Mota


Domingo, dia 13 – 15h00
* Escola JB Jazz – Lisboa
Ana Gonçalves – voz
Paulo Lopes – sax
Telmo Campos - sax
Ricardo Brito – guitarra
Rui Cabral – baixo
Paulo Monteiro – bateria
professor: Gonçalo Marques


Domingo, dia 13 – 16h00
* Conservatório Escola das Artes - Funchal
Rafael Andrade - trompete
Carlos Filipe Freitas - guitarra
Ivo Baptista - contrabaixo
Jorge Maggiore - bateria
professor: Jorge Borges


Domingo, dia 13 - 17h00
* Escola de Jazz Luiz Villas Boas/Hot Clube de Portugal - Lisboa
Inês Sousa - voz
Gonçalo Sousa - harmónica
Bruno Pernadas - guitarra
Pedro Nobre - piano
André Carvalho - contrabaixo
Pedro Segundo - bateria
Tânia Lopes - percussão
professor: Afonso Pais


Domingo, dia 13 – 18h00
* Escola de Jazz do Barreiro
Francisco Andrade - sax
Valter Rolo - piano
José Canha - contrabaixo
Nuno Carromeu - bateria
professor: Mário Delgado



Júri que votará:

Melhor Instrumentista

Melhor Combo

Prémios Revelação:


Manuel Jorge Veloso

José Nogueira

Leonel Santos

Lena D'Água no Maxime


Lena d’Água, uma das mais queridas vozes da nossa praça, apresenta o seu espectáculo “Despedida de “Soul”teira”, no palco do Maxime, no próximo sábado, 12 de Maio.

Uma aura de mistério envolve a aparição da diva com este espectáculo de nome enigmático (daí que lhe venham chamando Lenda d’Água).

Lena vai casar?
Vai abandonar o showbiz?
Vai mudar de sexo?
Vai aderir à Igreja do Banho de Deus?

A resposta, meus amigos, está na grande tômbola do tempo.

Dia 12 saberemos, quando a voz de “Sempre que o amor me quiser” subir ao palco, na companhia do pianista Filipe Melo e do guitarrista Bruno Santos para nos surpreender com reportório eclético bilíngue.

Então ouviremos da sua própria boca, em bom português, a boa nova!

O certo é que, lenda Lena d’Água não deixa ninguém indiferente à sua passagem.

Pequenos e graúdos, jovens e anciães, camónes e mirones poderão comprová-lo no melhor cabaret da Pr. da Alegria.

Sorrisos doces e beijos salgados!

Sábado 12 Maio
Abertura de portas às 22h
Bilhetes 10 €

Festa das Flores na Tapada da Ajuda


Em plena Primavera, e já com um cheirinho a Verão, a Open Up, a Soundz, a Crush e as Produções Banana unem-se mais uma vez, desta feita para vos apresentar a FESTA DAS FLORES!

Depois do sucesso da festa de Halloween, regressam ao magnífico Pavilhão de Exposições do Instituto Superior de Agronomia, situado no coração de um dos maiores e mais belos espaços verdes da cidade de Lisboa - a Tapada da Ajuda!

Para esta celebração de luxo contamos com a presença do dinamarquês MARTINEZ, que conta já com bastante reconhecimento em terras lusas, da dupla germânica MONOROOM, a actuar pela primeira vez no nosso país, e da dupla nacional PEDRO SEPH e KAESAR.

MARTINEZ - Regressa a Portugal, um dos países onde mais gosta de actuar e onde é recebido com grande empatia pelo público.
Sueco, mas residente em Copenhaga, este jovem artista é um nome incontornável quando falamos da vertente mais minimal do house, contando já no seu curriculo com edições do seu trabalho em editoras como a Dessous e Audiomatique (dirigidas por Steve Bug), Get Physical (do germânico dj T, casa mãe de artistas como Booka Shade e M.A.N.D.Y) e na sua própria editora, Out of Orbit, de onde já saíram discos de nomes de peso como Trentemoller e Jussi Peka.
Não se ficando por aqui, já remixou músicas de Silicone Soul, Nathan Fake e Underworld, entre muitos outros.

MONOROOM – Esta dupla de artistas que tanto tem dado que falar nos últimos tempos apresenta-se pela primeira vez ao público português.
A sua actuação estará dividida em duas partes: numa apresentarão o seu trabalho ao vivo, utilizando uma vasta panóplia de equipamentos que lhes permite manipular em tempo real a sua música, garantindo desde logo que cada um dos seus espectáculos é uma experiência singular.
A segunda parte da actuação consiste num dj set onde irão deambular por sonoridades bem actuais, roçando as fronteiras entre o techno, o electro e o house… um espectáculo surpreendente.
A crescente aposta de editoras de renome como a Session Deluxe, Kling Klong, Livelarge ou a Multicolor atesta a qualidade do trabalho deste projecto.

PEDRO SEPH e KAESAR, acabados de regressar de uma tour de 3 meses pelo país do samba e do carnaval fecham este cartaz, que por si só garante uma noite em grande!!!

Festa das Flores
Sexta 11 Maio
Abertura de portas 00h00
Preço: 15 € – c/ oferta de bebida
Dress code: flores
Instituto Superior de Agronomia - Lisboa .
Estacionamento: dentro do ISA: 1€

segunda-feira, 7 de maio de 2007

Casa D´OS DIAS DA ÁGUA com Mafalda Ivo Cruz


CASA D’OS DIAS DA ÁGUA
MAFALDA IVO CRUZ


07 a 30 de Maio 2a feira e 4a feira 17h-20h


ESCREVER CONTRA


Workshop de Escrita Criativa


LER E ESCREVER


O que acontece quando a realidade se torna ficção? Como se descreve a realidade? O que se passa na nossa cabeça? Será que estamos sempre dentro do cânone da ficção?
O que é a ficção do ponto de vista da experiencia? A violência ou a justiça farão parte da ficção? Como articular o que está por trás, sentimentos, medo etc.

Como projectamos nós uma personagem ou uma situação?

Ler, escrever e pensar sem um objectivo à partida, já que o objectivo será também objecto de reflexão.

Vamos ler, escrever e tentar compreender por que razão escrevemos contra.

Vivemos contra.

Somos contra.

Paulo Ossião no Casino Estoril só mais um dia

Só mais um dia para apreciar as aguarelas de Paulo Ossião no Estoril

Termina às 24 horas de amanhã e não no dia 4, como anteriormente foi anunciado, a exposição de aguarela, que Paulo Ossião tem patente ao público na Galeria de Arte do Casino Estoril.
Os apreciadores dos trabalhos deste grande aguarelista português têm, portanto, apenas um dia para apreciar esta sua exposição.
Desde o passado dia 2 de Maio que, entre as 15 e as 24 horas estão patentes nesta Galeria os 115 trabalhos, exclusivamente de pintura, que participarão no leilão que será realizado naquele espaço no dia 9 de Maio, às 21,30 horas, registando-se ser esta a primeira vez que se realiza um leilão de Arte na Galeria de Arte do Casino.

Festival de Doçaria Conventual de Famalicão



Perto de meia centena de doceiros provenientes dos mais diversos pontos do país estarão com as suas iguarias ancestrais na emblemática Alameda do Mosteiro de Landim, em Vila Nova de Famalicão, nos próximos dias 25, 26 e 27 de Maio, para mais uma edição do Festival Nacional de Doçaria Conventual e Tradicional.
Diversos licores, Ovos-moles de Aveiro, Queijadas de Sintra, Pastéis de Feijão de Torres Vedras, Palha de Abrantes, Toucinho do Céu e Barrigas de Freira são apenas algumas das iguarias que podem ser apreciadas neste festival, proporcionando a todos os visitantes uma fantástica viagem pelos sabores mais tradicionais de Portugal.

“No fim-de-semana mais doce do ano, a gula é uma tentação irresistível”, afirma a propósito o presidente da Câmara Municipal de Famalicão, Armindo Costa.

Referindo-se, em particular, ao concurso de doces, que conta com a orientação da Confraria dos Gastrónomos do Minho e com a participação, no júri, dos mais consagrados especialistas nacionais da área gastronómica, o autarca explica que o concurso “pretende aplaudir os inúmeros doceiros que conseguiram manter, até hoje, as preciosas receitas de doces ancestrais, criados no recato dos conventos, e passados de geração em geração, mantendo-se fieis em sabor e qualidade”.
Além disso, o Festival de Doçaria Conventual reflecte “uma política de promoção da gastronomia e do turismo cultural, que valoriza aquilo que o município de Vila Nova de Famalicão tem de bom, permitindo que milhares de famalicenses e turistas que nos visitam percorram os múltiplos sabores de Portugal”, refere ainda Armindo Costa.

Para adoçar ainda mais o ambiente, a Câmara Municipal está a preparar um programa de animação repleto de iniciativas culturais, com destaque para o concerto de Mafalda Sachetti. A jovem cantora, filha do Cantor Paulo de Carvalho e neta da escritora Rosa Lobato Faria, irá apresentar o seu álbum de estreia intitulado "Imprevisível".

Um disco que passeia pelo tango, jazz, blues e que inclui onze temas inéditos.

Do alinhamento fazem parte dois temas de Ana Zanatti ("Imprevisível" e "Eterno Desafio") e um do seu pai, Paulo de Carvalho, intitulado "Cretcheu".

A animação é, de resto, uma presença constante no recinto do festival, com várias apresentações de teatro de rua, artes circenses e muita música.

Dúvida prolonga representações

DÚVIDA

ESPECTÁCULOS EXTRA
8, 9 e 10 de Maio

Com lotações esgotadas, num total de 7.500 espectadores, o espectáculo Dúvida prolonga a sua carreira, com três apresentações extra nos dias 8, 9 e 10 de Maio, às 21H30, no Teatro Maria Matos, em Lisboa.

Dúvida, de John Patrick Shanley, conta com a encenação de Ana Luísa Guimarães e interpretação de Eunice Muñoz, Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo.

Napalm Death em Corroios



NAPALM DEATH

EM PORTUGAL

DIA 9 DE MAIO

NO CINE-TEATRO

CORROIOS



Aguentar o “fardo” de se ser uma lenda não é tarefa fácil, ainda para mais quando se atinge este estatuto na fase inicial da carreira.



Os NAPALM DEATH conseguiram isto com o seu álbum de estreia “Scum” em 1987.


Começou a Revolução no mundo da música extrema.

O percurso destes ingleses fala por si e foi-se sedimentando durante 20 anos de incessantes tours mundiais e inúmeros trabalhos de estúdio.

Dia 9 de Maio, as fundações do Cine-Teatro de Corroios vão certamente ser abaladas pela mistura de um trash-metal agressivo com um punk/hardcore socialmente crítico, que é sempre debitada por esta banda originária de Birmingham fundadora do que se passou a chamar de Grind Core.

Na primeira parte do concerto, os PAINSTRUCK farão jus ao nome que têm ganho desde 1997, ou seja, de serem uma das bandas mais pesadas do nosso país e uma das melhores em cima do palco.


Antes, os GOD que com a sua formação luso/romena farão uma mostra do seu poderoso Gothic Metal.

Os bilhetes que custam 20 euros se comprados antecipadamente ou 22 euros no dia do espectáculo, estão à venda nas Lojas Carbono, Portugal Ultra, Big Punch e no site Plateia.pt.

Leilão de Pintura no Casino Estoril









Leilão de Pintura na
Galeria de Arte do Casino Estoril


No dia 9 de Maio vai realizar-se, às 21,45 horas, um importante Leilão de Pintura, na sua maioria portuguesa, de pintores de grande notoriedade dos séculos XIX e XX, na Galeria de Arte do Casino Estoril, organizado por Blanchon Leilões, firma dirigida por Jean Pierre Blanchon, autor de diversos livros sobre o mercado de leilões, área em que é especialista.

As obras a leiloar estarão expostas naquela galeria nos dias 5,6,7 e 8 de Maio, entre as 15 e as 24 horas.

Serão leiloados um total de 115 trabalhos de importantes autores, entre os quais, Arpad Szenes, Vieira da Silva, Columbano, Carlos Reis, Mário Botas, Celestino Alves, Eduarda Lapa, Domingos Rebelo, Alves de Sá, Navarro da Costa, Júlio Pomar, Querubim Lapa, Cruz Filipe, João Reis, Manuel Pavia, Cipriano Dourado, Manuel Cargaleiro, Palolo, Sérgio Telles, Artur Bual, Roger Bissiére, Manessier e outros conhecidos autores.

A realização deste leilão insere-se num projecto de dinamização da Galeria de Arte do Casino Estoril, uma das mais antigas galerias portuguesas, cuja actividade se iniciou no velho Casino, em 1958.

Primavera Musical - Festival Internacional em Castelo Branco


O Primavera Musical - Festival Internacional de Música de Castelo Branco começou por ser um festival de Música de Câmara.

Surgiu numa época de grande crescimento do Conservatório Regional ao nível da promoção de actividades que melhorassem a oferta na região e que possibilitassem aos alunos o contacto com intérpretes destacados a nível internacional.

Estávamos em 1995 e foi uma honra poder contar na primeira edição com o Quarteto Borodin.

Com uns padrinhos tão especiais, o festival só teve de aprender a lidar com os avanços e retrocessos comuns a este tipo de organizações.

E foi assim que embora a música de câmara se mantenha como uma referência muito importante, o Primavera Musical foi assumindo uma maior abrangência no que respeita às formações instrumentais e, mais tarde, descobrindo um ecletismo na programação, que se revelou adequado ao meio no qual estamos integrados.

A Direcção Artística esteve a cargo do Moscow Piano Quartet, durante os primeiros anos, tendo, a partir da 4ª edição, sido assumida por Carlos Semedo e Guenrikh Elessine.

A organização foi desde a primeira hora da responsabilidade do Conservatório Regional de Castelo Branco, com o importante patrocínio da Câmara Municipal de Castelo Branco e, na maior parte das edições, do Ministério da Cultura.

Após 12 anos consecutivos de realização o Primavera Musical – Festival Internacional de Música de Castelo Branco afirmou-se na região como um veículo poderoso de qualificação da oferta musical, ao oferecer na sua programação um conjunto de propostas que procuram cativar e fidelizar público, tendo a preocupação de juntar nomes reconhecidos com novas apostas.

E foi assim que conviveram connosco intérpretes como Jordi Savall, Natália Gutman, Sequeira Costa, Gaiteiros de Lisboa, Egberto Gismonti, Maria João Pires, Borodin Quartet, Quintette Moraguès, Artur Pizarro, Pedro Burmester, Anner Bylsma, Vladimir Krainev e Pedro Caldeira Cabral, entre muitos outros.
PROGRAMAÇÃO:
9 e 10 de Maio 2007 (CANCELADO)
Das 18 às 19h30, no Cybercentro de Castelo Branco
CURSO LIVRE “SOLO BACH”, por César Viana
Um pequeno curso dedicado às Suites para Violoncelo Solo

11 e 13 de Maio 2007.
21h30 Governo Civil de Castelo Branco
BRUNO BORRALHINHO (violoncelo)
Ciclo SOLO BACH – Integral das Suites para Violoncelo Solo

18 Maio 2007.
21h30 Cine-Teatro Avenida
ORQUESTRA SINFÓNICA DA ESART
Maestro Stefano Trasimeni
Concerto dedicado a Luís Pio

19 Maio 2007.
21h30 Cine-Teatro Avenida
MÁRIO LAGINHA e BERNARDO SASSETTI (dois pianos)
Concerto dedicado a ZECA AFONSO

23 Maio 2007.
20h00 Governo Civil de Castelo Branco
ORLANDO CONSORT “Food, Wine and Song”
Concerto com degustação

25 Maio 2007.
21h30 Conservatório Regional de Castelo Branco
Concerto Jovens Intérpretes
DIANA VIEIRA e SAUL PICADO (piano)

26 Maio 2007.
21h30 Museu de Francisco Tavares Proença Júnior
TRIO HANTAÏ

7 Junho 2007.
21h30 Conservatório Regional de Castelo Branco
MOSCOW PIANO QUARTET“Mosaico Musical”

8 Junho 2007.
21h30 Instituto Português de Juventude
CARDUCCI QUARTET (quarteto de cordas)

13 de Junho.
21h30 Instituto Português da Juventude
(DES) CONCERTANTE TRIO
Vencedor do FOLEFEST 2007, categoria de Música de Câmara

CICLO DE CINEMA
Cine-Teatro Avenida, 21h30
8 de Maio – Saraband, de I. Bergman M/12 Q
15 de Maio – Amarcord, de F. Fellini M/12

ITINERÂNCIA NAS FREGUESIAS
4 concertos realizados pelo QUARTETO ÍNDIGO (clarinetes)
10 de Maio – S. Vicente da Beira
12 de Maio – Alcains
1 de Junho – Juncal do Campo
2 de Junho – Ninho do Açor

Ana Moura edita "Para além da Saudade"

Ana Moura edita o seu terceiro álbum
de estúdio no próximo dia 14 de Maio.


Para Além da Saudade” sucede a “Guarda-me a Vida na Mão”(2003) e a “Aconteceu” (2004), tendo sido gravado entre o final de 2006 e início de 2007, entre as consecutivas digressões da fadista no estrangeiro, nomeadamente nos EUA e Holanda.



AS PARTICIPAÇÕES

Em “Para Além da Saudade”, os fados tradicionais, como o Fado Blanc, Fado Licas ou o Fado Azenha convivem com outros em formato canção.

Nas letras, Ana reservou-nos algumas (boas) surpresas, como no tema “E viemos nascidos do mar” que conta com um poema de Fausto, o conhecido cantautor português ou Amélia Muge que lhe ofereceu “O Fado da Procura”; ou na sua escolha de um poema de Fernando Pessoa em “Vaga, no Azul Amplo Solta”, do qual foi extraído o título do disco.

Este último tema foi musicado pelo lendário músico espanhol Patxi Andión, que o interpreta também, em dueto e em castelhano, com a Ana.

Destaque ainda para a participação de Tim Ries, o saxofonista dos Rolling Stones, que compôs a música de “Velho Anjo” e toca saxofone no tema “A sós com a noite”.



Recorde-se que Tim Ries convidou Ana Moura, em 2006, para integrar o segundo volume de “The Rolling Stones Project”, para o qual o músico convida alguns nomes sonantes do panorama musical internacional para interpretar temas dos Stones.



Jorge Fernando é, mais uma vez, o produtor musical do disco, sendo também o autor/compositor de alguns temas.

Ana Moura gravou com Custódio Castelo na guitarra portuguesa (o guitarrista também assina algumas músicas do álbum), Jorge Fernando na viola e Filipe Larsen na viola-baixo.



DVD E CONCERTO

Com o CD “Para Além da Saudade” será oferecido um DVD extra com seis temas ao vivo: “Mapa do Coração”, O Fado da Procura”, “Os Búzios”, “E Viemos Nascidos do Mar”, “Primeira Vez” e “A Sós com a Noite”.

Estes temas foram gravados no Forte da Trafaria para apresentação num especial de televisão.

O concerto de apresentação oficial do disco será no dia 25 de Maio, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra

Semana Académica de Lisboa

A Semana Académica de Lisboa 2007 tem início no próximo dia 7 de Maio com a tradicional Serenata a Lisboa, na Praça do Município.

Este ano, e como é habitual, terá a actuação do fadista António Pinto Basto e várias tunas académicas.

O dia 8 é dedicado aos Cantares de Lisboa, no Castelo de S. Jorge, que conta com vários grupos de cantares, tunas académicas e outras animações.

Entre os dias 9 e 12 de Maio será a vez do Festival Académico de Lisboa, no Passeio Marítimo de Algés.
Onde a festa, fiversão e muita loucura animarão o passeio de Oeiras.

Programa
Dia 7 de Maio - Praça do Município
Monumental Serenata a Lisboa(entrada livre)

Dia 8 de Maio - Castelo de S. Jorge "Cantar Lisboa"- Tunas- Música- Animação(entrada livre)

Dia 9 de Maio - Festival- Mário Rocha- Leonel Nunes- ZeZé Fernandes- Dj Marlboro- Elecktro Fighterz (convida Dj Kokeshi)

Dia 10 de Maio - Festival- Cool Hipnoise- Terrakota- Patrice- Buraka Som Sistema- Elecktro Fighterz (convida Dj Parkinson)

Dia 11 de Maio - Festival- Oioai- Tara Pardida- Xutos & Pontapés- No Dj's (Antena 3) & Elecktro Fighterz

Dia 12 de Maio - Festival- Rinôçérôse- MAU- Pedro Abrunhosa- Blasted Mechanism- Elecktro Fighterz (convida Dj Kaesar)

Bilhetes
À venda nos postos habituais, Ticketline, AAEE's, Espaço Àgora, Fnac, Abep
Reservas: 707 234 234

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Mundo Mix PT


O Mundo Mix PT, ponto de encontro de novos talentos da cultura urbana, volta para mais uma edição em Lisboa.

Nos próximos dias 12 e 13 de Maio – sábado e domingo, o Castelo de S. Jorge vai ser palco deste “concentrado de novos talentos” nas áreas do design, música, moda, ilustração, fotografia, cinema e multimédia.

Criatividade, compras originais, animação e solidariedade são presenças confirmadas neste Mundo Mix PT.

A entrada é gratuita!

CRIATIVIDADE E COMPRAS ORIGINAIS
Na sua 13ª edição, o Mundo Mix PT vai trazer ao Castelo de S. Jorge, entre as 14H e as 22H, mais de 100 participantes, dos quais a grande maioria são novos talentos em diferentes áreas criativas – acessórios, moda, joalharia, decoração, pintura, ilustrações, fotografia, e até mesmo pranchas de surf - que encontram aqui uma oportunidade única e original para promoverem e comercializarem as suas obras.


CRIATIVIDADE E ANIMAÇÃO
O Mundo Mix PT inclui ainda música e cinema.

O “Palco Antena 3”, vai contar com actuações de 3 bandas nacionais – The Poppers, Da Punk Sportif e Tchakare Kanyembe, também elas novos talentos da música.

Os sons afrobeat dos Tchakare Kanyembe, sábado a partir das 18h.

Da Punk Sportif, no domingo pelas 18h.

The Poppers no domingo às 19H.

Para além destas actuações ao vivo, o ambiente vai estar sempre muito animado por Xana Guerra que promete por o Castelo ao rubro a partir da sua “Cabine DJ Metro”.

No que respeita ao cinema, a “Caixa de Cinema” é um espaço para projecção de curtas-metragens produzidas por jovens talentos nacionais.


Também o “Mini Mix” vai voltar ao evento, uma área lúdica dedicada às crianças.


CRIATIVIDADE E SOLIDARIEDADE
Uma das novidades para 2007 é a edição do CD coordenado por Xana Guerra, a DJ oficial do Mundo Mix PT.

Este CD, que se vai chamar “Mundo Mix PT: Mercado” vai estar à venda nas quatro edições de 2007 do Mundo Mix PT por 5€, valor que reverte na íntegra para a Operação Nariz Vermelho, equipas de Doutores Palhaços que animam as crianças de várias pediatrias de hospitais em Portugal.

PERSONALIDADES MUNDO MIX PT
Para 2007, a organização identificou em Catarina Portas e em Manuel Alves e duas personalidades que representam a cultura Mundo Mix PT pelo seu papel inovador, mentes criativas e empreendedorismo. Estas duas personalidades vão ser presença obrigatória no Mundo Mix PT, estando particularmente atentas aos mais jovens talentos.

CASOS DE SUCESSO MUNDO MIX PT
Realizado em Portugal desde 2003, e contando já com mais de 200 mil visitantes, o Mundo Mix PT revelou já alguns casos de sucesso.

Oioai, Ricardo Preto e Story Tailors são exemplos de talentos actualmente firmados nas suas áreas que tiveram no Mundo Mix PT um motor de arranque das suas carreiras.

MAIS MUNDO MIX PT em 2007
Depois de Lisboa, será a vez do Algarve, Cascais e Porto receberem o Mundo Mix PT:
· Lisboa – 12 e 13 de Maio
· Algarve – 2 e 3 de Agosto
· Cascais – 29 e 30 de Setembro
· Porto – 24 e 25 de Novembro

Rocky Marsiano no Casino Lisboa









Rocky Marsiano

em concerto

A inconfundível sonoridade de Rocky Marsiano estará em evidência no palco multiusos do Arena Lounge do Casino Lisboa, na próxima Segunda-Feira, pelas 22.30h.
Trata-se de outra edição do ciclo de concertos “Spring Experience”, que convida o público a experimentar diferentes propostas musicais.

Rocky Marsiano editou, em 2005, o seu primeiro álbum intitulado “The Pyramid Sessions”, o qual reflecte as influências do jazz, coordenado com o “hip hop”.

No amplo espaço do Arena Lounge serão recuperados temas como “A Story To Be Told”, “The Runaway Beat”, ”Late Night, Open Mic”, "Round-The Block Session", ”Communicating / Skit”, “LX Extravaganza”, “Formulas”, “Jam Of The Month” ou ”Hold Of Me”.

"The Pyramid Sessions" é uma autêntica revolução no panorama “hip hop” nacional.
Trata-se de um registo discográfico que reúne os métodos tradicionais de composição e produção do “hip hop” e alguns músicos de jazz, como o saxofonista Rodrigo Amado, ligado à Clean Feed.
Fruto do produtor D - Mars, o projecto Rocky Marsiano é secundado por músicos da escola do jazz, como André Fernandes, Anthony Wheeldon, na guitarra, e Rodrigo Amado, no saxofone, e pelo scratch do DJ Ride.

D-Mars manipula em tempo real o seu “sampler” proporcionando o espaço perfeito para o cruzamento destas linguagens musicais através do improviso.
A surpreendente dose de improviso constitui, aliás, o elemento-chave que permite que cada espectáculo tenha um cariz único.
Ao quarteto habitual, juntam-se agora Melo D na voz, um vibrafonista, um percussionista e um teclista, transformando o projecto numa autêntica big band.




Festa das Flores no Castelo de S. Jorge




Concerto das Flores
Castelo S. Jorge
5 de Maio às 16h


Sob a direcção de Manuel Marcelino, o alinhamento do concerto inclui, entre outros, os temas “Lisboa menina e moça”, com arranjos de Afonso Alves, “Bésame Mucho”, com arranjos de Norman Taylor e “Holiday in Rio”, com arranjos de Steve McMillan.

Fundada em 1 de Abril de 1929, a Banda de Música dos Empregados da Companhia Carris de Ferro de Lisboa tem cinco trabalhos discográficos editados e é, actualmente, constituída por 40 elementos, sendo dirigida pelo maestro Carlos da Silva Ribeiro.

PROGRAMA

Spanish Fever de Jay Chattaway

Boogie Woogie Bugle Boy arr. Anne Geert Bartelds

Se os Teus Olhos Falassem arr. Afonso Alves

Brasília Carnaval arr. Norman Tailor

Vamos a la Fiesta de Gunter Noris

Lisboa Menina e Moça arr. Afonso Alves

Go Down, Moses arr. Dennis Armitage

Holiday in Rio Arr. Steve Mcmillan

Bésame Mucho arr. Norman Tailor

Fascinating Drums de Ted Huggens



Tributo a Zeca Afonso na sua terra


LEMBRAR ZECA
Tributo a Zeca Afonso
Grupo San'Tiago Sons da Alma
Teatro da Cerca de S. Bernardo 4 de Maio 21h30

O reportório do grupo San'Tiago Sons da Alma inclui diferentes géneros musicais compreendendo peças de música clássica e de música portuguesa, incluindo temas originais. Desde o fado às baladas, o grupo interpreta dos temas de Zeca Afonso (o seu "cartão de visita"), a outros cantados por muitos dos que o seguiram na carreira musical, como Vitorino, Fernando Tordo, Adriano Correia de Oliveira, entre outros.



Programa:
Temas que fazem "Lembrar Zeca" - Canção de Embalar, Grândola Vila Morena, Venham mais cinco, Trás outro amigo, Maio Maduro Maio, Verdes são os Campos, Vampiros, Balada do Outono, Cantigas de Maio, A Morte saiu à rua ou Vejam bem - juntam-se a outros, como Mãe Preta (Caco Velho e Piratini), Menina que estás à Janela (Vitorino), Queda do Império (Vitorino), Senhora (Dulce Pontes), Lira (Adriano Correia de Oliveira), Milho Verde (Popular), Cantar de Emigração (Rosália de Castro/José Niza), Saudades de Coimbra (Mário F. Fonseca/António Sousa),Canção das Lágrimas (Armando Góis), Samaritana (Álvaro Leal/Edmundo Bettencourt), Coimbra é uma Lição de Amor (Raul Ferrão), para fazer desta uma noite de verdadeiro tributo a José Afonso, numa altura em que se evoca os 20 anos da morte compositor que fez da música de intervenção a sua bandeira.

Crazy Horse prolongado até final de Maio


Estreado em Abril, o “Crazy Horse” tem vindo a esgotar sistematicamente o Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa, confirmando a sua reputação de espectáculo esteticamente invulgar, elevando o nu a um estatuto de Arte.
Por isso, o Casino Lisboa decidiu prolongar o ciclo de representações ao longo deste mês.
A partir do carismático “God Save our Bareskin” que inicia, desde 1962, o “Crazy Horse” em Paris, sucedem-se mais de uma dezena de quadros que privilegiam a beleza feminina, como “Good Girl”, “Chair Me Up”, “Chain Bang”, “Lola”, “Adagio” ou “Lay, Laser, Lay”.

Com uma excelente plasticidade, o elenco exibe sensuais movimentos de dança, ao ritmo de diferentes sonoridades. Ao longo de hora e meia, as 12 bailarinas interpretam várias personagens a solo, em dueto ou em grupo.

No intuito de preservar as respectivas identidades, Lady Pousse-Pousse, Becky Pimlico ou Alexia Phocea são, apenas, alguns dos nomes que as jovens adoptam em palco, assumindo, em exclusivo, um determinado papel.

O verdadeiro guarda-roupa consiste num intenso jogo de luzes, que “veste” de várias cores os corpos femininos, combinando, ainda, com atraentes acessórios, como as plumas ou as lantejoulas. Com efeito, “Crazy Horse” distingue-se, também, pela importante componente audiovisual, conciliando o lado poético do conceito de “belo” com a projecção de imagens de pura sensualidade.

Da autoria de Alain Bernardin, “Crazy Horse” concretiza o ideal da beleza feminina de hoje, actualizando este conceito de acordo com os modelos ditados pelos criadores de sectores tão variados como a moda, os audiovisuais, o cinema e a publicidade. Os seus espectáculos evoluíram da sucessão de quadros musicais, cómicos e striptease para o visual intimista, pleno de charme e de efeitos visuais que definem a verdadeira Arte do Nu.

O Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa exibe “Crazy Horse” às Terças, Quartas, Quintas-Feiras e Domingos, pelas 22 horas, enquanto às Sextas-Feiras e aos Sábados estão agendadas duas sessões, respectivamente, para as 20 e 30 e, posteriormente, às 23 e 30.

Bilhetes à venda:
Casino Lisboa, Lojas FNAC, Agências Abreu e em Ticketline
Informações e reservas através do telefone: 707 234 234
Preço dos bilhetes: de 30€ a 40€.

Malador em estreia absoluta no Theatro Circo

MALDOROR
por
MÃO MORTA

11 e 12 de Maio
Theatro Circo – Braga

A partir de “Os Cantos de Maldoror”, a obra-prima literária que Isidore Ducasse, sob o pseudónimo de Conde de Lautréamont, deu à estampa nos finais do séc. XIX, os Mão Morta, com os dedos de alguns cúmplices, estruturaram um espectáculo singular onde a música brinca com o teatro, o vídeo e a declamação.
Aí se sucedem as vozes do herói Maldoror e do narrador Lautréamont, algumas imagens privilegiadas das muitas que povoam o livro, sem necessidade de um epílogo ou de uma linearidade narrativa, ao ritmo da fantasia infantil – o palco é o quarto de brinquedos, o espaço onde a criança brinca, onde cria e encarna personagens e histórias dando livre curso à imaginação.

Em similitude com a técnica narrativa presente nos Cantos, a criança mistura em si as vozes de autor, narrador e personagem, criando, interpretando e fazendo interpretar aos brinquedos/artefactos que manipula as visões e as histórias retiradas das páginas de Isidore Ducasse, dando-lhes tridimensionalidade e visibilidade plástica. O espectáculo é constituído pelo conjunto desses quadros/excertos, que se sucedem como canções mas encadeados uns nos outros, recorrendo à manipulação vídeo e à representação.

Como um mergulho no mundo terrível de Maldoror, povoado de caudas de peixe voadoras, de polvos alados, de homens com cabeça de pelicano, de cisnes carregando bigornas, de acoplamentos horrorosos, de naufrágios, de violações, de combates sem tréguas… Sai-se deste mundo por uma intervenção exterior, como quem acorda no meio de um pesadelo, como a criança que é chamada para o jantar a meio da brincadeira – sem epílogo, sem conclusão, sem continuação!

INTERVENIENTES
Texto Original: Isidore Ducasse dito Conde de Lautréamont;
Selecção, Versão Portuguesa e Adaptação: Adolfo Luxúria Canibal;
Música: Miguel Pedro, Vasco Vaz, António Rafael e Mão Morta;
Encenação: António Durães;
Cenografia: Pedro Tudela;
Figurinos: Cláudia Ribeiro;
Vídeo: Nuno Tudela;
Desenho de Luz: Manuel Antunes;
Interpretação: Mão Morta (Adolfo Luxúria Canibal – voz / Miguel Pedro – electrónica e bateria / António Rafael – teclados e xilofone / Sapo – guitarra / Vasco Vaz – guitarra e xilofone / Joana Longobardi – baixo e contrabaixo);
Produção: Theatro Circo e IMETUA – Cooperativa Cultural







Se não mora em Braga, pode reservar os bilhetes da seguinte forma:
* telefona para o Theatro Circo a reservar bilhetes (253 203 800)
* o pagamento dos bilhetes deverá ser feito através de transferência bancária
* deverá confirmar esse pagamento num prazo de 48 horas, enviando o comprovativo do multibanco por email (reservas@theatrocirco.com ) ou por fax (253 262 403)
* no dia do espectáculo, dirige-se com esse email ou fax à bilheteira e levanta os bilhetes


Conheça melhor este espectáculo através do video promocional que se encontra disponível no You Tube
http://www.youtube.com/watch?v=MN6xPLYMy4o

quinta-feira, 3 de maio de 2007

PLÁCIDO CANTOU ...ENFIM

Plácido Domingo cantou , ontem, no Pavilhão Atlântico e encantou.

Plácido tinha de compensar o público português da desilusão do dia 21.
E conseguiu-o realmente!
Entrou em palco, pouco passava das 21,30, e de imediato nos brindou com uma belíssima área francesa.
O catarro estava bem longe da sua voz extraordinária!
Seguiram-se Wagner, Puccini, Massenet.
Por vezes fez-se acompanhar por Virgínia Tola, uma soprano estupenda, que tanto a solo como em dueto se revelou dona de uma voz melodiosa, de timbre suave, firme.
Assistimos a uma encenação magnífica, aligeirando o espectáculo, e tornando-o ainda mais bonito e agradável.
Também a Brodway entrou no Palácio Atlântico, através de " Some Enchanted Evening", que redobrou o encanto da sessão.
Mas Plácido Domingo queria ficar no coração dos portugueses. E para tal que melhor opção senão cantar o Fado?!
E foi assim que Plácido Domingo conquistou definitivamente os seus admiradores e não só.
Com a modéstia que lhe é peculiar, e desculpando-se pelo seu mau português, cantou " Foi Deus" ,com tal emoção que, ao terminar ,a sala se levantou em peso num aplauso único.
Emocionado e contente com o acolhimento da sua surpresa não hesitou em cantar mais dois Fados, de estilos diferentes : " Lisboa ", e " Coimbra ".
O público visivelmente emocionado, e disso podemos falar porque estávamos presentes, ovacionou demoradamente e de pé esta " ousadia" de um tenor que se atreveu a invadir a nossa esfera musical.
Foi soberbo!
Para terminar, Plácido cantou " GRANADA ", uma canção que lhe é tão cara e que na sua voz é ainda mais brilhante!
O público, totalmente rendido à sua voz portentosa, bela, magnífica não deixava de aplaudir e de o tentar manter em palco.
Mas Plácido, agradecido e contente, pega no braço da primeira violoncelo e começa a abandonar o palco seguido por todos os outros elementos da orquestra.
E foi assim que fomos obrigados a deixar o Pavilhão Atlântico, esperando um novo concerto deste artista magnífico.

Uma sugestão à Organização: este espaço não é o melhor para espectáculos deste género.
Temos mais salas com capacidade e acústica para ouvir e apreciar os líricos que nos queiram visitar.

9º Festival do Clube dos Criativos de Portugal

Havana Way em Maio no Casino Estoril

Havana Way no

Du Arte Lounge

do Casino Estoril


Com sugestivas noites de música ao vivo, o Casino Estoril recebe, na próxima Sexta-Feira, os Havana Way, que iniciam, assim, um ciclo de actuações durante o mês de Maio.

No acolhedor espaço do Du Arte Lounge, a banda, de origem cubana, inspira-se nos ritmos latinos do merengue, salsa, cumbias, boleros, chá-chá-chá, mambo, són e bachatas.

Os Havana Way constituem, assim, a principal novidade de um diversificado programa de animação protagonizado, também, por Sylvie C., Dora Quarteto, Karma, Garden Quarteto, Beladona Quartet, e Pedro Malagueta acompanhado pela Orquestra do Casino Estoril.

Concebido pelo pianista Victor Zamora, este conjunto convida o público a reviver as contagiantes sonoridades da música cubana.

Trata-se de um quinteto formado, ainda, pelo vocalista Yaniel Martinez, Hector Marquez em Timbales, Dany Machado, no contrabaixo, Fredy Roldan, nas Percussões.

Presença obrigatória nos festivais de música cubana, esta banda já efectuou diversas actuações na Europa, nomeadamente, em Espanha e em França.

Os Havana Way distinguem-se pela inesgotável criatividade de Victor Zamora, que propõe, ainda, a fusão do jazz com os ritmos latinos.


Os Havana Way actuam todas as Sextas-Feiras e Sábados:
Sextas-Feiras: 23.30 - 00.30; 01.30 - 02.30
Sábados: 23.00 - 00.00; 01.00 - 02.00

A animação do Du Arte Lounge, sugere, ainda, entre as 21h e as 2.30h:
- Segunda – Beladona Quartet
- Segunda, Quinta e Domingo - Orquestra Casino
- De Terça a Sábado - Orquestra Casino acompanha o intérprete Pedro Malagueta
- De Terça a Domingo - Garden Quarteto
- Segunda a Sábado - Sylvie C.
- Quarta, Quinta, Sábado e Domingo - Dora Quarteto
- Domingo a Quarta e Sexta - Karma

Recital de Guitarra no Franco Português

Temporada Miso Music Portugal

em residência no IFP

Recital de Pedro Rodrigues para guitarra e electrónica, com obras em estreia absoluta de Jaime Reis e Andre Bartetzki, e ainda peças de Isabel Soveral, Nuccio d'Angelo e Leo Brouwer.


4 de Maio às 21h30
Preço dos bilhetes 5€


Institut Franco-Portugais
Avenida Luís Bívar, 91
Tel: 21 311 14 00

Cello Samba Trio em Portugal

Cello Samba Trio ao vivo
6 de Maio 22h00
Fórum Cultural José Manuel Figueiredo, Moita


Entre os muitos estilos musicais do Brasil, o samba é aquele que melhor representa a vasta diversidade do país.

Depois do grande compositor Villa Lobos, o violoncelo tornou se um ícone musical no Brasil. O seu tom melodioso e romântico, a sua flexibilidade entre a poesia pura e uma articulação “funky”, fez deste instrumento europeu assumisse uma identidade brasileira. O violoncelo foi e é amado por grandes compositores brasileiros como António Carlos Jobim, Egberto Gismonti, Caetano Veloso e Wagner Tiso, entre outros.

O violoncelista, compositor, arranjador e produtor Jaques Morelenbaum, junta todas estas funções e traz-nos uma fantástica panorâmica sobre o desenvolvimento do samba, desde as suas raízes até aos nossos tempos.

Noel Rosa, Ari Barroso, Dorival Caymi, António Carlos Jobim, João Gilberto, Caetano Veloso, Gilberto Gil; Carlinhos Brown e Davi Moraes, eis alguns dos nomes que compõe esta visita.

Jaques Morelenbaum, internacionalmente conhecido especialmente pelo seu trabalho com Caetano Veloso e Sakamoto, goza de um enorme prestigio no nosso país, tendo colaborado com Mariza, Ala dos Namorados e GNR, entre outros.

Neste espectáculo, Jaques Morelenbaum e o seu cello apresentam a história e as estórias do samba. A seu lado dois músicos enormes talentos: Lula Galvão (guitarra), e Rafael Barata (percussão). Cello Samba Trio.

Preço do Bilhete - € 15,00;
Locais de Venda - Bilheteira do Fórum Cultural José Manuel Figueiredo – Baixa da banheira Telefone de Reservas e Informações - 210888900

Raquel Tavares actua em Lisboa

HISTÓRIA DE UMA CANTADEIRA
Raquel Tavares em concerto


Sala Principal do Teatro da Trindade
Sábado, 5 MAIO 21h30



Se fado quer dizer destino; então que se fale de Raquel Tavares.
Sente-se na voz, na atitude, na expressão e acima de tudo na coragem que tem em assumir-se como “Uma Fadista”.

Tudo isto não pode ser por acaso, nem pelo facto de se falar de uma artista com um enorme talento para representar. Nenhuma grande actriz poderia assumir tão bem este papel…

Alem da versatilidade, Raquel Tavares tem o talento de recriar aquilo que poderia ser um “Fado Balada” ou um “Fado Canção”, num grande fado dos nossos tempos, como nos temas “Noite”, “Querer Cantar”, “Por Momentos” ou “Trazes pedaços de mim”.

Dando-lhes assim a sua interpretação de forma tão carismática.

Existe ao redor da artista um “íman” que atrai a criação de todos os que a rodeiam, desde o disco ao espectáculo que se foi criando por si só, na inspiração daquilo que é o personagem principal e ao mesmo tempo a “musa” deste projecto.

Tinha de ser mesmo assim.

Não se poderia abordar outro tema, senão a “História de uma Cantadeira”.

A história de Raquel Tavares.
Inevitavelmente “O Seu Destino”, aquilo que ela nunca poderia deixar de ser.


Ficha Técnica
Voz: Raquel Tavares
Guitarra Portuguesa: Bernardo Couto
Guitarra Clássica: Diogo Clemente
Baixo: Fernando Araújo
Direcção Musical: Diogo Clemente
Stylist: Carlos Gonçalves
Fotografia: Steve Stoer
Direcção técnica e concepção do espectáculo: Hélder Moutinho
Produção: HM Música

Mariza actua no Algarve


Mariza, actualmente uma das vozes mais emblemáticas da música portuguesa, regressa ao palco dos Casinos do Algarve para dois grandes espectáculos: dia 4 de Maio no Hotel Algarve Casino e dia 5 de Maio no Casino de Vilamoura.

De origem moçambicana, viveu e cresceu na Mouraria, local representativo das influências da sua música e onde ouviu os primeiros fadistas - uns anónimos outros como Fernando Maurício, Amália Rodrigues e Carlos do Carmo, os quais viriam a ser homenageados no seu álbum, “Transparente”.

A fadista tem cantado e encantado com o seu talento.

Por onde passa há plateias esgotadas e críticas resplandecentes.

“Um virar de uma página”, segunda a diva, é a expressão que caracteriza o seu mais recente trabalho, que interpreta com paixão por cantar as palavras dos poetas, um trabalho revelador da própria fadista e que conduz o público à descoberta da sua verdadeira essência.

Ao longo da sua breve mas enriquecida carreira, a artista além de ter recebido enúmeras distinções, teve ainda a oportunidade de actuar em alguns dos mais importantes palcos de todo o mundo, como o Carnegie Hall, o Opera House em Sydney, o Théatre Albeniz em Madrid, ou o Centro Cultural de Belém.

Desta forma, os Casinos do Algarve apresentam o talento e a presença esperada por uma grande legião de fãs.


Jantar concerto - 60,00 (Sessenta) euros por pessoa

Informações e Reservas:
Casino de Vilamoura
Tel. 289 310 000
Fax: 289 310 099

Irmãos Catita no Maxime

Os Irmãos Catita, que este ano ainda só compareceram por duas vezes em Lisboa – nos intervalos das gravações do seu terceiro disco “Budha-se!”, que decorrem em Katmandu – vão dar aos seus seguidores (e são pelo menos três!) o prazer de mais um espectáculo na cidade de Santana Lopes e Carmona Rodrigues.

Eia! Viva a primavera! Consultados os astros, os búzios, as cascas de tremoço, e a linha telefónica de tarot da Maya, ficou decicido que não há melhor data para este espectáculo.

Será no sábado 5 de Maio do ano da graça de 2007!

As cascas de tremoço não mentem! Irmãos Catita ao palco! Atracção especial neste espectáculo é a presença do mágico, magnético e badalado (e canhoto!) baixista Gimba, que irá substituir o seu substituto, ausente em Katmandu.
É uma oportunidade única para ver ao vivo as canções de Mundo Catita (o disco anterior a “Budha-se!”) executadas com rigor pelo seu line up original! Isto com búzios e tremoços (e uma imperialzinha!) nunca falha!!


Sábado 5 maio 07 - abertura de portas às 22h .

Início do concerto às 23h30 .

Cabaret Maxime - Pç. alegria, 58.

Reserva de mesas tel. 213467090

quarta-feira, 2 de maio de 2007

Martinho Dias leva "Corpo Novo" ao Porto


“Preciso mesmo de tirar esta barriga nojenta que tenho.

Estou farta de me ver ao espelho e vê-la ainda mais saliente.
O chá não ajudou muito.
Hoje vou tomar outra vez.
Ainda parece que sinto em mim a porcaria das bolachas que comi ontem.

E ainda por cima, hoje comi mais.” A.L.


Naomi Wolf, feminista norte-americana, no seu livro ‘O Mito da Beleza’, fala da donzela de ferro, um instrumento de tortura da Alemanha medieval.

Era uma espécie de sarcófago com as formas de uma jovem bela e sorridente, e em cujo interior as vítimas, gordas ou magras, altas ou baixas, eram encerradas lentamente para que morressem de inanição ou fossem perfuradas por ferros pontiagudos.
Delicadamente, esse papel cabe hoje aos mass media, à indústria da moda e dos cosméticos.

Por sua vez, a cirurgia estética, tornou-se na solução para libertar homens e mulheres da opressão de estar fora dos padrões transformando o corpo que se encontra fora
do padrão num corpo da moda.

É o corpo-imagem e corpo-mensagem que se apresenta ao espelho da sociedade no palco das visibilidades.

A preocupação com a preservação da beleza e da juventude é legítima e tão antiga quanto a humanidade, porém, o culto da beleza contemporânea não aceita mais a fatalidade das rugas, flacidez ou envelhecimento e transformou-as numa obsessão.


CORPO NOVO é uma série de obras que têm como ponto de partida a beleza padronizada, o glamour, o culto das passerelles, a perfeição/imperfeição, a beleza que se mostra e a beleza que se oculta.
Para algumas destas obras convidei diferentes pessoas a darem o seu contributo, em forma de texto, manifestando as suas visões pessoais acerca da ‘beleza feminina’, do envelhecimento e da ‘máscara’.
Todas as respostas estão literalmente incluídas na pintura, sem, contudo, se fundirem e explicarem.
O texto torna-se também ele num corpo, eventualmente o corpo do seu autor.


Martinho Dias, Abril 2007


Depois de Lisboa, onde Martinho Dias expôs com grande sucesso e prestígio, chega a vez do Porto.

O pintor inaugurará a exposição "Corpo Novo", no próximo dia 4 de Maio pelas 21.30h, no Espaço Servantes.

A exposição de pintura poderá ser vista até dia 30 de Junho.

Matrioshka Sketch Comedy no S. Luiz


CICLO NOVOS VEZES NOVE
NOVOS HUMORISTAS

MATRIOSHKA
Um espectáculo dos Alcómicos Anónimos


Jardim de Inverno
3, 4 e 5 de Maio
Às 23h30


E se cinco humoristas se sentassem à mesa para escrever uma peça de sketches e stand-up comedy?
Não, isso já foi feito. E se tiver sido feito por esses mesmos humoristas? Ah, então assim está bem, mas já não é novidade! É, porque desta vez decidiram mostrar ao público o processo de criação da própria peça. E isso tem piada? Não, mas todos precisamos de comer.

Depois de Terapias de Grupo, os Alcómicos Anónimos apresentam Matrioshka, um espectáculo de comédia que incide nos sketches e intervenções de stand-up. A loja onde pode adquirir um avô novo, a marca de leite favorita dos nerds portugueses, a lenda da “linha” entre dois homens e o Rei do Karaoke. Estes e outros temas podem ser encontrados nesta peça, onde a falta de cenário é compensada por uma mesa e cinco cadeiras em pinho de fino design.

Alcómicos Anónimos
Alexandre Romão
João Miranda
Rui Sinel de Cordes
Salvador Martinha
Zé Beirão

Preço único 5 € Para Reservas : 21 325 76 50 / bilheteira.teatrosaoluiz@egeac.pt
Horário da Bilheteira: todos os dias, das 13h00 às 20h00.

Bill Jones com Arnie Zane Dance Company

BILL T. JONES/ARNIE ZANE DANCE COMPANY
BLIND DATE (2005)
4 e 5 Maio 21h00 Grande Auditório CCB

Bill T. Jones, um dos maiores expoentes da dança contemporânea e uma das vozes mais acutilantes das questões actuais, regressa aos temas morais e políticos com um novo trabalho sobre valores e multiculturalidade.

Nas mãos do coreógrafo Bill T. Jones (1952), a dança torna-se um instrumento extraordinário para sondar as grandes questões da vida e viajar em direcção à compreensão. Neste novo trabalho de uma noite, Blind Date explora temas como o patriotismo, a honra, o sacrifício e o trabalho dedicado a uma causa maior que nós próprios – valores quase perdidos no mundo moderno.

Dotados de uma técnica invulgar, os dez bailarinos desta companhia multicultural – que em breve completa 25 anos e que inclui bailarinos da Turquia, China e México – contam histórias pessoais e movimentam-se num cenário sensorial de cores primárias, imagens de vídeo e influências musicais provenientes de todo o mundo. Como num “blind date” (encontro às cegas), sabedoria e eloquência encontram um fundamentalismo embrutecido nesta explosiva meditação sobre forças e crenças opostas.

O resultado é uma experiência de dança/teatro multifacetada, que “ao combinar preocupações políticas e morais com ingenuidade coreográfica, e aptidão teatral”, é “ao mesmo tempo comovente, sexy, divertido, profundo e triste”.


BLIND DATE (2005)
Coreografia e Direcção: Bill T. Jones
Texto Original: Bill T. Jones e A Companhia
Música Original e Arranjos: Daniel Bernard Roumain (DBR)
Música Interpretada por: Akim “Funk” Buddha (voz de garganta, voz, percussão); Neel Murgai (cítara, daf, voz); Amie Weiss (violino); and DBR (laptop, violino, piano)
Johann Sebastian Bach Sonata para Violino N.º 1 Em Sol menor, BWV 1001: Fuga e Adagio
Mrs. McGrath 1815 Canções tradicionais do folclore irlandês
Security texto de Otis Redding, interpretado por Shaneeka Harrell
Step In the Name of Love de R. Kelly
Cenografia: Bjorn G. Amelan
Desenho de Vídeo: Peter Nigrini
Desenho de Luz: Robert Wierzel
Figurinos: Liz Prince
Software de Controlo de Vídeo criado por Peter Nigrini e Matthew Ostrowski
Intérpretes: Bill T. Jones, Andrea Smith e A Companhia

A Companhia
Asli Bulbul, Leah Cox, Maija Garcia, Shaneeka Harrell, Shayla-Vie Jenkins,
Wen-Chung Lin, Erick Montes, Charles Scott, Donald C. Shorter, Jr., &
Stuart Singer e Andrea Smith

Direcção Musical: Daniel Bernard Roumain (DBR)
Músicos: Akim “Funk” Buddha, Neel Murgai e Amie Weiss

Nabucco no Coliseu de Lisboa


Dias 04 e 05 de Maio em Lisboa
Solistas, coro e orquestra
130 Artistas
Espectacular cenografia e vestuário

NABUCCO, é uma ópera em quatro actos com música de Giuseppe Verdi e libreto de Temistocle Solera, baseada no Antigo Testamento e na obra Nabuchodonosor de Francis Cornue e Anicète Bourgeois.

Foi estreada em 09 de Março de 1842 na La Scala de Milão, foi composta num período particularmente difícil da vida do compositor.

A sua esposa e os dois pequenos filhos tinham falecido pouco tempo antes e Verdi tinha decidido não voltar a compor.

O libreto de Nabucco chegou às suas mãos muito por casualidade.



Primeiro Acto: "Jerusalém"
Os judeus oram diante templo de Salomão. O sumo-sacerdote Zacarias entra com Ana, sua irmã, e Fenena, filha de Nabucco, tida como refém pelos judeus. Zacarias avisa ao povo que Javé não vai abandonar o povo judeu. Ismael, chefe militar e sobrinho do rei de Jerusalém, entra com seus soldados e avisa de que Nabucco destrói tudo.
Zacarias espera que haja um milagre e entrega Fenena a Ismael para que ela tenha sua segurança garantida. Ambos são amantes, e conheceram-se na Babilónia. Abigail, a outra filha de Nabucco -que também é apaixonada por Ismael - entra comandando um exército de assírios para ocupar o templo. Os assírios estão vestidos como judeus. Abigail chantageia Ismael, dizendo que ela salvará seu povo caso ele lhe retribua o amor, mas Ismael não aceita.
Reaparecem os judeus, assustados com a reaproximação de Nabucco, que é enfrentado por Zacarias, que o denuncia por blasfémia e ameaça executar Fenena. Esta é entregue a Nabucco por Ismael, que é reprimido pelos judeus. Nabucco manda incendiar o templo.

Segundo Acto: "O Blasfemo"
Palácio de Nabucco, na Babilónia. Abigail acha um pergaminho no qual é dito que ela é filha de escravos, e não de Nabucco. Jura vingança a ele e a Fenena, enquanto se lembra de Ismael e acha que poderia ter salvado sua vida. Entra o Sumo Sacerdote e avisa que Fenena mandou libertar os prisioneiros judeus, e que, devido à traição, Abigail será nomeada herdeira do trono, em vez de Fenena.


Noutro local, Zacarias ora e tenta convencer os assírios a esquecerem seus ídolos. Fenena entra nos seus aposentos , e este tenta converte-la. Os levitas entram e encontram Ismael, que fora expulso. Zacarias perdoa-lhe, por este ter salvado um judeu - Fenena, agora convertida. Abdalo, conselheiro do palácio, entra e avisa Fenena sobre os boatos referentes à morte de Nabucco, e que sua vida encontra-se em perigo.
Entra o Sumo Sacerdote e proclama a regência de Abigail. É anunciada a sentença de morte aos judeus. Fenena se recusa a entregar o cetro a Abigail. Inesperadamente, entra Nabucco, toma a coroa e a coloca em suas cabeças. Nabucco diz que derrotou Baal e Javé, e por isso mesmo não é rei. É Deus. Nesse instante, cai um raio na cabeça de Nabucco, que fica louco. Abigail recupera a coroa.

Terceiro Acto: "A Profecia"
Jardins Suspensos da Babilónia.

Abigail é proclamada regente e é instigada a condenar à morte os judeus, mas, antes disso, Nabucco entra atordoado. Abigail explica que está na função de regente porque o rei está impedido de reinar, e entrega-lhe a ordem de execução aos judeus, esperando que ele decrete a morte de Fenena - agora, convertida ao judaísmo. Nabucco assina, mas pergunta sobre o que vai acontecer a Fenena, e Abigail avisa que ela também vai morrer, junto com os outros judeus. Nabucco tenta mostrar o documento a Abigail dizendo que ela é uma impostora, mas ela já o tem nas mãos e rasga-o em pedaços. Nabucco chama os guardas, mas não é atendido. Sem mais alternativas, suplica clemência a Abigail, que permanece irredutível.
Enquanto isso, os judeus permanecem descansando do trabalho escravo, diante das margens do Eufrates, e relembram sua pátria perdida. Zacarias anuncia que eles estarão livres do cativeiro em breve, e Javé os ajudará a derrotar a Babilónia.

Quarto Acto: "O ídolo destruído"
Nabucco está nos seus aposentos e ouve o grito por Fenena. Ao olhar para a janela, vê que Fenena está sendo executada. Ao tentar abrir a porta, dá-se conta de que é prisioneiro. Neste momento, Nabucco implora perdão a Javé, pedindo-lhe conversão, assim como ao seu povo. Ao recuperar a razão, entra Abdalo se certifica de que Nabucco é novamente ele próprio, e já está com todas as suas faculdades recuperadas. E tenta recuperar o trono.
Os carrascos preparam a execução de Zacarias e do seu povo. Fenena é aclamada como mártir, e na sua última prece, pede a Javé que a receba no céu. Nabucco acaba com a escravidão dos judeus e anuncia que ele próprio é um deles. A estátua de Baal e destruída e Abigail suicida-se, implorando a Ismael que se una novamente a Fenena. O povo reconhece o milagre, e direcciona louvores a Javé.




A composição empreendida, quase “puxada a ferros”, deu como resultado uma obra que cativou toda Itália.


Na estreia, o papel de Abigail foi interpretado por Giuseppina Strepponi, que se converteria em companheira sentimental e logo esposa de Verdi.



Esta ópera foi o primeiro êxito importante do compositor e com ele iniciam-se os chamados anos de galera, nos quais compôs a um ritmo frenético, produzindo dezassete óperas em doze anos.




O êxito deve-se em parte às qualidades musicais da obra e em parte à associação que fazia o público entre a história do povo israelita e as ambições nacionalista da época.


Um dos símbolos que utilizou, e provavelmente continua utilizando o povo, para reforçar o ideal independentista foi o coro Va pensiero, do terceiro acto.


Este coro de escravos hebreus é, sem dúvida, o número mais popular da ópera.
Na sua época, os italianos assimilaram-no como um canto contra a opressão estrangeira em que viviam.


O êxito da ópera perdura até aos dias de hoje.


É gravada e apresentada nos teatros de ópera com certa frequência.

STATE OPERA OF BULGÁRIA

A companhia State Ópera Of Bulgária contou desde a sua formação em 2001, com os corpos estáveis das óperas estatais búlgaras (Sofia, Plovdiv, Varna, Stara Zagora, Burgas), orquestras e coros de longa tradição e sólida formação musical aos que se juntaram solistas do país e um importante aporte de cantores estrangeiros, geralmente oriundos de outros países da Europa Central, com os que se tem vindo configurando papéis internacionais em todas as suas produções.




Até ao momento, a State Ópera Of Bulgária apresentou-se sempre com os grandes títulos do repertório, fundamentalmente verdiano (Nabucco, Rigoletto, Trovatore, Aida, Otello), com outros de igual preferência popular (Lucía dí Lammermoor, Tosca).



Os acordos consolidados com empresários europeus e norte americanos permitiram centrar a actividade de State Ópera Of Bulgária nas suas tournées internacionais.


Desde a sua criação actua regularmente na Suiça, Alemanha, Holanda, França, Espanha, Portugal e EUA.

Teatro de Marionetas no Museu da Marioneta

Espectáculo de Marionetas
“Agakuke e o Pescador Curandeiro”
Museu da Marioneta
LUA CHEIA – Teatro para Todos, em co-produção com o Museu da Marioneta, apresenta “Agakuke e o Pescador Curandeiro”, o 4º espectáculo de marionetas do ciclo “Agakuke o Inuit” que estreia, no Museu da Marioneta em Lisboa, a 4 de Maio e estará em cena até ao dia 1 de Junho.



Um conto da Micronésia onde a coragem, o mistério e o medo se cruzam.

Agakuke, o Inuit recorda a história de um pescador de uma pequena ilha do arquipélago da Micronésia que todos os dias, antes de ir pescar, se surpreende com o estado do seu barco. Tendo a coragem como única arma, o pescador decide resolver o mistério que o atormenta diariamente, mas aguarda-o um encontro inesperado e assustador.

Nos confins do Oceano Pacífico, espíritos, fantasmas e chamãs juntam-se para oferecer a imortalidade aos habitantes das ilhas.


Serão eles merecedores de tal dádiva?

Espectáculo “Agakuke e o Pescador Curandeiro”:



Horários:
3ª, 5ª e 6ªfeira às 10h30


4ªf às 10h30 e 14h30


sábado às 16h


domingo às 11h30


Bilhetes:


2€ (escolas)


4€ (crianças)


5€ (adultos durante a semana)


6€ (adultos ao fim-de-semana)



Reservas:


Tel: 214 430 591


Fax: 210 093 444


Telm: 966 046 448




Nota: Durante a semana é necessária reserva antecipada