quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Hugo Rodrugies Cunha vence prémio FNAC

A edição de 2008 do Prémio Novo Talento Fnac Fotografia recebeu 176 candidaturas.
Foi considerado vencedor o portfólio UM PONTO EXACTO PARA VER, de Hugo Rodrigues Cunha.

O júri constituído por:

Fátima Marques Pereira (professora do ensino universitário de teoria e história da fotografia)
António Pedro Ferreira (fotojornalista do semanário Expresso)
António Júlio Duarte (fotógrafo)
Miguel von Hafe Pérez (crítico de arte e comissário de exposições)
Sérgio B. Gomes (editor do Público Online e autor do Blog Arte Photographica)
Distinguiu também com menções especiais os portfólios A & J de José Carlos Duarte e 10 RETRATOS, 10 ESCULTURAS de Alexandre Delmar.


UM PONTO EXACTO PARA VER
Hugo Rodrigues Cunha
FNAC ALMADA 20 NOVEMBRO, às 21H30
INAUGURAÇÃO COM A PRESENÇA DO AUTOR E MEMBROS DO JÚRI

Exposição patente de 20 de Novembro de 2008 a 18 de Fevereiro de 2009

“Olha-se o Tejo, de frente, sempre de frente, e descobre-se o que existe entre ele e o local onde está a câmara fotográfica. Cada fotografia realizada tem associada uma imagem de domínio publico, feita através do Google Earth, onde está assinalado o local exacto onde a fotografia foi captada. Este trabalho é constituído por vinte e uma impressões, cada uma delas com duas imagens, e gira em torno de dois conceitos: o estático e a mudança; o estático da fotografia e as mudanças no rio pela sua água, mas também o quase estático de uma frente ribeirinha contrariado pela comparação entre as duas imagens.”

Hugo Rodrigues Cunha

Um ponto exacto para ver

Um Ponto Exacto Para Ver mostra-nos como a seriação cartográfica através da fotografia pode abandonar a sua condição primeira de documento utilitário e vago de carga simbólica para um objecto estético carregado de referentes que questiona e pensa a maneira como hoje nos relacionamos com uma ideia de espaço em sucessivas aproximações, em novas perspectivas, cada vez mais visível e disponível em todo o tipo de suportes digitais.
A linguagem de registo geotopográfico encontrou na fotografia um dos seus mais poderosos aliados. Ao servir-se dela como suporte não satisfez apenas uma necessidade de representação realística e descritiva - criou, por si, obras de relevância conceptual e poética únicas e forneceu massa criativa a uma grande diversidade de autores ao longo da história da imagem fotográfica. Hoje, representa um dos mais intensos programas de produção artística ligados à fotografia contemporânea. O trabalho de Hugo Rodrigues Cunha é herdeiro dessa corrente que usa diferentes abordagens da espacialidade à procura de significados travestidos, ocultos, que tentam aproximar-se de uma organização do real, de uma certa ordem do olhar. Partindo de um visão bidimensional de imagens satélite disponibilizadas pelo programa informático Google Earth, a partir da qual é possível ver boa parte da superfície terrestre, Um Ponto Exacto Para Ver convoca-nos para uma experiência ao mesmo tempo documental e contemplativa, onde, para além do exercício de encontrar as diferenças e as semelhanças num e noutro registo, ganham importância, numa ordem estética, as cargas histórica, social, política, económica e ecológica transportadas pela imagem fotográfica tridimensional.
Este último modo de ver dá-nos o "conforto" da verticalidade em relação ao chão e, em muitos casos, a largueza em perspectiva. Mas é só uma liberdade aparente porque, ao mesmo tempo, está lá a visão cega em profundidade, minuciosa em localização e contexto, onde vemos o aguilhão do pionés que nos manieta e orienta o olhar, que nos sublinha a imobilidade fotográfica através de uma longitude e uma latitude.
É uma dualidade visualmente atraente que nos leva a seguir a configuração, recorte e organização do rio Tejo na margem lisboeta, muito perto da desembocadura no mar. À medida que o olhar segue do ponto exacto de onde se vê pela linha do horizonte para onde somos impelidos a ver revela-se uma margem ribeirinha que continua inacessível e em desalinho.
Para lá da emoção que nos provoca a diferença das escalas fornecida pela bidimensionalidade da
imagem pública do Google Earth, Um Ponto Exacto Para Ver incentiva-nos a rever as referências que guardamos de um espaço e a pôr em causa de forma crítica as imagens que temos dele.

Júri Novo Talento Fnac Fotografia 2008


Biografia de Hugo Rodrigues Cunha

Hugo Rodrigues Cunha nasceu a 5 de Abril 1974 e desde cedo manifestou algumas tendências
fotográficas, sendo perseguido, como todo o iniciado, por um bom pôr do Sol e os seus próprios pés.
No ano de 1993 ingressa no curso de Ensino de Física e Química- variante de Física na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa que conclui em 2000. Em 1997 inicia a sua actividade como monitor de Natação, actividade que ainda exerce juntamente com a de professor de físico-química desde 1999.
Em 2002 entra no Mestrado em História e Filosofia da Ciência na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa do qual conclui a parte curricular em 2003.
Em Fevereiro de 2007 inicia finalmente os seus estudos em fotografia no Ar.Co - Centro de Arte e Comunicação Visual, onde frequenta actualmente o nível 3. Estudou ainda no “Atelier de Lisboa” onde frequentou os Cursos de Laboratório Digital e o Curso Teórico de Linguagem Fotográfica. Vence o Prémio “Novo Talento FNAC Fotografia” em 2008.


Menção Especial
A&J
José Carlos Duarte
FNAC ALFRAGIDE 27 NOV 2008 – 28 JAN 2009

O António e a Joana (A&J) apaixonaram-se na noite de S. João, no Porto. Dois anos mais tarde, no mesmo dia, casaram-se. Não queriam fotógrafos de casamento profissionais, contavam com os amigos para fazer a cobertura deste acontecimento. Joana, a noiva, pediu ao José, o amigo, que usasse “aquela máquina que faz fotografias quadradas”.
Esta experiência resultou num trabalho de 21 fotografias que se afastam intencionalmente do registo tradicional das reportagens de casamento, esboçando só ligeiramente o acto cerimonial. Os símbolos populares das festas de S. João, que decoravam o local, são evidenciados de modo a remeter para o passado dos noivos – as circunstâncias em que ambos se conheceram.

José Carlos Duarte

Menção Especial
10 RETRATOS, 10 ESCULTURAS
Alexandre Delmar
FNAC VISEU 18 DEZ 2008 – 28 JAN 2009
Sempre me interroguei sobre limites e fronteiras do retrato e da escultura. Será a visibilidade do rosto um factor preponderante na identificação do tema “retrato”? Ou a “escultura” será sempre uma qualificação dada após a mão-de-obra do escultor?
A viagem iniciou-se em Delhi.
Estando num país estranho, nunca me incentivou em demasia a imagem descritiva dos locais mais relevantes. Nuca me fascinou a procura obstinada pelo exótico. A imagem que procurava, encontrei-a em todas as cidades: uma imagem específica, talvez desterritorializada, estática e reflectida, por vezes plástica.
Foi uma viagem de descoberta. Tudo foi estranho e revelador. Quando cheguei, confundi retratos com esculturas.


Alexandre Delmar

Desde 2003, a FNAC organiza o Prémio Novo Talento Fnac Fotografia procurando consagrar jovens fotógrafos que apresentem trabalhos inéditos, originais e com uma escrita fotográfica coerente. Em 5 edições, foram vencedores deste Prémio Pedro Guimarães, Francisco Kessler, António Lucas Soares, Virgílio Ferreira, João Margalha, Nelson d'Aires e Inês d'Orey.

Maitê Proença em sessão de autógrafos


Sessão de Autógrafos Maitê Proença

Sábado, dia 8 de Novembro, pelas 16 horas, na Livraria, Piso 0,do El Corte Inglés de Lisboa

A famosa actriz brasileira Maitê Proença vai estar na Livraria (piso 0) doEl Corte Inglés de Lisboa, no próximo dia 8 de Novembro, às 16 horas, parauma sessão de autógrafos, por ocasião do lançamento do seu mais recenteromance "Uma Vida Inventada".
Não perca a oportunidade de conhecer pessoalmente a actriz Maitê Proença e de obter o seu livro autografado.


Athol Fugard e a sua "Canção do Vale" estreia no D.Maria II

CANÇÃO DO VALE

de ATHOL FUGARD

ESTREIA A 6 NOVEMBRO





O Teatro Nacional D. Maria II estreia, no dia 6 de Novembro, na Sala Estúdio, “Canção do Vale”, de Athol Fugard, numa produção do Teatro dos Aloés.

Actualmente considerado um dos mais importantes dramaturgos contemporâneos, Athol Fugard é o autor sul-africano mais reconhecido em todo o mundo, símbolo de resistência artística na história do Apartheid.
A sua obra tem conhecido algumas representações em Portugal, destacando-se a encenação de José Peixoto de “A Lição dos Aloés” ou ainda “Playland” (enc. Rogério Vieira), “O Caminho para Meca” (enc. João Lourenço) e “Olá e Adeus” (enc. Luís Miguel Cintra / RTP).
A primeira apresentação de “Canção do Vale” ocorreu em 1995, em Joanesburgo, dirigida e representada por Athol Fugard que encarna duas personagens: o Autor, a figura modelo do próprio Fugard e Abraam Jonkers, em representação da “velha” África do Sul.“

"Canção do Vale” é uma história sobre a passagem da esperança de uma geração para outra, apesar dos dramas humanos vividos pelos sul-africanos na era pós-Apartheid.



tradução PAULO EDUARDO CARVALHO
encenação JORGE SILVA

cenografia e figurinos ANA PAULA ROCHA
música original FILIPE MELO
desenho de luz CARLOS GONÇALVES
com CARLA GALVÃO JOSÉ PEIXOTO
produção TEATRO DOS ALOÉS

" Braga à Mesa" uma iniciativa da C.M.de Braga


"BRAGA À MESA" DIVULGA "RECEITAS DA AVÓ"


"Receitas da Avó" é o tema para a palestra que a Câmara Municipal de Braga, através do seu Pelouro das Actividades Económicas e Turismo, promoveu no passado dia 4, no Posto Municipal de Turismo, à Avenida Central.

Integrada no programa "Braga à Mesa", a iniciativa – primeira de uma série – teve como oradora Margarida Araújo, que se propõe divulgar «as receitas e pratos que são um legado de família e do ambiente em que cresceu, concretamente na Quinta da Eira, em Tibães, e na Casa do Raio».

Professora aposentada, que leccionou no Liceu Carolina Michaelis e na Escola Secundária Clara de Resende, Margarida Gomes Araújo apresenta, assim, «um conjunto riquíssimo de receitas», não só de pratos básicos, mas igualmente de sobremesas, tendo em conta que estamos perante alguém que venceu, por exemplo, o primeiro prémio de um concurso de doçaria tradicional promovido em 1997 pela então Comissão Regional de Turismo do Verde Minho.

Algumas das suas receitas foram já postas à prova em eventos organizados pelo Museu do Mosteiro de Tibães, em Braga.

Depois de "As Receitas da Avó", o "Braga à Mesa" tem agendada nova palestra para 13 de Novembro, com o chefe Hélio Loureiro, sobre "A evolução da gastronomia tradicional".

Segue-se-lhe Henrique Moura, a 18 de Novembro, que fala da "Importância da gastronomia de qualidade no turismo".

Manuel Pinheiro, a 25 de Novembro, sobre "A Região dos Vinhos Verdes"

António Ramalho, a 28 de Novembro, sobre "Produtos locais na gastronomia".


"Braga à Mesa" é uma iniciativa de âmbito gastronómico e enológico que visa «potenciar o desenvolvimento das actividades económicas, nomeadamente as instaladas no centro histórico, associadas à restauração e ao comércio».

Esta segunda edição, em curso até 30 de Novembro, apela a uma relação entre a gastronomia e as unidades museológicas da cidade, sob a marca "Conheça os Museus de Braga por um Menu".

«A História faz-se de grandes mulheres e homens, de grandes feitos e também… de grandes comidas e alegres convívios à volta de uma mesa. Este ano, a iniciativa ganha ainda mais força através de uma associação com os museus da cidade. Assim, depois de uma excelente refeição, os comensais são presenteados com um vale desconto de 50% na entrada de um museu à sua escolha», explica a Vereadora das Actividades Económicas e do Turismo, Ana Paula Morais.

Decorrendo nos fins-de-semana (sábados e domingos), regista a adesão de mais de meia centena de unidades de restauração de matriz tradicional bracarense, identificadas pela garantia de qualidade dos produtos e serviços que oferecem.

A par do "Bacalhau à Braga", das "Papas de Serrabulho", do "Pudim Abade de Priscos" e do Vinho Verde, nesta edição impõe-se, igualmente, o "Arroz de Pato", pratos que cada restaurante aderente, devidamente identificado, deve disponibilizar nos dias em referência.

Manuel Taraio em exposição no Casino Estoril


Notável exposição de Pintura
de Manuel Taraio no Estoril

Encontra-se patente ao público na Galeria de Arte do Casino Estoril, uma exposição de Pintura de Manuel Taraio, justamente considerado um dos mais qualificados coloristas do nosso tempo. Na presente exposição mostra-nos o que é a Pintura em todo o seu esplendor e em todas as suas potencialidades.
A sua formação de arquitecto paisagista e técnica apurada na utilização da sua riquíssima paleta são razões fundamentais do seu êxito.
Manuel Taraio adquiriu a sua formação artística em França, onde estudou na Escola Superior de Belas Artes de Bordéus e, mais tarde, na Escola de Artes Decorativas de Nice.

Regressado a Portugal, iniciou uma carreira artística na área da Pintura, adoptando uma escrita muito forte e pessoal, dentro de uma linha neofigurativa e um visível expressionismo lírico.
Manuel Taraio impôs em pouco tempo a sua obra, usando o fascínio da cor, o perfeccionismo da composição, o sábio tratamento da luz e uma temática sempre bem acolhida, utilizando exclusivamente o óleo sobre tela.
Esta exposição ficará patente ao público até 16 de Novembro, todos os dias, das 15 ás 24 horas.

Artistas Plásticos na Junta de Carcavelos


“ ARTISTAS DA ATEAR “


Exposição de pintura da Associação dos Artistas Plástico de Carcavelos

De 1 à 16 de Novembro de 2008 na Junta de Freguesia de Carcavelos.

De 1 a 30 de Novembro de 2008 nas Montras Comercias de Carcavelos


OS ARTISTAS

ALICE ALEIXO * ANA LEAL * ANABELA SEGURADO * ANA MARIA PINGO * BEATRIZ SOARES * CLARA SOARES * CHRIS * CATARINA SOARES * EDNA DE ARARAQUARA * EMAÚZ * HORÁCIO COSTA * F.GABRIEL * JAYR PENY * JOÃO M. * LUIS FARROLAS * JULIA BEST * LILIA ROQUE * LUCINDA MATOS * M.E.AFONSO * MARTA * NÁNÁ * OFÉLIA * PAULA PESTANA * SUSANA SAMPAIO * VIFER * VIVIAN VILELA * TIXA * ZÉ CORDEIRO

Jovens cantores no S.Carlos



Estúdio de Ópera com Jovens Cantores no São Carlos


Estreia amahã, 6 de Novembro, quinta-feira, às 20h00, o Estúdio de Ópera no São Carlos com a apresentação em conjunto de duas produções: The Telephone, de Gian Carlo Menotti e Comedy On the Bridge, de Bohuslav Martinu.

Com um elenco de jovens cantores seleccionados em audições promovidas pelo São Carlos e com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa, este será um espectáculo desafiante e inesperado dentro de um novo conceito artístico.
O Estúdio de Ópera é um novo e desafiante conceito no Teatro Nacional de São Carlos que se baseia no apoio a jovens músicos em início de carreira – dando oportunidades de apresentação profissional e aumentando o conhecimento lírico dos mesmos – e a aumentar simultaneamente o público mais jovem.
The Telephone e Comedy on the Bridge, duas óperas divertidas, surpreendentes e que se destacam pelo seu carácter leve e humorístico, serão apresentadas na grande sala do São Carlos nos dias 6, 7, e 10 de Novembro às 20h00 e 9 de Novembro às 16h00.
The Telephone ou L'Amour à Trois é uma pequena ópera cómica, onde o libreto humorístico e a música de cariz ligeiro de autoria de Menotti se conjugam na perfeição.

A equipa criativa desta produção conta com Karoline Gruber na encenação, Matthias Winkler na cenografia, Noelie Verdier nos figurinos e Pedro Martins no desenho de luz.
Com encenação de Paula Gomes Ribeiro e cenografia do conceituado arquitecto Manuel Aires Mateus, a ópera Comedy on the Bridge foi ouvida pela primeira vez na Rádio Checa (Praga) a 18 de Março de 1937 antes da estreia em palco, com encenação, no Hunter College de Nova Iorque a 28 de Maio de 1951.
Por altura da estreia, Martinu recebeu o Prémio de “Melhor nova composição de ópera” pelo New York Music Critics Circle.

Tematicamente, a ópera realiza uma abordagem satírica à guerra, antecipando os eventos que se viriam a acontecer na Europa pouco depois.

Uma coincidência tão forte que o compositor terá posteriormente revelado que seis meses depois não teria conseguido realizar o projecto.
Ao nível do elenco é de destacar a participação dos jovens Maria João Sousa e Jorge Martins, como Lucy e Ben respectivamente em The Telephone, e Susana Gaspar (Josephine), João Merino (Johnny), João Oliveira (Breuer), Cátia Moreso (Eva) e Sérgio Martins (School Master) em Comedy on the Bridge


SINOPSES
Em The Telephone, Lucy (Maria João Sousa) despende a maior parte do seu tempo ao telefone.
Quando Ben (Jorge Martins), o seu namorado, a visita no sentido de a pedir em casamento o telefone interrompe-o sempre aquando da pergunta crucial.
Entretanto, tanto Ben como o público apercebem-se de que o telefone é não só uma forma de Lucy permanecer em contacto com o mundo exterior mas também um meio de autodefesa. Ben decide deixar o apartamento e falar com Lucy através de um telefone público.
Será que o par acaba por se entender?


Em Comedy on the Bridge a acção tem lugar numa ponte sobre um rio que separa dois grupos inimigos durante a primeira metade do século dezanove.
Josephine Popelka já tinha estado no campo de batalha e enterrado o seu próprio irmão. No seu regresso pela ponte, a sentinela deixa-a passar mas apreende os papéis do seu comando.
Sem os papéis correctos, a sentinela do lado oposto recusa a passagem da mesma que é forçada a permanecer na ponte.
Paralelamente, Breuer, o taberneiro da aldeia, é autorizado a passar pela ponte mas é avisado de que não poderá descer do lado contrário.
Josephine e Bedron ficam assim detidos na ponte até que o noivo de Josephine aparece e acusa-a de infidelidade.
Eva, a esposa de Breuer, surge também no enredo assim como o school master que entretanto tenta resolver uma charada elaborada pelo Colonel Ladinsky e que reflecte a própria situação dos personagens que não conseguem sair da ponte onde se encontram…


O ELENCO NO SÃO CARLOS


· THE TELEPHONE

Lucy - Maria João Sousa
Ben – Jorge Martins


· COMEDY ON THE BRIDGE
Josephine – Susana Gaspar
Johnny – João Merino
Breuer – João Oliveira
Eva – Cátia Moreso
School Master- Sérgio Martins
Friendly Sentry – Tiago Barbosa
Enemy Sentry – Nuno Nunes
Officer – José Alves Mateus
Orquestra Sinfónica Portuguesa

ESTÚDIO DE ÓPERA, no São Carlos

Dias e horários: 6. 7. 10 de Novembro às 20h00 // 9 de Novembro às 16h00
Direcção Musical: Xaver Poncette
Orquestra Sinfónica Portuguesa


The Telephone, Gian Carlo Menotti
Ópera buffa em um acto.
Libreto de Gian Carlo Menotti.

Encenação: Karoline Gruber
Cenografia: Matthias Winkler
Figurinos: Noelie Verdier
Desenho de Luz: Pedro Martins
Intérpretes: Maria João Sousa (Lucy) e Jorge Martins (Ben)

Comedy on the Bridge, Bohuslav Martinu
Ópera em um acto.
Libreto de Bohuslav Martinu segundo a comédia de Václav Kliment Klicpera.

Encenação: Paula Gomes Ribeiro
Cenografia: Manuel Aires Mateus
Desenho de Luz: Pedro Martins
Intérpretes: Susana Gaspar (Josephine), João Merino (Johnny), João Oliveira (Breuer), Cátia Moreso (Eva), Sérgio Martins (School Master), Tiago Barbosa (Friendly Sentry), Nuno Nunes (Enemy Sentry), José Alves Mateus (Officer).

Câmara Municipal de Coimbra promove 1º Encontro de Nacional de Toponímia

1º Encontro de Nacional de Toponímia
08 de Novembro
Casa Municipal da Cultura - Coimbra


PROGRAMA
09H30 – Sessão de abertura, Presidente da Câmara Municipal de Coimbra
Documentário sobre Coimbra e Região
Apresentação do Livro Novos Topónimos - Coimbra 2002-2008
10H15 – A Importância da Toponímia nos Centros Históricos – Dr. José Noras, Secretário-Geral da Associação de Municípios com Centro Histórico.
10H45 – Da Toponímia tradicional à Toponímia actual – Prof. Doutor José d’ Encarnação, Universidade de Coimbra.
Moderador: Dr. José Francisco Rodeiro, Advogado, membro da Comissão de Toponímia de 2002 a 2006.
11H30 – A Toponímia como Agente Cultural – Dr. João Mendes Rosa, Director do Museu Arqueológico Municipal José Monteiro (Fundão)
12H00 – Descerramento de Placa de Homenagem ao Dr. Alberto Vilaça
Colaboração do Coro Municipal Carlos Seixas
14H30 – O topónimo, a Autarquia e os Serviços – A Toponímia e a Comunidade – Eng.º Carlos Inácio Fonseca, Director de Serviços nos CTT em Lisboa, membro da Comissão de Toponímia de 2002 a 2006.
Moderador: Prof. Doutor Manuel Augusto Rodrigues, Universidade de Coimbra
15H15 – Numeração de Polícia – Engº Octávio Alexandrino, Chefe da Divisão de Informação Geográfica e Solos da Câmara Municipal de Coimbra
16H00 – As vantagens de uma Comissão de Toponímia plural; Critérios e Competências para atribuição de topónimos – Dr. Mário Nunes, Vereador da Cultura da Câmara Municipal de Coimbra e Presidente da Comissão de Toponímia
16H30 – A Maçonaria na Toponímia de Coimbra – Prof. Doutor Lusitano dos Santos
Moderador: Dr. Pedro Manuel Monteiro Machado, Presidente da Região de Turismo do Centro, Vereador do Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Montemor-o-Velho
17H00 - Debate
17H30 – Encerramento (Momento Musical, seguido de Porto de Honra)
Organização: Câmara Municipal de Coimbra
Informações
Casa Municipal da Cultura
; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail -
cultura@cm-coimbra.pt; http://www.cm-coimbra.pt/

Maldita Matemática

MALDITA MATEMÁTICA
6 de Novembro às 11h00 e às 14h30
Teatro da Cerca de S. Bernardo
Coimbra

pela Dois Pontos Associação Cultural

SINOPSE
Propõe-se às crianças e jovens que assistem uma viagem fantástica que passa pelo mundo dos números...
Maria tem um teste de matemática e na véspera do teste, depois de muita brincadeira e pouco estudo, deita-se, adormece e começa a sonhar... No sonho, encontra-se num mundo povoado por números e aparece um Sete que está a fazer revisões para o teste de poesia. E depois? À volta de um enorme tabuleiro com a forma de um mapa de tesouro, os espectadores assistem, partilham e divertem-se com a aventura da Maria e do seu amigo Sete...
FICHA ARTÍSTICA
Direcção artística: Manuel Gama
Direcção de actores: Clemência Matos
Autoria: Álvaro Magalhães e Manuel António Pina
Interpretação: Alexandre Sá e Clemência Matos
Público-alvo: 2º e 3º Ciclo do Ensino Básico e Ensino Secundário
Acesso Gratuito
Informações
Casa Municipal da Cultura
; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail -
cultura@cm-coimbra.pt; www.cm-coimbra.pt

O Cabaré da Santa de novo em cena

O Cabaré da Santa
5 a 9 de Novembro
Oficina Municipal do Teatro – Coimbra

Depois de uma semana de interrupção, o Teatrão repõe em cena a peça “Cabaré da Santa”.
As últimas apresentações estão marcadas para os dias 5 a 9 de Novembro.
Fotografia de Paulo Abrantes

Informações:
O Teatrão

Oficina Municipal do Teatro, Telef: 239 714 013 / Telm: 914 617 383
http://oteatrao.blogspot.com/,
geral@teatrao.com

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Conferência promovida pela Embaixada do Brasil


A Arte em discussão no Museu do Oriente



“A arte efémera e a conservação”
em discussão no Museu

O paradigma da arte contemporânea e dos bens etnográficos é o tema de um encontro promovido pela Fundação Oriente, nos dias 6 e 7 de Novembro, no Auditório do Museu do Oriente, que conta com a participação de reputados especialistas na área, como Jacques Pimpaneau, Jean François Chougnet e Joaquim Pais de Brito.

O encontro, organizado em colaboração com o Instituto dos Museus e da Conservação, o Museu Colecção Berardo e a Universidade Nova de Lisboa, tem por objectivo reflectir e debater os valores que raramente se equilibram na tarefa da preservação, de que são exemplo os valores materiais versus os valores conceptuais, rituais ou estéticos, bem como as questões da originalidade e autenticidade em relação ao valor histórico e cultural, a intenção do criador, a intangibilidade e a função social.

Haverá, ainda, espaço para pensar nos processos alternativos de conservação e no perfil dos profissionais, empenhados numa salvaguarda, que ultrapassam o domínio da materialidade, incluem novos meios, implicam criatividade e uma especial atenção, não apenas aos objectos, mas também às comunidades e contextos envolvidos.

Na arte contemporânea, a esperança de vida da obra de arte encurta-se radicalmente a partir do início do século XX, com a utilização de materiais de todos os tipos.

Os artistas são seduzidos pelas suas capacidades expressivas e potencialidades comunicativas e já não pela garantia de durabilidade da peça.

Os bens etnográficos, com funções rituais ou simbólicas, colocam o problema desde o início das primeiras colecções.

Contudo, em ambos os casos, a fragilidade das obras, ou mesmo a sua pretendida efemeridade, conflituam com a actual vontade de tudo preservar, característica dos tempos em que vivemos. Os problemas práticos e éticos que daí resultam para o museólogo, o conservador-restaurador ou o historiador de arte, constituem um enorme manancial de reflexão.

Remade in Portugal apresenta Concerto de Música Popular Brasileira

Exposição Remade in Portugal no Museu da Electricidade.

Concerto de Música Popular Brasileira com flauta e guitarra clássica.


Dia 6 de Novembro às 19h00


Ana Cláudia Santos: (flauta transversal)




É natural de Torres Vedras, onde iniciou os seus estudos musicais aos sete anos e integrou a Banda dos Bombeiros Voluntários da mesma cidade aos dez anos .


Com a mesma idade entra para a Escola de Música Luís António M.Rodrigues(T.Vedras), onde foi Bolseira da F.C. Gulbenkian e conclui o 8º grau de flauta c/18 valores.



Em 1998 ingressou na Escola Profissional de Música e Artes de Almada, onde conclui o curso de instrumento com média de 16 valores e com 20 valores na Prova de Aptidão Profissional.
Participou em Master Classes: William Benett, Emmanuel Paud, Rien de Reede, Jorge Caryevschi, Gary Woodwars e Carlos Brunell.
Tirou diversos cursos de Pedagogia musical, tais como com Idalete Giga, Jos Wuytack e Pierre Van Hauwe.
Colaborou na Formação de uma Banda de Música dando aulas de Flauta. De 2000/02 foi flautista na Orquestra Sinfónica Juvenil, bem como chefe de naipe das flautas na referida Orquestra. Em 2005, concluiu o curso de Bacharelato em flauta na Escola Superior de Música de Lisboa, na classe do prof.Nuno Ivo Cruz.
Fez parte de vários grupos de música de câmara, tais como Quintetos, Octetos e Quartetos de Flauta.
Actualmente é flautista no grupo "Retrato Luso-Brasileiro" e lecciona iniciação musical, expressão corporal e flauta em Colégios, Creches e Escola de Música.


Walter Lopes: (guitarra clássica)



Estudou no Conservatório Musical "Carlos Gomes", em Londrina, Estado do Paraná, Brasil, de 1976 a 1979.
Curso Superior de Guitarra Clássica, pela Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, concluído em 1985, com o prof. Hentique Pinto.
Participou em vários cursos nacionais e internacionais com renomados professores e musicólogos: Paulo P. Alegre, Jácomo Bartoloni, Léo Soares, Turíbio Santos, Jaime Zenamon, Gabriela Pomposa, Eduardo Fernández, Julian Bizantyne, Robert Brightmore, Henrique Belloc, Wong Kin Wai, Alirio Díaz, Abel Carlevaro, Alberto Ponce, entre outros.
Curso de Especialização e Interpretação de Música Portuguesa Contemporânea, no Conservatório Nacional de Lisboa, de 1986 a 1988, na classe do professor e compositor Lopes Silva.
Participa regularmente em vários seminários e conferências relacionados com diversos temas culturais de literatura, história, língua estrangeira, música, arte, etc.
Curso de Civilização e Cultura Chinesa – literatura, filosofia e música -, na Missão de Macau em Lisboa, na classe do Prof. Doutor António Graça Abreu, nos anos lectivos de 1998 a 2000. Curso de Pós – Graduação em Artes e Modernidade, pela Universidade Autónoma de Lisboa, em 1999 – 2000.
Estuda Língua e Cultura Chinesa com a Dra. Wang Souying e Dr. Lu Yanbin.
Lecciona na Escola Profissional de Música e Artes e no Conservatório Regional de Música de Almada.
Realiza um trabalho de investigação científica sob o tema "Organologia – estudo dos Instrumentos Tradicionais do Oriente", nomeadamente os chineses, desde 1990, com o apoio da Fundação para a Cooperação e o Desenvolvimento de Macau, Missão de Macau e Fundação Casa de Macau.
É responsável pela programação musical da Companhia de Teatro de Almada, integrada no Festival Internacional de Teatro.
Produtor Musical, seu último trabalho foi realizado pela Companhia de Teatro de Almada, com a obra "Mãe Coragem e Seus Filhos", em cena desde 27 de Dezembro' 2000 a Fevereiro' 2001.
Há mais de oito anos consecutivos é organizador de espectáculos, concertos, audições ou recitais nos "Concertos das 7h às 9h", no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

Festival Temps d'Images no Centro Cultural de Belém

Mostra de Cinema Brasileiro no S.Jorge



Programação:


Dia 7:Inauguração da Mostra de Cinema Brasileiro

21h30 – Os Desafinados (2008), de Walter Lima Jr.

Dia 8:

16h – A Casa do Tom , de Ana Jobim

18h30 – Os Desafinados (2008), de Walter Lima Jr.

20h30 – Mesa Redonda com Walter Lima Jr., Ângelo Paes Leme, António-Pedro Vasconcelos, Joaquim Paulo e Nuno Lopes*

22h - Caixa Dois (2007), de Bruno Barreto

Dia 9:

16h – Cartola (2006), de Lírio Ferreira e Hilton Lacerda

18h30 –A Via Láctea (2007), de Lina Chamie

22h –Nome Próprio (2008), de Murillo Sales

Reservas: 21 310 34 00

Concerto no Campo Pequeno dos Nouvelle Vague


Mélanie Pain faz a primeira parte dos concertos
de Nouvelle Vague


A cantora francesa Mélanie Pain fará a primeira parte dos concertos de Nouvelle Vague em Portugal, nos próximos dias 7 de Novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa, e dia 8 de Novembro no Teatro Sá da Bandeira, no Porto.
Mélanie Pain vai apresentar o seu primeiro trabalho a solo que conta com produção de Marc Collin. O álbum homónimo apresenta uma mistura de influências de Pop Francês com Folk & Americana.
Mélanie Pain é uma das principais vocalistas dos Nouvelle Vague desde o lançamento do primeiro álbum da banda, em 2004.

Após várias actuações de sucesso, o interesse do público pelas suas interpretações foi crescendo. A sua voz suave e sensual pode ser ouvida nas músicas 'This is not a love song', 'Teenage Kicks', 'Killing moon', 'Ever Fallen in love', e 'Dance with me'.
As suas principais influências são Françoise Hardy, Nick Cave, Claudine Longet, Nancy Sinatra and Leonard Cohen.

Nouvelle Vague apresentam 3º álbum em Portugal
Os Nouvelle Vague escolheram Portugal para apresentarem em primeira mão o seu terceiro álbum, em dois concertos que estão já a criar grande expectativa, dado que o grupo anunciou a participação de duas novas vocalistas - Nadeah e Jody Stenberg (vocalista dos Morcheeba) – que se vão juntar aos já conhecidos Melanie, Phoebe e Gerald.
Os Nouvelle Vague têm, em Portugal, uma história recheada de sucessos desde a primeira visita ao Lux em 2005.

A partir daí, e após uma passagem pelo Sudoeste, os espectáculos que deram no Cool Jazz Fest, na Aula Magna, no Teatro Sá da Bandeira, ou num after show acústico no Casino Estoril estiveram sempre absolutamente esgotados.
Cada espectáculo é uma experiência única e as surpresas são sempre garantidas com a descoberta das novas vozes sempre que dão vida aos clássicos.


Os bilhetes estão à venda na rede Ticketline (www.ticketline.pt), Fnac, ABEP e Teatro Sá da Bandeira com preços a partir de 24 euros.

Quem adquirir os bilhetes na FNAC Colombo, Chiado, Cascais, Almada, Alfragide e Vasco da Gama poderá optar por um pack especial de edição limitada que inclui um bilhete para a bancada no Campo Pequeno e uma t-shirt dos Nouvelle Vague pelo preço de €36,95.
Imago – Imagem e Comunicação – 219239700/939239750

Fado no Casino Estoril



Um musical diferente
com fado no Auditório do Casino Estoril


O Auditório do Casino Estoril esgotou para a estreia do musical “Fado… Esse Malandro Vadio!”.
O espectáculo reuniu, em palco, diferentes gerações de intérpretes, que revisitaram temas famosos da canção nacional. Ao longo de duas horas, seguiu-se o percurso tradicional, desde os primórdios do fado até aos nossos dias.

Num ambiente informal, Francisco Sobral, Rui Neiva Correia, Filipa Baptista e Maria Sampaio propuseram vários formatos interpretativos. Em conjunto, bem como em dueto ou a solo, os artistas recuperaram, por exemplo, o “Fado do Cacilheiro”, “Teus Olhos Castanhos” ou “Cavalo Russo”.
Numa actuação especial, Teresa Tarouca proporcionou outro momento alto do espectáculo, interpretando alguns dos melhores sucessos do seu repertório, entre os quais se destacam “A Outra Face”, “A Minha Cor” e “A Minha Canção Verde”.
Os intérpretes foram acompanhados por José Ibérico Nogueira, ao piano, Miguel Monteiro, na viola de fado, João Núncio, na guitarra portuguesa, e Frederico Gato, na viola baixo.
Da autoria de João Núncio, “Fado… Esse Malandro Vadio!” distinguiu-se pelo guarda-roupa, assinado por João Rôlo, assim como pela cenografia de Carlos Verissimo e Tatiana Barahona Núncio.
No final e em jeito de despedida do público, houve um conjunto de canções bem conhecidas das marchas populares, como “Cantiga da Rua” ou “Cheira Bem, Cheira a Lisboa”.
As representações do musical “Fado… Esse Malandro Vadio!” prolongam-se até 30 de Dezembro, decorrendo às Quintas-Feiras, Sextas e Sábados às 21 e 30, enquanto ao Domingo estão agendadas sessões para as 16 horas.

Alina Vaz e Alberto Vilar novamente juntos


"Viagens ao interior do teatro" regressa ao palco

para "formar pela arte"


O projecto "Viagens ao interior do teatro" sobe à cena no Centro Cultural Franciscano, em Lisboa, com o mesmo objectivo que há 20 anos congrega um grupo de actores: "formar pela arte".
O grupo de actores propõe um espectáculo didáctico destinado ao público juvenil, dividido em duas partes: a primeira sobre "o fazer teatro", e a segunda apresentando "Auto da barca do Inferno", de Gil Vicente.
"Começámos há 20 anos, com o intuito de aliciar os jovens para o teatro, dando Gil Vicente, que consta dos currículos escolares.

Quando começámos, todos diziam que éramos loucos, mas a prática veio provar o contrário e temos tido sempre casa cheia, isto é cerca de 200 espectadores por sessão, uma vez por semana", conta a actriz Alina Vaz, precursora deste projecto.
Além de Alina Vaz, o elenco é constituído por Alberto Villar, Francisco Braz, Sérgio Silva, Teresa Côrte-Real e Lina Rodrigues.
Às terças-feiras de manhã, no palco do Centro Cultural Franciscano, ao largo da Luz, em Lisboa, os alunos assistem a uma sessão em que, na primeira parte, são "desvendados os mistérios" do teatro, nomeadamente como os actores estudam as personagens e como é feita a encenação, e na segunda parte assistem ao "Auto da Barca do Inferno".
"Na primeira parte interagimos com o público, explicando como se monta um espectáculo. Cada actor explica uma parte, desde a leitura da peça à marcação, passando pelas luzes, caracterização, encenação, etc. É de facto uma viagem pelos meandros teatrais", descreveu Alina Vaz.
"Nós não procuramos formar actores - frisou - , mas sim formar espectadores que saibam amanhã apreciar o teatro. Brecht considerou que, para além de uma escola de actores, é também necessário uma escola de espectadores".
Para os professores, segundo a actriz, a vinda ao teatro é uma forma de os alunos verem aplicados os conhecimentos que obtiveram nas aulas teóricas.
Os números de espectadores destas representações que já passaram pelos teatros São Luiz e Maria Matos rondam os cerca de 10.000 por ano, indicou.
O actor Alberto Villar, um dos fundadores do grupo denominado Associação Cultural de Arte e Espectáculo, afirmou que, "recentemente, alunos de teatro da Universidade Nova de Lisboa optaram por este curso precisamente porque o seu gosto pelo teatro começou uma vez que nos foram ver ao Maria Matos".
"O investimento é em termos de formação dos indivíduos, uma formação pelo gosto e o aprender a apreciar. Cria-se um movimento estético e ao mesmo tempo uma empatia entre nós e os jovens que, se calhar, nunca entraram num teatro. É também uma questão de formação cívica", enfatizou.
O projecto não recebe qualquer subsídio estatal ou autárquico, pagando cada aluno o seu bilhete.

Hardmusica/ Lusa

Ornette Coleman actua na Aula Magna


ESTRELA DO JAZZ ACTUA EM PORTUGAL
ORNETTE COLEMAN AMANHÃ EM LISBOA E DIA 7 NO PORTO

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

" O Mundo do Amnhã" no Discovery Channel



O DISCOVERY CHANNEL ABRE-NOS A PORTA DO FUTURO
EM “O MUNDO DO AMANHÔ

O futuro promete a chegada de tecnologia que irá tornar a vida mais fácil, mais divertida, melhor e mais segura.

Com “O Mundo do Amanhã”, o Discovery Channel assume a liderança em levar as pessoas ainda mais longe no século XXI e mais além.

“O Mundo do Amanhã” apresenta os visionários, a ciência, os construtores e as inovações que parecem, de momento, impossíveis, mas que irão tornar-se realidade nas nossas vidas: cidades debaixo dos oceanos, fatos biónicos, turismo espacial, comboios super rápidos e drogas experimentais que poderão aumentar a esperança média de vida para 150 anos.

Entre dentro da malha inteligente dos sistemas de transportes urbanos do futuro, do trânsito rápido pessoal aos carros empilháveis e às auto-estradas subterrâneas mecanizadas, ou viaje pelos céus de amanhã para conhecer o último grito em aviões militares secretos.
Esta série sem precedentes oferece uma percepção única das ideias radicais de hoje que se tornarão na tecnologia do futuro.

Estreia: Terça 4 de Novembro às 21h15
Emissões: Terças às 21h15

Madredeus & a Banda Cósmica no Teatro Ibérico


MADREDEUS & A BANDA CÓSMICAapresentam
«Metafonia» ao vivo


Após o lançamento do álbum METAFONIA, os MADREDEUS & A BANDA CÓSMICA apresentam-se pela primeira vez ao vivo com a nova formação no Teatro Ibérico em Lisboa no próximo mês de Novembro.
Há muito que Pedro Ayres Magalhães acalentava o desejo de actuar no local onde os Madredeus começaram, e onde em cada canto deste lindíssimo Teatro se respira e conta a história de um dos mais importantes grupos de música cantada e escrita em português. Finalmente os MADREDEUS & A BANDA CÓSMICA escolheram para os concertos de apresentação de METAFONIA o Teatro Ibérico.
A nova formação dos Madredeus pretendeu inventar uma nova concepção de música cantada em português para grandes espectáculos, inspirada na diversa tradição das suas próprias composições, e nos arranjos da música popular da Europa, da África Ocidental e do Brasil.
MADREDEUS & A BANDA CÓSMICA (Formação):
Mariana Abrunheiro – Voz
Rita Damásio – Voz
Ana Isabel Dias – Harpa
Sérgio Zurawski - Guitarra Eléctrica
Gustavo Roriz – Guitarra Baixo
Ruca Rebordão – Percussão
Babi Bergamini – Bateria
Pedro Ayres Magalhães – Guitarra Clássica
Carlos Maria Trindade – Sintetizadores
Convidado especial: Jorge Varrecoso – Violino

Dias 6, 7 e 8 de Novembro
13, 14 e 15 de Novembro
Teatro Ibérico (em Xabregas)
21h30

O Chinezinho Limpopó ( Badaró) deixou-nos aos 75 anos!




Morreu humorista e comediante Badaró


O humorista e comediante Badaró morreu, aos 75 anos, vítima de cancro.
Badaró, que estava internado no Instituto Português de Oncologia (IPO), faleceu durante a madrugada, e as cerimónias fúnebres realizaram-se domingo, em Paço de Arcos.
As 10:30 realizou-se uma missa de corpo presente na Igreja de Paço d'Arcos e o corpo seguiu depois para a Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, cumprindo o desejo do artista de que o seu corpo fosse entregue à ciência, disse o filho ,Ruben Badaró.

Badaró é lembrado por colegas como um homem "inteligente, culto e extremamente humano" que nem sempre foi bem acolhido pelo meio artístico português.

Alina Vaz, que trabalhou com Badaró por mais de um ano na peça "Empresta-me o teu apartamento" lembra uma amizade que começou quando o humorista foi escolhido para substituir na peça o protagonista Henrique Santana.
"Começou uma amizade grande. Era muito esperto e culto e, pouca gente será dessa opinião, mas para mim sempre foi um senhor", afirma Alina Vaz.
Apesar de nos últimos tempos se terem distanciado, a actriz recorda os encontros para tomar café, as longas conversas e também os espectáculos em que Badaró era arrasado pelos colegas.
"Foi sempre muito afastado pela classe teatral vigente na época e nunca percebi porque acontecia. Qualquer coisa que fizesse era para dizer mal e um espectáculo em que eu também entrei foi pateado pelos colegas", lembrou, sublinhando que a maior parte da classe teatral não o aceitava.
Alina Vaz destaca ainda a grande sensibilidade e boa disposição do humorista, e aponta a decisão de doar o seu corpo à ciência como exemplo da sua "grande humanidade".
Raul Solnado lembrou "o grande sucesso na revista" alcançado por Badaró quando chegou a Portugal no final da década de 50 integrado na companhia brasileira "Fogo no Pandeiro".
"Fez um grande sucesso na revista e ficou em Portugal. Trabalhou muito e muito bem para crianças e foi muito popular. Fez "one man shows" que ficaram na nossa memória", comentou Raul Solnado, ressalvando que profissionalmente nunca se encontraram.
O actor, que reencontrou Badaró quando dirigia a Casa do Artista, recorda-o como "um bom amigo, um homem de bem, muito inteligente e culto".
"Agora resta-me desejar-lhe que descanse em paz", disse.

Manílio Haidar Badaró, conhecido apenas como Badaró, chegou a Portugal em 1957 integrado no elenco da companhia brasileira "Fogo no Pandeiro" que aqui manteve durante dois anos uma revista em cena.
Fixou residência e acabou por se naturalizar português, tendo trabalhado em teatro, rádio e televisão.
Era ele o "Chinezinho Limpopó" que divertia os mais pequenos e não só.

Ao informarmos do falecimento de Badaró não podemos deixar de recordar que outra grande actriz, Aida Batista, faleceu a semana passada. Mas só a família ficou a saber! É de lamentar!

Hardmusica.com/Lusa

Notícias Atalanta, Clap e Medeia Filmes

A OUTRA MARGEM, MAL NASCIDA e O CAPACETE DOURAD
no Festival Internacional de Cinema da Índia

Três produções da Clap Filmes -

A OUTRA MARGEM, de Luís Filipe Rocha, MAL NASCIDA, de João Canijo, O CAPACETE DOURADO, de Jorge Cramez – participam na secção “World Cinema” da 39ª edição do Festival Internacional da Índia a decorrer em Goa, de 22 de Novembro a 2 de Dezembro.
CARAVAGGIO e DORA em competição no Faial Filmes Fest -
Festival de Curtas das Ilhas


CARAVAGGIO, de José Maria Vaz da Silva, e DORA, de Isabel Aboim, ambas produzidas por Paulo Branco, estão em competição na 4ª edição do Faial Filmes Fest - Festival De Curtas Das Ilhas, que está a decorrer. »



ENTRE OS DEDOS - Sessão Especial, seguida de debate com os realizadores, Tiago Guedes e Frederico Serra

Não perca a oportunidade de conversar com os realizadores sobre o filme! Dia 3 de Novembro em Setúbal (Cinemas Charlot às 21h30) e dia 9 de Novembro em Lisboa (Cinema Medeia King, hora a confirmar).
Tiago Guedes e Frederico Serra estarão presentes no final da sessão, para um debate com o público.»


PROMESSAS - filme inédito de Emir Kusturica em DVD
a partir de Novembro
A 21 de Novembro, a Atalanta Filmes lança directamente em DVD a última comédia de Emir Kusturica, PROMESSAS (ZAVET).

Este lançamento é feito exactamente no mesmo dia em que o cineasta e músico actua em Portugal, mais concretamente no Pavilhão Municipal de Gaia, com a já habitual companheira de sonoridades burlescas, The No Smoking Orchestra.
Emir Kusturica (Palma De ouro em Cannes, com o filme O PAI FOI EM VIAGEM DE NEGÓCIOS de 1985, e UNDERGROUND de 1995, filme disponível no catálogo da Atalanta Filmes. »

EM BRUGES estreou nos Cinemas Medeia
a 30 de OUTUBRO


EM BRUGES, uma comédia de Martin McDonagh. Com Colin Farrell, Ralph Fiennes e Elizabeth Berrington.
Estreia nos Cinemas Medeia Monumental-Saldanha e King. »


GUERRA, S.A estreou nos Cinemas Medeia
a 30 de OUTUBRO
GUERRA, S.A, um filme de Joshua SeftelCom John Cusack, Joan Cusack, Hilary Duff e Ben KingsleyEstreia nos Cinemas Medeia Monumental-Saldanha »


007 QUANTUM OF SOLACE estreia nos Cinemas Medeia
a 6 de NOVEMBRO
007 QUANTUM OF SOLACE, um filme de Marc Forster
Com Daniel Craig, Judi Dench e Mathieu AmalricEstreia em Lisboa nos Cinemas Medeia Monumental-Saldanha (duas salas e em projecção digital) e Fonte Nova; no Porto nos Cinemas Medeia Cidade do Porto; e em Setúbal no Auditório Charlot »

1º Mostra Internacional de Cinema de Portimão

De 4 a 8 de Novembro no Museu de Portimão

Programação

Terça-feira, 4 de Novembro, às 21h30

O Adeus à Brisa

de Possidónio Cachapa, doc., Portugal, 55’, 2008

Um homem fala sobre o seu passado, que se confunde com o da História do seu país. Num discurso comovente, evoca a luta pela liberdade e a sua crença nas revoluções e na supremacia da Beleza. Sentado na sua sala, Urbano Tavares Rodrigues mantém-se o escritor, o resistente, o que acredita no melhor do Homem. E se as coisas em que acreditou nem sempre lhe corresponderam foi porque ainda não tinha chegado o tempo certo. Mas vai haver um mundo novo. No meio do Tempo, Urbano reflecte, enquanto a brisa do sul não cessa de soprar.

Quarta-feira, 5 de Novembro, às 19h

Meduzot / Jellyfish

de Etgar Keret e Shira Geffen, fic., Israel, 75’, 2007

Keren parte uma perna durante o seu casamento e acaba por não ir de lua-de-mel para as Caraíbas. Batya é surpreendida por uma criança que surge vinda do mar e a persegue como uma sombra; a sua vida transforma-se assim que decide tomar conta dela. Joy é uma criada de origem filipina que trabalha para uma velha rezingona; inconscientemente, ela contribui para a reconciliação da sua patroa com a sua distante filha. Um filme mosaico composto por histórias de um quotidiano à beira do absurdo. Um retrato de um mundo confuso em que cada um procura safar-se o melhor possível, procurando amor ou alguma coisa para lembra ou para esquecer. Assim se vive em Tel Aviv…


Quarta-feira, 5 de Novembro, às 21h30

Voyage en sol majeur / Voyage in G Major

de Georgi Lazarevski, doc., França, 54’, 2006

Aimé tem 91 anos e desde há muito que acalenta o sonho de fazer uma viagem a Marrocos. Leu guias, anotou mapas, só não tinha ainda descoberto a companhia ideal para o seu destino. Até que um dia o seu neto, realizador e fotógrafo, descobre o sonho do avô e leva-o a cumprir o seu desejo. Aimé prepara a sua viagem com uma obsessão inquieta, que antecipa reflexões sobre a vida de grandes emoções de um homem aparentemente simples. Uma viagem terna e amarga, cheia de alegrias, de remorsos e de acontecimentos desastrosos.

As The Sun Begins to Set
de Julie Moggan, doc., Reino Unido, 60’, 2006

Houve uma altura em que uma viagem a bordo do cruzeiro Queen Elizabeth II era o máximo do luxo, apenas acessível a milionários. Os tempos mudaram e o navio está agora cheio dos mais diferenciados passageiros, quase todos ingleses e quase todos idosos. Hoje, os reformados ingleses médios concretizam o sonho das suas vidas viajando a bordo. Ficamos a conhecê-los melhor durante um destes cruzeiros. A observação social torna-se um pretexto para contar uma história agridoce sobre o amor e o tempo que se esgota.


Quinta-feira, 6 de Novembro, às 19h

Gitmek / My Marlon and Brando

de Hüseyin Karabey, fic., Turquia/ Holanda/ Reino Unido, 92’, 2008

Ayça, uma actriz turca e Hama Ali, um actor curdo, conhecem-se durante a rodagem de um filme na Turquia e apaixonam-se. No final das filmagens Ayça volta para Istambul e Hama regressa a Süleymaniye, a sua terra natal no Norte do Iraque. Em vésperas dos ataques americanos ao país, os dois amantes continuam a amar-se por carta, telefone e mensagens em vídeo, que nem sempre chegam ao seu destino. Num acto de desespero contra a distância que a separa do amante, Ayça decide viajar até ao Norte do Iraque para o reencontrar. História real sobre personagens reais, Ayça e Hama Ali vestem a pele deles próprios para criar nesta longa-metragem um equilíbrio tenso entre realidade e ficção.


Quinta-feira, 6 de Novembro, às 21h30

WWW - What a Wonderful World
de Faouzi Bensaidi, fic., Marrocos/ França/ Alemanha, 99’, 2006

Kamel, assassino profissional impiedoso, vive em Casablanca, recebendo ordens directamente por internet. Após o cumprimento de cada missão, Kamel liga a Souad para fazerem amor, mas quem atende o telefone é sempre Kenza.
Muito rapidamente, ele apaixona-se pela sua voz. Hicham, um hacker profissional, infiltra-se acidentalmente nas ordens recebidas por Kamel. Na atmosfera única de uma cidade ao mesmo tempo arcaica e moderna vive-se uma história de perseguição, de verdadeira liberdade e de sentimentos fortes...


Sexta-feira, 7 de Novembro, às 19h

Yo / Me
de Rafa Cortés, fic., Espanha, 98’, 2007

Hans é um trabalhador alemão que chega a uma pequena aldeia na ilha de Maiorca para aí viver. Não obstante, descobre que vai substituir um trabalhador alemão chamado Hans que deixou a aldeia com suspeições sobre ele. Hans tenta manter um dia-a-dia normal mas à medida que se vai ambientando, mais se sente perseguido pelas memórias do outro Hans. Ele sofre uma crise de identidade que o aproxima do seu verdadeiro problema: ele próprio.


Sexta-feira, 7 de Novembro, às 21h30

Taxi wala
de Lola Frederich, fic., França, 16’, 2007

No início do seu dia de trabalho, um taxista conduz uma mulher que lhe indica um destino específico. Quando aí chegam, ele apercebe-se de que o lugar já não existe. Enquanto guia, o taxista apercebe-se que a mulher está cada vez mais perdida. Impedida de voltar para casa, ela só tem uma certeza: através da janela do seu apartamento vê os comboios passar.

Offside
de Jafar Panahi, fic., Irão, 99’, 2006

Num autocarro cheio de fãs a caminho de um jogo de futebol da selecção do Irão, esconde-se uma mulher disfarçada de homem. Um soldado descobre-a antes do jogo começar e leva-a para um recinto onde estão outras mulheres vestidas de homem. Amantes de futebol, privadas de ver o jogo, as mulheres vão ouvindo, com uma ansiedade genuína, os escassos relatos que um dos guardas deixa escapar. Entre conversas mulheres e homens deixam cair o pano das convenções numa comédia inteligente que ilustra a luta pelo direito das mulheres no Irão.


Sábado, 8 de Novembro, às 16h

L’armée des Fourmis / An Army of Ants

de Wissam Charaf, fic., França, 23’, 2007

A viver em casa dos avós no sul do Líbano, Hassan reencontra dois amigos, com quem leva uma vida aparentemente despreocupada. As lúdicas aventuras dos três escondem o cenário familiar e cruel da guerra do Líbano: tráfico de armas e bombas não detonadas são alguns dos vestígios bélicos que surgem sem perturbar a sua calma inquietante. Ali, há objectos estranhos por baixo da terra, tão estranhos que podem provocar a perda de um emprego ou mesmo a perda de si próprio.

Sous les Bombes / Under the Bombs
Philippe Aractingi, fic., França/Líbano, 98’, 2007

Zeina é xiita e vive no Dubai. O seu filho Karim está a viver temporariamente em Kherbert Selem, uma pequena aldeia no sul do Líbano com a sua irmã. A guerra eclode no Líbano. Muito preocupada, Zeina parte para o Líbano entrando pela Turquia. Devido ao bloqueio, ela só chega ao porto de Beirute no dia do cessar-fogo onde conhece Tony. Ele é cristão, vive em Beirute e é taxista. Tony e Zeina têm pouco em comum mas nestas circunstâncias isso pouco interessa. Quando chegam a Kherbert Selem, a vila está em ruínas. A irmã de Zeina foi assassinada e All, um jovem, diz-lhes que Karim foi levado dali por jornalistas franceses. Zeina e Tony partem em busca da criança perdida...


Sábado, 8 de Novembro, às 19h

Bab Sebta
de Frederico Lobo e Pedro Pinho, doc., Portugal, 110’, 2008

Bab Sebta significa em árabe a porta de Ceuta e é o nome da estreita passagem na fronteira entre Marrocos e Ceuta. É o local para onde convergem aqueles que, vindos de todas as partes de África, procuram chegar à Europa. O filme Bab Sebta percorre quatro cidades ao encontro dos rituais da espera e das vozes desses viajantes.


Sábado, 8 de Novembro, às 21h30

L’immeuble Yacoubian / The Yacoubian Building
de Marwan Hamed, fic., Egipto, 165’, 2006

Construído em 1930 no coração da cidade do Cairo, o Edifício Yacoubian é o vestígio de um esplendor de outra era. Hoje, entre os habitantes do edifício que aí se cruzam, desenha-se um retrato natural de um Egipto moderno, onde se misturam corrupção política, a subida do islamismo, a fragmentação social, a ausência de liberdade sexual e a nostalgia do passado: o espelho de uma sociedade complexa e colorida, surpreendente e cativante.

RTP2 apresenta novas séries em Novembro


Novas Séries em Novembro na RTP2



Quinta-feira, dia 6 de Novembro, às 22h40 na RTP2


SOBRENATURAL – Série III



Nesta terceira temporada Dean não consegue enterrar o seu irmão. Um sentimento de culpa domina-o. Ele resolve fazer um pacto com o demónio, o mesmo pacto que o seu pai John fez para o salvar.


No 1º Episódio: Depois de Sam e Dean libertarem os demónios do Inferno, a possibilidade de guerra entre os demónios e os humanos aumentam e os irmãos sabem que agora têm a enorme tarefa de caçar todos os demónios que deixaram escapar pela Porta do Inferno.


Com apenas um ano para viver, Dean começa a levar a vida mais louca possível o que deixa Sam muito incomodado, já que ele está à procura de uma solução para o "negócio".


Bobby convence os irmãos a irem para o Nebraska, para caçar sete demónios que são manifestações reais dos sete Pecados Capitais.


Realização: Eric Kripke

Com: Jared Padalecki (Sam Winchester) e Jensen Ackles (Dean Winchester)




Terça-feira, dia 11 de Novembro, às 22h40, na RTP2



CLÍNICA PRIVADA – Série I

Shonda Rhimes, vencedora de um Globo de Ouro e criadora de Anatomia de Grey traz-nos "Private Practice", uma série derivada da "Anatomia de Grey", que se desenrola à volta da Drª Addison.



Addison Forbes Montgomery, uma cirurgiã de renome, deixa para trás o Seattle Grace Hospital, um casamento desfeito com Derek “McDreamy” Shepherd e um tórrido relacionamento com Mark “McSteamy” Sloan.


Muda-se para Los Angeles em busca de uma nova vida. Em Los Angeles, Addison junta-se aos seus antigos amigos da faculdade, Naomi e Sam Bennett na clínica Oceanside Wellness Center, em Santa Mónica.


Naomi é uma especialista em fertilidade e Sam um especialista em medicina interna. Embora recém–divorciados são obrigados a conviverem por causa de Maya, a sua filha adolescente, mas o seu relacionamento nem sempre é muito amigável.

O pediatra da clínica é o doutor Cooper Freedman, cujo sucesso na profissão encobre a sua fracassada vida pessoal. Cooper acaba por encontrar consolo e conselhos, no ombro da sua melhor amiga, a psiquiatra da clínica, a doutora Violet Turner – que definitivamente não tem sorte no amor.O doutor Peter Wilder é o especialista em medicina alternativa da clínica. Atraente e seguro de si, Pete é um “bom partido” a todos os níveis. Apesar da química entre Pete e Addison ser real e imediata, a ousadia e a confiança de Pete ocultam um homem que ainda sofre com a trágica morte da sua mulher, há oito anos.


Em directo conflito com os doutores da clínica, está Charlotte King, a chefe da equipa do hospital vizinho. Charlotte acredita que os métodos utilizados pelos médicos da clínica não são ortodoxos e são inferiores aos métodos utilizados pelos médicos do seu hospital…

Argumento: Shonda Rhymes

Com: Kate Walsh, Tim Daly, Audra Mcdonald, Paul Adelstein



Segunda-feira, dia 17 de Novembro, às 22h40, na RTP2



PERTO DE CASA – Série II




CLOSE TO HOME é uma série norte-americana exibida originalmente pela CBS, com Jennifer Finnigan interpretando a personagem principal.

Annabeth Chase é uma nova magistrada, agressiva com um registo perfeito de convicção que resolve os casos que ocorrem no seu próprio quintal.


Drama com toques de suspense, mostra de maneira convincente o subúrbio americano através dos olhos de uma jovem e agressiva promotora que cuida de casos que muitas vezes aconteceram na sua própria vizinhança.


Regressando ao trabalho após o nascimento de sua primeira filha, Annabeth está pronta para assumir os mais complicados casos, alimentada pela paixão em proteger sua comunidade e sua família. Desafiando as estratégias legais de Annabeth estão a sua nova chefe, Maureen Scofield (Kimberly Elise), uma advogada muito dura sem medo de exigir o máximo dela.


E liderando a equipe está Steve Sharpe (John Carroll Lynch), o maior apoio de Annabeth — embora sempre preocupado em diminuir a repercussão dos seus casos nos media.

Jack (Christian Kane), o seu marido, é devotado à família, mesmo quando os desafios de Annabeth para conciliar as suas novas responsabilidades como mãe com a sua vida profissional começam a afectar a vida deles.


Autor e Realizador: Jim Leonard

Com: Jennifer Finnigan, Kimberly Elise, John Carroll Lynch, Christian Kane, Erich Anderson