quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sérgio Fontão com o Coral Vértice actuam em Atouguia da Baleia


O Coral Vértice apresenta-se na Sexta-feira, 7 de Novembro, às 21.30, na Igreja de São Leonardo, na Atouguia da Baleia (concelho de Peniche).

Sob a direcção do maestro Sérgio Fontão, serão interpretadas obras de música medieval e renascentista.
Palestrina, Gaspar Fernandes e Juan Gutiérrez de Padilla são alguns dos compositores programados.
Este concerto está integrado nas comemorações dos 700 anos da doação da vila de Atouguia à Rainha Santa Isabel pelo Rei D. Diniz.

O Coral Vértice é um grupo vocal masculino fundado em Outubro de 1974 por membros do Coro Gulbenkian. O grupo interpreta música da Idade Média até aos nossos dias, incluindo música erudita e tradicional, com especial relevo para a música portuguesa.

Como membro ou director de diversas formações vocais e instrumentais, Sérgio Fontão realizou concertos em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Áustria, Itália, Malta, Brasil, Argentina, Uruguai, México, EUA, Canadá, Índia, Japão e China.
Participou, também, em espectáculos de ópera e teatro e efectou gravações para cinema, rádio, televisão e em disco, para as etiquetas Aria Music, Dinemec Classics, EMI Classics, Fnac Music, Milan, Movieplay Classics, Numérica, Philips, PortugalSom, Sole mio, Virgin Classics e Virgin Veritas.

Coral Vértice

O Coral Vértice é um grupo vocal masculino fundado em Outubro de 1974 por membros do Coro Gulbenkian.

O grupo interpreta música da Idade Média até aos nossos dias, incluindo música erudita – sacra e profana – e tradicional, com especial relevo para a Música Portuguesa.

Na interpretação da chamada Música Antiga, acompanha as mais recentes directivas de investigação musicológica, tanto no que se refere ao rigor interpretativo como ao efectivo vocal utilizado.

Assim, na interpretação de obras dos períodos medieval, renascentista e maneirista, utiliza vozes de contratenor, procurando, desta forma, dar a ouvir a música do tempo de Palestrina, Victoria, Josquin des Près, etc., com a cor vocal para que a mesma foi escrita.
Associa-se, por vezes, a grupos instrumentais, para a realização de concertos de Música Antiga vocal e instrumental.

O Coral Vértice realizou, até ao presente, mais de sete centenas de concertos. Apresenta-se com regularidade em numerosas localidades do País, quer integrado na programação de festivais de música – Figueira da Foz, Leiria, Óbidos, Mafra, Algarve, etc. –, quer em iniciativas promovidas pelo Ministério da Cultura, pela Fundação Calouste Gulbenkian ou pelas autarquias locais.
As suas actuações têm lugar em salas de concerto – Teatro Municipal de São Luiz, Teatro da Trindade, etc. –, museus – Museu Nacional de Arte Antiga, Museu Gulbenkian, etc. –, palácios – Palácio Nacional da Ajuda, Palácio Nacional de Mafra, etc. – e espaços especialmente adequados à divulgação da Música Antiga Portuguesa, como o Mosteiro dos Jerónimos ou a Igreja de São Miguel, em Alfama (Lisboa).

Em 1995, apresentou-se na Assembleia da República, na sessão solene comemorativa do 50.º aniversário da Organização das Nações Unidas, com a presença do então Secretário-Geral, Boutros Boutros-Ghali.

Em 1998, esteve integrado na programação da Expo ’98, nomeadamente no concerto de homenagem a Carlos Paredes.

Em 2007, apresentou-se no Mosteiro dos Jerónimos, no âmbito da programação do Fórum Cultural para a Europa, organizado pelo Ministério da Cultura por ocasião da Presidência Portuguesa da União Europeia.

A nível internacional, deslocou-se, em Junho de 1978, ao Canadá, onde, a convite da comunidade portuguesa local, realizou vários concertos.
O Coral Vértice gravou já dois discos: um primeiro, em 1978, com música popular, e um outro, em 1988, intitulado Matinas do Natal, com música de autores portugueses dos séculos XVI e XVII.
Gravou também programas para a RTP e para a RDP, tendo participado nas emissões internacionais da Antena 2 realizadas no Natal de 1990 a partir do Convento de Mafra. Finalmente, colaborou na banda sonora de um documentário filmado sobre Portugal e o estilo manuelino e, em 1988, participou na banda sonora e fez parte do elenco de um filme sobre a Inquisição Ibérica, uma co-produção de várias estações de televisão.

O Coral Vértice teve como Directores Musicais Manuel Marques Aires, João Crisóstomo, Fernando Eldoro e Victor Roque Amaro. Actualmente, é dirigido por Sérgio Fontão.

Sérgio Fontão
Sérgio Fontão iniciou os estudos musicais aos cinco anos de idade, sob a orientação de seu pai. Posteriormente, frequentou a Escola de Música e Bailado de Linda-a-Velha e a Escola de Música do Conservatório Nacional, onde estudou Piano com Dinorah Cruz, Harpa com Fausto Dias, Percussão com Joaquim Galvão e Canto com Filomena Amaro, Liliana Bizineche, Joana de Quinhones-Levy e António Wagner Diniz.

Paralelamente, concluiu a Licenciatura em Comunicação Social na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e o Curso de Gestão das Artes no Centro de Formação do Centro Cultural de Belém. Actualmente, frequenta o Mestrado em Direcção Coral no Instituto Piaget.
Frequentou cursos de aperfeiçoamento em Canto com Jill Feldman, Marius van Altena, Max von Egmond, Peter Harvey e Tom Krause; em Música Antiga com Richard Gwilt, Ketil Haugsand, Peter Holtslag, Jonathan Manson, Owen Rees e Rainer Zipperling; em Direcção Coral com Luc Guilloré, Tõnu Kaljuste, David Lawrence, Julian Wilkins, Simon Halsey, André Thomas, Frieder Bernius, Peter Broadbent, Colin Durrant e Jo McNally; e em Direcção de Orquestra com Robert Houlihan.

Integra o corpo docente dos Cursos de Direcção Coral e Técnica Vocal promovidos pelo INATEL. Como membro ou director de diversas formações vocais e instrumentais, realizou concertos em Portugal, Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Áustria, Itália, Malta, Brasil, Argentina, Uruguai, México, EUA, Canadá, Índia, Japão e China.
Participou, também, em espectáculos de ópera e teatro e efectuou gravações para cinema, rádio, televisão e em disco, para as etiquetas Aria Music, Dinemec Classics, EMI Classics, Fnac Music, Milan, Movieplay Classics, Numérica, Philips, Sole mio, StraussPortugalSom, Virgin Classics e Virgin Veritas.

Entre os diversos agrupamentos com os quais tem colaborado, contam-se o Coro Gulbenkian, Coro de Câmara de Lisboa, Vozes Alfonsinas, Smoking Voices, Ensemble Barroco do Chiado, Ensemble Orphée et Cœtera, Concertus Antiquus, Coro Dom Luís I, Cantus Firmus, Syntagma Musicum, Camerata Vocal de Lisboa e Coro do Teatro Nacional de São Carlos. Actualmente, além do Coral Vértice (grupo vocal masculino fundado em 1974 por cantores do Coro Gulbenkian), dirige os coros Voces Caelestes, Polyphonia Schola Cantorum, Coral In Vita Musica, Coro do Grupo Desportivo do Banco de Portugal e Grupo Coral Encontro.

Paralelamente ao seu trabalho como intérprete, tem desenvolvido actividade nas áreas do jornalismo, da comunicação institucional, da edição de música impressa e da gestão de projectos e instituições culturais.

Mariana Tengner Barros apresenta " Peça do Coração"



PEÇA DO CORAÇÃO
de Mariana Tengner Barros
concepção Mariana Tengner Barros
interpretação Mariana Tengner Barros, Elizabete Francisca Santos, Maria Lemos, Teresa Silva e Alina Bilokon
sonoplastia Filipe Lopes (música original), Mariana Tengner Barros
textos Mariana Tengner Barros
cenário Mariana Tengner Barros, Elizabete Francisca Santos e Ana Rita Sousa
produção EIRA
Fórum Dança, Claudia Tomasi, Lucas Castro Pires, Said Dakash, Paulo Matosinhos

sábado_8 Novembro às 21h_eira33

reservas 21 353 09 31 / 91 2555 100

"Eu, num mundo azul com o coração na mão. A imagem continua sem me sair da cabeça. Foi a partir da mesma que a “Peça do Coração” se foi construindo.
É uma imagem tão artificial quanto visceral. Uma pessoa, uma mulher, estática, mas não “parada”.
Uma mulher em posição, esvaziada, carregando símbolos e nem sempre “ocupando” o seu próprio corpo.
Uma posição de exposição contida, misturada com explosões de delírios pessoais exagerados.
“Eu e o coração na mão” é uma imagem que surge como resultado de uma vontade de expor um momento pessoal, autobiográfico, cheio de contradições e fascínios.
Apercebi-me que nela condensava imensas sensações, raiva e delícia e que era tanto, tanto que me fazia fazer nada...".
Mariana Tengner Barros Natural de Coimbra, 1982. Licenciada em dança pela Northern School of Contemporary Dance, Inglaterra (2004).
Como intérprete destaca o trabalho com Filip van Huffell na Retina Dance Company, Rui Horta na Companhia Instável, Né Barros no Balleteatro Companhia, Andreas Dyrdal no projecto transdisciplinar eDGe dos SWAP-PROJECT.
É co-fundadora do colectivo artístico The Resistance Movement para o qual criou “Rid of me”,“I have something to show you” e “Shirt”, apresentados em Yorkshire e Londres.
Colaborou com o arquitecto Pedro Bandeira, na instalação- performance Karaoke: Singing in the rain (Casa da Música e Montemor-o-Velho, 2007).
Frequenta o Programa de Estudo e Criação Coreográfica do Fórum Dança tendo formação com Francisco Camacho, Vera Mantero, Miguel Pereira, Deborah Hay, Julyen Hamilton.



Quimera Editores lança “O Grande Livro dos Chefs”
Bento dos Santos apresenta obra coordenada por Fátima Moura


"O Grande Livro dos Chefs" é apresentado por Bento dos Santos, autor e apresentador do programa "O Sentido do Gosto" (RTP) no dia 6 de Novembro, pelas 18.30 horas no El Corte Inglés de Lisboa.
A obra reúne alguns dos mais conceituados Chefs, que actualmente trabalham em Portugal. É um álbum ilustrado com cerca de 200 páginas, coordenado por Fátima Moura, fotografia de Nuno Correia e prefácio de Bento dos Santos.
Cada um dos capítulos deste livro é dedicado a um Chef e inclui uma curta entrevista, dados biográficos, o desenvolvimento de um tema de culinária e ainda um conjunto de receitas, acompanhadas de sugestivas fotografias.
Entre os grandes nomes que participam neste livro contam-se Aimé Barroyer (Pestana Palace), Albano Lourenço (Quinta das Lágrimas, Coimbra), Bertílio Gomes (VírGula), Fausto Airoldi (Casino de Lisboa), Henrique Mouro (Clube, Vila Franca de Xira), Henrique Sá Pessoa (Sheraton de Lisboa), Joachim Koerper (Eleven), João Antunes (Vin Rouge), José Avillez (Tavares), Luís Suspiro (Ordem dos Médicos; Condestável), Marco Gomes (Foz Velha, Porto), Pedro Amaral Nunes (São Gião, Moreira de Cónegos; Quarenta e 4, Matosinhos), Siegfried Danler-Heinemann (Amadeus, Almancil) e Vítor Sobral (Terreiro do Paço).
Pelas sua especificidade, este álbum da Quimera surge como marco entre os livros de culinária até hoje editados no nosso país.

Fátima Moura
Fátima Moura
é licenciada em Filosofia (1977) pela Faculdade de Letras de Lisboa.

Em 1994 concluiu o Curso Profissional de Aperfeiçoamento de Cozinha (Escola de Hotelaria e Turismo do Estoril).

Nos últimos anos, o seu trabalho profissional tem incidido na edição de livros de gastronomia e culinária.
Fez vários cursos de formação avançada, designadamente o Curso de Alimentação, Nutrição e Gastronomia da Cátedra Ferran Adriá de Cultura Gastronómica y Ciências de la Alimentación (Universidade Camilo José Cela, Madrid); e o Curso de Formação Avançada em Revisão e Edição de Texto (Universidade Católica Portuguesa).
Publicou diversos artigos sobre alimentação no jornal Independente e é autora do livro Receitas Saudáveis de Cozinha Portuguesa (Selecções do Reader’s Digest, 2005).
Como editora e tradutora, tem colaborado com as Selecções em vários livros de culinária: Cozinha deliciosa e saudável; Sobremesas perigosas; Cozinha quase vegetariana; Os remédios da natureza; Alimentação, a melhor defesa para a saúde; Utilizações extraordinárias para coisas do dia-a-dia; Um prato, uma refeição; Comida para Crianças; Alimentos Milagrosos; Sumos milagrosos; etc.
Apresentou, juntamente com Martim Cabral, um programa para a SIC sobre restaurantes de luxo portugueses.


Quimera Editores
Com 21 anos de existência a Quimera dedica-se essencialmente à publicação de álbuns, com destaque para as obras sobre Lisboa e para os livros de Marina Tavares Dias, uma das melhores olisipógrafas dos nossos dias.

Esta autora estreou-se na Quimera com Lisboa Desaparecida, álbum que no ano passado viu publicado o seu 9.º volume, uma obra comemorativa do 20º aniversário da editora.
A Quimera edita livros de pequeno formato – como a célebre colecção “Descobrir” (Gallimard) – e grandes álbuns, que constituem a sua principal imagem de marca.
A editora tem actualizado o seu portfolio com novas colecções e álbuns concebidos também a pensar em leitores estrangeiros (Lisboa Iluminada, Porto Iluminado, Portugal Iluminado e a nova série “Panoramas”), publicando ainda ensaios, livros sobre arquitectura, obras de carácter biográfico e uma série de livros de introdução ou divulgação em diversas áreas temáticas, abordadas de diferentes perspectivas.
Até ao Natal de 2008, a Quimera vai editar um conjunto de livros destinados a diferentes tipos de público, dilatando colecções já conhecidas e publicando também obras com formato e conceito inovadores no contexto nacional.

Workshop organizado pelo "Bando"


FATAL Outras Cenas

Workshop“Dilatação do Tempo Presença” Com O Bando

Coordenação de João Brites

Em 2008, o FATAL – Festival Anual de Teatro Académico de Lisboa continua a proporcionar um programa de formação artística destinado especificamente a elementos de grupos de teatro universitário.

Seguindo o trabalho desenvolvido por João Brites nos últimos anos, referente à consciência do actor em cena, este Estágio debruçar-se-á sobre a primeira das etapas desse processo, a Dilatação do Tempo Presença.

Este vocabulário cénico tem sido elaborado a partir do trabalho com os actores e parte da percepção do espectador.

Nesse sentido, não se trata de um trabalho de laboratório mas de um processo sempre conduzido em função do que pode ou não ser apreendido pelo público.

Estágio de três dias com estadia e refeições incluídas.

As sessões de trabalho serão coordenadas por João Brites, mas envolverão outros membros da Direcção Artística de O Bando.

Cantor norueguês pela primeira vez em Portugal



Nordgarden é um cantor e compositor norueguês oriundo de uma povoação próxima de Oslo.

A sua influência primordial foi o norte-americano Bruce Springsteen.

Em certa altura da sua vida, resolveu descer ao Sul e vagueou pelas ruas de Bolonha, em Itália, onde foi descoberto pela editora independente Stoutmusic.

O seu álbum de estreia, “Terje Nordgarden”, foi muito bem recebido pelos media e pelo público.

Gravou em 2006 o seu segundo álbum, “A Brighter Kind of Blue”, depois de anos em tournées.
A conceituada revista Rolling Stone escreveu que se trata de um álbum “maduro e convicente”. Este registo tornou-se um marco pessoal, definindo o som de Nordgarden, e abriu-lhe as portas para actuar em diversos países.


Estreia-se este Outono em Portugal onde fará uma pequena tour entre Lisboa e Vila Real para dar a conhecer o seu trabalho.

pApresentar-se-á a solo nesta primeira presença no nosso país.

De Chaço a Carrão no Discovery Channel


O DISCOVERY CHANNEL APRESENTA OS CIRURGIÕES
DO MOTOR EM “DE CHAÇOS A CARRÕES”


A segunda temporada de "De Chaços a Carrões" mostra-te como poderias ter o carro dos teus sonhos por muito menos do que pensas.

A equipa está reunida para uma segunda série, por isso junta-te a Dominic Littlewood e a Vicki Butler-Henderson enquanto a sua equipa de especialistas em reparações de acidentes, encabeçada pelo mestre mecânico Pete Rochester, escolhe os melhores carros entre os piores nos ferro-velhos.

Eles acreditam que com verdadeiro sangue, suor e... óleo conseguem não apenas reparar o veículo, mas vendê-lo a um potencial comprador por menos que o preço de mercado.
Junta-te à equipa e testemunha os desafios e angústias de restaurar estes projectos complicados, enquanto arregaçam as mangas e lançam mãos ao trabalho.

Sem que o potencial comprador saiba o que a equipa encontrou, a equipa imerge nas reparações, constantemente preocupada com o desafio: entregar o carro a tempo e dentro do orçamento. Serão capazes de realizar o trabalho e restituir a estes carros a sua antiga glória?

Estreia: Quinta 6 de Novembro às 22h10
Emissões: Quintas às 22h10

Ep. 1: De Chaços a Carrões – Chevy El Camino:
Barry e o seu fabricante Bobby estão a arranjar um Chevy El Camino, que traz boas memórias a Bobby. Mas dispõem apenas de quatro semanas para deixar o carro pronto para o leilão.

Ep. 2: De Chaços a Carrões – Mercury Cougar:
A equipa anda à procura de duas lendas: um Mercury Cougar, que eles querem transformar num "muscle car"; e o corredor Dan Gurney, que Barry espera que aprove o carro.

Ep. 3: De Chaços a Carrões – Plymouth Satellite Roadrunner:
Barry e a sua equipa procuram um Fairlane de 1964. Utilizando um motor 427 V8, pensam transformá-lo num Thunderbolt na pista.

Ep. 4: De Chaços a Carrões – Ford Fairlane Thunderbolt:
O Roadrunner consegue ultrapassar qualquer carro da polícia. Barry e os seus companheiros não pensam infringir a lei, mas querem quebrar as regras com esta reconstrução.

Festival do Burlesco no Theatro Circo de Braga


BURLA 2008

FESTIVAL DO BURLESCO

A trupe “Circus Contraption” e as sensuais “The Atomic Bombshells” são as protagonistas da segunda edição do “Burla - Festival do Burlesco” que o Theatro Circo promove em Novembro.

Após o sucesso alcançado com o “Burla 2007”, o “Festival do Burlesco” regressa à sala principal a 8 de Novembro (21h30) com a apresentação do espectáculo “The Show to End All Shows” (“Espectáculo Para Acabar com Todos os Espectáculos”), pela “Circus Contraption”, companhia circense que aos mais tradicionais números de circo alia os estilos “vaudeville” e “dark cabaret”.

Em palco, a acção desenvolve-se em torno de uma família circense que, com todo o seu glamour, brilho e excentricidade típicos das décadas de 70 e 80, tenta ignorar a eminente decadência e destruição que começa a ameaçar o espectáculo, à medida que tudo começa a correr mal sob a tenda de lona.

Neste contexto, enriquecido pela música ao vivo da “Circus Contraption Band” e pelos esforços do entusiasta apresentador, a trupe natural de Seattle recria as mais tradicionais performances circenses – focas amestradas e suas bolas saltitantes, sereias voadoras, cães cor-de-rosa, entre outras – numa perspectiva que colocou este colectivo, ao longo de dez anos, na linha da frente do circo moderno.

Da “Circus Contraption”, resultado de uma surreal colisão entre circo, variedades, artes visuais, criação de máscaras, cabaret, música ao vivo, dança e inspiração vaudevilliana, fazem parte, entre outros, personagens tão exuberantes como Dexter Mantooth (baixista e artesão de peles), Acrophelia (acrobata), Pinky d’Ambrosia (vocalista, trompetista, bailarina e diva de ópera), Armitage Shanks (co-fundador, malabarista de fogo, vocalista, apresentador), Ernesto Cellini (equilibrista), Chamaleo (multi-instrumentista), Nova Jo Yaco (malabarista, bailarina, equilibrista), Darty Kangoo (acrobata) ou Pavel Merzo (palhaço).

Após a estreia em 1998, no Seattle Fringe Theatre Festival, a trupe, que é também responsável pelo lançamento de quatro trabalhos discográficos – “Our Latest Dialogue” (2001), “Gallimaufry” (2002), “Grand American Traveling Dime Museum” (2005) e “The Half-Wit’s Descent (2008) –, rapidamente estendeu as suas apresentações a salas de espectáculos dos Estados Unidos da América, enchendo plateias com as performances ““Bracing Curative”, “Eat Circus”, “The Beer, Bread & Cheese Cabaret”, “A Raree Show” e “Gallimaufry: Na Evening of Jiggery-Pokery”.



“THE ATOMIC BOMBSHELLS”

CELEBRAM EXUBERÂNCIA FEMININA

“Nightfall in New Orleans” é a recém estreada performance que as sensuais “The Atomic Bombshells” trazem ao Theatro Circo a 14 de Novembro (21h30).

Oriundas dos quentes pântanos de Nova Orleães, cidade que homenageiam com “Nightfall in New Orleans”, as exuberantes bailarinas, que se distinguem no mundo do burlesco pela exibição descomplexada das formas femininas com estilo e bom humor, colocam em cena aquele que afirmam já como «o mais extravagante e intoxicante espectáculo das Bombshells”».

Acompanhadas, na circunstância, pelo mestre-de-cerimónias Jasper McCann, as ousadas Kitten La Rue, Fanny N’Flames, Lily Vanderloo, Miss Índigo Blue, Honey D. Luxe e Ivy St. Spectre trazem ao palco do Theatro Circo números como “Funeral Jazz”, “A Rainha do Mardi Gras” (carnaval típico de Nova Orleães) e uma inédita homenagem às lendas do burlesco de Bourbon Street, designadamente Blaze Starr, Wild Cherry e Evangeline, The Oyster Girl.

Com as participações especiais da cantora Coco Bellissimo e de Waxie Moon, as “Bombshells” recorrem ainda, neste espectáculo, a uma banda sonora ritmada, imparável e jazzística para demonstrar «o que significa sentir saudades de Nova Orleães».

Presença assídua em publicações como “GQ”, “Bust”, “Tease” ou “MTV.com”, as “The Atomic Bombshells” estrearam-se no “The Showbox”, em Seattle, ao lado da super estrela do burlesco Dita Von Teese, acontecimento que deu origem a um percurso ascendente com plateias esgotadas nas mais conceituadas salas de espectáculo e a participação em eventos como Tease-O-Rama, Festival de Burlesco de Nova Iorque e “Miss Exotic World”.

Em Seattle, “The Atomic Bombshells” foram a primeira trupe a levar o burlesco ao histórico Triple Door Theater bem como à mais antiga casa de espectáculos de estilo “vaudeville”, Columbia City Theater.

Recentemente, as “Bombshells” atravessaram o oceano com o seu “gospel de porpurinas” e actuaram para salas lotadas em Amesterdão, Berlim e Xangai.

Madeira serve de palco a novela


O Turismo da Madeira apoia a produção da novela “Despertar” que foi lançada ontem, dia 5 de Novembro, às 20 horas, na Quinta do Til, no Funchal.

A novela "Despertar" transmite uma imagem da modernidade cosmopolita da capital, mostrando a ruralidade e o património preservado que ainda existe nos concelhos fora do Funchal.

"Despertar" tem como protagonista a actriz Sofia Alves e conta um elenco composto por Rogério Samora, Nuno Homem de Sá, Helena Laureano, Ricardo Carriço e Nicolau Breyner.

A autoria é da madeirense Maria João Mira, de António Barreira e de André Ramalho, tendo a sua estreia marcada para finais deste mês no horário nobre da estação.

As expectativas do Turismo da Madeira apontam para um crescimento do número de turistas provenientes do Continente, associado não só ao destaque que a novela proporcionará, mas também à recente entrada da companhia de aviação low coast easyJet no panorama das ligações aéreas entre o continente e a região autónoma.

FNAC celebra 10 anos com concerto grátis




quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Ioga para crianças no Museu do Oriente


Novembro dedicado ao ioga para crianças

O Museu do Oriente dedica o mês de Novembro à meditação e ao relaxamento e propõe, para os mais novos, aulas de ioga que dão a conhecer as técnicas básicas desta prática milenar, nos dias 8 e 22 de Novembro, a partir das 10h00.

Ioga é uma palavra sânscrita que significa “unir”, “juntar”, “integrar”, e que designa um sistema de exercícios físicos e mentais que ajudam a equilibrar o corpo e o espírito.

Organizadas em colaboração com a Federação Portuguesa de Ioga, as aulas, destinadas a crianças entre os 6 e os 12 anos, ensinam a estar atento ao corpo, aos sentidos e à respiração.

Os benefícios desta prática, para as crianças, incluem, ainda, a promoção do relaxamento e da concentração, da criatividade e da auto-estima, além de ensinarem posturas correctas da coluna e dos membros e potenciarem a coordenação físico-motora e o equilíbrio do sistema nervoso.

As sessões têm a duração de 45 minutos, realizam-se mediante marcação e têm um custo de cinco euros por participante.

Ioga para crianças

· Data: 8 e 22 de Novembro
· Horário: 10h00-12h00: duas sessões de 45 minutos, com intervalo de 15 minutos
· Local: Piso 4
· Público-alvo: 6-12 anos
· Nº de participantes: Mínimo de 10
· Preço: € 5,00/ sessão
· Estas actividades realizam-se mediante marcação

Rui Vargas no Porto

Gare Club
Rua do Madeira nº 182 - Porto

Popota regressa com " A estrela de Natal"

Mais uma vez o Modelo associa-se à Cruz Vermelha, com o apoio da RTP, nesta iniciativa da Popota que conta com a venda do disco "Popota - A Estrela de Natal", uma campanha de brinquedos e uma gala de séniores poromovida pela RTP.


A maioria das letras deste disco é da autoria de Tony Carreira, que também interpreta um dueto inédito com a Popota. O Álbum é composto por 11 faixas, com vários géneros musicais, e que
promete pôr toda a família a cantar e a dançar. O "Popota - A Estrela de Natal" estará à venda por 3€ nos hipermercados Modelo e Continente sendo que 1€ reverte para o apoio às causas da Cruz Vermelha Portuguesa dedicadas aos seniores.

Este ano teremos uma supresa no filme publicitário, será um personagem em tudo semelhante a Tony Carreira. Este par romântico atravessa a história do cinema, dando corpo a algumas da cenas mais marcantes, do Casablanca, ao Trarzan, passando pelo Pulp Fiction, ou pelo Saturday Night Fever.

Mais uma vez, o grande objectivo do Modelo com esta iniciativa é estar ao lado da população
sénior, que apresenta inúmeras necessidades e para as quais o Modelo quer contribuir para
que tenham uma melhor qualidade de vida.

A pensar em todas as crianças o Modelo dará início, a partir de amanhã, a uma campanha de brinquedos com venda exclusiva nos seus hipermercados.

Outra forma de pôr as crianças a sorrir é com o jogo electrónico da Popota. Disponível para telemóvel este jogo permite superar vários níveis, acompanhar a vida da diva, e até pôr à prova os conhecimentos dos mais jovens com um quiz!
Para participar basta enviar um sms com a palavra “POPOTA” para o 3370.*

* o jogo tem o custo de 3€

Ramalho Ortigão um livro de Ednilo Soárez




Ramalho Ortigão – Um marco na literatura portuguesa de Ednilo Soárez

Sessão de lançamento desta obra com a presença do autor, Prof. Doutor Ednilo Soárez, Director Académico da Faculdade 7 de Setembro (Fortaleza, Brasil) e membro da Academia Fortalezense de Letras.
A apresentação será feita pelo Prof. Doutor Ernesto Rodrigues, do Departamento de Literaturas Românicas da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.




QUINTA-FEIRA, 6 NOVEMBRO 2008 18h
ÁTRIO DOS PASSOS PERDIDOS

REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA,
CIDADE UNIVERSITÁRIA

Assista à estreia de 007 sendo solidário


A Better World, enquanto apoio da iniciativa “Cinema Solidário” promovida pela ZON Lusomundo, irà realizar a estreia do filme 007 – Quantum of Solace amanhã, dia 6 de Novembro, pelas 19H, na sala 1 do Lusomundo Amoreiras.

O “Cinema Solidário” é uma iniciativa única e inovadora em Portugal que alia o cinema e a solidariedade numa acção de apoio a crianças em risco e as suas famílias. A verba vai reverter para o Projecto Família, desenvolvido pelo MDV - Movimento de Defesa da Vida – que vai apoiar 23 crianças em risco e respectivas famílias pelo período de um ano. O Projecto Família intervém junto das famílias em crise com o objectivo de evitar que as crianças sejam retiradas da sua família e ajuda as famílias a mudar os comportamentos que podem levar ao afastamento das crianças.

Tambores vão rufar como nunca


" Obviamente Demito-o" vai ao Brasil


ESTREIA INTERNACIONAL DO ESPECTÁCULO “OBVIAMENTE DEMITO-O!” EM DIGRESSÃO NO BRASIL


A BARRACA estreia internacionalmente o espectáculo "Obviamente Demito-o!" durante o próximo mês de Novembro no Brasil.
O espectáculo encenado por Helder Costa chega assim aos palcos internacionais depois de uma carreira de sucesso em Portugal, dentro e fora do TeatroCinearte.
A tournée brasileira d' A Barraca com "Obviamente Demito-o!" inclui a participação em festivais de Teatro em língua portuguesa e vários espectáculos.

Em São Paulo A BARRACA apresenta o espectáculo nos dias 5 e 6 de Novembro, no SESC de Santana.
A companhia segue depois para o Ceará onde apresentará o espectáculo na X Mostra de Teatro do SESC do Cariri nos dias 12 e 18 de Novembro.
A última etapa da tournée será em Fortaleza, com apresentações a 20 e 22 de Novembro no Dragão do Mar e ainda no Centro Cultural de São Luis.
Depois do sucesso de "Obviamente Demito-o!" terminamos mais uma temporada partindo em digressão, para em Dezembro voltarmos ao trabalho no TeatroCinearte.
DIGRESSÃO NACIONAL:


“A HERANÇA MALDITA” no XVII Festival Internacional de Teatro de Portalegre
"A Herança Maldita"
, espectáculo de Augusto Boal estreado em 2007, vai estar presente na edição de 2008 deste Festival, no dia 26 de Novembro pelas 21h30.
De 15 a 28 de Novembro, o Festival Internacional de Teatro de Portalegre irá ter a sua 17ª edição, com espectáculos diários a terem lugar no Centro de Artes do Espectáculo e na Igreja do Convento de Santa Clara.

Patrocinado pela Câmara Municipal de Portalegre e pela Direcção-Geral das Artes (Ministério da Cultura), o festival apresenta ainda um conjunto diversificado de acções de formação paralelas, na área da voz, movimento, artes circenses, construção de instrumentos musicais, entre outras iniciativas.


“O PRANTO DE MARIA PARDA” em Penela e Sever do Vouga

O Pranto de Maria Parda.Fundamentalmente o itinerário de uma privação.
Privação dolorosa, insustentável. Privação que impõe a figuração da Morte.
E aqui vem Mário de Sá Carneiro.Da falta á irrisão. À ascese.
Maria Parda no barco de Dionísio, à volta do mundo, do vinho e do teatro.Com Caronte e Rimbaud.


No âmbito do Programa Território Artes, da Direcção Geral das Artes, que promove a circulação e descentralização das artes, este espectáculo de Gil Vicente, premiado com o prémio UNESCO para as Artes na Expo Sevilha’92, vai estar este mês em cena em Penela e em Sever do Vouga.
Dia 29 de Novembro, 21h30, Auditório Municipal de Penela
Dia 30 de Novembro, 21h30, Auditório Municipal de Sever do Vouga

HOMENAGEM À ACTRIZ MARIA DO CÉU GUERRA

Documentário de Frederico Corado “Pessoalmente Maria do Céu Guerra”
Na sua 11ª edição a Mostra Internacional Teatro de Valongo presta homenagem à actriz Maria do Céu Guerra, na noite de 27 de Novembro.
A homenagem engloba uma exposição de fotografias sobre a sua vida e carreira, que fica patente ao público durante toda a Mostra e a completar a retrospectiva será apresentado na noite da homenagem um documentário de Frederico Corado, um momento que se pretende intimista, falado na primeira pessoa, e uma surpresa para a Maria do Céu Guerra, com testemunhos e dedicatórias daqueles que apoiam a sua nobre escolha por uma vida no teatro.
No MIT será ainda possível assistir ao espectáculo “Pranto de Maria Parda” no dia 27 de Novembro no Fórum Cultural de Ermesinde às 21h45.

FERNANDO MIL PESSOAS UMA MUSA E...por Leonor Alcácer Produções


A cena pretende evocar a atmosfera de uma antiga taberna portuguesa. Cadeiras usadas, uma mesa com tampo de mármore e, a um canto, um piano velho.
Um homem, o Poeta, dorme profundamente com a cabeça apoiada no tampo da mesa. Do seu sono materializam-se três personagens que num ambiente de mistério vêm animar a cena. As palavras do Poeta transformam-se em música, canto e dança.
A primeira personagem poderá ser o seu alter-ego, ou representar os seus inúmeros heterónimos; outra será o hipotético arquétipo feminino da Mãe Terrena, Universal. A última das três será mesmo a Musa do Poeta que misticamente vem soprar na sua alma os versos da sua Poesia.....
Integrado nas efemérides dos 120 anos do nascimento do Poeta Fernando Pessoa (1888-1935), será apresentado a partir do próximo dia 7 de Novembro de 2008 pelas 21:30, o espectáculo “Fernando Mil Pessoas Uma Musa e …” da autoria do encenador italiano Mario Fedele, e baseado nos textos poéticos de Fernando Pessoa.
Este espectáculo de poesia, melodia e gesto expressivo, é apresentado pela Leonor Alcácer Produções, e é a resposta a um convite do Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões na Universidade de Oxford, para conceber, criar, produzir e realizar um trabalho original sobre a obra deste poeta.
A estreia (world premiere) teve lugar em 27 de Fevereiro de 2008 no St John’s College Auditorium, Universidade de Oxford, em Inglaterra.
Produzido por Nuno Pinto Teixeira, conta com as interpretações da actriz Leonor Alcácer, da cantora Zi Plátano, da pianista Ana Rá (autora também e intérprete da música original) e agora, em apresentação, Francisco Rousseau (1º Bailarino, Ballet Gulbenkian, 1981-2001) que substitui assim Mario Fedele (Accademia Nazional Di Danza, Roma) como bailarino.
Durante 70 minutos poderemos rever Alexander Search, Álvaro de Campos, Bernardo Soares, Alberto Caeiro e Ricardo Reis, declamados em português e inglês.

Em cena até 30 de Novembro
Horários: 5ª a sábado às 21h30
Domingos às 16h00
Informações e reservas: TLF: 927868500

CURSO DE HISTÓRIA DA MÚSICA

O Génio da música ao vivo: Aulas dadas pelo maestro António Victorino d'Almeida n' A Barraca
A História da Música explicada pelo Maestro Vitorino d' Almeida, com o apoio da sua discoteca pessoal e algumas exemplificações ao piano.
O curso contará ainda com a participação de alguns convidados do Maestro. Durante o mês de Novembro, António Victorino d'Almeida irá lançar o seu mais recente livro, assim a data prevista de início deste curso será em Janeiro. Continuamos a aceitar pré-inscrições, bastando para tal que nos envie um e-mail, com o seu nome e contacto telefónico

Aulas de capoeira n’ A Barraca A União Brasileira de Capoeira associa-se à companhia de teatro A Barraca abrindo inscrições para um novo curso de Capoeira a realizar no TeatroCinearte.
O objectivo, principal deste projecto é contribuir para a formação do indivíduo enquanto cidadão, promovendo o seu desenvolvimento afectivo, cognitivo e motor, através da prática de uma arte marcial mascarada de dança, promovendo vários workshops integrados nas aulas semanais.
O curso terá início este mês e a 1ª aula é grátis, por isso faça já a sua inscrição, bastando para tal que envie um e-mail, para abarracadosmiudos@mail.telepac.pt com o seu nome e contacto telefónico.
MensalidadeCriança – 25€ (a partir dos 6 anos)Adulto – 30€Horário: Sábados entre as 9h30 e a 13h30 Monitores Responsáveis: Diogo (Mister) – 965032581 e Daniel (Alf) -964146015

BAR A BARRACA


No mês de NOVEMBRO continua a actividade do BAR A BARRACA com a sua programação habitual.

Rua Sésamo regressa a Portugal


Um Inspector da Pide biografado por Irene Pimentel


Biografia de um Inspector da PIDE.
Fernando Gouveia e o Partido Comunista Português
Irene Pimentel

De memória invulgar, minucioso, inteligente, extremamente vaidoso, visceralmente salazarista, com uma folha de serviço «brilhante», Fernando Gouveia foi um dos investigadores da PVDE/PIDE/DGS mais temidos pelo Partido Comunista Português (PCP).
Era um homem baixo, de rosto fechado, sempre de chapéu e fato engomado, marcado pelo nascimento ilegítimo e por uma infância dura, pai de sete filhos, fruto de vários casamentos.
Este inspector do Gabinete Técnico da Polícia Política conhecia como ninguém os métodos do PCP, a forma de actuação dos seus militantes, funcionários e dirigentes clandestinos, não só a nível político como a nível pessoal.

Pela sua mão foram apreendidos documentos fundamentais que Fernando Gouveia estudava minuciosamente, de forma a desmantelar o puzzle comunista, assim como foram presos centenas de comunistas, vítimas de violência e de toda a espécie de torturas, chantagens e pressões psicológicas.
Irene Flunser Pimentel, Prémio Pessoa 2007, traz-nos o retrato não de um herói ou de uma vítima, mas de um agente de repressão do Estado Novo.
Com uma investigação baseada no arquivo da PIDE/DGS e na leitura das memórias publicadas, pelo próprio, em 1979, esta historiadora transporta-nos para o interior da polícia política, explica-nos os seus métodos e as suas operações, e conta-nos a história da resistência do Partido Comunista desde os anos 30.
Irene Flunser Pimentel venceu o Prémio Pessoa no ano de 2007 e é doutorada em História Contemporânea com uma tese sobre a PIDE/DGS, polícia política do Estado Novo, entre 1945 e 1974.

Licenciou-se em História pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, em 1984.

Concluiu o mestrado em História Contemporânea pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, com a tese Contributos para a História das Mulheres no Estado Novo.

As organizações femininas do Estado Novo (Obra das Mães pela Educação Nacional e Mocidade Portuguesa Feminina), 1936-1966.
É investigadora do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Colaborou na revista História, da qual foi editora até final de 2001. É ainda autora das obras Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial e Mocidade Portuguesa Feminina e co-autora da obra Vítimas de Salazar.

Hugo Rodrugies Cunha vence prémio FNAC

A edição de 2008 do Prémio Novo Talento Fnac Fotografia recebeu 176 candidaturas.
Foi considerado vencedor o portfólio UM PONTO EXACTO PARA VER, de Hugo Rodrigues Cunha.

O júri constituído por:

Fátima Marques Pereira (professora do ensino universitário de teoria e história da fotografia)
António Pedro Ferreira (fotojornalista do semanário Expresso)
António Júlio Duarte (fotógrafo)
Miguel von Hafe Pérez (crítico de arte e comissário de exposições)
Sérgio B. Gomes (editor do Público Online e autor do Blog Arte Photographica)
Distinguiu também com menções especiais os portfólios A & J de José Carlos Duarte e 10 RETRATOS, 10 ESCULTURAS de Alexandre Delmar.


UM PONTO EXACTO PARA VER
Hugo Rodrigues Cunha
FNAC ALMADA 20 NOVEMBRO, às 21H30
INAUGURAÇÃO COM A PRESENÇA DO AUTOR E MEMBROS DO JÚRI

Exposição patente de 20 de Novembro de 2008 a 18 de Fevereiro de 2009

“Olha-se o Tejo, de frente, sempre de frente, e descobre-se o que existe entre ele e o local onde está a câmara fotográfica. Cada fotografia realizada tem associada uma imagem de domínio publico, feita através do Google Earth, onde está assinalado o local exacto onde a fotografia foi captada. Este trabalho é constituído por vinte e uma impressões, cada uma delas com duas imagens, e gira em torno de dois conceitos: o estático e a mudança; o estático da fotografia e as mudanças no rio pela sua água, mas também o quase estático de uma frente ribeirinha contrariado pela comparação entre as duas imagens.”

Hugo Rodrigues Cunha

Um ponto exacto para ver

Um Ponto Exacto Para Ver mostra-nos como a seriação cartográfica através da fotografia pode abandonar a sua condição primeira de documento utilitário e vago de carga simbólica para um objecto estético carregado de referentes que questiona e pensa a maneira como hoje nos relacionamos com uma ideia de espaço em sucessivas aproximações, em novas perspectivas, cada vez mais visível e disponível em todo o tipo de suportes digitais.
A linguagem de registo geotopográfico encontrou na fotografia um dos seus mais poderosos aliados. Ao servir-se dela como suporte não satisfez apenas uma necessidade de representação realística e descritiva - criou, por si, obras de relevância conceptual e poética únicas e forneceu massa criativa a uma grande diversidade de autores ao longo da história da imagem fotográfica. Hoje, representa um dos mais intensos programas de produção artística ligados à fotografia contemporânea. O trabalho de Hugo Rodrigues Cunha é herdeiro dessa corrente que usa diferentes abordagens da espacialidade à procura de significados travestidos, ocultos, que tentam aproximar-se de uma organização do real, de uma certa ordem do olhar. Partindo de um visão bidimensional de imagens satélite disponibilizadas pelo programa informático Google Earth, a partir da qual é possível ver boa parte da superfície terrestre, Um Ponto Exacto Para Ver convoca-nos para uma experiência ao mesmo tempo documental e contemplativa, onde, para além do exercício de encontrar as diferenças e as semelhanças num e noutro registo, ganham importância, numa ordem estética, as cargas histórica, social, política, económica e ecológica transportadas pela imagem fotográfica tridimensional.
Este último modo de ver dá-nos o "conforto" da verticalidade em relação ao chão e, em muitos casos, a largueza em perspectiva. Mas é só uma liberdade aparente porque, ao mesmo tempo, está lá a visão cega em profundidade, minuciosa em localização e contexto, onde vemos o aguilhão do pionés que nos manieta e orienta o olhar, que nos sublinha a imobilidade fotográfica através de uma longitude e uma latitude.
É uma dualidade visualmente atraente que nos leva a seguir a configuração, recorte e organização do rio Tejo na margem lisboeta, muito perto da desembocadura no mar. À medida que o olhar segue do ponto exacto de onde se vê pela linha do horizonte para onde somos impelidos a ver revela-se uma margem ribeirinha que continua inacessível e em desalinho.
Para lá da emoção que nos provoca a diferença das escalas fornecida pela bidimensionalidade da
imagem pública do Google Earth, Um Ponto Exacto Para Ver incentiva-nos a rever as referências que guardamos de um espaço e a pôr em causa de forma crítica as imagens que temos dele.

Júri Novo Talento Fnac Fotografia 2008


Biografia de Hugo Rodrigues Cunha

Hugo Rodrigues Cunha nasceu a 5 de Abril 1974 e desde cedo manifestou algumas tendências
fotográficas, sendo perseguido, como todo o iniciado, por um bom pôr do Sol e os seus próprios pés.
No ano de 1993 ingressa no curso de Ensino de Física e Química- variante de Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que conclui em 2000. Em 1997 inicia a sua actividade como monitor de Natação, actividade que ainda exerce juntamente com a de professor de físico-química desde 1999.
Em 2002 entra no Mestrado em História e Filosofia da Ciência na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa do qual conclui a parte curricular em 2003.
Em Fevereiro de 2007 inicia finalmente os seus estudos em fotografia no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, onde frequenta actualmente o nível 3. Estudou ainda no “Atelier de Lisboa” onde frequentou os Cursos de Laboratório Digital e o Curso Teórico de Linguagem Fotográfica. Vence o Prémio “Novo Talento FNAC Fotografia” em 2008.


Menção Especial
A&J
José Carlos Duarte
FNAC ALFRAGIDE 27 NOV 2008 – 28 JAN 2009

O António e a Joana (A&J) apaixonaram-se na noite de S. João, no Porto. Dois anos mais tarde, no mesmo dia, casaram-se. Não queriam fotógrafos de casamento profissionais, contavam com os amigos para fazer a cobertura deste acontecimento. Joana, a noiva, pediu ao José, o amigo, que usasse “aquela máquina que faz fotografias quadradas”.
Esta experiência resultou num trabalho de 21 fotografias que se afastam intencionalmente do registo tradicional das reportagens de casamento, esboçando só ligeiramente o acto cerimonial. Os símbolos populares das festas de S. João, que decoravam o local, são evidenciados de modo a remeter para o passado dos noivos – as circunstâncias em que ambos se conheceram.

José Carlos Duarte

Menção Especial
10 RETRATOS, 10 ESCULTURAS
Alexandre Delmar
FNAC VISEU 18 DEZ 2008 – 28 JAN 2009
Sempre me interroguei sobre limites e fronteiras do retrato e da escultura. Será a visibilidade do rosto um factor preponderante na identificação do tema “retrato”? Ou a “escultura” será sempre uma qualificação dada após a mão-de-obra do escultor?
A viagem iniciou-se em Delhi.
Estando num país estranho, nunca me incentivou em demasia a imagem descritiva dos locais mais relevantes. Nuca me fascinou a procura obstinada pelo exótico. A imagem que procurava, encontrei-a em todas as cidades: uma imagem específica, talvez desterritorializada, estática e reflectida, por vezes plástica.
Foi uma viagem de descoberta. Tudo foi estranho e revelador. Quando cheguei, confundi retratos com esculturas.


Alexandre Delmar

Desde 2003, a FNAC organiza o Prémio Novo Talento Fnac Fotografia procurando consagrar jovens fotógrafos que apresentem trabalhos inéditos, originais e com uma escrita fotográfica coerente. Em 5 edições, foram vencedores deste Prémio Pedro Guimarães, Francisco Kessler, António Lucas Soares, Virgílio Ferreira, João Margalha, Nelson d'Aires e Inês d'Orey.

Maitê Proença em sessão de autógrafos


Sessão de Autógrafos Maitê Proença

Sábado, dia 8 de Novembro, pelas 16 horas, na Livraria, Piso 0,do El Corte Inglés de Lisboa

A famosa actriz brasileira Maitê Proença vai estar na Livraria (piso 0) doEl Corte Inglés de Lisboa, no próximo dia 8 de Novembro, às 16 horas, parauma sessão de autógrafos, por ocasião do lançamento do seu mais recenteromance "Uma Vida Inventada".
Não perca a oportunidade de conhecer pessoalmente a actriz Maitê Proença e de obter o seu livro autografado.


Athol Fugard e a sua "Canção do Vale" estreia no D.Maria II

CANÇÃO DO VALE

de ATHOL FUGARD

ESTREIA A 6 NOVEMBRO





O Teatro Nacional D. Maria II estreia, no dia 6 de Novembro, na Sala Estúdio, “Canção do Vale”, de Athol Fugard, numa produção do Teatro dos Aloés.

Actualmente considerado um dos mais importantes dramaturgos contemporâneos, Athol Fugard é o autor sul-africano mais reconhecido em todo o mundo, símbolo de resistência artística na história do Apartheid.
A sua obra tem conhecido algumas representações em Portugal, destacando-se a encenação de José Peixoto de “A Lição dos Aloés” ou ainda “Playland” (enc. Rogério Vieira), “O Caminho para Meca” (enc. João Lourenço) e “Olá e Adeus” (enc. Luís Miguel Cintra / RTP).
A primeira apresentação de “Canção do Vale” ocorreu em 1995, em Joanesburgo, dirigida e representada por Athol Fugard que encarna duas personagens: o Autor, a figura modelo do próprio Fugard e Abraam Jonkers, em representação da “velha” África do Sul.“

"Canção do Vale” é uma história sobre a passagem da esperança de uma geração para outra, apesar dos dramas humanos vividos pelos sul-africanos na era pós-Apartheid.



tradução PAULO EDUARDO CARVALHO
encenação JORGE SILVA

cenografia e figurinos ANA PAULA ROCHA
música original FILIPE MELO
desenho de luz CARLOS GONÇALVES
com CARLA GALVÃO JOSÉ PEIXOTO
produção TEATRO DOS ALOÉS

" Braga à Mesa" uma iniciativa da C.M.de Braga


"BRAGA À MESA" DIVULGA "RECEITAS DA AVÓ"


"Receitas da Avó" é o tema para a palestra que a Câmara Municipal de Braga, através do seu Pelouro das Actividades Económicas e Turismo, promoveu no passado dia 4, no Posto Municipal de Turismo, à Avenida Central.

Integrada no programa "Braga à Mesa", a iniciativa – primeira de uma série – teve como oradora Margarida Araújo, que se propõe divulgar «as receitas e pratos que são um legado de família e do ambiente em que cresceu, concretamente na Quinta da Eira, em Tibães, e na Casa do Raio».

Professora aposentada, que leccionou no Liceu Carolina Michaelis e na Escola Secundária Clara de Resende, Margarida Gomes Araújo apresenta, assim, «um conjunto riquíssimo de receitas», não só de pratos básicos, mas igualmente de sobremesas, tendo em conta que estamos perante alguém que venceu, por exemplo, o primeiro prémio de um concurso de doçaria tradicional promovido em 1997 pela então Comissão Regional de Turismo do Verde Minho.

Algumas das suas receitas foram já postas à prova em eventos organizados pelo Museu do Mosteiro de Tibães, em Braga.

Depois de "As Receitas da Avó", o "Braga à Mesa" tem agendada nova palestra para 13 de Novembro, com o chefe Hélio Loureiro, sobre "A evolução da gastronomia tradicional".

Segue-se-lhe Henrique Moura, a 18 de Novembro, que fala da "Importância da gastronomia de qualidade no turismo".

Manuel Pinheiro, a 25 de Novembro, sobre "A Região dos Vinhos Verdes"

António Ramalho, a 28 de Novembro, sobre "Produtos locais na gastronomia".


"Braga à Mesa" é uma iniciativa de âmbito gastronómico e enológico que visa «potenciar o desenvolvimento das actividades económicas, nomeadamente as instaladas no centro histórico, associadas à restauração e ao comércio».

Esta segunda edição, em curso até 30 de Novembro, apela a uma relação entre a gastronomia e as unidades museológicas da cidade, sob a marca "Conheça os Museus de Braga por um Menu".

«A História faz-se de grandes mulheres e homens, de grandes feitos e também… de grandes comidas e alegres convívios à volta de uma mesa. Este ano, a iniciativa ganha ainda mais força através de uma associação com os museus da cidade. Assim, depois de uma excelente refeição, os comensais são presenteados com um vale desconto de 50% na entrada de um museu à sua escolha», explica a Vereadora das Actividades Económicas e do Turismo, Ana Paula Morais.

Decorrendo nos fins-de-semana (sábados e domingos), regista a adesão de mais de meia centena de unidades de restauração de matriz tradicional bracarense, identificadas pela garantia de qualidade dos produtos e serviços que oferecem.

A par do "Bacalhau à Braga", das "Papas de Serrabulho", do "Pudim Abade de Priscos" e do Vinho Verde, nesta edição impõe-se, igualmente, o "Arroz de Pato", pratos que cada restaurante aderente, devidamente identificado, deve disponibilizar nos dias em referência.

Manuel Taraio em exposição no Casino Estoril


Notável exposição de Pintura
de Manuel Taraio no Estoril

Encontra-se patente ao público na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição de Pintura de Manuel Taraio, justamente considerado um dos mais qualificados coloristas do nosso tempo. Na presente exposição mostra-nos o que é a Pintura em todo o seu esplendor e em todas as suas potencialidades.
A sua formação de arquitecto paisagista e técnica apurada na utilização da sua riquíssima paleta são razões fundamentais do seu êxito.
Manuel Taraio adquiriu a sua formação artística em França, onde estudou na Escola Superior de Belas Artes de Bordéus e, mais tarde, na Escola de Artes Decorativas de Nice.

Regressado a Portugal, iniciou uma carreira artística na área da Pintura, adoptando uma escrita muito forte e pessoal, dentro de uma linha neofigurativa e um visível expressionismo lírico.
Manuel Taraio impôs em pouco tempo a sua obra, usando o fascínio da cor, o perfeccionismo da composição, o sábio tratamento da luz e uma temática sempre bem acolhida, utilizando exclusivamente o óleo sobre tela.
Esta exposição ficará patente ao público até 16 de Novembro, todos os dias, das 15 ás 24 horas.

Artistas Plásticos na Junta de Carcavelos


“ ARTISTAS DA ATEAR “


Exposição de pintura da Associação dos Artistas Plástico de Carcavelos

De 1 à 16 de Novembro de 2008 na Junta de Freguesia de Carcavelos.

De 1 a 30 de Novembro de 2008 nas Montras Comercias de Carcavelos


OS ARTISTAS

ALICE ALEIXO * ANA LEAL * ANABELA SEGURADO * ANA MARIA PINGO * BEATRIZ SOARES * CLARA SOARES * CHRIS * CATARINA SOARES * EDNA DE ARARAQUARA * EMAÚZ * HORÁCIO COSTA * F.GABRIEL * JAYR PENY * JOÃO M. * LUIS FARROLAS * JULIA BEST * LILIA ROQUE * LUCINDA MATOS * M.E.AFONSO * MARTA * NÁNÁ * OFÉLIA * PAULA PESTANA * SUSANA SAMPAIO * VIFER * VIVIAN VILELA * TIXA * ZÉ CORDEIRO

Jovens cantores no S.Carlos



Estúdio de Ópera com Jovens Cantores no São Carlos


Estreia amahã, 6 de Novembro, quinta-feira, às 20h00, o Estúdio de Ópera no São Carlos com a apresentação em conjunto de duas produções: The Telephone, de Gian Carlo Menotti e Comedy On the Bridge, de Bohuslav Martinu.

Com um elenco de jovens cantores seleccionados em audições promovidas pelo São Carlos e com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa, este será um espectáculo desafiante e inesperado dentro de um novo conceito artístico.
O Estúdio de Ópera é um novo e desafiante conceito no Teatro Nacional de São Carlos que se baseia no apoio a jovens músicos em início de carreira – dando oportunidades de apresentação profissional e aumentando o conhecimento lírico dos mesmos – e a aumentar simultaneamente o público mais jovem.
The Telephone e Comedy on the Bridge, duas óperas divertidas, surpreendentes e que se destacam pelo seu carácter leve e humorístico, serão apresentadas na grande sala do São Carlos nos dias 6, 7, e 10 de Novembro às 20h00 e 9 de Novembro às 16h00.
The Telephone ou L'Amour à Trois é uma pequena ópera cómica, onde o libreto humorístico e a música de cariz ligeiro de autoria de Menotti se conjugam na perfeição.

A equipa criativa desta produção conta com Karoline Gruber na encenação, Matthias Winkler na cenografia, Noelie Verdier nos figurinos e Pedro Martins no desenho de luz.
Com encenação de Paula Gomes Ribeiro e cenografia do conceituado arquitecto Manuel Aires Mateus, a ópera Comedy on the Bridge foi ouvida pela primeira vez na Rádio Checa (Praga) a 18 de Março de 1937 antes da estreia em palco, com encenação, no Hunter College de Nova Iorque a 28 de Maio de 1951.
Por altura da estreia, Martinu recebeu o Prémio de “Melhor nova composição de ópera” pelo New York Music Critics Circle.

Tematicamente, a ópera realiza uma abordagem satírica à guerra, antecipando os eventos que se viriam a acontecer na Europa pouco depois.

Uma coincidência tão forte que o compositor terá posteriormente revelado que seis meses depois não teria conseguido realizar o projecto.
Ao nível do elenco é de destacar a participação dos jovens Maria João Sousa e Jorge Martins, como Lucy e Ben respectivamente em The Telephone, e Susana Gaspar (Josephine), João Merino (Johnny), João Oliveira (Breuer), Cátia Moreso (Eva) e Sérgio Martins (School Master) em Comedy on the Bridge


SINOPSES
Em The Telephone, Lucy (Maria João Sousa) despende a maior parte do seu tempo ao telefone.
Quando Ben (Jorge Martins), o seu namorado, a visita no sentido de a pedir em casamento o telefone interrompe-o sempre aquando da pergunta crucial.
Entretanto, tanto Ben como o público apercebem-se de que o telefone é não só uma forma de Lucy permanecer em contacto com o mundo exterior mas também um meio de autodefesa. Ben decide deixar o apartamento e falar com Lucy através de um telefone público.
Será que o par acaba por se entender?


Em Comedy on the Bridge a acção tem lugar numa ponte sobre um rio que separa dois grupos inimigos durante a primeira metade do século dezanove.
Josephine Popelka já tinha estado no campo de batalha e enterrado o seu próprio irmão. No seu regresso pela ponte, a sentinela deixa-a passar mas apreende os papéis do seu comando.
Sem os papéis correctos, a sentinela do lado oposto recusa a passagem da mesma que é forçada a permanecer na ponte.
Paralelamente, Breuer, o taberneiro da aldeia, é autorizado a passar pela ponte mas é avisado de que não poderá descer do lado contrário.
Josephine e Bedron ficam assim detidos na ponte até que o noivo de Josephine aparece e acusa-a de infidelidade.
Eva, a esposa de Breuer, surge também no enredo assim como o school master que entretanto tenta resolver uma charada elaborada pelo Colonel Ladinsky e que reflecte a própria situação dos personagens que não conseguem sair da ponte onde se encontram…


O ELENCO NO SÃO CARLOS


· THE TELEPHONE

Lucy - Maria João Sousa
Ben – Jorge Martins


· COMEDY ON THE BRIDGE
Josephine – Susana Gaspar
Johnny – João Merino
Breuer – João Oliveira
Eva – Cátia Moreso
School Master- Sérgio Martins
Friendly Sentry – Tiago Barbosa
Enemy Sentry – Nuno Nunes
Officer – José Alves Mateus
Orquestra Sinfónica Portuguesa

ESTÚDIO DE ÓPERA, no São Carlos

Dias e horários: 6. 7. 10 de Novembro às 20h00 // 9 de Novembro às 16h00
Direcção Musical: Xaver Poncette
Orquestra Sinfónica Portuguesa


The Telephone, Gian Carlo Menotti
Ópera buffa em um acto.
Libreto de Gian Carlo Menotti.

Encenação: Karoline Gruber
Cenografia: Matthias Winkler
Figurinos: Noelie Verdier
Desenho de Luz: Pedro Martins
Intérpretes: Maria João Sousa (Lucy) e Jorge Martins (Ben)

Comedy on the Bridge, Bohuslav Martinu
Ópera em um acto.
Libreto de Bohuslav Martinu segundo a comédia de Václav Kliment Klicpera.

Encenação: Paula Gomes Ribeiro
Cenografia: Manuel Aires Mateus
Desenho de Luz: Pedro Martins
Intérpretes: Susana Gaspar (Josephine), João Merino (Johnny), João Oliveira (Breuer), Cátia Moreso (Eva), Sérgio Martins (School Master), Tiago Barbosa (Friendly Sentry), Nuno Nunes (Enemy Sentry), José Alves Mateus (Officer).

Câmara Municipal de Coimbra promove 1º Encontro de Nacional de Toponímia

1º Encontro de Nacional de Toponímia
08 de Novembro
Casa Municipal da Cultura - Coimbra


PROGRAMA
09H30 – Sessão de abertura, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra
Documentário sobre Coimbra e Região
Apresentação do Livro Novos Topónimos - Coimbra 2002-2008
10H15 – A Importância da Toponímia nos Centros Históricos – Dr. José Noras, Secretário-Geral da Associação de Municípios com Centro Histórico.
10H45 – Da Toponímia tradicional à Toponímia actual – Prof. Doutor José d’ Encarnação, Universidade de Coimbra.
Moderador: Dr. José Francisco Rodeiro, Advogado, membro da Comissão de Toponímia de 2002 a 2006.
11H30 – A Toponímia como Agente Cultural – Dr. João Mendes Rosa, Director do Museu Arqueológico Municipal José Monteiro (Fundão)
12H00 – Descerramento de Placa de Homenagem ao Dr. Alberto Vilaça
Colaboração do Coro Municipal Carlos Seixas
14H30 – O topónimo, a Autarquia e os Serviços – A Toponímia e a Comunidade – Eng.º Carlos Inácio Fonseca, Director de Serviços nos CTT em Lisboa, membro da Comissão de Toponímia de 2002 a 2006.
Moderador: Prof. Doutor Manuel Augusto Rodrigues, Universidade de Coimbra
15H15 – Numeração de Polícia – Engº Octávio Alexandrino, Chefe da Divisão de Informação Geográfica e Solos da Câmara Municipal de Coimbra
16H00 – As vantagens de uma Comissão de Toponímia plural; Critérios e Competências para atribuição de topónimos – Dr. Mário Nunes, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra e Presidente da Comissão de Toponímia
16H30 – A Maçonaria na Toponímia de Coimbra – Prof. Doutor Lusitano dos Santos
Moderador: Dr. Pedro Manuel Monteiro Machado, Presidente da Região de Turismo do Centro, Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho
17H00 - Debate
17H30 – Encerramento (Momento Musical, seguido de Porto de Honra)
Organização: Câmara Municipal de Coimbra
Informações
Casa Municipal da Cultura
; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail -
cultura@cm-coimbra.pt; http://www.cm-coimbra.pt/

Maldita Matemática

MALDITA MATEMÁTICA
6 de Novembro às 11h00 e às 14h30
Teatro da Cerca de S. Bernardo
Coimbra

pela Dois Pontos Associação Cultural

SINOPSE
Propõe-se às crianças e jovens que assistem uma viagem fantástica que passa pelo mundo dos números...
Maria tem um teste de matemática e na véspera do teste, depois de muita brincadeira e pouco estudo, deita-se, adormece e começa a sonhar... No sonho, encontra-se num mundo povoado por números e aparece um Sete que está a fazer revisões para o teste de poesia. E depois? À volta de um enorme tabuleiro com a forma de um mapa de tesouro, os espectadores assistem, partilham e divertem-se com a aventura da Maria e do seu amigo Sete...
FICHA ARTÍSTICA
Direcção artística: Manuel Gama
Direcção de actores: Clemência Matos
Autoria: Álvaro Magalhães e Manuel António Pina
Interpretação: Alexandre Sá e Clemência Matos
Público-alvo: 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário
Acesso Gratuito
Informações
Casa Municipal da Cultura
; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail -
cultura@cm-coimbra.pt; www.cm-coimbra.pt

O Cabaré da Santa de novo em cena

O Cabaré da Santa
5 a 9 de Novembro
Oficina Municipal do Teatro – Coimbra

Depois de uma semana de interrupção, o Teatrão repõe em cena a peça “Cabaré da Santa”.
As últimas apresentações estão marcadas para os dias 5 a 9 de Novembro.
Fotografia de Paulo Abrantes

Informações:
O Teatrão

Oficina Municipal do Teatro, Telef: 239 714 013 / Telm: 914 617 383
http://oteatrao.blogspot.com/,
geral@teatrao.com