Lisboa garante o regresso do maior evento de música e entretenimento do mundo
em 2008 e 2010

A Câmara Municipal de Lisboa, na pessoa do seu Presidente, Dr. António Costa, e a Better World, entidade organizadora do Rock in Rio, na pessoa da sua Vice-Presidente, Dra. Roberta Medina, assinou hoje o protocolo que determina os termos e condições entre as duas entidades que garantem a realização do maior evento de música e entretenimento do mundo na cidade de Lisboa em 2008, nos dias 30 e 31 de Maio e 1, 5 e 6 de Junho, e o seu regresso em 2010, nos dias 28 e 29 de Maio e 4, 5 e 6 de Junho.
A formalização deste acordo decorre dos claros benefícios que a realização do evento trouxe para a cidade de Lisboa.
As duas edições anteriores – em 2004 e em 2006 – permitiram uma ampla divulgação de Lisboa projectando a sua imagem em Portugal e internacionalmente e posicionando-a como uma cidade moderna e apelativa, capaz de organizar grandes eventos.
Refira-se que o evento fez com que Lisboa fosse vista em cerca de 60 países.
Refira-se que o evento fez com que Lisboa fosse vista em cerca de 60 países.
Quanto à divulgação do evento, o trabalho continuado de comunicação resulto
u na publicação de 4.400 notícias sobre o Rock in Rio–Lisboa 2004 - das quais 2.132 notícias sobre a cidade de Lisboa - e 5.000 notícias sobre o evento em 2006.
u na publicação de 4.400 notícias sobre o Rock in Rio–Lisboa 2004 - das quais 2.132 notícias sobre a cidade de Lisboa - e 5.000 notícias sobre o evento em 2006. Este esforço de comunicação culminou na recepção de mais de 120 jornalistas de órgãos de comunicação estrangeiros em cada edição.
Também importantes para a cidade de Lisboa, o impacto económico da realização do evento que gera cerca de 10 mil empregos directos e indirectos, contribui fortemente para a actividade hoteleira e de restauração e para o acréscimo do consumo por via da maior afluência de pessoas de fora da cidade, designadamente de turismo interno e internacional.
Também importantes para a cidade de Lisboa, o impacto económico da realização do evento que gera cerca de 10 mil empregos directos e indirectos, contribui fortemente para a actividade hoteleira e de restauração e para o acréscimo do consumo por via da maior afluência de pessoas de fora da cidade, designadamente de turismo interno e internacional.
Considerando o interesse municipal na realização deste evento de natureza cultural, recreativa e social, o Rock in Rio fica isento das taxas municipais.
No entanto, a organização pagará à Câmara Municipal de Lisboa uma contrapartida única no valor de 800.000 euros, referentes às duas edições.
Esse valor de contrapartida será aplicada na construção de uma ponte pedonal de ligação entre a zona Sul do Parque (local onde será construído o futuro IPO) e o Bairro dos Olivais, beneficiando, assim, os moradores da comunidade envolvente à zona onde se realiza o Rock in Rio, e para o pagamento de custos operacionais.
Além disso, a organização do evento reforça a sua responsabilidade em manter, e mesmo melhorar, as condições deste espaço público para a realização de eventos que possam a vir ser realizados alí no futuro, assim como para utilização e usufruto de todos os munícipes.
Também a promoção da música portuguesa no evento é assegurada por este protocolo, situação já bem presente desde a primeira edição e ainda mais no evento deste ano, com uma forte percentagem de bandas nacionais – mais de 40% - a participar neste evento de projeccção internacional.
Também em termos sociais, o Rock in Rio tem vindo a contribuir para a cidade de Lisboa, alocando parte do valor arrecadado através do seu projecto social a entidades lisboetas, apoiando centenas de crianças e jovens de Lisboa, beneficiários de instituições como a FENACERCIS, Crescer/ Ser, Ajuda ao Recém-Nascido, Ajuda de Mãe e Centro Social São Maximiliano de Kolbe.
Para Roberta Medina, “Lisboa é a cidade responsável pelo primeiro passo para a internacionalização do Rock in Rio e será das principais porta-vozes do grande movimento que começou a ser construído em 2001 com o objectivo de fazer o mundo todo parar e pensar através de 3 minutos de silêncio Por Um Mundo Melhor em Junho de 2014”
Além disso, a organização do evento reforça a sua responsabilidade em manter, e mesmo melhorar, as condições deste espaço público para a realização de eventos que possam a vir ser realizados alí no futuro, assim como para utilização e usufruto de todos os munícipes.
Também a promoção da música portuguesa no evento é assegurada por este protocolo, situação já bem presente desde a primeira edição e ainda mais no evento deste ano, com uma forte percentagem de bandas nacionais – mais de 40% - a participar neste evento de projeccção internacional.
Também em termos sociais, o Rock in Rio tem vindo a contribuir para a cidade de Lisboa, alocando parte do valor arrecadado através do seu projecto social a entidades lisboetas, apoiando centenas de crianças e jovens de Lisboa, beneficiários de instituições como a FENACERCIS, Crescer/ Ser, Ajuda ao Recém-Nascido, Ajuda de Mãe e Centro Social São Maximiliano de Kolbe.
Para Roberta Medina, “Lisboa é a cidade responsável pelo primeiro passo para a internacionalização do Rock in Rio e será das principais porta-vozes do grande movimento que começou a ser construído em 2001 com o objectivo de fazer o mundo todo parar e pensar através de 3 minutos de silêncio Por Um Mundo Melhor em Junho de 2014”





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