Para saber o que vai acontecer, ou o que aconteceu, na área da cultura e do lazer, este blog é uma das melhores formas para se manter actualizado.
Concertos, Festivais de Musica, Livros, Exposições, Teatro, Bailado,Televisão, Cinema, Causas Socias e muito mais serão publicados neste blog.
Para envio de noticias: geral@hardmusica.pt
Conferências, Exposições, Percurso Pedonal, Programa Pedagógico Inscrições: 239 833 771 ou cidade.muralhada@cm-coimbra.pt
Percurso Pedonal (disponível a partir de 28 de Outubro) Terça a Sexta: às 10h30 e às 14h30 Duração 1h30 Nº Inscrições: Mín.5 Max. 20 Acesso gratuito mediante marcação telefónica (239833771) Integra as duas judiarias – a Velha (situada entre a porta de Almedina e a porta Nova) e a Nova (localizada nas imediações da rua Direita) – e termina nos edifícios da Inquisição. O percurso abrange um extenso período da história da cidade de Coimbra (desde o século XII até à extinção da Inquisição no século XIX), e tem por objectivo a memorização dos espaços físicos e das vivências da comunidade judaica. Programa Pedagógico Ateliês e outras actividades dirigidas ao público escolar, desde o nível Pré-escolar ao Secundário. ExposiçãoExposição temática sobre a presença judaica em Coimbra durante a Idade Média e a Idade Moderna. Os objectos expostos são disponibilizados pela Comunidade Israelita de Lisboa, pelo Museu Nacional de Machado de Castro, bem como serão mostradas peças do espólio do Município. Comissário Científico: Prof. Doutor Saul Gomes 24 Out. a 24 Abril 2009 1º Núcleo _ Torre de Almedina (Pátio do Castilho) A exposição de objectos organiza-se em torno de quatro núcleos fundamentais: 1. O espaço e quotidiano dos judeus na Idade Média; 2. A identidade (religião e rituais); 3. A convivência; 4. A sobrevivência. [Ingressos: Geral – 1,69€; Estudantes e 60> - 1,06€] 24 Out. a 7 Nov. 2008 2º Núcleo _ Biblioteca Geral da Universidade de Coimbra (Sala de S. Pedro) Mostra de documentos originais, designadamente pergaminhos e incunábulos relativos ao tema da presença judaica na cidade e na Universidade. [Acesso gratuito] Informações Casa Municipal da Cultura; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail - cultura@cm-coimbra.pt; www.cm-coimbra.pt
ESECTV Espaço UNIVERSIDADES 22 de Outubro na RTP 2- 01h17
Reportagens em destaque no programa desta semana.
9ª Festa do Cinema Francês: o cenário é a Quinta das Lágrimas e a conversa é com Jean Becker, realizador de "Deux Jours à Touer", o filme de abertura da Festa em Coimbra. Aplausos, muitas histórias e salas cheias fazem parte do balanço desta 9ª edição em Coimbra, que causou impacto na cidade. "Enzo Ferrari Model": Nuno Neves e Sílvio Gomes, alunos do 3º ano de Engenharia Mecânica do ISEC, conquistaram o 1º lugar num concurso promovido por uma empresa de software dos EUA. 2ª Mostralíngua: 2ª Mostra Internacional de Cinema em Língua Portuguesa, promovida pela Associação Eufaria. As inscrições estão abertas até 24 de Outubro. Mostralíngua acontece dia 20, 21 e 22 de Novembro, no Museu da Água, em Coimbra.
"Já tenho idade para ter juízo": uma conversa imperdível com Pedro Tochas, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.
A série de 9 episódios apresenta-nos algumas soluções realmente revolucionárias para salvar o nosso Planeta do colapso eminente "Projecto Terra" é uma série obrigatória de documentários que leva os telespectadores a conhecer a vida de nove trabalhadores da WWF em todo o globo.
Conheça as suas paixões, ambições, obstáculos e desafios diários. Viaje até à Mongólia, onde um homem luta por convencer os nómadas e os pastores a pararem de matar leopardos-das-neves. Mais tarde, visite grutas ao longo da costa turca e testemunhe a batalha de outro homem para salvar uma das espécies mais raras do mundo - a foca-monge do Mediterrâneo.
A magnitude do WWF irá tomar forma através de cada emocionante história, cada uma delas provando que é possível salvar o nosso planeta do colapso ambiental.
Estreia: Terça 21 de Outubro às 22h10 Emissões: Terças às 22h10
REITORIA DA UNIVERSIDADE DE LISBOA, CIDADE UNIVERSITÁRIA
Com o objectivo de promover o cinema tailandês junto do público lisboeta, e, sobretudo, da comunidade académica, esta é uma óptima ocasião para ficar a conhecer alguns dos mais reputados realizadores daquele país.
Uma iniciativa da Embaixada do Reino da Tailândia em parceria com a Reitoria da UL.
A indústria cinematográfica tailandesa teve o seu início nos anos 20, atingindo o seu auge em apenas dez anos, com inúmeros estúdios em elevada produção cinematográfica.
Nas décadas de 80 e 90, devido à feroz competição de Hollywood, o cinema tailandês perdeu muito do seu vigor.
Ressurge no final dos anos 90, com uma vaga de novos realizadores tais como Nonzee Nimibutr, Pen-Ek Ratanaruang e Apichatpong Weerasethakul, este último galardoado pelo Governo Francês, em 2008, com a prestigiada medalha de Cavaleiro das Artes e Letras, tendo sido, igualmente, homenageado em festivais de cinema pelo mundo inteiro.
“Hong Rong (The Overture)”, de Ittisoontorn Vichailak21 Outubro 18h30 Sala de ConferênciasDrama/Musical - Tailândia,2004, 103’
Com realização de Ittisoontorn Vichailak, o filme baseia-se na biografia de Luang Pradit Phairao (Sorn Silapabanleng), um dos mais influentes mestres da música tradicional tailandesa. The Overture desenvolve-se entre 1800 e 1940 acompanhando o percurso do músico Sorn Silapabanleng, focando, em simultâneo, o período áureo da música tailandesa, durante o reinado de Rama V, e a sua decadência, nos anos 30, com o esforço governamental de modernização do país.
Aclamado na Tailândia, e em diversos festivais internacionais na Europa e nos Estados Unidos, o filme foi candidato oficial tailandês à nomeação para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.
“Nang Nak”, de Nonzee Nimibutr22 Outubro 18h30 Sala de ConferênciasTerror/Romance - Tailândia,1999, 100’
História de uma esposa fantasma e do seu ingénuo marido. Mak viaja até Bangkok e é gravemente ferido na guerra de Chinag Toong, entretanto, a sua mulher, Nak, morre inesperadamente.
Mak regressa da guerra e parece não se aperceber do que aconteceu, enquanto as forças do sobrenatural tentam impor-se e provar que alguns fenómenos podem ter desfechos surpreendentes.
Nang Nak baseia-se na história de Mae Nak Phra Khanong uma conhecida lenda tailandesa.
“Beautiful Boxer”, de Ekachai Uekrongtham23 Outubro 18h30 Sala de ConferênciasDrama/Biografia - Tailândia,2003, 118’
Drama biográfico baseado na vida de um famoso kickboxer transsexual tailandês, Parinya Charoenphol.
Acreditando ser uma mulher aprisionada num corpo masculino, Parinya, ou Nong Toom, como é carinhosamente chamada na Tailândia, lança-se no domínio do Muay Thai (boxe tailandês), um dos mais letais e aguerridos desportos, para ganhar a vida e atingir o sonho de se tornar mulher.
Realizado por Ekachai Uekrongtham, Beautiful Boxer conta com Asanee Suwan, um campeão de boxe profissional, no papel de Parinya Charoenphol, tendo o actor/ boxeur sido distinguido com o Supannahongsa Award 2004, distinção tailandesa equivalente ao Óscar.
Nas lojas a 17 de Novembro ‘A comparação é talvez fútil, mas eu atrevo-me a dizer que Marceneiro cantou os fados de Lisboa, e Carlos do Carmo canta Lisboa em fado.
E por isso, quando longe desta cidade eu o ouvia, ele trazia-me sempre naquilo que cantava, a cor, o ruido, o cheiro, a gente, o paradoxo de uma saudade que doía e, ao mesmo tempo, consolava.’
As palavras são do Professor João Lobo Antunes e foram escritas para descrever aquele que não se encerra em descrições.
Carlos do Carmo, por muitos considerado o expoente máximo vivo do fado em Portugal celebra os seus 45 anos de carreira. Para o celebrar, a Universal, a sua casa, edita o primeiro Best Of de Carlos do Carmo, para o grande público.
Chamar-se-á ‘Fado Maestro’ e estará disponível em três versões. A primeira, standard, onde se alinharam, por ordem cronológica, os 17 fados que, desde há 45 anos a esta parte, fizeram desta uma das mais respeitadas carreiras em Portugal.
Os já clássicos ‘Gaivota’, ‘Por Morrer uma Andorinha’, ‘Canoas do Tejo’, ‘Lisboa Menina e Moça’, ‘Os Putos’, “Um Homem na Cidade” ou o mais recente ‘Fado da Saudade’ , que valeu a Carlos do Carmo o prestigiado prémio Goya, são alguns dos notórios registos que fazem parte deste disco. A segunda versão de ‘Fado Maestro’ a chegar às lojas será um duplo CD, juntando ao primeiro já referido um segundo disco, compilado como uma homenagem de Carlos do Carmo aos poetas que cantou.
E aqui desfilam mais alguns dos fados que já formam parte do cancioneiro nacional, como ‘O Cacilheiro’, ‘Homem das Castanhas’, ‘Fado Varina’ ou ‘Fado do Campo Grande’. Ainda nesta edição deluxe será incluido um DVD com o documentário ‘O Fado de Uma Vida’, realizado por Rui Pinto de Almeida.
A história da vida e da carreira de Carlos do Carmo contada através do próprio e de testemunhos de quem fez e faz parte da sua carreira.
Neste DVD estão incluídos ainda 10 temas ao vivo, quatro gravados em Frankfurt e os restantes gravados em Lisboa.
A terceira versão de “Fado Maestro” conta com o CD standard e com o DVD documentário “O Fado de Uma Vida”.
A temporada de concertos sinfónicos TNSC / CCB conta com a participação da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Sébastien Rouland, destacado maestro na direcção do repertório francês, no dia 22 de Outubro pelas 21h00 no Grande Auditório do CCB. Marc-Antoine Charpentier (1643-1704) e Frank Martin (1890-1974) encerram em si dois períodos distintos da música, o barroco e o contemporâneo.
Do compositor francês prolífico, na criação de obras vocais sacras, interpreta-se o sobejamente conhecido Te Deum.
Após ter sido redescoberta pelo musicólogo Carl de Nys, a abertura foi adoptada para indicativo da Eurovisão (UER). Na segunda parte do programa inscreve-se In Terra Pax do suíço Frank Martin.
Um oratório para cinco solistas e coro composto em 1944 sobre textos bíblicos adaptados pelo próprio compositor.
Destaca-se nesta obra a participação do Coro do Teatro Nacional de São Carlos e do Coro dos Pequenos Cantores da Academia de Amadores de Música. Ao nível dos intérpretes é de salientar a presença das sopranos Dora Rodrigues e Filipa Lopes, a mezzo-soprano Maria Luísa de Freitas, o tenor Sérgio Martins, os baixos Diogo Oliveira e Mário Redondo.
“Esta semana chegamos ao fim da tournée do KM0 pelo país.
A despedida vai ser em Lisboa, inspirada pelo fôlego e sabedoria ímpares da guitarra de Norberto Lobo, o rock insolente dos Lobster e a luminosidade dos Mikado Lab”, explica JP Simões, apresentador da série documental sobre a nova música portuguesa, exibida sábados, pelas 19h30, na RTP2. Conheça e divulgue a música de Norberto Lobo, Lobster e Mikado Lab, publicadas em discurso directo no blog do KM0:
17 de Setembro – 22.00 – Barcelos – Portugal Auditório da Biblioteca Municipal de Barcelos
Mundo e Ex-Peão + Dj Guze de “ Dealema” com Woyza e El Puto Coke [ LicorKafé] continuam a mostrar o seu projecto comum : Império Norte, uma voz contestatária das duas regiões nortenhas de cada um dos Paises: Portugal e Espanha , VigoZoo e NovaGaia representados nos Palcos num Ping-Pong curioso entre um lado e o outro, entre um estúdio e o Palco até que o Rio Minho assista ao parto do primeiro rebento deste projecto feito num namoro entre o Douro e a Ria de VigoPorto/Gaia cada vez mais perto de Vigozoo!!! Vigo cada vez mais “cerca” de NovaGaia!!
Império Norte, um projecto que une musicalmente o Norte à Galiza!
A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, através da Divisão de Bibliotecas, e no âmbito do projecto Comunidade de Leitores, está a promover uma nova iniciativa denominada: “Percursos Literários na Minha Terra”, na Biblioteca Municipal da Quinta da Piedade (Póvoa de Santa Iria).
A terceira sessão terá lugar no próximo Sábado, dia 18 de Outubro, entre as 15.30 e as 17.30 Horas.
As sessões seguintes (4) terão lugar a 8 de Novembro, 22 de Novembro, 6 de Dezembro e 20 de Dezembro, no mesmo local e horário. As Comunidades de Leitores têm por objectivo pôr em comum o prazer dos livros, criar ou reforçar elos de sociabilidade em torno da leitura, discutir e problematizar pontos de vista não necessariamente convergentes. A ideia é contextualizar a obra de Alves Redol, Soeiro Pereira Gomes, Álvaro Guerra, Jorge Reis e Arquimedes da Silva Santos, em termos históricos, sociais e culturais, através de uma sucinta panorâmica histórico-cultural que viabilize o enquadramento do Neo-Realismo e possibilite a compreensão da funcionalidade estético-ideológica do movimento, de molde a criar as condições para a irradiação de uma reflexão crítica e criativa a partir dos livros propostos:
Esteiros / Soeiro Pereira Gomes
Olhos de água / Alves Redol Cantos cativos / Arquimedes da Silva Santos
Barranco de cegos / Alves Redol Matai-vos uns aos outros / Jorge Reis
Os mastins / Álvaro Guerra
As obras seleccionadas para leitura atrás referidas são previamente emprestadas aos participantes (limite máximo: 30), que serão convidados a comentar os textos, complementarmente às explanações do Prof. Dr. Vitor Viçoso, moderador /orientador das sessões.
“Dreams in Colour”, o terceiro álbum de originais de David Fonseca a solo, editado em Outubro do ano passado, acaba de ser galardoado com o Disco de Platina, por vendas superiores a 20.000 unidades. Esta é a primeira vez que David Fonseca conquista o Galardão de Platina na sua carreira a solo. David Fonseca dificilmente esquecerá 2007 e 2008, anos que o consagraram como um dos mais importantes músicos da sua geração.
Para além de ter conquistado pela primeira vez o Galardão de Platina, David Fonseca viu “Dreams in Colour” entrar directamente para o 1º lugar do Top Nacional de Vendas, dois singles – “Superstars” e “Kiss Me, Oh Kiss Me” – chegarem ao 1º lugar do Top Nacional de Airplay, percorreu todo o país no espaço de 1 ano e esgotou o Coliseu de Lisboa em Abril passado.
Entretanto, “Dreams in Colour” foi também editado em Itália e na Grécia e será editado brevemente em Espanha.
Actuou a solo em Milão, Itália e também em Atenas, Grécia, num evento promovido pela MTV.
O regresso de Ney Matogrosso à ousadia do tempo dos Secos e Molhados está de volta e Portugal não podia ficar de fora da apresentação deste grande show.
Os Coliseus de Lisboa e Porto vão receber "Inclassificáveis", o novo espectáculo do artista brasileiro.
“Inclassificáveis” é um espectáculo de música popular brasileira com uma roupagem pop que tem direcção musical de Emílio Carrera, ex-integrante do grupo Secos e Molhados.
O cantor incorpora no reportório canções novas e clássicos da MPB.
“O Tempo não pára” (Cazuza), “Divino e Maravilhoso” (Caetano Veloso), “Um Pouco de Calor” (Dan Nakanawa), “Ouça-me” (Itamar Assunção) e “Inclassificáveis” (Arnaldo Antunes) estão entre as músicas escolhidas por Ney Matogrosso.
O novo espectáculo conta com figurino de Ocimar Versolato e cenário de Milton Cunha.
Em palco Ney é acompanhado por Carlinhos Noronha (baixo), Júnior Meirelles (guitarra e violão), Sérgio Machado (bateria), Emilio Carrera (piano, teclado e direcção musical), DJ Tubarão (percussão e pick up) e Felipe Roseno (percussão).
Em Outubro de 2007, quando estreou em São Paulo (no Citibank Hall), “Inclassificáveis” mostrou imediatamente ao que vinha: bilhetes esgotados com antecedência, frisson na plateia e o regresso de Ney Matogrosso ao universo exuberante do qual se havia afastado nos trabalhos mais recentes.
Alguns meses depois, em Janeiro de 2008, Ney Matogrosso levou “Inclassificáveis” para o Rio, depois de percorrer algumas cidades, e o sucesso foi ainda maior: duas semanas de casa cheia no Canecão. “Gosto de fazer uma coisa mais solta, mais para fora, e intercalar com outras menos - gosto desse movimento. E acredito que o público também. Eles sabem desse meu lado e talvez sintam falta. Mas fiz porque era uma necessidade minha, mesmo,” diz Ney Matogrosso.“Por eu ter feito um show que era um recital (“Canto em qualquer canto”), me interessava fazer alguma coisa mais pop. Enquanto fazia aquele trabalho, já estava procurando repertório para esse – e eu sabia que ele teria muitas coisas inéditas. Me interessava voltar a um trabalho mais pop; não rock, mas próximo ao rock.”
“Lisboa 1758, o Plano da Baixa hoje” Últimos dias da exposição
A exposição “Lisboa 1758, o Plano da Baixa hoje”, que exibe algumas das peças mais curiosas relacionadas com a cidade e a sua reconstrução na sequência do terramoto de 1755, encerra as portas ao público no próximo dia 1 de Novembro. Até ao encerramento estão previstas três visitas guiadas, a cargo dos comissários científicos e outros convidados, aos sábados, mais concretamente nos dias 18 e 25 de Outubro e 1 de Novembro, pelas 17h00. A próxima visita, a realizar no dia 18 de Outubro, é conduzida por Raquel Henriques da Silva e José Sarmento de Matos.
Helena Barreiros e João Vieira Caldas acompanham a visita seguinte, em 25 de Outubro, e no último dia, 1 de Novembro, o comissário Walter Rossa é o anfitrião.
A primeira visita, conduzida pela comissária científica Ana Tostões e por Gonçalo Byrne, teve lugar no dia 11 de Outubro. Nesta mostra, organizada pela Câmara Municipal e pelo Turismo de Lisboa, é possível ficar a conhecer a réplica do modelo da estátua equestre de D. José, na Praça do Comércio, uma maqueta de Lisboa antes do terramoto de 1755 e um desenho panorâmico da capital, da autoria de Bernardo de Caula, entre outras obras de notável interesse para a História da cidade. “Lisboa 1758, o Plano da Baixa hoje” assinala a passagem dos 250 anos sobre o plano urbanístico elaborado na sequência do Terramoto de 1755, e visa dinamizar o debate em curso sobre a reabilitação da baixa da capital portuguesa. As marcações podem ser efectuadas até às 16h00 da sexta-feira anterior à visita para o endereço conceicao.pinto@cm-lisboa.pt ou através dos telefones 21 798 89 96 e 21 798 85 26.
Fim-de-semana gastronómico com o chef Vítor Sobral No Hotel Caminhos de Santiago Dias para palatos exigentes.
Sob a batuta do chef Vítor Sobral,descubra os mercados locais e os sabores do Alentejo num curso para casais e amigos gourmet Que me diz da ideia ir ao mercado comprar os produtos do dia, os mais frescos e apetecíveis que encontrar, para de seguida os aprender a conjugar e cozinhar em diversos pratos? É o desafio do Hotel Caminhos de Santiago, em Santiago do Cacém, em parceria com o chef Vítor Sobral, responsável pela carta do restaurante O Peregrino. O programa é simples. Traga companhia. Na sexta-feira, o check in é acompanhado por um licor de poejos ou um chá de poejos, e o chef Vítor Sobral dá as directrizes do que vai acontecer nos próximo dois dias. Sábado é altura de acordar cedo. Às nove em ponto está marcada a partida para o mercado local. Depois de escolhidos os produtos, às 11h30 toca a sineta.
Na cozinha, um dos elementos do casal ou um dos amigos começa a preparar – e sobretudo a aprender – os pratos seleccionados. De bloco e lápis em punho, anota os truques e conselhos profissionais para realizar as receitas. O almoço é a partir das 14h, para ambos.
Depois de tanto trabalho, a tarde é livre e à noite a confecção do jantar fica por conta da equipa do hotel. No Domingo o programa e os horários repetem-se, mas quem cozinha é o outro elemento do casal ou amigo: 11h30 começa-se a confecção,14h a degustação, claro que de pratos diferentes do dia anterior. No Peregrino o importante é aprender pratos novos e as técnicas para os fazer!
Este é apenas o primeiro dos muitos fins-de-semana gastronómicos que o Hotel Caminhos de Santiago vai realizar nos próximos meses. Uma opção ideal para um fim-de-semana cozy no Alentejo.
FIM-DE-SEMANA GASTRONÓMICO HOTEL CAMINHOS DE SANTIAGO Preço: €650,00/casal 2 noites em quarto duplo standard (entrada a 31/10 e saída a02/11/08),3 refeições incluídas para duas pessoas. Oferta de: 2 aventais de cozinha e as respectivas receitas das aulas,juntamente com um bloco de notas e lápis.
Numa noite em que as atenções se centraram no futebol, a Biblioteca Municipal foi local de recordações e homenagens a dois homens das Letras, Eça de Queirós e Manuel Lopes, na sessão de apresentação de dois livros de Dagoberto Carvalho Júnior.
Eça de Queirós porque é na bibliografia deste grande escritor português que se concentram as publicações de Dagoberto Carvalho Júnior e Manuel Lopes porque para além de partilhar com o escritor brasileiro o gosto por Eça, foi ele o elo de ligação entre este e a Póvoa de Varzim.
Esta amizade é testemunhada em A Boa Mesa de Eça de Queiroz, um dos livros apresentados, na crónica “Tributo a Manuel Lopes”: “Pela amizade que nos prendeu, a partir de 1995, ano em que nos conhecemos – através do jornalista Celso Pontes – quando fez a apresentação pública, em festa que organizou, nos Paços de seu Concelho, de A Cidadela do Espírito, a cuja edição portuguesa dedicou parte do seu precioso tempo”.
A 2ª edição desta obra foi também ontem apresentada, na Biblioteca Municipal, e inclui um prefácio de Manuel Lopes, no qual se pode ler “Para Dagoberto Carvalho Júnior o final da caminhada é simbolizado pela redescoberta de um retábulo maneirista que Eça de Queiroz teria conhecido e admirado, não se adivinhando porque estranhos desígnios o não tenha transfigurado nas igrejas dos seus romances”.
Mas o contributo do ex-Director da Biblioteca não se ficou pelo prefácio, como revelou Dagoberto Carvalho Júnior, “ele comprometera-se com o projecto como um todo: a edição, o prefácio e a selecção de ilustrações, a partir da rica exposição de arte sacra que “assinou” para o lançamento da 1ª edição na Póvoa”.
A este propósito, Luís Diamantino, Vereador do Pelouro da Cultura referiu que “É um pouco o ressuscitar de Manuel Lopes”, manifestando também o orgulho em ter alguém como o Dagoberto Carvalho Júnior a falar de Eça de Queirós, um clássico e, cada vez mais, um escritor universal, na Póvoa de Varzim.
Assinalando a presença invisível de uma amigo comum desaparecido, a Dr.ª Conceição Nogueira também prestou uma sentida evocação a Manuel Lopes, “sempre presente neste espaço, que era a sua casa” e saudação ao médico e escritor Dagoberto Carvalho Júnior em quem encontra a “imagem e saudade de Manuel Lopes a unir-nos”.
Por isso mesmo, a actual directora do Boletim Cultural informou que o próximo volume da publicação, número 42, irá incluir um testemunho do escritor brasileiro sobre Manuel Lopes em quem reconhece “notório saber aurido na universidade da vida e na erudição das bibliotecas”.
TERTÚLIA Byblos 18 Outubro, 18h30 Ana Cristina Silva; Paulo Moreiras; Miguel Real (coordenação) Romance Histórico
As nossas histórias, ou as histórias da nossa História. Ficção da realidade ou realidade que se conta de forma ficcionada, o romance histórico é um género que cada vez tem mais leitores. Entre o documento e a criação, entre o passado e o presente, um elo de ligação que apaixona e polemiza. Este é o tema do primeiro módulo da Tertúlia Byblos, coordenado por Miguel Real, que começou na passada sexta-feira, dia 10, com a presença dos escritores João Aguiar e Sérgio Luís de Carvalho. No próximo Sábado, 18, às 18h30, Ana Cristina Silva e Paulo Moreiras conduzem mais uma conversa em torno deste género literário. No dia 31, Sábado, à mesma hora, dois nomes maiores da literatura portuguesa, José Jorge Letria e Fernando Campos, juntam-se para falar sobre a forma como encaram e produzem uma escrita própria na área do romance histórico. Júlia Nery e Pedro Almeida Vieira fecham o primeiro capítulo desta Tertúlia, dedicado ao Romance Histórico, a 8 de Novembro, pelas 18h30.
A TERTÚLIA Byblos continua com um novo módulo Repensar Portugal: Ensaio e Romance Pós 25 de Abril, com duas sessões conduzidas pela Prof. Maria das Graças Moreira de Sá, nos dias 21 e 29 de Outubro, às 18h30. A Tertúlia Byblos, para que todos estão convidados (entrada livre, por inscrição, até ao limite da lotação disponível), tem a coordenação geral de Annabela Rita, envolvendo várias instituições ligadas à escrita e à investigação universitária nos campos literário, cultural e artístico. Promovendo o diálogo entre diferentes áreas disciplinares através de representantes seus, esta é a tertúlia que queremos efectivamente trazer até à Byblos: temas e obras provocando conversas em encontros que desejam ser um verdadeiro convívio entre escritores, investigadores e público. Com nomes consagrados da cultura portuguesa, mas também com jovens autores.
Até Julho próximo, a Tertúlia Byblos organizar-se-á como um ciclo feito de módulos temáticos que se interligam, cada um deles apresentado por um coordenador, que convidará um ou mais protagonistas para as diferentes sessões. Do romance histórico à literatura de viagens, dos mitos fundadores ao futuro da língua portuguesa e à lusofonia. Em contra-luz relativamente à cultura portuguesa, em ciclos mensais, outras culturas serão convocadas, favorecendo a reflexão e o debate sobre identidade e alteridade.
Dando espaço privilegiado às letras do Brasil, de Angola, Moçambique, entre outros países de expressão lusa, para além de outras literaturas que mereceram programas especiais na Byblos, como os já previstos sobre os autores norte-americanos e franceses.
Conferência ,no próximo sábado , dia 18 de Outubro – Canoas do Brasil: aproximação etno-arqueológica preliminar, que integra o 3º Ciclo de Conferências Memórias do Mar - A Alma do Navio a decorrer actualmente no Padrão dos Descobrimentos, aos sábados de manhã, até finais de Novembro.
O Ciclo organizado pelo Arqueólogo Naval Jean-Yves Blot, procura dar a conhecer uma cultura marítima e fluvial de grande riqueza, em que se salientam as mais distintas tipologias, viva expressão da diversidade de soluções estruturais e das suas diferentes funcionalidades.
Do barco de pesca no Mar da Nazaré ao gigante de metal lavrando a vaga oceânica durante anos a fio, o navio constitui o desafio do homem perante um dos meios mais duros do planeta, realidade ilustrada pela imagem que serve de emblema ao presente ciclo.
No próximo sábado é a vez do actual director da Divisão de Arqueologia Náutica e Subaquática / IGESPAR, responsável pela coordenação de inúmeras missões arqueológicas em águas portuguesas e internacionais nos dar a conhecer o resultado de algumas das suas pesquisas.
Francisco J.S. Alves, o Arqueólogo que há quase três décadas se dedica à Arqueologia Náutica e Subaquática regressa esta semana da sua mais recente missão na Namíbia, onde procede à investigação de uma Nau portuguesa do séc. XVI recentemente descoberta.
O arqueólogo dedica assim a sua comunicação de sábado próximo a algumas das suas mais recentes descobertas e investigações operadas em território brasileiro.
Com 100 belíssimas imagens da autoria da fotógrafa Rachael Hale, BEBÉS apresenta uma miscelânea afectuosa de factos e citações fascinantes acerca dos bebés.
Desde as canções infantis e os contos de fadas mais apreciados, até aos nomes atribuídos aos bebés em todo o mundo, passando por alguns factos relativos aos gémeos múltiplos, este livro é um sensacional presente para novos pais, avós e todas as pessoas que adoram bebés. Características: Álbum de 160 páginas, com 23x26 cm
Rachael Hale Celebrizada pela fotografia de animais, Rachael Hale revela-se eximia da arte de fotografar bebés com este álbum.
As suas obras anteriores, 101 Salivations: For the Love of Dogs, 101 Cataclysms: For The Love Of Cats, It’s a Zoo Out There, Smitten e Snog, venderam mais de dois milhões de exemplares e foram traduzidos em 11 línguas. Rachael Hale vive em Auckland, na Nova Zelândia, com os seus três gatos - Edmund, Gianni e Versace - e o seu cão Kizzie.
Quimera Editores Com 21 anos de existência a Quimera dedica-se essencialmente à publicação de álbuns, com destaque para as obras sobre Lisboa e para os livros de Marina Tavares Dias, uma das melhores olisipógrafas dos nossos dias. Esta autora estreou-se na Quimera com Lisboa Desaparecida, álbum que no ano passado viu publicado o seu 9.º volume, uma obra comemorativa do 20º aniversário da editora. A Quimera edita livros de pequeno formato – como a célebre colecção“Descobrir” (Gallimard) – e grandes álbuns, que constituem a sua principal imagem de marca. A editora tem actualizado o seu portfolio com novas colecções e álbuns concebidos também a pensar em leitores estrangeiros (Lisboa Iluminada, Porto Iluminado, Portugal Iluminado e a nova série “Panoramas”), publicando ainda ensaios, livros sobre arquitectura, obras de carácter biográfico e uma série de livros de introdução ou divulgação em diversas áreas temáticas, abordadas de diferentes perspectivas. Até ao Natal de 2008, a Quimera vai editar um conjunto de livros destinados a diferentes tipos de público, dilatando colecções já conhecidas e publicando também obras com formato e conceito inovadores no contexto nacional.
Programa 10h00 - Abelhinha Amiga, pela Associação Integrar Cenas de Espantar, por jovens dos Grupos Folclóricos da Palheira e de Assafarge 11h00 - Gaiteiros do Grupo Folclórico Camponeses do Mondego Todo o dia Passeios de burro, pela AEPEGA – Associação para o Desenvolvimento e Protecção do Gado Ansinino Jogos tradicionais: jogo da pesca, latas, arco, pião, saltar à corda, andas… Animação Musical, pelo Grupo Pifaradas e Zabumbadas dos Pastores de Unhais da Serra Participantes Comissão Pró-Desporto e Cultura da Póvoa; Junta de Freguesia de Santa Cruz; Obra Social de Torre de Vilela (Centro de Dia); Grupo de Ceifeiros da Corujeira; Rancho Típico Estrelas do Cabouco; Grupo Folclórico Camponeses do Mondego; Grupo Folclórico de Taveiro; Associação dos Escoteiros de Portugal – Grupo 222 da Adémia; Grupo Etnográfico Cantares e Danças de Assafarge; Grupo Folclórico de Torre de Bera; Rancho Típico de Anaguéis;Núcleo Regional do Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral; Estabelecimento Prisional de Coimbra; Grupo Folclórico e Etnográfico do Brinca - Eiras; Casa dos Pobres de Coimbra; Rancho Típico da Palheira; Centro de Apoio Social de Souselas; Jardim de Infância de Arzila; Grupo Folclórico e Etnográfico “As Tecedeiras de Almalaguês”; Escola Secundária José Falcão; Grupo Folclórico e Etnográfico da Associação Recreativa e Cultural de Cova de Ouro e Serra da Rocha; Centro Social de S. João; Caritas Diocesana de Coimbra (Jardim de Infância “A Semente”; Creche Nª Srª de Fátima; Nª Srª dos Milagres); Grupo Folclórico e Etnográfico de Arzila; Grupo Folclórico da Casa de Pessoal da Universidade de Coimbra; Associação Integrar; Grupo Folclórico da Região de Coimbra; Grupo Desportivo e Recreativo de Carvalhais de Baixo; ARCIL – Associação de Cidadãos Inadaptados; Centro Social Legião da Boa Vontade; Associação de Moradores do Bairro da Rosa, Associação Cultural e Desportiva de Vila Verde, Lar de S. Martinho; Ludoteca Municipal de Coimbra. Informações Casa Municipal da Cultura; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail - cultura@cm-coimbra.pt;www.cm-coimbra.pt
Pintura de Carlos Gomes & Patrícia Roque histórias STORIES histórias De 17 Outubro a 8 Novembro Casa Municipal da Cultura - Coimbra
HORÁRIO - Segunda a Sexta9h00 - 19h30; Sábado13h30 - 19h00; Encerra Domingos e feriados. Informações Casa Municipal da Cultura; Rua Pedro Monteiro; 3000-329 CoimbraTelef. 239 702 630; Fax 239 702 496: E-mail - cultura@cm-coimbra.pt; www.cm-coimbra.pt
Pela primeira vez, as famosas DJ Battles da rádio Oxigénio trocam o estúdio pelo palco do Coliseu de Lisboa, para animar as hostes até ao aguardado momento da actuação dos Thievery Corporation. Isilda Sanches e Tiago Santos costumam ser as vozes que saem das colunas quando estamos em 102.6, mas desta vez, vão também ser as caras que nos dão os ritmos para dançar. Dia 19 de Outubro, o palco do Coliseu de Lisboa vai encher-se de músicos e música, quando os Thievery Corporation vierem apresentar o novo álbum, “Radio Retaliation”, editado dia 23 de Setembro.
Oriundos de Washington, Rob Garza e Eric Hilton, proprietários do famoso clube Eighteenth Street Lounge, pegaram numa enorme variedade de sons que lhes servia de inspiração para criarem os Thievery Corporation.
O resultado são quatro álbuns de originais que revolucionaram o conceito da música electrónica através da mistura de sonoridades dub, acid jazz, boss nova, cantadas em várias línguas e de onde resultaram colaborações com os Wayne Coyne (Flaming Lips), Perry Farrell (Jane’s Addiction / Porno For Pyros), Emiliana Torrini, entre outros.
Em palco, o duo apresenta-se com um vasto leque de convidados, que transformam os espectáculos dos Thievery Corporation em experiências únicas e variadas.
Jay-Jay Johanson é um cantor e compositor de origem sueca, que professa como influências para o seu trabalho artistas tão diferentes como Elvis Presley, Modern Jazz Quartet, Rod Stewart, Chet Baker, Kraftwerk e David Bowie.
Tornou-se mundialmente conhecido com a música "So tell the Girls that i am back in Town", retirada do seu álbum inicial de 1996, “Whiskey”, canção que o fez aproximar-se sonoramente de um compositor do calibre do mítico Scott Walker, passando das sonoridades iniciais de jazz e bossanova para um estilo mais aproximado ao “crooner” pop, utilizando todas estas roupagens musicais para pôr em evidência a sua extraordinária voz, que convida à dança e ao arrebatamento.
Professando sempre um estilo muito pessoal, Johanson tem conseguindo manter uma carreira de razoável sucesso comercial, com várias digressões pela Europa e América, ao mesmo tempo que continua uma carreira paralela como DJ em clubes de Nova Iorque, Miami, Paris e Barcelona, além de trabalhar com artistas como os Daft Punk, actuar ao lado de Tina Turner e compôr bandas sonoras para filmes franceses.
Em 2007 editou o seu sexto álbum, "The Long Term Physical Effects are Not Yet Known", que mantém a sua paixão pelo jazz, continuando no entanto a aproximação aos universos da pop e da electrónica que têm vindo a cultivar nos últimos anos.
Público oferece 3 faixas do novo álbum de João Gil
Amanhã,sexta-feira dia 17 de Outubro, o Público distribui senha de acesso que permite efectuar o download de 3 faixas do novo álbum de João Gil.
Pela primeira vez em 30 anos de carreira, João Gil, um dos maiores compositores portugueses, verdadeiro artesão da canção pop clássica, edita o seu primeiro disco em nome próprio. No Ípsilon do dia 17 de Outubro (sexta-feira), o leitor encontrará uma senha que lhe permitirá efectuar o download de 3 músicas do novo álbum em www.publico.pt/joaogil, 3 dias antes do lançamento oficial do novo álbum, que sairá no dia 20. Dos 13 temas inéditos que compõem “João Gil”, estão várias vozes conhecidas como Rui Veloso, Nuno Norte, António Zambujo entre outros. As letras pertencem a velhos cúmplices de sempre – João Monge ou Margarida Gil – mas também a poetas e escritores como David Mourão-Ferreira, Sophia de Mello Breyner Andresen ou José Eduardo Agualusa, e há até uma assinatura do rapper Sam the Kid. As músicas que os leitores poderão descarregar são Tudo Contigo, Que Sorte! e Hoy el Mar es más azul que el Cielo. “João Gil” é editado a 20 de Outubro. Contém 13 inéditos que confirmam o estatuto à parte de João Gil na música portuguesa: como um verdadeiro artesão da canção.
O Museu do Oriente apresenta o ciclo Made in China, no âmbito do doclisboa 2008 – Festival Internacional de Cinema Documental, entre os dias 17 e 26 de Outubro, com sessões às 21h30, legendadas em português.
Os 12 filmes em exibição traçam um retrato da China profunda, desde 1994 até à actualidade, com um especial enfoque nas relações do indivíduo com a sociedade.
Zhang Yuang, Jia Zhang-ke e Huang Wenmei, são alguns dos realizadores em destaque, que representam o profícuo cinema documental chinês.
Made in China, composto por curtas e longas-metragens, inclui o filme A day to remember, de Liu Wei, uma reflexão sobre o mutismo inquieto no qual caiu a memória do dia 4 de Junho, que assinala os confrontos na Praça de Tiananmen, e como a revolta desse tempo se mantém, ainda hoje, um tema proibido na China.
Neste documentário, filmado no dia 4 de Junho de 2005, o realizador, acompanhado por uma câmara, dirige-se à Praça Tiananmen com uma pergunta: “Que dia é hoje?”.
À medida que questiona as pessoas com quem se cruza, confronta-se com inúmeras respostas evasivas e a recusa da maioria em relembrar os protestos estudantis de há 16 anos.
Muitos afirmam desconhecer os acontecimentos e afastam-se rapidamente, outros limitam-se a olhar para a câmara.
Oportunidade, ainda, para ver Floating Dust, de Huang Wenhai, sobre um grupo de desempregados que, diariamente, se junta num clube de jogos para discutir estratégias de jogo, probabilidades de vencer a lotaria, fórmulas matemáticas que desvendem os segredos da sorte, e códigos escondidos da série televisiva Teletubbies.
Tomando a obsessão pelo jogo como ponto de partida, o filme segue um conjunto de personagens entregues às ilusões de uma vida melhor.
As tradições não são esquecidas neste ciclo e, o filme Little Feet, de Bai Budan, dá a conhecer o costume milenar dos pés enfaixados.
O documentário acompanha a história de Bai Danu, que tem os pés enfaixados desde os sete anos, e Liu Buhan, casados há mais de 40 anos, cujos filhos não concordam sobre a melhor forma de cuidar dos seus velhos pais.
Embora já tenham mais de 80 anos, as duas personagens principais continuam a sair de casa cedo, e a regressar muito tarde, para passarem o dia a trabalhar nos campos.
Por causa dos seus pés enfaixados, Bai Danu caminha com a ajuda de duas bengalas e tem de se sentar enquanto trabalha.
A narrativa é entrecortada pelos testemunhos de outras idosas que falam da tradição dos pés enfaixados.
Na edição deste ano, o doclisboa tem como objectivo, além de mostrar ao público português filmes multipremiados internacionalmente e que ainda não foram exibidos nas salas nacionais, permitir uma reflexão mais aprofundada sobre temas contemporâneos e dar a conhecer, de forma mais sistemática, a cinematografia de outros países.
PROGRAMA: 17 de Outubro21h30
The Last Lumberjacks (Mubang) Realização: Yu GuangyiChina, 2006, 90’, Cor
Língua: legendado em portuguêsM/12
O filme retrata a vida de um grupo de lenhadores, na província de Heilongjiang, e o seu trabalho sob condições climatéricas adversas.
Documentando um modo de vida condenado à extinção pelo progresso civilizacional, o filme revela o modo como as florestas são exploradas para a sobrevivência destes povos, há mais de 100 anos.
Devido à grande dificuldade de transporte, os habitantes desta província usam os métodos artesanais que foram passando ao longo de gerações.
O Inverno é a melhor altura para cortar madeira e o ritual repete-se todos os anos: os aldeões são contratados e reunidos para subir às montanhas onde irão passar a estação inteira a cortar árvores.
Dias a fio, debaixo de neve e gelo, os madeireiros enfrentam, com dignidade, uma dura luta contra os elementos da natureza.
18 de Outubro21h30
Crime and Punishment (Zui Yu Fa)
Realização: Zhao Liang DeChina, 2007, 123´, Cor
Língua: legendado em portuguêsM/12
Filmado na fronteira entre a Coreia do Norte e a China, Crime and Punishment acompanha o dia-a-dia de jovens polícias chineses numa esquadra local.
Como em qualquer outra esquadra do mundo, eles lidam com um variado leque de situações, desde ladrões a pessoas em dificuldades.
O documentário retrata também a competição que se gera entre os jovens guardas em busca de uma promoção e da progressão na carreira, sempre que um guarda mais velho se aposenta.
Um raio-X da China contemporânea que tenta descobrir a sua identidade, no meio de uma luta entre o progresso que chega e a resistência à mudança.
19 de Outubro21h30
We (Wo Men)
Realização: Huang WenhaiChina, 2005, 85´, Cor
Língua: legendado em portuguêsM/12
Em We, as vozes que ouvimos pertencem a cidadãos conscienciosos de que dão o seu melhor na tentativa de aperfeiçoar o estado da Nação chinesa.
A sua ética é clara e simples: quando estão em causa os interesses do Estado, não podemos ficar sentados à espera.
E, contudo, a recompensa por este tipo de dedicação e preocupação resulta, muitas vezes, numa vida de agitação política, anos de constante intimidação e vigilância apertada.
We é um documentário que ilustra os perigos de buscar a liberdade num tempo de obscuridade e numa época em que a crítica requer transformação.
Ao descrever a dura realidade enfrentada por três gerações distintas, desde os jovens aos adultos e aos mais velhos, este é um filme que nos leva a compreender as suas angústias, esperanças, desesperos e, acima de tudo, a sua persistência.
20 de Outubro21h30
A Day to Remember (Wangque de Yitian)
Realização: Liu WeiChina, 2005, 13´, Cor
Língua: legendado em portuguêsM/12
Estamos a 4 de Junho de 2005. O cineasta Liu Wei pega na câmara de filmar e dirige-se à Praça Tiananmen e à Universidade de Beijing com uma pergunta na cabeça: que dia é hoje?
À medida que vai colocando esta questão aos vários estudantes e às pessoas com que se cruza, confronta-se com inúmeras respostas evasivas e a recusa da maioria em relembrar os protestos estudantis de há 16 anos.
Muitos afirmam desconhecer os acontecimentos e afastam-se rapidamente, outros limitam-se a olhar para a câmara.
A Day to Remember reflecte o mutismo inquieto em que a memória do dia 4 de Junho caiu e como a revolta desse tempo se mantém, ainda hoje, um tema proibido na China.
E, contudo, com este filme Liu Wei rompe o silêncio explorando o sentimento de negação de uma nação inteira.
Crazy English (Fengkuamg Yingyu)
Realização: Zhang YuanChina, 1999, 52´, Cor
Língua: legendado em português
Promovendo o estudo do inglês como uma obrigação patriótica, Li Yang organiza, desde 1988, centenas de eventos em cerca de 60 cidades chinesas, para mais de 13 milhões de pessoas. Reunindo gente em sítios tão diversos como a Cidade Proibida, a Grande Muralha ou a ponte Marco Polo, Li conduz as pessoas gritando slogans propagandísticos como: “Isto é o sonho americano” e “Eu quero que isto seja o sonho chinês!”.
Retrato do verdadeiro self made man, a quem o público corresponde como se estivesse perante uma estrela pop ou um carismático político, rendido à sua paixão e energia.
22 de Outubro21h30
The Square(Guang Chang)
Realização: Hang Yuan e Dua Jing-chuanChina, 1994, 100’, PB
Língua: legendado em portuguêsM/12
Uma das praças mais conhecidas do mundo – a Praça Tiannamen – vista pela câmara dos realizadores Hang Yuan e Dua Jing-chuan que, deliberadamente, se afastam de quaisquer considerações políticas ou históricas do local.
O documentário é um retrato meticuloso da actividade diária naquela praça: a estátua de um polícia, turistas a tirarem fotografias, o içar e o arriar da bandeira, pessoas a fazerem exercício...
23 de Outubro21h30
In Public (Gong Gong Chang Suo)
Realização: Jia Zhang-Ke China, 2001, 32´, Cor
Língua: Chinês. Legendado em portuguêsM/12
Um documentário que, mais uma vez, sintetiza as preocupações estéticas de Jia Zhang-Ke, mostrando como pessoas diferentes podem viver em diferentes espaços.
Algures num tempo e dimensão suspensos, entre a luz e a penumbra, somos transportados através de vários cenários: estações de comboio, paragens de autocarro, pistas de karaoke ou discotecas.
Filmado em Xanxi, uma das mais antigas províncias da China, o espectador partilha aqui a mesma observação e solidão das personagens que apanham o comboio e depois o autocarro durante o seu trajecto através de uma paisagem de trabalho, de uniformes, de silêncios e solidão. Com In Public, Jia Zhang-Ke construiu mais uma das peças que têm vindo a contribuir para uma visão sensível e complexa da China moderna.
Dong
Realização: Jia Zhang-KeChina, 2005, 70´, Cor
Língua: legendado em português
Dong transporta-nos até à velha cidade de Fengjie, na região das Três Gargantas, condenada a ficar submersa pelas águas da maior barragem do Mundo.
Os trabalhos de demolição contrastam com o trabalho do pintor Liu Xiadong que escolhe 11 trabalhadores para personagens de uma tela que ele quer incluir numa colecção que está a pintar.
Absorvido pela realidade dos trabalhadores e daquela região, o pintor sente a agonia de um mundo que finda.
Da China, Liu Xiaodong parte para a Tailândia, onde prossegue o seu trabalho de pintura escolhendo desta vez para modelos 11 jovens raparigas.
Sob um calor abrasador e uma luz violenta, o artista trabalha sem conhecer a língua nem os costumes do país.
Um retrato da condição humana em duas situações distintas mas que têm em comum a imagem da Ásia.
24 de Outubro21h30
Floating Dust
Realização: Huang WenhaiChina, 2003, 111’, Cor
Língua: legendado em português.M/12
Floating Dust revela os sonhos de gente comum, que se junta num clube de jogos, numa pequena vila de uma das mais pobres províncias do sul da China.
Esta é a história de um grupo de desempregados que, diariamente, se reúnem para discutirem estratégias de jogo, probabilidades de vencerem a lotaria, fórmulas matemáticas que desvendem os segredos da sorte e códigos escondidos na série televisiva Teletubbies.
Os sonhos da fortuna fácil confundem-se, aqui, com um mundo de frustrações e o fim da era das ideologias, apresentando-nos a um universo e a uma realidade completamente novos na China. Tomando a obsessão pelo jogo como ponto de partida, o filme segue, assim, um grupo de personagens entregue ao próprio jogo das suas ilusões de uma vida melhor.
25 de Outubro21h30
Mum (Mama)
Realização: Zhang YuanChina, 1990, 90’, PB e Cor
Língua: legendado em portuguêsM/ 12
Mama, a primeira longa-metragem de Zhang Yuan, foi também o primeiro filme independente a ser concretizado na China desde 1949.
O realizador, que desde o início revelou uma forte inclinação pelos temas controversos da sociedade chinesa, contou com a ajuda financeira de diversos amigos.
O filme centra-se na relação entre uma mãe solteira e o filho deficiente, de 11 anos, desenvolvida no cenário de algumas escolas e instituições especiais de apoio a crianças com necessidades especiais.
Captado num tom realista, Mama combina ficção com documentário e conduz a história num contacto muito próximo com a realidade social em que as suas personagens vagueiam.
26 de Outubro21h30
Red Paradise (Hongse Shenjiang)
Realização: Bai BudanChina, 2007, 7´, Cor
Língua: legendado em portuguêsM/12
Num vale incrustado entre sete portentosas montanhas, está uma pequena aldeia onde os habitantes trabalham arduamente na exploração de carvão, sob a supervisão do grande Partido Comunista.
A aldeia de Laoyaogou situa-se naquela que em tempos foi a terra de Jin do Norte, nos subúrbios de Datong, província de Shanxi.
Nos últimos anos, a aldeia tem ultrapassado todo o tipo de dificuldades e realiza “milagres” consecutivos. Em 2006, o rendimento total da aldeia era de 75.430.000 yuan e os habitantes pagavam 8.830.000 yuan de impostos. O rendimento per capita era de 6,187 yuan. Nesse mesmo ano, a aldeia recebeu a distinção de “Civilizada e Harmoniosa Aldeia da Província de Shanxi”.
Os habitantes estão muito gratos a todos os que os ajudaram e, também, ao Partido Comunista.
Little Feet (Xiaojiao Renjian)
Realização: Bai BudanChina, 2005, 114´, Cor
Língua: legendado em português
Aldeia de Xiayao, província de Shanxi. Bai Danu, que desde os sete anos tem os pés enfaixados, e Liu Buhan casaram-se há mais de 40 anos.
Como ambos eram viúvos juntaram os filhos de ambos (dois rapazes e uma rapariga de Bai e as três filhas de Liu). Os seus filhos são já avós e não concordam na melhor maneira de cuidar dos seus velhos pais.
Por isso, embora já tenham mais de 80 anos, os dois saem de casa muito cedo e regressam muito tarde, passando o dia a trabalhar nos campos.
Por causa dos seus pés enfaixados, Bai Nu caminha com a ajuda de duas bengalas e tem de se sentar enquanto trabalha no campo.
A narrativa é entrecortada pelos testemunhos de outras idosas que falam da tradição dos pés enfaixados.
A peça de Fernando Arrabal, com encenação de Adolfo Gutkin, "Guernica" não subirá hoje à cena no Santiago Alquimista devido a acidente sofrido pela intérprete de " Lira", Alexandra Marques.
Desejando rápido restabelecimento, aqui fica a notícia do adiamento deste espectáculo.
A série que vai fazer-nos recuar no tempo e viver o clima dos anos 60 estreia hoje, dia 15 de Outubro, às 21h30, a segunda temporada.
‘Mad Men’, uma série de luxo que arrecadou recentemente seis Emmy Awards e que conta também com dois Golden Globes, estará em exibição às quartas-feiras, no FOX Next – um canal exclusivo do Meo, na posição 62 (pack Meo MIX) – com o patrocínio da Volkswagen. Ontem e hoje, a cidade de Lisboa foi invadida por ardinas espalhados em locais de muita afluência de traseuntes e promotores vestidos à época a passearem pela cidade “montados” em carros americanos e a distribuir o jornal ‘Mad Men News’, com destaque para a chegada da segunda temporada de‘Mad Men’e com conteúdos alusivos aos anos 60. Para além da acção de marketing de guerrilha, o FOX Next e o Meo estão a promover ‘Mad Men’ através de uma campanha de publicidade em imprensa e internet, a decorrer durante o mês de Outubro, um microsite no portal Sapo – http://especial.sapo.pt/MadMen/index.html – e um passatempo on-line direccionado aos clientes ‘sapo.pt’ e promovido através de e-mail marketing. “Os publicitários mais premiados da TV” é um dos claims desta campanha. ‘Mad Men’: o dia a dia da publicidade e dos publicitários dos anos 60.
‘Mad Men’ é uma série provocadora que se desenrola na Nova Iorque dos anos 60 e acompanha os competitivos publicitários de Madison Avenue, um mundo liderado pelo ego onde os protagonistas fazem do negócio uma arte, enquanto as suas vidas são vendidas na praça pública. ‘Mad Men’ foi premiada em 2008 com dois Golden Globes – Melhor Série Dramática e Melhor Actor em Série Dramática (Jon Hamm) – e com seis Emmy Awards, entre os quais se destaca o de Melhor Série Dramática. Em 1960, as agências de publicidade eram um potente poder de influência sobre as massas. A coacção pessoal e profissional e os escândalos sexuais definiam os locais de trabalho e ajudavam à conclusão dos negócios.
A Sterling Cooper Advertising Agency criava campanhas de publicidade – desde a marcas de cigarros a campanhas de candidatos políticos – melhor do que qualquer outra concorrente. Era uma altura de grande crescimento e as mulheres começavam a fazer parte integrante da sociedade e dos escritórios.
‘Mad Men’ retrata as aventuras sexuais e conflitos morais num ramo profissional inovador e de alta pressão, ao mesmo tempo que expõe os homens e mulheres que moldaram as esperanças, sonhos e desejos, explorando a verdadeira natureza humana escondida nos tradicionais e reprimidos valores familiares da América dos anos 60. ‘Mad Men’ desenrola-se em torno da personagem principal desta série dramática, Don Draper (Jon Hamm), um publicitário/director criativo e homem ambicioso, confiante, e de grande sucesso junto dos seus colegas de trabalho na Sterling Cooper Advertising Agency e também junto das mulheres.
Don Draper tem um passado tão misterioso que nem a sua própria mulher, Betty Draper (January Jones), o conhece. À medida que Don Draper planeia as suas campanhas nas salas de reunião e nos quartos de hotel, ele tenta estar sempre à frente das últimas tendências e dos jovens que chegam à profissão com o objectivo de os destronar. Entre os diversos personagens secundários, aqueles que maior destaque têm na trama de ‘Mad Men’ são: Peggy Olsen (Elisabeth Moss), a nova secretária de Draper; Pete Campbell (Vincent Kartheiser), um jovem ambicioso que inveja o lugar de Draper; e Roger Sterling (Jonh Slaterry), um dos sócios e bom amigo do protagonista. Nesta segunda temporada a série continuará a esbater a linha que separa a verdade da mentira e a percepção da realidade.
A vida privada de Don Draper encontra novas complicações, e ele novas maneiras de as ultrapassar em grande estilo. O mundo da publicidade começa a mover-se numa nova direcção, conseguirá a Sterling Cooper acompanhar o ritmo? Matthew Weiner é o criador e produtor executivo de ‘Mad Men’ – e também de ‘Os Sopranos’, cuja estreia está agendada para dia 30 de Outubro no FOX Crime –, uma série produzida pela American Movie Classics (AMC).
As curtas-metragens são as protagonistas da final do “Fast Forward Portugal-Film Festival”, evento organizado pela Associação Cultural Velha-a-Branca que o Theatro Circo acolhe a 18 de Outubro (21h45).
Partindo de um tema específico, o “Fast Forward”, festival de curtas-metragens que este ano concretiza a sua terceira edição em Braga, desafia as equipas concorrentes a, num prazo limite de 24 horas, escrever, filmar e editar um filme com duração máxima de três minutos.
Após o processo de realização dos projectos cinematográficos, o festival culmina, pela primeira vez no palco da sala principal do Theatro Circo, com a projecção dos trabalhos entregues e a selecção dos vencedores, distinguidos com o “Prémio de Melhor Filme” e “Prémio do Público”.
Realizado inicialmente em Chicago (EUA), o festival “Fast Forward”, que acontece igualmente em Dublin (Irlanda), repete-se em Braga desde 2006, ano em que passou a integrar o conjunto de eventos desenvolvidos pelo Estaleiro Cultural-Velha-a-Branca.
Constituída em 2004 como cooperativa sem fins lucrativos, a Associação Cultural Velha-a-Branca surgiu com o objectivo de promover a criação e divulgação artística e cultural, recorrendo, para tal, ao desenvolvimento de actividades tão variadas como sessões de poesia, conversas, lançamento de livros, concertos, exposições ou cursos de história.
“Música” será o tema da próxima “Festa na Rua” organizada pelo SEXTA
Dia 17 de Outubro, das 17h às 19h, workshop de percussão na Alameda das Universidades No âmbito das comemorações do seu 1º aniversário, dia 26 de Outubro, o semanário gratuito SEXTA está a levar a cabo uma série de iniciativas, que se prolongarão durante todo o mês de Outubro, e que têm como mote, “O SEXTA comemora consigo”.
O tema da próxima animação de rua, já no dia 17, será a MÚSICA, e o desafio é fazer com que as pessoas façam parte de uma orquestra muito sui generis.
Será criado um espaço inteiramente dedicado à música, onde o transeunte poderá observar e até mesmo interagir com instrumentos à sua disposição.
A intenção é criar pequenos momentos em que serão feitos workshops de percussão e bombos portugueses, onde o objectivo é conseguir criar orquestras de rua compostas pelos cidadãos amadores.
Uma experiência divertida e enriquecedora para quem observa e para quem participa.
A “Festa na Rua”, que se baseia em várias animações de rua temáticas, terá lugar na Alameda das Universidades em Lisboa, (cidade Universitária), entre as 17h e as 19h, durante todas as sextas do mês de Outubro.
Esta iniciativa tem como objectivo proporcionar aos leitores experiências de entretenimento, lazer, descontracção e muita diversão.
As próximas acções do SEXTA terão lugar nos dias 24 e 31 de Outubro, e os temas serão “Crianças” e “Saúde e Bem-Estar”, respectivamente.
A produção destes eventos é da responsabilidade do semanário SEXTA, com a associação de alguns dos seus anunciantes, e os espectáculos serão levados a cabo pela “Artelier?” - Companhia das Artes de Animação e do Teatro de Rua.
Esta companhia é conhecida pelo seu trabalho inovador e de referência na animação e no teatro de rua a nível nacional e internacional, tendo já desenvolvido inúmeras performances para manifestações de cultura popular, como o Carnaval, festas de cidade, animação de parques e inaugurações de sítios públicos.
Personalidade nunca faltou a Simone de Oliveira. Um temperamento marcado pelo excesso: excesso de talento, de vontade, de querer. Excesso de expressão e paixão.Iniciando bastante nova uma carreira de cantora, Simone revela ainda rapariga, uma intensidade interpretativa que imediatamente a distingue das restantes vozes femininas da época.O seu reportório de cançonetista não foge, nesses primeiros anos de carreira, aos estereótipos criativos dos compositores consagrados da época. Desses tempos iniciais guardam-se vivas memórias de prémios e consagrações sucessivas. Mas Simone quererá sempre mais da sua arte. Por sua iniciativa vai procurar cada vez melhores compositores e letristas, aproximando-se assim de grandes nomes tais como: Ary dos Santos, Nazareth Fernandes, entre outros. Simone de Oliveira consegue fazer história: história da música popular urbana mas também a história das mentalidades.
50 anos de uma vasta carreira marcada por festivais da canção, peças de teatro, musicais, programas de televisão e rádio, cinema, cerca de 80 títulos discográficos, digressões no estrangeiro e inúmeros espectáculos. O espectáculo Intimidades que apresenta no ambiente único do Cabaret MAXIME traz-nos de novo a voz profunda de Simone de Oliveira num espectáculo apaixonante, onde sobressai a cumplicidade entre a cantora e o maestro Nuno Feist.
Irá tornar-se mais informativo, com mais sugestões e inovador. Dado o elevado número de ciber-leitores do blog optámos pelo formado de jornal on-line que estará no ciber espaço já este mês.
Será a nossa prenda de Natal.
Mas para que o novo Jornal Hardmusica vá ao encontro dos desejos dos nossos milhares de leitores, contamos com o seu apoio enviando-nos toda a informação possível sobre os seus eventos.